Anuário Brasileiro

de Segurança Pública
ISSN 1983-7364 ano 7 2013

sumário

4 Ficha institucional
4 Ficha técnica
6 Introdução

Fórum Brasileiro de Segurança Pública 
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Vila Madalena · São Paulo · SP · Brasil
CEP: 05436-090
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Parte 1 Segurança Pública em números

10 Estatísticas criminais
31 É possível reverter a espiral da violência
42 Encurtando as distâncias entre a lei e a política pública
43 Prevenção à violência e Agenda das Metas do Milênio e Desenvolvimento Pós-2015

44 Gastos com segurança pública e prisões
53 Quando muito é pouco!

54 População carcerária
70 O sistema penitenciário brasileiro

72 Efetivos das forças policiais
80 Efetivo e remuneração nas polícias brasileiras

82 Sistema socioeducativo
88 A distância entre o ECA e o sistema socioeducativo no Brasil

90 Municípios
102 Os municípios na segurança pública

104 Confiança na polícia
106 Respeito e (Des)Confiança na Polícia

Parte 2 Sob Fogo Cruzado: um padrão inaceitável de atuação
das polícias brasileiras

110 Sob Fogo Cruzado I: vitimização de policiais militares e
civis brasileiros
118 Sob fogo cruzado II: letalidade da ação policial

Parte 3 Apêndice metodológico

130 Estimando a qualidade das estatísticas criminais

133 Fontes dos dados publicados na edição 2013 do Anuário Brasileiro de Segurança Pública

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expediente Copyright Fórum Brasileiro de Segurança Pública ISSN 1983-7634 FICHA INSTITUCIONAL FICHA TÉCNICA FÓRUM BRASILEIRO Anuário Brasileiro de DE SEGURANÇA PÚBLICA Segurança Pública 2013 Presidente de Honra Coordenação Geral Elizabeth Leeds Renato Sérgio de Lima Equipe Fórum Brasileiro de Samira Bueno Segurança Pública Presidente do Conselho de Administração Coordenação Institucional Secretária Executiva Sérgio Roberto de Abreu Patrícia Nogueira Pröglhöf Samira Bueno Conselho de Administração Equipe Técnica Coordenação Institucional Arthur Trindade Beatriz Rodrigues Patrícia Nogueira Pröglhöf Eduardo Pazinato Caio Valiengo Humberto Vianna Laís Figueiredo Equipe Administrativa Jésus Trindade Barreto Jr. Débora Lopes José Luiz Ratton Consultoria Técnica Hilda Soares Mancuso Marcos Veloso Cimar Alejandro Prieto Aparicio Gabriela Yamada Renato Sérgio de Lima Túlio Khan Marianni Costa Roberto Maurício Genofre Luís Flávio Sapori Assessoria de Comunicação Equipe Técnica Luiz Antônio Brenner Letra Certa Estratégia e Tática em Beatriz Rodrigues Comunicação Caio Valiengo Conselho Fiscal Jander Ramon Laís Figueiredo Cássio Rosa Raphael Ferrari Silvia Ramos Daniel Lopes Agradecimentos Secretária Executiva Textos Secretaria Nacional de Segurança Samira Bueno Arthur Trindade Maranhão Costa Pública – SENASP/MJ Daniel Cerqueira Secretarias Estaduais de Segurança Edinilsa Ramos de Souza Pública ou Defesa Social Eduardo Pazinato Gestores Estaduais do SINESP Liana de Paula Rafael Rodrigues (SENASP/MJ) Ligia Rechenberg Mirella Soares Diniz Luciana Guimarães Luciana Gross Cunha (Direito GV/SP) Luís Flávio Sapori Maria Cecília de Souza Minayo Rafael Alcadipani Edição de arte Renato Sérgio de Lima URBANIA (11) 3828-3991 Robert Muggah Rodrigo Ghiringhelli de Azevedo 4 Samira Bueno .

e criar Segurança Pública Pública são de responsabilidade obras derivadas sob as seguintes Open Society Foundations institucional e/ou. 5 . da forma especificada pelo Fundação Ford conteúdos e o teor das análises autor ou licenciante. Os original. não utilizar essa publicadas não necessariamente obra com finalidades comercias.Nota legal Licença Creative Commons Apoio/Parceiros da Edição Os textos e opiniões expressos no É permitido copiar. a distribuição desta nova Pública/MJ obra deverá estar sob uma licença idêntica a essa. condições: dar crédito ao autor de seus respectivos autores. quando assinados. 2013 do Anuário Brasileiro de Anuário Brasileiro de Segurança exibir e executar a obra. transformação ou colaboradores envolvidos na criação de outra obra com base Secretaria Nacional de Segurança produção do Anuário. nessa. Centro de Pesquisas Jurídicas Aplicadas da Direito GV/SP refletem a opinião de todos os para alteração. distribuir.

O próprio projeto de Lei que cria operacionais inaceitáveis de letalidade e vitimização e regulamenta o Sistema Único de Segurança policial. As instituições policiais não experimenta- nistrando as demandas geradas pelas manifes. tações sociais que tomaram as ruas desde junho Faz anos que o Fórum Brasileiro de Segurança deste ano e. o efeito dessa pos- em uma sociedade fraturada e com medo. com baixas taxas de esclarecimentos de Pública – SUSP. que dispõe sobre as atribuições das que o nosso sistema de segurança é ineficiente. ças incrementais e de práticas de gestão com 6 . na medida em que não são capazes. E. mudança no currículo de ensino entre União. rentes entre os entes. a distribuição e a articulação de competências ção tecnológica. transparência e prestação de tem sido marcada por mudanças incompletas. que enfrentem alguns temas sensíveis. do Não bastasse isso. A própria institucionalização mecanismos efetivos de cooperação entre eles e do SINESPJC. uso da força e controle externo. instituições encarregadas em prover segurança e paga mal aos policiais e convive com padrões ordem pública. Ganhos incrementais nas políticas públicas tendem Trata-se de uma agenda que associa mudan- a perder força.introdução E m meio à comemoração dos 25 anos da Constituição Federal de 1988. demais Poderes. ram reformas significativas nas suas estruturas. a história recente da segurança pública dos profissionais. ou do parágrafo sétimo. Estados e Municípios e a criação de policial. contas. integração das polícias estaduais. várias poderão ser obtidos mediante reformas estruturais iniciativas têm sido tentadas: sistemas de informa. truída na discussão sobre competências de cada reduzir a insegurança e aumentar a confiança da ator institucional envolvido. aflita tura pode ser constatado na não regulamentação diante da possibilidade cotidiana de ser vítima e do art. população nas instituições. de modificar culturas organizacionais anacrônicas. segurança pública no que diz respeito à formação Porém. os dados também indicam artigo 144. 23 da CF. é uma iniciativa importante e que merece requisitos mínimos nacionais para as instituições de ser fortalecida. teve sua tramitação obs- Não conseguimos oferecer serviços de qualidade. Pública reforçam a sensação de que vivemos Para a Segurança Pública. entre outras. no contexto da definição Pública destaca que o Congresso tem dificulda- dos contornos da disputa eleitoral de 2014. tais como: ção. des para fazer avançar uma agenda de reformas segurança pública continua sendo um tema imposta pela Constituição de 1988 e até hoje tabu no Brasil. paradoxalmente. os dados publicados na abrindo margem para enormes zonas de sombra edição 2013 do Anuário Brasileiro de Segurança e insegurança jurídica. que no início deste ano tinha delitos e precárias condições de encarceramento. possui diversos artigos sem a devida regulação. a reforma do modelo policial esta- cas criminais do Anuário Brasileiro de Segurança belecido pela Constituição. que alimenta a seção de estatísti. no momento em que os governos e as polícias estão admi- sozinhos. chances de ser votado. nesse contexto. que trata das atribuições concor- refém do crime e da violência. moderniza. e o estabelecimento de Pública. ainda. Isso significa que resultados de longo prazo só No plano da gestão.

gera confiança e não temor. contenção de grupos violentos. o Fórum Brasileiro polícias. O objetivo principal do Anuário é. Uma polícia forte é uma polícia que tados exclusivamente por quaisquer dos atores respeita e defende a sociedade. direção. de modo a garantir que a população tenha ciais estão matando e morrendo num proporção acesso a conhecimento qualificado sobre os rumos em muito superior a qualquer métrica ou padrão e sentidos da segurança pública no Brasil. análise oferece credibilidade e ganhos políticos estruturado na defesa e garantia de direitos da e sociais que não seriam alcançados quando tra- população. associá-los de que ganharão em manterem taxas elevadas de modo tecnicamente rigoroso e politicamente mortes em suas intervenções. Para esta edição do Anuário. produziu um amplo levantamento instituições sejam eixos estratégicos e de indu- sobre letalidade e vitimização na ação policial no ção de um modelo de desenvolvimento social. paz. que muitas vezes zação na ação das polícias. entre se analisado e. cracia e desenvolvimento do Brasil atual. deste modo. No Brasil. tais organizações mais perderão do de compilar registros existentes. a qual. Renato Sérgio de Lima Samira Bueno Coordenadores Gerais da 7ª Edição do Anuário Brasileiro de Segurança Pública 7 . criminalidade urbana. Ao compilar dados sobre letalidade e vitimi- vel para as polícias brasileiras. de Segurança Pública destaca que a edição 2013 tende é discutir padrões operacionais das polícias do Anuário compila dados de mais de 35 fontes e demonstrar que. Trata-se de um tema sensí. os poli. não autoriza o Estado a sociedade civil no processo de sua produção e matar e é. controle de distúrbios. seu uso na modernização da gestão da área. Daniel fortalecimento destas organizações. Sem que essas duas mização na ação policial é falar da importância dimensões sejam simultaneamente enfrenta. criminosas. destas instituições para pensarmos as respostas das. A pauta de temas e esferas que exigem sua contribuição para aumentar a eficiência das a intervenção das polícias é ampla e. na prestação desconforto e desconfiança. o FBSP redobra tal veem aqueles que buscam discuti-lo com forte aposta e investe na transparência. isento. a perspectiva é de manutenção de uma públicas para os dilemas do modelo de demo- perversa realidade. como é o caso da SENASP/MJ. Ainda de acordo com o texto mencionado. Trata-se de um esforço acima citada. Nessa da ordem pública. na verdade o que se pre. Isso porque só desta forma é que conse. portanto. a informação tem um papel estratégico no tituições que valorizam o respeito ao primado ciclo das políticas públicas e a participação da da Lei. manutenção responsável pela implantação do SINESP. o FBSP não se coloca contra as políticas de segurança pública. Brasil e suas consequências para as políticas de econômico e cultural baseado no respeito e na segurança pública. ao buscar controle como instrumentos de fortalecimento das esses dados. internacional.alterações na arquitetura institucional e legal que falar de padrões operacionais. letalidade e viti- regula o setor no Brasil. de contas e no controle como instrumentos de Todavia. se não avançarmos na agenda diferentes de informação. organizações e divulgação. sobretudo. mento em transparência. o Fórum Brasileiro Não podemos acreditar em uma sociedade de Segurança Pública. pelo Artigo 5º da Constituição Federal. políticas de segurança pública no país. no Brasil. Esforço esse que parte do princípio de que. uma polícia que institucionais envolvidos com o setor no país. portanto. com apoio da Open Society sem polícias. Pelo contrário. mesmo que alguns deles estejam pela multiplicidade de conflitos sociais que o investindo grandes e louváveis esforços de estru- mundo contemporâneo nos impõe: prevenção turação de seus próprios sistemas de informação da violência. Cerqueira e Renato Sérgio de Lima no texto que Por fim. ao chamar atenção para o investi- apresenta e analisa os dados sobre letalidade poli. fortalecer as polícias enquanto ins. um dado só se transforma em informação mediação e administração de conflitos. o FBSP busca dar outros. é importante deixar explícito que. mas podemos apostar que tais Foundations. como destacam Samira Bueno. o de construir pontes entre diferentes atores guiremos fazer frente aos dilemas impostos institucionais. prestação de contas e no cial. para além da publicação regular de dados e do o debate aqui proposto não é ideológico e visa.

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parte 1 Segurança Pública em números 9 .

podem ter sua identificação contabilizada Maranhão 92% 100% mais de uma vez pelo SINESPJC. Pernambuco 97% 95% Nota: O percentual de cobertura é calculado de acordo com Rio de Janeiro 98% 100% o total de áreas cobertas pelas unidades policiais do Estado. Grupo 4 Amapá 24% 32% Data de extração das coberturas: 02/11/2013. Grupo 4: baixa qualidade Rio Grande do Norte (2) 19% 33% e não alimenta o SINESPJC adequadamente. podem atuar em mais de 01 (um) Grupo 2 município e. é possível Piauí 96% 100% contabilizar o total de ocorrências registradas em relação a cada Rondônia 94% 86% município. as Delegacias Sergipe 91% 90% Especializadas de Homicídio. Dessa forma. Rio Grande do Sul (2) 100% 100% e não a partir do total de unidades policiais existentes no São Paulo (2) 58% 85% Estado. Paraíba 88% 85% (2) Gestores estaduais encaminharam dados adicionais e Paraná (2) 100% 100% retificações via planilha eletrônica. Conclusão 10 . portanto. Roraima 100% 100% Nota 2: Grupo 1: alta qualidade e alimenta o SINESPJC Santa Catarina 100% 100% adequadamente. Grupo 3: alta qualidade e não Grupo 3 alimenta o SINESPJC adequadamente. Fórum Brasileiro de Mato Grosso do Sul 92% 83% Segurança Pública. por exemplo. Grupo 2: baixa qualidade e alimenta o Tocantins 100% 100% SINESPJC adequadamente. estatísticas criminais registros policiais TABELA 01 · Cobertura e alimentação do SINESPJC-PC Grupos de Estados segundo qualidade dos dados (1) Unidades da Federação 2011 2012 Grupo 1 Acre (2) 97% 100% Alagoas 92% 100% Amazonas (2) 83% 82% Bahia (2) 84% 75% Ceará (2) 98% 100% Distrito Federal 100% 98% Espírito Santo (2) 91% 71% Fonte: Sistema Nacional de Estatísticas em Segurança Pública e Goiás 80% 77% Justiça Criminal (SINESPJC) / Secretaria Nacional de Segurança Mato Grosso 95% 91% Pública (Senasp) /Ministério da Justiça. Minas Gerais 94% 100% (1) Grupos segundo qualidade estimada dos dados registrados Pará 55% 100% (vide apêndice metodológico). Unidades especializadas.

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0 Santa Catarina 741 721 11.0 22 9 0.8 7.3 -6.0 Continua Fonte: Sistema Nacional de Estatísticas em Segurança Pública e Justiça Criminal (SINESPJC) / Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp) / Ministério da Justiça. (5) Os dados de homicídio doloso para 2011 no AC incluem também lesão corporal seguida de morte.9 292.9 39.229 1.5 Piauí 341 479 10.3 20.5 316 344 0.9 15. (6) Os dados de homicídio doloso. (1) Os dados informados correspondem ao volume de ocorrências policiais registradas e não.3 25.7 1.7 0.7 -10.6 -27.9 43.3 16 8 1.7 34.9 1.0 Sergipe 671 803 32.8 0.987 16.4 São Paulo 4.924 18.814 24.4 19.6 5.9 6.4 Goiás 998 1.1 0.149 47.2 13.9 15.1 11.6 36 94 1.033 1.1 38. (2) Grupos segundo qualidade estimada dos dados registrados (vide apêndice metodológico).7 10.8 1.9 140 132 1.803 0.5 0.3 -47.4 45 37 0.2 0.4 49 40 1.5 14.3 -59.6 1.7 29.8 5.1 Minas Gerais 3.8 24.009 3. 2012.6 41.5 0. ano 6.630 3.IBGE.1 0.3 Bahia 5.7 38 55 0. (3) Por 100 mil habitantes.1 3.3 Ceará 2.1 27 21 0.7 17.6 1. Fórum Brasileiro de Segurança Pública.5 0.342 2.6 32.9 - 3 - 0.5 -5. 12 .3 Amazonas 1. absolutos Taxas (3) Ns.135 29.6 0.9 -14.8 14.2 -0.048 74.2 39.3 29.7 0.7 Paraná (6) 3.6 0.5 21.6 116 134 0.633 1.0 88 111 0.5 0.476 43.4 Mato Grosso do Sul 433 374 17.6 Alagoas 2.8 Rondônia 399 400 25.623 3. latrocínio e lesão corporal seguida de morte no PR foram informados a partir do número de vítimas.193 4.914 3.9 23.2 -3.2 Tocantins 256 296 18.458 18.5 1.8 -45.9 0.5 43 40 1.1 28.3 3. TABELA 02 · Crimes letais intencionais (1).012 29.3 -3.1 38.0 76 101 0.6 -22.251 3.4 22.0 144 164 1.5 -13.7 Distrito Federal 704 787 27.2 28.063 36.1 1.3 -10. e a capitulação do crime é oriunda dos inquéritos das Polícias Civil e Militar.717 1.2 29.8 0.636 1.7 11.5 Grupo 4 Amapá 23 69 3. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística .6 19 14 0.7 Roraima 54 62 11.0 18.6 -50.0 159.9 -2.297 16.7 40.4 300.9 9.085 3.6 4 20 0.7 0.6 -18. necessariamente.462 38.1 -8.7 48.2 17 9 0.3 Grupo 1 Acre (5) 137 173 18.7 13.4 98 54 1.4 Pernambuco 3.5 -33.8 Mato Grosso 944 933 30.4 15.8 0.3 -19. indicam o número de vítimas envolvidas.9 14.8 8.5 78 84 0.4 1.2 12.492 30.5 1 4 0.3 Pará 2.5 Grupo 2 Maranhão 1.8 1.2 11 10 1.5 24.4 9.8 0. por tipo Unidades da Federação – 2011-2012 Grupos de Homicídio doloso Latrocínio Estados segundo qualidade dos Ns.9 Rio de Janeiro 4.5 64.5 14.0 29.4 90 128 0. absolutos Taxas (3) dados (2) Unidades da Federação 2011 (4) 2012 2011 (4) 2012 Variação (%) 2011 (4) 2012 2011 (4) 2012 Variação (%) Brasil 45.6 396.2 44 47 1.6 12 14 0.4 21.5 38. (4) Retificação das informações publicadas no Anuário Brasileiro de Segurança Pública.457 985 41.1 27.8 9.3 Espírito Santo 1.9 0.0 18.836 10.9 193.0 2.051 37.2 31.431 5.3 Paraíba 1.094 23.6 Grupo 3 Rio Grande do Norte 901 957 28.5 24 36 1.7 -7.7 Rio Grande do Sul (7) 1.0 1.0 25.2 1.3 82 90 0.

as informações passadas ao SINESPJC contém os dados da Polícia Civil e da Brigada Militar.2 Paraná (6) 155 77 1.1 São Paulo .6 Goiás 6 6 0...2 53.1 0.1 0..6 0.3 Ceará 63 64 0.5 98.9 Grupo 4 Amapá - 1 - 0.0 -35.3 0.7 Distrito Federal 13 5 0.1 0.. Grupo 4: baixa qualidade e não alimenta o SINESPJC adequadamente. Nota 2: Grupo 1: alta qualidade e alimenta o SINESPJC adequadamente.1 Minas Gerais 60 73 0.2 Amazonas 20 24 0.3 Pernambuco 49 82 0.2 0. Sergipe 13 6 0.5 0. 13 . .9 164.7 Paraíba 7 4 0.1 Grupo 1 Acre (5) - 1 - - - Alagoas 21 25 0.3 0.7 Espírito Santo 4 11 0.5 1.8 0.7 Piauí 4 18 0. Grupo 2: baixa qualidade e alimenta o SINESPJC adequadamente.5 Tocantins 5 4 0.1 -1.9 Pará 44 50 0. absolutos Taxas (3) dados (2) Unidades da Federação 2011 (4) 2012 2011 (4) 2012 Variação (%) Brasil 1..6 0.6 Santa Catarina 97 76 1.6 -11. que não os de trânsito.3 1.165 0.5 0.9 Grupo 3 Rio Grande do Norte 150 233 4.6 347.8 Mato Grosso do Sul 7 16 0.1 - Conclusão (7) Os dados de homicídio doloso para 2011 e 2012 no RS incluem também homicídios culposos.7 1.. Grupos de Lesão corporal seguida de morte Estados segundo qualidade dos Ns.1 -43. .7 0.5 -31.3 0.6 0.7 0. No RS.3 -20..7 7. Coordenação de População e Indicadores Sociais.6 126.1 -44.3 Roraima 5 4 1.2 -22.0 Rio Grande do Sul (7) 81 56 0.5 -53.6 13.6 0. Nota: Estimativas populacionais elaboradas no âmbito do Projeto UNFPA/IBGE (BRA/4/P31A) - População e Desenvolvimento.7 -50.2 0.1 Rio de Janeiro 39 22 0.. .9 -21.7 18.2 Mato Grosso 22 59 0.3 -54.4 20.1 Rondônia 4 8 0.3 Grupo 2 Maranhão 218 102 3.3 172.7 0.8 18.9 66.4 0.299 1.6 11.2 Bahia 212 138 1..7 0. Grupo 3: alta qualidade e não alimenta o SINESPJC adequadamente. .5 1.1 0..

005 41. (-) Fenômeno Inexistente.2 32.5 -10.1 -13.2 -5.0 3.180 10.8 28.491 15.762 3.9 Ceará 2.4 Mato Grosso do Sul 459 404 18.8 Pernambuco 3.0 39.378 3.068 1.1 -32. Nota: Estimativas populacionais elaboradas no âmbito do Projeto UNFPA/ (3) A categoria "Crimes Violentos Letais Intencionais" agrega as ocorrências IBGE (BRA/4/P31A) .8 3.501 44.5 -5.5 19.8 24.8 8.483 1.509 5.167 76. 2012.2 Grupo 2 Maranhão 1.1 São Paulo 4.8 Goiás 1. TABELA 03 · Crimes violentos letais intencionais (1).614 23.1 36.062 25.4 210.2 Amazonas 1.780 4.8 26.199 33.2 22.323 31.4 14.764 41.133 17. envolvidas.096 1.9 40.2 Mato Grosso 1.1 Rio de Janeiro 4.787 5.9 14.4 Pará 1. Nota 2: Grupo 1: alta qualidade e alimenta o SINESPJC (5) Retificação das informações publicadas no Anuário Brasileiro de adequadamente.2 Distrito Federal 761 839 29.4 42. (2) Grupos segundo qualidade estimada dos dados registrados (vide (.328 3.6 188.4 -0.0 30.2 20.657 32. (1) Os dados informados correspondem ao volume de ocorrências (7) No RS.1 Paraíba 1. .7 Tocantins 277 308 19.1 16.3 -3.Crimes violentos letais intencionais (3) Estados segundo qualidade dos Ns.0 33.191 3.5 0. e a capitulação do crime é oriunda dos inquéritos das Polícias Fórum Brasileiro de Segurança Pública.0 25. Grupo 2: baixa qualidade e alimenta o SINESPJC Segurança Pública..5 Paraná (6) 3. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística .8 12.4 Rio Grande do Sul (7) 1.1 11.0 40.3 Alagoas 2.084 50. absolutos Taxas (4) dados (2) Unidades da Federação 2011 (5) 2012 2011 (5) 2012 Variação (%) Brasil 48.2 24.4 Piauí 349 517 11.0 -3. vítimas.4 10. (4) Por 100 mil habitantes. Latrocínio e Lesão Corporal seguida de Morte.3 Grupo 1 Acre 148 184 19.5 16. adequadamente.545 1.015 1.3 -10.970 25.7 -0.125 19.229 38.9 13.5 44.8 13. Coordenação de de Homicídio Doloso.076 31.049 1.8 21.) Informação não disponível.População e Desenvolvimento. Civil e Militar.3 21. Grupo 3: alta qualidade e não alimenta o SINESPJC adequadamente.667 1. População e Indicadores Sociais.4 47.2 Rondônia 415 422 26.0 Minas Gerais 3. por tipo Unidades da Federação – 2011-2012 Grupos de CVLI .9 Espírito Santo 1.3 26..8 Roraima 60 70 13.4 37. ano 6.2 Grupo 4 Amapá 23 73 3. apêndice metodológico).880 2.7 9.3 Santa Catarina 876 852 13.9 Grupo 3 Rio Grande do Norte 1. necessariamente.3 Bahia 5. as informações passadas ao SINESPJC contém os dados da policiais registradas e não.0 18.032 33.164 3.8 24.0 Sergipe 708 845 33.1 0.7 31.9 Conclusão Fonte: Sistema Nacional de Estatísticas em Segurança Pública e Justiça (6) Os dados de homicídio doloso.399 2.IBGE. indicam o número de vítimas Polícia Civil e da Brigada Militar.0 14. latrocínio e lesão corporal seguida de Criminal (SINESPJC) / Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp) / morte para 2011 e 2012 no PR foram informados a partir do número de Ministério da Justiça.340 17. Grupo 4: baixa qualidade e não alimenta o SINESPJC 14 adequadamente.3 68.5 31.1 9.

8 1.3 1.1 2.3 7.9 154 127 2. Sergipe 330 419 15.0 241 215 17..1 Minas Gerais 3 .8 2 27 0.4 99 85 3.3 0.2 32 36 2..7 2.2 .1 23.965 13.2 246 714 2..1 2. .3 6.7 168 150 4.6 1 2 0. ..1 17.9 4.0 0.1 1.2 Grupo 4 Amapá 36 40 5. 150 146 1.4 57 322 0.. .0 21 8 0.336 2.627 11.. Ceará 889 1..2 15.2 Goiás 818 608 13.0 .9 655 493 4.6 3.118 1.8 .854 17.1 17. .2 11. - Grupo 2 Maranhão 1.1 Paraná (7) (8) (9) 2.. ..9 3... 334 ..5 5.4 49 38 3.1 0..0 14.8 ...8 17 32 0.0 0.3 Pará 205 154 2..3 19.3 11. ..1 6. .9 . .831 1.353 10.2 9. . Grupo 1 Acre 110 108 14.5 138 118 2. .8 47 55 6. . . .148 977 8.8 19.4 Piauí 302 458 9.5 1. ...6 Rio Grande do Sul (10) 1. .2 142 160 5.1 7.9 25 26 0.2 Alagoas 286 237 9.. ..2 1 1 0.1 14. 2.. 67 . .1 76 109 0.631 19.2 24. 2 .. absolutos Taxas (3) dados (2) Unidades da Federação 2011 (4) 2012 2011 (4) 2012 2011 (4) 2012 2011 (4) 2012 2011 (4) 2012 2011 (4) 2012 Brasil 20.208 634 18.3 47 65 1.6 13.6 Pernambuco 11 11 0.6 29 90 6.2 .7 4.. .8 Bahia 1.0 Espírito Santo 445 206 12.2 5.9 12.. absolutos Taxas (3) Ns.0 4.1 5.3 7.4 1.2 0...1 0..1 0. .073 0..4 6.2 3 12 0.5 11.779 4. .9 82 33 3.133 15.5 Grupo 3 Rio Grande do Norte 230 188 7.3 159 109 4.2 1..5 0. .0 7.2 Santa Catarina 956 1.0 .0 Rio de Janeiro 2. .4 11.3 10.555 22.1 48 10 1.2 2.019 10.1 220 139 7.2 59 29 7.TABELA 04 · Outros crimes letais.8 8.7 0.3 Distrito Federal 347 290 13....1 ....1 96 76 1. .6 13. 0. . ...4 0..0 Continua 15 .4 1.6 1..7 14.4 São Paulo 4.7 28 16 1.4 Roraima 21 64 4. .8 Tocantins 153 170 10.7 499 421 3. . por tipo(1) Unidades da Federação – 2011-2012 Mortes acidentais no trânsito Outras mortes acidentais Grupos de Homicídio culposo de trânsito (exceto homicídio culposo) (exceto homicídio culposo) Estados segundo qualidade dos Ns. .7 335 415 5.3 5.4 Amazonas 278 255 7. .6 158 167 5.9 67 42 1...5 2.2 Mato Grosso 465 455 15.. .1 5 2.1 12.9 7.6 14. - Paraíba 353 279 9.3 2.5 32 447 1..5 9.7 .3 3 7 0.7 2.2 7.2 2.0 .4 Rondônia 262 210 16.7 10.7 Mato Grosso do Sul 354 293 14. 2. .5 37 228 1..5 289 . 3. . ..7 0. absolutos Taxas (3) Ns.013 2.2 110 117 7. 0.368 10. .. 69 59 0..8 97 98 2.

3 Paraná (7) (8) (9) 21 16 0. absolutos Taxas (3) Ns. 0.6 Continua 16 .9 5.4 422 333 4.9 1..094 1.7 458 455 5.6 .2 101 88 2.001 8.0 28 21 0.. . . 0.1 10 7 0.5 Roraima 2 ..3 0.7 1..3 0.7 Grupo 3 Rio Grande do Norte 14 18 0.1 0.7 1.6 10.5 Bahia 29 33 0..7 0.5 39 53 2.9 96 122 3..0 9..7 81 143 0.2 253 257 2. .3 Santa Catarina 40 58 0.1 32 25 1.2 21 41 0.5 1. 5 7 1.5 858 1.2 0. . .9 313 310 1.1 Tocantins .. .5 14 25 3.6 0. 1.0 19 10 0..6 0.3 0.0 3.9 11 6 0. 2 .2 19 15 0.6 0.5 4.7 0.0 ..6 2.7 Alagoas ..9 0. 49 67 0.. Grupo 1 Acre ..5 Goiás 10 9 0.4 2. 0. .3 0..6 Mato Grosso 19 36 0.6 1..7 0.2 310 409 3. 2 3 0...0 0.2 20 13 0..1 141 206 4.1 61 38 1.1 1. absolutos Taxas (3) dados (2) Unidades da Federação 2011 (4) 2012 2011 (4) 2012 2011 (4) 2012 2011 (4) 2012 2011 (4) 2012 2011 (4) 2012 Brasil .2 0.5 6.. .2 0.4 0.5 0.4 Amazonas 20 12 0.2 Grupo 2 Maranhão 16 4 0. 36 23 1.3 Distrito Federal 10 . Sergipe .2 43 68 0..1 3..9 .1 2.9 38 53 1.9 44 70 1.6 Espírito Santo 10 9 0.6 3..4 2.7 0. 0. . 2 ..9 Paraíba 6 1 0.6 1.4 .3 55 42 1.1 1.2 Rondônia 4 14 0.9 0. 3 .3 78 87 2..9 2...1 Pernambuco 11 2 0.3 São Paulo . . TABELA 04 · Outros crimes letais.3 0.4 6. 7 .4 13 3 1.217 5. 21 27 0..8 3..8 2. 1. 146 .5 4.. 0.5 Mato Grosso do Sul 5 5 0.2 .6 0.0 671 644 10.3 26 32 0.5 412 394 2.1 174 132 2.6 95 96 1. absolutos Taxas (3) Ns.6 Rio de Janeiro 155 141 1.9 Rio Grande do Sul (10) 60 68 0.6 1. .0 5.2 0. . 360 304 0. .5 1. 0.3 0. 55 .9 1.765 0.0 . 0.0 114 102 1. .4 27 36 3.9 2. ..6 4.6 0..7 1.8 Ceará .7 . 0. . 7 .2 0.4 65 55 4.6 1.. 0. .7 4.0 1.4 5. por tipo(1) Unidades da Federação – 2011-2012 Outros crimes resultantes Grupos de Outros homicídios culposos Suicídio (6) em morte (5) Estados segundo qualidade dos Ns.. . .660 1.8 0.. .1 0.9 120 130 1.4 .7 0. 9 23 0..3 152 172 4..5 113 107 3.9 258 304 1. 4 ..4 .2 0.5 Minas Gerais 18 34 0. 0.5 111 112 4... .6 15 35 0.1 Pará .5 Piauí 1 .0 0..4 Grupo 4 Amapá .

. os totais de ocorrências registradas São Paulo . Rio Grande do Sul (10) 1. indicam o número de Grupo 1 vítimas envolvidas. Distrito Federal 52 24 2.2 obtidos junto ao DETRAN/RS. Roraima 107 53 23.) Informação não disponível.2 ocorrências de morte onde todas as mortes a apurar são Rio de Janeiro 2. - (8) O PR conta com um sistema de reprocessamento das Pernambuco 1.1 (4) Retificação das informações publicadas no Anuário Brasileiro de Ceará 569 882 6. . Amazonas 76 26 2.619 15.6 (6) O crime Suicidio está agregado nas formas tentada e Mato Grosso do Sul 462 410 18. Bahia 480 446 3.1 1.4 2.4 3.1 (-) Fenômeno Inexistente.8 dados da Polícia Civil e da Brigada Militar.8 1. (1) Os dados informados correspondem ao volume de ocorrências Brasil .098 10.6 Nota: Estimativas populacionais elaboradas no âmbito do Projeto Tocantins 144 123 10. As demais categorias contém os Piauí 44 87 1. .4 consumada.1 0..7 adequadamente. Goiás 523 474 8. .2 (9) Para as demais categorias.. ..7 12..271 736 14.7 7.1 - apêndice metodológico)..9 (5) Outros Crimes Resultantes em Morte incluem: abandono de Espírito Santo 415 259 11. Grupo 4: baixa qualidade e não Conclusão alimenta o SINESPJC adequadamente.6 7.8 23.. Fonte: Sistema Nacional de Estatísticas em Segurança Pública e Justiça Criminal (SINESPJC) / Secretaria Nacional de Segurança Grupos de Mortes a esclarecer Estados segundo Pública (Senasp) /Ministério da Justiça. Minas Gerais 2. 5 .População e Desenvolvimento.7 (3) Por 100 mil habitantes.6 1. 0. . Grupo 2 (10) Os dados de homicídio culposo de trânsito no RS foram Maranhão 6 81 0. Acre 12 14 1.8 (2) Grupos segundo qualidade estimada dos dados registrados (vide Alagoas 34 . - informados a partir do número de vítimas.IBGE. no PR referem-se ao somatório das naturezas constantes nos Sergipe 456 500 21.124 15. policiais registradas e não.7 10.2 Segurança Pública.. absolutos Taxas (3) Geografia e Estatística ...0 9.3 8. 17 .. Grupo 2: baixa qualidade e alimenta o SINESPJC Amapá . ano 6.780 11.... Paraná (7) (8) (9) .148 1. .3 8..7 10.8 19. Santa Catarina 993 1. e a capitulação do crime Paraíba 31 42 0.8 7. Mato Grosso 277 298 9.456 3.1 é oriunda dos inquéritos das Polícias Civil e Militar.4 Nota 2: Grupo 1: alta qualidade e alimenta o SINESPJC Grupo 4 adequadamente.0 0. Instituto Brasileiro de qualidade dos Ns.7 UNFPA/IBGE (BRA/4/P31A) .3 (. necessariamente. . Grupo 3: alta qualidade e não alimenta o SINESPJC adequadamente. . 2012. Rio Grande do Norte 89 240 2. .3 esclarecidas e devidamente tipificadas. 1. maus tratos com resultado morte e. Rondônia 200 192 12.0 (7) Os dados de homicídio culposo de trânsito no PR foram Pará .. Grupo 3 Coordenação de População e Indicadores Sociais.6 16.3 11.2 incapaz com resultado morte. . Fórum Brasileiro de Segurança dados (2) Unidades da Federação 2011 (4) 2012 2011 (4) 2012 Pública.7 estupro com resultado morte.7 17.2 22..323 3.7 boletins da Polícia Civil e Polícia Militar (Boletim Unificado)..

3 Paraná (8) 366 475 3.9 3.746 1101.4 0.8 Tocantins 25 34 1.983 213.614 . roubo a ou de veículo de transporte de valores (carro-forte). .. 0. roubo em transporte coletivo.8 2.0 1. .2 118 144 27.749 . . .612 19.2 37 33 1.6 .1 5 13 0..1 Pernambuco 36 34 0.3 0.744 6.6 Goiás 31 17 0.306 .0 Pará 43 ..0 1.5 0. TABELA 05 · Crimes violentos não letais contra o patrimônio (1).9 2.3 .6 Distrito Federal .966 11.1 51.5 Rio de Janeiro 50 50 0.1 Minas Gerais 197 238 1...2 713 1.896 53.1 59.IBGE.492 115.3 8 25 0.359 77.3 3..010 6..8 1.6 5.510 12.5 1. 0.5 421.3 0.065 4.1 4.131 106.5 114.085 1.6 0.8 2. .2 293..359 192.3 Mato Grosso 52 41 1.5 435..3 884 818 139.3 São Paulo 252 222 0.159 2.7 .9 175..7 70.. (6) Retificação das informações publicadas no Anuário Brasileiro de Segurança Pública.9 1.2 1.7 158.4 154. Fórum Brasileiro de Segurança Pública.1 407 371 38.. 18 .0 10. 6.306 89.3 0.5 2.972 351. 11 5 8. .9 Grupo 3 Rio Grande do Norte 2 3 0.3 106 156 1.9 114.1 51.1 Bahia 135 104 1.2 0.7 2. roubo a instituição financeira.1 2. (1) Os dados informados correspondem ao volume de ocorrências policiais registradas.9 81 62 2.5 374. (3) No total de roubos.8 1.190 87...574 1.8 Roraima .2 32. .5 . . . .2 0.4 0.7 215 282 1.4 3.9 Espírito Santo 22 6 0. 2012.1 0.6 Amazonas 64 47 1.6 1..366 332.0 0.6 12 7 0.3 501 451 63.9 226. estão incluídas as seguintes ocorrências: outros roubos.958 7.975 387.0 29.7 Rondônia 14 25 0.6 1...670 193.9 289.124 13..7 31 39 0. .3 0. 253 291 148.176 2.5 Grupo 2 Maranhão 20 116 0.3 18. .2 .7 2..5 6.1 1 7 0.1 138.7 17..7 Grupo 1 Acre (7) 12 17 1.992 2. 171..512 166.. roubo com restrição de liberdade da vítima..4 226 269 2. .9 737.2 Santa Catarina 98 69 1. (5) A taxa de roubo de veículos foi calculada a partir da frota de veículos informada pelo Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) em dezembro/2011 e dezembro/2012.647 2.791 58. .7 Mato Grosso do Sul 8 7 0.1 0.8 148.4 11 17 0.3 845 1. 117..0 0.228 360.5 Rio Grande do Sul (9) 30 47 0.6 2.7 1. . absolutos Taxas (4) Ns.7 1..5 Continua Fonte: Sistema Nacional de Estatísticas em Segurança Pública e Justiça Criminal (SINESPJC) / Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp) / Ministério da Justiça.342 16.3 4 2 0.5 4.349 155.5 10..1 316.7 0. .2 Piauí 6 6 0. absolutos Taxas (5) dados (2) Unidades da Federação 2011 (6) 2012 2011 (6) 2012 2011 (6) 2012 2011 (6) 2012 2011 (6) 2012 2011 (6) 2012 Brasil 1.201 175.793 115.0 1.1 131 177 2.6 0.3 60 16 1. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística . .2 626 3. roubo de carga.1 0. ano 6.540 406. (4) Por 100 mil habitantes.2 3 3 0.499 4. .6 0.5 4.3 1.4 6. 1 ..441 6.0 0.4 0..2 99.1 22. 38 93 0. .0 10 14 0.0 7. por tipo Unidades da Federação – 2011-2012 Grupos de Roubo a instituição financeira Roubo de carga Roubo de veículo Estados segundo qualidade dos Ns. absolutos Taxas (4) Ns.1 2. Departamento Nacional de Trânsito (DENATRAN).120 207.073 3.8 Ceará .773 21. roubo em estabelecimento comercial ou de serviços.2 1.1 717 1. 12.5 Alagoas 30 61 1. Paraíba 45 41 1. .4 187 178 2.2 425.2 Grupo 4 Amapá 3 2 0. roubo a transeunte.6 4 4 0. . 143 247 1.769 4. roubo em residência.351 218.3 0.1 2.020 3.6 2.8 2.166 3.0 217.6 Sergipe 14 34 0.3 116.5 79. 60 78 43.5 378. roubo de Veículo.5 0.5 2. (2) Grupos segundo qualidade estimada dos dados registrados (vide apêndice metodológico).

Rio de Janeiro 17..6 45.. ... (9) No RS..4 37.056 .440 .893 7.0 ..3 14.. absolutos Taxas (4) dados (2) Unidades da Federação 2011 (6) 2012 2011 (6) 2012 2011 (6) 2012 2011 (6) 2012 Brasil 463.033 ....0 . Grupo 2: baixa qualidade e alimenta o SINESPJC adequadamente.0 . ..Grupos de Roubo (outros) Roubo (total) (3) Estados segundo qualidade dos Ns.568 . 351...2 82.2 280.....4 .5 11.. Amazonas 3.2 106..588 9...4 106. 446.1 .065 237. .3 18.7 87.418 .. Grupo 4 Amapá 31 92 4.. Piauí 7.656 . (-) Fenômeno Inexistente... Nota: Estimativas populacionais elaboradas no âmbito do Projeto UNFPA/IBGE (BRA/4/P31A) ......831 4.2 3...2 12. 231.253 45. 416.448 .147 .921 454..4 55. 661. 135.070 282.523 237..828 1...410 3.540 .1 . Mato Grosso do Sul 822 306 33.3 74. Coordenação de População e Indicadores Sociais.8 .. Paraná (8) 10. Grupo 3 Rio Grande do Norte 7..192 4.. (..038..3 103.863 2.810 45. 629.. .. Bahia 9..758 65.616 317.089 8.. . 313. 360.7 20.. 407..500 3 45.2 .368 56.554 309.785 237..792 ..523 .119 6..3 237.....2 .. .... .4 149...174 59..2 886 .7 54.5 . Grupo 2 Maranhão 20..572 .2 . Rondônia 1.370 2..782 109.8 7... . .2 ... Pernambuco 7... Alagoas 2.8 63.741 . .697 ..4 . 324.926 .2 79.População e Desenvolvimento.3 37.4 . Mato Grosso 1.545 8.....808 566.. Nota 2: Grupo 1: alta qualidade e alimenta o SINESPJC adequadamente.449 10..648 2.. 565.8 9..1 127.099 .7 36.. São Paulo 235...894 .. 126..5 13.. Rio Grande do Sul (9) 4. Pará 3.092 32..7 12..2 .. 282.2 33.5 .. Conclusão (7) Os dados de roubo a instituição financeira para os anos de 2011 e 2012 no AC incluem roubos em bancos.2 341.3 567.2 1... Grupo 1 Acre (7) 2.768 ..) Informação não disponível.8 5.... . Espírito Santo 967 661 27.. 1. 985. 774... Roraima 1.983 . Goiás 3. 304.615 80.0 .502 701 326.2 9.0 44.. 336.8 .. Santa Catarina 2. .660. absolutos Taxas (4) Ns. Todos os dados de roubos referem-se somente à capital do estado. . Tocantins 382 528 27.535 87. 936.1 55.609 16..3 35.4 .........104 . .. .. Grupo 4: baixa qualidade e não alimenta o SINESPJC adequadamente.0 204.. as informações passadas ao SINESPJC contém os dados da Polícia Civil e da Brigada Militar..3 .0 334....9 8.. 2. Distrito Federal 841 2.014 85..353 74.0 24.4 ... 503...3 ... Sergipe 5..4 23. ..5 344.352 1.590 .8 2.220 102.731 17... 19 .. (8) Os totais de ocorrências registradas no PR referem-se ao somatório das naturezas constantes nos boletins da Polícia Civil e Polícia Militar (Boletim Unificado)..3 .. Grupo 3: alta qualidade e não alimenta o SINESPJC adequadamente.6 . ...623 .927 ..1 59..620 84..710 .. Paraíba 349 373 9. casas lotéricas e caixas eletrônicos... 158. 129.5 0. .. Minas Gerais 14.... Ceará .1 54.1 .5 321...4 . .746 11.

667 3.8 2.8 32. ano 6.2 5.934 79.186 3..1 68. (4) Retificação das informações publicadas no Anuário Brasileiro de Coordenação de População e Indicadores Sociais.5 1.251 1.1 5.4 5.719 1.272 105...3 159.0 30.369 1.0 22.251 2.8 Mato Grosso 1.967 15.450 6.7 4.337 41.0 1.7 1.7 2.842 7. 69.4 24.732 22.8 Piauí 394 472 12.2 Paraná (6) 5.1 122.460 29.4 637 550 40.282 2.749 42.624 6.4 13 40 1.2 925 925 24.8 Minas Gerais 20.6 114.909 38.4 921 792 26.9 17.166 6.493 56.7 7. por tipo Unidades da Federação – 2011-2012 Grupos de Entorpecentes .População e Desenvolvimento.0 26.724 2. 2012.7 75. Distrito Federal 2.. absolutos Taxas (3) Ns.3 25.2 Grupo 3 Rio Grande do Norte 237 337 7.6 52.298 4.9 9 31 1.419 2. Grupo 2: baixa qualidade e alimenta o SINESPJC de arma de fogo para os anos de 2011 e 2012 no AC referem-se adequadamente.1 2.5 22. .686 65.9 9.072 1.026 1.9 66 122 3.5 171 160 5.0 4.0 6..1 8.4 24.054 12.551 9.6 Roraima 79 101 17.761 30.614 1.730 24.661 22.0 14.7 Conclusão Fonte: Sistema Nacional de Estatísticas em Segurança Pública e (6) Os totais de ocorrências registradas no PR referem-se ao Justiça Criminal (SINESPJC) / Secretaria Nacional de Segurança somatório das naturezas constantes nos boletins da Polícia Civil e Pública (Senasp) /Ministério da Justiça.4 24.686 43.4 26.4 34.499 49.0 118. absolutos Taxas (3) dados (2) Unidades da Federação 2011 (4) 2012 2011 (4) 2012 2011 (4) 2012 2011 (4) 2012 2011 (4) 2012 2011 (4) 2012 Brasil 106.) Informação não disponível.2 22.103 3. UNFPA/IBGE (BRA/4/P31A) ..631 22.658 64.7 100.305 3..2 São Paulo 35.4 2.8 58..9 5. . Fórum Brasileiro de Segurança Pública.619 68. (7) No RS.5 92 69 20.2 489 1.5 48..228 1.0 .124 52.2 Amazonas 1. apêndice metodológico).3 4.4 3..8 6.9 12.157 4. .7 33.4 312 395 22.0 72.7 33. .9 28.179 25.9 255 271 8..9 .8 4.651 4.2 24. (2) Grupos segundo qualidade estimada dos dados registrados (vide (.1 242 289 3.1 1.781 22.8 23.324 2.1 12.. Segurança Pública.3 1.Posse e Uso Porte ilegal de arma de fogo Estados segundo qualidade dos Ns.2 1. absolutos Taxas (3) Ns.599 50.2 6. (-) Fenômeno Inexistente.7 51.9 Ceará 3.3 34.9 48.6 53.1 14. Grupo 4: baixa qualidade e não alimenta o SINESPJC adequadamente.881 1.Tráfico Entorpecentes .9 16.210 7.8 13.605 55. as informações passadas ao SINESPJC contém os dados (1) Os dados informados correspondem ao volume de ocorrências da Polícia Civil e da Brigada Militar..349 33.2 21.917 45.481 2.6 2.0 Alagoas 645 743 20.312 1.4 60. Instituto Brasileiro de Polícia Militar (Boletim Unificado).237 49.7 3.360 893 38.2 1.7 679 671 27.303 123.8 Grupo 2 Maranhão 523 811 7.458 .150 79.0 Rio Grande do Sul (7) 8..160 37.6 Grupo 1 Acre (5) 338 362 45.114 28.0 5.194 65..783 109.3 458 658 6.7 56.8 67.5 23.7 Tocantins 410 488 29.9 Pernambuco 4.594 1.0 Mato Grosso do Sul 1..7 47.2 47.782 1.396 22.7 104 .8 51 250 2.7 6.4 31.7 3.6 98.2 1..618 6.3 27.4 21.841 43. 13.4 14.6 258 610 8.214 160.412 2.3 42.1 50. Nota: Estimativas populacionais elaboradas no âmbito do Projeto (3) Por 100 mil habitantes. 89 129 11.6 Sergipe 14 167 0.6 Espírito Santo 2.9 Paraíba 574 546 15.4 130 184 4.939 19.429 62.5 11.331 28. TABELA 06 · Leis especiais (1). .0 11.1 26. Nota 2: Grupo 1: alta qualidade e alimenta o SINESPJC (5) Os dados de ocorrências com entorpecentes e porte ilegal adequadamente.359 46.2 44.4 10. Geografia e Estatística .3 Rondônia 1. policiais registradas.095 16.2 1..136 51.3 66.6 4.4 11.976 16.7 49.1 56.7 85.538 1.963 5. 4...071 97.9 17.791 4.2 21.4 120.5 14. SINESPJC adequadamente.IBGE.321 49.1 1.1 830 988 26. .9 370 343 26.3 63.185 4. 20 .7 177 364 5.7 248 33 53.0 Goiás 1.298 1.785 103.9 7.126 28.3 Grupo 4 Amapá 62 90 9.4 Rio de Janeiro 4.028 40.3 47. Grupo 3: alta qualidade e não alimenta o somente à capital do estado.1 Bahia 4.7 24.9 Pará 590 3..7 37.0 Santa Catarina ..335 783 84.584 41.115 85. .3 273 235 7.2 19.691 7.4 73.6 67.269 109.002 39.

3 Bahia 2.8 Grupo 2: baixa qualidade Roraima 292 245 63.0 3.2 62 72 13.7 288 20 2.6 14.4 P31A) .156 4.1 UNFPA/IBGE (BRA/4/ Rio de Janeiro 4. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística . ano 6.908 9.6 Indicadores Sociais. em uma única categoria.760 2.. .3 45.5 52. passando a incluir.5 Goiás 1.0 0.886 25.101 22. .3 2.6 81 67 3. .7 57 54 7.9 27. os "atos libidinosos" e (-) Fenômeno Inexistente.População e Rio Grande do Sul (9) 3.0 Pará 713 1.8 304 275 3. Rondônia 815 779 51..943 22.6 81 89 3. São Paulo 10. - Nota: Estimativas Paraíba 265 336 7.7 Minas Gerais 1. portanto.1 22.TABELA 07 · Crimes contra a liberdade sexual (1). .972 1.355 2.008 1. Fórum Brasileiro de Segurança Pública.9 43.7 alta qualidade e não alimenta Grupo 3 o SINESPJC adequadamente.4 304 265 4. (4) "Tentativa de estupro" passa..331 1.4 Espírito Santo 694 589 19.8 Grupo 4: baixa qualidade e Grupo 4 não alimenta o SINESPJC Amapá 10 148 1.5 378 392 2.7 1.3 SINESPJC adequadamente.5 0.1 Alagoas 387 458 12.2 3.7 adequadamente.9 10.9 27.2 1.7 Distrito Federal 735 864 28.. Conclusão Fonte: Sistema Nacional de Estatísticas em Segurança Pública e Justiça (5) Por 100 mil habitantes.0 populacionais elaboradas Paraná (8) 3..7 40.1 Grupo 1 Acre (7) 225 256 30.7 5.5 21.5 67 53 1..1 33..523 30..007 8. os dados de "Estupro" e "Tentativa de estupro" são computadas (3) A Lei Federal 12.6 14.0 163 104 2..2 32.1 5.2 3. Criminal (SINESPJC) / Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp) / (6) Retificação das informações publicadas no Anuário Brasileiro de Ministério da Justiça.353 20.3 340 396 3. (7) Os dados de estupro e tentativa de estupro para os anos de 2011 e (1) Os dados informados correspondem ao volume de ocorrências 2012 no AC referem-se somente à capital do estado. por tipo Unidades da Federação – 2011-2012 Grupos de Estupro (3) Tentativa de estupro (4) Estados segundo qualidade dos Ns.869 51. .0 1.5 39 59 1. .923 29. 21 .4 3..4 3.3 e alimenta o SINESPJC Santa Catarina 2.4 .9 1.3 24.IBGE.3 Mato Grosso do Sul 1.399 12.135 2.0 69 103 2.6 33.0 30.9 61 53 4.6 38..5 .1 Ceará 1.483 15. das naturezas constantes nos boletins da Polícia Civil e Polícia Militar (2) Grupos segundo qualidade estimada dos dados registrados (vide (Boletim Unificado).5 240 297 6.7 49.3 4.9 Amazonas 1.222 1.2 21.6 3. apêndice metodológico).6 7. Rio Grande do Norte 404 319 12.8 . além da conjunção carnal.0 143 92 9.7 17.8 665 710 10.3 0.6 114 165 3..1 3.018 40.2 1 147 0. necessariamente. ..5 11.0 48 54 2.204 34. absolutos Taxas (5) Ns.2 2.. a incluir "tentativa de atentado violento ao pudor".1 597 599 3. absolutos Taxas (5) dados (2) Unidades da Federação 2011 (6) 2012 2011 (6) 2012 2011 (6) 2012 2011 (6) 2012 Brasil 43.1 adequadamente.681 35. Segurança Pública.3 2. (.9 1.058 988 29.852 4.) Informação não disponível.7 Mato Grosso 1. "atentados violentos ao pudor". (9) No RS.4 36.218 3..7 no âmbito do Projeto Pernambuco 1. Desenvolvimento. Grupo 3: Tocantins 363 396 25. policiais registradas e não.925 37. Coordenação de População e Sergipe 321 465 15.3 14.063 1.2 2 5 0..511 14.3 2.0 8.5 15. indicam o número de (8) Os totais de ocorrências registradas no PR referem-se ao somatório vítimas envolvidas. 2012.4 22.8 8.8 36 37 0.015/2009 altera a conceituação de "estupro"..068 2.6 9. .9 qualidade e alimenta o Piauí 238 442 7.9 16 27 0..6 16.742 5. Grupo 2 Nota 2: Grupo 1: alta Maranhão 972 967 14.8 26.6 17.

332 171.1 15.4 22.453 3.960 3.1 5. absolutos Taxas (3) dados (2) Unidades da Federação 2011 (4) 2012 2011 (4) 2012 2011 (4) 2012 2011 (4) 2012 2011 (4) 2012 2011 (4) 2012 Brasil 41.860 28. absolutos Taxas (3) Ns.2 131.1 10.4 Santa Catarina 1.9 105.403 2.3 3.5 151.009 48.1 8.0 37.154 8.308 57.973 34.969 58.940 109.3 171.7 São Paulo 5.623 5.426 750.8 550.533 3.5 10.605 33.705 1.644 5.439 2.0 Alagoas 609 671 19.3 Pernambuco 3.122 127.4 238 1.1 28.290 453.5 135.9 9.4 680.399 46.0 112.4 458.334 84.3 Sergipe 349 418 16.208 7.1 187.190 3.4 76.0 14.3 Rio Grande do Sul (7) 3.7 274.009 143.495 9.429 4.0 32.0 Tocantins 396 385 28.7 305 554 8.141 227.3 27.6 38.704 46.5 4.530 43.590 95.414 112.5 Goiás 1.481 69.282 2. indicam o número de vítimas envolvidas.4 3.981 33.1 21.7 Paraíba 378 559 10.9 657.1 Rio de Janeiro 3.2 3.7 22.5 742.839 4.9 140.8 310.1 Roraima 155 149 33.6 14.473 45.293 4.2 42.8 5.800 339.8 327.1 8 1 0.6 1.770 43.356 72.0 9. (2) Grupos segundo qualidade estimada dos dados registrados (vide apêndice metodológico).9 42.0 44.480 247.651 8.3 232.6 3.2 Grupo 2 Maranhão 1.0 14.790 1.7 427.184 36.9 36.356 1.2 1.858 2.2 11.4 27.0 11.450 114.2 9.260 7.9 168.8 Grupo 4 Amapá 21 76 3.0 80.721 239.5 14.243 12.150 270.727 202.6 231.8 2.270 5.869 7.8 10.7 221.331 1. TABELA 08 · Crimes não letais intencionais contra a pessoa (1).5 3.4 453.519 1.6 243.IBGE.842 385.318 324.242 7.5 8.889 7.2 139.057 500.475 2.0 23.5 41.792 343.938 104.070 15.4 21.396 156. necessariamente.530 622.8 294.053 1.1 92. 22 .9 80.8 2.7 2.539 46.541 238.9 88.9 Rondônia 767 637 48.802 76. ano 6.601 72.2 16.5 2.2 1.2 280.7 40.565 135.8 72.0 Minas Gerais 4.467 25.0 0.6 324.5 627.6 287.407 657.914 14.603 3.9 Espírito Santo 2.161 109.7 2.9 727.8 471.3 14.429 617.956 24.808 18.282 3.766 358.4 9.428 1.2 3.9 2.0 14.103 6.823 168.2 188.9 255.7 1.8 282.8 54.878 406.7 53. 2012.439 159.398 29.612 4.7 400.2 Piauí 418 679 13.3 21. (1) Os dados informados correspondem ao volume de ocorrências policiais registradas e não.2 461. (4) Retificação das informações publicadas no Anuário Brasileiro de Segurança Pública.312 39.284 587.819 3. por tipo Unidades da Federação – 2011-2012 Grupos de Tentativa de homicídio Lesão corporal culposa de trânsito Lesão corporal dolosa Estados segundo qualidade dos Ns.3 65.698 10.136 416.4 Continua Fonte: Sistema Nacional de Estatísticas em Segurança Pública e Justiça Criminal (SINESPJC) / Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp) /Ministério da Justiça.6 37.826 15.258 45.0 122.9 Mato Grosso 1.4 44.751 548.9 387.5 17.9 Distrito Federal 1.376 23.5 428.2 47.7 19.2 54.479 20.903 21.8 176.4 Mato Grosso do Sul 699 582 28.1 Bahia 3.0 135.461 193.2 10.6 8.297 29.9 343.1 25. Fórum Brasileiro de Segurança Pública.265 10.9 5.0 943.2 8. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística . (3) Por 100 mil habitantes.4 207.2 15.5 145.753 4.6 Grupo 3 Rio Grande do Norte 193 314 6.223 173.1 Grupo 1 Acre 350 325 46.1 354 274 4.3 3.6 Amazonas 799 508 22.081 173.237 84. absolutos Taxas (3) Ns.619 388.878 3.484 326.064 189.5 219.070 1.382 715.608 3.5 Pará 705 1.4 21.946 739.180 1.9 478 736 69.502 8.954 297.0 3.114 10.1 105.586 3.437 483.833 78.144 10.764 3.0 3.321 9.0 Ceará 852 1.7 31.268 5.2 3.652 27.7 39.3 29.412 20.2 23.502 451.119 3.861 326.9 143.0 Paraná (5) (6) 1.

População e Desenvolvimento.5 3.4 ...6 315 280 3. - Paraíba 135 105 3.0 .1 ..7 3 9 0.705 28.5 7. . ..7 2.627 2.2 8.) Informação não disponível. e a capitulação do crime é oriunda dos inquéritos das Polícias Civil e Militar.. ..242 1.6 2.0 573 889 22. .3 6.502 54. Conclusão (5) Os dados de tentativa de homicídio no PR foram informados a partir do número de vítimas.0 . - Coordenação de População e Grupo 2 Indicadores Sociais.7 3.3 5. Maranhão 2.8 313 124 5.8 0..2 50.9 402 458 11.6 Espírito Santo 335 320 9.3 329 369 13.4 qualidade e não alimenta o Grupo 3 SINESPJC adequadamente.329 .1 1. 12.7 Minas Gerais .651 4. .1 2.4 12. .2 Nota 2: Grupo 1: alta qualidade Piauí 131 213 4.7 6.0 Mato Grosso 1.8 Grupo 1 Acre 111 79 14.996 12.393 43. ..665 11.9 10. (6) Para as demais categorias.502 7. os totais de ocorrências registradas no PR referem-se ao somatório das naturezas constantes nos boletins da Polícia Civil e Polícia Militar (Boletim Unificado)..1 0. 41 . Grupo 4: baixa qualidade e Grupo 4 não alimenta o SINESPJC Amapá 18 27 2.9 Paraná (5) (6) 658 699 6.6 3.814 24.7 0..1 0.4 52.078 19. .2 14. Rio Grande do Norte 391 258 12. - Alagoas 34 20 1. .1 Pará 35 234 0.6 Nota: Estimativas populacionais Rio de Janeiro 2.848 36.5 5. absolutos Taxas (3) dados (2) Unidades da Federação 2011 (4) 2012 2011 (4) 2012 2011 (4) 2012 2011 (4) 2012 Brasil 23.3 Mato Grosso do Sul 200 282 8. as informações passadas ao SINESPJC contém os dados da Polícia Civil e da Brigada Militar.1 .7 32.9 17.0 54.0 5.4 122. absolutos Taxas (3) Ns.8 228 225 6.0 35. - qualidade e alimenta o SINESPJC Santa Catarina 3.8 elaboradas no âmbito do Projeto Rio Grande do Sul (7) 3.0 2.4 12. 62.3 . 0. (-) Fenômeno Inexistente. - Distrito Federal 114 318 4.6 2. .532 7.1 . . .371 16. 23 .3 14.6 Pernambuco 230 218 2. Grupo 3: alta Tocantins 102 134 7.048 30.7 0.0 33. .6 1..6 .2 6.1 10.. (7) No RS.232 3. Outros crimes resultantes Grupos de Outras lesões corporais culposas em lesão corporal Estados segundo qualidade dos Ns.2 35.007 24.. .6 563 380 35..858 2.885 3. .6 116 137 0.2 .. - Amazonas 465 55 13.3 14.2 11.1 28. .6 Ceará 6 8 0.3 UNFPA/IBGE (BRA/4/P31A) - São Paulo 4.3 761 1.7 23. (.5 211 148 15.8 Goiás 394 358 6.5 23 1 0.414 3.3 e alimenta o SINESPJC Rondônia 634 804 40.1 0. .9 adequadamente.284 347 19.5 adequadamente.1 11.736 9..0 4.0 Bahia 1.006 2.. Grupo 2: baixa Roraima 32 20 7.4 8.820 103.3 adequadamente.9 9 37 1..9 6.3 9.743 1.4 68 50 0.628 40.3 12. Sergipe 141 128 6.1 17.3 5. .

0. 36 67 0. 10 7 0..4 224 284 1. .. Pará . . . .. 0. .3 0. . - Paraná . 0.. . - Distrito Federal . .. . . . - Goiás . .. .. .2 . . .. .3 ...0 0. . . 3 .. .. 0.. . . 0. Rio Grande do Sul 4 ..1 . . ..0 Rio de Janeiro (5) .. .. ..1 0.. - Rondônia ..1 0. . . absolutos Taxas (3) Ns..1 . .1 0. .1 .. . .0 - Mato Grosso do Sul .. 1 11 0. . .. .6 2. - Continua 24 . . .0 147 165 1.1 1.. . .0 - Bahia 60 60 0.. Ceará . .0 Sergipe 1 .1 7 2 0. 2 .1 . 0.1 0..... . 3 . . . 0. 0. .. . . . .. - Grupo 3 Rio Grande do Norte . .0 4 5 0.. .0 . 7 7 0.. .. .6 1 2 0.0 . . Piauí . ... . 1 .1 41 41 0.3 5 2 0. 6 17 0.3 0..1 . ..4 0. . .1 0. . 0. . .2 1 . absolutos Taxas (3) dados (2) Unidades da Federação 2011 2012 2011 2012 2011 2012 2011 2012 2011 2012 2011 2012 Grupo 1 Acre . 0... . . .. 1 . 9 .5 . 2 7 0.6 . . . São Paulo 23 17 0. . Pernambuco . .. .. . . .6 ...1 0.1 0.0 Tocantins 1 .7 . 3 5 0.7 0.3 . - Santa Catarina 2 9 0. - Grupo 2 Maranhão . . . 2 4 0..0 . .3 0.0 0. Amazonas 1 . . por tipo (1) Unidades da Federação – 2011-2012 Pessoas mortas em confronto Pessoas mortas em confronto Pessoas mortas por policiais Grupos de com a Polícia Civil com a Polícia Militar civis em outras circunstâncias Estados segundo qualidade dos Ns. . 0.0 . 0..... 0.. 0. . . ... 0.1 . .. . . 2 4 0.. .. Grupo 4 Amapá ... ..0 438 546 1. .... . . . . .. .3 0. ..1 1 .3 .. .. . . . ... 2 26 0. - Minas Gerais ..1 0. .1 .. . 3 . - Paraíba 2 .1 Roraima .0 0.4 .2 0. .. . .. .... .. .... . .. - Alagoas .. - Mato Grosso .4 1... .8 . ..5 .. . 1 . 21 21 0. TABELA 09 · Ocorrências envolvendo policiais... .... . . . - Espírito Santo 1 1 0. . absolutos Taxas (3) Ns. 0.0 24 31 0.2 .0 0.. . .2 0. .. .. . ..6 0. . 2 . ..

..7 - Ceará . .... .4 - Bahia 3 .. .1 0. .. . ... - Espírito Santo 1 ..1 1 .1 .0 . . . . . 0. . 0. . .2 - São Paulo 6 10 0. 1 .3 Rio Grande do Sul . .1 0.. 0. . .. . . .. 0.0 12 2 0.. .. - Alagoas . Pará .1 .5 0. 1 . . . . - Mato Grosso 6 3 0. . . .. 1 .1 . .. . ... - Goiás 2 1 0.1 1 . Pessoas mortas por policiais militares em outras Policiais Civis mortos em Grupos de circunstâncias serviço Estados segundo qualidade dos Ns... . ... . - Rondônia 1 1 0. . 1 .0 0. 0.. . .. 0... . - Santa Catarina 4 5 0. 2 .. . 0. . . .. - Continua 25 . .. . . . 0. - Paraíba .. - Grupo 2 Maranhão .... 0.. . - Paraná . . . .4 Grupo 4 Amapá .. absolutos Taxas (3) Ns. . .. 0.0 . - Roraima .2 0. 1 . . . . .. absolutos Taxas (4) dados (2) Unidades da Federação 2011 2012 2011 2012 2011 2012 2011 2012 Grupo 1 Acre . . 5 3 0.. . .0 .2 Rio de Janeiro (5) .5 Amazonas 1 4 0.. - Minas Gerais .. ...3 0. .. 0..1 Sergipe .. . 1.0 0. 0.... .. .1 . . . . ... . .. 2 . . . . . .0 .. . 4 . 3 .0 0... 0... - Tocantins . . . .2 0.. . - Distrito Federal . 0.0 .1 ... . 1 .. .1 . . 1 . Piauí .5 Pernambuco 17 10 0.7 - Grupo 3 Rio Grande do Norte . .4 Mato Grosso do Sul . . 0... .. 1 .

0.. .1 0. Fórum Brasileiro de Segurança Pública. (4) Por grupo de mil policiais. 2 . . 1 . - Rondônia . 0. . 15 . .. .4 Grupo 2 Maranhão 1 2 0. . . Coordenação de População e Indicadores Sociais. . . .2 0.7 Ceará ..2 . . .2 0. 0. absolutos Taxas (4) Ns.1 . .1 Paraná ..1 .. 0.. . . . 0. . 0. 1. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística . . . . . .2 Minas Gerais . . 23 . . absolutos Taxas (4) dados (2) Unidades da Federação 2011 2012 2011 2012 2011 2012 2011 2012 2011 2012 2011 2012 Grupo 1 Acre . . Grupo 4: baixa qualidade e não alimenta o SINESPJC adequadamente. 0... 1 . . .. 0. 1 . . . . Grupo 4 Amapá .2 1 1 0.0 1. 0.0 .. . . . . 0.. .. 0.. . . - Goiás 1 1 0. . . . 1. .. . . . . . .4 Pernambuco 2 2 0.... . 1. . . . . Nota 2: Grupo 1: alta qualidade e alimenta o SINESPJC adequadamente. 0.1 - Mato Grosso do Sul . 7 .3 5 4 0. ..1 Rio Grande do Sul .. . - Mato Grosso .. 1 . . 1 . .6 1. ... .9 1 .4 0. (2) Grupos segundo qualidade estimada dos dados registrados (vide apêndice metodológico).1 ... .... . 2 . ..2 0. 2 1 0. ..4 Bahia . .2 0. .5 1..1 8 4 1.3 2 .4 0. 1. . (3) Por 100 mil habitantes. . . 3 . .1 - Espírito Santo .. . São Paulo 8 10 0. . 1 .2 Amazonas 1 1 0.5 Grupo 3 Rio Grande do Norte .. . . . .0 Rio de Janeiro (5) 10 10 1. .0 0. . ... 1 7 0.1 9 19 0.. .9 Sergipe . .. .3 Tocantins ... por tipo (1) Unidades da Federação – 2011-2012 Policiais Civis mortos fora de Policiais militares mortos em Policiais militares mortos fora Grupos de serviço serviço de serviço Estados segundo qualidade dos Ns. . . . Pará .4 Piauí .1 0.. 4 3 0. Nota: Estimativas populacionais elaboradas no âmbito do Projeto UNFPA/IBGE (BRA/4/P31A) .5 0...1 . 9 .. .1 0.4 1 2 0. (1) As informações desta seção correspondem aos dados extraídos exclusivamente do SINESPJC.1 0. .1 Distrito Federal ... - Conclusão Fonte: Sistema Nacional de Estatísticas em Segurança Pública e Justiça Criminal (SINESPJC) / Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp) / Ministério da Justiça.. .População e Desenvolvimento. 0. . . 2 .TABELA 09 · Ocorrências envolvendo policiais. 3 1 0. (-) Fenômeno Inexistente.1 1 1 0. 1 .. . 0.. . .5 0.. - Santa Catarina .3 .7 10 21 0. . . .. 2 2 0.. 1 .2 35 79 0. .. 2 . . 1 ..5 6 3 0. .1 1 23 0. .3 16 14 0.1 6 14 0.1 0. . 0.0 . 0... .3 0. Grupo 3: alta qualidade e não alimenta o SINESPJC adequadamente. 1.. . .. ... . (5) Os dados sobre policiais militares mortos em serviço e fora de serviço foram coletados junto ao Instituto de Segurança Pública (ISP) do Rio de Janeiro. . 2 .4 . .2 ..6 . - Alagoas . . absolutos Taxas (4) Ns. .2 .5 0. . 1 . .IBGE. . 1. ..1 0.. ...3 0.. .. .0 . 26 ..2 0.. . . . . .3 1 . .2 Roraima . - Paraíba . Grupo 2: baixa qualidade e alimenta o SINESPJC adequadamente.. .

27 .

3. (3) Inclui as categorias CID-10: X85-Y09 Agressões.955 68.5 Roraima 40 59 83 60 70 9.2 23.692 4.7 34.209 1.7 28.0 10.8 Mato Grosso 839 885 949 1.6 32.3 61.970 34.1 36. indicam o número de vítimas envolvidas.8 7.378 3.7 31.8 Pará 3.199 31.8 24.178 1.076 22.8 São Paulo 4.340 26. 19.1 16.1 Grupo 4 Amapá 206 96 30 23 73 33.2 Alagoas 2.813 1.6 17.0 40.509 5.. (4) Os dados informados correspondem ao volume de ocorrências policiais registradas e não.4 29.273 1.8 28.6 37.049 1.1 Minas Gerais 2.3 19..2 32.2 20.5 15. 19.814 1.0 Bahia 4.1 Mato Grosso do Sul 588 442 471 459 404 25.3 33.3 33.0 18.663 1.399 1.2 22.063 2.0 .470 1.5 Distrito Federal 724 812 854 761 839 28.7 Grupo 3 Rio Grande do Norte 972 702 953 1.4 31..2 Rio de Janeiro 5.1 33.780 4.7 25.108 1.1 .3 13.0 25.518 43.8 25.4 10.3 38.8 44.0 38.4 13.4 27. Fórum Brasileiro de Segurança Pública.1 44.667 1.862 4.9 30.5 16.931 4.0 39.1 Espírito Santo 1.328 3..829 5.191 3.998 .0 30.183 2.4 Rondônia 451 520 582 415 422 30.5 Rio Grande do Sul (9) 2.548 2.6 26.3 Tocantins 236 262 263 277 308 18.866 3.0 70.8 16.015 1.9 28.7 19. .005 47.545 1.125 11.4 31.755 2.2 31.1 38.464 5.164 3.1 24.323 27.5 17.637 786 1.2 34.574 4.6 20.084 50.1 33.0 49.4 Pernambuco 4.880 2.068 1.5 31.4 20.460 1.7 Ceará 2.3 32.272 48. 28 .1 Goiás 1.3 26.096 1.6 34.172 2.3 41.5 47.0 17..2 18. necessariamente.573 1.3 4.376 3.534 4.4 22..8 Amazonas 739 846 982 1. Sergipe 539 593 657 708 845 27.8 14.3 Paraná (8) 2.3 22.8 24.4 37.491 43.4 Continua Fonte: Sistema Nacional de Estatísticas em Segurança Pública e Justiça Criminal (SINESPJC) / Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp) /Ministério da Justiça..604 1.555 4.762 3.0 33..019 1.8 33.614 17.133 22.6 47.483 1.0 Grupo 2 Maranhão 1.8 Grupo 1 Acre 177 200 .068 1.0 28.0 19.032 28.8 21.606 4.0 16. (5) Retificação das informações publicadas em edições anteriores. Ministério da Saúde/DATASUS.5 41.950 3.0 29.657 24.2 24.393 3.IBGE.2 23.5 3.4 34.501 24.271 3.8 11.9 .875 3. Latrocínio e Lesão Corporal seguida de Morte.3 21.5 44.2 29.0 14.554 1.9 40.0 76...0 17. (2) A categoria "Crimes Violentos Letais Intencionais" agrega as ocorrências de Homicídio Doloso..6 15.9 13. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística . Absolutos (4)(5) Taxas (6) qualidade dos dados (1) Unidades da Federação 2008 2009 2010 2011 2012 2008 2009 2010 2011 2012 Brasil 45.4 10.764 31..2 18.180 11.9 Santa Catarina 833 883 643 876 852 13.229 50.382 2.081 24.0 Piauí 309 276 242 349 517 9.885 44.3 26. TABELA 10 · Comparação de fontes estatísticas para mortes violentas Unidades da Federação – 2008-2012 Grupos de Crimes violentos letais intencionais (CVLI) (2) Estados segundo Ns.9 32.6 38. 148 184 26.6 Paraíba 908 1.787 5.7 11.4 30.595 3.4 11.4 42.9 8. (1) Grupos segundo qualidade estimada dos dados registrados (vide apêndice metodológico).7 14.5 19.126 1.3 31.

042 .7 32..3 37. Pará 2. 28. 50.... São Paulo 6.. 19..4 . (8) Os dados de CVLI no PR foram informados a partir do número de vítimas..629 . Mato Grosso 942 999 978 995 .118 6. 32.5 18.493 1. 34.População e Desenvolvimento.. Grupo 3: alta qualidade e não alimenta o SINESPJC adequadamente.. as informações passadas ao SINESPJC contém os dados da Polícia Civil e da Brigada Militar..573 ..4 19.868 2.) Informação não disponível.6 36.331 .. 24.3 33.754 1.5 21.260 52..1 38..229 2. 18.457 1. Piauí 387 398 430 461 ... (7) Os dados de mortes por agressão correspondem ao número de vítimas.7 32.5 22.....7 .765 5.6 34.6 34.7 21.7 ....383 5.7 . Rondônia 480 536 544 447 .540 3.714 3..1 13. Grupo 4 Amapá 211 191 258 208 ... Nota 2: Grupo 1: alta qualidade e alimenta o SINESPJC adequadamente.869 3. Santa Catarina 789 800 812 797 .057 .. Grupo 2 Maranhão 1..395 5.235 .021 1..6 22.7 .8 33.6 34.8 26.. 30.074 5..3 . 39.. Distrito Federal 873 1. Minas Gerais 3.4 26....627 4.0 31.9 36. Grupo 2: baixa qualidade e alimenta o SINESPJC adequadamente.887 1...451 .3 46.387 1..619 .0 30.031 2.1 . 34. Grupo 3 Rio Grande do Norte 720 791 815 1.8 32.1 22..8 27....5 18... 34...2 31.0 47.7 40. Ceará 2.7 23... Espírito Santo 1...0 30.6 . 29 .2 25. Grupos de Mortes por agressão (3) Estados segundo Ns.064 2.763 5. 19. Mato Grosso do Sul 690 727 638 668 .. 12..4 .198 .8 41. 19.948 1.2 39.6 . Grupo 1 Acre 133 152 165 168 .792 1.606 3.794 1.464 .1 .. (9) No RS.0 25.076 1.997 3.806 5. 29.8 20.326 5.2 . 26.168 2..3 66.. 27.267 4..5 30.453 3. Paraná 3..9 36. Coordenação de População e Indicadores Sociais.. Roraima 105 117 123 95 . (. 60..8 33. 25..8 14.5 30..5 ....7 .4 31.996 1.0 22..4 35.3 14.8 27....6 25.7 32. 56. Goiás 1..086 2.7 38.695 3.. Pernambuco 4.113 51. Alagoas 1.3 59..788 ..6 34.. 13..289 .872 2.4 .4 30. 32.7 .4 . 31.367 2.5 . 21. Bahia 4.681 .2 .214 .5 31. Rio de Janeiro 5. Rio Grande do Sul 2.2 25. Nota: Estimativas populacionais elaboradas no âmbito do Projeto UNFPA/IBGE (BRA/4/P31A) .567 ..2 40.0 .8 72. Absolutos (7) Taxas (6) qualidade dos dados (1) Unidades da Federação 2008 2009 2010 2011 2012 2008 2009 2010 2011 2012 Brasil 50.4 ..431 3.7 13.692 2.2 51.243 1.... Conclusão (6) Por 100 mil habitantes..... 32...268 .3 32..4 27.005 882 977 ...434 52. 14...7 44.9 28.896 2.4 12.9 15..7 42.0 ..8 22.0 22.4 . 23..078 . Sergipe 574 663 690 739 ...0 13.5 .3 19..9 39.0 12.2 32.8 28...3 . Amazonas 827 915 1..1 35...1 27.. Grupo 4: baixa qualidade e não alimenta o SINESPJC adequadamente. Paraíba 1...4 ..954 3.9 27..1 13..1 38.6 .445 3.5 38.4 27. Tocantins 232 284 313 357 .5 ... e a capitulação do crime é oriunda dos inquéritos da Polícia Civil e Militar..4 57.3 20..269 1. 24....

MAPA 01 · Registros de Homicídio Doloso – Variação das taxas por 100 mil habitantes Unidades da Federação .2011 .2012 Crescendo acima de 10% no período Crescendo de 0 a 10% no período Decrescendo de 0 a 10% no período Decrescendo acima de 10% no perodo 30 .

A partir De fato é preocupante o aumento dos daí observou-se um mudança na distribuição homicídios verificados nas regiões Nordeste. Ceará (40. regional das mortes violentas. Uma pequeno crescimento de 4.3%. Alagoas mudanças nos últimos anos.3%) de São homicídios da região foi 39.5 para 24.8) seguida da região Nordeste (29. Se comparado revelam boas perspectivas.2% do número Brasil têm variado pouco. Paraíba e Pernambuco (-19. Também comparando significativas nas taxas de homicídios. Entre 2005 e 2012.2%). (58. Este quadro.2).4%) e Centro-Oeste (7. A região Sul apresentou um para cada grupo de 100 mil habitantes. pode Entre os estados com as estatísticas dar a falsa impressão de que ocorreram poucas criminais mais confiáveis em 2012.9%). Sul (11. 1980 e 2004. como o ano de 2005. Desde 2007. se comparada com Sudeste apresentou 38.1% dos homicídios ocorridos no país.3%). quando o Fórum Brasileiro registrou aumento expressivo no número de de Segurança Pública começou a sistematizar homicídios (30. a queda dos Em 2012.É possível reverter a espiral da violência Arthur Trindade Maranhão Costa 1 1 Professor adjunto da Universidade de Brasília e membro do conselho de administração do Fórum Brasileiro de Segurança Pública. Norte (8. brasileiros.3 homicídios Amazonas (80. região Nordeste respondeu por índices de mortes violentas em alguns estados 40.2%). a região Sudeste respondia Mato Grosso do Sul (14. verificaram os menores índices de homicídios.5) apresentaram as maiores taxas importantes variações entre as regiões e estados de homicídios.4% dos homicídios no Brasil.7) O quadro de homicídios apresentou e Bahia (38. 31 . entretanto.2%. o crescimento do número de os estados do Rio de Janeiro (-40. com destaque Paulo (-36.6). com destaque para Tocantins as estatísticas dos crimes violentos letais e (47.6%). A região Norte intencionais (CVLI). Em 2005.3%).4) e Minas Gerais (19.9). Ao passo que São Paulo (11. a região Centro-Oeste é possível reverter a espiral da violência. com o ano de 2005. Apenas a região pequena variação de 8%. Pará (42.7%) e Distrito Federal (32. Mato Grosso do Sul (-31. com destaque para o estado do a taxa aumentou de 22.1% de queda no número a variação de 127% verificada entre os anos de de homicídios em relação a 2005. Paraíba (48. Piauí (15.2).9%) registraram quedas (186%) e Bahia (176%). Centro-Oeste e Norte. Entre 2005 e 2012 de homicídios. Portanto.5).7%).3%). Entretanto.6%). as taxas de homicídios do apresentou crescimento de 26.7%) para os estados do Ceará (117. Rio por 43. Grande do Sul (18.

Nota: Estimativas populacionais elaboradas no âmbito do Projeto UNFPA/IBGE (BRA/4/P31A) .População e Desenvolvimento.1 8.9 28.5 31.3 Goiás 1.086 2.455 2.380 34.1 38.9 36.5 8.359 1.3 19.7 25.0 33.533 39.4 11.4 22.1 27.7 40.289 633 879 30.042 615 779 25.5 Paraná 3.6 7.648 2.056 2.2 14.451 4.7 19.737 27.5 8. (2) Por 100 mil habitantes. Coordenação de População e Indicadores Sociais.896 2.985 18.3 24.267 4.4 27.2 39.464 2.6 36.0 47.5 21.8 28.3 7.6 19.788 2.806 5.4 Rio Grande do Sul 2.445 3.3 25.2 55.5 30.457 1.619 1.4 Amazonas 1.1 Paraíba 1. (3) Inclui a categoria CID-10: X85-Y09 Agressões (4) Inclui as categorias CID-10: X93 Agressão disparo de arma de fogo de mão.) Informação não disponível.063 31..0 11.4 Rio de Janeiro 5.235 2.6 São Paulo 5.937 66.8 14.1 29.3 36.7 12.567 4.7 7.493 1. X94 Agressão disparo arma fogo de maior calibre.763 5.4 24.2 Conclusão Fonte: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística .064 2.520 2.1 19.1 Pará 3.331 2.076 1.198 36.5 Ceará 2.5 22.358 51.2 24.414 32.6 6.4 14.495 1.057 1.540 3.8 14.7 29.7 23.4 24.1 Acre 165 168 62 50 22.2 25.8 72. (-) Fenômeno Inexistente.7 Mato Grosso do Sul 638 668 339 364 26.260 52.573 812 939 22. X95 Agressão disparo outra arma de fogo ou Não Especificado.7 24.268 1.2 Rio Grande do Norte 815 1.2 32.5 15.721 1.4 5.3 20.4 38.0 13.0 14. Federação 2010 2011 2010 2011 2010 2011 2010 2011 Brasil 52.3 37.3 18.792 36.1 Roraima 123 95 29 25 27.165 41.IBGE. Fórum Brasileiro de Segurança Pública.7 Minas Gerais 3.9 28.231 14.8 Sergipe 690 739 461 526 33.6 Piauí 430 461 220 264 13.082 46.2 Tocantins 313 357 125 157 22.449 4.118 3.6 Amapá 258 208 103 78 38.3 25. (1) Os dados de mortes por agressão correspondem ao número de vítimas.5 9.382 38.6 Pernambuco 3.692 2.434 3.681 1.6 25.629 3.4 22.3 19.3 18.630 2. 32 .5 27.6 7.7 32.7 42.536 31.4 21.5 12.4 Santa Catarina 812 797 477 481 13.078 2.5 6.2 Espírito Santo 1.214 1.4 35.606 3.8 32. TABELA 11 · Violência Armada Brasil e Unidades da Federação – 2010-2011 Ns.794 1.7 31.7 38.215 1.270 1.2 27. (.2 Distrito Federal 882 977 630 710 34.2 61. Absolutos (1) Taxas (2) Mortes por Mortes por Mortes por agressão Mortes por agressão agressão (3) utilizando arma agressão utilizando arma de fogo (4) de fogo Unid.7 Alagoas 2.529 19.3 Maranhão 1.4 18..2 Rondônia 544 447 348 285 34.1 Mato Grosso 978 995 568 605 32.8 Bahia 5.0 12.1 13.627 4.8 21.4 15.4 22.7 32. Ministério da Saúde/DATASUS.

9 Piauí 57.0 Mortes por agressão COM uso arma de fogo Mortes por agressão SEM uso de arma de fogo Fonte: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística .5 62.2 Alagoas 85.8 39.2 Rio Grande do Sul 74. 33 .3 Espírito Santo 80.4 23.7 Santa Catarina 60.5 Pará 67.6 Paraná 71.8 36.1 26.2 28.0 26.7 Rondônia 63.2 Mato Grosso do Sul 54.7 Rio de Janeiro 74.3 73.4 30.2 Roraima 26.6 São Paulo 57.Gráfico 01 Violência Armada Brasil e Unidades da Federação – 2011 0% 10% 20% 30% 40% 50% 60% 70% 80% 90% 100% Brasil 70.8 Tocantins 44. Fórum Brasileiro de Segurança Pública.8 70.2 31.6 Maranhão 59.6 32.5 45. Ministério da Saúde/DATASUS.4 29.3 25.5 29.3 Mato Grosso 60.4 14.8 25.8 25.5 Pernambuco 73.5 Amazonas 68.4 14.0 56.7 27.6 Amapá 37.6 Sergipe 71.IBGE.6 Acre 29.6 Ceará 74.5 Minas Gerais 70.2 Rio Grande do Norte 74.4 42.4 39.0 Distrito Federal 72.5 28.7 40.4 Paraíba 85.8 Bahia 76.2 Goiás 69.3 42.8 19.

3 645 73. Ns.4 152 58.8 100 39.7 148 26. Federação Brasil 280 1.0 649 3.8 41 4.1 38 4.2 79 53.7 16 37.3 Sergipe 2 0.5 90 40.2 115 20.1 137 68.4 77 57.8 48 1.9 79 39.3 456 54.1 374 42.0 Alagoas 8 1.7 1.7 14 1.8 7.0 18 48.031 79.8 1.2 Mato Grosso do Sul 6 1.5 Espírito Santo 7 1.2 52 81.5 29 3.7 298 92.5 86 56. Unid.6 5 1.8 32 3.7 645 20.7 614 78.3 336 23.População e Desenvolvimento.7 126 42. por faixa etária (1) Brasil e Unidades da Federação – 2010 Mortes por agressão (2) Menor de 10 anos 10 a 14 anos 15 a 19 anos 20 a 24 anos 25 a 29 anos 30 a 34 anos 35 a 39 anos Absolutos Absolutos Absolutos Absolutos Absolutos Absolutos Absolutos Taxas (3) Taxas (3) Taxas (3) Taxas (3) Taxas (3) Taxas (3) Taxas (3) Ns.7 343 52.0 Continua Fonte: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística .9 808 22.0 Amapá 3 2.5 302 47.3 103 20.7 577 33. Ns.8 27 7.8 Goiás 8 0.1 2 2.9 34 29.987 63.4 1.4 190 61.6 Maranhão 9 0.0 764 102.8 407 41.703 33.1 307 88.3 518 178.5 17 7.2 569 61.9 162 23.5 185 75.6 79 35. Ns.8 596 35.0 Mato Grosso 4 0.8 171 77.2 104 22.6 232 40.9 254 47.3 29 37.9 444 80.7 21 29.3 168 59.5 596 72.0 33 10.4 129 44.5 8 3. 34 .0 62 47.3 153 57.4 22 46.5 2 2.7 387 119.3 760 84.1 São Paulo 44 0.2 11 3. (2) Inclui a categoria CID-10: X85-Y09 Agressões (3) Por 100 mil habitantes em cada faixa etária.8 81 55.9 961 26.5 37 32.7 Pará 12 0.884 43.3 263 106.352 103.0 312 60. (1) Os dados de mortes por agressão correspondem ao número de vítimas.0 99 49.9 94 31.8 23 52.5 368 46.1 950 69.1 328 58.8 453 53.IBGE.2 Rio Grande do Sul 20 1.1 144 54.9 14 29.0 3 1.0 113 20.1 815 99.5 266 49.9 114 40.6 4 1.1 42 20.2 197 26.6 686 51.8 559 71.2 141 74.4 246 28. TABELA 12 · Mortes por agressão.6 261 76.2 132 46. Ministério da Saúde/DATASUS.757 45.2 2 1.4 89 52.1 62 25.6 387 142.9 24 4.7 10.8 211 65.0 6.6 1.7 161 76.9 Acre 4 2.8 735 62. (-) Fenômeno Inexistente.0 112 50.2 Distrito Federal 2 0.5 60 81.0 2 3.9 55 80.3 Rio de Janeiro 21 1.3 475 77.2 Minas Gerais 18 0.7 62 3.097 83. Ns.4 442 59.2 80 29.7 Pernambuco 11 0. Ns.2 317 53.9 424 35.6 777 44.7 4.1 Paraná 16 1.8 11 3.6 389 124.3 Santa Catarina 5 0. Ns.9 89 41.6 Rio Grande do Norte 1 0.3 212 42.1 Amazonas 11 1.7 309 38.233 54.4 29 8.7 9. Fórum Brasileiro de Segurança Pública.5 159 43.3 20 21.4 980 25.4 39 28.6 5 3.7 244 69.6 722 56.4 Bahia 30 1.6 Paraíba 11 1.4 Rondônia 7 2.0 60 4.2 22 47.5 Piauí 5 1.3 86 6.9 346 38.7 164 34.4 20 6.8 448 62.5 333 50.4 559 16.4 196 65.1 28 47.0 625 88.2 67 31.4 202 67.9 23 34.6 349 115.4 125 31.3 530 65.6 283 86.0 94 37.8 133 51.4 Ceará 11 0.2 94 40.2 Tocantins 3 1.5 25 45.1 184 64.7 12 40.8 53 6.056 79.2 Roraima 1 1. Coordenação de População e Indicadores Sociais.2 60 38. Nota: Estimativas populacionais elaboradas no âmbito do Projeto UNFPA/IBGE (BRA/4/P31A) .5 14 3.4 62 34.0 499 31.0 67 53.2 97 41.

5 13 544 34.3 6 36.5 .8 Distrito Federal 49 26.8 Rio de Janeiro 322 28.5 24 2.7 101 17.1 12 12.0 .1 53 17.2 8 27.0 49 8.5 Amazonas 55 28.2 3 17.493 22.3 15 25.1 34 21.7 Paraná 217 28.5 191 24.6 113 21.0 29 16.1 58 18.606 34.267 32.4 57 12.4 33 9.0 291 6.7 58 21.9 .9 Rio Grande do Norte 54 25.763 41.6 90 24.0 70 14.0 21 21.5 56 41.8 Amapá 15 40.6 Maranhão 91 25.1 174 5.794 51.5 140 21.1 31 27. 258 38.8 126 16.6 20 10.3 60 28.7 373 5.9 22 19.9 110 37. Mortes por agressão (2) 40 a 44 anos 45 a 49 anos 50 a 54 anos 55 a 59 anos 60 anos ou mais Idade Ignorada Total Absolutos Absolutos Absolutos Absolutos Absolutos Absolutos Absolutos Taxas (3) Taxas (3) Taxas (3) Taxas (3) Taxas (3) Taxas (3) Ns.8 44 1.7 Mato Grosso 64 30.3 122 10.6 49 19.3 Rondônia 51 48.7 33 9. 690 33.9 31 8.0 Goiás 128 29.6 53 33.7 29 15.4 66 11.7 Rio Grande do Sul 166 21.1 Sergipe 48 35.6 6 26.0 São Paulo 484 16.7 .3 37 32.6 69 22.0 47 12.8 9 19.0 14 11.3 142 6.470 20.4 85 3.4 37 8.8 117 10. Ns.806 14.1 15 3.5 Pará 238 54.6 80 49.3 7 14.445 39. 2.4 Acre 13 32.896 31.0 15 12.7 82 22.5 166 12.6 25 22.5 114 13.6 21 17.6 49 31.8 1.3 51 56.9 132 14.6 17 10.2 11 1.7 39 25.3 83 12.6 Conclusão 35 .1 11 2.6 .5 38 15.7 7 1.7 88 21. 812 13.0 179 9.3 95 10.7 18 33.2 10 8.4 95 6.3 Santa Catarina 67 14.8 Roraima 13 51.7 Paraíba 86 35. Ns.3 267 11.4 6 29.1 81 15.1 51 14.9 9 430 13.8 33 15.5 119 13.6 24 23.6 6 19.4 8 37.9 Bahia 267 29.5 3 12.5 Alagoas 115 59.1 40 20.1 4 15.4 Tocantins 21 24.4 149 29.6 .9 31 21.1 41 27.6 19 25.7 152 42. Ns.2 366 13.9 1 313 22.9 1.1 43 6.4 14 978 32.9 7 638 26.5 Pernambuco 239 41.540 46.627 18.2 Piauí 24 12.8 61 30.1 4 11. Unid.5 26 28.3 30 41.0 63 34.1 86 37.3 61 10. Ns.1 65 3.2 167 11.7 10 1.664 16.1 13 3.2 25 19.7 113 23.9 20 1.7 5 39.086 66.5 154 5.260 27.7 145 14.2 Mato Grosso do Sul 50 29.2 5 123 27. 815 25.4 21 7.3 159 22.7 23 32.4 83 35.415 26.139 13.1 29 23. 165 22.0 49 20.076 30. Federação Brasil 3.4 35 14.0 13 9.112 52.8 27 18.064 19.3 2.1 31 14. Ns.692 31.1 Minas Gerais 227 16.967 9.1 57 882 34. Ns.2 239 21.457 38.4 1.3 Espírito Santo 118 48.1 Ceará 193 35.8 180 8.6 1.

TABELA 13 · Mortes por agressão. Federação Brasil 265 0.3 431 59.7 374 41.8 860 49. Ns.6 Tocantins 1 0.755 33.9 671 52.5 151 21.0 653 72.4 463 61.4 15 24.5 40 4.5 44 28. Ns.8 19 39.9 13 29.6 36 4.6 230 73.8 Amazonas 14 1.9 27 55.9 437 77.9 329 49.5 442 36. (2) Inclui a categoria CID-10: X85-Y09 Agressões (3) Por 100 mil habitantes em cada faixa etária.5 222 74.4 3 2.8 11 36.8 Maranhão 11 0.3 Bahia 25 1.1 51 3.7 145 75.4 Pará 9 0.2 96 42.9 146 53.6 127 49.6 176 60.7 39 4.8 116 56.4 292 117.4 94 46.7 Rondônia 2 0.8 1225 93.3 186 38.2 Rio de Janeiro 24 1.8 182 81.4 876 23.1 30 5.7 372 56.9 42 20.1 62 46.0 1 1.IBGE.5 330 54.8 11 1. Coordenação de População e Indicadores Sociais.1 41 29.3 156 38.5 676 89.035 52.0 575 64.9 39 1.9 442 52.5 82 38.7 Minas Gerais 23 0.1 159 60.2 59 50.4 834 63.2 579 36.3 24 10.8 58 3.4 688 39.1 275 77. Ns.9 242 65.1 57 42.3 268 51.4 346 99.2 278 85.6 112 50.1 68 46.1 830 23.3 113 51.6 62 48.7 10.0 223 38.2 Santa Catarina 2 0.2 6 1.0 623 79.6 324 59.3 192 25. (1) Os dados de mortes por agressão correspondem ao número de vítimas.4 6.9 632 3.9 921 24.9 137 50.População e Desenvolvimento.2 295 89.1 Mato Grosso do Sul 3 0.8 410 72.4 76 50. 36 . Ministério da Saúde/DATASUS.5 Ceará 9 0.3 60 32. Fórum Brasileiro de Segurança Pública.2 363 119.4 Paraíba 6 1.1 91 30.9 365 41.3 Mato Grosso 2 0.3 289 83.5 9 23.9 Piauí 1 0.9 Acre 2 1.3 366 112.7 19 2.8 Rio Grande do Norte 2 0.3 710 60.3 27 39.8 Amapá 2 1.4 382 139.7 Paraná 15 1.6 495 57.5 739 53.6 294 45.7 270 33.4 179 59.5 Rio Grande do Sul 10 0.5 141 55.0 4.7 4 2.4 43 44.8 115 56.2 67 26.9 103 43.8 26 36.3 97 17.3 690 40.6 384 61.6 Sergipe 3 0.5 262 33.8 132 50.8 552 67.2 1 1.9 49 16.1 35 53.7 593 44.1 21 26.2 Roraima 5 5.5 Continua Fonte: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística .439 60. Ns.5 85 17.8 São Paulo 53 0.4 5 6.7 106 20.8 20 4.2 530 181.0 100 42.9 55 47.0 34 3.3 Distrito Federal 5 1.2 22 7.8 972 72.5 Alagoas 13 2.3 37 10.8 209 41. (-) Fenômeno Inexistente.2 547 16.1 171 59. Unid.6 179 83.9 610 73.4 40 57.4 181 59.9 10 20.7 320 59.2 202 80.8 79 34.6 153 26.0 Espírito Santo 6 1.6 182 62.6 Goiás 10 1.2 523 65.6 7.9 420 133.4 6 2.7 27 47.0 391 27.0 75 49. por faixa etária (1) Brasil e Unidades da Federação – 2011 Mortes por agressão (2) Menor de 10 anos 10 a 14 anos 15 a 19 anos 20 a 24 anos 25 a 29 anos 30 a 34 anos 35 a 39 anos Absolutos Absolutos Absolutos Absolutos Absolutos Absolutos Absolutos Taxas (3) Taxas (3) Taxas (3) Taxas (3) Taxas (3) Taxas (3) Taxas (3) Ns.3 750 91.2 46 61.4 19 6.981 44.1 78 5.8 4 1.0 92 33.4 952 72.2 628 19.3 440 44.8 16 35.7 533 57.7 135 78.2 12 2.1 Pernambuco 7 0. Ns.1 114 39.0 25 7.7 167 57.0 9.8 260 79.2 263 29.997 46.9 8 3. Nota: Estimativas populacionais elaboradas no âmbito do Projeto UNFPA/IBGE (BRA/4/P31A) . Ns.7 136 23.0 557 77.

7 Rio de Janeiro 293 25. Ns. 208 30.9 49 11.3 Rio Grande do Norte 72 33.8 116 19.0 7 33.0 2 168 22.7 Pernambuco 247 42. 2268 72.7 Distrito Federal 53 27.5 49 15.4 Espírito Santo 99 40.1 59 43.557 27.0 216 16.6 1.6 16 13.8 47 41.3 128 35.7 83 27.0 4 13.8 10 18. Ns. Federação Brasil 3.9 75 21.5 170 33.3 60 16.4 8 25.9 48 18.5 Alagoas 139 71.2 95 3331 31.3 .0 Paraíba 90 36. Unid.3 26 20.2 3 11.0 29 7. Ns.6 140 12. Ns.4 Roraima 11 42.2 175 5451 38.5 7 31.9 81 21.574 21.656 16.8 5 28.5 Conclusão 37 .6 18 24.8 107 28.6 112 13.4 Goiás 152 34. Ns.176 14.4 Amazonas 66 33.2 Amapá 16 42.4 106 65.7 5 1289 36.8 29 18.5 117 12.1 42 21.8 12 12.4 224 20.6 Santa Catarina 70 14.3 Mato Grosso do Sul 70 41.3 55 29.7 55 12.4 1 1042 32.6 20 6.1 2.0 3 461 14.2 Rondônia 33 31.4 184 8.4 57 9.7 3 17.9 20 19.6 5 14.8 50 31.6 75 14.0 .5 Sergipe 49 35.0 178 12.8 26 8.8 36 10.8 219 27.8 26 17.3 12 1681 47.2 21 16. Mortes por agressão (2) 40 a 44 anos 45 a 49 anos 50 a 54 anos 55 a 59 anos 60 anos ou mais Idade Ignorada Total Absolutos Absolutos Absolutos Absolutos Absolutos Absolutos Absolutos Taxas (3) Taxas (3) Taxas (3) Taxas (3) Taxas (3) Taxas (3) Ns.7 108 7.4 27 20.9 62 977 37.1 2.2 137 13.4 22 30.5 25 11.7 Ceará 169 30.0 30 32.9 30 17.6 78 14.9 44 25.7 31 4.6 Rio Grande do Sul 160 21.8 26 21.1 9 18.4 Bahia 271 29.7 78 13.1 Piauí 38 19.4 32 15.6 São Paulo 470 15.4 Maranhão 110 30.6 74 12.5 6 25.0 5 19.6 50 24.0 86 12.0 46 29.8 18 995 32.0 43 17.9 8 447 28.6 11 23.2 13 10.3 21 21.5 Pará 213 48.8 311 6.3 106 11.1 240 9.6 86 27.9 13 1573 23.6 117 27.4 64 20.4 41 27.3 26 22.9 131 19.2 1.6 17 4235 21.0 124 16.7 Mato Grosso 98 45.4 Tocantins 21 24.6 9 6. 739 35.7 125 13.8 132 11.5 45 20.4 29 2057 19.1 5 1619 42.7 23 20.7 16 21.0 38 41.8 263 4567 28.9 28 17.5 13 22. Ns.9 3 23.8 197 9.9 1 95 20.9 4 357 25.4 45 29.4 65 3078 40.7 56 25.4 23 12.071 52.6 336 12.7 2 668 27.1 Acre 16 39.2 .7 1 797 12.8 58 24.9 1.0 84 36.4 38 15.2 175 24.4 177 7.7 41 16.9 31 27.8 64 23.8 21 2788 32.0 Minas Gerais 290 21.060 9.7 55 2214 36.5 181 5629 13.2 33 3464 39.5 58 11.198 27.9 140 28.7 Paraná 241 31.

(1) Os dados de mortes por agressão correspondem ao número de vítimas.637 . 548 .210 424 16 1. 620 .076 Bahia 361 774 7 4. Nota: Estimativas populacionais elaboradas no âmbito do Projeto UNFPA/IBGE (BRA/4/P31A) .920 9 213 3. Federação Branca Preta Amarela Parda Indígena Ignorado Total Brasil 14.763 Ceará 299 76 1 1. 38 . 5 313 Conclusão Fonte: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística .896 Maranhão 140 205 1 1.180 .064 Rondônia 141 41 2 344 2 14 544 Roraima 8 6 . TABELA 14 · Mortes por agressão. 64 815 Rio Grande do Sul 1.794 Goiás 382 107 5 1.627 Pará 259 178 5 3.267 Rio Grande do Norte 113 18 .540 Paraíba 47 24 1 1.086 Amapá 25 10 2 194 1 26 258 Amazonas 68 10 .692 Distrito Federal 112 20 .445 Piauí 57 43 1 299 .879 102 6 570 5 44 3.683 2 345 2.631 941 2 2. (2) Inclui a categoria CID-10: X85-Y09 Agressões (-) Fenômeno Inexistente. 30 430 Rio de Janeiro 1. 679 2.População e Desenvolvimento.034 5 59 3.457 Paraná 2.806 Sergipe 58 34 . Coordenação de População e Indicadores Sociais.260 Acre 24 1 .895 1 260 5. 742 . 228 1. 50 690 Tocantins 36 25 .311 1 73 1.071 62 30.912 111 3.452 3 238 5.606 Pernambuco 247 55 1 2. 97 6 6 123 Santa Catarina 661 35 1 94 1 20 812 São Paulo 3.351 3 48 1. 247 .047 4.038 5 192 3. 8 882 Espírito Santo 262 123 1 1.602 227 2 206 1 26 2.115 7 25 1. por raça/cor (1) Brasil e Unidades da Federação – 2010 Mortes por agressão (2) Unid.295 6 320 5.493 Mato Grosso 241 77 2 648 3 7 978 Mato Grosso do Sul 217 38 2 329 43 9 638 Minas Gerais 924 466 2 2. Fórum Brasileiro de Segurança Pública.057 52. 968 5 25 1.IBGE. 95 2 43 165 Alagoas 43 11 2 1. Ministério da Saúde/DATASUS.

Fórum Brasileiro de Segurança Pública.451 Ceará 272 49 2 1.573 Mato Grosso 248 94 2 634 2 15 995 Mato Grosso do Sul 205 32 3 381 42 5 668 Minas Gerais 1. 318 1 29 461 Rio de Janeiro 1.619 Paraná 2.629 Sergipe 55 33 2 646 1 2 739 Tocantins 62 40 1 244 .091 .014 2 156 2.306 5 127 4. Nota: Estimativas populacionais elaboradas no âmbito do Projeto UNFPA/IBGE (BRA/4/P31A) .198 Acre 15 11 1 90 .268 Amapá 26 12 .614 96 5 551 5 60 3. 280 2 12 447 Roraima 4 2 . 88 1. 51 168 Alagoas 74 20 2 2.088 434 26 1.289 Bahia 390 786 6 3.214 Maranhão 194 226 .399 2 91 1.331 Pernambuco 217 67 1 2.681 Goiás 448 136 2 1. por raça/cor (1) Brasil e Unidades da Federação – 2011 Mortes por agressão (2) Unid. 797 .529 4 95 2.TABELA 15 · Mortes por agressão. Ministério da Saúde/DATASUS.889 52.IBGE.584 219 1 225 4 24 2.155 69 31. 3 208 Amazonas 121 25 2 1.567 Rio Grande do Norte 152 57 1 744 . (1) Os dados de mortes por agressão correspondem ao número de vítimas.121 8 24 1.895 4.904 3 174 5. Coordenação de População e Indicadores Sociais.052 138 2. 71 12 6 95 Santa Catarina 661 37 1 87 3 8 797 São Paulo 3.105 22 14 1.057 Rondônia 112 41 .215 579 3 2.406 749 2 2.464 Piauí 58 55 .235 Pará 236 129 3 2.042 Rio Grande do Sul 1.593 1 871 2. 10 357 Conclusão Fonte: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística .078 Paraíba 76 50 1 1. 223 1.663 7 40 3.População e Desenvolvimento. 7 977 Espírito Santo 238 127 2 1.936 5 238 3. 1. (2) Inclui a categoria CID-10: X85-Y09 Agressões (-) Fenômeno Inexistente. Federação Branca Preta Amarela Parda Indígena Ignorado Total Brasil 13.788 Distrito Federal 124 49 .915 6 348 5. 167 .241 1 168 4. 39 .

(1) Os dados de mortes por agressão correspondem ao número de vítimas.0 .2 .1 1 638 26.5 .3 227 4.7 Mato Grosso 896 57. Ns.4 .1 19 5.1 4 3.6 Maranhão 1.465 4.4 Acre 147 39.1 2 2.1 1 3.6 37 4.População e Desenvolvimento. 3.3 78 5.6 46 52.5 251 5.7 Paraíba 1.1 8 5.627 18.9 .806 14.493 22. 313 22.IBGE.2 45 4. (-) Fenômeno Inexistente.3 .518 61.086 66.064 19.723 57. (3) Por 100 mil habitantes em cada categoria. 1.0 71 4.8 80 5.8 .4 .9 11 5.306 86.0 .8 Distrito Federal 803 65. por sexo (1) Brasil e Unidades da Federação – 2010 Mortes por agressão (2) Homens Mulheres Ignorado Total Absolutos Absolutos Absolutos Absolutos Taxas (3) Taxas (3) Taxas (3) Ns.4 339 4.076 30.2 16 4.8 Amapá 242 72.8 Roraima 112 48.2 117 3.4 Tocantins 279 39.1 Sergipe 645 64.1 134 8.5 .322 77.1 4.5 175 9. 1.7 34 5.5 Amazonas 1.8 .1 Ceará 2.0 .457 38.8 172 5. 40 .2 5 5. Ns.4 433 6.619 93.9 Rio Grande do Norte 744 48.4 2 978 32. Unid.2 Piauí 390 25.7 Paraná 3.6 111 3.7 1 1. 2. 1.1 174 4.5 .3 Rondônia 506 63.692 31.896 31.260 27.0 São Paulo 5.267 32.8 . 2.9 Bahia 5. 3.5 Pará 3.763 41.8 Rio de Janeiro 4. Fórum Brasileiro de Segurança Pública.5 1 812 13.909 64.130 25.1 75 6. Ministério da Saúde/DATASUS. 690 33.606 34.7 Rio Grande do Sul 1.8 1 882 34.5 Alagoas 1.3 Espírito Santo 1.7 338 6. 165 22.8 1 544 34.5 40 2.5 230 6.4 117 6. Coordenação de População e Indicadores Sociais.010 57.835 35. 1. Nota: Estimativas populacionais elaboradas no âmbito do Projeto UNFPA/IBGE (BRA/4/P31A) . 815 25.376 42.445 39. 258 38.3 Santa Catarina 700 22.5 Pernambuco 3.0 Goiás 1.6 66 3.540 46.2 Mato Grosso do Sul 562 46.9 18 4.6 671 3. TABELA 16 · Mortes por agressão.194 75.6 Conclusão Fonte: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística . 123 27.952 129.221 33.268 63.340 73.749 51.794 51.4 405 4.1 Minas Gerais 3. 430 13. (2) Inclui a categoria CID-10: X85-Y09 Agressões. Federação Brasil 47.0 . Ns.

(3) Por 100 mil habitantes em cada categoria. Federação Brasil 47.619 50.7 Pernambuco 3.464 39. 1.5 .2 Amapá 189 55. Ns.TABELA 17 · Mortes por agressão.887 74.4 Espírito Santo 1.5 Sergipe 679 66.451 38.1 .078 40. Coordenação de População e Indicadores Sociais.1 Piauí 429 27. 2.5 261 8. 461 14.3 Mato Grosso do Sul 591 47.051 25.3 48 7.7 Ceará 2. 208 30.6 São Paulo 5.6 83 6. 41 .3 .6 48 6.681 47.5 190 4. (-) Fenômeno Inexistente.042 58.9 282 5.5 5 2.2 .8 80 4.443 43.9 138 8.042 32.0 573 2.5 Alagoas 2. 1.235 21.5 4.2 Rondônia 398 49.6 .4 Amazonas 1.4 . Unid.6 Rio Grande do Sul 1.9 60 5.IBGE. Ns.6 .567 28.6 67 52.1 .7 Mato Grosso 906 57.4 1 95 20.População e Desenvolvimento.214 36.7 Paraná 3.9 32 2.5 Pará 2.7 5 5. 1.0 76 2.6 Santa Catarina 721 23.948 64.9 264 5. 797 12.2 .7 Rio de Janeiro 4.4 Tocantins 308 43.850 35.0 Minas Gerais 3.3 .9 77 6.6 6 2. 739 35.2 70 4.289 36.573 23. 668 27. Nota: Estimativas populacionais elaboradas no âmbito do Projeto UNFPA/IBGE (BRA/4/P31A) .5 369 4. 2.7 Distrito Federal 894 71.8 19 5.4 Roraima 84 35.3 Rio Grande do Norte 972 62. Fórum Brasileiro de Segurança Pública.3 . Ministério da Saúde/DATASUS. (2) Inclui a categoria CID-10: X85-Y09 Agressões.130 139.186 54.4 143 7. (1) Os dados de mortes por agressão correspondem ao número de vítimas. 168 22.8 2 995 32.9 457 4.2 1 447 28.9 6 3.7 8 3.4 12 4.619 42.0 1 357 25.9 10 4.777 38.4 Maranhão 1.4 Bahia 4.331 31.5 185 4.9 .7 87 5.598 62.629 13.3 7 3.4 201 3. 1.192 74.8 130 3.788 32.268 72. 977 37.0 Paraíba 1.198 27.515 86.6 1 4.5 Conclusão Fonte: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística . Ns.1 Acre 149 39.0 .2 444 6. por sexo (1) Brasil e Unidades da Federação – 2011 Mortes por agressão (2) Homens Mulheres Ignorado Total Absolutos Absolutos Absolutos Absolutos Taxas (3) Taxas (3) Taxas (3) Ns.512 4.996 72.7 166 9.208 67.476 80.6 1 1.2 19 5.4 Goiás 1.057 19.2 11 5.

importantes. Encurtando as distâncias entre a lei e a política pública Ligia Rechenberg 1 Luciana Guimarães 2 1 Coordenadora de Gestão do Conhecimento do Instituto Sou da Paz. Maior rigor na de armas como pauta prioritária na agenda de fiscalização de categorias que têm acesso a segurança pública.aquele que culmina na dezembro de 2003 interrupção de uma vida. estas Passados quase dez anos da entrada em informações apontam os aspectos que devem vigor do Estatuto. Nesse sentido. há tempos sabemos circulação das armas. a agenda de redução das pila e divulga sobre as causas de mortalidade mortes violentas esteve atrelada a uma demanda dos brasileiros possibilitam que o fenômeno da por maior controle de armas que culminou na violência armada seja compreendido em sua aprovação do Estatuto do Desarmamento em faceta mais extrema . Vale ressaltar que esse per. 2 Diretora Executiva do Instituto Sou da Paz. redução de estoques que as armas de fogo estão por trás da maioria em locais vulneráveis (como fóruns judiciais e das mortes por agressão . para que não dados produzidos). não se pode negar o impacto sigamos lamentando números tão semelhantes das armas sobre esta causa específica de nos próximos anos. 42 .categoria na qual se empresas de segurança privada) são igualmente enquadram os casos de homicídio e latrocínio. armas de fogo. mortalidade. Os dados que o Ministério da Saúde com. o fato de 70% das medidas previstas na lei devem sair do papel e mortes decorrentes de agressões terem sido para isso é preciso que haja uma política nacional cometidas com arma de fogo indica a relevância consistente que vá além das campanhas de e a urgência de se colocar o tema do controle entrega voluntária de armas. ou seja. integração entre bancos de centual é muito semelhante ao verificado nos dados que possibilitem rastrear a origem e a anos anteriores. os dados aqui apresentados ser priorizados numa agenda de enfrentamento apenas reiteram o que já identificamos: as do fenômeno. A despeito estado e outro (e acreditamos ser necessário das diferenças regionais a violência armada checar o quanto essa variação está atrelada a é um problema nacional e está mais do que dinâmicas criminais distintas ou à qualidade dos na hora de ser tratada como tal. Não à toa. Paralelamente. assim como ações conduzidas Em que pese a variação da participação pelas polícias estaduais para apreensão de das armas de fogo nestas mortes entre um armas em posse de criminosos.

A preocupação é corolários em áreas-chave de desenvolvimento. defensáveis e viáveis. terminológicos e relativos aos dados questões relacionadas ao espaço da prevenção pendentes. As desses crimes não é notificada e acaba entrando metas devem ser realistas. ces de homicídio tendem a ter maiores níveis de A corrida é para definir e coordenar a forma e a 2 Os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio desenvolvimento humano do que os países que função da agenda de desenvolvimento pós-2015. E. que o foco na medição da redução da violência Por exemplo. que alguns dos aspectos destes problemas pos- Além disso. roubos. a ênfase em desenvolvimento pós-2015. Rela. apesar de um Não obstante a importância atribuída à "paz grau relativamente elevado de consenso sobre o e segurança" durante a Rio+20 e consultas nas imperativo de prevenir e reduzir a violência para Nações Unidas desde 2012. Exis. Também estão associados para este processo.Garantir qualidade de vida ensino primário (ODM 2) e no impedimento da Aproximadamente. Além Centenas de governos. 43 . muitas delas são evitáveis​​. 2 . tórios emblemáticos do Banco Mundial (2011). assédio e intimidação Objetivos e metas destinados a prevenir e a cada ano. alguns pressupostos e práticas subjacentes na tem bases empíricas convincentes para incluir a prevenção e redução da violência. e a maioria tros claros e orientar Estados e sociedades. mas também ambiciosas. Um grupo são aspirações universais e declaradas por todos pequeno.Estabelecer parcerias para o redução da mortalidade infantil (ODM 4). a discussão sobre promover o desenvolvimento. 6 . embora a dades que registram taxas de vitimização não grande maioria dessas mortes ocorra na África. na discussão. Todavia. prevenção e redução da violência no quadro de Para alguns.Acabar com a fome e a miséria.Reduzir a mortalidade infantil. mas influente. nos sistemas de justiça. agências internacionais e educação básica de qualidade disso.e desenvolvimento. de governos se preocupa os povos ao redor do mundo. letal acima da média. violência sexual. O trabalho do Fórum Brasileiro de a autonomia das mulheres. com a diminuição no número de matrículas do escala e distribuição de mortes violentas no Brasil. incluindo o Brasil. 3 .Melhorar a saúde prolongada (ODM 1)2. altos índices de violência intencional são organizações da sociedade civil estão envolvidas para todos.Prevenção à violência e Agenda das Metas do Milênio e Desenvolvimento Pós-2015 Robert Muggah 1 1 Robert Muggah Diretor de Pesquisa do Instituto Igarapé e Diretor da Fundação SecDev Em torno de meio milhão de pessoas são UNODC (2011) e outros mostraram que socie- assassinadas por ano no mundo. chamando a atenção para a das gestantes. e acesso limitado à justiça.Promover a igualdade entre os sexos e associados com falhas na redução da pobreza. a malária e outras doenças. nas Américas e na Ásia. há ainda desafios desenvolvimento é relativamente omissa sobre políticos. Apenas um pequeno número dos reduzir a violência devem estabelecer parâme- incidentes mais visíveis é registrado. 7 . milhões de pessoas tendem a ter um menor crescimento econômico em todo o mundo são submetidas a assaltos.Combater a Aids. Alguns Estados estão inquietos com e redução da violência na agenda pós-2015. esperado. a cada ano. e redução da violência no quadro de desenvol.Oferecer registram taxas de homicídio mais altas. 8 . elas "segurança" tem conotações negativas. países que apresentam baixos índi. existem razões pragmáticas para sam ultrapassar a soberania nacional ou prenun- incorporar prioridades relacionadas à prevenção ciar uma intervenção em assuntos domésticos. aumento do desemprego entre os jovens e fome Segurança Pública é um insumo fundamental 4 . Primeiramente. Alguns diplomatas também sentem que estes vimento sustentável pós-2015. (ODM) são: 1 . possa involuntariamente "securitizar" o debate. uma a cada dez e respeito ao meio ambiente. Isso porque as temas estão fora das atribuições das noções melhorias em alguns aspectos da segurança são tradicionais de "desenvolvimento" e devem ser estatisticamente correlacionadas com ganhos reservados para outros fóruns. mortes violentas no mundo ocorre no Brasil . 5 .

301.831.58 122.690. A variação real verificada na função entre 2011 e 2012 foi o incremento de 14. .942.93 3.304.722.892.76 Continua Fonte: Ministério da Fazenda/Secretaria do Tesouro Nacional – STN.813.494.906.855.026.485.489.223.98 7.04 482. .26 78.65 107.45 28.78 695.90 8.65 301.010.293.582.118.911.00 283.694.36 73.96 35.249.59 148.369.86 24.411.661.707.058.361.58 13.10.396.251.60 1.615.986.821.512.208.194.065.926.79 14.096.352.33.99 515. (2) As Secretarias de Estado da Fazenda e de Planejamento e Gestão do Estado de Minas Gerais informam que a Secretaria do Tesouro Nacional não contabilizou.75 Distrito Federal 102.79 26.32 . por Subfunções União e Unidades da Federação – 2011-2012 em reais correntes Policiamento Defesa Civil Informação e Inteligência União e Unidades da Variação Variação Variação Federação 2011 2012 (%) 2011 2012 (%) 2011 2012 (%) Total 18.387.55 53.184.748.625.232.68 22. - Rio de Janeiro 522.489.37 18.05 .01 -0.720.81 23.72 -28.18 (1) 1.29 122.024.032.480.57 2.66 34.279.901.128.43 665.258.770.689.71 2.352.96 3. - Amazonas 90.545.744.652.55 11.89 121.44 Paraná 1.240.11 .478.217.55 (1) 327.083.335.37 494.258.494.721.36 -88. .903.301.88 31.571. .54 Alagoas 497.304.184.982.810.55 -96.05 -7.76 5.00 4.41 2.760.71 145.437.60 12.87 105. (1) Retificação das informações publicadas no Anuário Brasileiro de Segurança Pública.055.949.313.59 5.903.16 352.52 253.181.38 2. as despesas de previdência da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros.233.884.27 4.76 Paraíba 11.405.928.649.417.49 20.37 64.521.078.291.057.360. 19.74 -11. no ano de 2012.24 61.60 14.69 1.85 64.47 32.27 -30.49 713.28 10.125.285.297.464.886.416.177.66 Acre 220.026.988.22 -27.28 12.614.61 239. - Rio Grande do Sul 247.799.316.307.104.862. 2012.81 20.993.71 -69.22 45.013.365.68 3.42 2.26 32.50 Amapá 7.43 33.41 -39.746. (-) Fenômeno inexistente.125.228.997. 3.176.46 52.935.44 -38.91 11.60 513.31 63.39 232.39 Maranhão 24.03 1.767.547.17 114.583.547.15 434.426.522.37 145.43 13.236.948. gastos com segurança pública e prisões TABELA 18 · Despesas realizadas com a Função Segurança Pública.12 União 786.17 -1.56 2.81 76.320.077.73 31.314.370.545.700.638.65 39.380.57 Santa Catarina 85.82 .783.58 59.702.731.55 880.213.821.21 2.720.071.46 5.72 273. Os valores contabilizados com as despesas intra-orçamentárias no ano em questão foram de R$2.38 -53.032.677.55 7.952.042.920.15 2.13 36.688.66 Pernambuco 1.557.784.770.67 129.272. - Tocantins 24.266.89 Pará 86.357.29 48.919.875.846.658.852.234.02 Minas Gerais (2) 199.83 75.47% nas despesas.45 6.980.775.277.482.83 3.584.66 3.066.43 295.31 17.61 (1) 1.419.111.525.301.916.989.12 52.586.676.22 7.092.572.513.46 83.84 19.100.163.902.840.972.64 47. - Roraima 13.848.087. e o total da função segurança pública é de R$7.72 19.200.50 31.86 14.83 250.36 324.67 18.505.248.150.81 -6.154.87 Rondônia 530. .68 -17.148.440.20 5.68 26.092.64 442.918.877.671. - Espírito Santo 85.16 21.238.233.76 3.152.909. ano 6. 44 .92 27.712.261.283.535.137.038.543.100.85 58.606.87 100.69 13.569.16 -39.55 6.500.070.50 .64 .240.116.278.653.81 29.983.685.645.906.098.200.595.370.839.87 7.56 Piauí 22.526.866.669.13 40.60 3.52 507.654.05 63.41 - 22.701.61 70.673.60 7.24 41.007.360.583.680.793.569.913.253.49 - São Paulo (3) 10.811.028.140.47 4.01 1.887.255.463.026.50 89.90 2.77 4.206.431.151.853.037.70 55.85 294.700. .20 -58.84 7.205.170.63 1.784.13 151.96 5.368.99 4.991.444.43 3.962.13 .32 28.688.74 43.54 -10.28 49.621.34 18.681.000.240.03 537.04 81.146. Fórum Brasileiro de Segurança Pública.470.72 16.09 626.93 1.63 30.50 406.415.996.94 375.56 -36.245.340.649.92 24.177.226.73 65.150.74 1.299.59 9.81 Sergipe 368.66 869.72 76.88 2.936.382.692.66 .53 235.74 147.048.36 12.439.428.134.35 10.34 .813. - Mato Grosso 51.723.014.893.02 .696.530.43 7.81 9.076.52 Goiás 103.474.44 8.06 5.218.434.058.78 16.48 2.454.995.065.101.606.482.35 -39.00 204.37 275.661.484.00 -96.982.49 -35.061.819.501.169.959.017.27 100.94 45.681.26 22.367.47 -38.946.682.817.686.088.773.04 Ceará 190.781.150.872.89 - Rio Grande do Norte 336.093.610.88 197.72 8.48 Mato Grosso do Sul 838.88 228.50 -99.383.119.91 98.82 Bahia 197.448.41 3.795.299.00 5.861. 129.

028.419.27% nas despesas.202.145.00 1.323.61 964.569.977.879.103.875.32.50 -6.582.360.61 1.083.00 346.607.453.058.57 Rio Grande do Norte 225.28 Espírito Santo 706.19 11.331.354.65 146.375.346.777.18 Maranhão 679.146.00 1.006.959.03 1.31 132.464.05.950.75 7.842.046.419.605.714.562.953.780.66 2.160.133.019.640.21 4.20 714.51 511.173.97 19.22 2.854.044. em reais correntes Demais Subfunções Total União e Unidades da Variação Variação Federação 2011 2012 (%) 2011 2012 (4) (%) Total 31.483.73 525.469.736.00 723.366.52 797.87 744.022.22 280.076.822.092.521.800.228.039.51 147.96 Mato Grosso do Sul .494.937.971.07 0.767.21 Pernambuco 247.01 714.734.79 38.78 263.46 843.642.19 1.63 990.757.85 12.508.79 637.608.958.99 13.553.584.483.932.031.36 1.864.904.334.732.002.103.335.14 22.637.050.573.12 974.49 779.63 -90.28 9.02 -1.936.434.476.87 53.515.968.097.332.44 Mato Grosso 994.543.352.403.158.67 21.67 -32.662.992.008.40 0.94 Roraima 125.51 17.13 Goiás 1.887. no ano de 2012.067.479.63 4.590.430.203.047.42 31.609. as despesas intra-orçamentárias.006.685.974.006.375.39 78.836.582.388.459.26 São Paulo (3) 1.32 4.71 Ceará 759.60 1.897.873.220.321.644.283.357.81 38.408.83% em relação ao ano de 2011.257.489.50 805.98 1.75 1.04 47.366. (4) O total de despesas realizadas com a Função Segurança Pública em todo o país considerando os valores reais de SP e MG foi de R$ 61.194.25 3.756.978.69 853.700.867.557.305.104.05 (1) 4.14 1.65 1.513.56 0.334.24 680.22 23.13 4.696.77 -24.606.302.422.15 Distrito Federal 206.237.628.516.97 279.440. referentes às obrigações patronais a favor da São Paulo Previdência – SPPREV.988.80 5.65 198.638. Os valores contabilizados com as despesas intra-orçamentárias no ano em questão foram de R$5.155.147.39 -27.11 1.061.48 15.63 Pará 1.22 8.803.724.587.763.036.74 584.64 198.596.840.041.206.201.425.336.153.43 808.838.39 (1) 7.05 1.56 1.307.23 678.06 União 4.042.965.144.257.54 523.97 1.938.767.075.13 3.84 Minas Gerais (2) 6.059.047.643.114.827.50 Sergipe 258.23 5.64 Conclusão (3) A Secretaria de Fazenda do Estado de São Paulo informa que a Secretaria do Tesouro Nacional não contabilizou.494.958.605.746.62 Paraná 4.009.742.363.669.822.230.31 19.271.17 Bahia 2.826.58 42.18 23.768.71 27.093.29 831.333.985.22 -0.49 8.81 239.96 183.356.36 725.983.489.303.24 4.315. 45 .680.657.10 246.77 313.311.14 -87.641.54 1.722.746.44 27.28 558.75 6.450.337.01 Rio de Janeiro 3.390.990.48 14.780.38 Santa Catarina 1.157.753.916.294.296.969.724.333.336.281.22 1.466.435.87 8.135.334.073.219.64.312.785.362.314.76 6.13 1.108.06 28.35 Acre 55.290.25 1.425.846.618.71 16.075.003.58 145.44 304.86 Tocantins 499.32 -29.046.30 Alagoas 207. incremento de 15.432.238.622.74 549.393.87 Piauí 206.614.532.085.200.142.38 27.32 Amazonas 706.730.75 6.831.92 844.546.060.737.030.701.866.85 52.624.29 2.08 -2.621.14 2.68 Amapá 292.556.774.609.842.57 18. - - 877.878.59 1.471. A variação real verificada na função entre 2011 e 2012 foi o incremento de 17. entidade do Regime Próprio de Previdência.20 927.402.727.293.067.482.042.30 19.889.28 Rio Grande do Sul 1.98 1.47 5.24 16.198.325.90 0.745.39 16.550.893.60 22.282.150.904.753.236. e o total da função segurança pública é de R$14.237.389.035.095.42 Rondônia 151.984.99 4.18 -5.48 Paraíba 620.75 28.127.15 81.12 312.132.90 -3.62 16.18 54.43 12.548.86 52.399.092.743.45 773.21 -19.567.152.890.

3 9.0 8.7 8.6 Mato Grosso 6.6 Maranhão 8. (4) A Secretaria de Fazenda do Estado de São Paulo informa que a Secretaria do Tesouro Nacional não contabilizou.8 10.6 Santa Catarina 11.7 5.4 9.3 9. no ano de 2012.6 8.0 8. Os valores contabilizados com as despesas intra-orçamentárias no ano em questão foram de R$2.873.33.8 2.1 10.5 0.5 9.9 7.5 1.5 (1) 5.2 9. ano 6.3 7.3 7.0 Ceará 5.6 8.5 9.4 7.3 Amapá 8.9 10.1 São Paulo (4) 7.2 9.2 5.3 12.4 7.1 Conclusão Fonte: Ministério da Fazenda/Secretaria do Tesouro Nacional – STN.9 8.4 9.6 Roraima 7.3 9.2 9. as despesas intra-orçamentárias. as despesas de previdência da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros.1 Pará 9.1 7.4 8.3 7.3 4.0 8.8 8.9 8.9 9.6 11.6 11.1 8.2 8.767.0 5. A participação real das despesas com segurança pública em relação ao total das despesas realizadas é de 9.7 10.7 7.7 5.1 5.375.3 6.831.4 9.0 Mato Grosso do Sul 10. 46 .4 10.9 Paraíba 9.7 Alagoas 12.6 10.2 7.0 1.571.9 9.0 8.6 14.4 Acre 8.8 13. (2) Retificação das informações publicadas no Anuário Brasileiro de Segurança Pública.7 Bahia 9. (1) O valor indicado inclui encargos financeiros relativos a despesas com servidores inativos e despesas do Departamento Estadual de Trânsito.64.3 6.5 6.2 12.9 7.4 9.9 9.0 13.645. (3) As Secretarias de Estado da Fazenda e de Planejamento e Gestão do Estado de Minas Gerais informam que a Secretaria do Tesouro Nacional não contabilizou.251.2 9.7 13.1 9.2 9.0 6.5 9.075.9 7.5 Espírito Santo 7.4 12.2 11.4 Paraná 6.2 13.9 10.2 13. no ano de 2012.5 7.8 5.2 9.9 9.3 6.3 2.8 8.6 5.9 5.4 10.6 Sergipe 8.1 8.5 Rondônia 12.3%.6 7.7 6.7 6.4 8.6 Rio Grande do Sul 7.4 (2) 0.6 8.1 3.6 6.6 1. e o total da função segurança pública é de R$14.3 Rio Grande do Norte 7.2 7.6 8.3 Goiás 10.6 9. Fórum Brasileiro de Segurança Pública.4 12. e o total da função segurança pública é de R$7.4 8. 2012.6 14.3 9.7 6.096.2 9. entidade do Regime Próprio de Previdência.2 4.4 9.1 7.0 Piauí 6.6 1.2 Pernambuco 8.4 6.9 Distrito Federal 1.0 5.32.7 7.7 7.9 8.7 12.5 8.5 10.3 6.1 10.8 Minas Gerais (3) 13.971.586.10.3 8.3 7.6 0. A participação real das despesas com segurança pública em relação ao total das despesas realizadas é de 13.0 12.6 0.732.9 Tocantins 8. TABELA 19 · Participação das despesas realizadas com a Função Segurança Pública no total das despesas realizadas União e Unidades da Federação – 2007-2012 em porcentagem União e Unidades da Federação 2007 2008 2009 2010 2011 2012 União 0.8 10.4 0.1 6.3 13.9 13.2 8.3 3.8 Rio de Janeiro 12.9%. Os valores contabilizados com as despesas intra-orçamentárias no ano em questão foram de R$5.5 8.5 10.9 5.5 7.3 8.8 6.1 9.4 13.0 Amazonas 7. referentes às obrigações patronais a favor da São Paulo Previdência – SPPREV.

01 Paraná 98.32 82.98 Ceará 62.78 244.88 246.26 Alagoas 149.20 259.47 186.88 São Paulo (4) 182.13 445.66 399.30 84.18 227.80 365.36 57.79 346.88 113.21 200. (2) Retificação das informações publicadas no Anuário Brasileiro de Segurança Pública.971.53 374.09 Pernambuco 107.32 228. as despesas de previdência da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros.73 262.15 347.09 204.29 Roraima 253.95 216.87 Rondônia 241.14 Rio de Janeiro 278.71 227.88 Mato Grosso do Sul 231.01 219.57 327.74 193.07.42 234.07 324.69 309.48 164. A despesa per capita real realizada com a função segurança pública é de R$343.56 126.51 301.96 200.56 Distrito Federal 33. e o total da função segurança pública é de R$7.831.43 Piauí 77.11 181.33.34 Rio Grande do Norte 128.98 285.33 113.25 167.04 245.35 78.645.09 Pará 95. Fórum Brasileiro de Segurança Pública.08 Mato Grosso 153.56 288. as despesas intra-orçamentárias.52 38.05 132.22 223.15 103.43 140.61 Acre 264.12 União 25.84 232.69 181.28 120.38 107.12 332.22 153.75 206.586. (1) O valor indicado inclui encargos financeiros relativos a despesas com servidores inativos e despesas do Departamento Estadual de Trânsito.05 38.68 238.29 236.55 Conclusão Fonte: Ministério da Fazenda/Secretaria do Tesouro Nacional – STN.84 301.19 260.68 82.35 370.67 108.27 110. (4) A Secretaria de Fazenda do Estado de São Paulo informa que a Secretaria do Tesouro Nacional não contabilizou.97 231.09 168.91 Espírito Santo 196.04 190.41 Paraíba 111.80 402.17 117.02 171.05 Tocantins 192.59 106.21 157.68 257.62 119.49 (1) 175.16 251.48 149.90 112.65 269.27 Santa Catarina 169. no ano de 2012.98 335.40 244. Os valores contabilizados com as despesas intra-orçamentárias no ano em questão foram de R$2.88 217.52 28.075.31 354.69 307.07 249.00 201.375.15 335. 2012.42 Minas Gerais (3) 217. 47 . Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística .03 150.49 127.64 216.24 154.49 182.12 (2) 40.43 127.86 376. Os valores contabilizados com as despesas intra-orçamentárias no ano em questão foram de R$5.81 Maranhão 67.91 Amapá 258.38 311.32 395.732.26 128.62 376.18 456.43 405.58 335. e o total da função segurança pública é de R$14.21 325.19 208.64 486.25 Sergipe 149.46 227.83 195.571.25 93. (3) As Secretarias de Estado da Fazenda e de Planejamento e Gestão do Estado de Minas Gerais informam que a Secretaria do Tesouro Nacional não contabilizou.67 301.29 133.82 280.05 210. no ano de 2012. ano 6.43 183.63 76.31 Goiás 163.767.54 Rio Grande do Sul 138.47 133. TABELA 20 · Despesa per capita realizada com a Função Segurança Pública União e Unidades da Federação – 2007-2012 em reais correntes União e Unidades da Federação 2007 2008 2009 2010 2011 2012 Total 184.66 Bahia 113.873. entidade do Regime Próprio de Previdência.81 283.32.39 341. A despesa per capita real realizada com a função segurança pública é de R$381.39 176.47 55.87 218.53 122.91 458.24 36.09 214.55 369.80 387.35.28 57.64.22 (2) 272.21 155.07 225. referentes às obrigações patronais a favor da São Paulo Previdência – SPPREV.67 218.43 74.14 235.10.096.95 152.47 177.27 195.99 180.77 380.56 215.36 188.63 136.00 182.66 273.41 316.27 251.47 238.94 274.251.32 Amazonas 137.IBGE.12 31.48 294.

71 34.95 8.217.802.023. - 28.383.898.600.451.986.14 Rio de Janeiro .47 18.626.11 66.54 284.03 93.24 55.26 43.74 201.78 33.764.024.13 426.658.57 36.427.532.722.104.403.488.351.483.261.86 Mato Grosso .69 184.591.972.876.023.789.643.518.387.167.25 90. - 30.928.496.57 5.136.32 3. Fórum Brasileiro de Segurança Pública.97 5.701.55 102.706.34 18.66 Conclusão Fonte: Ministério da Fazenda/Secretaria do Tesouro Nacional – STN.27 63.292.020.599.70 91.267.154.903. - 349.16 183.510.71 183.30 46.421.53 Amapá 9.253.16 58.35 Rondônia .36 26.07 23.70 São Paulo 385.687.27 Pernambuco 85.742.27 União 78.028.73 20.882.823. 48 .05 80.4 1. - 18.594.22 39.057.050.50 102.39 56.249.72 38.50 72.27 65.325.657.274.519.628.06 1.812.361.46 21.87 31.128.19 10.96 2.009.905. TABELA 21 · Despesas realizadas com a Função Direitos da Cidadania e a Subfunção Custódia e Reintegração Social União e Unidades da Federação – 2011-2012 Diretos da Cidadania 2011 2012 Custódia e Reintegração Social Custódia e Reintegração Social Total da Função Total da Função realizadas pela realizadas pela Participação Participação no total das no total das Função (%) Função (%) realizadas realizadas correntes) correntes) correntes) correntes) Despesas Despesas despesas despesas (em reais (em reais (em reais (em reais União e Unidades da Federação Total 1.25 36.10 Amazonas 85.50 Alagoas 8.135.962.413.25 11.197. (-) Fenômeno inexistente.903.03 357.92 18.51 Pará .742. - 20.583.67 407.800.794.95 Rio Grande do Sul .04 3.836.093.538.94 90.150.321.000.151.763.25 8.74 9.04 89.30 16.276.117.993.709.71 299.196.902.990.230.60 97.08 50.485.710.46 434.57 41.104.73 71.62 91.67 239.27 .223.256.844.51 Tocantins 7.289.810.120.857.200.40 929.79 32.097.99 8.841.140.534.38 46.789.895.468. - 270.18 72.47 27.416.94 131.694.9 1.982.15 93.902.359.346.220.726.56 Paraná 289.22 Piauí 15.195.222.271.17 38.218.660.29 Sergipe 31.24 39.299.56 18.686.198.405. .667.97 98.600.97 762.809.797.29 26.095.05 17.38 9.331.494.01 252.47 293.08 380.238.09 Distrito Federal 11.51 288.88 9.486.385.866.239.22 Acre .573.154.861.558.401.027.103.383.28 .31 197.474.773. - 72.744.629.022.644.660.181.185.86 .074.50 2.438.20 100.129.30 18.581.695.494.336.37 0.98 Maranhão 45.82 61.01 295.916.66 97.039.98 Rio Grande do Norte 16.04 277.29 213.084.62 32.29 47.18 Bahia 95.872. - 10.50 354.39 Ceará 88.980.890.833. - 28.750.395.346.281.269.849.65 10.05 Espírito Santo 221.249.498.752.583.455.217.79 158.47 Paraíba 72.26 11.45 41.679.773.95 74.891.660.20 8.577.999.69 20.149.72 Santa Catarina 8.57 Goiás 8.670.124.58 .747.596.93 46.438.433.754.48 51.12 85. - - Roraima 18.15 7.269.46 69.549.004.17 11.970.96 11.50 62.477.75 Minas Gerais 3.047.771.404.72 Mato Grosso do Sul 77.325.649.52 34.67 98.765.643. - .03 97.15 109.73 25.198.612.771.34 50.67 51.02 98.909.789.948.619.934.

155.988.4 15.42 16.87 53.3 -6.18 23.33.3 20.103.464.220.389.0 Ceará 964.158.002.0 Pernambuco 1.046.543.567.331.202.408.77 -24.827.0 Goiás 1.6 Rio Grande do Sul 1.21 18.48 15.96 30.556.87 744.041.13 41.969.425.5 -5.45 773. a variação entre 2011 e 2012 foi de 15.590.2 12.86 32.STN. foi de R$ 61.48 14.14 1.732.60 1.873.9 193.147.9 -14.714. Os valores contabilizados com as despesas intra-orçamentárias no ano em questão foram de R$2.657.4 9.312.047.65 146.2 -0.201. considerando os valores reais de SP e MG.044.332.5 -13.00 1.516.508.466.036.643.83%.5 38. 49 .476.028.206.71 38.14 -87. (6) As Secretarias de Estado da Fazenda e de Planejamento e Gestão do Estado de Minas Gerais informam que a Secretaria do Tesouro Nacional não contabilizou.15 30.282.30 19.9 23.587.092.067.2 -3.2 Grupo 4 Amapá 304.753.4 Mato Grosso do Sul 877.9 Paraíba 637.768.4 21.985.4 Pará 1.642.14 22.5 -33.006. 2012.050.80 5.22 -0.780.63 990.64.17 29.6 13. (3) O total de despesas realizadas com a Função Segurança Pública em todo o país no ano de 2012.605. Fórum Brasileiro de Segurança Pública.867.645.390.2 28.0 18.1 27.360.5 Bahia 2.375.586.4 Mato Grosso 1.399.22 1.63 18.2 Espírito Santo 805.9 15.05.9 14.897.042.0 29.6 5.32 -29.450.25 3.9 -2.722. no ano de 2012.482.483.6 Amazonas 808.290.8 7.836.10.846.605.419.68 74.6 18.1 11.618. A variação real verificada na função entre 2011 e 2012 foi o incremento de 17.13 3.54 1.737.767.32.019.669.06 28.336. referentes às obrigações patronais a favor da São Paulo Previdência – SPPREV.4 Piauí 239.29 831.0 2.831.104.99 4.85 12.9 Conclusão Fonte: Sistema Nacional de Estatísticas em Segurança Pública e Justiça Criminal (SINESPJC) / Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp) /Ministério da Justiça.7 40.548.7 -10.800.553. (5) Retificação das informações publicadas no Anuário Brasileiro de Segurança Pública.325. ano 6. (4) Considerando os valores reais informados por MG e SP na função segurança pública em 2012.26 11.7 Tocantins 525.640.609.0 18.5 Grupo 2 Maranhão 714.854.6 Rondônia 723.7 13.953.5 0.38 27.3 Grupo 3 Rio Grande do Norte 584.366.8 24. as despesas de previdência da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros.2 29.3 25.61 1.5 21. Ministério da Fazenda/Secretaria do Tesouro Nacional .774.150.614.968.7 34.5 Sergipe 678.550.425.13 4.3 -3.047.562.50 -6.28 28.1 28.39 78.990.32 3.7 29.2 39.513.5 Rio de Janeiro 4.5 Santa Catarina 1.00 346.393.47% nas despesas.57 24.742.573.432.879. entidade do Regime Próprio de Previdência.251.27% nas despesas.6 Minas Gerais (6) 6.5 14.569.0 Distrito Federal 313.3 São Paulo (7) 12.644.736.009.5 64.10 246.971.238.01 10.7 10.38 11.546.228. (2) Por 100 mil habitantes.977.257. no ano de 2012. as despesas intra-orçamentárias.52 797.582.94 25.22 2.375.727.103. e o total da função segurança pública é de R$14.003.302.974.81 38.1 38.5 14.584.51 17.1 38. e o total da função segurança pública é de R$7.49 8.095.2 Alagoas 714.1 Paraná 1.28 27.29 2.9 39.701.TABELA 22 · Despesas realizadas com a Função Segurança Pública e taxas de homicídio Unidades da Federação – 2011-2012 Variação 2011- 2011-2012 (%) Grupos de 2012 (%) (4) Variação Taxa de Estados segundo Despesas (em reais correntes) homicídio (2) qualidade dos Unidades da dados (1) Federação 2011 2012 (3) 2011 (5) 2012 Grupo 1 Acre 280.57 18. Os valores contabilizados com as despesas intra-orçamentárias no ano em questão foram de R$5.6 32.02 -1.56 0.28 558.69 853.20 927. (7) A Secretaria de Fazenda do Estado de São Paulo informa que a Secretaria do Tesouro Nacional não contabilizou.022.39 16.62 43.4 22.18 16.469.44 18. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística .48 37.22 23.757.6 Roraima 145.8 -26.74 549.637.767.557.840.958. A variação real verificada na função entre 2011 e 2012 foi o incremento de 14.459.7 11.700.7 17.388.59 1.959.571.50 10.84 17.628.200.58 42.IBGE.311.4 19.696.19 11.75 6.916.333.780.096.49 779.483. (1) Grupos segundo qualidade estimada dos dados registrados (vide apêndice metodológico).842.075.745.87 36.257.28 9.30 18.

515. 2012.861.00 Fonte: Ministério da Fazenda/Secretaria do Tesouro Nacional – STN.70 7.794.823. TABELA 23 · Despesas realizadas com a Função Segurança Pública.595.00 2010 510.428.70 2011 (1) 828.29 10.98 1.748.482.02 170.752.622.945.19 70.13 19.658.92 327.124.904.991.13 15.967.93 1.57 2.362.028.868.260. Fórum Conclusão Brasileiro de Segurança Pública. por Subfunções União – 2007-2012 Em reais constantes de 2012 Informação e Demais Policiamento Defesa Civil Inteligência Subfunções Total 2007 1.112.51 64.31 16.42 2009 712.85 4.806.268.199.10 100.390. Nota: Valores atualizados pelo IPCA até dez/2012.24 66.731.598.51 2008 1.32 100.04 1.840.500.22 26.630.28 25.449.044.326.13 657.774.529.169.00 2010 6.27 1.283.75 63.420.788.909.79 2.107.53 6.120.700.02 1.907.150.67 100.00 2009 8. ano 6.402.88 112.125.05 1.103.04 4.212.79 5.240.173.986.56 100.18 7.910.046.499.161.94 8.352.602.238.633.878.16 58.115.63 7.587.42 5.55 87.587.167.907.310.84 3.39 100. 50 .838.00 2011 (1) 11.00 2012 18.35 8.419. (1) Retificação das informações publicadas no Anuário Brasileiro de Segurança Pública.862.521.06 2012 1.223.99 Em porcentagem Informação e Demais Policiamento Defesa Civil Inteligência Subfunções Total 2007 23.089.081.353.00 2008 17.597.71 5.77 2.28 101.104.86 4.52 66.871.44 1.95 100.419.43 129.441.

71 100.463.79 2012 (3) 16.00 2008 37. considerando os valores reais de SP e MG.78 303.869.91 1.97 26. 51 .00 2010 33.31 41.76 1.027. (1) Em alguns Estados.152.35 97.932.198.312.048.716.632.353.47 100.TABELA 24 · Despesas realizadas com a Função Segurança Pública.149.128.225.46 42.23 60.81 26.00 Fonte: Ministério da Fazenda/Secretaria do Tesouro Nacional – STN.906.00 2012 35.129.155.061.71 0. Nota: Valores atualizados pelo IPCA até dez/2012. (3) O total de despesas realizadas com a Função Segurança Pública em todo o país no ano de 2012.75 2008 15.564.57 2010 14.957.324.474. (2) Retificação das informações publicadas no Anuário Brasileiro de Segurança Pública.068.11 1.454.73 59.474.00 39.278.733.552.67 26.151.822.775.84 58.256.73 547.966.38 1.29 100.046.404.855.019.756.126.39 0.965. 2012.102.108.640.23 48.733.06.098.00 2009 38.92 552.342.13 100.118.752.377.118.505.64 830.093.56 2.41 Em porcentagem Informação e Demais Policiamento Defesa Civil Inteligência Subfunções (1) Total 2007 30.95 62.13 0.780.335.342.801.00 0.492.100.690. ano 6.806.961.155.65 433.47 0. por Subfunções Unidades da Federação – 2007-2012 Em reais constantes de 2012 Informação e Demais Policiamento Defesa Civil Inteligência Subfunções (1) Total 2007 11.20 2011 (2) 19.01 1.07 44. foi de R$ 53.68 2009 17.349.00 2011 (2) 39.481.31 100.714.34 1.42 381.373.323.92 2.681.86 406.98 2.63 2. a subfunção "421 – Custódia e Reintegração Social" está incluída nesta agregação.03 100.267.153.347.337.811.413. Fórum Brasileiro de Conclusão Segurança Pública.762.917.66 2.41 27.326.25 68.79 27.317.89 57.426.58 45.048.353.602.547.95 24.321.316.

R$ 375.00 R$ 125.R$ 250.2012 Variação tx de homicídio Crescendo acima de 10% no período Crescendo de 0 a 10% no período Despesa per capita Decrescendo de 0 a 10% no período ACIMA DE R$375.00 Decrescendo acima de 10% no perodo R$ 250. MAPA 02 · E volução das despesas per capita com a Função Segurança Pública e evolução das taxas de homicídio doloso Unidades da Federação .00 52 .01 .2011 .01 .00 ABAIXO DE R$ 125.

a despesa efetiva com que. 53 . em 2012. ao longo dos Bruto) do país cresceu apenas 0. Em suma.Quando muito é pouco! Renato Sérgio de Lima 1 1 Coordenador da Sétima Edição do Anuário Brasileiro de Segurança Pública Os dados sobre despesas na função Não é pouco dinheiro. hoje Municípios vão esgotar suas capacidades de temos um movimento virtuoso das Unidades financiamento do setor em breve. políticas e os gastos com inativos. Uma das avaliações possíveis constata que os Um exemplo são as despesas com gastos públicos nessa área parecem não guardar aposentados e inativos. mas não são adequadamente que eles não podem ser considerados como valorizados e remunerados. institucionais existentes nas polícias brasileiras. estão sendo gastos. na verdade. dessas despesas observadas nos últimos De um cenário de completo desconhecimento 10 anos. mantida a tendência de crescimento acerca dos principais desafios da área no país.8 bilhões. São muitos os ruídos organizacionais existentes Por essa estimativa. Unidades da Federação e de quanto se gastava na área. que continuam sendo relação com o movimento do crime. é onde e de que modo estes recursos dar transparência de seus atos. Unidades da Federação que tiveram tais gastos Os dados revelam um forte paradoxo entre separados dos demais pela STN nos dados de demandas crescentes pela melhoria da qualidade 2012. teremos que cerca de 37% das despesas dos serviços prestados na área e as capacidades com segurança pública no Brasil são. ainda mais se segurança pública configuram uma das seções considerarmos que o PIB (Produto Interno mais tradicionais do Anuário e têm. A questão. a questão central é institucionais. União.9%. num incremento os quais os já falhos padrões operacionais de de quase 16% nas despesas realizadas em policiamentos tendem ao colapso. do medo e classificadas como despesas com segurança da violência. Se estimarmos essas despesas pela Executivo e com as redundâncias provocadas pelo média de São Paulo e Minas Gerais. o relação a 2011. acabam por prejudicar segurança pública cairia para R$ 40. mas a atividade fim fica contingenciada pela o Brasil gastou no ano de 2012 mais de R$ 61. a população e os próprios policiais. que são as modelo de organização das polícias brasileiras. anos. sem bilhões com segurança pública.1 carência de recursos para investimento. despesas com previdência e seguridade social. em 2007. da Federação para melhorar seus registros e porém. gastos com segurança pública. A área custa Mas o que dizem os dados? Segundo eles. mas tão somente com as prioridades pública e estariam a inflar os orçamentos da políticas assumidas pelas três esferas do Poder área. no embate político. que ficam Por mais legítimos e importantes que sejam premidos por pressões sociais. contribuído para a qualificação do debate Ademais. caro. Brasil desperdiça dinheiro na segurança pública.

953 18.1 Paraíba 8.0 468.5 Rio Grande do Norte 4..448 601..4 365. 7.0 7 14 2.438 555.5 22.6 .828 2.999 4. 4.854 45.035 961 48.130 .1 .8 Distrito Federal 10.482 347.) Informação não disponível.3 914 872 53.185 10.254 515..210 8.819 3.325 11.4 Piauí 2.243 365.3 317..455 10.622 278.6 45.5 314.538 6.1 129 - 6.251 97.7 12. - . 701.4 .5 44...686 2.4 Amazonas 5.4 33. (1) Por 100 mil habitantes com mais de 18 anos.1 50.783 616.5 622.2 1.113 280.3 290./2011 e dez.0 Tocantins 1.717 1.058 45.619 291. - ./2012. 54 . - .9 633.290 174.312 1.920 14.850 28. - .0 6.733 472.5 331.695 586.3 2.241 92.0 122.8 42.2 137.8 Alagoas 3.7 29.311 316.586 31.845 196. 25.927 140.399 550.2 2.312 445.540 291.867 19.163 11.354 4.339 7..806 253.2 48..749 4.613 529.5 Mato Grosso 11.826 247..684 7.045 .598 337.9 317.298 610.6 1.6 15.723 313. Absolutos Taxas (1) Ns.9 5.6 573...558 4.7 14.989 203..113 29.2 Amapá 1.113 29.4 365.872 4.. - - - 3..0 - - - - 11. - .7 395 461 19.0 626.623 324..107 51./2012 (.7 575.. 486.218 259..205 11.769 424.5 4.775 300.8 100.802 10.5 Maranhão 3..5 437 57 17.723 .8 258.1 99 39 5.4 617.3 6.243 365.3 291. 331..0 ... (-) Fenômeno inexistente.5 241.100 215.4 496.6 Ceará 16.8 789 997 13...2 12.1 780. 291.819 3.0 227.7 6.1 780.9 57.927 134.850 28.845 2.9 202. - .1 6. Instituto Brasileiro de Geografia e Continua Estatística .1 24.9 699.3 4.8 Rondônia 6.0 .4 - - - - 25..472 14.7 180.403 817 49.412 2.2 317.974 2. 401. 2.7 20.0 1.6 272.153 164.569 45..606 16.1 11.5 3.3 2.432 1.3 606.4 5.4 496.9 Santa Catarina 14.8 Rio Grande do Sul 29.710 1.906 232...435 7.372 5.0 Mato Grosso do Sul 10.1 376..059 195.3 Pará 9.226 11.0 890 895 20..6 17.022 271.1 2.053 12.170 663.400 6.9 486.1 Sergipe 3.2 13.4 27..7 356. (2) Os dados de 2012 referem-se ao relatório de jun.0 16.3 225.0 281.2 .2 Roraima (2) 1.7 Acre 3. população carcerária TABELA 25 · Presos nos Sistemas Penitenciários e sob Custódia das Polícias Unidades da Federação – 2011-2012 Sistema Penitenciário Custódia das Polícias Total Ns.468 33.4 260. Absolutos Taxas (1) Ns.1 Rio de Janeiro 27.122 9.4 300.IBGE..511 11.7 São Paulo 174.1 137.4 Minas Gerais 41. Absolutos Taxas (1) Unidades da Federação 2011 2012 2011 2012 2011 2012 2011 2012 2011 2012 2011 2012 Total 471.2 134.2 Espírito Santo 12.5 278.3 412..7 105.790 489..176 34.867 13.6 Pernambuco 25..8 - - - - 29.060 190.974 16..782 30.9 1..035 14.448 .141 300...425 12.7 350.. 8.0 Paraná 20. Fórum Brasileiro de Segurança Pública.8 .0 368 312 8.0 604.7 Goiás 11.769 613.9 358.518 254.7 649.417 127.6 12..545 855.304 5.8 701. 34.545 855.613 529.296 103.. 549. - .3 13.9 16.6 224.130 253.464 22. Referências: dez..304 .7 Fonte: Ministério da Justiça/Departamento Penitenciário Nacional – Depen.3 29.0 468.1 10.814 252.1 128.1 - 2.786 .4 2.164 17.045 443.2 359. - .614 184.2 Bahia 9.323 2.962 2.9 257.4 361 418 39.185 10.105 143.769 424.828 567.

2 31.. - Roraima (2) 99.6 16.4 Bahia 68.1 Rio Grande do Sul 100.4 Goiás 92.6 18.6 99.6 Conclusão 55 .0 - - Rondônia .0 100..0 .9 34.4 Distrito Federal 99... - Mato Grosso do Sul 92.3 39.. 93..8 .0 .8 Santa Catarina 97. 100.2 Acre 100.7 97.0 .0 21. 100..3 13.0 100.0 .7 Mato Grosso 100. 100.. 10.6 Rio Grande do Norte 65.9 87..5 Sergipe . - Amazonas 83.5 83.3 94.3 Espírito Santo 96.0 100.9 70.0 78..6 7.5 98.4 81.5 99.7 100. 6.4 88.1 19.6 3.7 Pernambuco 100.5 3.2 0.8 Ceará 95.5 0.3 91.1 2.0 .2 Minas Gerais 86. - Alagoas 89.7 1.0 ...0 100.7 5.3 93.. - Paraná 60...0 7.8 8.3 - Rio de Janeiro 94.8 21..4 15.6 92.4 0.4 Maranhão 73. 100.0 99.4 7.0 ..3 27..0 92.9 Paraíba ..1 12.9 São Paulo 96.5 16..7 Pará 80.0 4. - Tocantins 84. Penitenciário sob Custódia das Polícias % de presos % de presos no Sistema Unidades da Federação 2011 2012 2011 2012 Total .0 Amapá .4 5..5 1.7 6.1 29.2 78.3 2..7 8.0 0.5 90.0 - - Piauí 95.6 11.6 4.

141 5.897 2.745 2.649 22.228 103.085 - - 114.458 8. 1 Rio de Janeiro 10.631 2.687 1.293 3.594 1.303 426 463 3 - Piauí 503 598 277 282 118 102 898 982 22 20 .414 1.911 1.176 1.290 1.227 3.791 6.200 569 491 6.901 6.000 4.838 6.905 - - - - Mato Grosso 4.074 1.378 91 86 - - Paraná 8.) Informação não disponível.221 457 513 4.324 293.628 7.263 5.702 139 125 1 - São Paulo 93.133 1.233 1.053 18.365 7. sob Medida de Segurança e Provisórios Unidades da Federação – 2011-2012 Condenados Medida de Medida de Regime Regime Regime Segurança Segurança Total Internação Tratamento Fechado Semi-Aberto Aberto Unidades da Federação 2011 2012 2011 2012 2011 2012 2011 2012 2011 2012 2011 2012 Total 203.852 18.340 13.400 4.762 17.712 45 45 - - Amapá 478 883 405 512 7 5 890 1.724 567 607 5.926 3.071 3./2012.108 2.903 33 25 - - Mato Grosso do Sul 5. Referências: dez.780 107 117 .509 21.176 2.236 3.956 8.402 22.021 3.206 3.400 4 5 3 3 Amazonas 1.052 755 995 476 665 2.487 1.661 23.870 8 39 - - Roraima (1) 436 452 424 406 198 216 1.498 316.427 48 54 - - Ceará 4.052 5.177 8.111 697 762 49 32 2.074 - - - - Santa Catarina 5.362 5.968 5.873 1. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE.211 1..933 431 413 - - Pernambuco 5.115 6 10 21 19 Minas Gerais 12.. (-) Fenômeno inexistente.155 1. (1) Os dados de 2012 referem-se ao relatório de jun.196 3.176 2.454 14.022 2.381 38 44 7.289 2.929 4.905 1.676 1.383 1 1 7.180 18. - 1.883 19.971 3.089 13 14 1 1 Continua Fonte: Ministério da Justiça/Departamento Penitenciário Nacional – Depen.516 18 29 - - Bahia 2.068 2.015 6.089 71 50 6.323 10.539 675 1.889 126.897 691 783 Acre 1.797 83 66 - - Espírito Santo 5.322 44 46 - 1 Goiás 4.078 149 - - - Pará 4.218 1.244 10.987 9.004 2.092 2.764 1.395 9.644 1.108 2.205 8.546 1.413 3.845 718 634 8 4 2./2012 (.787 347 948 31 45 5.994 42 38 22 8 Rio Grande do Sul 14.418 6.759 24 19 - - Maranhão 1.403 75.777 120 41 39 64 Distrito Federal 4.983 146 155 5.943 10.833 229 329 17.265 4.694 71.282 21.065 675 613 17.059 5. Fórum Brasileiro de Segurança Pública.532 37 - 12 15 Tocantins 767 865 289 210 18 14 1.368 3.071 1. 56 . TABELA 26 · Presos no Sistema Penitenciário: Condenados.052 10.342 835 862 7.170 3.698 2.383 3.282 626 722 395 512 2./2011 e dez.156 3.693 249 207 218 257 Rondônia 4.307 5.318 4.143 5.247 2.483 5 4 4 2 Alagoas 945 1.058 1.953 97 52 - - Rio Grande do Norte 2.868 5.446 218.006 979 367 412 Sergipe 912 876 264 656 .842 11.573 831 974 317 447 3.587 5. - Paraíba 3.

927 Rio de Janeiro 10.710 1.805 4.264 4.251 Ceará 7.462 41.003 25.086 29.298 Minas Gerais 23.399 Espírito Santo 4.018 7.770 9.113 29.336 3.152 5.333 2.536 10.179 1.185 10.613 Mato Grosso do Sul 3.676 20.814 Bahia 4.622 Distrito Federal 2.218 Maranhão 1.818 195.187 2.906 Rio Grande do Norte 1.396 3.153 Amapá 931 637 1.505 11.828 2.372 5.872 4.364 7.035 14.962 2.482 Acre 1.769 Santa Catarina 3.100 Conclusão 57 .845 Rio Grande do Sul 6.045 Amazonas 3.843 174.558 4.583 3.177 18.569 45.925 1.850 28.828 Sergipe 2.311 São Paulo 57.151 3.092 9.723 Paraná 2.685 11.782 30.269 5.798 62.163 11.181 2.545 Alagoas 1.138 1.130 Tocantins 874 996 1.901 27.259 8.924 2.354 4.254 515.400 6.307 3.301 4.339 7.484 14.440 11.740 16.769 Piauí 1. Provisórios Total Unidades da Federação 2011 2012 2011 2012 Total 173.364 12.511 11.448 Roraima (1) 652 695 1.624 4.845 2.210 8.022 Pernambuco 15.537 26.639 2.731 471.606 16.464 22.786 6.164 17.056 3.154 10.539 6.241 Mato Grosso 5.243 Rondônia 1.060 190.733 Goiás 4.989 Paraíba 3.455 10.226 11.802 10.388 5.206 4.133 1.068 1.540 Pará 4.819 3.

TABELA 27 · Distribuição dos presos no Sistema Penitenciário, por situação prisionária
Unidades da Federação – 2011-2012

em porcentagem
Condenados Sob Medida de Segurança Provisórios
Unidades da Federação 2011 2012 2011 2012 2011 2012

Total 62,3 61,3 0,8 0,7 36,9 38,0

Acre 68,9 70,0 0,2 0,2 30,9 29,8
Alagoas 64,9 65,3 1,3 1,1 33,8 33,6
Amapá 48,7 68,5 0,4 0,4 50,9 31,1
Amazonas 40,3 36,9 0,3 0,4 59,4 62,7
Bahia 54,4 52,9 0,5 0,5 45,1 46,5
Ceará 55,6 55,5 1,0 0,6 43,4 43,9
Distrito Federal 77,8 77,2 0,8 0,6 21,4 22,3
Espírito Santo 59,9 56,5 0,4 0,3 39,8 43,2
Goiás 61,3 60,3 0,2 0,2 38,5 39,6
Maranhão 57,7 44,9 - - 42,3 55,1
Mato Grosso 53,6 46,2 0,3 0,2 46,1 53,6
Mato Grosso do Sul 68,3 71,8 0,3 0,3 31,5 27,9
Minas Gerais 43,0 41,9 0,4 - 56,6 58,1
Pará 54,1 52,6 1,1 1,1 44,8 46,3
Paraíba 60,5 61,7 1,1 1,0 38,4 37,4
Paraná 87,2 86,0 2,1 1,9 10,7 12,2
Pernambuco 39,6 35,8 1,7 1,6 58,7 62,6
Piauí 31,6 33,5 0,8 0,7 67,7 65,7
Rio de Janeiro 61,8 61,3 0,3 0,2 37,8 38,5
Rio Grande do Norte 72,5 68,3 1,5 0,8 26,0 30,9
Rio Grande do Sul 76,5 74,2 1,6 1,6 21,9 24,2
Rondônia 83,0 78,8 0,1 0,5 16,8 20,7
Roraima (1) 61,9 60,7 - - 38,1 39,3
Santa Catarina 74,2 71,7 1,0 0,8 24,8 27,5
São Paulo 66,0 66,3 0,8 0,7 33,2 32,9
Sergipe 33,1 37,1 1,4 0,4 65,6 62,5
Tocantins 54,7 51,9 0,7 0,7 44,5 47,4
Conclusão

Fonte: Ministério da Justiça/Departamento Penitenciário Nacional – Depen; Fórum Brasileiro de Segurança Pública.
Referências: dez./2011 e dez./2012.
(1) Os dados de 2012 referem-se ao relatório de jun./2012
(-) Fenômeno inexistente.

58

TABELA 28 · Presos no Sistema Penitenciário, por sexo
Unidades da Federação – 2011-2012

Homens Mulheres
2011 2012 2011 2012 Total

Ns. Ns. Ns. Ns.
Unidades da Federação Absolutos % Absolutos % Absolutos % Absolutos % 2011 2012

Total 441.907 93,8 483.658 93,8 29.347 6,2 31.824 6,2 471.254 515.482

Acre 3.570 93,5 3.335 94,1 249 6,5 210 5,9 3.819 3.545
Alagoas 3.190 95,1 3.928 94,6 164 4,9 225 5,4 3.354 4.153
Amapá 1.698 92,9 1.934 94,6 130 7,1 111 5,4 1.828 2.045
Amazonas 4.881 90,4 6.191 90,9 519 9,6 623 9,1 5.400 6.814
Bahia 8.971 94,9 9.670 94,3 484 5,1 581 5,7 9.455 10.251
Ceará 15.382 95,2 16.862 95,7 782 4,8 760 4,3 16.164 17.622
Distrito Federal 9.643 94,3 10.758 94,4 583 5,7 641 5,6 10.226 11.399
Espírito Santo 11.181 92,9 13.390 90,9 854 7,1 1.343 9,1 12.035 14.733
Goiás 10.492 94,0 10.619 94,7 671 6,0 599 5,3 11.163 11.218
Maranhão 3.705 95,7 4.034 95,1 167 4,3 207 4,9 3.872 4.241
Mato Grosso 10.418 93,1 9.930 93,6 767 6,9 683 6,4 11.185 10.613
Mato Grosso do Sul 9.450 89,9 10.216 90,4 1.061 10,1 1.082 9,6 10.511 11.298
Minas Gerais 39.027 93,9 42.902 94,2 2.542 6,1 2.638 5,8 41.569 45.540
Pará 9.129 93,1 10.242 93,2 673 6,9 747 6,8 9.802 10.989
Paraíba 7.623 92,9 8.149 93,4 587 7,1 574 6,6 8.210 8.723
Paraná 19.350 94,6 20.763 94,3 1.114 5,4 1.259 5,7 20.464 22.022
Pernambuco 24.062 93,1 26.860 93,4 1.788 6,9 1.909 6,6 25.850 28.769
Piauí 2.724 95,7 2.811 96,0 121 4,3 116 4,0 2.845 2.927
Rio de Janeiro 25.996 93,6 29.221 94,5 1.786 6,4 1.685 5,5 27.782 30.906
Rio Grande do Norte 4.068 93,0 5.452 93,3 304 7,0 393 6,7 4.372 5.845
Rio Grande do Sul 27.102 93,1 27.341 93,5 2.011 6,9 1.902 6,5 29.113 29.243
Rondônia 5.740 90,6 6.817 91,5 599 9,4 631 8,5 6.339 7.448
Roraima (1) 1.545 90,4 1.585 89,6 165 9,6 184 10,4 1.710 1.769
Santa Catarina 13.423 91,9 15.157 92,9 1.183 8,1 1.154 7,1 14.606 16.311
São Paulo 164.298 94,4 179.552 94,1 9.762 5,6 11.276 5,9 174.060 190.828
Sergipe 3.375 94,9 3.930 95,2 183 5,1 200 4,8 3.558 4.130
Tocantins 1.864 95,0 2.009 95,7 98 5,0 91 4,3 1.962 2.100
Conclusão

Fonte: Ministério da Justiça/Departamento Penitenciário Nacional – Depen; Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE;
Fórum Brasileiro de Segurança Pública. Referências: dez./2011 e dez./2012.
(1) Os dados de 2012 referem-se ao relatório de jun./2012.

59

TABELA 29 · Presos no Sistema Penitenciário, vagas existentes,
razão entre presos e vagas e déficit de vagas
Unidades da Federação – 2011-2012

Vagas Razão presos/
Presos Déficit de vagas
existentes vagas

Unidades da Federação 2011 2012 2011 2012 2011 2012 2011 2012

Total 471.254 515.482 295.413 303.741 1,6 1,7 175.841 211.741

Acre 3.819 3.545 1.774 1.959 2,2 1,8 2.045 1.586
Alagoas 3.354 4.153 1.269 1.113 2,6 3,7 2.085 3.040
Amapá 1.828 2.045 850 850 2,2 2,4 978 1.195
Amazonas 5.400 6.814 3.076 2.576 1,8 2,6 2.324 4.238
Bahia 9.455 10.251 6.993 4.629 1,4 2,2 2.462 5.622
Ceará 16.164 17.622 10.478 10.610 1,5 1,7 5.686 7.012
Distrito Federal 10.226 11.399 6.441 6.341 1,6 1,8 3.785 5.058
Espírito Santo 12.035 14.733 11.100 12.536 1,1 1,2 935 2.197
Goiás 11.163 11.218 6.891 7.085 1,6 1,6 4.272 4.133
Maranhão 3.872 4.241 1.945 2.219 2,0 1,9 1.927 2.022
Mato Grosso 11.185 10.613 5.760 5.760 1,9 1,8 5.425 4.853
Mato Grosso do Sul 10.511 11.298 6.628 6.701 1,6 1,7 3.883 4.597
Minas Gerais 41.569 45.540 27.488 27.017 1,5 1,7 14.081 18.523
Pará 9.802 10.989 6.351 7.200 1,5 1,5 3.451 3.789
Paraíba 8.210 8.723 5.394 5.394 1,5 1,6 2.816 3.329
Paraná 20.464 22.022 14.500 17.942 1,4 1,2 5.964 4.080
Pernambuco 25.850 28.769 10.567 11.478 2,4 2,5 15.283 17.291
Piauí 2.845 2.927 2.155 2.238 1,3 1,3 690 689
Rio de Janeiro 27.782 30.906 24.096 24.215 1,2 1,3 3.686 6.691
Rio Grande do Norte 4.372 5.845 3.581 2.512 1,2 2,3 791 3.333
Rio Grande do Sul 29.113 29.243 20.315 21.447 1,4 1,4 8.798 7.796
Rondônia 6.339 7.448 4.056 4.672 1,6 1,6 2.283 2.776
Roraima (1) 1.710 1.769 1.106 1.106 1,5 1,6 604 663
Santa Catarina 14.606 16.311 8.656 9.806 1,7 1,7 5.950 6.505
São Paulo 174.060 190.828 100.034 102.312 1,7 1,9 74.026 88.516
Sergipe 3.558 4.130 2.235 2.235 1,6 1,8 1.323 1.895
Tocantins 1.962 2.100 1.674 1.788 1,2 1,2 288 312

Fonte: Ministério da Justiça/Departamento Penitenciário Nacional – Depen; Conclusão

Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE; Fórum Brasileiro de Segurança
Pública. Referências: dez./2011 e dez./2012.
(1) Os dados de 2012 referem-se ao relatório de jun./2012

60

61 .

203 22.0 380 23.4 1.6 Rio Grande do Sul 44 0.669 18. TABELA 30 · Perfil dos presos no Sistema Penitenciário.8 Fonte: Ministério da Justiça/Departamento Penitenciário Nacional – Depen.3 382 24.7 412 17.037 25.928 20.4 67.3 3.1 270 17.006 39.986 29.6 2.529 21. Ns.7 665 40.825 21.8 Pernambuco 2.690 25.8 3. 3.294 24.680 31.5 3. (1) Os dados desagregados divergem do total da população carcerária informado na tabela 25 em função de inconsistências no preenchimento realizado pelas unidades prisionais no campo de "Perfil do Preso" do Infopen.8 1. Ns.099 36.258 11.747 29.1 Paraíba 705 22.4 Mato Grosso 1.6 Paraná 6.4 717 20.3 864 28.051 36.108 32.8 20.256 28.8 3.8 39.9 310 30.4 3. Ns.3 966 28.9 2.828 16.2 468 21.8 746 27. por tempo total das penas Unidades da Federação – 2011-2012 Até 4 anos Mais de 4 até 8 anos Mais de 8 até 15 anos 2011 2012 2011 2012 2011 2012 Absolutos Absolutos Absolutos Absolutos Absolutos Absolutos Ns.391 29.5 São Paulo 21.3 187 15.0 1.458 21.0 1.3 1.588 25. .0 871 36.0 318 35.1 772 17.1 359 29.3 367 23.824 25.8 1.193 17.6 3.5 925 17.2 5.3 1.158 14.1 Bahia 958 18.5 2.263 28.5 724 26.9 1.6 860 18.245 14.794 33.429 32.4 Mato Grosso do Sul 1.1 4.8 272 27.4 386 36.673 23.785 26.0 1.068 50.6 741 30.6 1.6 2.021 55.5 2.802 21.2 Maranhão 248 11.322 18.878 23.759 36.8 2.5 869 15.1 601 27.640 29.814 18.6 378 35.246 26. (2) Os dados de 2012 referem-se ao relatório de jun.4 1.5 324 29.9 Espírito Santo 1./2012 62 .1 1.748 26.6 456 32.3 40.2 197 17.7 2.625 35.596 26.428 22.838 23.330 28.8 934 43.3 310 22.225 23.7 85.403 23.2 360 34.9 1.285 22.637 25.604 36.1 997 36.9 701 20.4 2.551 24.126 24. composto por indicadores não-obrigatórios.792 34.2 2.9 1. Fórum Brasileiro de Segurança Pública.3 2.1 1.4 28.5 1.7 153 15.3 303 32.9 7.436 28.8 967 31.409 38.1 1.2 1.0 366 30.9 Alagoas 239 10.080 41.1 7.567 30.0 1.262 25.5 Ceará 357 11.2 1.125 19.178 24.783 29.0 2.278 17.1 54.7 2.322 20.0 2.1 790 28.8 Santa Catarina 2.9 718 23.1 495 23.4 714 30.7 2.1 Acre 402 15.112 30.1 465 29.0 1.1 Amazonas 534 24.1 Piauí 154 16.369 29.2 1.3 318 28.4 Sergipe 184 11.4 158 17.533 31.0 Pará 938 17.557 28.5 2.3 Roraima (2) 122 11.278 15. % % % % % % Unidades da Federação Total 54.2 3.8 3.1 3.3 1.1 1.2 Rondônia 1.6 30.397 25.7 1.224 21.8 2.2 63.1 1.159 23.3 1.3 .7 Amapá 280 31.4 3.3 753 12.075 28.9 2.7 977 20.343 38. Continua (-) Fenômeno inexistente.703 21.547 31.570 60.600 19.950 32. Ns.6 101 9.8 Goiás 1.033 21.6 Distrito Federal 648 8.3 308 28.075 22.8 570 36.4 2.486 24.671 23.668 24. Ns.8 347 12.9 4.7 399 11.1 395 36.8 386 35.6 Rio Grande do Norte 520 18.6 1.1 Minas Gerais 7.149 25.6 2.6 751 33.5 5.952 23.224 30.3 675 28.7 367 26.1 3.8 4.2 1.7 86.023 30.9 228 24.5 608 23.2 Tocantins 176 16.5 483 20.264 24.043 24.3 1.3 249 15.1 Rio de Janeiro 1.170 24.

1 338 7.1 221 3.6 975 11.2 255 4.745 3.423 7.9 99 9.032 5.860 Sergipe 166 10.9 28432 9. Ns.4 1.367 29.348 13.325 11.2 206 4.6 193 5.6 7.481 Ceará 360 11.595 26.5 752 7.693 11.7 8.207 8. Ns.8 100 9.838 21.338 Piauí 103 11.2 112 5.3 68 2.8 554 8.961 Mato Grosso do Sul 789 10.873 4.1 780 6.2 146 2.4 920 1.389 4.703 8.802 Maranhão 169 8.6 447 6.1 251 8.0 2.7 112 8.283 19. Ns.2 3.9 6.0 1.554 Espírito Santo 631 8.6 159 10.3 14. 31 2.3 13.0 49 0.453 São Paulo 13.0 119.8 55 5.1 253 5.5 471 10.1 295 3.0 .0 470 6.7 1.5 150 5.019 15.481 7.200 Alagoas 272 12.6 140 8.086 9.249 8.3 53 1.888 13. .4 138 4.009 11.104 Conclusão 63 .414 5.028 4.372 Distrito Federal 960 11. 14887 50.862 6.3 421 15.078 Pará 239 4.056 1.635 1.9 977 17.9 6.8 5.8 114 9.763 8.487 Rio Grande do Sul 3.0 300 4.9 95 8.146 Minas Gerais 1.9 552 11.6 1.003 Rio de Janeiro 849 9.2 894 1.757 Amapá 51 5.7 273.7 98 8.4 197 3.325 8.172 2.6 406 8.308 6.9 3.236 10.361 13.0 28 1.7 132 4.1 23.5 1.8 401 7.5 78 2.317 Rio Grande do Norte 271 9.0 17.563 11.4 5.5 .9 13.8 1.8 9.8 2.3 53 5.4 238 4.4 87 9.3 1.4 901 10.4 75 6.030 11.1 400 6.8 471 14.6 41 3.3 2.9 691 15.1 185 3.5 18.5 34 3.3 71 3.8 888 8.465 Pernambuco 1.616 123.9 657 3.4 321 11.962 5.2 152 9.3 455 4.6 597 8.6 161 10.5 4.8 1.4 203 3.3 189 8.897 Paraíba 339 10.870 8.582 Tocantins 102 9.4 195 4.2 671 8.1 163 6.253 Rondônia 412 8.8 7480 6.7 132 9.6 1.0 254 7.8 1.8 350 3.6 104 4.0 31 2.2 2. Ns.6 485 2. Mais de 15 até 20 anos Mais de 20 até 30 anos Mais de 30 anos Total (1) 2011 2012 2011 2012 2011 2012 Absolutos Absolutos Absolutos Absolutos Absolutos Absolutos Ns.2 96 4.9 85 5.2 535 6.860 8.4 963 12.387 Goiás 933 13.0 165 6. .1 518 5.062 10.0 10.037 293.3 2.118 4.073 Santa Catarina 945 8.6 790 9.547 Roraima (2) 104 9.175 14.885 Acre 311 11.0 295 9.0 901 8.374 Mato Grosso 534 8.5 7.594 11.3 1.088 1.9 383 11.3 252 11.0 137 8.9 820 10.9 1.1 96 5.039 1.2 76 6.8 92 4.579 Paraná 1.9 32 3.407 Bahia 616 11.8 8.3 479 2.360 7.7 24.193 6.064 5. % % % % % % 2011 2012 Unidades da Federação Total 30.8 1.1 32.0 313 13.7 806 9.631 1.6 6.567 19.053 3.5 89 2.4 115 10.9 35 3.0 64 6.0 10.408 Amazonas 110 5.6 2.6 525 5.183 6.2 265 3.1 696 9.7 3.2 84 3.5 100 10.7 413 7.0 34 1.7 320 9.9 139 8.1 1.3 10.3 3.2 135 13.4 397 8.6 53 2.7 780 9.7 765 4.9 1.120 2.219 2.487 11.5 160 3.1 324 7. Ns.191 5.

2 395 18.274 30.0 5. Fórum Brasileiro de Segurança Pública.0 Mato Grosso 3.3 3.2 5.331 30.3 Piauí 930 32.7 1.457 31.7 863 29.275 15.4 1.6 Paraíba 1.0 4.5 2.2 358 18.4 608 30.715 15.459 30.9 122.8 1.465 35.595 25.346 30.117 26.505 23.794 28.4 9.3 2.0 11.199 18.106 24.9 2.607 16.5 1.748 32.441 31.3 1.796 27.4 Goiás 3. (1) Os dados desagregados divergem do total da população carcerária informado na tabela 25 em função de inconsistências no preenchimento realizado pelas unidades prisionais no campo de "Perfil do Preso" do Infopen.894 25.779 24.158 21.409 24.1 3.614 23.5 1.2 Acre 1.449 16.880 20.773 34.7 2.301 25.165 27.222 19.1 6.792 29.2 2.0 8.2 14.825 24.1 Rio de Janeiro 8.988 30.075 28.8 550 29.018 23.987 18.7 42.970 30.4 9.2 4.0 1.4 5.706 25.8 31.7 879 23.7 3.9 2.237 30.240 31.6 3.139 20.105 21.5 Rio Grande do Sul 6.1 1.265 18.2 1.8 602 17.3 6.2 4.2 669 17.2 3.618 25.873 28.099 26.969 17.082 19.910 25.7 816 27.2 589 20.3 2.1 Pernambuco 7.2 377 21.4 6.682 26.298 18.029 28.277 20.4 2.1 858 20.925 22.174 27.722 29.8 Amazonas 1.9 3.0 235 11.347 35.336 38.8 Maranhão 1.650 16.3 3.451 19.7 33.805 19.6 3.891 19.3 1.3 Santa Catarina 4.3 Minas Gerais 12.1 695 19.1 7. Ns.0 1.5 855 25.9 3.7 4.726 33.946 26.0 1.9 Distrito Federal 3.012 23.4 6.3 2.5 668 19.3 5.2 5.299 20.103 28.5 Pará 3.814 15. TABELA 31 · Perfil dos presos no Sistema Penitenciário.892 16.260 33.078 35.5 117.9 7.0 2.247 25.5 379 22.4 7.501 29.1 Rondônia 1.7 Paraná 5.4 42.1 2.9 866 20.726 30.0 1.304 26.792 17.184 28.4 Mato Grosso do Sul 2.4 3.1 Sergipe 1.4 4.5 2.502 35.570 24.9 519 18.252 31.455 17.8 670 16.095 24.671 18.143 18.7 528 26.716 31.808 26.122 27.015 27.1 3.291 31.3 Tocantins 593 30.3 2.8 2.7 1.2 Bahia 2.0 3.043 18.368 27.5 817 28.439 30.3 3.855 25. (-) Fenômeno inexistente.2 582 27.374 20.075 18.8 Roraima (2) 315 18.2 1.8 8.916 24.6 381 21.034 25.100 19.8 1.9 Amapá 854 45. % % % % % % Unidades da Federação Total 134.5 187 10.6 2.6 5.4 5.690 38.853 20.811 29.7 1.6 850 18.0 403 23.022 25.2 2.748 26.4 7.3 1.7 895 44. Ns.347 37.549 19.436 27.185 21.874 26.4 1./2012 64 .3 Alagoas 929 27.8 Continua Fonte: Ministério da Justiça/Departamento Penitenciário Nacional – Depen.723 26.6 1.9 2.9 3. Ns.497 39.2 862 10.339 20.1 2.404 29.3 3.100 13.536 24. Ns. composto por indicadores não-obrigatórios.6 143.287 29.3 5.9 643 16.3 Rio Grande do Norte 1.5 2.3 49.331 28.1 1.9 572 27.939 28.4 2. por faixa etária Unidades da Federação – 2011-2012 18 a 24 anos 25 a 29 anos 30 a 34 anos 2011 2012 2011 2012 2011 2012 Absolutos Absolutos Absolutos Absolutos Absolutos Absolutos Ns.035 19.9 1.574 30.618 38.1 2.887 19.5 5.9 1.4 São Paulo 48.3 84.1 971 27.5 Ceará 3.741 18.5 1.6 2.1 Espírito Santo 4.028 31.766 15.9 745 17.361 26. Ns.1 1.2 855 16.2 1. (2) Os dados de 2012 referem-se ao relatório de jun.400 17.7 2.4 353 20.376 29.6 2.9 1.7 93.297 20.493 31.7 1.

996 Amazonas 669 13.8 631 15.1 9.2 115 2.370 8.8 2.0 488 4.710 1.646 7.5 4 0.735 15.7 10.1 182 6.690 6.4 4 0.7 5.226 10.8 9. .656 6.6 .1 3. 1. 1.040 12.658 18.037 16.4 27. 35 a 45 anos Mais de 45 anos Não informado Total (1) 2011 2012 2011 2012 2011 2012 Absolutos Absolutos Absolutos Absolutos Absolutos Absolutos Ns.8 146 7.4 629 6. .2 159 0. .361 20.204 18.052 Maranhão 446 12.4 1.932 19.7 213 5.155 5.963 2.2 2. .704 14.7 .2 279 6.906 Rio Grande do Norte 745 17. .1 29.414 Distrito Federal 1.639 4.5 37 0.087 10.2 183 8. Ns.425 16.8 16.0 4. 11.5 3.2 2.154 13.2 325 7.755 1.251 Ceará 2.4 1.623 6.0 . .2 14.892 Bahia 1.408 7.231 7.3 2. Ns.7 1.985 17. .2 454.869 1.390 21.1 3.5 7.3 3 0.878 19.755 Piauí 393 13.069 10. 22 0 5.2 73 0. Ns.062 São Paulo 27.511 13.552 8.6 127 0. .8 173 4.009 9.093 Pernambuco 4.164 17.736 15.8 10. . .4 33.0 1.602 16.6 2.5 1.702 16.8 .631 16.7 250 14.5 3.7 645 6.0 1. .480 Alagoas 627 18.415 15. 1.383 Roraima (2) 363 21.7 2.4 2.5 1.297 Mato Grosso 1.0 159.8 184 4.821 3.8 1.0 788 7.2 383 21.3 1.050 9.713 6.0 774 13.4 81 0.769 Santa Catarina 2.5 29 0.4 36.1 417 3.3 559 13.9 29. .0 .643 486.6 933 14.3 133 7.185 10. .4 110 0.844 28.472 22.6 273 5.4 144 1.677 17.464 22. . 3.0 651 7.736 Mato Grosso do Sul 2.0 2 0.3 410 11.5 161 4.5 .262 19.641 45.078 19. .0 407 5.251 7. 3. 11.529 17. Ns.0 4.240 4.7 .7 1.280 Sergipe 593 15. 3.683 16.035 14.534 13.4 12.8 3.2 735 6.7 679 16.073 14.6 1.325 7.3 2. . . .243 Rondônia 1.802 10.354 4.6 1.0 136 3.6 938 6.466 15.0 18 0.0 49 0. .6 .415 14. .2 39.8 614 5.163 11.9 6. 2.7 205 1.4 25.540 Pará 1.1 4.5 142 7.1 796 6.1 .099 Tocantins 342 17.370 Espírito Santo 1.6 464 7.0 426 6.337 Minas Gerais 6.535 16.1 89 0.5 1 0.036 15.6 1.271 18. . 20.6 5.455 10.845 2. .6 2.3 8.678 166.8 3.558 44.932 17. .153 Amapá 145 7.078 8.100 Conclusão 65 .4 834 7. .3 35 0.551 14.620 12. .8 .989 Paraíba 751 9.0 6 0.3 114 0.0 898 8.351 8.148 Acre 433 11.4 10.3 1.113 29.2 2.0 10.4 221 3.671 16.1 .4 216 7.7 501 5.748 4.640 16.927 Rio de Janeiro 5.4 368 17.8 7.4 14 0.599 Rio Grande do Sul 6. % % % % % % 2011 2012 Unidades da Federação Total 76.3 1.751 Goiás 1.377 8. . .8 443 15.9 38 0.1 331 6.674 Paraná 3.297 1.0 6.5 44 1.6 275 15.9 23 0. .073 9.9 84.4 216 5. .206 10.355 9.4 2.8 610 6. . 3 0.782 30.511 11.8 .6 700 15.554 14. Ns.866 6.1 112 5.3 275 8.870 18.

1 6.9 17.277 74.7 3.167 11.666 10.1 7.6 Espírito Santo 2.2 225 12.667 32.6 2.492 24.9 1.348 29.2 1.100 25.7 1.8 4.1 4.387 27.8 14.333 43.319 21.0 5.998 57.969 58.2 Piauí 308 10.1 1.200 60.908 20.499 14.102 75.7 1.075 25.516 29.2 Distrito Federal 2.8 Acre 283 7.499 56.7 8.6 4.3 927 13.137 29.2 3.181 54.0 1.6 1.321 55.6 1.6 27.1 488 11. por cor da pele/etnia Unidades da Federação – 2011-2012 Branca Negra Parda 2011 2012 2011 2012 2011 2012 Absolutos Absolutos Absolutos Absolutos Absolutos Absolutos Ns.1 5. composto por indicadores não-obrigatórios.147 11.6 2.392 66.4 517 8.2 Roraima (2) 225 13.1 2.9 2.824 73.935 20.0 14.5 5.4 2.608 61.078 73.281 16.276 29.3 5.903 20.6 9.7 296 8.472 24.741 60.0 5.356 18.384 20. % % % % % % Unidades da Federação Total 166.8 Mato Grosso 2.6 5.2 1.3 3.648 24.0 Tocantins 350 17.536 35.8 2.0 4.1 7.4 2.2 8.387 53.5 1.9 1.350 42.257 29.0 9.454 14.9 2.5 458 22./2012 66 .1 7.9 442 10. Ns.820 16.6 1.8 1.5 Ceará 1.3 Maranhão 807 21. Ns.6 2.132 11.3 2.1 1.7 4.1 1.106 19.4 6.259 66.4 6.9 913 14.9 13.807 48.8 357 17.8 Mato Grosso do Sul 3.3 Continua Fonte: Ministério da Justiça/Departamento Penitenciário Nacional – Depen.6 18.2 6.1 695 34.0 616 10.4 783 40.775 53.887 43.197 47.246 13.246 11. (-) Fenômeno inexistente. (2) Os dados de 2012 referem-se ao relatório de jun.593 24.0 746 17.208 40.7 Paraíba 768 10.5 1.6 Santa Catarina 8.426 21.305 43.8 1.9 2. Ns.434 7.123 43.5 7.320 15.267 60.763 60.576 25.068 45.1 3.200 50.327 12.6 Amazonas 652 12.881 67.920 16.2 4.914 24.610 36.842 8.3 Rio Grande do Sul 19.8 7.654 12.5 5.624 17.439 58.2 Rondônia 1.9 580 19.047 28.178 60.686 22.4 5.3 1.7 59.6 2.048 61.538 21.7 727 35.6 13.188 85.074 25.078 46.133 19.934 66.500 22.452 46.996 17.673 79.2 4.0 1.8 377 22.6 212.430 39.6 Minas Gerais 11.7 82.8 361 12.514 15.0 435 22.6 249 6. (1) Os dados desagregados divergem do total da população carcerária informado na tabela X em função de inconsistências no preenchimento realizado pelas unidades prisionais no campo de "Perfil do Preso" do Infopen.405 23.3 Sergipe 466 12.055 36.2 1.4 Pernambuco 5.0 Pará 1.926 41.3 995 21.0 Alagoas 758 22.2 476 22.435 22.3 453 15.838 10.197 10.9 513 15.1 1.087 24.5 2.6 19.639 15.1 6.999 53.151 65.905 11.5 20.5 1.041 74.9 3.3 2.232 18.0 198.9 Amapá 540 28.169 22. Ns.718 24.1 394 20.177 18. TABELA 32 · Peril dos presos no Sistema Penitenciário.7 4.422 65.6 26.022 25.1 2.666 16.6 3.4 1.0 335 19.214 74.051 61.618 43.7 2.703 21.008 20.9 457 11.3 1.842 18.6 287 8.9 5.7 7.7 75.384 66.2 76.5 1.5 1.8 2.669 12.850 29.0 1. Fórum Brasileiro de Segurança Pública.0 1.889 62.928 53.506 66.561 15.7 1.860 12.8 1.8 3.6 173.3 6.7 12.5 Bahia 1.7 Goiás 2.1 Paraná 13.1 São Paulo 74.248 37.3 752 18.4 4.895 61.0 801 11.7 5.949 57.1 Rio de Janeiro 7.9 3.968 46.0 Rio Grande do Norte 1.9 62.737 82. Ns.5 562 10.1 2.968 28.348 13.

0 13 0. .8 1.1 20 0.2 17 0.7 5. .623 485.4 266 1.3 .0 11 0. .7 16.3 25 0.852 4.3 2. 1.2 138 0. .0 1 0. 11.1 .012 São Paulo 320 0.782 30.2 1.839 28. . .641 45.2 10. 9.7 615 1.032 14.5 4.802 10. .649 Rio Grande do Sul 35 0.455 10.436 Roraima (2) . .511 11.1 29.2 7 0.338 Alagoas .963 2.4 146 1.0 25 0.4 486 6. . .1 127 0. .1 18 0.906 Rio Grande do Norte 39 0.241 31.411 Distrito Federal 44 0. .1 26 1.5 771 0.588 36.760 Piauí .4 55 0. .3 160.164 17.3 45 0. 3. % % % % % % 2011 2012 Unidades da Federação Total 2.5 4 0.312 Minas Gerais 682 1.1 10 0.2 1.751 Goiás . .924 2. Ns. . Ns.3 39.153 Amapá 169 8.4 13. .3 23 0. .3 69 1.1 37 0. .5 49 0.251 Ceará 153 0.180 0. . 5 0.4 101 0.881 Bahia 16 0.4 130 1.737 Mato Grosso do Sul 11 0.184 166.241 4.0 140 1.9 43 0.3 9. 55 3. .7 1.2 847 0. Amarela Indígena Outras Total (1) 2011 2012 2011 2012 2011 2012 Absolutos Absolutos Absolutos Absolutos Absolutos Absolutos Ns.3 2 0.9 29 0.2 .0 287 2.5 2.0 1.8 1 0. 3 0. .100 Conclusão 67 .1 26 0. Ns.1 1 0.0 .1 69 0. . Ns.5 15 0. .3 135 0. .0 22 0.109 8.0 27.314 0.0 3.6 .5 66 1.4 4 0.3 25. 37 1. .5 13 0. .4 56 0.0 722 1.0 57 1.313 Mato Grosso 98 0.113 29. .163 11.1 102 0.555 5. .3 13 0.4 21 1. .014 Paraná 58 0.1 65 1.0 8 0.5 54 0.938 Acre 3 0.9 14 0.927 Rio de Janeiro 9 0.370 Espírito Santo 18 0.2 31 0.3 79 0.1 7 0. . .989 Paraíba 8 0. .4 6.463 16.226 10. . .540 Pará 106 1.729 3.0 129 1. 20.0 12 0.1 . . . 608 2.8 125 6.185 10.052 2. . . . 15 0.9 175 1.8 73 1.999 2.3 2 0.1 1 0.4 5.8 17 0.963 Sergipe 68 1.110 Tocantins .3 222 2.4 165 1.4 69 0.1 4 0. .045 Maranhão 55 1.0 144 1.2 16 0.1 38 0.932 Pernambuco 40 0.2 18 0. .1 105 1.418 5.2 6 0.845 2.1 11.0 5. . .0 34 0. .0 61 0.9 454.4 5 0. 3.8 41 0. . 47 1.8 .1 3 0. .754 Santa Catarina 178 1.319 4.6 15 0. 5 0.710 1.243 Rondônia 26 0.1 20 0.9 12.809 2. .1 162 1.2 115 0. .2 120 0.3 30 0.041 Amazonas 44 0.354 4.2 40 2.9 163 1.464 21.656 6.0 66 1.9 39 0.2 4 0.2 14.1 3 0.340 33.1 7.2 365 0.1 . Ns.6 3.3 10.0 440 0. .4 .4 9 0.2 6 0. .720 4.6 2.340 30.4 10.8 3.

402 5.949 198 117 37 8 9 Bahia 1.278 286 246 28 92 Pernambuco 6.557 4. Corrupção de Menores.504 9.953 11. Roubo Simples.370 256 33 20 5 9 Roraima 193 417 97 9 1 1 2 Santa Catarina 2.568 1.2 Acre 582 959 159 8 4 6 4 Alagoas 1.519 1.593 4. Atentado Violento ao Pudor.653 4.608 198 214 11 7 - Amapá 421 805 112 91 51 6 5 Amazonas 727 1.9 49. Extorsão.975 21.398 23.576 1.946 13. 68 . Apropriação Indébita.274 450 165 6 41 Espírito Santo 2. Estelionato. (-) Fenômeno inexistente. Selos.208 9.414 5.736 267.455 20.3 0.814 798 169 63 15 11 Maranhão 727 2. Furto Qualificado.163 494 254 138 3 128 Rio Grande do Norte 800 2.117 480 379 93 51 Piauí 623 1. Apropriação Indébita Previdenciária.224 % 11.404 397 74 51 13 São Paulo 18.655 707 308 81 28 20 Mato Grosso do Sul 1.096 441 325 105 105 25 Rondônia 941 2.111 1.217 242 273 61 8 1 Mato Grosso 1.940 8.9 0.036 10.290 1. Tráfico Interno de Pessoas.924 1. Falsificação de Papéis.2012 Quantidade de crimes tentados/consumados Código Penal por particular contra Crimes contra a fé Crimes praticados Crimes contra os a administração Crimes contra a Crimes contra o Crimes contra a Crimes contra a administração paz pública (4) patrimônio (2) costumes (3) pública (5) pública (6) pública (7) Brasil e pessoa (1) Unidades da Federação Brasil 64. (2) Inclui os itens Furto Simples.9 1.479 1. (6) Inclui os itens Peculato.765 1.898 164 614 Sergipe 715 2. Fórum Brasileiro de Segurança Pública. Uso de Documento Falso. Concussão e Excesso de Exação. (1) Inclui os itens Homicídio Simples. Receptação. Corrupção Passiva.1 3. (3) Inclui os itens Estupro.055 3. Tráfico Internacional de Pessoas.007 1.708 4. (4) Inclui o item Quadrilha ou Bando.274 206 68 7 3 - Rio de Janeiro 660 6. - Tocantins 317 674 134 46 13 3 2 Continua Fonte: Ministério da Justiça/Departamento Penitenciário Nacional – Depen.319 210 102 20 .479 857 192 76 5 6 Ceará 5.874 4.202 252 813 7 Distrito Federal 3.229 2. Sinal e Documentos Públicos.838 505 307 270 52 31 Goiás 1.213 1.075 458 356 53 20 9 Paraná 2. Receptação Qualificada. Extorsão Mediante Seqüestro.554 602 496 15 108 Pará 1.177 864 295 89 28 8 Paraíba 1.333 115. TABELA 33 · Quantidade de crimes tentados/consumados Unidades da Federação .709 1.179 203 38 4 3 - Rio Grande do Sul 1. Falsidade Ideológica. (5) Inclui os itens Moeda Falsa.8 0.588 6. Roubo Qualificado. Homicídio Qualificado e Seqüestro e Cárcere Privado.490 502 162 95 3 28 Minas Gerais 4. Latrocínio.

69 . 12 477 3.818 Tocantins 17 2 4 .342 17.321 756 20. Disparo de Arma Fogo. Posse ou Porte Ilegal de Arma de Fogo de Uso Restrito.399 Santa Catarina 80 0 9 7 286 5. 4 7 . 33 2. .062 Alagoas 5 . 6 2 312 2. 57 1.971 1.747 26.768 Piauí 3 .3 5.073 Amazonas 7 . 19 36 52 5.046 Maranhão 6 .6 Acre . 890 3. 13 1.176 Pernambuco 192 . .969 1. 2 7 196 1.861 2. .612 429 6.405 28.7 25. 6 11 550 5. Comércio Ilegal de Arma de Fogo.056 662 10.402 Rio Grande do Sul 180 . 1 1 89 1.670 Sergipe .178 Paraná 65 .198 30. . 3 . .107 10. 2. 60 5.465 % 0. 8 .394 22. . Quantidade de crimes tentados/consumados Legislação específica Estatuto da criaça e Lei Maria da Penha Crimes de Tortura desarmamento (9) Entorpecentes (8) Crimes contra o meio ambiente adolescente Estatuto do Genocídio Total Brasil e Unidades da Federação Brasil 1.009 409 5.835 138.867 210.709 Conclusão (7) Inclui os itens Corrupção Ativa. .129 Bahia 1 .754 Roraima . .012 Mato Grosso 7 .866 143 5. .433 Goiás 65 . 9. .130 6. .724 São Paulo 278 1 36 9 599 57.230 Espírito Santo 66 2 17 5 256 6.215 18.2 0.226 260 11.507 38. Contrabando ou Descaminho. (8) Inclui os itens Tráfico de Entorpecentes. Tráfico Internacional de Entorpecentes. Tráfico Internacional de Arma de Fogo.0 0.077 16. 32 5 43 428 63 2.291 8 218 142 3.357 Distrito Federal 86 . .420 2.862 1.767 Paraíba 50 . 4 .173 116 3. 2 . . 3 .455 2.0 0.440 337 11. .107 2.048 Ceará 0 . 38 779 224 4. . .087 302 4.0 0.624 Pará 16 . 45 392 60 1.279 575 13.723 Rio de Janeiro . 51 1. 58 3. 7 3 197 4. . 63 1. 41 464 34 2. . 7 . (9) Inclui os itens Porte Ilegal de Arma de Fogo de Uso Permitido.438 545.338 Mato Grosso do Sul 18 . 13 1 290 3.546 Rondônia 20 .099 62 4.304 Amapá 11 .023 36. . 8 666 5 1.821 317 11.617 Minas Gerais 117 3 35 36 21 8.815 2.558 Rio Grande do Norte 1 .

representa 32% do total de 2012 representava uma taxa de encarceramento presos provisórios do país. 93. da região Sudeste. com 4. Entre as UFs com taxas 62. e o Maranhão.7 presos por 100 mil habitantes maiores 62.6%. e Pernambuco são os estados com o maior tornando a geografia do encarceramento no percentual de presos provisórios. com 65.867.7. a mais do que no ano anterior. Roraima. com 626. Rio de Janeiro. Taxas tão de encarceramento acima da média nacional.2% sob custódia das polícias. num Do total de presos no Brasil em crescimento de 20% no curto período de um 2012. 316. 70 . Os 34. Os restantes Somando o total de presos no sistema prisional 0. o Distrito ao processo presos.403/2011). seja por resistência dos com 6. sem contraria a legislação. contribuindo para a violência no elevadíssimas taxas de encarceramento são interior do sistema. com um total de de 401.2. com 1. da opção pelo encarceramento no Brasil não os demais estados são todos das regiões Norte é acompanhado pela garantia das condições e Centro-Oeste.841 vagas. Em termos proporcionais. ano.8 por cem mil com a morosidade judicial e a não efetivação habitantes maiores de 18 anos.071 estavam cumprindo pena.2. que acabam por responder Paulo. reflete a pouca toda a história. do Paraná. Chama atenção o fato de que. com das garantias processuais para determinados 701. este número passa para 211.786 presos número de presos provisórios. com 606. Piauí. ainda pouco utilizado. sozinho. entre as unidades da Federação. 2012.1. entre as quais os estados quais o monitoramento eletrônico do preso. São Paulo. o encarceramento de pequenos traficantes que o déficit era da ordem de 175.4. Em 2011. Em números absolutos. professor da PUCRS e pesquisador do INCT-InEAC. Brasil bastante variável. concentram-se em algumas a necessidade da prisão do acusado.7%.3% do total. com exceção de Conforme os dados do DEPEN. com 780. em um total de 195. com 699. que se mantém no ano de 2012. maior população carcerária de constante na última década.8% estavam no sistema penitenciário processo penal (Lei 12. Os presos em de Segurança Pública são um retrato em tons situação provisória. juízes. Amazonas da Federação para Unidade da Federação. situação irregular que para a garantia do andamento do processo. Rondônia. com e o crescimento das facções criminais.304 ao judiciário uma série de novas possibilidades sob custódia das polícias. fortes do colapso do nosso sistema de justiça representavam em 2012 38% do total. por períodos que chegam a Federal.920. chegamos a um total de 549.176. e o Espírito Santo. seja pela falta de estrutura nos estados.731. respectivamente. o Estado de São A população carcerária brasileira no ano de Paulo.058. o Mato Grosso do Sul. 1% a menos vaga no sistema.8% estavam presos em razão da aplicação com os que se encontravam sob custódia da de medida de segurança. a disseminação de doenças resultado da política de guerra às drogas.843 presos aguardando julgamento naquele de 18 anos. com 9. O crescimento do polícia. o que permite supor que as carcerárias. Já em fazem o papel de mulas para o tráfico internacional.7% e 62. o aumento São Paulo e Espírito Santo. Do total de presos no país em efetividade da nova lei de cautelares no 2012. chegando a média nacional a 1. elevadas de presos provisórios estão relacionadas destacam-se o Acre. São perfis de acusados.741. O sistema penitenciário brasileiro Rodrigo Ghiringhelli de Azevedo 1 1 Sociólogo.9. com 2. com 575.7 presos por representando 61. até 2 anos ou mais. que deu e 6. 1% criminal e segurança pública. com 633.290 presos. Essa taxa varia muito de Unidade estado. de Minas Gerais. Os dados sobre presos do Anuário Brasileiro do que no ano anterior.

71 .

324 Pernambuco 1. 2. 2. Cadete Aluno soldado Aspirante a Aspirante a (em curso) (em curso) Praças e Praças e Agentes Agentes Oficiais Oficiais Total Total Unidades da Federação Acre 175 2..992 15..733 200 1.003 65 273 2.242 Ceará 718 13... .188 80. 59 529 . 3.222 Goiás 982 10.875 239 2.872 Piauí 626 5..150 Mato Grosso 522 6. .649 460 4. . 433 Continua 72 .703 6 .873 43.729 196 2.536 209 941 66 . 7..823 132 795 36 . 2 2. .526 67 577 .226 38.962 68 .537 Distrito Federal 1.196 73 456 . 5.121 165 15 6.253 44 . . .215 25 .345 304 1.784 98 134 7. ..455 477 91 31. .. . 18.271 296 2. 644 Roraima 172 1.239 4 3 1. 1. 1.254 187 57 43.238 121 452 9.463 9 .772 528 8. . Rio Grande do Norte .992 30 .151 40.321 145 1. 4. Cadete Aluno soldado oficial.633 145 2. 12.600 346 718 9. 319 Alagoas 783 6.. ..683 Maranhão 644 6..470 31 10 7.037 Amazonas 532 7.509 102 474 3.031 17.565 120 .329 216 857 77 ..057 . por patente/cargo Unidades da Federação – 2012 Polícia Militar Corpo de Bombeiros e Aluno-oficial e Aluno-oficial oficial. .069 . 1..923 840 4.. 14. 279 Santa Catarina 641 6.487 22.310 3 .762 207 645 14 171 1. 1 589 Rio Grande do Sul 1..514 2 . 5.045 Paraíba 725 8.467 205 .412 43 236 .391 Minas Gerais 3.735 28 229 7. .181 224 1..355 Pará 859 13.082 2 . 1.397 . 529 Bahia 2. 623 Tocantins 704 3. 963 Mato Grosso do Sul 299 4. .831 88 237 .318 111 15 2. 14.198 109 3 3.307 Amapá 452 3.341 45 26 14.238 .421 28.513 117 ..001 96 336 1 ...727 129 39 5. . 4.860 107 509 7 .907 Espírito Santo 765 6.884 51 132 5..216 Paraná 950 12.. ...444 185 2.217 Rondônia 288 5.486 São Paulo 5.422 .659 88..117 148 2.599 54 265 .740 356 2. 2. 8.205 .294 223 1. Civis.251 13... Bombeiros e Guardas Municipais.748 .. 37 362 Rio de Janeiro 3. 24. 5.012 239 2.461 2 . .781 95 981 35 111 1.925 Sergipe 388 4.. efetivos das forças policiais TABELA 34 · Efetivo das Polícias Militares. 1. .749 .

261 ..147 das Instituições de Segurança Pública.336 2.684 Mato Grosso 255 2.745 (. Escrivão.. Instituto Pará 518 2.059 Goiás 362 2.. Pesquisa Paraíba 293 1..489 316 4.369 161 (-) Fenômeno inexistente.581 1...668 - Espírito Santo 262 2.645 4.591 26. Tenente.598 .710 65 2.006 50 3.164 25 5. Piauí 162 1. 2.. Pernambuco 456 5. Polícia Civil Guarda Municipal Total de outros Delegados na Delegados ativa Não- Total Total Unidades da Federação Acre 74 943 .657 os Não-Delegados da Polícia Civil são: Agente.869 10 9. Tenente Rio Grande do Sul 526 5..618 246 Fonte: Ministério da Justiça/Secretaria Nacional Mato Grosso do Sul 214 1. Tocantins 165 1. 2.. Major.035 723 Amazonas 262 2.010 Brasileiro de Segurança Pública.IBGE. 855 324 e praças da Polícia Militar e Corpo de Bombeiros Santa Catarina 433 3..269 Ceará 313 1...777 Coronel. 5.. 4.828 297 Investigador de Polícia e Outros.147 4.309 ..041 243 2. Os cargos que compõem os agentes Roraima 76 779 .. Capitão.238 2.716 9. Rio de Janeiro 529 8.017 - Alagoas 124 1..926 2.207 .920 5.694 Maranhão 349 1.802 .974 .) Informação não disponível..468 1.658 33. 1. 1. 1.787 2. 9. Fórum Paraná 342 3..269 ..Comissário.579 Brasileiro de Geografia e Estatística ..408 16.561 1.853 de Informações Básicas Municipais 2012.367 . 3.876 .895 Amapá 110 755 170 1. 2.605 5..432 231 1. 1.865 1.363 .124 2.279 Militar e Corpo de Bombeiros são: Coronel.. Subtenente e Rondônia 204 2..142 11 2.961 Bahia 886 4.084 Carcereiro..839 Distrito Federal 399 4.294 1.802 2.. Inspetor de Polícia.691 de Segurança Pública (SENASP).299 . Pesquisa Perfil Minas Gerais 946 8. 1. Sergipe 144 910 282 1.489 706 são: Cabo e Soldado. Os cargos que compõem São Paulo 3.417 Nota: Os cargos que compõem os oficiais da Polícia Rio Grande do Norte 159 1. Conclusão 73 .830 . 5. 1.911 3..032 ..357 50 Sargento.328 24..428 144 1.

..95 2. .042..628.81 3....765..385. .... . 2. .221. gratificações ou outras vantagens pecuniárias comuns a todos os profissionais da respectiva categoria.67 3. . ..709..02 Rio Grande do Norte 2.. .126.. Pernambuco 1........514. ou salário base..33 7..361.83 .95 .33 .... . .71 10.... EXCLUÍDO de adicionais.715. 13.308. 769.475.. .. ...55 9....594.78 1.81 2.303...724.. . 4......00 2..515.361..68 13. . .126..68 7.. .83 2.. .00 2.. ...515.133.900. 802.60 9. . Amazonas .271..83 8..98 7... Pará .93 .109.89 2.10 3.38 678..638..10 4. .043.31 ..95 2...06 2......585.....25 .28 .. .44 15.064....585...043. Distrito Federal 7.06 .677.93 3.. ...106.029.14 15..735. . Mato Grosso ....91 1.600.. ...971. Pesquisa Perfil das Instituições de Segurança Pública. 12. 2. . .81 2.. .. Dado de 31 de dezembro de 2012 74 . . Paraná 3.071.66 6.56 1. .559....59 .29 783...126.....675. .831.21 2.22 3.00 2. .256...878.359. 3. . .94 ..33 7... .154. . .28 . ACRESCIDO de adicionais..00 . ..926.216. 3.40 2. .104..881..55 .837.468..... .11 2.65 3. ou salário base.40 . ... .. 678...971..68 9..623...68 2.308.01 . 1. . ....593...74 ...33 ...) Informação não disponível. ...29 7.56 .787... TABELA 35 · Vencimento Inicial Bruto e Remuneração Inicial Bruta ... ...37 3.266.47 7.........98 802.732.. Bahia . .221... . Amapá 3.05 .071..126. .41 7...94 3. ... . ..47 2.93 13.808.. . ..79 . .216.777. .013... Santa Catarina 1...02 956.37 3. .82 1.91 9... Dado de 31 de dezembro de 2012..... (1) Caso a carreira esteja vinculada à Polícia Civil.971.394.. . ..33 13.. 2.104. .. .502.. ..91 2.706. .. .797.. . .. gratificações ou outras vantagens pecuniárias comuns a todos os profissionais da respectiva categoria..41 3..514.05 4..... .01 8..... .....02 673....93 . Tocantins 3. . . .89 2.. .350..55 2.. .013. .03 .54 .. Fórum Brasileiro de Segurança Pública.. 7.514. ..80 12. São Paulo 769..52 ..81 777.81 .......87 12.492.97 2..33 12.250.... Goiás 2. .325... 10. Piauí 2.... .767.. .. .514. ou soldo.32 989.96 1.. Paraíba 1..54 5. Minas Gerais . (3) Remuneração corresponde ao vencimento.31 2....08 4.. Sergipe 3...149.325.952... . ...14 2.) Fenômeno inexistente.55 10.95 10.83 2.. 2. Rio Grande do Sul .74 8.42 1. . .11 10.. . . . . .21 ..797.. ..672...40 2. .37 12. .18 2.. .071.03 2.502. ..56 . . .961.Polícia Civil Unidades da Federação – 2012 em reais correntes Carcereiro ou Agente Delegado Escrivão Comissário nomenclaturas Inspetor similares Inicial Bruto (2) Inicial Bruta (3) Inicial Bruto (2) Inicial Bruta (3) Inicial Bruto (2) Inicial Bruta (3) Inicial Bruto (2) Inicial Bruta (3) Inicial Bruto (2) Inicial Bruta (3) Inicial Bruto (2) Inicial Bruta (3) Remuneração Remuneração Remuneração Remuneração Remuneração Remuneração Vencimento Vencimento Vencimento Vencimento Vencimento Vencimento Unidades da Federação Acre 870.. .00 6. .42 3..... 9. ...777..854..91 . 9.359..614.971.34 ..00 870.41 3... 7. .17 2.40 . . .18 7...... .16 4. Alagoas 2...382.. .33 ... .758..094.. .266.278.035..385.106...085.787.353.595..74 ..... 2..444. (.783.03 2..... Maranhão .094.78 5..278.382.87 2.473.84 12.25 2..514.126...31 . .09 7..064.. .. . Ceará ..27 3.97 2.52 4. 12.. . .182.255. .31 2... .071..087. ...00 18. ... Rio de Janeiro ..58 2....78 2.559...971....90 9. Continua Fonte: Ministério da Justiça/Secretaria Nacional de Segurança Pública (SENASP).. 7. ..029..37 1..831..08 4.706. .765..035.353. Mato Grosso do Sul .... .964. .59 . .36 2.62 2.79 .95 2.... Espírito Santo 2...732. 3.926.319. .699.47 .699.. . Roraima 1..10 13..368. ..185....182.724.83 1....95 .95 2.67 3.514.266..33 7.971..59 9.. ..34 ... 1...964.623...368.867..41 3.25 2. (2) Vencimento refere-se ao soldo. ( ..56 Rondônia 2...81 3...

473...30 .10 4..83 ...62 São Paulo 989..66 5... ..57 2.. Alagoas ...17 2..... .18 2. ... 1... 3.37 Amazonas 1...854...04 ..68 5.964...808... .309. . .515. . 2..265.....06 1...594...515.. 2..854..085..05 4. ... .258.68 2.130.31 2... .... .07 Tocantins ..680..91 8.. ..13 5... . . .096.. ..... Minas Gerais 2..39 9.84 3..73 1..446.21 2..309.275.087.511.37 3.309. ..078.087.511... Ceará . ... .724. ....700.368....68 13. .022. ....91 2.05 4..79 .40 5.78 7.419. .. .266.32 1. .456..04 1..859. ..034. Santa Catarina . 4.361.03 3. 3.03 2..625.06 4.275...680.89 2. Piauí .65 3.42 7.724.. .085. .41 3.680.68 5.40 5.709.41 Paraná 4. ...00 1.206.66 6.56 . . .34 ..00 ...152..... .758...818... .. .37 3... .709..83 2..797. . Roraima . .13 3... .36 ..41 5..368...60 7... ... . .39 9.44 15.60 7.... ..818.26 1...84 956. . . Sergipe .. .57 Rio Grande do Norte . Conclusão 75 .....99 1.42 7.818.625.... .40 2.64 6. .638.68 13. .502...638.. .. .00 6.680..368.456.49 .. .078... .. .863.. . 3.88 3.14 2.02 956.. .51 ......206....79 1...13 3..79 . .....32 2....03 3..78 Goiás . 3. .221..25 1.221...78 7... Pernambuco . ..... .. ........ .03 3..... .. ...020.. .66 6.859. 673. 3.64 6. .....900.195. ...514. .900.022. .700.64 6. ..41 5.848... Pará 673... ..129.84 1.878.130.....40 5. 13. .. ...68 13.05 .....21 . ...797. .. Rondônia .. 8...368.216.698. Maranhão 2... ... 8...04 Bahia 783.767. Espírito Santo 3.68 5. Rio Grande do Sul 578... . ..064..31 6..219.020. ....10 4. .. .... . ...14 1. . .700. Paraíba .......881.900.216.473..446.... ...706.765.361. . Mato Grosso do Sul 2...700. ..51 3.67 3.. .. ... .49 5.. .74 .. .926. .38 4..68 7..... ..308. 4.493. . em reais correntes Perito criminal Médico legista Papiloscopista Investigador ou nomenclaturas ou nomenclaturas ou nomenclaturas Outro similares (1) similares (1) similares (1) Inicial Bruto (2) Inicial Bruta (3) Inicial Bruto (2) Inicial Bruta (3) Inicial Bruto (2) Inicial Bruta (3) Inicial Bruto (2) Inicial Bruta (3) Inicial Bruto (2) Inicial Bruta (3) Remuneração Remuneração Remuneração Remuneração Remuneração Vencimento Vencimento Vencimento Vencimento Vencimento Unidades da Federação Acre .05 ....... ...514.84 .33 7.317.096.881. Amapá . . .25 1.. ..00 .385. 4. .. .... ..09 4. Rio de Janeiro 378.84 793. .. . . .34 2.44 15.. . ..65 3.33 .. 8...382.14 3. Distrito Federal .64 .. 1.. .59 .275. ......38 4....502.84 .. ..219...... 1..610...900.78 .99 Mato Grosso 2.14 1. .042.21 2.. ...126. . .068.

44 .37 7.60 15.368.98 9..38 .87 12.956.869.562.26 9..65 9.166..98 242.940.79 1.00 Alagoas 11. (2) Remuneração corresponde ao vencimento.423.400.30 Bahia .89 5.25 .29 5.508.932.53 9.48 10.535..08 6.85 11.46 5.060.467..237.41 7.057.446.857.562... .964.55 12.. Pesquisa Perfil das Instituições de Segurança Pública.647.94 Goiás 15..937.31 5.84 3..13 14. ou salário base.865.23 5.035.06 12...559. Piauí 10.. 5.196.. 9.960.353.38 4.24 5.873.791.99 6.27 5.39 6.81 7.422..06 8..289.56 9.31 3.66 5.21 8.009.459. .227.922..14 4..670.39 5.80 4.176. 8.86 10.800.67 7.78 14..442.610.475.80 12..561.00 Rio de Janeiro 1.760.27 Pernambuco .81 5.577.316.969.67 8.784..596.850..80 .936.446.36 Amapá 11..486..343.115.540.00 8.585.13 8.805.057. 9.97 1. 11..206.385.80 2.701.. .682.584.602.75 Santa Catarina 5.442.98 3.58 10..467. Rondônia 9.712.73 .29 9.928.. 76 .42 898.083.98 7.728.237.170.85 4.99 7.671.195. 7..98 3.456.90 8. ou salário base.26 6..00 4.049..06 3.759.33 7.12 10.698.291.26 .529.496.98 9..19 6.470..227. 9.81 .30 9.851.36 4.94 Mato Grosso do Sul 15..558.82 4. EXCLUÍDO de adicionais.10 10. 6.557.523.04 São Paulo 9.81 4.920.05 12.479.053. 7..602..26 .66 5.858.060.00 3.858.354.46 2.81 1..561.029.444.062.92 13.638.26 7.29 7.00 6.28 7.78 193.55 4.888.153.19 7.75 11.39 8.18 8.521.34 2.496.92 9.23 6.347.82 2.00 .370.477.854.441.303.784.92 4.692.956.74 12.095..59 . Fórum Brasileiro de Segurança Pública.968..904.027..70 4. 10.13 15.925.977.884.706.234.608.322.306.913.375.590.874.519.23 2.33 11.071. gratificações ou outras vantagens pecuniárias comuns a todos os profissionais da respectiva categoria...97 5.36 13.444. 6.46 Sergipe 10.68 1.34 12..Polícia Militar Unidades da Federação – 2012 em reais correntes Coronel Tenente Coronel Major Capitão Tenente Aspirante a oficial Inicial Bruto (1) Inicial Bruta (2) Inicial Bruto (1) Inicial Bruta (2) Inicial Bruto (1) Inicial Bruta (2) Inicial Bruto (1) Inicial Bruta (2) Inicial Bruto (1) Inicial Bruta (2) Inicial Bruto (1) Inicial Bruta (2) Remuneração Remuneração Remuneração Remuneração Remuneração Remuneração Vencimento Vencimento Vencimento Vencimento Vencimento Vencimento Unidades da Federação Acre 2.63 Amazonas 2.109.27 6. .00 5.018.66 4.44 4.55 6.080.294.367.91 17.946.37 2.79 9.698.85 6.083.19 9.339.28 13.45 13.928.88 11.27 5.63 .53 9.289.56 6.095..46 5.190.018.90 10.15 7.34 7.733.17 ...42 13.64 1. 10.842.094.47 5.927.24 21.587.28 5.93 1.. ou soldo. .84 8.52 12.062.10 10.416.345.06 5.56 11.07 8.00 8.293.07 8.13 Ceará 323.978.227.75 Tocantins 12..334. .203.) Informação não disponível ..110. (1) Vencimento refere-se ao soldo.60 .83 6. .06 1.851.580.22 12.36 12.456.62 6.00 16.74 Pará 6.33 4..409.19 13.896.31 2..48 .252.442.456.22 6.354.02 13.40 4.428.78 15.246.93 4.707.654.31 13.74 10. .638.01 1.495.726.322.540.36 4..164.57 Espírito Santo 10.74 9.097.341.71 20.490.17 8.84 11.184.291. 10.70 8.506.097.71 5. .596. Continua Fonte: Ministério da Justiça/Secretaria Nacional de Segurança Pública (SENASP).70 9.88 Roraima .89 19.743..20 . 8. .29 1.314.27 6. 3.508.83 3.86 258.. gratificações ou outras vantagens pecuniárias comuns a todos os profissionais da respectiva categoria.00 7.36 7.400.52 1..560.078.79 11.66 3..024.488.38 7.612. 5.083.394.58 6.15 7.56 5.39 Minas Gerais 9.99 5.543.882.364.23 ..38 5.703.. 6.649.31 15.515.97 11.19 11...369.52 14. 7.97 7.25 1..96 Paraná 14.17 3.403. ..077..81 Paraíba 4.757.925. Rio Grande do Sul 7.94 6.719. ACRESCIDO de adicionais.680.69 .35 ..72 15.643.00 10..000..26 9..975.70 6. 11..92 2.295.00 2..75 18.699..561.79 3. 13.476.77 Distrito Federal 2.81 2.78 1.82 10...580.510.530.62 4.618.38 9.74 9.84 10.628.904.475.027.36 .92 8.701.70 4.868.45 8.81 .37 7.024.13 12. TABELA 36 · Vencimento Inicial Bruto e Remuneração Inicial Bruta .21 6.938.77 6.503.667.05 1.32 ..892.82 Rio Grande do Norte .89 . .39 8.424.00 5.103.531.49 7.98 10. .211. (..66 Mato Grosso 17.625. 8.074.293.795.812.42 6. Dado de 31 de dezembro de 2012.625.56 7.79 3.52 7.00 4.151.21 9.929. 5.47 4.24 290.78 14..559.918.548..421.254.89 7.247.60 14.11 9.009.79 2.682.892.50 6.59 5.98 7.121.77 9..91 14.425.31 Maranhão 12.442.400.74 4.94 5.51 9.30 5.817.120.00 2.585.490..206.61 6.102.435.211.98 274.851.561..85 12. Dado de 31 de dezembro de 2012.609.89 7.249.83 12.65 13.00 3..89 5.296.367.63 5.282.441.225.284.71 7.895.081.

em reais correntes
Cadete e aluno-oficial
Inicial Bruto (1) Subtenente Sargento Cabo Soldado Aluno soldado (em curso)

Inicial Bruta (2)

Inicial Bruto (1)

Inicial Bruta (2)

Inicial Bruto (1)

Inicial Bruta (2)

Inicial Bruto (1)

Inicial Bruta (2)

Inicial Bruto (1)

Inicial Bruta (2)

Inicial Bruto (1)

Inicial Bruta (2)
Remuneração

Remuneração

Remuneração

Remuneração

Remuneração

Remuneração
Vencimento

Vencimento

Vencimento

Vencimento

Vencimento

Vencimento
Unidades da Federação

Acre 1.276,80 3.316,92 1.233,91 4.247,20 1.082,38 3.902,55 658,58 2.735,48 615,49 2.571,42 537,60 1.980,95
Alagoas 1.731,21 1.731,21 4.462,95 4.462,95 2.997,36 2.997,36 2.391,99 2.391,99 2.446,07 2.446,07 1.163,43 1.163,43
Amapá 3.925,14 3.925,14 5.464,32 5.464,32 4.741,18 4.741,18 2.735,30 2.735,30 2.498,07 2.498,07 1.527,75 1.527,75
Amazonas 1.015,82 2.934,58 1.198,34 4.095,32 3.276,79 10.485,34 947,90 2.443,79 900,89 2.128,90 698,97 1.321,01
Bahia ... 1.537,25 ... 3.402,16 ... 3.118,22 ... 2.837,13 ... 2.637,20 ... 678,00
Ceará 97,00 3.465,22 177,86 3.471,51 161,68 3.221,58 103,46 2.707,33 90,54 2.638,61 64,66 1.713,29
Distrito Federal 521,64 3.473,51 1.393,80 7.565,56 1.058,92 5.957,23 692,76 4.449,57 609,96 4.122,05 433,32 3.149,20
Espírito Santo 2.889,37 2.889,37 4.227,47 5.152,40 4.025,85 4.849,31 2.641,96 3.182,36 2.100,98 2.530,74 1.023,32 1.023,32
Goiás 4.931,55 4.931,55 5.638,31 5.638,31 4.931,55 4.931,55 3.598,06 3.598,06 3.276,58 3.276,58 2.971,95 2.971,95
Maranhão 2.495,13 2.495,13 3.748,84 3.923,58 3.330,94 3.487,67 2.495,13 2.628,56 2.396,80 2.527,06 457,49 457,49
Mato Grosso 3.548,95 3.548,95 5.379,04 5.379,04 4.034,28 4.034,28 3.227,43 3.227,43 2.151,62 2.151,62 1.479,24 1.479,24
Mato Grosso do Sul 3.087,23 3.087,23 5.834,37 5.834,37 3.544,63 3.544,63 2.890,46 2.890,46 2.200,00 2.200,00 1.440,14 1.440,14
Minas Gerais 3.806,52 4.948,48 4.892,74 7.339,11 3.358,88 4.030,65 2.911,24 3.202,36 2.515,41 2.515,41 2.152,07 2.152,07
Pará 793,85 1.118,85 2.659,39 3.344,39 2.368,34 2.898,34 2.024,61 2.434,61 1.928,20 2.253,20 622,00 947,00
Paraíba 1.365,81 1.365,81 1.557,98 3.802,09 1.365,81 3.315,21 882,78 2.239,32 790,14 2.031,19 622,00 622,00
Paraná 2.480,12 3.194,40 5.484,18 8.266,27 4.455,09 6.682,63 3.548,59 5.322,88 3.225,99 4.838,98 1.463,03 1.463,03
Pernambuco ... ... ... 5.099,23 ... 3.887,92 ... 2.871,98 ... 2.461,70 ... ...
Piauí ... ... 2.363,00 2.615,00 2.164,00 2.407,00 1.793,00 2.019,00 1.704,00 1.926,00 852,00 852,00
Rio de Janeiro 590,76 1.580,28 898,84 5.734,60 826,05 4.906,75 590,76 2.751,46 512,89 2.284,93 423,19 1.132,02
Rio Grande do Norte ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ...
Rio Grande do Sul 2.778,03 2.778,03 ... ... 2.170,25 2.170,25 ... ... 1.375,71 1.375,71 1.150,51 1.150,51
Rondônia 1.401,27 1.401,27 4.075,54 5.038,37 2.765,87 3.563,68 2.505,00 3.269,94 2.362,07 3.109,00 988,03 988,03
Roraima ... 4.275,96 ... 5.100,81 ... 4.508,58 ... 2.772,20 ... 2.520,69 ... 1.733,73
Santa Catarina 2.754,43 4.361,58 2.282,67 5.943,63 1.796,04 5.162,28 1.472,02 4.158,46 1.229,06 3.806,63 1.229,06 2.385,86
São Paulo 2.835,99 2.835,99 4.037,08 5.295,40 3.490,98 4.381,27 3.045,44 3.757,51 2.814,50 3.023,29 2.537,90 2.537,90
Sergipe 3.419,57 4.616,42 4.093,23 5.525,86 2.999,62 4.049,49 2.726,92 3.681,34 2.081,37 2.705,78 1.040,68 1.352,89
Tocantins 3.862,44 ... 5.752,60 ... 4.905,74 ... 3.778,71 ... 3.057,77 ... 1.520,15 ...
Conclusão

77

TABELA 37 · Vencimento Inicial Bruto e Remuneração Inicial Bruta - Corpo de Bombeiros Militar
Unidades da Federação – 2012
em reais correntes
Coronel Tenente Coronel Major Capitão Tenente Aspirante a Oficial
Inicial Bruto (1)

Inicial Bruta (2)

Inicial Bruto (1)

Inicial Bruta (2)

Inicial Bruto (1)

Inicial Bruta (2)

Inicial Bruto (1)

Inicial Bruta (2)

Inicial Bruto (1)

Inicial Bruta (2)

Inicial Bruto (1)

Inicial Bruta (2)
Remuneração

Remuneração

Remuneração

Remuneração

Remuneração

Remuneração
Vencimento

Vencimento

Vencimento

Vencimento

Vencimento

Vencimento
Unidades da Federação

Acre 2.768,11 11.976,28 2.516,46 10.116,78 2.437,98 8.595,34 1.950,38 7.327,45 1.585,66 6.313,14 ... ...
Alagoas ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ...
Amapá 11.018,85 ... 10.400,97 ... 9.057,38 ... 7.508,26 ... 6.199,30 ... 5.496,63 ...
Amazonas 9.335,51 12.636,40 8.495,65 11.473,08 7.687,67 10.354,53 6.653,42 8.918,23 5.976,12 7.986,42 4.087,66 5.353,76
Bahia ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ...
Ceará 9.153,24 9.153,24 7.486,98 7.486,98 6.176,83 6.176,83 5.490,98 5.490,98 4.121,78 4.121,78 3.490,77 3.490,77
Distrito Federal 2.760,00 15.358,31 2.649,60 14.830,98 2.530,92 13.168,86 2.130,12 11.255,36 1.943,04 9.887,00 1.548,36 7.851,78
Espírito Santo 10.442,05 13.778,05 8.680,74 11.454,05 7.422,67 9.794,04 6.416,55 8.466,04 5.158,12 6.806,02 4.403,27 5.801,03
Goiás 15.561,78 ... 14.027,52 ... 12.602,85 ... 11.024,97 ... 7.561,71 ... 5.638,31 ...
Maranhão 12.291,28 ... 9.476,58 ... 8.444,91 ... 6.932,28 ... 4.461,74 ... 3.920,92 ...
Mato Grosso 17.596,91 17.596,91 14.083,13 14.083,13 12.323,74 12.323,74 9.858,19 9.858,19 7.868,55 7.868,55 ... ...
Mato Grosso do Sul 15.698,31 15.698,31 13.441,19 13.441,19 11.925,56 11.925,56 9.442,77 9.442,77 6.562,27 6.562,27 6.009,39 6.009,39
Minas Gerais 9.682,79 14.524,19 8.734,00 12.227,59 7.784,91 10.120,38 7.206,07 8.647,28 6.410,96 7.052,05 4.892,74 4.892,74
Pará 8.138,61 10.103,61 7.237,56 8.397,56 5.876,07 6.836,07 4.641,90 5.401,90 3.115,15 3.675,15 2.381,65 2.741,55
Paraíba 8.805,50 10.174,59 7.018,81 8.073,22 6.164,66 7.204,48 5.341,54 6.366,72 4.520,37 5.330,91 3.115,96 3.745,14
Paraná 14.354,24 21.531,36 13.670,71 20.506,06 12.896,89 19.345,34 12.282,75 18.424,13 7.365,97 11.048,95 5.456,27 5.456,27
Pernambuco 10.212,53 13.712,53 8.651,11 11.178,19 7.015,84 9.449,53 5.855,33 7.673,73 5.116,82 6.418,82 1.790,80 1.790,80
Piauí 10.115,34 10.260,34 7.671,22 7.826,22 5.927,30 6.072,30 4.712,46 4.857,46 ... ... ... ...
Rio de Janeiro ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ...
Rio Grande do Norte 11.000,00 14.352,51 9.900,00 12.917,25 8.800,00 11.482,00 7.700,00 10.046,75 6.050,00 8.611,50 5.500,00 5.500,00
Rio Grande do Sul ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ...
Rondônia ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ...
Roraima 3.473,39 9.218,21 3.334,46 8.869,49 3.185,11 8.494,62 2.507,79 6.293,00 2.214,25 5.614,93 1.948,58 5.001,22
Santa Catarina 5.590,00 15.000,00 5.424,00 12.657,00 5.168,00 10.874,00 4.925,00 7.242,00 4.586,00 5.912,00 3.950,00 5.534,00
São Paulo 9.450,40 14.150,06 8.751,74 13.090,43 8.119,48 12.131,50 7.547,30 11.263,70 5.526,68 10.478,34 5.252,84 7.783,76
Sergipe 10.682,60 17.092,16 9.289,21 14.398,28 8.444,75 12.667,13 7.343,26 10.647,73 4.895,50 6.608,93 4.093,22 6.354,73
Tocantins 12.874,80 12.874,80 11.587,32 11.587,32 10.428,59 10.428,59 9.385,73 9.385,73 7.503,20 7.503,20 5.752,60 5.752,60
Continua

Fonte: Ministério da Justiça/Secretaria Nacional de Segurança Pública (SENASP); Pesquisa Perfil das Instituições de Segurança
Pública; Fórum Brasileiro de Segurança Pública.
(...) Informação não disponível .
( - ) Fenômeno inexistente.
(1) Vencimento refere-se ao soldo, ou salário base, EXCLUÍDO de adicionais, gratificações ou outras vantagens pecuniárias
comuns a todos os profissionais da respectiva categoria. Dado de 31 de dezembro de 2012.
(2) Remuneração corresponde ao vencimento, ou soldo, ou salário base, ACRESCIDO de adicionais, gratificações ou outras
vantagens pecuniárias comuns a todos os profissionais da respectiva categoria. Dado de 31 de dezembro de 2012.

78

em reais correntes
Cadete e aluno-oficial
Inicial Bruto (1) Subtenente Sargento Cabo Soldado Aluno soldado (em curso)

Inicial Bruta (2)

Inicial Bruto (1)

Inicial Bruta (2)

Inicial Bruto (1)

Inicial Bruta (2)

Inicial Bruto (1)

Inicial Bruta (2)

Inicial Bruto (1)

Inicial Bruta (2)

Inicial Bruto (1)

Inicial Bruta (2)
Remuneração

Remuneração

Remuneração

Remuneração

Remuneração

Remuneração
Vencimento

Vencimento

Vencimento

Vencimento

Vencimento

Vencimento
Unidades da Federação

Acre 1.223,60 3.636,23 1.182,49 3.833,75 810,36 3.465,97 631,14 2.476,69 589,86 2.372,50 492,20 1.637,82
Alagoas ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ...
Amapá 3.925,14 ... 5.464,32 ... 3.542,79 ... 2.735,30 ... 2.498,07 ... 1.527,75 ...
Amazonas 3.431,76 4.505,43 3.896,43 5.136,76 3.442,25 4.511,83 2.325,11 2.965,57 2.025,52 2.551,29 1.256,86 1.523,18
Bahia ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ...
Ceará 3.465,77 3.465,77 3.471,54 3.471,54 3.221,58 3.221,58 2.707,33 2.707,33 2.638,61 2.638,61 1.713,29 1.713,29
Distrito Federal 609,96 4.652,73 1.393,80 8.520,47 1.214,40 7.764,38 692,76 5.219,34 609,96 4.956,77 433,32 3.913,63
Espírito Santo 4.277,47 5.644,02 4.277,47 5.644,02 3.648,43 4.814,01 2.641,96 3.486,03 2.100,98 2.772,22 1.069,37 1.069,37
Goiás 4.931,55 ... 5.638,31 ... 4.931,55 ... 3.598,06 ... 3.276,58 ... 2.971,95 ...
Maranhão 2.495,13 ... 3.748,84 ... 2.679,50 ... 2.495,13 ... 2.396,80 ... ... ...
Mato Grosso 5.467,94 5.467,94 5.379,04 5.379,04 4.841,14 4.841,14 3.765,33 3.765,33 2.958,48 2.958,48 ... ...
Mato Grosso do Sul 4.013,40 4.013,40 5.834,37 5.834,37 3.544,63 3.544,63 2.890,46 2.890,46 2.200,00 2.200,00 1.440,14 1.440,14
Minas Gerais 4.360,59 4.360,59 4.892,74 7.339,11 4.360,59 6.104,82 2.911,24 3.493,48 2.515,42 2.766,96 2.152,06 2.152,06
Pará ... ... 3.191,40 3.551,40 2.376,16 2.526,16 2.227,07 2.312,07 1.873,99 1.893,99 ... ...
Paraíba 1.365,81 1.825,81 3.286,96 3.916,14 2.851,61 3.416,15 1.817,75 2.298,38 1.610,39 2.076,39 ... ...
Paraná ... ... 5.484,18 8.226,27 3.809,89 6.682,63 3.548,59 5.322,88 3.225,99 4.838,98 1.463,03 1.463,03
Pernambuco 975,70 975,70 4.009,05 5.030,87 3.481,55 4.393,50 2.215,63 2.830,92 1.961,70 2.430,35 970,42 970,42
Piauí ... ... 2.363,90 2.508,90 ... ... 1.793,42 1.938,42 1.704,10 1.849,10 852,05 852,05
Rio de Janeiro ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ...
Rio Grande do Norte 3.399,00 4.667,96 5.500,00 7.176,25 3.300,00 5.741,00 2.750,00 3.588,13 2.200,00 2.870,50 622,00 622,00
Rio Grande do Sul ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ...
Rondônia ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ...
Roraima 1.754,06 4.113,37 1.754,06 4.902,70 1.297,88 3.498,10 941,28 2.674,37 837,09 2.433,67 574,44 1.683,34
Santa Catarina 3.043,00 3.748,00 2.390,00 4.124,00 2.025,00 2.765,00 1.580,00 1.817,00 1.418,00 1.696,00 1.337,00 2.050,00
São Paulo 2.523,46 3.221,76 4.062,46 5.530,91 3.275,20 3.950,00 3.070,82 3.500,00 2.316,90 3.200,00 2.040,30 2.563,28
Sergipe 4.707,21 6.344,49 4.093,22 6.344,49 2.999,62 4.499,43 2.726,91 3.817,67 2.492,63 3.246,92 2.081,37 2.705,78
Tocantins 3.862,40 3.862,40 5.762,60 5.762,60 4.905,74 4.905,74 3.778,71 3.778,71 3.057,77 3.057,77 ... ...
Conclusão

79

colocando em as atribuições das guardas municipais. Ceará (1 policial/538 diversos estados.200 mês. 96 mil integrantes.600 mês. ao passo que um Tenente da Polícia bem acima da média nacional. xeque o senso comum de que com mais policiais No que diz respeito à remuneração. a e salários crescentes seria possível conter a principal evidência é a de que a média nacional violência. também no interior das próprias polícias. Já das carreiras policiais acabam se impondo sobre o Distrito Federal. pois é a unidade da é superior à média da remuneração inicial bruta federação mais bem dotada de efetivo policial e dos policiais militares. Os Merece destaque também o continente conflitos tendem a exacerbar. Efetivo e remuneração nas polícias brasileiras Luis Flavio Sapori 1 1 Membro do Conselho de Administração do Fórum Brasileiro de Segurança Pública e Coordenador do Centro de Pesquisas em Segurança Pública (CEPESP) da PUC Minas. O Brasil possui um efetivo superior a 520 mil Militar recebe aproximadamente R$ 6. nesse sentido. É a confirmação robusta de termos de efetivo e de remuneração a situação que os municípios estão cada vez mais inseridos das polícias no Brasil está melhorando.500 por policiais. com 1 policial/135 habitantes. somando-se o contingente das polícias mês. 80 . o que representa média da remuneração do Agente de Polícia. constituindo 18% do efetivo De modo geral. os governos. Os estados brasileiros com os do Soldado. despeito disso. no o índice de um policial para cada grupo de 363 patamar de R$ 3. pois constitui (1 policial/710 habitantes). A na questão da segurança pública e. comprometendo expressivo das guardas municipais.500 Federal permanece com taxas de crimes violentos por mês. o Distrito de carreira recebe aproximadamente R$ 10. As demandas corporativas habitantes) e Paraná (1 policial/528 habitantes). a incidência dos crimes violentos há a necessidade premente de se regulamentar permanece em franca ascensão. piores indicadores nesse sentido são Maranhão Esse fato é problemático. O Distrito Federal é a comprovação de da remuneração inicial bruta dos policiais civis que isso não é o bastante. com mais de a eficiência no controle do crime. comparativamente à habitantes. Um Delegado em início que melhor os remunera. no patamar de R$ 2. pode-se concluir que em das polícias estaduais. Entretanto. A mesma discrepância é observada na militares e das polícias civis. criando muitas desigualdades destaca-se por apresentar a melhor relação entre nas remunerações entre as polícias como efetivo policial e tamanho da população. Santa Catarina (1 um obstáculo á integração das polícias nos policial/574 habitantes).

81 .

4 Sergipe 76 55 30.2 17.023 1.6 2 26 0.918 8.6 16.4 19 47 10.8 2.8 27 61 27.6 Santa Catarina 168 180 26.3 67.2 22.0 20. Taxa (1) Ns.2 20.3 64.7 1.7 1. - - Mato Grosso do Sul 164 127 60.8 27 28 7. Nota: Para o cálculo das taxas.2 11 9 1.5 54.1 3.1 69 73 10.6 106 146 10.7 15 9 16.8 9.7 Rio Grande do Sul 669 737 64.4 264 240 26.8 10.728 1.7 11.1 Alagoas 116 172 29.2 Paraná 778 705 69.4 7.População e Desenvolvimento.6 25 48 5.5 2.0 69.4 21.9 173 195 66.5 9.6 23.3 São Paulo 5.IBGE.0 1.9 - .9 105.168 1.1 4.9 Pará 161 235 16.3 29.5 3.0 6 37 1.041 13.058 102.8 26.1 105 102 5.6 193 99 30.0 323 160 30.0 13.2 39 36 9.6 33.5 Rondônia 169 163 88.4 Rio de Janeiro 344 361 22.0 52 50 4.4 23.4 5.3 48.2 27 26 9.3 Amapá 31 32 33. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística .8 13 25 21.9 169 202 17.3 24. Taxa (1) Ns.1 6.9 27 25 10.7 23 52 13.5 14.7 253 180 22. foram utilizadas estimativas populacionais entre 12 e 17 anos elaboradas no âmbito do Projeto UNFPA/IBGE (BRA/4/P31A) . (-) Fenômeno inexistente.2 230 251 14.2 Acre 122 258 122.5 1.4 Pernambuco 1.362 58.8 13. Levantamento nacional do atendimento socioeducativo ao adolescente em conflito com a lei.0 42 78 42.107 6.2 149.0 81 79 31.9 40 64 43.6 94 92 9.934 4.4 10.2 73 67 11.2 9 26 2.6 9.1 64 31 4.9 15.6 62.5 Distrito Federal 500 521 191.1 15.1 20 76 11.8 85.0 24.5 2 24 0.0 46.6 43.7 19.1 73.3 39.8 16.1 194.7 49 96 11.4 9.1 17 13 2. por medidas privativas de liberdade Brasil e Unidades da Federação – 2010-2011 Internação Internação Provisória Semiliberdade Ns.SPDCA.4 10. Abs.1 5.5 72 48 20. (1) Por 100 mil habitantes entre 12 e 17 anos.2 76. Fórum Brasileiro de Segurança Pública.9 284 273 13.4 105 140 10.5 Goiás 159 202 24.2 34 34 3.7 9.6 254.2 22.1 60.9 38 45 15.1 Piauí 57 62 15. sistema socioeducativo TABELA 38 · Adolescentes em conflito com a lei.7 31.0 Rio Grande do Norte 82 82 22.6 1 4 0.318 19.5 12 5 2.4 Maranhão 43 49 5.9 9.5 123 83 7.4 Paraíba 151 208 35.6 42. Coordenação de População e Indicadores Sociais.0 - 20 - 5. 82 .8 4.6 5.7 8.1 13.5 14 9 3.585 29.9 Continua Fonte: Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República – SEDH/PR/Subsecretaria de Promoção dos Direitos da Criança e do Adolescente .5 7.0 1.4 539 581 13.7 Minas Gerais 652 892 31.4 22.9 259 302 16.0 5.4 44.9 Ceará 646 270 61.5 Bahia 278 332 17. MS/SE/Datasus.0 1.8 85 69 8.5 93.8 21 17 5.0 Tocantins 80 42 46.0 20.9 6 1 10.5 Amazonas 33 106 7.3 16.2 27.6 Espírito Santo 279 342 76.8 13.7 46 44 5. Abs.6 4.0 29.6 22.1 43.011 128.1 Roraima 10 6 16.2 9.7 40.8 1.5 Mato Grosso 143 154 41.2 166 200 45. Abs. Taxa (1) Brasil e Unidades da Federação 2010 2011 2010 2011 2010 2011 2010 2011 2010 2011 2010 2011 Brasil 12.

0 833 914 53.5 86 105 93.2 297.074 570 102.7 Conclusão 83 .2 43.8 754 795 288.4 49.8 53.5 61.0 193 199 70.814 8.4 141 125 56.4 36.2 52.083 935 96.2 1.8 27.9 390.456 1.3 860 952 82.041 1.3 97.7 106 106 12.3 212 309 49.8 83.8 54.5 12.0 203.3 61.703 19. Taxa (1) 2010 2011 2010 2011 17.1 191 397 191.5 38.4 59 108 15.6 72.3 434 346 67.1 67 180 14.5 72.8 29.3 112.4 1. Abs.1 130 127 35.1 29 32 48.8 35. Total Ns.5 1.595 85.8 123 170 71.0 289 361 29.5 149.177 171.9 189 214 99.7 58.9 150.1 6.3 465 446 28.5 459 551 125.7 94.4 1.267 50.9 161 245 40.500 146.2 239 284 37.3 215 180 62.4 52.1 111.2 89.

por medidas privativas de liberdade e sexo Brasil e Unidades da Federação – 2010-2011 Internação Internação Provisória Semiliberdade 2010 2011 2010 2011 2010 2011 Brasil e Unidades da Federação Feminino Masculino Feminino Masculino Feminino Masculino Feminino Masculino Feminino Masculino Feminino Masculino Brasil 578 11.867 289 5.716 272 4.636 104 1.803 218 3..SPDCA. Fórum Brasileiro de Segurança Pública.722 51 1.463 559 12.117 82 1. (-) Fenômeno inexistente. Levantamento nacional do atendimento socioeducativo ao adolescente em conflito com a lei. TABELA 39 · Adolescentes em conflito com a lei.814 Acre 11 111 11 247 6 36 13 65 3 24 7 54 Alagoas 9 107 22 150 - 39 - 36 - 6 - 37 Amapá 3 28 - 32 7 33 5 59 - 15 4 5 Amazonas 1 32 10 96 3 22 36 12 2 7 10 16 Bahia 18 260 10 322 10 113 5 78 - 64 - 31 Ceará 35 611 - 270 7 316 - 160 5 100 - 140 Distrito Federal 18 482 9 512 6 167 7 188 - 81 - 79 Espírito Santo 1 278 8 334 17 149 13 187 - 14 - 9 Goiás 7 152 12 190 5 64 2 71 - 11 - 9 Maranhão 3 40 6 43 5 41 - 44 - 17 - 13 Mato Grosso 10 133 3 124 1 71 - 48 - - - . 84 .503 9 530 17 564 Sergipe - 76 10 45 1 37 5 40 1 26 5 20 Tocantins 2 78 - 42 2 18 20 56 - 23 - 52 Continua Fonte: Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República – SEDH/PR/Subsecretaria de Promoção dos Direitos da Criança e do Adolescente . Mato Grosso do Sul 24 140 - 154 - 27 - 26 - 2 - 24 Minas Gerais 30 622 30 862 13 271 17 256 5 100 4 98 Pará 9 152 6 229 3 91 3 89 - 34 1 33 Paraíba 8 143 14 194 1 48 5 91 - 12 - 5 Paraná 35 743 36 669 28 225 17 163 1 51 6 44 Pernambuco 59 964 35 1.043 92 1..023 24 240 14 226 23 146 25 177 Piauí 2 55 6 56 2 - - 26 - - - 20 Rio de Janeiro 18 326 10 351 16 243 20 282 21 209 15 236 Rio Grande do Norte 7 75 2 80 2 25 3 25 6 15 2 15 Rio Grande do Sul 13 656 24 713 5 101 1 145 3 82 2 67 Rondônia 2 167 5 158 2 17 - 47 1 - - 4 Roraima - 10 1 5 1 12 - 25 - 6 - 1 Santa Catarina 13 155 - 180 - 193 4 95 12 61 6 61 São Paulo 240 4.

789 2 139 20 105 4 119 20 150 Conclusão 85 .027 - 570 24 730 16 779 18 441 21 530 12 227 14 270 8 98 6 100 11 204 3 172 24 169 - 204 48 993 51 1.216 12 277 10 351 9 203 19 290 64 1.350 74 1.514 388 7.660 20 171 31 366 9 152 22 223 10 76 9 96 6 61 56 124 28 437 15 431 47 1.426 4 55 6 102 55 778 45 869 15 115 7 120 21 839 27 925 5 184 5 209 1 28 1 31 25 409 10 336 300 6.019 59 876 106 1. Total 2010 2011 Feminino Masculino Feminino Masculino 888 16.815 935 18.

3 . 20 6 .5 2. 10 13 Distrito Federal 338 73 70 42 43 52 .0 2. .SPDCA. - Santa Catarina 121 44 45 33 25 12 1 7 5 7 . 5 2 Minas Gerais 323 305 186 54 113 146 41 31 40 11 38 7 7 Pará 146 12 64 11 38 17 7 8 . 2 . 9 3 8 1 Paraíba 54 34 46 20 66 9 5 3 8 6 . TABELA 40 · Atos infracionais Brasil e Unidades da Federação – 2011 Atos infracionais Busca e apreensão Homicídio tentado Ameaça de morte Porte de arma de Lesão corporal Roubo tentado Homicídio Latrocínio Estupro Tráfico Outros Roubo Furto fogo Brasil e Unidades da Federação Brasil 8. 1 2 Tocantins 26 8 29 15 9 7 .3 1. 1 .415 5. Fórum Brasileiro de Segurança Pública. 55 38 17 .665 3. 10 1 Rondônia 77 16 40 36 12 13 20 12 22 2 4 3 - Roraima 23 . 2 - Paraná 346 162 204 26 37 16 38 26 16 9 6 18 5 Pernambuco 528 320 217 78 126 70 .9 1. . 63 51 3 13 . 8 3 3 4 . 9 - São Paulo 3. 1 Bahia 709 524 128 295 303 34 2 . 4 1 17 2 1 4 .364 158 370 94 72 254 60 87 37 127 33 47 Sergipe 36 7 20 18 9 5 . 1 2 . 7 4 7 4 4 Rio de Janeiro 319 378 53 44 11 . 4 - Rio Grande do Sul 376 206 115 36 64 53 . 4 - Alagoas 60 27 13 11 6 7 .852 1. 24 4 1 Espírito Santo 208 162 76 23 17 31 17 45 18 9 19 10 6 Goiás 149 30 55 37 12 14 6 5 7 5 . 86 .2 1.863 1. 21 1 .148 661 543 516 430 288 269 231 164 % 38. . 12 13 Rio Grande do Norte 73 2 20 4 5 8 6 1 6 4 .244 1.6 8. 2 5 1 Amapá 25 5 31 . 2 3 1 .7 Acre 63 31 10 9 5 21 3 . 24 117 30 38 - Ceará 489 78 140 41 109 46 . .2 3.0 0.3 1. 92 31 . 1 . 5 13 Maranhão 34 1 23 6 17 2 3 1 11 3 1 5 - Mato Grosso 104 18 20 5 . Levantamento nacional do atendimento socioeducativo ao adolescente em conflito com a lei.4 5. 1 3 Amazonas 11 . (-) Fenômeno inexistente. 2 2 2 1 3 . 3 7 4 2 6 7 Continua Fonte: Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República – SEDH/PR/Subsecretaria de Promoção dos Direitos da Criança e do Adolescente . 7 1 Mato Grosso do Sul 71 49 32 7 17 4 53 13 13 1 .6 5.1 26. 20 46 13 . 54 28 12 4 20 36 Piauí 41 7 35 15 4 9 1 .

. . .509 Piauí .2 0.3 0. . . . . . . . 4 . . 1. 2 .0 Acre . . 665 Goiás 6 4 . .5 0. 105 2 4 2 3 5 . . .504 Sergipe . 2 .047 Distrito Federal 7 . 1 . 1 2 . 147 Alagoas . . 2 .308 Pará . 109 Mato Grosso . 2 . 812 Espírito Santo 5 15 2 1 1 . 952 Rondônia 1 3 . 5 . 11 . 913 Pernambuco 5 4 . . . . . . . . . Atos infracionais Latrocínio tentado Atentado violento Cárcere Privado Porte de arma Formação de Receptação Sequestro e Estelionato Brasil e Unidades da quadrilha ao pudor branca Dano Total Federação Brasil 105 78 76 75 53 51 9 6 22. . . 141 Rio de Janeiro 14 . . . . 103 Amazonas . 1 . . . 1.292 Ceará . . 1 3 . . 2 . . . . . . . 2 . . . . 5 . . . 36 Santa Catarina . . . . . . 2 2. 326 Paraíba . . . . . . . . 982 Rio Grande do Norte . 5 . . . . . . . 1. . . 2 . . . 1 . . 4 . 256 Paraná . 3 .2 0.0 0. 1 5 1 4 . . . . 157 Amapá 3 . . 35 . . .3 0. . . 279 Minas Gerais . . 1 316 São Paulo 43 6 10 20 30 25 . 270 Roraima . . . . . . 44 Bahia 17 27 40 . . .0 100. . . 2 8. . 3 2 3 1 357 Maranhão . . 133 Rio Grande do Sul 1 .4 0. 2 2 3 . 1 .077 % 0. . . 1 . 1 . 5 1 . 139 Conclusão 87 . 175 Mato Grosso do Sul 1 9 . . .

a fim de que não venham a penetração da doutrina da proteção integral no cometer novos atos infracionais. Deve-se considerar também a pouca dos adolescentes. A taxa de privados de liberdade por tráfico de drogas (26. os dados do Anuário chamam a crescimento da aplicação das medidas privativas atenção para a porcentagem de adolescentes de liberdade na maior parte do país. De Em segundo lugar. As medidas socioeducativas estão previstas mais amplo de endurecimento penal. As medidas ensino jurídico. chamando a atenção para a necessidade da taxa de internação defendida pelo Conselho de se conhecer melhor as dinâmicas locais que Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente contribuem para a participação de adolescentes na – Conanda. A distância entre o ECA e o sistema socioeducativo no Brasil Liana de Paula 1 1 Socióloga e professora do Departamento de Ciências Sociais da Escola de Filosofia. há uma aproximação Por fim. 88 . sobretudo nos Estados desafio aos operadores do sistema de justiça da Região Sudeste.6% adolescentes em cumprimento de medida de do total nacional. Assim. que perpassa no Estatuto da Criança e do Adolescente como todo o sistema de justiça e independe da idade dos formas de responsabilização e de integração social infratores. os dados do pública no país. Letras e Ciências Humanas (EFLCH) da Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP).3. internação. passando a taxa principal motivo para a privação de liberdade na nacional de 58. os dados ora publicados reforçam que entre o sistema de justiça juvenil e o sistema há uma grande distância entre o que preconiza o de justiça penal. em 2010. Já os atos infracionais juvenil e aos gestores de políticas para a infância equiparados a homicídio levaram à privação de e adolescência. preventivas implementadas pelo poder executivo. maior parte do país. Em primeiro lugar. para 64. que regulamenta liberdade podem ser usadas pelos operadores a execução dessas medidas. Nordeste e Sul. no qual se verifica acentuada ECA e como agem os operadores da segurança tendência de encarceramento. assistida e prestação de serviço à comunidade).594/2012. Os dados desta Edição do Anuário indicam o Nesse caso. de modo que as especificidades podem ser privativas de liberdade (internação do direito e da justiça juvenis são pouco tratadas na e semiliberdade) ou em meio aberto (liberdade formação dos futuros operadores desse sistema. uma vez que se distancia do liberdade principalmente em Estados das Regiões princípio de excepcionalidade dessa medida Norte.1 em 2011. criminalidade e as formas como essa participação Algumas hipóteses podem ser levantadas é percebida pela polícia e pelos operadores do para se compreender o crescimento da taxa de sistema de justiça juvenil. não obstante as ocorrências Esse crescimento coloca-se como um grande de tráfico de drogas. as medidas privativas de acordo com a Lei 12. na faixa etária de 12 a 17 anos) cresceu na maioria O roubo. ficando em segundo lugar como internação por 100 mil adolescentes (população motivo da privação de liberdade). por sua vez. os programas em meio aberto. manteve-se como das unidades da Federação. além de Minas Gerais e preconizado pelo ECA e da meta de redução Tocantins. muitas vezes motivados pelo Anuário reforçam a existência de um movimento senso comum e pelo impacto de casos midiáticos. compete aos como instrumentos de política criminal em Estados manter os programas de atendimento resposta aos sentimentos de medo e insegurança de adolescentes em privação de liberdade e aos da população e à ausência ou ineficácia de políticas Municípios.

89 .

6 699 703 81. .2 Minas Gerais 853 154 150 18.2 26.7 26.9 77.8 9.9 4.1 Acre 22 .4 Pernambuco 185 67 73 36.3 Santa Catarina 293 23 29 7. 22 22 100.6 87.2 Paraíba 223 26 30 11.8 73 68 93.0 18.3 78.230 1.0 Amapá 16 1 5 6.1 22.8 Amazonas 62 19 25 30.3 420 430 65.5 118 112 63.9 86. Absolutos (%) (%) Total de Unidades da Federação municípios 2009 2012 2009 2012 2009 2012 2009 2012 Brasil 5.2 10. .8 83.6 Maranhão 217 39 41 18.1 São Paulo 645 225 215 34.7 Rio Grande do Norte 167 12 17 7.8 127 119 88.5 78.2 90.0 100.9 178 176 82.IBGE.5 Mato Grosso do Sul 78 5 10 6.4 76.5 21. .3 96.2 89 163 39.9 13.9 56 57 71.5 88.334 4.9 33.3 29 20 31.0 100.7 13. .5 Paraná 399 90 94 22.2 130 129 93.9 439 437 88.3 Distrito Federal 1 1 1 100.0 Alagoas 102 24 49 23.0 72.8 73.9 270 264 92.7 Tocantins 139 9 10 6.1 Rondônia 52 4 2 7.5 52.3 31.7 3.6 40.0 .2 Roraima 15 1 4 6.7 21.3 27. Pesquisa de Informações Básicas Conclusão Municipais 2009 e 2012.3 11.5 197 193 88.7 38.5 Piauí 224 135 61 60.8 268 255 64.7 72.565 1.4 12.273 22.2 16.8 Fonte: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística . (-) Fenômeno inexistente.2 155 150 92.1 66.9 82.7 Bahia 417 149 162 35.3 43 37 69.6 23.3 61.8 48 50 92.2 39.8 Rio de Janeiro 92 63 72 68. Absolutos Ns.1 13. municípios TABELA 41 · Número de municípios com estrutura na área de segurança pública Brasil e Unidades da Federação – 2009-2012 Municípios por presença ou não de estrutura específica na área de segurança Municípios que não possuem Municípios com estrutura estrutura específica na área de específica na área de segurança segurança Porcentagem Porcentagem Ns.3 73.6 309 305 77. 90 .5 92. Fórum Brasileiro de Segurança Pública.2 Ceará 184 46 51 25.8 Rio Grande do Sul 496 56 59 11.4 59.5 48.4 Pará 143 16 24 11.1 17.7 14 11 93.0 78 53 76.5 7.0 27.0 81.8 68.3 86.3 61 59 81.292 77.4 231 213 93.3 15 11 93. - Espírito Santo 78 22 21 28.1 86.8 60. .5 127 122 90.8 89.7 Sergipe 75 14 16 18.1 Goiás 246 15 33 6.1 Mato Grosso 141 14 19 9.7 138 133 75.

5 2 3. TABELA 42 · Número de municípios com Fundo Municipal de Segurança e Plano Municipal de Segurança Brasil e Unidades da Federação – 2009-2012 Fundo Municipal de Segurança Plano Municipal de Segurança 2009 2012 2009 2012 Total de Unidades da Federação municípios Ns. (-) Fenômeno inexistente.6 2 1. .8 21 14.7 São Paulo 645 30 4.4 18 4.3 28 7.6 20 8.3 Rio Grande do Norte 167 2 1.2 16 3. % Brasil 5. . .6 Sergipe 75 4 5. .3 19 7.4 13 16.4 230 4.5 Mato Grosso 141 18 12. .9 7 5.9 . .7 2 2.1 329 5. .9 14 3.4 24 4.7 Fonte: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística .3 19 4.2 Rio Grande do Sul 496 27 5.2 Rondônia 52 6 11. .7 1 0.8 10 7.5 7 9.1 80 12.5 3 1.4 9 3. .7 Tocantins 139 4 2.8 8 7. % Ns. 91 .2 Pará 143 1 0.2 4 2.3 2 0. % Ns.6 17 9. .3 . Abs. . Fórum Brasileiro de Segurança Pública. .0 Paraíba 223 . Abs. Abs.8 Roraima 15 .3 5 6.8 21 4. 1 0. - Amazonas 62 4 6. 1 0. . .4 1 0. .7 9 11.4 1 0.6 1 0.3 6 2. 1 6.6 Ceará 184 4 2.2 11 6.8 1 1.0 6 3.565 246 4. - Rio de Janeiro 92 7 7.0 Goiás 246 26 10.3 1 1. .2 7 11.9 44 5.3 Minas Gerais 853 40 4.0 19 13.6 3 3.2 1 0.7 1 0.2 8 4.5 1 1.1 Bahia 417 12 2. . 1 - Espírito Santo 78 12 15. Abs.0 Pernambuco 185 1 0.3 Piauí 224 3 1. Pesquisa de Informações Conclusão Básicas Municipais 2009 e 2012.6 15 16. . .1 8 2.8 10 4.0 28 7.6 12 5.6 Acre 22 . .3 13 3.7 4 2.7 48 5.5 6 11.6 42 4.1 18 19.3 5 8.9 10 9.7 33 5. - Alagoas 102 5 4. % Ns. 2 2.5 Mato Grosso do Sul 78 .7 Santa Catarina 293 10 3.9 2 3.9 310 5.4 Paraná 399 25 6. .IBGE.4 10 3. .7 Maranhão 217 5 2. . .6 1 1.3 Distrito Federal 1 .4 75 11. .9 3 1.1 23 9.8 Amapá 16 .9 4 3.

006 939 90.420 21.1 79.7 89.3 87.4 85.8 87.525 13.0 11.4 450 544 10.7 131 143 23.6 87.6 Pará 15 20 1.8 52.9 130 351 5.5 13.3 81.1 Rio Grande do Norte 15 20 884 1. .1 373 558 10.4 Acre .8 13.4 12.6 80. - Alagoas 36 43 1.6 Maranhão 55 72 1.4 12.394 4.2 83 217 10.452 89.4 14. .7 12. TABELA 43 · Número de municípios com Guardas Municipais e seu efetivo.2 12.9 304 336 13.642 14.4 582 801 6. .840 17.489 92.8 136 139 18.115 85.0 87.5 535 245 24. Pesquisa de Informações Básicas Continua Municipais 2009 e 2012.6 11.9 2.544 58.6 Paraíba 24 29 1.2 Amazonas 35 39 1.2 26.4 330 274 15.817 82.8 73. .4 88. .514 2.2 Sergipe 16 20 850 1.468 91.716 75.5 Bahia 160 170 8. .3 Goiás 5 7 2. (-) Fenômeno inexistente. (2) Inclusive os sem declaração de sexo.928 13.328 92. - Espírito Santo 8 10 1.8 87.2 21 19 10.6 Ceará 55 64 3.1 335 374 14.474 90.3 São Paulo 188 208 20.3 87.2 40 66 21.2 12. Absolutos % Ns.8 Rio de Janeiro 68 74 11.3 Tocantins 4 5 269 260 87.290 85.0 12.7 112 120 10.156 8.5 Fonte: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística .180 3.710 93. por sexo Brasil e Unidades da Federação – 2009-2012 Municípios Efetivo Guarda Municipal com Guarda Municipal Homens Mulheres Ns.3 10.1 Amapá 3 4 602 584 81.6 91.7 92.025 2. .3 10 25 4. Absolutos % Unidades da Federação 2009 2012 2009 2012 2009 2012 2009 2012 2009 2012 Brasil 865 993 73. .1 92. .5 89.630 3.5 83.2 352 417 7.3 7. Fórum Brasileiro de Segurança Pública. .352 1. .9 Mato Grosso 5 7 149 180 78.7 103 589 10.603 89.932 2.441 86.8 4.9 7. Absolutos Ns.2 Distrito Federal .305 84.310 85.495 89. 92 .0 88.3 100 143 6.0 Roraima 1 3 221 299 95.5 10.9 20.673 1.2 7.5 16.998 2.IBGE.5 8. .8 15.8 581 582 13.5 86.4 195 205 7.7 Paraná 24 31 3.2 71.257 86.0 27 26 45.857 13.8 Mato Grosso do Sul 6 5 749 1.826 2.4 19.6 11. .382 4.8 Rio Grande do Sul 23 25 1.8 92.8 28.8 Minas Gerais 54 59 3.4 8. (1) Número inferido a partir da diferença entre o total e a soma de declarados homens e mulheres.7 18.2 149 164 14.775 85.624 82.7 Santa Catarina 9 15 418 563 76.413 2.8 Piauí 13 12 178 142 89. .6 91.2 86.850 4.2 48. .9 Pernambuco 42 50 4.1 Rondônia 1 1 32 24 54. .5 39 37 12.2 84.

. .853 Paraná . 59 50 Roraima . . Efetivo Guarda Municipal Não declarado (1) Total (2) Ns.059 Goiás . . . .423 2.269 Ceará . . 2. . 36. . . . .417 Rio Grande do Norte . . . . .709 2. . . 2. .084 Tocantins . 738 723 Amazonas . .033 1.118 1. 2. .452 1.553 4. . 2. - Espírito Santo .147 Pará . . Absolutos Unidades da Federação 2009 2012 2009 2012 2009 2012 Brasil 1. . 1. . 1. . . 1. . 832 1. . . .953 16.745 Piauí .2 . . . . .895 Amapá . . 13. . . . . . 24. 2. 953 2.579 Paraíba .156 2. - Alagoas 880 . Absolutos % Ns. 199 161 Rio de Janeiro .267 2.050 . 4. . .199 96. .777 Rondônia . . .211 3. . .802 26. . . . 8. . 2. .208 1. . .010 Pernambuco .746 4. .839 Distrito Federal .657 Sergipe .279 Rio Grande do Sul . . . .147 Acre . .300 5. .961 Bahia 170 . .3 . 1. . . . . 189 246 Mato Grosso do Sul .9 . . . . . 1. 4.684 Mato Grosso . 4.908 9. . 86. .691 Minas Gerais . . 3. . . . . 231 324 Santa Catarina . 308 297 Conclusão 93 . 549 706 São Paulo .302 2.694 Maranhão .

.5 20.8 12.5 35. TABELA 44 · Número de municípios com Guarda Municipal e realização de treinamento ou capacitação Brasil e Unidades da Federação – 2009-2012 Realização de treinamento ou capacitação (1) Municípios com Guarda Porcentagem de municípios cuja Na ocasião do Não é treinada Municipal Periodicamente Ocasionalmente Guarda Municipal realiza ou não ingresso ou capacitada treinamento ou capacitação Ns. - Amazonas 35 39 10 18 13 8 8 10 7 8 80. 4.0 96. . . . .IBGE.2 65. - Maranhão 55 72 35 51 14 22 8 12 8 8 85. Absolutos Ns. .1 98. .0 100.3 92.3 93.3 100.3 1.5 Bahia 160 170 47 52 31 39 24 41 71 57 55.3 Santa Catarina 9 15 6 12 5 8 1 2 2 2 77.0 Goiás 5 7 3 5 4 5 1 2 . . .3 30.2 Sergipe 16 20 7 12 2 3 4 2 6 7 62. 100. Absolutos Sim (2) Não Unidades da Federação 2009 2012 2009 2012 2009 2012 2009 2012 2009 2012 2009 2012 2009 2012 Brasil 865 993 472 606 351 402 166 221 159 137 81. 95.8 93.0 . . .0 20. .0 6. - Espírito Santo 8 10 6 6 3 6 1 1 1 1 87. . . - Alagoas 36 43 20 29 19 19 8 14 3 2 91.2 13.5 44. 100. .8 86. . .0 . .2 18.5 90.0 33.7 6. 3 .0 .5 Paraná 24 31 16 22 13 16 6 6 1 . . 1 100.3 Distrito Federal .0 16.6 86. 100. .7 - Minas Gerais 54 59 40 46 28 28 11 13 1 1 98.3 20.2 83.6 66.9 14. Absolutos Ns. .0 100.3 8. .0 28.0 .4 88.0 12.4 13. 100.9 1.8 34.0 Tocantins 4 5 4 4 4 3 . .7 15.0 37.0 79.5 65.5 88. . 94 .4 33.7 80. 83. .0 4.5 11. - Roraima 1 3 1 2 1 1 .7 Amapá 3 4 3 4 2 4 .8 100. . . . Conclusão Fórum Brasileiro de Segurança Pública (-) Fenômeno inexistente.5 Ceará 55 64 40 53 15 18 10 8 7 4 87.7 95.7 7.0 Paraíba 24 29 6 13 3 8 5 4 11 10 54. - Mato Grosso do Sul 6 5 3 4 3 3 2 1 1 .3 São Paulo 188 208 128 144 116 132 44 45 7 15 96.3 4.0 66.6 12.0 Rio Grande do Sul 23 25 13 15 14 14 6 5 .8 16.7 22.0 Rondônia 1 1 1 1 1 1 .0 . 1 100. 1 .8 3. . . Pesquisa de Informações Básicas Municipais 2009 e 2012.0 100.2 16. (2) Porcentagem calculada a partir da diferença entre o número absoluto de municípios com guarda municipal e o número absoluto de municípios com guarda municipal que declararam não treiná-la ou capacitá-la.7 Rio de Janeiro 68 74 35 47 30 23 15 28 11 5 83.0 100. .8 Rio Grande do Norte 15 20 9 13 2 7 1 3 5 4 66.7 .2 6. .2 - Pernambuco 42 50 15 28 15 19 9 15 12 6 71. .8 Acre .3 85. Absolutos Ns.0 100.1 Mato Grosso 5 7 4 6 3 2 . 100. (1) Pode ter realizado mais de um treinamento ou capacitação.7 Pará 15 20 11 13 8 10 2 2 1 3 93.0 . 3 4 2 69. Absolutos Ns. - Fonte: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística .0 Piauí 13 12 9 6 2 3 . 33.5 10. . .5 45.

Gráfico 02 Municípios por realização de treinamento ou capacitação das Guardas Municipais 700 606 600 500 472 402 400 351 300 221 200 166 159 137 100 0 Na ocasião do Periodicamente Ocasionalmente Não é treinada ou ingresso capacitada 2009 2012 95 .

3 .2 80. (3) Porcentagem calculada a partir da diferença entre o número absoluto de municípios com guarda municipal e o número absoluto de municípios com guarda municipal que declararam não possuir órgão de controle.0 Paraíba 24 29 4 5 . TABELA 45 · Número de municípios com Guarda Municipal e órgão de controle Brasil e Unidades da Federação – 2009 e 2012 Órgão de Controle (1) Municípios com Guarda Porcentagem de municípios cuja Municipal Interno Externo Outro tipo (2) Não possui Guarda Municipal possui ou não Órgão de Controle Ns.8 80.7 Santa Catarina 9 15 1 4 2 5 2 5 4 5 55. .4 33.0 Paraná 24 31 3 19 2 14 8 6 11 6 54.5 20. 2 2 33. .3 São Paulo 188 208 26 101 17 92 57 50 88 42 53.0 55. - Alagoas 36 43 2 3 1 4 2 13 31 26 13.0 55. (1) Pode existir mais de um órgão de controle.9 59.0 20.0 80.0 83.3 Maranhão 55 72 10 5 1 3 3 27 41 38 25. .6 Rio Grande do Norte 15 20 1 1 .0 37. .7 31.0 64. 33.7 - Minas Gerais 54 59 11 16 3 8 4 14 36 27 33.0 14. 1 1 11 16 31. . . . .2 66.4 75. . 66.0 71.8 19.0 100.0 28. 2 .0 70. .0 66. 3 2 62.5 Amapá 3 4 1 2 .0 80. . (2) Na Pesquisa de Informações Básicas Municipais 2009 a categoria aparece como "Interno e Externo".4 Pernambuco 42 50 5 10 4 10 6 11 27 26 35. 6 4 . 33.3 20.5 52. 4 20 20 16. .4 31. .2 Sergipe 16 20 4 3 . .8 46. .8 Pará 15 20 2 3 .0 Piauí 13 12 . .3 66. 1 3 2 40.1 60. .0 Tocantins 4 5 1 1 . . Absolutos Ns. .4 60. .7 Rio de Janeiro 68 74 6 12 4 18 7 21 51 33 25. .3 69. Absolutos Ns.7 45.6 45. .7 Acre .5 47.9 61.6 66. . 2 2 2 1 1 75. (-) Fenômeno inexistente.3 100.3 52.0 45. 1 1 2 4 .0 82.0 Bahia 160 170 20 19 4 11 5 43 131 105 18. Pesquisa de Informações Básicas Municipais 2009 e 2012. 1 1 2 12 8 7.0 80. .8 76. Absolutos Ns. 2 .1 38. 100.0 44.6 43.4 56. .8 Ceará 55 64 8 18 2 11 3 24 42 20 23. . .1 41.0 68.0 85.7 48.3 .0 Goiás 5 7 1 3 .0 66.7 44.2 80.6 68.2 74. . .0 Rondônia 1 1 . 2 2 3 2 1 60. 96 . .3 92. - Espírito Santo 8 10 1 7 . .7 33.0 Rio Grande do Sul 23 25 2 15 1 14 9 4 11 5 52.3 67. 1 2 5 12 14 20. .0 47.8 20. Fórum Conclusão Brasileiro de Segurança Pública. Absolutos Ns. .7 50.0 Roraima 1 3 1 1 .2 79.5 80.5 86.2 81.3 50. 1 . Absolutos Sim (3) Não Unidades da Federação 2009 2012 2009 2012 2009 2012 2009 2012 2009 2012 2009 2012 2009 2012 Brasil 865 993 117 262 43 209 120 258 585 434 32. . .3 54. 11 29 23 17. .9 39.6 Mato Grosso do Sul 6 5 1 3 . 2 1 9 12 9 20.7 40.0 Amazonas 35 39 4 5 2 .3 Distrito Federal . . .IBGE. .0 Fonte: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística .0 25.0 30. 1 1 .8 20.8 Mato Grosso 5 7 2 4 .

4% 67.3% 43.7% 2009 32.Gráfico 03 Porcentagem de municípios cuja Guarda Municipai possui ou não Órgão de Controle Brasil – 2009-2012 2012 56.6% 0% 10% 20% 30% 40% 50% 60% 70% 80% 90% 100% Sim Não 97 .

0 34.3 50. .7 44. .3 38. . 2 1 60. 1 100. 1 2 . 2 14 7 1 3 9 17 62. 18 19 . 17 20 51.3 44. .3 35. Absolutos Ns.7 55.4 48.7 .5 41.0 Roraima 1 3 . 32 33 4 .6 52.0 80.7 50.0 Amazonas 35 39 .6 74. . .1 60.2 64. .5 58.7 40.4 46.5 50.3 Maranhão 55 72 4 1 19 39 3 . .0 Minas Gerais 54 59 .0 Paraíba 24 29 . . 1 .4 Mato Grosso 5 7 .0 26.5 50. 8 9 1 2 6 9 60. .6 Paraná 24 31 3 3 5 11 4 5 11 12 54. - Espírito Santo 8 10 1 1 3 4 1 . 3 4 . . 21 15 2 3 19 32 54.0 62. de acordo com a Base de Dados das Pesquisa de Informações Básicas Municipais 2009 e 2012.0 66. . 3 5 62. .0 66. Absolutos Ns.0 .3 Acre . .6 39. .4 47.8 38. 1 3 3 1 3 5 8 44. 1 3 1 50. 8 12 1 1 5 7 66.7 55. 29 32 47. 18 26 66. . .9 33.2 64. 19 31 1 1 16 11 55.9 Ceará 55 64 . 3 6 .0 33. .3 55. 1 2 1 1 3 4 40.9 43. Conclusão Fórum Brasileiro de Segurança Pública. . .6 52.4 44.8 36.7 Pernambuco 42 50 .7 48. 23 28 2 3 43 43 36.0 14.0 Sergipe 16 20 2 1 4 2 . .1 Rio Grande do Norte 15 20 1 . .6 51.4 60. (3) Número de guardas municipais que utilizam apenas armas de fogo confirmado na Base de Dados da Pesquisa de Informações Básicas Municipais 2012. 33.0 20. (-) Fenômeno inexistente. 2 10 15 37. . 1 2 .2 58. .0 85.0 Rio Grande do Sul 23 25 3 2 7 6 5 8 8 9 65. .2 61. 7 6 1 1 5 5 61. . .0 50.5 58.0 100. . . . 100. .6 53.8 36. Pesquisa de Informações Básicas Municipais 2012 .9 60.5 41.8 41. TABELA 46 · Número de municípios com Guarda Municipal por tipo de arma utilizada Brasil e Unidades da Federação – 2009 e 2012 Tipo de arma utilizada (1) Municípios com Guarda Porcentagem de municípios cuja Apenas arma de Apenas armas Armas de fogo e Nenhum tipo de Municipal Guarda Municipal utiliza ou não fogo não letais não letais arma algum tipo de arma Ns.5 56.0 57.0 55. (1) Desconsidera os municípios com guarda municipal que. .0 42.1 Pará 15 20 . - Alagoas 36 43 .5 25. não disponibilizaram esta informação.0 Tocantins 4 5 1 . 100.3 Santa Catarina 9 15 .0 Rondônia 1 1 . . Absolutos Ns. . (2) Porcentagem calculada a partir da diferença entre o número absoluto de municípios com guarda municipal e o número absoluto de municípios com guarda municipal que declararam não utilizar nenhum tipo de arma. . 1 100. .1 Distrito Federal . . . 2 3 . .3 Bahia 160 170 1 1 59 75 3 3 97 90 39.4 25.6 Amapá 3 4 .6 26. . Absolutos Sim (2) Não Unidades da Federação 2009 2012 2009 2012 2009 2012 2009 2012 2009 2012 2009 2012 2009 2012 Brasil 865 993 58 38 338 409 83 115 385 430 55.0 45.4 37.9 63.0 . . .7 44. Absolutos Ns.4 74.3 45. 1 . 24 25 56.3 São Paulo 188 208 41 26 45 51 52 77 50 54 73.0 40.7 Rio de Janeiro 68 74 . . . .5 43.0 Piauí 13 12 . .0 37.0 Goiás 5 7 . 2 2 33.5 75.0 45. 98 . 31 39 . .1 Mato Grosso do Sul 6 5 1 .7 65. . - Fonte: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística.

99 .3% 0% 10% 20% 30% 40% 50% 60% 70% 80% 90% 100% Não utilizam armas de fogo Utilizam armas de fogo Nota: A categoria "utilizam armas de fogo" inclui as categorias "Apenas armas de fogo" e "Armas de fogo e não letais".5% 2012 15.Gráfico 04 Porcentagem de Guardas Municipais que utilizam armas de fogo Brasil – 2009-2012 84. a categoria "não utilizam armas de fogo" inclui as categorias "Apenas armas não letais" e "Nenhum tipo de arma".4% 83.6% 2009 16.

100 . .IBGE. 2004. Abs. . havia 223. . Ns. - Espírito Santo 78 15 10 7 8 10 Goiás 246 29 14 6 5 7 Maranhão 217 42 45 56 55 72 Mato Grosso (1) 141 8 5 5 5 7 Mato Grosso do Sul (2) 78 7 4 5 6 5 Minas Gerais 853 31 41 41 54 59 Pará 143 27 25 13 15 20 Paraíba 223 34 27 21 24 29 Paraná 399 36 18 19 24 31 Pernambuco 185 66 61 44 42 50 Piauí (3) 224 12 13 13 13 12 Rio de Janeiro 92 57 67 66 68 74 Rio Grande do Norte 167 13 21 13 15 20 Rio Grande do Sul 496 61 65 24 23 25 Rondônia 52 4 1 1 1 1 Roraima 15 1 2 1 1 3 Santa Catarina 293 19 12 10 9 15 São Paulo 645 192 194 185 188 208 Sergipe 75 19 22 10 16 20 Tocantins 139 4 3 3 4 5 Fonte: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística . Ns. 2009 e 2012. (1) Em 2002 e 2004 havia 139 municipios no estado do Mato Grosso. (2) Em 2002 e 2004 havia 77 municípios no estado do Mato Grosso do Sul. Brasil 5. Ns. em 2006. . . (3) Em 2002 e 2004 havia 222 municípios no estado do Piauí. (-) Fenômeno inexistente. Abs. TABELA 47 · Número de municípios com Guarda Municipal em 2002. Ns. Fórum Brasileiro de Segurança Pública. 2006. 2009 e 2012 Brasil e Unidades da Federação Municípios com Guarda Municipal 2002 2004 2006 2009 2012 Total de Unidades da Federação Municípios Ns. Abs. Conclusão 2004. - Alagoas 102 21 26 24 36 43 Amapá 16 2 2 2 3 4 Amazonas 62 35 30 40 35 39 Bahia 417 201 188 126 160 170 Ceará 184 49 54 51 55 64 Distrito Federal 1 . Pesquisa de Informações Básicas Municipais 2002. Abs. . Abs.565 985 950 786 865 993 Acre 22 . 2006.

Gráfico 05 Número de municípios que possuem Guarda Municipal Brasil 985 993 1000 950 865 786 800 600 400 200 0 2002 2004 2006 2009 2012 101 .

organizacionais. a reprodução de práticas profissionais As vastas e diversificadas características tradicionais advindas da colonização dos seus desses novos modelos de gestão e arranjos saberes corporativos pelas forças policiais. caráter eminentemente quantitativo. Os dados da Pesquisa de Informações referência da pesquisa Munic apontam para o Básicas Municipais (Munic). mas ainda olvidam. da segurança pública. a noção de processo e de Guardas Municipais como novo ator social do dito movimento que melhor explicita a trajetória sistema de segurança pública no país. do Conselho Nacional de Segurança Pública e do Conselho Estadual de Desenvolvimento Econômico e Social do Rio Grande do Sul. As ambiguidades constitucionais e legais e a seu fazer cotidiano (de que é exemplo o tipo forumseguranca. diferentes regiões do Brasil. portanto. gradativa e vegetativo do número de Guardas Municipais em processual. com a inclusão da maior diversidade possível Pelo contrário. a assunção perpassam a busca por novas identidades e de novas responsabilidades por parte dos reconhecimentos dessa nova agência municipal municípios na área da segurança pública. como preconiza a realidades locais e aos anseios da população. trazidos à baila de 15%) e. qual seja. através da produção de diagnósticos (vide o Substitutivo ao PL n. por conseguinte. escorço de análise mais detido e renovado acerca. retratam uma tendência verificada. pelo seu 2013. limite. política nacional de segurança pública. a assunção da entre outros aspectos.org. no intersetorial e interagencial. deslegitima o centrados na integração interinstitucional. nos últimos cinco anos. Isso porque o crescimento Pode-se afirmar que a expansão. demandam um especialmente das Polícias Militares. comum. do lugar ou dos vários prerrogativa de uma Guarda Municipal preventiva lugares (e não lugares) ocupados pelas Guardas encerra a construção de um traço identitário Municipais nesse contexto2. do seu efetivo no Anuário Brasileiro de Segurança Pública (em cerca de 11%). crescimento do número absoluto de municípios periodicamente. 102 .br/em-breve vagueza teórica e conceitual que permeiam o(s) de arma utilizada). consequentemente. assim como do As possibilidades interpretativas que se percurso sociopolítico das Guardas Municipais descortinam com o acesso a esse quadro de (em disputa). a profusão empiricamente. trabalho das Guardas Municipais e implica. Professor-coordenador do Núcleo de Segurança Cidadã da Faculdade de Direito de Santa Maria (Fadisma). a legitimidade das É. municípios na segurança pública. Os municípios na segurança pública Eduardo Pazinato 1 1 Advogado. entretanto.º 1332/2003) e de planos locais participativos de intervenção dificulta a accountability. pelo Instituto Brasileiro de que criaram suas Guardas Municipais (na ordem Geografia e Estatística (IBGE). desde meados da década de de identidades e práticas socioprofissionais que noventa do século XX. não garante per se uma perfomance expressa uma expectativa mais ampla de que qualitativa baseada na prevenção das violências as políticas de segurança devam-se adequar às e na promoção dos direitos. que se confunde com a opacidade do 2 consulte: http://www2. com destaque para do número de municípios com estrutura na área os eixos sul-sudeste e. Mestre em Direito. Consultor PNUD/SENASP. Membro do Conselho de Administração do Fórum Brasileiro de Segurança Pública. papel(is) e. No mais das vezes. no da segurança pública e Guardas Municipais nordeste. a falta de normatividade de atores. produzida. Diretor de Inovação do Instituto Fidedigna. observada. configuram político-institucional de fortalecimento dos o nó górdio dessa problemática. mais recentemente.

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br/ publicacoes/icj-brasil.9 Piores Avaliadas Congresso Nacional 78. Os dados que compõem esse banco fazem parte do ICJBrasil.7 Melhores Avaliadas Forças Armadas 24. Rio Grande do Sul e Distrito Federal. 2012 / 1º sem.5 18. Os relatórios do ICJBrasil podem ser acompanhados em http://direitogv. São Paulo.1 29. pesquisa desenvolvida pela Escola de Direito de São Paulo da Fundação Getulio Vargas.ICJBrasil.4 Conclusão Fonte: Índice de Confiança na Justiça Brasileira . Bahia.9 Igreja Católica 42.3 34. Rio de Janeiro. O seu objetivo é acompanhar de forma sistemática o sentimento da população em relação ao Judiciário brasileiro. realizado em sete estados brasileiros e no Distrito Federal.9 6. 2013 Confiança nas Instituições 1º sem 2012 1º sem 2013 Instituições Não confiável (1) Confiável (2) Não confiável (1) Confiável (2) Partidos Políticos 93.5 57.6 65. (2) A categoria confiável foi criada a partir das respostas de "confiável" e "muito confiável". com base em amostra representativa da população. Minas Gerais. (1) A categoria não confiável foi criada a partir das respostas de "nada confiável" e "pouco confiável". 104 .5 50. Escola de Direito de São Paulo da Fundação Getúlio Vargas. O Índice de Confiança na Justiça brasileira – ICJBrasil – é um levantamento estatístico de natureza qualitativa.5 70.5 38.1 95. Pernambuco. Nota: As Unidades da Federação que compõem a amostra da pesquisa são Amazonas. confiança na polícia TABELA 48 · Confiança nas Instituições 1º sem.1 4.1 81.5 Polícia 61.3 49.fgv.7 75.9 21.

1% Não confiável Confiável 105 . de 2013 29.Gráfico 06 Índice de Confiança nas Polícias Brasileiras 1º sem.9% 70.

Pesquisador Visitante no Gothenburg Research Institute – Suécia. que faz com que o trabalho policial um novo modelo de polícia para o país. reali. Nos EUA. problemas por conta própria. Embora do ainda é comumente temida e vista enquanto ano de 2012 para 2013 tenha ocorrido um geral uma instituição que comete injustiças. o que pode gerar Não à toa. a baixa taxa de resolução dos quadro atual da segurança pública e refletir sobre crimes. Direitos Humanos. quer democracia e os dados sobre a descon- A desconfiança na polícia é um problema fiança da população nestas instituições são sério. que apenas 12% possuem baixa confiança na Polícia é instituição fundamental para qual- polícia do país este ano. polícia políticos e o Congresso Nacional. principal- do país. Respeito e (Des)Confiança na Polícia Rafael Alcadipani 1 1 Prof. No imaginário popular. intitulado “O Brasil Que na polícia. Os dados produzidos pela pesquisa Índice de seja desacreditado. Vale decréscimo da confiança das instituições no ainda lembrar que os constantes confrontos Brasil. Instituto Sou da Paz. a BBC revelou que 82% dos internet que mostram policiais e manifestantes Ingleses confiavam em sua polícia em outubro em uma espiral de violência que precisa ser de 2013. Isto tornando-as instituições efetivamente transpa- abre espaço para que queiram resolver os seus rentes e garantidoras de direitos. combinada à desconfiança nas ins. Conectas o crime compensa e da impunidade. Para se ter número expressivo de vídeos circulando na um comparativo. Além disso. Não é Vargas e apresentados no Anuário Brasileiro de incomum uma pessoa passar horas em Distritos Segurança Pública a respeito da confiança nas Policiais para registrar uma simples ocorrência. instituições revela que as polícias brasileiras Para piorar o quadro. Adjunto da Linha de Pesquisa em Estudos Organizacionais da Escola de Administração de Empresas de São Paulo da FGV. outros. des ao longo de 2013 na tentativa de debater o cidos. Ela eleva a sensação de insegurança e a evidência de que o modelo de segurança também faz com que as pessoas evitem procurar pública brasileiro precisa de reformas urgentes. Um segundo aspecto é a Confiança na Justiça brasileira – ICJBrasil. a instituição quando são vítimas de crimes. a baixa confiança dação Getúlio Vargas. Há um não confiar nas polícias brasileiras. A sua frente estão apenas os partidos mente as Militares. 106 . Primeiro. movimento liderado pela Fun- mais violência. O dado neste ano terminaram por reforçar ainda mais é alarmante: 70% dos entrevistados disseram a imagem de uma polícia truculenta. o Instituto Galloup mostrou interrompida. está promovendo uma série de ativida- mente na desconfiança nas polícias são conhe. a polícia teve uma diminuição da confiança entre PMs e manifestantes que aconteceram de expressivos 9 pontos percentuais. há a imagem de violência estão entre as instituições menos confiáveis que está atrelada às polícias brasileiras. Queremos”. eleva a percepção de que Fórum Brasileiro de Segurança Pública. entre Alguns dos fatores que impactam direta. grande burocracia e ineficiência que se manifesta zada pela Escola de Direito da Fundação Getúlio quando um cidadão procura a polícia. do qual fazem parte entidades como tituições da Justiça.

107 .

108 .

parte 2 Sob Fogo Cruzado: um padrão inaceitável de atuação das polícias brasileiras 109 .

Introdução O conceito de vitimização. e outras. Desde o início de 2013. 2 Pesquisadora Titular do Claves/Fundação Oswaldo Cruz. Não foi tarefa fácil. ainda. Ou seja. confusa. 110 . de modo a im- pedir a comparação dos dados. para sua saúde. Mesmo entre os que enviaram. começaram a apontá-los corretamente apenas nos últimos dois a três anos. ainda assim. sua família. existem divergências quanto ao uso de categorias e quanto ao que foi informado ao Sistema Nacional de Estatísticas em Segurança Pública e Justiça Criminal (SINESPJC) nos últimos anos. alguns Estados simplesmente enviaram informações sobre “policiais mortos em serviço”. nem mesmo as instâncias es- taduais têm consenso sobre as categorias que utilizam. alguns se omitiram. Os órgãos que não enviaram os dados até agosto foram acionados pela lei de acesso à informação e. outros ainda incluíram “policiais que tiveram morte natural em serviço”. tentou-se. Contudo. Nesse contexto. Sob Fogo Cruzado I: vitimização de policiais militares e civis brasileiros Edinilsa Ramos de Souza 1 Maria Cecília de Souza Minayo 2 1 Pesquisadora do Claves/Fundação Oswaldo Cruz. muitas Secretarias de Segurança Pública não registram informações objetivas como o número de óbitos. Em vários casos. Por exemplo. Editora científica da revista Ciência & Saúde coletiva da Associação Brasileira de Saúde Coletiva. refere-se a policiais que sofrem le- sões e traumas no exercício da profissão e às consequências que os fatos traumáticos trazem para si. o Fórum Brasileiro de Segurança Pública tem solicitado às Secretarias Estaduais de Segurança Pública e Defesa Social que produzam uma série histórica de vitimização e letalidade policial. dar-lhes coerência e realizar uma análise descritiva. Assim. ainda que preliminar. neste trabalho. seus relacionamentos e o desempenho de sua profissão. qualificar ao máximo as informações contidas nas tabelas. os dados apresentados pelos Estados à Secretaria Nacional de Segurança Pública (Se- nasp) sobre a morte de policiais em serviço ou fora dele mostram-se pouco consistentes. não sabem como seus dados são gerados nem confiam neles. os dados apresentados neste texto tratam apenas da morte violenta de policiais no exercício de suas funções e fora dele. o que prejudica o mapeamento correto dos óbitos em confronto. Apesar da importância do conhecimento dos problemas da vitimização para as instituições poli- ciais – uma vez que suas consequências afetam sua missão constitucional de proteger a sociedade e de investigar e prevenir crimes e delinquências – apenas muito recentemente o tema entrou na agenda da Segurança Pública. outros informaram adicionalmente os que morreram nos seus dias de folga. outras o fazem de forma intermitente. de modo amplo e abrangente.

apresenta-se. suas corporações e para a socie. a consolidação dos dados. um tema que ainda não recebeu a de. conflituosos. por estudos nacionais e internacionais. buscando-se extrair deles as vulneráveis: treinamento para o confronto. tarefa da consequência de sua missão constitucional ou Senasp que deveria servir ao planejamento vol. ser vivo sacrificado para satisfazer os desejos do aos registros de lesões e traumas físicos e de alguma divindade. fica totalmente prejudicada. ina- conclusões possíveis. alvo de vitimização. precariedade possibilidades de ação diante da vitimização de das viaturas. que algumas situações tornam esses profissionais mais vulneráveis: treinamento para o confronto. gurança pública que morrem por causa e em Assim. como a dos antigos he- talidade não são informados adequadamente. frontos e traumas. Também se sabe. que se materializa em mor- dutória. sofrem agravos físicos e emocionais no exercí- tado para a redução de mortes. estudos nacionais e internacionais. ela é Neste texto. cio de sua profissão. lesões por arma de fogo ou arma mização profissional e o que esse fenômeno branca. o termo designava o questiona-se a respeito do cuidado dispensa. dos armamentos e das estraté- policiais. que algu- dade. embates com gangues de delinquentes armados e prontos para o combate de vida ou morte. con. dos armamentos e das estratégias de ação. breus. por suas famílias. O que é vitimização profissional e qual a Os agentes policiais também atuam como importância de conhecê-la agressores. discutem-se os dados apresentados em mas situações tornam esses profissionais mais algumas tabelas. Desde que existe polícia no mundo. acidentes. traumas. a contextualização do conceito de viti. como é o caso das grandes cida- mântico tradicionalmente centrado na palavra des no Brasil. quentes armados e prontos para o combate de vida ou morte. gias de ação. tes. apontam-se dequadas condições de trabalho. Historicamente. inadequadas condições de trabalho. tentativas de homicídio. culturas e civilizações. neste texto. diz respeito aos agentes de se- prejuízos ao seu desempenho. Nos espaços sociais complexos e Vitimização faz parte de um campo se. Diante do fato de que os dados de mor. e por fim. Já a expressão “vitimi- mentais. embates com gangues de delin- vida relevância no âmbito da segurança pública. os quais provocam tanto sofrimento zação profissional” é de origem mais recente ao efetivo das corporações e trazem tantos e. de forma intro. precariedade das viaturas. 111 . muitos acabam por ferir ou ma- “vítima” e seu sentido se origina de milenares tar – involuntariamente ou não – pessoas ino- Também se sabe. agressão psicológica e pode trazer de prejuízo tanto para as pessoas. agressão física.

dos para fortalecer atitudes machistas e de en- gicas que afetam seu ego. Assim. serviço. 2013. flexível e que sabem lidar com as dificuldades. Por isso. 1976). Segundo Reiser e Geiger (1984). e executar suspeitos nos confrontos ou por vingança. dos colegas. 2005). Por exemplo. sentimentos de agentes: 112 . Eis algumas não poderia ter acontecido comigo”. risco de vitimização estão: a natureza do even- Contribui para essa vulnerabilidade o fato de to. quando visto à luz da vitimologia. medo de novas lesões e da policiais têm normas e procedimentos que os própria morte. SOUZA et al. e a única culpada (MENDELSOHN. mesmo quando es. Os policiais são treina- vitavelmente são vítimas de sequelas psicoló. centes ou suspeitas. sensa- no desempenho da atividade profissional. negros e moradores das áreas populares. reagem pior os muito perfeccionistas.. o que lhes atitudes ligadas à vitimização por parte desses provoca perda de autoestima. Fora do trabalho. a menos culpada do que o agressor. rígidos e quentes (SOUZA et al. os policiais brasileiros são conhecidos por ex- cederem seu poder e agirem com truculência. atitudes defensivas. os ção de ansiedade. morrem mais policiais nas folgas do que em 1997). (“coping”) e o apoio que recebe. particularmente emocional e supressão de afetos lhes cobram nos trajetos para casa e nos dias de descanso: seu preço e deixam marcas (CARLIER et al. Mesmo nos confrontos em que protegem. o policial brasileiro se enquadra em todas as categorias de vítima: a completamente inocen- te. jovens. sintomas depressivos. Muitos chegam a incorporar certo ci- eles são forçados a reconhecer que alguém nismo que os distancia de qualquer apoio so- conseguiu invadir seu espaço de poder e de cial e psicológico (VIEIRA et al. formação profissional. elas se assemelham na frequência do risco que correm e na iminência de vitimizar alguém (MINAYO & Adorno. Morrem em proporções muito mais elevadas Também influi muito a cultura que é incutida na que eles e quando sofrem lesões físicas ine. do policial a situações estressantes que têm nal fortalece seu sentimento de insegurança. psicológico e de que são invulneráveis. 2007. 2008. 2012).. Quando vítimas. Reagem melhor os agentes com personalidade vasivos do que os cidadãos a quem servem. os agen. Embora haja muitas diferenciações no éthos e na dinâmica operacional das duas corporações brasileiras (polícia civil e polícia militar). e mental. culpa e. cial e habitar os mesmos bairros que os delin. Apesar da percepção aguçada dos riscos. Sua primeira reação é de que “isso et al. são mais vítimas do peri. a mais culpada que ele. a identidade profissio.. Historicamente. a tão culpada quanto ele. que têm escasso apoio da família. tes costumam passar por traumas mais in. 2005. Entre os fatores que influenciam a reação condem suas insígnias. SOUZA et al. sobretudo contra determinados grupos sociais como os pobres. MINAYO autonomia. a capacidade pessoal de enfrentamento boa parte deles possuir a mesma condição so. não raro. saem ilesos. 1956. É muito comum os durecimento do caráter como mecanismos de policiais terem a ilusão de que controlam tudo sobrevivência diante do risco físico. forte controle go externo do que no trabalho. dos amigos e das organizações profissionais.. 2012).

MINAYO et al.. 2007. 1984. • dificuldades para lidar com a situação de vitimização.. • desenvolvimento de uma forma de estresse que debilita.. tanto por parte das corporações como dos agentes. cujos sinais são. que para muitos é algo extremamente doloroso. hipersen- sibilidade. • desenvolvimento de sintomas depressivos. perda de apetite e desejos de ficar só ou de alienar-se. pesadelos. 1984). 2005. • sentimento de urgência da vida. pela falta entendimento das consequências associadas ao elevado estresse decorrente da vitimização (MINAYO et al. Alguns casos derivam para o cinis- mo. 2007). 2005. a presentificação obsessiva de fatos traumáticos. ao mesmo tempo. 2007). problemas que são agudizados pelo enfrentamento de novos fatos traumáticos (SOUZA et al. • alteração da consciência: frequentemente. pois além de intervir nas suas relações conjugais ou de parcerias. COSTA et al.. sobretudo. sentimentos de culpa. REISER & GEI- GER. 2005. 2012.. fadiga crônica. perda de controle sobre vários aspectos da realidade (REISER & GEIGER.• negação do perigo por considerar que medo. em situações de elevado risco. 1984). o que ocorre frequentemente com policiais envolvidos em tiroteios com vítimas ou quando morrem colegas de profissão ou pessoas inocentes (REISER & GEISER. ou seja. Os riscos iminentes provocam hipervigilância e. KELLEY. os policiais rea- lizam ações que um indivíduo não faria em estado normal. 2007).. como se houvesse sobre eles uma "sentença de morte" antecipada. deprime e tolhe a ação. levando- -os a desenvolver doenças psicossomáticas. perda de energia. insônia. MINAYO et al. 2007).. tem o poder de atingir seus sentimen- tos de virilidade (MINAYO et al. • interferência na vida sexual. ansiedade e choro são manifestações de fraqueza e devem ser reprimidas. o descrédito e a raiva da instituição e dos colegas (SOUZA et al. • desenvolvimento do chamado “efeito flashback”. 113 .

dados recebidos até 7 de outubro de 2013 Sua Com relação às mortes de policiais civis coleta envolveu um esforço para complemen. 98 (26. isso se deve ao fato de possuírem vitimização ás. e Rio Grande do Sul e o Distrito Fede. Apenas os Estados de Amapá. Maranhão. Entretanto oito Esta- Estatísticas em Segurança Pública e Justiça Cri. 21 unida.64/100. havia informação sobre os poli. Roraima). 2000-2012 Mortes de Policiais Militares Mortes de Policiais Civis Ano Em serviço Fora de serviço Em serviço Fora de serviço 2000 5 3 4 2 2012 23 22 21 19 Não disponibilizam dados 3 4 5 8 Mortes violentas de policiais civis e militares Norte e Sergipe) esse dado é divulgado há ape- no exercício e em consequência da profissão nas dois ou três anos. Além desses. Rio de Para o conjunto do país são informados Janeiro. Goiás. 114 . Em 2012. folga entre 2000 e 2012. o núme. entre os quais 535 Rio Grande do Norte e Sergipe). tos pelo menos mais 802 policiais militares fora Espírito Santo. para o quatro deles continuam sem fazê-lo (Acre. Rio Grande do maior ou se há sub-registro nos outros Estados. entre as quais 71 Sul) e no Distrito Federal. Rondônia. apenas duas unida- tar os dados. e correspondem aos de Janeiro. Acre. em 2012. Goi. entre as quais sete o fizeram nos últimos dois Para os 366 que morreram quando estavam de ou três anos (Alagoas. a taxa de 87.7%) óbitos ocor- Paraíba. Embora tenha crescido o As informações a seguir referem-se aos 26 número de Estados que informam tais mortes. Grande do Sul. Paraíba. Rondônia e Roraima). o Sistema Nacional de cresceu para 19 Estados. Maranhão. Paraíba. Goiás. Rio da Open Society Foundation. Distrito Federal e Pará).7%) nos últimos três anos.11/100. ção de 373. Pará.000. Brasil. Espírito Santo. Minas Gerais. ocorridas fora de serviço.30/100.000. por disponibilidade de dados sobre mortes de policiais militares e civis. Maranhão.000. quando estavam de folga. apresentou distintos comportamentos. Ceará. dos ainda não apresentam seus dados (Acre. Piauí. (23. TABELA 01 · Número de unidades federativas. Paraná e Rio Grande do Norte). Cinco reram nos últimos três anos. minal (SINESPJC). de seu horário de serviço. Em 2012. Roraima e Rondônia). Alguns vas (Amapá. não é possível afirmar se nove delas (Alagoas. Roraima nunca informaram sobre estas mortes. A taxa de vitimiza- des federativas passaram a divulgar tais dados. porém. ocorreram nos últimos três anos.14/100. em 2012.000. Amapá. Paraná. Ceará. ciais civis mortos em serviço em apenas três Entre os policiais civis foram informadas 299 Estados (Pará. Rondônia e (66. entre os quais 202 (22. Ceará. foram ainda mor- últimos dois ou três anos (Alagoas. o que corresponde Estados nunca forneceram seus dados (Acre. com taxa de vitimiza- Em 2000. é importante men- fora de seu horário de serviço foi informado cionar que a série histórica no período analisado em 2000 por somente três unidades federati. 901 óbitos de policiais militares em serviço no ral informavam o número de policiais militares período 2000-2012.4%) mortos em serviço em 2000. Bahia. Estados brasileiros e ao Distrito Federal. Antes de apresentar as taxas de mortes vio- O número de policiais militares mortos lentas que foram calculadas. A taxa de ro subiu para 23 unidades federativas. Rio de Janeiro. e contou com financiamento Amapá.7%) perderam a vida nos últimos três anos. buscando-os em distintas fontes des federativas as informavam em 2000 (Dis- como as Secretarias Estaduais de Segurança trito Federal e Pará). Paraná. Rio de Janeiro e Rio Grande do mortes em serviço no período. Estados exibiram números elevados em relação esse total passou a ser de 22 unidades. ção nesse último período foi de 60. Piauí. e em aos demais. esse número Pública e Defesa Social. Rio período de 2000 a 2012. entre as vitimização nesses três últimos anos foi de quais dez passaram a disponibilizar tal dado nos 143.

36 Minas Gerais 8.62 65.35 142... Amapá 28. os dados parecem ser consistentes identificar qualquer forma de tendência e esta. .. (3) Segundo Ofício nº 039/2013. e corroborar outros estudos.. (1) Total de mortes de 2010 a 2012 dividido pela média do efetivo policial.. .37 . A fragilidade dos dados não permite mação à Senasp. .12 - Pará 105.34 Maranhão 13. .78 ...61 138.. (2) Inclui apenas os dados de policiais mortos na capital.Em alguns Estados não se registraram mortes vas às mortes de policiais militares e civis. quando eles se encontram fora do serviço. se- violentas de policiais. 46....58 Sergipe . Alagoas .26 . 71. . . Roraima(3) . . . Há ainda os casos de elevado realizar qualquer análise mais robusta.... 47.. Santa Catarina 10.. (. Sistema Nacional de Estatísticas em Segurança Pública e Justiça Criminal (SINESPJC)/Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp). ...91 .94 137..65 175..75 Bahia 34.56 136.9 - Espírito Santo .65 Mato Grosso do Sul 34.44 974.. dados à Senasp.86 Pernambuco 20..2 93.77 214..29 49.... tendo número de mortes já nos primeiros envios de em vista todas as limitações já mencionadas..000.11 209.13 .28 . TABELA 02 · Taxas (1) de policiais militares e civis mortos em serviço e fora de serviço.. multiplicado por 100..51 . Dessa forma.24 Paraná 293. .. Unidades federativas.04 171... serviço”.. talvez por isso se consi.94 39.98 . o risco de morrer dos policiais é mais elevado A Tabela 2 traz as taxas dos Estados relati.10 134. 115 .04 . gundo as condições “em serviço” e “fora de derassem desobrigados a fornecer essa infor....89 118.. Rio Grande do Norte 41.97 .. Distrito Federal 34..84 .82 Mato Grosso 90.83 427.) Informação não disponível.32 209. 63.92 73. 175. ...38 134.06 61. Rio de Janeiro 85.53 Piauí (2) 65. 702.. a Secretaria de Segurança do Estado não contabiliza os dados de policiais mortos. 62.. .95 196. ..01 ....65 Rio Grande do Sul 20.09 16.. 41. Teresina.92 205.1 - Fonte: Secretarias Estaduais de Segurança Pública e Defesa Social. .73 142.43 99. 2010-2012 EM SERVIÇO FORA DE SERVIÇO Unidade Federativa Policial Militar Policial Civil Policial Militar Policial Civil Acre . Amazonas ... Goiás 8. 98..11 417.11 .. torna-se difícil Entretanto. 42..GAB/SEC..11 200.36 49.75 Ceará 27. . ao mostrarem que belecer a comparabilidade entre os Estados. (-) Fenômeno inexistente.89 34. SESP/RR. Rondônia ..98 121.35 52.. .75 69. Fórum Brasileiro de Segurança Pública.04 .93 Paraíba 21. . Tocantins ... 34.18 20.93 .11 - São Paulo 52. 93.

as bém os que as enviam de maneira intermiten. Tudo isso dificulta e impede que se tenha rárias excessivas e a dupla vinculação de ocu- uma visão nacional da vitimização dos policiais. indicando principalmente tores. o número insuficiente talvez a categoria de trabalhadores em maior de agentes e os salários incompatíveis com os risco de morte e adoecimento. as cargas ho- te. à vitimização: a excessiva rotatividade. segundo estudos e pos de elite – têm superpoderes. pois mesmo com a fragilidade quando não morre. chefes e psicólogos que atuam nas cor- a necessidade de melhoria dos processos de porações devem saber que o recalque do trau- notificação. reconhecendo seus direitos como Apesar de todo o esforço da Senasp de trabalhadores e cidadãos. é importante su- aos 12 anos contemplados pelo estudo. prevenir e an- tecipar os efeitos da vitimização com cuidados Para finalizar é preciso tecer algumas con. a falta há os que as possuem e não as mandam. os policiais também estão morrendo violentamente em elevadas proporções. Em referência Por parte das corporações. violentamente em elevadas proporções. há Es. timização são pouco valorizadas. perar os fatores institucionais que predispõem tados que nunca enviaram suas informações. eficácia e a eficiência das ações de segurança. especializados promovidos pela corporação e siderações sobre a relevância dos registros das pela sociedade. É fundamental que o policial. há os de instâncias coletivas de reflexão e de avalia- que as fornecem de forma confusa. mediante toda a literatura à pouca importância histórica que lhe é dada existente. ção do trabalho. é possível prever. as corporações sobretudo porque eles trazem informações que e a sociedade tomem consciência da importân- podem subsidiar as políticas de prevenção de cia de diminuir a vitimização e tratar os agentes vitimização. to assinala em vários momentos talvez se deva Não se admite mais. 116 . vitimizados. persistir nele. é importante saber que. observa-se que as informações de vi. esforço permitiu obter-se alguma informação a Mesmo quando o policial não pede ajuda. o imediatismo da atuação. Esse ser tratado como vítima e não como um fraco. mortes em decorrência das atividades laborais. pação ou dupla jornada. e há tam. é importante Apesar de este texto realçar os dados so- reconhecer o esforço realizado pela Senasp e bre mortes violentas. Apesar dessas deficiências. ges- respeito do assunto. os agentes – mesmo os de gru- de prevenção. condições precárias de trabalho. o agente envolvido em si- dos dados é visível o crescimento do número tuação de vitimização entra em crise e deve de Estados que passaram a informá-los. Conclusões experiências. riscos e a importância da missão. ma pode dificultar a adequação e prejudicar a A precariedade da informação que este tex. No entanto. a ideia de que por vocação ou por na formulação das políticas e para as ações treinamento. os policiais também estão morrendo mesmos. Enquanto a sociedade instituir normas para padronizar a linguagem reclama da letalidade produzida por eles contra a desses registros e instituir fluxo de envio dos população. Enquanto a sociedade reclama da letalidade produzida por eles contra a população.

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de an. paz. das Instituições e da Democracia (DIEST) do IPEA e membro do Fórum Brasileiro de Segurança Pública. o Fórum Brasileiro de Segurança não temor. 118 . Uma polí. 2 Diretor de Estudos e Políticas do Estado. na verdade falar de padrões operacionais e de letalidade na o que se pretende é discutir padrões opera. estruturado na defesa tal aposta e investe na transparência. Em uma parceria com a Open Society a sociedade. Todavia. na pres- e garantia de direitos da população. contenção de grupos violentos. Pública (FBSP) iniciou neste ano de 2013 Só desta forma é que conseguiremos fazer um amplo levantamento sobre letalidade e frente aos dilemas impostos pela multiplicida- vitimização na ação policial no Brasil e suas de de conflitos sociais que o mundo contem- consequências para as políticas de seguran. ganharão em manterem taxas elevadas de Não podemos acreditar em uma sociedade mortes em suas intervenções. tação de contas e no controle como instrumen- cia forte é uma polícia que respeita e defende tos de fortalecimento destas organizações. portanto. sobretudo. porâneo nos impõe: prevenção da violência. organizações criminosas. me- desconforto e desconfiança. fortalecer ção de um modelo de desenvolvimento social. manutenção da ordem aqueles que buscam discuti-lo com forte pública. Sob fogo cruzado II: letalidade da ação policial Samira Bueno 1 Daniel Cerqueira 2 Renato Sérgio de Lima 3 1 Secretaria-executiva do Fórum Brasileiro de Segurança Pública. Pelo contrário. que muitas vezes veem controle de distúrbios. uma polícia que gera confiança e Foudation. A pauta de temas e esferas que exigem buscar esses dados. as polícias mais perderão do que desenvolvimento do Brasil atual. sem polícias. ação policial é falar da importância destas insti- cionais das polícias e demonstrar que. o FBSP redobra da Constituição Federal. pelo Artigo 5º mização na ação das polícias. Ao compilar dados sobre letalidade e viti- não autoriza o Estado a matar e é. ça pública. polícias brasileiras. mas podemos apostar que tais Dito de outro modo. ao tros. contra as polícias. Trata-se de um tema tabu para as criminalidade urbana. se não tuições para pensarmos as respostas públicas avançarmos em uma agenda de reformas para os dilemas do modelo de democracia e estruturais. o debate aqui proposto instituições sejam eixos estratégicos e de indu- não é ideológico e visa. a qual. é importante deixar explícito que. 3 Membro do Conselho de Administração do Fórum Brasileiro de Segurança Pública. o FBSP não se coloca a intervenção das polícias é ampla e. as polícias enquanto instituições que valorizam econômico e cultural baseado no respeito e na o respeito ao primado da Lei. no Brasil. entre ou- temão. diação e administração de conflitos.

então é provável da força letal. pode-se supor que o poder de letali- Por esses padrões. razão entre civis feridos sivo na atividade policial. pode inferir-se que.Uso da Força e Disponibilidade de Dados plos. existem e mortos. três critérios são usual. ração da letalidade policial ocupa um não lugar 119 . (2) a razão entre civis feridos e civis mor. O terceiro critério refere-se à relação entre tos. Bittner (2003) balha com a proporção de 4 civis mortos para argumenta que não existe um critério único e cada policial morto.6% do total de homicídios dolosos registra- aceitável de uso da força letal pela polícia. O segundo critério. sugere que em situações de norma- padrões internacionais de uso da força comu. o FBI trabalha com a proporção de 12 ci- A discussão sobre letalidade na ação po. Chevigny licial remete ao debate sobre a existência de (1991) sugere que quando a proporção de civis métricas e critérios capazes de determinar se mortos é maior do que 10. Segundo Loche (2010) existe uma tes de civis fruto da ação policial representam dificuldade normativa em estabelecer o grau 3. universal capaz de isolar o que é ou não exces. mas dos em todo o país no período de cinco anos. Como exem. (3) a proporção de civis mortos de homicídios dolosos registrados em determi- pelas polícias em relação ao total de homicídios nado território. Cano (1997) tra- foi necessária ou apropriada. Do abusando do uso da força letal. realizados nos EUA demonstram que as mor- cricionário. Segundo Loche (2010). no Brasil. dade da polícia não esteja sendo usado apenas mente utilizados para aferir o uso da força letal: para proteção dos cidadãos. pela polícia correspondem a um elevado per- O primeiro critério parte do pressuposto de centual do total de homicídios. vis mortos para cada policial morto. há também tentativas de estabelecer uma ratio Contudo. quando o número de civis mortos é muito que a polícia está cometendo excessos no uso maior do que o de policiais. (1) a relação entre civis mortos e policiais mor. Entretanto. estudos que a polícia esteja abusando de seu poder dis. contrário. lidade haja um número maior de civis feridos mente utilizados para aferir se a polícia está do que mortos como fruto da ação policial. Quando as mortes cometidas dolosos. a polícia está abu- a força empregada em determinada situação sando do uso da força letal. o fato é que a mensu- capaz de mensurar o excesso. o número de civis mortos pela polícia e o total tos pela polícia.

principalmente se a rotina indicar que não há in- trada como “resistência seguida de morte” ou vestigação e acompanhamento adequado das “auto de resistência”. nas políticas públicas. homicídio ou lesão corporal seguido de morte. uma taxa de quer contar quando se fala em violência poli. cados no artigo 121 do Código Penal . Isto porque. Fórum Brasileiro de Segurança Pública. homicídio. se o registro ocorrências com resultado morte envolvendo é prontamente realizado utilizando estas cate. obteve ao final a inexistência de consensos acerca do que se 74 instrumentos preenchidos. utilizada para registrar as situações em que ci- litar e Secretarias de Segurança Pública de vis são mortos pelas polícias. “homicídio decorrente de intervenção policial”. de questões relacionadas às ocorrências le- pacto dessas mortes no desenho e implemen. parte-se do pressuposto de que o po. resistência com morte do opositor. ou ainda seguida de morte” e “autos de resistência” nos em estrito cumprimento de dever legal ou no registros policiais. Na ausência desses consensos. gestores responsáveis pela produção das Quando questionados sobre a categoria estatísticas criminais das Polícias Civil. a taxa de tação das políticas de segurança pública e nos preenchimento foi muito menor: 20 respostas padrões operacionais das polícias brasileiras. por instituição Nome da ocorrência envolvendo civis em ações policiais SSP PC Total N % N % N % Resistência seguida de morte 9 45 5 31 14 39 Autos de resistência 3 15 3 19 6 17 Morte em confronto 5 25 5 31 10 28 Outros (1) 3 15 3 19 6 16 Total 20 100 16 100 36 100 Fonte: Ministério da Justiça/Secretaria Nacional de Segurança Pública. em dezembro de 2012 a Secretaria de Direitos Segundo o artigo 23 do mesmo código. lico.8 dispon- existe crime se o agente o pratica em estado do sobre a abolição das designações “resistência de necessidade. dem ser verificadas na tabela 1. crimes de homicídio – tipifi. A pesquisa. de Segurança Pública. policiais (Nascimento et al. não Humanos (SDH) publicou a resolução n. das Secretarias de Segurança. tais de civis fruto de ações policiais. justa- de. Projeto Gestão e Disseminação de Dados na Política Nacional de Segurança Pública. 25 das Polícias Civis e mos estatísticas confiáveis sobre tais mortes 22 das Polícias Militares. na realidade. sugerindo sua substituição por exercício regular de direito. cuja maior evidência é aplicada a 81 respondentes. resposta de 91% das quais 27 de Secretarias cial. parar legalmente o agente policial. TABELA 01 · Nome recebido pelas ocorrências letais de civis em ações policiais. Mi. (1) A categoria outros inclui: homicídio. métricas capazes de avaliar o im. no eixo e. a pesquisa en- todo o país sobre o processo de produção e controu oito denominações distintas. ocorrências designadas como “resistência se- licial atirou em legítima defesa. em legítima defesa. ou mesmo execução. tampouco. que po- análise de indicadores criminais. Se a ação é importante do ponto de vista simbó- plementada como um mecanismo para am. Civis e nenhuma das Polícias Militares. resistência/pessoas mortas Frente a esse quadro percebe-se que. Entretanto. mesmo não constituem um tipo criminal específico e em casos em que tudo indicava tratar-se de um são. Para tentar mitigar o risco dessas distorções. Fato é que as gorias. não te. no ano de 2011 o Fórum Brasileiro de mente a corporação mais comumente envol- Segurança Pública realizou pesquisa com os vida em ocorrências como esta. Estado. homicídio com motivação enfrentamento com a polícia. Os “autos de guida de morte” passaram a ser utilizadas com resistência”/”resistência seguida de morte” muita frequência por algumas polícias. Embora esta nomenclatura tenha sido im. esta ocorrência é normalmente regis. 2009). a mesma quando um civil é morto por um agente do pode ceder espaço para graves distorções. Termo de Parceria 752962/2010. na prática há dúvidas se terá a capacidade 120 . mente praticados com “exclusão de ilicitude”. 16 das Polícias Para tentar conhecer melhor tal realida.teorica.

Em complemento. como não possuem estabilidade policial não é adequadamente tratado pelo Mi- no setor. via de regra. Militares. formações sobre mortes de civis por policiais. Pesquisa realizada por Lemgruber et inquéritos policiais e pouca atenção é dada à al no ano de 2002 demonstrou que a maioria qualidade da investigação. estudo ros de todo o país demonstrou que a maior par. polícias) e não se transforma em eixo político gruber et al. Já no âmbito do controle externo. eles não atividade policial.de impactar nos índices de letalidade policial ou ainda disseram que o órgão não age de forma mesmo fortalecer a apuração desses crimes. as polícias e secretarias de segurança a efetividade da atuação das corregedorias não têm obrigação de enviar às ouvidorias in- é a ausência de uma política de recursos hu.. além disso.) não temos estatísticas confiáveis sobre tais mortes e. diversos entrevistados reclamaram apenas 11 tem acesso aos dados de letalida- sobre as resistências enfrentadas no cotidiano. estudo produzido por Cano cessivamente frouxa não apenas com os crimi- & Duarte (2011) nas corregedorias das Polícias nosos. Os entrevistados ou estratégico das instituições e dos Governos. a preocupação fica excessiva- e são percebidos como “inquisidores” pelos mente focada no formalismo processual dos colegas. o problema reside na legislação brasileira. recebem nenhum adicional nos vencimentos No caso do MP.. O tema da letalidade dos praças da PM e a totalidade dos detetives é visto como um assunto afeito à esfera opera- da PC entrevistados afirmou não ter nenhum cional (e por isso de competência exclusiva das interesse em trabalhar na Corregedoria (Lem. os entrevistados alegaram que excessos. Federal tem a missão de controle externo da vestigado. o tema da letalidade Por exemplo. manos para os profissionais que nelas atuam. nem pelo Poder Judiciário. Civis. Técnicas e Corpos de Bombei. imparcial e baseia-se na presunção da culpa. tais profissionais correm o risco de. para executar a tarefa de Segurança Pública. (. nistério Público (MP). pp. ex- Nesse sentido. serem subordinados de algum in. mais grave na medida em que. O quadro é ainda do controle interno. 2003. Além disso. 2013). mas também com os policiais. em 16 dos 18 Outro fator que dificulta sensivelmente estados. apresentando le das polícias demonstrou que. quando questionados sobre quando se analisa os mecanismos de controle os entraves ao bom resultado do trabalho das interno e externo que teriam o papel de coibir Corregedorias. tampouco. de policial em seus estados (Fórum Brasileiro dentro das instituições. métricas capazes de avaliar o impacto dessas mortes no desenho e implementação das políticas de segurança pública e nos padrões operacionais das polícias brasileiras. desenvolvido pelo Fórum Brasileiro de Segu- te delas possuía autonomia restrita. não tinha rança Pública sobre mecanismos de contro- prédio ou orçamento próprio.100). dentre as 18 ainda infraestrutura limitada e falta de efetivo. Esta questão ganha ainda mais destaque Paradoxalmente. ouvidorias de polícia existentes no Brasil hoje. 121 . que pela Constituição no futuro.

o FBSP coletou os dados referen. os Estados não atenderam das mortes causadas por intervenção policial no aos pedidos. gerido forçar a relevância de se investir na produção de TABELA 02 · Qualidade na Transparência de Informações sobre Mortes Perpetradas por Policiais Classificação quanto a não Classificação quanto aos dados Grau de Unidade Federativa apresentar informações desde reportados pelas SSPs serem Transparência 2007 inferiores aos do SIM Alta Amazonas 1 1 Alta Distrito Federal 1 1 Alta Mato Grosso 1 1 Alta Rio de Janeiro 1 1 Alta Rio Grande do Sul 1 1 Alta São Paulo 1 1 Alta Amapá 1 2 Alta Pernambuco 1 2 Média Mato Grosso do Sul 1 3 Média Minas Gerais 1 3 Média Santa Catarina 1 3 Média Tocantins 1 3 Média Sergipe 2 3 Média Rio Grande do Norte 3 1 Média Acre 3 2 Média Alagoas 3 2 Média Espírito Santo 3 2 Média Paraiba 3 2 Média Piauí 3 2 Média Rondônia 3 2 Baixa Bahia 3 3 Baixa Pará 3 3 Baixa Maranhão 3 4 Baixa Paraná 3 4 Baixa Roraima 4 2 Baixa Ceará 4 3 Baixa Goiás 4 3 Fonte: MS/SVS/DASIS (Sistema de Informações sobre Mortalidade – SIM) e informações enviadas pelas Secretarias Estaduais de Segurança Pública e/ou Defesa Social. de Segurança Pública compilou um conjunto A proposta deste esforço era estruturar uma de dados sobre vitimização e letalidade policial. 122 . Estados. e 8 a 11 vezes. série histórica com os dados dos últimos doze solicitando as informações diretamente aos anos das ocorrências relacionadas. 4 a 7 vezes. Nos casos em considerar os números obtidos como um retrato que. Elaboração dos autores. o Fórum Brasileiro do Ministério da Justiça. senão reportou de 3 a 4 vezes (3). Avaliando os dados levantados pelo FBSP pela Secretaria Nacional de Segurança Pública Desde janeiro de 2013. No entanto. ainda assim. 1 a 3 vezes. constatou-se vá- até agosto de 2013 foram acionados por meio rias lacunas de dados que não nos autorizavam a da Lei de Acesso à Informação. e se não reportou 5 ou 6 vezes (4). país. respectivamente. SINESPJC. A nota referente ao primeiro indicador foi baseada na informação sobre o número de vezes (anos) em que a unidade federativa não deixou de reportar o dado desde 2007. Os números indicaram uma baixa qualida- tes ao tema do Sistema Nacional de Estatísti. Se reportou em todos os anos (1). Aqueles que não enviaram os dados após a coleta das informações. A classificação referente ao segundo indicador variou de 1 a 4 a depender se o número de vezes (anos) em que o total de mortes perpetradas por policiais segundo o informe das secretarias de segurança pública foi inferior ao número do SIM em 0. se não reportou 1 ou 2 vezes (2). de das informações disponíveis e estariam a re- cas em Segurança Pública (SINESPJC).

dados mais fidedignos e confiáveis. chamada “intervenções legais e operações de
Mesmo com problemas de registro e não guerra”. Este dado não é considerado dos mais
oferecendo condições para serem tomados confiáveis dentro do sistema de saúde, mas,
como um retrato completo da letalidade da quando registrado pelo hospital, no mínimo de-
ação policial, os dados compilados foram tra- veria gerar o registro de um boletim de ocorrên-
tados de modo a explicitar e separar questões cia com a indicação do fato de que um policial
metodológicas, afeitas à forma como são pro- foi o autor da ação. Portanto, quando o dado da
duzidos, e questões substantivas, sobre o nível saúde é superior ao registrado pela polícia, a si-
de letalidade da ação policial no Brasil. tuação é ainda mais grave e denota a fragilidade
Por esse procedimento, os dados informa- destes registros pelas instituições de segurança
dos pelas polícias foram cotejados com aqueles pública no Estado.
sistematizados pelo Ministério da Saúde, na Considerando a fragilidade dos dados cole-
ideia de que a comparação entre os dois siste- tados, pretendeu-se elaborar uma metodologia
mas permite validar os dados informados – já simples para estimar a qualidade da transparên-
que um dado informado em um sistema deveria cia de informações sobre mortes perpetradas
constar obrigatoriamente do outro sistema. Ade- pelas polícias Civil e Militar de todo o país. Para
mais, as Unidades da Federação foram separa- estabelecer a comparação com os dados do sis-
das em grupos de transparência estimada dos tema de saúde, optamos por agregar as ocor-
dados de letalidade fornecidos, à semelhança rências das duas polícias em todos os Estados.
da metodologia que o FBSP aplica para as es- Assim, a nota referente ao primeiro indica-
tatísticas criminais. Cabe destacar que, no caso dor foi baseada na informação sobre o número
do registro da Segurança Pública, foram consi- de vezes (anos) em que a unidade federativa
derados apenas os casos classificados como não deixou de reportar o dado ao SINESPJC en-
“morte em confronto”, ou seja, casos em que tre 2007 e 2010: se reportou em todos os anos
os policiais estavam em serviço. As demais ca- (1); se não reportou 1 ou 2 vezes (2); senão re-
tegorias, tais como homicídios e lesão corporal portou de 3 a 4 vezes (3); e se não reportou 5
seguida de morte, dentre outras, não puderam ou 6 vezes (4).
ser mapeadas em todos os Estados e, portan- Já a classificação referente ao segundo in-
to, não foram incluídas na comparação.Como já dicador variou de 1 a 4, a depender se o núme-
mencionado, para a construção de tais grupos ro de vezes (anos) em que o total de mortes
considerou-se a diferença entre SINESPJC e perpetradas por policiais segundo o informe
o Sistema de Informações sobre Mortalidade das secretarias de segurança pública foi infe-
(SIM) – Datasus. Parte-se do pressuposto de rior ao número do SIM/Datasus em 0 (1); 1 a
que, quando uma vítima chega ao hospital ferida 3 vezes (2); 4 a 7 vezes (3); e 8 a 11 vezes (4),
ou morta em decorrência de ação policial, este respectivamente.
fato deve ser informado ao hospital, que regis- A partir destes indicadores, os dados cole-
tra o fato no SIM/Datasus na categoria Y35-Y36 tados podem ser verificados na tabela a seguir:

123

TABELA 03 · Pessoas mortas em confronto com Polícias Civis e Militares em serviço
Unidades da Federação – 2000-2012

Grau de Unidades
2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012
Transparência (1) da Federação

Brasil 1040 1083 1547 2028 1616 1452 1689 1901 1729 1824 2031 1803 1890

Amapá (2) (3) ... ... ... 1 ... ... ... 1 ... 8 11 14 12
Amazonas ... ... ... ... 1 4 2 0 4 9 9 7 5
Distrito Federal - 3 7 5 2 2 - 1 5 4 3 - -
Mato Grosso (4)
... ... ... ... - 4 11 9 3 10 6 10 7
Alta
Pernambuco ... ... ... ... 17 24 13 22 40 40 30 24 32
Rio de Janeiro 427 592 900 1195 983 1098 1063 1330 1137 1048 855 523 415
Rio Grande do Sul (5) 18 28 26 40 30 13 49 56 44 58 56 40 67
São Paulo 595 460 610 785 573 300 546 401 397 543 510 461 563

Acre (6) ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... 2 4
Alagoas (6) ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... 2 26
Espírito Santo ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... 16 15 23
Mato Grosso do Sul ... - 4 2 7 2 3 10 4 4 3 2 2
Minas Gerais ... ... ... ... ... ... ... 56 39 36 35 42 ...
Paraíba ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... 13 24
Média
Piauí (6) ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... 7 4
Rio Grande do Norte ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... 21 21
Rondônia (6) ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... 2 4
Santa Catarina ... ... ... ... ... 1 1 5 37 37 54 53 69
Sergipe ... ... ... ... ... ... ... ... 16 24 12 10 25
Tocantins ... ... ... ... 3 4 1 10 3 3 5 3 7

Bahia (6) ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... 307 284 344
Ceará (6) ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... 9
Goiás ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... 42 -
Baixa Maranhão (6)
... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... 1 11
Pará ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... 78 49
Paraná (6)
... ... ... ... ... ... ... ... ... ... 119 147 167
Roraima (7) ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ...

Fonte: Secretarias Estaduais de Segurança Pública e Defesa Social; Sistema Nacional de Estatísticas em Segurança Pública (SINESPJC) / Secretaria
Nacional de Segurança Pública (SENASP); Fórum Brasileiro de Segurança Pública.
(1) Grupo segundo qualidade estimada dos dados, conforme detalhado no estudo.
(2) Os dados da Polícia Militar do AP não incluem as informações dos 11º BPM e 12º BPM.
(3) Os dados da Polícia Militar foram consolidados com base nas informações recebidas diretamente do Estado; os dados da Polícia Civil foram
coletados do Sistema Nacional de Estatísticas em Segurança Pública .(SINESPJC)
(4) Os dados do período compreendido entre 2005 e 2011 foram coletados diretamento do Estado; o dado de 2012 foi extraído do Sistema Nacional
de Estatísticas em Segurança Pública (SINESPJC).
(5) O dado do ano de 2012 foi extraído do Sistema Nacional de Estatísticas em Segurança Pública (SINESPJC).
(6) Dados extraídos do Sistema Nacional de Estatísticas em Segurança Pública (SINESPJC).
(7) Segundo Ofício nº 039/2013- GAB/SEC. SESP/RR, a Secretaria de Segurança do Estado não contabiliza estas informações.
(...) Informação não disponível.
(-) Fenômeno inexistente.
Nota: O estudo considerou os dados recebidos até 15 de outubro de 2013.

124

TABELA 04 · Comparativo do total de
mortos em confronto com as polícias
Brasil e Estados Unidos – 2007-2012

Ano Brasil EUA Razão

2007 1.901 398 4,8
Conclusão 2008 1.729 378 4,6
Com base na metodologia proposta, a pri- 2009 1.824 414 4,4
meira avaliação possível é que apenas 8 Uni- 2010 2.031 397 5,1
dades da Federação tiveram seu dados de le- 2011 1.803 404 4,5
talidade na ação policial considerados como de 2012 1.890 410 4,6
alta qualidade para os dois indicadores segundo
o grau de transparência (AM, DF, MT, RJ, RS, Fonte: Secretarias Estaduais de Segurança Pública e
SP, AP e PE). As demais unidades da federação Defesa Social; Sistema Nacional de Estatísticas em
não puderam ter seus dados validados e, por- Segurança Pública (SINESPJC) / Secretaria Nacional
tanto, existe a possibilidade ainda maior des- de Segurança Pública (SENASP); Criminal Justice
tes estarem subnotificados, o que exigiria por Information Services Division; Annual Firearms Discharge
parte dos Governos, em especial do Ministério Report; Fórum Brasileiro de Segurança Pública.
da Justiça, um esforço de coordenação para
que este problema não seja desconsiderado
quando da implementação efetiva do Sistema dados sejam precários, apontam para um pro-
Nacional de Informações de Segurança Públi- blema muito sério com relação ao padrão opera-
ca, Prisionais e sobre Drogas - SINESP, criado cional das polícias brasileiras.
pela Lei nº 12.681, de 4 de julho de 2012. A Para afastar qualquer dúvida sobre o signi-
boa notícia é que a legislação que cria o referi- ficado desses dados e a título de comparação,
do sistema condiciona o repasse de verbas aos nos EUA, país com um número muito maior de
Estados à alimentação do sistema, sendo que armas de fogo em circulação e com população
o termo de adesão ao Sinesp inclui as ocorrên- 60% maior que a brasileira, o número total de
cias relacionadas à vitimização e letalidade poli- civis mortos pelas polícias em todo o ano de
cial como de preenchimento obrigatório para as 2012 foi de 410, segundo dados do Criminal
polícias estaduais. Justice Information Services Division do FBI.
Em termos substantivos, não obstante as Adicionalmente, de acordo com o “Annual
limitações indicadas na qualidade dos dados, a Firearms Discharge Report” do Departamento
conclusão é que o balanço alcançado pelo levan- de Polícia de Nova Iorque, utilizando-se apenas
tamento do FBSP é bastante triste: consideran- as informações referentes à cidade de Nova
do apenas os dados do ano de 2012, verificamos Iorque - uma metrópole muito violenta que, nos
que ao menos 5 pessoas morrem vítimas da anos 1990, logrou reduzir suas taxas de homi-
intervenção policial no Brasil todos os dias, cídios e se transformou em exemplo a ser se-
ou seja, ao menos 1.890 vidas foram tiradas guido no mundo - percebemos que em 1971 a
pela ação das polícias civis e militares em si- Polícia daquela cidade atirou em 314 pessoas e
tuações de “confronto”. Se considerarmos a matou 93. No ano de 2011, esta mesma polí-
série histórica proposta pelo estudo, o resultado cia, responsável por prover segurança públi-
é o mesmo: utilizando os dados dos anos 2000 ca em uma cidade com cerca de 8,2 milhões
até 2012, em média 4,9 pessoas morrem todos de habitantes atirou em apenas 24 pessoas
os dias por intervenções policiais. e matou somente 8. Já no município de São
Estes dados consideram apenas as mortes Paulo, com cerca de 11 milhões de habitan-
em confronto, ou seja, aquelas praticadas em tes, no mesmo ano as polícias Civil e Militar
serviço. Se incluirmos aí os casos em que civis mataram, juntas, 242 pessoas; no Rio de Ja-
são mortos por policiais fora de serviço, muitas neiro, município com cerca de 6 milhões de
vezes quando estão fazendo o “bico”, o núme- habitantes, no mesmo ano as duas polícias
ro é ainda mais expressivo. Assim, ainda que os mataram, juntas, 283 pessoas.

125

205.. ainda mais nossa análise sobre o padrão de atu.976. Sistema Nacional de Estatísticas em PM em serviço 17. Em uma breve comparação com dados ação das polícias brasileiras: a taxa de mortali. e identificarem mudanças mortalidade se dá especialmente fora de servi. Police Memorial. Cuerpo de Investigaciones Científicas. portanto.7 Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp). Áfri- de vitimização policial também são considera. SINESPJC.9 51. mas também muitos policiais. 1 1. TABELA 05 · Taxas de mortalidade por homicídio (população total e policiais Civis e Militares). UNODC Crime Statistics. Independent Police Complaints Comission (IPCC).882 2006 2010 (. revelam que polícia e sociedade encontram-se.3 Defesa Social.7 119.915 2009 2011 Reino Unido 15 10 1 9.530 2012 2012 EUA 410 95 4. ca do Sul e Venezuela. FBI. cuja tirem claramente. como uma agenda interditada na segurança pú- hoje.726.. Penales y Criminalisticas (CICPC).. em hipótese alguma que o tema da letalidade tificados. Trata-se de um assunto central todos os anos em decorrência da intervenção para polícias. urgentes nos padrões de atuação das forças de ço. verificamos que as polícias bra- dade por homicídio de um policial no Brasil sileiras matam mais do que a de países com é três vezes superior à taxa de homicídio de índices de criminalidade similares. 126 . governos e sociedade civil discu- policial. sob fogo cruzado: morrem muitos civis blica brasileira. Banco Mundial.. os dados que o brasileiro. 45..816 2012 2012 México 1652 740 23... Fórum Brasileiro de Segurança Pública.3 193. 30.5 33.9 (1) Por 100 mil habitantes para a taxa de homicídio e por PM e PC (em serviço e fora) 72. TABELA 06 · Homicídios.233 2011 2011 Canadá .651 2012 2011 República Dominicana 268 62 25 10. PC fora de serviço 42.189. como é o caso de México.7 Fórum Brasileiro de Segurança Pública. As informações aqui apresentadas policial continue a ser tratado como um tabu.) Informação não disponível Fontes: Secretarias Estaduais de Segurança Pública e Defesa Social.8 Segurança Pública e Justiça Criminal (SINESPJC) / PM fora de serviço 58.361. Não obstante. podem estar subno. Brasil .1 efetivo policial para os demais.797 2010 2011 África do Sul 706 .. na evidência empírica de que o modelo de segurança pública do Brasil.016. Os dados de vitimização policial reforçam segurança pública brasileiro está em colapso. Independent Police Investigative Directorate.587.190. não se justifica dos frágeis e. internacionais. ou até piores um cidadão comum. letalidade e vitimização policial países selecionados – 2006-2012 Ano de referência Ano de referência com policiais em Policiais mortos Pessoas mortas vitimização e em confronto dos dados de em serviço População da taxa de letalidade homicídio homicídio Taxas de serviço País Brasil 1890 89 24.2012 Brasil Taxa (1) Fonte: Secretarias Estaduais de Segurança Pública e Homicídio nacional 24. Procuradoria Geral da República do México. PC em serviço 13.307 2013 2011 Venezuela 704 . Statistiques Canada.09 311.1 27. Ou seja. Anistia Internacional.

A. Police Deadly Force as Social Control: Jamaica. E. DUARTE. Autos com ou sem resistência: Uma análise dos inquéritos de homicídios cometidos por po- liciais. NASCIMENTO. Julita. Trad. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo. outubro de 2009. 1991. GRILLO. Núcleo de Estudos da Violência. Rio de Janeiro.C. FÓRUM BRASILEIRO DE SEGURANÇA PÚ- BLICA. USP. MUSUMECI. Belo Horizonte: 2011. Panorama das ouvidorias estaduais de Segurança Pública e Defesa Social . 1997. Leonarda. 2003. CANO.2. NERI. NPPCS/UFS. FÓRUM BRASILEIRO DE SEGURANÇA PÚ- BLICA. 2011. Ignacio. Rio de Janeiro. CANO. The use of lethal force by police in Rio de Janeiro. 2013. São Paulo: Record. LEMGRUBER. Diagnóstico dos sistemas estaduais de segurança pública. Análise das atividades correicionais no Brasil. Caxam- bu. 17 jul. CHEVIGNY.. A. Adriana.Referências Bibliográficas BITTNER. LOCHE. ISER. São Paulo. Revista do Núcleo de Pós-Graduação e Pesquisa em Ciên- cias Sociais/Universidade Federal de Sergipe Nº 1 (1998). 127 . In: TOMO. n./dez. n. Thais Lemos. Egon. Quem vigia os vigias? Um estu- do sobre o controle externo da policia no Brasil.. 2003. P. 33º Encontro Anual da ANPOCS. p: 10. C. São Cristóvão-SE. Ana Luísa. 2010.. Brazil and Argentina. São Paulo. Aspectos do trabalho policial. CANO. Série Dossiê NEV. N. Ignacio. Ignacio.. (Relatório de pesquisa). São Paulo.. Amêndola Pinheiro. A letalidade de ação policial: parâmetros para análise.

128 .

parte 3 Apêndice Metodológico 129 .

por sua vez. 2012. comunidade acadêmica e população. o órgão de produção das estatísticas dever contar com quantidade adequada de funcionários. permitir a correção posterior das informações e ser fiscalizado por algum órgão externo. há um sistema de metas e recompensas para as unidades que atingem as metas estipuladas e os dados desagregados são disponibilizados para as polícias. de coleta. procedimentos de controle. Estimando a qualidade das estatísticas criminais A metodologia de estimação de qualidade dos dados criminais produzidos pelos Estados foi desenvolvida a partir das respostas recebidas dos gestores estaduais do SINESPJC. contar com um setor de controle de qualidade e dispor de regulamentação que estabeleça os indicadores. O preenchimento das informações deve ser feito através de sistema informatizado especializado. A contagem de casos deve se basear na maior quantidade possível de ocorrências. devem ser tornados públicos. neste modelo ideal. Este formulário refletia o que se entende como “tipo ideal” de procedimentos para que as informações fossem produzidas com qualidade. O formulário aplicado continha cerca 1 O estudo metodológico de 30 variáveis. neste modelo ideal. Senasp. atende a todos estes requisitos. O setor deve adotar procedimentos de controle para checar a consistência das informações. permitir a contabilização de incidentes e de vítimas e separar adequadamente os diversos tipos de autores (crianças e ado- lescentes. abordando dimensões relacionadas à qualidade da informação. alguns se aproximam mais e outros menos deste “tipo-ideal”. policiais. os incidentes podem ser regis- trados pelas vítimas pela internet e o setor deve contar com fontes alternativas ao Boletim de Ocorrência para a análise criminal. trabalhar com dados georreferenciados. Os dados. na prática. definições e usos das estatísticas dentro e fora das instituições policiais. que conte com recursos como checagem automática de inconsistências e tabelas de auxílio ao preenchimento dos campos fechados. os estados foram divididos entre os que se aproximam mais ou menos 130 . transparência dos dados. com esta- tísticos na equipe. No entanto. responsáveis pela produção das estatísticas pelas Unidades da Federação1. como estrutura completo pode ser acessado no Anuário Brasileiro de Segurança do órgão de estatística. cobertura e forma Pública. A cobertura dos incidentes deve ser a mais ampla possível. Em linhas gerais. ano 6. fluxos e prazos para o envio de estatísticas. o setor realiza reuniões de análise e planejamento com base nas evidências coletadas. etc. Este é um ideal a ser alcançado e nenhum estado atualmente. Com base nas respostas ao formulário. de forma periódica e o mais desagregado possível.) Finalmente.

dos estados brasileiros em dois grandes grupos. fonte dos dados de análise e outros o número de vítimas. zação. divulgação e uso de informações numa grande e única categoria. PJC. estados com maior cobertura. realizada com critérios exteriores forma de louvar o trabalho desempenhado por a área de segurança pública. de estados mais homogêneos. Alguns contam criminais. Mas. Mostramos que diversos Estados desde então. Ainda que envolva algum grau de escolha A metodologia de estimação de qualidade e arbitrariedade. optou-se pela apresentação das não. No entanto. as Unidades da Fede. Alguns contabilizam os atos infracionais por sua de acordo com os procedimentos de qualidade natureza e outros jogam os atos infracionais de produção. numa subdivisão da internet para notificação de crimes e outros desses grupos. comparando grupos em termos de coesão e separação. não De forma complementar.deste modelo por meio de uma análise de cluster O objetivo final era facilitar comparações de em dois estágios. para além do obstante esta primeira tentativa de homogenei- desenvolvimento de uma metodologia de esti. o FBSP optou existem de fato diferenças relevantes e estatis. numa ocorrência e outros apenas os principais. Alguns contam o incidente como unidade de do Ministério da Justiça. Os resultados podem ser estados em termos de qualidade da informação. os resultados da pesquisa mostram que mação da qualidade dos dados das 27 Unidades ainda existem diferenças importantes na forma da Federação. influindo na taxa de notificação de crimes. Alguns criminalidade da publicação. rança Pública e Justiça Criminal (SINESPJC). separam os homicídios dos confrontos com a Procuramos neste estudo fazer uma divisão polícia enquanto outros somam ambos os tipos. que aparecem ração foram divididas em grupos de boa ou baixa como mais violentos. de casos e outros não. como anteriores. Entretanto. cobertura da coleta é desigual. de modo a agrupar os estamos desempenho mais justas. acreditamos que a classificação dos dados desenvolvida é bianual e deverá ser seja superior a metodologia utilizada nos anuários atualizada no ano de 2014. Alguns permitem o uso qualidade dos dados. prejudicando os Numa primeira dimensão. um segundo objetivo também como os estados produzem suas estatísticas: a impactou a posição relativa dessas Unidades. subdividindo-os em outros dois a partir com procedimentos para evitar a duplicidade do preenchimento adequado ou não do SINES. Unidades de acordo com o grau de alimentação Alguns contabilizam todos os crimes cometidos do Sistema Nacional de Estatística de Segu. verificados na tabela da página seguinte: 131 . por reavaliar a distribuição em relação a alimen- ticamente significantes entre os dois grupos de tação do SINESPJC.

Grupos de Estados segundo qualidade dos dados Unidades da Federação   Acre alta qualidade Alagoas alta qualidade Amazonas alta qualidade Bahia alta qualidade Ceará alta qualidade Distrito Federal alta qualidade Espírito Santo alta qualidade Goiás alta qualidade Mato Grosso alta qualidade Grupo 1 Mato Grosso do Sul alta qualidade Minas Gerais alta qualidade Pará alta qualidade Alimenta o Paraíba alta qualidade SINESPJC adequadamente Paraná alta qualidade Pernambuco alta qualidade Rio de Janeiro alta qualidade Rio Grande do Sul alta qualidade São Paulo alta qualidade Sergipe alta qualidade       Maranhão baixa qualidade Piauí baixa qualidade Rondônia baixa qualidade Grupo 2 Roraima baixa qualidade Santa Catarina baixa qualidade Tocantins baixa qualidade         Grupo 3 Rio Grande do Norte alta qualidade Não alimenta o SINESPJC       adequadamente Grupo 4 Amapá baixa qualidade 132 .

Justiça e Cidadania . Defesa e Cidadania . Secretaria de Justiça e Segurança Pública – MS Departamento Penitenciário Nacional – DEPEN.AC 133 . 2009 e 2012. Secretaria de Estado de Segurança Pública – DF Secretaria Nacional de Segurança Pública.Fontes dos Dados Publicados na Edição 2013 do Anuário Brasileiro de Segurança Pública Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde Secretaria de Estado se Segurança Pública – AM – DATASUS. Secretaria de Estado e Segurança pública . Pesquisa Perfil das Instituições de Segurança Pública. Ministério da Saúde – MS. Secretaria de Estado de Segurança Pública – PA Secretaria Nacional de Segurança Pública. Segurança Pública e Cidadania – MA Secretaria de Segurança Pública – RJ Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE. Índice de Confiança na Justiça Brasileira - ICJBrasil.SPDCA. Ministério da Fazenda – MF.RO Secretaria de Estado da Segurança Pública – RR Secretaria de Segurança. 2012.PR Nacional de Estatísticas em Segurança Pública e Justiça Criminal – SINESPJC. Secretaria de Estado da Segurança Pública e defesa Social – ES Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República – SEDH/PR/Subsecretaria de Promoção Secretaria de Estado de defesa Social – AL dos Direitos da Criança e do Adolescente .2012 e 2013. 2004. Ministério da Justiça – MJ. Secretaria de Segurança Pública – SP Secretaria da Segurança Pública – PB Secretaria de Segurança Pública e da Defesa Social – RN Secretaria da Segurança Pública – RS Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social – CE Secretaria de Defesa Social – PE Secretaria de Segurança Pública e Justiça – GO Secretaria de Estado da Justiça e Segurança Pública – AP Secretaria de Segurança. 2006. Levantamento nacional do atendimento socioeducativo Secretaria de Estado de Defesa Social – MG ao adolescente em conflito com a lei. Secretaria de Segurança Pública – PI Gerencia de Justiça.TO Secretaria de Estado da Segurança Pública – SC Secretaria do Tesouro Nacional – STN. Secretaria de Segurança Pública – BA Escola de Direito de São Paulo da Fundação Getúlio Secretaria de Segurança Pública – MT Vargas – FGV. Sistema Secretaria de Estado de Segurança Pública. Secretaria de Segurança Pública – SE Pesquisa de Informações Básicas Municipais 2002.

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