Manual do Professor

História
em sala de aula
Ensino Fundamental 6o ao 9o ano
7o ano

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Sumário

Apresentação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3

Mapa de conteúdos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4

Matriz de habilidades . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 6

Caderno 1 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 8
Unidade 1 – A Idade Média: formação da Europa feudal . . . . . . . . 9
Unidade 2 – O mundo medieval além da Europa: África e Ásia . . 13

Reprodução proibida. Art.184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998.
Caderno 2 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 17
Unidade 3 – As transformações no sistema feudal . . . . . . . . . . . . 18
Unidade 4 – Renascimento e Reforma Protestante . . . . . . . . . . . 21

Caderno 3 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 24
Unidade 5 – A chegada dos europeus à América . . . . . . . . . . . . . . 25
Unidade 6 – A colonização da América . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 29

Caderno 4 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 32
Unidade 7 – A organização econômica e social do Brasil colonial . . 33
Unidade 8 – Os holandeses e os jesuítas no Brasil colonial . . . . . 37

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Apresentação
Caro professor,

O Sistema UNO de Ensino elaborou o manual que você tem em mãos de ma-
neira minuciosa e planejada, com o objetivo de auxiliá-lo no planejamento de suas
aulas, explorando todas as possibilidades e potencialidades do nosso material.

Em cada disciplina, o manual do professor traz orientações detalhadas sobre
as propostas das unidades desde o início, com a identificação do conhecimento
prévio do aluno sobre o que será estudado, passando pela teoria e finalizando
com uma série de atividades que procuram valorizar o repertório do aluno no pro-
Reprodução proibida. Art.184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998.

cesso de ensino-aprendizagem.

Como diferencial da coleção, o programa “Trabalhando habilidades”,
presente em todas as disciplinas, vai auxiliá-lo a ampliar o
conhecimento do aluno de forma natural e gradual, ajudando-o a
aprimorar o desenvolvimento de habilidades que lhe serão úteis
durante o ciclo final do Ensino Fundamental e também no
Ensino Médio.

O manual do professor do Sistema UNO de Ensino
deve ser utilizado como uma ferramenta, encorajando
a parceria entre conteúdo e agentes do aprendizado,
com o objetivo principal de contribuir para um
processo de educação permanente, de participação
social e de consolidação da cidadania.

Boa aula!

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Mapa de conteúdos

TEORIA E ATIVIDADES

Unidade Abertura Capítulos

1. A Idade Média: formação Estamentos sociais na Idade 1. A decadência do Império Romano do Ocidente, 292
da Europa feudal Média 2. A formação do reino franco, 302
3. O feudalismo, 308
4. A cultura na Europa feudal, 318
Atividades, 298, 314, 323

2. O mundo medieval além O islamismo 1. As origens e a expansão do islamismo, 330
da Europa: África e Ásia 2. A consolidação do islamismo nos séculos X a XIV,
337
3. A África dos grandes reinos, 348

Reprodução proibida. Art.184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998.
Atividades, 340, 356

3. As transformações no As cidades medievais 1. O crescimento do comércio e das cidades, 276
sistema feudal 2. Mudanças na Europa: economia, sociedade e
política, 284
3. A formação dos Estados nacionais na Europa
ocidental, 291
Atividades, 280, 297

4. Renascimento e A Terra é redonda? 1. O Renascimento, 306
Reforma Protestante 2. As igrejas protestantes e a Contrarreforma, 317
Atividades, 313, 324

5. A chegada dos europeus Tchocolath, a bebida dos deuses 1. As Grandes Navegações, 292
à América 2. As civilizações da América pré-colombiana: maias,
incas e astecas, 300
Atividades, 306

6. A colonização da Choque de culturas 1. O domínio espanhol na América, 314
América 2. A América portuguesa: a colonização do Brasil, 320
Atividades, 324

7. A organização O engenho e seus moradores 1. Açúcar: o principal negócio da colônia, 268
econômica e social do 2. Escravidão e resistência, 278
Brasil colonial
3. A vida nos engenhos, 282
Atividades, 274, 285

8. Os holandeses e os Visão holandesa do Brasil 1. A União Ibérica e a ocupação holandesa no Brasil
jesuítas no Brasil colonial, 294
colonial 2. A religiosidade no Brasil colonial, 300
Atividades, 302

* Para a descrição das habilidades relacionadas, consulte a matriz geral de habilidades neste manual.

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310 O trabalho do historiador.610 de 19 de fevereiro de 1998. H5 Controvérsias sobre o “descobrimento”. 332 Habilidade Tenochtitlán: a capital asteca ou o H2 “umbigo do mundo”. 332 Habilidades Do livro impresso ao livro virtual. 306 H1. Um mapeamento da cidade medieval. 308 Habilidades O Forte Orange. Art. SEÇÕES ESPECIAIS Programa da disciplina Programa de habilidades* Leitura de texto e imagem Fazendo história Trabalhando habilidades Fortalezas e residências. 362 Habilidades As mil e uma noites. 330 A situação dos quilombolas. 302 A pintura renascentista.indd 5 2/19/11 7:45:01 PM . 360 Reprodução proibida. 330 H3. 298 Os túneis de Copán. 326 A arte islâmica. 346 H3. H11 A mesquita: local de oração.184 do Código Penal e Lei 9. H11 5 Manual história 7º ano . 290 Três visões sobre a escravidão.

C  ompreender a produção e o papel H11 – Identificar registros de práticas de H12 – Analisar o papel da justiça histórico das instituições sociais. como instituição na organização das econômicas. associando-as aos diferentes sociedades. H26 – Identificar em fontes diversas o H27 – Analisar de maneira crítica reconhecendo suas interações no espaço processo de ocupação dos meios físicos as interações da sociedade com o em diferentes contextos históricos e e as relações da vida humana com a meio físico. políticas e grupos sociais no tempo e no espaço. instruções. U  tilizar os conhecimentos históricos para H21 – Identificar o papel dos meios de H22 – Analisar as lutas sociais e compreender e valorizar os fundamentos comunicação na construção da vida social. de conceitos. de padrões de procedimento e traduz. 4. e os extrapola. aspectos históricos e(ou) geográficos. Entender as transformações técnicas e H16 – Identificar registros sobre o papel das H17 – Analisar fatores que explicam tecnológicas e seu impacto nos processos técnicas e tecnologias na organização do o impacto das novas tecnologias de produção. no processo de territorialização da conhecimento e na vida social. interpreta problemas. poder entre as nações. Compreender as transformações dos H6 – Interpretar diferentes representações H7 – Identificar os significados espaços geográficos como produto das gráficas e cartográficas dos espaços histórico-geográficos das relações de relações socioeconômicas e culturais de geográficos. Compreender os elementos culturais que H1 – Interpretar historicamente e/ou H2 – Analisar a produção da memória constituem as identidades. geograficamente fontes documentais acerca pelas sociedades humanas. grupos. 3. * O texto na cor preta indica as habilidades trabalhadas neste ano.184 do Código Penal e Lei 9. específicos. favorecendo às mudanças nas legislações ou nas uma atuação consciente do indivíduo na políticas públicas. C  ompreender a sociedade e a natureza. conflitos e movimentos sociais. levando em consideração geográficos. Matriz de habilidades* Novo ENEM – Ciências Humanas I. Reprodução proibida. poder. sociedade. conquistas obtidas no que se refere da cidadania e da democracia. Compreensão de fenômenos 1.610 de 19 de fevereiro de 1998. Domínio de linguagens II. produção. de aspectos da cultura.indd 6 2/19/11 7:45:01 PM . no desenvolvimento do trabalho e/ou da vida social. o texto na cor cinza indica habilidades trabalhadas em outros anos do Ensino Fundamental ou trabalhadas apenas no Ensino Médio. 5. Art. IDENTIFICAR E INTERPRETAR EXPLICAR Principais verbos Progressão do domínio cognitivo Domínio cognitivo Conhecimento: memorização de fatos Compreensão: imprime significado. 2. Manual história 7º ano . 6. paisagem. A matriz geral de habilidades contempladas 6 no Ensino Fundamental do 6o ao 9o ano consta no Manual Geral desta disciplina.

as várias formas de uso e apropriação dos pelas novas tecnologias à vida social e espaços rural e urbano. sobre situação ou fatos de ou ambientais ao longo da história. políticos. ESTABELECER RELAÇÕES JULGAR Progressão do domínio cognitivo Aplicação: utiliza o aprendizado em novas Análise: de elementos. políticas e econômicas. em diferentes fontes sobre determinado ou representações da diversidade aspecto da cultura. poder. H8 – Analisar a ação dos estados nacionais H9 – Comparar o significado histórico. APLICAR CONFRONTAR. sociais. 7 Manual história 7º ano . natureza histórico-geográfica acerca das instituições sociais. III. ao mundo do trabalho. sociedades. Capacidade de argumentação V. Enfrentamento e resolução de IV. H13 – Analisar a atuação dos movimentos H14 – Comparar diferentes pontos de H15 – Avaliar criticamente conflitos sociais que contribuíram para mudanças vista. H23 – Analisar a importância dos valores H24 – Relacionar cidadania e democracia H25 – Identificar estratégias que éticos na estruturação política das na organização das sociedades. relacionando-os com planeta nas diferentes escalas. Síntese: estabelece padrões. H18 – Analisar diferentes processos de H19 – Reconhecer as transformações H20 – Selecionar argumentos favoráveis produção ou circulação de riquezas e suas técnicas e tecnológicas que determinam ou contrários às modificações impostas implicações socioespaciais. regional e a importância da participação da problemas de ordem econômico-social.610 de 19 de fevereiro de 1998. do patrimônio cultural e artístico em diferentes sociedades. econômicos Reprodução proibida. interna ou em critérios externos. ou mundial. promovam formas de inclusão social. H28 – Relacionar o uso das tecnologias com H29 – Reconhecer a função dos H30 – Avaliar as relações entre os impactos sócio-ambientais em diferentes recursos naturais na produção do preservação e degradação da vida no contextos histórico-geográficos. presentes em textos analíticos e culturais. coletividade na transformação da realidade histórico-geográfica. Art. de princípios de organização. H10 – Reconhecer a dinâmica da no que se refere à dinâmica dos fluxos -geográfico das organizações políticas e organização dos movimentos sociais populacionais e no enfrentamento de socioeconômicas em escala local. de relações e Avaliação: julga com base em evidência situações. as mudanças provocadas pelas ações humanas. ou rupturas em processos de disputa pelo interpretativos. Elaboração de propostas situações-problema H3 – Associar as manifestações culturais do H4 – Comparar pontos de vista expressos H5 – Identificar as manifestações presente aos seus processos históricos.184 do Código Penal e Lei 9.indd 7 2/19/11 7:45:01 PM . espaço geográfico.

 Reconhecer as transformações técnicas e tecnológicas que determinam as várias formas de uso e apropriação dos espaços rural e urbano.  Identificar.  Comparar diferentes pontos de vista.  Compreender a estrutura básica do islamismo. política e social do feudalismo.  Identificar registros de práticas de grupos sociais no tempo e no espaço.  Entender a organização econômica.  Analisar diferentes processos de produção ou circulação de riquezas e suas implicações socio- espaciais. Competências  Problematizar. 8 Manual história 7º ano .  Entender as diversas formas de organização econômica.  Identificar as manifestações ou representações da diversidade do patrimônio cultural e artístico em diferentes sociedades. Aprendizagem esperada  Compreender o processo de estruturação do feudalismo. bem como a das culturas africanas.  Estabelecer relações.  Entender a expansão árabe e o contato que estabeleceu com o Ocidente.  Identificar registros sobre o papel das técnicas e tecnologias na organização do trabalho e/ou da vida social.184 do Código Penal e Lei 9.  Conhecer aspectos da cultura feudal. presentes em textos analíticos e interpretativos. políticas e econômicas. social e política dos reinos africanos.  Reconhecer a relação entre Carlos Magno e o feudalismo.  Compreender a diversidade da Idade Média.  Associar as manifestações culturais do presente aos seus processos históricos.indd 8 2/19/11 7:45:02 PM .  Compreender a importância de desenvolver o respeito pelos diferentes povos do continente africano e pela diversidade religiosa. sobre situação ou fatos de natureza histórico-geográfica acerca das instituições sociais. Caderno 1 Propósitos educativos Habilidades  Interpretar historicamente e/ou geograficamente fontes acerca de aspectos da cultura. Reprodução proibida.  Julgar.  Sistematizar.  Aplicar.  Compreender a importância e o poder da Igreja católica no feudalismo. Art.  Analisar a importância dos valores éticos na estruturação política das sociedades.  Interpretar.  Confrontar.610 de 19 de fevereiro de 1998.  Explicar.

 Ler imagens históricas.  Repudiar formas de intolerância.  África.  Islamismo. feudalismo. Mapa dos conceitos-chave Roma é invadida por germanos Reprodução proibida.  Analisar fontes.indd 9 2/19/11 7:45:02 PM . estabelecem Aliança com Cristianismo que passava por um processo de institucionalização Império Carolíngio que resulta no da Igreja caracterizado por Guerras de conquista Poder pessoal dá origem ao Feudalismo Cristianização da realeza 9 Manual história 7º ano .  Cultura medieval.610 de 19 de fevereiro de 1998. históricos. religiosas e culturais.184 do Código Penal e Lei 9. discriminação e preconceito. Unidade 1 – A Idade Média: formação da Europa feudal Quadro de conteúdos Conteúdos conceituais Conteúdos procedimentais Conteúdos atitudinais  Estrutura da sociedade feudal.  Desenvolver atitude de respeito  Religiosidade no contexto do  Ler documentos diante de diferenças étnicas. Art.  Levantar hipóteses.

indd 10 2/19/11 7:45:02 PM . ou seja. e as ferra- mentas como elementos pertencentes aos camponeses. Esse levantamento dá a você a oportunidade de explorar os conhecimentos prévios dos alunos e avaliar o grau de informação da classe. fortaleza. 10 Manual história 7º ano . fazendo uma leitura de reconhecimento. espera-se que os alunos identifiquem o ambiente como rural (imagem principal). situadas na página par (p. do povo. uma arando a terra e outra a semeando. Na terceira questão. tendo em Deus.C) a fim de comparar a alma do ser humano. podendo levar à sua queda caso o cavalo inquieto das pai- xões dominasse. mais duas pessoas. Antes de apresentar a terceira questão. outros dois personagens com ferramentas cavam a terra. Os alunos podem responder à questão 4 citando a Catedral de Notre-Dame. depois. As aberturas trazem uma imagem que representa o conteúdo central da unidade: pode ser um painel. os animais. Junto da imagem há uma sequência de questões que possibilitam. uma ilustração. pás etc. A figura desse cocheiro com carruagem e cava- los alados é uma simbologia criada por Platão (428/427-348/347 a. igreja. montanhas. relacionar o tema à atualidade. a consciência se transformou em fé e devoção. Estratégias para a ação docente Abertura (p. a figura de uma carruagem puxada por cavalos alados e uma estrela cadente. as respostas possíveis são animais (gado. o castelo que aparece ao fundo da imagem à esquerda como pertencente à nobreza. por fim. um mosaico de fotos. Para o controle absoluto da carruagem. Na segunda questão. logo atrás. Reprodução proibida. está um homem aparentemente simples que parece ser um trabalhador comum. Na Idade Média. servos e escravos. está um homem sobre o cavalo que pode ser a representação de um cavaleiro ou de uma pessoa que tem uma atividade relacionada à cavalaria. em seguida. Abaixo dele. duas pessoas colhem algum tipo de alimento. ovelhas e pássaros). tal simbologia foi reelaborada.  a mais numerosa: a de camponeses.184 do Código Penal e Lei 9. Art. espera-se que os alunos percebam a forma como cada uma das camadas sociais feudais foi representada. Na primeira questão. Os alunos podem consultar a legenda e ampliar as possibilidades de resposta. Na terceira imagem. impaciente e violento (as paixões). entre outras. explique aos alunos o significado de uma pirâmide social. e.610 de 19 de fevereiro de 1998. como um elemento pertencente à camada social do clero. Em segui- da.  a menos numerosa: a do clero. no céu. onde aparecem pessoas trabalhando na agricultura: em primeiro plano há a figura de um homem com arado puxado por bois. casa. duas outras cuidam de ovelhas. Peça que os alunos observem as imagens. na Igreja e no trabalho as figuras da- quilo que não deixaria a carruagem cair. proponha as questões de observação da imagem. a carruagem (a alma) seria puxada por um cavalo branco dócil e delicado (a consciência) e por outro preto. referente à imagem da esquerda. 290-291) As páginas de abertura apresentam texto e algumas imagens com o objetivo de motivar os alunos a estudar os temas que serão abordados. na base da pirâmide. entre outros elementos. ferra- mentas (arado. 290). a fim de orientar a condução dos assuntos das unidades. Demonstre que ela pode representar uma hierarquia (quem tem mais poder e quem obedece) e também a quantidade de pessoas (maioria ou minoria) na so- ciedade representada. imagem da esquer- da.). Assim. o cavalo preto deveria ser eliminado. A luta entre esses dois lados dificultaria o controle da carruagem.  a que tem mais poder: a do clero também. um mapa pictórico. Ou seja. As respostas esperadas são:  desequilíbrio. uma charge. podem descrever o desenho que está acima da pirâmide como um homem com um manto e em posição que remete a uma atividade religiosa. e os campos de cultivo.

Comente que havia muitos outros povos além dos germânicos. indique as atividades que começam na página 315 e que podem ser feitas em grupo e corrigi- das oralmente. que começa na página 298. Por fim. Para reforçar os conceitos aprendidos e auxiliar os alunos nas reflexões neces- sárias. Após as atividades de observação da imagem. já que na primeira questão da página anterior o aluno indicou os elementos presen- tes na cena. por isso. peça que os alunos imaginem um castelo. em seguida. Enfatize que havia nessa denominação um caráter pejorativo. destaque que eram chamados “bárbaros” porque eram estrangeiros – a expressão vem do grego – e habitavam as fronteiras de fora do Império Romano. Capítulo 2 – A formação do reino franco (p. mas garanta que os alunos entendam a relação entre Carlos Magno e a formação do sistema feudal e da nova estrutura social. Ao apresentar os “vizinhos” dos romanos. Não se preocupe com detalhes da história. antes de propô-la. 291). altas como fazer o caminho contrário. É possível trabalhar essa questão com exemplos do cotidia- no e.184 do Código Penal e Lei 9. procure relembrar com os alunos as principais causas da queda desse império. econômica e política. você pode indicar a seção “Atividades”. mas que o estudo está focado nestes últimos porque foram fundamentais para a formação do que se chama feudalismo.610 de 19 de fevereiro de 1998. roupas e indumentárias. sendo possível tanto ascender a classes mais Reprodução proibida. é preciso lembrar que os alunos ainda não conhecem o conteúdo e. você pode explicar que entre os bárbaros havia os germânicos. à direita. 292) Uma das possibilidades de explicar esse assunto é retomar o fim do Império Romano. eles estarão corretos. Essa resposta pode ser simples. O clero também é uma possibilidade. De maneira sucinta. fazer comparações com as respostas dadas nas questões anteriores. Quanto à questão 3. mas tais povos não podem ser considerados inferiores ou superiores. referentes ao levantamento de hipóteses. Para responder à questão 2. Dê a eles alguns dados como o lugar que serve de fortaleza. Art. espera-se que os alunos respondam à questão 1 da seguinte forma: a base do trabalho no período apresentado é a agricultura. Em segui- da. Explique para eles que a resposta que darão será hipotética. 308) A formação do reino franco e o feudalismo podem ser apresentados conjuntamente. concentre sua explicação no colonato e no processo de ruralização. tratado no 6o ano. A resposta a essa questão é uma oportunidade de você entender melhor o universo de conhecimento de seus alunos e aproveitar para corrigir – quando o assunto estiver sendo tratado – possíveis equívocos sobre o tema. sua resposta será elaborada tendo como base seus conhecimentos prévios. Espera-se que os alunos respondam que os moradores do castelo eram os nobres. Capítulo 1 – A decadência do Império Romano do Ocidente (p. a quarta questão pode ter como resposta o fato de que na sociedade atual a possibili- dade de um indivíduo mudar de classe social é real. Mostre o mapa da página 292 como referência do Império Romano em sua máxima expansão. que eram em sua maioria ligados à agricultura. Com base na imagem principal. Em seguida.indd 11 2/19/11 7:45:02 PM . você pode aplicar as questões da página impar (p. de moradia para pessoas com maior poder aquisitivo. que também se organizavam em várias tribos. onde há riqueza e melhores alimentos. Caso os alunos che- guem à conclusão de que não era possível mudar de camada social. ao mesmo tempo. 11 Manual história 7º ano . 302) Capítulo 3 – O feudalismo (p.

O deus da Idade Média . 326) Nessa seção. M. O maravilhoso e o cotidiano no Ocidente medieval. E. 184 min.. (Orgs. Vikings. 1989. LOYN. 111 min. 1988. 1983. El Cid. 1990. São Paulo: Martins Fontes. reflexo do início da decadência do império. LE GOFF. O filme se passa no século XI. na Espanha dividida pelas disputas entre reinos cristãos que constantemente guer- reavam entre si. J. Reprodução proibida. LE GOFF. Dicionário de conceitos históricos. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira. Lisboa: Edições 70. 12 Manual história 7º ano . EUA. 1986. 1990. G.Conversas Com Jean-Luc Pouthier. a imagem e o texto sobre construções medievais – no caso. Petrópolis Vozes. Filmes A queda do Império Romano. Em busca da Idade Média. Rio de Janeiro: Zahar. os conquistadores. Esse método proporciona uma melhor interação entre os alunos e você. Enquanto preenche o quadro. L. A sociedade feudal. fortalezas – além de eviden- ciar as características da arquitetura românica. palco da conturbada convivência entre católicos e árabes. _________. FRANCO JÚNIOR. _________. BLOCH. habitadas por povos bárbaros. 1994. Uma longa Idade Média. seu filho Commodus assume o trono em um conturbado cenário de caos político e administrativo. quando Roma é comandada pelo imperador Marco Aurélio. 2005. São Paulo: Contexto. J. P. São Paulo: Brasiliense. DUBY. 2005. São Paulo: Edições 70. colaborando para a análi- se das deficiências de conteúdo e esclarecendo as áreas que devem ser mais bem trabalhadas. POUTHIER. Porto: Afrontamento. ELIADE. 172 min. Lisboa: Estampa. 2006. R. 1964. trabalho e cultura no Ocidente. 1961.. 1981. São Paulo: Companhia das Letras. Leitura de texto e imagem (p. SILVA. F. 1980. J. A história se passa no século X. Antologia de textos históricos medievais.C.184 do Código Penal e Lei 9. 2008. 2006. GIBBON. quando a Inglaterra é invadida pelos vikings. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira. ESPINOSA. DUBY. _________. O filme situa-se no ano de 186 d. EUA. 2007. As raízes medievais da Europa. Bauru: EDUSC.610 de 19 de fevereiro de 1998. 1980. Declínio e queda do Império Romano. Lisboa: Sá de Costa. Rio de Janeiro: Zahar. você pode fazer um breve esquema com as principais características da cultura feudal e pedir que os alunos proponham respostas. G. que se apoderam do trono inglês e espalham seu reinado pelas costas das ilhas britânicas e pelo mar do Norte.). Passagens da Antiguidade para o feudalismo. Art. _________. H. Marc. 318) Apresente um panorama da cultura medieval e use as atividades das páginas 323 a 325 para desenvolver o tema. Capítulo 4 – A cultura na Europa feudal (p. 1958. São Paulo: Com- panhia das Letras. SILVA. A Europa na Idade Média. ARIÈS. permitem à classe conhecer o modo de vida das pessoas. K. H. que deseja pacifi- car as fronteiras do império. P. M. A civilização do ocidente medieval. História das crenças e das ideias religiosas. Dicionário da Idade Média. Após sua morte. Enriqueça sua aula Livros ANDERSON. EUA. Antes de trabalhá-las em sala de aula. Para um novo conceito de Idade Média: tempo. A Idade Média: nascimento do Ocidente. _________.indd 12 2/19/11 8:02:16 PM . intervenha fazendo possíveis correções e acrescentando observações importantes. Rio de Ja- neiro: Civilização Brasileira.. História da vida privada: do Império Romano ao ano mil.

Art.indd 13 2/19/11 7:45:02 PM . o surgimento do islamismo. Unidade 2 – O mundo medieval além da Europa: África e Ásia Quadro de conteúdos Conteúdos conceituais Conteúdos procedimentais Conteúdos atitudinais  Islamismo.  Repudiar formas de intolerância.  Desenvolver uma atitude de  Diversidade dos  Levantar hipóteses. discriminação e preconceito.  Ler imagens históricas. étnicas.  Localizar. em sua fase Sociedades divididas em sofre um pré-islâmica reinos tribos socialmente processo caracterizada por de caracterizados por com a criação de compostas por sedentarização politeísmo hierarquia cidades caçadores administrativa com com a criação de criação de a partir de centralização pastores cidades Maomé agricultura coletores onde com aacontecem criação de torna-se comércio agricultores relações cidadesde monoteísta disputa ou solidariedade entre as o que leva a tribos unificação que expansão militar guerras desencadeiam religiosa formação de Estado 13 Manual história 7º ano . temporal e geograficamente. Mapa dos conceitos-chave Arábia África Reprodução proibida.610 de 19 de fevereiro de 1998.  Analisar fontes.184 do Código Penal e Lei 9. respeito diante de diferenças reinos africanos. religiosas e culturais.

A utilização de matérias de jornal e revistas é uma opção como recurso didático. chama.  Questão 2: O Corão. espera-se que o aluno identifique que os personagens apresentados em ambas as imagens não estão representados de forma idêntica. embora haja decoração e pinturas que cobrem as paredes. Estratégias para a ação docente Abertura (p.184 do Código Penal e Lei 9. Avise que se trata de levantamento de hipóteses. os persona- gens que estão nas torres (minaretes) são os muezim (do árabe muezzin.indd 14 2/19/11 7:45:02 PM .  Questão 1: Espera-se que os alunos percebam que. pois as pessoas estão lado a lado e parecem respeitar-se. que. Organize os alunos em grupos para que discutam as respostas aos itens anteriores e respon- dam às questões da página 329. os fiéis para rezar). que designa aquele que. a riqueza de detalhes nas portas e no móvel que está à esquerda dos dois homens que aparecem. Art. Peça que os alunos observem as pessoas que aparecem na imagem e proponha a terceira questão. Por outro lado. Contudo. enquanto outros não estão carregan- do nada e seguem para o interior ou para fora da mesquita. peça que a classe observe as características da mesquita representada na imagem e proponha a questão 1. sobre o qual as pessoas andam ao entrar.  Questão 4: Os conflitos entre Israel e Palestina são um dos exemplos que podem ser cita- dos. Faça um levantamento das características (oralmente) e peça que os alunos tentem lembrar-se. segundo a tradição. O aluno deve destacar como semelhança um tapete central. enquanto a decoração do interior das igrejas cristãs é baseada nas imagens e figuras representativas de passagens bíblicas. Espera-se que a classe note os elementos que demonstram rique- za: a roupa bordada do homem negro. Na imagem da esquerda. Na segunda questão. na mesquita não há imagens de pessoas. os fiéis mais ricos possuírem ajudantes que carregavam os utensílios utilizados nas cerimônias das mesquitas. Uns aparecem carregando coisas – o Corão. o in- terior das mesquitas é decorado com arte não figurativa. já que eles ainda não conhecem o assunto. composta por um estilo conhecido como arabesco. Há semelhanças (poucas) e diferenças (muitas). dos minaretes das mesquitas. crie condições para que os alunos possam chegar às respostas corretas. o tapete. Quanto às di- ferenças. como mostrado nas imagens. Espera-se que eles percebam a relação de igualdade.  Questão 3: Mulheres não aparecem nas imagens. percebe-se que. 14 Manual história 7º ano . e as paredes decoradas. os “patrões” tinham a obrigação de iniciarem esses ajudantes nos ensinamentos do Corão. já que são pes- soais e dependem do conhecimento prévio de cada aluno. tapetes e almofadas para a cerimônia religiosa –. No islã era comum Reprodução proibida. tapetes e almofa- das são utensílios usados pelos fiéis para sentarem ou se ajoelharem dentro das mesquitas durante as cerimônias. cinco vezes ao dia. As respostas corretas não devem ser cobradas. Em seguida. livro usado nas cerimônias religiosas muçulmanas. seriam recintos proibidos para mulheres. Anote os aspectos que considerar interessantes para o encaminhamento da aula.610 de 19 de fevereiro de 1998. Proponha a quarta questão. pois estas estão relacionadas a mesqui- tas. 328-329) Inicie a aula recordando a imagem de uma igreja medieval europeia.

Você pode aproveitar cada acontecimento como exemplo da in- fluência árabe sobre outros povos graças à expansão da religião. (Coleção Povos e Civilizações. São Paulo: Ática. Em seguida. 348) O continente africano pode ser trabalhado do ponto de vista da diversidade. À descoberta do passado de África. é possível propor as atividades que começam na página 340.) 15 Manual história 7º ano . _________. 360) Nessa seção. 330) Capítulo 2 – A consolidação do islamismo nos séculos X a XIV (p. Vale a pena começar a aula com uma sucinta introdução ao assunto. peça para voltarem à teoria e observa- rem o mapa da página 353 para auxiliar na atividade. Capítulo 3 – A África dos grandes reinos (p. Programa: Trabalhando habilidades (p. 337) Explique os dois capítulos juntos e trabalhe os mapas da página 330 para que os alunos se localizem no espaço e no tempo: espaços diferentes. 2004. o aluno terá a oportunidade de conhecer a arte muçulmana e. você pode aproveitar a ativida- Reprodução proibida. explique o assunto com o auxílio de um mapa e. São Paulo: Contexto. Dessa forma. Enriqueça sua aula Livros e artigos CARDOSO. perceberá o inter- câmbio cultural entre os povos árabes no processo de expansão muçulmana. DEMANT. você pode aproveitar o mapa da atividade da página 356 para trabalhar com os alunos as principais caracte- rísticas físicas do continente africano. Sociedades do antigo Oriente Próximo. São Paulo: Contexto. Leitura de texto e imagem (p. é possível trabalhar as diversas manifestações e os costumes da religião muçul- mana com base nas imagens e no texto sobre as mesquitas. Assim. de para concretizar o espaço físico. Capítulo 1 – As origens e a expansão do islamismo (p. Aproveite para explicar que as mes- quitas são espaços por excelência da manifestação da crença. Art. B. detinha o poder político. Se achar pertinente.indd 15 2/19/11 7:45:02 PM . 1995. F. a consolidação e a expansão do islamismo é basear-se na figura de Maomé. O mundo muçulmano. Como muitos alu- nos do 7o ano ainda não compreendem que a África é um continente. C. 366) As questões 1 e 2 ampliam a compreensão de aspectos sociais do feudalismo. A utilização de outras imagens de mesquitas pode colaborar para a realização dessa atividade. 362) Nesse programa.610 de 19 de fevereiro de 1998. reforce as diversidades política e cultural locais. em seguida. Uma das maneiras de trabalhar o desenvolvimento. Os testes desenvolvem a habilidade de observação e acrescentam informações sobre a produ- ção artística islâmica ao conteúdo desenvolvido na unidade. mesmo período de tempo. Lisboa: Sá da Costa. Antiguidade oriental: política e religião. DAVIDSON. associando-o às características culturais. Programa: Fazendo história (p. 1990. sempre que possível. por meio de pesquisas da documentação disponível nas imagens e nos textos da atividade. além de dominar os meios de produção.184 do Código Penal e Lei 9. P. S. 1991. os alunos podem compreen- der os antecedentes históricos das manifestações culturais atuais. Elas permitem que os alunos tenham contato com fontes históricas e identifiquem registros de uma sociedade estamental. profundamente marcada pelo domínio da nobreza rural europeia que.

2006. Conta a história do navegador veneziano Marco Polo e suas famosas viagens pela Mongólia. RODRIGUES. Os árabes na história. Lisboa/Rio de Janeiro: Cosmos. A. C. (Coleção Primeiros Passos. Uma história dos povos árabes. J. A África de todos nós. A enxada e a lança: a África antes dos portugueses. 1996. Itália. Revista Nova Escola. São Paulo: Globo. Biblioteca Nacional. Art. São Paulo: Ática. Lisboa: Estampa. E. LEWIS.) HOURANI. J. GARCIN. M. M. _________. B. C. HaRRY gRuYaeRt/MagNuM PHotos/latiNstocK Manual história 7º ano . J.610 de 19 de fevereiro de 1998. 1994. Salvador: EDUFBA. 1971. Rio de Janeiro: Zahar. 1988. 1996. M’BOKOLO. H. SILVA. O Oriente Médio: do advento do cristianismo aos dias de hoje. História geral da África. GENTILE. A. os séculos XIII e XVI. 2009. C. Filme Marco Polo: viagens e descobertas. MIQUEL. 1982.indd 16 2/19/11 7:45:03 PM . A. 1981. Rio de Janeiro: Nova Fronteira. Pequena história da África negra. SOUZA. T. P. São Paulo: Ática/Unesco. China e África entre Reprodução proibida. África Negra – História e civilizações – Tomo I. África e Brasil africano. O que é islamismo? São Paulo: Brasiliense. São Paulo: Companhia das Letras. Brasília: Secretaria da Cultu- ra da Presidência da República. 270 min. 1982. HADDAD. 1990.184 do Código Penal e Lei 9. A. O islame e a sua civilização.

 Identificar registros sobre o papel das técnicas e tecnologias na organização do trabalho e/ou da vida social.  Interpretar.  Compreender o contexto europeu que permitiu o desenvolvimento do renascimento cultural.  Entender como foi possível a disseminação da peste negra.  Explicar.  Associar as manifestações culturais do presente aos seus processos históricos.indd 17 2/19/11 7:45:03 PM .  Aplicar.  Analisar o papel da justiça como instituição na organização das sociedades. Art.  Sistematizar.  Compreender a reorganização da Igreja católica.  Compreender o processo de formação das monarquias nacionais.184 do Código Penal e Lei 9.  Entender o humanismo e seu posicionamento diante do mundo.  Estabelecer relações.  Compreender a expansão do comércio e da cidade medieval.  Reconhecer expressões do Renascimento em obras de arte.  Entender o acordo entre reis e burguesia.610 de 19 de fevereiro de 1998.  Entender a Reforma Protestante e o contexto em que aconteceu. Aprendizagem esperada  Compreender os fatores que contribuíram para a desestruturação do feudalismo.  Analisar diferentes processos de produção ou circulação de riquezas e suas implicações socio- espaciais. bem como suas estratégias na Contrarreforma.  Identificar. Biblioteca Real da Bélgica.  Reconhecer as transformações técnicas e tecnológicas que determinam as várias formas de uso e apropriação dos espaços rural e urbano.  Problematizar. Bruxelas 17 Manual história 7º ano . Caderno 2 Propósitos educativos Habilidades  Identificar registros de práticas de grupos sociais no tempo e no espaço. Competências Reprodução proibida.

 Crises do século XVI.  Localizar no tempo e no espaço étnicas. Unidade 3 – As transformações no sistema feudal Quadro de conteúdos Conteúdos conceituais Conteúdos procedimentais Conteúdos atitudinais  Transformações econômicas  Caracterizar o renascimento  Desenvolver uma atitude de na Europa entre os séculos das cidades. Economia Sociedade Política Crise passa por caracterizada por caracterizada por identificada processo de relações de relações de por Expansão Dependência realeza Sinais (vassalagem) (monarquia) nas áreas Pessoal como Servidão Territorial Populacional (exploração) União de reino em consequência de que sofre processo de Revoltas Centralização Corporação Fome Cruzadas Acréscimo (associação) passa por processo de que geram Guerras Decréscimo Trabalho (produção) Superação Peste Conflitos de âmbito Atividades Religioso Étnico Agricultura Artesanato Comércio Tribal Político 18 Manual história 7º ano .610 de 19 de fevereiro de 1998. respeito diante de diferenças XI e XIII.  Analisar fontes.  Formação dos Estados a se tornar Estados.  Levantar hipóteses.184 do Código Penal e Lei 9. as primeiras regiões da Europa  Repudiar formas de intolerância. Art. discriminação e preconceito.  Ler documentos históricos. religiosas e culturais.indd 18 2/19/11 7:45:04 PM . modernos na Europa. Mapa dos conceitos-chave Baixa Idade Média na Europa Reprodução proibida.

Estratégias para a ação docente Abertura (p. Há pessoas vendendo alimentos. de certa forma. atividades econômicas. os alunos po- dem responder que os assalariados trabalhariam para os nobres. Alguns alunos podem ainda men- cionar a rinha de galo.610 de 19 de fevereiro de 1998. Parece ser agitada e apresentar diversas atividades. 19 Manual história 7º ano . Art. e uma pessoa está trajando roupas de bobo da corte. como o teatro. Em seguida. É importante esclarecer que tal prática era comum nesse período. referentes à observação da imagem. artistas. também há atividades ligadas ao entretenimen- to.  Questão 3: Como a resposta é pessoal. Porém.  Questão 2: A vida urbana parece acontecer em um espaço fora do castelo (no fundo da imagem há o portão de um castelo). nessa época. comercian- tes e soldados.  Questão 1: Trata-se de uma feira e as atividades econômicas que aparecem estão relaciona- das com o comércio. utensílios e animais. como os soldados. pois estes serviam como proteção no caso de algum ataque inimigo. Caso ache interessante. há os trabalhadores. Na imagem da esquerda. contudo.  Questão 4: Encenação de peça de teatro e malabarismo. há uma relação entre a prática do comércio e a possibilidade de enriquecimento e mudança de categoria social. e podiam portanto ser usados da forma que o homem bem entendesse. representado pela imagem. como camponeses. o mais comum eram as empresas familiares. referentes ao levantamento de hipóteses. proponha a leitura das imagens. e ainda há duas figuras próximas ao centro da imagem que parecem usar roupas da cultura islâmica. oriente os alunos a se organizar em grupos para responder às questões propostas nos três itens. e aparecem ainda pessoas pertencentes à nobreza.  Questão 1: Esse item depende do conhecimento prévio de cada um. como o aprendiz ou o “funcionário”. ou para os comerciantes. na cidade o trabalho parece diversificado e re- lacionado ao comércio. espera-se que os alunos percebam que. Alguns parecem não pertencer à Europa – há dois indivíduos que usam turbantes. veja as respostas possíveis.  Questão 2: As diferenças entre a vida nas cidades e nos feudos podem ser percebidas pelo tipo de atividade desenvolvida no espaço urbano. Para as atividades da página ímpar. que tal prática hoje é condenada pela sociedade. um ícone da cultura islâmica. a maioria veste roupas da nobreza. Apesar de não serem. não sendo visto como crime. Veja a seguir as respostas das três primeiras perguntas. Diga a eles que esse será um dos assuntos estudados nessa unidade. de camponeses. já que para essas pessoas os animais e a natureza eram vis- tos como algo abaixo de Deus. A seguir. peça que os alunos guardem suas respostas para serem compa- radas com o conteúdo dado ao longo do ano letivo.  Questão 3: Na imagem principal aparecem pessoas vestidas de diferentes formas: algu- mas estão vestindo trajes da nobreza.indd 19 2/19/11 7:45:04 PM . Ressalte aos alunos que também existiam feiras dentro dos muros dos castelos.184 do Código Penal e Lei 9. Enquanto no campo se percebe o trabalho direto na terra. Reprodução proibida. outros. Contudo. possibilitando a comparação entre as informações. Aparecem diversos tipos de per- sonagens. 274-275) Trabalhe com a abertura pedindo que os alunos leiam o texto à esquerda na página 274. Explique.

sociedade e política (p. Essa seção apresenta a imagem de uma cidade medieval e textos sobre o período. S. a compreensão ficará mais fácil e o conhecimento será concretizado de forma eficiente. Barcarena: Presença. Capítulo 2 – Mudanças na Europa: economia. que começa na página 297. Enriqueça sua aula Livros ANDERSON. 2005. A. G. PERNOUD. e retrata a figura mítica da camponesa Joana d’Arc. Itália/Alemanha/França. Capítulo 1 – O crescimento do comércio e das cidades (p. São Paulo: Martins Fontes. entre a Segunda e a Terceira Cruzada. 291) As mudanças na Europa ocidental e a formação dos Estados nacionais poderão facilmente ser relacionadas ao conteúdo do capítulo anterior. H. LE GOFF. 1986. 1985 BEDIN. J. LE GOFF. é possível sugerir a seção “Atividades”. 276) É possível apresentar o tema de forma sucinta e ajudar os alunos a fazer uma relação direta entre o crescimento populacional e a necessidade de mais alimentos e terras. que dizia ter a missão divina de libertar os franceses do domínio inglês. França/EUA. Lisboa: Europa-América. 2000. EUA/Inglaterra. Joana d’Arc. 1988. Ijuí: UNIJUI. J. J. São Paulo: Martins Fontes. PIRENNE. 1999. R. BRAUDEL. 2008.fr) 20 Manual história 7º ano . sobre o crescimento do comércio e das cidades. que guarda uma imensa biblioteca com publicações sacras e profanas e é palco de uma série de assassinatos. A Idade Média e o nascimento do Estado Moderno. Campinas: Papirus. Em seguida. O apogeu da cidade medieval.indd 20 2/19/11 7:45:04 PM .louvre. A cidade medieval.610 de 19 de fevereiro de 1998. 1993. Faça com que os alunos entendam o processo como parte da relação de causa e efeito. P. F.184 do Código Penal e Lei 9. 1988. 1964. Art. 302) Reprodução proibida. Site Museu do Louvre (www. São Paulo: Brasiliense. 130 min. 284) Capítulo 3 – A formação dos Estados nacionais na Europa ocidental (p. Mostre as Cruzadas como consequência desse processo. 2010. Você pode aproveitar o mapa da página 279 para reforçar a ideia de que os cruzados tiveram a oportunidade de conhecer novos lugares e outras culturas. disputada por cristãos e muçulmanos. proponha a seção “Atividades”. que começa na página 280. HUIZINGA. quando o exército católico atravessa a Eu- ropa para chegar à cidade sagrada de Jerusalém. Com base nesse material. O espaço e a história no Mediterrâneo. Épico que se passa no século XII. O outono da Idade Média. O nome da rosa. assim. A mulher nos tempos das Cruzadas. época em que França e Inglaterra vivem a Guerra dos Cem Anos (1337-1453). P. Por amor às cidades. 155 min. é possível trabalhar com os alunos a distribuição do espaço da cidade e propor uma reflexão sobre os espaços público e privado no passado e nos dias de hoje. intercale as atividades com as teorias. o filme se passa em 1327 em um mosteiro beneditino na Itália. 1992. Baseado no romance de Umberto Eco. Se achar mais pertinente. São Paulo: Editora da Unesp. As cidades da Idade Média. 145 min. Filmes Cruzada. WOLFF. 1997. LOPEZ. O filme se passa em 1429. R. São Paulo: Cosac Naify. Linhagens do Estado absolutista. Depois de abordar a teoria dos dois capítulos. Leitura de texto e imagem (p. Outono da Idade Média ou primavera dos tempos modernos? São Paulo: Martins Fontes.

 Ler imagens históricas. religiosas e culturais.610 de 19 de fevereiro de 1998. Unidade 4 – Renascimento e Reforma Protestante Quadro de conteúdos Conteúdos conceituais Conteúdos procedimentais Conteúdos atitudinais  Renascimento e humanismo.indd 21 2/19/11 7:45:04 PM . Contrarreforma católica. leva a processos de Ruptura Continuidade nos âmbitos de Razão Fé Arte leva à leva à formação influencia criação de de conceitos Universidades Heresia Razão Escolástica Ascetismo Mística levam ao Teocentrismo função Renascimento entre Antropocentrismo caracterizada por Humanismo Individualismo Racionalismo Reformas cristãs 21 Manual história 7º ano .  Reforma Protestante e  Levantar hipóteses. Reforma gregoriana Reprodução proibida.184 do Código Penal e Lei 9.  Desenvolver uma atitude de  Antropocentrismo.  Repudiar formas de intolerância. respeito diante de diferenças étnicas. discriminação e preconceito.  Ler documentos históricos. Art.  Analisar fontes.  Reconhecer os elementos da arte renascentista.

dê continuidade à teoria apresentando a influência renascentista na arquitetura. Em seguida. Na questão 3. 316) para pôr a teoria em prá- tica e fazer a correção de eventuais equívocos dos alunos em relação ao tema.  Questão 4: Provavelmente em uma biblioteca de alguma universidade católica da época ou em um laboratório de pesquisa utilizado por Galileu Galilei. pois visava ao lucro. que devem ser trabalhados do ponto de vista da relação de causa e consequência. na figura do membro da Igreja ou de uma ordem religiosa.610 de 19 de fevereiro de 1998.  Questão 2: O comércio era visto pela Igreja católica como algo não recomendado. Em seguida.  Questão 2: Galileu está sentado com a feição tranquila. demonstrando suas novas teorias astronômicas. imaginava-se que a Terra era plana. os alunos levantarão hipóteses. peça que se reúnam em grupos para responder às perguntas da página 305. reforce a ideia de como o Renascimento foi capaz de gerar um saber antes restrito à Igreja e quanto essa mudança proporcionou a possibilidade de questionamentos em relação às atitudes de alguns membros da Igreja católica e aos dogmas da instituição. leia as respostas possíveis. Depois. e a fé. Lembre-se de que as respostas corretas a essas questões não devem ser cobradas. por sua vez. 317) Ao trabalhar a Reforma e a Contrarreforma. a exemplificação de situações reais facilitará a formulação das respos- tas. já que eles ainda não tiveram acesso ao conteúdo. Na visão destas religiões reformadas. As respostas são pessoais porque dependem do conhecimento prévio de cada um. esquemas elaborados nos debates com os alunos. já que as novas religiões não o criticavam.  Questão 3: A busca por lucro motivava os comerciantes a buscar. por meio da ciência e tecnolo- gias da época. e uma pessoa que parece pertencer à Igreja católica ou a algu- ma ordem religiosa cristã. crie condições para que os alunos cheguem às respostas corretas. Contudo. Estratégias para a ação docente Abertura (p. criando entre os homens relações de vantagens e desvantagens e a usura.  Questão 1: Os personagens mostrados na imagem são Galileu Galilei. os objetos que aparecem na cena etc.  Questão 3: O globo terrestre. Trabalhe as questões 2 e 3 por meio de quadros explicativos ou Reprodução proibida. é possível propor a atividade “Analise o que você viu” (p. levantando hipóteses. proponha as questões de observação da imagem da página 304. Com a reforma protestante. o comércio deixou de ser visto como atividade marginal e rapidamente se expandiu. poderão relacionar as informações prévias (aprendidas nos capítulos an- teriores) às apresentadas pela pintura e pela legenda e. Capítulo 2 – As Igrejas protestantes e a Contrarreforma (p. e explique a expansão do movimento para outros países. Art. Depois de conversar com os alunos sobre as questões citadas. explicando ao religioso sua teoria. que começa na página 324. 306) Comece o assunto apresentando sucintamente as principais características das obras renascentis- tas. na literatura e na ciência. O clérigo. Retome as atividades que começam na página 313.  Questão 1: Nessa questão. 304-305) Peça que os alunos observem atentamente a imagem (o ambiente em que a cena acontece. já que eles não conhe- cem o assunto. Depois. 22 Manual história 7º ano . inferir que há um conflito entre a razão. Capítulo 1 – O Renascimento (p.  Questão 4: Antes das propostas científicas de Galileu. Em seguida. a fisionomia da cada personagem. representada por Galileu. Contudo. assim. o comerciante que se dava bem nos negócios estava sendo abençoado por Deus. proponha a seção ”Atividades”. mais matéria-prima ou melhores produtos para serem competitivos.184 do Código Penal e Lei 9. a roupa usada por cada um deles. parece estar sério ouvindo as justificativas de Galileu.) e leiam a legenda.indd 22 2/19/11 7:45:04 PM .

As questões ampliam as informações sobre a produção artística medieval – no caso citado. os alunos poderão refletir sobre a importância do livro e da memória. LE GOFF. Programa: Fazendo história (p. Lisboa: Presença. 1994. São Paulo: Pioneira. encontra apenas sofrimento e destruição. 123 min. A rainha Margot. SEVCENKO. que convida o artista renascentista italiano a fazer uma de suas grandes obras-primas: pintar o teto da Capela Sistina. que o desafia para uma partida de xadrez. DUBY. GARIN. 332) Nessa seção. a arquitetura. Mercadores e banqueiros da Idade Média. no Vaticano. palco das disputas religiosas entre católicos e protestantes que resultaram no massacre conhecido como Noite de São Bartolomeu. Giordano Bruno. 1989. O filme se passa na França do século XVI. São Paulo: Brasiliense. o cavaleiro Antonius retorna das Cruzadas tendo dúvidas sobre a existência de Deus. O sétimo selo. Leitura de texto e imagem (p. quando milhares de protestantes foram mortos. Art. A. A ética protestante e o espírito do capitalismo. 1995. São Paulo: Companhia das Letras. os alunos podem associar a produção cultural com a organização socioeconômica do período. Nascimento e afirmação da Reforma. São Paulo: Atual. E. 1973. 1965. Filmes Agonia e êxtase. 1993. em 1572. Itália. Em suas andanças. Livros ARIÈS. P. 1971. O homem do Renascimento. _________. A inquisição e a peste negra devastam sua terra. v. HUIZINGA. J. Uma suges- tão é disponibilizar um espaço em sala de aula para discutir o debate proposto na página 331. Os intelectuais na Idade Média. H. Suécia. Ao mesmo tempo. São Paulo: Perspectiva. Essa obra foi destinada a um monumento em praça pública. precursor da ciência moderna acusado de heresia e condenado pela Inquisição da Igreja católica à fogueira. O Renascimento. Ao seu redor. Na Suécia. 95 min. 1991.610 de 19 de fevereiro de 1998. 1984. Lisboa: Presença. Lisboa: Estampa. 2. 1982. A religião e o surgimento do capitalismo.indd 23 2/19/11 7:45:04 PM . 1967. DELUMEAU. HELLER. História da vida privada: da Europa feudal à Renascença. no século XVI.d. J. O declínio da Idade Média. França/Alemanha/Itália. O homem renascentista.). Enriqueça sua aula Reprodução proibida. WEBER.) TAWNEY. 23 Manual história 7º ano . N. G. durante a Idade Média. s.. Programa: Trabalhando habilidades (p. Antonius encontra a Morte. Lisboa: Ulisseia. (Coleção Discutindo a História.184 do Código Penal e Lei 9. São Paulo: Pioneira. EUA. O filme retrata a relação entre Michelangelo e o papa Júlio II. 330) Nessa seção. M. O filme conta a história de Giordano Bruno. R. 1991. serão levados à construção de um saber a respeito da pintura renascentista em relação à gótica. por meio das indaga- ções. 138 min. os alunos terão a oportunidade de trabalhar com imagens e. J. 334) O interesse pelo indivíduo levou a escultura renascentista a retomar a estátua equestre. 139 min. (Org. 1956.

 Compreender a organização econômica. astecas e maias).  Entender a estruturação das sociedades pré-colombianas. Caderno 3 Propósitos educativos Habilidades  Interpretar historicamente e/ou geograficamente fontes acerca de aspectos da cultura. Aprendizagem esperada  Compreender o processo que impulsionou os países europeus a realizar as Grandes Navegações.  Reconhecer a importância das civilizações pré-colombianas.  Analisar a importância dos valores éticos na estruturação política das sociedades.  Compreender a participação da Igreja católica no processo de colonização da América.  Explicar.  Identificar registros de práticas de grupos sociais no tempo e no espaço.184 do Código Penal e Lei 9. Reprodução proibida.  Entender a estrutura administrativa espanhola na América.  Entender o processo de colonização da América espanhola.610 de 19 de fevereiro de 1998.  Interpretar.  Reconhecer as transformações técnicas e tecnológicas que determinam as várias formas de uso e apropriação dos espaços rural e urbano.  Identificar as manifestações ou representações da diversidade do patrimônio cultural e artístico em diferentes sociedades.  Identificar registros sobre o papel das técnicas e tecnologias na organização do trabalho e/ou da vida social.  Associar as manifestações culturais do presente aos seus processos históricos. sobre situação ou fatos de natureza histórico-geográfica acerca das instituições sociais. 24 Manual história 7º ano .  Aplicar. Competências  Problematizar.  Analisar diferentes processos de produção ou circulação de riquezas e suas implicações socio- espaciais.  Reconhecer aspectos da cultura da América (incas. presentes em textos analíticos e interpretativos. astecas e maias. políticas e econômicas.  Compreender o processo de colonização da América portuguesa.indd 24 2/19/11 7:45:04 PM .  Comparar diferentes pontos de vista.  Criticar.  Estabelecer relações.  Compreender o processo das conquistas europeias sobre os territórios da América.  Identificar.  Sistematizar. Art. política e social dos incas.

 Metrópole e colônia.  Ler documentos históricos.  Levantar hipóteses.  Ler imagens históricas. Art. Unidade 5 – A chegada dos europeus à América Quadro de conteúdos Conteúdos conceituais Conteúdos procedimentais Conteúdos atitudinais  Grandes Navegações. politicamente economicamente caracterizada por caracterizada por centralização monopólio comercial que leva à mercantilismo expansão ultramarina expansão do cristianismo que possibilita a possibilitado por colonização catequese que leva a choques culturais aculturação 25 Manual história 7º ano .  Colonização.610 de 19 de fevereiro de 1998. religiosas e culturais. respeito diante de diferenças étnicas.  Choque de culturas.184 do Código Penal e Lei 9.  Desenvolver uma atitude de  Sociedades pré-colombianas.  Analisar fontes. Mapa dos conceitos-chave Europa Reprodução proibida.indd 25 2/19/11 7:45:04 PM .  Sintetizar e relacionar. discriminação e preconceito.  Repudiar formas de intolerância.

não devem ser cobradas dos alunos. Nela. Explique que naquela época. os alunos poderão responder. já que a discriminação e o etno- centrismo ainda fazem parte das relações humanas. Peça que os alunos façam a leitura do texto presente na abertura e. as sementes de cacau tinham grande importância econômica. e dado ao povo. Nessa atividade. 292) Para que os alunos entendam a lógica que impulsionou os europeus a realizar as navegações.indd 26 2/19/11 7:45:04 PM . Também podem perceber tal importância ao analisar a escultura que carrega um cacau. as respostas são pessoais porque dependem do conhecimento prévio de cada um e. Esses recursos didáticos serão um aporte para a resolução das atividades e apresentarão um assunto novo à classe. por isso. Na questão de número 2. portanto. explique aos alunos que o cacau era consumido por vários povos pré-colombianos. os alunos podem inferir que o cacau era importante para a cultura do povo retratado. observem os deta- lhes das imagens para responder às três primeiras questões da página 290. É possível buscar situações reais do presente para explicitar a resposta. que o personagem parece carregar uma fruta (cacau). No geral. antes da chegada de Colombo. Ao fim da resolução das atividades dessa página. Caso ache necessário. brincos. Provavelmente esse fruto e suas sementes passaram a ter tal poder devido à sua ligação com a mitologia e os ritos dos povos pré-colombianos. para a questão 3. pois se trata de uma pintura palaciana na qual se destacava justamente essa fruta. e às vítimas era oferecida uma taça da bebida de cacau conhecida pelos astecas como tchocolath. Peça que obser- Reprodução proibida. No México. Na questão 2. vem os elementos da imagem. proponha que os alunos se reúnam em grupo para tentar responder às questões da página seguinte. como textos. pulseiras. por volta de 600 a. Finalmente. No geral. em um movi- mento que parece mostrar a entrega ou retirada da semente do cacau. é possível que os alunos depreendam. relativas a levantamento de hipóteses. é muito importante explicar o mercantilismo. aparece uma cena palaciana desse povo que habitava o território que hoje conhecemos como América. na qual cada indi- víduo exerceria um papel social. Na questão de número 3 os ornamentos parecem ser colar. os astecas acre- ditavam que esse fruto veio do céu. 290-291) Conte para os alunos que a escultura que aparece na abertura é asteca (civilização que se desenvol- veu na América antes da chegada de Colombo) e que o desenho é um detalhe da pintura de um vaso de cerâmica. para os astecas.184 do Código Penal e Lei 9. relativas à observação. apenas a nobreza tinha o direito de consumir habitualmente a bebi- da de cacau. na primeira questão.C. Estratégias para a ação docente Abertura (p. Nas sociedades maia e asteca. Art. pois serviam como moeda e eram símbolo de riqueza. As festas em comemoração às colheitas eram realizadas com sacrifícios humanos. o uso de notícias de jornais é um dos recursos didáticos possíveis. esse povo possuía uma organização hierarquizada. deverão dizer que há dois personagens: um deles está segurando um vaso cilíndrico com sementes de cacau e o outro está com uma semente de cacau nas mãos. ima- gens e filmes. em seguida. vale a pena investir o tempo necessário para trabalhar essa questão. a serpente emplumada. proponha as atividades 1 e 2 da página 306 e a 1 da 26 Manual história 7º ano . era muito comum a utilização do cacau. É possível trabalhar essas questões com o auxílio de materiais complementares. Por isso. Na questão 1. Capítulo 1 – As Grandes Navegações (p. trazido pelo deus Quetzalcoalt. com base no que aprenderam até agora. Com base na leitura de texto e legenda e na atenta observação da imagem da esquerda (a escultura). enfeite sobre a cabeça.610 de 19 de fevereiro de 1998. espera-se que a resposta seja “sim”. Os maias foram os primeiros a estabelecer plantações de cacau na região de Iucatã e da Guatemala. que a pintura representa a elite. Em seguida.

Ao explicar as características das sociedades que viviam na América antes da chegada dos europeus. o tema principal é o choque entre culturas.610 de 19 de fevereiro de 1998. Apresente os casos português e espanhol como exemplos de como cada país resolveu seus problemas econômicos dentro da lógica mercantilista. social e cultural tanto dos incas. página 308. É dada uma grande importância às diversas relações que se estabelece- ram entre o Velho e o Novo Mundo: as expectativas e a necessidade do primeiro e as mudanças na vida dos povos que habitavam o segundo. O título 1492: a conquista do paraíso mostra a opção do diretor Ridley Scott em desenvolver a narrativa dando ênfase às diferenças nos âmbitos social. 4. já que precisam encontrar os dados e. os alunos terão a oportunidade de debater acerca das visões do descobrimento. as atividades restantes do capítulo 1 podem ser iniciadas nesse momento.184 do Código Penal e Lei 9. Em seguida. que abordam os princípios mercantilistas. Reprodução proibida. Quem são os personagens principais do filme? 2. Se achar conveniente e dependendo do andamento das aulas. a via- gem propriamente dita. peça a alguns alunos que apresentem suas respostas aos colegas.indd 27 2/19/11 7:45:04 PM . Leitura de texto e imagem (p. Descreva de que forma o diretor caracterizou o personagem principal. Ao fazer a correção com os alunos. Estabeleça as diferenças mostradas no filme entre a paisagem europeia e a da América. A correção da atividade pode ser feita oralmente e é uma excelente oportunidade para complementar o assunto. maias e astecas. das navegações espanholas. Uma possibilidade de roteiro é: 1. o livro de frei Bartolomeu de Las Casas e um texto do filho de Colombo. 5. Peça que procurem nos textos e anotem exemplos de ações e decisões que podem ser associadas à lógica mercantilista. Um deve fazer a lei- tura das navegações portuguesas e outro. O estudo das Grandes Navegações é uma boa oportunidade para falar sobre a questão da alte- ridade. é importante ressaltar a es- trutura política. Intervenha fazendo possíveis correções e acrescentando observações que jul- gar importantes. apontando diferentes leituras. a obra é baseada em documentos históricos. Textos e imagens demonstram diferentes versões sobre o assunto. Art. compartilhá-los. como diários de Cris- tóvão Colombo. além de possibilitar o debate acerca do etnocentrismo. Antes da exibição do filme. 298) Nessa seção. Faça uma breve análise dos momentos principais do filme: a preparação da viagem. 3. depois. você pode aprofundar a questão das conquistas espanholas na América passando o filme 1492: a conquista do paraíso ou apenas trechos dele. ficará mais fácil trabalhar os outros conteúdos. Uma das possibilidades de tra- balhar esse assunto é dividir a sala de aula em dois grandes grupos. Produzida em 1992 em comemoração aos 500 anos da chegada dos europeus ao continente americano. o regresso e as outras viagens. econômico e cultural. O filme retrata o momento das Grandes Navegações e narra os preparativos e as viagens empre- endidas por Cristóvão Colombo. Se achar pertinente. você pode propor um roteiro ou um questionário aos alunos para que voltem sua atenção aos aspectos que devem ser enfatizados e relacionados com os conteú- dos trabalhados em sala de aula. Ao fazerem essa atividade. os alunos envolvem-se mais com o assunto. escolha alguns alunos para explicar ao restante da classe o que anotaram. Que elementos do filme mostram o conflito existente entre a cultura europeia e a dos indígenas? Após a exibição. Encaminhe a discussão a fim de estimular a reflexão e o desenvolvimento do senso crítico. caso seja necessário. 27 Manual história 7º ano . como das populações indígenas que habitavam a região onde atualmente é o Brasil.

FONSECA. reprodu- za as tabelas que estão na atividade 8. L. Enriqueça sua aula Reprodução proibida.indd 28 2/19/11 7:45:04 PM . O ponto onde estamos: viagens e viajantes na história da expansão e da conquista. R. O’GORMAN. Filme Apocalypto. 2001. BETHELL. Nau Capitânia: Pedro Álvares Cabral – Como e com quem começamos. W. Livros AMADO. GALVANI. 1999. 1984. D. O filme conta a história do navegador genovês Cristóvão Colombo e a viagem que ele empreendeu no oceano Atlân- tico até chegar a um novo continente. se achar conveniente e de acordo com o andamento das aulas. 2006. P. EUA. MATTOSO. sobre os maias. O português que nos pariu: uma viagem ao mundo de nossos antepassados. A.184 do Código Penal e Lei 9. Lisboa: Estampa. C. TENGARRINHA. 2003. V.610 de 19 de fevereiro de 1998. São Paulo: Editora da Unesp. História de Portugal. 1994. a América. A invenção da América. BOORSTIN. J. Rio de Janeiro: Record. Leitura de texto e imagem (p. MICELI. 3. FIGUEIREDO. L. A mulher na expansão ultramarina ibérica. Brasil 1500: quarenta documentos. C. peça que os alunos façam a leitura prévia da teoria em casa. 1997. L. 1993. MENEZES. D. Bra- sília: Editora da UnB. E. os astecas e os incas. Os descobridores: de como o homem procurou conhecer-se a si mesmo e ao mun- do. De Vasco a Cabral. 1989. proponha as atividades do capítulo 2 que ainda não foram feitas. Em seguida. 190 min.. 137 min. 28 Manual história 7º ano . Capítulo 2 – As civilizações da América pré-colombiana: maias. A. Itália. 310) Tanto a imagem como o texto dessa seção propiciam a reflexão sobre a importância da preser- vação da memória histórica e possibilitam um debate ou uma reflexão sobre a importância de a Unesco reconhecer e declarar um patrimônio como sendo “da humanidade”. Rio de Janeiro: Relume Dumará.).1 – América Latina colonial. Bauru: Edusc. J. 2001. Interfira fazendo possíveis correções e acrescentando observações importantes. História de Portugal. 1992. Ao terminar a atividade. faça uma explicação geral sobre os três povos. Ao iniciar a aula. Bauru: Edusc. v. 2001. Art. 1977. J. destacando suas diferenças e semelhanças. São Paulo: Editora da Unesp. São Paulo: EDUSP. Escolha alguns deles para dizer quais informa- ções devem ser colocadas em cada item. São Paulo: Imprensa Oficial. Expli- que aos alunos que vocês irão preenchê-las juntos. (Org. 300) Para trabalhar o conteúdo desse capítulo. Cristóvão Colombo. que imaginava serem as Índias. História da América Latina. J. Apocalypto é um épico histórico sobre uma civilização antiga da América Central. os maias. Lisboa: Livros Horizonte. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira. incas e astecas (p. página 307. BOXER. São Paulo: Scritta.

 Analisar fontes.610 de 19 de fevereiro de 1998. colonização mercantilismo Pacto Colonial exploração tributação No caso de Na relação com No caso de Portugal colônias Espanha enfrenta trabalho controle controle trabalho compulsório político político compulsório conflitos por meio de por meio de resistências por meio de por meio de escravização capitanias vice-reinados encomienda indígena hereditárias escravização mita africana 29 Manual história 7º ano .  Ler documentos respeito diante de diferenças históricos.184 do Código Penal e Lei 9. étnicas. discriminação e preconceito. religiosas e culturais.  Desenvolver uma atitude de  América portuguesa.  Levantar hipóteses. Mapa dos conceitos-chave Expansão ibérica Caracterizada por Reprodução proibida. Unidade 6 – A colonização da América Quadro de conteúdos Conteúdos conceituais Conteúdos procedimentais Conteúdos atitudinais  América espanhola.  Ler imagens históricas. Art.indd 29 2/19/11 7:45:04 PM .  Repudiar formas de intolerância.

seguem algumas sugestões. levou os povos da América espanhola a uma situação de sofrimento e exploração. Art. Peça que os alunos façam uma comparação entre a colonização portuguesa e a espa- nhola. Procure mostrar como a men- talidade europeia. uti- lizando exemplos de situações presentes. indique a seção “Atividades”.  Questão 4: As cenas retratadas parecem ser da América no período das colonizações europeias.  Questão 2: Pensamento burguês: lucro. Em seguida. pela percepção dos alunos. Capítulo 1 – O domínio espanhol na América (p. ou ainda montado em cavalos. negros. Espera-se que os alunos per- cebam o seguinte:  Questão 1: Há nativos. Essa questão poderá ser mais bem trabalhada. de acordo com sua realidade e sua necessidade. Como há muita informação.  Questão 3: Pela força. se for de sua escolha. 320) Apresente as principais características da colonização do Brasil: o processo que levou à divisão do território em capitanias e as diversas formas de administração experimentadas pelo governo português. Há também um terceiro personagem que parece fazer o registro da quantidade de me- tal precioso que está sendo entregue – e apoio militar – há na imagem grupos de soldados europeus fazendo a vigilância dos nativos e aplicando ações violentas contra eles.  Questão 3: Entre os colonizadores europeus e os nativos é visível na imagem relações de luta. por carregar uma arma (extensão do corpo).184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998. Capítulo 2 – A América portuguesa: a colonização do Brasil (p. seja pela estatura física do personagem. pela submissão local. Após a teoria. 312-313) Proponha aos alunos que façam uma observação cuidadosa dos elementos que aparecem na imagem. 314) Trabalhe esse capítulo do ponto de vista do choque de culturas. riqueza. peça que elaborem uma pequena lista das cenas que conse- guem perceber. a exploração da América dava aos burgue- ses a possibilidade de atingir seus objetivos. A classe deve notar a simbologia da construção do mural de Diego Rivera. cria um quadro para que todos possam consultá-lo ao responder às questões. Outra questão importante a ser tratada é a relação entre a formação do Brasil colonial e a cultura africana. associada às vantagens tecnológicas. dor sempre aparece em uma posição mais alta que a do colonizado. proponha as três primeiras questões da página 312. Como as respostas dependem do conhecimento prévio de cada um. Estratégias para a ação docente Abertura (p.  Questão 1: Europeu. Essa lista pode ser feita em conjunto: você conduz o olhar e. Proponha que os alunos se reúnam em grupos para tentar responder às questões da página 313. A apresentação de notícias de jornais ou revistas pode auxiliar nas exemplificações.  Questão 4: Sim. possivelmente saqueado dos povos nati- vos. de dominação e de submissão. A figura do coloniza- Reprodução proibida.indd 30 2/19/11 7:45:04 PM . 30 Manual história 7º ano . militares. referentes a levantamento de hipóteses. comerciantes e trabalhadores rurais e urbanos.  Questão 2: Entre os personagens de origem europeia há relações de troca – é possível ver um dos personagens entregando a outro o ouro. que começa na página 324. Lembre-se de relacionar o domínio espanhol na América às explicações sobre o mercantilismo.

História da América Latina colonial. 1992. Leitura de texto e imagem (p . L. a cólera dos deuses. 1997/1999/2001. 2000. VAINFAS. Rio de Janeiro: Paz e Terra. MADRI Manual história 7º ano . além de permitir que os alunos analisem o modo como a memória vem sendo cons- truída pelas sociedades humanas.indd 31 2/19/11 7:45:05 PM . 1972. L.).610 de 19 de fevereiro de 1998. Belo Horizonte: Itatiaia. São Paulo: Martins Fontes. A. após o domínio do Império Inca. (Org. 2007. São Paulo: Companhia das Letras. GIUCCI. 1. MUSEO NAVAL. 330) O texto “Tenochtitlán: a capital asteca ou o ‘umbigo’ do mundo” propicia a reflexão sobre os motivos que levaram os espanhóis a destruir a cultura asteca. Filme Aguirre. América mágica.-M. Reprodução proibida. v. partem em busca do lendário Eldorado. MARINA DE LA EDAD MEDIA. et al. T. MAGASICH-AIROLA. História dos Estados Unidos: das origens ao século XXI. R. O filme se passa na parte peruana da floresta amazônica. 1987. (Org. TOCQUEVILLE. J. quando conquistadores espanhóis. Programa: Trabalhando habilidades (p . América em tempo de conquista.).184 do Código Penal e Lei 9. 135 min. 1992. São Paulo: Edusp. São Paulo: Contexto. Democracia na América. TODOROV. 1999. J. Art.. Enriqueça sua aula Livros BETHELL. 2 e 3. Alemanha. Brasília: Fundação Alexandre Gusmão. G. A conquista da América: a questão do outro. KARNAL. Viajantes do maravilhoso. 334) Os testes visam desenvolver habilidades relacionadas à leitura e à interpretação de documen- tos históricos. Rio de Janeiro: Jorge Zahar. BEER. que seria um reino abundante em ouro.

 Entender as diversas formas de resistência à escravidão e a importância do Quilombo dos Palmares.  Analisar a importância dos valores éticos na estruturação política das sociedades. 32 Manual história 7º ano .  Interpretar.  Identificar registros de práticas de grupos sociais no tempo e no espaço. política.610 de 19 de fevereiro de 1998.  Reconhecer o processo de produção do açúcar no Brasil.  Compreender os fatores responsáveis pela União Ibérica.  Entender a religiosidade no Brasil colonial.  Reconhecer as transformações técnicas e tecnológicas que determinam as várias formas de uso e apropriação dos espaços rural e urbano.  Identificar.184 do Código Penal e Lei 9.  Entender a organização do Brasil holandês. bem como suas consequências. sobre situação ou fatos de natureza histórico-geográfica acerca das instituições sociais. Competências  Sistematizar. Art.  Aplicar.  Comparar diferentes pontos de vista. Aprendizagem esperada  Compreender a importância do açúcar para a economia da colônia.  Associar as manifestações culturais do presente aos seus processos históricos.  Analisar diferentes processos de produção ou circulação de riquezas e suas implicações socio- espaciais. Reprodução proibida.  Compreender os motivos que levaram à crise do açúcar.  Compreender a estrutura social. presentes em textos analíticos e interpretativos.  Confrontar.  Identificar as manifestações ou representações da diversidade do patrimônio cultural e artístico em diferentes sociedades. econômica e religiosa da colônia.  Identificar registros sobre o papel das técnicas e tecnologias na organização do trabalho e/ou da vida social. Caderno 4 Propósitos educativos Habilidades  Interpretar historicamente e/ou geograficamente fontes acerca de aspectos da cultura. políticas e econômicas.  Explicar.  Estabelecer relações.indd 32 2/19/11 7:45:05 PM .  Saber mais sobre a questão da escravidão no Brasil colonial.  Compreender a relação entre a cultura europeia e a população indígena.

indd 33 2/19/11 7:45:05 PM .610 de 19 de fevereiro de 1998. Charlottesville Manual história 7º ano . discriminação e preconceito. Art. Economicamente Socialmente Possibilita Estabelecido na organizado para caracterizado por exportação sociedade cultura colônia hierarquizada caracterizada por caracterizada por pela patriarcal monocultura complementado por choques metrópole divisão e trocas especialização de agricultura de trabalho subsistência sincretismo mão de obra escrava pecuária Universidade da Virgínia. Unidade 7 – A organização econômica e social do Brasil colonial Quadro de conteúdos Conteúdos conceituais Conteúdos procedimentais Conteúdos atitudinais  Economia colonial. religiosas e culturais.  Repudiar formas de intolerância. étnicas.  Levantar hipóteses.  Ler imagens históricas.  Escravidão no Brasil. Mapa dos conceitos-chave Engenho Reprodução proibida.  Ler documentos respeito diante de diferenças históricos.  Analisar fontes.  Desenvolver uma atitude de  Engenho de açúcar.184 do Código Penal e Lei 9.

 Questão 4: Cavalo. por parte tanto dos ­portugueses quanto dos 34 Manual história 7º ano . Aproveite e apresente a estrutura montada para suprir as necessidades desse rentável empreendimen- to. geralmente portugueses. mas auxilie-os a chegar às possíveis respostas apresentadas.  Questão 1: Um barracão que parece ter em seu interior um maquinário e uma roda-d’água.indd 34 2/19/11 7:45:05 PM . o trabalho semiescravo e enormes desigualdades. havia ainda algodão. na maior parte do país essas mazelas estão sendo superadas. Capítulo 1 – Açúcar: o principal negócio da colônia (p. 278) A questão da comercialização de escravos africanos pelos portugueses a partir do século XVI pode ser explorada em sala de aula de diversas formas. Respostas corretas a essas questões não devem ser cobradas dos alunos. carro de boi.  Questão 3: Sobre os grupos sociais. os alunos podem depreender que na imagem estão re- presentados os trabalhadores negros (africanos ou descendentes escravizados). e dependem de seus conhecimentos prévios para a resolu- Reprodução proibida.  Questão 2: Os escravos. proponha as atividades que começam na página 274 e faça a correção oralmente. ao fundo. Leia a seguir as respostas. Art.  Questão 5: A esposa de um fazendeiro. proponha aos alunos a discussão ­acerca das respostas dadas às questões anteriores e a formação de grupos para responder às perguntas da página 267.184 do Código Penal e Lei 9. Estratégias para a ação docente Abertura (p. drogas do sertão e mineração. embora a atividade açucareira tenha sido muito importante para a economia colonial. o açúcar não era o único produto produzido na colônia. Apesar de em algumas regiões do país ainda existir a coer- ção feita pelos grandes latifundiários. pecuária. uma casa térrea. peça que os alunos observem as imagens e respondam às questões propostas na página 266. Retome com os alunos o conceito de escravidão na Antiguidade e estabeleça semelhanças e diferenças com a escravidão na África e na América.  Questão 3: A comparação que se pode fazer a respeito da sociedade colonial brasileira e da atual é que conquistas e liberdades sociais inexistentes no Brasil colonial estão presentes na sociedade brasileira atual. uma casa-grande com dois andares e. Depois. Após a realização dessa primeira análise das imagens.  Questão 1: A influência do proprietário de terra era exercida por meio da coerção física e econômica.  Questão 2: A Igreja funcionava como um instrumento de apaziguamento dos sentimentos de revolta da população mais pobre e escrava. pois os alunos ainda não conhecem o assunto. carroça e liteira. você pode trabalhar com o mapa da página 273 para explicar que. Capítulo 2 – Escravidão e resistência (p. possivelmente a senzala. 266-267) Com base no texto de abertura. seu filho e uma escrava doméstica. Em seguida. os trabalha- dores brancos (homens livres) e os indivíduos pertencentes à elite.610 de 19 de fevereiro de 1998. 268) Comece o assunto explicando por que o açúcar era considerado um bom negócio. fumo. Em seguida. ção da atividade. Compreender a rede de relações e interesses comerciais que foram se formando em determinadas regiões do continente africano. faça uma pequena introdução sobre o assunto a ser estudado. O caráter dessas questões é de levantamento de hipóteses.

Leitura de texto e imagem (p. L. (Coleção Grandes Nomes do Pensamento Brasileiro. Enriqueça sua aula Livros ABREU. Depois. Um bom exemplo de canção que aborda o tema da escravidão é “Zumbi”. Rio de Janeiro: Jorge Zahar.) AMADO. Pau-brasil. Se achar pertinente e de acordo com o andamento das aulas. os fatos que afe- tam a população afrodescendente. Em 1976. (Coleção Terra Brasilis. 2001. arranjo e harmonia. Comente que a influência africana é um dos pilares da cultura brasileira. traz novas perspectivas para o estudo da escravidão no Brasil.610 de 19 de fevereiro de 1998. retrata melhor a situação dos escravos? Com essa atividade.indd 35 2/19/11 7:45:06 PM . no álbum Noites do Norte (Polygram. cantando-a de maneira mais agressiva e transformando-a em uma forma de protesto. J. Quais são os objetivos de cada versão? Qual delas Reprodução proibida. 290) Essa seção apresenta a possibilidade de reflexão e debate sobre os seguintes temas: o pre- conceito em relação aos afrodescendentes. Vale a pena analisar a parte textual (letra) da música e trabalhar elementos importantes e es- pecíficos como melodia. introduzindo elementos de percussão à melodia. Depois disso. Uma atividade pro- dutiva é analisar músicas que abordam a escravidão ou a situação atual dos negros no Brasil. E. C. v. Uma boa possibilidade de trabalhar esse capí- tulo é montar uma peça teatral. Trazer à tona informações sobre o grande número de africanos que estimularam o tráfico e enriqueceram com o negócio evita que os alunos criem uma noção maniqueísta sobre o assunto. BUENO. Apesar de tratar de assuntos como a violência contra os escravos e sua situação de mercadoria. Capitães do Brasil: a saga dos primeiros colonizadores. Se for possível. Os grupos deverão criar diálogos e situações que correspondam à realidade de sua camada. O Brasil no Império Português. Ben Jor fez uma nova versão no álbum África Brasil (Polygram). 2002. Capítulos de história colonial (1580-1800). seja feita em casa. Art. 2000). proponha que a seção “Atividades”.184 do Código Penal e Lei 9. Você pode apresentar ou pedir que os alunos pesquisem informações sobre os compositores e intérpretes e o momento em que produziram e gravaram a canção. proponha que se juntem e criem uma única história que integre a de todos os grupos. divida a sala em grupos e em camadas sociais da época retratada. 7. São Paulo: Publifolha. São Paulo: Axis Mundi. Capítulo 3 – A vida nos engenhos (p. C. 282) Apresente a diversidade da sociedade brasileira no período colonial. FIGUEIREDO. se for possível. proponha que ouçam em sala de aula as três versões e peça que descrevam as sensações e im- pressões que tiveram a respeito de cada uma. 35 Manual história 7º ano . a diminuição da desigualdade social.) _________. interpretada por Caetano Veloso. 1999.. composta por Jorge Ben Jor e gravada originalmente em 1972 no álbum A tábua de esmeraldas (Polygram). próprios africanos. a música tem uma melodia suave. Há também uma terceira versão. é possível relacionar os assuntos tratados em sala de aula às informações presentes na letra da música. 2000. ritmo. Rio de Janeiro: Objetiva. Você pode trabalhar as ca- madas sociais com base em uma pirâmide social. que começa na página 285. e a desigualdade como uma realidade que atinge tanto brancos como afrodescendentes.

1999. lo: Companhia das Letras. M.) FREITAS. Palmares: a guerra dos escravos. FREITAS. Candomblé e umbanda. século XVII. Brasil. Bauru: Edusc. Família. O escravismo colonial. J. mulheres e povoamento – São Paulo. G. GORENDER. v. 1997. S. Art.. Caminhos e fronteiras. Rio de Janeiro: Record. Vinte luas – Viagem de Paulmier de Gonneville ao Brasil: 1503-1505. FLORENTINO.184 do Código Penal e Lei 9. 1991. 2001. A mísera sorte: a escravidão africana no Brasil holandês e as guerras do tráfico no Atlân- tico Sul (1621-1648). G.610 de 19 de fevereiro de 1998. São Paulo: Ática. São Paulo: Hucitec. São Paulo: Contexto. J. RIO DE JANEIRO MUSEUS CASTRO MAYA/DIV. Rio de Janeiro: Diadorin. C. punido em 1500 com a deportação para o Brasil. 2003. D. 1993. M. 2001. _________. História geral da civilização brasileira. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil. O rei no espelho: a monarquia portuguesa e a colonização da América (1640- 1720). SAMARA. SILVA. 1992. _________. A escravidão reabilitada. M. São Paulo: Companhia das Letras. Filme Caramuru: a invenção do Brasil. PUNTONI. 2001. São Paulo: Ática. São Paulo: Companhia das Letras. FRAGOSO. 88 min. L. PERRONE-MOISÉS. Ficção que conta a lenda do degredado português Diogo Álvares. FLORENTINO. 1994. 2001. 2002. B. sociedade agrária e elite mercantil no Rio de Janeiro (1790-1840). Em costas negras: uma história do tráfico de escravos entre a África e o Rio de Ja- neiro. São Pau- Reprodução proibida. Historiografia brasileira em perspectiva. P. MONTEIRO. 1996. 2003.indd 36 2/19/11 7:45:07 PM . Segredos internos: engenhos e escravos na sociedade colonial. Casa-grande & senzala. _________. 1. São Paulo: Hucitec. São Paulo: Companhia das Letras. onde passou a viver entre os índios Tupinambá. 36 Manual história 7º ano . 1998. V. ICONOGRAFIA. E. São Paulo: Ática. R. 1990. O arcaísmo como projeto: mercado atlântico. que o apelidaram de Caramuru. HOLANDA. M. Rio de Janeiro: Paz e Terra. (Coleção da Biblio- teca da História. FREYRE. B.

 Desenvolver uma atitude de  Religiosidade colonial.610 de 19 de fevereiro de 1998. União Ibérica termina com causada por a ascensão crise dinástica em Portugal dinastia de Borgonha leva à centralização política consequências na colônia invasões Brasil holandês insurreição 37 Manual história 7º ano . discriminação e preconceito. Mapa dos conceitos-chave Reprodução proibida.  Analisar fontes.  Levantar hipóteses. étnicas. Art.  Repudiar formas de intolerância.indd 37 2/19/11 7:45:07 PM . Unidade 8 – Os holandeses e os jesuítas no Brasil colonial Quadro de conteúdos Conteúdos conceituais Conteúdos procedimentais Conteúdos atitudinais  Brasil holandês. religiosas e culturais.  Ler imagens históricas.184 do Código Penal e Lei 9.  Ler documentos respeito diante de diferenças históricos.

apresente em sala de aula as imagens de Eckhout. destacando os diferentes objetivos das escolas jesuítas na época da colônia e do sistema educacional contemporâneo. tendo aspectos europeizados: indumentária e pose. O grande objetivo dos jesuítas era catequizar os povos indígenas. O caráter dessas questões é de levantamento de hipóteses e Reprodução proibida. Suas vestes pa- recem ser europeias e a pose que faz tem relação com as figuras da arte clássica greco-romana. Leia a seguir as respostas corretas. É um equívoco entender a escola dos dias de hoje 38 Manual história 7º ano . os jesuítas foram os primeiros a escrever dicionários da língua tupi. Por muito tempo. Capítulo 2 – A religiosidade no Brasil colonial (p. Ele carrega uma cesta com flores e tem em sua cabeça uma coroa florida. Havia também uma grande dificuldade com relação às diversas línguas faladas pelos indí- genas. para que os alunos ve- jam como são os quadros originais. 300) Tratar a educação jesuítica na época do Brasil colonial é uma oportunidade de proporcionar aos alunos uma reflexão histórica de longa duração.  Questão 3: Pode-se destacar que a nativa foi representada de forma diferente. proponha as questões da página 292. por meio de músicas e recitação de orações. Lembre que os filhos de europeus eram ensinados por tutores e. Procure destacar a influência cultural e étnica dos holandeses sobre o Nordeste brasileiro. produto muito valorizado nesse período. por isso. por exemplo. iam completar seus estudos em universidades da Europa. Leve os alunos a refletir sobre o conceito de escola.  Questão 2: As frutas são representadas fielmente. encaminhe as atividades da página 302.  Questão 3: A figura de um nativo aparece como parte da natureza. Art. Explique quem foi Albert Eckhout (artista holandês que fez parte da comitiva que veio ao Brasil para registrar aspectos da realidade e da paisagem). Se necessário. 292-293) Peça que os alunos observem as imagens. principalmente. comum nesse tipo de análise. ou seja. Respostas corretas a essas questões não devem ser cobradas. muitas vezes. a historiografia sobre a história da educação no Brasil tendeu a buscar somente continuidades nas instituições educacionais brasileiras do século XVI até os dias atuais. e isso se fazia.  Questão 1: A resposta deve destacar a relação de exploração/domínio europeu sobre a cul- tura nativa.  Questão 1: O tema gira em torno das características locais. Estratégias para a ação docente Abertura (p. O objetivo principal é mostrar elementos de continui- dade e ruptura. mas auxilie a classe a chegar às possíveis respostas apresentadas. proponha que os alunos se reúnam em grupos para tentar responder às questões. dependem do conhecimento prévio dos alunos. romã.610 de 19 de fevereiro de 1998. Para a realização das atividades da página 293. bem como a noção de estética presente nas pinturas que representam um olhar bem peculiar em relação aos aspectos indígenas e negros do Brasil. chamando a atenção para o perigo do anacronismo. misturada às frutas e aos ani- mais. Em seguida. relativas à observação da imagem.  Questão 2: Os holandeses invadiram o Nordeste brasileiro em busca de estabelecer áreas de plantação de cana-de-açúcar. coco. mu- lher indígena. Há caranguejo. 294) O tema do capítulo é uma oportunidade para os alunos compreenderem os elementos responsáveis pela crise do açúcar e a emergência da mineração como motor do novo ciclo econômico brasileiro.184 do Código Penal e Lei 9. Capítulo 1 – A União Ibérica e a ocupação holandesa no Brasil colonial (p. não foi mostrada fielmente em relação à sua cultura. Se achar conveniente.indd 38 2/19/11 7:45:07 PM .

306) O texto e a imagem do Forte Orange proporcionam o debate: o tombamento de uma construção é suficiente para que ela seja preservada? Se achar conveniente e de acordo com o andamento das aulas. o aluno é convidado a pesquisar nos textos disponíveis e.) MELLO.). 1990. 1984. 1971. comunidade formada entre os estados de Alagoas e Pernambuco por ex-escravos fugitivos e que teve Zumbi como principal líder. Rio de Janeiro­: Topbooks. Programa: Trabalhando habilidades (p. negros escravos e portugueses em um lugar considerado primitivo. com base na pes- quisa dirigida.indd 39 2/19/11 7:45:07 PM . (Org. 119 min.184 do Código Penal e Lei 9. foi condenado à morte pela Inquisição por crime de heresia em uma época em que os judeus eram perseguidos e torturados na metrópole portuguesa e em suas colônias. coeducação etc. Imagens do Brasil holandês (1630-1654). com índios. 90 min. Leitura de texto e imagem (p. Peça que os alunos façam uma pesquisa sobre o ensino jesuítico nesse período. Art. fazer um “retrato” a respeito da escravidão no Brasil e da diversidade de olhares Reprodução proibida. 1997. 1994. 1998. Com base nas informações coletadas. O filme conta a história de Antônio José da Silva (1704-1736). São Paulo: Brasiliense. Brasília: Ministério da Cultura. aproveite para realizar uma discussão estabelecendo diferenças e semelhanças entre o ensino jesuítico e o sistema educacional atual. 102 min. A. Rio de Janeiro: Alumbramento.) faz parte de uma construção histórica. Nascido no Brasil e judeu convertido a cristão-novo. 310) As questões 1 e 2 permitem que os alunos compreendam a diversidade cultural das popula- ções que habitavam a América. O que aos olhos dos alunos pode parecer “imutável” dentro da estrutura e do cotidiano escolar (ensino seriado. A presença holandesa no Brasil. A civilização do açúcar: séculos XVI-XVIII. Brasil. R. História das mulheres no Brasil. FERLINI. Paródia que se passa no Brasil do século XVI e retrata a formação da colônia portuguesa na América. J. 1987. Programa: Fazendo história (p. _________. V. São Paulo: Contexto. Brasil. os Países Baixos e o Nordeste (1641-1669). Em seguida. A ideia é que se realize um debate. Filmes O judeu. divisão por idades. encaminhe as atividades que começam na página 302. M. 308) Nesse programa. peça que os alunos façam a atividade em casa e levem para a aula suas opiniões para que sejam compartilhadas com os outros colegas. 39 Manual história 7º ano . sobre essa questão. L. Os testes permitem que os alunos ampliem as informações sobre a tolerância religiosa propi- ciada durante o governo de Maurício de Nassau. O filme se passa no Brasil Colônia do século XVII e retrata o Quilombo dos Palmares. C. ciclos de ensino. 1995. Enriqueça sua aula Livros DIAS. PRIORE. Pindorama. (Coleção Tudo É História. Quilombo. E. O negócio do Brasil: Portugal. como uma continuidade dos estabelecimentos jesuítas do Brasil Colônia. Brasil. Editora da Unesp.610 de 19 de fevereiro de 1998.

Marina Nievas. Janaína Silva. Mestre em História da Educação pela Fernanda Kanawati. Pix Art. Pamela de Almeida Rosa Foto de capa: Dmitrijs Mihejevs/Shutterstock Reprodução proibida.br 2011 Impresso no Brasil Manual história 7º ano .com.sistemauno. Rosimar Fundamental do 6o ao 9o ano e do Ensino Médio na rede Rosário. Fabio N. Tyago Bonifácio Pesquisa iconográfica: Daniela Baraúna. Daniele Brait. Helio P. Flávia Merighi. Rubens M. Coordenação de bureau: Américo Jesus Tratamento de imagem: Arleth Rodrigues. Mariana Nascimento. Precendo. Editora chefe: Angélica Pizzutto Pozzani Professora especialista Editoras executivas: Ana Luiza Couto. Luiz Universidade de São Paulo. de Souza Filho. Leandro Kanno.610 de 19 de fevereiro de 1998. Guilherme José Ferreira. Viviane Campos Graduada e licenciada pela Pontifícia Universidade Católica Revisão: Lara Milani (coord.610 de 19 de fevereiro de 1998. Ana Paula Castellani Ana Cíntia Amorim de Albuquerque Edição de texto: Carlos Roberto Junqueira Yamazaki. Todos os direitos reservados. André Annes Araujo. Edilson Pauliuk. Juliana Biscardi. Norberto Silvestre da Silva Diagramação: Christof Gunkel Design gráfico: Edson Ikê. Coordenação de arte: Aderson Oliveira Edição de arte: Benedito Reis Minotti.). Raquel Bortoletto Assistentes de arte: Ana Maria Onofri.indd 40 2/19/11 7:45:07 PM . Valéria Borsanelli particular de São Paulo. Renata Tavares.184 do Código Penal e Lei 9. Rodrigues Pré-impressão: Alexandre Petreca. Kamoto Coordenação de produção industrial: Wilson Aparecido Troque Impressão e acabamento: Reprodução proibida. 758 – Belenzinho São Paulo – SP – Brasil – CEP 03303-904 0800 55 16 11 Fax (11) 2790-1474 www. 184 do Código Penal e Lei 9. Art. de Oliveira. Everton L. Sílvia Almeida. Art. Professora de História do Ensino Alberto de Andrade. Marcio H. de São Paulo. GRUPO SANTILLANA Rua Padre Adelino. Bureau São Paulo.

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