Você está na página 1de 75
FACULDADE DE TECNOLOGIA DE ITAPETININGA EVA FAGUNDES WEBER LAURO CARVALHO DE OLIVEIRA (Organizadores) MANUAL DE

FACULDADE DE TECNOLOGIA DE ITAPETININGA

EVA FAGUNDES WEBER LAURO CARVALHO DE OLIVEIRA (Organizadores)

MANUAL DE NORMALIZAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS

FICHA CATALOGRÁFICA

M294 Manual de normalização de trabalhos acadêmicos / Eva Fagundes Weber e Lauro Carvalho de Oliveira (Organizadores). -- Itapetininga: FATEC, 2007. 000 p.

ISBN

1. Trabalhos acadêmicos - normalização. 2. Pesquisa - metodologia. I. Autor. II. Título.

CDD 001.42

CENTRO PAULA SOUZA FACULDADE DE TECNOLOGIA DE ITAPETININGA CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM AGRONEGÓCIOS CURSO

CENTRO PAULA SOUZA FACULDADE DE TECNOLOGIA DE ITAPETININGA CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM AGRONEGÓCIOS CURSO SUPERIOR DE INFORMÁTICA PARA GESTÃO DE NEGÓCIOS

MANUAL DE NORMALIZAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS

ITAPETININGA

2009

CENTRO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA PAULA SOUZA

Presidente do Conselho Deliberativo Yolanda Silvestre

Diretora Superintendente Laura M.J.Laganá

Vice Diretor Superintendente César Silva

Chefe de Gabinete Elenice Belmonte R. de Castro

Assessor para Assuntos de Educação Superior Ângelo Luiz Cortelazzo

FUNDAÇÃO DE APOIO À TECNOLOGIA FAT

Presidente

César Silva

Diretor Administrativo Francisco Scarfoni Filho

Diretor Técnico Luiz Roberto Vannucci

FACULDADE DE TECNOLOGIA DE ITAPETININGA

Diretora Luciana Mattos de Moraes

Diretor Substituto Francisco

Coordenadora do Curso de Tecnologia em Agronegócios Maria Clara Ferrari

Coordenador do Curso de Tecnologia em Informática para Gestão de Negócios Fábio

SUMÁRIO

1 INTRODUÇÃO

2 DESCRIÇÃO DOS TRABALHOS ACADÊMICOS

3 APRESENTAÇÃO GRÁFICA DOS TRABALHOS

3.1 PADRONIZAÇÃO

3.1.1 Formato

3.1.2 Margem

3.1.3 Paginação

3.1.4 Espacejamento

3.1.5 Siglas

3.1.6 Recuos

3.1.7 Títulos no texto e seus espaçamentos

3.1.8 Regra de apresentação das seções

3.1.9 Titulo sem indicativo numérico

3.1 10 Abreviatura dos meses

4

ESTRUTURA DO TRABALHO ACADÊMICO

4.1

ELEMENTOS PRÉ-TEXTUAIS

4.1.1

Capa (Apêndice A)

4.1.2

Lombada (Apêndice B)

4.1.3

Folha de Rosto (Apêndice C)

4.1.4

Errata (Apêndice D)

4.1.5

Folha de Aprovação (Apêndice E)

4.1.6

Dedicatória (Apêndice F)

4.1.7

Agradecimentos (Apêndice G)

4.1.8

Epígrafe (Apêndice H)

4.1. 9 Resumo (Apêndice I)

4.1.10

Resumo em Língua Estrangeira (Apêndice J)

4.1.11

Lista de Ilustrações,Abreviaturas,Siglas,Símbolos(Apêndice L,M,N,O)

4.1.12

Sumário (Apêndice P)

4.1.13

Tabela (Apêndice Q)

3.2

ELEMENTOS TEXTUAIS

3.2.1

Introdução

3.2.2

Desenvolvimento

3.2.3

3.3

3.3.1

3.3.2

3.3.3

3.3.4

3.3.5

3.3.6

4

4.1

4.2

4.3

4.3.1

4.3.2

4.3.3

4.3.4

4.3.5

4.4

5

5.1

5.1.1

5.1.2

5.1.3

5.1.4

5.1.5

5.1.6

5.1.7

5.1.8

5.1.9

5.1.10

5.1.11

5.1.12

5.1.13

5.1.14

5.1.15

5.1.16 Patentes

5.1.17

5.1.18

5.1.19 Constituição

5.1.20

5.1.21

5.1.22

5.1.23

5.1.24

Considerações Finais

ELEMENTOS PÓS-TEXTUAIS

Referências

Bibliografia Consultada

Glossário

Apêndice

Anexo(s)

Índice

CITAÇÕES

TIPOS DE CITAÇÃO

ABREVIATURAS E EXPRESSÕES LATINAS

CITAÇÕES

Citação Direta

Citação direta com mais de três linhas

Citação de informação verbal

Citação indireta

Notas de rodapé

TÍTULOS NO TEXTO E SEUS ESPAÇAMENTOS

NORMAS PARA REFERÊNCIAS

NORMAS GERAIS DE APRESENTAÇÃO

Um Autor

Mais de uma Obra do Mesmo Autor

Dois Autores

Três Autores

Mais de Três Autores

Monografia no todo em meio eletrônico

Monografias Consideradas em Partes

Parte de Monografia em meio eletrônico

Publicação Periódica como um Todo

Partes de revista, boletim etc

Artigos de Revistas

Artigo e/ou matéria de revista, boletim etc. em meio eletrônico

Eventos como um todo

Trabalho apresentado em evento

Trabalho apresentado em evento em meio eletrônico

Documentos Jurídicos/ Legislação

Jurisprudência (decisões judiciais)

Emendas Constitucionais/Leis/Decretos/Medidas Provisórias

Imagem em Movimento

Documento Iconográfico

Documento iconográfico em meio eletrônico

Documento Cartográfico

5.1.26

Documento sonoro no todo

5.1.27

Documento sonoro em parte

5.1.28

Documento tridimensional

5.1.29

Documento de acesso exclusivo em meio eletrônico

5.1.30

Sem Autoria

5.1.31

Bíblia

5.1.32

Autoria de Entidades Coletivas

5.1.33

Autoria desconhecida

5.1.34

Ilustrações

5.1.35

Nas teses, dissertações e outros trabalhos acadêmicos

5.1.36

Dicionários / Enciclopédias: Verbetes

5.1.41

Entrevistas

5.1.42

Conferências

5.1.43

Workshop

5.1.44

Encontros

5.1.45

Cartões Postais

5.1.46

Fitas Gravadas

5.1.47

Filmes e Vídeos

5.1.48

Fotografias

5.1.49

E-mail

5.1.50

Notas de Aula

5.1.51

Trabalhos não Publicados

5.1.52

Lista de Discussão

5.1.53

CD-ROM

5.1.54

Disquetes

6

PROJETO DE GRADUAÇÃO:

AGRONEGÓCIOS

6.1

LINHAS DE PESQUISA

7

PROJETO DE GRADUAÇÃO: INFORMÁTICA PARA A GESTÃO

DE NEGÓCIOS

7.1

LINHAS DE PESQUISA

REFERÊNCIAS

APÊNDICES

APÊNDICE A Modelo de Capa APÊNDICE B Modelo de Lombada APÊNDICE C Modelo de Folha de Rosto

APÊNDICE D Modelo de Errata

APÊNDICE E Modelo de Folha de Aprovação APÊNDICE F Modelo de Dedicatória APÊNDICE G Modelo de Agradecimentos APÊNDICE H Modelo de Epígrafe

APÊNDICE I Modelo de Resumo APÊNDICE J Modelo de Resumo em Língua Estrangeira APÊNDICE KModelo de Lista de Ilustrações

APÊNDICE L

APÊNDICE M Modelo de Tabela APÊNDICE N Modelo de Lista de Abreviaturas e Siglas

APÊNDICE O Modelo de Lista de Símbolos APÊNDICE P Modelo de Sumário

APÊNDICE Q Modelo de Ilustração no Texto APÊNDICE R Modelo de Tabela

Modelo de Lista de Tabelas

1 INTRODUÇÃO

A Faculdade de Tecnologia de Itapetininga divulga a 2ª versão revista e ampliada do Manual de Normalização de Trabalhos Acadêmicos, para que professores e alunos tenham apoio na elaboração dos diversos tipos de trabalhos acadêmicos exigidos pela rotina das atividades de ensino e pesquisa, conforme as Normas da ABNT. Nos cursos de graduação, os trabalhos acadêmicos podem ser solicitados como avaliação de disciplina ou como exigência para conclusão de curso, tendo a finalidade de integrar os conhecimentos adquiridos ao longo do curso em que o aluno é avaliado por sua capacidade científica, tecnológica, de comunicação e expressão e também, introduzir os estudantes à prática acadêmica. Os trabalhos acadêmicos são realizados, sistematizados e aprofundados, sobre um assunto de interesse particular e resultam de uma questão que levou a uma investigação científica, sempre na busca de solução para algum problema. Essa investigação é apresentada em documentação escrita e pode ser realizada por observação ou experimentação, seguindo rigorosamente a metodologia própria de cada ciência e caracteriza-se pelo rigor formal. Este manual expõe uma padronização a partir das normalizações da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.

2 DESCRIÇÃO DOS TRABALHOS ACADÊMICOS

Os trabalhos acadêmicos são definidos pela Associação Brasileira de Normas Técnicas de acordo com a sua natureza e finalidade. Seguem as seguintes descrições:

a) projeto de pesquisa (anteprojeto ou pré-projeto) consiste no planejamento das diversas etapas a serem seguidas e na definição da metodologia a ser empregada ao longo da pesquisa e elaboração do trabalho final. Sem um projeto bem delineado e elaborado, é impossível realizar de forma satisfatória uma pesquisa. Assim sendo, o projeto é a primeira fase de uma pesquisa científica. Para a ABNT/15287(2006), projeto é “ descrição da estrutura de um empreendimento a ser realizado” O projeto de pesquisa para monografia deve conter os seguintes itens :

Tema

Delimitação do tema

Justificativa

Objetivos

Problematização

Hipóteses

Revisão Bibliográfica

Metodologia e/ou materiais e métodos

Cronograma

Referências

a) Resumo: Apresentação concisa dos pontos relevantes de um documento. O resumo pode ser:

Resumo crítico: resumo redigido por especialistas com análise crítica de um documento. Também chamado de resenha. Quando analisa apenas uma determinada edição entre várias, denomina-se recensão. Resumo indicativo: indica apenas os pontos principais do documento,

não apresentando dados qualitativos, quantitativos etc. De modo geral, não dispensa a consulta ao original.

Resumo informativo: Informa ao leitor finalidades, metodologia, resultados e conclusões do documento, de tal forma que este possa, inclusive, dispensar a consulta ao original.

b) artigo (também denominado de paper): trabalho escrito, geralmente de conclusão de disciplina, sobre tema indicado pelo professor, com 10-20 páginas, de pesquisa ou revisão bibliográfica ou resolução de problema;

c) monografia (também denominada Trabalho de Conclusão de Curso ou TCC): elaborado pelo aluno como exigência para o curso de graduação ou pós-graduação lato sensu (especialização); geralmente, abrange 40- 80 páginas;

d) dissertação (também denominada tese de mestrado): trabalho de conclusão de curso de mestrado, abrange 80-120 páginas;

e) tese: trabalho de conclusão do doutorado, geralmente contém 150-200 páginas, e do qual se exige uma contribuição original para a área de conhecimento.

3 APRESENTAÇÃO GRÁFICA DOS TRABALHOS

3.1 PADRONIZAÇÃO

A padronização da apresentação gráfica dos trabalhos está baseada na NBR14724-2005., segunda edição, válida a partir de 30.01.2006. O projeto gráfico é de responsabilidade do autor do trabalho.

3.1.1 Formato

Os textos devem ser apresentados em papel branco, formato A4 (21cm x 29,7cm),digitados na cor preta, sugere-se fonte tipo Times New Roman ou Arial tamanho 12 e tamanho menor e uniforme para citações de mais de três linhas, notas de rodapé, paginação e legendas das ilustrações e tabelas. No caso de citações de mais de três linhas. Deve-se observar um recuo de 4cm da margem esquerda.

3.1.2 Margem

As folhas devem apresentar margem esquerda e superior de 3 cm e direita e inferior de 2 cm.

3.1.3 Paginação

Todas as folhas do trabalho, a partir da folha de rosto, devem ser contadas sequencialmente, mas não numeradas. A numeração é colocada, a partir da primeira folha da parte textual, em algarismos arábicos, no canto superior direito da folha, a 2 cm da borda superior, ficando o último algarismo a 2 cm da borda direita da folha.

3.1.4

Espacejamento

Todo o texto deve ser digitado com espaço 1,5, com exceção das citações com mais de três linhas, notas de rodapé, referências, legendas das ilustrações e das tabelas, ficha catalográfica, natureza do trabalho, objetivo, nome da instituição a que é submetida e área de concentração, que devem ser digitados em espaço simples. Os títulos das seções devem iniciar na primeira linha do texto e serem separados do texto que os sucede por dois espaços 1,5 entrelinhas. Da mesma forma, os títulos das subseções devem ser separados do texto que os precede e sucede por dois espaços 1,5. As referências, ao final do trabalho, devem ser separadas entre si por dois espaços simples.

3.1.5 Siglas

Quando aparece pela primeira vez no texto, a forma completa do nome precede a sigla, colocada entre parênteses. Exemplo: Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT)

3.1.6 Recuos

Na folha de rosto e na folha de aprovação, a natureza do trabalho, o objetivo, o nome da instituição a que é submetida devem ter um recuo esquerdo de 8 cm. O início dos parágrafos deverá ter um recuo de 1,25 (default do Word).

3.1.7 Títulos no texto e seus espaçamentos

Os

trabalhos

divididos

em

capítulos,

transcritos observando-se o seguinte:

seções

e

subseções,

devem

ser

a) títulos de capítulo, devem ser antecedidos do respectivo número arábico em página própria, em letras maiúsculas e em negrito, posicionados na primeira linha da página e localizados à margem esquerda.

Exemplo: 1 A LINGUAGEM E O HOMEM

b) os títulos das seções secundárias devem ser escritos com todas as letras maiúsculas e sem negrito.

Exemplo: 1.1 RELAÇÕES SOCIAIS

c) os títulos das seções terciárias devem ser escritos com a inicial da primeira palavra em maiúscula e em negrito.

Exemplo: 1.1.1 Relações Sociais e Formativas

d) os títulos das seções quaternárias devem ser escritos com a inicial da primeira palavra em letras maiúsculas sem negrito.

Exemplo: 1.1.1.1 As Relações Humanas

e) os títulos das seções quinárias devem ser escritos, apenas a inicial da primeira palavra em letras maiúsculas e negrito.

Exemplo: 1.1.1.1.1 Organização Mundial

3.1.8 Regra de apresentação das seções

a) são empregados algarismos arábicos na numeração;

b) O indicativo de seção é alinhado na margem esquerda, precedendo o título, dele separado por um espaço;

c) Deve-se limitar a numeração progressiva até a seção quinária;

e) O indicativo de uma seção secundária é constituído pelo indicativo da seção a que pertence, seguido do número que lhe for atribuído na sequência do assunto e separado por ponto. Repete-se o mesmo processo em relação às demais seções.

Exemplo:

Seção

Seção

Seção

Seção

Seção

primária

secundária

terciária

quaternária

quinária

1

1.1

1.1.1

1.1.1.1

1.1.1.1.1

2

2.1

2.1.1

2.1.1.1

2.1.1.1.1

3

3.1

3.1.1

3.1.1.1

3.1.1.1.1

4

4.1

4.1.1

4.1.1.1

4.1.1.1.1

5

5.1

5.1.1

5.1.1.1

5.1.1.1.1

6

6.1

6.1.1

6.1.1.1

6.1.1.1.1

3.1.9 Titulo sem indicativo numérico

Os títulos, sem indicativo numérico errata, agradecimentos, lista de ilustrações, lista de abreviaturas e siglas, lista de símbolos, resumos, sumário, referências, glossário, apêndice(s), anexo(s) e índice(s)- devem ser centralizados, conforme a ABNT NBR 6024.

3.1 10 Abreviatura dos meses

janeiro

jan.

julho

jul.

fevereiro

fev.

agosto

ago.

março

mar.

setembro

set.

abril

abr.

outubro

out.

maio

maio

novembro

nov.

junho

jun.

dezembro

dez.

4

ESTRUTURA DO TRABALHO ACADÊMICO

Os trabalhos acadêmicos constituem-se de três partes distintas: elementos

pré-textuais, elementos textuais e elementos pós-textuais, como se segue:

Estrutura

Elementos

Pré-textuais

Capa (obrigatório) Lombada (opcional) Folha de Rosto (obrigatório) Errata (opcional) Folha de Aprovação (obrigatório) Dedicatória(s) (opcional) Agradecimentos (opcional) Epígrafe (opcional) Resumo na língua vernácula (obrigatório) Resumo em Língua Estrangeira (obrigatório) Lista de Ilustrações (opcional) Lista de tabelas (opcional) Lista de abreviaturas e siglas (opcionais) Lista de símbolos (opcional) Sumário (obrigatório)

Textuais

Introdução Desenvolvimento Considerações Finais

Pós-textuais

Referências (obrigatório) Glossário (opcional) Apêndice(s) (opcional) Anexo(s) (opcional) Índice(s) (opcional)

4.1 ELEMENTOS PRÉ-TEXTUAIS

4.1.1 Capa (Apêndice A)

a) Nome da instituição (centralizado, em letras maiúsculas e em negrito);

b) Nome do autor (centralizado, em letras maiúsculas, em negrito, espaço duplo

do nome da instituição);

c)

Título do trabalho (centralizado, em negrito, com distribuição equilibrada; os títulos com mais de uma linha são transcritos em espaçamento simples, sempre centralizados, sem divisão silábica de palavras);

d)

Subtítulo (quando houver, deve ser transcrito abaixo do título);

e)

Local da instituição (centralizado e em negrito);

f)

Ano e semestre da entrega do trabalho (centralizado, na última linha da folha, em negrito, abaixo do local, separado apenas por espaço simples).

4.1.2

Lombada (Apêndice B)

Elemento opcional, utilizado para trabalhos encadernados em capa dura. Nome autor impresso de cima para baixo, longitudinalmente; fonte 12, letras maiúsculas, espacejamento simples.

4.1.3 Folha de Rosto (Apêndice C)

A folha de rosto é um elemento obrigatório, onde as informações devem ser dispostas na seguinte ordem:

a) Nome do autor (centralizado, em letras maiúsculas e em negrito);

b) Título do trabalho (impresso da mesma forma do título da capa);

c) Nota que indica a natureza acadêmica do trabalho - transcrita em espaço simples com distribuição equilibrada entre o título e a data, constando a natureza da monografia, dissertação ou tese, nome do curso e da instituição; objetivo, aprovação em disciplina,grau pretendido e outros;

d) Nome do professor orientador (em negrito, separado da nota por um espaço duplo);

e) Local da instituição (centralizado e em negrito);

f) Semestre e ano da entrega do trabalho (centralizado, na última linha da folha, em negrito, abaixo do local, separado apenas por espaço simples).

No verso da folha de rosto deverá constar a ficha catalográfica conforme o Código de Catalogação Anglo-Americano vigente. Esta ficha deverá ser elaborada pela Biblioteca da Faculdade.

4.1.4 Errata (Apêndice D)

A errata consiste em uma lista das folhas e linhas em que ocorrem erros,

seguida das devidas correções. Deve ser inserida após a folha de rosto. O texto da

errata é disposto da seguinte maneira:

Exemplo: vide (Apêndice D)

4.1.5 Folha de Aprovação (Apêndice E)

Elemento obrigatório, colocado logo após a folha de rosto, nesta folha de aprovação deve conter:

a)

Nome do autor do trabalho;

b)

Título por extenso;

c)

Subtítulo, se houver;

d)

Natureza;

e)

Objetivo;

f)

Nome da Instituição;

g)

Área de concentração;

h)

Local e data de aprovação;

i)

Nome, assinatura e instituição dos membros componentes da banca examinadora.

4.1.6

Dedicatória (Apêndice F)

A dedicatória é um elemento opcional que se apresenta em folha própria, na

qual o autor presta homenagem e dedica o seu trabalho. Quando pouco extensa, a dedicatória é transcrita na parte inferior da folha alinhada à margem direita.

4.1.7

Agradecimentos (Apêndice G)

Elemento

opcional

transcrito

em

folha

própria,

onde

o

autor

faz

agradecimentos a quem contribuiu de maneira relevante à elaboração do trabalho.

4.1.8 Epígrafe (Apêndice H)

Elemento também opcional, a epígrafe caracteriza-se pela transcrição/citação

de um texto em prosa ou verso, de conteúdo relacionado ao tema do trabalho. Deve estar escrita na primeira linha do texto, em folha própria, alinhada à margem direita

da

folha, em espaço simples, em formato de citação e deve ter a fonte referenciada

na

seção referências. Pode ser usada, também, no início de cada capítulo do trabalho.

4.1. 9 Resumo (Apêndice I)

Elemento obrigatório, constituído de uma sequência de frases concisas e objetivas e não de uma simples enumeração de tópicos, não ultrapassando 500 palavras, seguido, logo abaixo, das palavras representativas do conteúdo do trabalho, isto é, palavras-chave e ou descritores, conforme a ABNT NBR 6028.

O assunto tratado deve ser ressaltado, assim como o problema que deu origem à pesquisa, os métodos seguidos, os resultados e as conclusões do trabalho;

O resumo deve ressaltar o objetivo, o método, os resultados e as conclusões do

documento, de tal forma que este possa, inclusive, dispensar a consulta ao original.

Recomenda-se o uso de parágrafo único. Citações bibliográficas não devem ser usadas; O resumo deve ser precedido da referência do documento, com exceção do resumo inserido no próprio documento. Deve-se usar o verbo na voz ativa e na terceira pessoa do plural.

As palavras chave devem figurar logo abaixo do resumo, antecedidas da expressão Palavras chave:, separadas entre si por ponto e finalizadas também por ponto. Quanto a sua extensão os resumos devem ter:

- de 150 a 500 palavras os de trabalhos acadêmicos;

- de 100 a 250 palavras os de artigos de periódicos;

- de 50 a 100 palavras os destinados a indicações breves. Os resumos críticos, por sua natureza, não tem limite de palavras, também chamado de resenha.

4.1.10 Resumo em Língua Estrangeira (Apêndice J)

Trata-se da versão do resumo para um idioma de divulgação internacional. Deve ser digitado em folha separada com a expressão Abstract, constando no final as palavras-chave: Keywords.

O resumo em língua estrangeira

é exigido em trabalhos de Stricto Sensu

como elemento obrigatório, com as mesmas características do resumo em língua vernácula, digitado ou datilografado em folha separada ( em inglês Abstract, em espanhol Resumen, em Francês Resume, por exemplo). Deve ser seguido das palavras representativas do conteúdo do trabalho, isto é, palavras-chave e/ ou descritores, na língua.

4.1.11 Lista de Ilustrações, Abreviaturas, Siglas e Símbolos(Apêndice L,M,N,O)

As listas são elementos condicionais, que devem ser distribuídos de acordo com a ordem elaborada no texto, acompanhados dos respectivos números das páginas em que se localizam. Quando necessário, recomenda-se a elaboração de lista própria para cada tipo de ilustração (desenhos, esquemas, fluxogramas, fotografias, gráficos, mapas, organogramas, plantas, quadros, retratos e outros).

4.1.12

Sumário (Apêndice P)

O sumário é elemento obrigatório transcrito em folha própria, que contém as principais divisões, seções e outras partes do trabalho, na mesma ordem, numeração e grafia em que aparecem no texto. Sua apresentação deve ser feita da seguinte forma:

1. A palavra sumário deve ser centralizada e com a mesma tipologia da fonte

utilizada para as seções primárias;

2. A subordinação dos itens do sumário deve ser destacada pela apresentação

tipográfica utilizada no texto;

3. Os elementos pré-textuais não devem constar no sumário;

4. Os títulos, e os subtítulos, se houver, sucedem os indicativos das seções.

Recomenda-se que sejam alinhados pela margem do título do indicativo mais extenso.

4.1.13 Tabela (Apêndice Q)

A Tabela tem uma forma não discursiva de apresentar informações, das quais o dado numérico se destaca como informação central.

3.2 ELEMENTOS TEXTUAIS

O texto é a parte central do trabalho, em que o assunto é apresentado e desenvolvido. Consiste em três partes fundamentais: introdução, desenvolvimento e considerações Finais.

3.2.1

Introdução

Parte inicial do texto, onde deve constar a delimitação do assunto tratado, os objetivos da pesquisa e outros elementos necessários para situar o tema do trabalho.

3.2.2.Desenvolvimento

Parte principal do texto que contém a exposição ordenada e pormenorizada do assunto. Divide-se em seções e subseções, que variam em função da abordagem do tema e do método.

3.2.3 Considerações Finais

Parte final do texto na qual se apresentam as conclusões correspondentes aos objetivos ou hipóteses.

3.3 ELEMENTOS PÓS-TEXTUAIS

Os elementos pós-textuais são aqueles que complementam o trabalho e são apresentados na seguinte ordem: referências, bibliografia consultada, glossário, apêndice, anexo(s), índice.

3.3.1 Referências

Referência é um conjunto padronizado de elementos descritivos, retirados de documentos, que permitem suas identificações individuais. É um elemento obrigatório elaborado conforme a ABNT NBR 6023.

3.3.2

Bibliografia Consultada

A bibliografia consultada consiste numa relação de obras que tenham sido

lidas pelo autor do trabalho, das quais, porém, ele não fez uso direto em seu texto.

Sua apresentação é importante para o autor mostrar a abrangência de sua pesquisa e os caminhos que percorreu para chegar às suas conclusões. Seguem-se as mesmas normas utilizadas para elaborar as referências.

3.3.3 Glossário

O glossário consiste numa lista de termos dispostos em ordem alfabética, que

tem por objetivo apresentar os significados das palavras ou expressões utilizadas no

trabalho, que podem causar interpretações dúbias ou que sejam desconhecidos para um público leitor que não pertence a área afim da produção em questão.Esse elemento é opcional.

3.3.4 Apêndice

O apêndice é um elemento condicionado à necessidade dentro da estrutura

do trabalho e se constitui de documentos e demais materiais ou instrumentos de pesquisa elaborados pelo próprio autor do trabalho. Deve ser identificado por letras

maiúsculas consecutivas seguidas de travessão e do respectivo título.

3.3.5 Anexo(s)

O anexo é um elemento opcional que se compõe de textos, documentos,

mapas, legislações, gráficos, e outros tipos de fontes, elaborados por outro autor,

para fundamentar, comprovar, ilustrar ou enriquecer o trabalho.

É identificado por letras maiúsculas, seguidas de travessão e dos respectivos

títulos.

3.3.6 Índice

O índice é um elemento condicionado à necessidade e não deve ser confundido com Sumário ou Listas. Sua finalidade é a organização dos conjuntos de categorias que aparecem ao longo do trabalho, tais como: autores; assuntos; pessoas e entidades; nomes geográficos; abreviaturas, siglas e símbolos; citações; anunciantes e matéria publicitária.

4 CITAÇÕES

As citações são menções, obtidas em diferentes fontes: livros, revistas, jornais, entrevistas, aulas, palestras, conferências, debates, Internet etc., utilizadas no próprio texto para reforçar a argumentação. Sempre que se fizer uma citação, deve-se ter o cuidado de indicar com precisão a fonte utilizada, destacando-se autor, data e página. Em final e texto e início de ilustração recomenda-se espaço 1,5, inserindo o mais próximo possível do texto a que se referem. Menciona-se a ilustração na forma cursiva ou abreviada entre parênteses. Ao indicar as fontes de quadros e ilustrações observar:

a) ilustrações de autoria própria informar: “elaboração própria”;

b) ilustração adaptada informar: “adaptado de” seguido de autoria (regra de citação

direta).

4.1 TIPOS DE CITAÇÃO

citação de citação: Citação direta ou indireta de um texto em que não se teve acesso ao original.

citação direta: Transcrição textual de parte da obra do autor consultado.

citação indireta: Texto baseado na obra do autor consultado.

notas de referência: Notas que indicam fontes consultadas ou remetem a outras partes da obra onde o assunto foi abordado.

notas de rodapé:Indicações, observações ou aditamentos feitos pelo autor, tradutor ou editor, podendo também aparecer na margem esquerda ou direita da mancha gráfica.

notas explicativas: Notas usadas para comentários, esclarecimentos ou explanações, que não possam ser incluídas no texto.

4.2 ABREVIATURAS E EXPRESSÕES LATINAS

Quando se faz várias citações de um mesmo documento, utilizam-se algumas expressões latinas para não tornar repetitivas as citações. Entretanto tais expressões somente são utilizadas nas notas de rodapé, com exceção da expressão apud, são elas:

Idem ou id mesmo autor

Idem ou Id.: do mesmo autor. Usado quando se faz citações de diferentes obras de um mesmo autor. Exemplo:

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS, 1989 p. 9. Id., 2000, p.19

Ibidem ou ibidna mesma obra

Usado quando se faz várias citações de um mesmo documento, alterando apenas a paginação. Exemplo:

DURKHEIM, 1925, p.176 Ibid., p. 190.

Opus citatum, opere citato, op.cit obra citada

citada

anteriormente, quando a citação se encontra na mesma página, quando houver intercalação de outras notas.

Mencionada

em

seguida

ao

nome

do

autor,

referindo-se

à

obra

Exemplo:

GARLAND, 1990. p. 42-43. ADORNO, op. cit., p. 40.

Passim aqui e ali, em diversas passagens

Passim: aqui e ali, em diversas passagens. Para referenciar diversas páginas de uma mesma obra. Indicar a página inicial e final. Exemplo:

RIBEIRO, 1997, passim.

Loco citato no lugar citado loc.cit.

Usado para mencionar a mesma página de uma obra já citada, quando houver intercalação de outras notas. Exemplo:

TOMASELLI; PORTER. 1992, p. 33-46. TOMASELLI; PORTER. loc. cit.

Confira ou Cf: confira ou confronte

Para referenciar trabalhos de outros autores ou notas do mesmo autor. É uma nota remissiva. Exemplo:

Cf. CALDEIRA, 1992.

Sequentia seguinte ou que se segue et seq.

Exemplo:

FOUCAULT, 1994, p. 17 et. seq.

Apud citado por, conforme, segundo

Pode ser usada também no texto. Exemplos:

Uso do apud no texto:

Segundo Silva (1983 apud ABREU, 1999, p. 3) diz ser [ Uso do apud no rodapé da página:

EVANS, 1987 apud, SAGE, 1992, p.2-3.

]

É importante ressaltar que a norma só permite o uso durante o texto da expressão apud, a outras expressões latinas devem constar em notas de rodapé, de acordo com as necessidades e especificidade de cada caso.

4.3 CITAÇÕES

4.3.1 Citação Direta

É a transcrição textual de parte da obra do autor consultado. As citações até três linhas devem ser inseridas no próprio texto, entre aspas duplas:

Exemplo de citação direta (autor como parte do texto)

De acordo com as conclusões de Pezzullo (2003, p. 45), “a mídia é um aliado importante para transmitir sua mensagem a um público muito grande”.

Ou citação direta (autor não faz parte do texto)

“Grandes empresas têm modos estabelecidos de transmitir suas mensagens aos consumidores por marketing de massa.” (PEZZULLO, 2003, p. 25).

4.3.2 Citação direta com mais de três linhas

As citações com mais de três linhas, devem ser destacadas com recuo de 4 cm da margem esquerda, com letra menor que a utilizada no texto e sem aspas:

A teleconferência permite ao indivíduo participar de um encontro nacional ou regional sem a necessidade de deixar seu local de origem. Tipos comuns de teleconferência incluem o uso da televisão, telefone e computador. Através de áudio conferência utilizando a companhia local de telefone, um sinal de áudio pode ser emitido em um salão de qualquer dimensão. (NICHOLS, 1993, p.181).

Devem ser indicadas as supressões, interpolações, comentários, ênfase ou destaques, do seguinte modo:

supressão: [

]

interpolações, acréscimos ou comentários: [

ênfase ou destaque: grifo ou negrito ou itálico.

]

4.3.3 Citação de informação verbal

Quando se tratar de dados por informação verbal (palestras, debates, comunicações etc.) indicar, entre parênteses, a expressão informação verbal, mencionando-se os dados disponíveis, em nota de rodapé. Exemplo: No texto O novo medicamento estará disponível até o final deste semestre (informação verbal). 1

No rodapé da página:

Notícia fornecida por John A. Smith no Congresso Internacional de Engenharia Genética, em Londres, em outubro de 2001.

4.3.4 Citação indireta

É a expressão da idéia contida na fonte citada, sem transcrição. Essas citações dispensam o uso de aspas duplas. Exemplos:

De acordo com Mazotti (2001),

Exemplo de Citação Indireta com um Autor

Para expressar no desenho a feminilidade, os alunos utilizaram, sobretudo linhas curvas, linhas semelhantes ao que Picasso utilizava. (EDWARDS, 2002, p.

56).

A ironia seria assim uma forma implícita de heterogeneidade mostrada, conforme a classificação proposta por Authier-Reveuz (1982).

Exemplo com Mais de Três Autores

Realizar tarefas em conjunto, segundo Souza et al (1980), estimula a equipe

4.3.5 Notas de rodapé

São indicações, observações ou informações complementares ao texto, feitas pelo autor e escritas no rodapé da página, digitadas dentro das margens, ficando separadas do texto por um espaço simples de entrelinhas e por filete de 3 cm, a partir da margem esquerda. Segundo Silva (2000 apud ABREU, 1999, p. 3) a presença de capital social

4.4 TÍTULOS NO TEXTO E SEUS ESPAÇAMENTOS

Os títulos das subseções devem ser separados do texto que os precede ou que os sucede por dois espaços duplos. Os trabalhos divididos em capítulos, seções e subseções, devem ser transcritos observando-se o seguinte:

f) títulos de capítulo, devem ser antecedidos do respectivo número arábico em página própria, em letras maiúsculas e em negrito, posicionados na primeira linha da página e localizados à margem esquerda. Exemplo: 1 A LINGUAGEM E O HOMEM

g) os subtítulos das seções secundárias devem ser escritos com todas as letras maiúsculas e sem negrito. Exemplo: 1.1 RELAÇÕES SOCIAIS

h) os títulos das seções terciárias devem ser escritos com a inicial apenas da primeira palavra em maiúscula e sem negrito.

Exemplo: 1.1.1 Relações Sociais e Formativas

i)

os títulos sem numeração devem ser centralizados, em letras maiúsculas e

em negrito, tais como: REFERÊNCIAS, SUMÁRIO, ANEXO, ÍNDICE e outros.

5 NORMAS PARA REFERÊNCIAS

As referências têm uma normalização bastante rigorosa estabelecida pela ABNT (NBR 6023), as orientações dadas a seguir tentam traduzir essa norma.

5.1 NORMAS GERAIS DE APRESENTAÇÃO

Os elementos essenciais são: autor (es), título da obra, edição, local, editora e

data de publicação.

O título deve aparecer em negrito, grifado ou em itálico (exceção em

publicações periódicas e trabalhos de eventos). Ao optar por um desses destaques, todas as referências devem ser padronizadas. Em títulos muito longos, recomenda-se transcrever até a quinta palavra e após usa-se reticências Quando o título aparecer em mais de uma língua, registra-se o primeiro. Quando não existir título, deve-se atribuir uma palavra ou frase que identifique o conteúdo do documento, entre colchetes. Quando houver uma indicação de edição, esta deve ser transcrita, utilizando- se abreviaturas dos numerais ordinais e da palavra edição, ambas na forma adotada na língua do documento. Indicam-se emendas e acréscimos à edição, de forma abreviada. (3.ed. rev. e

aum.).

No caso de homônimos de cidades, acrescenta-se o nome do estado, do país

etc. ( Viçosa, AL e /ou Viçosa, MG)

Quando a cidade não aparece no documento, mas pode ser identificada, indica-se, entre colchetes [São Paulo]. Não sendo possível determinar o local, utiliza- se a expressão sine loco, abreviada, entre colchetes [S.l.] Quando a editora é de uma cidade pouco conhecida, indica-se o estado. (Itapetininga, SP) O nome da editora deve ser indicado como está escrito no documento, abreviando-se os prenomes e suprimindo-se palavras que designam a natureza jurídica ou comercial (Atlas). Quando a editora não puder ser identificada, deve-se indicar a expressão sine nomine, abreviada, entre colchetes [s.n.] Quando o local e o editor não puderem ser identificados na publicação, utilizam-se ambas as expressões,abreviadas e entre colchetes [S.l.:s.n.].

A data da publicação deve ser indicada em números arábicos, por se tratar de

elemento essencial, sempre deve ser indicada uma data, seja da publicação, distribuição, do copirraite, da impressão, da apresentação, do depósito, ou outra. Se não houver nenhuma data, registra-se uma data aproximada ente colchetes. [ 1971

ou 1972] ; [1978 ?] data provável; [ ca. 1960] data aproximada;[ 18-] século provável. As referências são alinhadas somente à margem esquerda do texto e de

forma a se identificar individualmente cada documento, em espaço simples e separadas entre si por espaço duplo. As referências constantes em uma lista padronizada devem obedecer aos mesmos princípios. Ao optar pela utilização de elementos complementares, estes devem ser incluídos em todas as referências daquela lista. É importante a correta citação de todo documento utilizado pelo autor do trabalho para identificação das obras. Número total de páginas, tradutor, ilustrador são elementos opcionais, mas uma vez citados, deve seguir o mesmo padrão para todas as referências.

A norma ABNT para elaboração de referências é a NBR 6023 (2002).

Os casos omissos devem ser resolvidos utilizando-se o Código de Catalogação Anglo-Americano vigente.

5.1.1

Um Autor

Indica-se o sobrenome do autor em maiúscula, seguido do prenome e outros

sobrenomes, abreviados ou não, título da obra, edição, local, editora e data.

GOMES, L. G. F. F. Novela e sociedade no Brasil. 2. ed. Niterói: EDUFF, 1998.

5.1.2 Mais de uma Obra do Mesmo Autor

Eventualmente, o nome do autor de várias obras referenciadas sucessivamente, na

mesma página, podem ser substituído, nas referências seguintes à primeira, por um

traço sublinear (equivalente a seis espaços) e ponto.

FREYRE, Gilberto. Casa grande & senzala: formação da família brasileira sob o regime de economia patriarcal. 2.ed. Rio de Janeiro: J. Olympio, 1943.

Sobrados e mocambos: decadência do patriarcado rural no Brasil. São Paulo: Nacional, 1936.

5.1.3 Dois Autores

LIBANIO, João Batista; MURAD, Afonso. Introdução à teologia: perfil, enfoques, tarefas. 3. ed. São Paulo: Loyola, 1996.

5.1.4 Três Autores

RIESMAN, D.; GLAZER, N.; DENNEY, R. A Multidão solitária: um estudo da mudança do caráter americano. 2.ed. São Paulo: Perspectiva, 1971.

5.1.5 Mais de Três Autores

OLIVEIRA, Manfredo Araújo. et al. Neoliberalismo e o pensamento cristão. Petrópolis: Vozes, 1994.

5.1.6

Monografia no todo em meio eletrônico

Inclui livro e/ ou folheto (manual, guia, catálogo, enciclopédia, dicionário etc.) e

trabalhos acadêmicos (teses, dissertações, entre outros).

KOOGAN, André;HOUAISS, Antonio (Ed.).Enciclopédia e dicionário digital 98. Direção geral de André Koogan Breikmam. São Paulo: Delta: Estadão,1998.5 CD- ROM.

Em obras consultadas online são essenciais as informações sobre o endereço

eletrônico, apresentado entre os sinais < >, precedido da expressão Disponível em:

e a data de acesso ao documento, precedida da expressão Acesso em:,

opcionalmente acrescida dos dados referentes a hora, minutos e segundos.

Nota: Não se recomenda referenciar material eletrônico de curta duração nas redes.

Exemplo:

ALVES, Castro. Navio negreiro. [S.I.]: Virtual Books, 200. Disponível em http://www.terra.com.br/virtualbooks/freebook/port/Lport2/naionegreiro.htm. Acesso em: 10 jan.2002,16:30:30.

5.1.7 Monografias Consideradas em Partes

Inclui capítulo, volume, fragmento e outras partes de uma obra, com autor(es) e /ou

título próprios.

Os elementos essenciais são: autor(es), título da parte, seguidos da expressão “In”,

e da referência completa da monografia no todo. No final da referência, deve-se

informar a paginação ou outra forma de individualizar a parte referenciada.

Exemplo:

ROMANO, Giovanni. Imagens da juventude na era moderna. In: LEVI, G.; SCHIMIDT, J. (Org.). História dos jovens 2. São Paulo: Companhia das Letras, 1996. p. 7-16.

5.1.8

Parte de Monografia em meio eletrônico

Exemplo:

MORFOLOGIA dos artrópodes. In: ENCICLOPÉDIA multimídia dos seres vivos. [S.I.]: Planeta DeAgostini, c1998.CD-ROM 9.

SÃO PAULO (Estado). Secretaria do Meio Ambiente. Trtados e organizações

ambientais em matéria de meio ambiente. In:

São Paulo,1999.v.1.Disponível em: http://www.bdt.org.br/sma/entendendo/atual.htm. Acesso em:8 mar.1999.

Entendendo

o meio ambiente.

5.1.9 Publicação Periódica como um Todo

Inclui a coleção como um todo, fascículo ou número de revista, número de jornal, caderno etc. na íntegra, e a matéria existente em um número, volume ou fascículo de periódico (artigos científicos de revistas, editoriais, matérias jornalísticas, seções, reportagens etc.).

Os elementos essenciais são: título, local de publicação,, editor, datas de início e de

encerramento da publicação, se houver.

Exemplo:

REVISTA BRASILEIRA DE GEOGRAFIA. Rio de Janeiro: IBGE, 1939-

5.1.10 Partes de revista, boletim etc.

Inclui volume, fascículo, números especiais e suplementos, entre outros, sem título próprio.

Os elementos essenciais são: título da publicação, local da publicação, editora, numeração do ano e /ou volume, numeração do fascículo, informações de periódicos e datas de sua publicação.

Exemplo:

DINHEIRO. São Paulo: Ed.Três, n. 148, 28 jun. 2000.

Ou acrescentam-se elementos complementares.

DINHEIRO: revista semanal de negócios. São Paulo: Ed.Três, n.148,28 jun.2000.98

p.

ALMEIDA, Luciano Mendes de. Sal e luz. Folha de São Paulo, São Paulo, p. A2, 16 de nov. de 2002.

GURGEL, Carlos. Reforma do estado e segurança pública. Política e Administração, Rio de Janeiro, v. 3, n. 2, p. 15-21, set. 1997.

5.1.11 Artigos de Revistas

CLEVE, Clemerson Merlin; PEIXOTO, M. M. O Estado Brasileiro: algumas linhas sobre a divisão de poderes na federação brasileira a luz da Constituição de 1988. Revista de Informação Legislativa, Brasília, v. 26, n. 104, p. 21-42, 1989.

TOURINHO NETO, Fernando Carlos. Dano ambiental. Consulex, Brasília, DF, ano 1, n. 1, p. 18-23, fev. 1997

5.1.12 Artigos e/ou matéria de revista, boletim etc.

Inclui partes de publicações periódicas (volumes, fascículos, números especiais e suplementos, com título próprio), comunicações, editorial, entrevistas, recensões, reportagens, resenhas e outros.

Os elementos essenciais são: autor (es), artigo ou matéria, título da publicação, local de publicação, numeração correspondente ao volume e/ou ano, fascículo ou número, paginação inicial e final, quando se tratar de artigo ou matéria, data ou intervalo de publicação e particularidades que identifiquem a parte (se houver)

Exemplos:

MÃO-DE-OBRA e previdência. Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios,Rio de janeiro;v.7,1983.Suplemento.

TOURINHO NETO, F.C. Dano ambiental. Consulex, Brasília, DF, ano 1,n.1,p.18- 23,fev. 1997.

5.1.13 Artigo e/ou matéria de revista, boletim etc. em meio eletrônico

Exemplo:

SILVA, M.M.L. Crimes da era digital. Net, Rio de Janeiro, nov.1998.Seção Ponto de Vista. Disponível em: http://www.brazilnet.com.br/contexts/brasilrevistas.htm. Acesso em: 28 nov.1998.

5.1.14 Artigo e/ou matéria de jornal

Inclui comunicações. Editorial, entrevistas, recensões, reportagens, resenhas e outros.

Os elementos essenciais são: autor (es) (se houver), título, título do jornal, local da publicação, data da publicação, seção, caderno ou parte do jornal e a paginação correspondente. Quando não houver seção, caderno ou parte, a paginação do artigo ou matéria precede a data.

Exemplos:

NAVES, P. Lagos andinos dão banho de beleza. Folha de S. Paulo,São Paulo, 28 jun. 1999. Folha Turismo, Caderno 8, p.13.

PEREIRA, Daniel. Manobra para prorrogar mandatos: futuro presidente da República perderia o direito de indicar quatros ministros do Supremo. Gazeta Mercantil, São Paulo, p. A9, 21 out. 2002.

5.1.15 Artigo e/ou matéria de jornal em meio eletrônico

Exemplo:

SILVA, Ives Gandra da. Pena de morte para o nascituro. O Estado de S. Paulo, São Paulo,19 set. 1998. Disponível em:

5.1.16 Eventos como um todo

Inclui o conjunto dos documentos reunidos num produto final do próprio evento (atas, anais, resultados, proceedings, entre outras denominações).

Elementos essenciais são: nome do evento, numeração (se houver), ano e local

(cidade) de realização. Em seguida, deve-se mencionar o titulo do documento

(anais, atas, tópico temático etc.), seguido dos dados de local de publicação, editora

e data da publicação.

Exemplo:

REUNIÃO ANUAL DA SOCIEDADE BRASILEIRA DE QUÍMICA, 20., 1997, Poços de Caldas. Química: academia, indústria, sociedade: livro de resumos. São Paulo: Sociedade Brasileira de Química, 1997.

5.1.17 Evento como um todo em meio eletrônico

Exemplo:

CONGRESSO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA UFPe.4., 1996,Recife. Anais

eletrônicos

Recife:

UFPe, 1996. Disponível em :

5.1.18 Trabalho apresentado em evento

Os elementos essenciais são: autor(es), título do trabalho apresentado, seguido da

expressão In:, nome do evento,numeração do evento (se houver), ano e local

(cidade) de realização, título do documento (anais, atas, tópico temático etc.), local,

editora, data de publicação e página inicial e final da parte referenciada.

Exemplo:

BRAYNER, A.R.A.;MEDEIROS, C.B. Incorporação do tempo em SGBD orientado a

objetos. In: SIMPÓSIO BRASILEIRO DE BANCO DE DADOS, 9., 1994, São Paulo.

5.1.19

Trabalho apresentado em evento em meio eletrônico

GUNCHO, M.R. A educação à distância e a biblioteca universitária. In: SEMINÁRIO

Fortaleza: Tec

Treina, 1998. 1 CD-ROM.

DE BIBLIOTECAS UNIVERSITÁRIAS, 10., 1998, Fortaleza. Anais

5.1.20Patentes

Os elementos essenciais são: entidade responsável e/ou autor, título, número da

patente e dats ( do período de registro).

Exemplo:

EMBRAPA. Unidade de Apoio, Pesquisa e Desenvolvimento de Instrumentação Agropecuária (São Carlos, SP). Paulo Estevão Cruvinel. Medidor digital multissensor de temperatura para solos. BR n. PI 8903105-9, 26 jun. 1989, 30 maio 1995.

5.1.21 Documentos Jurídicos/ Legislação

Compreende a Constituição, as emendas constitucionais e os textos legais

infraconstitucionais ( lei complementar e ordinária, medida provisória, decreto em

todas as suas formas, resolução do senado Federal) e normas emanadas das

entidades públicas e privadas (ato normativo, portaria, resolução, ordem de serviço,

instrução normativa, comunicado, aviso, circular, decisão administrativa, entre

outros).

Os elementos essenciais são: jurisdição (ou cabeçalho da entidade, no caso de se

tratar de normas), título, numeração, data e dados da publicação. No caso de

Constituições e suas emendas, entre o nome da jurisdição e o título, acrescenta-se a

palavra Constituição, seguida do ano de promulgação, entre parênteses.

Exemplos:

BRASIL. Decreto-lei n. 2423, de 7 de abril de 1988. Estabelece critérios para pagamento de gratificações e vantagens pecuniárias aos titulares de cargos e empregos da Administração Federal direta e autárquica. Diário Oficial da União, Brasília, v. 126, n. 66, p. 6009, 8 abr. 1988. Seção 1, pt.1.

BRASIL. Código civil. 46 ed. São Paulo: Saraiva, 1995.

5.1.22 Jurisprudência (decisões judiciais)

Compreende súmulas, enunciados, acórdãos, sentenças e demais decisões judiciais.

BRASIL. Superior Tribunal de Justiça. Ação Rescisória que ataca apenas um dos fundamentos do julgado rescindendo, permanecendo subsistentes ou outros aspectos não impugnados pelo autor. Ocorrência, ademais, de imprecisão na identificação e localização do imóvel objeto da demanda. Coisa julgada. Inexistência. Ação de consignação em pagamento não decidiu sobre domínio e não poderia fazê- lo, pois não é de sua índole conferir a propriedade a alguém. Alegação de violação da lei e de coisa julgada repelida. Ação rescisória julgada improcedente. Acórdão em ação rescisória n. 75-RJ. Manoel da Silva Abreu e Estado do Rio de Janeiro. Relator:

Ministro Barros Monteiro. DJ, 20 nov. 1989. Lex: Coletânea de Legislação e Jurisprudência, São Paulo, v.2, n. 5, jan. 1990.p.7-14.

BRASIL. Superior Tribunal de Justiça. Habeas-corpus. Constrangimento ilegal. Habeas-corpus nº 181.636-1, da 6ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, Brasília, DF, 6 de dezembro de 1994. Lex: jurisprudência do STJ e Tribunais Regionais Federais, São Paulo, v.10, n. 103, p. 236-240, mar. 1998.

5.1.23 Constituição

BRASIL. Constituição (1988). Constituição da República Federativa do Brasil:

promulgada em 5 de outubro de 1988. Organização do texto: Juarez de Oliveira. 4. ed. São Paulo: Saraiva, 1990. 168 p. (Série Legislação Brasileira).

SÃO PAULO (Estado). Constituição do Estado de São Paulo. 2. ed. São Paulo:

Saraiva, 1986. 167 p.

5.1.24

Códigos

BRASIL. Código de processo civil. Organização dos textos, notas remissivas e índices por Juarez de Oliveira. 26. ed. São Paulo: Saraiva, 1996. 230 p.

RIO DE JANEIRO (RJ). Código tributário do Município do Rio de Janeiro: Lei nº 206, de 16 de dezembro de 1980. Rio de Janeiro: ADCOAS, 1981. 240 p.

5.1.25 Emendas Constitucionais/Leis/Decretos/Medidas Provisórias/Outros

BRASIL. Decreto-lei n.º 5.452, de 1 de maio de 1943. Aprova a consolidação das leis do trabalho. Lex: coletânea de legislação: edição federal, São Paulo, v. 7, 1943. Suplemento.

SÃO PAULO. (Estado). Projeto de lei nº 277, de 18 de maio de 2001. Dispõe sobre a obrigatoriedade de discriminar todos os componentes utilizados na produção de ração ou compostos que possam servir para alimentação ou complemento alimentar para animais, e a devida classificação “Ração-Carnívora” ou “Ração-Vegetariana” de forma clara e objetiva. Diário Oficial [do] Estado de São Paulo, Poder Legislativo, São Paulo, v.111, n.93, 18 maio 2001, p. 15.

5.1.26 Imagem em Movimento

Inclui filmes, videocassetes, DVD, entre outros.

Os elementos essenciais são: título, diretor, produtor, local, produtora, data e

especificação do suporte em unidades físicas.

CENTRAL do Brasil. Direção: Walter Salles Júnior. Produção: Martire de Clemont Tonnerre e Arthur Cohn. Intérpretes: Fernanda Montenegro; Marília Pera; Vinícius de Oliveira; Sônia Lira; Othon Bastos; Matheus Nachtergaele e outros. Roteiro:

Marcos Bernstein, João Emanuel Carneiro e Walter Salles Júnior. [S.I.]: Le Studio Canal; Riofilme; MACT Productions, 1998. 1 bobina cinematográfica (106 min), son., color., 35mm.

5.1.27

Documento Iconográfico

Inclui pintura, gravura, ilustração, fotografia, desenho técnico, diapositivo, diafilme,

material estereográfico, transparência, cartaz entre outros.

Os elementos essenciais são: autor, título (quando não existir, deve-se atribuir uma

denominação ou a indicação Sem título, entre colchetes), data e especificação do

suporte.

Exemplos:

KOBAYASHI,K.Doença dos xavates.1980.1 fotografia,color.,16cm x 56 cm.

O QUE

transparências, color., 25 cm x 20 cm.

acreditar

em

relação

à

maconha.

São

Paulo:

CERAVI,

1985.

22

5.1.28 Documento iconográfico em meio eletrônico

ESTAÇÃO da Cia. Paulista com locomotiva elétrica e linhas de bitola larga. 1 fotografia, p&b. In: LOPES, Eduardo Luiz Veiga. Memória fotográfica de Araraquara. Araraquara: Prefeitura do Município de Araraquara, 1999. 1 CD-ROM.

5.1.29 Documento Cartográfico

Inclui atlas, mapas, globo,fotografia aérea entre outros

Os elementos essenciais são: autor (es), título, local, editora, data de publicação,

designação específica e escala.

Exemplo:

ATLAS Mirador Internacional. Rio de Janeiro: Enciclopédia Britânica do Brasil,1961.1

atlas. Escalas variam.

5.1.30

Documento cartográfico em meio eletrônico

PERCENTAGEM de imigrantes em São Paulo, 1920. 1 mapa, color. Escala

indeterminável. Neo Interativa, Rio de Janeiro, n.2, inverno 1994. 1 CD-ROM

5.1.31 Documento sonoro no todo

Inclui disco, CD (compact disc) , cassete, rolo, entre outros

Os elementos essenciais são: compositores ou intérpretes, título, local, gravadora ( ou equivalente), data e especificação do suporte.

Exemplos:

ALCIONE. Ouro e cobre. São Paulo: RCA Victor, p 1988. 1 disco sonoro.

MPB especial. [Rio de Janeiro]: Globo: Movieplay, c1995.1 CD.

5.1.32 Documento sonoro em parte

COSTA, S.; SILVA, A. Jura secreta. Intérprete: Simone. In: SIMONE. Face a face. [S.I.]: Emi-Odeon Brasil, p.1977. 1 CD. Faixa 7.

5.1.33 Documento tridimensional

Inclui esculturas, maquetes, objetos e suas representações ( fósseis, esqueletos, objetos de museu, animais empalhados, monumentos entre outros)

Os elementos essenciais são: autor (es), quando for possível identificar o criador artístico do objeto, título (quando não existir, deve-se atribuir uma denominação ou a identificação Sem título, entre colchetes), data e especificação do objeto.

Exemplos:

DUCHAMP, Marcel. Escultura para viajar. 1918. 1 escultura variável.

BULE de porcelana: família rosa, decorado com buquês e guirlandas de flores sobre fundo branco, pegador de tampa em formato de fruto. [ China: Companhia das índias, 18--]. 1 bule.

5.1.34 Documento de acesso exclusivo em meio eletrônico

Inclui bases de dados, listas de discussões, BBS (site), arquivos em disco rígido, programas, conjuntos de programas e mensagens eletrônicas entre outros. Os elementos essenciais são: autor (es), titulo do serviço ou produto, versão ( se houver) e descrição física do meio eletrônico.

Exemplos:

MICROSOFT. Project for Windows 95. Version 4.1. [S.I.]: Microsoft Corporation, 1995. 1 CD-ROM.

ÁCAROS no Estado de São Paulo. In: FUNDAÇÃO TROPICAL DE PESQUISAS E TECNOLOGIA ANDRÉ TOSELLO . Base de Dados Tropical. 1985. Disponível em:

<http://www.bdf.fat.org.br/acaro/spl/>. Acesso em: 30 maio 2002.

BRASIL. Medida provisória n.º 2.200, de 28 de junho de 2001. Institui a Infra- Estrutura de Chaves Públicas Brasileira ICP Brasil, e dá outras providências. Diário Oficial da República Federativa do Brasil, Poder Executivo, Brasília, DF, 29 jun. 2001. Disponível em: <http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/MPV/2200.htm>. Acesso em: 06 jul. 2001.

5.1.35 Sem Autoria ( Editor (Ed.), Organizador (org.), Compilador (Comp.), Coordenador (Coord.), Editor, (Ed.)

Título da parte. Língua. In: Título. Tradução ou versão. Local: Editora, data de publicação. Páginas inicial e final da parte. Notas (se houver).

Exemplos:

SUSIN, Luiz Carlos (Org.). O Mar se abriu. São Paulo: SOTER - Loyola, 2000.

MARCONDES, E.;LIMA, I.N. de ( Coord.). Dietas em pediatria clínica. 4.ed.São Paulo: Sarvier, 1993.

5.1.36 Bíblia

Citação no texto

No caso de citações retiradas da Bíblia, a fonte é indicada pelo título do livro da Bíblia, seguido de vírgula, número do capítulo e número dos versículos separados por dois-pontos. Ex.: “Tira primeiro a trave de teu olho e assim você verá para tirar a palha do olho do teu irmão” (MATEUS, 7:5).

Referência

MATEUS 7:5. Português. Bíblia de referência Thompson. Tradução de João Ferreira de Almeida. Deerfield, Flórida, E.U.A.: Vida, 1996. p. 1120-1135.

LUCAS. In: BÍBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução do Padre Antônio Pereira

de Figueredo. [Rio de Janeiro]: Barsa, 1965.

Considerada no todo:

BÍBLIA. Português. A Bíblia Sagrada: tradução na linguagem de hoje. São Paulo:

Sociedade Bíblica do Brasil, 1988.

5.1.37 Autoria de Entidades Coletivas

Se o autor for uma entidade (órgão governamental, sociedade, instituições,

organização, empresa

maiúsculas, e as unidades subordinadas são mencionadas após o nome da

entidade.

tem seus nomes escritos por extenso em letras

)

INSTITUTO BRASILEIRO DE INFORMAÇÃO EM CIÊNCIA E TECNOLOGIA. Manual de normas de editoração do IBICT. 2. ed. Brasília: IBICT, 1993.

5.1.38 Autoria desconhecida

Em caso de autoria desconhecida, a entrada é feita pelo título. O termo anônimo

não deve ser usado em substituição ao nome do autor desconhecido.

Exemplos:

DIAGNÓSTICO do setor editorial brasileiro. São Paulo: Câmara Brasileira do Livro,

1993.64 p.

DEUSISMO teoria geral: a arma ideológica do mundo ocidental. São Paulo: Causa Brasil, 1986.

5.1. 39 Ilustrações

Podem-se indicar as ilustrações de qualquer natureza pela abreviatura il.; para ilustrações coloridas, usar il.color.

Exemplos:

CESAR, A.M. A bala e a mitra. Recife: Bagaço,1994,167p.,il.

AZEVEDO, Maria R. de. Viva vida: estudos sociais, 4.São Paulo: FTD, 1994.

194p.,il.color.

5.1.40 Nas teses, dissertações e outros trabalhos acadêmicos

SOARES, Rosana de Lima. Imagens veladas, imagens reveladas: narrativas da AIDS nos escritos do Jornal Folha de S. Paulo (1994-1995). 1997. 256 f. Dissertação (Mestrado em Ciências da Comunicação, Jornalismo) Escola de Comunicação e Artes, Universidade de São Paulo, São Paulo, 1997.

MORGADO, M.L.C. Reimplante dentário.1990. 51 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Especialização) Faculdade de Odontologia, Universidade Camilo Castelo Branco, São Paulo,1990.

5.1.41 Dicionários / Enciclopédias: Verbetes

Entrada pelo verbete pesquisado.

JURÍDICO. In: SILVA, De Plácido e. Vocabulário jurídico. 12. ed. Rio de Janeiro:

Forense, 1991. v. 3-4, p. 26.

CUSTEIO. In. ENCICLOPÉDIA e Dicionário Internacional. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1986, p. 639.

5.1.42 Entrevistas

Nota: A entrada para entrevista é feita pelo nome do entrevistado. Quando o entrevistador tem maior destaque, entrar por ele. Para referenciar entrevistas gravadas, faz-se descrição física de acordo com o suporte adotado. Para entrevistas publicadas em periódicos, proceder como em documentos considerados em parte.

MELLO, Evaldo Cabral de. O passado no presente. Veja, São Paulo, n. 1528, p 9- 11, 4 set. 1998. Entrevista concedida a João Gabriel de Lima.

SANTOS, Marcelo. Índio é problema para nossos políticos, nunca solução. Em tempo, v. 4, p. 9- 12, 2002. Entrevista concedida a Bahiji Haj.

5.1.43 Conferências

CONFERÊNCIA NACIONAL DA ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL, 11. 1986, Belém. Anais…[S. l.]: OAB, [1986?]. 924 p.

5.1.44 Workshop

WORKSHOP DE DISSERTAÇÕES EM ANDAMENTO, 1., 1995, São Paulo. Anais… São Paulo: ICRS, USP, 1995. 39 p.

5.1.45

Encontros

RODRIGUES, M. V. Uma investigação na qualidade de vida no trabalho. In:

ENCONTRO ANUAL DA ANPAD, 13., 1989, Belo Horizonte. Anais… Belo Horizonte: ANPAD, 1989. p. 455-468.

5.1.46 Cartões Postais

BRASIL turístico: anoitecer sobre o Congresso Nacional - Brasília. São Paulo:

Mercador. [198-]. 1 cartão postal: color.

5.1.47 Fitas Gravadas

PANTANAL. São Paulo: Polygran, 1990. 1 cassete son. (90 min.): estéreo.

5.1.48 Filmes e Vídeos

O NOME da rosa. Produção de Jean-Jaques Annaud. São Paulo: Tw Vídeo distribuidora, 1986. 1 Videocassete (130 min.): VHS, Ntsc, son., color. Legendado. Port.

5.1.49 Fotografias

Nota: A fotografia de obras de arte tem entrada pelo nome do autor do original, seguido do título e da indicação do nome do fotógrafo, precedido da abreviatura fot. Tratando-se de um conjunto de fotografias com suporte físico próprio como, por exemplo, um álbum. Esta informação deve preceder o número de fotos.

KELLO, Foto & Vídeo. Escola Técnica Federal de Santa Catarina. 1997. 1 álbum (28 fot.): color.; 17,5 x 13 cm.

5.1.50

E-mail

Nota: As informações devem ser retiradas, sempre que possível, do cabeçalho da mensagem recebida. Quando o e-mail for cópia, poderá ser acrescentado os demais destinatários após o primeiro, separados por ponto e vírgula.

MARINO, Anne Marie. TOEFL brienfieng number [mensagem pessoal]. Mensagem recebida por <educatorinfo@gets.org> em 12 maio 1998.

5.1.51 Notas de Aula

KNAPP, Ulrich. Separação de isótopos de urânio conforme o processo Nozzle:

curso introdutório, 5-30 de set. de 1977. 26 f. Notas de Aula. Mimeografado.

5.1.52Trabalhos não Publicados

ALVES, João Bosco da Mota; PEREIRA, Antônio Eduardo Costa. Linguagem Forth. Uberlândia, 100 p. Trabalho não publicado.

5.1.53 Lista de Discussão

BURTON, Paul. International finance questions. Business libraries discussion list. 24 oct., 1993. End. eletrônico: buslisb-L@idbsu.bitnet.

5.1.54 CD-ROM

CLAYTON, A. ; FULTON, N. 3 D studio max applied. Cleveland: Advanstar, 1997. 1 CD-ROM.

LIMA NETO, José Henrique Barbosa Moreira. Validade e eficácia probatória dos documentos eletrônicos e a certificação digital. In: FÓRUM BRASILEIRO DA

LEGISLAÇÃO DO DOCUMENTO DIGITAL, 1., 1999, São Paulo. Anais Insigne, 1999. 1 CD-ROM.

São Paulo:

5.1.55 Disquetes

KRAEMER, Ligia Leindorf Bartz. Apostila.doc. Curitiba, 13 maio 1995. 1 arquivo (605 bytes). Disquete 3 ½ pol. Word for windows 6.0.

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ. Biblioteca Central. Normas.doc: normas para apresentação de trabalhos. Curitiba, 1998. 5 disquetes, 3 ½ pol. Word for Windows 7.0.

6 PROJETO DE GRADUAÇÃO: AGRONEGÓCIOS

O Curso de Tecnologia em Agronegócio da Faculdade de Tecnologia de Itapetininga procura acompanhar as transformações que estão acontecendo na agricultura brasileira nas últimas décadas, verifica-se que o setor primário não é mais um provedor e consumidor de alimentos in-natura, mas uma atividade ligada aos setores industriais e de serviço. Nessa perspectiva, cabe ao meio acadêmico discutir novas políticas econômicas, participar na tomada de decisões e investigar os impactos sobre os outros setores da economia e assim, contribuindo através da pesquisa e da busca de informações, que possam servir de base, para o desenvolvimento do agronegócio na região de Itapetininga, no estado e no país. O Projeto de Graduação tem o objetivo de proporcionar oportunidade ao aluno, para que possa realizar uma reflexão sobre questões do desenvolvimento regional, estadual e nacional da cadeia produtiva do agronegócio, comprometendo- se com o desenvolvimento socioeconômico, a partir de uma visão de sustentabilidade ambiental e de responsabilidade social.

6.1 LINHAS DE PESQUISA

Desenvolvimento Regional e Impactos Sócio-ambientais do Agronegócio

Pretende correlacionar as transformações das estruturas regionais econômicas, políticas, sociais e tecnológicas aplicáveis à produção agrícola e seus respectivos impactos sócio-ambientais no agronegócio, enfatizando o processo de expansão da fronteira agrícola e escolha das culturas regionais.

Políticas Públicas Agroindustriais

Linha de pesquisa voltada para políticas públicas que procura analisar o impacto dessas políticas para o agronegócio, partindo do pressuposto que esse tema envolve interesses divergentes.

Produção Familiar e Agronegócio

Linha de pesquisa que procura analisar a relação entre produtores familiares agroindustriais, desde a produção contratual integrada até a expulsão dos segmentos mais fragilizados, reconhecendo ainda a importância dos aspectos culturais.

Estudos e Diagnósticos de Complexos Agroindustriais

Centram-se na gestão, coordenação e competitividade dos sistemas Agroindustriais e tem o objetivo de investigar as cadeias agroindustriais, buscando a compreensão da dinâmica de seus negócios numa perspectiva de integração vertical.

Competitividade de Organizações Agroindustriais

A proposta é investigar a competitividade como função da adequação das estratégias das empresas individuais ao padrão de concorrência vigente nos mercados, focalizando a relação do negócio com o seu ambiente competitivo.

Gestão e Inovação Tecnológica no Agronegócio

O objetivo dessa linha de pesquisa é avaliar os impactos da inovação tecnológica no agronegócio, sobretudo no que se refere às mudanças constantes das técnicas de gestão aplicadas.

7 PROJETO DE GRADUAÇÃO: INFORMÁTICA PARA A GESTÃO DE NEGÓCIOS

O Curso de Tecnologia em Informática para a gestão de negócios da Faculdade de Tecnologia de Itapetininga tem por objetivo formar um profissional com uma visão ampla da área de informática o que permitirá ao egresso optar pelos diversos e novos rumos que a tecnologia da informação cria a cada dia. Através de uma sólida base matemática e lógica, uma visão empresarial e empreendedora, aliada a uma ampla base tecnológica, criamos em nossa faculdade um espaço para a pesquisa aplicada, o que permite ao nossos alunos transferir este conhecimento para suas atuais (e/ou futuras) empresas e assim, participar do processo decisório. O profissional de Informática é capaz de desenvolver softwares, administrar banco de dados, garantir a segurança dos dados armazenados em sistemas computacionais, implantar redes de computadores e auditar sistemas e, com esta formação multidisciplinar, atender às necessidades geradas pelos avanços tecnológicos.

7.1 LINHAS DE PESQUISA

Área de concentração de Engenharia de Software A área de Engenharia de Software trata do conhecimento, dos métodos e das práticas relativas ao desenvolvimento de software, em todas as suas fases análise de requisitos, especificação, modelagem, projeto, implementação, testes, validação, manutenção e evolução,além das atividades envolvidas no processo e gerência do desenvolvimento visando à produção de software de qualidade.

Área de concentração de Redes de Computadores

A interligação de sistemas computacionais em redes já é realizada há bom tempo, como as que grandes empresas utilizam para se conectar com seus principais fornecedores e clientes, através de redes dedicadas EDI ( troca eletrônica de

dados). A crescente disponibilidade de infra-estruturas de comunicação mais rápidas e baratas permite que empresas aumentem suas ligações internas e externas, com ganhos expressivos em eficiência operacional e redução de custos de todo tipo de negócio. Redes de comunicação sem fio são, hoje, uma das áreas de maior crescimento, ativando o mercado de equipamentos e novos serviços baseados na mobilidade e na localização espacial. Questões de segurança crescem em importância com o uso crescente destas redes.

Área de concentração de Inovação e Gestão Tecnológica

O objetivo desta linha de pesquisa é avaliar os impactos da inovação tecnológica nas empresas, em seus diversos segmentos.

Área de concentração de e-Business

As pesquisas da área de concentração em e-Business, permitirão ao discente o estudo das formas de se fornecer e criar um valor diferenciado na gestão de negócios através da combinação de sistemas e processos com uso da aplicação da tecnologia da internet.

Área de concentração de Business Inteligence

Business Intelligence , reúne pesquisas dos diversos recursos utilizados para extrair, transformar e analisar grandes volumes de dados, produzindo conhecimento capaz de auxiliar os tomadores de decisões.

Área de concentração de Governança de TI ( Tecnologia da Informação)

Pesquisas sobre a Tecnologia da Informação como componente estratégico para uma organização. Nela, enquadram-se os diversos padrões de gestão de TI (Cobit, Itil,CMM e PMI).

REFERÊNCIAS

ALVES, M.B.M;ARRUDA,S.M. Como fazer referência: bibliográficas,eletrônicas e demais formas de documentos.Florianópolis:UFdeSC,Biblioteca Universitária, 2002.Disponível em: <http://ufsc.br/framerefer.html>. Acesso em: 12 set. 2005.

ARRUDA, S. M. de; ALVES, M. B. M. Procedimentos para a apresentação e normalização de trabalhos acadêmicos: módulo 1: como fazer referências bibliográficas, eletrônicas e demais formas de documentos. Florianópolis, SC:

UFSC, 2003. 26p. Apostila.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6021: Informação e documentação Publicação periódica científica impressão Apresentação.Rio de

Janeiro,2003.

NBR 6023: Informação e documentação Referências Elaboração. Rio de Janeiro, 2002.

NBR 6024: Numeração progressiva das seções de um documento escrito- Apresentação. Rio de Janeiro, 2003.

NBR 6027: sumário. Rio de Janeiro, 2003.

NBR 6028: resumos. Rio de Janeiro, 1990.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 10519:Critérios de avaliação de documentos de arquivo.Rio de Janeiro,1988.

NBR 10520: Informação e documentação Citações em documentos Apresentação.Rio de Janeiro,2002.

NBR 10719: apresentação de relatórios técnico-científicos. Rio de Janeiro,

1989.

NBR 14724: apresentação de trabalhos acadêmicos. Rio de Janeiro, 2002.

SEVERINO,A.J. Metodologia do trabalho científico. 21.ed. São Paulo: Cortez,

2000.

APÊNDICES

APÊNDICE A Modelo de Capa

3cm

3cm ] 3cm CENTRO PAULA SOUZA (12) FACULDADE DE TECNOLOGIA DE ITAPETININGA CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA

] 3cm

CENTRO PAULA SOUZA (12) FACULDADE DE TECNOLOGIA DE ITAPETININGA CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM AGRONEGÓCIOS

NOME (12)

TÍTULO DO TRABALHO (12)

Itapetininga, SP (12) Semestre/Ano (12)

2cmDE TECNOLOGIA EM AGRONEGÓCIOS NOME (12) TÍTULO DO TRABALHO (12) Itapetininga, SP (12) Semestre/Ano (12) 2cm

2cm

DE TECNOLOGIA EM AGRONEGÓCIOS NOME (12) TÍTULO DO TRABALHO (12) Itapetininga, SP (12) Semestre/Ano (12) 2cm

APÊNDICE B Modelo de Lombada

JOÃO DA SILVA

FATEC

2009

APÊNDICE C Modelo de Folha de Rosto

3cm

3cm ] 3cm NOME (12) TÍTULO DO TRABALHO (12) Trabalho de Conclusão de Curso apresentado à

] 3cm

NOME (12)

TÍTULO DO TRABALHO (12)

Trabalho de Conclusão de Curso apresentado à Faculdade de Tecnologia de Itapetininga, como exigência parcial para obtenção do grau de Tecnólogo em Agronegócios, sob a orientação da Profª

Itapetininga, SP (12) Semestre/Ano (12)

2cmdo grau de Tecnólogo em Agronegócios, sob a orientação da Profª Itapetininga, SP (12) Semestre/Ano (12)

2cm

do grau de Tecnólogo em Agronegócios, sob a orientação da Profª Itapetininga, SP (12) Semestre/Ano (12)

APÊNDICE D Modelo de Errata

3cm

3cm ] 3cm ERRATA Folha Linha Onde se lê Leia-se 27 16 resolucao resolução 52 07

] 3cm

ERRATA

Folha

Linha

Onde se lê

Leia-se

27

16

resolucao

resolução

52

07

SANTOS (1992)

SANTOS (2002)

2cmOnde se lê Leia-se 27 16 resolucao resolução 52 07 SANTOS (1992) SANTOS (2002) 2cm

2cm

Onde se lê Leia-se 27 16 resolucao resolução 52 07 SANTOS (1992) SANTOS (2002) 2cm 2cm

APÊNDICE E Folha de Aprovação

3cm

3cm ] 3cm NOME DO AUTOR (12) TÍTULO (12) Monografia apresentada à banca examinadora da Faculdade

] 3cm

NOME DO AUTOR (12)

TÍTULO (12)

Monografia apresentada à banca examinadora da Faculdade de Tecnologia de Itapetininga, para obtenção do grau de Tecnólogo em Agronegócios. (12)

Profª Drª FATEC - Itapetininga

Prof.Dr. UNICAMP - Campinas

Prof. MSc. UNESP - Botucatu

Itapetininga,

de

de

(12)

2cmDrª FATEC - Itapetininga Prof.Dr. UNICAMP - Campinas Prof. MSc. UNESP - Botucatu Itapetininga, de de

2cm

FATEC - Itapetininga Prof.Dr. UNICAMP - Campinas Prof. MSc. UNESP - Botucatu Itapetininga, de de (12)

APÊNDICE F Modelo de Dedicatória

3cm

3cm ] 3cm Dedico este trabalho a minha família, que sempre esteve ao meu lado em

] 3cm

Dedico este trabalho a minha família, que sempre esteve ao meu lado em todos os momentos, pelo estímulo e compreensão que me deram, e acima de tudo, pelo reconhecimento do meu trabalho.

2cmtodos os momentos, pelo estímulo e compreensão que me deram, e acima de tudo, pelo reconhecimento

2cm

os momentos, pelo estímulo e compreensão que me deram, e acima de tudo, pelo reconhecimento do

APÊNDICE G Modelo de Agradecimentos

3cm

3cm ] 3cm AGRADECIMENTOS Não podia deixar de citar os nomes das pessoas que se fizeram

] 3cm

AGRADECIMENTOS

Não podia deixar de citar os nomes das pessoas que se fizeram tão presentes no decorrer da minha vida acadêmica e principalmente na elaboração deste trabalho:

Ao Centro Paula Souza, pela oportunidade;

À Faculdade de Tecnologia de Itapetininga, pela

formação acadêmica; Ao professor Antônio da Silva, pela sabedoria e

paciência que soube dar forma às minhas ideias; Aos meus pais, pelo apoio, carinho e presença sempre que necessárias; Aos meus amigos especiais: Rafael, Pedro e Mariana, por todas as críticas construtivas;

A Deus, por me dar forças para levantar e lutar a

cada dia.

2cmPedro e Mariana, por todas as críticas construtivas; A Deus, por me dar forças para levantar

2cm

e Mariana, por todas as críticas construtivas; A Deus, por me dar forças para levantar e

APÊNDICE H Modelo de Epígrafe

3cm

3cm ] 3cm A evolução confunde-se com a evolução do pensamento e da alma dos falantes.

] 3cm

A evolução

confunde-se com a evolução do pensamento e da alma dos falantes. (BAKHTIN,2002,p.58)

da língua

2cm3cm A evolução confunde-se com a evolução do pensamento e da alma dos falantes. (BAKHTIN,2002,p.58) da

2cm

A evolução confunde-se com a evolução do pensamento e da alma dos falantes. (BAKHTIN,2002,p.58) da língua

APÊNDICE I Modelo de Resumo

3cm

3cm ] 3cm RESUMO (12) Este trabalho de investigação pretende mostrar o estado de competitividade das

] 3cm

RESUMO (12)

Este trabalho de investigação pretende mostrar o estado de competitividade das empresas do setor metal mecânico, tomando como caso, empresas do ramo de fixação mecânica por elementos roscados. Em um mercado cada vez mais globalizado, toda a cadeia de suprimentos deve direcionar seu foco preferencialmente aos fatores tecnologia, qualidade e produtividade, buscando atuar em elevados patamares estabelecidos ao estado da arte. Para competir com sucesso no mercado global, a indústria de elementos de fixação necessita, portanto, direcionar seus esforços para aumentar a gama de serviços e o desenvolvimento de técnicas de engenharia sofisticadas, de produtos tecnologicamente avançados. Nesse sentido, buscou-se levantar o conhecimento ao estado da arte, através de ampla revisão bibliográfica, que após dominado, ensejou a realização de pesquisa de campo, de caráter exploratório, com vistas a estabelecer uma análise comparativa entre o conhecimento vigente e a prática administrativa. Palavras-chave: Tecnologia. Controle. Qualidade. Pesquisa. Desenvolvimento.

2cmvigente e a prática administrativa. Palavras-chave: Tecnologia. Controle. Qualidade. Pesquisa. Desenvolvimento. 2cm

2cm

vigente e a prática administrativa. Palavras-chave: Tecnologia. Controle. Qualidade. Pesquisa. Desenvolvimento. 2cm 2cm

APÊNDICE J Modelo de Resumo em Língua Estrangeira

3cm

3cm ] 3cm ABSTRACT (12) This work of investigation intends to show the competitive state of

] 3cm

ABSTRACT (12)

This work of investigation intends to show the competitive state of companies in the metal mechanical sector, using the companies in the branch of mechanical fixation by thread elements as a case study.In a marketplace that is becoming more and more globalized, all chain of supplies must direct its focus mainly to technology, quality and production factors in a way to act in established high levels to the state of art.Thus, to compete successfully in the global marketplace the fastener industry needs to direct its efforts to increase services and the development of highly engineering techniques of technologically advanced products. In doing that, the fastener manufacturers must continue to seek the ways to offer an increasing array of value-added services and capabilities. Afterwards, an exploratory field work has been done in order to establish a comparative analysis between the current knowledge and the administrative practice with the adequate applying of Technology, Quality and Productivity parameters.

Keywords: Technology. Quality. Control. Research.

2cmapplying of Technology, Quality and Productivity parameters. Keywords: Technology. Quality. Control. Research. 2cm

2cm

applying of Technology, Quality and Productivity parameters. Keywords: Technology. Quality. Control. Research. 2cm 2cm

APÊNDICE K Modelo de Lista de Ilustrações

3cm

3cm ] 3cm LISTA DE ILUSTRAÇÕES (12) Quadro 1 – Galpão do Agronegócio 23 Fotografia 2

] 3cm

LISTA DE ILUSTRAÇÕES (12)

Quadro

1

Galpão do Agronegócio

23

Fotografia 2 -

Propriedade Rural

29

Gráfico

3

Plantação de Milho

38

Quadro

4

Batata com Vírus

39

Quadro

5

Planta e Tubérculo

42

2cmde Milho 38 Quadro 4 – Batata com Vírus 39 Quadro 5 – Planta e Tubérculo

2cm

de Milho 38 Quadro 4 – Batata com Vírus 39 Quadro 5 – Planta e Tubérculo

APÊNDICE LModelo de Lista de Tabelas

3cm

3cm ] 3cm LISTA DE TABELAS (12) Tabela 1 – Média das Interações 23 Tabela 2

] 3cm

LISTA DE TABELAS (12)

Tabela 1 Média das Interações

23

Tabela 2 Média das Notas

29

Tabela 3 Melhoramento Genético

38

Tabela 4 - Redução na Produção

40

Tabela 5 Variedade de Batata

42

2cmMelhoramento Genético 38 Tabela 4 - Redução na Produção 40 Tabela 5 – Variedade de Batata

2cm

Genético 38 Tabela 4 - Redução na Produção 40 Tabela 5 – Variedade de Batata 42

APÊNDICE MModelo de Lista de Abreviaturas e Siglas

3cm

3cm ] 3cm LISTA DE SIGLAS (12) ABBA – Associação Brasileira da Batata ABES – Associação

] 3cm

LISTA DE SIGLAS (12)

ABBA Associação Brasileira da Batata ABES Associação Brasileira de Empresas de Software AMAR Associação de Maestros e Arranjadores ATIDA Associação de Titulares de Direito Autoral

IMA

Instituto Mineiro de Agropecuária

2cmArranjadores ATIDA – Associação de Titulares de Direito Autoral IMA – Instituto Mineiro de Agropecuária 2cm

2cm

ATIDA – Associação de Titulares de Direito Autoral IMA – Instituto Mineiro de Agropecuária 2cm 2cm

APÊNDICE N Modelo de Lista de Símbolos

3cm

3cm ] 3cm LISTA DE SÍMBOLOS (12) % – Porcentagem @ – Arroba ºC – Graus

] 3cm

LISTA DE SÍMBOLOS (12)

% Porcentagem @ Arroba ºC Graus Celsius § Artigo

2cm3cm ] 3cm LISTA DE SÍMBOLOS (12) % – Porcentagem @ – Arroba ºC – Graus

2cm

3cm ] 3cm LISTA DE SÍMBOLOS (12) % – Porcentagem @ – Arroba ºC – Graus

APÊNDICE OModelo de Sumário

3cm

3cm ] 3cm SUMÁRIO (12) 1 INTRODUÇÃO 09 2 PESQUISA CIENTÍFICA 12 2.1 OBJETIVO DA PESQUISA

] 3cm

SUMÁRIO (12)

1

INTRODUÇÃO

09

2

PESQUISA CIENTÍFICA

12

2.1

OBJETIVO DA PESQUISA

14

2.2

METODOLOGIA DE PESQUISA

18

2.2.1

Conceito de Pesquisa

24

2.2.2

Projetos de Pesquisa

24

2.2.2.1

Sistematização de Projetos

26

2.2.2.1.1 Estudo Metodológico

27

3

TIPOS DE PESQUISA

31

4

DIFERENTES MÉTODOS

38

4.1

A PESQUISA QUANTITATIVA

39

4.2

A PESQUISA QUALITATIVA

41

5

CONSIDERAÇÕES FINAIS

52

REFERÊNCIAS

56

2cm39 4.2 A PESQUISA QUALITATIVA 41 5 CONSIDERAÇÕES FINAIS 52 REFERÊNCIAS 56 2cm

2cm

39 4.2 A PESQUISA QUALITATIVA 41 5 CONSIDERAÇÕES FINAIS 52 REFERÊNCIAS 56 2cm 2cm

APÊNDICE P MODELO DE ILUSTRAÇÃO NO TEXTO

3cm

3cm ] 3cm Fonte: Projeto de Pesquisa: A Transformação Genética do Milho. GÓES,D.A.(2007) Figura 1 –

] 3cm

Fonte: Projeto de Pesquisa: A Transformação Genética do Milho. GÓES,D.A.(2007) Figura 1 – Mostra de

Fonte: Projeto de Pesquisa: A Transformação Genética do Milho. GÓES,D.A.(2007)

Figura 1 Mostra de (10)

Através do Decreto nº5.591,publicado no dia 23 de novembro de 2005 no Diário Oficial da União, o Governo Lula regulamentou a Lei nº 11.105, também conhecida como nova Lei de “Biossegurança”, sancionada em março deste ano. Com isso, o governo brasileiro afirma ter institucionalizado normas de segurança e fiscalização para a pesquisa, cultivo e comercialização de organismos transgênicos e reestruturado a CTNBio. Mostra de milho transgênico na figura 1.

APÊNDICE Q MODELO DE TABELA

3cm

3cm ] 3cm Tabela 1 - Pessoas residentes em domicílios particulares, por sexo e situação do

] 3cm

Tabela 1 - Pessoas residentes em domicílios particulares, por sexo e situação do domicílio Brasil 1980

Situação

Total

Mulheres

Homens

do

domicílio

Total

117 960 301

59 595 332

58 364 969

Urbana

76 972 931

41 115 439

38 857 492

Rural

37 987 370

18 479 893

19 507 477

Fonte: Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística IBGE.