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JORNAL

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SEMANÁRIO REGIONALISTA INDEPENDENTE ANTÓNIO MEDINA JÚNIOR (fundador) e JORNAL DE SINTRA galardoados com a Medalha de Mérito Municipal (Grau Ouro)

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DIRECTORA: IDALINA GRÁCIO DE ANDRADE

SEXTA-FEIRA, 7 DE ABRIL DE 2017

IDALINA GRÁCIO DE ANDRADE SEXTA-FEIRA, 7 DE ABRIL DE 2017 As Universidades Seniores de Sintra integram-se

As Universidades Seniores de Sintra integram-se na realidade nacional

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As Universidades Seniores em Portugal são uma realidade que atravessa o país e que abrange cerca de 38 mil alunos e 4.500 professores voluntários. O seu trabalho é um factor não só de aprendizagem e de participação social mas também um elo geracional e um agregador das memórias colectivas das populações não só pelas suas próprias vivências mas também pelas matérias ministradas aos alunos, o que permite a estes ter um diálogo mais actual e conhecedor com as gerações mais novas. Presentemente a maioria da população portuguesa é tocada directa ou indirectamente pelo seu labor. Estas universidades estão agregadas na RUTIS (Associação Rede

de Universidades da Terceira Idade), com sede em Almeirim. É uma Instituição Particular de Solidariedade Social e de Utilidade Pública. Nesta associação estão filiadas seis universidades seniores do concelho de Sintra – a Universidade da Terceira Idade de Sintra;

a Universidade Sénior de Massamá e Monte Abraão; a Universidade

Sénior de Queluz; a Academia Cultural Sénior da Agualva; a Universidade Sénior Criar Afectos de Rio de Mouro; a Universidade

Sénior Intergeracional de Agualva e Mira Sintra, a que acresce ainda a recém constituída Universidade Sénior de São João das Lampas, sem filiação na RUTIS. Para melhor esclarecer os nossos leitores sobre esta importante

temática desafiamos o presidente da Universidade Sénior de Sintra

– Fernando Figueira que nos dá uma panorâmica das universidades seniores.

págs. 8-9

Lendas e Factos Lendários de Sintra Mira Sintra Parque natural Desporto/ Voleibol Extravagantes Exposição sobre
Lendas e Factos
Lendários de Sintra
Mira Sintra
Parque natural
Desporto/ Voleibol
Extravagantes
Exposição
sobre Zeca
Afonso na Casa
da Cultura
Sintra-Cascais
Leys
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Uma Páscoa Feliz
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JORNAL DE SINTRA SEXTA-FEIRA 7 DE ABRIL DE 2017

LENDAS E FACTOS LENDÁRIOS DE SINTRA

Leys Extravagantes

Miguel Boim

das como Ordenações Afonsinas, respeitantes à organização e catalo- gação realizada no reinado do Rei D. Afonso V (nascido e falecido no nosso Paço Real de Sintra, a título de curiosidade). A partir daí as ba- ses são quase sempre as mesmas:

O rdenações eram normal- mente conjuntos de grandes volumes de leis que no passado – nos

séculos passados, enten- da-se – eram publicadas. As Ordenações podiam ser de diferentes man-

dos, de diferentes tipos. As mais comuns eram as ordenações de algum rei em específico, mas assim também poderiam ser encaradas as constitui- ções sinodais, interpre- tadas como ordenações diocesanas, aquelas que eram respeitantes ao que

o bispo em sua diocese

teria de mandar cumprir.

E aliás, pode dizer-se que

no cumprir das obriga- ções dos súbditos e dos fiéis, o bispo era privile- giado, pois para além de deter a maioria da von-

tade daqueles a quem as

ordenações abrangiam a seu favor – devido a serem fiéis, à concordância da fé e do cumprir da fé –, se encontrava sempre muito

próximo da verdade vivida entre a comunidade, pois mais rápida e inocentemente um fiel confessaria os seus pecados envolvendo uma terceira pessoa e assim delatando algum caso que contrariasse a lei, do que alguém delataria um crime a um alcaide. Bom, mas também não

delataria um crime a um alcaide. Bom, mas também não D. Sebastião em seu berço, iluminura

D. Sebastião em seu berço, iluminura de livro do ano de 1554, intitulado “Sentenças Para a Ensinança e Doutrina do Príncipe”

existem em média cinco livros e den- tro deles encontramos várias partes ou capítulos. Em alguns reinados, alguns reis recebiam bons aconse- lhamentos e faziam com que carên- cias e injustiças do tempo passas- sem doravante a aparecer nas or- denações dos seus reinados. Por ve- zes eram até leis que eram promul- gadas depois das ordenações – ou entre essas –, as quais eram conhe- cidas como Leys Extravagantes. Poderá até estar a pensar “mas quem é que quererá saber disto, ou para que servirá olharmos para algo tão inútil para os dias de hoje, e tão atrás no passado escon- dido?” A verdade é que são estes con- juntos de leis, cada uma destas cente- nas e centenas de leis, que nos per- mite conhecer co- mo era o sangue do nosso sangue no passado que por tão distante já não o vemos. As leis

geralmente impõem

limites a acções dos seres humanos de determina- das comunidades que cometem excessos, excessos esses que preju- dicam a própria comunidade; ou seja, é através das leis que nós percebemos também como é que os nossos antepassados se compor- tavam (e somos surpreendidos muitas vezes ao ver que os com- portamentos não são hoje assim tão

ao ver que os com- portamentos não são hoje assim tão As chaminés e algumas das

As chaminés e algumas das torres do Palácio da Vila em desenho desses anos de 1500

esquecendo o gozo que as pessoas sempre tiraram de delatar faltas, crimes e falhas, àqueles que castiga- riam o representante de um ódio de estimação, quer fosse vizinho, quer fosse do mesmo sangue. As ordenações dos reis, dos reina- dos, eram quase sempre baseadas umas nas outras, tendo sido inicia- das por aquelas que são conheci-

diferentes). Dito isto que disse, confesso que já há anos que invariavelmente estudo estes conjuntos de leis e diplomas dos séculos passados do nosso reino, pois, como disse, permitem- nos perceber o comportamento dos nossos antepassados (ainda que

as

ordenações do Rei D. Sebastião

quando visitavam um convento ou um mosteiro. Mas onde isto tudo começou? A voz popular disse-nos logo no século se- guinte (anos de

alguma da minha ascendência seja

1600), onde terá co-

no século XVIII italiana, irlandesa e

meçado

Uns di-

finlandesa). E certa vez, estudando

ziam que tinha sido um sermão de um

(século XVI), deparei-me com uma reforma de costumes que o Rei pre- tendera fazer. Essa incidia sobre os gastos desnecessários que as pes- soas cometiam. Aliás, queria refrear os gastos que as pessoas realiza- vam, os quais eram maiores que as rendas que auferiam. Os vassalos do Rei ficaram proibi- dos de mandar trazer de fora do

frade do Convento dos Capuchos da Serra de Sintra, mas aparentemente terá sido um sermão dado por um monge no Palácio da Vila de Sintra. Ficou anotado na história que o Rei D. Sebas-

de Sintra. Ficou anotado na história que o Rei D. Sebas- Por entre as ruínas da

Por entre as ruínas da capela do Castelo dos Mouros aparece no topo de um monte – onde hoje se situa o Palácio da Pena – o antigo Mosteiro da Pena (em desenho das primeiras décadas de 1800)

Reino tapeçaria ou guadamecis que fossem. E sendo estes últimos feitos no Reino, que não fossem dourados nem prateados. E assim as diversas alíneas vão versando sobre cobertas, cadeiras, estofos, camas, interiores de casas que não fossem dourados e menos ainda

seus leitos, até chegarem às vestes,

as quais, por exemplo, proibiam as

senhoras de trazerem mais do que

uma roupa de seda, ou “nas que trouxerem, que não forem de seda” poderão trazer roupas com “uma barrinha chã, ou dois debruns de qualquer seda”. Os detalhes como

se pode ver iam aos botões, aos cós,

aos debruns, sendo criado um verdadeiro e infindável catálogo – por assim dizer – sobre que roupas usar e seus mais ínfimos porme- nores, tendo sempre em atenção um

limite de luxo que a composição das vestes em seus adornos pudesse ter.

E outra das coisas – esta das mais

simples – era que à mesa as pessoas não tivessem “mais que um assado,

e um cozido, e um picado, ou

desfeito, ou arroz, ou cuscuz,” e “nenhum doce [como manjar branco, bolos de rodilha, ovos me- xidos, ou outras coisas desta qua-

tião estava presente e que gostara tanto do sermão que resolvera fazer a tal “reformaçam dos costumes”, como assim vem escrito nas suas leys extravagantes. O monge terá dito no seu sermão:

“Como os que aqui estais sois imagens de novidades, esperais que

pobres de Cristo, portanto deixai as novidades, e tomai as antigui- dades ” De onde veio este sermão? Do tal inominado monge, como já se disse.

E o tal monge, era um monge Je-

rónimo do antigo Mosteiro da Pena, do qual ainda hoje se observa a sua estrutura com mais de cinco séculos, na parte avermelhada do actual Palácio da Pena

Tivemos há bem pouco “ordenações” semelhan- tes no viver de Portugal. Cabe-nos no entanto transformar os maus hábitos nas boas prá- ticas para a alma e co- ração – tanto nossos como daqueles que nos forem desconhecidos – antes que novas “orde- nações” apareçam. E na história e no património

– como aqui ficou paten-

te – encontramos o contentamento

do fascínio que as vidas do passado

nos fazem sentir.

do fascínio que as vidas do passado nos fazem sentir. D. Sebastião no ano de 1562,

D. Sebastião no ano de 1562, retratado por Alonso Sánchez Coello (fragmento)

vos trate delas; pois não há-de ser assim, não vos hei-de pregar senão

antiguidades, e a primeira seja, que nossos antepassados contenta- vam-se comer uma posta de vaca, legumes, e ervas, e com isto viveram larga vida com saúde, e poupavam para as coisas neces- sárias, e para fazer esmo- las aos pobres, e agora tudo são galinhas, ca- pões e perdizes, doces, e outros acepipes, com que encurtam a vida, e fazem menos esmolas; por isso deixai as novi- dades, e tomais as anti- guidades. Outra: os nos- sos antepassados ti- nham suas casas arma- das de boas armas com

que se defendiam de seus contrários, e eram temidos de seus inimigos,

agora as vossas estão armadas de rás [panos de Arrás], sedas, e boas telas em que se gasta muito, e falta para partir com os

Muito mais haveria por dizer, mas poderá encontrar mais informa- ções, vivências e referências, no livro “Sintra Lendária – Histórias e Lendas do Monte da Lua”, que também se encontra à venda no Jornal de Sintra.

“Sintra Lendária – Histórias e Lendas do Monte da Lua”, que também se encontra à venda
que também se encontra à venda no Jornal de Sintra. Retrato de D. Sebastião de finais

Retrato de D. Sebastião de finais do século XVI ou inícios do século XVII, lendo- se em cima “Sebastianvs I Lvsitanor”

lidade]”. Nem sequer um doce! Doce, o qual os nobres gostavam muito de receber, especialmente

JORNAL DE SINTRA SEXTA-FEIRA 7 DE ABRIL DE 2017

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SOCIEDADE

Gala de Talentos ajuda Liga Contra o Cancro

Cerca de 120 pessoas participaram no jantar de solidariedade que decorreu no passado sábado 1 de Abril no Salão Paroquial da Igreja de Santa Maria e São Miguel, em Sintra.

A iniciativa foi organi- zada pelo Interact Clube de Sintra, uma organização

comunitária funda- da em Abril de 2013, formada por jovens com idades entre os 14 e os 18 anos e que presta serviços comunitários e internacionais. Em declarações ao Jornal de Sintra, o jovem Diogo Pires, Diretor de Serviços Internos, enumerou as várias ativida- des desenvolvidas, nomea- damente o envio de merca- doria e bens alimentares para a Tunísia e a nível local, a re- colha de alimentos que reali- zaram em parceria com o Banco Alimentar em que ajudaram várias instituições do Concelho de Sintra. Ini- ciativas que considera peda- gógicas e educativas. Ainda segundo o nosso

interlocutor a ação foi um enorme êxito e o produto final reverteu desta vez para a Liga Portuguesa Contra o Cancro, numa noite que foi também de divulgação de novos talen- tos, principalmente a nível musical, com jovens que su- biram ao palco, perante uma plateia atenta que incluía a presença de José Monteiro Martins , presidente do Rotary Clube de Sintra, para além de rotários e algum público anónimo. No final do encontro e peran- te a assistência, Catarina Ribeiro, de apenas 17 anos de idade e presidente do In- teract, saudou todos os que ajudaram à realização da iniciativa e ao público que aderiu a este evento solidário do Interact , fazendo questão de afirmar “que juntos servi- mos a humanidade”.

de afirmar “que juntos servi- mos a humanidade”. A presidente do Interact, Catarina Ribeiro, e todos

A presidente do Interact, Catarina Ribeiro, e todos os participantes na Gala Solidária

Ribeiro, e todos os participantes na Gala Solidária O público aderiu a esta iniciativa solidária Esta

O público aderiu a esta iniciativa solidária

Esta iniciativa surgiu no âmbito do projeto Interact Ligado, que tem como obje-

tivo a angariação de verbas para a investigação em onco- logia, da Liga Portuguesa

para o Cancro.

fotos: jca

José Carlos Azevedo

Portuguesa para o Cancro. fotos: jca José Carlos Azevedo PUB. JORNAL DE SINTRA, 7/4/2017 SINTRA C

PUB. JORNAL DE SINTRA, 7/4/2017

SINTRA C Â M A R A M U N I C I P A

SINTRA

C Â M A R A

M U N I C I P A L

VICE-PRESIDÊNCIA

MUNICÍPIO DE SINTRA

AVISO

Rui José da Costa Pereira, Vice-Presidente da Câmara Municipal de Sintra, ao abrigo da competência constante da alínea t) do n.º 1 do artigo 35.º em conjugação com os n.ºs 1 e 2 do artigo 56.º da Lei n.º 75 de 12 de setembro de 2013, em conformidade com o Despacho n.º 10-P/2014 e nos termos do n.º 1 do art.º 12.º do Regulamento da Feira do Livro do Município de Sintra, aprovado pela Assembleia Municipal de Sintra em 26 de Junho de 2013, torna público que, por despacho do signatário de 20 de Março de 2017, foi decidida a abertura de candidaturas para a Feira do Livro do Município de Sintra, para o ano de 2017, cujos termos e condições se encontram explicitadas no Edital n.º 24/ 2016, disponibilizado na página da Câmara Municipal de Sintra, em www.cm- sintra.pt., Gabinete de Apoio do Munícipe, suas Delegações e nos locais de estilo.

Paços do Município de Sintra, em 22 de março de 2017.

de Apoio do Munícipe, suas Delegações e nos locais de estilo. Paços do Município de Sintra,
de Apoio do Munícipe, suas Delegações e nos locais de estilo. Paços do Município de Sintra,

PUB. JORNAL DE SINTRA, 7/4/2017

CARTÓRIO NOTARIAL DE ODIVELAS DE CATARINA SILVA

PUBLICAÇÃO

Catarina Sofia Martins da Costa Silva, Notária com Cartório sito na Rua Alfredo Roque Gameiro, 20 A, em Odivelas, faz saber que no dia vinte e um de março de dois mil

e dezassete, no referido Cartório Notarial, foi celebrada escritura pública de Justificação, lavrada a folhas 15 e seguintes do Livro 307-A:

JUSTIFICANTES: Manuel António Nunes, contribuinte fiscal número 126373833, natural da freguesia de Vilarinho da Castanheira, concelho de Carrazeda de Ansiães, e mulher Maria Fernandina Pimentel Nunes, contribuinte fiscal número 126373817, natural da freguesia de Castedo da Vilariça, concelho de Torre de Moncorvo, casados sob o regime da comunhão de adquiridos, residentes na Rua Júlio Dinis nº30, Encosta São Marcos, Cacém, são donos e legítimos possuidores do seguinte bem imóvel:

PRÉDIO: Prédio urbano composto de edifício de rés-do-chão para armazém, situado em São Marcos, freguesia de Agualva- Cacém, concelho de Sintra, descrito na Conservatória do Registo Predial de Agualva-Cacém sob o número cinco mil quinhentos

e dezanove, com a aquisição registada a favor de Maria Alice de

Jesus Varela da Cunha Pinto Leiria casada com Manuel Augusto Pinto Leiria sob o regime da comunhão de adquiridos (por transmissão da posição) pela apresentação três, de oito de outubro de dois mil e um, inscrito actualmente na matriz predial urbana da união das freguesias do Cacém e São Marcos sob o artigo 928 (que teve origem no artigo 381 da extinta freguesia de São Marcos), com o valor patrimonial de 46.980,00 euros. MODO DE AQUISIÇÃO: compra e venda meramente verbal celebrada há mais de vinte anos, feita a Carlos Alberto Ramos Varela da Cunha, não conseguindo no entanto fazer o trato sucessivo.

Odivelas, 21 de março de 2017

A notária, Catarina Sofia Martins da Costa Silva

JORNAL DE SINTRA

DIRECTORA Idalina Grácio de Andrade (TE-712) jornalsintra.direc@mail.telepac.pt

REDACÇÃO Paulo Aido (CPJ n.º 2455) Bernardo de Brito e Cunha (CPJ n.º 2211) Graça Pedroso Cultura Filomena Oliveira, João Cachado, Luís Martins, Sérgio Luís de Carvalho Opinião João Cachado José Jorge Letria Poder Local / Reforma Administrativa Luís Galrão Desporto António José, Ventura Saraiva jsintra.desporto@mail.telepac.pt

Telef. 21 910 68 31 / 30 Telef. 21 924 62 00 (alternativo) Telem. 96 243 14 18 Telefax: 21 910 68 38 jornalsintra.redac@mail.telepac.pt

GRAFISMO José Manuel Figueiredo

PAGINAÇÃO

Paula Silva

jornalsintra@mail.telepac.pt

LOJA / COMERCIAL / PUBLICIDADE Ana Cláudia Ribeiro (Loja) jornalsintra.loja@mail.telepac.pt Telef. 21 910 68 30 (Loja) Telef. 21 924 62 00 Telefax: 21 910 68 38

ASSINATURAS Ana Cláudia Ribeiro Telef. 21 910 68 30 jornalsintra.loja@mail.telepac.pt Série de 25 números (7,55 euros) Série de 50 números (15,10 euros) Série de 50 números - Estrangeiro (20,00 euros) Preço avulso (0,60 euros)

JORNAL DE SINTRA TIPOGRAFIA MEDINA SA Av. Heliodoro Salgado, n.º 6, 2710-572 SINTRA www.jornaldesintra.com

Impressão na Empresa Gráfica Funchalense, SA Morelena - Pero Pinheiro

PROPRIETÁRIO E EDITOR TIPOGRAFIA MEDINA, S.A. COM O CAPITAL SOCIAL DE 50.000,35 Euros NIPC - 501087036 - Conselho de Administração:

Idalina Grácio de Andrade, Maria Madalena Alegre Miguel. Mesa da Assembleia Geral – Francisco Hermínio Pires dos Santos e Vanessa Alexandra Lopes Silvestre. Detentores de mais de 10% do capital da empresa – Idalina Grácio de Andrade e Veredas – Cooperativa Cultural de Sintra CRL.

REGISTO N.º 100128 Tiragem média: 6.000 exemplares Depósito Legal n.º 371272/14

Os artigos assinados são da responsabilidade dos seus autores. As opiniões expressas nos mesmos não são, necessariamente, a opinião da direcção e da redacção.

ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA

DA

REGIONAL

IMPRENSA

mesmos não são, necessariamente, a opinião da direcção e da redacção. ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DA REGIONAL IMPRENSA

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JORNAL DE SINTRA SEXTA-FEIRA 7 DE ABRIL DE 2017

SOCIEDADE

Alunos da Escola Básica Padre Alberto Neto (Rio de Mouro) passearam por trilhos da freguesia de São João das Lampas

estagiários de fotografia

Matias Aires, 300anos depois

estagiários de fotografia Matias Aires, 300anos depois Com início na Codiceira e término na praia de
estagiários de fotografia Matias Aires, 300anos depois Com início na Codiceira e término na praia de

Com início na Codiceira e término na praia de Magoito, alunos e professores da Escola Básica Padre Alberto Neto, de Rio de Mouro, participaram na sexta-feira, 31 de março, no âmbito da sema- na da educação física, num passeio pedestre pelo territó- rio da freguesia de São João das Lampas. Foi quase exclu- sivamente por trilhos, alguns cheios de lama, desta fregue-

sia rural do concelho de Sin- tra, que, durante cerca de 10Km, as várias dezenas de participantes tiveram o privi- légio de se divertirem com as várias atividades lúdicas proporcionadas e de obser- var muita da riqueza natural (e não só) desta freguesia, como por exemplo a cascata da ribeira de Magoito (ainda desconhecida de muitos dos residentes locais), a duna

consolidada e as arribas de

calcários e margas de Magoi-

to

O

companhia muito boa e o

estado do tempo ajudou, a

ou a Armeria welwitschii.

Decorreu no dia 28 de Março, pelas 15:00, na Casa da Cultura Lívio Morais (Mira Sintra) o encontro “Matias Aires, 300 anos depois (O Homem, a Vida e a Obra)” organização dos

professores de Filosofia da Escola Secundária Matias Aires.

Começou com a sessão de boas vindas com a presença do Diretor do Agrupamento de

dinamizador foi excecional. As imagens, que valem mais

que 1000 palavras, ajudam

do

a

Parabéns pela iniciativa.

perceber o que se passou.

Escolas Agualva Mira Sintra Luís Henriques, o convidado Ex. mo Vereador Dr. Eduardo Quinta Nova e ainda o Presidente da Junta de Freguesia Agualva Mira Sintra, Arquiteto Carlos Casimiro.

Logo de seguida, a apresentação de um painel “Matias Aires - O Homem, a Vida e a Obra”

com o moderador Prof. José Antunes e os oradores Dr. Jorge Trigo, Dr. Rui Oliveira, Dr.

Miguel Real. Onde estiveram presentes alguns alunos e professores do Agrupamento de Escolas Agualva Mira Sintra e algumas pessoas relacionadas com a Junta de Freguesia. No final realizou-se um debate e as conclusões de todo o encontro.

 

Henrique Martins

Estagiários do Curso Profissional de Fotografia, da Escola Secundária Matias Aires

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JORNAL DE SINTRA SEXTA-FEIRA 7 DE ABRIL DE 2017

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SOCIEDADE

Exposição de José Afonso na Casa da Cultura Lívio de Morais em Mira Sintra

Inauguração da Exposição documental de José Afonso, na Casa da Cultura Lívio de Morais, em Mira Sintra, em 1 de Abril de 2017 e em homenagem ao 30.º aniversário da sua morte

de 2017 e em homenagem ao 30.º aniversário da sua morte A inauguração desta Exposição Docu-

A inauguração desta Exposição Docu- mental de Zeca Afonso, como era

conhecido, contou com a presença do Presidente da Associação José Afonso, Francisco Fanhais, do Presi- dente da União de Freguesias de Agualva e Mira Sintra, Carlos Miguel Nunes Casi- miro Pereira e do Professor Lívio de Morais; estes nos seus discursos focaram a per- sonalidade de José Afonso, como sendo uma pessoa sim- ples, encantadora e um amigo, sendo que esta exposição da sua obra é bem conhecida e admirada em Espanha, Fran- ça, Holanda, Alemanha,

Suiça, Suécia e Itália devido

a ser bem documentada, não

só possuindo os instrumen- tos musicais que o artista to- cava com destreza, como também focando todo o tra- balho de José Afonso na música, com a sua obra disco- gráfica que é vasta, como também na composição em verso das suas letras, sendo algumas destas letras apro- priadas ao período contur- bado que o nosso país atra- vessava, período da ditadura salazarista que terminou com

a Revolução dos Cravos, em

25 deAbril de 1974 e após isso

no período do pós-sala-

zarismo. Oriundo do Fado de Coimbra, Zeca Afonso foi uma figura central do movimento de re- novação da música portu- guesa que se desenvolveu na década de 1960 e se prolon- gou na década de 1970 tendo sido laureado pela Casa da

pela Câmara Municipal da Moita, Freguesia de Alhos Vedros. Muitas das suas can- ções continuam a ser grava- das por numerosos artistas portugueses e estrangeiros. Nesta Exposição Documental encontrará um pedaço da nossa história através da

encontrará um pedaço da nossa história através da Imprensa como o melhor compositor e intérprete de
encontrará um pedaço da nossa história através da Imprensa como o melhor compositor e intérprete de

Imprensa como o melhor compositor e intérprete de música ligeira, nos anos 1969, 1970 e 1971. Foi igualmente

homenageado pela Câmara Municipal de Lagos, pela Câmara Municipal do Porto e

harmonia musical dos seus versos e esta como compro-

vará, é digna de ser visitada.

A exposição estará aberta ao

público entre 1 e 30 de Abril

de 2017.

Carla Beltrão

ao público entre 1 e 30 de Abril de 2017. Carla Beltrão PUB. A Guerra Colonial

PUB.

A Guerra Colonial em debate – Olhares Cruzados

Prosseguindo com as ações culturais que têm sido a sua marca distintiva nos derra- deiros anos lectivos, mais uma vez a Escola Secundária de Mem Martins - ESMM (escola sede do respectivo Agrupamento de Escolas)

vai levar a cabo uma meritória actividade onde a História e

a actualidade se cruzam.

Desta vez o tema escolhido é

a Guerra Colonial e os diver-

sos olhares que o conflito de- sencadeia e potencia. Aliás, Olhares cruzados sobre a Guerra Colonial Portuguesa é, precisamente o nome da iniciativa cultural que se desenrolará em dois dias na Biblioteca escolar da ESMM. No primeiro, em 24 de abril, pelas 10 horas, haverá uma mesa-redonda com personali- dades que, de formas diversas, participaram na guerra: o escritor e ex-militar Carlos Matos Gomes dar-nos-á o ponto de vista do soldado,

Carlos Matos Gomes dar-nos-á o ponto de vista do soldado, a profª. Manuela Amoedo falar-nos-á como

a profª. Manuela Amoedo

falar-nos-á como ex-residente nas colónias e haverá ainda

o testemunho de uma esposa

de um ex-militar português que foi, durante vários amos, prisioneiro de guerra do PAIGC (movimento guerri- lheiro da Guiné-Bissau e Cabo Verde).

Já no dia 27 de abril, o olhar

sobre a guerra será diferente. Nesse dia, pelas 11.45 h. de- correrá a exibição do filme 20,13 – Purgatório, de Joaquim Leitão, uma película de 2006 na qual se abordam as vivências humanas de dois militares por- tugueses, tendo como pano de fundo a Guerra Colonial. Esta iniciativa, cujo mérito é desnecessário enfatizar, decorre no âmbito da disciplina de História, é promovida pela turma 11.º CSE2 e insere-se na semana das comemorações da Revolução de abril.

na semana das comemorações da Revolução de abril. PUB. 30.º ANIVERSÁRIO A SERVIR O PÚBLICO E

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A SERVIR O PÚBLICO E AO SEU DISPOR

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JORNAL DE SINTRA SEXTA-FEIRA 7 DE ABRIL DE 2017

SOCIEDADE

Alagamares / Bloco de Esquerda / Câmara Municipal de Sintra /Quercus

Em defesa da floresta no Parque Natural de Sintra Cascais

A marcação de milhares de árvores para abate em perí- metro florestal geridos pelo Instituto de Conservação da Natureza e Florestas do Par- que Natural Sintra-Cascais gerou um clima de preocu- pação e congregação de esforços de contestação tendo em vista a salvaguarda da flora existente. Estiveram na frente da con- testação ao abate das árvores previamente sinalizadas com

“auto de marca”, a Associa- ção Alagamares, O Bloco de

Esquerda e a própria Quercus.

A esta movimentação asso-

ciou-se a Câmara Municipal

de Sintra que pediu aos Mi-

nistros do Ambiente e da Agricultura para que seja anulado a decisão do corte, disponibilizando-se a intervir na avaliação com técnicos municipais. Segundo declarações de Ba- sílio Horta ao jornal “Público”

“o problema das árvores está ligado à Paisagem Cultural da Humanidade. Nada se deve

fazer que possa afectar as obrigações que temos em relação à UNESCO, nomea- damente quanto a árvores centenárias”. Aguarda-se uma directiva do Ministério da Tutela para anular a decisão do abate em causa.

da Tutela para anular a decisão do abate em causa. foto: quercus Comissão Europeia pretende restringir

foto: quercus

para anular a decisão do abate em causa. foto: quercus Comissão Europeia pretende restringir o uso

Comissão Europeia pretende restringir o uso de insecticidas prejudiciais às abelhas a partir de 2018

Segundo notícias vindas a público recentemente, a Co- missão Europeia pretende restringir no espaço comu- nitário o uso de alguns insecticidas prejudiciais às abelhas, em concreto os neonicotinóides, insectici- das de largo espectro, que são usados na prevenção, con- trolo e tratamento de várias culturas agrícolas contra organismos considerados prejudiciais. Aproposta a ser apresentada aos Estados- membros terá como objectivo a protecção das abelhas e dos serviços ambientais que estas prestam, e será baseada na avaliação de risco sobre pesticidas publicada no ano passado pela Autoridade Europeia para a Segurança Alimentar. Espera-se que a proposta provisória da Comissão Europeia seja apresentada até ao início do Verão e que, depois disso, seja alvo de um período de discussão e de contributos por parte dos diversos Estados-membros,

até se chegar a uma versão final nos meses seguintes. Caso a proposta seja aprova- da dentro deste calendário, entrará em vigor até ao início

de 2018.

Neonicotinóides e abelhas

a mistura explosiva

O

colapso das colónias de

abelhas nos últimos anos tem causado significativas baixas

nos efectivos dos apicultores em todo o Mundo e é um dos grandes problemas da actua- lidade, com reflexos muito significativos no Ambiente e

na actividade agrícola de que

dependemos. Estima-se que pelo menos 80% das culturas agrícolas mundiais necessi- tem de polinização para dar semente e só na Europa o

valor anual estimado dos polinizadores é de 22.000 milhões de euros. Para além de outros proble- mas com que as abelhas se deparam actualmente, tais

proble- mas com que as abelhas se deparam actualmente, tais Sintra mantém refeitórios escolares abertos durante

Sintra mantém refeitórios escolares abertos durante pausa escolar

A Câmara Municipal de Sintra vai manter os refeitórios escolares abertos durante o período de pausa letiva, que se iniciou esta quarta-feira. Sintra mantém 76 refeitórios escolares abertos, onde se estima virem a ser servidas 37 mil e 500 refeições para 92 escolas. Ao longo do ano letivo 2015/2016 foram servidos mais de 2 milhões e 500 mil almoços e 700 mil lanches diários. Durante este período da pausa letiva da Páscoa, os refeitórios estão também abertos a todos os familiares diretos dos alunos que pretendam usufruir deste serviço e tomar uma refeição.

como a varroa, a vespa asiática e a loque americana, os neonicotinóides conti- nuam a ser motivo de grande preocupação para os apicul- tores. Deste modo, têm sido desenvolvidos vários estu- dos científicos no sentido de comprovar que o colapso das colónias de abelhas, está tam- bém relacionado com a apli- cação destes insecticidas.

Assim, segundo a Autorida- de Europeia para a Segurança Alimentar, existem três neonicotinóides com elevado risco de toxicidade para as abelhas. Contudo, de uma for- ma geral, este grupo de insecticidas é particularmente perigoso para as abelhas, devido a ter uma acção sisté- mica na planta onde é utiliza- do. Com efeito, caso os neo- nicotinóides sejam usados, independentemente da fre- quência das aplicações, estes insecticidas estão sempre presentes em toda a planta, nomeadamente no néctar e no pólen, principais substâncias colectadas pelas abelhas e

armazenadas nas colmeias.

A

posição da Quercus

e

de Portugal

A

Quercus vem saudar a Co-

missão Europeia pela pro- posta de restringir no espaço comunitário o uso de alguns insecticidas prejudiciais às abelhas, em concreto os neo- nicotinóides, e espera que

exista força política suficiente para levar por diante esta proposta, enfrentando as muitas pressões da indústria

e dos fabricantes de pestici-

das. A Quercus é da opinião que já existem evidências suficientes que comprovam os impactes negativos dos neonicotinóides nos insectos polinizadores, e que não deve

existir margem de recuo

relativamente à sua proibição.

A Quercus espera igualmente

que sejam tomadas por parte

da Comissão Europeia outras

iniciativas firmes, que proí- bam ou condicionem forte-

mente a utilização de pesti- cidas de síntese com efeitos adversos no Ambiente, nos organismos vivos e na saúde

pública, e se aumente a veloci- dade de transição para méto- dos de Agricultura mais

responsáveis e sustentáveis, como é o caso da Agricultura Biológica. Portugal, que em 2013 de- monstrou uma posição muito débil relativamente a este assunto ao votar contra a proibição de três neonicoti- nóides muito tóxicos para as abelhas, terá agora a oportu- nidade de se redimir e mostrar

que pretende realmente pro- teger oAmbiente, a apicultura e a saúde humana. A Quercus apela pois ao Governo Portu- guês para que apoie, sem restrições, a proposta que irá ser apresentada pela Comis- são Europeia e, nesse senti- do, vote a favor da restrição

no espaço comunitário do uso de neonicotinóides. Preocupada com esta temáti- ca e com o declínio acentuado dos insectos polinizadores

autóctones na Europa e em Portugal em particular, a Quer- cus irá continuar a desen- volver em 2017 no território nacional, em colaboração com o Grupo Jerónimo Martins, a campanha “SOS Polinizadores”. Ao longo dos últimos três anos, esta cam- panha contou com diversos parceiros tais como a ADE- RAVIS e a APIMIL, e dina- mizou entre outras iniciativas, dezenas de acções de sensi- bilização junto de agricul- tores e da comunidade sobre o tema dos polinizadores, editou diversos materiais informativos sobre a impor- tância dos insectos poliniza- dores e tentou sensibilizar políticos e decisores para o peso decisivo que os insectos polinizadores, e as abelhas em especial, desempenham no nosso Ambiente e na economia nacional.

A Direção Nacional da Quercus - Associação Nacional de Conservação da Natureza

- Associação Nacional de Conservação da Natureza PUB. JORNAL DE SINTRA, 7-4-2017

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OPINIÃO

Bartolomeu Cid dos Santos – como tarda o seu legado a Sintra!

João Cachado

nhos, aguarelas e guaches, incluindo uma componente fotográfica de inestimáveis atractivos, além de obras de grandes artistas, amigos deste que foi um dos maiores grava- dores, mesmo a nível mundial. Maria Fernanda Paixão dos Santos, a viúva de Bartolomeu cuja atitude nunca será demais enaltecer, cede a Colecção ao

melhor assegurar os interesses da autarquia. Interessado que estava no processo, procurei inteirar-me, sempre confiando que se tratava de questões perfeitamente ultrapassáveis através de civilizado diálogo entre as partes e, perante o extraordinário interesse do acervo, ciente de que a autar- quia apenas deveria evidenciar

relevância. Voltemos ao Protocolo. Tendo- me preocupado com o anda- mento da questão, o mais que tenho conseguido saber é que continuam os obstáculos à re-

solução a contento. E a verdade

é que, não tendo feito quanto

seria necessário para levar a bom porto as negociações em questão, a Câmara Municipal de Sintra pôde instalar, à vontade, no edifício do Casino de Sintra, a galeria de artes Musa cujo insucesso é manifesto por falta de visitantes. Tudo isto acontece, afi-

nal, depois do período durante o qual ali esteve instalado o Sintra Museu de Arte Moderna-Colec- ção Berardo, sob direc- ção da minha querida e saudosa amiga Maria Nobre Franco, que ali apresentou memoráveis exposições, atraindo pú- blico que expressamente

se deslocava a Sintra pro- veniente das mais dife- rentes latitudes Entretanto, decorreram quatro frustrantes anos, de inconclu- sivas negociações. Ainda que

o nulo resultado dessas dili-

gências constitua o enquadra-

mento mais conveniente à manutenção do statu quo, uma explicação é devida. Por ela aguardamos odos quantos nos preocupamos com a vida cul- tural de Sintra.

E m 19 de Abril de 2013, na Quinta da Rega- leira, realizou-se a cerimónia pública e oficial da assinatura

do protocolo de cedência do valiosíssimo espólio de Bar- tolomeu Cid dos Santos ao Município de Sintra, nos termos de um acordo se- gundo o qual todo o acervo ficaria alojado no edifício do Casino de Sintra. Aquele emblemático es- paço que, em articulação com o Centro Cultural Olga Cadaval, constitui um dos mais interes- santes dispositivos de animação cultural, não só da Área Metropoli- tana de Lisboa mas tam- bém a nível nacional, ficaria quase totalmente

afecto à permanente exposição do espólio de

Bartolomeu Cid dos Santos. No edifício também funcionaria um arquivo que, concebido pelo próprio artista, se designa- ria como Centro de Gravura e Desenho Bartolomeu dos

Santos, onde as obras estariam gratuita e permanentemente acessíveis a estudiosos e artis- tas, nos termos de um adequa- do Regulamento Interno. Mais uma vez, importa referir que o espólio em apreço é um conjunto do maior interesse artístico, avaliado em cerca de quatro milhões e meio de Euros, é composto por cerca de 3.600 obras, entre gravuras, dese-

é composto por cerca de 3.600 obras, entre gravuras, dese- Bartolomeu Cid dos Santos: “Como tardam

Bartolomeu Cid dos Santos: “Como tardam a aceitar o meu legado!”

foto: público

Município de Sintra, pelo prazo de oito anos, renováveis por períodos sucessivos de quatro anos, se nada obstar à conti- nuação da vigência do Proto- colo.

Quem explica

o adiamento?

Recuemos cerca de quatro anos. Já com o actual executivo autárquico em funções ter-se- á verificado que algumas alí- neas do clausulado do aludido Protocolo necessitariam de reformulação no sentido de

o maior empenho. Não esqueçamos que nos referimos a um pólo cultural que, de acordo com as cara- cterísticas desenhadas, só tem paralelo com o que se passa em Cascais com o caso Paula Rego. Bartolomeu Cid dos Santos, tenho-o recordado amiúde, através de textos publicados no Jornal de Sintra e nas redes sociais, é um notável das artes plásticas a nível mundial cujo espólio foi objecto do maior interesse e, inclusive, disputa- do por autarquias nacionais e entidades internacionais de

[João Cachado escreve de acordo com a antiga ortografia]

[João Cachado escreve de acordo com a antiga ortografia] DIGA DE SUA JUSTIÇA Eventual encerramento da

DIGA DE SUA JUSTIÇA

Eventual encerramento da Esquadra da PSP Mira Sintra

Venho por este meio mos- trar o meu desagrado por vir a saber que a PSP de Mira Sintra está na iminên- cia de encerrar portas. Tentei obter mais informa- ção através dos policias daquela esquadra, que me disseram que ainda nada sabiam, mas que corre esse

rumor á algum tempo e que estará para breve. Entretanto vim a saber que já no inicio do mês de Abril a maioria dos elementos daquela esquadra vão para o Cacém e que o Comando de Lisboa pre- tende a breve prazo o encer- ramento daquelas instalações. Atendendo que Mira Sintra é

uma localidade com muitos idosos, acho muito errado que essas pessoas que lá moram e em locais em volta que eram patrulhados pela PSP de Mira Sintra fiquem agora sem esses esses elementos, que embora fossem escassos eram muitos úteis para a população idosa, que agora tem que se deslocar

para o Cacém para tratar desses mesmos assuntos. Apesar de não morar de momento em Mira Sintra, os meus familiares directos moram

e estou muito preocupada com

o

que vai suceder daqui para a

frente.

 

Rita Pinto

O Jornal de Sintra reserva-se o direito de editar, resumir, cortar e só publicar mensagens, cartas e e-mails de leitores devidamente identificados.

cartas e e-mails de leitores devidamente identificados. Assim vai, assim vamos Sintra, Portugal, Europa, Mundo –

Assim vai, assim vamos

Sintra, Portugal, Europa, Mundo – VII

Vítor Hugo Neto

D e 1 a 8 deste Abril, um evento lindo, pro- dutivo e estimulante: o Aqu’Alva Stória, um encontro internacional lusófono de conta- dores de histórias – tradicionais e novas,

porque tradição é precisamente inovação e

até vicariação em funcional continuidade – no Cacém (Casa da Marioneta, Agualva), na Casa da Cultura Lívio de Morais (Mira Sintra), no Auditório António Silva (Cacém), no Centro Cultural Carlos Paredes (São Marcos) e no Hipopómatos na Lua (Sintra, Biblioteca Municipal). Isto é cidadania ativa e proativa, é povo tomando em mãos a sua condição humana e cidadã. O verdadeiro progressismo. Vem irresistivelmente a propósito referir uma con- trastante tristeza: quando falam ou escrevem sobre lusofonia, as “elites políticas”, em clamorosa expo- sição involuntária das suas incapacidades, limitam o discurso à dimensão quantitativa demográfica, martelando e com verdade a tecla dos 240 a 260 milhões de falantes, mas nunca referindo os baixíssimos níveis de literacia, económico e de democraticidade que fazem da lusofonia a estrutura mais deficitária ou carente entre todas as grandes estruturas linguísticas mun- diais. Talvez porque estão bem instaladas, por enquanto, na penúria de, por enquanto, quase todos. Por exemplo, confirmante, 240 a 260 milhões de falantes não são 240 a 260 milhões de escreventes ou de leitores. Europa, E.U.A., Canadá, Austrália e Nova Zelândia são partes fundamentais da chamada Civilização Ocidental, aquela que motivou a Bertrand Rusell o comentário “it would be a nice idea” [seria uma boa ideia]. Vem por isso também a propósito referir a re-

cente publicação de Grande outra vez – Como devol-

ver a grandeza à Améria”,( Editorial Presença, Janeiro 2017), no original Great Again – How to Fix Our Crippled América, copyright de 2015, cujo autor é o empresário e político Donald Trump, agora presidente, há 3 meses, dos E.U.A. Se ele declara em título “Crippled” (avariada, escan- galhada) e propõe “Fix” (consrtar, arranjar) é porque reconhece publicamente o estado a que o seu país chegou e que foi, basicamente, a situação que o levou

à presidência. Sem antiamericanismos primários (à

esquerda e à direita) e sem proamericanismos primários (como no discurso de falsos amigos deles), a verdade

é que o mundo precisa dos EUA, como precisa da

Rússia, da China e de todos. Está muita coisa em jogo. Como contribuição portuguesa para a Trumpelogia (nova ciência paradoxalmente avessa a prognósticos

e futurologias) temos agora, Fevereiro de 2017, O

Pacto Donald – Trump: “Novo Contrato com a América” ou Fraude?, dito pela editora D. Quixote, em contra capa, “a primeira obra mundial sobre um fenómeno que dará que falar,

quer seja vitorioso até

2021, quer morra pelo

caminho”.

O autor, Nuno Rogei-

ro, discursante habi-

tual e escutado na imprensa e na televi- são, disponibilizou- nos aqui e agora mais de 400 páginas para estudo e reflexão. Obrigado. Parabéns.

A entropia aumenta, a ver vamos. Oxalá lá cheguemos.

de 400 páginas para estudo e reflexão. Obrigado. Parabéns. A entropia aumenta, a ver vamos. Oxalá

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SOCIEDADE

ACTIS – Universidade Sénior de Sintra, 25 anos de percurso

As Universidades Seniores de Sintra integram-se na realidade nacional

A s Universidades ou Academias Se- niores surgem em França, por inicia-

tiva do Prof. Pierre Vellas, da Universidade de Toulouse na década de 70 do séc.XX com o objetivo de criar uma estrutura cultural que proporcionasse aos mais velhos: partilha de conheci- mentos; aprendizagem de novos saberes; ocupação dos seus ócios e uma fonte de convívio humano que combatesse a solidão. A ideia rapidamente alastrou pela Europa, chegando ao nosso país em 1976, com a fundação da Universidade Internacio- nal da Terceira Idade de Lisboa. Em Portugal, o movimento teve um arranque lento e pou- co consistente, aumentando substancialmente nos últi- mos anos, passando de 18 Universidades ou Academias

últi- mos anos, passando de 18 Universidades ou Academias Sintra – representação de peça “O Doente

Sintra – representação de peça “O Doente Imaginário”, de Molière

Seniores em 2001, para 80 em 2006 e para mais de 300 nos dias de hoje. A vertente educativa foi maio- ritariamente encarada em Portugal como ensino não formal, sem fins de certifica-

ção, as organizações criadas não visam, em regra, quais- quer fins lucrativos benefi- ciando de maior ou menor apoio financeiro ou logístico das autarquias ou outras entidades locais. Os profes-

sores são voluntários, muitos deles também alunos de ou-

tras disciplinas e as inscri- ções ou propinas são rela- tivamente baixas. Em janeiro de 2005 foi constituída uma Associação de apoio às Academias e Universidades Seniores, a RUTIS, com sede emAlmeirim

e recentemente, a 20 outubro

de 2016, o Conselho de Minis-

tros, nos termos da alínea g) do artigo 199º da Constitui- ção, aprova em resolução (nº 76/2016) “Reconhecer a importância das academias designadas “universidades

seniores” como respostas socioeducativas que visam criar e dinamizar regular- mente atividades nas áreas sociais, culturais, do conhe- cimento, do saber e de con- vívio, a partir dos 50 anos de idade, prosseguidas por entidades públicas ou privadas, com ou sem fins lucrativos.”

A Universidade Sénior chega a Sintra em 1991

Em Sintra, no ano de 1990, um

grupo de pessoas da terra, foi identificando falhas culturais

e ocupacionais na área do en-

velhecimento ativo, amadure- cendo ideias evoluíram para

a constituição da que se veio

a chamar: Associação Cultu-

ral da Terceira Idade de Sintra-

ACTIS.

A ACTIS – Universidade

Sénior de Sintra, é uma asso- ciação particular sem fins lucrativos, constituída por escritura em Sintra, a 7 de ou-

tubro de 1991 e com os seus

Estatutos publicados no D.R.

de 30 de novembro do mesmo

ano e tem por fim a promoção cultural e a ocupação dos tempos livres dos seus asso- ciados.

Foi, na época, uma iniciativa visionária e arrojada, que contribuiu de forma marcante para este importante movi- mento cívico de âmbito nacio- nal que dá resposta a uma realidade que muitos tardam

a perceber e a dar soluções.

O êxito das Academias ou

Universidades Seniores, deve-se também ao facto de ser um tipo de organização simples e eficaz, que dá res- postas rápidas e sustentadas

a problemas sociais e de saú-

de, que faz um enquadra- mento culturalmente ativo de uma crescente população sénior e que é um local onde

se pode conviver e aprender.

Um local onde se pratica

o envelhecimento ativo

ACTIS tem mantido ao longo dos seus 25 anos uma cres- cente e regular atividade e funciona em dois locais: na Portela de Sintra (sede) desde

Matricularam-se ao longo deste ano letivo 647 associa- dos que, se distribuem pelas áreas/disciplinas que esco- lheram e ainda interagem em várias atividades e iniciativas musicais, gímnicas, teatrais, poéticas, visitas de estudo, palestras, entre outras. Sendo o objetivo central (artº 3 dos Estatutos) a promoção cultural e a ocupação dos tempos livres dos associa- dos. A ACTIS consegue ter

uma prática dinâmica onde é

possível fazer o “casamento” entre o social e a prendiza- gem, combater o isolamento dos idosos, promovendo novas amizades, fazendo despertar outros interesses e

gostos de vida, incentivando a transmissão e a troca de co- nhecimentos e saberes, mas também alertar para os ne- cessários cuidados alimenta- res e de manutenção da saúde. Todo este funcionamento é baseado em valores de traba- lho voluntário e solidário, que mostra um elevado espí- rito cívico dos associados em geral, com especial relevo para os professores, colabo- radores diretos e corpos sociais. Este trabalho e atividade foi recentemente reconhecido pela Câmara Municipal de

foi recentemente reconhecido pela Câmara Municipal de PUB. Fernando Figueira* 2001 e no Algueirão (polo) desde

PUB.

foi recentemente reconhecido pela Câmara Municipal de PUB. Fernando Figueira* 2001 e no Algueirão (polo) desde
foi recentemente reconhecido pela Câmara Municipal de PUB. Fernando Figueira* 2001 e no Algueirão (polo) desde
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foi recentemente reconhecido pela Câmara Municipal de PUB. Fernando Figueira* 2001 e no Algueirão (polo) desde
foi recentemente reconhecido pela Câmara Municipal de PUB. Fernando Figueira* 2001 e no Algueirão (polo) desde

Fernando Figueira*

2001 e no Algueirão (polo) desde 2010. Atualmente (2016/17) a

ACTIS tem uma oferta de 90 disciplinas ou atividades diversas, coordenadas por 73 professores, mestres, ou maestros.

Sintra, com a atribuição da Medalha de Mérito Municipal de grau prata, pelo serviço prestado em matéria de edu- cação, cultura e ação social à população do Concelho de Sintra e que nos foi entregue pelo senhor Presidente da

JORNAL DE SINTRA SEXTA-FEIRA 7 DE ABRIL DE 2017

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SOCIEDADE

CMS, Dr. Basílio Horta, na

sessão do nosso 25º aniver- sário (18 novembro 2016) no

“Ano do Envelhecimento Ativo”, há pouco mais de 4 anos, foram evidentes e vão

vez mais seniores para a

atividade física, para a marcha

a pé, a ginástica e a natação.

CC

Olga Cadaval.

obrigar a novas práticas e

Para conviver e criar novas

sicais seniores, que depois de

No

Concelho de Sintra, para

novos caminhos.

motivações e amizades. O que

além de múltiplas pequenas estruturas ou secções de apoio ocupacional sénior, tem vindo progressivamente a aparecer, ano após ano, prin-

Por isso estão agora a ser pre- paradas, debatidas e organi- zadas formas adequadas de fazer formação para seniores, por isso estão a ser revistos

dizer das tunas e grupos mu-

uma vida de trabalho, tem adquirido conhecimentos musicais e comprado milhares

cipalmente na faixa urbana do Concelho, outras Universi- dades Seniores: Queluz; Monte Abraão; Massamá; Cacém; Agualva-Mira Sintra,

Rio de Mouro. Mais recente-

mente, já zona rural, em S. João das Lampas.

Também existem várias Uni- versidades ou Academias Seniores nos concelhos à

e atualizados conceitos nas

áreas da geriatria, da anima- ção fisico motora, por isso se verifica a aplicação de cada vez mais medidas preventi- vas baseadas no envelheci- mento ativo das populações. No nosso país, as Univer- sidades Seniores foram e são uma resposta de base, em que setores ativos da população

de instrumentos e, que cru- zam o país em encontros e confraternizações várias? E as dezenas de milhar de bisnagas

e embalagens de tintas que

são utilizadas em artes e manualidades? Que enchem de orgulho os seus autores seniores com a descoberta de

“novas habilidades” após dezenas de anos de trabalho

a s d e a n o s d e t r a b a l

Queluz – 217 alunos – 30

professores

nossa volta: Amadora, Oeiras

- Não há no país família que

se organizam e planeiam

(várias), Cascais, Mafra,

objetivos, com recurso tanto

Odivelas e Loures. Já é voz

à

sua sensibilidade como aos

corrente dizer-se que:

não tenha alguém numa universidade sénior.

seus conhecimentos pes- soais académicos, técnicos ou ainda da sua experiência de vida, se organizam e inter-

ainda estão a analizar ou a dar

Impacto cultural, económico e sociológico das Universidades Seniores

vêm dando respostas práti- cas, percorrendo e descobrin- do caminhos, em áreas onde os poderes locais e centrais

um início de resposta.

É

Universiaddes Seniores,

vulgar a interação entre

Não é fácil contabilizar nas

Os

reflexos e consequências,

tanto em encontros temáticos

na

sociedade portuguesa e

ou musicais como em troca de

europeia, de um crescente envelhecimento da popula- ção e de uma consequente diminuição da população ativa, merece um sério apro- fundamento e mais estudos, pois irá obrigar a curto e

experiências e a RUTIS pro- move Conferências e debates com temáticas sobre a orga- nização e os problemas dos seniores.

áreas da saúde, do bem estar

médio prazo, a mudanças

e

da formação os enormes be-

profundas na organização económica, social e política dos estados.

nefícios e a “riqueza” criadas pela atividade das Univer- sidades e Academias Senio-

As fragilidades detetadas,

por técnicos e académicos,

nos debates e abordagens do

res.

O que é facilmente visível é a

aceitação por parte de cada

nas suas profissões.

As Universidades Seniores e a preservação de valores culturais e tradicionais

A presença de pessoas com

larga experiência de vida neste tipo de organizações que, valorizam a troca de expe-

riências e saberes, permite um desenvolvimento natural da recolha de memórias, de “como a minha avó me ensi- nou a dar este ponto”, de estudo do “bordado de Cas- telo Branco”, das técnicas da pintura do tradicional azulejo, da defesa de instrumentos musicais em extinção, como

as “sarroncas” ou mesmo a

“viola braguesa” utilizadas nos nossos grupos musicais. Não podemos no entanto esquecer que estamos num Concelho muito populoso e

multicultural, daí se sentir o peso da cultura urbana.

e multicultural, daí se sentir o peso da cultura urbana. Massamá e Monte Abraão – 430
e multicultural, daí se sentir o peso da cultura urbana. Massamá e Monte Abraão – 430
e multicultural, daí se sentir o peso da cultura urbana. Massamá e Monte Abraão – 430

Massamá e Monte Abraão – 430 alunos – 70 professores – mais de 50 disciplinas lecionadas

A ACTIS prepara

o próximo ano de actividade

Até junho, encerra o ano letivo, com várias aulas, visitas de estudo, ensaios, atuações musicais e teatrais. Os momentos altos vão ser o tradicional almoço de fim de ano e a EXPOACTIS, onde vão ser expostos trabalhos

das atividades realizadas ao longo do ano e que vai ser o encerramento do nosso 25º aniversário. Ao longo do verão teremos várias iniciativas ocupacio- nais e culturais mais soltas e de entretenimento e todo o trabalho de preparação do novo ano. As inscrições para o próximo ano letivo na ACTIS vão acontecer em meados de se-

tembro, os horários, as disci- plinas e atividades estarão disponíveis durante o mês de agosto, tanto no “site” como nas instalações da Univer- sidade.

*Fernando Figueira Presidente da Direção da ACTIS

tanto no “site” como nas instalações da Univer- sidade. *Fernando Figueira Presidente da Direção da ACTIS

PUB.

tanto no “site” como nas instalações da Univer- sidade. *Fernando Figueira Presidente da Direção da ACTIS

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JORNAL DE SINTRA SEXTA-FEIRA 7 DE ABRIL DE 2017

SOCIEDADE

Análises Clínicas

Cintramédicaabre novo Posto de Colheitas na Tapada das Mercês

novo Posto de Colheitas na Tapada das Mercês Reforçando a aposta num serviço de qualidade e

Reforçando a aposta num serviço de qualidade e proximidade

junto de toda a população sintrense, a Cintramédica abriu dia 3 de Abril, segunda-feira, um novo posto de colheitas na Tapada das Mercês.

A abertura deste novo espaço permite à Cintramédica alargar

a sua capacidade de resposta e disponibilizar um serviço mais

completo a todos os sintrenses. Neste novo posto os clientes

podem realizar as suas análises clínicas e electrocardiogramas, marcar exames e consultas para a Cintramédica e fazer o levantamento dos resultados.

O novo posto está situado na Avenida Miguel Torga, principal

avenida da localidade, em frente à estação da CP.

O posto da Tapada das Mercês é apenas um dos vários que a

Cintramédica abriu em todo o concelho de Sintra. Os outros novos postos situam-se em Mem Martins, Várzea de Sintra, Cacém, Rio de Mouro, Mira-Sintra, Albarraque, Pobral e Ericeira.

Rio de Mouro, Mira-Sintra, Albarraque, Pobral e Ericeira. Pedro Barroso em concerto no Olga Cadaval Nascido

Pedro Barroso em concerto no Olga Cadaval

Nascido em Lisboa cedo se mudou para Riachos, próximo do Entroncamento , na zona Centro do país, Pedro Barroso volta- ria a Lisboa para estudar e conhecer Odette Saint Maurice,

com quem, desde muito cedo viria a fazer teatro radiofónico e

a compor canções. Em 1969 estreia-se no programa da RTP,

“Zip, Zip” e um ano depois publica o primeiro disco “Trova- Dor”.

A convite do encenador Carlos Avillez ingressa no Teatro

Experimental de Cascais, onde , entre 1970 e 1974 foi ator, músico e cantor e após o 25 de Abril participou em campanhas de divulgação cultural impondo-se com o seu estilo de comunicação direta que desde cedo cativou o público. Autor vivo e de um discurso vigoroso mas sensível é quase sempre o poeta e compositor das suas obras, preferindo os concertos ao vivo onde evoca temas que sempre foram a sua

marca : a Mulher, o Mar, a Natureza, a Solidariedade. o Amor

e a Portugalidade.

Ao longo destes quase 50 anos de atividade deixou uma memória de tempos de luta e resistência por valores relacio-

nados com a Democracia e Liberdade e hoje continua a ser solicitado para concertos em que a sua capacidade de comunicador frontal, estabelece sempre uma especial e calorosa relação de intimidade com a assistência e que agora esta sexta feira 7 de Abril certamente

se vai repetir durante

o espetáculo a partir

das 21,30 h no Centro Cultural Olga Cadaval onde o cantautor

vai apresentar o mais recente trabalho “Música e Palavras”, mas onde não vão faltar os seus mais conhecidos temas. José Carlos Azevedo

faltar os seus mais conhecidos temas. José Carlos Azevedo PatrimónioRural – Arecuperação dos Lavadouros de

PatrimónioRural – Arecuperação dos Lavadouros de Alvarinhos

Em setembro de 2016 a co- munidade (saloia) de Alva- rinhos, da atual União de Freguesias de São João das Lampas comemorou os 60 anos da 1.ª exposição etno- gráfica da região saloia do concelho de Sintra. Uma das iniciativas propostas foi a elaboração de um roteiro que

incluísse a visita a vários lo- cais emblemáticos desta al- deia, que é considerada ainda como uma verdadeira comu- nidade. Um dos locais suge- ridos foi o dos Lavadouros da localidade. Na altura a sua limpeza teve o contributo da junta de freguesia, e durante

o evento foi muito interes-

sante a dinâmica criada à vol-

ta deste local. Muitas histó-

rias se ouviram, pois há de- zenas de anos, principal- mente à segunda-feira, era aqui que funcionava o jornal local. A junta de freguesia per- cebendo a relevância deste local prometeu a sua recu- peração, o que está a aconte- cer agora. É bom prometer e cumprir, o que deveria ser sempre assim. As obras têm despertado a curiosidade dos residentes que têm passado por lá para verem com os próprios olhos. De acordo com a lei em vigor a gestão, conservação e promoção da limpeza de balneários, lava-

conservação e promoção da limpeza de balneários, lava- tico de infinita riqueza. Este património, que urge

tico de infinita riqueza. Este

património, que urge preser- var, deverá funcionar como motor de desenvolvimento deste território. Reconhecer o valor do passado, proteger e valorizar o património rural, torná-lo conhecido, acessível e interativo com as popula- ções das aldeias rurais é uma tarefa indispensável à manu- tenção dos equilíbrios ecoló- gicos, à preservação da au- toestima e do desenvolvi- mento económico, social e cultural. Esta tarefa incumbe, não só à junta de freguesia, mas também às populações que deverão ter orgulho no património existente no seu território. O seguinte testemunho ela-

aldeia.

A roupa era transportada à

cabeça num alguidar e na anca levava-se a “joalheira” feita em madeira para as mulheres

se ajoelharem e evitarem molhar-se. Fazia-se a “barrela” que con- sistia em por a roupa numa cesta de vime chamada “jiga”. Punha-se a roupa às camadas com cinza e cascas de ovos desfeitas e água quente. Fica-

va toda a noite e de manhã

bem cedo ia lavar-se e por a corar no pasto existente junto aos lavadouros. À tardinha ia-se passar por água e esten- dia-se no mato da casinhola da “ti Catita” em cima dos tojos ou nas paredes de pe-

dra junto aos lavadouros. Se

e dentro de um alguidar pu-

nha-se a roupa a clarear. Por vezes essa água era partilhada por mais mulheres para tirar

as nódoas da sua roupa.

Entretanto a “barrela” caiu em desuso e passou a fazer-se “sabonária” que era água quente com os bocadinhos de sabão que iam ficando dos quadrados de sabão com que

se lavava a roupa. Iam-se

deixando dentro do saco do sabão e depois aproveita- vam-se todos os bocadinhos. Os lavadouros de Alvari- nhos, no início, eram consti- tuídos por quatro tanques. Mais tarde foram divididos e passaram a seis. Havia tan-

que para a roupa branca, para

a roupa de cor e para passar.

que para a roupa branca, para a roupa de cor e para passar. douros e sanitários
que para a roupa branca, para a roupa de cor e para passar. douros e sanitários

douros e sanitários públicos

é uma das competências da

junta de freguesia, por isso a junta faz bem em cumprir o que lhe compete. Também, de acordo com a mesma lei, compete à junta administrar e conservar o património da freguesia. Sendo esta uma união de freguesias com um valiosíssimo património rural, incluindo estes lavadouros e

a mina adjacente, é com

satisfação que se vê a junta a valorizar o seu território. No território desta união de fre- guesias, que são verdadei- ramente rurais, há, sem dú- vida, um património cultural, edificado, natural e paisagís-

borado por Manuela Louro e

seus pais (ti Tomé e ti Rosá- ria) é de um valor que se considera incalculável, pois demonstra o que foi a vivên- cia da população rural de Alvarinhos, como o de mui- tas outras populações de aldeias rurais do nosso país. Antes da construção dos lavadouros em Alvarinhos as mulheres iam lavar a roupa

ao rio de Carvalhal, aos ria- chos, ou nas pias existentes junto aos poços que havia nos quintais. Construídos há mais de 70 anos foram durante muitos anos o local onde se lavou a roupa dos habitantes desta

estes locais estivessem ocu- pados trazia-se a roupa no

alguidar à cabeça e estendia-

se nas paredes junto às casa.

A ti Rosária (mulher do ti

Tomé e mãe da Manuela) estendia quase sempre na pa- rede da Rua da Laginha que dantes se chamava “Esna- guita” da ti Quintas. No inverno, para acabar de enxaguar a roupa, aproveita- va-se o calor do forno a lenha onde se tinha cozido o pão. Deixava-se a roupa em cima

do forno durante a noite e de

manhã estava seca.

Antes de haver lixívia usava-

se o “cloreto”. Punha-se den-

tro de um trapo branco atado

Se houvesse tapetes, passa- deiras ou sacas para lavar tinha de se escolher o tanque

com a água mais suja e no fim

de lavar a pessoa despejava

e limpava o tanque. Geral-

mente fazia-se ao fim da tarde para o tanque encher durante

a noite.

O caminho de acesso aos

lavadouros foi durante muito tempo estreito e de piso irre-

gular. Era difícil trazer a roupa

à cabeça mais a joalheira de

lado e ver onde se punha os pés sem tropeçar. Atualmente já não são utili- zados pela população de Alvarinhos.” Henrique Martins

JORNAL DE SINTRA SEXTA-FEIRA 7 DE ABRIL DE 2017

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DESPORTO

Campeonato Distrital da 1.ª Divisão da Associação de Futebol de Lisboa – AFL

Mem Martins SC a uma vitória de ser promovido à Honra

Ventura Saraiva

A quatro jornadas do final do campeonato, o Mem Martins Sport Clube pode festejar antecipadamente a conquista de campeão da Série 2, e correspondente subida à Divisão de Honra na próxima época. Com a vitória (4-0) sobre o Operário FCL, no passado, dia 2, a equipa de Fernando Rodrigues voltou aos 10 pontos de vantagem sobre os “Bês” do Atlético que perderam nos Olivais. O jogo em Palma de Baixo no próximo domingo, dia 9, frente ao Palmense, pode ser o da consagração, ficando a festa reservada para o dia 23, na recepção ao Fontainhas de Cascais…

N a jornada 22, do Cam- peonato Distrital da 1.ª Divisão da AFL-Série 2, o Mem Martins Sport Clube

recebeu no Campo Muni- cipal da Quinta do Recanto, o Operário Futebol Clube de Lisboa, equipa a precisar de pontos para escapar definitivamente dos lugares de despromoção. A jogar a favor do vento que soprava-ainda assim- com alguma intensidade, a turma lisboeta conseguiu na primeira meia hora de jogo ser a equipa mais ofen- siva, obrigando o conjunto orien- tado por Fernando Rodrigues a re- cuar bastante e a precisar de todos os sentidos apurados. Aos poucos, o Mem Martins foi subindo no terreno e nos lances em profundidade conseguia chegar perto da baliza adversária. Uma excelente jogada pelo lado esquer- do conduzida por Cunha, terminou com um remate certeiro, inaugu- rando o marcador. Em desvantagem, os visitantes ficaram assim mais expostos aos contra-ataques do emblema sintrense e chegaram ao 2-0, por intermédio de Nélson, e 3-0, por Edi Monteiro. Uma vantagem que de alguma forma consolidava o marcador para o segundo tempo, acabando Nélson por bisar na

partida ao fazer o 4-0.

Belas cai para penúltimo lugar. Agualva perde e aguenta-se

Nos restantes jogos da jornada, o Clube Desportivo de Belas perdeu em casa com o Palmense (2-3), e caiu para o penúltimo lugar da classifi- cação, começando a perder terreno para os lugares acima da chamada linha d’água. Também o Ginásio 1.º de Maio de Agualva saiu derrotado no campo do Domingos Sávio (2- 1), e baixou para o 8.º lugar, aguentando-se na zona, mais ou menos tranquila da tabela, embora sem grandes certezas quanto ao futuro. Na próxima jornada (dia 9), recebe a equipa da Torre (Cascais), e o CD Belas desloca-se ao terreno do Fontainhas.

Série 1: Negrais vence (3-0), Recreios Desportivos do Algueirão

Foi uma jornada de golos na Série 1, com os dois candidatos à subida a golearem os seus adversários. O

candidatos à subida a golearem os seus adversários. O Claúdio Cunha (25) esgueira-se ao adversário para

Claúdio Cunha (25) esgueira-se ao adversário para inaugurar o marcador na Quinta do Recanto

líder, Sacavenense-B, (9-1), A-dos- Cunhados, e Jeromelo (7-1), à UD Recreio. Em Negrais, e no dérbi concelhio, a equipa onde joga Marco Caneira, venceu o Algueirão

por 3-0, e mantém-se na luta pelo 2.º lugar que dá direito à promoção directa, e a 3 pontos do Jeromelo que soma menos um jogo, e que recebe na derradeira jornada. Na

foto: ventura saraiva

ronda do próximo dia 9, joga no campo da Juventude Castanheira, e

o Algueirão recebe o Sacavenense-

B.

Castanheira, e o Algueirão recebe o Sacavenense- B. Campeonato de Portugal-fase de Subida – Zona Sul;

Campeonato de Portugal-fase de Subida – Zona Sul; Torreense, 0-Real SC, 2

Eficácia nos lances de bola parada vale três pontos

António José

N o arranque da se- gunda volta do Cam- peonato de Portugal, o Real SC, deslocou-

se a Torres Vedras para defrontar o Torreense, tendo vencido por claros 0-2, num encontro pautado pelo equilíbrio, com o ataque foras- teiro mais eficaz na concre- tização final. A equipa da cidade de Queluz, deu seguimento ao seu mo- mento de boa forma somando quatro vitórias consecutivas, e mantém o segundo posto a dois pontos do líder Fátima. Num campo bastante compli- cado para os adversários, foi o Real a criar a primeira ocasião de golo por Allef (29´), que isolado, fez um chapéu, valeu

na circunstância o central Welinton, quase na linha fatal, tirar o esférico. Na sequência de um canto directo, os visi- tantes abrem o activo por Matheus Leal, com algumas culpas para o guardião da casa. No recomeço, Pedro Bonifácio, esteve perto de restabelecer a igualdade. O Real, sentenciou o encontro, após um livre directo aponta- do por Jorge Bernardo, aos 84´.Neste domingo, dia 9, em Monte Abraão, o Real recebe a formação açoreana do SC Praiense. Resultados 8ª jornada - Zona Sul: SC Praiense, 1 SG Saca- venense, 0; Louletano, 2 SC Farense, 2; Torreense,0 Real SC, 2; Clube Operário Lagoa,

0 CD Fátima, 4. Classificação:

1º CD Fátima, 16; 2ºs. SC

Praiense e Real SC, 14; 4º Torreense, 11; 5º SC Farense, 10; 6º SG Sacavenense, 9; 7ºs. Louletano e Clube Operário Lagoa, 6. Próxima jornada (9ª). Jogos às 16h00): Real SC - SC Praiense; SG Sacavenense - Louletano; SC Farense - Clube Operário Lagoa e CD Fátima- Torreense.

Fase Manutenção/ Descida- Resultados e classificações

Oriental Lisboa, 3 Mineiro Aljustrelense, 1; Armacenen- ses, 0 GS Loures, 3; Fabril Bar- reiro, 2 Casa Pia AC, 4, Sin-

trense, 3 SP. Viana Alentejo, 1. Classificação: 1º Casa Pia AC,

26; 2ºs GS Loures e Sintrense, 23; 4º Oriental Lisboa, 21; 5º Mineiro Aljustrelense, 16; 6º Armacenenses, 13; 7º Fabril Barreiro, 9: 8º SP. Viana Alen- tejo, 5. Próxima jornada (09.04):

Casa Pia AC - SU Sintrense. Série “H”: Lusitano VRSA, 2 Barreirense, 0; Moura, 1 CD Pinhalnovense, 0; Atlético CP, SAD, 2; 1º Dezembro, 3; Al- mancilense, 2 AT. Malveira, 1. Classificação: 1º Lusitano VRSA, 23; 2º Moura, 21; 3º SU 1º Dezembro,17; 4º CD Pinhal- novense, 16; 5º Almancilense, 15; 6º At. Malveira, 13; 7º Barreirense, 10; 8º Atlético CP, SAD, 8. Próxima jornada (9ª): 1º Dezembro - Almancilense.

Campeonato Distrital Pró Nacional da AFL

Lourel vence em Oeiras (0-1) e sai de zona perigosa

Um golo de Vitaly Buza já em período de descontos foi ouro sobre azul para a equipa orientada por Paulo Oliveira que assim venceu um adversário directo-Associação desportiva de Oeiras- na luta pela manutenção no principal campeonato da Associação de Futebol de Lisboa. Com os três pontos conquistados, o Sporting Clube de Lourel saiu da zona perigosa da classificação, sendo agora 9.º classificado (29 pontos), embora com mais um ponto que os outros clubes que estão acima da linha d´água, Cacém, Carregado e Musgueira. No campo do Tojal, o Atlético do Cacém somou mais um ponto (1-1), e mantêm-se na linha vermelha, na véspera de receber o líder, Pero Pinheiro, o jogo grande da jornada do próximo domingo, dia 9. A equipa da capital do mármore vem de um empate caseiro (0-0), com o Linda-a- Velha SC, e ficou com apenas 3 pontos de vantagem sobre o 2.º, Alta de Lisboa. Já o Sporting de Lourel recebe o Atlético do Tojal, equipa que soma o mesmo número de pontos do conjunto leonino.

VS

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JORNAL DE SINTRA SEXTA-FEIRA 7 DE ABRIL DE 2017

DESPORTO

Futsal – Nacional da 2.ª Divisão; Sporting Vila Verde, 4-UP Venda Nova, 2

Andé e Drula nos golos da tarde mágica

Ventura Saraiva

A três jornadas do final do campeonato (2.ª Fase), o Sporting Vila Verde deu um passo importante na manutenção, ao derrotar em casa, a União Progresso da Venda Nova, por 4-2. O jogo do dia 1 (sábado) ficou registado na memória dos espectadores pelos golos de grande magia de André e Drula, só possíveis em jogadores de gabarito técnico.

M esmo desfalcado de algumas unidades indi- viduais e que têm sido titularíssimos, como os

casos do guarda-redes, Sérgio Alves, e o “universal”, Dino, ausências ainda para mais agrava- das com a lesão do “pivot” Ma- puata no decorre do primeiro tempo da partida, o Sporting Vila Verde conseguiu levar de vencido o em- blema forasteiro, também ele inte- ressado nos três pontos em disputa de modo a fugir dos lugares de des- promoção. Com a derrota, o clube da cidade da Amadora, ficou com a sua missão mais difícil dada a diferença pontual para a equipa sintrense que é agora de 10 pontos, quando ficam a faltar apenas três jornadas para o final

Capitão Drula abre o activo com golo de calcanhar

Entrou mais activa e poderosa a equipa da Venda Nova que por via dessa acção ofensiva, obrigou os leões a recuar, e com Paul Barreto a ser posto à prova com excelentes

e com Paul Barreto a ser posto à prova com excelentes foto: ventura saraiva André e

foto: ventura saraiva

André e Drula – golos mágicos na vitória sobre a UPVN

intervenções. Aos poucos, as ini- ciativas foram sendo alternadas, junto de uma e outra baliza, até que a 42 segundos do final do primeiro tempo, Drula de costas para a baliza visitante, foi rodando, iludindo dois

adversários, e de calcanhar fez um golo de magia, inaugurando o mar- cador. No segundo tempo, André elevaria para 2-0 (27 minutos), e aos 40’, e já depois de a UPVN ter reduzido, de-

ixou os espectadores de olhos arregalados ao executar “um cha- péu” de grande recorte, para o 3-1, bastando um minuto para o 4-1, com a equipa visitante a apostar o tudo- por-tudo com o guarda-redes avan-

çado. Ainda assim, chegou ao 4-2, insuficiente para colocar em causa a merecida vitória do Vila Verde que alinhou com: Paul Barreto; Carlos Monteiro, Isma, André, e Bruno Ba- tista (cinco inicial); Drula, Mapuata, Gonçalo Lourenço, Tchino, Pedro Covas, e Fragata (gr).

Gonçalo Lourenço, Tchino, Pedro Covas, e Fragata (gr). MTBA empata (4-4) na AMSAC. Jogo com Marítimo

MTBA empata (4-4) na AMSAC. Jogo com Marítimo é decisivo

Em Santo António dos Cava-

leiros, e frente ao líder – AMSAC

– , o Grupo União MTBA empatou

a quatro bolas, ainda assim, um

mal menor para a equipa das 4 Aldeias que tem amanhã, sábado, dia 8, um jogo decisivo com os insulares do Marítimo que somam mais 3 pontos e ocupam um dos 4 lugares de acesso directo à ma- nutenção. O jogo é ás 18h00 no pavilhão de Bolembre.

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JORNAL DE SINTRA SEXTA-FEIRA 7 DE ABRIL DE 2017

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DESPORTO

Terrugem – Santa Susana e Pobral-Dias 8 e 9 de Abril

3.º Torneio de Voleibol Feminino e Caminhada

Ventura Saraiva*

Organizado pelo Clube Alto dos Moinhos Vólei, realiza-se este fim-de- semana, dias 8 e 9 de Abril no pavilhão de Santa Susana e Pobral, e na Escola Básica Alto dos Moinhos, na Terrugem, o 3.º Torneio de Voleibol Feminino de Sintra.

P ara além da presença das equipas anfitriãs (AMV) de Minis, Ini- ciadas e Cadetes, vão

marcar presença, as equipas da Lusófona Volei- bol, Academia Atlântico, Maristas Carcavelos, Centro Voleibol Lisboa, Clube Na- cional Ginástica, Clube Re-

creativo Piedense, Sport Lis- boa e Benfica, EB S. Gonçalo, Clube Futebol “Os Bele- nenses”, Ginásio Clube Por- tuguês, ES Madeira Torres, Escola Pedro Eanes Lobato, sendo no total a participação

dia de amanhã (sábado), no pavilhão da Escola Básica do Altos dos Moinhos na Terru- gem. Já os de Iniciadas no sábado (dia 8) e do escalão das Cade- tes no domingo (9) vão de- correr entre o horário das 9h00 e as 20h30 no pavilhão Gimnodesportivo de Santa Susana e Pobral. De referir também, que a or- ganização do torneio, a cargo do Clube Desportivo de Altos dos Moinhos Vólei, atra- vés de apoios e patrocí- nios vai conseguir oferecer almoços volantes e lanches a todos os participantes, assim como prémios de presença.

nis” estão marcados para o

Para os primeiros três clas- sificados de cada escalão serão entregues troféus. Os adeptos da modalidade e público em geral que se des- loque ao pavilhão, para as- sistir ao torneio, vão encon- trar um bar aberto durante todo o horário do evento com bebidas e comidas, e um quiosque do AMV com arti- gos desportivos e brindes alusivos ao voleibol.

Caminhada de 7 Km no dia 9 (domingo)

No dia 9 (domingo) o AMV vai organizar-se uma cami- nhada com cerca de 7 Km a

de

300 atletas.

Os

jogos do escalão de ”Mi-

a de 300 atletas. Os jogos do escalão de ”Mi- Torneio do AMV reune três centenas

Torneio do AMV reune três centenas de jogadoras dos escalões de Minis, Cadetes, e Iniciadas

partir das 9h30, com saída e chegada ao Pavilhão de San- ta Susana e Pobral. As ins- crições são efectuadas no local até as 9h15, e o valor da inscrição são 4,00€ por pes- soa. Para famílias ou equipas com 3 elementos o valor são

foto: js / arquivo

10,00€, com direito a 1 Agua, 1 Peça de fruta, e um lenço de pescoço AMV. O evento conta com o apoio da Câmara Municipal de Sintra, União das Freguesias de São João das Lampas e Terrugem, Escola Básica de

Alto dos Moinhos da Terru- gem, Restaurante D. Pedro Guedes I na Terrugem, pais e familiares das atletas do Alto dos Moinhos Vólei.

*Com AMV

familiares das atletas do Alto dos Moinhos Vólei. *Com AMV Futsal – Final Four da Taça

Futsal – Final Four da Taça AFL – Dias 14 e 15

JOMA garante presença em Arruda

A equipa de seniores masculinos da Juventude

Operária de Monte Abraão-JOMA, garantiu a presença na final four da Taça Associação de Futebol de Lisboa em Futsal que se vai realizar

nos dias 14 e 15 de Abril, no pavilhão desportivo

de Arruda das Vinhos.

O emblema presidido por João Pedro Cardoso vai

ter um adversário de peso na semi-final (embora

seja do mesmo campeonato distrital), ao defrontar o Estoril Praia, clube sensação da Taça de Portu-

gal, onde garantiu a presença na “final oito”. No outro jogo, o Clube de Futebol Sassoeiros, clube com pergaminhos na modalidade, defronta a União Desportiva Corvos XXI, colectividade lisboeta do Campo Grande. Nos Quartos-de-final, realizados no dia 24, a JOMA eliminou o Sporting Clube do Livramento (3-1 (, o Estoril Praia, Oficinas de São José Futsal (8-2, após prolongamento), o Sas- soeiros (4-1), Ribamar, e Os Corvos XXI, foram ao recinto do Murches (Cascais) vencer por 3-5. VS

Hóquei em Patins – Nacional da 2.ª Divisão

Campeonato está de volta no sábado dia 8

Após um interregno devido à realização dos 1/8 de final da Taça de Portugal, está de volta o Campeonato Nacional de Hóquei em Patins da 2.ª Divisão-Zona Sul, com o Hockey Club de Sintra, a receber a Biblioteca de Instrução e Recreio-B.I.R., um adversário difícil, ape- sar do posto que ocupa na classificação, sendo penúltimo. O encontro está marca- do para amanhã, sábado (dia 8) com início

às 18h00, no pavilhão de Monte Santos. Recorde-se que na ronda do dia 25 de Março, o Sintra empatou (2-2), em Campo de Ourique. A classificação é liderada pela Física de Torres (43 pontos), seguida pela AD Oeiras, com 40. O HC Sintra, manteve o 10.º lugar, agora com o total de 19 pontos, mais 4, que o CACO que está abaixo da linha de manutenção. VS

que o CACO que está abaixo da linha de manutenção. VS PUB. REFEIÇÕES ECONÓMICAS E PETISCOS

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estimados Clientes, Colaboradores, Fornecedores e Amigos A TASCA DO MANEL Gerência: Manuel Rodrigues Lopes Largo Dr.

A TASCA DO MANEL

Gerência: Manuel Rodrigues Lopes

Largo Dr. Virgílio Horta, n.º 5 (Junto à Câmara) 2710-630 Sintra • Telef. 219 230 215

JOSÉ DE ALMEIDA RIBEIRO Deseja uma Páscoa Feliz a todos os estimados Clientes, Colaboradores, Fornecedores

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Travessa da Lapa, Pav. 15 CABRIZ – 2710-118 SINTRA (Por trás do Curral dos Caprinos) Telef. 21 924 22 07 • Telem. 96 802 45 76

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SEDE: Rua da Oliveira, 1 – Aldeia Galega 2705-416 S. João das Lampas - SINTRA Telef. 21 961 85 94 - Fax 21 961 85 80 Telem 96 40 59 106 / 96 58 04 826

FILIAL 1: Rua Moínho de Fanares, 10 2725-394 Mem Martins - SINTRA Telef. 21 921 43 40 - Fax: 21 926 01 34

FILIAL 2: Rua Visconde d’Asseca, n.º 25

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O Seu café junto ao apeadeiro da Portela de Sintra

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R. Dr. António José Soares, 12 – 2710 SINTRA 21 923 14 59

14 JORNAL DE SINTRA SEXTA-FEIRA 7 DE ABRIL DE 2017

SOCIEDADE ALMANAQUE ALMANAQUE ANIVERSÁRIOS TELEF. URGÊNCIAS Os assinantes são parte importante nesta e em
SOCIEDADE
ALMANAQUE
ALMANAQUE
ANIVERSÁRIOS
TELEF.
URGÊNCIAS
Os assinantes são parte importante nesta e em qualquer publicação
periódica. Desde sempre, vêm assumindo não só a expressão de
apoiantes como de fiéis leitores, a quem, naturalmente, estamos gratos.
Por ocasião de mais um aniversário natalício e porque as relações
de cooperação têm base afectiva, o JS apresenta, aos assinantes
abaixo mencionados, sinceros parabéns.
Urgência
Centro de Saúde de Sintra
Hospital Amadora/Sintra
G.N.R. (Sintra)
PSP
Polícia Municipal
SMAS
E.D.P
Turismo - Est. de Sintra
Câmara Municipal de Sintra
Centro Regional Seg. Social
Tribunal Judicial de Sintra
112
21
924 77 70
21
434 82 00
21
325 26 20
21
765 42 42
21
910 72 10
Sexta-feira, 31 de Março – Ana Isabel Rodrigues Pires, de Fontanelas, Maria de
Jesus Duarte, Edite Corvo Mendes Pereira Forjaz, Maria Albertina Raio Martins, da
Várzea de Sintra, Ema Justina dos Santos Vicente, de Manique de Cima, Maria
PalmiraMonteiroGermano,deAlbogas,MariaJoãoLourençoFrancisco,deSintra;
Valdemar Correia da Silva, Francisco Caetano Baptista, Albano Duarte Martins, de
Albogas, José Augusto Duarte Caneira, de Santa Susana.
800
204 781
805 506 506
21
924 16 23
21
923 85 00
808
266 266
21
910 48 00
Viasacra
Sábado, 1 de Abril– Susana Emanuel Santos da Conceição Costa Marques, de
Carnaxide, Virgínia Cid, de Lisboa, Maria João Ferreira Magro Jacinto, de Rio de
Mouro, Susete Figueiredo Torres, da Praia da AdragaMaria do Céu Ribeiro Albu-
querque; Domingos V. Caracol, de Bolembre, José da Silva Santana, de Mem
Martins, Lourenço António Torres, da Praia da Adraga,José Marcos, de Odrinhas,
Norberto de Almeida Martins, de Mem Martins, Nuno Carlos Baptista Mendes, de
S. Pedro de Sintra, Vasco Fontaínha da Fonseca, de Vila Verde.
Bombeiros Voluntários
Agualva-Cacém
Algueirão-M. Martins
Almoçageme
Belas
Colares
Montelavar
Queluz
21
914 00 45
No dia 29 de março o Re-
21
922 85 00
21
928 81 71
gimento de Artilharia Antia-
érea N.º 1 (RAAA1) realizou
21 431 17 15
21
929 00 27
a Via Sacra da Diocese das
21
927 10 90
Forças Armadas e Forças de
Domingo, 2 – Maria Emília d’Oliveira, Alda Maria Henriques Vieira, Elvira Morgado
Miguel, do Ral, Amélia Maria Ferreira da Costa, Maria Benvinda de Carvalho, Paula
Matias Louro, Maria de Lurdes de Sousa Pinho Guilherme, de Campo, Caldas da
Rainha; Manuel Pereira de Macedo, António Manuel Carrasqueira da Costa Mar-
tins,dePeroPinheiro,RodrigoOliveiraGomes,LuísManuelAnicetoHenriques,de
Mem Martins, António José de Castro Simões, João Manuel Amaro Nabais, de
Montelavar, André Filipe Saraiva Louro.
21
434 69 90
Segurança.
São Pedro de Sintra
Sintra
21
924 96 00
21
923 62 00
Segunda-feira, 3– Libânia Maceira Clemente, Vanda Clara Figueiredo, de Lourel,
Rosa Cassona Feliciano, dos Negrais, Maria Clara da Silva Rodrigues Silveira Dinis,
de S. Pedro de Sintra, Filomena Tomás Correia; João Marques, Diogo Coelho, da
Espaço Cidadão - Sintra
Rua Dr. Alfredo Costa, Sintra
Tel: 21 923 85 50 - Fax: 21 923 85 51
Linha Azul: 21 924 16 86 - 2ª a 6ª feira das 9h
às 16h30 (aberto à hora do almoço)
Esta celebração tão carate-
rística da Quaresma, foi pre-
sidida por Sua Excelência
Reverendíssima o Bispo das
Forças Armadas e Forças de
Segurança D. Manuel Linda
e contou com a presença do
Pernigem, Manuel Pires Albano, de Aljezur, Vitor Manuel d’Almeida Mota, de
Colares, Manuel de Jesus Franco, de S. João do Estoril e Paulo José Tomás Correia,
Pedro Alexandre Figueiras Pardal, de Pero Pinheiro e Miguel Ângelo Casmarrinha.
Terça-feira, 4 – Maria Carolina Alves, de Morelena, Suzette Conceição da Silva
Baptista,OlindadaSilvaMoreira,MariaManuelaMansoMartins,deTorresVedras,
FARMÁCIAS
Maria Emília da Silva Lourenço, de Lourel, Inês Miriam Casmarrinha; Júlio Simões
Ventura, António Fernandes dos Santos Badajoz, do Mucifal, Carlos dos Santos
Ferreira, de Rio de Mouro, José Carlos da Graça Rodrigues, de Queluz, Domingos
JosédaCostaDuarteCondeço,deCortegaça,CarlosAlbertoMoreiradaCosta,de
Nafarros, Richard Batista; Marco Bruno Alves Martins Jaco, de Godigana.
DE SERVIÇO
Sexta-feira, 7 de Abril: Almargem,
Cavaleira, Algueirão (219622835); Queluz,
Queluz (214365849); Garcia, Cacém
Quarta-feira, 5 – Maria Helena Baptista Silvério, de Morelena, Virgínia de Jesus
Costa,deRibeiradeSintra;JoãoRodrigues,JaimeLemosReis,ArmandoGonçalves,
de S. Pedro de Sintra.
(219142181).
Quinta-feira, 6– Maria Teresa Pimenta Camocho Antunes, Josefina Silva Sousa
FreireCurado,dasLameiras,MariadoCarmoFerreiraMorgadoRegueira;Eugénio
Martins,FranciscoManueld’OliveiraCostaJúnior,MárioSimões,deValedeLobos,
João Silveira Dinis, de S. Pedro de Sintra, Manuel Francisco da Silva Cavalheiro, de
Godigana.
Sábado, 8: Riomouro, Rinchoa (219169200);
Neves, Massamá Norte (214389010); Araújo e
Sá, Cacém (219140781).
Domingo, 9: Ouressa, B. Ouressa, Mem
Martins (219207594); André, Queluz
(214350043); Guerra Rico, Cacém (219138003).
Sexta-feira, 7–JoanaIsabeldaSilvaEsteves,AldaIreneMatiasdosSantos,Margarida
Amélia da Costa, Hortense Susana Alexandre, de Odrinhas, Maria Eugénia Duarte
Colaço Gomes; cap-tenente Armando José Ferreira Marques, Eduardo Miranda
Galrão, da Maceira, Frederico Almeida Garrett, João Manuel Almeida Garrett,
Álvaro Arraias Neto, de Pexiligais, Abel Lopes, de Vila Verde, Paulo Jorge Inácio
Pantana, de Nafarros.
Segunda-feira, 10: Serra das Minas, Serra
das Minas (219171216); Portela, Monte Abraão
(214377619); Rodrigues Garcia, Cacém
Presidente da Assembleia
Municipal de Sintra, Domin-
gos Quintas, os Presidentes
das Uniões de Freguesias de
Queluz e Belas e Massamá e
Monte Abrão, respetivamen-
te Paula Alves e Pedro
Oliveira Brás.
Estiveram igualmente pre-
sentes os Párocos das Paró-
quias de Queluz, Massamá e
Monte Abraão bem como
numerosos paroquianos.
As quinze estações dispos-
tas em redor da parada do
Regimento, foram guarneci-
das por militares do Regi-
mento.
Os cânticos foram executados
pelo coro da Banda do Exér-
cito contribuindo de forma
significativa para o brilho da
celebração.
No final da celebração foi ser-
vido um lanche na messe de
Sargentos, proporcionando
momentos de convívio e de
proximidade entre os militares,
o RAAA1 e a comunidade
civil.
(219138052).
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Sábado, 8 – Maria Margarida de Oliveira Mateus Franco, de Janas, Helena Maria
Romão, de Lisboa, Isabel de Jesus de Sousa, de Sintra; Honorato Manuel Chilreira,
de Pero Pinheiro, Manuel Augusto Costa, de Montelavar, José António Ribeiro e
Cunha, António Loureiro, do Cacém e João Manuel Lopes Peres, do Algueirão
Velho, Raul Alexandre Mechas Jacinto, de Vila Verde.
Terça-feira, 11: Rodrigues Rato, Algueirão
(219212038); Azeredo, Pendão (214350879);
Campos, Cacém (219180100).
JORNAL DE SINTRA, 7 DE ABRIL DE 2017
P
ROPRIEDADES
E MPREGO
A
UTOMÓVEIS
D IVERSOS
S OCIAL
O BRIGATÓRIAS
N ECROLOGIA
Domingo, 9– Violinda Garcia Medina Bravo, da Figueira da Foz, Celestina Ferreira
daSilva,doAlgueirão,ReginaVieiraCardosoHomem,MercêsMariaBastodeSousa
Pinto, de Lisboa, Maria de Fátima de Jesus Pereira Domingos; Luís António Ribeiro
Mesquita, Orlando Rodrigues Pires e António Casinhas de Macedo, de Sintra.
Quarta-feira, 12: Silveira, Mem Martins
(219229164); O’Neil Pedrosa, Massamá
(214307407); Caldeira, Cacém (219147542).
PRECISA-SE Empregada Balcão/Café. Zona da Terrugem. Urgente. 965557980.
OFEREÇO-ME para Servente/Electricista. Zona de Sintra. Disponibilidade Imediata. 218074471.
Segunda-feira, 10 – Rita Santana, de Lisboa, Juveniana Maria Guilherme Ventura;
Fernanda Lino Campos Alcobia, do Algueirão; Ana Elisabeth Monteiro da Silva
Ferreira, de Albogas, Helena Viseu França, de Almoçageme, D. Maria Luisa Costa
Rodrigues, de Galamares, Maria da Luz Duarte Nunes de Carvalho, do Mucifal;
Carlos José Conceição Nascimento, Abílio Grácio Vicente, Manuel Zanatti Aralla
Pinto.
Quinta-feira, 13: Marrazes, Estefânia,
Sintra (219230058); Correia, Queluz
(214350905); Mira Sintra, Mira Sintra
PROCURO estúdio ou T1 de preferência Azenhas do Mar ou Praia das Maçãs. 219106831.
(219138290).
NECROLOGIA - JORNAL DE SINTRA, 7/4/2017
PUB. JORNAL DE SINTRA, 7/4/2017
Sintra
Terça-feira, 11 – Fiona E. Morais Soares, Maria Augusta Morais Ribeiro, Maria
Augusta Henriques Vieira, de Sintra, Adelina Mendes da Silva Luz, Maria Leonor
Martins Tomás Félix, Célia Maria Vivas Grilo, de Morelena, Rosália Maria Gairifo
Dias, de Bolembre, Olinda Pereira Ribeiro; Manuel Vicente Jerónimo, de Pero
Pinheiro, Domingos Miguel de Oliveira, de Fontanelas, Carlos Alberto de Jesus
Pereira, do Algueirão e Mário Rui Gairifo Dias, de Bolembre.
Tribunal Judicial da Comarca de Lisboa Oeste
Participação de Falecimento
eAgradecimento
Juízo Local Cível de Sintra - Juiz 5
Palácio da Justiça – Av. General Mário Firmino Miguel, 2 - 2714-556 Sintra
Telef. 219100500 - Fax: 211545157 Mail: sintra.judicial@tribunais.org.pt
Quarta-feira, 12– Sónia Cristina Gonçalves Saraiva, Ana Filipa Braz Costa, do
Algueirão,DeolindaMariaDuarte,deCampoRaso,MariaFilomenaAmaraldaSilva,
do Cacém, Oliva dos Santos Joaquim, de Almargem do Bispo, Dulce Luisete
Henrique Gomes, de Pero Pinheiro, Maria Isabel Marques Monteiro, Maria Ma-
dalena de Almeida Fernandes, de Lisboa; arquitecto António João Medina Mouz-
inho, Armindo de Jesus Coelho, de Vila Verde, Luís António de Sousa Figueiredo,
da Rinchoa e Nuno Miguel Inácio Pantana, de Nafarros.
Processo:
Referência: 105915597
Interdição/Inabilitação
5640/17.6T8SNT
Data: 23-03-2017
ANÚNCIO
O
Mm.º Juiz de Direito Dr. Pedro Miguel Ferreira Lopes, do Juízo Local Cível de
Sintra – Juiz 5 – Tribunal Judicial da Comarca de Lisboa Oeste:
Faz-se saber que foi distribuída neste tribunal, a ação de Interdição/Inabilitação
em que é requerido Miguel Amadeu Rodrigues Macedo, nascido a 1 de Maio de
1995, natural da Freguesia de S. Sebastião da Pedreira, Lisboa, filho de José António
Sua filha, neta e bisnetos, par-
ticipam o falecimento do seu
ente querido, ocorrido no dia
31 de Março de 2017, e agra-
decem reconhecidamente a
todos quantos o acompa-
nharam, ou que de outra forma
lhes manifestaram o seu pesar.
Quinta-feira, 13 – Ângela Maria S. Nunes, de Almargem do Bispo, Joaquina Urmal
Casinhas, de Montelavar, Josefina de Jesus Tomás, das Lameiras, Isabel Maria
PereiraForjaz,AliceInêsBastoKrohndeBaère,doPorto,MariaMargaridaRodrigues
Vicente, de Lourel, Maria Luísa de Almeida Fernandes, de Lisboa, Helena Rute
Caetano Figueiredo, de Godigana; Virgílio José dos Santos Dâmaso , Joaquim de
Oliveira Fernandes, do Mucifal e Paulo Rodrigo Pereira Goulart Gomes, de Carnaxide,
Celestino Isidoro Pardal.
Vara Lopes Macedo e Ana Maria Gonçalves Rodrigues, com residência em: Rua D.
Maria I, 1 R/C Frente, Massamá Norte, 2065-660 Belas, para efeito de ser decretada
a
sua interdição por anomalia psíquica.
O Juiz de Direito,
Dr. Pedro Miguel Ferreira Lopes
Júlio Lourenço
dos Santos
A Oficial de Justiça,
Alina Baunites Lima
A Funerária de São João
das Lampas
Quintino e Morais
Sintra – Algueirão – Mem Martins
Telefone 808 201 500 - 219618594

JORNAL DE SINTRA SEXTA-FEIRA 7 DE ABRIL DE 2017

15

ROTEIRO

Informações para esta página: tel. 219 106 831, fax 219 106 838 ou E-Mail: jornalsintra@mail.telepac.pt

Agualva – Exposição de Carla Beltrão, de 10 a 30 de abril, nas instalações da junta de Freguesia em Agualva

Agualva – Exposição de Carla Beltrão, de 10 a 30 de abril, nas instalações da junta
TEATRO

TEATRO

Monte Abraão – “Capitão Miau Miau” Onde: Espaço Teatroesfera Quando: Até Junho. Sáb. 16h; Dom. 11h. Onde: Espaço Teatroesfera Telef. 932490509

Sintra – “Espontâneo 2017” Quando: 20 a 23 abril, 21h30 Onde: Auditório Acácio Barreiros Centro Cultural Olga Cadaval

Sintra – “Os Maias” de Eça de Queirós pela Éter - Produção Cultural Quando: 28 abril, 22h. Onde: Auditório Jorge Sampaio Centro Cultural Olga Cadaval

Fontanelas – “Recordar é Viver”, revista à portuguesa pelo Grupo Jovem do Teatro de Fontanelas e Gouveia Quando: Sábados às 21.45 e

domingos às 16.30. Reservas:

969192321

EXPOSIÇÕES

EXPOSIÇÕES

Sintra – “Lugar”, Exposição de fotografia de Filipe Romão Quando: Até 30 de abril Onde: MUSA - Museu das Artes de Sintra. Telef. 965233692

Sintra – “A possibilidade de um cinzento luminoso”, expo- sição de pintura de Daniel Fernandes Quando: Até 25 de abril. Onde: MU.SA – Museu das Artes de Sintra

Sintra – “À Superfície” Exposição de desenho de Catarina Lopes Vicente Quando: Até 25 de abril Onde: MU.SA – Museu das Artes de Sintra

Sintra – “Cândido na Sala da Clarabóia”, Exposição de

escultura Quando: Até 23 de abril Onde: MU.SA – Museu das Artes de Sintra

Sintra – “I’ve seen it all befo- re”, exposição de pintura de Hugo Palma Quando: Até 28 de abril Onde: Galeria Municipal - Casa Mantero

Mira Sintra – Exposição Do- cumental de José Afonso Quando: Até 30 de abril Onde: Casa da Cultura Lívio de Morais

Queluz – Exposição dos Artesãos Nuno e Anabela Justino Quando: Até 7 de Maio Onde: Espaço Cultural/Sede do GAVE (Grupo de Artistas Vale de Eureka

MÚSICA

MÚSICA

Sintra Pedro Barroso

“Música e Palavras” Quando: 7 de abril, 22h. Onde: Auditório Jorge Sampaio Centro Cultural Olga Cadaval

Sintra – Geraencontros - Um Projecto Orquestra Geração Quando: 9 abril, 17h. Onde: Auditório Jorge Sampaio Centro Cultural Olga Cadaval

Sintra – Miguel Araújo Quando: 21 abril, 22h. Onde: Auditório Jorge Sampaio Centro Cultural Olga Cadaval

Sintra – Concertos para Bebés Quando: 30 abril, 10h e 11h30 Onde: Auditório Jorge Sampaio Centro Cultural Olga Cadaval

Sintra – “Olga Prats & Convidados” Quando: 5 maio, 21h30 Onde: Auditório Jorge Sampaio Centro Cultural Olga Cadaval

Sintra – “Win Mertens” Quando: 6 maio, 21h30 Auditório Jorge Sampaio Centro Cultural Olga Cadaval

CINEMA

CINEMA

CINEMA CITY BELOURA Shopping: 219247643 6 a 12 Abril “A Bela e o Monstro” VO, na sala 1, às 11.10h, 19.10h. “A Bela e o Monstro” VO, na sala 2, às 13.30h, 16h, 18.40h,

21.30h.

“A Bela e o Monstro” VP, na sala 1, às 13.50h, 16.30h. “A Bela e o Monstro” VP, na sala 5K, às 11.25h, 18.30h. “Ghost in the Shell: Agente do Futuro”, na sala 1, às 21.50h,

00.10h.

“Ghost in the Shell: Agente do Futuro”, na sala 5K, às

14.05h.

“Ghost in the Shell: Agente do Futuro”, na sala 7, às 15.35h, 17.45h. “Lego: Batman - O Filme” VP, na sala 2, às 11.15h. “O Fundador”, na sala 2, às 00.10h. “Juntos para Sempre”, na sala 3, às 11.20h, 13.30h, 15.30h, 17.40h, 19.40h, 21.40h, 23.50h.

“Ladrões com muito Estilo”, na sala 4, às 11.20h, 13.20h,

15.20h.

“Ladrões com muito Estilo”, na sala VIP8, às 17.40h, 19.35h, 21.35h, 23.45h. “Smurfs: A Aldeia Perdida” VP, na sala 4, às 17.20h. “Smurfs: A Aldeia Perdida” VP, na sala 5K, às 16.20h. “Smurfs: A Aldeia Perdida” VP, na sala 6, às 20.05h. “Smurfs: A Aldeia Perdida” VP, na sala VIP8, às 11.30h, 13.40h, 15.40h. “Kong: A Ilha da Caveira”, na sala 4, às 19.20h. “Dois é Uma Família”, na sala 4, às 21.45h, 00.15h. “Dois é Uma Família”, na sala 6, às 13.05h, 15.25h, 17.45h. “Vida Inteligente”, na sala 5K, às 21.45h, 23.55h. “100 Metros”, na sala 6, às

21.55h.

“Logan”, na sala 3, às 00.05h. “Power Ranger”, na sala 7, às 13.10h; 00.25h. “Lion - A Longa Estrada para Casa”, na sala 7, às 19.55h. “Moonlight”, na sala 7, às

22.10h.

televisão

A coruja, essa ave de rapina

N em sempre estive de acordo com José Pacheco Pereira. Quando era mais miúdo (?) achei que aquela mudança de um partido de inspiração maoísta e da fundação de uma coisa chamada

Clube da Esquerda Liberal, para o PPD-PSD era uma coisa terrível – como se as pessoas não pudessem mudar de clube, apaixonar-se por outra pessoa… Depois, finalmente, cresci e Pacheco Pereira passou a ser uma referência. Sobretudo quando em 2004 foi nomeado em- baixador de Portugal na UNESCO e, um mês após a divul- gação de que iria ocupar este cargo, quando se soube que Santana Lopes iria substituir Durão Barroso como primeiro- ministro, se demitiu por não querer ficar na dependência funcional de um governo que pretendia criticar.

O seu programa “Ponto Contraponto” estreou em 2009, com emissão às 21h30 na SIC Notícias mas, ao longo dos últimos sete anos foi sendo empurrado cada vez para um horário mais tardio.

Actualmente, o programa de 15 minutos sobre comunicação social (escrevia a SIC Notícias na descrição do programa que “Ponto Contraponto” é “Um programa de opinião sobre aquilo que nos faz ter opinião: a comunica- ção social. Os media, os jornais, as rádios, os blogues, os livros, a televisão.”) estava a ser emitido à 1h30 da madrugada, o que motivou as mais duras críticas por parte do comentador. Este domingo, o “Ponto Contraponto” chegou ao fim e Pacheco Pereira “apagou-se” a si próprio do ecrã. Pelo caminho ficam as habituais e muito irónicas saudações aos “noctívagos”, ao “povo da noite”, “às aves nocturnas”, aos “amigos do escuro”, “irmãos da insónia”, à “gente que só vê o que quer ver”, aos “príncipes das trevas”, etc, etc, que é como quem diz, aos telespectadores daquele programa tão tardio. Sem esquecer outras aves nocturnas (e de rapina) de que todos os animais fogem. As corujas.

C omo digo, o programa ainda está (à hora a que vos escrevo) assinalado na grelha da SIC Notícias como tendo transmissão semanal ao domingo à 1h30: mas na verdade o programa de comentário de Pacheco Pereira sobre jornalismo e media,

intitulado “Ponto Contraponto”, viu o seu último episódio ser transmitido este último domingo. Sem explicar as razões para o fim do programa, Pacheco Pereira conduziu o episódio em formato de contagem decrescente (até falou de Julius Oppenheimer e do zero) e acabou por dizer que o programa iria “migrar para outras bandas, possivelmente com melhorias”.

D epois agradeceu a toda a equipa técnica e de

produção que, ao longo dos últimos anos, esteve por detrás do programa de 15 minutos, agradeceu

SIC e a António José Teixeira, e, no final, “apagou

à

o cenário”, ficando visível apenas a sua figura e o

fundo verde do estúdio. “O cenário já desapareceu e agora vou-me apagar a mim próprio, despedindo-me com um até breve”, disse, deixando as luzes apagarem-se.

T endo estreado em Junho de 2009, o espaço de opinião semanal de Pacheco Pereira era definido pelo próprio como “um programa de opinião sobre aquilo que nos faz ter opinião: a comunicação

social. Os media, os jornais, as rádios, os blogues, os livros, a televisão”. Mas as sucessivas alterações ao nível da programação da SIC Notícias foram empurrando aquele curto programa para horários casa vez mais tardios, o que fez com que Pacheco Pereira começasse (quase) todos os programas com saudações irónicas aos seus telespectadores:

os mais fiéis porque, àquelas horas, só vê de facto quem quer ver, dizia. E a gente via: porque não é preciso estarmos sempre de acordo com Pacheco Pereira para o considerarmos uma voz indispensável no panorama crítico português.

Bernardo de Brito e Cunha

Bernardo de Brito e Cunha

N a grelha da SIC Notícias para o próximo domingo já se pode ver o pro- grama “Os Europeus”

agendado para a 1h30, depois da supressão de “Ponto Contraponto”. Pacheco Pereira, contudo, continua a ser comenta- dor residente do programa de

comentário político “Quadratura do Círculo”, transmitido à quinta-feira às 23h.

 

HÁ DEZ ANOS ESCREVIA

«Falo de uma rubrica – não é mais do que isso, porque a

SIC não quer

– que aparece integrada no “Jornal da Noite”

e que dá pelo nome sugestivo de “Livro de Reclamações”.

A

rubrica não tem nada a ver com a defesa do consumidor,

a

não ser que entendamos os nossos filhos como

consumidores daquilo que lhes damos ou não. Tem um psicólogo a acompanhar as “queixas” das crianças e as “desculpas” dos pais, se for o caso: mas já estou a esticar- me. Para a semana falamos disto. E como estamos em maré de ameaças, vai daqui um viva para os Gato Fedorento, que no domingo fizeram o seu programa vestidos de meninos da Mocidade Portuguesa, ainda resquícios da

vitória de Salazar no programa “Grandes Portugueses”. Confesso que não vi o programa todo: havia, noutro canal, um Benfica-Porto que podia alterar a classificação do campeonato – mas que saiu mijarete e tudo como dantes, quartel-general em Abrantes.»

(Esta crónica, por desejo expresso do seu autor, não respeita o novo Acordo Ortográfico.)

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RUI FERNANDES

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