Você está na página 1de 11
M. T. de Almeida EFEITO DA CADEIA DE ISOLADORES SOBRE AS TENSOES E FLECHAS EM VAOS DE SUBSTACOES A. H. M, Santos TEM-EFET TEM-EFET RESUMO Este trabalho apresenta uma modelagem para catcuto de glechas e ten $0es em vaos curtos, onde o efeito do movimento das cadeias de isola- dones tem grande ingluéneia. Tak problema & encontrado com grande 4x2 quéneia nos projetos de substacées. 0 desenvolvamento matematicn & adaptado para micto computadores pessoais, o que permite una facie utilizacéo pelo projetista. ABSTRACT This paper presents a model for the calculation of sags and tension in short span, where the effect of motion of the insulators strings has great influence. Such an problem appears very often in the design substation. The mathematical analysis is adjusted for a microcomputer program, which allows an easy utilization by designers, whose access to big computers is, sometimes, very dificulted. + INTRODUGAO cia [1]. 0 presente trabalho tem como obje Em vaos curtos biancorados, tais tivo, a determinacao das equagées que como aqueles encontrados em substa —_—permitem calcular as variaveis envolvi cdes, as cadeias de isoladores podem das nas mudancas de estado de um vao ter efeitos considerdveis sobre as _—tfpico desnivelado. flechas e tensdes nos condutores. Pa A modelagem através da parabola ra evitar efeito corona em substacées, da uma 6tima precisao, pois, esses principalmente naqueles vaos tensiona vos geralmente pequenos e com peque dos com forcas relativamente baixas, nas diferencas de niveis. & evidente, esse estudo torna-se de suma importaén que também o equacionamento pelo mode, lo matematico parabélico facilitard a computacao [2]. No projeto de substacdes, esse calculo se impée, tanto para defini ¢4o das cargas atuantes nos pérticos, como para verificagdo de eventuais distancias criticas entre condutores e equipamentos, em condigées de fle cha maxima. De particular importancia € 0 conhecimento da variacao da fle condigoes cha dos condutores, entre limites de temperaturas, quando s4o0 usados seccionadores do tipo pantogra fico vertical. As cadeias de isoladores, normal mente do tipo ancoragem, pelo seu com primento, representam uma fracio pon derdvel do lance total; além disso, pelo seu elevado peso em relacdo ao do condutor, atuam como contra-peso, tendendo a manter as tensdese fle chas dentro de limites mais estreitos (31. A aplicacao das equagdes comuns de mudangas de estado [4] em substa cées, leva a resultados nao condizen tes com a realidade. £ necessario, por tanto, desenvolver novas equacées que levem em conta as caracteristicas tan to do condutor quando das cadeias de isoladores. 2, HIPOTESES DE CALCULO Sera estudado o caso mais comum em substacdes, ou seja, vio ancorado entre cadeias de isoladores nivelados (ou desnivelados). As flechas totais no centro do vo, sao mantidas geralmente entre 1% e 3% do vao total, sendo as deflexdes pequenas, 0 que permite assumir as se guintes simplificacées: a. considerar as curvas formadas pela cadeia e cabos como parabdlicas. b. considerar 0 peso P; da cadeia de isoladores e 0 peso P, do condutor como praticamente iguais aos pesos unitdrios Lo Estruturc Fig.1- Cabo em suspensdo multiplicados, respectivamente, pelas projegdes horizontais de seus compri mentos. A Fig.1 mostra um vao tipico, com os seus pardmetros mais importantes. 3. EQUACIONAMENTO PARA A CADEIA DE ISOLADORES Seja a cadeia mostrada na Fig.2, tracionada por uma tensao horizontal To Tomando-se que a soma dos momen tos das forgas em torno do ponto A é@ nula, obteremos a projecao vertical da cadeia. 2 Port hp ae te 2T. 0 ql) ° Partindo do comprimento de um trecho parabdlico dado na ref. [4] e sabendo-se que a resultante das for gas no grampo B seja Ry =yT2 + (P (2) Obtem-se apds algum trabalho al gébrico, a projegao horizontal da ca deia. ESTRUTURA = Le Distribuigdo Parabdlica. = Bit = (3) 2 f+ 24 RE 4, EQUACIONAMENTO DO CABO Suponha o cabo no chao com com primento L;g 4 temperatura t,. Passe © cabo, ainda no chao, para a tempera tura tp, seu novo comprimento sera: Lao = Lig(1 + adt) (4) Grampeando o cabo nas — estrutu ras, a tensao passara de um valor nu lo para Tg;. Portanto, o condutor so frera uma variagao consequente em seu comprimento que podera ser calculado pela Lei de Hooke. Lio i aL) = () Considere agora o cabo novamente no chao temperatura tp, grampeando- o nas estruturas, este sofrera analo gamente uma variacao no comprimento ' igual a: L20-To, ———— (6) ES 12 Fig.2 - Cadeia de isolantes em suspensdo ~ Levando-se (5) em (6), vem: To AL: = yg Lig (l + aat) q@7) Sejam $1 e S; os comprimentos fi. nais do cabo nos estados inicial e fi nal respectivamente(em suspensao). Po de-se, entao dizer que: AL = 8] - Ly e ALg = Sp-Lo9 (8) Substituindo-se as equagoes (5) e (7) em (8), teremos: (9) Toy S = ly (+ oat) +=) 20) Dividindo (5) por (10), vem: $1 So 1+ abt) = —_— aL Ty ¢ 1, a) Lag Lt ag 0 comprimento da parabola em des nivel @ dado por: s = /p? + at/120? Desenvolvendo o radical em série binominal, essa série converge rapida mente, porisso, toma-se os primeiros termos da série para encontrar: 4 s=p (i +—A— (12) 2470? Portanto, aplicando (12) nos es tados inicial e final, e substituindo em (11), com um pouco de trabalho, che gase numa equagao de mudanga de es tado (eq. 13). Dy ESA! P2 3 peel Bs. 2-2 To, + ES{L z) "S27 TKD, © (13) Nessa equagao, tem-se os seguin tes parametros auxiliares: , [+a /24c20?] Ke >, fp eaj/escror] (1. + adt) To; 4 oe D, -/ieat st = t,-t) ofthat 1 eve eohg te A equagao (13) representa a equa ao de mudanga de estado para um vao, levando-se em conta as variagoes da distancia horizontal e vertical entre os grampos de suspensao, tanto pela temperatura como pelo vento. 5. CALCULO DAS FLECHAS As flechas indicadas na Fig.1, podem ser calculadas através das equa goes analiticas da parabola em desni vel, e sao dadas por: TABELA 1 FLECHA PARCIAL Poa? , “emp FLECHA AUXILIAR PARCIAL FLECHA AUXILIAR TOTAL Fo = fo + Zp FLECHA TOTAL a (2, +2,) +4 (L, -L) ge Pee ve” D s “s 2 Sendo h = H + (2g - 2p) 6. FORGAS VERTICAIS NA ESTRUTURA As forgas verticais na estrutura levando-se em conta os pesos das duas cadeias de isoladores, sao obtidas pe lo equilibro do cabo juntamente com a cadeia e sao dadas por: P. A ht 2 ag eg. ER 7. PROGRAMAGAO PARA MICROCOMPUTADORES Apresenta-se nesse artigo, a sis tematizagéo para o caso mais comuns desses pequenos vos, ou seja, aque les em que o desnivel é nulo. Emconse quencia de h ser zero, pode-se afir mar que (Fig.1) hy=ho=0 .*. D) =A; .%. Dg = Ap x 2 Na primeira parte do programa foi desenvolvido um algoritmo para faz © equilibrio do cabo no estado inici Na segunda parte @ resolvida equagao de mudanga de estado, admit do-se um novo valor distancia ent grampos, que fornece como solugao tensao horizontal no estado final. Na parte final testa-se se es novo vao e tensdo sao capazes de c seguir o equilibrio do cabo no esta final. £ evidente que todo o proces € iterativo e dependera de uma pre sao estipulada no programa. Segue a listagem do programa "BASIC , elaborado para micro cou Padsrps. pessuers., 7. PROGRAMAGAO PARA MICROCOMPUTADORES Apresenta-se nesse artigo, a sis tematizagao para o caso mais comuns desses pequenos vaos, ou seja, aqueles em que o desnivel @ nulo.Em consequen cia de h ser zero, pode-se afirmar que (ig. D hy ede AL. Dp = Ag 3 : A Ly =Lp sm sm => 2p = 2p Na primeira parte do programa foi desenvolvido um algorftmo para ‘fazer o equilibrio do cabo noestado inicial. Na segunda parte é resolvida a equagao de mudanga de estado, admitin do-se um novo valor distancia entre grampos, que fornece como solugao a tensao horizontal no estado final Na parte final testa-se se esse novo vao e tensao sao capazes de conse guir o equilibrio do cabonoestado fi nal. E evidente que todo o processo @ iterativo e dependera de uma precisao estipulada no programa, Segue a listagem do programa em "BASIC", elaborado para micro compu tadores pessoais. asoktESCOLA FEDERAL DE ENGENHARIA DE ITAIUBA HK" 110 LPRINT" pROFS.mARCIO TADEU DE ALMEIDA E AFONSO HENRIQUES" 120 LPRINT “ MOREIRA SANTOS#++4%% DPI / TEM Heoiotototottotatokatk aot TBO LPR INT 'aeoitekiorisiaciokdotekoiaietoor kook dkatitaitotatctorob tet ttt tet ii 100 LPRINT" 140 LPRINT" PROGRAMA PARA CALCULAR AS CONDICOES DE EGUILIBRIO" 150 LPRINT' EM VAOS CURTOS DE LINHAS AEREAS DE TRANSMISSA0 160 LPRINT" OU EM SUBSTACOES : 5 ” 165 PRINT "ESTE PROGRAMA TRABALHA COM UM CONDUTOR POR FASE" 170 LPRINT iskuiniainiokinaoaisiiniviaiiiinbkinskoeiostnkinkittsttanicatokst 480 LPRINT “a LINGUAGEM BASIC PARA MICROCOMPUTADORES PESSOAIS#4" 190 REM A PRECISAO DO PROGRAMA E DE i CM PARA AS DISTANCIAS 195 REM HORIZONTAIS;E DE 1 KGF PARA AS FORCAS (LINHA 620). 197 REM *ESSAS PRECISOES PODEM SER ALTERADAS NAS RESPECTI— 198 REM VAS LINHAS.DE ACORDO COM A NECESSIDADE DA PRECISAQ#* 199 PRINT!" setsamicckaoreobinininsinticisiniseisisniinioisisksiettototatstttteternaniatt 230 INPUT "QUAL A TENSAO NO ESTADO INICIAL"#F1 240 INPUT "QUAL OQ PESO UNITARIO DO CONDUTOR":F1 250 INPUT "QUAL 0 PESO DA CADEIA DE ISOLADORES"sF 260 INPUT "QUAL A TEMPERATURA NO ESTADO INICIAL"3T1 270 INPUT "QUAL & TEMPERATURA NO ESTADO FINAL"sT2 280 INPUT "QUAL O MODULO DE ELASTICIDADE"SE 290 INPUT "QUAL A AREA DO CONDUTOR":S 300 INPUT "QUAL QO COMPRIMENTO DA CADEIA DE ISOLADORES"sS1 310 INPUT "QUAL 0 COEFICIENTE DE DILATACAD TERMICA": A 320 INPUT "QUAL O YAQ"?VO 330 INFUT "QUAL A VELOCIDADE DO VENTO NO ESTADO INICIAL": V4 340 INPUT "QUAL A VELOCIDADE DO VENTO NO ESTADO FINAL": V2 350 INPUT "QUAL 0 DIAMETRO DO CONDUTOR"sD 355 INFUT "QUAL 0 NOME DA SUBSTACAO EM ESTUDO": NS 356 INFUT "QUAL O NOME DA EMPRESA":ES$ 360 PRINT 367 INFUT "QUAL 348 INPUT "GUAL Do BDOoOUPPODOPOPDPOOD NUMEROS DE ISQLADORES DA CADEIA":N? 0 TIPO DA CADEIA DE ISOLADORES":C# 369 370 380 385 386 390 395 396 400 405 410 415 420 425 430 435 ABS 437 440 445 450 455 460 465 470 475 450 4e5 490 495 500 505 510 Sis 520 525 S30 540 550 sss 556 560 570 580 590 600 610 615 620 625 630 633 634 640 645 650 460 REM REM INICIO DOS CALCULOS REM EQUILIBRIO NO ESTADO INICIAL, REM CALCULO DO PESO UNITARIO DO CONDUTOR COM VENTO NO REM ESTADO INICIAL W1=SOR (P1K2+ (, OO454V1K24D*, 8) XZ) REM CALCULO DO PESO UNITARIO DO CONDUTOR COM VENTO NO REM ESTADO FINAL W2=SOR (P1LAZ+(. OO45#V2KA24D%, 8) AZ) REM VALOR INICIAL PARA A DISTANCIA ENTRE GRAMPOS AL=VO-24S8 1 REM RESULTANTE DAS FORCAS NO GRAMPO-ESTADO INICIAL Ri=SOR(F1K2+ (WieAL/2+P2/2) KZ) REM PROJECAG HORIZONTAL DA CADEIA-ESTADO INICIAL Lis24*S1i*RixFi/ (P2KA2+24#R1K2) REM TESTE SE 0 VAG MENOS A DISTANCIA ENTRE GRAMFOS REM MAIS DUAS VEZES A PROJECAG HORIZONTAL DA CADEIA REM NAO DIFEREM DE i CENTIMETRO. IF ABS(VO-(A1+2*L1))<=.01 THEN 470 REM NOVO VALOR DA DISTANCIA ENTRE GRANFOS AL=VO-24Li REM FAZER NOVA ITERACAG GOTO 420 REM PROJECAQ VERTICAL DA CADEIA NO ESTADO INICIAL Z1=(W1*A1L*L1+P2%L1) /(2*F 1) REM FARAMETRO DA PARABOLA NO ESTADO INICIAL Ci=Fi/wi REM FORCA VERTICAL NA ESTRUTURA NO ESTADO INICIAL EiaWieAi/24P —— REM FLECHA AL H1i= ( (Wi#A1K2/4) + (W14A1#L 1) + (P24L1)) 4 (24F 1) REM FLECHA PARCIAL H2=Wi*ALA2/ (8#F 1) REM DIFERENCA DE TEMPERATURA ENTRE ESTADOS. Di=T2-Ti REM PARAMETRO AUXILIAR PARA A EG.DE MUDANCA DE ESTADO K=A1l* (1+A1K2/ (2440142) )/ (14F 17 (E#S) ) #1 4A*D1) REM REM CALCULO CONFORME MUDANCA DE ESTADO REM SOLUCAD DA EQ.DE MUDANCA DE ESTADO PELO PROCESSO REM DE NEWTON-RAPHESON F2: M=E#S* (1-A2/K) E*S+A2AS+W2K2/ (244K) 2 2-(F 2AS+M4#F ZAZ4N) / (S4HF 2ZAZ+ZHMAF 2) REM 4 PRECISAD DA EQ.DE MUDANCA DE ESTADO E DE 1 KGF IF ABS(F2-F3)<=1 THEN 640 REM FAZER NOVA ITERACAG GOTO 600 REM EQUILIBRIO NO ESTADO FINAL REM GRANDEZAS DO VAO NO ESTADO FINAL REM PROJECAQ VERTICAL DA CADEIA NO ESTADO FINAL R2=SQR (F2K2+ (W2*A2Z/2+P2/2) K2) REM PROJECAO HORIZONTAL DA CADEIA NO ESTADO FINAL L2=24#514R2"F2/ (PZAZ+244RZAZ) AS=A2 = 665 670 675 680 685 670 695 700 705 710 7is 720 725 730 735 740 750 760 Jol 762 763 764 765 7bb 767 768 769 779 775 777 780 785 790 BOO 810 B20 830 B40 B50 B40 870 BeO 885 890 900 710 920 930 940 950 970 REM VALOR INICIAL DA DISTANCIA ENTRE GRAMPOS AZ=VO-2#L2 REM TESTE DE FRECISAQ DA DISTANCIA ENTRE GRAMPOS-1 CM IF ABS(A3-AZ)<=.01 THEN 710 REM NOVO VALOR DA DISTANCIA ENTRE GRAMPOS AZ=(AS+AZ) /Z REM FAZER NOVA ITERACAQ GOTO 580 REM FORCA VERTICAL NAS ESTRUTURAS Q2=E1 REM FLECHA TOTAL NO ESTADO FINAL H3= ( (W2KAZK2/4) + (W2*AZHLZ) +(PBHLZ) ) / (242 REM FLECHA PARCIAL NO ESTADO FINAL H4=W24A2K2/ (GFZ) REM PROJECAO VERTICAL DA CADEIA NO ESTADO FINAL Z2=(W2+AZ+LZ+P24L2) / (22) REM REM IMPRESSAO DOS RESULTADOS LPRINT" t t " LPRINT “asmtastkNOME DA SUBSTACAQ Ascott: NS LPRINT ‘asckiookEMPRESA ENVOLVIDAsHetasbaniotok” 3 ES LPRINT "PESO UNITARIO DO CAB OMSF13"KGF/M" LPRINT "PESO DA CADEIA DE ISOLADORES "sP2:"KGF" LPRINT "VAO-DISTANCIA ENTRE ESTRUTURAS "svo3"M" LPRINT "Q COMPRIMENTO DA CADEIA E"#S13"M" LPRINT"O PESO DA CADEIA DE ISOLADORES E":F2 LPRINT "OQ TIPO DA CADEIA DE ISOLADORES E"sC% LPRINT "GQ NUMERO DE ISOLADORES DA CADEIA E":N9 LPRIINT tenlokiosioniesicionockaisiciiciotaisiaintaiatalokatsioiiatokii oii! LPRINT * eSTADO INICTAL iy LPRINT " A TEMPERATURA E":Ti:"GRAUS CENTIGRADOS” LPRINT "A VELOCIDADE DO VENTO E"3Vis "KM/H" LPRINT “A TENSAO HORIZONTAL E"3Fis"KGF" LPRINT "0 VAO ENTRE GRAMPOS E"3Ai3 "METROS" LPRINT "A PROJECAO HORIZONTAL DA CADEIA E"sLi;"METROS” LPRINT “A PROJECAO VERTICAL DA CADEIA E"5Z1:"METROS" LPRINT "@ FLECHA PARCIAL E"sH2s"METROS" LPRINT “A FLECHA TOTAL E"sH1s"METROS" LPRINT "A FORCA VERTICAL NA ESTRUTURA E"5E1;"KGF” LIER INT ‘asieeateisatatsiosiotinistoinisiooiototsioiestnteintsiaioiniinorsitste LPRINT “ESTADGQ FINAL" LPRINT “A TEMPERATURA E":T23"GRAUS CENTIGRADOS" LPRINT "A VELOCIDADE DO VENTO E"sV2s "KM/H" LPRINT "A TENSAO HORIZONTAL E"sF2s"KGF LPRINT "O VAO ENTRE GRAMPOS E";Azs"METROS" LPRINT “A PROJECAO HORIZONTAL DA CADEIA E"sL23"METROS" LPRINT "A PROJECAO VERTICAL DA CADEIA &"#22?"METROS" LPRINT "A FLECHA PARCIAL E"5H4s "METROS" LPRINT "A FLECHA TOTAL E"sH3:"METROS" LPRINT “A FORCA VERTICAL NA ESTRUTURA E": 27 "KGF" END aaeHESCOLA FEDERAL DE ENGENHARIA DE ITAIUBAssa PROFS. mARCIO TADEU DE ALMEIDA E AFONSO HENRIQUES MOREIRA SANTOS#oktem DPJ / TEM sikatshotstokstetibotasttt Jeppteiaoieioiniciniineisiaers dio dootciaiaieintatetoroisioiotoketokok ict oklctskita PROGRAMA PARA CALCULAR AS CONDICOES DE EQUILIBRIG EM VAOS CURTOS DE LINHAS AEREAS DE TRANSMISS! OU EM SUBSTACDES Akteaianoiniooioesiesieiaiaiskitotalsiokaisiedokotoioiokaottkatntoktetat see LINGUAGEM BASIC PARA MICROCOMPUTADORES PESSOATS ++ Jetolaeiokakankokioitksiaickoloiotoloiokstotoksfafkekibkkototctatatekatattorababeekatetcket ak seetotettNOME DA SUBS TACAQssaststtstee TRINDADE seek KEMPRESA ENVOLV I DArsetsttctstotsCELESC PESO UNITARIO DO CABO .9749 KGF/M PESO DA CADEIA DE ISGLADORES SS KGF VAD-DISTANCIA ENTRE ESTRUTURAS SoM 0 COMPRIMENTO DA CADEIA E 2.05 M O PESO DA CADEIA DE ISOLADORES E 55 0 TIPO DA CADEIA DE ISOLADORES £57-254-Ve8cte-VIFOSA O NUMERO DE ISOLADORES DA CADEIA E 11 — fetoisfotsiointototainioistotkattotetecaotet ses okoleskfeffet set risctegsittets eSTADO INICTIAL & TEMPERATURA E 20 GRAUS CENTIGRADOS VELOCIDADE DO VENTO E © KM/H TENSAQ HORIZONTAL E 268 KGF VAO ENTRE GRAMPOS E 45.976 METROS PROJECAO HORIZONTAL DA CADEIA & 2.01194 METROS PROJECAG VERTICAL DA CADEIA E .374693 METROS FLECHA PARCIAL E .961166 METROS FLECHA TOTAL E 1.33586 METROS FORCA VERTICAL NA ESTRUTURA E 77.411 KGF Aotoloinkitoioiokotaiuiokaiokakskatokakoakakatokskokatokokobkessdstkofesok: ESTADO FINAL TEMPERATURA E 15 GRAUS CENTIGRADOS VELOCIDADE DO VENTO E 130 KM/H TENSAD HORIZONTAL E 401.706 KGF VAO ENTRE GRAMPOS E 45.9562 METROS PROJECAO HORIZONTAL DA CADEIA E 2.02188 METROS PROJECAQ VERTICAL DA CADEIA E .328789 METROS FLECHA PARCIAL E 1.08178 METROS FLECHA TOTAL E 1.41057 METROS FORCA VERTICAL NA ESTRUTURA E 77.411 KGF DPPPPoPD PPPDPUPPD 8, APRESENTAGAO DE RESULTADOS com as mesmas grandezas. A Fig. 3 apresenta o comportamen ‘A listagem do computador, apresen to da flecha total e tragao horizon- tada anteriormente, precede a saida tal, para duas condicoes de estado des dos resultados. Como pode se observar, aparecem 9s dados do cabo, da cadeia de isoladores,no estado inicial, ja com as grandezas de flechas e tragoes calculadas, bem como o estado final eritas, variando o vao entre os pontos da supensao. Observa-se que a tracgao varia de uma forma crescente mas nao mondtona, Isto em virtude da complexa interagao entre o balango da cadeia e e variagao do vao de cabo, e 0 esfor go de vento, o que nao & facil de pre ver a "primeira vista". Na Fig.4 a complexidade fica ain da mais evidenciada, coma mudanga do tamanho da cadeia de isoladores, man tido 0 vao. Observe-se o cruzamento das curvas 2 e 3, oque @ imprevisivel 86 conceitualmente, Neste caso as curvas de flecha também nao sao mondtonas. 9, NOMENCLATURA 1 distancia entre grampos [ ml parametro da parabola= To/P¢| m] distancia linear entre grampos| m] MOdulo de Elasticidadel kgf/mm] - 0 mea 0 flecha total [mJ flecha parcial [ m flecha auxiliar total [ mJ flecha auxiliar parcial [m] H = diferenga de nivel entre estrutu ras [ul] h = diferenga de nivel entre grampos, m] = parametro auxiliar [n] L = comprimento do cabo no chao [m] Lg = projegao horizontal da cadeia es querda [a] m = distancia horizontal do grampo até o vértice do cabo [mJ oladores [kgf] ¢ = peso do condutor [kgé/m] = peso da cadeia de peso da cadeia por compriment<] kgf /s] pong = resultado das forgas no grampo |kgf] To = tragao horizontal no cabo [kgi] Peso da cadeia = 55Kaf Gomprimento da cadeia = 2,05 m 0,9749 Kgf/m 20: Peso do cabo = Flecha total [m] & Tragao {kof 0, 30 40 1 = Tragio no estado inicio! ty 2- Flecha total no estado inici 3—Flecha total no estado final t 4-Tragéo no estado final 50 60 Veo. [m] = 20°C - Vento nulo = 15°G ~ Vento 130 Km/h Fig. 3 - Comportamento da tracdo e flecha total em funcGo do vao com duas condigses de estado. t =temperatura no cabo °C Vv =vao m Va =forca vertical na estrutura A kgf 2p, = projegao vertical dacadeia esquer da m Zp =projegao vertical da cadeia direi ta m BIBLIOGRAFIA Cy] [2] BODAK, ALEXANDRE - Calculo das flexhas em barramento de substa gdes ~ Mundo Elétrico - Setembro de 1972 ~ pgs. 29-31, AUSTIN, T.M. Determine Insulator Effect on Tension and Sag for 20 Véo: 50 [m] Comprimento da Peso do cabo: 0.9749 Kg/m [3] [4] [3] cade Short and Approximately Level Spans-Electrical World-April 4, 1955 - pgs, 100-101. HORUGEL, HERBERT - Esforcos e fle chas em condutores areas de subs. goes = Mundo Elétrico, 1978 pgs. 50-55. FUCHS, RUBENS DARIO - ALMEIDA , MARCIO TADEU ~ Projetos Mecani-— cos das Linhas Aéreas de Trans- missao - Ed.Edgard Bltcher - 1981 Transmission Line Design Manual Water Resources Technical Publi cations (Bureau of Reclamation)- USA. - 1981. 500 400 300 250 1 = TragGo no estado inicial - t= 20°C - Vento nulo 2— Flecha total no estado inicial 3 - Flecha total no estado final 4-—- Tragdo no estado final - tg= 15°C - Vento = 130Kmsh Fig. 4- Gomportamento da tragdo e flecha em funedo do comprimento da cadeia com dugs condig6es de estado.