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FUTSAL, DA TEORIA À OPERACIONALIZAÇÃO QUE CONCEPÇÕES DE TREINO NAS EQUIPAS DE RENDIMENTO SUPERIOR Clube
FUTSAL, DA TEORIA À OPERACIONALIZAÇÃO
QUE CONCEPÇÕES DE TREINO NAS EQUIPAS DE RENDIMENTO SUPERIOR
Clube vs Selecção
Jorge Gomes Braz

Metodologia

Existem muitas formas de atingir o mesmo objectivo!

Existem muitas formas de atingir o mesmo objectivo! • • Qual é a nossa prioridade? •

• Qual é a nossa prioridade?

• Que CONCEPÇÃO defendemos?

Jorge Gomes Braz

Jorge Gomes Braz CONCEP CONCEP Ç Ç ÕES ÕES DE DE TREINO TREINO NO NO FUTSAL

CONCEPCONCEPÇÇÕESÕES DEDE TREINOTREINO NONO FUTSALFUTSAL

CONCEPÇÃO

Dicionário Porto Editora, 2004

FACULDADE DE ENTENDER; ENTENDIMENTO; PERCEPÇÃO; MANEIRA DE CONCEBER OU JULGAR ALGO; IDEIA; CONCEITO; NOÇÃO.

2004 FACULDADE DE ENTENDER; ENTENDIMENTO; PERCEPÇÃO; MANEIRA DE CONCEBER OU JULGAR ALGO; IDEIA; CONCEITO; NOÇÃO.
CONCEP CONCEP Ç Ç ÕES ÕES DE DE TREINO TREINO NO NO FUTSAL FUTSAL OO

CONCEPCONCEPÇÇÕESÕES DEDE TREINOTREINO NONO FUTSALFUTSAL

OO JOGOJOGO
OO JOGOJOGO
OO TRETREIINADORNADOR
OO TRETREIINADORNADOR
RELAÇÃO
RELAÇÃO

CONCEPÇÃO

OO TRETREIINONO Jorge Gomes Braz
OO TRETREIINONO
Jorge Gomes Braz

Jorge Gomes Braz

Jorge Gomes Braz CONCEP CONCEP Ç Ç ÕES ÕES DE DE TREINO TREINO NO NO FUTSAL

CONCEPCONCEPÇÇÕESÕES DEDE TREINOTREINO NONO FUTSALFUTSAL

JOGO - FUTSAL

Qual a ideia de jogo?

ÕES ÕES DE DE TREINO TREINO NO NO FUTSAL FUTSAL JOGO - FUTSAL Qual a ideia

Como pretendemos jogar Futsal?

Jorge Gomes Braz

Jorge Gomes Braz CONCEP CONCEP Ç Ç ÕES ÕES DE DE TREINO TREINO NO NO FUTSAL

CONCEPCONCEPÇÇÕESÕES DEDE TREINOTREINO NONO FUTSALFUTSAL

Ç Ç ÕES ÕES DE DE TREINO TREINO NO NO FUTSAL FUTSAL TREINO - FUTSAL Em

TREINO - FUTSAL

Em função da ideia (concepção) de jogo, que metodologia vamos utilizar?

O que é prioritário como conteúdo de treino?

Que periodização do treino para colocarmos a equipa a jogar como pretendemos?

Jorge Gomes Braz

Jorge Gomes Braz CONCEP CONCEP Ç Ç ÕES ÕES DE DE TREINO TREINO NO NO FUTSAL

CONCEPCONCEPÇÇÕESÕES DEDE TREINOTREINO NONO FUTSALFUTSAL

TREINADOR

Ser Treinador

As tarefas do treinador

FUTSAL TREINADOR Ser Treinador As tarefas do treinador Um interveniente de ideias próprias gerador de concepções

Um interveniente de ideias próprias gerador de

concepções de jogo

e

de treino

METODOLOGIA

Organização de jogo Treinador Organização de treino
Organização de jogo
Treinador
Organização de treino

FUTSAL

• Qual é o “Futsal” pretendido?

FUTSAL • Qual é o “Futsal” pretendido?
FUTSAL • Qual é o “Futsal” pretendido?

Jorge Gomes Braz

Jorge Gomes Braz CONCEP CONCEP Ç Ç ÕES ÕES DE DE TREINO TREINO NO NO FUTSAL

CONCEPCONCEPÇÇÕESÕES DEDE TREINOTREINO NONO FUTSALFUTSAL

Evolução do jogo

Evolução da dinâmica de jogo na organização ofensiva/defensiva

• Organização ofensiva/defensiva (2.2 / zona) com predominância do contra-ataque;

• Especialização de funções (3.1) e início da marcação individual;

• Imposição da dinâmica de jogo ofensivo (4.0) e especialização defensiva.

Que modelo actualmente?

Exigências “físicas”?

CONCEP CONCEP Ç Ç ÕES ÕES DE DE TREINO TREINO NO NO FUTSAL FUTSAL OO

CONCEPCONCEPÇÇÕESÕES DEDE TREINOTREINO NONO FUTSALFUTSAL

CONCEP CONCEP Ç Ç ÕES ÕES DE DE TREINO TREINO NO NO FUTSAL FUTSAL OO JOGOJOGO
OO JOGOJOGO Jorge Gomes Braz
OO JOGOJOGO
Jorge Gomes Braz

Caracterização do esforço

Para modelar o treino à imagem da competição, é necessário conhecer as exigências físicas, fisiológicas e energéticas que tal actividade comporta (Oliveira, 1998).

Caracterização do esforço A análise das exigências energéticas nos desportos de equipa, deverá ter em
Caracterização do esforço
A análise das exigências energéticas nos
desportos de equipa, deverá ter em atenção
indicadores de carga externa e indicadores
de carga interna. (Barbero, 2002).

Dimensão espacial

Autores

Alas

Fixos

Pivots

Alas-Fixo

Alas-Pivot

Total

Aguado

e

Lloveras

 

4612.07

4420.53

   

4778

(1987)

5629.37

4565.69

Bello (1992)

           

5271

Molina (1992)

           

4072

CELFISCS (1994)

7180

4658

3543

   

5271

Bello (1996)

     

3169.45

4667.69

 

3918

Hernàndez

Moreno

 

6014.17

7876,97

   

6535.3

(Internet)

6356,88

5893,15

Oliveira (1998)

 

3905±418

4246±386

     

4076±427

Barbero (2002)

3599.10

3575.91

4390.99

6291.48

5188.90

4878.37

±1031.91

±2521.73

±2346.47

±462.78

±360.64

±701.37

Distâncias médias totais e por posto específico (Adaptado de Barbero, 2002)

Dimensão espacial

   

Repouso

Andar (0.2 a 0.9 m/s)

Trote (1 a 2.9 m/s)

Velocidade média (3 a 4.9 m/s)

Velocidade rápida (5 a 6.9 m/s)

Máxima velocidade (+ 7 m/s)

(0 a

0.1m/s)

   

Sampedro

Jogo treino

 

382

2301

477

306

143

e

Melendez,

1992

Bello,

Ala - Fixo

1405.89

 

2724.30

 

537.50

 

1996)

 

Competiçõ

1111

 

1703 +336

1033

288 +115

 

es juvenis

+134

+277

Barbero,

LNFS

1.78

453.73

2002.65

1393.45

642.31

384.46

2002

+0.52

+98.51

+355.46

+205.02

+62.82

+28.14

Distâncias percorridas (metros) pelos jogadores em diferentes categorias de deslocamento durante um jogo, segundo diversos autores (Adaptado de Barbero (2002)

Dimensão temporal

No Mundial da Guatemala (2000) o jogo com maior duração teve 87, 45 minutos (Holanda – Uruguai), enquanto que o jogo disputado em menor tempo foi de 59,32 minutos (Irão – Cuba).

Na mesma competição, a duração média dos jogos foi de 71,51 minutos na primeira fase, 66,33 minutos na segunda fase e 67,59 na fase final, (meias-finas, jogo de atribuição do 3º lugar e final).

Dimensão temporal

Barbero (2002), no seu estudo, verificou que apesar de todos os jogos terem o mesmo tempo cronometrado, o tempo total varia devido às muitas incidências que podem acontecer durante os mesmos e que as segundas sofrem um aumento do tempo total (12,07%) em relação às primeiras partes.

 

Dimensão temporal

 
   

Repouso

Andar (0.2 a 0.9 m/s)

Trote (1 a 2.9 m/s)

Velocidade média (3 a 4.9 m/s)

Velocidade rápida (5 a 6.9 m/s)

Máxima

(0 a

velocidade (+

0.1m/s)

 

7 m/s)

Sampedro

Jogo treino

 

26.11%

64.8%

5.69%

2.5%

0.88%

e

Melendez,

1992

 

Competições juvenis

44%

 

27%

11%

2%

 

Barbero,

LNFS

5.88%

32.02%

41.09%

14.15%

4.53%

2.03%

2002

+1.40

+1.04

+0.44

+1.22

+0.59

+0.59

 

Percentagem de tempo total de intervenção dos jogadores em diferentes categorias de deslocamento durante um jogo, segundo diversos autores (Adaptado de Barbero, 2002).

 

Dimensão temporal

Oliveira

(1999),

no

seu

estudo,

apresenta,

também,

resultados relativos ao tempo total de intervenção (valores

médios

em

segundos),

mas

categorizados

de

forma

diferente. Avaliou os deslocamentos em marcha (1140 +

124), baixa intensidade (695 + 133), média intensidade (282

+ 78), e intensidade máxima (40 + 19).

Dimensão temporal

Autores

Velocidade média (m·s¯¹)

Molina (1992)

1.80±0.13

Oliveira (1988)

1.56±0.18

Barbero (2002)

1.93±0.13

Velocidade média em jogos de Futsal, segundo diversos autores (Adaptado de Barbero, 2002).

Dimensão temporal

Jugador 1 Gráfica de velocidad (intervalos de 1 segundo) Partido 1 Tiempo 1 9 8
Jugador 1
Gráfica de velocidad (intervalos de 1 segundo) Partido 1 Tiempo 1
9
8
7
6
5
4
3
2
1
0
Velocidad
Tiempo (segundos)
Velocidad (m/s)

Velocidades praticadas por 1 jogador durante a 1ª parte de um jogo de Futsal (Barbero, 2002).

Dimensão dos esforços

O conhecimento do tipo de esforços que se realizam na competição deve ser um dos objectivos capitais na análise do jogo (Barbero, 2002)

 

Dimensão dos esforços

 

Tipo de

Máxima intensidade

Intensidade Alta

Intensidade Média

Intensidade Baixa

esforço

 

Nº de

Duração

Distância

Nº de

Duração

Distância

Nº de

Duração

Distância

Nº de

Duração

Distância

esfuerzos

média

média

esfuerzos

média

média

esfuerzos

média

média

esfuerzos

média

média

Média

44.29

4.18

23.00

69.29

2.72

12.03

76.57

1.44

5.35

191.0

10.16

11.67

Desvio

23.90

0.48

2.62

33.85

0.26

1.26

42.08

0.20

0.73

98.74

1.96

2.00

Padrão

Número de esfuerzos, duración y distancia media por jugador (Adaptado de Barbero, 2002).

 

Dimensão dos esforços

Garcia (2004), no seu estudo, constatou que num jogo de Futsal ocorrem 671 acções de distintas características, o que evidencia uma grande variabilidade de intensidades nas acções próprias do jogo. Diferenciando essas acções, apurou 132 acções onde o jogador se encontrava parado, 105 repetições com o jogador a caminhar, 110 repetições em trote lento, 112 situações em que se desloca de forma rápida e 106 situações em que o jogador realiza um sprint ou acelerações à máxima velocidade.

se desloca de forma rápida e 106 situações em que o jogador realiza um sprint ou
se desloca de forma rápida e 106 situações em que o jogador realiza um sprint ou

Dimensão dos esforços

Reportando-nos, apenas, ao estudo de Barbero (2002), conclui-se que a relação entre esforços máximos e moderados ou de recuperação seria 1:4, se relacionarmos apenas os esforços de máxima intensidade com os de baixa intensidade. No entanto, se relacionarmos estes com o estudo de Oliveira (1998), ou seja, incluir os esforços de intensidade alta como esforços máximos, a relação é aproximadamente de 1:2. Valores ligeiramente diferentes apresenta Molina (1992), ao referir que a relação entre os períodos de trabalho e recuperação é 1:3 no que diz respeito à distância e de 1:9 quanto à duração.

Dimensão Fisiológica

Ao tentar analisar as exigências fisiológicas da modalidade, reforçamos as constatações de indicadores externos anteriormente apontados.

Dimensão Fisiológica Barbero (2002) obteve valores médios de 171.8 p/min ± 3.11 no seu estudo.
Dimensão Fisiológica
Barbero (2002) obteve valores médios de 171.8 p/min ± 3.11
no seu estudo. Maclaren e al. (1988) apuraram em
competição valores médios de 172 p/min, muito idêntico ao
autor anterior.
Dimensão Fisiológica Já Rodríguez (2000) constatou que a FC é variável ao longo do jogo,
Dimensão Fisiológica
Já Rodríguez (2000) constatou que a FC é variável ao longo
do jogo, rondando os 150 p/min nos períodos de repouso e
atingindo valores superiores a 200 p/min, nomeadamente
nas situações de 1x1.
Dimensão Fisiológica Salgado (2004), num estudo realizado com jogadores da 1ª divisão portuguesa, constatou como
Dimensão Fisiológica
Salgado (2004), num estudo realizado com jogadores da 1ª
divisão portuguesa, constatou como valor máximo atingido
as 208 p/min,, atingindo 91% da FCmáx em competição.
Dimensão Fisiológica Barbero (2002) refere que FC médias tão altas, superiores à maioria dos desportos
Dimensão Fisiológica
Barbero (2002) refere que FC médias tão altas, superiores à maioria dos
desportos colectivos, indicam elevadas exigências da componente
cardiovascular requerida para a competição. Conclui ainda, que em
relação aos dados do seu estudo, calculando o tempo que os jogadores
se situam entre as 150 e as 170 p/min obtemos 23.24% e se
contabilizarmos o tempo que permanecem com FC acima das 170 p/min,
alcançamos uma média de 67.69%.
Dimensão Fisiológica Estes implicam uma elevada participação do metabolismo anaeróbio, coincidindo com os valores
Dimensão Fisiológica
Estes implicam uma elevada participação do metabolismo anaeróbio,
coincidindo com os valores apresentados por Medina et al. (2002) que
estimam um componente anaeróbio muito alto, estando os jogadores
profissionais 60.52% e os não profissionais 71.52% do tempo de jogo
entre as 160-190 pulsações por minuto.
Dimensão Fisiológica Se analisarmos a acumulação de ácido láctico sanguíneo após o jogo, verificamos que
Dimensão Fisiológica
Se analisarmos a acumulação de ácido láctico
sanguíneo após o jogo, verificamos que este poderá
atingir as 6 m.mol-1 (Oliveira, 2002), ou até as 9 m.mol-1
(Rodríguez, 2000). Estes dados, tal como valores do
lactato sanguíneo encontrados durante jogos,
demonstram uma notável activação do metabolismo
anaeróbio láctico.

Dimensão Fisiológica

oxigénio
oxigénio

O consumo

(Rodríguez, 2000).

de

Fisiológica oxigénio O consumo (Rodríguez, 2000). de situa-se em torno dos 55-60 ml-Kg-min. Já Barbero &
Fisiológica oxigénio O consumo (Rodríguez, 2000). de situa-se em torno dos 55-60 ml-Kg-min. Já Barbero &
Fisiológica oxigénio O consumo (Rodríguez, 2000). de situa-se em torno dos 55-60 ml-Kg-min. Já Barbero &

situa-se

em

torno

oxigénio O consumo (Rodríguez, 2000). de situa-se em torno dos 55-60 ml-Kg-min. Já Barbero & Barbero

dos

55-60

ml-Kg-min.

Já Barbero & Barbero (2004), refere valores de VO2máx. de 51.35±4.07

ml-kg-1.min-1, inferiores aos citados por Medina et al (2000) com valores

de 54.86 ml-kg-1.min-1 e 57.8 ml-kg-1.min-1 e aos valores referidos por

Barbero (2002), que indica o valor de 56,6 ml-kg-1.min-1 , se bem que este valor foi obtido na primeira semana de preparação, após um período de transição de 8 a 10 semanas.

CONCLUSÕES

Barbero (2002) conclui que o Futsal é uma modalidade mista aeróbia-anaeróbia, baseada em esforços intervalados, fraccionados de intensidade principalmente máxima (11.6%) e sub-máxima (18.2%) e intercalados com pausas de recuperações activas e incompletas.

Jorge Gomes Braz

Jorge Gomes Braz CONCEP CONCEP Ç Ç ÕES ÕES DE DE TREINO TREINO NO NO FUTSAL

CONCEPCONCEPÇÇÕESÕES DEDE TREINOTREINO NONO FUTSALFUTSAL

Ideia de jogo

• A preparação do jogo pressupõe planificar, programar e periodizar o processo de treino.

jogo pressupõe planificar, programar e periodizar o processo de treino. •É através do treino que preparamos

•É através do treino que preparamos o jogo!

CONCEP CONCEP Ç Ç ÕES ÕES DE DE TREINO TREINO NO NO FUTSAL FUTSAL OO

CONCEPCONCEPÇÇÕESÕES DEDE TREINOTREINO NONO FUTSALFUTSAL

OO TRETREIINONO Jorge Gomes Braz
OO TRETREIINONO
Jorge Gomes Braz

Jorge Gomes Braz

Jorge Gomes Braz CONCEP CONCEP Ç Ç ÕES ÕES DE DE TREINO TREINO NO NO FUTSAL

CONCEPCONCEPÇÇÕESÕES DEDE TREINOTREINO NONO FUTSALFUTSAL

Evolução do treino

Evolução da periodização do treino

• Os percursores da periodização do treino (Kotov, 1916, Grantyn, 1939, Letunov, 1950, Ozolin, 1949, Gorinevski, 1922 e Pinkala, 1930)

• Matvéiev

• Modelo de treino pendular (Arosjev & Kalinin,1971, )

• Modelo de treino modular (A. Vorobjev, 1970)

• Treino estrutural/Altas cargas de treino (Tschiene,1987)

• Treino por blocos (Verchoshanskij, anos 80)

• Treino individualizado (Bondarchuck, anos 80)

• Modelo de prolongado estado de rendimento (Tudor Bompa, Seirul-lo Vargas, anos 80)

• Modelo de treino Integrado (anos 80 e 90)

• Uma visão cognitiva do treino (Greco, 1988; Carravetta, 2000; Souza, 2002; Romero Cerezo,

2005)

• “Periodização táctica” (Vitor Frade)

CONCEP CONCEP Ç Ç ÕES ÕES DE DE TREINO TREINO NO NO FUTSAL FUTSAL Ideia

CONCEPCONCEPÇÇÕESÕES DEDE TREINOTREINO NONO FUTSALFUTSAL

Ideia de treino

FUTSAL

Modelo de prolongado estado de rendimento

Modelo de treino Integrado

Uma visão cognitiva do treino

“Periodização táctica”

Modelo de treino Integrado Uma visão cognitiva do treino “Periodização táctica” ORGANIZAÇÃO Jorge Gomes Braz
Modelo de treino Integrado Uma visão cognitiva do treino “Periodização táctica” ORGANIZAÇÃO Jorge Gomes Braz
Modelo de treino Integrado Uma visão cognitiva do treino “Periodização táctica” ORGANIZAÇÃO Jorge Gomes Braz
Modelo de treino Integrado Uma visão cognitiva do treino “Periodização táctica” ORGANIZAÇÃO Jorge Gomes Braz
Modelo de treino Integrado Uma visão cognitiva do treino “Periodização táctica” ORGANIZAÇÃO Jorge Gomes Braz

ORGANIZAÇÃO

Jorge Gomes Braz
Jorge Gomes Braz

Futsal

Cognitivo

PRIPRIOORIDADESRIDADES
PRIPRIOORIDADESRIDADES

Condicional

Coordenativo

Prioridades?

• Tempo disponível para treinar?

• Volume real?

• Não esquecer

Prioridades ? • Tempo disponível para treinar? • Volume real? • Não esquecer •FUTSAL!

•FUTSAL!

CONCEP CONCEP Ç Ç ÕES ÕES DE DE TREINO TREINO NO NO FUTSAL FUTSAL Treino

CONCEPCONCEPÇÇÕESÕES DEDE TREINOTREINO NONO FUTSALFUTSAL

Treino

Planificação

Programação Periodização Conteúdos Ciclos Jorge Gomes Braz
Programação
Periodização
Conteúdos
Ciclos
Jorge Gomes Braz
CONCEP CONCEP Ç Ç ÕES ÕES DE DE TREINO TREINO NO NO FUTSAL FUTSAL Época

CONCEPCONCEPÇÇÕESÕES DEDE TREINOTREINO NONO FUTSALFUTSAL

Época Desportiva

DE DE TREINO TREINO NO NO FUTSAL FUTSAL Época Desportiva Período Preparatório Período Competitivo Período de
DE DE TREINO TREINO NO NO FUTSAL FUTSAL Época Desportiva Período Preparatório Período Competitivo Período de
DE DE TREINO TREINO NO NO FUTSAL FUTSAL Época Desportiva Período Preparatório Período Competitivo Período de

Período Preparatório

Período Competitivo

Período de Transição

Período Competitivo
Período Competitivo
Desportiva Período Preparatório Período Competitivo Período de Transição Período Competitivo Jorge Gomes Braz
Desportiva Período Preparatório Período Competitivo Período de Transição Período Competitivo Jorge Gomes Braz
Desportiva Período Preparatório Período Competitivo Período de Transição Período Competitivo Jorge Gomes Braz
Desportiva Período Preparatório Período Competitivo Período de Transição Período Competitivo Jorge Gomes Braz
Desportiva Período Preparatório Período Competitivo Período de Transição Período Competitivo Jorge Gomes Braz
Desportiva Período Preparatório Período Competitivo Período de Transição Período Competitivo Jorge Gomes Braz
Desportiva Período Preparatório Período Competitivo Período de Transição Período Competitivo Jorge Gomes Braz
Desportiva Período Preparatório Período Competitivo Período de Transição Período Competitivo Jorge Gomes Braz
Desportiva Período Preparatório Período Competitivo Período de Transição Período Competitivo Jorge Gomes Braz
Desportiva Período Preparatório Período Competitivo Período de Transição Período Competitivo Jorge Gomes Braz
Desportiva Período Preparatório Período Competitivo Período de Transição Período Competitivo Jorge Gomes Braz
Desportiva Período Preparatório Período Competitivo Período de Transição Período Competitivo Jorge Gomes Braz
Desportiva Período Preparatório Período Competitivo Período de Transição Período Competitivo Jorge Gomes Braz
Desportiva Período Preparatório Período Competitivo Período de Transição Período Competitivo Jorge Gomes Braz
Desportiva Período Preparatório Período Competitivo Período de Transição Período Competitivo Jorge Gomes Braz
Desportiva Período Preparatório Período Competitivo Período de Transição Período Competitivo Jorge Gomes Braz
Desportiva Período Preparatório Período Competitivo Período de Transição Período Competitivo Jorge Gomes Braz
Desportiva Período Preparatório Período Competitivo Período de Transição Período Competitivo Jorge Gomes Braz
Jorge Gomes Braz
Jorge Gomes Braz

Jorge Gomes Braz

Jorge Gomes Braz CONCEP CONCEP Ç Ç ÕES ÕES DE DE TREINO TREINO NO NO FUTSAL

CONCEPCONCEPÇÇÕESÕES DEDE TREINOTREINO NONO FUTSALFUTSAL

CONTEÚDOS

MODELO DE JOGO

TREINO TREINO NO NO FUTSAL FUTSAL CONTEÚDOS MODELO DE JOGO CICLOS MICROCICLOS Os jogos balizam os
TREINO TREINO NO NO FUTSAL FUTSAL CONTEÚDOS MODELO DE JOGO CICLOS MICROCICLOS Os jogos balizam os

CICLOS

TREINO TREINO NO NO FUTSAL FUTSAL CONTEÚDOS MODELO DE JOGO CICLOS MICROCICLOS Os jogos balizam os

MICROCICLOS

Os jogos balizam os ciclos de treino!!

CONTECONTEÚÚDOSDOS PRIVILEGIAPRIVILEGIADDOSOS NANA CONDUCONDUÇÇÃOÃO DODO PROCESSOPROCESSO DEDE TREINOTREINO

PERÍODO COMPETITIVO

Adopção de um microciclo – modelo

 

Nunca

Raramente

Às vezes

Muitas vezes

Sempre

Portugal

2 (8.0%)

1 (4.0%)

1 (4.0%)

4 (16.0%)

17 (68.0%)
17 (68.0%)

(n=25)

Espanha

0 (0.0%)

1 (5.9%)

4 (23.5%)

8 (47.1%)
8 (47.1%)

4 (23.5%)

(n=17)

Brasil

1 (7.7%)

0 (0.0%)

0 (0.0%)

4 (30.8%)

8 (61.5%)
8 (61.5%)

(n=13)

Diferenças estatisticamente significativas Portugal e Espanha (p=0,02) e Espanha e Brasil (p=0,04) Teste Mann-Whitney

CONTECONTEÚÚDOSDOS PRIVILEGIAPRIVILEGIADDOSOS NANA CONDUCONDUÇÇÃOÃO DODO PROCESSOPROCESSO DEDE TREINOTREINO

PERÍODO COMPETITIVO

Referências na planificação do microciclo

5

4

3

2

1

Semana referenciada ao MJ Semana referenciada às CF Desenvolvimento das CF refernciado ao MJ Implementa
Semana
referenciada ao MJ
Semana
referenciada às CF
Desenvolvimento
das CF refernciado
ao MJ
Implementa MJ
todos os treinos
Implementa MJ
exercícios
objectivo único CF
sessões treino
todos os
completas CF
exercícios
Portugal Espanha Brasil
Portugal
Espanha
Brasil

Legenda: 1 – Nunca; 2 – Raramente; 3 – Às vezes; 4 – Muitas vezes; 5 – Sempre

Diferenças estatisticamente significativas:

Portugal e Espanha p=0,023; Portugal e Brasil p=0,019 - “Implementação do MJ em todos os treinos” Portugal e Brasil p=0,022 - “Implementação do MJ em todos os exercícios” Portugal e Espanha p=0,000; Portugal e Brasil p=0,000 - “Utilização de sessões de treino completas apenas para desenvolver a capacidade física dos jogadores”. Teste Mann-Whitney.

VOLUME

• IMPORTANTE – QUALIDADE!

VOLUME • IMPORTANTE – QUALIDADE ! QUALIDADE – INTENSIDADE !

QUALIDADE – INTENSIDADE!

CONCEP CONCEP Ç Ç ÕES ÕES DE DE TREINO TREINO NO NO FUTSAL FUTSAL Metodologia

CONCEPCONCEPÇÇÕESÕES DEDE TREINOTREINO NONO FUTSALFUTSAL

Metodologia

Distribuição dos princípios de organização de jogo ao longo da semana! PRINCÍPIOS - ESPECIFICIDADE Jorge
Distribuição dos
princípios de
organização de
jogo ao longo da
semana!
PRINCÍPIOS - ESPECIFICIDADE
Jorge Gomes Braz
CONCEP CONCEP Ç Ç ÕES ÕES DE DE TREINO TREINO NO NO FUTSAL FUTSAL Controlo

CONCEPCONCEPÇÇÕESÕES DEDE TREINOTREINO NONO FUTSALFUTSAL

Controlo

ÕES DE DE TREINO TREINO NO NO FUTSAL FUTSAL Controlo Testes físicos Dados estatísticos Meios audio-visuais

Testes físicos Dados estatísticos Meios audio-visuais

TREINO NO NO FUTSAL FUTSAL Controlo Testes físicos Dados estatísticos Meios audio-visuais PRINCÍPIOS Jorge Gomes Braz
TREINO NO NO FUTSAL FUTSAL Controlo Testes físicos Dados estatísticos Meios audio-visuais PRINCÍPIOS Jorge Gomes Braz
TREINO NO NO FUTSAL FUTSAL Controlo Testes físicos Dados estatísticos Meios audio-visuais PRINCÍPIOS Jorge Gomes Braz
TREINO NO NO FUTSAL FUTSAL Controlo Testes físicos Dados estatísticos Meios audio-visuais PRINCÍPIOS Jorge Gomes Braz
TREINO NO NO FUTSAL FUTSAL Controlo Testes físicos Dados estatísticos Meios audio-visuais PRINCÍPIOS Jorge Gomes Braz

PRINCÍPIOS

TREINO NO NO FUTSAL FUTSAL Controlo Testes físicos Dados estatísticos Meios audio-visuais PRINCÍPIOS Jorge Gomes Braz
TREINO NO NO FUTSAL FUTSAL Controlo Testes físicos Dados estatísticos Meios audio-visuais PRINCÍPIOS Jorge Gomes Braz
Jorge Gomes Braz
Jorge Gomes Braz

MEIOSMEIOS DEDE TTRREINOEINO PRIVILPRIVILEEGIADOSGIADOS NONO CCONTROLOONTROLO DODO PROCESSOPROCESSO DEDE TREINOTREINO

PERÍODO COMPETITIVO

Perspectiva de aferição da forma desportiva dos jogadores/equipa

5

4

3

2

1

5 4 3 2 1 Atrav és de testes físicos Atrav és de ex ercícios de

Atrav és de testes físicos

Atrav és de ex ercícios de treino

Atrav és do jogo

PortugalEspanha Brasil

EspanhaPortugal Brasil

BrasilPortugal Espanha

Legenda: 1 – Nunca; 2 – Raramente; 3 – Às vezes; 4 – Muitas vezes; 5 – Sempre

CONTROLO DO TREINO

• O que pretendemos controlar?

• Quais são os nosso objectivos?

• CONCEPÇÃO!!!

Qual o melhor meio de controlo do treino?

pretendemos controlar? • Quais são os nosso objectivos? • CONCEPÇÃO!!! Qual o melhor meio de controlo

Jorge Gomes Braz

Jorge Gomes Braz CONCEP CONCEP Ç Ç ÕES ÕES DE DE TREINO TREINO NO NO FUTSAL

CONCEPCONCEPÇÇÕESÕES DEDE TREINOTREINO NONO FUTSALFUTSAL

Controlo

Ç Ç ÕES ÕES DE DE TREINO TREINO NO NO FUTSAL FUTSAL Controlo Ajustamentos Percepção particular
Ç Ç ÕES ÕES DE DE TREINO TREINO NO NO FUTSAL FUTSAL Controlo Ajustamentos Percepção particular

Ajustamentos

Ç Ç ÕES ÕES DE DE TREINO TREINO NO NO FUTSAL FUTSAL Controlo Ajustamentos Percepção particular

Percepção particular do Treinador

EXEMPLO PRÁTICO

• Grupo Desportivo Fundação Jorge Antunes

EXEMPLO PRÁTICO • Grupo Desportivo Fundação Jorge Antunes

Jorge Gomes Braz

Jorge Gomes Braz CONCEP CONCEP Ç Ç ÕES ÕES DE DE TREINO TREINO NO NO FUTSAL

CONCEPCONCEPÇÇÕESÕES DEDE TREINOTREINO NONO FUTSALFUTSAL

Concepção de jogo - TREINADOR

• Modelo de jogo (Momentos do jogo)

– Organização defensiva

• Defesa à zona - maioria das vezes pressionante

• Procura constante da posse de bola

– Organização ofensiva

• Grande dinâmica ofensiva

• Utilização prioritária do 4.0 com linhas ofensivas definidas

• Muito jogo entre linhas

– Transições

• Princípios similares aos restantes momentos do jogo

• Aproveitamento imediato da desorganização defensiva adversária

– Fragmentos constantes do jogo

• Princípios similares aos restantes momentos do jogo

Jorge Gomes Braz

Jorge Gomes Braz Grupo Desportivo Fundação Jorge Antunes Segunda Terça Quarta Quinta Sexta Sábado

Grupo Desportivo Fundação Jorge Antunes

Segunda

Terça

Quarta

Quinta

Sexta

Sábado

Domingo

FOLGA

MUSCULAÇÃO

Transições defesa ataque e ataque defesa.

VÍDEO MUSCULAÇÃO Acções individuais e grupais. Preparação estratégica (saídas de pressão, 4x3 e

 

Velocidade de

 

Grande tensão

reacção.

muscular.

Finalização.

 

Preparação para a competição.

Combinações

Jogos de alternância ofensiva/defensiva.

ofensivas. Jogos

 

em espaço

reduzido.

 

5x4)

Concentração e

Concentração

agressividade.

Análise do jogo anterior e preparação da semana. Táctica de equipa Grandes princípios. (jogo formal, Circulações tácticas)

Grande tensão muscular. Pressão defensiva Jogos em espaço reduzido. concentração e agressividade. Banhos de gelo

Jogos espaço reduzido. Transições defesa ataque e ataque defesa.

Resistência específica. Aplicação de conteúdos. Experimentação do plano estratégico- táctico.

Velocidade de

   

reacção e

execução.

JOGO

Situações

estratégicas.

 
 

Finalização.

Dinâmica ofensiva / Pressão defensiva

    Finalização. Dinâmica ofensiva / Pressão defensiva Concepção de treino - PERIODIZAÇÃO
    Finalização. Dinâmica ofensiva / Pressão defensiva Concepção de treino - PERIODIZAÇÃO
    Finalização. Dinâmica ofensiva / Pressão defensiva Concepção de treino - PERIODIZAÇÃO

Concepção de treino - PERIODIZAÇÃO

EXEMPLO PRÁTICO

Selecção Nacional

EXEMPLO PRÁTICO Selecção Nacional

EXEMPLO PRÁTICO • Selecção Nacional “A”

Segunda

Terça

Quarta

Organização ofensiva:

Esquemas tácticos; Finalização; Força média/superior; Alongamentos.

Análise do jogo anterior e preparação do próximo; Correcção de erros defensivos e ofensivos; Finalização;

Passe e recepção com movimentos “específicos”; Circulações tácticas com finalização; Força média/superior; Alongamentos.

Organização defensiva (zona pressionante):

JOGO Corrida contínua; Flexibilidade balística; Alongamentos;

Banhos de gelo

JOGO Corrida contínua; Flexibilidade balística; Alongamentos;

Posicionamento; Coberturas defensivas e permutações; Pressing defensivo (linhas de passe).

CONCEP CONCEP Ç Ç ÕES ÕES DE DE TREINO TREINO NO NO FUTSAL FUTSAL Concepções

CONCEPCONCEPÇÇÕESÕES DEDE TREINOTREINO NONO FUTSALFUTSAL

Concepções no alto rendimento:

Própria, criativa e ESPECÍFICA!

ÕES ÕES DE DE TREINO TREINO NO NO FUTSAL FUTSAL Concepções no alto rendimento: Própria, criativa