Você está na página 1de 9
Universidade Federal de Pelotas Instituto de Ciências Humanas Programa de Pós-Graduação em Antropologia Área de Concentração

Universidade Federal de Pelotas Instituto de Ciências Humanas Programa de Pós-Graduação em Antropologia Área de Concentração em Arqueologia

TEORIA ARQUEOLÓGICA I (Plano de Ensino 2017.1)

Universidade Federal de Pelotas Instituto de Ciências Humanas Programa de Pós-Graduação em Antropologia Área de Concentração
  • 1. IDENTIFICAÇÃO

Disciplina: Teoria Arqueológica I Unidade: Instituto de Ciências Humanas

Código: 1678095

Professor Regente :

Prof. Dr. Jorge Eremites de Oliveira

https://ufpel.academia.edu/JorgeEremitesdeOliveira

Cursos atendidos:

Mestrado e Doutorado em Antropologia

Área de Concentração em Arqueologia Semestre letivo: Primeiro Semestre de 2017

Carga horária total: 60 horas Caráter: Disciplina Obrigatória

Créditos: 4

Local/Horário:

Instituto de Ciências Humanas (Rua Alberto Rosa, 154 Centro)

Segunda-feira (vespertino das 14h às 15h40 e das 16h às 17h40) Pré-requisito: Nenhum

  • 2. DOCÊNCIA

Encargo didático semanal: 4 aulas teóricas

  • 3. EMENTA (OFICIAL)

História das teorias arqueológicas clássicas, com ênfase nos critérios de institucionalização da

disciplina na Europa e nas Américas. Arqueologia Histórico-cultural. Nova Arqueologia ou Arqueologia Processual. Arqueologia Social Latino-americana. Arqueologia Pós-Processual. Arqueologia Brasileira.

  • 4. OBJETIVOS

Gerais: Analisar criticamente a história das teorias arqueológicas clássicas em contextos mais amplos, com ênfase nos processos ligados à institucionalização e desenvolvimento da disciplina na Europa e nas Américas, incluindo a Arqueologia Brasileira. Específicos: Favorec er às/aos discentes o domínio dos conteúdos programáticos da disciplina e estimular a reflexão crítica sobre a história das teorias arqueológicas clássicas, incluindo questões de natureza epistemológica e metodologias empregadas em difer entes estudos e temporalidades.

  • 5. METODOLOGIA DE ENSINO

Os conteúdos serão ministrados, sobretudo, por meio de aulas expositivas e seminários de textos (artigos, capítulos de livros, livros, dissertações de mestrado e teses de doutorado) a serem apresentados pelas/os disc entes e coordenados pelo docente responsável pela disciplina. Obs.: O docente responsável pela disciplina estará disponível para atendimento às/aos discentes nas segundas -feiras pela manhã, das 9h às 11h, no Departamento de Antropologia e Arqueologia, localizado ICH/UFPel, desde que feito com horário previamente agendado.

6.

DESCRIÇÃO DOS CONTEÚDO/UNIDADES (PROGRA MA OFICIAL)

História das teorias arqueológicas clássicas, com ênfase nos critérios de institucionalização da disciplina na Europa e nas Américas. II. Arqueologia Histórico -Cultural.

I.

III.

Nova Arqueologia ou Arqueologia Processual.

IV.

Arqueologia Social Latino-Americana.

V.

Arqueologia

Pós -Processual.

VI. Arqueologia Brasileira.

  • 7. CRONOGRAMA DE EXECUÇÃO (AULAS TEÓRICAS)

1 a Semana: Apresentação do profess or e discussão sobre o programa da disciplina

2 a Semana: Elementos para uma história do pensamento arqueológico

  • 1. BOURDIEU, Pierre. 1989. O poder simbólico . Tradução de Fernando Tomaz. Lisboa : Difel. (Cap. 3 A gênese dos conceitos de habitus e de campo, p.59 -74) [disponível em https://docs.google.com/file/d/0B4UG_F2QeFUlcnZEM3NyZ01oZ0U/edit ]

  • 2. TRIGGER, Bruce G. 2004. História do pensamento a rqueológico . Tradução de Ordep T. Serra. São Paulo: Odysseus. (Cap. 1 A importância da História da Arqueologia, p.1- 25) [disponível em http://diskokosmiko.mx/Ariovaldo/livros-diversos -autores -letra-b - 21887/bruce-g-trigger -historia -do -pensamento -arqueologico,91645.pdf]

  • 3. GAMBLE, Clive. 2011. Arqueología básica . Traducción de Josep Ballart. Barcelona: Arial. (Cap. 2 ¿Cuantas Arqueologías existen?, p.33-55) [disponível em https://www.academia.edu/6512879/Clive_Gamble_Arqueologia_Basica ]

Leitura complementar:

LANATA, José Luís; GURÁIEB, Ana Gabriela. Las bases teóricas del conocimiento cientí fico. 2004.

In: AGUERE, Ana M.; LANATA, José Luís (Ed.). Explorando algunos temas de Arqueología .

Buenos

Aires:

Gedisa

Editorial/UBA,

p.17- 34.

[disponível

em

http://fundamentosdearqueologia.homestead.com/files/04_Lanata_y_Guraieb.pdf ] SCHNAPP, Alain. 1982. Archéologie et tradition académique en Europe aux XVIIIe et XIXe siècles.

Annales, Paris, 37 (5): 760 -777. [disponível em http://www.persee.fr/doc/ahess_0395-

2649_1982_num_37_5_282901]

3 a Semana: Antiquarismo, nacionalismo e Arqueologia c ientífica

  • 4. GLYN, Daniel. 1974. Historia de la Arqueología: d e los anticuá rios a V. Gordon Childe. Madrid: Alianza. (Cap. 2 Anticuários y viajeros, p.34 -57) [disponível em http://bajarlibros.descargame.es/descargar -HISTORIA-DE-LA-ARQUEOLOGIA -Desde- los-anticuarios-a -V-Gordon- Childe.pdf]

  • 5. TRIGGER, Bruc e G. 1984. Alternatives Archaeologies: Nationalist, Colonialist, Imperialist. Man,

New

Series,

London,

19

(3):

355-370.

[disponível

em

https://www.phil.muni.cz/~vndrzl/indians/Archaeology/trigger_alternativearcha eologies.pdf]

  • 6. TRIGGER, Bruce G. 2004. História do pensamento a rqueológico . Tradução de Ordep T. Serra. São Paulo: Odysseus. (Cap. 2 Arqueologia Clássica e Antiquarismo, p.27 -70; Cap.3 Os inícios da Arqueologia científica, p.71 -206) [disponível em

    • http://diskokosmiko.mx/Ariovaldo/livros-diversos- autores-letra-b -21887/bruce-g-

trigger-historia -do- pensamento- arqueologico,91645.pdf]

Leitura complementar:

FAGAN, Brian. 1984. Precursores de la Arqueología en América . Traducción de Mayo Antonio Sánchez García. México: Fondo de Cultura Económica. (Tercera Parte Los comienzos de la Arqueología, p.217 -361)

GERHARD, Eduard. 2004 [1850]. Archaeological Theses. Modernism/Modernity , Baltimore, 11 (1): 173-177.

SCHNAPP,

Alain.

2004.

Eduard

Gerhard:

Founder

of

Classical

Modernism/Modernity , Baltimore, 11 (1): 169- 171.

Archaeology?

4 a Semana: Arqueologia Histórico -Cultural Primeira Parte

  • 7. WYLLEY, Gordon R.; PHILIPS, Philip. 1958. Method and theory in American Archaeology . Chicago: The University of Chicago Press. (Introduction e Part I An operational basis for culture -historical integration, p.1 - 60) [disponível em https://areaintermediaexternado.files.wordpress.com/2016/07/willey -phillips -1958 - method-and-theory-in -american -archaeology.pdf]

  • 8. TRIGGER, Bruce G. 2004. História do pensamento a rqueológico . Tradução de Ordep T. Serra. São Paulo: Odysseus. (Cap. 5 Arqueologia histórico-cultural, p.144- 200) [disponível em http://diskokosmiko.mx/Ariovaldo/livros-diversos -autores -letra-b - 21887/bruce-g-trigger -historia -do -pensamento -arqueologico,91645.pdf]

Leitura complementar:

FAGAN, B. 1984. Precursores de la Arqueología en América . Traducción de Mayo Antonio Sánchez García. México: Fondo de Cultura Económica. (Tercera Parte Los comienzos de la Arqueología, p.217 -361). LYMAN, R. Lee; O’BRIEN, Michael J.; DUNNEL, Robert C. The rise and f all of Culture History . New York/London: Plenum Press. (Cap. 1, p.1 -12; Caps. 3 -6, p.33-206)

WEBSTER, Gary S. 2008. Culture History: a culture - historical approach. In: BENTLEY, R. Alexander; MASCHNER, Herbert D . G.; CHIPPINDALE, Christopher (Ed s.). Handbook of Archaeological Theories . New York: Altamira Press, p.11- 27.

5 a Semana: Arqueologia Histórico -Cultural Segunda Parte

  • 9. TRIGGER, Bruce T. 1978. Time and traditions: essays in archaeological interpretation . New York: Columbia University. (Part 1 Archaeology: Science or History?, p.1 -133) [disponível https://www.adturtle.biz/LP_TA/index.cfm?T=436081 ]

    • 10. SCARRE, C hris. 1998. Théorie archéologique en France et en Angleterre. Les Nouvelles de l'Archéologie, Paris, 72: 36-40.

    • 11. HERNANDO GONZALO, Almudena. 1992. Enfoques teóricos en Arqueología . Spal: Revista de Prehistoria y Arqueología , Sevilla, 1: 11 -35. [disponível em http://institucional.us.es/revistas/spal/1/art_1.pdf]

Leitura complementar:

ANDOUZE, Françoise; LEROI-GOURHAN, André. 1981. France: a continental i nsularity. World Archaeology , 13 (2): 170 -189. CHILDE, Vere G. 1989. Introducción a la Arqueología . Barcelona: Ariel. (Cap. 1 Arqueología e

historia, p.9 -28) [disponível em https://pt.scribd.com/doc/258736075/Libro-Introduccion-a-La- Arqueologia -Gordon-Childe] JOHNSON, Matthew. 2000. Teoría Arqueológica: una i ntroducción . Traducc ión de Josep Ballart. Barcelona: Ariel. (Cap. 10 Arqueología e historia, p. 185 -200) [disponível em https://www.academia.edu/9415384/Teoria_Arqueologica_Una _Introduccion_Matthew_John son]

WATSON, Patty Jo. 1983. The future of Archaeology in Anthropology: Cultural History and Social Science. In: REDMAN, Charles (Ed.). Research and theory in Current Archaeology . Malabar:

Robert

E.

Krieger

Publishing

Company,

p.1 13 -124. [disponível em

https://www.adturtle.biz/LP_TA/index.cfm?T=436277 ]

6 a Semana: Arqueo logia, Marxismo e História Cultural

  • 12. CHILDE, Vere G. 1986. A evolução cultural do homem . 5 a ed. Tradução de Waltensir Dutra. Rio de Janeiro: Zahar. (Cap. 1 História humana e história natural, p. 19- 31; Cap. 5 Revolução Neolítica, p.77-110) [disponível em https://www.skoob.com.br/a- evolucao-cultural-do-homem-34315ed37463.html]

  • 13. McGUIRRE, Randall. H. 2006. Marx, Childe, and Trigger . In: WILLIAMSON, Ronald F.; BISSON, Michael (Ed.). The Archaeology of Bruce Trigger: theoretical empiricism . Québec: McGill-Queen’s University Press,

p.61- 79

[Disponível

em:

https://www.academia.edu/944079/Marx_Childe_and_Trigger]

  • 14. HODDER, Ian. 1994. Interpretación en Arqueología: corrientes a ctuales. Traducción de María José Aubet. Barcelona: Crítica. ( Cap. 5 Arqueología e Historia, p.98 -126) [disponível em https://arqueologiageneralunca.files.wordpress.com/2016/04/hodder -

    • interpretacic3b3n-en- arqueologc3ada.pdf]

Leitura complementar:

CHILDE, Vere. G. 1976. Para uma recuperação do passado . Tradução de M. L. Penafiel. Lisboa:

Editorial Bertrand. (Cap. 8 O que aconteceu na Pré -história? e Cap. 9 Qual a vantagem da Arqueologia?, p. 151-184)

LEROI-GOUHAN, André. 1985. O gesto e a palavra: 1 Técnica e linguagem . Tradução de Vítor Gonçalves. Lisboa: Edições 70. (Cap. 6 Os símbolos da linguagem, p.187- 222) LEROI-GOUHAN, André. 1983. O gesto e a palavra: 2 Memória e ritmos . Tradução de Emanuel Goldinho. Lisboa: Edições 70. (Primeira Part e Memória e Técnica, p.11-70) MONGAIT, Aleksandr L. 1961. Archaeology in U.S.S.R . Translation M. W. Thompson. Baltimore & Victoria: Penguin Books. (Cap. 1 Introduction, p. 37 -74).

7 a Semana: Nova Arqueologia ou Arqueologia Processual Primeira Parte

  • 15. BINFORD, Lewis R. 2007 (1962). Arqueología como Antro pología. In: ORQUERA, Luís A.; HORWITZ, Victoria D. (Org.). Clásicos de Teoría Arqueológica Contemporánea . Buenos Aires: Publicaciones de la Sociedad Arge ntina de Antropología, p.15 -27. [disponível em https://leiaufsc.files.wordpress.com/2013/05/binford -l-arqueologia-como - antropologia.pdf]

  • 16. WATSON, Patty Jo; LEBLANC, Steven. 1974. El método científico en Arqueología . Traducción de Miguel Rivera Dorado. Madrid: Alianza. (Parte 1 La naturaleza de la explicación en Arqueología e Parte 2 Marcos explicativos para la Arqueología: la teoría de sistemas y enfoque ecológico, p.25 -122)

  • 17. BINFORD, Lewis R. 2007 (1980). Humo de sauce y colas de perros: los sistemas de asentamientos de los cazadores -recolectores y la formación de los sitios arqueológicos. In: ORQUERA, Luís A.; HORWITZ, Victoria D. (Org.). Clásicos de Teoría Arqueológica Contemporánea . Buenos Aires: Publicaciones de la Sociedad Argentina de Antropología, p.439 -464.

Leitura complementar:

BINFORD, Lewis R. 2007 (1977). Hacia la construcción de teoría en Arqueología: introducción

general. In: ORQUERA, Luís A.; HORWITZ, Victoria D. (Org.). Clásicos de Teoría Arqueológica Contemporánea . Buenos Aires: Publicaciones de la Sociedad Argentina de Antropología, p.29 -

39.

JOHNSON, Matthew. 2000. Teoría Arqueológica: una Introducción . Traducc ión de Josep Ballart.

Barcelona: Ariel. (Cap. 2 La Nueva Arqueología, p. 29 -54) [disponível em

https://www.academia.edu/9415384/Teoria_Arqueologica_Una_Introduccion_Matthew_John

son]

8 a Semana: Nova Arqueologia ou Arqueologia Processual Segunda Parte

  • 18. BINFORD, Lewis R. 1988. En busca del pasado. Descifrando el registro arqueológico . Trad. de P. Gassul. Barcelona: Crítica. (Cap. 7 La gente en su espacio, p. 154 -209; Cap. 8 Sobre los orígenes de la agricultura ; e Cap. 9 Caminos que conducen a la complejidad, p.210 -248).

  • 19. WATSON, Patty Jo. 2008. Processualism and After. In: BENTLEY , R. Ale xander; MASCHNER, Herbert D. G; CHIPPINDALE, Christopher. (Ed.). Handbook of Archaeological Theories . New York: Altamira Press, p.29- 37.

  • 20. EARLE, Timothy K.; PREUCEL, Robert W. 1987. Processual Archaeology and the Radical

Critique. Current Anthropology , 28 (4): 501- 538. Leitura complementar:

BINFORD, Lewis R. 1983. Working at Archaeology . New York: Academic Press. (Cap. 6 Objectivity Explanation Archaeology, p.45 -56; Cap. 14 Introduction to Nunamiut Ethnoarchaeology, p.179-194) TRIGGER, Bruce G. 2004. História do pensamento a rqueológico . Tradução de Ordep T. Serra. São Paulo: Odysseus. (Cap. 8 Neoevolucionismo e Nova Arqueologia, p.281 -319) [disponível em http://diskokosmiko.mx/Ariovaldo/livros -diversos- autores-letra -b- 21887/bruce-g-trigger-

historia-do-pensamento-arqueologico,91645.pdf]

9 a Semana: Arqueologia Pós -Processual Primeira Parte

  • 21. LANATA, José Luís et al. 2004. La reacción de la década de 1980 y la diversidad teórica postprocesual. In: AGUERE, Ana M.; LANATA, José Luís (Ed.). Explorando algunos temas de Arqueología . Buenos Aires: Gedisa Editorial/UBA, p.35-59. [disponível em http://fundamentosdearqueologia.homestead.com/files/05_Lanata_et_al.pdf ]

  • 22. HODDER, Ian. Interp retación en Arqueología: corrientes a ctuales. Traducción de María José Aubet. Barcelona: Crítica. (Cap. 6 Un ejemplo etnohistórico: Reconsideración de la Etnoarqueología y la teoría de alcance medio, p.127 - 143; Cap. 8 La Arqueología Postprocesual, p.176- 202)

[disponível

em

https://arqueologiageneralunca.files.wordpress.com/2016/04/hodder -

  • interpretacic3b3n-en- arqueologc3ada.pdf]

Leitura complementar:

ALCINA FRANCH, José. 2008. Arqueología Antropológica. Madrid: Akal. (Cap. VII Los últimos

derroteros

de

la

Arqueología,

p.114 -128)

[disponível

em

https://www.passeidireto.com/arquivo/23967930/arqueologia -antropologica] HERNANDO GONZALO, Almudena. 1992. Enfoques teóricos en Arqueología. SPAL: Revista de Prehistoria y Arqueología de la Universidad de Sevilla , Sevilla, 1: 11-35. [disponível

http://institucional.us.es/revistas/spal/1/art_1.pdf]

10 a Semana: Arqueologia Pós -Processual Segunda Parte

  • 23. PATTERSON, Thomas. C. 1989? La Historia y las Arqueologías Pos Procesuales. Boletín del Museo de Arqueología y Antropología de la Universidad Nacional Mayor de San Marcos,

Lima,

s/n:

4-12.

[disponível

em

http://sisbib.unmsm.edu.pe/ bibvirtualdata/publicaciones/antropologia/1998_n09/a02 .pdf]

  • 24. SHANKS, M. 2008. Post -Processual Archaeology and After. In: BENTLEY, R. Alexander;

MASCHNER, Herbert

D.

G;

CHIPPINDALE,

Christopher.

(Ed s.).

Handbook

of

Archaeological Theories . New York: Altamira Press, p.133-144.

 
  • 25. JOHNSON, Matthew. 2000. Teoría Arqueológica: una introducción . Traducc ión de Josep

Ballart. Barcelona:

Ariel.

(Cap.

7

La

Arqueología

Postprocesual

y

Arqueología

Interpretativa, p.131- 150)

[disponível

 

em

https://www.academia.edu/9415384/Teoria_Arqueologica_Una_Introduccion_Matthe

w_Johnson] Leitura complementar:

BELLELLI, Cristina. 2001. Las teorías e n Arqueología. In: GARRETA, M.; BELLELLI, C. (Comp.). La Trama Cultural: Textos de Antropología y Arqueología . 2a ed. Buenos Aires: Caligraf, p.137-

  • 146. [disponível em http://www.proarhep.com.ar/wp -content/uploads/Acosta-et-

al_Hominización_2001.pdf

e

https://www.goodreads.com/book/show/497828.La_trama_cultural ]

QUIRÓS CASTILLO, Juan M. 2014. Oltre la frammentazione postprocessualista. Archeologia agraria nel Nordovest della Spagna. Archeologia Medievale , 41: 23-37.

11 a Semana: Arqueologia Social Latino -Americana Primeira Parte

  • 26. ALCINA FRANCH, José. 2008. Arqueo logía Antropológica . Madrid: Akal. (Cap. VI La Arqueología

Social,

p.88-113)

[disponível

em

https://www.passeidireto.com/arquivo/23967930/arqueologia -antropologica]

  • 27. LUMBRERAS, Luís Guillermo. 1974. La Arqueología como ciencia social . México: Ediciones Librería Aliende S.A. (Primera Parte Sobre el método y los objetivos de la Arqueología, p.15-132) [disponível em http://es.slideshare.net/glaucofabbri/la- arqueologa-como -ciencia-social -luis -lumbreras]

  • 28. SALVI, Valeria L. Franco. 2008. La arqueología como ciencia social. La concepción de Lumbreras y su impacto en el pensamiento Latinoamericano. Comechingonia Virtual - Revista Electrónica de Arqueología , 4: 235- 244. [disponível em http://www.comechingonia.com/Numero%204%20final/Franco%20Salvi%202008.pdf ]

Leitura complementar:

PEYTREQUÍN GÓMEZ, Jeffrey. 2009. Arqueología y Sociedad. Cuadernos de Antropología , San

José,

19:

217- 219.

[disponível

em

file:///C:/Documents%20and%20Settings/user/Meus%20documentos/Downloads/6974 -9560 -

1-SM%20(2).pdf]

DILLEHAY, Tom D. 2008. Latin American Archaeology in History and Practice. In: SILVERMAN, Helaine; ISBELL , William (Eds.). Handbook of South American Archaeology . New York: Springer,

p.165 -185.

[disponível

em

http://alex-

bentley.com/yahoo_site_admin/assets/docs/ch11_Dilllehay.29305908.pdf]

12 a Semana: Arqueologia Social Latino -Americana Segunda Parte

  • 29. TANTALEÁN, Henry; AGUILAR DÍAZ, Miguel. Introducción. In: TANTALEÁN, Henry; AGUILAR DÍAZ, Miguel (Comp.). La Arqueología Social Latinoamericana: d e la teoría a la praxis . Bogotá: Universidad de Los Andes, p.19 -31. [disponível em https://www.academia.edu/2237653/La_Arqueologia_Social_Latinoamericana De_la ._ _Teoria_a_la_Praxis]

  • 30. LUMBRERAS, Luís Guillermo. 1983. Arqueología y Sociedad. In: Arqueología y Ciencia: Primeras Jornadas . Santiago: Universidad de Chile, p.260-276. [disponível em http://www.arqueologia.cl/lcornejo/wp -content/uploads/2013/12/I -JAC- Arqueolog%C3%ADa -y-Sociedad-Luis-Guillermo -Lumbreras.pdf]

  • 31. FUENTES, Miguel M.; SOTO, Marcelo C. 2009. Un acercamiento a la Arqueología Social Latinoamericana. Cuadernos de Historia Marxista , Santiago, 1 (4): 1 -69. [disponível em http://rebelion.org/docs/103184.pdf]

Leitura complementar:

AGUIAR DÍAZ, Miguel. Hacia una arqueología militante: la arqueología social latinoamericana desde su contexto político periférico. In: TANTALEÁN, Henry; AGUILAR DÍAZ, Miguel (Comp.). La Arqueología Social Latinoamericana: d e la teoría a la praxis. Bogotá: Universidad de Los Andes,

467- 478.

[disponível

em

http://repositorio.uchile.cl/bitstream/handle/2250/122644/Troncoso_CL_010.pdf? sequence=

1]

OYUELA -CAYCEDO, Augusto et al. 1997. Social Archaeology in Latin American? Comments to T.

C. Patterson.

American

Antiquity ,

62

(2):

365 -374.

[disponível

em

https://www.researchgate.net/publication/268524172_Social_archaeology_in_Latin_America ] PEYTREQUÍN GÓMEZ, Jeffrey. 2009. Arqueología y Sociedad. Cuadernos de Antropología , San

José,

19:

217- 219.

[disponível

em

file:///C:/Documents%20and%20Settings/user/Meus%20documentos/Downloads/6974 -9560 -

1-SM%20(2).pdf]

13 a Semana: Arqueologia Brasileira Primeira Parte

  • 32. PROUS, André. 1992. Arqueologia Brasileira . Brasília: UnB. (Cap. 1 História da pesquisa e

da

bibliografia

arqueológica

no

Brasil,

p.5 -24).

[disponível

em

http://www.ebah.com.br/content/ABAAAhAEQAE/prous -andre- arqueologia-brasileira]

  • 33. SOUZA, Alfredo M. de. 1991. História da Arqueologia Brasileira. Pesquisas (Série Antropologia), São Leopoldo, 46:1- 157. (Cap. 3 Pequena história, p.49-135)

  • 34. FUNARI, Pedro Paulo A. 1994. Arqueologia Brasileira: visão geral e reavaliação. Revista

de História da Arte e Arqueologia , Campinas, 1: 23- 41. [disponível em http://www.unicamp.br/chaa/rhaa/downloads/Revista%201%20 -%20artigo%202.pdf] Leitura complementar:

FERREIRA, Lúcio M. 1999. Vestígios de Civilização: o Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro e

a construção da Arqueolog ia Imperial (1838- 1870). Revista de História Regional , Ponta Grossa, 4(1): 9 -36. [disponível em http://www.revistas2.uepg.br/index.php/rhr/article/view/2072 ] FUNARI, Pedro Paulo A. 1998. Teoria Arqueológica na América do Sul . Campinas: Instituto de Filosofia e Ciências Humanas. (Coleção “Primeira Versão” 76) [disponível em https://www.academia.edu/3778871/Te oria_arqueol%C3%B3gica] FUNARI, Pedro Paulo A. 2013. Arqueologia no Brasil e no mundo: origens, problemáticas e

tendências. Ciência

e

Cultura ,

Campinas,

65

(2):

23-25.

http://cienciaecultura.bvs.br/pdf/cic/v65n2/10.pdf]

[disponível

em

14 a Semana: Arqueologia Brasileira Segunda Parte

  • 35. NEVES, Walter A. 1988. Arqueologia Brasileira: algumas considerações. Boletim do Museu Paraense Emílio Goeldi (Série Antropologia), Belém, 2: 200 -205. [disponível em http://repositorio.museu-goeldi.br/handle/mgoeldi/807]

  • 36. FUNARI, Pedro Paulo A. 1994. Arqueologia Brasileira: visão geral e reavaliação. Revista de

História

da

Arte e Arque ologia , Campinas, 1: 23- 41. [disponível em

http://www.unicamp.br/chaa/rhaa/downloads/Revista%201%20 -%20artigo%202.pdf]

  • 37. PINÕN-SEQUEIRA, Ana Cristina. Brazilian Archae ology Indigenous Identity in the Early Decades of the Twentieth Century. In: FUNARI, Pe dro Paulo A.; ZARANKIN, Andrés; STOVEL, Emily (Eds.). Global Archaeological Theory: contextual voices and contemporary thoughts . New York: Kluwer, p.353 -363. [disponível em

    • http://link.springer.com/chapter/10.1007%2F0- 306 -48652-0_21#page-1]

Leitura complementar:

BEZERRA, Márcia. 2013. Os sentidos contemporâneos das coisas do passado: reflexões a partir da Amazônia. Revista de Arqueologia Pública , Campinas, 7: 107 -122. [disponível em

https://leiaufsc.files.wordpress.com/2015/03/bezerra - 2013.pdf] DIAS, Adriana S. 1994. Repensando a Tradição Umbu através de um estudo de caso . Dissertação (Mestrado em História Área de Concentração em Arqueologia) Pontifícia Universidade

Católica do Rio Grande do Sul. (Cap. 1 Um prólogo necessário

p.11 -75)

, FERREIRA, Lúcio M. 2007. Território primitivo: A institucionalização da Arqueologia no Brasil

...

(1870- 1917). Tese (Doutorado em História) Universidade Estadual de Campinas, Campinas. (ênfase na Introdução e Cap. 4 Diáspora Sul-Americana, p.1- 30 e p. 187 -272) [disponível em http://www.bibliotecadigital.unicamp.br/document/?code=vtls000415180 ] FUNARI, Pedro Paulo A.; CHEVITARESE, André Leonardo. 2013. Arqueologia no Brasil hoje.

Trabalhos

de

Antropologia

e

Etnologia ,

Porto,

53:

61-74.

[disponível

em

https://www.academia.edu/12251772/Arqueolog ia_no_Brasil_hoje] NETO, Jandira. 2014. PRONAPA Uma história da Arqueologia Brasileira contada por quem a viveu Entrevistado Prof. Dr. Ondemar Dias em Janeiro de 2014 . Rio de Janeiro: IAB.

[disponível em http://www.arqueologia -iab.com.br/publications/download/28]

SOCIEDADE

de

Arqueologia

Brasileira.

2015.

SAB

35

Anos .

Vídeo.

https://www.youtube.com/watch?v= YjqbkWo_7c0]

[disponível

15 a Arqueologia Brasileira Terceira Parte

  • 38. GASPAR, Maria Dulce. 2003. História da construção da Arqueologia Histórica Brasileira. Revista do Museu de Arqueologia e Etnologia , São Paulo, 13:269- 301. [disponível em https://leiaufsc.files.wordpress.com/2013/03/1 -2b -gaspar-m -d-histc3b3ria -da- construc3a7c3a3o -da-arqueologia -histc3b3rica- brasileira.pdf]

  • 39. SCHIAVETTO, Solange N. de O. 2005. A questão étnica no discurso arqueológico: afirmação de uma identidade indígena minoritária ou inserção na identidade nacional. In: FUNARI, Pedro Paulo A.; ORSER JR., Charles; SCHIAVETTO, Solange N. de O. Identidade, discurso e poder: Estudos de Arqueologia contemporânea . São Paulo: Annablume/FAPESP, p.77-90.

  • 40. EREMITES DE OLIVEIRA, Jorge. 2015. Arqueologia de contrato, colonialismo e povos indígenas no Brasil. Amazônica , Belém, 7 (2): 354-374. [disponível em http://www.periodicos.ufpa.br/index.php/amazonica/article/view/3451 ]

Leitura complementar:

BARRETO, Cristiana. 2000. A construção de um passado pré -colonial: uma breve História da

Arqueologia Brasileira. Revista

USP,

São

Paulo,

44(1):

32 -51.

[disponível

em

http://www.revistas.usp.br/revusp/article/viewFile/30093/31978 ] DIAS, Adriana S. 2007. Novas perguntas para um velho problema: escolhas tecnológicas como índices para o estudo de fronteiras e identidades sociais no registro arqueológico. Boletim do Museu Paraense Emílio Goeldi (Ciências Humanas) , Belém, 2 (1): 59- 76. (dispo nível em

http://www.scielo.br/pdf/bgoeldi/v2n1/v2n1a05.pdf]

NEVES, W.; ATUI, João Paulo. 2004. O mito da homogeneidade biológica na população paleoíndia de Lagoa Santa: implicações antropológicas. Revista de Antropologia , São Paulo, 47 (1): 159 -206. [disponível em http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034 -

77012004000100005]

COSTA, Diogo M. 2013. Algumas abordagens teóricas na arqueologia histórica brasileira. Ciência

&

Cultura ,

Campinas,

65

(2):

30-32.

[disponível

em

http://cienciaecultura.bvs.br/scielo.php?pid=S0009 -67252013000200012&script=sci_arttext ]

  • 8. ATIVIDADES DISCENTES

Leitura e análise da bibliografia indicada no plano de ensino e part icipação nos seminários da disciplina.

  • 9. CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO

Além da frequência exigida por lei nas aulas e a participação nos seminários da disciplina, será exigida, para fins de avaliação final, a entrega de um trabalho teórico-metodológico sobre o tema estudado pela/o discente, especificamente a respeito do estado da arte do tema estudado. Outro tipo de trabalho poderá ser feito a partir de entendimentos mantidos com o docente responsável pela disciplina. Para este trabalho, deverá ser realizada uma pesquisa sobre o assunto, a ser feita, inclusive, em espaços virtuais disponíveis na Internet, tai s como os sítios eletrônicos abaixo indicados:

Academia.edu: http://www.academia.edu. Archive Project: www.archive.org. Banco de Teses da CAPES: http://bancodeteses.capes.gov.br/ Domínio Público: http://www.dominiopublico.gov.br/. Plataforma Lattes do CNPq: http://lattes.cnpq.br/.

Portal de Periódicos da CAPES: http://www.periodicos.capes.gov.br. Etc. (Google Acadêmico, Escavador etc.).

Obs.: O trabalho deverá ser entregue impresso ou em arquivo digital ( .doc ou .docx), com letra Calibri 11 ou Times New Roman 12, espaço 1,5, sem limite máximo de páginas e segundo as normas da ABNT, até a primeira semana de aula do segundo semestre letivo de 2017.