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UFUFABC ABC ESTABILIDADE EE CONTROLE 3205: ESTABILIDADE CONTROLE DEDE Notas dede aula AERONAVES AERONAVES aula ––
UFUFABC ABC
ESTABILIDADE EE CONTROLE
3205: ESTABILIDADE
CONTROLE DEDE
Notas dede aula
AERONAVES
AERONAVES
aula –– João
ENEN--3205:
João C.
C. Hoff
Notas
Hoff
Estabilidade e Controle de Aeronaves APRESENTAÇÃO DA DISCIPLINA

Estabilidade e Controle de Aeronaves

APRESENTAÇÃO DA DISCIPLINA

Apresentação da Disciplina MECÂNICA DO VOO A Mecânica do Voo pode ser dividida em: VOO ATMOSFÉRICO

Apresentação da Disciplina

MECÂNICA DO VOO

A Mecânica do Voo pode ser dividida em:

VOO ATMOSFÉRICO

Desempenho Estabilidade e Controle Navegação, Guiagem e Controle Aeroelasticidade

VOO ESPACIAL

Dinâmica do Voo Espacial Dinâmica e Controle de Espaçonaves

Navegação, Guiagem e Controle

Apresentação da Disciplina MECÂNICA DO VOO A Mecânica do Voo pode ser dividida em: VOO ATMOSFÉRICO
MECÂNICA DO VOO Nesta disciplina estudaremos: Apresentação da Disciplina Voo Atmosférico => Estabilidade e Controle Concentraremos

MECÂNICA DO VOO

Nesta disciplina estudaremos:

Apresentação da Disciplina

Voo Atmosférico => Estabilidade e Controle Concentraremos nosso estudo em aeronaves.

A teoria desenvolvida em estabilidade e controle de aviões formam a base para o estudo de estabilidade e controle de outros tipos de aeronaves.

Apresentação da Disciplina

Apresentação da Disciplina

Apresentação da Disciplina

APRESENTAÇÃO DA DISCIPLINA I. INTRODUÇÃO À ESTABILIDADE E CONTROLE II. ESTABILIDADE ESTÁTICA E CONTROLE 1ª PARTE

INTRODUÇÃO FORÇAS LONGITUDINAIS SÍNTESE DA SUSTENTAÇÃO E MOMENTO DE ARFAGEM SUSTENTAÇÃO E MOMENTO DE ARFAGEM: ASA SUSTENTAÇÃO E MOMENTO DE ARFAGEM: FUSELAGEM E NACELES SUSTENTAÇÃO E MOMENTO DE ARFAGEM: EMPENAGEM MOMENTO DE ARFAGEM TOTAL E PONTO NEUTRO EFEITO DO MOMENTO E SUSTENTAÇÃO LINEAR NO PONTO NEUTRO

2ª PARTE

CONTROLE LONGITUDINAL AS DERIVADAS C LδE E C MδE DEFLEXÃO DE PROFUNDOR PARA TRIMAR VARIAÇÃO DE δ ETRIM COM A VELOCIDADE LIMITE DE ESTABILIDADE ESTÁTICA: H S MEDIDA EM VOO DE H N E H S

3ª PARTE

MOMENTO DE ARTICULAÇÃO INFLUÊNCIA DE UM PROFUNDOR LIVRE NA SUSTENTAÇÃO E MOMENTO O FATOR DE PROFUNDOR LIVRE O PONTO NEUTRO DE PROFUNDOR LIVRE O USO DE TABS OUTROS TIPOS DE TABS FORÇA PARA TRIMAR GRADIENTE DE FORÇA NOS COMANDOS

III. ESTABILIDADE ESTÁTICA E CONTROLE II 1ª PARTE: Longitudinal

Apresentação da Disciplina

MANOBRABILIDADE – ÂNGULO DE DEFLEXÃO DE PROFUNDOR POR G FORÇA POR G CONTRAPESOS E MOLAS A INFLUÊNCIA DOS DISPOSITIVOS HIPERSUSTENTADORES NA TRIMAGEM E NA RIGIDEZ EM ARFAGEM A INFLUÊNCIA DO SISTEMA PROPULSIVO EFEITO DA FLEXIBILIDADE ESTRUTURAL EFEITO SOLO LIMITES DO CG

III. ESTABILIDADE ESTÁTICA E CONTROLE II 1ª PARTE: Longitudinal 2ª PARTE: Látero-Direcional

ETC

BIBLIOGRAFIA Apresentação da Disciplina Bernard Etkin, Lloyd Duff Reid, Dynamics of Flight – Stability and Control

BIBLIOGRAFIA

Apresentação da Disciplina

Bernard Etkin, Lloyd Duff Reid, Dynamics of Flight – Stability and Control, John Wiley & Sons, 3ª Ed, 1996.

BIBLIOGRAFIA Apresentação da Disciplina Bernard Etkin, Lloyd Duff Reid, Dynamics of Flight – Stability and Control
BIBLIOGRAFIA Apresentação da Disciplina Bernard Etkin, Lloyd Duff Reid, Dynamics of Flight – Stability and Control
Apresentação da Disciplina AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO 2 provas Prova inicial Na 6ª semana => 16 a

Apresentação da Disciplina

AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO

2 provas

Prova inicial Na 6ª semana => 16 a 21 de dezembro. Conteúdo dado até a aula anterior à prova. Peso 1.

Prova final Após a 12ª semana => ultima de janeiro ou primeira de fevereiro Todo o conteúdo. Peso 2 Possivelmente um trabalho de análise do Aerodesign

Apresentação da Disciplina AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO 2 provas Prova inicial Na 6ª semana => 16 a
Apresentação da Disciplina AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO 2 provas Prova inicial Na 6ª semana => 16 a
AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO Apresentação da Disciplina Fev 2014 Após o debriefing da prova final, atendendo a

AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO

Apresentação da Disciplina

Fev 2014 Após o debriefing da prova final, atendendo a RESOLUÇÃO ConsEPE Nº 120 (Estabelece

normas e procedimentos para vista e revisão de instrumentos avaliativos, bem como de revisão de conceitos finais nas disciplinas de

graduação da UFABC), as provas serão apresentadas aos alunos para analise. Eventuais discrepancias deverão ser discutidas caso a caso na sala do professor.

O conceito poderá não corresponder a media das notas pois é subjetivo e portanto ligado a participação do aluno nas aulas e trabalhos recomendados.

A: Desempenho excepcional B: Bom desempenho C: Desempenho adequado D: Aproveitamento mínimo F: Reprovado

=> 9,0 a 10 => 7,5 a 9,0 => 6,0 a 7,5 => 5,0 a 6,0 => 0 a 5,0

O: Frequência insuficiente. Reprovado.

ATITUDES EM AULA Solicita-se silencio em aula. TOLERÂNCIA Apresentação da Disciplina Tolerância: serão tolerados no máximo

ATITUDES EM AULA

Solicita-se silencio em aula.

TOLERÂNCIA

Apresentação da Disciplina

Tolerância: serão tolerados no máximo 10 minutos de atraso nas provas.

SUBSTITUTIVA

Substitutiva: poderemos fazer substitutiva para cobrir apenas aspectos legais (faltas com abono médico, judiciais, militares e eleitorais). Serão feitas logo após a volta do faltante a aula.

ESTABILIDADE E CONTROLE Histórico Estabilidade e Controle de Aeronaves Sir George Cayley (1774-1857) fez primeiros estudos

ESTABILIDADE E CONTROLE

Histórico

Estabilidade e Controle de Aeronaves

Sir George Cayley (1774-1857) fez primeiros estudos de estabilidade de veiculos em voo, tendo experimentado modelos de planadores já com estabilizador horizontal e leme.

Otto Lileinthal (1848-1896), Wilbur Wright (1867-1912) e Orville Wright (1871-1903) fizeram vários experimentos com planadores para melhor entender suas estabilidades e controle.

O avião do Wright tinha canard para controle de arfagem, leme de direção e controlava rolamento por warping (torcer a ponta da asa).

Bleriot em 1907 voou a primeira aeronave com aileron. Verdon-Roe usou empenagem horizontal trazeira pela primeira vez em 1909.

ESTABILIDADE E CONTROLE Histórico Estabilidade e Controle de Aeronaves Sir George Cayley (1774-1857) fez primeiros estudos
Estabilidade e Controle de Aeronaves Lanchester (1886-1946) formalizou em seu livro Aerodonetics (1909) idéias de estabilidade

Estabilidade e Controle de Aeronaves

Lanchester (1886-1946) formalizou em seu livro Aerodonetics (1909) idéias de estabilidade e controle, incluindo algumas idéias aplicáveis ate o dia de hoje. Em 1911 Bryiam publicou o livro intitulado Stability in Aviation já com a analises matemáticas do comportamento de uma aeronave após ser perturbada de sua condição de equilibrio. Tuneis de vento foram desenvolvidos em 1912 na Inglaterra e 1915 no US (MIT). A NACA iniciou estudos em 1919.

Estabilidade e Controle de Aeronaves Lanchester (1886-1946) formalizou em seu livro Aerodonetics (1909) idéias de estabilidade
Introdução à Estabilidade e Controle 1. ESTABILIDADE E CONTROLE DE AERONAVES

Introdução à Estabilidade e Controle

1. ESTABILIDADE E CONTROLE DE AERONAVES

Introdução à Estabilidade e Controle 1. ESTABILIDADE E CONTROLE DE AERONAVES
Introdução à Estabilidade e Controle 1. ESTABILIDADE E CONTROLE DE AERONAVES
Introdução à Estabilidade e Controle 1. ESTABILIDADE E CONTROLE DE AERONAVES
Introdução à Estabilidade e Controle 1. ESTABILIDADE E CONTROLE DE AERONAVES
Introdução à Estabilidade e Controle 1. ESTABILIDADE E CONTROLE DE AERONAVES
Introdução à Estabilidade e Controle 1. ESTABILIDADE E CONTROLE DE AERONAVES
Introdução à Estabilidade e Controle 2. ESTABILIDADE, CONTROLE E EQUILÍBRIO EQUILÍBRIO Um corpo está em equilíbrio

Introdução à Estabilidade e Controle

2. ESTABILIDADE, CONTROLE E EQUILÍBRIO

EQUILÍBRIO

Um corpo está em equilíbrio quando está em:

Repouso

Movimento uniforme

Introdução à Estabilidade e Controle 2. ESTABILIDADE, CONTROLE E EQUILÍBRIO EQUILÍBRIO Um corpo está em equilíbrio

Esta com momento angular constante Esta com momento linear constante

Uma aeronave esta em equilíbrio quando esta com movimento uniforme.

Como as forças aerodinâmicas dependem da orientação angular da aeronave com relação à trajetória de voo, e como a força resultante deve contrabalancear o peso, o estado de equilíbrio é sem rotação/rotações, isto é, um movimento de translação retilínea.

Introdução à Estabilidade e Controle 2. Estabilidade, Controle e Equilíbrio ESTABILIDADE Estabilidade, ou a falta disto,

Introdução à Estabilidade e Controle

2. Estabilidade, Controle e Equilíbrio

ESTABILIDADE

Estabilidade, ou a falta disto, é uma propriedade de um estado de equilíbrio. O equilíbrio é estável se ao ser levemente perturbado em um de seus graus de liberdade, o corpo retorna ao seu estado inicial.

Estabilidade, ou a falta disto, é uma propriedade de um estado de equilíbrio. O equilíbrio é
Introdução à Estabilidade e Controle 2. Estabilidade, Controle e Equilíbrio ESTABILIDADE Estabilidade, ou a falta disto,
Introdução à Estabilidade e Controle 2. Estabilidade, Controle e Equilíbrio ESTABILIDADE Estabilidade, ou a falta disto,
Introdução à Estabilidade e Controle 2. Estabilidade, Controle e Equilíbrio ESTABILIDADE Estabilidade, ou a falta disto,
Introdução à Estabilidade e Controle 2. Estabilidade, Controle e Equilíbrio Estabilidade Dois tipos de instabilidades são

Introdução à Estabilidade e Controle

2. Estabilidade, Controle e Equilíbrio

Estabilidade

Dois tipos de instabilidades são de interesse no estudo da dinâmica de aeronaves.

Introdução à Estabilidade e Controle 2. Estabilidade, Controle e Equilíbrio Estabilidade Dois tipos de instabilidades são

Instabilidade Estática A aeronave se afasta continuamente de sua posição de equilíbrio.

Instabilidade Dinâmica A aeronave oscila em torno de sua posição de equilíbrio, com amplitude crescente.

Introdução à Estabilidade e Controle 2. Estabilidade, Controle e Equilíbrio Estabilidade Dois tipos de instabilidades são
Introdução à Estabilidade e Controle 2. Estabilidade, Controle e Equilíbrio Estabilidade No estudo da moderna estabilidade

Introdução à Estabilidade e Controle

2. Estabilidade, Controle e Equilíbrio

Estabilidade

No estudo da moderna estabilidade e controle, dois conceitos de estabilidade de aeronaves devem ser analisados:

Estabilidade Própria (inherent stability)

É a estabilidade da aeronave pura, resultado do projeto, seja estabilidade manche livre ou estabilidade manche fixo.

Estabilidade Sintética (synthetic stability)

É a estabilidade garantida por um sistema de controle automático de voo (AFCS – Automatic Flight Control System). Os sistemas de controle automáticos são capazes de:

o Estabilizar uma falta de estabilidade própria (instabilidade própria). o Melhorar a estabilidade própria (SAS – Stability Augmentation System). o Como: através da realocação de polos e zeros do sistema a malha fechada em locais convenientes.

Introdução à Estabilidade e Controle 2. Estabilidade, Controle e Equilíbrio Estabilidade Se a aeronave é controlada

Introdução à Estabilidade e Controle

2. Estabilidade, Controle e Equilíbrio

Estabilidade

Se a aeronave é controlada por um piloto humano, um certo grau de instabilidade é tolerado, desde que possa ser controlado pelo piloto, como, por exemplo, uma divergência lenta. Ex. O homem anda de bicicleta - um veiculo instável.

Introdução à Estabilidade e Controle 2. Estabilidade, Controle e Equilíbrio Estabilidade Se a aeronave é controlada

Mas se a aeronave é controlada por piloto automático (PA), ou autopilot (AP), o sistema deve ser estável em sua resposta às perturbações atmosféricas e aos comandos realizados pelo sistema de navegação. E o sistema deve ser confiável => baixo risco.

Introdução à Estabilidade e Controle 2. Estabilidade, Controle e Equilíbrio CONTROLE Os controles de uma aeronave

Introdução à Estabilidade e Controle

2. Estabilidade, Controle e Equilíbrio

CONTROLE

Os controles de uma aeronave têm as seguintes funções:

1. Estabilizar a aeronave.

  • 2. Manter ou alterar a condição de equilíbrio.

Introdução à Estabilidade e Controle 2. Estabilidade, Controle e Equilíbrio CONTROLE Os controles de uma aeronave

Exemplos: Velocidade, ângulo de subida/descida, razão de subida/descida, etc. •O controle deve ter potência suficiente para realizar os estados de equilíbrio dentro do espectro de operação na qual a aeronave foi concebida.

  • 3. Produzir condição de não equilíbrio ou movimento acelerado. Estacionário => Acelerações constantes, com relação a um referencial fixo na aeronave.

• Transiente => Transição entre um estado de equilíbrio para um estado de não equilíbrio, ou de uma manobra estacionária para outra.

Introdução à Estabilidade e Controle 2. Estabilidade, Controle e Equilíbrio RESPOSTA À TURBULÊNCIA ATMOSFÉRICA Uma área

Introdução à Estabilidade e Controle

2. Estabilidade, Controle e Equilíbrio

RESPOSTA À TURBULÊNCIA ATMOSFÉRICA

Introdução à Estabilidade e Controle 2. Estabilidade, Controle e Equilíbrio RESPOSTA À TURBULÊNCIA ATMOSFÉRICA Uma área

Uma área da mecânica do voo que está intimamente ligada à estabilidade é a resposta da aeronave aos gradientes de vento e à turbulência atmosférica. A importância dessa resposta é fundamental em diversos aspectos, como, por exemplo:

Adequação da estrutura da aeronave ao espectro de rajadas.

Segurança nas fases de pouso e decolagem.

Utilização da aeronave para transporte de passageiros.

Utilização da aeronave como plataforma de tiro e bombardeio.

Introdução à Estabilidade e Controle 2. Estabilidade, Controle e Equilíbrio Resposta à Turbulência Atmosférica

Introdução à Estabilidade e Controle

2. Estabilidade, Controle e Equilíbrio

Resposta à Turbulência Atmosférica

Introdução à Estabilidade e Controle 2. Estabilidade, Controle e Equilíbrio Resposta à Turbulência Atmosférica
Introdução à Estabilidade e Controle 2. Estabilidade, Controle e Equilíbrio Resposta à Turbulência Atmosférica
Introdução à Estabilidade e Controle 2. Estabilidade, Controle e Equilíbrio Resposta à Turbulência Atmosférica
3. O PILOTO HUMANO Introdução à Estabilidade e Controle Embora a análise e a compreensão da

3. O PILOTO HUMANO

Introdução à Estabilidade e Controle

Embora a análise e a compreensão da dinâmica da aeronave como um sistema isolado seja de extrema importância, deve-se ter em mente as várias situações de voo e considerar a resposta do sistema completo, composto de aeronave mais piloto humano.

Assim, os projetistas de aeronaves levam em consideração estudos relacionados aos fatores humanos aplicados à engenharia aeronáutica de modo a garantir que o sistema completo seja adequado ao piloto que deve voá-lo.

3. O PILOTO HUMANO Introdução à Estabilidade e Controle Embora a análise e a compreensão da
Introdução à Estabilidade e Controle 3. O Piloto Humano Os estudos considerados incluem: Ambiente de cabine

Introdução à Estabilidade e Controle

3. O Piloto Humano

Os estudos considerados incluem:

Ambiente de cabine (cockpit environment): Os ocupantes da aeronave devem receber oxigênio, aquecimento, luz e tudo mais que lhes proporcionem conforto. Conforto ambiental.

Disposição dos instrumentos (instrument displays lay out): Os instrumentos devem ser projetados e posicionados para fornecer informações úteis e não ambíguas ao piloto. Aspectos ergonômicos

Carga de trabalho (pilot workload): A carga de trabalho do piloto pode ser reduzida através do um adequado planejamento e pelo uso de automação. Carga de trabalho no caso de falhas é de importância.

Introdução à Estabilidade e Controle 3. O Piloto Humano Controles e interruptores ( switches ): As

Introdução à Estabilidade e Controle

3. O Piloto Humano

Controles e interruptores (switches): As forças nos controles e a dinâmica dos sistemas de controle devem ser aceitáveis ao piloto, os interruptores devem ser posicionados e projetados para evitar operações acidentais. As tabelas a seguir apresentam alguns dados relativos aos níveis de força exigidos pelos pilotos.

Introdução à Estabilidade e Controle 3. O Piloto Humano Controles e interruptores ( switches ): As
Introdução à Estabilidade e Controle 3. O Piloto Humano As tabelas a seguir apresentam alguns dados

Introdução à Estabilidade e Controle

3. O Piloto Humano

As tabelas a seguir apresentam alguns dados relativos aos níveis de força exigidos pelos pilotos.

Introdução à Estabilidade e Controle 3. O Piloto Humano As tabelas a seguir apresentam alguns dados
Introdução à Estabilidade e Controle 3. O Piloto Humano As tabelas a seguir apresentam alguns dados
Introdução à Estabilidade e Controle 3. O Piloto Humano

Introdução à Estabilidade e Controle

Introdução à Estabilidade e Controle 3. O Piloto Humano

3. O Piloto Humano

Introdução à Estabilidade e Controle 3. O Piloto Humano Há normas MIL relativas a ergonomia e
Introdução à Estabilidade e Controle 3. O Piloto Humano Há normas MIL relativas a ergonomia e

Introdução à Estabilidade e Controle

3. O Piloto Humano

Há normas MIL relativas a ergonomia e tamanho do piloto.

Introdução à Estabilidade e Controle 3. O Piloto Humano Há normas MIL relativas a ergonomia e

Aspectos ergonômicos são analisados durante a certificação de aeronaves, tanto por pilotos do aplicante como pela autoridade.

Introdução à Estabilidade e Controle 3. O Piloto Humano Há normas MIL relativas a ergonomia e
Introdução à Estabilidade e Controle 3. O Piloto Humano

Introdução à Estabilidade e Controle

3. O Piloto Humano

Introdução à Estabilidade e Controle 3. O Piloto Humano
Introdução à Estabilidade e Controle 3. O Piloto Humano

Introdução à Estabilidade e Controle

3. O Piloto Humano

Introdução à Estabilidade e Controle 3. O Piloto Humano
Introdução à Estabilidade e Controle 4. QUALIDADE DE VOO E QUALIDADE DE PILOTAGEM Qualidades de voo

Introdução à Estabilidade e Controle

4. QUALIDADE DE VOO E QUALIDADE DE PILOTAGEM

Qualidades de voo (Handling Qualities) são as qualidades ou características de uma aeronave que governam a facilidade e a precisão com a qual pilotos são capazes de executar as tarefas para as quais as aeronaves foram projetadas. (Cooper e Harper 1969).

Introdução à Estabilidade e Controle 4. QUALIDADE DE VOO E QUALIDADE DE PILOTAGEM Qualidades de voo

Qualidade de voo (QDV) Qualidade de pilotagem

Introdução à Estabilidade e Controle 4. QUALIDADE DE VOO E QUALIDADE DE PILOTAGEM Qualidades de voo

Flying quality Handling quality

Qualidades de voo e pilotagem são descritas qualitativamente e são formuladas baseadas na opinião do piloto. Consequentemente apresentam natureza subjetiva e divergem entre pilotos.

Há requisitos desenvolvidos a partir da analise extensiva. Dia a dia estão mais associadas as tarefas – task oriented.

Introdução à Estabilidade e Controle 4. Qualidade de Voo e Qualidade de Pilotagem Linhas sólidas =>

Introdução à Estabilidade e Controle

4. Qualidade de Voo e Qualidade de Pilotagem

Introdução à Estabilidade e Controle 4. Qualidade de Voo e Qualidade de Pilotagem Linhas sólidas =>

Linhas sólidas => Enlaces físicos, quer seja por ligações mecânicas e/ou elétricas. Linhas pontilhadas => Informações fornecidas ao piloto por feedback sensorial.

Introdução à Estabilidade e Controle 4. Qualidade de Voo e Qualidade de Pilotagem

Introdução à Estabilidade e Controle

4. Qualidade de Voo e Qualidade de Pilotagem

Introdução à Estabilidade e Controle 4. Qualidade de Voo e Qualidade de Pilotagem
Introdução à Estabilidade e Controle 4. Qualidade de Voo e Qualidade de Pilotagem

Introdução à Estabilidade e Controle

4. Qualidade de Voo e Qualidade de Pilotagem

Introdução à Estabilidade e Controle 4. Qualidade de Voo e Qualidade de Pilotagem
Introdução à Estabilidade e Controle 4. Qualidade de Voo e Qualidade de Pilotagem A norma MIL-F-8587C

Introdução à Estabilidade e Controle

4. Qualidade de Voo e Qualidade de Pilotagem

A norma MIL-F-8587C classifica as aeronave em classe (I, II, III ou IV) e a fase de voo em categoria (A, B ou C).

Classificação das Aeronaves segundo a MIL 8785C (já cancelada):

Classe I. Small, light airplanes such as light utility aircraft, primary trainer, light observation.

Classe II. Medium-weight, low-to-medium maneuverability airplanes such as heavy utility/search and rescue, light or medium transport/cargo/tanker, early warning/electronic countermeasures/airborne command, control, or communication relay, antisubmarine, assault transport, reconnaissance, tactical bomber, heavy attack, trainer for Class II.

Classe III. Large, heavy, low-to-medium maneuverability airplanes such as heavy transport/cargo/tanker, heavy bomber, patrol/early warning/electronic countermeasures/airborne command, or communications relay, trainer for Class III.

Classe IV. Highly maneuverable aircraft such as fighter/interceptor, attack, tactical reconnaissance, observation, trainer for Class IV.

Classificação das Fases de Voo: Nonterminal Flight Phases Introdução à Estabilidade e Controle 4. Qualidade de

Classificação das Fases de Voo:

Nonterminal Flight Phases

Introdução à Estabilidade e Controle

4. Qualidade de Voo e Qualidade de Pilotagem

Category A. Those nonterminal Flight Phases that require rapid maneuvering, precision tracking, or precise flight-path control. Included in this Category are: Air-to-air combat, ground attack, weapon delivery/launch, aerial recovery, reconnaissance, in-flight refueling (receiver), terrain following.

Category B. Those nonterminal Flight Phases that are normally accomplished using gradual maneuvers and without precision tracking, although accurate flight-path control may be required. Included in this Category are: Climb, cruise, loiter, in-flight refueling (tanker), descent, emergency descent, emergency deceleration, aerial delivery.

Terminal Flight Phases

Category C. Terminal Flight Phases are normally accomplished using gradual maneuvers and usually require accurate flight-path control. Included in this Category are: Takeoff, catapult takeoff, wave-off/go-around, landing.

Introdução à Estabilidade e Controle 4. Qualidade de Voo e Qualidade de Pilotagem Classificação dos Níveis

Introdução à Estabilidade e Controle

4. Qualidade de Voo e Qualidade de Pilotagem

Classificação dos Níveis de Qualidade de Voo:

Os níveis de qualidade de voo qualificam os níveis de aceitabilidade de uma aeronave em termos de sua habilidade em completar a missão para a qual foi concebida.

Os níveis de qualidade de voo, descritos a seguir, indicam a severidade da carga de trabalho do piloto na execução da fase de voo da missão.

Level 1. Flying qualities clearly adequate for the mission flight phase.

Level 2. Flying qualities adequate to accomplish the mission flight phase, but some increase in pilot workload or degradation in mission effectiveness, or both, exists.

Level 3. Flying qualities such that the airplane can be controlled safely, but pilot workload is excessive or mission effectiveness is inadequate or both. Category A flight phases can be terminated safely, and Category B and C flight phases can be completed.

Introdução à Estabilidade e Controle 4. Qualidade de Voo e Qualidade de Pilotagem POTÊNCIA DE COMANDO

Introdução à Estabilidade e Controle

4. Qualidade de Voo e Qualidade de Pilotagem

POTÊNCIA DE COMANDO (Control Power)

O termo potencia de comando ou control power, é usado para descrever a eficácia do sistema controle da aeronave para conseguir:

A manutenção de todo espectro de estados de equilíbrio estacionários necessários.

A execução das manobras para a qual ela foi projetada.

Para uma dada superficie primária de controle, de acordo com sua LOCALIZAÇÃO, AREA, CORDA, etc, determina-se os batentes máximos e minimos, superiores e inferiores, que permitam a aeronave desempenhar com segurança sua missão nas seguintes condições operacionais:

Normal

Anormal

Emergencia

Introdução à Estabilidade e Controle 4. Qualidade de Voo e Qualidade de Pilotagem FORÇAS NOS COMANDOS

Introdução à Estabilidade e Controle

4. Qualidade de Voo e Qualidade de Pilotagem

FORÇAS NOS COMANDOS (Control Forces)

As forças nos comandos que devem ser realizadas pelo piloto têm seus limites especificados pelos regulamentos. Essas forças incluem:

Força para realizar mudanças específicas a partir de uma condição trimada. Força para manter velocidade quando a aeronave sofre uma mudança de configuração ou variação de potência. Como, por exemplo:

Recolhimento ou abaixamento de flaps. Recolhimento ou abaixamento de trem de pouso. Alijamento ou lançamento de cargas externas. Variação do CG da aeronave em aeronaves de ensaio. Aumento brusco de potência => Arremetida. Diminuição brusca de potência => Pane de motor/ Descida normal ou de emergência. Variação de geometria da asa. Força por g.

Aeronaves Leves Introdução à Estabilidade e Controle 4. Qualidade de Voo e Qualidade de Pilotagem Forças

Aeronaves Leves

Introdução à Estabilidade e Controle

4. Qualidade de Voo e Qualidade de Pilotagem

Forças nos Comandos

As forças nos comandos resultam diretamente das ligações mecânicas entre as superfícies de controle aerodinâmicas e os controles do piloto.

Os hinge moments são os responsáveis diretos pela geração dessas forças.

Grandes Aeronaves

Utilizam sistemas potenciados hidraulicamente (total ou parcial) para contrabalançar os hinge moments.

Utilizam um sistema para criação artificial de força que o piloto deve aplicar sobre os comandos.

5. SISTEMAS DE COORDENADAS Introdução à Estabilidade e Controle Em análises de Estabilidade e Controle de

5. SISTEMAS DE COORDENADAS

Introdução à Estabilidade e Controle

Em análises de Estabilidade e Controle de Aeronaves, a utilização de uma terra plana e não girante é uma boa aproximação. Nesse caso, um sistema de coordenadas fixo na terra pode ser considerado como inercial.

Os principais sistemas utilizados são:

Sistema Terreste Sistema do Corpo ou Sistema da Aeronave Sistema de Estabilidade Sistema do Vento ou Aerodinâmico

5. SISTEMAS DE COORDENADAS Introdução à Estabilidade e Controle Em análises de Estabilidade e Controle de
Introdução à Estabilidade e Controle 5. Sistemas de Coordenadas

Introdução à Estabilidade e Controle

5. Sistemas de Coordenadas

Introdução à Estabilidade e Controle 5. Sistemas de Coordenadas
Introdução à Estabilidade e Controle 5. Sistemas de Coordenadas

Introdução à Estabilidade e Controle

Introdução à Estabilidade e Controle 5. Sistemas de Coordenadas

5. Sistemas de Coordenadas

Introdução à Estabilidade e Controle 5. Sistemas de Coordenadas
Introdução à Estabilidade e Controle 5. Sistemas de Coordenadas
Introdução à Estabilidade e Controle 5. Sistemas de Coordenadas

Introdução à Estabilidade e Controle

5. Sistemas de Coordenadas

Introdução à Estabilidade e Controle 5. Sistemas de Coordenadas

Conceito de Derivada Aerodinâmica

Conceito de Derivada Aerodinâmica Distinguir derivadas de estabilidade e derivadas de controle.

Distinguir derivadas de estabilidade e derivadas de controle.