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Ministério da Educação

UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ

Campus Curitiba

PLANO DE ENSINO

CURSO

Engenharia Industrial Elétrica – Ênfase Eletrotécnica

MATRIZ

617

 

FUNDAMENTAÇÃO

Resolução 03/06 - COENS e Resolução 96/06-COEPP

 

LEGAL

Resolução 69/06-COEPP

DISCIPLINA/UNIDADE CURRICULAR

CÓDIGO

 

CARGA HORÁRIA (horas)

 

GERAÇÃO DE ENERGIA

ET6EE

Teórica

Prática

Total

30

30

60

 

PRÉ-REQUISITO

ET66C (Máquinas Elétricas 2) ou estar matriculado a partir do 7º período do curso.

EQUIVALÊNCIA

 
OBJETIVO Propiciar o conhecimento sobre a produção,operação e manutenção de centrais hidrelétricas. EMENTA Classificação de Usinas
OBJETIVO
Propiciar o conhecimento sobre a produção,operação e manutenção de centrais hidrelétricas.
EMENTA
Classificação de Usinas Hidrelétricas; Barragens; Turbinas; Geradores; Obras e equipamentos de usinas; Sistemas de
Controle e Proteção de Centrais Geradoras; Montagem de Centrais Geradoras; Comissionamento de Centrais
Geradoras; Tópicos Especiais de Projetos de Usinas Hidrelétricas.
ITEM
EMENTA
CONTEÚDO
1.1 Energia Hidrelétrica
1
Fontes de Energia
1.2
Energia Termoelétrica
2.1
Fluviometria
2.2
Regularização das Vazões
2
Hidrologia
2.3
Curva Chave
2.4
Fluviograma
2.5
Diagrama de Rippl
3.1
Quanto à Potência
3
Classificação de Usinas Hidrelétricas
3.2
Quanto à Queda
3.3
Quanto ao Fator de Carga
4.1
Barragem
4.2
Conduto Forçado
4.3
Comportas
4
Componentes das Centrais Hidrelétricas
4.4
Câmara de Carga/Chaminé de Equilíbrio
4.5
Vertedouro
4.6
Casa de Força
5.1
Classificação de Turbinas de Ação e Reação
5.2
Seleção da Turbina
5.3
Turbina Pelton
5.4
Turbina Francis
5
Turbinas Hidráulicas
5.5
Turbina Kaplan
5.6
Turbina Dériaz
5.7
Turbina Bulbo
5.8
Turbina Michell Banki
6.1
Classificação e Características Técnicas
6.2
Componentes Principais do Gerador (Estator e Rotor)
6
Gerador
6.2.1
Estator: características elétricas e componentes
6.2.2
Rotor: características elétricas e componentes
7.1
Regulador de Velocidade
7
Sistemas de Controle de Centrais Hidrelétricas
7.1.1
Regulador Isócrono
7.1.2
Regulador com queda de velocidade
Revisado por:
Instrucao
Data:
XXX/2009
Aprovado por:
Coordenacao de Curso
Vigora a partir de:
Semestre ou ano

FORMULÁRIO UNIFICADO / GERÊNCIA DE ENSINO

   

7.1.3

Regulador com estatismo transitório

  • 7.2 Estatismo

  • 7.3 Regulador de Tensão

  • 7.3.1 Regulador Analógico

  • 7.3.2 Regulador Microprocessado

  • 7.3.3 Circuitos de Estabilizadores

8

Comissionamento de Centrais Hidrelétricas

  • 8.1 Ensaios de Tipo

  • 8.2 Ensaios de Aceitação

9

Visita Técnica

  • 9.1 Usinas da COPEL

REFERÊNCIAS Referências Básicas: MACINTYRE, Archibald Joseph. Máquinas motrizes hidráulicas. Rio de Janeiro: Guanabara, 1983. SIMONE, Gílio
REFERÊNCIAS
Referências Básicas:
MACINTYRE, Archibald Joseph. Máquinas motrizes hidráulicas. Rio de Janeiro: Guanabara, 1983.
SIMONE, Gílio Aluisio. Centrais e aproveitamentos hidrelétricos. São Paulo: Erica, 2000.
SOUZA, Zulcy de; FUCHS, Ruvens Dario; SANTOS, Afonso H. Moreira. Centrais hidro e termelétricas. São Paulo:
Edgard Blücher; Itajubá-MG: Escola Federal de Engenharia, 1983.
Referências Complementares:
ITAIPU BINACIONAL. Hydroelectric project. Curitiba: Itaipu Binacional, 1994.
PFLEIDERER, Carl; PETERMANN, Hartwig. Máquina de fluxo. Tradução: Ana Lucia S. de Almeida; José A. Royo
dos Santos e Zulcy de Souza. Rio de Janeiro: Livros Técnicos, 1979.
REIS, Lineu Bélico; SILVEIRA, Semida (Orgs.). Energia elétrica para o desenvolvimento sustentável. São Paulo:
USP, 2000.
SOUZA, Zulcy de; FUCHS, Ruvens Dario; SANTOS, Afonso H. Moreira. Centrais hidro e termelétricas. São Paulo:
Edgard Blücher; Itajubá-MG: Escola Federal de Engenharia, 1983.
SOUZA, Zulcy; SANTOS, Afonso H. M. BORTONI, Edson, da C. Centrais hidrelétricas: estudos para implantação.
Rio de Janeiro: ELETROBRÁS, 1999.

Sistema de Avaliação:

Sistema de Avaliação: A aprovação nas disciplinas dar-se-á por média ou com exame final. § 1º

A aprovação nas disciplinas dar-se-á por média ou com exame final.

§ 1º – Considera-se, para todos os efeitos, Média Parcial (MP) como a média aritmética de duas ou quatro notas parciais, dependendo do regime letivo ser semestral ou anual respectivamente, e cada Nota Parcial (NP) como sendo resultante de pelo menos uma avaliação prevista no plano de ensino de cada disciplina.

§ 2º – Considerar-se-á aprovado por média, o aluno que tiver freqüência igual ou superior a 75% (setenta e cinco por cento) e média parcial igual ou superior a 7,0 (sete), consideradas toda as avaliações previstas no plano de ensino da disciplina, calculada pela seguinte expressão:

MP = Σ NP 7,0 n

Onde:

MP = média parcial NP = nota parcial n = nº de notas parciais § 3º – A Média Final do aluno aprovado por média será igual à sua Média Parcial.

§ 4º – O aluno com Média Parcial inferior a 4,0 (quatro) e/ou com freqüência inferior a 75% (setenta e cinco por cento), será considerado reprovado na disciplina.

§ 5º – O aluno com Média Parcial igual ou superior a 4,0 (quatro), com freqüência igual ou superior a 75% (setenta e cinco por cento) e que não tenha sido aprovado por média terá direito a prestar exame final.

§ 6º – No caso do parágrafo anterior, considerar-se-á aprovado com exame final, o aluno que tiver freqüência igual ou superior a 75% e obtiver Média Final (MF) igual ou superior a 5,0 (cinco), calculada pela seguinte expressão:

MF = MP + EF >= 5,0

2

Onde:

MF = média final

Revisado por:

Instrucao

Data:

XXX/2009

Aprovado por:

Coordenacao de Curso

Vigora a partir de:

Semestre ou ano

FORMULÁRIO UNIFICADO / GERÊNCIA DE ENSINO

MP = média parcial EF = exame final

MP = média parcial EF = exame final Revisado por: Instrucao Data: XXX/2009 Aprovado por: Coordenacao
MP = média parcial EF = exame final Revisado por: Instrucao Data: XXX/2009 Aprovado por: Coordenacao

Revisado por:

Instrucao

Data:

XXX/2009

Aprovado por:

Coordenacao de Curso

Vigora a partir de:

Semestre ou ano

FORMULÁRIO UNIFICADO / GERÊNCIA DE ENSINO