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SA ÚDE MENTAL NO SUS Informativo da Sa úde Mental MS/DAPES/Coordena ção Geral de Sa úde Mental Ano VII, nº 29 (julho a dezembro de 2009) 01/07/09 a 23/12/09 – Bras í lia – DF

de 2009) 01/07/09 a 23/12/09 – Bras í lia – DF Balan ç o de 2009
de 2009) 01/07/09 a 23/12/09 – Bras í lia – DF Balan ç o de 2009

Balan ç o de 2009 e perspectivas para 2010: a saú de mental do SUS no centro do debate

A sa úde mental – talvez mais que em anos anteriores – esteve no olho do furacã o do debate público sobre o SUS. No primeiro semestre, os grandes ve í culos de comunicação, e tamb é m a imprensa regional, colocaram em discussã o a pol í tica de sa úde mental do SUS, com um argumento de fundo: o modelo comunitá rio reduziu leitos e produziu desassistê ncia. Foi um debate intenso, com protagonismo de instituiçõ es corporativas, de

intelectuais conhecidos e polí ticos. As crí ticas vieram de todos os lados, e tiveram profunda repercussã o no ambiente da gestã o do SUS, desde o menor municí pio at é o Minist é rio da Sa úde. A proposta de revoga ção da lei 10.216 (chamada de “lei idiota” em artigo de primeira p á gina) apareceu em cerca de uma dezena de audi ê ncias públicas feitas no Congresso. Tamb é m os instrumentos da justiç a e Ministé rio P úblico foram acionados, em um caso, pelo menos, determinando ao Ministério da Sa úde que ampliasse leitos psiquiá tricos para o patamar de 80.000 leitos, como na d écada de 90 do século passado. O SUS reagiu, mostrando sua for ç a; os movimentos sociais exerceram seu protagonismo. Mas

a tensã o continua. Para os que defendem a consolidaçã o da mudança do modelo de atençã o, com a

substituiçã o gradual dos leitos de hospitais psiqui á tricos por servi ç os comunitá rios eficazes,

o desafio é enfrentar com coragem os problemas e fragilidades que a rede de saúde mental

de fato apresenta. Os principais s ão: a cobertura ainda deficiente [insuficiente] em vá rios estados, a baixa efetividade de diversos CAPS, a insuficiente articulaçã o com a rede de urg ê ncia­emerg ê ncia, a amplia çã o das a çõ es na atençã o b á sica, a resposta mais integrada e competente à demanda oriunda do consumo prejudicial de á lcool e outras drogas. Problemas do novo modelo, que de modo algum ter ã o soluçã o com o retorno ao modelo hospitaloc ê ntrico. É preciso avan çar com o novo modelo, reconhecer suas lacunas e fragilidades, aperfei çoar pr á ticas, consolidar normas té cnicas, ampliar a participa ção de usuá rios e familiares na tarefa do cuidado e da reabilita ção psicossocial. No segundo semestre, o debate se deslocou para o tema das drogas, com uma intensidade extraordiná ria. O aumento do consumo de crack e problemas associados suscitou propostas conservadoras, como a defesa indiscriminada do tratamento compulsó rio, de iniciativas legislativas mais penalizantes e o cultivo de um certo ambiente de induçã o ao pâ nico social pelos meios de comunicaçã o. Este cená rio foi produzido por uma compreensã o reducionista, centrada na droga, e nã o na complexidade que a situaçã o engloba. E, de novo, no centro do debate, o modelo de atençã o. Assim o SUS, nos municí pios, estados e gestã o federal, atravessou o ano de 2009 no campo da sa úde mental, em meio a restri çõ es or çamentá rias (o d éficit estrutural de financiamento do sistema) e as cr í ticas à s diretrizes da pol í tica.

á rias (o d é ficit estrutural de financiamento do sistema) e as cr í ticas
(continua) Alguns avan ç os significativos merecem ser registrados. O cen á rio da sa

(continua)

Alguns avanç os significativos merecem ser registrados. O cen ário da sa úde mental na atenção bá sica j á mudou. Tornou­se uma realidade, graç as à a ção decidida da gestã o da atenção bá sica nos tr ê s ní veis, a amplia ção da oferta de atençã o em sa úde mental. Pelo menos 30% dos profissionais dos NASFs s ão de sa úde mental. A produçã o de conhecimento nesta área – expressa em artigos publicados, disserta çõ es e teses defendidas, e apresentaçõ es em congressos – foi uma marca do debate do SUS em 2009. Sa úde mental na atenção primá ria é um tema forte em nosso campo, e não mais uma discussã o pontual. Foram cadastrados 141 novos CAPS, cerca de 80% da meta de 180 estabelecida para o ano e a cobertura nacional chegou a 60%. A implantaçã o do Plano Emergencial para Amplia ção do Acesso ao Tratamento e Prevençã o para Álcool e outras Drogas (PEAD) permitiu apoiar novas estratégias de cuidado, como os consultó rios de rua, e reforç ar o financiamento dos CAPS AD, i e III, e de a çõ es de reduçã o de danos no SUS. Açõ es estruturantes de forma çã o permanente foram estabelecidas, como o financiamento de bolsas para resid ê ncia, de novos cursos de especializaçã o e de programas de educaçã o à distâ ncia. O ano termina com resultados positivos, por é m sob o impacto, que não deve ser menosprezado pelos gestores, das intensas crí ticas à direçã o geral da polí tica e ao funcionamento da rede de atenção psicossocial. A sa úde mental está na berlinda. É preciso fazer uma aná lise cuidadosa destas tensõ es, a partir de cada municí pio e estado, com a capacidade de observaçã o dos gestores, articulados à s instâ ncias colegiadas do SUS e aos movimentos sociais. Por razõ es administrativas, nã o foi possí vel realizar a XI Reuni ã o do Colegiado Nacional de Coordenadores de Saúde Mental, no segundo semestre. A reuni ão ser á na primeira quinzena de mar ço de 2010. Este balan ço polí tico poder á ser aprofundado naquele espa ço deliberativo. Finalmente, o ano de 2010 ser á o da realizaçã o da IV Confer ê ncia Nacional de Sa úde Mental – Intersetorial. A configuraçã o intersetorial, com participaçã o efetiva das polí ticas de direitos humanos, a çã o social, justi ç a, trabalho, educaçã o, cultura, esporte e outras representar á um salto de qualidade no debate da Reforma Psiquiá trica. O desafio dos gestores de sa úde mental do SUS é propiciar um espa ç o rico e plural, que respeite a diversidade que marca este campo, para que a IV CNSM contribua decisivamente para delinear os rumos das pol í ticas públicas.

Bom ano novo a todos !

Coordena çã o Nacional de Sa úde Mental

IV Confer ê ncia Nacional de Sa ú de Mental ­ Intersetorial No primeiro semestre
IV Confer ê ncia Nacional de Sa ú de Mental ­ Intersetorial No primeiro semestre

IV Conferê ncia Nacional de Saú de Mental ­ Intersetorial

No primeiro semestre de 2010 (por conta da legisla ção eleitoral) ser á realizada a IV Confer ê ncia Nacional de Saúde Mental ­ Intersetorial. A forma de organizaçã o da Confer ê ncia ainda ser á definida, em janeiro, pelo Conselho Nacional de Saúde. Pela primeira vez, outras polí ticas públicas, como direitos humanos, açã o social, justi ça e educaçã o participar ão com delegados formais. Apesar do calendá rio apertado, o primeiro semestre de 2010 será de intensos debates sobre a saúde mental, com grande mobilizaçã o de movimentos sociais, trabalhadores e gestores do SUS. Acompanhe as informaçõ es sobre a confer ê ncia nos portais do Minist é rio da Sa úde (www.saude.gov.br/saudemental) e do Conselho Nacional de Sa úde.

) e do Conselho Nacional de Sa ú de. Expans ã o e qualifica çã o

Expans ão e qualificação dos CAPS

A expansã o e qualifica çã o dos CAPS é desafio permanente para a Pol ítica Nacional de Saú de

Mental. No ano de 2009, o empenho para a expansã o dos equipamentos de sa ú de mental continua trazendo bons resultados. 141 novos CAPS foram cadastrados, totalizando 1467 serviços em todo o paí s. A taxa de cobertura CAPS/100.000 habitantes, que em 2008 era de 55%, passou, em 2009,

para 60% ­ a cobertura assistencial em saú de mental segue crescendo, mesmo com o concomitante crescimento da popula çã o. Este é o resultado de uma importante parceria entre o Ministério da Sa ú de e as Coordena ções estaduais e Municipais de Saú de Mental.

A acessibilidade melhorou em todo o pa í s. 8 estados já apresentam cobertura considerada

muito boa (acima de 0,70 CAPS/100.000 habitantes) e 10 apresentam cobertura considerada boa (entre 0,50 e 0,69 CAPS/100.000 habitantes). Pode­se perceber ainda uma interioriza çã o desses servi ços e uma importante tendê ncia de amplia çã o relativa dos CAPS I, comparados aos demais tipos de CAPS, e de aumento do acesso e da eqü idade. As Regi ões Norte e Centro­Oeste permanecem como as de menor cobertura, apesar do aumento significativo de servi ços nesta ultima regi ã o. A Regi ã o Nordeste segue mostrando uma

amplia çã o regular e significativa da rede, de tal modo que todos os estados da regiã o, exceto, ainda, Pernambuco, apresentam indicador de cobertura maior que a média nacional (60%). Na Regiã o Sudeste, apesar da opulência de recursos humanos e institui ções formadoras, a cobertura é inferior à m édia nacional, sendo menor que 50% no estado do Esp í rito Santo. A regiã o Sul termina 2009 com indicadores muito favor á veis de cobertura, tendo a melhor m édia nacional. Note­se que os estados da regiã o norte s ã o aqueles com maior dificuldade na expansã o e consolida çã o da rede. Para melhor compreensã o do problema é preciso ajustar o indicador CAPS/100.000 habitantes, que nã o é sensí vel à s caracter í sticas desta regi ã o. É preciso salientar que ainda existem desafios para a expans ã o destes servi ços – principalmente nas modalidades III, i e ad. Esta expansã o, principalmente nas grandes cidades, é de suma import â ncia para o processo de fortalecimento da regula çã o e do acesso ao atendimento de urg ência/emerg ência ­ no caso dos CAPS III ­ e para a consolida çã o e resolutividade do novo modelo assistencial.

At é 2011, o planejamento do SUS prevê a implanta çã o integral da rede de CAPS necessá ria à

boa cobertura assistencial (aproximadamente 2.000 servi ços).

Programa de Volta para Casa Durante o ano de 2009, foram inclu í dos 441
Programa de Volta para Casa Durante o ano de 2009, foram inclu í dos 441

Programa de Volta para Casa

Durante o ano de 2009, foram inclu í dos 441 novos benefici á rios no Programa de Volta para Casa, com a ú ltima folha de pagamento do ano totalizando 3486 benefici á rios. Apesar da cont í nua necessidade de aumento do ritmo de inclusã o de novos benefici á rios, o que reflete o ritmo das a ções de desinstitucionaliza çã o, podemos considerar o saldo positivo com o cumprimento de 88% da meta prevista para o perí odo. Para 2010, uma importante ferramenta será oferecida para a confirma çã o on line do cadastro dos benefici á rios do Programa de Volta

para Casa. A confirma çã o se faz necessá ria em funçã o do acompanhamento dos benefici á rios, (Portaria GM 2077/2003, Art. 9º), no que se refere a situa ções de suspensã o e cancelamento do auxí lio­ reabilita çã o psicossocial. É importante lembrar que, ao assinar o Termo de Ades ã o, os municípios assumem o compromisso de acompanhar os benefici á rios inseridos no programa, e t êm o dever de comunicar à Coordena çã o Nacional de Saú de Mental reinterna ções dos benefici á rios em hospitais psiquiá tricos e óbitos. O nã o cumprimento dessa determina çã o configura irregularidade por parte da

gestã o municipal e acarreta dificuldades para os benefici á rios do PVC, seus familiares e responsá veis legais. A disponibiliza çã o deste ferramenta pelo s í tio do PVC agilizará o processo e facilitará o trabalho das refer ências técnicas do Programa nos munic í pios, que poder ã o inserir as informa ções mediante o uso da senha eletrônica já disponibilizada. Os estados também podem acompanhar a a çã o de seus municí pios pelo sítio eletr ônico. As orienta ções para o processo serã o encaminhadas em breve. Aqueles estados e municípios que ainda nã o solicitaram suas senhas de acesso devem fazê­lo com a maior brevidade poss í vel e, assim, estarem prontos para a confirma çã o dos cadastros dos benefici á rios sob a sua responsabilidade. As solicita ções de senhas eletrônicas podem ser encaminhadas para ana.ferraz@saude.gov.br e giselle.sodre@saude.gov.br .

Documentaçã o Tardia ­ Em outubro de 2009 foi sancionada a Lei Federal 11.790 que altera a Lei 6.015/1973 de Registros Públicos e facilita o processo de registro de nascimento fora do prazo legal. Antes desta lei, o registro de nascimento fora do prazo dependeria de despacho do Juiz Corregedor. Agora, para requerer a certid ã o de nascimento tardia, basta ir at é o cartó rio do local de resid ência com duas testemunhas e requerer o registro civil de nascimento. Se o cartó rio não duvida da declara çã o apresentada, o registro pode ser feito sem a interferê ncia do Ministé rio Público e sem a autoriza ção do Juiz. Esta é uma boa not ícia para nó s, pois facilita a obtençã o da documenta ção tardia para os egressos das longas interna çõ es e agiliza a sua inclusão no Programa de Volta para Casa.

çã o tardia para os egressos das longas interna çõ es e agiliza a sua inclus
Sa ú de Mental Infanto­Juvenil – balan ç o do ano de 2009 O ano
Sa ú de Mental Infanto­Juvenil – balan ç o do ano de 2009 O ano

Saú de Mental Infanto­Juvenil – balan ço do ano de 2009

O ano de 2009 trouxe para o foco dos debates dois temas em especial no que se refere à Sa ú de Mental Infanto­Juvenil: a questã o do uso de á lcool e outras drogas por crian ças e adolescentes e a questã o dos adolescentes portadores de transtornos mentais em cumprimento de medida socioeducativa. O tema do uso de subst â ncias psicoativas pela popula çã o infanto­juvenil foi amplamente debatido durante a VIII Reuni ã o Ordiná ria do Fórum de Saú de Mental Infanto­Juvenil, realizada em Brasí lia, nos dias 25 e 26 de mar ço. A Reuni ã o teve como tema “Á lcool e Outras Drogas: Atençã o Integral e Inclusã o”. Neste debate, especial atençã o foi dedicada à vulnerabilidade de crian ças e adolescentes em situa çã o de rua, à s necessá rias interfaces entre a saú de mental e o sistema sócio­educativo e à qualifica çã o das redes de sa ú de, em especial da sa ú de mental, e das redes de apoio social para a atençã o integral a esta popula çã o. O tema coloca­se como um grande desafio para os gestores, bem como para os profissionais que atuam nos diversos dispositivos da sa ú de e dos outros setores p ú blicos, considerada a exig ência de a ções intersetoriais na abordagem deste problema. Com rela çã o ao Sistema Socioeducativo é importante destacar os esfor ços conjuntos das Áreas T écnicas de Saú de Mental e da Saú de do Adolescente e do Jovem do Minist ério da Sa ú de junto à Subsecretaria de Proteçã o dos Direitos da Criança e do Adolescente, da Secretaria Especial de Direitos Humanos, na constru çã o do texto do Projeto de Lei 1627. O PL disp õe sobre os sistemas de atendimento socioeducativo, regulamenta a execu çã o das medidas destinadas ao adolescente, em razã o de ato infracional, altera dispositivos da Lei nº 8.069, de 13 de julho de 1990, que dispõe

sobre o Estatuto da Criança e do Adolescente, e dá outras provid ê ncias. O texto já alterado pela Relatora Deputada Rita Camata traz uma se çã o especí fica sobre a atençã o integral em sa ú de mental no contexto do Sistema Socioeducativo. Al ém das contribui ções para o texto original do PL, ainda foram feitos debates importantes com a Deputada Rita Camata, a fim de que o mesmo esteja em acordo com os princí pios da Polí tica Nacional de Sa ú de Mental. A intençã o é que a Lei garanta aos meninos e meninas em cumprimento de medida socioeducativa, em especial em regime de priva çã o de liberdade, a possibilidade de acompanhamento nos dispositivos da rede extra­hospitalar de sa ú de mental. O PL est á em tramita çã o na Câ mara dos Deputados. O tema também foi o foco central do Seminá rio “Mais Juventude Na Sa ú de: Vamos Falar Disso?”, organizado em parceria das Áreas T écnicas de Saú de Mental e da Saú de do Adolescente e do Jovem do Minist ério da Sa ú de, realizado em Brasí lia nos dias 10 e 11 de novembro e que contou com a participa çã o de gestores estaduais e municipais da saú de mental, da sa ú de do adolescente e do jovem e também de gestores do sistema socioeducativo. Na oportunidade, foram apresentados os dados preliminares do “I Levantamento Nacional dos Serviços de Sa ú de Mental no Atendimento aos Adolescentes Privados de Liberdade e sua Articula çã o com as Unidades Socioeducativas”. Em 2010, precisamos continuar no debate e fortalecer as a ções intersetoriais no contexto de todas as pol í ticas p úblicas que se ocupam das crianças e adolescentes brasileiros, em especial, aquelas que t êm maior impacto sobre a sa ú de mental dessa parcela importante da popula çã o.

Arte, cultura e renda A amplia çã o do acesso à arte, cultura e renda
Arte, cultura e renda A amplia çã o do acesso à arte, cultura e renda

Arte, cultura e renda

A ampliaçã o do acesso à arte, cultura e renda tem sido uma açã o priorit á ria do Governo Federal,

especialmente no que se refere à s popula çõ es que se encontram em situa ção de vulnerabilidade. A Chamada para Seleçã o de Projetos de Arte, Cultura e Renda na Rede de Saúde Mental, lanç ada pelo MS no dia 13 de outubro de 2009, foi

a primeira sele ção deste tipo feita pela

Coordena çã o Nacional de Sa úde Mental, Á lcool e Outras Drogas. Com o objetivo de fortalecer os Projetos de Arte, Cultura e Renda na Rede de Sa úde Mental, o Ministé rio da Sa úde selecionou 126 projetos para receberem incentivo financeiro, nos termos da Portaria GM 1169/2005, nos Centros de Atençã o Psicossocial (CAPS), Centros de Convivê ncia e Cultura, Iniciativas de Gera çã o de Trabalho e Renda da Rede Brasileira de Sa úde Mental e Economia Solid á ria, Associa çõ es de Usuá rios, Familiares e Amigos da Saúde Mental,

Unidades Bá sicas de Sa úde, que compõ em

a rede de sa úde mental e tê m realizado

uma sé rie de intervençõ es na cidade, ampliando a autonomia, o exerc ício de direitos e o acesso de usuá rios e familiares à sa úde, moradia, cultura, arte, trabalho, renda, educaçã o, inclusão digital, entre outros (as). Segundo os termos da Chamada para Sele çã o, os Projetos de Arte Cultura e

Renda devem:

1) Constituir­se como dispositivos públicos componentes da rede de atenção substitutiva em sa úde mental, oferecendo à s pessoas com transtornos mentais e/ou com problemas decorrentes do uso de á lcool e outras drogas espa ços de sociabilidade, produçã o e intervenção na cidade; 2) Promover açõ es que ampliem a autonomia dos usuá rios e o exercí cio de direitos dos usuá rios da rede de sa úde mental; 3) Constituir­se como espaç os de conví vio e sustentaçã o das diferenç as na comunidade, facilitando a construçã o de laç os sociais; 4) Ter como eixos a solidariedade, a inclusã o social, o respeito à s diferenç as e a Gera çã o de alternativas concretas de vida.

Foram recebidas mais de 560 inscriçõ es e tiveram prioridade na seleção os projetos das regi õ es Norte, Nordeste e Centro­Oeste, munic í pios em processo de desinstitucionalizaçã o, projetos com propostas criativas de interven çõ es culturais e artí sticas e de geraçã o de renda. Os munic í pios selecionados receber ão incentivo financeiro para implantaçã o do projeto ou para apoiar projetos já existentes. Veja os projetos

selecionados

www.saude.gov.br/saudemental

em

V Edital Supervisã o de CAPS ­2010

em V Edital Supervis ã o de CAPS ­2010 Est á previsto para o primeiro trimestre

Está previsto para o primeiro trimestre de 2010 o V Edital de Supervis ã o dos CAPS, que selecionará 15 novos projetos. O programa de supervis ão cl í nico­institucional dos CAPS está hoje consolidado em cerca de 300 munic í pios ­ os valores de financiamento, embora relativamente restritos, t ê m permitido criar uma demanda permanente dos serviç os por uma supervisão regular

Marcha dos Usu á rios apresenta reinvidica çõ es ao Minist é rio da Sa
Marcha dos Usu á rios apresenta reinvidica çõ es ao Minist é rio da Sa

Marcha dos Usuários apresenta reinvidicações ao Ministé rio da Saú de

Uma delegação de usuá rios, familiares, profissionais e representantes de entidades, representando a Marcha dos Usuá rios de Sa úde Mental, foi recebida pela Ministra interina da Sa úde, M á rcia Bassit, no dia 30 de setembro. Nesta audiê ncia, usuá rios e familiares apresentaram à Ministra interina consideraçõ es e reivindica ções sobre a atenção em sa úde mental no SUS, enfatizando seu apoio ao processo de reforma psiquiá trica e à lei 10.216. Enquanto transcorria a audi ê ncia, manifestantes que integravam a Marcha, entre usuá rios, familiares e trabalhadores de sa úde mental, deram­se as mãos e realizaram um abra ç o ao Ministé rio da Sa úde. Tamb é m participaram da audi ê ncia a coordenadora da Rede Internúcleos da Luta Antimanicomial, o presidente do Conselho Federal de Psicologia, o deputado estadual Mauro Ruben, de Goi á s, al é m de outros profissionais de sa úde.

Goi á s, al é m de outros profissionais de sa ú de. Reinvidica çõ es

Reinvidicações da Marcha de Usu ários:

a)ampliaçã o do nú mero de CAPS III;

b) monitoramento dos recursos

financeiros repassados aos municí pios;

c) implanta ção de 1.000 novas

resid ê ncias terapê uticas, em atenção ao

compromisso firmado pelo presidente Lula;

d) aceleramento do processo de

reduçã o de leitos e da cria ção de servi ç os substitutivos;

f) equiparaçã o do valor do auxí lio­ reabilitaçã o social do Programa de Volta para Casa ao sal á rio mí nimo;

g) capacita çã o do SAMU para o

atendimento das emerg ê ncias psiqui á tricas,

e) apoio à realiza ção da IV Confer ê ncia

Nacional de Sa úde Mental.

Est í mulo para a implanta ção leitos de aten çã o integral em Hospitais Gerais

Ao final de outubro o Ministé rio da Sa ú de publicou a Portaria 2.629/09, que reajusta os procedimentos hospitalares para a atençã o em saú de mental em Hospitais Gerais. A partir desta portaria, pela primeira vez, os procedimentos de psiquiatria em Hospital Geral (HG) passam a ser melhor remunerados do que os procedimentos em Hospitais Psiquiá tricos – um estímulo importante para que os gestores ampliem e qualifiquem leitos nessas instituições. Isto n ã o é suficiente para qualificar e ampliar o acesso à aten çã o em sa ú de mental nos HG. Estã o em elabora çã o pelo Grupo de Trabalho Sobre Saú de Mental nos Hospitais Gerais as diretrizes para o funcionamento de serviç os de sa ú de mental em hospitais gerais e emergê ncias gerais. O Grupo teve apenas uma reuniã o em 2009, mas deve apresentar relatório final dos trabalhos no primeiro semestre de 2010.

Campanha Nacional de Alerta e Preven çã o ao Uso de Crack O Minist é

Campanha Nacional de Alerta e Preven ção ao Uso de Crack

O Ministério da Sa úde lanç ou, no dia 14 de dezembro, a Campanha Nacional de Alerta e Prevençã o ao Uso de Crack, com o objetivo de ajudar na prevençã o ao consumo, colocar o tema em debate e chamar a atençã o para os riscos e conseqüê ncias da droga. A campanha tem como público alvo os jovens de 15 a 29 anos, de todas as classes sociais. Al é m dos filmes e impressos que ser ão veiculados em mí dias de todo o paí s e das açõ es nos espa ços urbanos, o MS conta com a equipe do Disque Sa úde (0800 61 1997) que passa, a partir da campanha, a oferecer um ramal exclusivo para informa çõ es sobre o crack e orientaçõ es para tratamento dos usuá rios na rede do SUS, com profissionais especialmente treinados. A Coordenaçã o de Sa úde Mental, Á lcool e Outras Drogas criou um canal exclusivo para ouvir a opini ã o de profissionais de sa úde, usuá rios do SUS e demais interessados sobre esta campanha. O objetivo é compreender o alcance e a efetividade das a çõ es, alé m de colher sugestõ es para aperfei çoamento. Dê sua opini ã o acessando www.saude.gov.br/saudemental

Escola de Redutores de Danos

www.saude.gov.br/saudemental Escola de Redutores de Danos O Minist é rio da Sa ú de est á

O Minist ério da Saú de está implantado 10 programas­piloto de Escola de Redutores de Danos do SUS para fomentar e qualificar as ações de redu çã o de danos municipais e intermunicipais, e com o objetivo de ampliar o acesso ao tratamento e qualificar a atençã o integral aos usu á rios de drogas, especialmente aqueles em situaçã o de extrema vulnerabilidade.

Sã o objetivos das Escolas:

1. Implantar programas­piloto de redu çã o de danos na rede de saú de mental dos municí pios

sob coordena çã o do gestor local do SUS, em coopera çã o com o Minist ério da Saú de e institui çã o universit á ria colaboradora.

2. Desenvolver a ções de redu çã o de danos, em articula çã o com o CAPS­AD do munic ípio,

com a rede de saú de mental e atençã o bá sica, e com a rede intersetorial de atençã o integral.

3. Formar redutores de danos e multiplicadores de formaçã o, para atua çã o no SUS.

4. Desenvolver e aplicar mecanismos de avalia çã o, monitoramento e produ çã o de

conhecimento tomando como objeto as atividades desenvolvidas, sob supervis ã o da institui çã o de pesquisa colaboradora. 5. Participar de a ções de intercâ mbio, forma çã o permanente e produ çã o de conhecimento no â mbito do Projeto geral, em articula çã o com os demais p ólos, sob coordena çã o do Minist ério da Sa ú de.

Os municípios que irã o compor este programa piloto sã o: Fortaleza, Brasí lia, Uberlâ ndia, Recife, Joã o Pessoa, Niter ói, Rio de Janeiro, Aracaju, Campinas e S ã o Bernardo do Campo. Estes receber ã o o valor de R$ 50.000,00 cada para a execu çã o do programa, que esta previsto para ser realizado em seis meses.

MS mant é m parceria com UNODC para capacita çã o de profissionais de sa
MS mant é m parceria com UNODC para capacita çã o de profissionais de sa

MS manté m parceria com UNODC para capacitação de profissionais de saúde

O Brasil, por meio do Minist é rio da Sa úde, foi escolhido para continuar integrando o projeto TREATNET do UNODC (Escrit ó rio das Naçõ es Unidas para Drogas e Crime) em 2009. A primeira fase deste projeto objetivou o desenvolvimento de material de treinamento e visitas t écnicas entre os participantes dos 20 pa í ses selecionados. Já a fase II do projeto prevê a capacita ção de profissionais de sa úde do SUS para o tratamento da dependê ncia de á lcool e outras drogas e a multiplica ção destas informaçõ es nas redes locais.

Foram escolhidos 10 profissionais do SUS que participaram do treinamento em Campinas sobre utilizaçã o de instrumentos de detec ção, intervençõ es breves e prescriçã o de medicaçã o. Estas

profissionais assumiram o compromisso de realizar r é plicas dos treinamentos do qual participaram, adaptados à realidade brasileira, para outros profissionais de sa úde das suas redes locais em 2009 e

2010.

Campanha do Dia Mundial da Sa ú de Mental pelo Disque Sa ú de

Entre os dias 9 e 11 de outubro uma campanha, elaborada com o Grupo de Trabalho sobre Demandas dos Usuá rios e Familiares da Saú de Mental, foi realizada em parceria com o Disque­Sa ú de. Durante estes dias, qualquer usuá rio que ligasse para o servi ço ouvia a seguinte mensagem:

“10 de outubro, Dia Mundial da Sa ú de Mental: Cuidar, sim. Excluir, nã o. Os transtornos mentais t êm tratamento. Para saber mais, procure o CAPS ou a Unidade Bá sica de Saú de mais próximos de sua casa”

Pesquisa sobre o perfil do usu á rio de crack

O Minist ério da Saú de, com o objetivo de produzir mais informa ções cient í ficas relacionadas ao consumo de crack no pa í s, vai financiar pesquisa para identificar o perfil dos usu á rios de crack no Rio de Janeiro, Maca é e Salvador. Esta investiga çã o será desenvolvida por pesquisadores das Universidades Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e da Bahia (UFBA) e da Funda çã o Oswaldo Cruz (Fiocruz) e terá a participa çã o de pesquisadores canadenses.

Balan ço do Plano Emergencial de Ampliaçã o do Acesso ao Tratamento e Preven ção em Álcool e Outras Drogas (PEAD)

Resultados do PEAD em 2009

*28 CAPS cadastrados em cidades do PEAD: 17 CAPSad, 6 CAPSi e 5 CAPS III (24 horas) *Projetos de Consult ório de Rua: 14 projetos­ piloto aprovados *Edital para projetos de redu çã o de danos (Sa ú de Mental e DST/Aids) ­ 24 projetos aprovados *Escola de redutores de danos ­ 10 projetos aprovados

Em junho deste ano, o MS lançou o PEAD com o objetivo de priorizar a expansã o de estrat égias de tratamento e prevençã o relacionadas ao consumo de á lcool e outras drogas. Al ém das a ções intersetoriais previstas, um conjunto de medidas especí ficas do campo da sa ú de foram propostas.

O PEAD se estende at é 2010 e ainda temos os desafios de ampliar a cobertura de servi ços pú blicos dirigidos ao cuidado da dependência de álcool e outras drogas.

Lei brasileira sobre drogas: iniciativas de revis ã o A aplica çã o da Lei
Lei brasileira sobre drogas: iniciativas de revis ã o A aplica çã o da Lei

Lei brasileira sobre drogas: iniciativas de revis ão

A aplicaçã o da Lei 11343/2006 que trata sobre a quest ã o das drogas no Brasil tem suscitado situa çõ es que motivaram debates sobre a necessidade da sua revisã o. Taxas crescentes de carcerizaçã o de pessoas sentenciadas por tr áfico, entre outras, justificaram duas iniciativas para revisar a legisla ção em vigor.

O Conselho Nacional de Pol í ticas sobre Drogas (CONAD) criou um grupo de trabalho que vem discutindo estas questõ es. O Ministé rio da Sa úde tem participado e contribuí do para que as a çõ es de sa úde sigam respeitando os princí pios que regem o SUS e a Polí tica Nacional de Sa úde Mental.

No â mbito legislativo, a C â mara dos Deputados organizou, em conjunto com a Á rea T écnica de Sa úde Mental e com o Departamento de DST/AIDS, o Seminá rio “Drogas, Redução de Danos, Legisla ção e Intersetorialidade”. Foram convidados representantes de vá rias á reas para debater esta quest ã o, incluindo a situa ção atual das prá ticas de sa úde no SUS. Nesta á rea especí fica foi defendida a consolidaçã o do processo em desenvolvimento de ampliaçã o do acesso/cobertura e a necessidade de també m a necessidade de maior articula çã o intersetorial que produza respostas efetivas e sustentá veis para as demandas de dependentes de drogas.

Estas duas discussõ es, entre outras que serã o feitas, certamente vã o contribuir para subsidiar a revis ão da lei brasileira sobre drogas em direçã o a uma compreensã o mais moderna, consistente com as compreensões mais progressistas, onde o respeito aos direitos humanos, o acesso à sa úde e a luta contra o estigma/preconceito sejam elementos principais.

contra o estigma/preconceito sejam elementos principais. PNASH/Psiquiatria O Minist é rio da Sa ú de finalizou

PNASH/Psiquiatria

O Ministé rio da Sa úde finalizou recentemente os resultados das avaliaçõ es do processo de revistoria do PNASH/Psiquiatria 2006/2008. A comunica ção formal aos gestores ser á feita em janeiro de 2010. Muitos estados tiveram dificuldades de finalizar os processos de revistoria levando a um atraso na divulgação dos resultados finais. Destaca­se tamb é m que há uma intensa judicializaçã o nesta área hospitalar, acarretando muitos conflitos na pactua çã o entre gestores e prestadores.

Apesar deste cená rio, o PNASH se consolida como um importante instrumento de diagnó stico e monitoramento do funcionamento dos hospitais psiquiá tricos aos gestores do SUS e tem impulsionado a çõ es de desinstitucionaliza çã o em diversos estados.

No primeiro semestre de 2010 daremos início ao PNASH/Psiquiatria 2009/2010, quando ser á enviada circular especí fica sobre este assunto.

Novas portarias de hospitais psiqui á tricos e hospitais gerais Os resultados efetivos alcan ç
Novas portarias de hospitais psiqui á tricos e hospitais gerais Os resultados efetivos alcan ç

Novas portarias de hospitais psiquiátricos e hospitais gerais

Os resultados efetivos alcanç ados pelo Programa Anual de Reestrutura ção da Assistê ncia Psiqui á trica Hospitalar no SUS (PRH), que reduziu gradualmente os leitos psiquiá tricos do pa í s a partir dos hospitais de grande porte, geraram a necessidade de sua atualizaçã o diante do novo perfil do parque hospitalar, no qual hoje predominam hospitais de pequeno e mé dio porte. Com a publica ção da Portaria GM 2.644/09 de 28 de outubro de 2009 houve reagrupamento das classes dos hospitais psiqui á tricos. A partir desta portaria os hospitais passam a ser classificados em quatro classes, definidas por porte. Foi mantido o mecanismo de melhor remuneraçã o aos hospitais de menor porte. Al é m disto, foi publicada a Portaria GM nº 2.629, de 28 de outubro de 2009, que reajusta os procedimentos de hospitais gerais, que passam a ter valores superiores aos de hospitais psiqui á tricos. Ambas as portarias criaram incentivo adicional de 10% para internaçõ es que nã o ultrapassarem 20 dias, para que se induza as internaçõ es de curta dura çã o. Junto a estas portarias foram publicadas mais duas: Portaria nº 404, de 19/11/09, que reclassifica todos os hospitais psiquiá tricos nas novas classes e a Portaria nº 2.647, de 28/10/09, que incorpora aos tetos municipais e estaduais o impacto dos reajustes e do incremento à s interna çõ es de curta dura çã o.

incremento à s interna çõ es de curta dura çã o. Edital para Consult ó rios

Edital para Consultórios de Rua

O Ministério da Sa úde realizou no mê s de Dezembro a primeira Chamada para Seleçã o de Projetos de “Consultó rios de Rua e Redução de Danos”, com o objetivo de contribuir com a ampliaçã o do acesso aos cuidados de sa úde para pessoas que moram ou estã o em situa ção de rua e sã o usuá rias ou dependentes de á lcool e drogas. Participaram da Chamada 32 projetos, dentre os quais foram selecionados 14, estes receber ã o incentivo financeiro no valor de R$ 50 mil até o final deste mê s, e outros R$ 50 mil apó s seis meses, conforme a avaliaçã o das intervençõ es.

A proposta dos Consultó rios de Rua é oferecer cuidados no pr ó prio espa ç o da rua, preservando o respeito ao contexto só cio­cultural da populaçã o, atravé s de açõ es de promoçã o da saúde, cuidados bá sicos e redução de danos.

Maiores informa çõ es e a relaçã o dos Projetos selecionados poderã o ser encontrados no link abaixo:

Sa ú de Mental no SUS – dezembro de 2009 Coordena çã o Geral de
Sa ú de Mental no SUS – dezembro de 2009 Coordena çã o Geral de

Sa ú de Mental no SUS – dezembro de 2009

Coordena çã o Geral de Sa ú de Mental, Álcool e Outras Drogas DAPES/SAS/MS Esplanada dos Minist é rios, Bloco G, Edif ício Sede, Sala 603 – 70058900 – Brasília ­ DF

Contatos:

Coordena çã o: Pedro Gabriel Delgado Fone Geral: (61) 33152313 Fax: (61): 33153920

Endere ços Eletr ônicos:

Assuntos Gerais: saudemental@saude.gov.br

Atençã o Bá sica: taciane.monteiro@saude.gov.br; karime.fonseca@saude.gov.br

CAPS (cadastramento, incentivo e qualificaçã o): june.scafuto@saude.gov.br; Taciane.monteiro@saude.gov.br

PNASH e PRH: Karime.fonseca@saude.gov.br

Rede Pesquisas em Saú de Mental: cristina.hoffmann@saude.gov.br

Programa de Volta para Casa: ana.ferraz@saude.gov.br

Serviç os Residenciais Terapêuticos: giselle.sodre@saude.gov.br

Programa de Formaçã o Permanente: taniagrigolo@terra.com.br

Economia Solidária e Sa ú de Mental: milena.pacheco@saude.gov.br

Viol ência/Aspectos Psicossociais: ana.ferraz@saude.gov.br

Estrat égia de Prevençã o ao Suic ídio: milena.pacheco@saude.gov.br

Centro de Conviv ê ncia e Cultura e outras intervenções culturais: karime.fonseca@saude.gov.br

Sa ú de Mental e Direitos Humanos: karime.fonseca@saude.gov.br;

Manic ô mio Judiciá rio: renata.weber@gmail.com

Sa ú de Mental em Dados: renata.weber@gmail.com

Portal Saú de Mental: june.scafuto@saude.gov.br

Boletim Sa ú de Mental no SUS: saudemental@saude.gov.br

Consultores/Colaboradores: Ana Pitta, Cristina Ventura, Cristina Loyola, Domingos Sá vio, Elizabete Freitas, Fernanda Nicá cio, Fernando Kinker, Fl ávio Resmini, Florianita Campos, Juarez Furtado, Luciano Elia, Madalena Libério, Marcela Lucena, Marcelo Cruz, Marcelo Kimati, Neury Botega, Roberto Tykanori, Sandra Fagundes, Tarcísio Andrade e Comitê Assessor da Pol ítica de Álcool e Outras Drogas.

Fechamento: 24/12/09

Fagundes, Tarc í sio Andrade e Comit ê Assessor da Pol í tica de Á lcool