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  VII ENCONTRO NACIONAL DE TECNOLOGIA DO AMBIENTE CONSTRUÍDO QUALIDADE NO PROCESSO CONSTRUTIVO 27 A 30

VII ENCONTRO NACIONAL DE TECNOLOGIA DO AMBIENTE CONSTRUÍDO QUALIDADE NO PROCESSO CONSTRUTIVO

27 A 30 DE ABRIL DE 1998 – FLORIANÓPOLIS - SC

ANTAC

NÚCLEO DE PESQUISA EM CONSTRUÇÃO

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA

PROJETOS DA PRODUÇÃO E PROJETOS PARA PRODUÇÃO NA CONSTRUÇÃO DE EDIFÍCIOS: DISCUSSÃO E SÍNTESE DE CONCEITOS

MELHADO, Silvio Burrattino (1); FABRICIO, Márcio Minto (2)

(1) Eng. Civil, Mestre e Doutor em Engenharia, Professor da EPUSP E-mail: silviobm@pcc.usp.br

(2) Eng. Civil, Mestre em Arquitetura, Doutorando em Engenharia da EPUSP E-mail: fabricio@pcc.usp.br

Escola Politécnica da Universidade de São Paulo Av. Prof. Almeida Prado, tv.2-CEP 05508-900, S. Paulo-SP

RESUMO

Dentre os entraves para melhoria do desempenho nas construções, a desarticulação entre projeto e produção e a improvisação nas obras vêm sendo apontados como importantes obstáculos ao aumento da produtividade e incremento da qualidade nos processos.

Como alternativa a esse quadro, a literatura técnica tem enfatizado a necessidade de, simultaneamente aos Projetos do Produto, se elaborar projetos que forneçam à produção subsídios quanto as estratégias de produção, ‘layouts’ de canteiro, procedimentos construtivos, seqüências de atividades, parâmetros de controle, e detalhes da execução da obra e de suas partes.

Dentre os vários trabalhos já publicados a esse respeito, constata-se a existência de dois enfoques conceituais - Projeto da Produção e Projeto para Produção - que embora sejam complementares têm sido tratados de maneira desarticulada, donde surgem algumas sobreposições e dificuldades para interpretar e empregar estes conceitos conjuntamente.

O artigo se propõe a discutir e delimitar tais conceitos e sintetiza-los de forma a aclarar as

relações entre ambos e permitir a utilização conjunta dos mesmos.

1. INTRODUÇÃO

O processo de projetos dos edifícios é marcado, via de regra, por uma série de indefinições,

quer das características do produto (projeto do produto “incompleto” ou com informações conflitantes), quer das atividades produtivas (ausência de definições de procedimentos de execução e de um projeto balizador para a produção); repercutindo em uma acentuada

improvisação em obra, para a qual são delegadas importantes decisões que poderiam ser melhor estudadas e elaboradas durante a fase de projeto do empreendimento.

Esse caráter pouco formal do processo produtivo na construção de edifícios é reflexo do precário domínio técnico e tecnológico que as empresas do subsetor detêm sobre a suas atividades produtivas, bem como de serviços de projeto (em sua grande maioria subcontratados) pouco orientados à construtibilidade das obras e deficientes enquanto caracterização de produto.

Nesse contexto, o conceito de construtibilidade vai destacar a necessidade dos projetistas considerarem as implicações das especificações em projetos (do produto) frente à sua execução, reforçando a conveniência da adoção de soluções de projetos que simplifiquem e melhorem o processo executivo. Assim, segundo SABBATINI (1989), a proposição principal deste conceito é a de “integrar projeto e construção dentro de uma visão holística, adotar prioritariamente, em todas as etapas, os dados provenientes das operações construtivas e considerar que a solução ótima é a de maior construtibilidade.”

Seguindo a linha de se buscar maior integração do Projeto do Produto com as necessidades de obra, tem-se destacado, entre pesquisadores e entre as empresas, a necessidade de se projetar conjuntamente com os produtos os processos de produção dos mesmos.

Em uma perspectiva mais ampla - voltada para a indústria em geral -, JURAN (1992) coloca o Projeto do Processo como “a atividade de definir os meios específicos a serem usados pelas forças operacionais para alcançar as metas do produto”. Para tanto, esse projeto deve especificar - segundo o autor:

os equipamentos que serão utilizados;

o “software” - procedimentos e técnicas que serão empregadas;

as informações sobre como operar e manter os equipamentos.

O mesmo autor afirma ainda que para se chegar a tais definições são necessários:

conhecer as metas de produtividade e qualidade que se deseja atingir frente às condições financeiras e tecnológicas que a empresa apresenta;

conhecimento das condições de operação de processos semelhantes;

além do conhecimento da capacidade de processos alternativos ao que se deseja “projetar”.

Para transpormos esse conceito (Projeto do Processo) para a construção, devemos observar que, na indústria seriada, para cada projeto são produzidos uma infinidade de produtos, fazendo com que o processo se repita inúmeras vezes e com isso os projetos do produto e da produção permaneçam os mesmos (ou praticamente os mesmos), por vários ciclos de produção. Na construção, ao contrário, a cada produto tem-se, quase sempre, um projeto de produto diferente, embora freqüentemente, mantenha-se certas características tipológicas que conformam o “padrão de obra” de cada construtora (AMORIM, 1996).

Assim, apesar da não repetitividade estrita do produto, muitos dos procedimentos de produção (técnicas construtivas, ferramentas, outros) permanecem ou podem permanecer os mesmos na execução de várias obras de uma mesma empresa e de uma mesma tipologia de produto.

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Diante desse caráter singular da produção de edifícios, que a cada construção desenvolve um processo produtivo único, ao mesmo tempo em que mantém práticas produtivas tradicionais, o projeto do processo na construção pode considerar duas etapas distintas para abarcar, por um lado, conteúdos e informações invariáveis (a menos de introduções planejadas de inovações nestes procedimentos) e, por outro, as informações que são próprias de cada obra.

Assim, surgem na literatura dois conceitos complementares e inter-relacionados referentes à necessidade de antecipação dos processos, que vão, por um lado, apontar a necessidade das construtoras apropriarem-se, efetivamente, do domínio técnico sobre seus processos produtivos dando origem a um conceito mais amplo - que poderíamos tratar como Projeto da Produção 1 - que consistiria no estabelecimento, para cada tipo de processo construtivo utilizado pela empresa, das estratégias gerais de produção, das normas de procedimentos de execução, metas de produtividade em cada atividade padrão, e controles a serem observados. Por outro lado, destaca-se o conceito de Projetos para Produção 2 voltados para a definição (em projeto) das seqüências e métodos de execução de determinadas etapas criticas da obra, como forma de se ampliar o desempenho na produção dessas etapas.

2. PROJETO DA PRODUÇÃO

Como já mencionamos anteriormente, diante das peculiaridades do produto edificação não é possível se pensar em um Projeto do Processo nos mesmos moldes e rigor empregado na indústria de produtos seriados, na qual para cada novo produto são desenvolvidos técnicas, métodos e ferramentas especificas à sua produção. Contudo, o fato de uma determinada empresa utilizar, na produção de diferentes obras, uma mesma tipologia de sistema construtivo permite a criação de normas e procedimentos padronizados que, se dificilmente chegariam a prescrever os tempos e movimentos conforme os ideais tayloristas, podem claramente definir as técnicas construtivas e os padrões de qualidade exigidos em cada serviço.

Estes procedimentos, caracterizar-se-iam pela prescrição detalhada das técnicas construtivas, das ferramentas e dos materiais empregados em cada serviço, configurando padrões de referência a serem seguidos nas várias obras da empresa, além de tratarem dos requisitos para compra e recebimento dos materiais e componentes de construção.

A criação e acompanhamento da utilização desses procedimentos, permitiria ainda às

empresas ampliar o domínio técnico sobre suas práticas construtivas, estabelecendo padrões

de qualidade para cada serviço e níveis de produtividade desejados.

Com um processo produtivo padronizado e controlado, seria mais fácil tanto a identificação

de problemas em termos de qualidade e produtividade nos processos como a análise e

proposição de soluções para tais “gargalos” .

1 Com este entendimento de Projeto da Produção pode-se citar MARTUCCI (1990), FABRICIO (1996). De forma similar, enfatizando os procedimentos de produção, SABBATINI (1989) define Projeto do Processo. 2 O conceito de “Projeto para Produção” e a sua aplicação frente à diferentes subsistemas de obra vêm sendo abordado em diversos trabalhos recentes dentre eles: MELHADO & VIOLANI (1992), MELHADO (1994), SOUZA (1996), MACIEL (1997).

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“A prática de se caracterizar e definir todos os processos de trabalho envolvidos na

execução de uma edificação, nos leva a adquirir uma ‘cultura técnica e tecnológica’, para

cada Processo Construtivo (

caráter de Projeto, pois tem-se, ao longo do tempo e gradativamente, a possibilidade de se

introduzir inovações tecnológicas em determinados elementos do processo de trabalho

).” (

Dessa forma, ao contrário de significar uma limitação à inovação tecnológica, o estabelecimento de procedimentos de produção, se acompanhado de um monitoramento adequado (visando a retroalimentação dos procedimentos) sobre os resultados alcançados em obra e de uma política de melhoria contínua, pode apontar para a introdução de novas técnicas e tecnologias construtivas que melhorem a qualidade do processo e do produto.

Para a configuração de um Projeto da Produção, mais do que o estabelecimento de normas e procedimentos, a questão central que se coloca é a necessidade de políticas e estratégias empresariais que balizem a seleção das características e padrões que este projeto irá impingir às obras e à execução das mesmas.

Assim, uma política de produção que defina como se dará a organização do trabalho, os índices de produtividade, o padrão de qualidade, os critérios para subcontratação de serviços, a quantidade de treinamento e a rotatividade de mão-de-obra própria, bem como

os investimentos que se deseja realizar; são requisitos para a realização de um Projeto da Produção coerente com as aspirações e condições operacionais da empresa, representando informações básicas para a criação de procedimentos adequados.

Diante desse caráter estratégico e próprio a cada organização que o Projeto da Produção tem, a sua execução só pode ser capitaneada pela própria empresa que irá utilizá-lo (ainda que conte com a colaboração de agentes externos, como especialistas em determinadas áreas, consultores, pesquisadores etc.) e demande um autoconhecimento sobre as características e potencialidades da empresa, além da definição de metas claras do que se quer atingir.

Para concluir este item, deve-se enfatizar que, embora as normas de procedimentos sejam

os documentos que representam o Projeto da Produção na obra, o sucesso dele passa por

É através desta prática que podemos dar à Produção o

).

(MARTUCCI, 1990).

uma série de medidas de planejamento estratégico da produção, que envolvem a gestão da mão-de-obra e das subcontratações, o investimento em equipamentos de produção, a qualificação dos fornecedores de insumos em geral e o estabelecimento de um relacionamento com os projetistas, de forma que esses últimos levem em conta as características da produção (ver no item seguinte a discussão sobre Projetos para Produção

como ferramenta de integração entre projeto do produto e produção).

3. PROJETOS PARA PRODUÇÃO

O conceito de Projeto para Produção na construção tem origem em conceitos análogos

desenvolvidos na indústria de transformação (de produtos seriados), para a qual, há mais de trinta anos, BUCK (1963) destacou o papel da realização de Projetos para Produção (Design for Production) como forma de coordenar as soluções de produto com as alternativas de processos de manufatura. Modernamente, o conceito de Projeto para Manufatura - DFM (Design for Manufacturing) tem enfatizado a importância de se

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desenvolver simultaneamente produtos e processos com o objetivo de integrar e otimizar globalmente o ciclo de produção dos produtos (STOLL, 1991).

Na construção de edifícios, MELHADO (1994) definiu Projeto para Produção como o

“conjunto de elementos de projeto elaborados de forma simultânea ao detalhamento do projeto executivo, para utilização no âmbito das atividades de produção em obra, contendo as definições de: disposição e seqüência de atividades de obra e frentes de serviço; uso de equipamentos; arranjo e evolução do canteiro; dentre outros itens vinculados às características e recursos próprios da empresa construtora”.

Assim, o Projeto para Produção deve conter informações cuja finalidade é subsidiar a execução do empreendimento. Para citar um exemplo, o Projeto para Produção de laje racionalizada conteria as seguintes definições, de acordo com SOUZA (1996): ( ) seqüência de execução da laje (sentido geral de concretagem), delimitação dos panos de concretagem, posicionamento das caixas de passagem, taliscas e gabaritos e a definição da posição dos caminhos de concretagem, quando necessários.”

Para que tais projetos (para produção) definam adequadamente a realização da obra, eles devem ser norteados por diretrizes que levem em conta as características do sistema de produção da empresa, conectando os Projetos para Produção específicos com o Projeto da Produção da empresa e com os Projetos do Produto.

Em relação ao sistema de produção, a definição clara de um Projeto da Produção (ver item

2) fornece as estratégias produtivas e os procedimentos básicos utilizados pela empresa, que devem ser incorporados na realização dos Projetos para Produção de determinada obra.

Já os Projetos do Produto, contêm as informações geométricas, especificações e detalhes que devem ser atendidas na produção do edifício e portanto devem ser considerados no Projeto para Produção. Mais do que isso, o Projeto para Produção deve funcionar como

antecipação da produção de determinadas etapas críticas de obra e auxiliando na avaliação

da construtibilidade dos Projetos do Produto e na busca por soluções de produto

alternativas que a incrementem.

Embora o projeto para produção possa ser realizado posteriormente à definição do produto (sendo esta a situação mais entrada no subsetor) é, como destacam MACIEL & MELHADO (1996), mais adequado que a definição do projeto executivo e do Projeto para Produção se dê simultaneamente - conforme colocado na própria definição de projeto para produção adotada.

A caracterização da produção (Projetos para Produção) conjuntamente com o

desenvolvimento do produto (Projetos do Produto) tem como uma das funções permitir uma melhor “tradução” das características e especificações do produto em procedimentos e seqüências de produção, minimizando a possibilidade de execução inadequada ou incompleta destas especificações.

Por outro lado, a projetação simultânea de produto e processo traz embutida a necessidade

de uma maior integração e consistência entre os projetos do produto, exigindo coordenação de projetos, já que eliminar eventuais incoerências nas características e especificações adotadas para o produto é condição básica para a realização de um projeto para produção

que cumpra sua missão de determinar um bom andamento da obra.

Mais do que identificar e corrigir incompatibilidades, a realização simultânea dos projetos

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deve estabelecer práticas de intercâmbio entre profissionais de áreas de conhecimentos diferentes (arquitetura, estrutura, instalações, produção, etc.) de forma a facilitar a ampliação da construtibilidade dos projetos através do rompimento da tradicional separação de visões dentro de um empreendimento, voltadas para o produto (projetistas do produto); ou voltadas paro o processo (projetistas do processo e pessoal de produção).

Além de propiciar um ambiente favorável à melhoria da construtibilidade nos processos tradicionais, a realização simultânea de projetos pode facilitar a introdução de inovações tecnológicas de produto e de processo, à medida que tais inovações podem ser discutidas, analisadas e planejadas segundo seus impactos nas várias etapas do empreendimento.

Do ponto de vista dos profissionais envolvidos na definição do produto (em geral realizado por escritórios contratados pelas construtoras) e dos Projetos para Produção (que vêm sendo realizados por escritórios especializados, também contratados), busca-se uma convergência de seus conhecimentos e experiências para a realização de projetos de caráter multidisciplinar e que atendam as diversas necessidades do pessoal da produção, dos próprios projetistas e dos usuários do empreendimento (clientes internos e externos).

4. CONSIDERAÇÕES FINAIS

Como discutido, embora os conceitos de Projeto da Produção e Projeto para Produção sejam inter-relacionados, pode-se identificar uma nítida separação no foco e na abrangência de cada um deles.

Enquanto o Projeto da Produção objetiva o aprimoramento do sistema de produção da empresa - foco na tecnologia de produção -, refletindo-se em cada uma de suas obras, o Projeto para Produção enfatiza o desenvolvimento dos processos críticos de cada obra, simultaneamente com a geração das soluções de produto – foco na construtibilidade dos projetos e na otimização da obra.

Fica claro, no entanto, que a metodologia de desenvolvimento desses projetos (para produção) deve ser articulada e estar incorporada à tecnologia da empresa e, se for o caso, repassada e compartilhada com os escritórios de projetos contratados.

Portanto, Projeto da Produção e Projeto para Produção, antes de conflitantes, devem ser entendidos como conceitos distintos e complementares que podem, se aplicados e desenvolvidos nas empresas de construção, contribuir para a ampliação da eficiência produtiva da empresa e das suas obras.

5. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

AMORIM, Sérgio L. Inovações tecnológicas nas edificações: papéis diferenciados para construtores e fornecedores. In. Gestão & Produção, São Carlos, 1996. (v.3, n.3, p. 262-

273)

BUCK, C.H. Problems of product design and development. Oxford, Pergamon Press,

1963.

FABRICIO, Márcio M. Processos construtivos flexíveis: projeto da produção. Escola de

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Engenharia de São Carlos, Universidade de São Paulo, São Carlos, 1996. (Dissertação de Mestrado em Arquitetura)

JURAN, J. M. A qualidade desde o projeto: novos passos para o planejamento da qualidade de produtos e serviços. Traduzido por : Nivaldo Montigelli Jr. São Paulo:

Pioneira, 1992. Traduzido de: Juran on quality by design.

MACIEL, Luciana L. & MELHADO, Silvio B. O processo de projeto e a qualidade dos edifícios. In: Tecnologia Arquitetura Urbanismo: Seminário internacional sobre Desenvolvimento Tecnológico na construção civil. Núcleo de Pesquisa em Tecnologia de Arquitetura e Urbanismo -NUTAU. Faculdade de Arquitetura e Urbanismo - FAU. Universidade de São Paulo - USP, São Paulo, 1996.

MACIEL, Luciana L. O projeto e a tecnologia construtiva na produção dos revestimentos de argamassa de fachada. Escola Politécnica da Universidade de São Paulo, São Paulo, 1997. (Dissertação de Mestrado em Engenharia)

MARTUCCI, Ricardo. Projeto tecnológico para edificações habitacionais: utopia ou

desafio? Faculdade de Arquitetura e Urbanismo, Universidade de São Paulo, São Paulo,

1990. (Tese de Doutorado em Arquitetura)

MELHADO, Silvio B. Qualidade do projeto na construção de edifícios: aplicação ao caso das empresas de incorporação e construção. Escola Politécnica da Universidade de São Paulo, São Paulo, 1994. (Tese de Doutorado em Engenharia)

SABBATINI, Fernando H. Desenvolvimento de métodos, processos e sistemas construtivos: formulação e aplicação de uma metodologia. Escola Politécnica da Universidade de São Paulo, São Paulo, 1989. (Tese de Doutorado em Engenharia)

SOUZA, Ana Lúcia R. O projeto para produção das lajes racionalizadas de concreto

armado de edifícios. Escola Politécnica da Universidade de São Paulo, São Paulo,

1996. (Dissertação de Mestrado em Engenharia)

STOLL, H. W. Design for manufacture: an overview. In: CORBERT, J. et. al. Design of Manufacturing: strategies, principles and techniques. Wokingham, Addison-Wesley,

1991. p.107-29

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