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Extensômetros de Resistência Elétrica

Extensômetros de Resistência Elétrica

EREs ou Electrical Resistance Strain Gages

de Resistência Elétrica Extensômetros de Resistência Elétrica EREs ou Electrical Resistance Strain Gages

Extensômetros de Resistência Elétrica

1 Definição para ERE

Extensômetros de resistência elétrica (EREs ou electrical resistance strain gages) são sensores formados por fios condutores finos que acusam

variações do seu comprimento (alongamento ou encurtamento) através

de variações de sua resistência elétrica.

Fio condutor colado na superfície do componente antes deste sofrer o carregamento P Comprimento inicial

Fio condutor colado na superfície do componente antes deste sofrer o carregamento P

Comprimento inicial = Li Resistência inicial = Ri

Fio condutor colado é alongado após a aplicação de P Comprimento final = Lf Resistência

Fio condutor colado é alongado após a aplicação de P

Comprimento final = Lf Resistência final = Rf

t P
t
P
de P Comprimento final = Lf Resistência final = Rf t P colado = significa que

colado = significa que o fio tem a mesma deformação da superfície do componente

K = fator de calibração do ERE ou gage factor

R

R

K .

R f R i

R

i

Lf Li

Li

K .

Extensômetros de Resistência Elétrica

2 Ordem de grandeza das deformações

Para os componentes metálicos estruturais, as deformações a serem medidas são muito pequenas e, por isto, medições diretas das variações

de comprimento com paquímetros e micrômetros são inviáveis.

P = 1t

d =10 mm s
d =10 mm
s
s S u = 400 MPa S y = 250 MPa E = 200 GPa
s
S u = 400 MPa
S y = 250 MPa
E = 200 GPa

Aço A36

s s S u = 400 MPa S y = 250 MPa E = 200 GPa
P s  A 2  .d A  4
P
s
A
2
.d
A 
4

s = 125 MPa

 Aço A36 P s  A 2  .d A  4 s = 125

Li + L

L

Li

Li

10

mm

MPa Li +  L    L Li Li  10 mm  =

= 0.000613 = 6.13 x 10 -4 = 0.0613% = 613 x 10 -6 = 613 m

x

Lx

Lxi

Lxi 1 0

m m

x

605

1 0

6

605

Lx

Lxf

6

.

0 5

m

m

1 0

.

00605

m m

m

e

Lxi

Extensômetros de Resistência Elétrica

1 0

.

00000

m m

Lx Ly
Lx
Ly

y

 

 

.

x

0

.

3

para u m

estado uniaxial

Ly

y Ly

d

d

i

181

m

d

f

9

.

99837

m m

R

R

R

K

.

x

120

e

K

 

e

2

.

0

d

 

R

0

.

1452

i

1 0

.

00000

m m

Ly + Ly

Lx + Lx

x 120  e K   e  2 . 0 d   R 

Extensômetros de Resistência Elétrica

3 Relações entre tensões e deformações

A partir do Ensaio de Tração relações entre tensões e deformações podem ser estabelecidas.

s

P P X
P
P X
 x = s 1 /E
 x = s 1 /E

s x = s 1 = P/A

s P P X  x = s 1 /E s x = s 1 =

no regime élástico e linear

Deformação total Deformação elástica Deformação plástica tg -1 E   p  e 
Deformação total
Deformação elástica
Deformação plástica
tg -1 E
 p
 e
 t

Extensômetros de Resistência Elétrica

Exemplo: caso uniaxial para as relações entre tensões e deformações

Caso Uniaxial

 s x     x E  s  x  
s
x
x
E
s
x
 

 
y
x
z
E
Y
s x = s 1
P
P
X
s  x          y x z 
s  x          y x z 

s x = s 1

Z

Extensômetros de Resistência Elétrica

4 Princípio básico dos EREs sensibilidade à deformação dos fios metálicos condutores

Diâmetro D Área A Comprimento L
Diâmetro D
Área A
Comprimento L

R

.

L

A

d R

d R

R

d

R

R

.d L

L

A

A

 

1

L

A

.d L

A

 

d

d L

.d

L .

L

A

.d

d A

L

A

.

d A

A

2

L .

.

d A

A

2

Equação fundamental para os EREs

L R   . A d R d  d L d A 
L
R
.
A
d R
d
d L
d A
R
L
A
d
L
d
L
d
R
d  d A
d
2
d A
d D
 d A
2
.
.D .d D
 2 .
4
4
A
D
d
D
d L
d A
 
.
  2 .
.d
y
D
x
L
A
onde
 é
o coeficiente
d e
Poisson
d R
d
 
2 .
.d
 
d
R 

R

A


A

.D

mas

d

 

.d

Extensômetros de Resistência Elétrica

Segundo Bridgeman  c .  V onde c é a constant e d e
Segundo Bridgeman
c .
V
onde
c
é
a
constant e d e Bridgeman
mas
V
 L . A
d V
LdA
AdL
d V
d L
d A
d
 2
.
.d
V
L
A
d
c
d
 2
.
.d
d R
 d
2
.
.d
2
.
.d
d
R
d
R
 c
1
2
.
2
.
1
 .d
R
K
 c
1
2
.
2
.
1
d R
K .d
R

d

d V

c

K

c

1

2

.

2

Notar que s e c

.

1

,

1

K

2

d R

R

K

.d

d R

R

para K

K .d

K .

constant e,

d L

L

l n

R

f

R

i

K

.l n

L

f

L

i

e

d

d L

 

L

R

 
 

K

 

R

.

para pequenas deformações ,

l n

L

f

L

i

L

L

Li Lf

Extensômetros de Resistência Elétrica

5 Materiais para EREs

Extensômetros de Resistência Elétrica

Material

Composição

K

Aplicação

Advance ou Constantan

45% Ni

 

Uso geral. K é

55% Cu

2.1

constante até

8%.

 

74% Ni

 

Melhor

20% Cr

compensação de temperatura, resistência à fadiga e estabilidade.

Karma

3% Al

2.0

3% Fe

 

36% Ni

   

8% Cr

Uso geral. Mais

Isoelastic

0.5% Mo

3.6

sensível à temperatura.

55.5% Fe

 

80% Ni

   

Nichrome

20% Cr

2.1

Para trabalhos a altas temperaturas.

Platina-

92% Pt

4.0

Tungstênio

8% W

Resistentes à oxidação.

 

70% Fe

 

Armour D

20% Cr

2.0

 

10% Al

Extensômetros de Resistência Elétrica Superfície do componente que está sob deformação

Superfície do componente que está sob deformação 6 – EREs típicos  x  x Camadas

6 EREs típicos

componente que está sob deformação 6 – EREs típicos  x  x Camadas de proteção:

x

que está sob deformação 6 – EREs típicos  x  x Camadas de proteção: verniz,

x

Camadas de proteção: verniz, epóxi, borracha RTV, massa 3M

Elemento sensor de deformação. Condutor, só sente e mede deformação na sua

direção longitudinal, x

y

deformação na sua direção longitudinal,  x  y  y Adesivo: cianoacrilato, resina epóxi, cola

y

na sua direção longitudinal,  x  y  y Adesivo: cianoacrilato, resina epóxi, cola cerâmica

Adesivo:

cianoacrilato, resina epóxi, cola cerâmica

Base do ERE, para resistência e rigidez para manuseio, feita de papel, resina epóxi ou fenólica ou poliimida

Cabo condutor para levar sinal elétrico ao condicionador de sinais, AWG 24-28

Terminal para conectar por solda o ERE ao cabo condutor

Extensômetros de Resistência Elétrica

7 Principais Características dos EREs e das suas Medições

O princípio básico dos EREs foi descoberto a partir de experimentos realizados por Lord Kelvin em 1856 com arames de condutores.

EREs de arame com base de papel foram desenvolvidos por Simmons e Ruge por volta de 1930

e

1940.

EREs modernos (metal foil em base epóxi ou poliéster) foram desenvolvidos por Sanders e Roe a partir de 1952.

A constante de calibração dos EREs deve ser estável com respeito à temperatura e ao tempo.

A exatidão deve ser igual a + 1 m e a faixa de medição deve ser igual a + 5% ou + 50 x 10 -3 m

O comprimento e a largura de sua base de medição devem ser pequenos para que a deformação medida possa ser a deformação de um “ponto”. Isto implica em considerações sobre a

homogeneidade e isotropia do ponto material e sobre os gradientes de deformações ao longo do

comprimento e da largura da base de medida.

As medições são “pontuais” e não dão informações de campo global.

A

inércia e a rigidez das instalações dos EREs e dos próprios EREs devem ser pequenas para

não influenciarem as medições e permitirem os registros de sinais de alta freqüência.

As respostas devem ser lineares em toda a faixa de medição.

Os EREs são muito utilizados em Análise Experimental de Tensões e também como sensores em transdutores de força, acelerômetros resistivos e transdutores de deslocamentos.

Sensores similares a EREs são utilizados para medições de temperatura. Construções similares também são usadas como resistores de precisão.

Extensômetros de Resistência Elétrica

Principais Características dos EREs e das suas Medições Sensibilidade transversal dos EREs

Para maior facilidade de medição dos valores de R, os valores de R devem ser grandes. EREs

comerciais possuem Rs iguais a 120 e 350 ohms (outros valores podem ser encontrados), por isto e

também por razões históricas. Valores desta ordem são conseguidos com comprimentos L grandes e áreas transversais pequenas. Os EREs são bastante delgados e seu grande comprimento L é atingido pela existência de vários fios finos paralelos que são interconectados. Estas conexões devem ter R muito baixo para que não gerem variações importantes de R nas direções transversais à direção de medição das deformação dos EREs. Mesmo assim existe alguma sensibilidade transversal, dada por uma constante Kt fornecida pelo fabricante dos EREs.

R

R

R

R

S

S

a.

a.

a

a

.


1

S t .

t

Sat.

a t

S

t

S

a

t

.

a

K

t

sensibilidade transversal

R

R

K .

a

a

Sat



S t



S a

a

a

K

deformação aparente

gage factor

fator d e calibraçãod o ERE

 t 
t

a

Extensômetros de Resistência Elétrica

Principais Características dos EREs e das suas Medições Sensibilidade transversal dos EREs

A constante de calibração K é determinada pelo fabricante do ERE através de um ensaio de flexão

de uma viga engastada com coeficiente de Poisson igual a 0.285. Nesta calibração tem-se:

t

 

a

.

0 285

.

R

S a.

a
R

K

S a

1

.

1

t



K

t

.

a

K

t

0 285

.

S a.

a

.

D e uma forma geral tem

s e :

R

R

K .

a

a

a

a

deformação aparente

1

0 285

.

K

t

K .

a

 t 
t

a

Por causa disto, a deformação aparente devida à sensibilidade transversal só será igual à deformação real se uma das condições seguintes ocorrer:

t

ou

0

t

e

 

K

0

0

. 285

a

Extensômetros de Resistência Elétrica

Principais Características dos EREs e das suas Medições Sensibilidade transversal dos EREs

A correção das deformações aparentes só poderão ser feitas se ambas deformações forem medidas

no ponto.

  Erro t , a , Kt  1  0.285Kt 0.16 0.14 0.12
Erro t , a , Kt

1  0.285Kt
0.16
0.14
0.12
Erro( 5 , 1 , Kt )
0.1
Erro( 1 , 1 , Kt )
0.08
Erro( 0.5 , 1 , Kt )
Erro( 0.2 , 1 , Kt )
0.06
0.04
0.02
0
0
0.01
0.02
0.03
0.04
0.05
Kt
Erro da deformação medida com relação à sensibilidade transversa
e à razão de deformações reais existentes.

Kt

0.285

t

a

Kt   0.285   t  a   
 R    a a t    S a.  .
 R
a
a
t
S a.
.
1 
K
.
K .
S a.
1
0 285
.
K
a
R
t
a
a
t
a
a
.
1
 0 285
.
K
a
t
a
t
1
 K
.
t
a
o u
t
1
0 285
.
K
a
t
t
K
.
a
a
t
t
1
K
t
a
1
0 285
.
K
a
t
t
 K
.
t
t
t
a
1
K
t
o u
t
K
 0 285
.
t
a
 
a
a
a
erro
1
 0 285
.
K
a
t
Exemplo:
 t / a 1, K=0.05,
 t / a =5, K=0.05,
erro=7%
erro=27%

Extensômetros de Resistência Elétrica

Principais Características dos EREs e das suas Medições Compensação de temperatura

Diferenças de respostas às variações de temperatura no que se refere às expansões e contrações e à resistividade do material dos EREs fazem com que deformações aparentes possam ser indicadas. Os EREs são fabricados para indicar uma deformação mínima de acordo com o material do componente e a faixa de temperatura de trabalho.

aparente

  R

R

 

a

.K .

.

 

,

 a

Coef . exp

ansão térmica dos materiaisd o componentee ERE

var iação d a resistencia d o ERE com

K

var i a pouco com a temperatura

Extensômetros de Resistência Elétrica

Principais Características dos EREs e das suas Medições Compensação de temperatura

Uma outra forma de modelar matematicamente o problema da deformação aparente devido à temperatura pode ser desenvolvida a partir da equação básica da resposta de um ERE.

R

l

R

A

R(

 

,

),

(

d R

R

d

d l

l



  

d A

A

R

aparente

R

 

,

), l

a

l (

 

,

), A

.K .

A(

 

,

)

a

.

 

,

 a

Coef . exp ansão térmica dos materiaisd o componentee ERE

var iação d a resistencia d o

ERE com

K

var i a pouco com a temperatura , n o

entorno d a temperatura ambiente

Extensômetros de Resistência Elétrica

Principais Características dos EREs e das suas Medições Compensação de temperatura Diferenças de respostas às

Compensação de temperatura Diferenças de respostas às variações de temperatura no que se refere às expansões

variações de temperatura

no que se refere às

expansões e contrações e à resistividade do material dos EREs fazem com que deformações aparentes possam ser indicadas. Os ERES são fabricados, e devem ser selecionados, para que, nas faixas de temperatura utilizadas numa medição, as deformações aparentes sejam mínimas. O gráfico

ao lado mostra a resposta, em termos de deformação aparente, de um ERE “apropriado” para trabalho em aço quando a temperatura sofre variações. Convencionalmente, a deformação aparente foi igualada a zero para um ERE inicialmente balanceado a 24 o C.

Extensômetros de Resistência Elétrica

Principais Características dos EREs e das suas Medições

Voltagem máxima de alimentação

A corrente circulada através de um ERE deve ter limites para que este não aqueça demais e cause perturbações na medição a ser realizada. Estas

aquecimento pode mudar localmente as propriedades mecânicas do material, além de efeitos transientes poderem ocorrer
aquecimento pode mudar localmente
as propriedades mecânicas do
material, além de efeitos transientes
poderem ocorrer (falta de constância
da temperatura devido ao
chaveamento rápido). Algumas
indicações estão dadas na tabela
abaixo e no gráfico fornecido pelo
grupo Vishay.
Densidade de potência admissível PD=P/A,
watts/in 2 , A=área da grelha
Al, Cu com seções espessas
5
– 10
Aço com seções espessas
2
– 5
Aço com seções finas
1
– 2
Cerâmica, vidro , compostos
0.2 – 0.5
Polímeros
0.02 – 0.05

perturbações são causadas por uma deformação aparente devido à incompatibilidade entre ERE e material do componente quanto às suas

respostas térmicas e também porque o

Extensômetros de Resistência Elétrica

Principais Características dos EREs e das suas Medições Incertezas e erros típicos

R

0 4

. %

K

1 5

. %

 m 
 m

K

t

0 5

. %

desvio d e linearidade

0 0 5

.

a

. %

0 1

1 % max

devio d e zero primeirociclo

Resposta devido a gradientes

t o
t o
 o c.t o
 o
c.t o
d e zero  primeirociclo  Resposta devido a gradientes t o  o c.t o

Resposta devido a pulsos

d e zero  primeirociclo  Resposta devido a gradientes t o  o c.t o

l o

t=l o /c

Extensômetros de Resistência Elétrica

Principais Características dos EREs e das suas Medições

Estabilidade

A estabilidade do sistema de medição para longos períodos de tempo depende da influência da umidade, temperatura, poeira sobre a instalação (ERE, adesivos, cabos), fadiga, fluência ou relaxação do fio, do adesivo e “backing” e do comportamento da aparelhagem de condicionamento.

Efeitos ambientais

Umidade

Temperatura (alta, baixa) e sua influência nas propriedades mecânicas e elétricas dos materiais que compõem os EREs

Pressão hidrostática

Radiação nuclear

Deformações cíclicas

Fadiga (resistência da instalação)

i

8 Ponte de Wheatstone

B

Extensômetros de Resistência Elétrica

A ponte de Wheatstone é usada para

medir pequenas variações das

resistências que compõem seus braços. R1 R2 i1 i  i 1  i 2
resistências que compõem seus braços.
R1
R2
i1
i
i
1
i
2
C
E
V
A
V
V
i
1
.( R
1
R
2
)
i
1
AC
R
1
R
2
i2
V
V
V
i
2
.( R
3
R
4
)
i
2
AC
R
3
R
4
R4
R3
V
E
R
1
.i
1
R
4
.i
2
BD
D
V
.R 1
V
.R 4
E
R
1
R
2
R
3
R
4
V
R
1
.R
3
R
2
.R
4
E
V .
R
1
R
2
R
3
R
4 

i

Ponte de Wheatstone

B

Extensômetros de Resistência Elétrica

A ponte de Wheatstone é dita estar

balanceada quando seu output E é

igual a zero. Isto ocorre quando R1.R3 = R2.R4 R1 R2 i1 C A E
igual a zero. Isto ocorre quando
R1.R3 = R2.R4
R1
R2
i1
C
A
E
i2
R .R
1
3
R
2
.R
4
R4
R3
E
V .
R
1
R
2
R
3
R
4
D
R .R
1
3
R
2
.R
4
0
E
 0
V

A

Ponte de Wheatstone

B

Extensômetros de Resistência Elétrica

A ponte de Wheatstone mede variações

das resistências dos braços que a

R1+R1 compõem através de variações do seu output E. Por exemplo, se a resistência R2
R1+R1
compõem através de variações do seu
output E. Por exemplo, se a resistência
R2
R1 varia de R1 tem-se:
C
E+E
R4
R3
R
1
 
R
1
.R
3
R .R
2
4
E
 
E
V .
R
1
 
R
1
R
2
R
3
R
4
D
Se a ponte estiver balanceada , E
 0
. Então ,
 R
1
.R
3
E
V .
R
1
 
R
1
R
2
R
3
R
4 
V

A

Ponte de Wheatstone

Extensômetros de Resistência Elétrica

A ponte de Wheatstone mede variações das resistências dos braços que a

compõem através de variações do seu

B R1+R1 output E. Para uma ponte inicialmente balanceada, isto é, com E=0, e quando
B
R1+R1
output E. Para uma ponte inicialmente
balanceada, isto é, com E=0, e quando
todos os seus braços tiverem variações
R2+R2
R, tem-se que seu output E será:
C
E+E
R
1
 
R
1

.
R
3
 
R
3
R
2
 
R
2

. R
4
 
R
4
E
 
E
V .
R
1
 
R
1
R
2
 
R
2
R
3
 
R
3
R
4
 
R
4
Se a ponte estiver balanceada , E
0
. Então ,
R
1
R
1

.
R
3
 
R
3
R
2
 
R
2

.
R
4
 
R
4
R3+R3
E
V .
R
1
R
1
R
2
 
R
2
R
3
 
R
3
R
4
 
R
4
R4+R4
D
r
 R 1
 R 2
R 3
 R 4
E
V .
.
.
1 
2
R 1
R
2
R
3
R 4
1 
r
V
é um termo não linear , desprezível
s e as var iações
R
o
forem .
1
R
2
e
r
1 
r
R
1
1 
 R 1
 R 4
 R 2
R 3
r .
R 1
R 4
R
2
R
3

A

Ponte de Wheatstone

B

Extensômetros de Resistência Elétrica

A equação básica para uma ponte de

Wheatstone inicialmente balanceada é:

R1+R1 R2+R2 r   R 1  R 2  R 3  R
R1+R1
R2+R2
r
 R 1
 R 2
R 3
 R 4
E
V .
.
2
R 1
R 2
R
3
R 4
1  r
C
E
R
2
r 
e valores pequenos de
R
R
1
R3+R3
R4+R4
D
V

Ponte de Wheatstone

Extensômetros de Resistência Elétrica

 R1+R1 B R2  A ponte de Wheatstone mede variações das resistências dos braços
R1+R1
B
R2
A ponte de Wheatstone mede variações
das resistências dos braços que a
compõem através de variações do seu
output E. Por exemplo, se um ERE com
resistência R1 sofre uma deformação
tal que R1 varia de varia de R1e a
ponte estiver inicialmente balanceada,
tem-se que:
C
E+E
A
R
1
 
R
1
.R
3
R .R
2
4
E
 
E
V .
R
1
 
R
1
R
2
R
3
R
4
Se a ponte estiver balanceada , E
 0
. Então ,
R4
R3
 R
1
.R
3
E
V .
4 
D
R
1
 
R
1
R
2
R
3
R
ou ,
r
  R 1
 R 2
R 3
 R 4
  V .
r
  R 1
E
V .
.
.
V
2
2
 R 1
R 2
R
3
R 4
R 1
1  r
1  r
R
2
r
e
valores pequenos de
R . Por exemplo , s e r
 1
e
R
1
 R 1
1
K .
E
V .
.K .
R 1
4

Extensômetros de Resistência Elétrica

9 Ponte de Wheatstone Necessidade da amplificação do sinal de saída

R1+R1

B R2  C A G.E R4 R3 D V
B
R2
C
A
G.E
R4
R3
D
V

O ganho G do amplificador deve ser tal

que o sinal de saída possa ser lido por

um voltímetro convencional (3 ou 4 ½ dígitos ou placa de 12 a 20 bits).

Exemplo:

s

E

200 MPa

200

GPa

1000

m

K 2 0

.

 

R

120

R 1

K .

R 1

R

1

0 240

.

E

V .

1

.K .

E

4

500

V

m

0 0005

.

V

! ! ! !

para uma deformação tão

alta

quanto

1000

m

.

Extensômetros de Resistência Elétrica

10 Ponte de Wheatstone – Calibração em Paralelo, “shunt calibration”

R1+R1

B R2  C E A R4 R3 D V
B
R2
C
E
A
R4
R3
D
V
R1 ou R1+R1 B R2 C E A R4 R3 D V
R1 ou R1+R1
B
R2
C
E
A
R4
R3
D
V

Rs

É possível simular-se uma variação E através da associação de uma resistência em paralelo a um dos braços da ponte. Isto é normalmente feito para verificar-se a calibração da ponte. É importante realizar-se esta calibração considerando os tamanhos dos cabos que conectam o ERE à ponte.

Extensômetros de Resistência Elétrica

Ponte de Wheatstone – Calibração em paralelo, “shunt calibration”

r   R 1   E  V . .   2
r
  R 1
E
V .
.
2
R 1
1
 r
R1 ou R1+R1
Rs
R
1
R
ERE
B
R
1
R
1
R
paralelo
ERE
R
.R s
ERE
R
1
paralelo
R2
R
R s
ERE
 R 1
C
K .
R 1
E
A
R
.R s
ERE
 R
ERE
R
R s
ERE
K .
R
ERE
R4
R3
1
R
s
 
R
.
1
ERE
K .
D
V
para R
120
,
K
2 0
.
e
R
s 
59880
para R
350 
tem
s e
R s 
174650 

 

1000

m

 

1 0

3

Extensômetros de Resistência Elétrica

11 Ponte de Wheatstone Ponte de balanceamento nulo

 R1+R1 B R2 R5 C G A R6 R4 R3 D V
 R1+R1
B
R2
R5
C
G
A
R6
R4
R3
D
V
 R1+R1 B R2eq C G A R4 R3eq D V
 R1+R1
B
R2eq
C
G
A
R4
R3eq
D
V

O arranjo da ponte visto acima possibilita o balanceamento (elétrico) inicial de uma ponte de Wheatstone. Os primeiros instrumentos para EREs usaram a ponte de balanceamento nulo para medições de R1. A ponte de balanceamento nulo usa um galvanômetro (indicador de passagem de corrente) conectando os pontos B e D; e um potenciômetro com resistência total igual a Rp. As modificações das resistências R5 e R6 através do botão de giro do potenciômetro faz com que R2eq e R3eq tornem iguais os produtos R1.R3eq e R2eq.R4, impedindo passagem de corrente (indicação zero) pelo galvanômetro. Conhecendo-se os valores de R5=- R6 pode-se conhecer a variação R1.

Extensômetros de Resistência Elétrica

Ponte de Wheatstone Ponte de balanceamento nulo

 R1+R1 B R2eq C G A R4 R3eq D V
 R1+R1
B
R2eq
C
G
A
R4
R3eq
D
V

E

V .

r

R 1

R

2

eq

3 eq

R 4

1

r

2

.

inicialment

e, sabe

R 1

R

2

s e que :

er

R

3

eq

 

R 4

R

1

.R

3

eq

R

2

eq .R

4

R

2

eq

R

R

5

2

.R

5

R

2

R p

R

5

R

6

R

5

R 4

 

R

0

E

V .

6

r

 

R 1

R 5

R 6

 

1

r

2

.

R

1

R 5

R 6

G

0

 

E

0

 

R 1

K

.

R 5

R 5

R 1

R 5

R p

R 5

 

R 5

1

K .

.

R 5

1

 

R 5

R p

Extensômetros de Resistência Elétrica

12 Ponte de Wheatstone Exemplo de ligação em ¼ de ponte

Exemplo: aplicação à medição da deformação longitudinal

 B R2 A R4 R3
B
R2
A
R4
R3

D

C

atuante num componente submetido a um esforço normal trativo. P P X s x =
atuante num componente submetido a um esforço normal
trativo.
P
P
X
s x = s 1 =  x . E = P/A
B
R2
1
V .K
s
V .K P
A
C E
E
V
.
.K .
.
.
4
4
E
4 A.E
R3
R4
V D

Extensômetros de Resistência Elétrica

Ponte de Wheatstone Exemplo de ligação em ¼ de ponte

R1+R1

 B R2 A R4 R3
B
R2
A
R4
R3

D

A ponte de Wheatstone mede variações das resistências dos braços onde estão localizados os EREs. As demais resistências devem existir para completar a ponte, mas devem ser constantes.

Na ponte em 1/4, existe apenas um ERE chamado de ativo. Este é um caso comum, utilizado para a

C determinação de deformações em pontos de componentes estruturais, onde uma compensação elétrica de efeitos espúrios de temperatura não seja necessária.

E

V .

r

.

R 1

R 2

R 3

1 r

2

R 1

R 2

R

3

R 4

R 4

  V .

s e r

1

e

R 1

K .

 

R 1

 

E

V .

1

.K .

 

4

.

R 1

r

1 r

2

R 1

Extensômetros de Resistência Elétrica

13 Ponte de Wheatstone Ligações em 2 e em 3 fios

Ligação em 2 Fios P P Rw1 Rw1 B R2 A C E R3 R4
Ligação em 2 Fios
P
P
Rw1
Rw1
B
R2
A
C E
R3
R4
V D

A ligação de um ERE em ¼ de ponte usando 2 fios induz a dois inconvenientes quando os cabos são longos porque:

introduz variações no output E causadas por Rw originadas por variações de temperatura nos cabos de conexão, que têm resistências Rw. Estas são sensíveis à temperatura porque os cabos são de cobre.

diminui a sensibilidade da medição porque aumenta o denominador de R1/R1, já que

neste caso R1= R ERE + 2.Rw.

Tanto maior for a distância do

ERE ao condicionador maiores serão estes dois efeitos porque maiores serão as resistências

dos cabos de conexão.

Extensômetros de Resistência Elétrica

Ponte de Wheatstone Ligações em 2 e em 3 fios Ligação em 2 Fios

Exemplo: Seja medir uma deformação

P P mecânica igual a 1000m usando uma ligação de um ERE em ¼ de
P
P
mecânica igual a 1000m usando uma
ligação de um ERE em ¼ de ponte
usando 2 fios de cobre AWG 28 com
comprimento igual a 3m.Durante a
medição ocorre uma varia’vão de
temperatura igual a 10 0 C.
R
2
.
R
 R 1
ERE
w ,T
Rw1
R 1
R
 2
.R w
ERE
1000
m
Rw1
R
0 240
.
ERE
2
R
0 6 5
.
para
3
m d e cabo
w
  R
0
w
0 4
.
% / C
R
0
w
C u /
C
0
T
1 0
C
B
2
R
0 026
.
w
,T
R2
2
 R
w
,T
A
C
E
1 0 %
R
ERE
R3
R4
1 0 % d e
a ser medido
aparente devido a T
D
V

Extensômetros de Resistência Elétrica

Ponte de Wheatstone Ligações em 2 e em 3 fios Ligação em 3 Fios

P P Rw1 Rw4 Rwv Notar que a união entre os pontos A e A’
P
P
Rw1
Rw4
Rwv
Notar que a união entre os pontos A e
A’ da ponte de Wheatstone é feita na
conexão com o ERE.

Assim, o braço 1 da ponte passa a ter a resistência do cabo Rw1 adicionada à resistência do ERE. O braço 4 tem adicionado à sua resistência o valor Rw4. A resistência Rwv fica adicionada ao braço de alimentação de voltagem constante da ponte e então não influencia a saída E desta.

A

A’

R4

B

V D

R2

C E

R3

A ligação de um ERE usando 3 fios tem preferência sobre uma ligação em 2 fios porque:

compensa a variação no output E causadas por R originadas por variações de temperatura nos cabos de conexão.

diminui a influência da resistência dos cabos de conexão.

Extensômetros de Resistência Elétrica

Ponte de Wheatstone Ligações em 2 e em 3 fios

Análise R ERE Rw1 Rw1 Além d a inf luência d e R em r
Análise
R
ERE
Rw1
Rw1
Além d a inf luência d e R
em r tem
s e :
w
2
Fios
r
  R 1
E
V .
.
B
2
R
1
1
r
R2
A
C
E
R
2
.
R
 R 1
ERE
w ,T
R
ERE
R3
R4
R 1
R
 2
.R w
ERE
Rw1
D
V
3
Fios
r
 R 1
 R 4
E
V .
.
Rw4
2
R
1
R 4
1
r
Rwv
R
 
R
R
 R 1
 R 4
ERE
w ,T
w ,T
R 1
R 4
R
R w
R
R w
ERE
ERE
 R 1
 R 4
R
ERE
B
R 1
R 4
R
R w
ERE
R2
A
C
E
R3
R4
D
A’
V

Extensômetros de Resistência Elétrica

14 Instrumentos de Medição e Registro

Ponto Medição para um ponto com condicionador comum R2 Indicador C G.E A R4 Registrador
Ponto
Medição para um ponto com
condicionador comum
R2
Indicador
C
G.E
A R4
Registrador
R3
Analisador
D
Rs
A’
V
Condicionador de Sinais
•Resistências internas (opções para
¼, ½, ponte completa)
•Amplificador Variável (G)
•Ajuste de balanceamento
•Fonte de voltagem constante
•Filtros (para ruído elétrico)
•‘Resistência para calibração em
paralelo

Extensômetros de Resistência Elétrica

Instrumentos de Medição e Registro

Ponto 1

Medição para vários pontos com R2 C A R4 condicionador comum (fonte e amplificador) R3
Medição para vários pontos com
R2
C
A R4
condicionador comum (fonte e
amplificador)
R3
D
Ponto 2
B’
R2
R2
Indicador
C
A R4
A
C
G.E
R4
Registrador
R3
R3
Analisador
D
D
D’
Caixa de Conexão e
Multiplexação
Rs
A’
V
C’
•Resistências internas (opções para ¼, ½,
ponte completa)
Ponto n
•Ajuste de balanceamento
•Chave de multiplexação
Condicionador de Sinais
•Resistências internas (opções para ¼, ½,
ponte completa)
R2
•Amplificador Variável (G)
A
C
•Ajuste de balanceamento
R4
•Fonte de voltagem constante
R3
•Filtros (para ruído elétrico)
D
•‘Resistência para calibração em paralelo

Extensômetros de Resistência Elétrica

Instrumentos de Medição e Registro

Resistência Elétrica Instrumentos de Medição e Registro Medição uniaxial 1 canal de medição Medição com roseta
Resistência Elétrica Instrumentos de Medição e Registro Medição uniaxial 1 canal de medição Medição com roseta
Resistência Elétrica Instrumentos de Medição e Registro Medição uniaxial 1 canal de medição Medição com roseta

Medição uniaxial

1 canal de medição

Medição com roseta biaxial

2 canais de medição

Medição com roseta triaxial

3 canais de medição

Considerar:

Tamanho do ponto de medição.

Número de informações necessárias para definir o estado plano de deformações e tensões.

ponto de medição. • Número de informações necessárias para definir o estado plano de deformações e
ponto de medição. • Número de informações necessárias para definir o estado plano de deformações e

Extensômetros de Resistência Elétrica

Instrumentos de Medição e Registro

Considerar:

Medição estática ou dinâmica:

Forma de multiplexação se existirem vários pontos de medição Meio de indicação da informação Meio de registro da informação Freqüência mínima necessária para a aquisição do sinal dinâmico Registradores:

Manuais (leitura e registro do sinal) Automáticos:

Baixa freqüência (o a 2 Hz) - plotters xy ou xt

Média freqüência (0 aq 5000 Hz)

Oscilógrafos (caneta-0.6kHz, termosensível-100Hz, fotosensível-5kHz)

Alta freqüência (0 a 10 kHz) Gravadores FM Muito alta freqüência (0 a 500 kHz) Osciloscópios

Partes girantes:

Placas de aquisição e

conversores

A/D acopladas a micros

Transmissão dos sinais por telemetria FM ou por anéis com escovas

Extensômetros de Resistência Elétrica

Instrumentos de Medição, Registro e Análise

Considerar:

Análise estática ou dinâmica:

Tensões abaixo do limite de escoamento

Tensões abaixo do limite de ruptura

Fadiga

Mecânica da Fratura

FAD ou diagrama de análise de falha

Vibrações, análise dinâmica e análise modal

Modo de registro para análise por histograma de carga ou história de tensão no tempo ou aquisição direta registrando número de ciclos segundo um método especificado (rain flow, rain flow seqüencial)

Extensômetros de Resistência Elétrica

15 Aplicação Colagem de EREs usando o adesivo cianoacrilato (Exemplo: Super-bonder 496)

1. Selecionar o ponto para colagem do ERE

2. Limpar a superfície de colagem (e adjacente) retirando graxa, ferrugem, tinta, etc. Usar freon, cloreto de metileno, acetona ou álcool.

3. Lixar a superfície até lixa 180 ou 220. Limpar com solvente (acetona para aço ou alumínio).

4. Marcar a direção de colagem do ERE.

5. Posicionar o ERE usando uma fita adesiva.

6. Levantar o ERE através do levantamento parcial da fita e usar uma gota de adesivo sob o ERE.

7. Reposicionar rapidamente o ERE e exercer pressão com o polegar durante pelo menos2 minutos para cura do adesivo. Usar uma folha de polietileno entre fita adesiva e o dedo polegar quando exercer a pressão.

8. Esperar por aproximadamente 15 minutos. Enquanto isto preparar cabos de ligação dos EREs

ou preparar novos pontos para outras colagens.

9. Retirar fita adesiva expondo o ERE já colado. Remover excessos de adesivo ao lado do ERE.

10. Inspecionar visualmente a instalação.

11. Verificar resistência do ERE e seu isolamento do componente (deve ser acima de 100 Mohms).

12. Fazer a ligação elétrica do ERE soldando os cabos de ligação aos seus terminais.

13. Re-inspecionar visualmente e verificar novamente a resistência e o isolamento.

14. Proteger a instalação usando verniz de secagem rápida, borracha de silicone e resina epóxi.

Extensômetros de Resistência Elétrica

16 Ponte de Wheatstone Ligações típicas

R1+R1

 B R2 A R4 R3
B
R2
A
R4
R3

D

Caso 1: Ponte em 1/4

A ponte de Wheatstone mede variações das resistências dos braços onde estão localizados os EREs. As demais resistências devem existir para completar a ponte, mas devem ser constantes.

Na ponte em 1/4, existe apenas um ERE chamado de ativo. Este é um caso comum, utilizado para a

C determinação de deformações em pontos de componentes estruturais, onde uma compensação elétrica de efeitos espúrios de temperatura não seja necessária.

E

V .

r

.

R 1

R 2

R 3

1 r

2

R 1

R 2

R

3

R 4

R 4

  V .

s e r

1

e

R 1

K .

 

R 1

 

E

V .

1

.K .

 

4

.

R 1

r

1 r

2

R 1

Extensômetros de Resistência Elétrica

Ponte de Wheatstone Ligações típicas Caso 1: Ponte em 1/4 Esforço Normal

 B R2 A R4 R3
B
R2
A
R4
R3

D

C

Exemplo: aplicação à medição da deformação longitudinal atuante num componente submetido a um esforço normal
Exemplo: aplicação à medição da deformação longitudinal
atuante num componente submetido a um esforço normal
trativo.
P
P X
s x = s 1 =  x . E = P/A
B
R2
1
V .K
s
V .K P
A
C E
E
V
.
.K .
.
.
4
4
E
4 A.E
R3
R4
V D

Extensômetros de Resistência Elétrica

Ponte de Wheatstone Ligações típicas Caso 1: Ponte em ¼- Flexão

 B R2 A R4 R3
B
R2
A
R4
R3

D

C

Exemplo: aplicação à medição da deformação longitudinal atuante num componente submetido a um esforço de flexão. Pontos localizados na superfície superior e inferior terão deformações positivas e negativas, respectivamente.

M

Y X M Z B R2 1 V . K s C  E V
Y
X
M
Z
B
R2
1
V . K
s
C
E V
.
. K .
.
A
E
4
4
E
R3
R4
D
V

s x = s 1 = x . E = Mc/I

V . K M . c

.

4

I

. E

Extensômetros de Resistência Elétrica

B

Ponte de Wheatstone Ligações típicas Caso 2: Meia Ponte

 

R2

 

C

Na meia ponto, existem dois EREs ativos ou 1 ERE chamado de ativo e outro ERE chamado de passivo ou “dummy”.

 

No caso de dois EREs ativos procura-se somar,

D

convenientemente, os sinais de deformações gerados por EREs que têm deformações iguais de mesmo sinal (caso

 

Caso 2a

2a) ou iguais de sinais contrários (caso 2b).

A R4
A
R4
   B A C R4 R3
 
B
A
C
R4
R3

D

Caso 2b

No caso de um ERE ativo e outro passivo, este último é utilizado para a compensação elétrica de algum sinal

espúrio que se desja subtrair do sinal medido pelo ERE

ativo. Este é um caso comum, utilizado para a determinação de deformações em pontos de componentes estruturais, onde uma compensação elétrica de efeitos espúrios de temperatura não seja necessária. O ERE passivo deve ser montado no braço R2 ou R4 da ponte, tal como esquematizado na figura do caso 2b.

Extensômetros de Resistência Elétrica

Ponte de Wheatstone Ligações típicas Caso 2: Meia Ponte

1   R 1 R 2 R 3

R 4

E

V .

.

s e r

1

 

4 R 1

R 2

R 3 R 4

 B R2 A C R4 D
B
R2
A
C
R4
D

Caso 2a

1

4

  R 1

.

R 1

R 3