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ICTE – Instituto de Ciências Tecnológicas e Exatas Departamento de Engenharia Elétrica E LETRICIDADE A
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ICTE – Instituto de Ciências Tecnológicas e Exatas Departamento de Engenharia Elétrica

ELETRICIDADE APLICADA À ENGENHARIA

Emílio Zorzo Barcelos Gustavo Brito de Lima Marcus Vinícius Borges Mendonça

1º Semestre de 2013

À E NGENHARIA Emílio Zorzo Barcelos Gustavo Brito de Lima Marcus Vinícius Borges Mendonça 1º Semestre

Aula 07

Aula 07 q   Geradores de corrente alternada q   Motores de corrente alternada q  
Aula 07 q   Geradores de corrente alternada q   Motores de corrente alternada q  

q Geradores de corrente alternada

q Motores de corrente alternada

q Transformadores

Aula 07 q   Geradores de corrente alternada q   Motores de corrente alternada q  

Geradores de Corrente Alternada

Geradores de Corrente Alternada q   Alternadores ü   Os geradores de corrente alternada também são
Geradores de Corrente Alternada q   Alternadores ü   Os geradores de corrente alternada também são

q Alternadores

üOs geradores de corrente alternada também são chamados de alternadores.

üUm alternador simples é formado por:

üUm campo magnético constante; üCondutores que giram através do campo magnético; üAlguma forma de manter contato elétrico contínuo dos condutores.

que giram através do campo magnético; ü   Alguma forma de manter contato elétrico contínuo dos

Geradores de Corrente Alternada

Geradores de Corrente Alternada q   Alternador simples com armadura rotativa campo estacionário e
Geradores de Corrente Alternada q   Alternador simples com armadura rotativa campo estacionário e

q Alternador

simples

com

armadura rotativa

campo

estacionário

e

Geradores de Corrente Alternada q   Alternador simples com armadura rotativa campo estacionário e
Geradores de Corrente Alternada q   Alternador simples com armadura rotativa campo estacionário e
Geradores de Corrente Alternada q   Alternador simples de uma única espira

Geradores de Corrente Alternada

Geradores de Corrente Alternada q   Alternador simples de uma única espira

q Alternador simples de uma única espira

q   Alternador simples de uma única espira

Geradores de Corrente Alternada

Geradores de Corrente Alternada q   Alternador simples com armadura rotativa campo estacionário e ü  
Geradores de Corrente Alternada q   Alternador simples com armadura rotativa campo estacionário e ü  

q Alternador

simples

com

armadura rotativa

campo

estacionário

e

üDesvantagem:

üOs contatos entre o anel coletor e a escova estão em série com a carga à se estas partes sofrerem desgaste ou ficarem sujas, o fluxo de corrente pode ser interrompido.

ou ficarem sujas, o fluxo de corrente pode ser interrompido. ü   Solução: ü   Campo

üSolução:

üCampo estacionário à campo rotativo üArmadura rotativa à armadura estacionária

ü   Solução: ü   Campo estacionário à campo rotativo ü   Armadura rotativa à armadura

Geradores de Corrente Alternada

Geradores de Corrente Alternada q   Alternador simples com campo rotativo e armadura estacionária
Geradores de Corrente Alternada q   Alternador simples com campo rotativo e armadura estacionária

q Alternador simples com campo rotativo e armadura estacionária

Geradores de Corrente Alternada q   Alternador simples com campo rotativo e armadura estacionária
Geradores de Corrente Alternada q   Alternador simples com campo rotativo e armadura estacionária

Geradores de Corrente Alternada

Geradores de Corrente Alternada q   Frequência da f.e.m. gerada número de polos frequência da tensão
Geradores de Corrente Alternada q   Frequência da f.e.m. gerada número de polos frequência da tensão

q Frequência da f.e.m. gerada

número de polos

frequência da tensão gerada [Hz]

f =

da f.e.m. gerada número de polos frequência da tensão gerada [Hz] f = velocidade do rotor

velocidade do rotor [rpm]

p n

120

da f.e.m. gerada número de polos frequência da tensão gerada [Hz] f = velocidade do rotor
da f.e.m. gerada número de polos frequência da tensão gerada [Hz] f = velocidade do rotor

Geradores de Corrente Alternada

Geradores de Corrente Alternada q   Regulação de tensão Regulação de tensão = tensão sem carga
Geradores de Corrente Alternada q   Regulação de tensão Regulação de tensão = tensão sem carga

q Regulação de tensão

Regulação de tensão =

tensão sem carga - tensão com carga máxima

tensão com carga máxima

q Eficiência

üAssim como um gerador cc, um gerador ca apresenta perdas no cobre da armadura e da excitação de campo, bem como perdas mecânicas.

Eficiência =

potência útil de saída

potência total de entrada

e da excitação de campo, bem como perdas mecânicas. Eficiência = potência útil de saída potência

Geradores de Corrente Alternada

Geradores de Corrente Alternada q   Geradores em paralelo ü   A maioria das usinas produtoras
Geradores de Corrente Alternada q   Geradores em paralelo ü   A maioria das usinas produtoras

q Geradores em paralelo

üA maioria das usinas produtoras de energia elétrica possui vários geradores ca operando em paralelo para aumentar a potência disponível.

üPara conexão em paralelo, os geradores devem possuir:

üTensões de saída iguais; üTensões em fase; üFrequências iguais.

ü   Tensões em fase; ü   Frequências iguais. ü   A operação de colocar geradores

üA operação de colocar geradores em paralelo chama-se sincronização.

em fase; ü   Frequências iguais. ü   A operação de colocar geradores em paralelo chama-se

Geradores de Corrente Alternada

Geradores de Corrente Alternada q   Exemplo ü   Um gerador ca utiliza uma potência mecânica
Geradores de Corrente Alternada q   Exemplo ü   Um gerador ca utiliza uma potência mecânica

q Exemplo

üUm gerador ca utiliza uma potência mecânica de 2 hp para atender uma demanda de carga elétrica de 1,1 kW. Determine a eficiência percentual deste gerador, sabendo que 1 hp corresponde a 746 W. Se este gerador estiver operando a uma velocidade de 1.800 rpm e a frequência da tensão gerada for 60 Hz, qual é o seu número de polos?

Resposta: Ef = 73,7 % n = 4 polos

1.800 rpm e a frequência da tensão gerada for 60 Hz, qual é o seu número

Motores de Corrente Alternada

Motores de Corrente Alternada q   Motores de indução q   Motores síncronos Enrolamento de Campo
Motores de Corrente Alternada q   Motores de indução q   Motores síncronos Enrolamento de Campo

q Motores de indução

Motores de Corrente Alternada q   Motores de indução q   Motores síncronos Enrolamento de Campo

q Motores síncronos

q   Motores de indução q   Motores síncronos Enrolamento de Campo Enrolamento de Armadura Escovas

Enrolamento de Campo Enrolamento de Armadura

  Motores de indução q   Motores síncronos Enrolamento de Campo Enrolamento de Armadura Escovas Anéis

Escovas

Anéis coletores

  Motores de indução q   Motores síncronos Enrolamento de Campo Enrolamento de Armadura Escovas Anéis

Motores de Indução Trifásicos

Motores de Indução Trifásicos 3 enrolamentos alimentados por tensões defasadas q   Características ü   Tipo
Motores de Indução Trifásicos 3 enrolamentos alimentados por tensões defasadas q   Características ü   Tipo

3 enrolamentos alimentados por tensões defasadas

q Características

üTipo de motor ca mais usado;

üConstrução simples e resistente;

de

alimentação ca; üO rotor (parte rotativa) não está ligado eletricamente à alimentação.

üO

estator

(parte

estacionária)

está

ligado

a

fonte

rotativa) não está ligado eletricamente à alimentação. ü   O estator (parte estacionária) está ligado a

Motores de Indução Trifásicos

Motores de Indução Trifásicos q   Princípio de funcionamento ü   Quando o enrolamento do estator
Motores de Indução Trifásicos q   Princípio de funcionamento ü   Quando o enrolamento do estator

q Princípio de funcionamento

üQuando o enrolamento do estator é energizado, cria-se um campo magnético girante; üÀ medida que o campo magnético girante intercepta os condutores do rotor, é induzida uma tensão nestes condutores; üA circulação de corrente pelos condutores do rotor faz surgir um campo magnético do rotor; üA tendência de alinhamento do campo magnético do rotor com o campo magnético girante, produzido pelo estator, faz o rotor girar.

de alinhamento do campo magnético do rotor com o campo magnético girante, produzido pelo estator ,
de alinhamento do campo magnético do rotor com o campo magnético girante, produzido pelo estator ,

Motores de Indução Trifásicos

Motores de Indução Trifásicos q   Motor de gaiola ü   Rotor em gaiola (muito utilizado):
Motores de Indução Trifásicos q   Motor de gaiola ü   Rotor em gaiola (muito utilizado):

q Motor de gaiola

üRotor em gaiola (muito utilizado): formado por barras curto- circuitadas nas extremidades.

  Motor de gaiola ü   Rotor em gaiola (muito utilizado): formado por barras curto- circuitadas
  Motor de gaiola ü   Rotor em gaiola (muito utilizado): formado por barras curto- circuitadas
  Motor de gaiola ü   Rotor em gaiola (muito utilizado): formado por barras curto- circuitadas

Motores de Indução Trifásicos

Motores de Indução Trifásicos q   Motor de rotor bobinado ü   Rotor bobinado: formado por
Motores de Indução Trifásicos q   Motor de rotor bobinado ü   Rotor bobinado: formado por

q Motor de rotor bobinado

üRotor bobinado: formado por enrolamentos que estão conectados a anéis coletores; üOs terminais do rotor podem ser conectados a um reostato (resistência variável) por meio das escovas; üO reostato pode ser usado para controlar a corrente e a velocidade do motor.

variável) por meio das escovas; ü   O reostato pode ser usado para controlar a corrente
variável) por meio das escovas; ü   O reostato pode ser usado para controlar a corrente
variável) por meio das escovas; ü   O reostato pode ser usado para controlar a corrente

Motores de Indução Trifásicos

Motores de Indução Trifásicos q   Velocidade ü   A velocidade do campo magnético girante é
Motores de Indução Trifásicos q   Velocidade ü   A velocidade do campo magnético girante é

q Velocidade

üA velocidade do campo magnético girante é denominada de velocidade síncrona do motor.

n = s
n =
s

velocidade síncrona [rpm]

120 f

s

do motor. n = s velocidade síncrona [rpm ] 120 f s p número de polos

p

do motor. n = s velocidade síncrona [rpm ] 120 f s p número de polos

número de polos

do motor. n = s velocidade síncrona [rpm ] 120 f s p número de polos

frequência da tensão

do estator [Hz]

Motores de Indução Trifásicos

Motores de Indução Trifásicos q   Escorregamento ü   O rotor de um motor de indução
Motores de Indução Trifásicos q   Escorregamento ü   O rotor de um motor de indução

q Escorregamento

üO

rotor de um

motor de indução não pode girar com a

velocidade de sincronismo.

üNeste caso, não seria induzida tensão no rotor.

üEscorregamento

(s):

diferença

entre

a

velocidade

sincronismo e a velocidade do rotor.

s percentual

=

n

s

n

r

n

s

100

Onde: n s : velocidade síncrona [rpm] n r : velocidade do rotor [rpm]

s percentual = n s − n r n s 100 Onde: n s : velocidade

de

Motores de Indução Trifásicos

Motores de Indução Trifásicos q   Frequência da corrente do rotor (f r ) ü  
Motores de Indução Trifásicos q   Frequência da corrente do rotor (f r ) ü  

q Frequência da corrente do rotor (f r )

üA

frequência

escorregamento.

da

corrente

f

r

= s f

s

do

da corrente do rotor (f r ) ü   A frequência escorregamento. da corrente f r

rotor

depende

do

Motores de Indução Trifásicos

Motores de Indução Trifásicos q   Torque (T) T = k ⋅ φ ⋅ I ⋅
Motores de Indução Trifásicos q   Torque (T) T = k ⋅ φ ⋅ I ⋅

q Torque (T)

T

= k φ I cos θ

r

r

Onde: k: constante φ: fluxo magnético do estator I r : corrente do rotor cosθ r : fator de potência do rotor

üAo longo de toda a faixa de operação, k, φ e cos θ r são praticamente constantes, de forma que T varia com a corrente I r .

aumenta a

uma proporção

üA

corrente I r

quase direta com o escorregamento.

que T varia com a corrente I r . aumenta a uma proporção ü   A
que T varia com a corrente I r . aumenta a uma proporção ü   A

Motores de Indução Trifásicos

Motores de Indução Trifásicos q   Exemplo ü   Um motor de gaiola de 4 polos
Motores de Indução Trifásicos q   Exemplo ü   Um motor de gaiola de 4 polos

q Exemplo

üUm motor de gaiola de 4 polos e frequência de 60 Hz tem uma velocidade de 1.754 rpm com carga máxima. Qual é o escorregamento percentual e a frequência da corrente do rotor para esta condição?

Resposta: s % = 2,6 % e f r = 1,56 Hz

percentual e a frequência da corrente do rotor para esta condição? Resposta: s % = 2,6

Motores Síncronos

Motores Síncronos q   Características ü   Estes motores também têm enrolamentos no estator que produzem
Motores Síncronos q   Características ü   Estes motores também têm enrolamentos no estator que produzem

q Características

üEstes motores também têm enrolamentos no estator que produzem um campo magnético girante; üAo contrário do motor de indução, o circuito do rotor de um motor síncrono é excitado por uma fonte cc; üO rotor gira na mesma rotação do campo magnético girante.

O rotor gira na mesma rotação do campo magnético girante. Enrolamento de Campo Enrolamento de Armadura

Enrolamento de Campo

Enrolamento de Armadura

girante. Enrolamento de Campo Enrolamento de Armadura Escovas Pode ser usado para correção do fator de

Escovas

Pode ser usado para correção do fator de potência de uma instalação elétrica.
Pode ser usado para correção do
fator de potência de uma instalação
elétrica.

Anéis coletores

de Armadura Escovas Pode ser usado para correção do fator de potência de uma instalação elétrica.

Motores Síncronos

Motores Síncronos q   Partida dos motores síncronos ü   Não tem partida própria e precisa
Motores Síncronos q   Partida dos motores síncronos ü   Não tem partida própria e precisa

q Partida dos motores síncronos

üNão tem partida própria e precisa de algum dispositivo que faça o rotor girar na velocidade de sincronismo.

1 Pode-se usar um motor cc em eixo comum com o motor síncrono para fazer o rotor girar:

üQuando alcançar a velocidade síncrona, aplica-se uma corrente alternada aos enrolamentos do estator.

2 Muitas vezes, a partida é feita através de um enrolamento em gaiola embutido no rotor:

üA partida acontece como se fosse um motor de indução e, no momento adequado, aplica-se uma corrente contínua no rotor.

A partida acontece como se fosse um motor de indução e, no momento adequado, aplica-se uma

Motores Monofásicos

Motores Monofásicos q   Tipos ü   Motor comutador ü   Motor de indução ü  
Motores Monofásicos q   Tipos ü   Motor comutador ü   Motor de indução ü  

q Tipos

üMotor comutador

üMotor de indução

üMotor síncrono

Motores Monofásicos q   Tipos ü   Motor comutador ü   Motor de indução ü  

Motores Monofásicos

Motores Monofásicos q   Motor comutador: ü   Motor ca em série: semelhante ao motor cc
Motores Monofásicos q   Motor comutador: ü   Motor ca em série: semelhante ao motor cc

q Motor comutador:

üMotor

ca em série:

semelhante ao motor cc em série, mas com

reatância do campo menor. Usado em locomotivas (veículo ferroviário).

üMotor de repulsão: semelhante ao motor cc, mas as escovas estão curto-circuitadas. Usado para cargas pesadas na partida.

Motor de repulsão: semelhante ao motor cc, mas as escovas estão curto-circuitadas. Usado para cargas pesadas
Motor de repulsão: semelhante ao motor cc, mas as escovas estão curto-circuitadas. Usado para cargas pesadas
Motor de repulsão: semelhante ao motor cc, mas as escovas estão curto-circuitadas. Usado para cargas pesadas

Motores Monofásicos

Motores Monofásicos q   Motor de indução monofásico: não tem partida própria ü   Motor de
Motores Monofásicos q   Motor de indução monofásico: não tem partida própria ü   Motor de

q Motor de indução monofásico: não tem partida própria

üMotor de fase dividida: dois enrolamentos do estator de impedâncias diferentes, formando um ângulo de 90º, conectados em paralelo. Usado em máquinas de lavar e ferramentas de marcenaria.

diferentes, formando um ângulo de 90º, conectados em paralelo. Usado em máquinas de lavar e ferramentas
diferentes, formando um ângulo de 90º, conectados em paralelo. Usado em máquinas de lavar e ferramentas

Motores Monofásicos

Motores Monofásicos q   Motor de indução monofásico: não tem partida própria ü   Motor com
Motores Monofásicos q   Motor de indução monofásico: não tem partida própria ü   Motor com

q Motor de indução monofásico: não tem partida própria

üMotor com capacitor: opera com um enrolamento auxiliar e um capacitor em série permanentemente conectado à alimentação.

com capacitor: opera com um enrolamento auxiliar e um capacitor em série permanentemente conectado à alimentação.
com capacitor: opera com um enrolamento auxiliar e um capacitor em série permanentemente conectado à alimentação.

Motores Monofásicos

Motores Monofásicos q   Motor síncrono: ü   Atinge a velocidade de sincronismo a partir dos
Motores Monofásicos q   Motor síncrono: ü   Atinge a velocidade de sincronismo a partir dos

q Motor síncrono:

üAtinge a velocidade de sincronismo a partir dos efeitos das correntes parasitas que fluem no ferro do rotor;

üSão usados em relógios e outros dispositivos que exigem precisão na rotação.

que fluem no ferro do rotor; ü   São usados em relógios e outros dispositivos que

Transformadores

Transformadores q   Características ü   Um transformador básico consiste em duas bobinas isoladas eletricamente
Transformadores q   Características ü   Um transformador básico consiste em duas bobinas isoladas eletricamente

q Características

ü

Um

transformador

básico

consiste

em

duas

bobinas

isoladas

eletricamente uma da outra e enroladas em torno de um núcleo comum.

üClassificação das bobinas:

üPrimário: bobina que recebe energia de uma fonte ca. üSecundário: bobina que fornece energia para uma carga ca.

üUsado para elevar ou reduzir a tensão, dentre outras funções.

bobina que fornece energia para uma carga ca . ü   Usado para elevar ou reduzir
bobina que fornece energia para uma carga ca . ü   Usado para elevar ou reduzir

Transformadores

Transformadores q   Transformador ideal ü   Desconsideram-se as perdas, ou seja, a energia recebida é
Transformadores q   Transformador ideal ü   Desconsideram-se as perdas, ou seja, a energia recebida é

q Transformador ideal

üDesconsideram-se as perdas, ou seja, a energia recebida é igual à energia fornecida.

V N número de espiras da bobina do primário p p = relação de espiras
V
N
número de espiras da bobina do primário
p
p
=
relação de
espiras (RE)
V
N
número de espiras da bobina do secundário
s
s
= S
potência aparente de entrada igual a de saída
S p
s
V
I = V I
p p
s
s
V
p
I
N
p I
s
s
=
=
V
I
s
p N
s I
p

Transformadores

Transformadores q   Impedâncias V p V s = I s I p ⇒ Z I
Transformadores q   Impedâncias V p V s = I s I p ⇒ Z I

q Impedâncias

V

p

V

s

=

I

s

I

p

Z I

p p

Z I

s s

=

I

s

I

p

Z

p

Z

s

=

I

2

s

I

2

p

Z

p

Z

s

Onde:

Z s : impedância do secundário (carga); Z p : impedância do secundário referida ao primário;

N

=

p

N

s

2

üA máxima potência é transferida de um circuito para outro quando a impedância dos dois circuitos for a mesma ou estiverem “casadas” (impedâncias iguais); üSe dois circuitos tiverem impedâncias diferentes, pode ser usado um transformador de acoplamento como dispositivo “casador” de impedâncias.

impedâncias diferentes, pode ser usado um transformador de acoplamento como dispositivo “casador” de impedâncias.

Transformadores

Transformadores q   Exemplo ü   Um transformador para campainha com 240 espiras no primário e
Transformadores q   Exemplo ü   Um transformador para campainha com 240 espiras no primário e

q Exemplo

üUm transformador para campainha com 240 espiras no primário e 30 espiras no secundário consome 0,3 A de uma rede elétrica de 120 V. Calcule a corrente no secundário, a tensão no secundário, a impedância do secundário e esta impedância referida ao primário.

Respostas:

I s = 2,4 A V s = 15 V Z s = 6,25 Ω Z p = 400 Ω

e esta impedância referida ao primário. Respostas: I s = 2,4 A V s = 15

Transformadores

Transformadores q   Exemplo ü   Um alto-falante com resistência de 9 Ω é conectado a
Transformadores q   Exemplo ü   Um alto-falante com resistência de 9 Ω é conectado a

q Exemplo

üUm alto-falante com resistência de 9 é conectado a uma fonte de 10 V com resistência interna de 1 . üCalcule a potência do alto-falante para esta condição; üUm transformador 1:3 é usado, como “casador” de impedâncias, entre a fonte e o alto-falante, determine novamente a potência do alto-falante.

Respostas:

P sem transformador = 9 W

P com transformador = 25 W

a potência do alto-falante. Respostas: P sem transformador = 9 W P com transformador = 2

Transformadores

Transformadores q   Polaridade da bobina ü   A fase da tensão secundária depende do sentido
Transformadores q   Polaridade da bobina ü   A fase da tensão secundária depende do sentido

q Polaridade da bobina

üA fase da tensão secundária depende do sentido de enrolamento das bobinas ao redor do núcleo; üSão usados pontos para indicar a fase das tensões primária e secundária.

das bobinas ao redor do núcleo; ü   São usados pontos para indicar a fase das
das bobinas ao redor do núcleo; ü   São usados pontos para indicar a fase das

Transformadores

Transformadores q   Transformador sem carga ü   Se o enrolamento secundário de um transformador estiver
Transformadores q   Transformador sem carga ü   Se o enrolamento secundário de um transformador estiver

q Transformador sem carga

üSe o enrolamento secundário de um transformador estiver aberto, a corrente do primário será muito baixa (corrente de excitação - I E );

üEsta

histerese e correntes parasitas; üPortanto, as componentes de I E são:

corrente

produz

o

fluxo

magnético

e

alimenta

as

perdas

por

üCorrente de magnetização I M ; üCorrente de perdas no núcleo I H (valor pequeno).

as perdas por ü   Corrente de magnetização I M ; ü   Corrente de perdas
as perdas por ü   Corrente de magnetização I M ; ü   Corrente de perdas

Transformadores

Transformadores q   Perdas e Eficiência ( Ef ) ü   Perdas: ü   Perda no
Transformadores q   Perdas e Eficiência ( Ef ) ü   Perdas: ü   Perda no

q Perdas e Eficiência (Ef)

üPerdas:

üPerda no cobre

2

2

= R I + R I

p p

s s

üPerdas no núcleo: histerese e correntes parasitas

üEficiência (Ef): Razão entre a potência ativa de saída na bobina do secundário e a potência ativa de entrada na bobina do primário.

Ef =

P

s

P

p

V

s

I

s

fp

= V I

s

s

+ perda no cobre + perda no núcleo

fp

na bobina do primário. Ef = P s P p V s ⋅ I s ⋅

Transformadores

Transformadores q   Exemplo ü   Um transformador de 240/720 V e 5 kVA possui resistência
Transformadores q   Exemplo ü   Um transformador de 240/720 V e 5 kVA possui resistência

q Exemplo

üUm transformador de 240/720 V e 5 kVA possui resistência do enrolamento do primário de 0,05 Ω e do secundário de 1,5 Ω . A perda no núcleo representa 80 W. Calcule a perda total no cobre e determine a eficiência do transformador, se o fator de potência da carga for de 0,8 indutivo.

Respostas:

Perda total no cobre = 93,8 W Ef = 95,8 %

se o fator de potência da carga for de 0,8 indutivo. Respostas: Perda total no cobre

Transformadores

Transformadores q   Autotransformador ü   Consiste em somente um enrolamento; ü   A simplicidade do
Transformadores q   Autotransformador ü   Consiste em somente um enrolamento; ü   A simplicidade do

q Autotransformador

üConsiste em somente um enrolamento; üA simplicidade do autotransformador o torna mais econômico e de dimensões menores; üNo entanto, não oferece isolação elétrica entre os circuitos primário e secundário.

I

p

I s I s - I p
I s
I s - I p
ü   No entanto, não oferece isolação elétrica entre os circuitos primário e secundário. I p

Transformadores

Transformadores q   Exemplo ü   Um autotransformador abaixador é projetado para fornecer 240 V e
Transformadores q   Exemplo ü   Um autotransformador abaixador é projetado para fornecer 240 V e

q Exemplo

üUm autotransformador abaixador é projetado para fornecer 240 V e 5 kVA com fator de potência unitário. O enrolamento primário do autotransformador está conectado a uma fonte de 600 V. Obtenha a corrente na carga (I s ), no enrolamento primário (I p ) e no enrolamento secundário (I s - I p ).

Respostas:

I s = 20,8 A I p = 8,3 A I s - I p = 12,5 A

e no enrolamento secundário (I s - I p ). Respostas: I s = 20,8 A
Eletricidade Básica Milton Gussow 2ª Edição Capítulos 15 e 16 Todos os problemas propostos de
Eletricidade Básica Milton Gussow 2ª Edição Capítulos 15 e 16 Todos os problemas propostos de
Eletricidade Básica Milton Gussow 2ª Edição Capítulos 15 e 16
Eletricidade Básica
Milton Gussow
2ª Edição
Capítulos 15 e 16
Todos os problemas propostos de numeração ímpar
Todos os problemas propostos de numeração ímpar

“Quem acende uma luz é o primeiro a beneficiar-se da claridade” G. K. Chesterton

propostos de numeração ímpar “Quem acende uma luz é o primeiro a beneficiar-se da claridade” G.