Você está na página 1de 44

DRENAGEM DE ESTRADAS

DRENAGEM DE ESTRADAS Fernando Nogueira
DRENAGEM DE ESTRADAS Fernando Nogueira

Fernando Nogueira

ESTUDOS HIDROLÓGICOS

Finalidade do Sistema de Drenagem

Coletar e remover tecnicamente as águas superficiais e subterrâneas, evitando que as mesmas exerçam o seu efeito nocivo, comprometendo o pavimento.

Origens das águas que atingem as estradas

- chuvas direta sobre a plataforma;

- fluxo de águas superficiais de terrenos adjacentes;

- inundações de cursos de água;

- infiltração subterrânea;

CICLO HIDROLÓGICO

superficiais de terrenos adjacentes; - inundações de cursos de água; - infiltração subterrânea; CICLO HIDROLÓGICO

CICLO HIDROLOGICO

CICLO HIDROLOGICO

CICLO HIDROLÓGICO

CICLO HIDROLÓGICO

ESTUDOS HIDROLÓGICOS

Tipos de Drenagem

SUPERFICIAL:

que drena as

Constituído por um sistema de dispositivos

águas superficiais.

por um sistema de dispositivos águas superficiais.  SUBTERRÂNEA: Constituído por um sistema de

SUBTERRÂNEA:

Constituído por um sistema de dispositivos

que drena a parte

que se infiltra para formar o lençol d’água

subterrâneo.

por um sistema de dispositivos que drena a parte que se infiltra para formar o lençol

Tempo de recorrência (Tr) da enchente de projeto

Está associado a freqüência com que ocorre uma enchente numa obra em um intervalo de tempo médio onde é provável ocorrer um evento igual ou maior.

Escolha do tempo de recorrência

implantação do projeto com os

Comparação do custo de

 

prejuízos

 

resultantes

da

ocorrência de descargas maiores

 

do

que

as

previstas

para

o

mesmo.

Quanto maior o tempo de recorrência da enchente de projeto mais onerosa será a obra, porém , os prejuízos decorrentes da insuficiência de vazão são mais raros e, no conjunto de um grande número de obras semelhantes, resultam menores despesas médias anuais de reposição ou

reparos.

Prejuízos decorrentes da insuficiência de vazão:

Bueiro de rodovia com pequena capacidade de vazão pode causar a

erosão dos taludes junto à boca de jusante, ruptura do aterro por transbordamento das águas ou inundação de áreas valorizadas a montante;

Um canal ou galeria de drenagem urbana pode interromper o trânsito

temporariamente ou danificar móveis em residências ou mercadorias no

comércio ao nível das ruas marginais;

Em seções de ponte geralmente causa sua destruição ou a ruptura dos

aterros contíguos além da interrupção temporária do tráfego;

Escolha do tempo de recorrência da enchente de projeto :

Canais ou galerias de drenagem : 10 a 20 anos

Bueiros de Rodovias: 20 a 50 anos

Pontes de rodovias : 50 a 100 anos, conforme o tipo e

importância da obra.

Risco de ocorrer enchente maior

Risco de ocorrer enchente maior

TEMPO DE CONCENTRAÇÃO

(T C )

É o tempo que o pico da enchente leva para percorrer o curso principal desde as cabeceiras até o ponto onde se deseja conhecer as descargas da enchente, ou seja, o tempo para que

toda a bacia passe a contribuir para a seção de vazão.

As chuvas com duração próxima ao tempo de concentração da bacia fornecem os maiores picos de enchentes para um determinado tempo de recorrência. Assim, esse tempo caracteriza a forma do fluviograma unitário e conseqüentemente é um fator importante na conformação e na descarga máxima da enchente de projeto. O tempo de concentração deve ser maior que 5 minutos. Para bacias hidrográficas menores que 2,5 km 2 , tem-se diversas expressões que permitem seu calculo. A grande variabilidade dos resultados do tempo de concentração, conforme a formula adotada, talvez se explique pela diversidade de rugosidade do terreno, sua cobertura vegetal, tamanho, forma e do tipo da superfície drenada, da declividade e de outros fatores que tem pronunciado efeito em bacias pequenas, para as quais essas fórmulas foram desenvolvidas na sua maioria.

a) Fórmula de Kirpich

T C

57

L   

 

H

3

0,5

0, 77

L o maior comprimento da bacia (km) H máxima diferença de cotas na bacia (m)

Tc ( min )

- Tempo de concentração

b) Fórmula de Kerby

i declividade, %

T C

37   0,5 L

i

0 , 4 7

c) Fórmula de Picking

T C

5,3

d) Fórmula do U.S. Corps of Engineering

L

i

2

 

1

3

T C

0,30

i

L

1

4

0, 7 6

e) Formula de Vem Te Chow

T

C

f) Formula do DNOS

A área da bacia, em ha

T C

25, 2

0 , 6 4 do DNOS A – área da bacia, em ha T C  25, 2  10

10

k

A

0 , 3

L

0 , 2

i 0 , 4

 

Tipo de terreno

 

k

1)

Areno-argiloso,

coberto

de

vegetação

intensa,

elevada

2

absorção

 

2) Solo comum, coberto de vegetação, absorção apreciavel

3

3) Argiloso, coberto de vegetação, absorção média

 

4

4) solo de vegetação média, pouca absorção

 

4,5

5) Solo com rocha, escassa vegetação, baixa absorção

 

5

6) Solo rochoso, vegetação rala, reduzida absorção

 

5,5

MÉTODO RACIONAL MODIFICADO

Projeto de Drenagem

VAZÃO (Q)

( Bacias hidrográficas de áreas < 1.000 ha )

CIA Q   360
CIA
Q 
360

Q

= vazão, em m 3 /s

C

= coeficiente de escoamento superficial

I

= intensidade da precipitação, em mm/h

A

=

área da bacia, em ha

=

coeficiente de dispersão = 1,0

COEFICIENTE DE ESCOAMENTO SUPERFICIAL ( C ) COEFICIENTE DE DEFLÚVIO COEFICIENTE DE RUN-OFF

COEFICIENTE DE ESCOAMENTO SUPERFICIAL ( C ) COEFICIENTE DE DEFLÚVIO COEFICIENTE DE RUN-OFF

Intensidade de Precipitação ( I )

É obtido através das curvas de intensidade x duração do

tipo mostrado na figura abaixo, que representa a freqüência representativa da região em que se desenvolve o projeto, ou, também, através de fórmulas empíricas que registram o regime de chuvas de cada local.

a) Gráfico Intensidade x Duração

Fórmulas empíricas 0 , 2 2.300  T r I  (mm/h) 0 , 9
Fórmulas empíricas
0 , 2
2.300  T
r
I 
(mm/h)
0 , 9 1
( t  20)
C

(Enga. Rosemary Sarmanho - Belém-PA)

, 9 1 ( t  20) C (Enga. Rosemary Sarmanho - Belém-PA) 0 ,181 1.747,9
0 ,181 1.747,9  T r I    0, 8 9 t 
0
,181
1.747,9  T
r
I 
 0, 8 9
t  15
C

(mm/h)

(Eng. Paulo Sampaio Wilkens S.Paulo)

DIMENSIONAMENTO DOS DISPOSITIVOS

Fórmula de Manning da continuidade

2 / 3 R H . i V  n
2 / 3
R H .
i
V 
n

Equação

Manning da continuidade 2 / 3 R H . i V  n Equação V =

V = velocidade de escoamento em m/s

R H

S

P

- raio hidráulico da seção molhada

n = coeficiente de rugosidade adequado à natureza das

superfícies da valeta i = declividade longitudinal do dispositivo de drenagem, em m/m.

S

= área da seção molhada, em m 2

P

= perímetro hidráulico da seção molhada, em m

q

= capacidade de vazão do dispositivo, em m 3 /s

A capacidade de vazão q do dispositivo de drenagem é comparada com a vazão Q de projeto definida pelos estudos hidrológicos.

COEFICIENTE DE RUGOSIDADE (MANNING)

Tipo de Superfície

n

Madeira bem aplainada

0,009

Concreto acabado

0,012

Tubo de cerâmica vitrificada e de concreto, alvenaria de tijolo média, madeira não aplainada

0,015

Concreto lançado em forma rugosa, alvenaria de qualidade inferior (tijolo), boa alvenaria de pedra tosca

0,017

Terra nua, pedra tosca

0,021

Leivas e ervas

0,025

VELOCIDADES DE ESCOAMENTO MAXIMAS

ADMISSIVEIS PARA A ÁGUA

(Erosão)

(DNIT-Manual de Drenagem 2006)

VELOCIDADES DE ESCOAMENTO MAXIMAS ADMISSIVEIS PARA A ÁGUA (Erosão) (DNIT-Manual de Drenagem – 2006)

EROSÃO E SEDIMENTAÇÃO

EROSÃO E SEDIMENTAÇÃO Velocidade abaixo da qual ocorre Sedimentação dos elementos sólidos em suspensão na água

Velocidade abaixo da qual ocorre Sedimentação dos elementos sólidos em suspensão na água

Argila

0,08 m/s

Areia fina

0,16 m/s

Areia grossa

0,21 m/s

Cascalho fino

0,32 m/s

Cascalho grosso

0,65 m/s

1 DISPOSITIVOS DE DRENAGEM SUPERFICIAL

Objetivo

Interceptar e captar, conduzindo ao deságüe seguro, as águas provenientes de suas áreas adjacentes e aquelas que se precipitam sobre o corpo estradal, resguardando sua segurança e estabilidade.

- Valetas de proteção de corte;

- Valetas de proteção de aterro;

- Valetas de derivação

- Sarjetas de corte;

- Sarjeta de canteiro central;

- Descidas d’água;

- Saídas d’água;

- Caixas coletoras;

- Bueiros de greide;

- Dissipadores de energia;

- Escalonamento de taludes;

- Corta-rios.

TIPOS DE DISPOSITIVOS DE DRENAGEM SUPERFICIAL

TIPOS DE DISPOSITIVOS DE DRENAGEM SUPERFICIAL

Valetas de proteção de corte

Tem como objetivo interceptar as águas que escorrem pelo terreno natural a montante, impedindo-as de atingir o talude de corte.

a montante, impedindo-as de atingir o talude de corte. Tipos de revestimentos: -Concreto; - Alvenaria de

Tipos de

revestimentos:

-Concreto;

- Alvenaria de tijolo ou pedra;

- Pedra arrumada;

- Vegetação.

o talude de corte. Tipos de revestimentos: -Concreto; - Alvenaria de tijolo ou pedra; - Pedra
o talude de corte. Tipos de revestimentos: -Concreto; - Alvenaria de tijolo ou pedra; - Pedra
o talude de corte. Tipos de revestimentos: -Concreto; - Alvenaria de tijolo ou pedra; - Pedra

Valetas de proteção de corte

Valetas de proteção de corte

Dimensionamento Hidráulico das Valetas

Utilizando-se o método racional, estima-se a descarga de contribuição, onde a área de drenagem é limitada pela própria valeta e pela linha do divisor de águas da vertente a montante.

onde a área de drenagem é limitada pela própria valeta e pela linha do divisor de

Valetas de proteção de aterro

Tem como objetivo interceptar as águas que escoam pelo terreno a montante, impedindo-as de atingir o pé do talude de aterro. Além

disso tem a finalidade de receber as águas das sarjetas e valetas de

corte, conduzindo-as com segurança ao dispositivo de transposição de talvegues.

as águas das sarjetas e valetas de corte, conduzindo-as com segurança ao dispositivo de transposição de
as águas das sarjetas e valetas de corte, conduzindo-as com segurança ao dispositivo de transposição de
as águas das sarjetas e valetas de corte, conduzindo-as com segurança ao dispositivo de transposição de

Sarjeta de Aterro

São dispositivos com o objetivo de impedir que as águas precipitadas sobre a plataforma escoem pelo talude de aterro, provocando erosões neste ou na borda do acostamento. Por escoamento longitudinal, levam as águas interceptadas até local de deságüe seguro, em caixas coletoras ou no terreno natural.

longitudinal, levam as águas interceptadas até local de deságüe seguro, em caixas coletoras ou no terreno
longitudinal, levam as águas interceptadas até local de deságüe seguro, em caixas coletoras ou no terreno

Valetas de derivação

São canais executados a jusante dos bueiros para afastarem a

água dos mesmos. A seção transversal deve ser de forma

trapezoidal quando executada em terra, sendo recomendável para inclinação das paredes do canal os seguintes valores:

 

Material

 

Inclinação

 

Rocha

Aprox.

 

vertical

Solos turfosos e lodosos

 

0,25 : 1

 

Argilas

duras

ou

terra

revestida

0,5 : 1 a

1

:

1

com concreto

   

Terra revestida com pedras

1 :

1

Solos arenosos fofos

 

2 :

1

Loam siltoso ou argilas porosas

3 :

1

Sarjetas de corte

Tem como objetivo captar as águas que se precipitam sobre a plataforma e taludes de corte e conduzi-las, longitudinalmente à rodovia, até o ponto de transição entre o corte e o aterro, de forma a permitir a saida lateral para o terreno natural ou para a valeta de aterro, ou então, para a caixa coletora de um bueiro de greide.

saida lateral para o terreno natural ou para a valeta de aterro, ou então, para a
saida lateral para o terreno natural ou para a valeta de aterro, ou então, para a
saida lateral para o terreno natural ou para a valeta de aterro, ou então, para a

Sarjetas de Corte

Sarjetas de Corte

Valeta do canteiro central

Em rodovias projetadas com pista dupla, onde as pistas são separadas por um canteiro central côncavo, torna-se necessário drena-lo superficialmente através deste dispositivo. Esta valeta capta as águas provenientes da pista e do próprio canteiro central e as conduz longitudinalmente até serem captadas por caixas coletoras de bueiros de greide.

do próprio canteiro central e as conduz longitudinalmente até serem captadas por caixas coletoras de bueiros

Saídas d’água

Também denominadas entrada d’agua , são dispositivos destinados a conduzir as águas coletadas pelas sarjetas de aterro lançando-as nas descidas d’agua. São dispositivos de transição entre as sarjetas de aterro e as descidas d’agua.

a) Saida d’agua de greide

em rampa

b) Saida d’agua de curva

vertical côncava

de aterro e as descidas d’agua . a) Saida d’agua de greide em rampa b) Saida
de aterro e as descidas d’agua . a) Saida d’agua de greide em rampa b) Saida

Estruturas de Drenagem Descida d’água tipo rápido

Seção de vazão: - retangular, em calha tipo rápido ou em degraus; - semicircular ou
Seção de vazão:
- retangular, em calha tipo rápido ou em degraus;
- semicircular ou meia cana, de concreto ou metálica;
- em tubos de concreto ou metálicos.
DIMENSIONAMENTO HIDRAULICO

Corta-rio

São canais de desvios abertos com a finalidade de:

- Evitar que um curso d água existente interfira com a diretriz da rodovia, obrigando a construção de sucessivas obras de transposição de talvegues; -Afastar as águas que ao serpentear em torno da diretriz da estrada , coloquem em risco a estabilidade dos aterros;

-- Melhorar a diretriz da rodovia.

em torno da diretriz da estrada , coloquem em risco a estabilidade dos aterros; -- Melhorar

Dissipadores de Energia

São dispositivos destinados a dissipar energia do fluxo d’agua,

reduzindo sua velocidade, tanto no escoamento através do

dispositivo de drenagem, quanto no deságue para o terreno natural.

- Dissipadores localizados BACIAS DE AMORTECIMENTO.

- Dissipadores contínuos.

BACIAS DE AMORTECIMENTO

-No pé das descidas d’agua nos aterros; - Na boca de jusante dos bueiros; - Na saída das sarjetas de corte, nos pontos de passagem de corte-aterro.

DISSIPADORES DE ENERGIA

DISSIPADORES DE ENERGIA

Dissipadores Contínuos

Descidas d’agua em forma de degraus

Tem como objetivo, mediante a dissipação de energia, diminuir a velocidade da água continuamente ao longo de seu percurso, de modo a evitar o fenômeno da erosão em locais que possa comprometer a estabilidade do corpo estradal. Construído com uma camada de concreto de aproximadamente 0,50 m de largura co espessura de 0,10 m de acabamento áspero obtido com o assentamento em disposição irregular de pedras de dimensões aproximadas de 7,5 cm. (Ver Especificações de serviço DNIT 022/2004).

em disposição irregular de pedras de dimensões aproximadas de 7,5 cm. (Ver Especificações de serviço DNIT

Descidas d’água

Conduzem as águas captadas por outros dispositivos de drenagem pelos taludes de cortes e aterros. Quando vindas de valetas de proteção de corte, desaguam na plataforma em sarjetas de corte ou em caixas coletoras. Quando as águas provém de sarjetas de aterro, deságuam geralmente no terreno natural. Também sangram valetas de banquetas em pontos baixos ou ao ser atingido o comprimento crítico, e frequentemente são necessárias para conduzir pelo talude de aterro águas vindas de bueiros elevados.

crítico, e frequentemente são necessárias para conduzir pelo talude de aterro águas vindas de bueiros elevados.
crítico, e frequentemente são necessárias para conduzir pelo talude de aterro águas vindas de bueiros elevados.
crítico, e frequentemente são necessárias para conduzir pelo talude de aterro águas vindas de bueiros elevados.

Descida d’agua em degraus

Descida d’ agua em degraus

Caixas Coletoras

Objetivos e características

- Coletar as águas provenientes das sarjetas e que se destinam aos bueiros de greide; -Coletar as águas provenientes de áreas situadas a montante de bueiros de transposição de talvegues, permitindo sua construção abaixo do terreno natural; -- Coletar as águas provenientes das descidas d’água de cortes, conduzindo-as ao dispositivo de deságüe seguro; - Permitir a inspeção dos condutos que por elas passam, com o objetivo de verificação de sua funcionalidade e eficiência; - Possibilitar mudanças de dimensão de bueiros, de sua declividade e direção, ou ainda quando a um mesmo local concorre mais de um bueiro.

de dimensão de bueiros, de sua declividade e direção, ou ainda quando a um mesmo local
de dimensão de bueiros, de sua declividade e direção, ou ainda quando a um mesmo local

Escalonamento de Taludes

Tem como objetivo evitar que as águas precipitadas sobre a plataforma e sobre os taludes, atinjam, através do escoamento superficial, uma velocidade acima dos limites de erosão dos materiais que os compõe.

atinjam, através do escoamento superficial, uma velocidade acima dos limites de erosão dos materiais que os
atinjam, através do escoamento superficial, uma velocidade acima dos limites de erosão dos materiais que os
atinjam, através do escoamento superficial, uma velocidade acima dos limites de erosão dos materiais que os

ESQUEMAS DE DRENOS EM MUROS DE ARRIMOS

ESQUEMAS DE DRENOS EM MUROS DE ARRIMOS

BUEIROS DE GREIDE

São dispositivos destinados a conduzir para locais de deságue seguro as águas captadas pelas caixas coletoras.

- Caixas coletoras

- Corpo

- Boca

captadas pelas caixas coletoras. - Caixas coletoras - Corpo - Boca Bueiro de greide em aterro

Bueiro de greide em aterro

captadas pelas caixas coletoras. - Caixas coletoras - Corpo - Boca Bueiro de greide em aterro

Bueiro de greide em corte

Tempo de concentração a ser utilizado no calculo da vazão a ser suportada pelo bueiro

(Formula de George Ribeiro)

a ser suportada pelo bueiro (Formula de George Ribeiro) L t C    0
L t C    0 , 0 4 1, 05 0 , 2
L
t C
 0 , 0 4
1, 05 0 , 2 p
100 .i

t C - tempo de concentração em

minutos

L comprimento do rio principal ,

km

p relação entre a área coberta por

vegetação e a área total da

bacia

i declividade media do rio

principal

Pontilhões e Pontes

PONTILHÕES

São obras para a transposição de talvegues nos casos em que, por imposição da descarga de projeto ou do greide projetado, não possam ser construídos bueiros.

PONTES

São obras-de-arte destinadas a vencer os talvegues formados pelos cursos d’água, cuja transposição não pode ser feita por bueiros e pontilhões. Por sua maior importância e pelas suas extensões estas obras exigem estruturas mais complexas do que as usadas nos pontilhões e, por esta razão, no seu dimensionamento os procedimentos de cálculo deverão ser mais rigorosas.

Alguns dispositivos de drenagem

Alguns dispositivos de drenagem

Alguns dispositivos de drenagem superficial

http://www.drenagem.ufjf.br/06dren_sup01. htm

http://www.drenagem.ufjf.br/06dren_sup01.

htm