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--- ---------

ANALÓGICA

-------

Amplifi(a~ão

--- --------- ANALÓGICA ------- Amplifi(a~ão o transistor permite aumentar a amplitude de uma tensão alternada o

o transistor permite aumentar a amplitude de uma tensão alternada

o s i n al e l é t r i co p r ocede n te

se r amplificado t anto para que possa p a ra contro l a r um alto-fa l an t e .

d e um mi c r o f o n e é m ui t o f r a c o e ne c e s si t a

se r g r a v a do n um cas se te

c o mo

Os transistores são apropriados para desenvolver este t r aba l ho , dev i do à sua capac i dade de amp li ar as variações da corrent e de base .

N o enta nt o , f u n c i o n a m u m a tensão alternada ;

dade com a i ncorporação de a l guns compo n entes .

co m cor ren tes co n tí n uas, quand o p r et e n de m os

a mp l i ar

f e l i z me nt e o prob l ema p o de se r re s ol vi do c om faci l i-

~

Em pr i me i ro lu gar , com o é q u e s e pode mu da r uma

t ensão de n tro d e u ma c or ren t e?

uma resistência. A t ensã o p r ovoca a pas s age m d a corre n te n a resist ê ncia .

Mu i t o f ác i l : co m

modo pode mos

r e a l i zar um a m plifi c ador

de corrente , t ra n s f ormando - o f ac il mente

num amp li f i cador de tensão, t e ndo tão só que a c res -

ce n t a r duas resistências , tal com o se mostr a na f i gura.

E como

é que se muda

uma

corrente dentro de uma tensão?

Também com uma resistênci a ! A

pas

tensão nos s e us ext r e mo s. D este

s age m

da corre nt e

p rod u z

d

e ns ã o

a en tr ad a

T

C o r r en t e

~

 

C

or re n te

,-

--- ,

ma i s forte

 

~

Amp li f i c a d o r

 
 

d

e c orr e n te

T

d

en sã o

a sa ída

Como utilizar um amplificador d e corrente para obter uma tensão mais ampla do qu e a original.

I

I

NÃO 50 UM TRANSISTOR

Embora um transisto r faça parte de um ampl i f i c a dor d e corrente , n ã o se pode util i za r diretamente como amplificador , sem recorrer a outros compo n en t es .

Esta forma fun ciona

quando a corrente

pos i tiva ( no caso de um NPN ) , o u s e ja , que leva a un iã o base-

em

tam-

A l ém disso , é n ecessário

bém s u perar os 0 , 65 V mínim os

da ba s e.

apenas de base é

i ssor

para

a condução .

o

V- Q ' -- - I -- ; --

V

Um transistor ligado des t a forma amplificaria apenas os semi-ciclos positivos (observ e se a saída tem um sina l oposto).

P ara os s i nais alternados , é preciso um ampl i ficador

que func i one também quando a tensã o ( e portanto

a c orrente) da entrada seja negativa .

+

V c c

+

V cc - - ~ --_·

o v - - - - - -- -

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ANALÓGICA

Polariza~ão

ANALÓGICA Polariza~ão Uma (orrente (ontínua de fundo pode resolver o problema dos semi-ddes negativos Para que

Uma (orrente (ontínua de fundo pode resolver o problema dos semi-ddes negativos

Para que se possam ampl i ar t ambém as tensões negativas , pode-se faze r com que passe sempre uma certa cor r ente : a co rr ente de " pola r iza çã o " .

c o rr ente , cujas variações se r ão ma i s amplas do que as da ent r ada , pe l o efeito da ampli f ica çã o .

- v cc

Além disso pode - se somar corrente f raca a esta corr e nte fixa , p r ovocando assim alg u mas

var i ações de mais ou de menos , mas sem

nunca pôr a zero a cor r ente ou t o rná -I a n e-

ga t i va .

5V---00----

+ V c c - --- --- - - - ---- --

-- -- ~ ---

Também na saída ( no co l etor) haver á sempre

O

V -- ---

O V --- --

Se a ent r ada não desce nunca abai x o de 0 , 65 V ; a corrente de base desloca-se sempre no mesmo

s e n t ido e o amplificador pode funcionar .

JUNÇÃO CAPACITIVA

A componente cont í nua que se acrescen ta

ao sinal da entr a d a pode ser produz i da , po r

exemplo , com um s i mple s d i viso r r es i stivo

en t r e a a limen t a çã o e a massa .

No entan t o , do s in al somen t e interessa a componente a l ter n a d a : pa ra ev i t ar a pas- sagem de cor r entes con t í n uas que n ã o s ã o desejadas , utiliz a - se um capacitor de valor bastante elevado .

Esta forma de li ga çã o entre os do i s circu i tos ,

ap r oveitada

passar a componente al t ernad a e b l oquear a con tí nua , tem o no m e de " jun çã o ca p aci t iva " .

por um capacito r para deixar

o V _U<---\ V ---

+ 1 2 V

1 0 kfl

 

6V---CV----

OV --- - -

10 k f l

Nos dois lados de uma junç ã o c apaci t i v a e x iste a mesma tensão al t ernada , embora a tensão contínua seja distinta .

UM AMPLIFICADOR PRIMITIVO

o circu i to que se mostra na figura é um a mplificador de t rans i stores q u e func i ona com as duas semiondas , em - bora , seja p ouco aceit á ve l na prát i ca pelos motivos que explicaremos a seguir .

A

r es i stênc i a

Rp p ro po r c i on a uma c or r ente fixa d e bas e ,

qu

e , p o r sua ve z , p r o d uz uma co r re nt e do c o l e ta r , d e pen -

de

nt e do ga nh o ( be ta) d o tr ans i st or .

Es

ta corre n te de p olarização

ac r escen t ad a pe l o Rp faz

com que a co r ren t e de base s eja semp re pos i tiva: as semiondas negat i vas do si n a l da entrada l i m i tam - se a

reduzi - Ia um pouco .

4 2

R I

Rp

I n - . - .I --- I ~:ll i _ ~ - + _ J (

V cc

. - --

•• .- ---- j •~• Ou t

Polarização mínima: Rp proporciona uma corrente fi x a de base , também na ausência do sinal.

~~~~

",,, - -~- ~ _~~~~~L---::_

.

- _""=~ - "-~"'- ' -' " ""'::: .

-

,

~

o . =" ' ~ _

-

=:.&.~~.~~-

"-

Ponto df trabalho (QuifS(fntf) Um transistor amplifi(ador deve estar afastado tanto da satura~ão ceme do

Ponto df trabalho (QuifS(fntf)

Um transistor amplifi(ador deve estar afastado tanto da satura~ão ceme do (orte

Para que um amplificador func i one corretamente , a

em ambas as

f saída deve ser livre para mover-se

I I direç ões.

••

Se p or exem pl o o sinal amplificado tem uma ampli- tude de 2 V d e pic o , deve haver pe l o me n o s 2 V de marg e m para c i m a e para b a i xo .

S eria ótimo que a t e ns ão no co l eto r estivesse mais o u menos a meio caminho entre a al i men t ação e a massa , para se pode r mover t a mbém t anto para cima como para baixo .

Deve haver espaço para que a tensão de saída possa aumentar e diminuir além de poder reproduzir corretamente o sinal amplificado.

v cc = + 12V - - -- - --- -- ------- - ----- - - ---- - - -- - -- ---

R ,

- - - .

r,!;::~:i'

+ 6 V . - - - - - - -

- - -

- - - -

~ GND = ° V

lpa;:p~:"

- - - - - -

Co rte

+ 12V-- ~ --~ ~ ---------

+ 1 0 V . --

OV --- - - - - -- --

+ 1 2V

o GANHO É IRREGULAR

A tens ã o cont í n u a

cor r ente do c ol etor, q ue po r sua vez é a da

da

d a saíd a depende

 

b

a se mult i plicada pelo ganho de corrente

-------- ---- -- -----

d

o transis t or. L a menta velmente es t e último

valor, indicado

como Be ta ( B) ou h FE é

extremament e

variável

tanto en t re

um

+2 V -- -

° V

.3

---,----L

Sa tu r ação

_

exemp l a r

t empe r atu r a .

e outro , como também

com a

Isto s i g n if i ca q u e o ponto de trabalho do

t

pode des l ocar - se até à saturação ou até ao

co r te , tirando espaço a o sinal

rans i s t or

(ou seja , a corre nt e

de saí da)

Uma tensão em repouso muito alta ou muito baixa não deixa espaço para o sinal, cujos picos ficam cortados.

o mesmo tr ansisto r pode resolver o problema , a c res -

é

r ela t iv a mente

cen t a ndo uma r esistênc i a ao em i ssor como mos t ra a

peque na ) a traves -

f

i gura ( o que f az com qu e sej a sup é r f luo o da base ) .

s

a

tamb é m

RL'

 

po i s é es tá vel

a

Se a tensão do emisso r desce p or b a ixo d a ba se

c or r en t e

do co l e-

(menos aumen ta - a ;

e l a d i minua . Existe uma determin a da

base que faz com que a tens ã o do emissor seja

estável , e em conseqü ê nc i a

se sobe , conduz menos e f a z com que

V ) o t r ans i stor

de 0 , 65

conduz

ma is

e

t ensão sob r e a

a

é estáve l t ambém

corrente que atr a vess a a res i stênc i a R E .

No en t anto , a m esma corre n te (menos a da base , que

to r e t ambém · te n s ã o re lativa .

a

Uma resistência do emissor estabiliza a corrente na carga, e portanto a tensão do coletor.

V s - . - - - 1 -- 1 (

vcc

V s - 0 , 6 5 V ( E s t áve l )

43

~----------------------------------------------------------------------------------------

ANALÓGICA

ANALÓGICA Amplifi(ador dâsske o amplificador do emissor comum utiliza quatro resisteres A tensão de polarização

Amplifi(ador dâsske

o amplificador do emissor comum utiliza quatro resisteres

A tensão de polarização

normalmente com um divisor resistivo : a figura mostra o circuito do amplificador clássico do t i po emissor comum , polarizado de um modo estável .

da base V B obtém - se

Os capacitores da entrada e da saída , para a jun - ção do s i na l , não têm nen h uma influê n c i a na po l a- r i zação : para a cor r ente co n tín u a é co m o se n ão

ex i st i ssem .

No cálculo do divisor conta-se com a corrente da base , normalmente bastante fraca devido ao ganho

500

elev a do dos transistores ( da ordem de 200 vezes) .

Amplificador de transistores polarizado de forma estável: a saída tem um espaço amplo para se mover em ambas as direções.

A tensão da base ref l ete-se exatame n te igual no

emissor (0 , 65V mais baixo) , portanto a corrente de R E depende do sinal da entrada .

Um capacitor aumenta o ganho de corrente alternada , ou seja, para o sinal, mas torne-o pouco previsível.

INVERSÃO DA POLARIDADE

Quando o sinal da entrada vai até ao positivo , o transistor conduz mais: a corrente do coletor au - menta e a te n são no co l eta r diminui .

Tal como já temos observado , o sinal na saída tem uma polaridade oposta em relação ao da entrada:

no caso de uma onda repetitiv a (por exemplo , uma senóide) , é desfasada em 180 graus .

o sinal da da entrada .

tensão alternada na saída inverte-se em relaçã o à

44

44 k Q

I n-- . --- .1 - --

4 . 7 k Q

•- - 1 -- ' - 1 (

-

+ 12 V

.

- -- II- - --- 1.~

Out

Mas a mesma corrente (ou quase toda) atravessa também R L : as tensões em R E e R L são deste modo propo r cionais ao valor das resistências .

Em outras palavras , a amplificação (ganho de ten- são) do c i rcu i to é mais ou menos a re l ação entre os do i s valores: R L / RE' ou seja , 10 no nosso exemp l o.

e a

é

teor i came nt e i n fi ni to , (na prát i ca tudo depende do beta do transistor que é bastante variável) .

massa, o R E pa r a o si n a l é quase zero e o gan h o

Se co l ocar m os um capacitor entre o emiss or

Entra d a

( B a s e)

S a íd a

A c o r r e n t e

d

a b a s e a umenta

+

A co r r en te d a base d i m i nui

---------------------~------- ~ /

( Col e t o r ) -------~~-----

t o t rans is to r conduz m e n os

o t ra n s i st o r

c o n d u z m a i s

DIGITAL

DIGITAL Ixistem dreuites ~lip-flop biestáveis que são cepazes de permanecer em duas situa~ões distintas válidas

Ixistem dreuites

~lip-flop

biestáveis que são cepazes de permanecer em duas situa~ões distintas válidas

Q uando se lig am d oi s in v erso r es em sér i e q u e l e v am

a saída a té à entrada , obtém-se um circu i t o es tá ve l:

ou se ja , que u m valor lógico quand o é inv e rtido dua s

vezes v o lta

invertid o . O fa t o c ur io s o é qu e e s te c i r c uit o sim pl e s

possu i dois

t

está v e is , de s in al l ó g i c o opo s -

a ser igual ao que era ant e s d e ser

es t a d os

s e

most ra n a fi g u ra e m a ne x o.

o , t a l c omo

Não s e p ode pr e ver

enco nt rar o ci r c uit o no mom ento do co nt a t o: d e p en -

de de c om o se in i cial i ze

em q u e es t ado é q ue se vai

q

ua n d o

se alim en tar

o

mesmo : perman e ce sempre no e s tado no qual t eve que com e çar .

Um circui t o sim p le s

a paz de perm an ece r em d ois pos sív e is

e

c

stad os est áv eis .

SET E RESET

Se substituirmos os inversores por dois N O R (figura anexa) , aumenta - se a possib i lidade de configurar o estado desejado em qualquer momento .

Q u ando as entrad a s S e R . est ã o em zero , o ci r cui t o

funciona exatamen t e como antes: permanece estável no estado em que se encontra.

Se t _ 0 "- -

- \

S

°

C olocando - se

"O" seja qual for

guinte a saída B vai pa r a " 1 ".

" 1 " na ent r ada S , a saída A vai para

o valo r da outra entrada ; por con s e -

Se não houver estímulo , l evando

zero , o circui t o permanece está v e l nesta situação; S

s i g n if i ca SET (configuração ),

a entrad a S para

ou seja , " põe a saída

( B ) a 1 " . D o mesmo m o do,

ap li cando rapida m e nt e o v alor

l óg i co 1 à entrada R , a sa í d a B

va i p ara zero e man té m-s e

e s táve l ; R si gnifi ca r es et , " vo l - ta r a p ô r a zer o " .

R ese t - o ,, -- --- ~

R

°

Após u m im p ul s o J L na e n t r ada Se t

C

i r c uit o bi es táv el: u m i m pu ls o n a

e

ntrada S e t con figura a saída B a 1

e

um impu l so na entrada R ese t p õ e

a

mesma a zer o .

LÓGICA SECUENCIAL

O

s circuitos

com

do i s

estados

es t ávei s

(

biestáveis) chamam - se flip - flop ,

que po -

deremos traduzir livremente como " va i e vem " .

Como o e s tado da saída não dep e nde apenas das entradas , não são circ u ito s simp l es cornbi - nat ó r i os , ma s sim exemplos da lógica seqüencial .

T ambém c on t a a história passada pe l os sinais ,

ou se j a, a se q üência dos aco n tecime n tos

ti v e ram l ug a r pr e vi amente

q u e

no mesmo c i rc u i to .

4 1

DIGITAL

DIGITAL Controle dos S-R Os flip-flop do tipo set-reset realizam-se freqüentemente cem as entradas negadas, ou

Controle dos S-R

Os flip-flop do tipo set-reset realizam-se freqüentemente cem as entradas negadas, ou seja, ativas a zero

Em vez de terem duas portas NOR , um bies t ável com entradas de set e reset (flip-flop S-R) pode rea li zar-

se t ambém com dois NAND .

A figura mostra como se desenha normalmente

circuito , para subl i nhar a simetria

se também a saída complementar Q.

o

Q . onstrutiva ; inclui-

Neste caso , as entradas

postas momentaneamente em zero quando se deseje

mudar o circuito de estado .

devem estar em 1 e ser

Isto significa que estão negadas, ou ativas baixas , e

o símbolo (S e R) , ou

indica-se com um traço sobre

DIAGRAMA TEMPORARIO

A figura mostra uma possível seqüência dos sinais

lógicos durante o funcionamento do flip- f lop: o _ Se o R são as entradas , o Q e o seu complemento Q são as saídas.

Deslocando o tempo da esquerda para a direita , vêm- se as conseqüências (sublinhadas com as setas de cor) das variações dos sinais lógicos aplicados nas entradas SeR . Se a situação presente é confirmada por uma entrada , não significa nada ; a duração do impulso também é indiferente.

As entradas estão normalmente em cond i ções de repouso, que neste caso (tratando-se de entradas ne- gativas ou "ativas baixas " ) o valor lógico é " 1 " .

Seqüência dos acontecimentos e as suas conseqüências num flip-flop do tipo S-R do NAND.

UM PROBLEMA COM ESTES S-R

Ativando simultaneamente S e R , as duas saídas v ã o

a " 1 " : este é um estado que não é válido , já que Q não é o complemento de Q .

Estas situações devem ser evitadas a todo o custo , garantindo-se na fase do projeto que não se possam produzir nem que se j a necessár i o modificar o circuito para evitar este inconveniente desde o pr i ncípio .

42

também com uma barra : ( / S e IR) ou ainda com outros símbolos ; além disso o circuito funciona como antes.

S 1

R

1

Um flíp-flop realizado com dois NAND; para mudar de estado põe-se a zero rapidamente uma das duas entradas.

-

S

-

R

Q

1 -- - , --' "

U

:' ( S et )

,

r - ~ ' - - -- -- ,

,

" ( R e s e t )

' " .------- , # '

1 -- - - -- '

QI -- -- - ,

A

l a r m e

T udo bem

I>

>

'

Utiliza~ões dos flip-flop Os diferentes tipos de biestáveis são componentes fundamentais dos circuitos digitais

Utiliza~ões dos flip-flop

Os diferentes tipos de biestáveis são componentes fundamentais dos circuitos digitais complexos

A primeira função dos flip - flop é conservar a memória de um acontecimento ou

seja , a t uar como uma memória digital capaz de conservar uma informação .

A capacidade de lemb r a r acontec i mentos anteriores é fundamental em

grande parte dos d i spositivos eletrônicos , sucedendo o mesmo com os seres humanos que não seriam capazes de " funciona r" sem memória .

Na med i da em que u m número se pode expressar de f orma biná r i a com um conjunto de f ios , é poss í vel também recordá -Io e l et r icamen t e

uti l izando outros tantos f li p-f l op.

EXEMPLO DE UTILIZAÇÃO: ANTIRESSALTOS

Quando se utiliza um i nte r ruptor , uma sér i e de micro- rebotes mecânicos fazem que o con t ato se abra e se feche várias vezes , antes de o de i xar fechado .

E ste comportamen t o não é desejável se t emos que

produz i r um sina l para um circuit o digita l : em vez de um único impulso , chegam vár i os . Se ut il i zamos um comutador e um flip-flop r esolve - se o prob l ema: uma vez que tenha mudado de estado , o fl i p - f l op igno r a os posteriores impulsos na mesma ent r ada .

Anti-ressaltos com flip - flop: os resistores mantêm as entradas

não utilizadas em nível alto (H) , garantindo

um valor lógico de 1.

-

S

l -- -~

-

/

R ess a l t o s do co mu ta d o r

R r - - -- - - --,

Diagrama temporário do circuito anti - ressaltos: os impulsos repetidos não têm efeito algum sobre o estado da saída.

Q=O

Q=l

+5 V

OUTRAS UTILIZAÇÕES DOS BIESTÁVEIS

Como veremos e agradecendo não só recordar um número

contadores , ou circuitos capa z es de avançar um nú-

mero com cada i mpu l so r e c e bido.

aos flip-flop é possível mas também realizar

Em geral , um biestável

p e rmi te

alterar o compor -

tamento de u m circ ui to lógico combinatór i o , s egundo o es t ado e m q ue se e n co n tra, o qua l de p e n de d os aconte c ime n tos passados .

As saídas de um circuito que contém elementos seqüenciais dependem tanto dos valores da entrada, como do estado destes elementos (como os flip - flop) .

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DIGITAL

DIGITAL Problfmas dos drcuites sfquindais A (apacidade de memorizar acentedmentes tem também (onseqüências que não

Problfmas dos drcuites sfquindais

A (apacidade de memorizar acentedmentes tem também (onseqüências que não são desejadas

Como o compor t amento de um c i rcu i to depende do

estado dos se u s

qua n do o c i rcuito se acende.

flip-f l op , é importante que se saiba

S-R que já vimos atrás não

garantem a situação em que se encontrarão ao ser ativados : é necessário uti l izar um circuito de reset para pôr todos os flip-flop no estado desejado.

Os simples biestáveis

-

s --- -- -

--

R

- - ----

+5 V

j

--

j

su -

ficiente para manter baixa uma entrada durante um tempo suficiente, ainda que esta solução nem sempre seja aceitável po i s a subida do sinal não é precisa.

A figura mostra como um capacitor pode ser

Auto reset no contato: o capacitor necessita de tempo para carregar e mantém em zero a entrada do reset durante alguns instantes.

Um flip-flop muda de estado ( " comuta " ) também com um impulso muito breve , tanto se é desejado ou invo l untário .

D ec o d i f i c a d or

Y7

Y5 f - ----- - - j

No entanto , ex i stem vários circu i tos combinatórios, por exemp l o a l guns decodificadores , que produzem alguns impulsos breves (glitch) con- forme os tempos de propaga-

ção dos sinais (lição 8). Uma

Im p ul so n ã o d es e jado

/

T

S

F

l i p - F l op

das so l uções possíveis consis-

te em b l oquear o s i nal com uma porta até que este seja estável, por exemplo uti li zan-

Q

R do a entrada correspondente ao enable da qua l são dotados distintos i nte-grados combina- tórios .

o ffi~flop poderia receber um

impulso quando a entrada do decodificador muda entre dois valores, por e pio 3 e 6.

V

I' ,

~

C

B

A

En tra d as qu e [ se a l te r a m

YO

---------------------------------------------------------------------------------

~

Existem outros tipos de f l ip - flop , projetados tanto para elim i nar os pro- blemas do tipo S-R , como para acrescentar novas possibi li dades , tal como veremos nas próx i mas lições.

Podemos ver a seguir como se pode so l ucionar radicalmente

prob l ema dos g l itch e que cons i ste num "maestro de orquestra " que

marque o compasso de todo o circuito.

o

Nestes circuitos sincronizados, as mudanças de estado produzem-se apenas quando todas as entradas são estáveis; neste ponto , quem deve mudar de estado é capaz de o fazer sem interferências .

44

------_

-

COMPONENTES

-------

------_ - COMPONENTES ------- Transistores de utiliza~ão linear s~ um BJT não for utilizado ceme um

Transistores de utiliza~ão linear

s~um BJT não for utilizado ceme um int~rruptor simples, existem dados ~ Cjráfi(os que f important~ censultar

S e um trans i stor t r abalha como am p l i f i cador , o ga n ho

d e corr en t e

(h FE o u B ) ati n ge ma i o r i m p ort â ncia .

No c a so que se j a c e r t o qu e a am p l i ficação

de um

c ircu i to bem proje t ado seja r el a t i vamen t e i ndepen- d e nt e do valor B , é ú t il conhecer o seu valo r . A l g u n s

na versão

t

ransis t o r es

são , por isso , dispon í veis

o ga n h o d o Bel 08 g enérico v aria en tr e 1 10 e 800 ; o campo es tá ma is li mitado para as v e r sões selecion a d a s (por e x e m plo , BC10 8B).

se l e ci o n a d a , ao componente tabela .

com uma v ar i aç ã o me n or e m re l ação

genérico , ta l co m o se pode ver n a

D

C Curr e n t G a in

I c = 2 mA v c E = 5 V

 
 

para BC108

1

1 0

3 50

8 00

pa r a BC108 Gr . A

1

10

18 0

220

pa r a BC108

G r . B

2

0 0

29 0

450

p

a r a BC108 Gr . C

4

2 0

5 2 0

8 00

* Pu l sação : du r a ç ão da pu l s aç ã o = cic l o do tra b a l ho d e 300 useg = 1 %

Os B J T t ê m um de f e i to : o g a nho da corrent e muda

d e ac o r do co m a co r r e n te do co l e t o r , t a l com o se

mostra BC 1 08 ) .

G a n h o da co r re n t e n orm a l i z a d a

T a mb = 45 ° C , 1111 1 V 25 ° C II
T a mb = 45 ° C
,
1111 1
V
25 ° C
II
. /
. /
.
-
I
I
N o rm a l l z aça o
z>
hFE = 1 at I C = 2 m A
~ l m I 12 1 5~ f l r I T I ,
= 1~ ~ 1
1111111
1111111
111

1.6

o 1 0 . 2

1

C o r re n t e d e ref erê n c i a = 2 m A

10. 1

t

10

no g r á f i co do e xe mp l o (re f ere - se ao mode l o

A f igu r a mos t ra um ex em p lo

par t e - s e d e um a refe r ê nci a e c ons i de r a - s e

de u m g r áf i co no r m a l :

i g u a l a 1 ,

,

11

ro

,

1 . 2

depois i n d i c a m-se as v a r i a ç ões r e l a t i v a s à mesma .

.

S

E -

 

o

c

0 .8

Vê - se por ex e mplo que , com u m a corrente de 0,1 mA

 

o

~

 

( 10 - 1 mA) o ganho do B C 1 08 é m a i s ou menos 0 , 7

 

vez es a n om in a l ( po r ex emp l o , 140 em v e z d e 20 0 ) .

 

0

. 4

V ar ia çã o do g an ho no Bel OS r el at i vo a o po nt o de r e f e r ênci a,

f ixad o em 25 ° C co m uma cor re n t e d e 2 mA .

I C ( m A )

~

Se ap a rece u m s i n a l a mplo

s i sto r amp l i ficador ,

n a s a í da de um tra n-

a corrente do coletor v a r i a mu i to

e nt re os p i cos pos i t i vos e os negat i vos .

N o en t an t o , c o mo o ganho va r ia c o m esta co r rente ,

é d if erente p a ra as

duas meta de s da onda : o si n al m ud a de f orma , e fic a d ist orcid a .

is s o s i gni f ica que a a m pli f ic açã o

S i nal

n a sa í da

C o r r en t e m e no r d o c ol e tar ,

a m p l i f i ca m e nos

/

Embo r a

se possa m i n i miz a r com u m bom projeto , a

d i s t or çã o

é i mpo r tan t e

(por exemplo

nos amp l i f i -

c a do r es

de á udio , porque altera o som) .

A v ariação da amplificação de aco r do com a corr e nte do coletor origina uma dis t orç ã o na forma da o nda na saída.

4 1

Ma i o r c o rr en t e do co l e t a r ,

a mp l i f i c a ma i s

LI(ÃO

1

COMPONENTES

-- - - - - --- - -- - -- - - --- - -----------

COMPONENTES -- - - - - --- - -- - -- - - --- - -----------

Capadtânda das jun~õfs

Os efeitos de algumas das (aracterísti(as são sempre mais notáveis cem o uesdmento da freqüinda do sinal

Um transistor ideal dever i a comportar - se da mesma for- ma tanto na corrente contínua como nas correntes alter- nadas (por exemplo, senóides ) de qualquer freq üê ncia .

As fo l has de dados i ndicam estas capacitâncias minús- culas , embora depo i s dependam da tensão ap l icada ,

Aumentando a freqüência aparecem a l guns pro-

b l emas que dependem ,

capacitância das jun çõ es .

entre outros fatores , da

Rea l mente , as cargas e l étricas quando s ã o enfren- tadas aos l ados de uma un i ão inversamente po l ar i zada (como a do co l etor-base) formam um pequeno capacitor .

C

C

e so C a p ae i t âne i a cole t o r -base

ES o

Ca p ae i t â n e i a

e mi sso r - b ase

Má x . Unla.a.

 

4

6

p F

'c= o

v EB = 0_5 V

f = 1 M H z

12

p F

É como se existissem dois pequenos capacitores parasitas , um entre a base e o coletor e o outro entre a base e o emissor.

LIMITES DA FREQÜÊNCIA

o efeito

incômodo de enviar para a base uma parte do sinal de

saída , que tem as fases ao cont rár i o .

A capacitância entre o co l etor e a base tem

Ao tratar-se de poucos pF , este " efeito M i ller " pode ser ignorado nas freqü ê ncias baixas (por exemp l o 1 KH z ) , mas aumenta quando a freqüência cresce .

Num determinado ponto , o sina l de regresso anula completamente o da entrada e o ganho diminui até chegar a 1: o trans i stor já não pode amplif i car . O pro- blema manifesta-se sobretudo nas altas freqüências (por exemplo , o rádio), pois a redução do ganho come" ça muito antes e pode atuar mesmo sobre os circuitos

de á udio,

F

r a çã o d a sa í da

q u e

r

egr e ssa à e n tr a da

=:

En t r ad a

~

Co r rente

q u e n ão p assa da base

As capacitâncias parasitas do transistor provocam uma redução do ganho quando aumenta a freqüência.

V

Q

S a í d a

Numa primeira aproximação, a freqüên c ia de transi- ção f T , na qual a aplicação desce para zero , pode considerar-se o produto do ganho pela freqüência máxima do trabalho .

Por exemp l o , se f T é de 100 MHz pode-se obter uma

amplificação

ficação de 500 a 200 KHz (0 , 2 MHz)_

de 10 a 10 MHz , ou então uma ampli-

Do mesmo modo que com as outras características , a freqüência máxima também depende da corrente do coletor .

fT

( M H z)

 

VCE = 10V

220

200

180

160

140

120

100

 

10- 1

1

10

IC (mA)

42

----------------_

----------

---~.-

----------------_ ---------- ---~.- ---- Dados dos flip-flop S-R Os bil'Stávfis cemerciais pfrmitfm poupar fspa~o

----

Dados dos flip-flop S-R

Os bil'Stávfis cemerciais pfrmitfm poupar fspa~o no circuito

É possível construir um flip-flop com portas NOR ou

NAND , por exemplo , u ti l i zando du a s d a s quatr o po r - tas do 7 4HCOO .

No entanto , o espaço fica um pouco desaproveitado e nos circuitos o espa ç o é importante , sendo assim torna-se mais conveniente utilizar um integrado

especializado , que , de ce r to modo , é o mais rápido .

Também , se

impresso , no qual est á montado

integração torna-se dup la mente v a ntajosa .

levarmos em conta o custo do circuito

o integrado , a m a io r

DISPOSiÇÃO DOS TERMINAIS E SUA ESTRUTURA

º Z 4HC279 , po r e x emplo , contém q uatro biestáveis

S-R (set - reset , entradas negadas ) j á pr eparados ; a

figura mostra a disposição dos terminais : 8 e R são a s entradas e Q as saídas.

 

1

/ 4 74

H

COO

S

---- -- j

 

D - _> --- 1 ~ Q

 

"

R--

- - -- l

 

D -

-- - ~ Q

Biest á vel S-R realizado com duas das quatro portas NAND contidas no

 

1

/ 4 7 4

H

COO

circuito integrado

 

74HCOO.

set ( 8 ) : basta que uma d a s

du a s en t radas ( 81 ou 82) sejam lev a das a zero p a ra

têm uma en t radaduplado

que o flip-flop se ative .

 

A

estrutura interna i ndicada na disposi ç ão dos terminais

Doi s dos flip-flop , o número 1 e o número 3 ,

 

é

apenas funcional , e n ã o coincid e ne c essari a ment e

 

c

om as li g a çõ es eficazes internas do in t e g rado .

 

lR

1

 

16

V c c

 

F

r e qü e nt emente os cons t ru t ores p refer em n ão i ndic a r

lSl

2

15

4S

com o é n a re al i dade a est r u t ura in te rn a , descrevendo por sepa r ado a fun ç ão dos dife re ntes te rmin a i s.

l

S2

3

14

4R

Ligações do

quádruplo flip-

lQ

4

 

1 3

4

Q

flop S-R

Terminal n 2

Símbolo

Nome e função

 
     

74HC279

e a

1 , 5 , 1 0,14

2,3 , 6,11 ,

1 2 , 15

l R a 4R

E n t r a da s do Re s e t ( LO W at ivo )

2R

5

1 2

3S2

sua descrição

l S l ,

3S 1 , 3S2 , 4 S

l S2 , 2 S ,

2S

6

 

11

3S1

associada , indicando

 

E n trada s do S e t (L OWa t i vo )

   

4 ,7 , 9 , 1 3

io a 4 Q

2Q

7

10

3R

quais as

Saída s

 

entradas que são ativas e baixas (L).

8

G N D

Massa ( O V )

GND

8

9

3Q

1 6

Vcc

T e n sã o d e a l i me n ta ç ão

p osi ti va

       

A figura indica o símbolo no padrão IEC para os flip-

flop S-R contidos no 74HC279 , que proporciona maior informação ; entre parêntesis estão os números dos terminais . Também se indica a inversão das entradas , com o triângulo habitual , e os quadros U&" i nd i cam que

as respectivas

estão reun i das co m um ANO.

entradas ( po r exemplo , 1 / 81 e 1 / 82 )

Como sempre , cada componente (biestável ) está re- presentado num bloco independente , separado dos outros por uma linha horizontal .

4 3

3R

45

4 R

Sl

   
 

1

(4) lQ

 
 

Símbolo do

( 7 )

 

quádruplo flip - flop 5-11 74HC279 de acordo com

 

2

2 Q

     

S3

 

( 9)

 
 

3

3

Q

normas do padrão IEC ;

 

(

13)

os triângulos

4

 

4Q

indicam as

R

 

entradas negadas.

 

COMPONENTES

S-R na prática

COMPONENTES S-R na prática - Os flip-flop que já estão montados são protegidos normalmente centra (omuta~ões

-

Os flip-flop que já estão montados são protegidos normalmente centra (omuta~ões não desejadas

A

t abela verdade do 74 H C279 mostra qu e a saída

Pod e mos observar que n este ca so a s i tua ç ão com

O

se põ e a lta ( H) b aixa ndo

(L) a e ntrada do S e t ,

as dua s e ntra d a s ativas (L) é v á li da e es t á def i n i da;

e n qu a nto qu e s e faz b a i xa r o (L ) des ce ndo a e ntra -

da do Rese t .

I maginando

que o Se t e o Reset se mantém i n a -

neste caso altos em (H) , a saída não var i a:

tivos ,

co n serv a rea l men t e o seu va l or a nter i o r 0 0 .

Como o f l ip - flop absorve o est a do d a s a ída q uando

a ent r ada fica i n a t iva ,

(termo qu e s i gn i f i ca f echar de rep e nt e , m a s que se

às ve z es chama-se

" l a tch "

e ss e f a to

n ã o ac on t ece com os f li p - f l op .

S

R

Q

H

H

Qo

L

H

H

H

L

L

L

L

H

Tabel a ver da de do 7 4HC27 9 . Ob se rve c o m at e nçã o a ut ili zaç ão

uti

l iza com sen t i dos d i ferentes).

o Qo p ar a in d ic ar o e sta do an t erio r s eg un d o a s i t uaç ão

d

at ual

 

das entradas.

~

O

esquema obt i do a través dos d a dos técnicos do

O f at o de que se represe n te c om um NAND segui do

7 4 HC279 r epresenta as du a s v a r ian t es: com u m a ou duas entr a das do Se t .

d e u m inv ers or co r r e s p o n d e à es tru tura i nte rna; em resumo é um ANO.

Se ex i s t e somen t e uma e nt ra d a

S (Se t negado), a co n f iguraç ã o

é a clássic a com du a s po r tas

h á d u as e n tra -

d as ( Si e S2) há também um AND adic i ona l na entr a d a.

NAND ~ mas ~ e

S : . *-------------- ,

S 1 --- - ;

S2--- - ;

----

--

Esquema de cada um dos quatro

f lip - flop contidos no 74H C 379 , com

de uma ou duas entradas de Set .

as variantes

R

--------- --- - - t

* Pa r a o l atc h

co m u m a e n tr ada S

SENSIBILIDADE DAS SAíDAS

O b u f f er (n ã o i nver s or) form a do

sores da s aí da t e m um a fun ç ão au x i l i ar mu i to úti l

qu e é a d e i mp e dir q u e o f lip - flop mud e d e e stado

a ci de nt a lm en t e .

pe l os do i s i nver-

S e m o b uff er , poder- s e - ia

c i rcuito

interferênc i a ou ao con t ato da ponta de uma ferra-

levar a mesma saíd a a zero o qua l atuaria sobre a por ta

NAN D i nfe ri or , como se pudesse t rat a r - se de um impu l so do r ese t a pl i c a d o n a e ntr a da R .

mu i to r áp i do n a sa í da , talv e z d e vido a u ma

o

cas ion a r

u m c urto-

menta e q u e poderia com to t al es t ab il idade ,

S

1=---

- 1

R

1=----

-- 1

Um i mpulso breve n a sa í d a , procedente de causas e xt ernas , pode ocasionar uma mudança de estado que não é desejado.

4 4

U

m c u r t o - ci r c u i to

breve ,

a massa (L) eqüi v a l e

a um i m pul s o sob r e R.

/

1 T

o

-------

---

APLICAÇÕES

------- --- APLICAÇÕES 6ravadorfS df som A grava~ão magnética do som utiliza amplificadores de áudio e

6ravadorfS df som

A grava~ão magnética do som utiliza amplificadores de áudio e eletroímãs

Os gravadores ana l ógicos , para cassetes produzem uma cópia magnética da onda elétrica que repre- senta o sinal de áud i o .

Este fato é possíve l devido a que determ i nados ma- teriais são magnetizáveis, ou se j a, que orientam a

sua estrutura

ú l timo campo magnético ao que estiveram sujeitos. Em outras palavras , depois da aplica ç ão de um cam- po magnético forte , comportam-se como ímãs fracos ,

interna de forma a que recordem o

"v •• '------~l

C

o rre n t e

d

a esc ri ta

DJ

C a b eça

m ag n ética

--- ----------- --~I

F

i t a vi r ge m

~

I

M ag n et i zação

d os f r ag m en to s do ó x i do

_

APAGAR E PRÉ-MAGNETIZAÇÃO

Antes de se começar a gravar uma fita é necessário apagar quaisquer possíveis gravações anteriores , para o que se costuma utili z ar a cabeça de apagar (apagador) .

Por esse motivo, desloca - se uma forte corrente da freqüência mais elevada que o campo audível (por exemplo , 40 KHz), que " desordena" as partículas magnéticas da fita , recolocando-as numa disposi ç ão casual. Uma pequena percentagem desta corrente é acrescentada também à da gravação : esta técnica , c hamada pré-magnetização , garante uma maior uniformi dade da magnetização.

Esquema do princípio de uma gravação em fita:ao sinal soma- se uma corrente fraca de pré-magnetização.

41

mais ou menos fortes em função da sua intensidade original .

Para gravar , o sinal de áudio é amplifi cado e aplicado

a uma bobina : a cabeça de escrita

campo magnético proporciona l ao sinal elétrico .

que produz um

O núcleo desta bobina tem uma abertura pequena

onde o campo externo ao núcleo é especialmente

intenso e está local i zado num espaço bastante reduzido.

Uma fita revestida de um a camada fina de material magnét i co (ó x i do de ferro) desloca - se por baixo da cabe ç a e magnetiza-se em fun ç ão da intensidade do sinal .

Gravação: o sinal elétrico produz um campo magnético que orienta as partículas magnéticas da fita.

C

o rr e nt e d e

pr é - ma gn e t i zaçã o

a d i c ion a l

M

i cr o fo n e

O

sc i l a d o r d o

a p aga d o r

C a b e ça d o

a p a g a do r

APLICAÇÕES

APLICAÇÕES ------------------------------------------------------- Rfprodu~ão o fraco campo magnético da fita

-------------------------------------------------------

Rfprodu~ão

o fraco campo magnético da fita transforma-se novamente num sinal elétrico

D es l ocando a f i ta gravada por ba i xo de uma b o bina pela q u al não pa ss a c o rrente , nos ext r emos da b o bi n a a p a rece um a t e n s ão fraca que seg u e ao pro c ess o d a ma g n et ização d a fi t a .

Pr at i ca m e nte a m es m a c a b eça de grav a çã o des e n- v o lv e t a mb é m o t r aba lho da cab e ça d e l eitura; o sin a l

qu e se o bt é m d esse m odo é b as t a nt e fr a c o e d e v e s er

a mplif ica do no ta v e lm e nt e .

e q ü a l i z á - lo, pa r a compe ns ar a di f ere nt e re p r o d u ção

nas d i fe r ent e s f reqüê n cias (ou t ip os d e fit a), para recupera r o eq u ilíbrio or i gina l dos to n s.

Al ém d i ss o é ne c e ssár i o

Repr od uçã o : o fra c o si n a l induzid o pela f i ta mag n et iz a d a n a

c abeça d e l e itura amplifi c a-se f o rtement e.

r

r+cd

F

i t a g r avada

Te n sã o pro d uz i d a

~_ •• '\.;

na l e i tu r a

M o v i m e n to da fi t a

S e a fita não se consegue afastar a tempo antes que mud e o campo magnético , as partículas da f ita pod e m mudar novam e nte d e magnetização .

Nas casse t es normais , a fita desloca - se cerca de 4 , 8 cent í metros por segundo , permitindo freqüências de entre 1 5 e 2 0 K H z , ma i s do que aceitáveis n o campo dos sons .

P orta nt o , e x is t e u m limi te na fr e -

qüên ci a

ma q u e se pode

gravar

p e n de tanto das

ca r ac t e r í s ti c as d a f i ta e d a c a - b e ça c o m o d a

d a

v

q ue de -

m áx i -

elo c i da d e m es m a f ita.

Du as f aixas pa r a os do i s

d i r ei t o e

ca n a is es t é r eo es q u e r d o

q

O

q

u a nd o se dá

[

---- +

----+[

ut r as d u as f a i xas

ue são ut il i za d as

a vo l t a ao

.:

F i t a m agnéti c a

-=:::::::::========:::

C

a b eça co m du a s

l

ob i nas d e eit u ra / esc r i ta

b

] P a r a os a mp l i fi cadores dos d o i s cana i s

Gravação estéreo: d u as fa i xa s magnét ic a s ocup am a m e t ad e d a f i ta ; a o u t ra metade u t iliz a - se n o s en ti do opos t o.

As irre gularidades magnéticas e a e l evada amplifica ç ão produzem um incômodo r u í do d e fu n d o ; existem alg u ns si s temas para reduzi-lo como o já conhecido D o l by . E stes s i st em as u ti lizam várias técn i cas ; p or

e xe mp l o a m plif ic am o s s i n a i s f racos (mas n ão o s fortes) antes q ue se j a m gravados , depois co n seg uem a t enuá-

Ias n a re pr o du ção , d i m i n u i n do

ta m bé m o ru í do .

o pr oce dimento m a i s co rr e t o e ta mb é m o mai s com- plex o d e pende d a freqü ê n c i a, m a s o resu l t a do mai s

e v idente é a redu ç ão do ruído de t ec t ado p el o o uvido .

42

E xi s t em vár io s

p a drões de redu çã o do ruido: é impor t ante reproduzi r com o mesmo que foi utilizado pela

gravação.

FERRAMENTAS

FERRAMENTAS Provar os (ompon.nt.s o multímetro permite uma verifica~ão antecipada do bom estado de alguns componentes,

Provar os (ompon.nt.s

o multímetro permite uma verifica~ão antecipada do bom estado de alguns componentes, especial. ~ ~

S e um ci rc u i to está danificado , é provável q u e algum component e não funcione corretamente . Antes qu e seja toc a d o, deve - se desligar o aparelho e desconectá - 10 da r e d e . O s capac i t o r e s podem cons e r v ar a l gu m as cargas perigo s a s : d e v e m- se provar c om o m ultím etro ( util izado co m o v o ltí me t ro) e se f or n ecessá r io d e scarr eg á - Io s , por exemp l o com uma res i stênc i a de 1 00 KQ entre os dois terminais .

~ ~ ~

. A!!~ ~- :<7 -' r ' -

A o co n tro l a r os com po n e nt es sus p eitos , co n s id era - se qu e a s m e d idas com o c ir cui t o mon t ado podem dar r es ul tados fa l sos : freqüente m e nt e é necessário d es soldar um componente p a ra o pode r t est á -to .

CAPACITORES COM O MULTíMETRO

U ma das provas empíricas dos capa c itores co n siste

infin i ta:

o

em l i gar- Ih e s o mul tíme tr o c omo ohmím e tro ( m e did as

ca p ac ito r

da resi s tê n ci a ) n a esca l a mais a l ta , por exemplo 20 MQ

está car -

do fundo da escala. P ara os capacito r es

de valor

regado .

médio , por exemplo 1 00 n F , o multímet r o indica rapi-

damen te

um n ú m ero ,

e d e p o i s

m a r ca res i stê n cia

Co m os ele-

l

I

I

!

I

I

L ~

>

~.

COMPONENTES DIF'iCEIS

Inf e li z m en t e n ã o é f á cil t estar

b a ixo (por ex e mpl o 5 0 p F ) : são necessárias ferra - mentas especiais diferent e s do mu l tímetro . F elizmente estas e s traga m-s e com m en o s freqüênc i a .

os capac i tores de v al or

O mesmo acontece com as bobinas ( i ndutor es ) , cu j a

continuidade elétrica (res i stê n cia muito baixa) é fácil de

verif i car : d i f icilmen te m a n ifestam -s e pr o b le m as dife-

ren tes d a p oss í vel in terr up ção .

Fer ra ment a par a a medida da s bobinas (indut ô metro).

-'-"

'"

,

~

_

~ ~~~

~

~ y.~ ~ ~

,

~

:.~

" "~ "' : '

trolíti c os

utilizar uma escala mai s baixa . O valor do fundo da escala poderá se r alcançado some n te se tem a pol ar id ade cor re ta. U m valor está ve l ba i xo ( por

de alto v a l or , a s u bida é mais l e n ta : co n vém

e

xemp l o , 2 00 K Q) in d i ca p erdas e l e v adas (atenção ,

n

ã o tocar com os dedos para não fa l sear o resultado) ,

por outro lado , a indicação imediata do fundo da escala assina l a q u e um capacitor se e n co n t ra in terro m p i do.

Teste d e um c apa ci t o r com o mu l tímetr o : uma r e si s tê nci a baixa, que d epo i s a u menta , i n d ic a q u e o capac ito r está c arr e gan do.

4 3

-

FERRAMENTAS

L-

- FERRAMENTAS L- Testar OS semkenduteres A prova com o simpl~s ehmímetre proporciona já uma indica~ão

Testar OS semkenduteres

A prova com o simpl~s ehmímetre proporciona uma indica~ão ant~cipada, qu~ quase s~mpr~ i suficiente

Os semicondutores, como os diodos e os transistores , são re l ativame n te delicados: deste modo são norma l - mente os pr i meiros a dan i ficar - se .

é mu i to simples: utiliza - se o mu l-

tímetro como ohmímetro n u ma escala relat i vamente baixa , mas que não seja a ma i s baixa, : os 2 KQ do

fundo da esca l a são sufic i en t es (alguns mu l tímetros têm uma escala espec i al). Obviamente o d i odo deverá

t er uma resistência baixa num só sent i do

outro. Como acontece com os capac i tores, tocar com

os dedos nos dois terminais pode fa l sear

especialmente se as mãos es t ão transpi r adas.

Prova r um diodo

e i nfinita no

a medida ,

A r esistência

a inversa tem que ser infinita.

direta de um diodo deve ser baixa , enquanto

que

A l guns mu l tímetros incluem um prova-transistores ,

que mede também o ganho; posto que uma primeira verif i cação empírica possa ser rea l izada com o habi -

tua l ohmímet r o.

Como um trans i stor tem duas junções , o ohmímetro cons i de r a-as como se fossem dois diodos : a base- coletor e a base-emissor .

Ambas devem comportar - se como um diodo norma l.

que o tra n sistor

es t eja em perfeito estado , mas oferece de qua l quer forma uma indicação vá l ida. Este sistema permite

No entanto , este fato não garante

ident i ficar

o terminal

da base

e distinguir

o s

transistores PN P dos N P N (ver figura) .

Um ohmímetro observa os BJT como se fossem dois diodos unidos pela base; através da polaridade dos diodos distinguem·se os transistores NPN e PNP.

Um capac i tor pode func i onar,

alterado, não suporta uma determinada tensão .

mas se tem o valor

Também um trans i stor pode se danificar e, no entan -

to , continuar funcionando depo i s de um teste super-

ficia l com o ohmímetro.

As medidas com o multíme t ro são f r eqüentemente

úteis e determinantes ,

mas é necessário

levar em

44

Di

odo

 

I 0 . 6 5 0 I

 
 

o

 

2

K

Q

 

C

o ndu z

 

Di

o d o

 

2

KQ

 
 

N

ã o c o n d u z

 

S

e

o mu l tím e t r o

 

E

E

d

e t e c t a c ondu ção

 

en

tr

e o co l e t o r e

 

o

e mi s s or , o

 

t

e s t á

r a n s i s tor qu e im a do .

 

E

E

conta que se tratam de simples indicações .

Às vezes somente com a substituição de um elemento novo pode-se dizer se um componente estava realmente defeituoso.

PROJETOS

PROJETOS Dftfctor da chuva Há alguns anos apare c eu um a famosa c a n

Dftfctor da chuva

Há alguns anos apare c eu um a famosa c a n ç ão que nos convidava a dançar sob a chuva , m a s nem s e m- pre a água que ca i da s nuven s é motivo para nos a l egrarmos .

Me s mo uma chuva fina e primaveral pode estragar o passeio , se lá fora está estacionado um conversíve l com os assentos em couro e em made i r a e o teto aber t o .

A janela entreaber t a para que o a r e n t r e e oxig e ne a s

plantas , pode criar um grande problem a se em vez de um a brisa ligei r a , ca i de repente um a t r omba de á gu a .

UM AVISO ÚTIL

Partindo do princípio que as pr e vi sõ es do tempo s ã o norm a lmente pou c o fi á v e i s , o únic o mod o seguro d e

detect a r a chuv a é

e s per a r que c h o v a !

No e nt a nto, talv e z p ossa mo s e v i t a r ter qu e sa i r ca d a cinco minutos p a r a control a r o t e mpo se nos a p r o - veit a mos de um cômodo circuito ca paz de se ativ a r e l e pr ó prio co m as prim e ir as g o t as que c ae m d o cé u.

que tem

e que

avisa o início do mau tempo , permitindo a s s im inte r- vir imediatamente .

Este circuito emite um alarme acústico

uma duraçã o de c er ca de quin z e segundos ,

o detector da chuva j á t erminado mas sem o sensor (ver página seguinte) .

Entre outras utilidades , indicamos o alarm e c o nt ra a inundação da máquina de lavar ( a nt es qu e a vis e o

vizinho d e bai x o) , ou a indica çã o que finalmente

banheira está cheia . O circuito presta- se tamb é m p a ra

o jogo da " máquina da verdade ", faz e ndo c om qu e a

pe ss oa em que s tão se gur e com a m ã o os t e rmin a i s do senso r (n ã o s e corre nenhum r isco) .

a

Se a transpiração da p e l e ultrapa s sa um c e rto nível , talvez possa s e r at é uma situa çã o comp r ometedora , mas o alarme toca . N ã o é fiável em a bsoluto mas pode chegar a ser um divertido jog o entre amigos .

Se a máquina de lavar louça não tem controle de segurança, o circuito detecta imediatamente a perda do nível mínimo da água.

L_ · . '

••

••••••

_IIIIIII

41

IIII••••••

LIÇÃO

. 11

PROJETOS

PROJETOS NontaCJfm do circuito A pl a ca ( circu i to i mpresso ) do

NontaCJfm do circuito

A pl a ca ( circu i to i mpresso ) do de t ect o r da chuva , que é

v i sível n a f i gura , aco n dic i on a t o dos os compo n e n tes

c o m a ex c eção da p il h a e d o i n d i cador acúst i co, c h a- mado também " buzze r " .

Não ex i stem d i f i c u ldades

como sempre é preciso p r estar a máxima atenç ã o à

c orreta orientação e i nserção dos com p one n tes

r izados (todos exceto os resistores) .

de mo n tagem espec i ais;

pola-

o i nteg r ado 4093 , q u e no final da montag e m se insere na base , é um C MO S: con v é m descarregar-se de ele-

tr i c i da d e estática (por exemplo , apa l pando um d i ss i pa-

dor) a n tes de toc á - I o.

10-

-

I

I

lGl

o • .•• •

."

.

SENSORES MAIS SIMPLES

f\

Para detectar s i mp l es m e n te a presen ç a da água , ou para o " jogo da verdade " , é suficie nt e mu it o menos:

basta ter dois fios livres ou duas tri lh as pró x imas no pequeno circu i to imp r esso.

o mes m o acontece

exemplo n o caso da ba n he i ra: pode-se ta m bém l igar

um cabo ao terra (torneira) e colocar outro à a l tura desejada para a ág u a.

por

para o sensor

de nível ,

U

m rud i men t ar

se n so r de exter i or

(ef i caz mas um

42

I o

o

Disposição do s comp o nentes

no circuit o

o

do s e ns o r da c huva

UM SENSOR MUITO SENSíVEL

H á diferentes ma n e i ras d e rea l izar u m se n sor; um de l es que é e specia l mente refinado consiste em pro - je t ar e rea li zar um circu i to impresso de dupla espira l , igu a l a o que se mostra n a figura .

que contém

como também com as i mpurezas inere n tes , poderá causar uma ligeira condução e n tre as duas tri l has , que ser á imediatamen t e detectada pe l o c i rcui t o .

T anto com uma gota de água e os sa i s

Em outras pa l avras , a presença da água , e m bora mín- m a , t erá como efe it o uma ' red u ção da resistênc i a en- tre as pistas , que dei x arão de estar isoladas entre s i,

pouco lento) reali z a- se colocando o s extre- mos dos dois fios na terra de um vaso , o mais perto possíve l um do outro .

Sens o r de exter io r: quand o a terra está úmida , a sua res i stên c ia diminui n o tavelmente.

CABO GERAL REVESTIDO

A s l i ga ç ões

p i l ha ( tendo cu i dado com a p olar i da d e ), co m o buzze r ,

q u e g e r a lme nt e es tá t ambém polar i zado , e com o elemento senso r .

com o s c onec t o r e s t ê m qu e v er com a

A tensão da alimenta ç ão pode ser ob t ida a t r avés de uma pilha de 9 V , ou mesmo de uma bate r ia re c ar - regável de 12 V . Neste caso não existem alternativ a s :

de fato não se aconselha de forma alguma a utili- zação das fontes , porque na presença da água convém trabalhar com tensões baixas e totalmente isoladas da instalação elétrica.

Devido ao contato com a água , não convém utilizar f o ntes de alimentação , por muito bem isolados que estejam.

o circuito impresso do sensor da chuva , observado pelo lad o das trilhas de cobre .

~

Em l uga r do buzze r, pode-se ut ili z a r um relé , q u e

fech a

á g ua, at ivando ass i m outros dispositivos fecho dos seus contatos .

no momen t o em qu e se produz a p r esen ç a d a

depois do

C omo a sub i da re l ativ a mente

b u z z er não aconselha a substit u i çã o d ir eta com um

no

le nta d a tensão

r elé , pode-se acrescentar o circuit o que se mostra na

f i gura . O res i sto r R7 substitui o b u zzer ( que se pode dei xar no c aso de que se deseje também o som),

enqua nto

a c i on a o relé . O diodo 02 , como

transistor .

que o R8 controla

o transistor

T3 , que

sempre , protege o

43

o R8 controla o transistor T3 , que sempre , protege o 43 TESTE E UTILIZAÇÃO

TESTE E UTILIZAÇÃO PRÁTICA

Ver ifi ca r o funcion a me nto

muit o si m p l es , j á q u e é su fi c i ente liga r a pilha e deix ar

ca i r u m a gotas de água n a p l a c a d o s e n s o r ,

d o d e tecto r da c h uva é

A p r es ença do l í qu ido c ond u tor

a ssinalada

i

segundos ( pa r a poup a r a bateri a poupar o ouvido ) .

ent r e os cont a tos é

pelo buzzer , que se

15

de p o i s

d e

uns

e também p a r a

pelo som pr od uzi do

automati camente

nterr ompe

Um a v e z que se cump r e o ciclo da indica ç ão , o circuito permanece si l encioso até que o sensor se seca completamente , para depois se ativar de novo no momento da reapa r ição da água .

Possível circuito adicional , se nos interessa que o detector faça fechar um relé em vez de t o car .

" E m lu g a r do bu zze r

+12 ~.

~

i RY1

L -o

T

3

2N2222

PROJETOS

PROJETOS ~un(ionamfnto do (ir(uito N o es quem a e l é tri c o qu

~un(ionamfnto do (ir(uito

N o es quem a e l é tri c o qu e se mostr a n a fi g ur a inferior ,

v ê - se qu e a ba s e do t r ansistor T1 ( qu e alim e nt a o

resto do circuito ) está ligada à alimenta çã o atra vés

do sensor.

112v

!

!

,

i

I

!

I

I

I

i

S

ens or

c om o um

i s ol a dor o T1 fic a a b e rto; no ent a nt o , n a pr e sen ça da

e o T1 e ntra e m

Se este último está seco , c omporta- se

á gua , passa corrente pelo sensor

condução: o c ircuito re ce b e t e n sã o .

----

,

B Z

o c a p ac itor

uma ação d e filtragem de

possíveis

para e vit a r

f a lsos a l a rmes: a su a cor- rente de perda co ntribui

de impulso s ,

C1 e x erc ita

interferênci a s

ta mbém p a r a m a nte r fe- ch a do o T1 c om o se n s or

s ec o .

Esquem a elétrico do detector

da chuva ; o trans i sto r

controla a alimentação do resto do circuito.

T1

~

Assim que chegar tensão do T1 , a s entradas do U1A

mant ê m - s e

(U 1A e U 1 B)

va l e m ze r o . D e p o is dos dois i nversores

a s a ída de U1 B est á também em zero .

s obre a m assa

desde o C2; p or t a nto

de R 3 e 01 : quando al c an ç a a tens ã o do limite de U1 A , mud a de est a do l ó gic o (seguido de U1 B ) , o T 2 abre - se e o s om t e rmin a .

E s t a " abs orve " co rr e nte a tr a v és de R5 pel a bas e do tr a nsistor PNP T 2 , enviando-o para a c ondu-

çã o : o buzzer r e c e b e t e ns ã o e toc a.

Entre tanto , o C 2 r ec ebe ca rga l e nt a mente a tr a v é s

Esquema dos blocos do circuito:

o Ti trabalha como um

interruptor normalmente aberto e o T2 normalmente fechado.

T

1 (n . a . )

T 2 (n. c. )

! +V IT ~ I ~:RI T

Buzz e r

LISTA D1)S COMPONENTES

T odos os res i s t ore s são de 1 / 4 W 5 %

Resistares

R1 = resis t ores de 3 . 3 KD ( l aran j a, l ara n ja , ve rm elho)

T 1 = t r ans i sto r npn B C5 47

T

2 =

U1 =

tr a n s i s t o r p n p BC557

4093, q uá dr up l o NANO C M OS

R

2 = res i s t ores de 2,2 KD (v e rme l ho, ve r me l ho, ver melh o)

(

n ão HC ! )

R

3 =

res i sto r e s

d e 1 20 KD (ma rr om, ve r m e lh o , a m a re l o)

Vários

R

4 =

res i s t ores de 1 MO (ma rr om , pr eto, verde '

BZ = buzze r d e 9 Ó 1 2 V

R

5 =

res i s t o r e s

d e

1 0 KD (ma rr o m, pre t o, l ara nj a)

(como a p i lha)

 

R6 = r es i s to r es

de 47 1 (0 (a m a r e l o , violeta,

l ara n ja)

1

b ate ri a de 9 ou

1 2 V

Capacitares

1

soq u e t e d e 14 p in o s

( 1 = ca p aci t o r e l ec t ro líti co

de 4,7 ~F 1 6 V

 

1

ca i x a co m por t a- pilh as

(2 = capac it or e l ect r o lí t i co de 100 ~F 16 V

3

conec t o r es de dois p ó l os

Semicondutores

1

ci rc u ito impres s o

!

0 1 = d i odo 1 N4 1 4 8

 

1

possíve l ci r c ui to i m presso para o s e n so r

44