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Anuário Brasileiro

de Segurança Pública
ISSN 1983-7364 ano 7 2013

sumário

4 Ficha institucional
4 Ficha técnica
6 Introdução

Fórum Brasileiro de Segurança Pública 
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Vila Madalena · São Paulo · SP · Brasil
CEP: 05436-090
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Parte 1 Segurança Pública em números

10 Estatísticas criminais
31 É possível reverter a espiral da violência
42 Encurtando as distâncias entre a lei e a política pública
43 Prevenção à violência e Agenda das Metas do Milênio e Desenvolvimento Pós-2015

44 Gastos com segurança pública e prisões
53 Quando muito é pouco!

54 População carcerária
70 O sistema penitenciário brasileiro

72 Efetivos das forças policiais
80 Efetivo e remuneração nas polícias brasileiras

82 Sistema socioeducativo
88 A distância entre o ECA e o sistema socioeducativo no Brasil

90 Municípios
102 Os municípios na segurança pública

104 Confiança na polícia
106 Respeito e (Des)Confiança na Polícia

Parte 2 Sob Fogo Cruzado: um padrão inaceitável de atuação
das polícias brasileiras

110 Sob Fogo Cruzado I: vitimização de policiais militares e
civis brasileiros
118 Sob fogo cruzado II: letalidade da ação policial

Parte 3 Apêndice metodológico

130 Estimando a qualidade das estatísticas criminais

133 Fontes dos dados publicados na edição 2013 do Anuário Brasileiro de Segurança Pública

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expediente Copyright Fórum Brasileiro de Segurança Pública ISSN 1983-7634 FICHA INSTITUCIONAL FICHA TÉCNICA FÓRUM BRASILEIRO Anuário Brasileiro de DE SEGURANÇA PÚBLICA Segurança Pública 2013 Presidente de Honra Coordenação Geral Elizabeth Leeds Renato Sérgio de Lima Equipe Fórum Brasileiro de Samira Bueno Segurança Pública Presidente do Conselho de Administração Coordenação Institucional Secretária Executiva Sérgio Roberto de Abreu Patrícia Nogueira Pröglhöf Samira Bueno Conselho de Administração Equipe Técnica Coordenação Institucional Arthur Trindade Beatriz Rodrigues Patrícia Nogueira Pröglhöf Eduardo Pazinato Caio Valiengo Humberto Vianna Laís Figueiredo Equipe Administrativa Jésus Trindade Barreto Jr. Débora Lopes José Luiz Ratton Consultoria Técnica Hilda Soares Mancuso Marcos Veloso Cimar Alejandro Prieto Aparicio Gabriela Yamada Renato Sérgio de Lima Túlio Khan Marianni Costa Roberto Maurício Genofre Luís Flávio Sapori Assessoria de Comunicação Equipe Técnica Luiz Antônio Brenner Letra Certa Estratégia e Tática em Beatriz Rodrigues Comunicação Caio Valiengo Conselho Fiscal Jander Ramon Laís Figueiredo Cássio Rosa Raphael Ferrari Silvia Ramos Daniel Lopes Agradecimentos Secretária Executiva Textos Secretaria Nacional de Segurança Samira Bueno Arthur Trindade Maranhão Costa Pública – SENASP/MJ Daniel Cerqueira Secretarias Estaduais de Segurança Edinilsa Ramos de Souza Pública ou Defesa Social Eduardo Pazinato Gestores Estaduais do SINESP Liana de Paula Rafael Rodrigues (SENASP/MJ) Ligia Rechenberg Mirella Soares Diniz Luciana Guimarães Luciana Gross Cunha (Direito GV/SP) Luís Flávio Sapori Maria Cecília de Souza Minayo Rafael Alcadipani Edição de arte Renato Sérgio de Lima URBANIA (11) 3828-3991 Robert Muggah Rodrigo Ghiringhelli de Azevedo 4 Samira Bueno .

quando assinados. 5 . condições: dar crédito ao autor de seus respectivos autores. Os original. da forma especificada pelo Fundação Ford conteúdos e o teor das análises autor ou licenciante. transformação ou colaboradores envolvidos na criação de outra obra com base Secretaria Nacional de Segurança produção do Anuário. a distribuição desta nova Pública/MJ obra deverá estar sob uma licença idêntica a essa. 2013 do Anuário Brasileiro de Anuário Brasileiro de Segurança exibir e executar a obra. Centro de Pesquisas Jurídicas Aplicadas da Direito GV/SP refletem a opinião de todos os para alteração.Nota legal Licença Creative Commons Apoio/Parceiros da Edição Os textos e opiniões expressos no É permitido copiar. distribuir. não utilizar essa publicadas não necessariamente obra com finalidades comercias. nessa. e criar Segurança Pública Pública são de responsabilidade obras derivadas sob as seguintes Open Society Foundations institucional e/ou.

truída na discussão sobre competências de cada reduzir a insegurança e aumentar a confiança da ator institucional envolvido. que enfrentem alguns temas sensíveis. a história recente da segurança pública dos profissionais. possui diversos artigos sem a devida regulação. E. é uma iniciativa importante e que merece requisitos mínimos nacionais para as instituições de ser fortalecida. entre outras. com baixas taxas de esclarecimentos de Pública – SUSP. que dispõe sobre as atribuições das que o nosso sistema de segurança é ineficiente. O próprio projeto de Lei que cria operacionais inaceitáveis de letalidade e vitimização e regulamenta o Sistema Único de Segurança policial. teve sua tramitação obs- Não conseguimos oferecer serviços de qualidade. aflita tura pode ser constatado na não regulamentação diante da possibilidade cotidiana de ser vítima e do art. a reforma do modelo policial esta- cas criminais do Anuário Brasileiro de Segurança belecido pela Constituição. Estados e Municípios e a criação de policial. transparência e prestação de tem sido marcada por mudanças incompletas. na medida em que não são capazes. ças incrementais e de práticas de gestão com 6 . que trata das atribuições concor- refém do crime e da violência. do Não bastasse isso. demais Poderes. Ganhos incrementais nas políticas públicas tendem Trata-se de uma agenda que associa mudan- a perder força. 23 da CF. paradoxalmente. que alimenta a seção de estatísti. de modificar culturas organizacionais anacrônicas. a distribuição e a articulação de competências ção tecnológica. segurança pública no que diz respeito à formação Porém. nesse contexto. As instituições policiais não experimenta- nistrando as demandas geradas pelas manifes. e o estabelecimento de Pública. os dados também indicam artigo 144. tais como: ção. uso da força e controle externo. mudança no currículo de ensino entre União. ram reformas significativas nas suas estruturas. o efeito dessa pos- em uma sociedade fraturada e com medo. tações sociais que tomaram as ruas desde junho Faz anos que o Fórum Brasileiro de Segurança deste ano e. moderniza. A própria institucionalização mecanismos efetivos de cooperação entre eles e do SINESPJC. no momento em que os governos e as polícias estão admi- sozinhos. os dados publicados na abrindo margem para enormes zonas de sombra edição 2013 do Anuário Brasileiro de Segurança e insegurança jurídica. integração das polícias estaduais. no contexto da definição Pública destaca que o Congresso tem dificulda- dos contornos da disputa eleitoral de 2014. des para fazer avançar uma agenda de reformas segurança pública continua sendo um tema imposta pela Constituição de 1988 e até hoje tabu no Brasil. Isso significa que resultados de longo prazo só No plano da gestão. várias poderão ser obtidos mediante reformas estruturais iniciativas têm sido tentadas: sistemas de informa. que no início deste ano tinha delitos e precárias condições de encarceramento. instituições encarregadas em prover segurança e paga mal aos policiais e convive com padrões ordem pública. rentes entre os entes. contas. ainda. chances de ser votado.introdução E m meio à comemoração dos 25 anos da Constituição Federal de 1988. Pública reforçam a sensação de que vivemos Para a Segurança Pública. ou do parágrafo sétimo. população nas instituições.

destas instituições para pensarmos as respostas das. Renato Sérgio de Lima Samira Bueno Coordenadores Gerais da 7ª Edição do Anuário Brasileiro de Segurança Pública 7 . para além da publicação regular de dados e do o debate aqui proposto não é ideológico e visa. Brasil e suas consequências para as políticas de econômico e cultural baseado no respeito e na segurança pública. o FBSP não se coloca contra as políticas de segurança pública. o Fórum Brasileiro Não podemos acreditar em uma sociedade de Segurança Pública. Cerqueira e Renato Sérgio de Lima no texto que Por fim. tais organizações mais perderão do de compilar registros existentes. fortalecer as polícias enquanto ins. Esforço esse que parte do princípio de que. uma polícia que institucionais envolvidos com o setor no país. mesmo que alguns deles estejam pela multiplicidade de conflitos sociais que o investindo grandes e louváveis esforços de estru- mundo contemporâneo nos impõe: prevenção turação de seus próprios sistemas de informação da violência. o de construir pontes entre diferentes atores guiremos fazer frente aos dilemas impostos institucionais. produziu um amplo levantamento instituições sejam eixos estratégicos e de indu- sobre letalidade e vitimização na ação policial no ção de um modelo de desenvolvimento social. a qual. na verdade o que se pre. políticas de segurança pública no país. criminalidade urbana. ao buscar controle como instrumentos de fortalecimento das esses dados. ao chamar atenção para o investi- apresenta e analisa os dados sobre letalidade poli. organizações e divulgação. portanto. Para esta edição do Anuário. Trata-se de um tema sensí. gera confiança e não temor. Nessa da ordem pública. A pauta de temas e esferas que exigem sua contribuição para aumentar a eficiência das a intervenção das polícias é ampla e. entre se analisado e. letalidade e viti- regula o setor no Brasil. de modo a garantir que a população tenha ciais estão matando e morrendo num proporção acesso a conhecimento qualificado sobre os rumos em muito superior a qualquer métrica ou padrão e sentidos da segurança pública no Brasil. de Segurança Pública destaca que a edição 2013 tende é discutir padrões operacionais das polícias do Anuário compila dados de mais de 35 fontes e demonstrar que. internacional. análise oferece credibilidade e ganhos políticos estruturado na defesa e garantia de direitos da e sociais que não seriam alcançados quando tra- população. Sem que essas duas mização na ação policial é falar da importância dimensões sejam simultaneamente enfrenta. no Brasil.alterações na arquitetura institucional e legal que falar de padrões operacionais. portanto. o FBSP busca dar outros. como destacam Samira Bueno. No Brasil. Pelo contrário. deste modo. um dado só se transforma em informação mediação e administração de conflitos. se não avançarmos na agenda diferentes de informação. manutenção responsável pela implantação do SINESP. o FBSP redobra tal veem aqueles que buscam discuti-lo com forte aposta e investe na transparência. mas podemos apostar que tais Foundations. a perspectiva é de manutenção de uma públicas para os dilemas do modelo de demo- perversa realidade. Ainda de acordo com o texto mencionado. pelo Artigo 5º da Constituição Federal. é importante deixar explícito que. que muitas vezes zação na ação das polícias. associá-los de que ganharão em manterem taxas elevadas de modo tecnicamente rigoroso e politicamente mortes em suas intervenções. isento. na prestação desconforto e desconfiança. não autoriza o Estado a sociedade civil no processo de sua produção e matar e é. Ao compilar dados sobre letalidade e vitimi- vel para as polícias brasileiras. como é o caso da SENASP/MJ. cracia e desenvolvimento do Brasil atual. direção. Isso porque só desta forma é que conse. Uma polícia forte é uma polícia que tados exclusivamente por quaisquer dos atores respeita e defende a sociedade. controle de distúrbios. seu uso na modernização da gestão da área. Trata-se de um esforço acima citada. contenção de grupos violentos. com apoio da Open Society sem polícias. Daniel fortalecimento destas organizações. criminosas. de contas e no controle como instrumentos de Todavia. os poli. paz. o Fórum Brasileiro polícias. prestação de contas e no cial. a informação tem um papel estratégico no tituições que valorizam o respeito ao primado ciclo das políticas públicas e a participação da da Lei. sobretudo. O objetivo principal do Anuário é. mento em transparência.

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parte 1 Segurança Pública em números 9 .

Conclusão 10 . por exemplo. as Delegacias Sergipe 91% 90% Especializadas de Homicídio. Fórum Brasileiro de Mato Grosso do Sul 92% 83% Segurança Pública. Grupo 4: baixa qualidade Rio Grande do Norte (2) 19% 33% e não alimenta o SINESPJC adequadamente. Minas Gerais 94% 100% (1) Grupos segundo qualidade estimada dos dados registrados Pará 55% 100% (vide apêndice metodológico). Pernambuco 97% 95% Nota: O percentual de cobertura é calculado de acordo com Rio de Janeiro 98% 100% o total de áreas cobertas pelas unidades policiais do Estado. Paraíba 88% 85% (2) Gestores estaduais encaminharam dados adicionais e Paraná (2) 100% 100% retificações via planilha eletrônica. Rio Grande do Sul (2) 100% 100% e não a partir do total de unidades policiais existentes no São Paulo (2) 58% 85% Estado. Grupo 3: alta qualidade e não Grupo 3 alimenta o SINESPJC adequadamente. Grupo 2: baixa qualidade e alimenta o Tocantins 100% 100% SINESPJC adequadamente. é possível Piauí 96% 100% contabilizar o total de ocorrências registradas em relação a cada Rondônia 94% 86% município. podem ter sua identificação contabilizada Maranhão 92% 100% mais de uma vez pelo SINESPJC. portanto. Grupo 4 Amapá 24% 32% Data de extração das coberturas: 02/11/2013. podem atuar em mais de 01 (um) Grupo 2 município e. Dessa forma. Roraima 100% 100% Nota 2: Grupo 1: alta qualidade e alimenta o SINESPJC Santa Catarina 100% 100% adequadamente. estatísticas criminais registros policiais TABELA 01 · Cobertura e alimentação do SINESPJC-PC Grupos de Estados segundo qualidade dos dados (1) Unidades da Federação 2011 2012 Grupo 1 Acre (2) 97% 100% Alagoas 92% 100% Amazonas (2) 83% 82% Bahia (2) 84% 75% Ceará (2) 98% 100% Distrito Federal 100% 98% Espírito Santo (2) 91% 71% Fonte: Sistema Nacional de Estatísticas em Segurança Pública e Goiás 80% 77% Justiça Criminal (SINESPJC) / Secretaria Nacional de Segurança Mato Grosso 95% 91% Pública (Senasp) /Ministério da Justiça. Unidades especializadas.

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3 -6.7 Rio Grande do Sul (7) 1.009 3.4 São Paulo 4.3 20.0 1.1 11.3 Bahia 5.8 1.9 Rio de Janeiro 4.2 1.1 38.8 5.623 3.2 31.5 21.7 0.9 -14.4 1. TABELA 02 · Crimes letais intencionais (1).3 -59. latrocínio e lesão corporal seguida de morte no PR foram informados a partir do número de vítimas. absolutos Taxas (3) dados (2) Unidades da Federação 2011 (4) 2012 2011 (4) 2012 Variação (%) 2011 (4) 2012 2011 (4) 2012 Variação (%) Brasil 45.0 Sergipe 671 803 32.051 37.6 19 14 0.1 28.5 14. 12 .458 18.5 24 36 1.3 25.9 39.8 8.048 74.7 0.7 34.431 5.2 -0.7 10.7 11.6 -18.8 9. indicam o número de vítimas envolvidas.0 88 111 0.9 292.8 1.3 Grupo 1 Acre (5) 137 173 18. (6) Os dados de homicídio doloso.8 0.5 0.063 36.4 9.1 27 21 0.3 -47.2 Tocantins 256 296 18.0 Santa Catarina 741 721 11.987 16.1 -8.6 396.9 0.9 -2.5 316 344 0.3 Ceará 2.085 3.3 Paraíba 1.6 1. absolutos Taxas (3) Ns.094 23. 2012.9 14.1 0.5 0.4 19.5 78 84 0.9 15.4 22.6 41. ano 6. (1) Os dados informados correspondem ao volume de ocorrências policiais registradas e não.0 144 164 1.5 14.8 24.4 15.3 -10.8 7.4 98 54 1.3 16 8 1. (2) Grupos segundo qualidade estimada dos dados registrados (vide apêndice metodológico).2 13.3 -19.2 29.3 Espírito Santo 1.5 Piauí 341 479 10.914 3.5 -13.9 0.9 1.8 14.IBGE.0 29.2 12.033 1.5 1.3 -3. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística .6 5.5 -33.0 25.4 300.6 Grupo 3 Rio Grande do Norte 901 957 28.4 21.251 3.5 0.229 1.814 24.7 13.6 116 134 0. (5) Os dados de homicídio doloso para 2011 no AC incluem também lesão corporal seguida de morte.0 76 101 0.1 Minas Gerais 3.8 -45.476 43.5 43 40 1.0 18.462 38.4 Pernambuco 3.6 36 94 1.1 0.012 29.2 39.193 4.7 -7.7 0.4 Mato Grosso do Sul 433 374 17.9 15.7 17.803 0.3 29.7 Distrito Federal 704 787 27.6 1.2 -3.7 -10. (3) Por 100 mil habitantes.5 24.3 82 90 0.4 45 37 0.636 1.9 9. e a capitulação do crime é oriunda dos inquéritos das Polícias Civil e Militar.5 64.717 1.6 32.297 16.7 48.1 38.5 1 4 0.1 3.7 Paraná (6) 3.5 Grupo 2 Maranhão 1.0 22 9 0.7 Roraima 54 62 11. Fórum Brasileiro de Segurança Pública.6 0.3 Amazonas 1.5 Grupo 4 Amapá 23 69 3.342 2.2 28.8 Mato Grosso 944 933 30.5 -5.9 140 132 1.6 -50.1 27.630 3.135 29.9 23. necessariamente.6 12 14 0.149 47.8 0.924 18.9 - 3 - 0.8 Rondônia 399 400 25.457 985 41.1 1.6 -22.4 Goiás 998 1.9 193. por tipo Unidades da Federação – 2011-2012 Grupos de Homicídio doloso Latrocínio Estados segundo qualidade dos Ns.7 29.492 30. (4) Retificação das informações publicadas no Anuário Brasileiro de Segurança Pública.0 159.9 43.0 18.5 38.2 44 47 1.4 90 128 0.6 -27.0 2.6 Alagoas 2.7 38 55 0.836 10.7 40.6 0.2 0.2 11 10 1.0 Continua Fonte: Sistema Nacional de Estatísticas em Segurança Pública e Justiça Criminal (SINESPJC) / Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp) / Ministério da Justiça.7 1.4 49 40 1.5 0.3 3.6 4 20 0.8 0.9 6.8 0.633 1.3 Pará 2.2 17 9 0.

2 0.6 0.3 1.1 Rio de Janeiro 39 22 0.9 164.5 1.3 Roraima 5 4 1.4 20.7 18.1 Minas Gerais 60 73 0.9 Grupo 3 Rio Grande do Norte 150 233 4.8 Mato Grosso do Sul 7 16 0.9 Grupo 4 Amapá - 1 - 0.8 0..9 Pará 44 50 0.6 0.1 0.7 Distrito Federal 13 5 0. .5 0.165 0.6 0. Nota: Estimativas populacionais elaboradas no âmbito do Projeto UNFPA/IBGE (BRA/4/P31A) - População e Desenvolvimento.3 172.2 Mato Grosso 22 59 0.5 -53.7 0.3 0.6 347.9 -21.7 7.7 0.1 0.7 Piauí 4 18 0.7 -50. Coordenação de População e Indicadores Sociais. Grupo 3: alta qualidade e não alimenta o SINESPJC adequadamente.1 Rondônia 4 8 0.5 -31.1 -44.2 Amazonas 20 24 0.6 11.3 0.3 -54. Nota 2: Grupo 1: alta qualidade e alimenta o SINESPJC adequadamente.0 Rio Grande do Sul (7) 81 56 0.6 Santa Catarina 97 76 1... 13 .1 0.5 1. .0 -35.2 53.6 13.1 -43.5 98.6 126. .3 -20.7 0.6 -11.1 0.3 0.6 0.2 -22. Sergipe 13 6 0.2 0.2 Paraná (6) 155 77 1.1 Grupo 1 Acre (5) - 1 - - - Alagoas 21 25 0.1 - Conclusão (7) Os dados de homicídio doloso para 2011 e 2012 no RS incluem também homicídios culposos..5 Tocantins 5 4 0. Grupo 4: baixa qualidade e não alimenta o SINESPJC adequadamente.7 0. que não os de trânsito.. absolutos Taxas (3) dados (2) Unidades da Federação 2011 (4) 2012 2011 (4) 2012 Variação (%) Brasil 1.6 Goiás 6 6 0.9 66.1 São Paulo ... as informações passadas ao SINESPJC contém os dados da Polícia Civil e da Brigada Militar. No RS.7 Paraíba 7 4 0..7 Espírito Santo 4 11 0.3 Pernambuco 49 82 0. .3 Grupo 2 Maranhão 218 102 3.3 Ceará 63 64 0.4 0.8 18.1 -1. Grupos de Lesão corporal seguida de morte Estados segundo qualidade dos Ns..5 0.299 1.2 Bahia 212 138 1. Grupo 2: baixa qualidade e alimenta o SINESPJC adequadamente..7 1.

545 1. População e Indicadores Sociais. (1) Os dados informados correspondem ao volume de ocorrências (7) No RS. 2012.5 0.3 26.Crimes violentos letais intencionais (3) Estados segundo qualidade dos Ns. Grupo 4: baixa qualidade e não alimenta o SINESPJC 14 adequadamente.4 Piauí 349 517 11.8 3.084 50.399 2. Coordenação de de Homicídio Doloso.483 1.1 16.4 47.1 0.) Informação não disponível.2 24.880 2.0 14.005 41.7 Tocantins 277 308 19.032 33. (2) Grupos segundo qualidade estimada dos dados registrados (vide (.1 -13.2 Mato Grosso 1.8 28. e a capitulação do crime é oriunda dos inquéritos das Polícias Fórum Brasileiro de Segurança Pública.5 -5.657 32. Grupo 3: alta qualidade e não alimenta o SINESPJC adequadamente.3 Bahia 5.0 40.9 40.4 -0.0 33.1 9.5 31.3 68.378 3. ano 6.191 3.1 11.5 19.2 22.667 1.9 Ceará 2.164 3.229 38. Grupo 2: baixa qualidade e alimenta o SINESPJC Segurança Pública. vítimas. .8 Roraima 60 70 13.4 42.2 Distrito Federal 761 839 29. (4) Por 100 mil habitantes. Nota: Estimativas populacionais elaboradas no âmbito do Projeto UNFPA/ (3) A categoria "Crimes Violentos Letais Intencionais" agrega as ocorrências IBGE (BRA/4/P31A) .1 36. (-) Fenômeno Inexistente.8 21.2 Amazonas 1.5 44.8 8.180 10.167 76. as informações passadas ao SINESPJC contém os dados da policiais registradas e não.762 3.9 Conclusão Fonte: Sistema Nacional de Estatísticas em Segurança Pública e Justiça (6) Os dados de homicídio doloso.0 -3.0 18.7 9.0 39.2 32.8 Goiás 1.8 24. apêndice metodológico).4 Rio Grande do Sul (7) 1.5 16.049 1.0 Minas Gerais 3.328 3.IBGE.199 33..8 24.4 10.787 5.4 210. TABELA 03 · Crimes violentos letais intencionais (1).9 13.125 19.3 -10.340 17.8 13. indicam o número de vítimas Polícia Civil e da Brigada Militar.3 Santa Catarina 876 852 13.2 Grupo 2 Maranhão 1.970 25.3 Grupo 1 Acre 148 184 19. latrocínio e lesão corporal seguida de Criminal (SINESPJC) / Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp) / morte para 2011 e 2012 no PR foram informados a partir do número de Ministério da Justiça. Latrocínio e Lesão Corporal seguida de Morte.076 31.2 20.5 Paraná (6) 3.614 23. adequadamente.9 Grupo 3 Rio Grande do Norte 1.3 21.4 14.509 5.9 Espírito Santo 1.3 -3.0 25.1 Rio de Janeiro 4.0 3.7 -0.4 Mato Grosso do Sul 459 404 18.População e Desenvolvimento. envolvidas.780 4. absolutos Taxas (4) dados (2) Unidades da Federação 2011 (5) 2012 2011 (5) 2012 Variação (%) Brasil 48.096 1.2 -5.0 Sergipe 708 845 33. necessariamente.323 31.501 44. Nota 2: Grupo 1: alta qualidade e alimenta o SINESPJC (5) Retificação das informações publicadas no Anuário Brasileiro de adequadamente.2 Rondônia 415 422 26.0 30.2 Grupo 4 Amapá 23 73 3.062 25.491 15.1 Paraíba 1.133 17.3 Alagoas 2. Civil e Militar.7 31.8 Pernambuco 3.4 Pará 1.9 14.8 12..1 São Paulo 4.8 26.4 37.1 -32.764 41.068 1. por tipo Unidades da Federação – 2011-2012 Grupos de CVLI .015 1.5 -10. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística .6 188.

0 0.133 15..1 76 109 0.0 7..0 Espírito Santo 445 206 12.3 11..2 ...1 1.1 Paraná (7) (8) (9) 2.148 977 8...1 17...4 Roraima 21 64 4..5 289 . absolutos Taxas (3) dados (2) Unidades da Federação 2011 (4) 2012 2011 (4) 2012 2011 (4) 2012 2011 (4) 2012 2011 (4) 2012 2011 (4) 2012 Brasil 20..8 Tocantins 153 170 10.1 0.. 3... 67 . .7 2.2 2.9 4.1 Minas Gerais 3 .. Grupo 1 Acre 110 108 14. .9 154 127 2.4 99 85 3. .2 1 1 0. . .627 11. .5 32 447 1.6 Rio Grande do Sul (10) 1. 0.... .208 634 18.1 5.3 6.5 5.7 4.2 Goiás 818 608 13.353 10.0 .5 2. .2 24.1 2. - Paraíba 353 279 9.3 1.6 158 167 5. 2. 69 59 0.7 0.2 9.7 14.019 10..7 499 421 3. . .9 7.4 6.2 Alagoas 286 237 9.9 .2 7.6 29 90 6..5 138 118 2.5 37 228 1.3 Pará 205 154 2. .7 28 16 1. .6 1.2 . .. 334 .8 Bahia 1. .0 .1 23.5 1.2 246 714 2.1 5 2..336 2.3 19. . ...9 25 26 0. - Grupo 2 Maranhão 1.368 10..8 97 98 2.8 17 32 0...0 241 215 17...4 0.2 Grupo 4 Amapá 36 40 5.5 9.1 17.4 57 322 0.7 0... .1 6.3 Distrito Federal 347 290 13.8 2 27 0.TABELA 04 · Outros crimes letais.8 .2 32 36 2.2 59 29 7. .779 4.2 2.2 Mato Grosso 465 455 15.2 3 12 0.3 7.5 0. absolutos Taxas (3) Ns.854 17.9 67 42 1. ..8 19..4 Rondônia 262 210 16.9 12.1 0. .4 São Paulo 4. 0.2 11.3 47 65 1.118 1.2 142 160 5.9 655 493 4.6 3.9 3.0 4.3 2. absolutos Taxas (3) Ns.013 2..2 Santa Catarina 956 1. . .6 13.1 7. 2.6 14.1 2. .. Ceará 889 1.6 1 2 0.0 21 8 0..073 0. .965 13.1 220 139 7.4 11.7 10.2 110 117 7.3 10.3 5.9 82 33 3..0 ..0 Continua 15 .. .8 8. . 150 146 1. 2 .7 2. ...3 159 109 4.1 .3 7.4 Piauí 302 458 9. .4 Amazonas 278 255 7.555 22.1 14.3 3 7 0.0 0.8 1.5 11..0 Rio de Janeiro 2.1 12.4 1.5 Grupo 3 Rio Grande do Norte 230 188 7. Sergipe 330 419 15. .4 1.6 13. ..1 96 76 1.7 . . por tipo(1) Unidades da Federação – 2011-2012 Mortes acidentais no trânsito Outras mortes acidentais Grupos de Homicídio culposo de trânsito (exceto homicídio culposo) (exceto homicídio culposo) Estados segundo qualidade dos Ns..1 0.7 168 150 4.3 0.8 47 55 6.831 1. .631 19..2 0.1 48 10 1.6 Pernambuco 11 11 0.2 5.2 1.. .0 14..7 Mato Grosso do Sul 354 293 14. .7 335 415 5.4 49 38 3..2 15.8 .

5 1. 3 .2 20 13 0..9 2..1 Pernambuco 11 2 0.5 39 53 2. 0. .9 258 304 1. . Sergipe .4 6. 9 23 0.4 .8 Ceará .6 15 35 0. por tipo(1) Unidades da Federação – 2011-2012 Outros crimes resultantes Grupos de Outros homicídios culposos Suicídio (6) em morte (5) Estados segundo qualidade dos Ns. 55 . . 0.5 858 1. 0.4 27 36 3.7 0. .6 Continua 16 .7 .5 Goiás 10 9 0...0 . 0.0 19 10 0....3 0. ..2 0.2 0.1 1.4 13 3 1..1 174 132 2.8 3..9 96 122 3.7 0.5 4.3 152 172 4.3 0.. .4 2..6 3.9 38 53 1.6 0.1 0..2 21 41 0. .5 1..2 310 409 3.3 0..5 Roraima 2 .. 49 67 0.3 0. 7 . absolutos Taxas (3) Ns.9 1.5 6.9 120 130 1.5 4. .2 0.9 11 6 0.0 9..6 10.6 0.6 95 96 1.4 5. .7 458 455 5. 1.1 Tocantins .1 Pará . .6 0.6 0.. .0 3.5 113 107 3..7 0... 7 ..3 55 42 1. absolutos Taxas (3) dados (2) Unidades da Federação 2011 (4) 2012 2011 (4) 2012 2011 (4) 2012 2011 (4) 2012 2011 (4) 2012 2011 (4) 2012 Brasil .1 3.0 0. .094 1.9 44 70 1.2 .9 Paraíba 6 1 0.2 0.3 Distrito Federal 10 .7 1. 4 .2 19 15 0.6 Rio de Janeiro 155 141 1. 5 7 1.4 0.0 5. 36 23 1.3 26 32 0.2 Grupo 2 Maranhão 16 4 0.9 1. 0.2 0.0 0.3 0.217 5.9 Rio Grande do Sul (10) 60 68 0.4 65 55 4..6 1. TABELA 04 · Outros crimes letais. .1 141 206 4.0 1.5 Bahia 29 33 0.8 2.2 Rondônia 4 14 0.6 Mato Grosso 19 36 0.2 0. .9 0.3 Paraná (7) (8) (9) 21 16 0.. 0. 0. .1 0.1 10 7 0.0 114 102 1. 2 .4 422 333 4.4 Amazonas 20 12 0. .660 1. .. 2 3 0.001 8.1 1.6 .7 Alagoas . 0..2 43 68 0...6 1. 21 27 0.5 111 112 4.1 32 25 1.. absolutos Taxas (3) Ns..4 ..7 81 143 0.6 1.765 0. 1.6 2.7 4. 0.3 Santa Catarina 40 58 0.7 Grupo 3 Rio Grande do Norte 14 18 0. 360 304 0.1 2.7 0... 0..0 .4 2.3 78 87 2.9 .1 61 38 1.9 5.9 2.5 Minas Gerais 18 34 0.5 14 25 3.6 4.7 0.4 Grupo 4 Amapá .2 101 88 2.2 253 257 2.3 São Paulo .6 Espírito Santo 10 9 0.0 671 644 10. . 2 .9 0. Grupo 1 Acre . 146 ..0 28 21 0..9 313 310 1.5 Piauí 1 .5 412 394 2. ..4 . .5 0.5 Mato Grosso do Sul 5 5 0. .7 1.8 0...6 0.3 0..6 1.7 1.

8 7.7 10.8 dados da Polícia Civil e da Brigada Militar.2 (9) Para as demais categorias.7 UNFPA/IBGE (BRA/4/P31A) .1 é oriunda dos inquéritos das Polícias Civil e Militar..População e Desenvolvimento. 1..2 obtidos junto ao DETRAN/RS.780 11..7 (3) Por 100 mil habitantes.148 1.0 0. no PR referem-se ao somatório das naturezas constantes nos Sergipe 456 500 21.4 Nota 2: Grupo 1: alta qualidade e alimenta o SINESPJC Grupo 4 adequadamente. Amazonas 76 26 2. .2 ocorrências de morte onde todas as mortes a apurar são Rio de Janeiro 2.7 17.8 23.6 7.3 esclarecidas e devidamente tipificadas..8 19.619 15. necessariamente.4 2.6 Nota: Estimativas populacionais elaboradas no âmbito do Projeto Tocantins 144 123 10.8 1.4 consumada. Goiás 523 474 8.3 11.7 12. Grupo 3 Coordenação de População e Indicadores Sociais. Roraima 107 53 23. Rio Grande do Norte 89 240 2.0 (7) Os dados de homicídio culposo de trânsito no PR foram Pará . .8 (2) Grupos segundo qualidade estimada dos dados registrados (vide Alagoas 34 .. . 17 .2 incapaz com resultado morte. Mato Grosso 277 298 9. Bahia 480 446 3. 0. Distrito Federal 52 24 2..1 (-) Fenômeno Inexistente.0 9.7 boletins da Polícia Civil e Polícia Militar (Boletim Unificado). - (8) O PR conta com um sistema de reprocessamento das Pernambuco 1. - informados a partir do número de vítimas... ..1 0. Fórum Brasileiro de Segurança dados (2) Unidades da Federação 2011 (4) 2012 2011 (4) 2012 Pública.124 15. 2012. Instituto Brasileiro de qualidade dos Ns.9 (5) Outros Crimes Resultantes em Morte incluem: abandono de Espírito Santo 415 259 11. maus tratos com resultado morte e. Minas Gerais 2. Acre 12 14 1. Rio Grande do Sul (10) 1. As demais categorias contém os Piauí 44 87 1.456 3.) Informação não disponível. Rondônia 200 192 12. .271 736 14.3 8. Fonte: Sistema Nacional de Estatísticas em Segurança Pública e Justiça Criminal (SINESPJC) / Secretaria Nacional de Segurança Grupos de Mortes a esclarecer Estados segundo Pública (Senasp) /Ministério da Justiça.7 10..7 adequadamente. (1) Os dados informados correspondem ao volume de ocorrências Brasil .4 3. policiais registradas e não.1 (4) Retificação das informações publicadas no Anuário Brasileiro de Ceará 569 882 6.1 - apêndice metodológico)..7 estupro com resultado morte.3 (.. . os totais de ocorrências registradas São Paulo . ano 6. Grupo 3: alta qualidade e não alimenta o SINESPJC adequadamente. indicam o número de Grupo 1 vítimas envolvidas.6 1.098 10. Grupo 4: baixa qualidade e não Conclusão alimenta o SINESPJC adequadamente.3 8.IBGE. absolutos Taxas (3) Geografia e Estatística .2 22. Grupo 2: baixa qualidade e alimenta o SINESPJC Amapá ...2 Segurança Pública.323 3.7 7.. e a capitulação do crime Paraíba 31 42 0. . 5 .. Santa Catarina 993 1.1 1.6 16. . ... . Grupo 2 (10) Os dados de homicídio culposo de trânsito no RS foram Maranhão 6 81 0. Paraná (7) (8) (9) .6 (6) O crime Suicidio está agregado nas formas tentada e Mato Grosso do Sul 462 410 18.

5 2.065 4.7 70..983 213.1 59.3 106 156 1.4 6. .0 1.. .9 226.131 106.2 ..510 12.190 87.1 Minas Gerais 197 238 1.7 158.2 1.124 13. .670 193.1 407 371 38. 18 .6 Goiás 31 17 0. (4) Por 100 mil habitantes.5 0.1 Pernambuco 36 34 0.4 3.0 7. Paraíba 45 41 1.5 Alagoas 30 61 1.9 Grupo 3 Rio Grande do Norte 2 3 0. .7 Rondônia 14 25 0.5 2.4 0. .2 118 144 27.5 114.7 1. 171.7 2.1 1 7 0..8 Roraima .972 351.3 884 818 139.1 4..3 0. .958 7.306 89.0 10.4 187 178 2.3 .647 2.010 6. .1 131 177 2. por tipo Unidades da Federação – 2011-2012 Grupos de Roubo a instituição financeira Roubo de carga Roubo de veículo Estados segundo qualidade dos Ns.5 0.2 0.0 Pará 43 .228 360.0 29.1 5 13 0. ..1 2.1 316..6 12 7 0.7 0. roubo de Veículo..4 0.749 .6 0.9 81 62 2.342 16.3 3.0 1. 2012. roubo em transporte coletivo.6 1.9 737.7 1. ..8 Tocantins 25 34 1.7 .1 22. 143 247 1.5 421. 0.085 1.166 3. .0 0. (2) Grupos segundo qualidade estimada dos dados registrados (vide apêndice metodológico).512 166..2 37 33 1.020 3.614 .4 226 269 2. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística . . 12.5 4..6 2.1 Bahia 135 104 1.5 Continua Fonte: Sistema Nacional de Estatísticas em Segurança Pública e Justiça Criminal (SINESPJC) / Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp) / Ministério da Justiça.9 2.492 115.1 0.2 32. 0.5 4.9 3.966 11.4 11 17 0. (3) No total de roubos. absolutos Taxas (4) Ns.746 1101.7 215 282 1.2 293.5 435.7 17.5 79.6 Distrito Federal .2 Santa Catarina 98 69 1. (1) Os dados informados correspondem ao volume de ocorrências policiais registradas. ..773 21. .8 1.441 6.3 8 25 0.6 2..1 717 1.159 2..7 31 39 0. absolutos Taxas (4) Ns.793 115.6 5.9 175. roubo em estabelecimento comercial ou de serviços.4 154. .359 77.IBGE.3 Paraná (8) 366 475 3.2 3 3 0..6 0. absolutos Taxas (5) dados (2) Unidades da Federação 2011 (6) 2012 2011 (6) 2012 2011 (6) 2012 2011 (6) 2012 2011 (6) 2012 2011 (6) 2012 Brasil 1. 1 .6 .7 Mato Grosso do Sul 8 7 0.9 114.9 289.2 713 1.5 1. estão incluídas as seguintes ocorrências: outros roubos.8 148.9 Espírito Santo 22 6 0.4 0.9 1.7 2. 117. Departamento Nacional de Trânsito (DENATRAN).0 0.1 0.992 2.349 155. .1 51.612 19. TABELA 05 · Crimes violentos não letais contra o patrimônio (1)..2 626 3.791 58. 253 291 148.3 4 2 0.5 378.7 Grupo 1 Acre (7) 12 17 1.3 0.2 Piauí 6 6 0.8 2.1 0.176 2.1 2... roubo a transeunte.744 6. .. roubo a instituição financeira..3 60 16 1.6 Amazonas 64 47 1...5 6. ..6 1.3 0.2 99.3 845 1.574 1.2 425. . .1 138.359 192.3 0.0 217.5 Grupo 2 Maranhão 20 116 0.366 332..3 1.5 Rio de Janeiro 50 50 0. roubo a ou de veículo de transporte de valores (carro-forte).3 501 451 63.0 0.975 387.499 4.5 10.6 0. (5) A taxa de roubo de veículos foi calculada a partir da frota de veículos informada pelo Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) em dezembro/2011 e dezembro/2012.769 4.896 53.6 4 4 0.2 Grupo 4 Amapá 3 2 0. Fórum Brasileiro de Segurança Pública. roubo em residência.306 . 11 5 8..1 2. roubo com restrição de liberdade da vítima.. 38 93 0. roubo de carga.073 3.3 Mato Grosso 52 41 1.351 218.2 0.120 207.6 Sergipe 14 34 0.3 0.3 18.5 Rio Grande do Sul (9) 30 47 0.8 2. ..3 116. (6) Retificação das informações publicadas no Anuário Brasileiro de Segurança Pública.0 1.8 1.1 51. ano 6.8 2.540 406.8 Ceará . 60 78 43.0 10 14 0..201 175.2 1.3 São Paulo 252 222 0.5 . 6. .5 374.

....0 204.449 10.523 237.983 . Rondônia 1..368 56..4 55.8 9..2 .. Nota: Estimativas populacionais elaboradas no âmbito do Projeto UNFPA/IBGE (BRA/4/P31A) ....758 65..3 74. 661.500 3 45..147 . . .3 14... Coordenação de População e Indicadores Sociais.616 317...065 237. casas lotéricas e caixas eletrônicos. Alagoas 2.0 ..782 109.099 . 446.5 321.785 237..3 .9 8.4 . (-) Fenômeno Inexistente..792 . 351.7 20.590 .. Piauí 7.2 .648 2. 135.. Grupo 3: alta qualidade e não alimenta o SINESPJC adequadamente.810 45....620 84..615 80... Roraima 1.2 9.2 ... Goiás 3....7 87.4 106.0 .119 6..741 . Conclusão (7) Os dados de roubo a instituição financeira para os anos de 2011 e 2012 no AC incluem roubos em bancos.8 2.3 18..572 ..710 . Amazonas 3. 304. Mato Grosso 1.. ...2 79.089 8.....Grupos de Roubo (outros) Roubo (total) (3) Estados segundo qualidade dos Ns..926 .352 1...4 . . .6 45. São Paulo 235. Rio Grande do Sul (9) 4.828 1. Grupo 2: baixa qualidade e alimenta o SINESPJC adequadamente.8 7.410 3. .....588 9. Distrito Federal 841 2.5 .2 . Pernambuco 7..927 . (8) Os totais de ocorrências registradas no PR referem-se ao somatório das naturezas constantes nos boletins da Polícia Civil e Polícia Militar (Boletim Unificado).192 4.5 11. absolutos Taxas (4) Ns. 313.921 454.8 63.697 ..535 87.5 344....448 .3 567.... Mato Grosso do Sul 822 306 33. Minas Gerais 14.2 341.440 . 126. 416. Bahia 9.. 565... Espírito Santo 967 661 27.609 16. 129..0 334. (. as informações passadas ao SINESPJC contém os dados da Polícia Civil e da Brigada Militar.1 .... ...2 . 503..831 4...2 12.746 11.5 ..014 85. 2..056 .092 32.1 54. Paraná (8) 10.6 .253 45.. 336.554 309..4 ...768 . 774...4 37.540 . 360..2 106.7 36..4 .. (9) No RS.808 566. . Grupo 4: baixa qualidade e não alimenta o SINESPJC adequadamente.418 ........ Paraíba 349 373 9.7 12.......353 74...0 ..3 237.660.5 13.0 .. Grupo 2 Maranhão 20.070 282.. Pará 3....2 82. 985. Santa Catarina 2..0 44.0 24.8 .2 1. 407...8 5.4 23.. 1...174 59...1 127..3 35.2 33. 282.7 54. .4 .8 .. Rio de Janeiro 17. Sergipe 5.5 0.893 7.3 ...4 149.104 .) Informação não disponível. Grupo 1 Acre (7) 2.3 ...523 .894 .... 231.220 102.. absolutos Taxas (4) dados (2) Unidades da Federação 2011 (6) 2012 2011 (6) 2012 2011 (6) 2012 2011 (6) 2012 Brasil 463. .731 17. ...038.. Ceará . Grupo 3 Rio Grande do Norte 7. ...... .545 8.568 .656 .. .. ....3 37..863 2. 936. Grupo 4 Amapá 31 92 4. Todos os dados de roubos referem-se somente à capital do estado. Tocantins 382 528 27. Nota 2: Grupo 1: alta qualidade e alimenta o SINESPJC adequadamente.... 324.1 . .1 55..3 103..623 .2 886 . 19 .033 . 158. .370 2...2 280.1 59...1 .502 701 326.4 .2 3... 629.População e Desenvolvimento. .

0 Rio Grande do Sul (7) 8.7 100.2 22.9 17.624 6.6 Roraima 79 101 17.781 22. Nota 2: Grupo 1: alta qualidade e alimenta o SINESPJC (5) Os dados de ocorrências com entorpecentes e porte ilegal adequadamente.324 2.028 40.1 8.730 24..419 2.282 2.071 97.305 3.667 3.4 921 792 26.7 1.115 85.7 Conclusão Fonte: Sistema Nacional de Estatísticas em Segurança Pública e (6) Os totais de ocorrências registradas no PR referem-se ao Justiça Criminal (SINESPJC) / Secretaria Nacional de Segurança somatório das naturezas constantes nos boletins da Polícia Civil e Pública (Senasp) /Ministério da Justiça.4 24. .8 Piauí 394 472 12.7 177 364 5.166 6. Fórum Brasileiro de Segurança Pública.331 28.7 56.Posse e Uso Porte ilegal de arma de fogo Estados segundo qualidade dos Ns.335 783 84.0 Alagoas 645 743 20. 2012.785 103. .7 85.881 1. Geografia e Estatística . .0 26.150 79.6 Espírito Santo 2.2 1.2 6.0 . Nota: Estimativas populacionais elaboradas no âmbito do Projeto (3) Por 100 mil habitantes.359 46. 89 129 11.2 1. por tipo Unidades da Federação – 2011-2012 Grupos de Entorpecentes .594 1.783 109.1 68.2 Grupo 3 Rio Grande do Norte 237 337 7. 69.9 16.5 1.002 39..8 51 250 2.. Grupo 2: baixa qualidade e alimenta o SINESPJC de arma de fogo para os anos de 2011 e 2012 no AC referem-se adequadamente.126 28.909 38.1 14.4 13 40 1.9 9 31 1. absolutos Taxas (3) Ns..População e Desenvolvimento.661 22.8 32.214 160.7 Tocantins 410 488 29.9 7.396 22.0 Mato Grosso do Sul 1..194 65.9 Pernambuco 4.7 679 671 27..0 4. (7) No RS.499 49.321 49.7 33.185 4.0 14.4 637 550 40.7 75.7 37.8 Grupo 2 Maranhão 523 811 7.1 5..269 109.4 2..0 6.7 51.732 22..124 52.026 1..9 12..691 7.4 34.4 130 184 4.369 1.5 23.614 1.2 5.8 13..782 1.8 Minas Gerais 20.337 41. .7 6.251 1.3 Grupo 4 Amapá 62 90 9. absolutos Taxas (3) Ns.1 26.IBGE. 13.8 58.6 Sergipe 14 167 0.0 30.272 105.298 4.4 5.1 830 988 26.298 1.4 73.458 .3 1.6 52. Grupo 4: baixa qualidade e não alimenta o SINESPJC adequadamente.9 370 343 26.072 1.9 48.1 50.4 24.0 22.0 Goiás 1.939 19. TABELA 06 · Leis especiais (1).1 2.481 2.103 3.1 242 289 3.7 49.3 66.658 64.5 48.3 27.3 4.4 31..7 33.3 63. (-) Fenômeno Inexistente..2 1.2 Amazonas 1.1 1.8 6.1 1.619 68.5 92 69 20.9 9.9 255 271 8.179 25. 4..5 22.3 34.618 6.599 50.2 Paraná (6) 5.360 893 38..114 28.6 67.651 4.9 28. Instituto Brasileiro de Polícia Militar (Boletim Unificado).3 273 235 7. UNFPA/IBGE (BRA/4/P31A) .4 10.9 .3 42.9 Paraíba 574 546 15..6 258 610 8.2 21.9 66 122 3.7 24.1 12.8 67.. .237 49.Tráfico Entorpecentes .2 19.967 15. .7 3.157 4.6 98.2 925 925 24.1 56.0 1.6 53.761 30.2 47.0 Santa Catarina .251 2. as informações passadas ao SINESPJC contém os dados (1) Os dados informados correspondem ao volume de ocorrências da Polícia Civil e da Brigada Militar.349 33.4 24. policiais registradas.7 4.4 3.2 44.631 22.934 79.3 159.228 1.186 3.605 55.724 2. 20 .6 Grupo 1 Acre (5) 338 362 45.) Informação não disponível.8 23.095 16.3 Rondônia 1.841 43. SINESPJC adequadamente. (2) Grupos segundo qualidade estimada dos dados registrados (vide (.0 72..4 14.054 12.4 120.2 24.160 37.719 1.2 21.6 114.312 1. Grupo 3: alta qualidade e não alimenta o somente à capital do estado.9 5.8 4.7 248 33 53.450 6.4 21.493 56.7 104 .3 25.9 17.917 45.8 Mato Grosso 1.686 65.9 Pará 590 3.4 312 395 22.7 2.749 42..4 60.460 29. absolutos Taxas (3) dados (2) Unidades da Federação 2011 (4) 2012 2011 (4) 2012 2011 (4) 2012 2011 (4) 2012 2011 (4) 2012 2011 (4) 2012 Brasil 106.7 7.9 Ceará 3.2 489 1.0 118. .5 171 160 5.791 4.8 2.136 51.2 1.5 11.976 16. Segurança Pública.4 26.5 14.686 43.0 5.412 2. Distrito Federal 2.1 Bahia 4. (4) Retificação das informações publicadas no Anuário Brasileiro de Coordenação de População e Indicadores Sociais. apêndice metodológico)..963 5.210 7.429 62.7 3.842 7.3 458 658 6.6 4.2 São Paulo 35.303 123.538 1.7 47. ano 6.1 122.4 Rio de Janeiro 4.0 11.4 11.551 9.584 41..6 2.3 47.

a incluir "tentativa de atentado violento ao pudor".) Informação não disponível.331 1..4 3.353 20.5 15..6 16. por tipo Unidades da Federação – 2011-2012 Grupos de Estupro (3) Tentativa de estupro (4) Estados segundo qualidade dos Ns.5 21. 21 .9 1.511 14.1 3.. .5 67 53 1.4 3.3 340 396 3.008 1.6 114 165 3.1 22..3 45.015/2009 altera a conceituação de "estupro".7 Minas Gerais 1.2 3.8 665 710 10.1 adequadamente.5 11.1 Alagoas 387 458 12. .6 9.3 2.2 2.869 51.852 4.0 30.3 Bahia 2.886 25.2 21.9 27.8 36 37 0..9 16 27 0. (.4 .9 27.0 1.681 35.3 4.007 8.5 Goiás 1.204 34.523 30.908 9.4 22.0 163 104 2.4 36.0 3. "atentados violentos ao pudor".925 37.9 Amazonas 1.IBGE.9 61 53 4.9 43. Segurança Pública.1 5. . apêndice metodológico).1 Grupo 1 Acre (7) 225 256 30.7 alta qualidade e não alimenta Grupo 3 o SINESPJC adequadamente.760 2. Rondônia 815 779 51..0 8..2 1 147 0.1 33.5 378 392 2. Conclusão Fonte: Sistema Nacional de Estatísticas em Segurança Pública e Justiça (5) Por 100 mil habitantes. Criminal (SINESPJC) / Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp) / (6) Retificação das informações publicadas no Anuário Brasileiro de Ministério da Justiça. além da conjunção carnal.0 48 54 2..222 1.3 2.6 38.6 7. os "atos libidinosos" e (-) Fenômeno Inexistente.2 3.6 81 67 3.923 29.101 22..8 . Desenvolvimento.1 UNFPA/IBGE (BRA/4/ Rio de Janeiro 4..9 1.0 Pará 713 1.7 1.8 8. Coordenação de População e Sergipe 321 465 15.3 SINESPJC adequadamente.156 4.3 Mato Grosso do Sul 1.5 240 297 6.355 2.8 304 275 3.3 24.068 2.7 Mato Grosso 1.135 2.8 Grupo 4: baixa qualidade e Grupo 4 não alimenta o SINESPJC Amapá 10 148 1.6 Indicadores Sociais.2 62 72 13.7 40.483 15. policiais registradas e não.5 . .2 32.3 2. .População e Rio Grande do Sul (9) 3.0 0.399 12.6 17.6 81 89 3. Grupo 2 Nota 2: Grupo 1: alta Maranhão 972 967 14.4 Espírito Santo 694 589 19..7 17. Fórum Brasileiro de Segurança Pública.7 adequadamente. São Paulo 10.0 populacionais elaboradas Paraná (8) 3. - Nota: Estimativas Paraíba 265 336 7.7 Distrito Federal 735 864 28..218 3..972 1. indicam o número de (8) Os totais de ocorrências registradas no PR referem-se ao somatório vítimas envolvidas.6 3.2 1..3 e alimenta o SINESPJC Santa Catarina 2.9 qualidade e alimenta o Piauí 238 442 7. das naturezas constantes nos boletins da Polícia Civil e Polícia Militar (2) Grupos segundo qualidade estimada dos dados registrados (vide (Boletim Unificado). absolutos Taxas (5) Ns.7 5.742 5..6 33.058 988 29. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística .0 69 103 2.7 288 20 2.063 1.3 0. .2 2 5 0. absolutos Taxas (5) dados (2) Unidades da Federação 2011 (6) 2012 2011 (6) 2012 2011 (6) 2012 2011 (6) 2012 Brasil 43.7 49.8 26.7 no âmbito do Projeto Pernambuco 1. passando a incluir.5 39 59 1.018 40. (9) No RS.7 57 54 7.TABELA 07 · Crimes contra a liberdade sexual (1).1 597 599 3. portanto.6 14.5 52..5 0.4 P31A) .3 14.. Grupo 3: Tocantins 363 396 25. .. em uma única categoria. 2012. . Rio Grande do Norte 404 319 12.0 143 92 9. necessariamente. ano 6.6 14.4 304 265 4.1 Ceará 1.9 10.943 22.8 Grupo 2: baixa qualidade Roraima 292 245 63. (4) "Tentativa de estupro" passa. os dados de "Estupro" e "Tentativa de estupro" são computadas (3) A Lei Federal 12. (7) Os dados de estupro e tentativa de estupro para os anos de 2011 e (1) Os dados informados correspondem ao volume de ocorrências 2012 no AC referem-se somente à capital do estado.

6 14.1 21.9 387. absolutos Taxas (3) Ns.2 188.565 135.009 143.698 10.3 Pernambuco 3.103 6.800 339.308 57.9 80.3 Rio Grande do Sul (7) 3.842 385.334 84.766 358.9 2.9 343.727 202.3 232.619 388.539 46.180 1. ano 6.9 36.426 750.495 9.623 5.9 255.770 43.833 78.6 38.4 21. absolutos Taxas (3) dados (2) Unidades da Federação 2011 (4) 2012 2011 (4) 2012 2011 (4) 2012 2011 (4) 2012 2011 (4) 2012 2011 (4) 2012 Brasil 41.9 Rondônia 767 637 48.070 1.258 45.0 14.956 24.9 105.293 4.5 2.7 53.3 14.119 3.1 Grupo 1 Acre 350 325 46.9 42.2 8.1 105.282 3.0 80.4 680.312 39.5 627.437 483.0 11.1 8 1 0.5 742.331 1.1 15.586 3.889 7.2 461.398 29.969 58.0 122.792 343.0 32.530 43.2 1.2 131.860 28.8 Grupo 4 Amapá 21 76 3.878 406.9 Distrito Federal 1.480 247.064 189.8 294.1 8.475 2.8 550.2 Grupo 2 Maranhão 1.973 34.429 617.184 36.5 10.9 88.3 29.533 3.705 1.1 Rio de Janeiro 3.396 156.8 310.1 187.481 69. (4) Retificação das informações publicadas no Anuário Brasileiro de Segurança Pública.605 33.1 Bahia 3.826 15.9 140.223 173.5 Goiás 1.7 39.5 151.0 3.4 453.6 324.2 11.150 270.154 8.2 280.4 9.0 23.407 657.3 3.823 168.439 2.8 72.356 1.612 4.9 143.1 28.479 20.467 25.429 4.161 109.6 1.5 219. necessariamente.9 Espírito Santo 2.242 7.878 3.914 14.009 48.4 Mato Grosso do Sul 699 582 28. (1) Os dados informados correspondem ao volume de ocorrências policiais registradas e não.2 47.8 471.297 29.1 92.2 Piauí 418 679 13.6 Grupo 3 Rio Grande do Norte 193 314 6.1 5.5 17.9 9.7 Paraíba 378 559 10.3 27.808 18.8 327.376 23.190 3.4 207.764 3.790 1.541 238.6 243.0 44.122 127.3 Sergipe 349 418 16.7 22.0 0.3 171.057 500.0 Paraná (5) (6) 1.7 1.5 428.284 587.5 145.2 42.8 5.4 458.1 10.484 326.858 2.144 10.473 45.265 10.403 2.5 41.8 282.070 15.839 4.2 16.903 21. 2012. Fórum Brasileiro de Segurança Pública.5 4.6 8.0 Alagoas 609 671 19.530 622.8 2.7 40.9 657. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística .053 1.382 715.IBGE.5 3.0 37.9 478 736 69.869 7.4 27.4 Continua Fonte: Sistema Nacional de Estatísticas em Segurança Pública e Justiça Criminal (SINESPJC) / Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp) /Ministério da Justiça.0 14.4 Santa Catarina 1.0 112.412 20.2 10.960 3.9 727.954 297.590 95.7 221.399 46.7 305 554 8.0 Tocantins 396 385 28.2 9.946 739.0 Ceará 852 1.114 10.1 354 274 4.0 Minas Gerais 4.3 21.136 416.237 84.428 1.7 400.8 176.5 14.652 27.4 21.721 239.414 112.753 4.861 326.8 54. por tipo Unidades da Federação – 2011-2012 Grupos de Tentativa de homicídio Lesão corporal culposa de trânsito Lesão corporal dolosa Estados segundo qualidade dos Ns.4 44.6 Amazonas 799 508 22.502 451.940 109.5 8.439 159.502 8.608 3.981 33.282 2.8 2.6 231.802 76.332 171. 22 .704 46.081 173.4 22.270 5.751 548.290 453.938 104.7 2.3 65.2 139.9 Mato Grosso 1.5 Pará 705 1. (3) Por 100 mil habitantes. TABELA 08 · Crimes não letais intencionais contra a pessoa (1).268 5.461 193.819 3.4 3.601 72.644 5.9 168. indicam o número de vítimas envolvidas.2 3.8 10.9 5.453 3.243 12.7 2.260 7. (2) Grupos segundo qualidade estimada dos dados registrados (vide apêndice metodológico).6 287.450 114.0 943.318 324.208 7.2 23.4 76.0 3.7 31.7 427.0 135.2 1.7 19.1 Roraima 155 149 33.2 3.603 3.5 135.4 238 1.0 14.6 3.1 25.2 15.6 37.141 227.519 1.7 São Paulo 5.651 8.2 3.0 9.356 72. absolutos Taxas (3) Ns.3 3.7 274.2 54.321 9.

814 24.502 7. Rio Grande do Norte 391 258 12. 0.2 14.0 Mato Grosso 1.848 36.284 347 19..006 2. Grupo 2: baixa Roraima 32 20 7.6 2. absolutos Taxas (3) Ns. .9 Paraná (5) (6) 658 699 6.1 0.371 16.3 14. (6) Para as demais categorias..858 2.6 . .502 54. 62. .078 19..6 Nota: Estimativas populacionais Rio de Janeiro 2.4 12.4 122.651 4. 23 .2 8. (.3 12.3 Mato Grosso do Sul 200 282 8.7 2.820 103.0 33..0 35. Maranhão 2.3 .627 2.6 Ceará 6 8 0. .414 3.6 563 380 35.4 12.3 UNFPA/IBGE (BRA/4/P31A) - São Paulo 4.3 5.6 Espírito Santo 335 320 9. .5 211 148 15.1 2.3 9. (7) No RS. Sergipe 141 128 6.3 761 1.007 24.2 .2 50.8 Grupo 1 Acre 111 79 14.3 329 369 13.9 17. .2 Nota 2: Grupo 1: alta qualidade Piauí 131 213 4..4 68 50 0.9 adequadamente.5 3.7 0.2 11. - Alagoas 34 20 1.1 Pará 35 234 0. . .3 adequadamente.7 32..329 .232 3.2 6.1 1. .2 35.0 2..0 Bahia 1.. . 41 .. .1 0..1 28.3 6..393 43.736 9.743 1..628 40. - Amazonas 465 55 13.5 adequadamente. .885 3.7 6.7 23.996 12. Grupo 4: baixa qualidade e Grupo 4 não alimenta o SINESPJC Amapá 18 27 2.7 3 9 0. .1 11. População e Desenvolvimento. absolutos Taxas (3) dados (2) Unidades da Federação 2011 (4) 2012 2011 (4) 2012 2011 (4) 2012 2011 (4) 2012 Brasil 23.) Informação não disponível. Grupo 3: alta Tocantins 102 134 7. Conclusão (5) Os dados de tentativa de homicídio no PR foram informados a partir do número de vítimas.8 228 225 6.1 ..9 9 37 1. os totais de ocorrências registradas no PR referem-se ao somatório das naturezas constantes nos boletins da Polícia Civil e Polícia Militar (Boletim Unificado).532 7. .7 0.1 . - qualidade e alimenta o SINESPJC Santa Catarina 3. - Distrito Federal 114 318 4. e a capitulação do crime é oriunda dos inquéritos das Polícias Civil e Militar. Outros crimes resultantes Grupos de Outras lesões corporais culposas em lesão corporal Estados segundo qualidade dos Ns.5 5.8 313 124 5.4 8..1 0.5 7.665 11.1 10.8 elaboradas no âmbito do Projeto Rio Grande do Sul (7) 3.7 Minas Gerais ..4 52.6 3. - Paraíba 135 105 3.0 573 889 22.9 402 458 11.705 28. ..8 Goiás 394 358 6.4 .6 116 137 0.8 0.9 10. .1 .048 30. 12.9 6.4 qualidade e não alimenta o Grupo 3 SINESPJC adequadamente.6 1.7 3.3 14.0 4.6 2.0 5.6 Pernambuco 230 218 2.3 5. - Coordenação de População e Grupo 2 Indicadores Sociais.0 ..0 54.6 315 280 3. as informações passadas ao SINESPJC contém os dados da Polícia Civil e da Brigada Militar.1 17.5 23 1 0. .3 e alimenta o SINESPJC Rondônia 634 804 40.. . (-) Fenômeno Inexistente.242 1.0 .

. 1 11 0. - Continua 24 . 0. . ... .1 0..0 . . .. . .1 0. . ..0 - Mato Grosso do Sul .4 . .. . Ceará . .6 2.0 0. - Rondônia . 0.2 ... .6 1 2 0. Piauí . . . - Santa Catarina 2 9 0. . 3 . ...3 5 2 0... 0.0 147 165 1. . .2 0... . 0. - Goiás .. . . absolutos Taxas (3) dados (2) Unidades da Federação 2011 2012 2011 2012 2011 2012 2011 2012 2011 2012 2011 2012 Grupo 1 Acre . 2 4 0.. .3 0..... - Paraná .0 Tocantins 1 .3 . ..3 0.1 .. .. .. . . ..1 1 . 2 26 0.0 . .1 0. . ... São Paulo 23 17 0. .. . Amazonas 1 .3 .. .. absolutos Taxas (3) Ns... .. 0.. . .0 Sergipe 1 .. 36 67 0... . . . . .0 0. Pernambuco .. .1 . .1 0..4 1. 2 4 0. .. 0.2 .. - Paraíba 2 . 7 7 0.. . . .. . .. . 0..3 . . ...6 . . .0 .. . 0. . .1 Roraima . .. 6 17 0. .7 0.1 . . . 0..1 0.. . 0. .. .. Pará . 2 . TABELA 09 · Ocorrências envolvendo policiais.1 ... . . 3 .1 . - Grupo 3 Rio Grande do Norte . .5 . ..0 0.. . ..1 1. . . . ... .. 2 7 0..1 .. 1 ...6 .2 1 . .. ..0 - Bahia 60 60 0. . . . - Minas Gerais .6 0... ...1 7 2 0. . - Espírito Santo 1 1 0.. .2 0. . . 2 .8 .. . .0 24 31 0.. . .1 0. ..7 ....1 0.. 1 . 0.. . . . Rio Grande do Sul 4 .. absolutos Taxas (3) Ns. 0. . 10 7 0.. .1 41 41 0. . . Grupo 4 Amapá . .5 . por tipo (1) Unidades da Federação – 2011-2012 Pessoas mortas em confronto Pessoas mortas em confronto Pessoas mortas por policiais Grupos de com a Polícia Civil com a Polícia Militar civis em outras circunstâncias Estados segundo qualidade dos Ns. . 0. . 3 5 0. . ..1 . - Grupo 2 Maranhão .0 ... . - Distrito Federal . .4 0.0 438 546 1. . 0.. .3 0. . . . 3 ..1 0.. . .0 0.3 0. 0. . . ... . .. - Alagoas ..0 Rio de Janeiro (5) . 0. .. 9 ..4 224 284 1.. - Mato Grosso . . . 1 . 21 21 0..0 4 5 0. . .

. . . .. .4 - Bahia 3 .0 . .. ....4 Grupo 4 Amapá ... . .5 Pernambuco 17 10 0. 0. . - Santa Catarina 4 5 0. .1 ... .... 1 . . 0..2 0. .. . . .0 . . .0 0. - Minas Gerais . - Tocantins . .1 . .. 0.. . . .0 0. ... 3 . ... 1 .. .1 .. . 0. . 0. - Espírito Santo 1 . - Alagoas .1 ... .. ..1 . . 0. . 1 . ..5 0.7 - Grupo 3 Rio Grande do Norte . .. 0. 0.. .. .2 Rio de Janeiro (5) . .. . 0.. . 0. .3 Rio Grande do Sul . . - Goiás 2 1 0. 1 . . .. .1 1 .. Piauí ... 4 . .1 0.. - Continua 25 . .2 0. 1 . . . absolutos Taxas (4) dados (2) Unidades da Federação 2011 2012 2011 2012 2011 2012 2011 2012 Grupo 1 Acre .... . . . .0 .2 - São Paulo 6 10 0. . . . - Roraima .4 Mato Grosso do Sul ..3 0.0 ... .. - Paraná . . . .. 0. . . . 0.0 12 2 0... . 1 ..1 Sergipe . .. . . .. . 0.1 1 . . - Rondônia 1 1 0. 2 ..0 0. 0.... . 2 . 1. . . 5 3 0. - Distrito Federal .. Pará . - Grupo 2 Maranhão .5 Amazonas 1 4 0. . . . 1 . - Mato Grosso 6 3 0. . .1 0...1 . 1 . .0 . Pessoas mortas por policiais militares em outras Policiais Civis mortos em Grupos de circunstâncias serviço Estados segundo qualidade dos Ns.. 0... absolutos Taxas (3) Ns.. . . . .. . .. - Paraíba .7 - Ceará . .

1 0. 1.4 0. ...2 0.. . 1.4 Piauí . absolutos Taxas (4) Ns. Nota 2: Grupo 1: alta qualidade e alimenta o SINESPJC adequadamente. 3 .3 16 14 0.4 1 2 0.. Fórum Brasileiro de Segurança Pública.. Pará .5 6 3 0... 0.1 9 19 0.IBGE. . 7 .1 0...5 0.. . 1. .1 1 23 0. . 1 . . . 1 . . 0... .5 1. . . . (2) Grupos segundo qualidade estimada dos dados registrados (vide apêndice metodológico).. ...5 0.2 Amazonas 1 1 0. .. 2 . 4 3 0. 0.. 1 7 0. Grupo 3: alta qualidade e não alimenta o SINESPJC adequadamente..1 0. . . . 1 .2 0. . absolutos Taxas (4) dados (2) Unidades da Federação 2011 2012 2011 2012 2011 2012 2011 2012 2011 2012 2011 2012 Grupo 1 Acre . . . . . . 1.. . .. .1 8 4 1. 2 . .4 Grupo 2 Maranhão 1 2 0. . .. . 0. . 1. 2 2 0.1 - Mato Grosso do Sul . . 9 . . 0. - Goiás 1 1 0. .. .3 0. 2 .2 0. 0. 0. 2 1 0. 0. .2 ..TABELA 09 · Ocorrências envolvendo policiais.. . .1 Paraná . 1 .3 0. . ...0 Rio de Janeiro (5) 10 10 1.7 10 21 0. ..4 Bahia . .9 1 . - Rondônia . .. .1 - Espírito Santo .. .2 35 79 0.1 1 1 0. . . .4 Pernambuco 2 2 0. . . ... . 0.3 2 . Grupo 2: baixa qualidade e alimenta o SINESPJC adequadamente. . . 15 . . . ..0 .1 .1 .4 .... 2 . .1 0. 0. .5 Grupo 3 Rio Grande do Norte . .... absolutos Taxas (4) Ns. . . . 0. .1 0. .0 . (4) Por grupo de mil policiais. .2 0. . .0 0.2 0. .. . 2 . . . . São Paulo 8 10 0.1 6 14 0.6 . 1 . . ..4 0.1 0. .2 Roraima .. Nota: Estimativas populacionais elaboradas no âmbito do Projeto UNFPA/IBGE (BRA/4/P31A) . 1 . ..2 Minas Gerais . .. - Paraíba .1 . (5) Os dados sobre policiais militares mortos em serviço e fora de serviço foram coletados junto ao Instituto de Segurança Pública (ISP) do Rio de Janeiro.. Grupo 4 Amapá .5 0. - Mato Grosso . 3 1 0. . . .. ..6 1.. 26 . 1.1 Rio Grande do Sul .. . . . Coordenação de População e Indicadores Sociais. . .. . 1 . . 1 . . 1 .2 .. .. ..3 5 4 0. ... 23 .9 Sergipe .0 1. - Santa Catarina . . Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística . . 0.. (1) As informações desta seção correspondem aos dados extraídos exclusivamente do SINESPJC. - Conclusão Fonte: Sistema Nacional de Estatísticas em Segurança Pública e Justiça Criminal (SINESPJC) / Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp) / Ministério da Justiça. . 1 . . ...3 1 . . 0. . . .2 .. por tipo (1) Unidades da Federação – 2011-2012 Policiais Civis mortos fora de Policiais militares mortos em Policiais militares mortos fora Grupos de serviço serviço de serviço Estados segundo qualidade dos Ns.7 Ceará . . .1 Distrito Federal .. .População e Desenvolvimento. .. . - Alagoas . . . 0. . (-) Fenômeno Inexistente.0 . .. 0. 0... .3 Tocantins . . .3 . .. Grupo 4: baixa qualidade e não alimenta o SINESPJC adequadamente.. . (3) Por 100 mil habitantes. . . .. .2 1 1 0... .1 .

27 .

19.7 14.8 São Paulo 4.970 34. 28 .573 1.9 .4 10.554 1...3 33.1 38.0 76.5 Roraima 40 59 83 60 70 9.2 Alagoas 2.9 28.8 44.1 Grupo 4 Amapá 206 96 30 23 73 33.8 25.063 2. (5) Retificação das informações publicadas em edições anteriores. (3) Inclui as categorias CID-10: X85-Y09 Agressões.0 17.755 2.501 24.1 Mato Grosso do Sul 588 442 471 459 404 25.780 4.4 42. Fórum Brasileiro de Segurança Pública..5 19.3 22.1 33.2 Rio de Janeiro 5.229 50.172 2.9 32.IBGE.382 2.8 Grupo 1 Acre 177 200 .8 16.518 43.4 31.076 22.9 13.0 . (2) A categoria "Crimes Violentos Letais Intencionais" agrega as ocorrências de Homicídio Doloso.2 32.2 22.483 1.3 21.829 5.7 25.813 1.4 37.6 37.0 Piauí 309 276 242 349 517 9.6 34.7 31.3 41.509 5.9 8.1 33.8 24.9 Santa Catarina 833 883 643 876 852 13.3 38. (4) Os dados informados correspondem ao volume de ocorrências policiais registradas e não.866 3.6 20.180 11.0 18.1 Goiás 1.0 Bahia 4.068 1. necessariamente.5 31.3 13.8 21.4 Continua Fonte: Sistema Nacional de Estatísticas em Segurança Pública e Justiça Criminal (SINESPJC) / Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp) /Ministério da Justiça.663 1.614 17.209 1.9 30.4 13.0 39.3 4.191 3.199 31. 3.3 Paraná (8) 2.4 Rondônia 451 520 582 415 422 30.8 24.2 29.9 40.0 33.0 30.3 Tocantins 236 262 263 277 308 18.015 1.032 28.0 49.340 26.0 19.393 3.3 26.4 34.0 10.8 Pará 3.548 2.764 31..4 30.460 1.4 31.133 22.399 1.2 18.005 47.491 43.5 Distrito Federal 724 812 854 761 839 28.2 23.0 16.068 1.271 3. 148 184 26.7 34.5 Rio Grande do Sul (9) 2.534 4.2 23. 19.0 Grupo 2 Maranhão 1.1 36.5 16. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística .875 3.3 19..4 20.7 19. Ministério da Saúde/DATASUS.998 .2 31.3 32.5 17.6 26.4 Pernambuco 4.574 4.2 34.2 20.0 14. Sergipe 539 593 657 708 845 27.787 5.657 24.7 11.3 33.555 4.081 24.931 4.7 Grupo 3 Rio Grande do Norte 972 702 953 1.376 3.378 3.8 28.0 70..0 38.1 Espírito Santo 1.6 38.6 15.814 1.3 26.272 48.4 22.108 1.8 7.1 16.470 1.5 44.328 3.595 3. Absolutos (4)(5) Taxas (6) qualidade dos dados (1) Unidades da Federação 2008 2009 2010 2011 2012 2008 2009 2010 2011 2012 Brasil 45.637 786 1.464 5.8 11.6 17.7 28.667 1.125 11.1 24.880 2.5 41.6 47..8 Amazonas 739 846 982 1.183 2.8 33.955 68. (1) Grupos segundo qualidade estimada dos dados registrados (vide apêndice metodológico).164 3.604 1.1 44.4 10...885 44.2 18.762 3.0 17. indicam o número de vítimas envolvidas.950 3.4 11.4 27.096 1..3 61.4 29.5 15.545 1. TABELA 10 · Comparação de fontes estatísticas para mortes violentas Unidades da Federação – 2008-2012 Grupos de Crimes violentos letais intencionais (CVLI) (2) Estados segundo Ns.8 14. .126 1.0 29.862 4.7 Ceará 2.8 Mato Grosso 839 885 949 1.084 50.5 47. Latrocínio e Lesão Corporal seguida de Morte.2 24.0 25.1 Minas Gerais 2.692 4..5 3.0 28.3 31.323 27.0 40.049 1.606 4.6 32.6 Paraíba 908 1.1 .019 1.178 1.273 1..

5 18.7 40.. Nota 2: Grupo 1: alta qualidade e alimenta o SINESPJC adequadamente.868 2..168 2. 34....5 18. 19.3 .434 52..464 ...0 30.896 2.6 34. Grupo 3 Rio Grande do Norte 720 791 815 1. Goiás 1.8 14.754 1.493 1.7 42.6 36.086 2.4 27.0 .4 ..8 33.869 3..9 15..387 1.. 25.7 32.118 6. 18. Pernambuco 4. Paraná 3.4 12.2 31..9 27..1 38..395 5....267 4. 26.1 38. Amazonas 827 915 1.763 5.3 20.8 26.População e Desenvolvimento.229 2.2 39.6 34.289 ....788 .2 . Conclusão (6) Por 100 mil habitantes.714 3.0 47.8 22.1 ..4 ... Grupo 4: baixa qualidade e não alimenta o SINESPJC adequadamente..2 25....0 30..074 5.4 26. Grupo 4 Amapá 211 191 258 208 .4 ..948 1...5 .8 33.2 .. 24. São Paulo 6.. (9) No RS. 50.. 32.5 31. Pará 2. 56.606 3.. 23.3 33.7 44.9 36.451 . Rio Grande do Sul 2..567 .5 ...214 .7 23.....6 22.3 19.5 22.. 39.4 .4 .268 .243 1. Rio de Janeiro 5. Absolutos (7) Taxas (6) qualidade dos dados (1) Unidades da Federação 2008 2009 2010 2011 2012 2008 2009 2010 2011 2012 Brasil 50.078 ..3 14... Distrito Federal 873 1.7 ..367 2.. Santa Catarina 789 800 812 797 . as informações passadas ao SINESPJC contém os dados da Polícia Civil e da Brigada Militar.6 34.5 30.7 ..4 .) Informação não disponível.7 .8 72..997 3. 19.. 29.... 34....6 34.7 . Grupo 2: baixa qualidade e alimenta o SINESPJC adequadamente.996 1.3 66. 32... 19.765 5. Tocantins 232 284 313 357 . (7) Os dados de mortes por agressão correspondem ao número de vítimas.8 28. 24...057 .4 .4 19.1 22.794 1. Espírito Santo 1. Sergipe 574 663 690 739 .692 2. Minas Gerais 3.. Grupos de Mortes por agressão (3) Estados segundo Ns..3 32..9 39.. 60.1 35.627 4. 32.. Paraíba 1.5 21.629 . 30. 12.8 20.. Nota: Estimativas populacionais elaboradas no âmbito do Projeto UNFPA/IBGE (BRA/4/P31A) .8 41. Grupo 2 Maranhão 1.954 3...7 .8 27.1 13.1 27.4 27...6 .431 3.806 5..3 59....064 2.2 25.....0 22.7 32.0 13.695 3. Grupo 1 Acre 133 152 165 168 ...9 28.021 1.7 21.5 .7 32.0 25.8 27. Mato Grosso 942 999 978 995 .269 1...383 5..7 38.6 ...7 13.7 .235 . Coordenação de População e Indicadores Sociais....3 37.4 35.4 30. Roraima 105 117 123 95 .. 31..331 .5 38..681 .005 882 977 . 28. Mato Grosso do Sul 690 727 638 668 ..619 .. Rondônia 480 536 544 447 .198 . 21.. 13.042 .326 5.. Piauí 387 398 430 461 .2 32.076 1.457 1...5 30.113 51.2 51.887 1. 27.540 3.6 25.9 36.445 3. 29 .4 57..573 ..0 22.. 34..1 ..0 31..031 2.0 12. Bahia 4. (8) Os dados de CVLI no PR foram informados a partir do número de vítimas.. Ceará 2. Grupo 3: alta qualidade e não alimenta o SINESPJC adequadamente..453 3.0 .6 .....1 13. (. Alagoas 1.5 .3 46.. e a capitulação do crime é oriunda dos inquéritos da Polícia Civil e Militar.3 .8 32.4 31.260 52.872 2.2 40.792 1.. 14..

2012 Crescendo acima de 10% no período Crescendo de 0 a 10% no período Decrescendo de 0 a 10% no período Decrescendo acima de 10% no perodo 30 . MAPA 01 · Registros de Homicídio Doloso – Variação das taxas por 100 mil habitantes Unidades da Federação .2011 .

Centro-Oeste e Norte. a queda dos Em 2012.5) apresentaram as maiores taxas importantes variações entre as regiões e estados de homicídios.2).2%). Rio por 43. Piauí (15. Ao passo que São Paulo (11.1% dos homicídios ocorridos no país.6%). com destaque para Tocantins as estatísticas dos crimes violentos letais e (47. região Nordeste respondeu por índices de mortes violentas em alguns estados 40. Apenas a região pequena variação de 8%. quando o Fórum Brasileiro registrou aumento expressivo no número de de Segurança Pública começou a sistematizar homicídios (30. Entre 2005 e 2012.7%) e Distrito Federal (32. Norte (8. Entre 2005 e 2012 de homicídios. (58. Grande do Sul (18. as taxas de homicídios do apresentou crescimento de 26. Em 2005. Pará (42. Também comparando significativas nas taxas de homicídios. A região Sul apresentou um para cada grupo de 100 mil habitantes.5). a região Sudeste respondia Mato Grosso do Sul (14.7%) para os estados do Ceará (117. Entretanto. Paraíba e Pernambuco (-19.É possível reverter a espiral da violência Arthur Trindade Maranhão Costa 1 1 Professor adjunto da Universidade de Brasília e membro do conselho de administração do Fórum Brasileiro de Segurança Pública. com destaque Paulo (-36. 31 .4% dos homicídios no Brasil.4) e Minas Gerais (19. Portanto. Se comparado revelam boas perspectivas.9).9%). brasileiros.3%).3 homicídios Amazonas (80. com destaque para o estado do a taxa aumentou de 22. regional das mortes violentas. Alagoas mudanças nos últimos anos.8) seguida da região Nordeste (29. com o ano de 2005.6%). como o ano de 2005.3%.3%). Desde 2007. pode Entre os estados com as estatísticas dar a falsa impressão de que ocorreram poucas criminais mais confiáveis em 2012. se comparada com Sudeste apresentou 38.2).1% de queda no número a variação de 127% verificada entre os anos de de homicídios em relação a 2005.7%).4%) e Centro-Oeste (7. A região Norte intencionais (CVLI). Este quadro. entretanto. Uma pequeno crescimento de 4.3%). Mato Grosso do Sul (-31. Sul (11. A partir De fato é preocupante o aumento dos daí observou-se um mudança na distribuição homicídios verificados nas regiões Nordeste. o crescimento do número de os estados do Rio de Janeiro (-40. Ceará (40.9%) registraram quedas (186%) e Bahia (176%). Paraíba (48. 1980 e 2004.6).2%. a região Centro-Oeste é possível reverter a espiral da violência.7) O quadro de homicídios apresentou e Bahia (38.2% do número Brasil têm variado pouco.2%).5 para 24.3%) de São homicídios da região foi 39. verificaram os menores índices de homicídios.

4 Rio Grande do Sul 2.042 615 779 25.629 3.6 25. Nota: Estimativas populacionais elaboradas no âmbito do Projeto UNFPA/IBGE (BRA/4/P31A) .2 25.896 2.6 São Paulo 5.9 36.4 5.076 1.7 25.529 19.0 14.7 Minas Gerais 3.4 Santa Catarina 812 797 477 481 13.1 Acre 165 168 62 50 22.População e Desenvolvimento.6 19.2 61.4 15.7 7.) Informação não disponível.165 41.7 Mato Grosso do Sul 638 668 339 364 26. (1) Os dados de mortes por agressão correspondem ao número de vítimas.533 39.7 19.4 22.1 27.2 39..3 18.082 46. TABELA 11 · Violência Armada Brasil e Unidades da Federação – 2010-2011 Ns.8 14.455 2.6 7.0 47.4 38.331 2.8 14.4 22.8 21.1 Pará 3.4 18. X95 Agressão disparo outra arma de fogo ou Não Especificado.5 8.7 23.063 31.7 38. (-) Fenômeno Inexistente.9 28.2 Rio Grande do Norte 815 1.457 1.057 1.3 24.763 5.648 2.5 30..1 Paraíba 1.464 2.118 3.6 36.1 Roraima 123 95 29 25 27.235 2.536 31.198 36.267 4.4 21.540 3. 32 .4 27.4 Amazonas 1.215 1.445 3. (3) Inclui a categoria CID-10: X85-Y09 Agressões (4) Inclui as categorias CID-10: X93 Agressão disparo de arma de fogo de mão.937 66.2 27.5 22.2 Espírito Santo 1.382 38.6 Pernambuco 3.0 12.1 19.2 Tocantins 313 357 125 157 22.451 4.5 9.3 25.3 25.2 24.359 1.573 812 939 22.7 42.630 2.2 14.7 29.4 24.806 5.078 2.495 1.380 34.7 32.1 8.2 Rondônia 544 447 348 285 34.449 4.8 32.6 Piauí 430 461 220 264 13.270 1.1 29.5 Ceará 2. (.6 6.056 2.3 37.792 36.4 35.794 1.289 633 879 30.9 28.5 21. X94 Agressão disparo arma fogo de maior calibre. (2) Por 100 mil habitantes.7 40.8 Bahia 5.7 Alagoas 2.2 32.493 1.434 3.4 Rio de Janeiro 5.5 27.619 1. Fórum Brasileiro de Segurança Pública.2 Distrito Federal 882 977 630 710 34.5 31.8 Sergipe 690 739 461 526 33.627 4.3 36. Federação 2010 2011 2010 2011 2010 2011 2010 2011 Brasil 52.7 12.7 31.8 28. Ministério da Saúde/DATASUS.4 14.1 38. Coordenação de População e Indicadores Sociais.681 1.606 3.4 22.7 24.3 7.3 19.567 4.3 Goiás 1.8 72.IBGE. Absolutos (1) Taxas (2) Mortes por Mortes por Mortes por agressão Mortes por agressão agressão (3) utilizando arma agressão utilizando arma de fogo (4) de fogo Unid.086 2.0 13.3 Maranhão 1.4 24.5 6.3 20.7 32.5 15.5 Paraná 3.6 7.260 52.2 55.268 1.520 2.5 8.0 11.2 Conclusão Fonte: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística .064 2.788 2.1 Mato Grosso 978 995 568 605 32.4 11.3 19.6 Amapá 258 208 103 78 38.1 13.231 14.3 18.692 2.721 1.214 1.0 33.985 18.5 12.737 27.414 32.358 51.

2 Rio Grande do Sul 74.0 26.4 39.5 Minas Gerais 70.6 São Paulo 57.6 Maranhão 59.4 14.5 Pernambuco 73.6 Sergipe 71. 33 .8 70.8 19.7 Santa Catarina 60.6 Acre 29.8 25.8 Bahia 76.8 39.4 Paraíba 85.7 40.5 29.0 Mortes por agressão COM uso arma de fogo Mortes por agressão SEM uso de arma de fogo Fonte: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística .5 28.8 25.6 Amapá 37.0 Distrito Federal 72.3 73.2 31.3 42.6 Ceará 74.2 28.4 42.1 26.2 Goiás 69.IBGE.4 29.7 Rondônia 63.3 Mato Grosso 60.2 Mato Grosso do Sul 54.2 Alagoas 85.6 32.0 56.4 14. Fórum Brasileiro de Segurança Pública.8 Tocantins 44.9 Piauí 57.4 30.8 36. Ministério da Saúde/DATASUS.Gráfico 01 Violência Armada Brasil e Unidades da Federação – 2011 0% 10% 20% 30% 40% 50% 60% 70% 80% 90% 100% Brasil 70.5 Amazonas 68.5 62.4 23.3 25.2 Roraima 26.5 45.5 Pará 67.7 27.7 Rio de Janeiro 74.2 Rio Grande do Norte 74.3 Espírito Santo 80.6 Paraná 71.

2 Tocantins 3 1.2 115 20.2 67 31.0 6.4 39 28.0 625 88.0 Amapá 3 2.9 808 22.1 28 47.6 Paraíba 11 1.3 86 6.4 559 16.6 261 76.4 129 44.0 Mato Grosso 4 0.0 2 3.3 103 20.0 112 50.0 312 60.7 343 52.9 Acre 4 2.6 777 44.031 79.2 Distrito Federal 2 0.6 722 56.0 3 1.3 168 59.1 62 25.4 202 67.9 89 41.4 62 34.7 387 119.1 137 68.0 499 31.1 184 64.703 33.7 21 29.1 374 42.2 79 53.8 559 71. TABELA 12 · Mortes por agressão.2 Mato Grosso do Sul 6 1.6 1.2 80 29.3 530 65.2 Rio Grande do Sul 20 1.2 141 74.4 77 57.5 333 50.4 20 6.0 99 49.9 961 26.5 368 46.8 735 62.9 444 80.6 283 86.5 302 47.3 518 178.056 79.6 79 35.1 815 99.3 29 37.0 62 47.8 23 52.7 577 33. Ministério da Saúde/DATASUS.5 185 75.7 16 37.7 Pará 12 0.9 55 80.5 37 32.5 14 3.0 60 4.4 22 46.4 196 65.8 11 3.8 7.987 63.7 164 34.5 17 7.7 9.6 232 40.3 336 23.7 298 92.0 94 37.352 103.233 54.3 20 21.3 Santa Catarina 5 0.1 950 69.7 1.757 45.7 10.6 686 51.2 97 41.3 153 57.2 94 40.4 29 8.4 190 61.3 212 42. Ns.8 453 53.7 645 20. Nota: Estimativas populacionais elaboradas no âmbito do Projeto UNFPA/IBGE (BRA/4/P31A) .6 Maranhão 9 0. Unid. Ns.4 246 28. Ns.7 244 69.9 24 4. Ns.3 Rio de Janeiro 21 1. (2) Inclui a categoria CID-10: X85-Y09 Agressões (3) Por 100 mil habitantes em cada faixa etária.0 33 10.4 Ceará 11 0.8 81 55. Fórum Brasileiro de Segurança Pública.2 2 1.0 Alagoas 8 1.7 309 38.5 159 43.6 4 1.1 144 54.2 317 53.097 83.5 90 40.1 328 58.9 23 34.7 Pernambuco 11 0.7 4.2 22 47. por faixa etária (1) Brasil e Unidades da Federação – 2010 Mortes por agressão (2) Menor de 10 anos 10 a 14 anos 15 a 19 anos 20 a 24 anos 25 a 29 anos 30 a 34 anos 35 a 39 anos Absolutos Absolutos Absolutos Absolutos Absolutos Absolutos Absolutos Taxas (3) Taxas (3) Taxas (3) Taxas (3) Taxas (3) Taxas (3) Taxas (3) Ns.População e Desenvolvimento.8 171 77.9 346 38.8 448 62.1 42 20. Ns.2 197 26.2 52 81.6 Rio Grande do Norte 1 0. Ns.4 125 31.8 48 1.0 67 53. Coordenação de População e Indicadores Sociais.1 Amazonas 11 1.4 980 25.3 456 54.0 649 3.2 60 38.8 Goiás 8 0.7 12 40.6 387 142. 34 .8 32 3.9 114 40.884 43.1 2 2.5 596 72.0 764 102.8 41 4.3 Sergipe 2 0.0 113 20.6 389 124.1 38 4.2 569 61.4 442 59.8 596 35.5 60 81.5 29 3.2 Roraima 1 1.9 34 29.9 94 31.0 18 48.IBGE.7 126 42.9 424 35.5 266 49.5 8 3.1 307 88.6 349 115. (1) Os dados de mortes por agressão correspondem ao número de vítimas.5 Piauí 5 1.8 211 65.4 Rondônia 7 2.4 1.9 254 47.7 14 1.3 475 77.4 Bahia 30 1.0 Continua Fonte: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística .9 79 39.1 Paraná 16 1.2 11 3.2 104 22.7 62 3.6 5 1.5 2 2.2 Minas Gerais 18 0.8 53 6.4 152 58.7 148 26.3 760 84.4 89 52.5 86 56.2 132 46.8 27 7.8 100 39.8 1.9 162 23.5 Espírito Santo 7 1. (-) Fenômeno Inexistente.8 407 41.7 161 76.3 263 106.9 14 29. Federação Brasil 280 1.7 614 78.6 5 3.1 São Paulo 44 0.8 133 51.5 25 45.3 645 73.

6 19 25.1 174 5.3 51 56.1 Sergipe 48 35.0 49 20.7 Paraná 217 28.5 3 12.1 31 14.1 29 23.0 21 21.0 29 16.5 154 5. 690 33.2 Piauí 24 12.4 95 6.260 27.0 70 14.9 22 19.763 41.2 11 1.7 58 21.8 33 15.5 38 15.1 Minas Gerais 227 16.5 119 13.470 20.0 Goiás 128 29.0 13 9.8 Amapá 15 40.7 Paraíba 86 35. Mortes por agressão (2) 40 a 44 anos 45 a 49 anos 50 a 54 anos 55 a 59 anos 60 anos ou mais Idade Ignorada Total Absolutos Absolutos Absolutos Absolutos Absolutos Absolutos Absolutos Taxas (3) Taxas (3) Taxas (3) Taxas (3) Taxas (3) Taxas (3) Ns.1 4 15.896 31.2 239 21.806 14.0 179 9. Ns.1 51 14.3 37 32. Ns.7 39 25.7 373 5.6 25 22. 165 22.6 Maranhão 91 25.540 46.3 Rondônia 51 48.1 4 11.112 52.8 Distrito Federal 49 26.5 Amazonas 55 28.627 18.9 Rio Grande do Norte 54 25.967 9.6 80 49.664 16.4 37 8.6 24 23.9 .9 20 1. Unid.7 82 22.2 3 17.7 23 32.9 110 37.7 113 23. 815 25.5 166 12.3 267 11.9 7 638 26.3 15 25.445 39.7 88 21. Ns.0 .1 12 12.6 6 19.3 Santa Catarina 67 14.6 53 33.1 41 27.2 366 13.5 .6 49 19.8 44 1.0 14 11.1 Ceará 193 35. 2.2 Mato Grosso do Sul 50 29.4 35 14.4 85 3.7 Rio Grande do Sul 166 21.1 11 2.1 40 20.5 24 2.6 Conclusão 35 .086 66.2 8 27. Ns.3 122 10.606 34.5 140 21.9 1.7 33 9.493 22.6 20 10.7 101 17.3 60 28.415 26.6 .5 Pará 238 54.692 31.457 38.5 56 41.3 159 22.4 57 12.8 27 18.9 Bahia 267 29.4 Acre 13 32.0 47 12.7 . Ns.8 1.7 18 33.4 Tocantins 21 24.0 291 6.4 14 978 32.7 5 39.8 61 30.3 7 14.8 180 8.2 25 19.6 .7 152 42.6 6 26.1 57 882 34.8 9 19.5 Pernambuco 239 41.4 66 11.8 Roraima 13 51.1 34 21. Federação Brasil 3.9 31 8.0 49 8.5 114 13.7 145 14.4 1.5 26 28.2 10 8.3 61 10.6 69 22. Ns.6 113 21.1 31 27.794 51.4 8 37.0 15 12.3 83 12.6 90 24.7 29 15.4 21 7.3 95 10.1 58 18.8 Rio de Janeiro 322 28.3 Espírito Santo 118 48.8 126 16.139 13.3 2.4 33 9.9 1 313 22.1 43 6. 258 38.6 21 17.7 7 1.1 53 17.6 17 10.0 63 34.4 83 35.076 30.267 32.1 86 37.5 Alagoas 115 59.1 13 3.9 31 21.4 6 29.3 6 36.1 81 15.1 65 3.5 191 24.8 117 10.9 9 430 13. 812 13.064 19.0 São Paulo 484 16.7 Mato Grosso 64 30.7 10 1.6 49 31.4 149 29.3 30 41.1 15 3.5 13 544 34.2 167 11.9 132 14.2 5 123 27.6 1.3 142 6.

755 33.9 671 52.3 192 25.8 São Paulo 53 0.6 Goiás 10 1.9 610 73.9 42 20.0 223 38.8 209 41.1 Mato Grosso do Sul 3 0.5 330 54.7 135 78.7 374 41.2 628 19.5 262 33.6 176 60.3 113 51.4 952 72. Coordenação de População e Indicadores Sociais.2 46 61.4 181 59.3 156 38.3 37 10.4 346 99.5 Ceará 9 0.4 43 44.2 1 1.035 52.4 876 23. Ns. Ns.0 557 77.3 366 112.5 Alagoas 13 2. (1) Os dados de mortes por agressão correspondem ao número de vítimas.1 159 60.2 96 42.0 1 1.7 Minas Gerais 23 0.9 8 3.7 593 44.7 145 75. Fórum Brasileiro de Segurança Pública.3 186 38.4 6.6 182 62.7 39 4.6 36 4.1 Pernambuco 7 0.5 85 17.7 Paraná 15 1.5 222 74.4 179 59.4 834 63.9 27 55.9 442 52. Federação Brasil 265 0.8 4 1.7 106 20.8 11 36.7 270 33. Ns.4 292 117.0 4.9 Acre 2 1.2 530 181. Ns.0 34 3.3 97 17.2 Roraima 5 5.8 Amazonas 14 1.4 19 6.2 6 1.4 688 39.4 3 2.3 Distrito Federal 5 1.9 13 29.6 Tocantins 1 0.1 275 77.3 750 91.0 575 64.2 Santa Catarina 2 0.7 372 56.4 40 57.7 27 47.6 153 26.6 112 50. Nota: Estimativas populacionais elaboradas no âmbito do Projeto UNFPA/IBGE (BRA/4/P31A) .2 263 29.9 Piauí 1 0.8 972 72.0 25 7.6 62 48.1 68 46.IBGE. por faixa etária (1) Brasil e Unidades da Federação – 2011 Mortes por agressão (2) Menor de 10 anos 10 a 14 anos 15 a 19 anos 20 a 24 anos 25 a 29 anos 30 a 34 anos 35 a 39 anos Absolutos Absolutos Absolutos Absolutos Absolutos Absolutos Absolutos Taxas (3) Taxas (3) Taxas (3) Taxas (3) Taxas (3) Taxas (3) Taxas (3) Ns.3 440 44.8 860 49.6 324 59.9 55 47.1 35 53. Ministério da Saúde/DATASUS.8 132 50.3 24 10.2 202 80.8 58 3. (2) Inclui a categoria CID-10: X85-Y09 Agressões (3) Por 100 mil habitantes em cada faixa etária.1 21 26.9 632 3.981 44.8 1225 93.9 420 133.3 431 59.2 363 119.1 51 3.7 320 59.8 Maranhão 11 0.2 Rio de Janeiro 24 1.9 39 1.3 Mato Grosso 2 0.5 Continua Fonte: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística .1 41 29.2 67 26.5 82 38.8 116 56.997 46.8 410 72.8 115 56.2 523 65. TABELA 13 · Mortes por agressão.5 442 36.4 15 24.4 5 6.1 57 42.9 437 77.2 579 36.8 16 35.3 27 39.8 Amapá 2 1.9 921 24.4 463 61.3 710 60.9 146 53.3 289 83.7 136 23.0 92 33.0 653 72.5 40 4.5 9 23.6 179 83.5 676 89.8 79 34.7 Rondônia 2 0.6 294 45.5 151 21.8 182 81.População e Desenvolvimento. Unid.0 Espírito Santo 6 1.6 127 49.2 295 89.1 114 39.4 382 139.2 12 2.4 6 2.2 278 85.6 384 61.8 552 67.4 Pará 9 0.6 495 57.3 690 40.0 100 42.0 391 27.2 547 16.8 20 4.7 533 57.1 62 46.1 830 23.9 365 41.1 171 59.2 22 7.2 59 50.0 623 79.3 268 51.1 91 30.3 Bahia 25 1.7 4 2.8 260 79.7 167 57.9 10 20.7 10.0 9. (-) Fenômeno Inexistente.5 44 28.9 329 49.9 137 50.9 103 43.4 76 50.439 60.4 94 46.1 78 5.5 739 53.1 30 5.8 26 36.3 60 32. Ns.4 Paraíba 6 1.9 49 16.6 230 73.8 11 1.0 75 49.8 Rio Grande do Norte 2 0.5 141 55.7 19 2. Ns.6 7.6 Sergipe 3 0.9 242 65.5 Rio Grande do Sul 10 0.8 19 39. 36 .

2 Rondônia 33 31.0 Paraíba 90 36.7 1 797 12.4 64 20.2 1.9 81 21.0 43 17.8 197 9.4 Maranhão 110 30. Federação Brasil 3.557 27.4 22 30.574 21.7 125 13.6 75 14.9 131 19.2 3 11.6 Santa Catarina 70 14.3 26 20.6 Rio Grande do Sul 160 21. Ns.176 14.3 128 35.9 4 357 25.9 31 27.6 336 12.8 29 18.5 Alagoas 139 71.4 184 8.2 95 3331 31.4 Amazonas 66 33.2 137 13.4 177 7.9 49 11.0 5 19.5 45 20.6 São Paulo 470 15.4 41 27.0 84 36.4 57 9.6 140 12.8 47 41.6 20 6.060 9.5 Sergipe 49 35.3 55 29.5 25 11.7 3 17.0 124 16.4 106 65.3 12 1681 47.5 7 31.4 65 3078 40.9 8 447 28.5 Pará 213 48.6 78 14.5 Conclusão 37 .1 2.2 175 5451 38. Ns.5 49 15.3 26 22. Mortes por agressão (2) 40 a 44 anos 45 a 49 anos 50 a 54 anos 55 a 59 anos 60 anos ou mais Idade Ignorada Total Absolutos Absolutos Absolutos Absolutos Absolutos Absolutos Absolutos Taxas (3) Taxas (3) Taxas (3) Taxas (3) Taxas (3) Taxas (3) Ns.7 Ceará 169 30.4 29 2057 19.8 58 24.1 Piauí 38 19.7 Distrito Federal 53 27.6 9 6.7 83 27.8 50 31.4 1 1042 32.6 74 12.9 44 25.6 86 27.7 41 16.1 Acre 16 39.0 30 32.6 11 23.0 Minas Gerais 290 21.0 4 13. Ns.6 17 4235 21.4 Roraima 11 42.071 52.3 21 21. Ns.5 58 11.8 10 18.0 38 41.0 178 12.4 8 25.198 27.2 .0 7 33.7 16 21.4 23 12.7 Pernambuco 247 42.0 86 12.9 140 28.9 48 18.3 106 11.7 55 12.8 26 21.6 16 13.7 Rio de Janeiro 293 25.6 1.4 Bahia 271 29.8 26 17.1 2.6 5 14.7 78 13.3 Mato Grosso do Sul 70 41.8 64 23.5 170 33.0 29 7.1 5 1619 42.3 60 16. Ns.8 5 28.8 132 11.8 18 995 32.7 55 2214 36.2 175 24.0 2 168 22.8 36 10.4 45 29.5 6 25.4 Tocantins 21 24.7 108 7.9 62 977 37.4 27 20.9 75 21.8 12 12.4 38 15.6 112 13.0 46 29.1 9 18.9 20 19.3 .7 2 668 27.2 33 3464 39.7 56 25.0 3 461 14.5 13 22.9 30 17. Unid.9 3 23.3 Rio Grande do Norte 72 33.9 1 95 20.9 28 17.6 117 27.2 Amapá 16 42.1 59 43.7 5 1289 36.656 16. 739 35. 208 30.9 1.8 26 8.1 42 21.8 311 6.2 13 10.4 Espírito Santo 99 40.8 263 4567 28.8 21 2788 32.0 .2 21 16.6 18 24.7 23 20.8 107 28.5 181 5629 13.4 Goiás 152 34.4 32 15.8 116 19.1 240 9.7 Paraná 241 31.9 13 1573 23.0 216 16.7 Mato Grosso 98 45. Ns.6 50 24. 2268 72.4 224 20.7 31 4.8 219 27.5 117 12.

683 2 345 2. (1) Os dados de mortes por agressão correspondem ao número de vítimas.210 424 16 1. 64 815 Rio Grande do Sul 1. TABELA 14 · Mortes por agressão.692 Distrito Federal 112 20 .267 Rio Grande do Norte 113 18 . 8 882 Espírito Santo 262 123 1 1.606 Pernambuco 247 55 1 2. 5 313 Conclusão Fonte: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística .602 227 2 206 1 26 2.295 6 320 5.064 Rondônia 141 41 2 344 2 14 544 Roraima 8 6 .034 5 59 3.445 Piauí 57 43 1 299 . 620 . Nota: Estimativas populacionais elaboradas no âmbito do Projeto UNFPA/IBGE (BRA/4/P31A) .879 102 6 570 5 44 3.057 52.896 Maranhão 140 205 1 1.180 . 247 .912 111 3.493 Mato Grosso 241 77 2 648 3 7 978 Mato Grosso do Sul 217 38 2 329 43 9 638 Minas Gerais 924 466 2 2.População e Desenvolvimento.351 3 48 1.047 4. (2) Inclui a categoria CID-10: X85-Y09 Agressões (-) Fenômeno Inexistente.260 Acre 24 1 . 679 2. 228 1.920 9 213 3.038 5 192 3. 95 2 43 165 Alagoas 43 11 2 1. Ministério da Saúde/DATASUS. 50 690 Tocantins 36 25 .627 Pará 259 178 5 3.457 Paraná 2.IBGE. Coordenação de População e Indicadores Sociais.115 7 25 1.763 Ceará 299 76 1 1.071 62 30. Federação Branca Preta Amarela Parda Indígena Ignorado Total Brasil 14.076 Bahia 361 774 7 4. 30 430 Rio de Janeiro 1.806 Sergipe 58 34 . 968 5 25 1.086 Amapá 25 10 2 194 1 26 258 Amazonas 68 10 .895 1 260 5.631 941 2 2. por raça/cor (1) Brasil e Unidades da Federação – 2010 Mortes por agressão (2) Unid.540 Paraíba 47 24 1 1. 548 .637 .794 Goiás 382 107 5 1. 38 . 97 6 6 123 Santa Catarina 661 35 1 94 1 20 812 São Paulo 3.452 3 238 5.311 1 73 1. Fórum Brasileiro de Segurança Pública. 742 .

214 Maranhão 194 226 .331 Pernambuco 217 67 1 2.614 96 5 551 5 60 3.268 Amapá 26 12 . (2) Inclui a categoria CID-10: X85-Y09 Agressões (-) Fenômeno Inexistente. Nota: Estimativas populacionais elaboradas no âmbito do Projeto UNFPA/IBGE (BRA/4/P31A) .306 5 127 4.198 Acre 15 11 1 90 .451 Ceará 272 49 2 1. 3 208 Amazonas 121 25 2 1. (1) Os dados de mortes por agressão correspondem ao número de vítimas.915 6 348 5.788 Distrito Federal 124 49 .573 Mato Grosso 248 94 2 634 2 15 995 Mato Grosso do Sul 205 32 3 381 42 5 668 Minas Gerais 1.904 3 174 5.População e Desenvolvimento. Fórum Brasileiro de Segurança Pública.088 434 26 1.593 1 871 2. Federação Branca Preta Amarela Parda Indígena Ignorado Total Brasil 13.936 5 238 3. Ministério da Saúde/DATASUS.399 2 91 1.289 Bahia 390 786 6 3. 167 .529 4 95 2. Coordenação de População e Indicadores Sociais.057 Rondônia 112 41 .155 69 31. 71 12 6 95 Santa Catarina 661 37 1 87 3 8 797 São Paulo 3.042 Rio Grande do Sul 1. 223 1. 797 .TABELA 15 · Mortes por agressão.681 Goiás 448 136 2 1.052 138 2. 51 168 Alagoas 74 20 2 2. 10 357 Conclusão Fonte: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística . por raça/cor (1) Brasil e Unidades da Federação – 2011 Mortes por agressão (2) Unid.078 Paraíba 76 50 1 1.895 4. 7 977 Espírito Santo 238 127 2 1.241 1 168 4.105 22 14 1. 318 1 29 461 Rio de Janeiro 1.889 52. 1.663 7 40 3.235 Pará 236 129 3 2.IBGE.121 8 24 1. 39 . 88 1.619 Paraná 2.584 219 1 225 4 24 2.014 2 156 2.567 Rio Grande do Norte 152 57 1 744 .629 Sergipe 55 33 2 646 1 2 739 Tocantins 62 40 1 244 .406 749 2 2. 280 2 12 447 Roraima 4 2 .215 579 3 2.091 .464 Piauí 58 55 .

População e Desenvolvimento. 690 33. 815 25.8 1 544 34.606 34.627 18.IBGE.0 . por sexo (1) Brasil e Unidades da Federação – 2010 Mortes por agressão (2) Homens Mulheres Ignorado Total Absolutos Absolutos Absolutos Absolutos Taxas (3) Taxas (3) Taxas (3) Ns.2 45 4. 40 .340 73.8 .8 Amapá 242 72.909 64. 165 22.8 Distrito Federal 803 65.835 35.8 172 5.6 Maranhão 1.540 46.763 41.7 1 1.5 251 5.3 227 4.8 1 882 34.7 Mato Grosso 896 57.3 78 5.3 Rondônia 506 63.445 39.8 .7 338 6.518 61.4 339 4. 1.2 16 4.1 174 4. 1.130 25. Ns. (3) Por 100 mil habitantes em cada categoria.619 93.267 32.268 63.010 57.692 31.6 111 3.9 11 5.9 18 4.1 75 6.086 66.306 86. Ns.896 31.064 19. Nota: Estimativas populacionais elaboradas no âmbito do Projeto UNFPA/IBGE (BRA/4/P31A) .0 .2 Piauí 390 25.7 Rio Grande do Sul 1.806 14. 2. Federação Brasil 47.1 134 8.0 Goiás 1.6 37 4.1 1 638 26.4 . Ministério da Saúde/DATASUS. 123 27. TABELA 16 · Mortes por agressão.1 4 3.5 .6 66 3.5 .1 Sergipe 645 64.6 46 52.3 Santa Catarina 700 22.0 71 4.194 75.5 175 9.7 34 5.322 77.9 Bahia 5.9 . 1.1 2 2.1 Minas Gerais 3.794 51.5 40 2.4 117 6.8 Roraima 112 48. 430 13.952 129.8 Rio de Janeiro 4. 3.749 51. Fórum Brasileiro de Segurança Pública.5 .4 .1 Ceará 2.4 405 4.1 19 5.8 80 5.2 5 5.5 Pará 3.457 38.2 .2 117 3.1 4.1 1 3.7 Paraná 3.5 230 6.6 671 3.8 .4 Tocantins 279 39.6 Conclusão Fonte: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística . Ns. (-) Fenômeno Inexistente.1 8 5.0 . 3.221 33.465 4.5 Pernambuco 3.376 42.5 Amazonas 1.4 2 978 32.5 1 812 13. Unid.076 30.4 Acre 147 39.3 Espírito Santo 1.7 Paraíba 1. 2. 1. 313 22.0 .0 São Paulo 5. Coordenação de População e Indicadores Sociais.9 Rio Grande do Norte 744 48.260 27.4 433 6.3 . 258 38.493 22.723 57.5 Alagoas 1.2 Mato Grosso do Sul 562 46. (1) Os dados de mortes por agressão correspondem ao número de vítimas. (2) Inclui a categoria CID-10: X85-Y09 Agressões.

6 .235 21.2 Rondônia 398 49.7 Pernambuco 3.850 35.3 48 7.996 72.0 573 2. Coordenação de População e Indicadores Sociais. 1.9 264 5.4 143 7.192 74. (3) Por 100 mil habitantes em cada categoria.5 Sergipe 679 66.1 .777 38. Ns. 461 14.9 . (1) Os dados de mortes por agressão correspondem ao número de vítimas.4 Maranhão 1.057 19.7 8 3.5 369 4.567 28. Ns.268 72.População e Desenvolvimento.6 48 6.7 87 5. Nota: Estimativas populacionais elaboradas no âmbito do Projeto UNFPA/IBGE (BRA/4/P31A) .6 Rio Grande do Sul 1.0 . Unid.2 . 41 .7 Mato Grosso 906 57. 2.3 Mato Grosso do Sul 591 47.598 62.948 64.9 10 4.4 1 95 20.1 Acre 149 39. Ns. (-) Fenômeno Inexistente.629 13.IBGE.451 38.0 Paraíba 1.5 261 8.464 39.3 .6 .2 70 4.5 . 797 12.7 Distrito Federal 894 71.4 Roraima 84 35.681 47.1 .887 74.9 60 5.8 2 995 32. 168 22.8 80 4.2 11 5.5 185 4.1 Piauí 429 27.5 Pará 2.2 444 6.042 32. 977 37.078 40.289 36.9 6 3.TABELA 17 · Mortes por agressão.7 5 5.6 1 4.4 .7 Paraná 3.2 19 5.7 Ceará 2. 668 27.476 80. (2) Inclui a categoria CID-10: X85-Y09 Agressões.619 42.3 . 1. 739 35.443 43.2 1 447 28.5 Alagoas 2.6 6 2. por sexo (1) Brasil e Unidades da Federação – 2011 Mortes por agressão (2) Homens Mulheres Ignorado Total Absolutos Absolutos Absolutos Absolutos Taxas (3) Taxas (3) Taxas (3) Ns. 208 30.3 7 3.573 23.4 201 3.9 77 6.5 Conclusão Fonte: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística . 1.515 86.0 76 2.130 139.3 Rio Grande do Norte 972 62.186 54. 2.2 . Fórum Brasileiro de Segurança Pública. Federação Brasil 47. Ministério da Saúde/DATASUS.2 Amapá 189 55.9 32 2.0 Minas Gerais 3.4 Goiás 1.6 São Paulo 5.5 190 4.6 83 6.8 130 3.051 25.6 1 1.512 4.619 50.208 67.4 Espírito Santo 1.9 138 8.4 Tocantins 308 43.9 282 5.4 Amazonas 1.4 Bahia 4.9 457 4.7 166 9.6 67 52.3 .8 19 5. 1.788 32.5 4.4 12 4.042 58.0 1 357 25.214 36.6 Santa Catarina 721 23.198 27.331 31.7 Rio de Janeiro 4.5 5 2.

armas de fogo. ou seja. Paralelamente. redução de estoques que as armas de fogo estão por trás da maioria em locais vulneráveis (como fóruns judiciais e das mortes por agressão . Vale ressaltar que esse per. a agenda de redução das pila e divulga sobre as causas de mortalidade mortes violentas esteve atrelada a uma demanda dos brasileiros possibilitam que o fenômeno da por maior controle de armas que culminou na violência armada seja compreendido em sua aprovação do Estatuto do Desarmamento em faceta mais extrema . estas Passados quase dez anos da entrada em informações apontam os aspectos que devem vigor do Estatuto. importantes. Encurtando as distâncias entre a lei e a política pública Ligia Rechenberg 1 Luciana Guimarães 2 1 Coordenadora de Gestão do Conhecimento do Instituto Sou da Paz.aquele que culmina na dezembro de 2003 interrupção de uma vida. há tempos sabemos circulação das armas. assim como ações conduzidas Em que pese a variação da participação pelas polícias estaduais para apreensão de das armas de fogo nestas mortes entre um armas em posse de criminosos. o fato de 70% das medidas previstas na lei devem sair do papel e mortes decorrentes de agressões terem sido para isso é preciso que haja uma política nacional cometidas com arma de fogo indica a relevância consistente que vá além das campanhas de e a urgência de se colocar o tema do controle entrega voluntária de armas. os dados aqui apresentados ser priorizados numa agenda de enfrentamento apenas reiteram o que já identificamos: as do fenômeno. mortalidade.categoria na qual se empresas de segurança privada) são igualmente enquadram os casos de homicídio e latrocínio. para que não dados produzidos). não se pode negar o impacto sigamos lamentando números tão semelhantes das armas sobre esta causa específica de nos próximos anos. Não à toa. 42 . A despeito estado e outro (e acreditamos ser necessário das diferenças regionais a violência armada checar o quanto essa variação está atrelada a é um problema nacional e está mais do que dinâmicas criminais distintas ou à qualidade dos na hora de ser tratada como tal. Maior rigor na de armas como pauta prioritária na agenda de fiscalização de categorias que têm acesso a segurança pública. Os dados que o Ministério da Saúde com. 2 Diretora Executiva do Instituto Sou da Paz. integração entre bancos de centual é muito semelhante ao verificado nos dados que possibilitem rastrear a origem e a anos anteriores. Nesse sentido.

prevenção e redução da violência no quadro de Para alguns. possa involuntariamente "securitizar" o debate. tórios emblemáticos do Banco Mundial (2011). a discussão sobre promover o desenvolvimento. apesar de um Não obstante a importância atribuída à "paz grau relativamente elevado de consenso sobre o e segurança" durante a Rio+20 e consultas nas imperativo de prevenir e reduzir a violência para Nações Unidas desde 2012. Isso porque as temas estão fora das atribuições das noções melhorias em alguns aspectos da segurança são tradicionais de "desenvolvimento" e devem ser estatisticamente correlacionadas com ganhos reservados para outros fóruns. que alguns dos aspectos destes problemas pos- Além disso. 3 . Apenas um pequeno número dos reduzir a violência devem estabelecer parâme- incidentes mais visíveis é registrado. na discussão. milhões de pessoas tendem a ter um menor crescimento econômico em todo o mundo são submetidas a assaltos. mortes violentas no mundo ocorre no Brasil . Alguns diplomatas também sentem que estes vimento sustentável pós-2015.Reduzir a mortalidade infantil. Também estão associados para este processo. Todavia. países que apresentam baixos índi. elas "segurança" tem conotações negativas.Promover a igualdade entre os sexos e associados com falhas na redução da pobreza.Acabar com a fome e a miséria. 7 . Além Centenas de governos. O trabalho do Fórum Brasileiro de a autonomia das mulheres. aumento do desemprego entre os jovens e fome Segurança Pública é um insumo fundamental 4 . nas Américas e na Ásia. Rela. 43 . embora a dades que registram taxas de vitimização não grande maioria dessas mortes ocorra na África. esperado. e a maioria tros claros e orientar Estados e sociedades. a cada ano. letal acima da média. uma a cada dez e respeito ao meio ambiente. e redução da violência no quadro de desenvol.Prevenção à violência e Agenda das Metas do Milênio e Desenvolvimento Pós-2015 Robert Muggah 1 1 Robert Muggah Diretor de Pesquisa do Instituto Igarapé e Diretor da Fundação SecDev Em torno de meio milhão de pessoas são UNODC (2011) e outros mostraram que socie- assassinadas por ano no mundo. chamando a atenção para a das gestantes. ces de homicídio tendem a ter maiores níveis de A corrida é para definir e coordenar a forma e a 2 Os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio desenvolvimento humano do que os países que função da agenda de desenvolvimento pós-2015. mas também ambiciosas. mas influente. Um grupo são aspirações universais e declaradas por todos pequeno. 6 . a malária e outras doenças.e desenvolvimento. assédio e intimidação Objetivos e metas destinados a prevenir e a cada ano. agências internacionais e educação básica de qualidade disso. há ainda desafios desenvolvimento é relativamente omissa sobre políticos. 8 . nos sistemas de justiça. com a diminuição no número de matrículas do escala e distribuição de mortes violentas no Brasil. muitas delas são evitáveis​​.Oferecer registram taxas de homicídio mais altas. A preocupação é corolários em áreas-chave de desenvolvimento. roubos. existem razões pragmáticas para sam ultrapassar a soberania nacional ou prenun- incorporar prioridades relacionadas à prevenção ciar uma intervenção em assuntos domésticos. E. terminológicos e relativos aos dados questões relacionadas ao espaço da prevenção pendentes. Primeiramente. e acesso limitado à justiça. violência sexual. a ênfase em desenvolvimento pós-2015. 2 .Garantir qualidade de vida ensino primário (ODM 2) e no impedimento da Aproximadamente.Estabelecer parcerias para o redução da mortalidade infantil (ODM 4).Combater a Aids. (ODM) são: 1 . incluindo o Brasil. de governos se preocupa os povos ao redor do mundo. Alguns Estados estão inquietos com e redução da violência na agenda pós-2015.Melhorar a saúde prolongada (ODM 1)2. As desses crimes não é notificada e acaba entrando metas devem ser realistas. 5 . que o foco na medição da redução da violência Por exemplo. alguns pressupostos e práticas subjacentes na tem bases empíricas convincentes para incluir a prevenção e redução da violência. Exis. altos índices de violência intencional são organizações da sociedade civil estão envolvidas para todos. defensáveis e viáveis.

72 273.690.81 23.485.06 5.00 4.314.69 13.853.569.72 16. gastos com segurança pública e prisões TABELA 18 · Despesas realizadas com a Função Segurança Pública.55 11.58 122.88 2.60 14.84 19.37 275.877.15 2.232.75 Distrito Federal 102.79 26.093.088.982.83 75.582.89 - Rio Grande do Norte 336.652.685.00 283.00 204.44 -38.04 482.35 10.13 40.482.68 3.297.60 3.55 880.673.583.217.606.949.55 -96.148.12 52.36 324.20 -58.649.194.240.380.291.66 Acre 220. Fórum Brasileiro de Segurança Pública.63 1.547.61 70.36 -88.253.810.440.65 39.817.28 12.061.85 294. (1) Retificação das informações publicadas no Anuário Brasileiro de Segurança Pública.952.98 7.50 89.982.928.614. .369. 3. 129.980.077.700.884.41 - 22.543.993.434.352.24 61.840.74 43.33.43 7. - Rio Grande do Sul 247.437.56 Piauí 22.94 45.47% nas despesas.547.781.46 52.654.382.50 31.249.71 145.37 18.821.500.861.55 7.819.959.43 295.258.988.285.439.658.911.49 20.092.44 8.61 239.116.661.81 29.677.09 626.83 3.669.906. - Roraima 13.304.65 107.38 2.701.361.125.81 -6.986.048.100.92 24.283.81 9.22 45.478.213.773.41 2.480.72 -28.238.494.014.621.997.69 1.78 16.278.470.31 63.150.686.29 122.39 232.989.91 98.94 375.872.66 Pernambuco 1. - Mato Grosso 51.53 235.996.96 3.17 114.35 -39.489.74 1.71 2.82 Bahia 197.96 35.50 406.50 -99.118.720.87 105.935.90 2.43 13.92 27.88 228.13 36.05 -7.261.89 121.119.255.026.464.99 4.417.16 352.28 10.12 União 786.087.902.855.839. - Tocantins 24.013.606.96 5.770.137.03 1.64 47.352.795.29 48.793.903.681.93 3.983.236.972.721.811.886.05 .098.489.05 63.59 5.39 Maranhão 24.569. no ano de 2012.313.49 -35.17 -1.85 64.681.68 -17.530.104.913.233.700.57 Santa Catarina 85.028.00 5.50 .720.893.81 20.731.52 Goiás 103.071.070.26 32.52 253.58 13.58 59.712.72 8.474.906.13 .784.991.572.87 100.31 17.916.744. (-) Fenômeno inexistente.454.56 -36.47 32.46 83.653.512.688.170.60 7. por Subfunções União e Unidades da Federação – 2011-2012 em reais correntes Policiamento Defesa Civil Informação e Inteligência União e Unidades da Variação Variação Variação Federação 2011 2012 (%) 2011 2012 (%) 2011 2012 (%) Total 18.494.02 .671.415.522.70 55.583.169.875.689.46 5.82 .405.76 5.017.59 9.218.936.43 665.49 713.892.55 53.584.27 100.316.42 2.89 Pará 86. .535. .87 Rondônia 530.99 515.234.79 14.258.557.680.177.083.240.320. - Espírito Santo 85.81 Sergipe 368.76 Continua Fonte: Ministério da Fazenda/Secretaria do Tesouro Nacional – STN.101.163.48 2.301.065.448.37 64.419.37 145.64 442.370.525.042.696.226.775.301.73 65.901.007.463.01 1. A variação real verificada na função entre 2011 e 2012 foi o incremento de 14.00 -96.057.096.49 - São Paulo (3) 10.184.32 .501.72 76.36 12.81 76.66 .66 3.22 -27.150.784.44 Paraná 1.526.948.78 695.279.903.18 (1) 1.77 4.245.233.43 33.694.68 22.28 49.484.68 26.04 Ceará 190.846.411.360.43 3.813.125.416.076.335.065.32 28.67 18. .38 -53.176.21 2.111.140.74 147.942.813.770.821.482.032.47 -38.34 .128.15 434.184. 19.54 -10.909.66 869.37 494.304. e o total da função segurança pública é de R$7.200.037.152.200. Os valores contabilizados com as despesas intra-orçamentárias no ano em questão foram de R$2.545.248.11 .783.387.610.058.52 507. . .092.428.571.205.54 Alagoas 497.88 31.360.16 -39.299.251.57 2.45 6.767.301.760.722.20 5.688.645.852.91 11.240.66 34. - Rio de Janeiro 522.76 3.307.919.04 81. 2012. ano 6. as despesas de previdência da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros.27 4.71 -69.066.48 Mato Grosso do Sul 838.47 4.444.63 30.365.661.64 .026.154.177.723.615.150.55 6.88 197.228.638.22 7.206.946.692.55 (1) 327.60 1.45 28.34 18.01 -0.13 151.67 129.59 148.85 58.831.426.078.431.266.521.545.03 537.918.86 24.357.676.90 8.513.56 2.26 78.383.24 41.586.032.208.41 -39.26 22.65 301.146.055.151.926.862.866. 44 .702.16 21.396.87 7.038.72 19.748.272.223.74 -11.60 12.505.595.10.026.682.61 (1) 1.86 14.60 513.368.02 Minas Gerais (2) 199.887. - Amazonas 90.73 31.962.36 73.293.024.340.707.50 Amapá 7.010.100.277.181.84 7.995.41 3.299. (2) As Secretarias de Estado da Fazenda e de Planejamento e Gestão do Estado de Minas Gerais informam que a Secretaria do Tesouro Nacional não contabilizou.625.649.920.799.058.93 1.134.000.370.367.76 Paraíba 11.848.83 250.27 -30.746.

21 Pernambuco 247.39 16. entidade do Regime Próprio de Previdência.10 246.21 4.873.98 1.90 -3.978.58 145.990.403.150.050.05 (1) 4.56 1.842.002.743.596.305.237.158.22 1.483.296.736.450.984.50 -6.52 797.334.63 Pará 1.875.145.07 0.842.73 525.494. e o total da função segurança pública é de R$14.936.79 38.562.312.31 19.532.047.87 Piauí 206.36 1.13 4.135.152.307.440.075.746.206.357.77 313.897.546.99 4.553.642.466.388.63 -90.360.75 7.18 54.904.730.573.076.030.354. 45 .05. incremento de 15.965.432.14 2.624.879.64 198.32 -29.866.985.767.734.83% em relação ao ano de 2011.28 Rio Grande do Sul 1.044.742.548.093.605.38 Santa Catarina 1.332.618.643.94 Roraima 125.430. no ano de 2012.32.24 680.43 12.198.18 23.333.363.51 147.095.39 -27.22 23.30 Alagoas 207.04 47.238.71 27.87 8.30 19.606.046.62 16.96 183.64.87 53.700.15 81.92 844.607.26 São Paulo (3) 1.321. - - 877.201.127.469.614.14 22.622.57 Rio Grande do Norte 225.99 13.25 1.15 Distrito Federal 206.315.157.331.904.42 31.160.05 1.569.494.988.092.637.959.98 1.06 União 4.28 Espírito Santo 706.19 11.50 Sergipe 258.745.035.103.968.402.366.006.20 714.550.23 5.006.75 1.479.737.722.228.958. Os valores contabilizados com as despesas intra-orçamentárias no ano em questão foram de R$5.57 18.60 1.657.84 Minas Gerais (2) 6.68 Amapá 292.114.17 Bahia 2.60 22.06 28.889.39 78.662.375.20 927.13 3.173.419.803.827.543.644.22 8.69 853.337.14 1.768.271.854.67 21.00 723.075. A variação real verificada na função entre 2011 e 2012 foi o incremento de 17.628.724.01 714.058.147.50 805.81 239.971.780.389.31 132.092.557.521.282.334.44 27.202.515.393.14 -87.314.831.333.44 304.144.155.66 2.74 584.12 312.00 1.476.74 549.303.640.85 52.780.65 146.153.701.27% nas despesas.25 3.840.97 1.864.71 16.846.311.336.425.29 2.083.87 744.489.24 16.108.220.97 19.01 Rio de Janeiro 3.65 198.878.48 14.237.031.732.974.13 1.425.90 0.826.932. (4) O total de despesas realizadas com a Função Segurança Pública em todo o país considerando os valores reais de SP e MG foi de R$ 61.992.290.219.61 964.56 0.763.950.22 280.590.00 346.009.103.49 779.65 1.336.587.042.352.35 Acre 55.608.482.375.194.356.785.257.867.46 843.40 0.008.822.019.146.45 773.097.516.78 263. as despesas intra-orçamentárias.028.696.047.724.133.471.02 -1.767.75 28.508.18 -5.283.346.938.49 8.86 Tocantins 499.022.890.366.36 725.80 5.582.753.836.28 558.953.77 -24.059.042.86 52.777.22 2.51 511.85 12.32 Amazonas 706.54 523.061.28 9.63 990.67 -32.32 4.00 1.48 Paraíba 620.582.641.97 279.132.42 Rondônia 151.435.230.605.887.006.62 Paraná 4.64 Conclusão (3) A Secretaria de Fazenda do Estado de São Paulo informa que a Secretaria do Tesouro Nacional não contabilizou.893.362.669.29 831.59 1.774.584.03 1.79 637.041.71 Ceará 759.325. em reais correntes Demais Subfunções Total União e Unidades da Variação Variação Federação 2011 2012 (%) 2011 2012 (4) (%) Total 31.75 6.142.046.104.556.483.422.200.335.21 -19.08 -2.302.937.459.81 38.47 5.073.293.609.638.281.609.13 Goiás 1.257.18 Maranhão 679.96 Mato Grosso do Sul .19 1.067.419.38 27.44 Mato Grosso 994.58 42.294.800.334.11 1.753.76 6.757.24 4.399.48 15.453.958.43 808.822.489.408.003.727.434.746.085.22 -0.983.567.39 (1) 7.714.12 974.916.039.23 678.513.464.977.621.756.680. referentes às obrigações patronais a favor da São Paulo Previdência – SPPREV.067.51 17.203.75 6.323.685.236.969.838.060.390.54 1.036.61 1.63 4.

33.1 3.2 9. as despesas de previdência da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros. A participação real das despesas com segurança pública em relação ao total das despesas realizadas é de 13.2 Pernambuco 8. Os valores contabilizados com as despesas intra-orçamentárias no ano em questão foram de R$5.4 12.6 5. referentes às obrigações patronais a favor da São Paulo Previdência – SPPREV.0 5.7 Alagoas 12.1 10.3 7.571. 46 .3 4.1 9.3 Amapá 8.4 8.767.5 1.7 8. Fórum Brasileiro de Segurança Pública.6 8.2 13.2 11.6 Sergipe 8.3 7. ano 6.5 6.5 10.9 5.4 8.2 9.1 10.5 Espírito Santo 7.4 9.9 9.9 10.3 9.1 Pará 9.6 0.7 7.5 8.2 12.5 9.9 9.6 8.6 14.2 9.5 Rondônia 12.5 8.3%.2 9.7 5.6 Maranhão 8.2 8.3 9.0 8.2 4. no ano de 2012.4 9.7 13.075.9 7.4 9.873. A participação real das despesas com segurança pública em relação ao total das despesas realizadas é de 9.9 Distrito Federal 1. entidade do Regime Próprio de Previdência.096.0 5.8 13.4 7.0 Ceará 5.7 6.3 12.6 9.7 7.5 7.5 10.4 13.0 12. Os valores contabilizados com as despesas intra-orçamentárias no ano em questão foram de R$2.6 8.3 8.971.2 8.8 6.3 6.0 8.5 0.732.2 7.8 10.8 Rio de Janeiro 12.4 7.251.2 9.9 10.8 2.0 Amazonas 7.0 8.4 8.0 1.1 8.4 10.9 7.7 Bahia 9.6 8.1 6.7 6.3 Rio Grande do Norte 7.6 Roraima 7.9 13.3 Goiás 10.10.6 11.5 7.6 1.2 9.9 7.3 9.7 12.3 9.3 6. as despesas intra-orçamentárias.6 10.5 9. e o total da função segurança pública é de R$14.1 5.4 Paraná 6.9 9.6 14.4 9.7 10.6 Rio Grande do Sul 7.4 9. (1) O valor indicado inclui encargos financeiros relativos a despesas com servidores inativos e despesas do Departamento Estadual de Trânsito. (2) Retificação das informações publicadas no Anuário Brasileiro de Segurança Pública.3 6.6 Mato Grosso 6.9 8.1 8.4 12. no ano de 2012.7 6.3 13. TABELA 19 · Participação das despesas realizadas com a Função Segurança Pública no total das despesas realizadas União e Unidades da Federação – 2007-2012 em porcentagem União e Unidades da Federação 2007 2008 2009 2010 2011 2012 União 0.6 Santa Catarina 11.0 13.3 6.2 7. (4) A Secretaria de Fazenda do Estado de São Paulo informa que a Secretaria do Tesouro Nacional não contabilizou.4 Acre 8.0 Piauí 6.9 5.3 7.1 9.8 8.7 5.6 6.6 11.8 10.0 8.9 9.2 13.32.1 7.6 7.9%.8 8.375.586. (3) As Secretarias de Estado da Fazenda e de Planejamento e Gestão do Estado de Minas Gerais informam que a Secretaria do Tesouro Nacional não contabilizou.8 Minas Gerais (3) 13.3 3.4 0.3 2.645.1 São Paulo (4) 7.5 9. 2012.1 7.3 8.3 7.7 7.9 8.2 9.9 Tocantins 8.5 (1) 5.831.4 10.9 8.1 Conclusão Fonte: Ministério da Fazenda/Secretaria do Tesouro Nacional – STN.0 6. e o total da função segurança pública é de R$7.2 5.4 6.8 5.0 Mato Grosso do Sul 10.6 1.4 (2) 0.6 0.64.9 Paraíba 9.

17 117.55 Conclusão Fonte: Ministério da Fazenda/Secretaria do Tesouro Nacional – STN.12 332.53 122.63 76.75 206.35 370.68 238.79 346.55 369.42 234.38 311.81 Maranhão 67.39 341. (4) A Secretaria de Fazenda do Estado de São Paulo informa que a Secretaria do Tesouro Nacional não contabilizou.07 225.61 Acre 264.20 259.32 Amazonas 137.49 127.39 176.43 127.90 112.42 Minas Gerais (3) 217.66 273.65 269.66 Bahia 113.47 186.73 262. TABELA 20 · Despesa per capita realizada com a Função Segurança Pública União e Unidades da Federação – 2007-2012 em reais correntes União e Unidades da Federação 2007 2008 2009 2010 2011 2012 Total 184.27 Santa Catarina 169.21 155. referentes às obrigações patronais a favor da São Paulo Previdência – SPPREV. Os valores contabilizados com as despesas intra-orçamentárias no ano em questão foram de R$2.80 387.94 274.26 Alagoas 149.98 Ceará 62.22 (2) 272.32 82.375.53 374. (2) Retificação das informações publicadas no Anuário Brasileiro de Segurança Pública.03 150.19 208.32.51 301.31 354.74 193. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística .01 219. entidade do Regime Próprio de Previdência.43 74. Os valores contabilizados com as despesas intra-orçamentárias no ano em questão foram de R$5.48 149.873.15 335.36 57.22 223.04 190.69 307.09 214.15 347.16 251. no ano de 2012.586.27 110.15 103.24 36. no ano de 2012.95 152.88 São Paulo (4) 182.88 Mato Grosso do Sul 231.87 Rondônia 241.71 227.18 456.096.41 316.87 218.13 445.69 181.251. Fórum Brasileiro de Segurança Pública.56 Distrito Federal 33.02 171. 47 .68 257.91 Amapá 258.81 283.12 (2) 40.58 335.67 218.00 201.31 Goiás 163. e o total da função segurança pública é de R$7.46 227.63 136. e o total da função segurança pública é de R$14.12 União 25.54 Rio Grande do Sul 138.41 Paraíba 111. (1) O valor indicado inclui encargos financeiros relativos a despesas com servidores inativos e despesas do Departamento Estadual de Trânsito.11 181.91 Espírito Santo 196.68 82.07 249.64 216.62 376.25 93.97 231.09 204. ano 6.98 285.07.14 235.69 309.49 182.29 133. 2012.27 251.05 210.64.88 217.09 Pará 95.28 57.82 280.52 38.22 153.83 195.IBGE.49 (1) 175.12 31.27 195.30 84.43 183.38 107.84 232.767.571.075.33. as despesas de previdência da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros.25 Sergipe 149.35 78.86 376.04 245.91 458.56 215.24 154.18 227.29 Roraima 253.43 Piauí 77.47 177.01 Paraná 98.56 288.00 182.62 119.80 402.96 200.05 132.29 236.98 335.32 395.48 164.66 399.47 133.33 113.48 294.28 120.59 106.36 188. A despesa per capita real realizada com a função segurança pública é de R$343.88 246.43 140.645.08 Mato Grosso 153.78 244.19 260.47 238.67 108. (3) As Secretarias de Estado da Fazenda e de Planejamento e Gestão do Estado de Minas Gerais informam que a Secretaria do Tesouro Nacional não contabilizou.732.57 327.67 301. as despesas intra-orçamentárias.34 Rio Grande do Norte 128.64 486.14 Rio de Janeiro 278. A despesa per capita real realizada com a função segurança pública é de R$381.09 Pernambuco 107.43 405.84 301.56 126.831.09 168.10.80 365.05 Tocantins 192.25 167.05 38.99 180.52 28.971.77 380.21 200.35.26 128.21 157.32 228.88 113.40 244.07 324.47 55.95 216.21 325.

909.771.325.628.46 21.549.433.812.66 Conclusão Fonte: Ministério da Fazenda/Secretaria do Tesouro Nacional – STN.916.581.000.269.34 50.86 .383.73 71.57 36. (-) Fenômeno inexistente.667.261.281.510.17 38.25 8.239.028.62 91.346.200.01 295.600.47 18.30 18.04 89.27 Pernambuco 85.67 239.643.619.809.19 10.104.972.120.25 36.9 1.93 46.534.299.79 158.51 288.742.08 50.256.217.023.600.027.48 51. 48 .359.56 18.687. - 72.22 39.60 97.03 357.103.020.86 Mato Grosso .79 32.10 Amazonas 85.95 74.903.136.331.198.04 3.271.474.25 90.928.346.217.701.78 33.57 5.794.88 9.686.789.993.73 25.882.810. - 349.150.477.498.140.403.253.167.726.124.94 131.05 Espírito Santo 221.039.764.710.267.519.222.31 197. - 270.70 91.022.385.866.12 85.325.97 762.71 299.980.11 66.40 929.24 39.612.98 Rio Grande do Norte 16.413.50 2.084.15 109.94 90.999.844.970.27 . - 28.67 407.129.857.47 Paraíba 72. - 18.455.093.18 72.849.26 43.538.658.46 434.69 20.87 31.558.742.96 2.82 61.185.54 284.75 Minas Gerais 3.25 11.679.98 Maranhão 45.023.34 18.57 41.747.573.982. - 30.773.649.773.50 102.149.898.51 Tocantins 7.72 Mato Grosso do Sul 77.438.47 293.486.902.050.62 32.97 98.05 80.836.96 11. - 28.73 20.74 9.660.872.154.496.50 72.08 380.198.876.336.71 183.37 0.903.70 São Paulo 385.047.660.72 38.763.905.706.95 8.657.04 277.67 98.599.387.38 46.32 3.02 98.06 1.29 213.27 65.395. TABELA 21 · Despesas realizadas com a Função Direitos da Cidadania e a Subfunção Custódia e Reintegração Social União e Unidades da Federação – 2011-2012 Diretos da Cidadania 2011 2012 Custódia e Reintegração Social Custódia e Reintegração Social Total da Função Total da Função realizadas pela realizadas pela Participação Participação no total das no total das Função (%) Função (%) realizadas realizadas correntes) correntes) correntes) correntes) Despesas Despesas despesas despesas (em reais (em reais (em reais (em reais União e Unidades da Federação Total 1.660.934.404.69 184.289.890.483.670.438.401.752.51 Pará .629.238.53 Amapá 9.72 Santa Catarina 8.22 Piauí 15.26 11.249.18 Bahia 95.276.948.151.249.626.494.39 Ceará 88.405.50 Alagoas 8.50 354.17 11.52 34.16 58.196. .722.789.754.644.451.104.057.95 Rio Grande do Sul .195.074.895.03 97.833.74 201.494.321.004.518.223.22 Acre .99 8.274.39 56.20 100.36 26. - .09 Distrito Federal 11.71 34.800.56 Paraná 289.351.583.4 1.50 62.181.591.57 Goiás 8.902.27 União 78.532.802.468.269.383.20 8.750.024.15 93. - 20.03 93.861.47 27.841.230.009.095.220. Fórum Brasileiro de Segurança Pública.694.46 69.577.218.27 63.744.485.66 97.28 .128.01 252.643.92 18.361.695.05 17.24 55.823.58 .488.67 51.789.07 23.35 Rondônia .427.891.16 183.13 426.29 47.709.765.117.771.962.30 46.596.65 10. - 10.97 5.29 Sergipe 31.55 102.15 7. - - Roraima 18.135.797.416.29 26.38 9.097.594.30 16.583.14 Rio de Janeiro .197.990.45 41.292.421.986.154.

147.9 39.2 39.2 Alagoas 714.3 São Paulo (7) 12.959.846.375.2 12. ano 6.4 Pará 1.4 22.562.17 29.57 24.13 3.104.753.767.13 41.290.18 23.557.543.366.59 1.44 18.046.990.228.722.669.200.TABELA 22 · Despesas realizadas com a Função Segurança Pública e taxas de homicídio Unidades da Federação – 2011-2012 Variação 2011- 2011-2012 (%) Grupos de 2012 (%) (4) Variação Taxa de Estados segundo Despesas (em reais correntes) homicídio (2) qualidade dos Unidades da dados (1) Federação 2011 2012 (3) 2011 (5) 2012 Grupo 1 Acre 280.831.7 40.587.092.9 -14.573.1 38.096.150.4 19.02 -1.65 146.360. Ministério da Fazenda/Secretaria do Tesouro Nacional . (4) Considerando os valores reais informados por MG e SP na função segurança pública em 2012. (1) Grupos segundo qualidade estimada dos dados registrados (vide apêndice metodológico).628.54 1.988.302.5 Sergipe 678.657.614.408.48 15.22 23.331.28 28.768.7 29.5 64.28 558. Os valores contabilizados com as despesas intra-orçamentárias no ano em questão foram de R$5.459. Os valores contabilizados com as despesas intra-orçamentárias no ano em questão foram de R$2.257.827.48 37.8 7.333.15 30.68 74.87 744.586.6 5.05.251.736.26 11.312.74 549.158.873.469.325.19 11.732.2 -0. (7) A Secretaria de Fazenda do Estado de São Paulo informa que a Secretaria do Tesouro Nacional não contabilizou.714. foi de R$ 61.042. as despesas de previdência da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros.513.49 8.201.582.3 Grupo 3 Rio Grande do Norte 584.643.42 16.548.2 -3.003.508.553.8 -26.57 18.14 -87.590.33.32 -29.836.840.64.84 17.83%.696.642.645.047.2 28.7 11.32.375.571.50 -6.06 28.432.9 23.9 -2.618.569.IBGE.9 193.971.028.4 9.155.103.71 38.5 Rio de Janeiro 4.644.206. referentes às obrigações patronais a favor da São Paulo Previdência – SPPREV. (6) As Secretarias de Estado da Fazenda e de Planejamento e Gestão do Estado de Minas Gerais informam que a Secretaria do Tesouro Nacional não contabilizou.22 -0.4 Mato Grosso 1.985.99 4.854.389.1 28.425.953.52 797.6 Minas Gerais (6) 6.041.399.7 34.0 Distrito Federal 313.336.7 17.546.29 2.63 990.51 17.0 Goiás 1.87 36.6 Amazonas 808.419.238.567.85 12.767.10 246.700.00 346.9 15.7 10.38 11.18 16.80 5.425.22 1.050.63 18.5 14. entidade do Regime Próprio de Previdência.609.388.0 Ceará 964.86 32.8 24.50 10.3 20.393.556.58 42. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística .0 2.3 25.897.7 13.958.047.62 43.002.38 27.29 831. (3) O total de despesas realizadas com a Função Segurança Pública em todo o país no ano de 2012.095.28 27.757.202.25 3.94 25.0 18. e o total da função segurança pública é de R$7.4 15.332.45 773.00 1.75 6. (2) Por 100 mil habitantes.006.4 Mato Grosso do Sul 877.5 Santa Catarina 1.5 14.48 14.13 4.5 38. 49 .842.21 18.220.584.01 10. A variação real verificada na função entre 2011 e 2012 foi o incremento de 14.6 13.0 Pernambuco 1.9 14.466.044.450.STN.60 1. 2012.483.483. (5) Retificação das informações publicadas no Anuário Brasileiro de Segurança Pública. a variação entre 2011 e 2012 foi de 15.977.774.2 Espírito Santo 805.0 29.476.14 1.77 -24.96 30. no ano de 2012.282.5 0.727.30 18.4 21.2 29.49 779.390.6 Rio Grande do Sul 1.30 19.550.969. as despesas intra-orçamentárias.3 -3.879.036.5 -33.257.9 Conclusão Fonte: Sistema Nacional de Estatísticas em Segurança Pública e Justiça Criminal (SINESPJC) / Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp) /Ministério da Justiça.47% nas despesas.14 22.780.81 38.516.067.742.56 0.482.1 Paraná 1.311.7 -10. A variação real verificada na função entre 2011 e 2012 foi o incremento de 17.605.87 53.5 Grupo 2 Maranhão 714.075.2 Grupo 4 Amapá 304.7 Tocantins 525.61 1.6 18.20 927.6 Roraima 145.10.6 Rondônia 723.3 -6.39 78.9 Paraíba 637.637.5 -13.737.745.009.916.701.974.4 Piauí 239.28 9.605. considerando os valores reais de SP e MG.5 -5.780.867.022.1 27.22 2.5 21. Fórum Brasileiro de Segurança Pública.103.39 16.968.27% nas despesas.32 3.0 18.640. e o total da função segurança pública é de R$14.1 38.800.019.6 32.5 Bahia 2.464.69 853.1 11. no ano de 2012.

56 100.173.967.51 2008 1.868.499.587.00 2011 (1) 11.419.840.77 2.27 1.449.240.104.587.199.05 1.871.13 657.98 1.390.63 7.95 100.482.238.223.92 327.52 66.28 25.70 7.283. ano 6.120.00 Fonte: Ministério da Fazenda/Secretaria do Tesouro Nacional – STN.04 1.28 101.806. 2012.991.70 2011 (1) 828.161.32 100.402.29 10.945.529.00 2012 18.419.115.79 2.16 58.731.00 2009 8.24 66.00 2010 510.907.02 170.57 2.99 Em porcentagem Informação e Demais Policiamento Defesa Civil Inteligência Subfunções Total 2007 23.598. (1) Retificação das informações publicadas no Anuário Brasileiro de Segurança Pública.910.752.500.878.081.43 129.10 100.86 4.788.124.658.212. TABELA 23 · Despesas realizadas com a Função Segurança Pública.85 4.55 87.169.04 4.909.046.622.861.310.42 5.06 2012 1.420.31 16.00 2010 6.602.167.42 2009 712.112.353.13 19.907.44 1.633. 50 .02 1.94 8.428.125.107.71 5.35 8.748.93 1.326. Fórum Conclusão Brasileiro de Segurança Pública.88 112.67 100.823.630.268. Nota: Valores atualizados pelo IPCA até dez/2012.39 100.700.18 7.904.75 63.00 2008 17.84 3.352.13 15.150.595.521.260.986.79 5.597.362.862.19 70.089.441.515. por Subfunções União – 2007-2012 Em reais constantes de 2012 Informação e Demais Policiamento Defesa Civil Inteligência Subfunções Total 2007 1.51 64.774.028.53 6.044.22 26.103.838.794.

00 2011 (2) 39. a subfunção "421 – Custódia e Reintegração Social" está incluída nesta agregação.95 24.752.58 45.454.13 100.714.73 59.92 552.822.126.957. Fórum Brasileiro de Conclusão Segurança Pública.373.906.79 2012 (3) 16.00 2008 37.66 2.966.632.20 2011 (2) 19. 51 .23 60.342.690.855.756.47 100.129. (3) O total de despesas realizadas com a Função Segurança Pública em todo o país no ano de 2012.00 39. ano 6.225.505.98 2.869.353.84 58.198.474.155.TABELA 24 · Despesas realizadas com a Função Segurança Pública.716.806.118.965.961. 2012.65 433. (2) Retificação das informações publicadas no Anuário Brasileiro de Segurança Pública.71 0.155.41 27.29 100.108.775.81 26.23 48.027.42 381.323.316.733.95 62.349.01 1. foi de R$ 53.75 2008 15.78 303.00 Fonte: Ministério da Fazenda/Secretaria do Tesouro Nacional – STN.278.76 1.73 547.404.13 0.31 100.098.492.67 26.780.151.34 1.046.474.92 2.564.267.39 0.149.47 0.801.118.317.602.102.061.811.00 2010 33.56 2.481.89 57.932.324.312.337. por Subfunções Unidades da Federação – 2007-2012 Em reais constantes de 2012 Informação e Demais Policiamento Defesa Civil Inteligência Subfunções (1) Total 2007 11.153.048.03 100.377.91 1.128.048.64 830.57 2010 14.00 2009 38.552.06.335.321.256.640. (1) Em alguns Estados.25 68. considerando os valores reais de SP e MG.86 406.353.41 Em porcentagem Informação e Demais Policiamento Defesa Civil Inteligência Subfunções (1) Total 2007 30.426.917.38 1.100.71 100.681.68 2009 17.762.326.35 97.152.463.11 1.093.347.019.733.79 27. Nota: Valores atualizados pelo IPCA até dez/2012.00 0.413.00 2012 35.342.31 41.068.547.07 44.63 2.97 26.46 42.

2012 Variação tx de homicídio Crescendo acima de 10% no período Crescendo de 0 a 10% no período Despesa per capita Decrescendo de 0 a 10% no período ACIMA DE R$375.01 .00 R$ 125.00 ABAIXO DE R$ 125.00 Decrescendo acima de 10% no perodo R$ 250. MAPA 02 · E volução das despesas per capita com a Função Segurança Pública e evolução das taxas de homicídio doloso Unidades da Federação .00 52 .R$ 375.01 .R$ 250.2011 .

53 . no embate político. a despesa efetiva com que. na verdade. mas não são adequadamente que eles não podem ser considerados como valorizados e remunerados. A área custa Mas o que dizem os dados? Segundo eles. ao longo dos Bruto) do país cresceu apenas 0. que continuam sendo relação com o movimento do crime. dessas despesas observadas nos últimos De um cenário de completo desconhecimento 10 anos. em 2012. a população e os próprios policiais.1 carência de recursos para investimento. gastos com segurança pública. anos. em 2007. o relação a 2011. Unidades da Federação que tiveram tais gastos Os dados revelam um forte paradoxo entre separados dos demais pela STN nos dados de demandas crescentes pela melhoria da qualidade 2012. São muitos os ruídos organizacionais existentes Por essa estimativa. Uma das avaliações possíveis constata que os Um exemplo são as despesas com gastos públicos nessa área parecem não guardar aposentados e inativos. acabam por prejudicar segurança pública cairia para R$ 40.Quando muito é pouco! Renato Sérgio de Lima 1 1 Coordenador da Sétima Edição do Anuário Brasileiro de Segurança Pública Os dados sobre despesas na função Não é pouco dinheiro. ainda mais se segurança pública configuram uma das seções considerarmos que o PIB (Produto Interno mais tradicionais do Anuário e têm. Em suma. sem bilhões com segurança pública.8 bilhões. que são as modelo de organização das polícias brasileiras. é onde e de que modo estes recursos dar transparência de seus atos. Unidades da Federação e de quanto se gastava na área. Se estimarmos essas despesas pela Executivo e com as redundâncias provocadas pelo média de São Paulo e Minas Gerais. institucionais existentes nas polícias brasileiras. caro. da Federação para melhorar seus registros e porém. mas a atividade fim fica contingenciada pela o Brasil gastou no ano de 2012 mais de R$ 61.9%. mantida a tendência de crescimento acerca dos principais desafios da área no país. do medo e classificadas como despesas com segurança da violência. hoje Municípios vão esgotar suas capacidades de temos um movimento virtuoso das Unidades financiamento do setor em breve. estão sendo gastos. Brasil desperdiça dinheiro na segurança pública. contribuído para a qualificação do debate Ademais. mas tão somente com as prioridades pública e estariam a inflar os orçamentos da políticas assumidas pelas três esferas do Poder área. teremos que cerca de 37% das despesas dos serviços prestados na área e as capacidades com segurança pública no Brasil são. políticas e os gastos com inativos. a questão central é institucionais. que ficam Por mais legítimos e importantes que sejam premidos por pressões sociais. A questão. despesas com previdência e seguridade social. num incremento os quais os já falhos padrões operacionais de de quase 16% nas despesas realizadas em policiamentos tendem ao colapso. União.

- .2 317..3 2.0 468. 54 .053 12. (2) Os dados de 2012 referem-se ao relatório de jun.906 232..1 6.4 5.717 1.4 .5 Rio Grande do Norte 4.185 10.850 28..769 424.0 Mato Grosso do Sul 10.872 4.2 137.185 10.2 13..304 .3 2.1 Sergipe 3.9 1.0 227. Absolutos Taxas (1) Ns.974 2.511 11.3 412. - .035 14.5 331..769 613..9 57.035 961 48./2012. - .2 1.417 127..312 445.6 573.540 291.226 11.989 203.8 100.9 16.867 13.7 Goiás 11.2 Espírito Santo 12.399 550. Referências: dez.9 633. Instituto Brasileiro de Geografia e Continua Estatística .7 São Paulo 174.339 7..482 347.0 .IBGE..304 5.962 2.1 - 2..6 ..538 6.9 257.867 19.7 Acre 3.5 622.0 890 895 20.448 601.558 4.107 51.790 489.2 Amapá 1..845 2.623 324.2 .059 195.448 ...6 15. - .4 Amazonas 5.7 395 461 19.1 50.2 48.819 3.218 259.7 14.9 317.8 - - - - 29. 8.468 33.6 45.243 365.0 .723 .254 515..3 225.323 2.9 202...920 14.710 1.7 20. 7.464 22..1 780. - ..0 368 312 8.2 Roraima (2) 1./2011 e dez.4 Piauí 2.0 Tocantins 1..733 472.113 29.2 Bahia 9.4 33.4 27.8 258.312 1.802 10.854 45.782 30.3 4.622 278.243 365.7 649.3 290.5 22.4 496.2 134.8 Rondônia 6.814 252.113 280..9 358.8 789 997 13.130 253.953 18.311 316.. - .130 .1 128.686 2.5 314.1 376.241 92..850 28.4 260.412 2.7 6.403 817 49.205 11.586 31. - - - 3.0 122.1 780. população carcerária TABELA 25 · Presos nos Sistemas Penitenciários e sob Custódia das Polícias Unidades da Federação – 2011-2012 Sistema Penitenciário Custódia das Polícias Total Ns.826 247.569 45.613 529.7 105. 291.176 34. 701.8 701.8 Rio Grande do Sul 29.9 Santa Catarina 14..1 11..2 12...974 16.5 44.7 29. 34.2 359.749 4.163 11.1 .6 12.8 Distrito Federal 10.432 1.9 5.8 .0 - - - - 11.1 10.6 Ceará 16. 401.8 42.614 184..0 Paraná 20.7 12.141 300.775 300. 486.4 300.3 317. (1) Por 100 mil habitantes com mais de 18 anos.5 278..060 190.8 Alagoas 3.0 604.5 Maranhão 3.0 16..4 365.../2012 (.783 616.3 6.425 12. 4.472 14.164 17..100 215. 331.170 663.298 610.828 567.435 7.3 606.2 2.) Informação não disponível.5 4.545 855..296 103.5 241.1 24.7 180.769 424...4 Minas Gerais 41.9 486.695 586. Absolutos Taxas (1) Ns...828 2.0 7 14 2. Fórum Brasileiro de Segurança Pública.4 - - - - 25. - .0 6.6 Pernambuco 25.786 .927 140. 549. 25.4 2.4 496.6 272.7 350.122 9.819 3.0 468.354 4.210 8.153 164.1 129 - 6.045 443.1 137.113 29.845 196.3 Pará 9.7 356..058 45.251 97.4 365.3 13.9 699.4 361 418 39.5 3.3 29.613 529.3 914 872 53.372 5.518 254..7 575.684 7.0 281.927 134..5 Mato Grosso 11.325 11.045 . Absolutos Taxas (1) Unidades da Federação 2011 2012 2011 2012 2011 2012 2011 2012 2011 2012 2011 2012 Total 471.1 99 39 5.1 Paraíba 8.105 143. - .1 Rio de Janeiro 27.598 337.290 174.3 291.7 Fonte: Ministério da Justiça/Departamento Penitenciário Nacional – Depen.438 555.0 626. (-) Fenômeno inexistente.806 253.606 16.022 271.999 4.5 437 57 17.545 855.1 2.619 291..400 6.455 10.4 617. 2.6 224.0 1.723 313.6 17.6 1.

6 Conclusão 55 . 100..1 Rio Grande do Sul 100.0 - - Rondônia .0 ..0 ..9 São Paulo 96.5 83..7 1.0 . 100.4 15.0 . 10.0 - - Piauí 95.5 Sergipe .7 Pará 80. - Alagoas 89. 93.1 2..4 7.7 5.3 94...6 3.0 100.2 Minas Gerais 86.6 18.8 Santa Catarina 97.4 Distrito Federal 99.4 Bahia 68.4 Goiás 92.5 99..5 0.6 99.1 19.2 0.6 11..0 0.4 5.0 99.0 92.0 100..6 92.7 100.2 31.9 Paraíba .0 Amapá .9 70.5 16.0 78.3 - Rio de Janeiro 94.7 Pernambuco 100.. - Roraima (2) 99.3 27.5 1.3 2.0 21.0 100... Penitenciário sob Custódia das Polícias % de presos % de presos no Sistema Unidades da Federação 2011 2012 2011 2012 Total . 100.6 Rio Grande do Norte 65.7 8. - Paraná 60.8 21.4 88.4 Maranhão 73.3 91. - Mato Grosso do Sul 92.0 100.4 0.0 .6 7.1 12. 100.8 ..2 Acre 100.3 Espírito Santo 96.2 78.6 16.3 93..1 29.3 13.0 .8 8.0 7.0 4.7 6.4 81..5 90...0 .9 87.. - Amazonas 83.5 98...9 34.. 6. - Tocantins 84.7 97.6 4.8 Ceará 95.3 39.7 Mato Grosso 100.5 3.

842 11.263 5.845 718 634 8 4 2./2012./2011 e dez.074 1.324 293.170 3.883 19.236 3.905 - - - - Mato Grosso 4.085 - - 114.414 1. (1) Os dados de 2012 referem-se ao relatório de jun.870 8 39 - - Roraima (1) 436 452 424 406 198 216 1.368 3.926 3.362 5.218 1.071 1.994 42 38 22 8 Rio Grande do Sul 14.176 2.211 1.206 3.. (-) Fenômeno inexistente.897 2.155 1.108 2. TABELA 26 · Presos no Sistema Penitenciário: Condenados.698 2.777 120 41 39 64 Distrito Federal 4.180 18.897 691 783 Acre 1.780 107 117 .968 5.712 45 45 - - Amapá 478 883 405 512 7 5 890 1.546 1. - Paraíba 3.065 675 613 17.089 13 14 1 1 Continua Fonte: Ministério da Justiça/Departamento Penitenciário Nacional – Depen.539 675 1.573 831 974 317 447 3.797 83 66 - - Espírito Santo 5.052 5.661 23.483 5 4 4 2 Alagoas 945 1.649 22.400 4 5 3 3 Amazonas 1.340 13.342 835 862 7.074 - - - - Santa Catarina 5.418 6.289 2.676 1.111 697 762 49 32 2.933 431 413 - - Pernambuco 5.143 5.071 3.) Informação não disponível.911 1.133 1.053 18.762 17.446 218.365 7.176 1.006 979 367 412 Sergipe 912 876 264 656 .092 2.791 6.015 6. 56 .724 567 607 5.244 10.196 3.293 3.400 4.631 2.929 4.745 2./2012 (.108 2.971 3.487 1.115 6 10 21 19 Minas Gerais 12.323 10.427 48 54 - - Ceará 4.873 1.458 8.052 755 995 476 665 2.200 569 491 6.282 21..021 3.078 149 - - - Pará 4. sob Medida de Segurança e Provisórios Unidades da Federação – 2011-2012 Condenados Medida de Medida de Regime Regime Regime Segurança Segurança Total Internação Tratamento Fechado Semi-Aberto Aberto Unidades da Federação 2011 2012 2011 2012 2011 2012 2011 2012 2011 2012 2011 2012 Total 203.987 9. Fórum Brasileiro de Segurança Pública.176 2. - 1.764 1.787 347 948 31 45 5.953 97 52 - - Rio Grande do Norte 2.694 71.156 3.282 626 722 395 512 2.889 126.413 3.587 5.052 10.903 33 25 - - Mato Grosso do Sul 5.833 229 329 17.307 5.303 426 463 3 - Piauí 503 598 277 282 118 102 898 982 22 20 .905 1.290 1.318 4.943 10.221 457 513 4.956 8. 1 Rio de Janeiro 10.059 5.000 4.901 6.509 21.383 3.058 1.004 2.983 146 155 5.687 1.227 3.702 139 125 1 - São Paulo 93.381 38 44 7.532 37 - 12 15 Tocantins 767 865 289 210 18 14 1.454 14.089 71 50 6.383 1 1 7.395 9.516 18 29 - - Bahia 2. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE.868 5.233 1.378 91 86 - - Paraná 8.205 8.265 4.177 8.322 44 46 - 1 Goiás 4.693 249 207 218 257 Rondônia 4.594 1.247 2.068 2.498 316.402 22.403 75.141 5. Referências: dez.022 2.644 1.628 7.228 103.852 18.838 6.759 24 19 - - Maranhão 1.

151 3.153 Amapá 931 637 1.388 5.505 11.163 11.086 29.924 2.676 20.226 11.569 45.482 Acre 1.624 4.206 4.092 9.901 27.740 16.241 Mato Grosso 5.685 11.100 Conclusão 57 .769 Santa Catarina 3.536 10.462 41.828 Sergipe 2.298 Minas Gerais 23.372 5.307 3.731 471.177 18.311 São Paulo 57.210 8.802 10.045 Amazonas 3.018 7.464 22.022 Pernambuco 15.850 28.733 Goiás 4.396 3.925 1.269 5.769 Piauí 1.805 4.400 6.828 2.179 1.511 11.301 4.814 Bahia 4.639 2.218 Maranhão 1.138 1.336 3.484 14.264 4.989 Paraíba 3.152 5.583 3.539 6.622 Distrito Federal 2.906 Rio Grande do Norte 1.181 2.243 Rondônia 1.818 195.060 190.845 Rio Grande do Sul 6.130 Tocantins 874 996 1.558 4.845 2.133 1.540 Pará 4.782 30. Provisórios Total Unidades da Federação 2011 2012 2011 2012 Total 173.185 10.364 7.819 3.339 7.843 174.056 3.164 17.723 Paraná 2.710 1.154 10.333 2.962 2.035 14.113 29.354 4.606 16.448 Roraima (1) 652 695 1.455 10.364 12.770 9.187 2.068 1.872 4.786 6.251 Ceará 7.798 62.259 8.254 515.545 Alagoas 1.537 26.927 Rio de Janeiro 10.399 Espírito Santo 4.003 25.440 11.613 Mato Grosso do Sul 3.

TABELA 27 · Distribuição dos presos no Sistema Penitenciário, por situação prisionária
Unidades da Federação – 2011-2012

em porcentagem
Condenados Sob Medida de Segurança Provisórios
Unidades da Federação 2011 2012 2011 2012 2011 2012

Total 62,3 61,3 0,8 0,7 36,9 38,0

Acre 68,9 70,0 0,2 0,2 30,9 29,8
Alagoas 64,9 65,3 1,3 1,1 33,8 33,6
Amapá 48,7 68,5 0,4 0,4 50,9 31,1
Amazonas 40,3 36,9 0,3 0,4 59,4 62,7
Bahia 54,4 52,9 0,5 0,5 45,1 46,5
Ceará 55,6 55,5 1,0 0,6 43,4 43,9
Distrito Federal 77,8 77,2 0,8 0,6 21,4 22,3
Espírito Santo 59,9 56,5 0,4 0,3 39,8 43,2
Goiás 61,3 60,3 0,2 0,2 38,5 39,6
Maranhão 57,7 44,9 - - 42,3 55,1
Mato Grosso 53,6 46,2 0,3 0,2 46,1 53,6
Mato Grosso do Sul 68,3 71,8 0,3 0,3 31,5 27,9
Minas Gerais 43,0 41,9 0,4 - 56,6 58,1
Pará 54,1 52,6 1,1 1,1 44,8 46,3
Paraíba 60,5 61,7 1,1 1,0 38,4 37,4
Paraná 87,2 86,0 2,1 1,9 10,7 12,2
Pernambuco 39,6 35,8 1,7 1,6 58,7 62,6
Piauí 31,6 33,5 0,8 0,7 67,7 65,7
Rio de Janeiro 61,8 61,3 0,3 0,2 37,8 38,5
Rio Grande do Norte 72,5 68,3 1,5 0,8 26,0 30,9
Rio Grande do Sul 76,5 74,2 1,6 1,6 21,9 24,2
Rondônia 83,0 78,8 0,1 0,5 16,8 20,7
Roraima (1) 61,9 60,7 - - 38,1 39,3
Santa Catarina 74,2 71,7 1,0 0,8 24,8 27,5
São Paulo 66,0 66,3 0,8 0,7 33,2 32,9
Sergipe 33,1 37,1 1,4 0,4 65,6 62,5
Tocantins 54,7 51,9 0,7 0,7 44,5 47,4
Conclusão

Fonte: Ministério da Justiça/Departamento Penitenciário Nacional – Depen; Fórum Brasileiro de Segurança Pública.
Referências: dez./2011 e dez./2012.
(1) Os dados de 2012 referem-se ao relatório de jun./2012
(-) Fenômeno inexistente.

58

TABELA 28 · Presos no Sistema Penitenciário, por sexo
Unidades da Federação – 2011-2012

Homens Mulheres
2011 2012 2011 2012 Total

Ns. Ns. Ns. Ns.
Unidades da Federação Absolutos % Absolutos % Absolutos % Absolutos % 2011 2012

Total 441.907 93,8 483.658 93,8 29.347 6,2 31.824 6,2 471.254 515.482

Acre 3.570 93,5 3.335 94,1 249 6,5 210 5,9 3.819 3.545
Alagoas 3.190 95,1 3.928 94,6 164 4,9 225 5,4 3.354 4.153
Amapá 1.698 92,9 1.934 94,6 130 7,1 111 5,4 1.828 2.045
Amazonas 4.881 90,4 6.191 90,9 519 9,6 623 9,1 5.400 6.814
Bahia 8.971 94,9 9.670 94,3 484 5,1 581 5,7 9.455 10.251
Ceará 15.382 95,2 16.862 95,7 782 4,8 760 4,3 16.164 17.622
Distrito Federal 9.643 94,3 10.758 94,4 583 5,7 641 5,6 10.226 11.399
Espírito Santo 11.181 92,9 13.390 90,9 854 7,1 1.343 9,1 12.035 14.733
Goiás 10.492 94,0 10.619 94,7 671 6,0 599 5,3 11.163 11.218
Maranhão 3.705 95,7 4.034 95,1 167 4,3 207 4,9 3.872 4.241
Mato Grosso 10.418 93,1 9.930 93,6 767 6,9 683 6,4 11.185 10.613
Mato Grosso do Sul 9.450 89,9 10.216 90,4 1.061 10,1 1.082 9,6 10.511 11.298
Minas Gerais 39.027 93,9 42.902 94,2 2.542 6,1 2.638 5,8 41.569 45.540
Pará 9.129 93,1 10.242 93,2 673 6,9 747 6,8 9.802 10.989
Paraíba 7.623 92,9 8.149 93,4 587 7,1 574 6,6 8.210 8.723
Paraná 19.350 94,6 20.763 94,3 1.114 5,4 1.259 5,7 20.464 22.022
Pernambuco 24.062 93,1 26.860 93,4 1.788 6,9 1.909 6,6 25.850 28.769
Piauí 2.724 95,7 2.811 96,0 121 4,3 116 4,0 2.845 2.927
Rio de Janeiro 25.996 93,6 29.221 94,5 1.786 6,4 1.685 5,5 27.782 30.906
Rio Grande do Norte 4.068 93,0 5.452 93,3 304 7,0 393 6,7 4.372 5.845
Rio Grande do Sul 27.102 93,1 27.341 93,5 2.011 6,9 1.902 6,5 29.113 29.243
Rondônia 5.740 90,6 6.817 91,5 599 9,4 631 8,5 6.339 7.448
Roraima (1) 1.545 90,4 1.585 89,6 165 9,6 184 10,4 1.710 1.769
Santa Catarina 13.423 91,9 15.157 92,9 1.183 8,1 1.154 7,1 14.606 16.311
São Paulo 164.298 94,4 179.552 94,1 9.762 5,6 11.276 5,9 174.060 190.828
Sergipe 3.375 94,9 3.930 95,2 183 5,1 200 4,8 3.558 4.130
Tocantins 1.864 95,0 2.009 95,7 98 5,0 91 4,3 1.962 2.100
Conclusão

Fonte: Ministério da Justiça/Departamento Penitenciário Nacional – Depen; Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE;
Fórum Brasileiro de Segurança Pública. Referências: dez./2011 e dez./2012.
(1) Os dados de 2012 referem-se ao relatório de jun./2012.

59

TABELA 29 · Presos no Sistema Penitenciário, vagas existentes,
razão entre presos e vagas e déficit de vagas
Unidades da Federação – 2011-2012

Vagas Razão presos/
Presos Déficit de vagas
existentes vagas

Unidades da Federação 2011 2012 2011 2012 2011 2012 2011 2012

Total 471.254 515.482 295.413 303.741 1,6 1,7 175.841 211.741

Acre 3.819 3.545 1.774 1.959 2,2 1,8 2.045 1.586
Alagoas 3.354 4.153 1.269 1.113 2,6 3,7 2.085 3.040
Amapá 1.828 2.045 850 850 2,2 2,4 978 1.195
Amazonas 5.400 6.814 3.076 2.576 1,8 2,6 2.324 4.238
Bahia 9.455 10.251 6.993 4.629 1,4 2,2 2.462 5.622
Ceará 16.164 17.622 10.478 10.610 1,5 1,7 5.686 7.012
Distrito Federal 10.226 11.399 6.441 6.341 1,6 1,8 3.785 5.058
Espírito Santo 12.035 14.733 11.100 12.536 1,1 1,2 935 2.197
Goiás 11.163 11.218 6.891 7.085 1,6 1,6 4.272 4.133
Maranhão 3.872 4.241 1.945 2.219 2,0 1,9 1.927 2.022
Mato Grosso 11.185 10.613 5.760 5.760 1,9 1,8 5.425 4.853
Mato Grosso do Sul 10.511 11.298 6.628 6.701 1,6 1,7 3.883 4.597
Minas Gerais 41.569 45.540 27.488 27.017 1,5 1,7 14.081 18.523
Pará 9.802 10.989 6.351 7.200 1,5 1,5 3.451 3.789
Paraíba 8.210 8.723 5.394 5.394 1,5 1,6 2.816 3.329
Paraná 20.464 22.022 14.500 17.942 1,4 1,2 5.964 4.080
Pernambuco 25.850 28.769 10.567 11.478 2,4 2,5 15.283 17.291
Piauí 2.845 2.927 2.155 2.238 1,3 1,3 690 689
Rio de Janeiro 27.782 30.906 24.096 24.215 1,2 1,3 3.686 6.691
Rio Grande do Norte 4.372 5.845 3.581 2.512 1,2 2,3 791 3.333
Rio Grande do Sul 29.113 29.243 20.315 21.447 1,4 1,4 8.798 7.796
Rondônia 6.339 7.448 4.056 4.672 1,6 1,6 2.283 2.776
Roraima (1) 1.710 1.769 1.106 1.106 1,5 1,6 604 663
Santa Catarina 14.606 16.311 8.656 9.806 1,7 1,7 5.950 6.505
São Paulo 174.060 190.828 100.034 102.312 1,7 1,9 74.026 88.516
Sergipe 3.558 4.130 2.235 2.235 1,6 1,8 1.323 1.895
Tocantins 1.962 2.100 1.674 1.788 1,2 1,2 288 312

Fonte: Ministério da Justiça/Departamento Penitenciário Nacional – Depen; Conclusão

Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE; Fórum Brasileiro de Segurança
Pública. Referências: dez./2011 e dez./2012.
(1) Os dados de 2012 referem-se ao relatório de jun./2012

60

61 .

0 318 35. TABELA 30 · Perfil dos presos no Sistema Penitenciário.149 25.125 19.5 São Paulo 21.6 2.6 378 35.7 412 17.1 772 17.2 360 34.2 Rondônia 1.225 23.1 Rio de Janeiro 1.8 Fonte: Ministério da Justiça/Departamento Penitenciário Nacional – Depen.9 Alagoas 239 10.5 925 17.6 Rio Grande do Sul 44 0.6 1.7 977 20.0 2.2 1.7 2.8 3. (1) Os dados desagregados divergem do total da população carcerária informado na tabela 25 em função de inconsistências no preenchimento realizado pelas unidades prisionais no campo de "Perfil do Preso" do Infopen.8 Goiás 1.671 23.7 2.6 2.5 2.4 Mato Grosso do Sul 1.9 7.2 3.1 790 28.1 4.278 15.1 Piauí 154 16.785 26.8 934 43.3 Roraima (2) 122 11.2 5.6 741 30.0 1.8 2. Ns.1 997 36.080 41. Ns.1 270 17.6 Distrito Federal 648 8.4 3.021 55.8 4.703 21.9 310 30.5 869 15.3 675 28.547 31.8 272 27.5 5.9 2.4 158 17.551 24.7 86.9 701 20.3 382 24.5 2.4 3.5 724 26.159 23.246 26.0 1.669 18. Ns.322 18.2 2.814 18.043 24.1 1.1 7.9 228 24.1 1.8 570 36.397 25.330 28.9 2.7 665 40.4 1.4 717 20.673 23.6 30.108 32.3 2.529 21.2 1.9 Espírito Santo 1.7 85.8 Santa Catarina 2.8 347 12.7 367 26.6 Rio Grande do Norte 520 18.8 386 35.792 34.193 17.1 54.637 25.6 Paraná 6.264 24.458 21.429 32. Fórum Brasileiro de Segurança Pública.3 318 28.783 29.7 399 11.747 29.5 324 29.6 2.986 29.1 Bahia 958 18.3 1.8 20.3 864 28.037 25.0 1.436 28.9 1.051 36. Ns.0 1. .170 24. por tempo total das penas Unidades da Federação – 2011-2012 Até 4 anos Mais de 4 até 8 anos Mais de 8 até 15 anos 2011 2012 2011 2012 2011 2012 Absolutos Absolutos Absolutos Absolutos Absolutos Absolutos Ns.5 483 20.178 24.533 31.748 26.4 28.952 23.8 746 27.369 29.391 29.3 1.1 601 27.3 966 28.8 39.403 23.878 23.0 366 30.1 1.8 3.8 3.1 Minas Gerais 7.023 30.7 Amapá 280 31.1 395 36.006 39.824 25.825 21.3 367 23.596 26.1 359 29.1 Amazonas 534 24.928 20.802 21.8 Pernambuco 2.033 21.224 30.6 456 32.3 310 22.068 50.3 1.8 967 31.6 101 9.3 753 12.567 30.5 1.409 38.680 31.3 249 15. composto por indicadores não-obrigatórios.4 1.2 1.588 25.1 1.112 30.7 1.256 28.690 25.263 28.2 197 17.075 22.158 14.126 24.1 Paraíba 705 22.2 468 21.6 1.557 28.0 1.6 751 33.203 22.570 60.6 3.2 Tocantins 176 16.2 63.9 718 23.3 308 28. Ns.9 4.4 2.668 24.3 1.625 35.0 2./2012 62 .294 24.7 153 15.0 Pará 938 17.4 386 36.6 860 18. % % % % % % Unidades da Federação Total 54.604 36.8 1.838 23.4 2.343 38.9 1.1 1. (2) Os dados de 2012 referem-se ao relatório de jun. Continua (-) Fenômeno inexistente.5 608 23.8 2.2 1.0 871 36.828 16.5 Ceará 357 11.1 Acre 402 15.3 303 32.099 36.8 1.640 29.3 3.1 495 23.258 11.3 .600 19.4 67.5 2.0 380 23.9 1.3 187 15.262 25.245 14.3 1.7 2.794 33.4 Sergipe 184 11.759 36.1 3.278 17.486 24.075 28.285 22.3 40.950 32.224 21.2 Maranhão 248 11.322 20.4 Mato Grosso 1. 3.4 714 30.5 3.1 3.1 465 29.428 22.

6 53 2.7 8.1 221 3.7 413 7.481 7.8 100 9.1 32.3 1.0 34 1.3 10. Mais de 15 até 20 anos Mais de 20 até 30 anos Mais de 30 anos Total (1) 2011 2012 2011 2012 2011 2012 Absolutos Absolutos Absolutos Absolutos Absolutos Absolutos Ns.019 15. Ns.595 26.7 780 9.4 397 8.4 115 10.372 Distrito Federal 960 11.4 5.8 1.860 Sergipe 166 10. .1 23.0 64 6.6 2. Ns.8 5.172 2.9 28432 9.1 96 5.361 13.5 89 2.8 888 8.193 6.703 8.2 3.5 .579 Paraná 1.7 806 9.3 14.7 132 9.6 104 4.1 295 3.0 17.6 1.481 Ceará 360 11.175 14.9 691 15.0 28 1.1 400 6.9 6.7 765 4.4 238 4.338 Piauí 103 11.9 383 11.3 3.888 13.0 295 9.7 132 4.6 790 9.9 35 3.104 Conclusão 63 .9 85 5.2 146 2.2 255 4.563 11.9 657 3.616 123.056 1.0 119.9 820 10.4 87 9.3 421 15.3 1.032 5.3 189 8.8 7480 6. 31 2.635 1.3 2.1 696 9.6 1.4 138 4.086 9.8 1.325 8.6 161 10.387 Goiás 933 13.9 99 9.6 406 8.2 265 3.3 53 5.8 55 5.962 5.802 Maranhão 169 8.0 300 4.3 13.7 3.6 193 5.2 135 13.3 2.763 8.0 .200 Alagoas 272 12.0 1.207 8.064 5.873 4.8 92 4.088 1.6 7.028 4.078 Pará 239 4.1 163 6.1 1. 14887 50.1 253 5.325 11.0 49 0.389 4.838 21.6 485 2.9 1.8 554 8.5 100 10.4 203 3.146 Minas Gerais 1. Ns.693 11.0 2.745 3.9 3.183 6.3 53 1.3 455 4.062 10.7 273.9 139 8.5 7.554 Espírito Santo 631 8.885 Acre 311 11.9 6.594 11.2 152 9.2 206 4.757 Amapá 51 5.465 Pernambuco 1.6 41 3.7 24.037 293.2 894 1.414 5.073 Santa Catarina 945 8.5 752 7.453 São Paulo 13.423 7.547 Roraima (2) 104 9.407 Bahia 616 11.5 34 3.6 975 11.0 254 7.8 8.2 84 3.5 471 10.9 13.317 Rio Grande do Norte 271 9.348 13.4 901 10.631 1.5 18.5 1.0 31 2.4 195 4.2 96 4.408 Amazonas 110 5.0 10.860 8.3 68 2.8 1.7 112 8.1 185 3.6 597 8.9 1.5 78 2.367 29.1 780 6.219 2.053 3. Ns.308 6.374 Mato Grosso 534 8.9 95 8.0 313 13.6 6.8 1.1 251 8.360 7.8 2.961 Mato Grosso do Sul 789 10.870 8.283 19.567 19. .4 75 6.2 76 6.003 Rio de Janeiro 849 9. % % % % % % 2011 2012 Unidades da Federação Total 30.6 159 10.487 11.6 447 6.8 350 3.9 552 11.5 150 5.8 401 7.3 71 3.0 901 8.5 4.2 2.039 1.487 Rio Grande do Sul 3.030 11.7 1.7 320 9.4 963 12.253 Rondônia 412 8.2 671 8.1 324 7.236 10.8 114 9.3 479 2.191 5.0 165 6.4 1.1 338 7.5 160 3.7 98 8.249 8.3 252 11.9 32 3.009 11.4 321 11.120 2.0 470 6.4 920 1.2 535 6.8 471 14.118 4.6 140 8.0 10.8 9. Ns.6 525 5.897 Paraíba 339 10.4 197 3.582 Tocantins 102 9.862 6.9 977 17.1 518 5.2 112 5.0 137 8.

2 377 21.1 971 27.8 1.336 38.4 São Paulo 48.9 1.5 2.331 28. TABELA 31 · Perfil dos presos no Sistema Penitenciário.117 26.7 93. (1) Os dados desagregados divergem do total da população carcerária informado na tabela 25 em função de inconsistências no preenchimento realizado pelas unidades prisionais no campo de "Perfil do Preso" do Infopen.5 379 22.4 5.2 669 17.9 745 17.374 20.0 11.368 27.3 Piauí 930 32.9 572 27.075 28.570 24.6 2.3 5.122 27.0 403 23.9 3.4 1.018 23.0 8.5 1.716 31.3 3.874 26.5 2.8 Amazonas 1.880 20.796 27.6 1.3 3.9 122.650 16.5 Ceará 3. % % % % % % Unidades da Federação Total 134.082 19.143 18.105 21.1 6.7 1.766 15.726 33.361 26.7 528 26.7 3.4 42. Ns.5 Pará 3.5 1.015 27.726 30.7 2.8 Continua Fonte: Ministério da Justiça/Departamento Penitenciário Nacional – Depen.099 26.4 4.916 24.1 2.2 Bahia 2.4 6.811 29.265 18.185 21.9 1.773 34. Ns.682 26.8 670 16.748 32.439 30.2 3.174 27.9 866 20.1 7.2 1.595 25.400 17./2012 64 .6 381 21.5 5.1 Rio de Janeiro 8.7 42.497 39.969 17.237 30.095 24.1 Sergipe 1.505 23.5 668 19.100 13.2 4.287 29.3 2.298 18.792 17.3 Rio Grande do Norte 1.7 1.2 358 18.9 2.618 38.794 28.0 1.304 26.1 3.5 2.853 20.4 Goiás 3.459 30.3 2.3 1. por faixa etária Unidades da Federação – 2011-2012 18 a 24 anos 25 a 29 anos 30 a 34 anos 2011 2012 2011 2012 2011 2012 Absolutos Absolutos Absolutos Absolutos Absolutos Absolutos Ns.6 2.502 35.825 24.376 29.3 Alagoas 929 27.2 855 16.0 4.5 187 10.3 2.0 1.607 16.029 28.075 18.5 117.7 895 44.6 2.7 2.347 35.493 31.779 24.1 2.103 28.184 28.6 3.4 2.4 7.199 18.404 29.043 18.4 3.451 19.910 25.2 1.2 5.9 2.299 20.792 29.7 863 29.892 16.5 855 25.1 1.3 2.925 22.8 1.1 3.3 5.988 30.814 15.4 7.970 30.465 35.3 Santa Catarina 4.8 31.9 3.4 Mato Grosso do Sul 2.7 1.723 26.894 25.6 850 18.9 3.7 1.3 3.331 30.2 2.2 1.891 19.277 20.346 30.158 21.0 5.3 1.3 Minas Gerais 12.441 31.260 33.165 27.987 18.536 24.9 1.8 Roraima (2) 315 18.946 26.139 20.4 9.274 30.5 817 28.5 Rio Grande do Sul 6.1 1.240 31.2 862 10.2 2.028 31.6 5.2 589 20.8 8.4 6.100 19.0 235 11.022 25.808 26.614 23.7 Paraná 5.247 25.501 29.715 15.8 550 29.034 25.6 3.4 1.1 695 19.9 2. Fórum Brasileiro de Segurança Pública.409 24.0 Mato Grosso 3.7 816 27.297 20.706 25.549 19.7 4.2 4.436 27.3 84.078 35. (-) Fenômeno inexistente.3 6.455 17.9 Amapá 854 45.339 20.4 353 20. Ns.1 858 20.0 2.805 19.2 Acre 1.741 18.0 1.748 26.012 23.8 2.9 519 18.0 3.8 Maranhão 1.574 30.3 49.9 643 16.6 Paraíba 1.3 Tocantins 593 30.301 25.347 37.722 29.2 5.690 38.291 31.0 1. Ns.8 602 17.1 1.106 24.7 33.3 3.1 2. Ns.2 582 27.457 31.035 19.855 25.449 16.4 2.2 14.3 1.4 608 30.7 879 23.222 19.1 Rondônia 1.275 15.618 25.873 28.9 Distrito Federal 3.9 7. (2) Os dados de 2012 referem-se ao relatório de jun.4 5.4 9.6 143.252 31.2 395 18.671 18.1 Pernambuco 7.1 Espírito Santo 4.887 19.939 28. composto por indicadores não-obrigatórios.5 1.

4 4 0.325 7.8 3.623 6.906 Rio Grande do Norte 745 17. .164 17.5 7.262 19.408 7.9 29.2 2.631 16.4 2.0 651 7.0 788 7.989 Paraíba 751 9.8 443 15.206 10. 22 0 5.415 14. .243 Rondônia 1.078 8.620 12.3 3 0.656 6.377 8. .1 . .9 6. % % % % % % 2011 2012 Unidades da Federação Total 76.3 8.8 7.251 Ceará 2. .8 146 7.5 142 7.0 10.361 20.113 29. 2.821 3.1 796 6.8 2.1 4.4 10.511 11.466 15.2 159 0.8 .6 1. 1.0 4.646 7.932 17.4 14 0. .4 110 0.751 Goiás 1.5 1 0.0 898 8.7 2.7 10.5 1.3 1. .100 Conclusão 65 .8 173 4.355 9.062 São Paulo 27.932 19.8 .6 933 14.713 6. .5 29 0.009 9.7 213 5.599 Rio Grande do Sul 6.4 25.231 7.0 4.552 8. .4 834 7.370 Espírito Santo 1.704 14.641 45.2 2. .845 2.8 16.802 10.3 1.6 5.690 6. 1.8 184 4.464 22.1 89 0. . .1 182 6.297 Mato Grosso 1.337 Minas Gerais 6.540 Pará 1.390 21.7 645 6. 35 a 45 anos Mais de 45 anos Não informado Total (1) 2011 2012 2011 2012 2011 2012 Absolutos Absolutos Absolutos Absolutos Absolutos Absolutos Ns.511 13.2 279 6.8 631 15.0 774 13.0 1.4 1. Ns.2 183 8.9 38 0.4 368 17.0 407 5.534 13.678 166.639 4.073 9.0 18 0. .8 10.5 44 1.1 9.702 16.2 454.963 2.163 11. 3 0.6 275 15.1 .040 12.0 1.1 29.677 17.0 6 0.414 Distrito Federal 1.0 49 0. 11.5 3.5 3.4 221 3.8 3.5 37 0.7 501 5.554 14.782 30.769 Santa Catarina 2.6 1. 20.735 15.5 4 0.035 14.455 10.052 Maranhão 446 12.0 159.099 Tocantins 342 17.3 1.2 39.844 28. .480 Alagoas 627 18.2 115 2.674 Paraná 3.2 325 7.736 Mato Grosso do Sul 2. .8 610 6.148 Acre 433 11.7 205 1.4 216 7.472 22.6 938 6.155 5.870 18. 1.755 Piauí 393 13.643 486.9 23 0.3 133 7.535 16. .985 17.5 161 4.050 9.087 10.073 14. Ns.4 33.4 216 5.383 Roraima (2) 363 21.351 8.1 3.866 6. 3.251 7.748 4.7 250 14. .736 15. .1 331 6.0 136 3.529 17.354 4.078 19.3 410 11.6 .415 15. Ns.185 10.2 14.4 1.927 Rio de Janeiro 5.226 10.878 19. Ns.6 700 15.4 81 0.4 36.240 4. .7 5.8 .0 6. .4 144 1.6 464 7.2 383 21.5 .3 2.0 2 0.0 .425 16.602 16.0 . .4 27.8 614 5.2 73 0.6 2. .297 1.4 629 6.658 18.8 1.093 Pernambuco 4.5 1.370 8.3 2.6 .7 .551 14.154 13. . .3 559 13.2 735 6. 3.7 .069 10. 11.1 3.683 16. .710 1. .558 44.892 Bahia 1.7 679 16.755 1.4 12.7 1. 3.6 127 0. .4 2. Ns. .3 275 8.0 488 4.996 Amazonas 669 13.671 16.0 426 6.8 9.9 84.640 16.1 417 3.1 112 5.3 114 0.6 273 5.271 18.869 1.037 16.3 35 0.6 1.2 2.280 Sergipe 593 15.036 15.7 1.6 2.204 18. . .153 Amapá 145 7.

1 Paraná 13.1 2.4 783 40.348 29.7 75.320 15.8 4.133 19.048 61.6 Amazonas 652 12. Ns.7 82.2 4.648 24.087 24.8 1.6 2.167 11. TABELA 32 · Peril dos presos no Sistema Penitenciário.5 5.1 1.472 24.319 21.0 Tocantins 350 17.1 7.3 Continua Fonte: Ministério da Justiça/Departamento Penitenciário Nacional – Depen.2 4.0 335 19.895 61.538 21.998 57.2 1.6 19.9 513 15.426 21.905 11.1 5.1 Rio de Janeiro 7.775 53.392 66.9 5.842 8.9 1.4 2.257 29.188 85.356 18.7 Paraíba 768 10.9 13.132 11.3 Rio Grande do Sul 19.055 36.6 287 8.7 Goiás 2.3 995 21.1 São Paulo 74.0 746 17.267 60.2 Piauí 308 10.2 225 12.887 43.9 17.5 1.5 Bahia 1.5 458 22.0 616 10.2 3.1 1.8 Acre 283 7.673 79.197 47.232 18.074 25.7 1.7 296 8.3 5.2 Rondônia 1.422 65.259 66.0 5.333 43.3 927 13.8 3.1 488 11.2 Roraima (2) 225 13.7 1.5 20.838 10.8 377 22.7 8.3 2.5 1.8 Mato Grosso 2.6 18.6 Santa Catarina 8.2 8.4 6.6 212.935 20.908 20.0 5. Fórum Brasileiro de Segurança Pública.8 2./2012 66 .6 4.1 2.9 457 11.654 12.8 361 12.4 517 8.6 249 6.5 562 10.506 66.9 3.5 7.737 82. Ns. Ns.516 29.248 37.7 4.6 Espírito Santo 2.3 752 18.214 74.439 58.348 13.051 61.807 48.6 5.0 Alagoas 758 22.3 1.106 19.6 1.703 21.246 13.1 6.0 801 11.881 67.1 1.151 65.350 42.3 453 15.561 15. Ns.7 5.384 66.850 29.9 62.934 66.008 20. (2) Os dados de 2012 referem-se ao relatório de jun.996 17.9 580 19.6 1.4 Pernambuco 5.177 18.321 55.4 5.2 76.860 12.277 74.576 25.842 18.0 Pará 1.3 3.6 2.610 36.3 Sergipe 466 12.6 Minas Gerais 11.7 7.639 15.9 2.536 35.075 25.6 173.9 1.1 394 20.718 24.0 198.618 43.281 16.137 29.820 16.178 60.435 22.6 26.1 695 34.102 75.7 12.7 727 35.9 2.387 27.5 1.6 2.5 1.2 1.741 60.0 14.041 74.999 53.500 22.246 11.6 9.1 7.499 14.123 43.763 60.3 6.0 4.181 54. por cor da pele/etnia Unidades da Federação – 2011-2012 Branca Negra Parda 2011 2012 2011 2012 2011 2012 Absolutos Absolutos Absolutos Absolutos Absolutos Absolutos Ns.452 46.2 Distrito Federal 2.1 4.903 20.454 14.8 2.5 1.7 4.387 53.405 23.9 3.068 45.5 2.949 57.4 2. Ns.5 5.969 58.2 6.276 29.305 43.492 24.0 1.824 73.0 1.7 3.147 11.0 1.1 2.0 9.667 32.100 25.7 2.9 2. (-) Fenômeno inexistente.669 12.208 40.1 1.434 7.0 1.327 12.8 357 17.5 Ceará 1.384 20.3 2.499 56.6 2.8 1.968 46.6 27.6 3. % % % % % % Unidades da Federação Total 166.9 442 10.8 14.2 476 22.6 13.920 16.624 17.926 41.200 50.889 62.666 10.0 435 22.022 25.914 24.3 1.7 1.430 39.7 59.608 61.197 10.200 60.968 28.3 Maranhão 807 21.593 24.169 22.514 15.4 1.0 Rio Grande do Norte 1.8 7.047 28.8 Mato Grosso do Sul 3.9 913 14.9 Amapá 540 28.078 73. composto por indicadores não-obrigatórios.4 6.6 1.8 1.078 46.2 1.1 3. (1) Os dados desagregados divergem do total da população carcerária informado na tabela X em função de inconsistências no preenchimento realizado pelas unidades prisionais no campo de "Perfil do Preso" do Infopen.1 7.666 16.4 4.928 53.686 22.1 6.

641 45.041 Amazonas 44 0.4 5 0.5 4 0.852 4.1 . . . % % % % % % 2011 2012 Unidades da Federação Total 2.6 15 0.3 2 0.0 5.3 135 0.464 21. .754 Santa Catarina 178 1.243 Rondônia 26 0. .737 Mato Grosso do Sul 11 0. . .312 Minas Gerais 682 1.2 115 0.1 127 0. .924 2.5 15 0.5 66 1.989 Paraíba 8 0. 5 0.4 56 0.5 13 0.2 18 0.411 Distrito Federal 44 0.8 3.0 34 0.2 847 0. .3 45 0. .3 23 0. . 1.3 69 1.3 25 0.455 10.0 1.5 771 0. .881 Bahia 16 0.1 7.809 2.241 4.1 .906 Rio Grande do Norte 39 0. .185 10.4 486 6.3 39.5 49 0. 15 0.4 21 1.4 69 0.1 29.3 .0 25 0.2 6 0.9 454. .4 6.540 Pará 106 1.153 Amapá 169 8.3 25.251 Ceará 153 0.2 138 0. 55 3.963 2. 47 1.3 30 0. .9 29 0.0 13 0.1 37 0. .0 8 0.180 0.4 55 0.3 13 0.7 5.0 129 1. .2 10.2 4 0.760 Piauí .163 11. .8 1.6 3.2 16 0. .0 27.2 365 0.5 54 0.3 79 0. Ns. .3 160.839 28.1 11.2 120 0.1 38 0.1 18 0.4 101 0. .4 13.9 163 1.9 175 1.0 722 1. .710 1.0 22 0.1 105 1.1 4 0. .2 1.0 57 1.8 73 1.938 Acre 3 0. 5 0.999 2.1 10 0.720 4. 3.319 4.555 5.436 Roraima (2) . Ns.0 11 0.314 0.9 43 0.3 2 0. Ns.1 102 0.8 17 0.802 10. Amarela Indígena Outras Total (1) 2011 2012 2011 2012 2011 2012 Absolutos Absolutos Absolutos Absolutos Absolutos Absolutos Ns. . . 3 0.1 1 0. .1 3 0. . .0 287 2.0 440 0.4 4 0.370 Espírito Santo 18 0.4 5.3 2.5 4. 608 2.656 6.7 615 1.1 26 0.012 São Paulo 320 0.2 . .4 165 1.2 6 0.1 69 0.2 14.0 61 0.932 Pernambuco 40 0.3 222 2.313 Mato Grosso 98 0.184 166.623 485. 11.2 1.0 144 1. 20.2 31 0. . 3.226 10.418 5. .164 17.4 .1 26 1.4 130 1.354 4.0 3.0 66 1.8 41 0. .6 2.340 33. . .0 . .1 3 0.110 Tocantins .2 40 2.2 17 0. Ns. .4 266 1. .927 Rio de Janeiro 9 0.7 16.0 1 0.511 11.751 Goiás . .109 8.1 1 0. .3 9.1 .1 20 0.052 2. .7 1.1 65 1.045 Maranhão 55 1. .1 162 1.8 125 6.8 1 0.588 36.4 9 0.3 10.6 .0 140 1.1 7 0.241 31.4 146 1.5 2.9 12. . .338 Alagoas .845 2. 9.9 39 0. .782 30.100 Conclusão 67 .032 14. Ns.8 .1 20 0.9 14 0.463 16. .0 12 0. . . .113 29. .014 Paraná 58 0. 37 1.963 Sergipe 68 1.729 3. . .2 7 0.4 10.340 30.649 Rio Grande do Sul 35 0.

519 1.398 23.709 1.007 1.455 20. Falsidade Ideológica. (3) Inclui os itens Estupro. Sinal e Documentos Públicos. Corrupção Passiva.117 480 379 93 51 Piauí 623 1.179 203 38 4 3 - Rio Grande do Sul 1.655 707 308 81 28 20 Mato Grosso do Sul 1.229 2.2012 Quantidade de crimes tentados/consumados Código Penal por particular contra Crimes contra a fé Crimes praticados Crimes contra os a administração Crimes contra a Crimes contra o Crimes contra a Crimes contra a administração paz pública (4) patrimônio (2) costumes (3) pública (5) pública (6) pública (7) Brasil e pessoa (1) Unidades da Federação Brasil 64. Homicídio Qualificado e Seqüestro e Cárcere Privado.274 450 165 6 41 Espírito Santo 2.224 % 11. Furto Qualificado. Selos.278 286 246 28 92 Pernambuco 6.898 164 614 Sergipe 715 2.975 21.177 864 295 89 28 8 Paraíba 1.414 5. Roubo Qualificado. Falsificação de Papéis.8 0.202 252 813 7 Distrito Federal 3. Tráfico Internacional de Pessoas. Extorsão Mediante Seqüestro. Receptação Qualificada.096 441 325 105 105 25 Rondônia 941 2.163 494 254 138 3 128 Rio Grande do Norte 800 2.504 9.9 49.814 798 169 63 15 11 Maranhão 727 2.111 1.490 502 162 95 3 28 Minas Gerais 4. Estelionato.949 198 117 37 8 9 Bahia 1. (-) Fenômeno inexistente.653 4.554 602 496 15 108 Pará 1.874 4.9 0. Apropriação Indébita.953 11. Corrupção de Menores.588 6.838 505 307 270 52 31 Goiás 1.319 210 102 20 .1 3.055 3. TABELA 33 · Quantidade de crimes tentados/consumados Unidades da Federação .946 13.217 242 273 61 8 1 Mato Grosso 1.075 458 356 53 20 9 Paraná 2.290 1.479 857 192 76 5 6 Ceará 5.2 Acre 582 959 159 8 4 6 4 Alagoas 1. Receptação. (4) Inclui o item Quadrilha ou Bando.576 1. (6) Inclui os itens Peculato.3 0.036 10. - Tocantins 317 674 134 46 13 3 2 Continua Fonte: Ministério da Justiça/Departamento Penitenciário Nacional – Depen.608 198 214 11 7 - Amapá 421 805 112 91 51 6 5 Amazonas 727 1.213 1.208 9.765 1.404 397 74 51 13 São Paulo 18. (2) Inclui os itens Furto Simples. Uso de Documento Falso. Extorsão. (1) Inclui os itens Homicídio Simples. Fórum Brasileiro de Segurança Pública.9 1. Concussão e Excesso de Exação.708 4.333 115. Atentado Violento ao Pudor.568 1.736 267.940 8.274 206 68 7 3 - Rio de Janeiro 660 6. Apropriação Indébita Previdenciária. (5) Inclui os itens Moeda Falsa. Tráfico Interno de Pessoas. Roubo Simples.924 1. 68 .479 1.593 4.402 5.370 256 33 20 5 9 Roraima 193 417 97 9 1 1 2 Santa Catarina 2. Latrocínio.557 4.

890 3. 33 2. 69 . . . 7 .077 16.023 36. 7 3 197 4. 13 1 290 3.507 38. . 60 5. (9) Inclui os itens Porte Ilegal de Arma de Fogo de Uso Permitido. 2.815 2.402 Rio Grande do Sul 180 .173 116 3. .465 % 0.012 Mato Grosso 7 . .394 22.670 Sergipe .6 Acre .709 Conclusão (7) Inclui os itens Corrupção Ativa.215 18. . 8 666 5 1.867 210.862 1.009 409 5. Comércio Ilegal de Arma de Fogo. 51 1.724 São Paulo 278 1 36 9 599 57.455 2.130 6.2 0. 1 1 89 1. 32 5 43 428 63 2.617 Minas Gerais 117 3 35 36 21 8. .433 Goiás 65 . 13 1.198 30. Quantidade de crimes tentados/consumados Legislação específica Estatuto da criaça e Lei Maria da Penha Crimes de Tortura desarmamento (9) Entorpecentes (8) Crimes contra o meio ambiente adolescente Estatuto do Genocídio Total Brasil e Unidades da Federação Brasil 1.176 Pernambuco 192 . (8) Inclui os itens Tráfico de Entorpecentes. 8 . 2 7 196 1. . 57 1.046 Maranhão 6 . 4 .767 Paraíba 50 .3 5. 6 11 550 5.818 Tocantins 17 2 4 .747 26. 45 392 60 1.754 Roraima .129 Bahia 1 . . 9. 19 36 52 5.861 2. 41 464 34 2.7 25. .821 317 11. . 2 .062 Alagoas 5 .835 138.291 8 218 142 3.0 0.0 0. 4 7 . 3 . 6 2 312 2.971 1. .226 260 11.624 Pará 16 .099 62 4. 12 477 3.073 Amazonas 7 . . 38 779 224 4.546 Rondônia 20 . 58 3. Posse ou Porte Ilegal de Arma de Fogo de Uso Restrito.405 28.969 1.0 0. .279 575 13.342 17.048 Ceará 0 .866 143 5. .768 Piauí 3 .321 756 20.087 302 4. .558 Rio Grande do Norte 1 . Disparo de Arma Fogo. Tráfico Internacional de Arma de Fogo.420 2. . .440 337 11.338 Mato Grosso do Sul 18 .178 Paraná 65 .107 10. Contrabando ou Descaminho. .723 Rio de Janeiro .056 662 10.612 429 6.357 Distrito Federal 86 .304 Amapá 11 .107 2.438 545. 3 .399 Santa Catarina 80 0 9 7 286 5.230 Espírito Santo 66 2 17 5 256 6. 63 1. Tráfico Internacional de Entorpecentes.

concentram-se em algumas a necessidade da prisão do acusado. professor da PUCRS e pesquisador do INCT-InEAC. Entre as UFs com taxas 62. sem contraria a legislação. e Pernambuco são os estados com o maior tornando a geografia do encarceramento no percentual de presos provisórios. o Estado de São A população carcerária brasileira no ano de Paulo.403/2011).8% estavam no sistema penitenciário processo penal (Lei 12. com 606.7. Do total de presos no país em efetividade da nova lei de cautelares no 2012. São perfis de acusados.843 presos aguardando julgamento naquele de 18 anos.8% estavam presos em razão da aplicação com os que se encontravam sob custódia da de medida de segurança. 2012. com 65.058. Chama atenção o fato de que. em um total de 195.841 vagas.3% do total. ano. e o Espírito Santo. respectivamente.176. 1% a menos vaga no sistema. por períodos que chegam a Federal.867. seja por resistência dos com 6. com 2. com 633.7 presos por representando 61. Já em fazem o papel de mulas para o tráfico internacional. juízes. com exceção de Conforme os dados do DEPEN. com das garantias processuais para determinados 701. Em números absolutos. situação irregular que para a garantia do andamento do processo.7 presos por 100 mil habitantes maiores 62.304 ao judiciário uma série de novas possibilidades sob custódia das polícias. Em 2011. num Do total de presos no Brasil em crescimento de 20% no curto período de um 2012. Em termos proporcionais. fortes do colapso do nosso sistema de justiça representavam em 2012 38% do total. do Paraná. Essa taxa varia muito de Unidade estado. 316. ainda pouco utilizado. Rio de Janeiro.4. entre as quais os estados quais o monitoramento eletrônico do preso. Taxas tão de encarceramento acima da média nacional. que acabam por responder Paulo. o aumento São Paulo e Espírito Santo. com um total de de 401. que se mantém no ano de 2012. o Distrito ao processo presos.7%. com 575.741.290 presos. o que permite supor que as carcerárias. Os presos em de Segurança Pública são um retrato em tons situação provisória. este número passa para 211.1. da opção pelo encarceramento no Brasil não os demais estados são todos das regiões Norte é acompanhado pela garantia das condições e Centro-Oeste. até 2 anos ou mais. com 699.2% sob custódia das polícias. a mais do que no ano anterior. Os 34. e o Maranhão. Rondônia. maior população carcerária de constante na última década. seja pela falta de estrutura nos estados. com e o crescimento das facções criminais. o encarceramento de pequenos traficantes que o déficit era da ordem de 175. com 780.7% e 62. com 4. São Paulo. sozinho. reflete a pouca toda a história.786 presos número de presos provisórios. Roraima. a disseminação de doenças resultado da política de guerra às drogas. de Minas Gerais. O crescimento do polícia. Os dados sobre presos do Anuário Brasileiro do que no ano anterior. chegamos a um total de 549. com 626. chegando a média nacional a 1. representa 32% do total de 2012 representava uma taxa de encarceramento presos provisórios do país. que deu e 6.6%.2. Brasil bastante variável. Os restantes Somando o total de presos no sistema prisional 0.8 por cem mil com a morosidade judicial e a não efetivação habitantes maiores de 18 anos. entre as unidades da Federação. da região Sudeste. elevadas de presos provisórios estão relacionadas destacam-se o Acre.920.2. com 1.731. O sistema penitenciário brasileiro Rodrigo Ghiringhelli de Azevedo 1 1 Sociólogo.071 estavam cumprindo pena. o Mato Grosso do Sul. com 9.9. 1% criminal e segurança pública. Piauí. 93. contribuindo para a violência no elevadíssimas taxas de encarceramento são interior do sistema. 70 . Amazonas da Federação para Unidade da Federação.

71 .

733 200 1..412 43 236 . 1.307 Amapá 452 3.421 28. 1 589 Rio Grande do Sul 1. 8. 529 Bahia 2... .649 460 4.748 .045 Paraíba 725 8.444 185 2.188 80. .271 296 2. .198 109 3 3. . .. Cadete Aluno soldado Aspirante a Aspirante a (em curso) (em curso) Praças e Praças e Agentes Agentes Oficiais Oficiais Total Total Unidades da Federação Acre 175 2.215 25 .181 224 1..321 145 1.242 Ceará 718 13.513 117 ..526 67 577 . 7. 4.239 4 3 1.151 40. 59 529 ..875 239 2.. 623 Tocantins 704 3.599 54 265 .925 Sergipe 388 4.254 187 57 43..659 88..069 . .196 73 456 .772 528 8.781 95 981 35 111 1.962 68 . 2. 24. Cadete Aluno soldado oficial.683 Maranhão 644 6..923 840 4.992 15. 12. 319 Alagoas 783 6. 4.226 38.355 Pará 859 13. .470 31 10 7.703 6 .205 .600 346 718 9.397 .992 30 ..486 São Paulo 5.216 Paraná 950 12.860 107 509 7 .872 Piauí 626 5. .565 120 . . 433 Continua 72 .037 Amazonas 532 7.907 Espírito Santo 765 6. 2.318 111 15 2.831 88 237 . 963 Mato Grosso do Sul 299 4. 279 Santa Catarina 641 6. 37 362 Rio de Janeiro 3.391 Minas Gerais 3. .463 9 . ...873 43. 1..784 98 134 7. por patente/cargo Unidades da Federação – 2012 Polícia Militar Corpo de Bombeiros e Aluno-oficial e Aluno-oficial oficial.012 239 2. Civis. 644 Roraima 172 1.740 356 2.537 Distrito Federal 1.487 22. 5.. 14. 5.514 2 . Bombeiros e Guardas Municipais.217 Rondônia 288 5.749 .324 Pernambuco 1. .509 102 474 3. efetivos das forças policiais TABELA 34 · Efetivo das Polícias Militares.251 13.003 65 273 2.222 Goiás 982 10. ..310 3 . 2 2...727 129 39 5. 3. 1.329 216 857 77 .. .729 196 2.117 148 2.238 .884 51 132 5.294 223 1.422 .823 132 795 36 .. . 1.001 96 336 1 . 18. ...121 165 15 6.762 207 645 14 171 1.. 1.461 2 .150 Mato Grosso 522 6. 14.341 45 26 14.536 209 941 66 . ...031 17. 2. . Rio Grande do Norte . 5.253 44 ..735 28 229 7.345 304 1.467 205 .633 145 2.082 2 .057 .455 477 91 31.238 121 452 9..

207 .269 Ceará 313 1.876 .591 26.920 5.IBGE. Os cargos que compõem os agentes Roraima 76 779 ..Comissário.147 4. Inspetor de Polícia. Piauí 162 1.658 33.802 2. 5.408 16. 2. Polícia Civil Guarda Municipal Total de outros Delegados na Delegados ativa Não- Total Total Unidades da Federação Acre 74 943 .006 50 3.164 25 5.869 10 9...865 1.428 144 1.694 Maranhão 349 1.. Subtenente e Rondônia 204 2.668 - Espírito Santo 262 2. 1.309 . Tenente.. 855 324 e praças da Polícia Militar e Corpo de Bombeiros Santa Catarina 433 3. Conclusão 73 .059 Goiás 362 2. Rio de Janeiro 529 8..) Informação não disponível. 5..489 316 4.294 1. 1..853 de Informações Básicas Municipais 2012. 9. Sergipe 144 910 282 1.581 1.124 2.598 .657 os Não-Delegados da Polícia Civil são: Agente..017 - Alagoas 124 1.605 5..147 das Instituições de Segurança Pública.032 .261 .369 161 (-) Fenômeno inexistente.. 1. 2..802 .579 Brasileiro de Geografia e Estatística .357 50 Sargento.830 .828 297 Investigador de Polícia e Outros.839 Distrito Federal 399 4..432 231 1.328 24.041 243 2. 4. 1. Capitão.. Tenente Rio Grande do Sul 526 5.489 706 são: Cabo e Soldado. Pernambuco 456 5.299 .691 de Segurança Pública (SENASP).710 65 2. Major.716 9.. Pesquisa Paraíba 293 1.. 1.645 4.035 723 Amazonas 262 2..561 1. Escrivão... 1..618 246 Fonte: Ministério da Justiça/Secretaria Nacional Mato Grosso do Sul 214 1.238 2. Fórum Paraná 342 3.787 2.. 3....961 Bahia 886 4.142 11 2.336 2.417 Nota: Os cargos que compõem os oficiais da Polícia Rio Grande do Norte 159 1.684 Mato Grosso 255 2.468 1. Pesquisa Perfil Minas Gerais 946 8..745 (. 2.911 3.367 ..926 2. Tocantins 165 1..363 .084 Carcereiro.010 Brasileiro de Segurança Pública.777 Coronel. Instituto Pará 518 2.279 Militar e Corpo de Bombeiros são: Coronel.895 Amapá 110 755 170 1.. Os cargos que compõem São Paulo 3.974 .269 .

..854..58 2..33 ..31 .59 9..... ou salário base.250.83 1.33 .84 12..359.221.035.52 4.368... Ceará .78 1.55 2. 13.34 .094.. Piauí 2. .10 4..473.95 2.28 .... ....74 . ..126... .368... Dado de 31 de dezembro de 2012.502...) Fenômeno inexistente.02 956.831.. Espírito Santo 2... .515.60 9.255..36 2..515. ...68 9...271.. . 7.54 .41 3.216...06 2.. Maranhão .00 2.475...02 673.724. Fórum Brasileiro de Segurança Pública. 2.964..10 3.672. 1.. 678.. .735.. (1) Caso a carreira esteja vinculada à Polícia Civil. .. ....614. .31 2.514.468.. 9.55 9..68 7.00 2.732. ..... 3..071.502.319.98 7.03 2.09 7.787...628.514. (.89 2. Continua Fonte: Ministério da Justiça/Secretaria Nacional de Segurança Pública (SENASP).182.16 4..029..83 .59 .....33 ..41 3.043.00 2.104.......600..32 989....25 2. ..492..44 15.. ... . . .67 3...... .. . Pará .361.514.78 5.81 777.25 2.06 ..765.....83 8....93 ...595.514.787.. Tocantins 3. ..699... .278. .95 10..83 2... Paraíba 1.185. .706.. .27 3.89 2.. ...808. Distrito Federal 7.. São Paulo 769.. .085.444.035.. .126... .31 .382.. . .33 7....623.41 7.18 7.....064.81 2.. ... ...303.777.00 18.56 1. Mato Grosso .971....266. . ... ...25 .221.. ... ACRESCIDO de adicionais...594.21 . TABELA 35 · Vencimento Inicial Bruto e Remuneração Inicial Bruta .37 12.. .38 678.54 5.559..02 Rio Grande do Norte 2. .97 2.677. Roraima 1.278...78 2.91 1..01 8. Sergipe 3. .29 7...149....93 3... 10... 802. .79 . .... ou salário base.80 12.724. . .325... .47 7.777. EXCLUÍDO de adicionais.675...359..08 4.40 2.382.83 2.758.593.900....00 6. .623. ...42 1....81 . .68 2. .216. 2....106.....59 .Polícia Civil Unidades da Federação – 2012 em reais correntes Carcereiro ou Agente Delegado Escrivão Comissário nomenclaturas Inspetor similares Inicial Bruto (2) Inicial Bruta (3) Inicial Bruto (2) Inicial Bruta (3) Inicial Bruto (2) Inicial Bruta (3) Inicial Bruto (2) Inicial Bruta (3) Inicial Bruto (2) Inicial Bruta (3) Inicial Bruto (2) Inicial Bruta (3) Remuneração Remuneração Remuneração Remuneração Remuneração Remuneração Vencimento Vencimento Vencimento Vencimento Vencimento Vencimento Unidades da Federação Acre 870. 7.. ..709.. . .126..971. .95 2... .40 ...33 7.......353. Dado de 31 de dezembro de 2012 74 . Alagoas 2.106...33 12.971..00 . ...29 783. .. . 2.042..05 . . ..56 .126... ..109. ... .22 3.. .93 .00 870. ..514..926... . . .732. Mato Grosso do Sul . Bahia .182. gratificações ou outras vantagens pecuniárias comuns a todos os profissionais da respectiva categoria. .90 9. .514.34 .765. ...126.... ..385.37 3.47 2.837. .47 . Rio de Janeiro . . ..98 802..325....55 10... .66 6.37 1. Pernambuco 1.... . 3.....013.. ..87 12.797. ..42 3.81 3. . 2. .....971.... 12.95 .95 2.... .) Informação não disponível....05 4...56 . . gratificações ou outras vantagens pecuniárias comuns a todos os profissionais da respectiva categoria..33 7.971. .71 10.41 3.878.926.029.. .. ...28 . ..133..385.......783..154. .95 .96 1.087...40 2. ...831.394. 2.585...21 2.308..10 13.638. 769.043.. Paraná 3.03 2.18 2.071..961.585.40 .767.. ..... .964..797.81 2. . ... ..881.08 4....952.14 15.....699.14 2.91 ..55 .67 3.65 3. . . ..01 . 12. ..81 3. .74 8.. . . Santa Catarina 1. Rio Grande do Sul ..11 2.867.. 4.. .94 3.17 2.56 Rondônia 2..31 2. (2) Vencimento refere-se ao soldo.353. 9.. . .. .. .... .. . ..971.. Amazonas ..52 .. ( .95 2.74 ....62 2.071. .361.. ..97 2.071..... .. Amapá 3.94 . ..33 13. .308.... 7.013.350.256. . . Pesquisa Perfil das Instituições de Segurança Pública. 3..82 1. ..715.....11 10..559.91 9. .68 13...79 . ou soldo.706....91 2.... Goiás 2. Minas Gerais . . 1.094.104.064..87 2. (3) Remuneração corresponde ao vencimento.266.93 13.37 3. .. .. .. ..266...03 ..

56 ....62 São Paulo 989.88 3.31 6.900.. ..25 1. Paraíba . .129....65 3. Piauí .126..65 3.. . 2.900... .. .130... . . Rio Grande do Sul 578..84 3..42 7. .797..309..797.64 6..818...309...34 2...... .511.087. . Pernambuco .13 5.21 2...84 1.. 1. 3... 8..881.511. .....361.859.13 3.68 5.....700.610.. .258..37 3.32 1. ..625. . .368..18 2. .89 2.. ..31 2.07 Tocantins ..130.83 ..878.309. 8. 13....59 .515.515.. .317.03 2. ..78 7.44 15...275.096.. .68 5.00 ..78 . .. ..275..33 . .625.. .514..216.022..79 . . ......700. Distrito Federal .. Espírito Santo 3. ....40 5. .. 4. .848. ..66 6.724. .. . .... . ..14 2........473....385..206.... 3.700. .638. .37 Amazonas 1..40 5. .40 5.638.39 9..57 Rio Grande do Norte .361.51 3.265.06 1..493...14 1....68 13... .456... . .32 2.68 7.078.17 2.863....206.... Pará 673.....368. .502.216.. .. ..66 6.680.473..456.05 4.......926. ...854...419.41 5..446.10 4.085..00 1... Rondônia ..758.05 4... 1... ..64 6..04 1.. Roraima . .99 Mato Grosso 2. Alagoas ..73 1.78 Goiás . . .. ...706.84 .. . 673.26 1... ... .. ... ..49 .38 4... Santa Catarina .152.219. .05 . Ceará ... .. ...818..368..221. .. 3.. Maranhão 2.. .83 2. 1. Mato Grosso do Sul 2. .042.724.. .09 4.84 956.51 .....680.40 2.514.078.......446.. . .900... . Conclusão 75 ..68 13..020. .854.00 6..57 2.382.709..49 5..818. .. .91 2.79 .. .79 1.00 .13 3. . .. 3.767....99 1.. .. .. .. .25 1.....41 Paraná 4..21 .... .881..........680..502...91 8... .. ... ..859...60 7.. .60 7..44 15.37 3.67 3.020.219. .64 6.. .04 . .21 2...05 ... . ....03 3. 2.308.. .964.. .03 3. Rio de Janeiro 378. .. 4.068.68 2. .68 5.698..808... ...04 Bahia 783.. ..34 .. Sergipe ..30 .. 4.275. . . 8.. ....266. .14 1.... .022.38 4.02 956..... .64 .........78 7...66 5. . . 3.. ......680.709...14 3...03 3.. ....84 .087.. em reais correntes Perito criminal Médico legista Papiloscopista Investigador ou nomenclaturas ou nomenclaturas ou nomenclaturas Outro similares (1) similares (1) similares (1) Inicial Bruto (2) Inicial Bruta (3) Inicial Bruto (2) Inicial Bruta (3) Inicial Bruto (2) Inicial Bruta (3) Inicial Bruto (2) Inicial Bruta (3) Inicial Bruto (2) Inicial Bruta (3) Remuneração Remuneração Remuneração Remuneração Remuneração Vencimento Vencimento Vencimento Vencimento Vencimento Unidades da Federação Acre . .68 13..195.33 7. . ..42 7.. .41 5. . . .765. . Minas Gerais 2..085. .221. .41 3. . .84 793..096.900....10 4..064...594.700...39 9.36 ....368.06 4. .. Amapá .74 . .034...

98 3.44 .83 3.303.176.29 1.596.628.559.580.98 9.562. .00 3.476.444..79 3.062.247.33 4.560.71 7.78 14..612.095.164.682.98 10.293..561.587.649.805.17 3..00 4.98 7.88 11.70 8.057..77 Distrito Federal 2.98 9.81 .25 1. 9. 11..558.53 9.060.79 11.726. .203.06 8..27 6.22 6. . (.851.237..78 15.05 12. gratificações ou outras vantagens pecuniárias comuns a todos os profissionais da respectiva categoria..097.31 3. 5.195.26 . gratificações ou outras vantagens pecuniárias comuns a todos os profissionais da respectiva categoria.39 Minas Gerais 9.92 9.206.56 7.17 .33 7. 10.35 .343.049.400..89 19.027. 6.42 898..394.52 7.38 5.120.529. EXCLUÍDO de adicionais..31 5. 6.712.31 2.01 1.00 ..000.121.00 7..98 7..32 .540.65 13.74 12. 9.56 6.109.... 7. .94 Goiás 15.77 6.009.29 9.30 9.896..91 14..956.13 8.74 Pará 6.858.37 2.81 .316.728.291.80 .06 12.59 ..873.227.63 Amazonas 2.80 12...548..743.940.441.960.38 9.00 Rio de Janeiro 1.699.39 6.523..70 9.29 7.904.643..842.609.444...31 Maranhão 12.81 4.936.062.52 12.70 4.442.913.71 20.83 12. Pesquisa Perfil das Instituições de Segurança Pública.92 2.869.34 7.74 9.46 5.74 10.36 4.456.85 4. .060.097. 11.19 7.510.602.80 2. .206.610.403.347.80 4.89 .66 5.23 6.932.84 10.521.47 4.67 7..19 11.490..34 12..81 7. 8.75 Tocantins 12. 8.446.78 193.52 1.496.237.81 Paraíba 4.227.322.91 17..81 1.670.98 242.94 6.00 5.625.322.428.680..90 8.561.400..053.246. 7..638.89 5.284.36 13.97 7.21 9. ou salário base.81 2.459.87 12.698.698.078..00 2.027.96 Paraná 14.946. ACRESCIDO de adicionais.45 13.602. 5.441.925.26 9.956.535.296.506..89 7.922.865..98 274. Rio Grande do Sul 7.07 8. Piauí 10. 76 .00 2.937.23 .370.184..211.71 5.51 9.892.515.354.26 7.37 7..58 10.115.929.06 3.882.759.800.86 10.77 9.79 9.82 Rio Grande do Norte .85 12.196.38 4.02 13.812.190.479.55 6.503..341.) Informação não disponível .254.289.166.27 6.49 7..227.920.97 1.585.081.18 8.719.99 5.442.73 .024.977.467.99 7.26 . TABELA 36 · Vencimento Inicial Bruto e Remuneração Inicial Bruta .36 12.26 6.442.590.79 2.868. ou soldo.083.24 21.30 Bahia .618. (2) Remuneração corresponde ao vencimento. ou salário base.20 .13 15.27 5.024.018.00 4.. 13.85 6.45 8.30 5.585.06 1.888.89 5.82 10.083.92 13.817.077.94 5.10 10.17 8.151..28 13.57 Espírito Santo 10.927.78 1.291..385.424.34 2.475...62 4.530.561.978.Polícia Militar Unidades da Federação – 2012 em reais correntes Coronel Tenente Coronel Major Capitão Tenente Aspirante a oficial Inicial Bruto (1) Inicial Bruta (2) Inicial Bruto (1) Inicial Bruta (2) Inicial Bruto (1) Inicial Bruta (2) Inicial Bruto (1) Inicial Bruta (2) Inicial Bruto (1) Inicial Bruta (2) Inicial Bruto (1) Inicial Bruta (2) Remuneração Remuneração Remuneração Remuneração Remuneração Remuneração Vencimento Vencimento Vencimento Vencimento Vencimento Vencimento Unidades da Federação Acre 2.918..701.682. 9.93 1.400. .289..211.334.27 5.975.42 13.97 5..00 Alagoas 11. Dado de 31 de dezembro de 2012.74 9.56 5..48 10. 7. 5. Continua Fonte: Ministério da Justiça/Secretaria Nacional de Segurança Pública (SENASP).00 6.577.306.36 4.10 10.009.94 Mato Grosso do Sul 15.252.07 8.904.925.. Fórum Brasileiro de Segurança Pública.295.26 9.561.92 4.36 ....353.00 3.435..52 14.531.82 4.784.784.074.364.083.19 6.760.60 .33 11..46 5...05 1.84 11.88 Roraima .938.47 5.293.647..495.19 13.44 4.55 12.23 5..442.234.64 1.795. 8.66 5. .83 6.28 5.638.367.170.706.094.38 7.029..58 6.851..368.82 2.38 .354.41 7.080.98 3.282.446.00 8.69 .559..27 Pernambuco .25 .66 Mato Grosso 17.057.654.12 10.467.22 12.703.00 16.496.857.61 6.557.475.59 5. (1) Vencimento refere-se ao soldo.851.707. .08 6. .40 4.850.39 5.858.24 290.. .14 4..68 1.423.345. .733. 10.21 8...50 6.93 4.53 9..48 .23 2. 10.99 6.31 15.21 6.63 5.78 14.757.15 7.339.81 5.66 3..79 1.895.11 9.884.67 8.86 258.36 Amapá 11.46 2..519.540.13 Ceará 323.13 14.62 6.75 Santa Catarina 5.46 Sergipe 10.42 6.31 13.63 .79 3.584.84 8.314.456.964.608.421.97 11.92 8.375.70 6..60 14.968.928.625.667.00 10.416..425.580.65 9.508.36 7.874.72 15.477.60 15.969.66 4. .596.035.854.367.70 4..892.701.75 11..89 7.84 3.543.562.225.90 10.56 9.369.28 7.249.75 18.153. Dado de 31 de dezembro de 2012.55 4.791.294.29 5.422.19 9.00 8.508. Rondônia 9.409..488..85 11..110.470.04 São Paulo 9..13 12.490. 6.39 8.095..486.39 8.56 11.15 7.06 5.103.456.102.692.00 5.671.071.928. 3.74 4.24 5.018.37 7.

em reais correntes
Cadete e aluno-oficial
Inicial Bruto (1) Subtenente Sargento Cabo Soldado Aluno soldado (em curso)

Inicial Bruta (2)

Inicial Bruto (1)

Inicial Bruta (2)

Inicial Bruto (1)

Inicial Bruta (2)

Inicial Bruto (1)

Inicial Bruta (2)

Inicial Bruto (1)

Inicial Bruta (2)

Inicial Bruto (1)

Inicial Bruta (2)
Remuneração

Remuneração

Remuneração

Remuneração

Remuneração

Remuneração
Vencimento

Vencimento

Vencimento

Vencimento

Vencimento

Vencimento
Unidades da Federação

Acre 1.276,80 3.316,92 1.233,91 4.247,20 1.082,38 3.902,55 658,58 2.735,48 615,49 2.571,42 537,60 1.980,95
Alagoas 1.731,21 1.731,21 4.462,95 4.462,95 2.997,36 2.997,36 2.391,99 2.391,99 2.446,07 2.446,07 1.163,43 1.163,43
Amapá 3.925,14 3.925,14 5.464,32 5.464,32 4.741,18 4.741,18 2.735,30 2.735,30 2.498,07 2.498,07 1.527,75 1.527,75
Amazonas 1.015,82 2.934,58 1.198,34 4.095,32 3.276,79 10.485,34 947,90 2.443,79 900,89 2.128,90 698,97 1.321,01
Bahia ... 1.537,25 ... 3.402,16 ... 3.118,22 ... 2.837,13 ... 2.637,20 ... 678,00
Ceará 97,00 3.465,22 177,86 3.471,51 161,68 3.221,58 103,46 2.707,33 90,54 2.638,61 64,66 1.713,29
Distrito Federal 521,64 3.473,51 1.393,80 7.565,56 1.058,92 5.957,23 692,76 4.449,57 609,96 4.122,05 433,32 3.149,20
Espírito Santo 2.889,37 2.889,37 4.227,47 5.152,40 4.025,85 4.849,31 2.641,96 3.182,36 2.100,98 2.530,74 1.023,32 1.023,32
Goiás 4.931,55 4.931,55 5.638,31 5.638,31 4.931,55 4.931,55 3.598,06 3.598,06 3.276,58 3.276,58 2.971,95 2.971,95
Maranhão 2.495,13 2.495,13 3.748,84 3.923,58 3.330,94 3.487,67 2.495,13 2.628,56 2.396,80 2.527,06 457,49 457,49
Mato Grosso 3.548,95 3.548,95 5.379,04 5.379,04 4.034,28 4.034,28 3.227,43 3.227,43 2.151,62 2.151,62 1.479,24 1.479,24
Mato Grosso do Sul 3.087,23 3.087,23 5.834,37 5.834,37 3.544,63 3.544,63 2.890,46 2.890,46 2.200,00 2.200,00 1.440,14 1.440,14
Minas Gerais 3.806,52 4.948,48 4.892,74 7.339,11 3.358,88 4.030,65 2.911,24 3.202,36 2.515,41 2.515,41 2.152,07 2.152,07
Pará 793,85 1.118,85 2.659,39 3.344,39 2.368,34 2.898,34 2.024,61 2.434,61 1.928,20 2.253,20 622,00 947,00
Paraíba 1.365,81 1.365,81 1.557,98 3.802,09 1.365,81 3.315,21 882,78 2.239,32 790,14 2.031,19 622,00 622,00
Paraná 2.480,12 3.194,40 5.484,18 8.266,27 4.455,09 6.682,63 3.548,59 5.322,88 3.225,99 4.838,98 1.463,03 1.463,03
Pernambuco ... ... ... 5.099,23 ... 3.887,92 ... 2.871,98 ... 2.461,70 ... ...
Piauí ... ... 2.363,00 2.615,00 2.164,00 2.407,00 1.793,00 2.019,00 1.704,00 1.926,00 852,00 852,00
Rio de Janeiro 590,76 1.580,28 898,84 5.734,60 826,05 4.906,75 590,76 2.751,46 512,89 2.284,93 423,19 1.132,02
Rio Grande do Norte ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ...
Rio Grande do Sul 2.778,03 2.778,03 ... ... 2.170,25 2.170,25 ... ... 1.375,71 1.375,71 1.150,51 1.150,51
Rondônia 1.401,27 1.401,27 4.075,54 5.038,37 2.765,87 3.563,68 2.505,00 3.269,94 2.362,07 3.109,00 988,03 988,03
Roraima ... 4.275,96 ... 5.100,81 ... 4.508,58 ... 2.772,20 ... 2.520,69 ... 1.733,73
Santa Catarina 2.754,43 4.361,58 2.282,67 5.943,63 1.796,04 5.162,28 1.472,02 4.158,46 1.229,06 3.806,63 1.229,06 2.385,86
São Paulo 2.835,99 2.835,99 4.037,08 5.295,40 3.490,98 4.381,27 3.045,44 3.757,51 2.814,50 3.023,29 2.537,90 2.537,90
Sergipe 3.419,57 4.616,42 4.093,23 5.525,86 2.999,62 4.049,49 2.726,92 3.681,34 2.081,37 2.705,78 1.040,68 1.352,89
Tocantins 3.862,44 ... 5.752,60 ... 4.905,74 ... 3.778,71 ... 3.057,77 ... 1.520,15 ...
Conclusão

77

TABELA 37 · Vencimento Inicial Bruto e Remuneração Inicial Bruta - Corpo de Bombeiros Militar
Unidades da Federação – 2012
em reais correntes
Coronel Tenente Coronel Major Capitão Tenente Aspirante a Oficial
Inicial Bruto (1)

Inicial Bruta (2)

Inicial Bruto (1)

Inicial Bruta (2)

Inicial Bruto (1)

Inicial Bruta (2)

Inicial Bruto (1)

Inicial Bruta (2)

Inicial Bruto (1)

Inicial Bruta (2)

Inicial Bruto (1)

Inicial Bruta (2)
Remuneração

Remuneração

Remuneração

Remuneração

Remuneração

Remuneração
Vencimento

Vencimento

Vencimento

Vencimento

Vencimento

Vencimento
Unidades da Federação

Acre 2.768,11 11.976,28 2.516,46 10.116,78 2.437,98 8.595,34 1.950,38 7.327,45 1.585,66 6.313,14 ... ...
Alagoas ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ...
Amapá 11.018,85 ... 10.400,97 ... 9.057,38 ... 7.508,26 ... 6.199,30 ... 5.496,63 ...
Amazonas 9.335,51 12.636,40 8.495,65 11.473,08 7.687,67 10.354,53 6.653,42 8.918,23 5.976,12 7.986,42 4.087,66 5.353,76
Bahia ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ...
Ceará 9.153,24 9.153,24 7.486,98 7.486,98 6.176,83 6.176,83 5.490,98 5.490,98 4.121,78 4.121,78 3.490,77 3.490,77
Distrito Federal 2.760,00 15.358,31 2.649,60 14.830,98 2.530,92 13.168,86 2.130,12 11.255,36 1.943,04 9.887,00 1.548,36 7.851,78
Espírito Santo 10.442,05 13.778,05 8.680,74 11.454,05 7.422,67 9.794,04 6.416,55 8.466,04 5.158,12 6.806,02 4.403,27 5.801,03
Goiás 15.561,78 ... 14.027,52 ... 12.602,85 ... 11.024,97 ... 7.561,71 ... 5.638,31 ...
Maranhão 12.291,28 ... 9.476,58 ... 8.444,91 ... 6.932,28 ... 4.461,74 ... 3.920,92 ...
Mato Grosso 17.596,91 17.596,91 14.083,13 14.083,13 12.323,74 12.323,74 9.858,19 9.858,19 7.868,55 7.868,55 ... ...
Mato Grosso do Sul 15.698,31 15.698,31 13.441,19 13.441,19 11.925,56 11.925,56 9.442,77 9.442,77 6.562,27 6.562,27 6.009,39 6.009,39
Minas Gerais 9.682,79 14.524,19 8.734,00 12.227,59 7.784,91 10.120,38 7.206,07 8.647,28 6.410,96 7.052,05 4.892,74 4.892,74
Pará 8.138,61 10.103,61 7.237,56 8.397,56 5.876,07 6.836,07 4.641,90 5.401,90 3.115,15 3.675,15 2.381,65 2.741,55
Paraíba 8.805,50 10.174,59 7.018,81 8.073,22 6.164,66 7.204,48 5.341,54 6.366,72 4.520,37 5.330,91 3.115,96 3.745,14
Paraná 14.354,24 21.531,36 13.670,71 20.506,06 12.896,89 19.345,34 12.282,75 18.424,13 7.365,97 11.048,95 5.456,27 5.456,27
Pernambuco 10.212,53 13.712,53 8.651,11 11.178,19 7.015,84 9.449,53 5.855,33 7.673,73 5.116,82 6.418,82 1.790,80 1.790,80
Piauí 10.115,34 10.260,34 7.671,22 7.826,22 5.927,30 6.072,30 4.712,46 4.857,46 ... ... ... ...
Rio de Janeiro ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ...
Rio Grande do Norte 11.000,00 14.352,51 9.900,00 12.917,25 8.800,00 11.482,00 7.700,00 10.046,75 6.050,00 8.611,50 5.500,00 5.500,00
Rio Grande do Sul ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ...
Rondônia ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ...
Roraima 3.473,39 9.218,21 3.334,46 8.869,49 3.185,11 8.494,62 2.507,79 6.293,00 2.214,25 5.614,93 1.948,58 5.001,22
Santa Catarina 5.590,00 15.000,00 5.424,00 12.657,00 5.168,00 10.874,00 4.925,00 7.242,00 4.586,00 5.912,00 3.950,00 5.534,00
São Paulo 9.450,40 14.150,06 8.751,74 13.090,43 8.119,48 12.131,50 7.547,30 11.263,70 5.526,68 10.478,34 5.252,84 7.783,76
Sergipe 10.682,60 17.092,16 9.289,21 14.398,28 8.444,75 12.667,13 7.343,26 10.647,73 4.895,50 6.608,93 4.093,22 6.354,73
Tocantins 12.874,80 12.874,80 11.587,32 11.587,32 10.428,59 10.428,59 9.385,73 9.385,73 7.503,20 7.503,20 5.752,60 5.752,60
Continua

Fonte: Ministério da Justiça/Secretaria Nacional de Segurança Pública (SENASP); Pesquisa Perfil das Instituições de Segurança
Pública; Fórum Brasileiro de Segurança Pública.
(...) Informação não disponível .
( - ) Fenômeno inexistente.
(1) Vencimento refere-se ao soldo, ou salário base, EXCLUÍDO de adicionais, gratificações ou outras vantagens pecuniárias
comuns a todos os profissionais da respectiva categoria. Dado de 31 de dezembro de 2012.
(2) Remuneração corresponde ao vencimento, ou soldo, ou salário base, ACRESCIDO de adicionais, gratificações ou outras
vantagens pecuniárias comuns a todos os profissionais da respectiva categoria. Dado de 31 de dezembro de 2012.

78

em reais correntes
Cadete e aluno-oficial
Inicial Bruto (1) Subtenente Sargento Cabo Soldado Aluno soldado (em curso)

Inicial Bruta (2)

Inicial Bruto (1)

Inicial Bruta (2)

Inicial Bruto (1)

Inicial Bruta (2)

Inicial Bruto (1)

Inicial Bruta (2)

Inicial Bruto (1)

Inicial Bruta (2)

Inicial Bruto (1)

Inicial Bruta (2)
Remuneração

Remuneração

Remuneração

Remuneração

Remuneração

Remuneração
Vencimento

Vencimento

Vencimento

Vencimento

Vencimento

Vencimento
Unidades da Federação

Acre 1.223,60 3.636,23 1.182,49 3.833,75 810,36 3.465,97 631,14 2.476,69 589,86 2.372,50 492,20 1.637,82
Alagoas ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ...
Amapá 3.925,14 ... 5.464,32 ... 3.542,79 ... 2.735,30 ... 2.498,07 ... 1.527,75 ...
Amazonas 3.431,76 4.505,43 3.896,43 5.136,76 3.442,25 4.511,83 2.325,11 2.965,57 2.025,52 2.551,29 1.256,86 1.523,18
Bahia ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ...
Ceará 3.465,77 3.465,77 3.471,54 3.471,54 3.221,58 3.221,58 2.707,33 2.707,33 2.638,61 2.638,61 1.713,29 1.713,29
Distrito Federal 609,96 4.652,73 1.393,80 8.520,47 1.214,40 7.764,38 692,76 5.219,34 609,96 4.956,77 433,32 3.913,63
Espírito Santo 4.277,47 5.644,02 4.277,47 5.644,02 3.648,43 4.814,01 2.641,96 3.486,03 2.100,98 2.772,22 1.069,37 1.069,37
Goiás 4.931,55 ... 5.638,31 ... 4.931,55 ... 3.598,06 ... 3.276,58 ... 2.971,95 ...
Maranhão 2.495,13 ... 3.748,84 ... 2.679,50 ... 2.495,13 ... 2.396,80 ... ... ...
Mato Grosso 5.467,94 5.467,94 5.379,04 5.379,04 4.841,14 4.841,14 3.765,33 3.765,33 2.958,48 2.958,48 ... ...
Mato Grosso do Sul 4.013,40 4.013,40 5.834,37 5.834,37 3.544,63 3.544,63 2.890,46 2.890,46 2.200,00 2.200,00 1.440,14 1.440,14
Minas Gerais 4.360,59 4.360,59 4.892,74 7.339,11 4.360,59 6.104,82 2.911,24 3.493,48 2.515,42 2.766,96 2.152,06 2.152,06
Pará ... ... 3.191,40 3.551,40 2.376,16 2.526,16 2.227,07 2.312,07 1.873,99 1.893,99 ... ...
Paraíba 1.365,81 1.825,81 3.286,96 3.916,14 2.851,61 3.416,15 1.817,75 2.298,38 1.610,39 2.076,39 ... ...
Paraná ... ... 5.484,18 8.226,27 3.809,89 6.682,63 3.548,59 5.322,88 3.225,99 4.838,98 1.463,03 1.463,03
Pernambuco 975,70 975,70 4.009,05 5.030,87 3.481,55 4.393,50 2.215,63 2.830,92 1.961,70 2.430,35 970,42 970,42
Piauí ... ... 2.363,90 2.508,90 ... ... 1.793,42 1.938,42 1.704,10 1.849,10 852,05 852,05
Rio de Janeiro ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ...
Rio Grande do Norte 3.399,00 4.667,96 5.500,00 7.176,25 3.300,00 5.741,00 2.750,00 3.588,13 2.200,00 2.870,50 622,00 622,00
Rio Grande do Sul ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ...
Rondônia ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ...
Roraima 1.754,06 4.113,37 1.754,06 4.902,70 1.297,88 3.498,10 941,28 2.674,37 837,09 2.433,67 574,44 1.683,34
Santa Catarina 3.043,00 3.748,00 2.390,00 4.124,00 2.025,00 2.765,00 1.580,00 1.817,00 1.418,00 1.696,00 1.337,00 2.050,00
São Paulo 2.523,46 3.221,76 4.062,46 5.530,91 3.275,20 3.950,00 3.070,82 3.500,00 2.316,90 3.200,00 2.040,30 2.563,28
Sergipe 4.707,21 6.344,49 4.093,22 6.344,49 2.999,62 4.499,43 2.726,91 3.817,67 2.492,63 3.246,92 2.081,37 2.705,78
Tocantins 3.862,40 3.862,40 5.762,60 5.762,60 4.905,74 4.905,74 3.778,71 3.778,71 3.057,77 3.057,77 ... ...
Conclusão

79

somando-se o contingente das polícias mês. 96 mil integrantes. piores indicadores nesse sentido são Maranhão Esse fato é problemático. Os estados brasileiros com os do Soldado. comparativamente à habitantes. O Distrito Federal é a comprovação de da remuneração inicial bruta dos policiais civis que isso não é o bastante. Efetivo e remuneração nas polícias brasileiras Luis Flavio Sapori 1 1 Membro do Conselho de Administração do Fórum Brasileiro de Segurança Pública e Coordenador do Centro de Pesquisas em Segurança Pública (CEPESP) da PUC Minas. despeito disso. pode-se concluir que em das polícias estaduais. com 1 policial/135 habitantes. O Brasil possui um efetivo superior a 520 mil Militar recebe aproximadamente R$ 6. 80 . A na questão da segurança pública e. As demandas corporativas habitantes) e Paraná (1 policial/528 habitantes). Santa Catarina (1 um obstáculo á integração das polícias nos policial/574 habitantes).500 Federal permanece com taxas de crimes violentos por mês. o que representa média da remuneração do Agente de Polícia. A mesma discrepância é observada na militares e das polícias civis. ao passo que um Tenente da Polícia bem acima da média nacional. pois é a unidade da é superior à média da remuneração inicial bruta federação mais bem dotada de efetivo policial e dos policiais militares.200 mês. com mais de a eficiência no controle do crime. comprometendo expressivo das guardas municipais. Entretanto. Um Delegado em início que melhor os remunera. a e salários crescentes seria possível conter a principal evidência é a de que a média nacional violência. xeque o senso comum de que com mais policiais No que diz respeito à remuneração. pois constitui (1 policial/710 habitantes). também no interior das próprias polícias. nesse sentido.500 por policiais. É a confirmação robusta de termos de efetivo e de remuneração a situação que os municípios estão cada vez mais inseridos das polícias no Brasil está melhorando. Já das carreiras policiais acabam se impondo sobre o Distrito Federal. Os Merece destaque também o continente conflitos tendem a exacerbar. Ceará (1 policial/538 diversos estados. no patamar de R$ 2. criando muitas desigualdades destaca-se por apresentar a melhor relação entre nas remunerações entre as polícias como efetivo policial e tamanho da população. os governos. no o índice de um policial para cada grupo de 363 patamar de R$ 3. constituindo 18% do efetivo De modo geral. colocando em as atribuições das guardas municipais.600 mês. a incidência dos crimes violentos há a necessidade premente de se regulamentar permanece em franca ascensão. o Distrito de carreira recebe aproximadamente R$ 10.

81 .

6 193 99 30.8 26. Abs.5 123 83 7.0 69. sistema socioeducativo TABELA 38 · Adolescentes em conflito com a lei.6 2 26 0.2 20.8 9.3 São Paulo 5.0 46.9 Continua Fonte: Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República – SEDH/PR/Subsecretaria de Promoção dos Direitos da Criança e do Adolescente .107 6.6 5.0 42 78 42.0 20.2 149.5 3.1 43. MS/SE/Datasus.0 Rio Grande do Norte 82 82 22.1 6.6 33.9 - .0 - 20 - 5.8 13.2 22.6 16.2 73 67 11.9 169 202 17.0 Tocantins 80 42 46.4 19 47 10.1 20 76 11. Abs.0 24.5 93.7 19.7 31.2 11 9 1.3 48.9 284 273 13.1 105 102 5. (-) Fenômeno inexistente. Levantamento nacional do atendimento socioeducativo ao adolescente em conflito com a lei.011 128.5 72 48 20.4 22.População e Desenvolvimento.7 15 9 16.6 254.4 23.1 194.6 Santa Catarina 168 180 26.3 29.9 Ceará 646 270 61.4 5.1 5.6 106 146 10.1 4.8 27 28 7.6 25 48 5.8 13.1 13.4 Pernambuco 1.0 13.3 24.4 Sergipe 76 55 30.728 1.585 29.0 1.0 20.5 2.6 43.4 10.9 173 195 66.2 17.9 27 25 10.9 259 302 16.7 23 52 13.3 67.4 44.7 49 96 11.5 Amazonas 33 106 7.5 14 9 3.1 Alagoas 116 172 29.0 323 160 30.1 60. Fórum Brasileiro de Segurança Pública. 82 . Taxa (1) Ns.1 Roraima 10 6 16.4 105 140 10.5 14.5 Distrito Federal 500 521 191.4 21.2 166 200 45.5 Rondônia 169 163 88.4 Maranhão 43 49 5. Abs.8 27 61 27.2 9.0 1.5 Mato Grosso 143 154 41.023 1.2 76.0 6 37 1.5 7.1 17 13 2.4 9.1 69 73 10.168 1.5 2 24 0.3 64.6 Espírito Santo 279 342 76.2 Acre 122 258 122.9 40 64 43.2 Paraná 778 705 69.8 85 69 8.6 4. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística .2 27 26 9.2 34 34 3.9 38 45 15.362 58. por medidas privativas de liberdade Brasil e Unidades da Federação – 2010-2011 Internação Internação Provisória Semiliberdade Ns.3 39.7 11.2 22.9 6 1 10.5 1.6 94 92 9.6 62.318 19.7 46 44 5.9 Pará 161 235 16.8 4.934 4.8 1.8 16.058 102.5 54.8 2. Nota: Para o cálculo das taxas.3 Amapá 31 32 33.9 9.0 81 79 31.5 9.1 15.6 22.7 8.4 539 581 13.7 253 180 22.9 105.7 9.5 Goiás 159 202 24. Taxa (1) Brasil e Unidades da Federação 2010 2011 2010 2011 2010 2011 2010 2011 2010 2011 2010 2011 Brasil 12. Taxa (1) Ns.0 52 50 4.8 21 17 5.4 Rio de Janeiro 344 361 22. Coordenação de População e Indicadores Sociais.6 9.6 23.7 40. foram utilizadas estimativas populacionais entre 12 e 17 anos elaboradas no âmbito do Projeto UNFPA/IBGE (BRA/4/P31A) .1 64 31 4.918 8.4 10.7 1.SPDCA.0 1.1 Piauí 57 62 15.1 73. (1) Por 100 mil habitantes entre 12 e 17 anos.2 9 26 2.6 1 4 0.7 Minas Gerais 652 892 31.6 42.041 13.7 Rio Grande do Sul 669 737 64.4 264 240 26.8 85.1 3.IBGE.9 15.2 230 251 14.3 16.7 1.0 5.4 7. - - Mato Grosso do Sul 164 127 60.8 10.8 13 25 21.2 27.2 39 36 9.0 29.5 12 5 2.5 Bahia 278 332 17.4 Paraíba 151 208 35.

4 49.814 8.4 36.8 754 795 288.0 193 199 70.500 146.456 1.0 289 361 29.7 58.8 123 170 71.1 191 397 191.3 434 346 67.0 203.9 390.8 29.4 1.083 935 96.8 35.177 171.9 161 245 40.8 83.5 72.041 1.3 112.2 1.3 465 446 28.0 833 914 53.1 6.5 38.2 52.5 86 105 93.3 212 309 49.4 59 108 15.7 106 106 12.9 189 214 99.4 141 125 56.1 29 32 48.9 150.074 570 102.267 50.2 239 284 37.8 27.6 72.3 860 952 82.2 297.3 97.5 61.3 215 180 62.1 130 127 35.2 89.4 52.1 67 180 14. Total Ns.4 1.3 61.8 54.5 12.703 19.7 Conclusão 83 .5 459 551 125.2 43. Taxa (1) 2010 2011 2010 2011 17.8 53.5 1.595 85. Abs.7 94.1 111.5 149.

716 272 4. Mato Grosso do Sul 24 140 - 154 - 27 - 26 - 2 - 24 Minas Gerais 30 622 30 862 13 271 17 256 5 100 4 98 Pará 9 152 6 229 3 91 3 89 - 34 1 33 Paraíba 8 143 14 194 1 48 5 91 - 12 - 5 Paraná 35 743 36 669 28 225 17 163 1 51 6 44 Pernambuco 59 964 35 1. por medidas privativas de liberdade e sexo Brasil e Unidades da Federação – 2010-2011 Internação Internação Provisória Semiliberdade 2010 2011 2010 2011 2010 2011 Brasil e Unidades da Federação Feminino Masculino Feminino Masculino Feminino Masculino Feminino Masculino Feminino Masculino Feminino Masculino Brasil 578 11.SPDCA. TABELA 39 · Adolescentes em conflito com a lei.803 218 3.463 559 12.867 289 5.117 82 1. (-) Fenômeno inexistente.503 9 530 17 564 Sergipe - 76 10 45 1 37 5 40 1 26 5 20 Tocantins 2 78 - 42 2 18 20 56 - 23 - 52 Continua Fonte: Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República – SEDH/PR/Subsecretaria de Promoção dos Direitos da Criança e do Adolescente .636 104 1. Levantamento nacional do atendimento socioeducativo ao adolescente em conflito com a lei.. 84 . Fórum Brasileiro de Segurança Pública.043 92 1..814 Acre 11 111 11 247 6 36 13 65 3 24 7 54 Alagoas 9 107 22 150 - 39 - 36 - 6 - 37 Amapá 3 28 - 32 7 33 5 59 - 15 4 5 Amazonas 1 32 10 96 3 22 36 12 2 7 10 16 Bahia 18 260 10 322 10 113 5 78 - 64 - 31 Ceará 35 611 - 270 7 316 - 160 5 100 - 140 Distrito Federal 18 482 9 512 6 167 7 188 - 81 - 79 Espírito Santo 1 278 8 334 17 149 13 187 - 14 - 9 Goiás 7 152 12 190 5 64 2 71 - 11 - 9 Maranhão 3 40 6 43 5 41 - 44 - 17 - 13 Mato Grosso 10 133 3 124 1 71 - 48 - - - .722 51 1.023 24 240 14 226 23 146 25 177 Piauí 2 55 6 56 2 - - 26 - - - 20 Rio de Janeiro 18 326 10 351 16 243 20 282 21 209 15 236 Rio Grande do Norte 7 75 2 80 2 25 3 25 6 15 2 15 Rio Grande do Sul 13 656 24 713 5 101 1 145 3 82 2 67 Rondônia 2 167 5 158 2 17 - 47 1 - - 4 Roraima - 10 1 5 1 12 - 25 - 6 - 1 Santa Catarina 13 155 - 180 - 193 4 95 12 61 6 61 São Paulo 240 4.

Total 2010 2011 Feminino Masculino Feminino Masculino 888 16.350 74 1.660 20 171 31 366 9 152 22 223 10 76 9 96 6 61 56 124 28 437 15 431 47 1.789 2 139 20 105 4 119 20 150 Conclusão 85 .216 12 277 10 351 9 203 19 290 64 1.019 59 876 106 1.815 935 18.514 388 7.027 - 570 24 730 16 779 18 441 21 530 12 227 14 270 8 98 6 100 11 204 3 172 24 169 - 204 48 993 51 1.426 4 55 6 102 55 778 45 869 15 115 7 120 21 839 27 925 5 184 5 209 1 28 1 31 25 409 10 336 300 6.

3 1. 7 4 7 4 4 Rio de Janeiro 319 378 53 44 11 .5 2.244 1.665 3.6 8. 86 .863 1. 4 - Alagoas 60 27 13 11 6 7 . 20 46 13 . 1 3 Amazonas 11 . 8 3 3 4 . 9 3 8 1 Paraíba 54 34 46 20 66 9 5 3 8 6 . TABELA 40 · Atos infracionais Brasil e Unidades da Federação – 2011 Atos infracionais Busca e apreensão Homicídio tentado Ameaça de morte Porte de arma de Lesão corporal Roubo tentado Homicídio Latrocínio Estupro Tráfico Outros Roubo Furto fogo Brasil e Unidades da Federação Brasil 8. . 54 28 12 4 20 36 Piauí 41 7 35 15 4 9 1 .2 1.6 5.1 26.3 1. 1 .0 2. 7 1 Mato Grosso do Sul 71 49 32 7 17 4 53 13 13 1 . - Santa Catarina 121 44 45 33 25 12 1 7 5 7 . 2 3 1 . 24 4 1 Espírito Santo 208 162 76 23 17 31 17 45 18 9 19 10 6 Goiás 149 30 55 37 12 14 6 5 7 5 .9 1. 10 13 Distrito Federal 338 73 70 42 43 52 . 2 . 1 2 Tocantins 26 8 29 15 9 7 . . 55 38 17 . 3 7 4 2 6 7 Continua Fonte: Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República – SEDH/PR/Subsecretaria de Promoção dos Direitos da Criança e do Adolescente . Levantamento nacional do atendimento socioeducativo ao adolescente em conflito com a lei. 9 - São Paulo 3. Fórum Brasileiro de Segurança Pública.7 Acre 63 31 10 9 5 21 3 . 2 - Paraná 346 162 204 26 37 16 38 26 16 9 6 18 5 Pernambuco 528 320 217 78 126 70 . (-) Fenômeno inexistente.4 5. 2 5 1 Amapá 25 5 31 . 63 51 3 13 . 2 2 2 1 3 . 24 117 30 38 - Ceará 489 78 140 41 109 46 .2 3. 92 31 .415 5. 5 13 Maranhão 34 1 23 6 17 2 3 1 11 3 1 5 - Mato Grosso 104 18 20 5 . 4 - Rio Grande do Sul 376 206 115 36 64 53 . .364 158 370 94 72 254 60 87 37 127 33 47 Sergipe 36 7 20 18 9 5 . 20 6 . 5 2 Minas Gerais 323 305 186 54 113 146 41 31 40 11 38 7 7 Pará 146 12 64 11 38 17 7 8 . 1 2 .148 661 543 516 430 288 269 231 164 % 38. . 3 .852 1.SPDCA.0 0. 21 1 . 10 1 Rondônia 77 16 40 36 12 13 20 12 22 2 4 3 - Roraima 23 . 4 1 17 2 1 4 . 1 Bahia 709 524 128 295 303 34 2 . 1 . 12 13 Rio Grande do Norte 73 2 20 4 5 8 6 1 6 4 .

5 . 1 2 . . 1 .292 Ceará . . 5 . . . . . 3 2 3 1 357 Maranhão . . 812 Espírito Santo 5 15 2 1 1 . 105 2 4 2 3 5 .509 Piauí . . . . . 2 . 1 . . . . 5 1 .3 0. . . 4 . . 147 Alagoas . 1 3 . . . . . 2 8. . . . . . 2 2.4 0. . . 139 Conclusão 87 . . . 1. . . 2 . 1 316 São Paulo 43 6 10 20 30 25 . 157 Amapá 3 . . . 2 .504 Sergipe . .077 % 0. .308 Pará . 913 Pernambuco 5 4 . 270 Roraima . . . . 5 .2 0. . 1. . 141 Rio de Janeiro 14 . . . .5 0. .3 0. . . .2 0. 326 Paraíba . . . . 36 Santa Catarina . 2 . 256 Paraná . 952 Rondônia 1 3 . 2 . . . . . . 4 . . . . 1 5 1 4 . 109 Mato Grosso .0 0. . 1 . . 103 Amazonas . . . . . . 1 . . 279 Minas Gerais . . . . 175 Mato Grosso do Sul 1 9 . 133 Rio Grande do Sul 1 .0 Acre . 35 . . . . 1. 2 .047 Distrito Federal 7 . 44 Bahia 17 27 40 . . 665 Goiás 6 4 . 3 . . . . . 982 Rio Grande do Norte . . . . 11 . . . . 2 . . 1 . .0 100. . 2 2 3 . . . . Atos infracionais Latrocínio tentado Atentado violento Cárcere Privado Porte de arma Formação de Receptação Sequestro e Estelionato Brasil e Unidades da quadrilha ao pudor branca Dano Total Federação Brasil 105 78 76 75 53 51 9 6 22. . 1 .

compete aos como instrumentos de política criminal em Estados manter os programas de atendimento resposta aos sentimentos de medo e insegurança de adolescentes em privação de liberdade e aos da população e à ausência ou ineficácia de políticas Municípios. A taxa de privados de liberdade por tráfico de drogas (26. maior parte do país. A distância entre o ECA e o sistema socioeducativo no Brasil Liana de Paula 1 1 Socióloga e professora do Departamento de Ciências Sociais da Escola de Filosofia. há uma aproximação Por fim. Os dados desta Edição do Anuário indicam o Nesse caso. que perpassa no Estatuto da Criança e do Adolescente como todo o sistema de justiça e independe da idade dos formas de responsabilização e de integração social infratores.1 em 2011. chamando a atenção para a necessidade da taxa de internação defendida pelo Conselho de se conhecer melhor as dinâmicas locais que Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente contribuem para a participação de adolescentes na – Conanda. manteve-se como das unidades da Federação. a fim de que não venham a penetração da doutrina da proteção integral no cometer novos atos infracionais. As medidas ensino jurídico. Assim.6% adolescentes em cumprimento de medida de do total nacional. Em primeiro lugar. sobretudo nos Estados desafio aos operadores do sistema de justiça da Região Sudeste. Nordeste e Sul. na faixa etária de 12 a 17 anos) cresceu na maioria O roubo. no qual se verifica acentuada ECA e como agem os operadores da segurança tendência de encarceramento. em 2010. os dados do pública no país. muitas vezes motivados pelo Anuário reforçam a existência de um movimento senso comum e pelo impacto de casos midiáticos.594/2012. assistida e prestação de serviço à comunidade). preventivas implementadas pelo poder executivo. ficando em segundo lugar como internação por 100 mil adolescentes (população motivo da privação de liberdade). De Em segundo lugar. passando a taxa principal motivo para a privação de liberdade na nacional de 58. 88 . criminalidade e as formas como essa participação Algumas hipóteses podem ser levantadas é percebida pela polícia e pelos operadores do para se compreender o crescimento da taxa de sistema de justiça juvenil. uma vez que se distancia do liberdade principalmente em Estados das Regiões princípio de excepcionalidade dessa medida Norte. os dados ora publicados reforçam que entre o sistema de justiça juvenil e o sistema há uma grande distância entre o que preconiza o de justiça penal. Letras e Ciências Humanas (EFLCH) da Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). para 64. além de Minas Gerais e preconizado pelo ECA e da meta de redução Tocantins. de modo que as especificidades podem ser privativas de liberdade (internação do direito e da justiça juvenis são pouco tratadas na e semiliberdade) ou em meio aberto (liberdade formação dos futuros operadores desse sistema. por sua vez.3. Deve-se considerar também a pouca dos adolescentes. as medidas privativas de acordo com a Lei 12. que regulamenta liberdade podem ser usadas pelos operadores a execução dessas medidas. não obstante as ocorrências Esse crescimento coloca-se como um grande de tráfico de drogas. internação. As medidas socioeducativas estão previstas mais amplo de endurecimento penal. os programas em meio aberto. Já os atos infracionais juvenil e aos gestores de políticas para a infância equiparados a homicídio levaram à privação de e adolescência. os dados do Anuário chamam a crescimento da aplicação das medidas privativas atenção para a porcentagem de adolescentes de liberdade na maior parte do país.

89 .

9 82. .1 Mato Grosso 141 14 19 9.2 89 163 39.273 22.3 15 11 93.3 29 20 31.5 7.2 130 129 93.2 39.5 78.5 197 193 88.2 Minas Gerais 853 154 150 18.1 17.4 59.7 138 133 75.5 88.8 Amazonas 62 19 25 30.5 127 122 90.5 Piauí 224 135 61 60.8 68.8 9.7 38.3 31.8 60.7 72.9 33.6 Maranhão 217 39 41 18.7 26.8 89.334 4.0 81. . Fórum Brasileiro de Segurança Pública.2 26.5 Mato Grosso do Sul 78 5 10 6.4 231 213 93.1 22.1 Rondônia 52 4 2 7.5 92.6 309 305 77. .4 12.8 48 50 92.1 São Paulo 645 225 215 34. 90 .8 Fonte: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística .2 16.7 Bahia 417 149 162 35.1 86.9 56 57 71.0 18. Pesquisa de Informações Básicas Conclusão Municipais 2009 e 2012.9 77.3 86.7 14 11 93. - Espírito Santo 78 22 21 28.3 61 59 81.8 73. .3 43 37 69.5 48. .3 73.8 Rio Grande do Sul 496 56 59 11.2 Paraíba 223 26 30 11.6 87.7 13.7 Tocantins 139 9 10 6.7 3.4 Pará 143 16 24 11.0 Amapá 16 1 5 6.5 21.7 Rio Grande do Norte 167 12 17 7.0 Alagoas 102 24 49 23. (-) Fenômeno inexistente.9 270 264 92.1 13.3 61.5 52.8 268 255 64.0 100.2 90.7 21.6 23.4 76.1 Acre 22 .9 4.9 439 437 88.3 420 430 65.6 699 703 81.2 Roraima 15 1 4 6.0 100.8 73 68 93.292 77.3 96.0 78 53 76.3 11.0 27.2 Ceará 184 46 51 25.9 178 176 82.9 86.IBGE.4 Pernambuco 185 67 73 36.2 155 150 92.3 78.565 1.3 Santa Catarina 293 23 29 7.0 72.5 Paraná 399 90 94 22. Absolutos (%) (%) Total de Unidades da Federação municípios 2009 2012 2009 2012 2009 2012 2009 2012 Brasil 5.2 10.8 127 119 88.9 13.1 Goiás 246 15 33 6. municípios TABELA 41 · Número de municípios com estrutura na área de segurança pública Brasil e Unidades da Federação – 2009-2012 Municípios por presença ou não de estrutura específica na área de segurança Municípios que não possuem Municípios com estrutura estrutura específica na área de específica na área de segurança segurança Porcentagem Porcentagem Ns.3 27.6 40.3 Distrito Federal 1 1 1 100.5 118 112 63.7 Sergipe 75 14 16 18. 22 22 100.1 66.8 Rio de Janeiro 92 63 72 68. Absolutos Ns.8 83.0 .230 1.

3 5 8.4 1 0. Fórum Brasileiro de Segurança Pública. % Ns.9 310 5. .0 28 7.7 33 5. 1 - Espírito Santo 78 12 15.8 8 7.5 7 9.565 246 4.7 Maranhão 217 5 2.4 75 11.9 . .7 Tocantins 139 4 2.3 Minas Gerais 853 40 4.3 6 2.4 10 3.9 14 3.IBGE.3 5 6.5 6 11. . - Amazonas 62 4 6.6 2 1.2 Rio Grande do Sul 496 27 5.4 Paraná 399 25 6.9 7 5.7 48 5.1 329 5. % Ns.0 Pernambuco 185 1 0. Abs. . .8 Roraima 15 . . 91 . .8 21 14. 1 0. .7 2 2.7 9 11. .6 1 1. 1 6. . Abs.6 1 0.5 1 1.7 4 2.7 Santa Catarina 293 10 3.2 8 4.1 Bahia 417 12 2.6 Sergipe 75 4 5.8 1 1. .1 8 2. .7 São Paulo 645 30 4.3 Rio Grande do Norte 167 2 1.6 Ceará 184 4 2.8 10 4.6 20 8. .7 1 0.9 3 1.7 1 0.6 3 3. Abs. . .3 2 0. % Brasil 5.3 13 3.7 Fonte: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística .2 7 11.0 Goiás 246 26 10.3 Piauí 224 3 1. Pesquisa de Informações Conclusão Básicas Municipais 2009 e 2012.2 Rondônia 52 6 11.2 4 2.3 19 4.8 10 7. 1 0. .4 24 4. . - Alagoas 102 5 4.1 23 9.3 . .4 230 4.1 80 12.0 6 3.0 Paraíba 223 . .5 Mato Grosso 141 18 12.4 13 16. 2 2.9 10 9.3 Distrito Federal 1 .8 21 4.8 Amapá 16 .2 11 6.2 1 0.2 Pará 143 1 0. Abs.4 9 3.3 19 7. .9 44 5.6 42 4.5 2 3.6 15 16. . TABELA 42 · Número de municípios com Fundo Municipal de Segurança e Plano Municipal de Segurança Brasil e Unidades da Federação – 2009-2012 Fundo Municipal de Segurança Plano Municipal de Segurança 2009 2012 2009 2012 Total de Unidades da Federação municípios Ns.4 18 4. (-) Fenômeno inexistente.2 16 3. - Rio de Janeiro 92 7 7.5 Mato Grosso do Sul 78 . .3 1 1.4 1 0.6 Acre 22 . .0 19 13.9 4 3.9 2 3.5 3 1. . .1 18 19.6 12 5.3 28 7.6 17 9. % Ns.

156 8.2 83 217 10.0 88.8 13.4 85.8 92.8 Rio de Janeiro 68 74 11. Fórum Brasileiro de Segurança Pública.495 89.673 1.775 85. .5 Bahia 160 170 8.2 26.2 Distrito Federal . .2 21 19 10.5 8.2 Amazonas 35 39 1. .8 Piauí 13 12 178 142 89.4 19.8 136 139 18.025 2. Absolutos % Ns.1 335 374 14.857 13.6 Maranhão 55 72 1.850 4.8 28.4 330 274 15.3 São Paulo 188 208 20.0 Roraima 1 3 221 299 95.9 20.5 89. .2 Sergipe 16 20 850 1.4 8.452 89.4 88.2 86. por sexo Brasil e Unidades da Federação – 2009-2012 Municípios Efetivo Guarda Municipal com Guarda Municipal Homens Mulheres Ns.8 581 582 13.4 12. .5 535 245 24.6 91.1 Rondônia 1 1 32 24 54.3 7.8 73.1 Rio Grande do Norte 15 20 884 1.7 89.0 87. Pesquisa de Informações Básicas Continua Municipais 2009 e 2012.3 87.4 Acre . .7 103 589 10. .3 10.0 12. .5 10.9 Pernambuco 42 50 4.2 7.2 71. .4 14.8 15.474 90.4 12. (1) Número inferido a partir da diferença entre o total e a soma de declarados homens e mulheres.998 2.6 Ceará 55 64 3.817 82.8 4.716 75.6 Pará 15 20 1.441 86.7 131 143 23. (2) Inclusive os sem declaração de sexo.394 4.413 2.4 582 801 6. Absolutos Ns.9 Mato Grosso 5 7 149 180 78.489 92.630 3.8 52.8 Rio Grande do Sul 23 25 1.006 939 90. .840 17.8 Mato Grosso do Sul 6 5 749 1.290 85.603 89.932 2.305 84.5 Fonte: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística .6 91.6 80.5 13. 92 .IBGE.257 86.624 82. . - Alagoas 36 43 1. - Espírito Santo 8 10 1.928 13. .7 92.3 100 143 6.1 79.642 14.9 130 351 5.8 87.9 7.7 18.7 Santa Catarina 9 15 418 563 76.2 40 66 21.3 Tocantins 4 5 269 260 87.7 Paraná 24 31 3.352 1.8 Minas Gerais 54 59 3.3 81.2 352 417 7.5 86.1 92.5 83.6 87.420 21.9 304 336 13.3 10 25 4.1 373 558 10.310 85.6 Paraíba 24 29 1. .4 195 205 7.2 149 164 14. .3 87.328 92.5 16. .5 39 37 12.0 27 26 45.0 11. Absolutos % Unidades da Federação 2009 2012 2009 2012 2009 2012 2009 2012 2009 2012 Brasil 865 993 73. (-) Fenômeno inexistente.468 91.2 12.544 58. .6 11.3 Goiás 5 7 2.115 85.7 112 120 10.525 13.1 Amapá 3 4 602 584 81.382 4.826 2.2 84.9 2.4 450 544 10.8 87. TABELA 43 · Número de municípios com Guardas Municipais e seu efetivo.2 12.180 3.710 93.2 48.6 11.514 2.7 12.

3. 1.3 .033 1.050 .9 . 86.853 Paraná . . .417 Rio Grande do Norte . 2. . .300 5.423 2. 4.211 3. 4. 4.279 Rio Grande do Sul .553 4. . . . 549 706 São Paulo . .579 Paraíba . . 738 723 Amazonas .745 Piauí . . 832 1. .267 2. .010 Pernambuco . .802 26. .059 Goiás . . . Absolutos Unidades da Federação 2009 2012 2009 2012 2009 2012 Brasil 1.839 Distrito Federal . . 231 324 Santa Catarina . .709 2. . . . 953 2. . . . . . . . . 1. 199 161 Rio de Janeiro .2 . . 8. . Absolutos % Ns. . . .156 2. . 189 246 Mato Grosso do Sul .953 16. Efetivo Guarda Municipal Não declarado (1) Total (2) Ns.199 96. .302 2. . . .746 4. . . .691 Minas Gerais . . 1. . 308 297 Conclusão 93 . 13. .895 Amapá . . . 1. . . .147 Pará . 36. 2. . 59 50 Roraima . . . 2.118 1. .208 1. . . - Espírito Santo . . . . . .084 Tocantins .908 9. 2.777 Rondônia . 1. . . . . .657 Sergipe . . .694 Maranhão . . 2.452 1. . . . .961 Bahia 170 . . . . 24.269 Ceará .684 Mato Grosso . 2. . - Alagoas 880 .147 Acre .

3 93.3 Santa Catarina 9 15 6 12 5 8 1 2 2 2 77.2 6. 100.7 6. Absolutos Ns.7 15.IBGE.8 Acre .6 86.5 44.5 88. .0 Rio Grande do Sul 23 25 13 15 14 14 6 5 .0 Paraíba 24 29 6 13 3 8 5 4 11 10 54. 3 4 2 69. Conclusão Fórum Brasileiro de Segurança Pública (-) Fenômeno inexistente. .5 65.0 .0 100.3 20. . . - Alagoas 36 43 20 29 19 19 8 14 3 2 91. - Mato Grosso do Sul 6 5 3 4 3 3 2 1 1 . TABELA 44 · Número de municípios com Guarda Municipal e realização de treinamento ou capacitação Brasil e Unidades da Federação – 2009-2012 Realização de treinamento ou capacitação (1) Municípios com Guarda Porcentagem de municípios cuja Na ocasião do Não é treinada Municipal Periodicamente Ocasionalmente Guarda Municipal realiza ou não ingresso ou capacitada treinamento ou capacitação Ns.0 28.3 8.0 Rondônia 1 1 1 1 1 1 .0 6.5 20.7 . . .0 79.5 Bahia 160 170 47 52 31 39 24 41 71 57 55.7 22.5 Paraná 24 31 16 22 13 16 6 6 1 . 100.0 .0 . 1 100.8 100. . .8 12. - Roraima 1 3 1 2 1 1 . 95.2 - Pernambuco 42 50 15 28 15 19 9 15 12 6 71.1 Mato Grosso 5 7 4 6 3 2 .3 30.1 98.4 13.0 Piauí 13 12 9 6 2 3 . . 100.0 4. Absolutos Sim (2) Não Unidades da Federação 2009 2012 2009 2012 2009 2012 2009 2012 2009 2012 2009 2012 2009 2012 Brasil 865 993 472 606 351 402 166 221 159 137 81. Absolutos Ns. .4 33. 100.0 12. 1 100.3 92.0 16. . .2 18.0 100. . . 83.8 34.7 7.6 66.5 35. - Maranhão 55 72 35 51 14 22 8 12 8 8 85.6 12.3 1. .3 4.7 80.3 85.8 86. - Fonte: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística .3 100. . 3 . .4 88. . 1 . . (1) Pode ter realizado mais de um treinamento ou capacitação. Absolutos Ns.7 Pará 15 20 11 13 8 10 2 2 1 3 93. .5 10.8 Rio Grande do Norte 15 20 9 13 2 7 1 3 5 4 66. 100. .5 45. Absolutos Ns. - Espírito Santo 8 10 6 6 3 6 1 1 1 1 87. (2) Porcentagem calculada a partir da diferença entre o número absoluto de municípios com guarda municipal e o número absoluto de municípios com guarda municipal que declararam não treiná-la ou capacitá-la.3 Distrito Federal .8 16. . . 4.2 16.9 1.0 . .2 65. - Amazonas 35 39 10 18 13 8 8 10 7 8 80.0 .7 95.5 90. . . .0 100. 94 .0 37.0 66.2 Sergipe 16 20 7 12 2 3 4 2 6 7 62.2 13. .0 .5 11. .2 83. . .7 Rio de Janeiro 68 74 35 47 30 23 15 28 11 5 83.9 14. Pesquisa de Informações Básicas Municipais 2009 e 2012.7 Amapá 3 4 3 4 2 4 .5 Ceará 55 64 40 53 15 18 10 8 7 4 87.0 100. . .0 20.8 3.0 Tocantins 4 5 4 4 4 3 . .3 São Paulo 188 208 128 144 116 132 44 45 7 15 96.0 Goiás 5 7 3 5 4 5 1 2 .0 96. .8 93.7 - Minas Gerais 54 59 40 46 28 28 11 13 1 1 98.0 100. 33.0 33.

Gráfico 02 Municípios por realização de treinamento ou capacitação das Guardas Municipais 700 606 600 500 472 402 400 351 300 221 200 166 159 137 100 0 Na ocasião do Periodicamente Ocasionalmente Não é treinada ou ingresso capacitada 2009 2012 95 .

Fórum Conclusão Brasileiro de Segurança Pública.6 Rio Grande do Norte 15 20 1 1 . - Alagoas 36 43 2 3 1 4 2 13 31 26 13.3 92. TABELA 45 · Número de municípios com Guarda Municipal e órgão de controle Brasil e Unidades da Federação – 2009 e 2012 Órgão de Controle (1) Municípios com Guarda Porcentagem de municípios cuja Municipal Interno Externo Outro tipo (2) Não possui Guarda Municipal possui ou não Órgão de Controle Ns.7 31.0 Piauí 13 12 . 100.9 39.7 48.0 Bahia 160 170 20 19 4 11 5 43 131 105 18. .8 Pará 15 20 2 3 .0 45.0 55. .0 71. .9 59. 2 . . . .8 19.0 83.2 74. .0 55. .0 20.8 46.3 100. . . .5 52.0 68. - Espírito Santo 8 10 1 7 . (3) Porcentagem calculada a partir da diferença entre o número absoluto de municípios com guarda municipal e o número absoluto de municípios com guarda municipal que declararam não possuir órgão de controle.3 52. .0 80. 1 1 2 4 . 3 . (-) Fenômeno inexistente. Absolutos Ns.4 75. . .3 Maranhão 55 72 10 5 1 3 3 27 41 38 25. 2 1 9 12 9 20.0 66.8 Mato Grosso 5 7 2 4 .0 25.0 Rondônia 1 1 .2 79. 33.6 43.3 São Paulo 188 208 26 101 17 92 57 50 88 42 53.5 20.7 44.1 41.0 Amazonas 35 39 4 5 2 .0 30.0 Paraíba 24 29 4 5 . .4 31.5 86.0 44. Absolutos Ns.0 100.5 80. .0 80.0 Roraima 1 3 1 1 . 1 . 66. . .3 54.7 - Minas Gerais 54 59 11 16 3 8 4 14 36 27 33. .7 40. 3 2 62. 11 29 23 17. . Pesquisa de Informações Básicas Municipais 2009 e 2012. . 1 1 11 16 31.0 80. .9 61.6 66. (1) Pode existir mais de um órgão de controle.2 80.0 85.8 80.1 60.0 Paraná 24 31 3 19 2 14 8 6 11 6 54. 2 .2 66.7 Acre . 4 20 20 16.6 68. (2) Na Pesquisa de Informações Básicas Municipais 2009 a categoria aparece como "Interno e Externo". 2 2 33.3 Distrito Federal . .5 47. Absolutos Ns. . 2 2 2 1 1 75. .0 82.IBGE. 96 .3 .0 28. . 6 4 . 1 1 . Absolutos Sim (3) Não Unidades da Federação 2009 2012 2009 2012 2009 2012 2009 2012 2009 2012 2009 2012 2009 2012 Brasil 865 993 117 262 43 209 120 258 585 434 32. .5 Amapá 3 4 1 2 . Absolutos Ns. .4 60. .7 Santa Catarina 9 15 1 4 2 5 2 5 4 5 55.7 33.8 20.0 64.0 Fonte: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística . .6 Mato Grosso do Sul 6 5 1 3 .7 50.0 Goiás 5 7 1 3 .3 67. 33. 1 2 5 12 14 20.6 45.0 37.2 80.3 66.1 38. .0 Rio Grande do Sul 23 25 2 15 1 14 9 4 11 5 52.0 47.2 Sergipe 16 20 4 3 .0 14. .3 50.4 Pernambuco 42 50 5 10 4 10 6 11 27 26 35. .8 Ceará 55 64 8 18 2 11 3 24 42 20 23.0 66.0 Tocantins 4 5 1 1 . 1 3 2 40.4 33.8 20.3 20. 2 2 3 2 1 60. . 1 1 2 12 8 7. . .7 45.2 81.3 69. .7 Rio de Janeiro 68 74 6 12 4 18 7 21 51 33 25. .4 56.8 76. .0 70.

Gráfico 03 Porcentagem de municípios cuja Guarda Municipai possui ou não Órgão de Controle Brasil – 2009-2012 2012 56.4% 67.6% 0% 10% 20% 30% 40% 50% 60% 70% 80% 90% 100% Sim Não 97 .3% 43.7% 2009 32.

3 45.6 Amapá 3 4 .6 51. . (1) Desconsidera os municípios com guarda municipal que.0 26.7 55. 17 20 51. TABELA 46 · Número de municípios com Guarda Municipal por tipo de arma utilizada Brasil e Unidades da Federação – 2009 e 2012 Tipo de arma utilizada (1) Municípios com Guarda Porcentagem de municípios cuja Apenas arma de Apenas armas Armas de fogo e Nenhum tipo de Municipal Guarda Municipal utiliza ou não fogo não letais não letais arma algum tipo de arma Ns.3 35. .7 44. . . .6 53. 31 39 . 7 6 1 1 5 5 61.1 60.3 44. .0 50. .3 Acre . . Absolutos Ns. 2 14 7 1 3 9 17 62. . .4 60.9 Ceará 55 64 .0 Rondônia 1 1 . 8 9 1 2 6 9 60. 1 100.6 74.3 Maranhão 55 72 4 1 19 39 3 .4 37. 8 12 1 1 5 7 66.4 74. 3 4 . . 32 33 4 .6 52.1 Distrito Federal . 3 5 62. . - Alagoas 36 43 .7 Pernambuco 42 50 .8 38.7 . (3) Número de guardas municipais que utilizam apenas armas de fogo confirmado na Base de Dados da Pesquisa de Informações Básicas Municipais 2012. .3 50. .0 Amazonas 35 39 . - Espírito Santo 8 10 1 1 3 4 1 .5 58. Absolutos Ns. .4 Mato Grosso 5 7 .0 40. (-) Fenômeno inexistente. .5 41. (2) Porcentagem calculada a partir da diferença entre o número absoluto de municípios com guarda municipal e o número absoluto de municípios com guarda municipal que declararam não utilizar nenhum tipo de arma. . - Fonte: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística.0 Rio Grande do Sul 23 25 3 2 7 6 5 8 8 9 65.0 Sergipe 16 20 2 1 4 2 .0 85.4 44.4 46.5 50.0 Goiás 5 7 . 19 31 1 1 16 11 55.0 100. 33. 23 28 2 3 43 43 36. 98 . . 29 32 47. 1 3 3 1 3 5 8 44. .2 61. . 1 2 . 21 15 2 3 19 32 54.0 37.8 36. 18 26 66.1 Rio Grande do Norte 15 20 1 .6 26. .0 45. 1 .5 43. Absolutos Ns.1 Mato Grosso do Sul 6 5 1 . . . 3 6 .0 62. .3 55.5 56. de acordo com a Base de Dados das Pesquisa de Informações Básicas Municipais 2009 e 2012. 1 3 1 50.5 75.0 .8 36.4 25.3 Santa Catarina 9 15 .0 14. Absolutos Ns.0 66.7 44. .6 Paraná 24 31 3 3 5 11 4 5 11 12 54. Conclusão Fórum Brasileiro de Segurança Pública. 100.5 50.0 Piauí 13 12 . . . .7 40. .0 20.9 60. não disponibilizaram esta informação. 1 2 1 1 3 4 40. 2 2 33.1 Pará 15 20 . . .7 50. .0 Paraíba 24 29 . .9 63. 24 25 56.0 66.0 55.0 Roraima 1 3 . 2 3 .0 57.7 48.5 58.9 33. .7 65.0 34. . .3 Bahia 160 170 1 1 59 75 3 3 97 90 39. .2 64. . 1 100.7 55. 18 19 .5 41.3 São Paulo 188 208 41 26 45 51 52 77 50 54 73. 2 10 15 37. . . . . .0 Minas Gerais 54 59 .9 43.5 25.6 52.2 58.4 48.8 41.0 80.2 64. . 100. 1 2 . 1 .0 33.0 Tocantins 4 5 1 .0 . Absolutos Sim (2) Não Unidades da Federação 2009 2012 2009 2012 2009 2012 2009 2012 2009 2012 2009 2012 2009 2012 Brasil 865 993 58 38 338 409 83 115 385 430 55. Pesquisa de Informações Básicas Municipais 2012 . .6 39. 2 1 60.0 45. .7 Rio de Janeiro 68 74 . .4 47.3 38.0 42. .

4% 83.5% 2012 15. a categoria "não utilizam armas de fogo" inclui as categorias "Apenas armas não letais" e "Nenhum tipo de arma".3% 0% 10% 20% 30% 40% 50% 60% 70% 80% 90% 100% Não utilizam armas de fogo Utilizam armas de fogo Nota: A categoria "utilizam armas de fogo" inclui as categorias "Apenas armas de fogo" e "Armas de fogo e não letais".Gráfico 04 Porcentagem de Guardas Municipais que utilizam armas de fogo Brasil – 2009-2012 84.6% 2009 16. 99 .

2006. (2) Em 2002 e 2004 havia 77 municípios no estado do Mato Grosso do Sul. 2009 e 2012 Brasil e Unidades da Federação Municípios com Guarda Municipal 2002 2004 2006 2009 2012 Total de Unidades da Federação Municípios Ns. Abs. . Conclusão 2004. Abs. . . 2009 e 2012. Ns. Fórum Brasileiro de Segurança Pública. Brasil 5. (1) Em 2002 e 2004 havia 139 municipios no estado do Mato Grosso. havia 223. Abs. 2006. 2004. 100 . TABELA 47 · Número de municípios com Guarda Municipal em 2002.565 985 950 786 865 993 Acre 22 . Ns. (-) Fenômeno inexistente. Abs. . . - Espírito Santo 78 15 10 7 8 10 Goiás 246 29 14 6 5 7 Maranhão 217 42 45 56 55 72 Mato Grosso (1) 141 8 5 5 5 7 Mato Grosso do Sul (2) 78 7 4 5 6 5 Minas Gerais 853 31 41 41 54 59 Pará 143 27 25 13 15 20 Paraíba 223 34 27 21 24 29 Paraná 399 36 18 19 24 31 Pernambuco 185 66 61 44 42 50 Piauí (3) 224 12 13 13 13 12 Rio de Janeiro 92 57 67 66 68 74 Rio Grande do Norte 167 13 21 13 15 20 Rio Grande do Sul 496 61 65 24 23 25 Rondônia 52 4 1 1 1 1 Roraima 15 1 2 1 1 3 Santa Catarina 293 19 12 10 9 15 São Paulo 645 192 194 185 188 208 Sergipe 75 19 22 10 16 20 Tocantins 139 4 3 3 4 5 Fonte: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística . Ns. . Ns. Abs.IBGE. em 2006. (3) Em 2002 e 2004 havia 222 municípios no estado do Piauí. Pesquisa de Informações Básicas Municipais 2002. - Alagoas 102 21 26 24 36 43 Amapá 16 2 2 2 3 4 Amazonas 62 35 30 40 35 39 Bahia 417 201 188 126 160 170 Ceará 184 49 54 51 55 64 Distrito Federal 1 .

Gráfico 05 Número de municípios que possuem Guarda Municipal Brasil 985 993 1000 950 865 786 800 600 400 200 0 2002 2004 2006 2009 2012 101 .

º 1332/2003) e de planos locais participativos de intervenção dificulta a accountability. Isso porque o crescimento Pode-se afirmar que a expansão. do seu efetivo no Anuário Brasileiro de Segurança Pública (em cerca de 11%). gradativa e vegetativo do número de Guardas Municipais em processual. trabalho das Guardas Municipais e implica. trazidos à baila de 15%) e. no da segurança pública e Guardas Municipais nordeste. limite. escorço de análise mais detido e renovado acerca. no intersetorial e interagencial. papel(is) e. municípios na segurança pública. retratam uma tendência verificada. portanto. política nacional de segurança pública. Professor-coordenador do Núcleo de Segurança Cidadã da Faculdade de Direito de Santa Maria (Fadisma). consequentemente. configuram político-institucional de fortalecimento dos o nó górdio dessa problemática. com a inclusão da maior diversidade possível Pelo contrário. a assunção da entre outros aspectos. mas ainda olvidam. Diretor de Inovação do Instituto Fidedigna. pelo seu 2013. nos últimos cinco anos. organizacionais. demandam um especialmente das Polícias Militares. mais recentemente. qual seja. desde meados da década de de identidades e práticas socioprofissionais que noventa do século XX. caráter eminentemente quantitativo. com destaque para do número de municípios com estrutura na área os eixos sul-sudeste e. a noção de processo e de Guardas Municipais como novo ator social do dito movimento que melhor explicita a trajetória sistema de segurança pública no país.org. deslegitima o centrados na integração interinstitucional. a assunção perpassam a busca por novas identidades e de novas responsabilidades por parte dos reconhecimentos dessa nova agência municipal municípios na área da segurança pública. comum. diferentes regiões do Brasil. a falta de normatividade de atores. Consultor PNUD/SENASP. Membro do Conselho de Administração do Fórum Brasileiro de Segurança Pública. a reprodução de práticas profissionais As vastas e diversificadas características tradicionais advindas da colonização dos seus desses novos modelos de gestão e arranjos saberes corporativos pelas forças policiais. por conseguinte. observada. 102 . através da produção de diagnósticos (vide o Substitutivo ao PL n.br/em-breve vagueza teórica e conceitual que permeiam o(s) de arma utilizada). a profusão empiricamente. No mais das vezes. As ambiguidades constitucionais e legais e a seu fazer cotidiano (de que é exemplo o tipo forumseguranca. Os municípios na segurança pública Eduardo Pazinato 1 1 Advogado. do Conselho Nacional de Segurança Pública e do Conselho Estadual de Desenvolvimento Econômico e Social do Rio Grande do Sul. pelo Instituto Brasileiro de que criaram suas Guardas Municipais (na ordem Geografia e Estatística (IBGE). entretanto. produzida. Mestre em Direito. crescimento do número absoluto de municípios periodicamente. não garante per se uma perfomance expressa uma expectativa mais ampla de que qualitativa baseada na prevenção das violências as políticas de segurança devam-se adequar às e na promoção dos direitos. Os dados da Pesquisa de Informações referência da pesquisa Munic apontam para o Básicas Municipais (Munic). a legitimidade das É. assim como do As possibilidades interpretativas que se percurso sociopolítico das Guardas Municipais descortinam com o acesso a esse quadro de (em disputa). do lugar ou dos vários prerrogativa de uma Guarda Municipal preventiva lugares (e não lugares) ocupados pelas Guardas encerra a construção de um traço identitário Municipais nesse contexto2. que se confunde com a opacidade do 2 consulte: http://www2. como preconiza a realidades locais e aos anseios da população. da segurança pública.

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O seu objetivo é acompanhar de forma sistemática o sentimento da população em relação ao Judiciário brasileiro.1 95. Escola de Direito de São Paulo da Fundação Getúlio Vargas. (2) A categoria confiável foi criada a partir das respostas de "confiável" e "muito confiável".fgv. Nota: As Unidades da Federação que compõem a amostra da pesquisa são Amazonas.5 18.1 81. 104 . Minas Gerais.9 6. (1) A categoria não confiável foi criada a partir das respostas de "nada confiável" e "pouco confiável".5 50. Os dados que compõem esse banco fazem parte do ICJBrasil. 2013 Confiança nas Instituições 1º sem 2012 1º sem 2013 Instituições Não confiável (1) Confiável (2) Não confiável (1) Confiável (2) Partidos Políticos 93.3 34.5 38.3 49. São Paulo. Pernambuco.4 Conclusão Fonte: Índice de Confiança na Justiça Brasileira .br/ publicacoes/icj-brasil. Bahia. pesquisa desenvolvida pela Escola de Direito de São Paulo da Fundação Getulio Vargas.5 Polícia 61.9 Igreja Católica 42.5 70. Rio de Janeiro. O Índice de Confiança na Justiça brasileira – ICJBrasil – é um levantamento estatístico de natureza qualitativa. 2012 / 1º sem.5 57.7 Melhores Avaliadas Forças Armadas 24.6 65.9 21.ICJBrasil. realizado em sete estados brasileiros e no Distrito Federal.9 Piores Avaliadas Congresso Nacional 78.1 29. Os relatórios do ICJBrasil podem ser acompanhados em http://direitogv.1 4. confiança na polícia TABELA 48 · Confiança nas Instituições 1º sem.7 75. Rio Grande do Sul e Distrito Federal. com base em amostra representativa da população.

Gráfico 06 Índice de Confiança nas Polícias Brasileiras 1º sem.9% 70. de 2013 29.1% Não confiável Confiável 105 .

grande burocracia e ineficiência que se manifesta zada pela Escola de Direito da Fundação Getúlio quando um cidadão procura a polícia. intitulado “O Brasil Que na polícia. Primeiro. problemas por conta própria. Nos EUA. que apenas 12% possuem baixa confiança na Polícia é instituição fundamental para qual- polícia do país este ano. combinada à desconfiança nas ins. movimento liderado pela Fun- mais violência. eleva a percepção de que Fórum Brasileiro de Segurança Pública. a baixa taxa de resolução dos quadro atual da segurança pública e refletir sobre crimes. A sua frente estão apenas os partidos mente as Militares. instituições revela que as polícias brasileiras Para piorar o quadro. No imaginário popular. o que pode gerar Não à toa. Conectas o crime compensa e da impunidade. Não é Vargas e apresentados no Anuário Brasileiro de incomum uma pessoa passar horas em Distritos Segurança Pública a respeito da confiança nas Policiais para registrar uma simples ocorrência. a BBC revelou que 82% dos internet que mostram policiais e manifestantes Ingleses confiavam em sua polícia em outubro em uma espiral de violência que precisa ser de 2013. 106 . Há um não confiar nas polícias brasileiras. a polícia teve uma diminuição da confiança entre PMs e manifestantes que aconteceram de expressivos 9 pontos percentuais. Instituto Sou da Paz. do qual fazem parte entidades como tituições da Justiça. que faz com que o trabalho policial um novo modelo de polícia para o país. Embora do ainda é comumente temida e vista enquanto ano de 2012 para 2013 tenha ocorrido um geral uma instituição que comete injustiças. Pesquisador Visitante no Gothenburg Research Institute – Suécia. está promovendo uma série de ativida- mente na desconfiança nas polícias são conhe. a baixa confiança dação Getúlio Vargas. Um segundo aspecto é a Confiança na Justiça brasileira – ICJBrasil. Isto tornando-as instituições efetivamente transpa- abre espaço para que queiram resolver os seus rentes e garantidoras de direitos. outros. O dado neste ano terminaram por reforçar ainda mais é alarmante: 70% dos entrevistados disseram a imagem de uma polícia truculenta. Respeito e (Des)Confiança na Polícia Rafael Alcadipani 1 1 Prof. a instituição quando são vítimas de crimes. Direitos Humanos. principal- do país. Os dados produzidos pela pesquisa Índice de seja desacreditado. Queremos”. Para se ter número expressivo de vídeos circulando na um comparativo. reali. quer democracia e os dados sobre a descon- A desconfiança na polícia é um problema fiança da população nestas instituições são sério. o Instituto Galloup mostrou interrompida. polícia políticos e o Congresso Nacional. Além disso. Adjunto da Linha de Pesquisa em Estudos Organizacionais da Escola de Administração de Empresas de São Paulo da FGV. des ao longo de 2013 na tentativa de debater o cidos. Ela eleva a sensação de insegurança e a evidência de que o modelo de segurança também faz com que as pessoas evitem procurar pública brasileiro precisa de reformas urgentes. Vale decréscimo da confiança das instituições no ainda lembrar que os constantes confrontos Brasil. há a imagem de violência estão entre as instituições menos confiáveis que está atrelada às polícias brasileiras. entre Alguns dos fatores que impactam direta.

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108 .

parte 2 Sob Fogo Cruzado: um padrão inaceitável de atuação das polícias brasileiras 109 .

ainda que preliminar. Sob Fogo Cruzado I: vitimização de policiais militares e civis brasileiros Edinilsa Ramos de Souza 1 Maria Cecília de Souza Minayo 2 1 Pesquisadora do Claves/Fundação Oswaldo Cruz. Assim. de modo a im- pedir a comparação dos dados. não sabem como seus dados são gerados nem confiam neles. outras o fazem de forma intermitente. tentou-se. alguns Estados simplesmente enviaram informações sobre “policiais mortos em serviço”. Em vários casos. sua família. os dados apresentados neste texto tratam apenas da morte violenta de policiais no exercício de suas funções e fora dele. os dados apresentados pelos Estados à Secretaria Nacional de Segurança Pública (Se- nasp) sobre a morte de policiais em serviço ou fora dele mostram-se pouco consistentes. Apesar da importância do conhecimento dos problemas da vitimização para as instituições poli- ciais – uma vez que suas consequências afetam sua missão constitucional de proteger a sociedade e de investigar e prevenir crimes e delinquências – apenas muito recentemente o tema entrou na agenda da Segurança Pública. Contudo. Editora científica da revista Ciência & Saúde coletiva da Associação Brasileira de Saúde Coletiva. muitas Secretarias de Segurança Pública não registram informações objetivas como o número de óbitos. confusa. qualificar ao máximo as informações contidas nas tabelas. Ou seja. de modo amplo e abrangente. o Fórum Brasileiro de Segurança Pública tem solicitado às Secretarias Estaduais de Segurança Pública e Defesa Social que produzam uma série histórica de vitimização e letalidade policial. para sua saúde. 110 . dar-lhes coerência e realizar uma análise descritiva. Mesmo entre os que enviaram. Nesse contexto. o que prejudica o mapeamento correto dos óbitos em confronto. existem divergências quanto ao uso de categorias e quanto ao que foi informado ao Sistema Nacional de Estatísticas em Segurança Pública e Justiça Criminal (SINESPJC) nos últimos anos. Desde o início de 2013. refere-se a policiais que sofrem le- sões e traumas no exercício da profissão e às consequências que os fatos traumáticos trazem para si. nem mesmo as instâncias es- taduais têm consenso sobre as categorias que utilizam. Por exemplo. seus relacionamentos e o desempenho de sua profissão. 2 Pesquisadora Titular do Claves/Fundação Oswaldo Cruz. começaram a apontá-los corretamente apenas nos últimos dois a três anos. Os órgãos que não enviaram os dados até agosto foram acionados pela lei de acesso à informação e. outros informaram adicionalmente os que morreram nos seus dias de folga. Introdução O conceito de vitimização. outros ainda incluíram “policiais que tiveram morte natural em serviço”. neste trabalho. ainda assim. ainda. Não foi tarefa fácil. e outras. alguns se omitiram.

o termo designava o questiona-se a respeito do cuidado dispensa. apontam-se dequadas condições de trabalho. gias de ação. neste texto. conflituosos. Também se sabe. Historicamente. Diante do fato de que os dados de mor. tarefa da consequência de sua missão constitucional ou Senasp que deveria servir ao planejamento vol. a consolidação dos dados. ela é Neste texto. traumas. cio de sua profissão. que se materializa em mor- dutória. quentes armados e prontos para o combate de vida ou morte. discutem-se os dados apresentados em mas situações tornam esses profissionais mais algumas tabelas. um tema que ainda não recebeu a de. lesões por arma de fogo ou arma mização profissional e o que esse fenômeno branca. suas corporações e para a socie. agressão física. O que é vitimização profissional e qual a Os agentes policiais também atuam como importância de conhecê-la agressores. ser vivo sacrificado para satisfazer os desejos do aos registros de lesões e traumas físicos e de alguma divindade. como é o caso das grandes cida- mântico tradicionalmente centrado na palavra des no Brasil. precariedade possibilidades de ação diante da vitimização de das viaturas. dos armamentos e das estraté- policiais. e por fim. diz respeito aos agentes de se- prejuízos ao seu desempenho. acidentes. por suas famílias. gurança pública que morrem por causa e em Assim. embates com gangues de delinquentes armados e prontos para o combate de vida ou morte. sofrem agravos físicos e emocionais no exercí- tado para a redução de mortes. breus. Já a expressão “vitimi- mentais. agressão psicológica e pode trazer de prejuízo tanto para as pessoas. estudos nacionais e internacionais. tes. apresenta-se. buscando-se extrair deles as vulneráveis: treinamento para o confronto. por estudos nacionais e internacionais. que algumas situações tornam esses profissionais mais vulneráveis: treinamento para o confronto. de forma intro. tentativas de homicídio. inadequadas condições de trabalho. frontos e traumas. Nos espaços sociais complexos e Vitimização faz parte de um campo se. a contextualização do conceito de viti. precariedade das viaturas. culturas e civilizações. con. que algu- dade. 111 . os quais provocam tanto sofrimento zação profissional” é de origem mais recente ao efetivo das corporações e trazem tantos e. dos armamentos e das estratégias de ação. embates com gangues de delin- vida relevância no âmbito da segurança pública. como a dos antigos he- talidade não são informados adequadamente. fica totalmente prejudicada. ina- conclusões possíveis. alvo de vitimização. Desde que existe polícia no mundo. muitos acabam por ferir ou ma- “vítima” e seu sentido se origina de milenares tar – involuntariamente ou não – pessoas ino- Também se sabe.

(“coping”) e o apoio que recebe. formação profissional. Historicamente. 2008. o que lhes atitudes ligadas à vitimização por parte desses provoca perda de autoestima. 2013. forte controle go externo do que no trabalho. Quando vítimas. MINAYO autonomia. SOUZA et al. dos colegas. 2005). os ção de ansiedade. elas se assemelham na frequência do risco que correm e na iminência de vitimizar alguém (MINAYO & Adorno. que têm escasso apoio da família. os policiais brasileiros são conhecidos por ex- cederem seu poder e agirem com truculência. 1956. são mais vítimas do peri. É muito comum os durecimento do caráter como mecanismos de policiais terem a ilusão de que controlam tudo sobrevivência diante do risco físico. Morrem em proporções muito mais elevadas Também influi muito a cultura que é incutida na que eles e quando sofrem lesões físicas ine. Assim. risco de vitimização estão: a natureza do even- Contribui para essa vulnerabilidade o fato de to. medo de novas lesões e da policiais têm normas e procedimentos que os própria morte. centes ou suspeitas. dos para fortalecer atitudes machistas e de en- gicas que afetam seu ego. particularmente emocional e supressão de afetos lhes cobram nos trajetos para casa e nos dias de descanso: seu preço e deixam marcas (CARLIER et al. atitudes defensivas. do policial a situações estressantes que têm nal fortalece seu sentimento de insegurança. saem ilesos. a mais culpada que ele. e mental. não raro. rígidos e quentes (SOUZA et al. cial e habitar os mesmos bairros que os delin. e a única culpada (MENDELSOHN. sensa- no desempenho da atividade profissional. culpa e. Muitos chegam a incorporar certo ci- eles são forçados a reconhecer que alguém nismo que os distancia de qualquer apoio so- conseguiu invadir seu espaço de poder e de cial e psicológico (VIEIRA et al. jovens. Sua primeira reação é de que “isso et al. Eis algumas não poderia ter acontecido comigo”. Fora do trabalho. Segundo Reiser e Geiger (1984). tes costumam passar por traumas mais in. 1976). psicológico e de que são invulneráveis. e executar suspeitos nos confrontos ou por vingança. sintomas depressivos. quando visto à luz da vitimologia. Embora haja muitas diferenciações no éthos e na dinâmica operacional das duas corporações brasileiras (polícia civil e polícia militar).. Reagem melhor os agentes com personalidade vasivos do que os cidadãos a quem servem. dos amigos e das organizações profissionais. flexível e que sabem lidar com as dificuldades. SOUZA et al. 2012).. sobretudo contra determinados grupos sociais como os pobres. a capacidade pessoal de enfrentamento boa parte deles possuir a mesma condição so. reagem pior os muito perfeccionistas.. 2007. 2012). a identidade profissio. Entre os fatores que influenciam a reação condem suas insígnias. Mesmo nos confrontos em que protegem. Por exemplo. Por isso. a menos culpada do que o agressor. sentimentos de agentes: 112 . morrem mais policiais nas folgas do que em 1997). negros e moradores das áreas populares. serviço. mesmo quando es. a tão culpada quanto ele. 2005.. Apesar da percepção aguçada dos riscos. Os policiais são treina- vitavelmente são vítimas de sequelas psicoló. o policial brasileiro se enquadra em todas as categorias de vítima: a completamente inocen- te. os agen.

em situações de elevado risco.. MINAYO et al. o que ocorre frequentemente com policiais envolvidos em tiroteios com vítimas ou quando morrem colegas de profissão ou pessoas inocentes (REISER & GEISER. • desenvolvimento do chamado “efeito flashback”. • sentimento de urgência da vida. tanto por parte das corporações como dos agentes. 113 .. 1984. perda de energia. sobretudo. • desenvolvimento de uma forma de estresse que debilita. deprime e tolhe a ação. MINAYO et al. • interferência na vida sexual. COSTA et al. a presentificação obsessiva de fatos traumáticos. 1984). 2005. os policiais rea- lizam ações que um indivíduo não faria em estado normal. fadiga crônica. tem o poder de atingir seus sentimen- tos de virilidade (MINAYO et al. pesadelos. ao mesmo tempo. problemas que são agudizados pelo enfrentamento de novos fatos traumáticos (SOUZA et al. o descrédito e a raiva da instituição e dos colegas (SOUZA et al. 2012.. levando- -os a desenvolver doenças psicossomáticas. • desenvolvimento de sintomas depressivos. 1984). insônia. como se houvesse sobre eles uma "sentença de morte" antecipada.. 2007). perda de controle sobre vários aspectos da realidade (REISER & GEIGER. 2005. 2007). ou seja. pois além de intervir nas suas relações conjugais ou de parcerias. • dificuldades para lidar com a situação de vitimização. • alteração da consciência: frequentemente... 2007).. Os riscos iminentes provocam hipervigilância e. pela falta entendimento das consequências associadas ao elevado estresse decorrente da vitimização (MINAYO et al. cujos sinais são. 2007). KELLEY. 2005. sentimentos de culpa. ansiedade e choro são manifestações de fraqueza e devem ser reprimidas.• negação do perigo por considerar que medo. REISER & GEI- GER. perda de apetite e desejos de ficar só ou de alienar-se. Alguns casos derivam para o cinis- mo. 2007. hipersen- sibilidade. que para muitos é algo extremamente doloroso.

Paraíba. Roraima nunca informaram sobre estas mortes. esse número Pública e Defesa Social. buscando-os em distintas fontes des federativas as informavam em 2000 (Dis- como as Secretarias Estaduais de Segurança trito Federal e Pará). quando estavam de folga. Maranhão. em 2012. Roraima).000. o que corresponde Estados nunca forneceram seus dados (Acre. Piauí. Ceará.7%) perderam a vida nos últimos três anos. ocorreram nos últimos três anos. é importante men- fora de seu horário de serviço foi informado cionar que a série histórica no período analisado em 2000 por somente três unidades federati. Acre. Maranhão. e em aos demais. Paraná. e contou com financiamento Amapá. Grande do Sul. Rondônia e Roraima). Além desses. Embora tenha crescido o As informações a seguir referem-se aos 26 número de Estados que informam tais mortes. 98 (26.4%) mortos em serviço em 2000. Minas Gerais. Cinco reram nos últimos três anos. Ceará. Rondônia e (66. Roraima e Rondônia). apresentou distintos comportamentos. dados recebidos até 7 de outubro de 2013 Sua Com relação às mortes de policiais civis coleta envolveu um esforço para complemen. A taxa de vitimiza- des federativas passaram a divulgar tais dados. TABELA 01 · Número de unidades federativas. 21 unida. Em 2012. foram ainda mor- últimos dois ou três anos (Alagoas. Maranhão. ção nesse último período foi de 60. por disponibilidade de dados sobre mortes de policiais militares e civis. Distrito Federal e Pará). Antes de apresentar as taxas de mortes vio- O número de policiais militares mortos lentas que foram calculadas. entre os quais 535 Rio Grande do Norte e Sergipe). tos pelo menos mais 802 policiais militares fora Espírito Santo. apenas duas unida- tar os dados. Paraná e Rio Grande do Norte).7%) óbitos ocor- Paraíba. Rondônia. Rio Grande do maior ou se há sub-registro nos outros Estados. 114 . e correspondem aos de Janeiro. Estados brasileiros e ao Distrito Federal. Rio de Janeiro e Rio Grande do mortes em serviço no período. Pará. A taxa de ro subiu para 23 unidades federativas. em 2012. folga entre 2000 e 2012. 901 óbitos de policiais militares em serviço no ral informavam o número de policiais militares período 2000-2012. Entretanto oito Esta- Estatísticas em Segurança Pública e Justiça Cri. o Sistema Nacional de cresceu para 19 Estados. Em 2012. entre as vitimização nesses três últimos anos foi de quais dez passaram a disponibilizar tal dado nos 143. Piauí. dos ainda não apresentam seus dados (Acre. Estados exibiram números elevados em relação esse total passou a ser de 22 unidades. Rio período de 2000 a 2012. ção de 373. Rio de Para o conjunto do país são informados Janeiro. Espírito Santo. 2000-2012 Mortes de Policiais Militares Mortes de Policiais Civis Ano Em serviço Fora de serviço Em serviço Fora de serviço 2000 5 3 4 2 2012 23 22 21 19 Não disponibilizam dados 3 4 5 8 Mortes violentas de policiais civis e militares Norte e Sergipe) esse dado é divulgado há ape- no exercício e em consequência da profissão nas dois ou três anos.000. não é possível afirmar se nove delas (Alagoas. Ceará. isso se deve ao fato de possuírem vitimização ás. para o quatro deles continuam sem fazê-lo (Acre.14/100. ocorridas fora de serviço. de seu horário de serviço. a taxa de 87. Paraíba.7%) nos últimos três anos. ciais civis mortos em serviço em apenas três Entre os policiais civis foram informadas 299 Estados (Pará. e Rio Grande do Sul e o Distrito Fede. entre os quais 202 (22. Apenas os Estados de Amapá. Alguns vas (Amapá. Bahia. o núme. Amapá. havia informação sobre os poli. entre as quais 71 Sul) e no Distrito Federal. Rio da Open Society Foundation.11/100.000. Rio de Janeiro. Goiás. (23.000. Paraná.64/100. entre as quais sete o fizeram nos últimos dois Para os 366 que morreram quando estavam de ou três anos (Alagoas. Goi. com taxa de vitimiza- Em 2000. porém. Brasil. minal (SINESPJC). Goiás.30/100.

26 .. Amazonas .82 Mato Grosso 90.. .51 .. 93..01 . 62.. Fórum Brasileiro de Segurança Pública.34 Maranhão 13... (-) Fenômeno inexistente.43 99. . .95 196. 702. 2010-2012 EM SERVIÇO FORA DE SERVIÇO Unidade Federativa Policial Militar Policial Civil Policial Militar Policial Civil Acre . talvez por isso se consi.10 134.65 Mato Grosso do Sul 34. 46. 41.73 142. multiplicado por 100.98 121.1 - Fonte: Secretarias Estaduais de Segurança Pública e Defesa Social.92 73. Rio Grande do Norte 41.24 Paraná 293.94 137. torna-se difícil Entretanto.58 Sergipe . ..89 118. gundo as condições “em serviço” e “fora de derassem desobrigados a fornecer essa infor.75 Ceará 27.65 175. 42...32 209.2 93.04 .18 20.04 171.. ... tendo número de mortes já nos primeiros envios de em vista todas as limitações já mencionadas. serviço”. ..83 427.11 200. .44 974. . Goiás 8. e corroborar outros estudos.93 Paraíba 21....65 Rio Grande do Sul 20. Dessa forma..GAB/SEC. Alagoas . quando eles se encontram fora do serviço.84 ... os dados parecem ser consistentes identificar qualquer forma de tendência e esta. A fragilidade dos dados não permite mação à Senasp.. 47. 115 .36 49.75 69.11 209.37 . 71. Sistema Nacional de Estatísticas em Segurança Pública e Justiça Criminal (SINESPJC)/Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp).98 . (1) Total de mortes de 2010 a 2012 dividido pela média do efetivo policial.) Informação não disponível. Amapá 28. Roraima(3) . 34.38 134.06 61..77 214..35 142. ....92 205..... a Secretaria de Segurança do Estado não contabiliza os dados de policiais mortos.35 52.. (2) Inclui apenas os dados de policiais mortos na capital..75 Bahia 34.. Rondônia . (..9 - Espírito Santo ...11 .91 .. .13 . o risco de morrer dos policiais é mais elevado A Tabela 2 traz as taxas dos Estados relati..89 34..11 417.09 16.93 .86 Pernambuco 20.11 - São Paulo 52..53 Piauí (2) 65. Teresina.. Rio de Janeiro 85. . . 63..97 .. Unidades federativas. se- violentas de policiais. ao mostrarem que belecer a comparabilidade entre os Estados..04 ..94 39. .78 . (3) Segundo Ofício nº 039/2013. dados à Senasp.Em alguns Estados não se registraram mortes vas às mortes de policiais militares e civis. TABELA 02 · Taxas (1) de policiais militares e civis mortos em serviço e fora de serviço. Santa Catarina 10. .28 ..62 65.. ..56 136....36 Minas Gerais 8.... 175. Tocantins ..000.. Há ainda os casos de elevado realizar qualquer análise mais robusta. ..12 - Pará 105. SESP/RR. 98. .61 138..29 49. Distrito Federal 34.

violentamente em elevadas proporções. É fundamental que o policial. pação ou dupla jornada. ma pode dificultar a adequação e prejudicar a A precariedade da informação que este tex. indicando principalmente tores. reconhecendo seus direitos como Apesar de todo o esforço da Senasp de trabalhadores e cidadãos. os policiais também estão morrendo mesmos. 116 . as cargas ho- te. as bém os que as enviam de maneira intermiten. observa-se que as informações de vi. Enquanto a sociedade reclama da letalidade produzida por eles contra a população. Tudo isso dificulta e impede que se tenha rárias excessivas e a dupla vinculação de ocu- uma visão nacional da vitimização dos policiais. especializados promovidos pela corporação e siderações sobre a relevância dos registros das pela sociedade. o imediatismo da atuação. Enquanto a sociedade instituir normas para padronizar a linguagem reclama da letalidade produzida por eles contra a desses registros e instituir fluxo de envio dos população. Conclusões experiências. ção do trabalho. persistir nele. riscos e a importância da missão. há Es. Apesar dessas deficiências. perar os fatores institucionais que predispõem tados que nunca enviaram suas informações. as corporações sobretudo porque eles trazem informações que e a sociedade tomem consciência da importân- podem subsidiar as políticas de prevenção de cia de diminuir a vitimização e tratar os agentes vitimização. o número insuficiente talvez a categoria de trabalhadores em maior de agentes e os salários incompatíveis com os risco de morte e adoecimento. é importante Apesar de este texto realçar os dados so- reconhecer o esforço realizado pela Senasp e bre mortes violentas. timização são pouco valorizadas. condições precárias de trabalho. os agentes – mesmo os de gru- de prevenção. Esse ser tratado como vítima e não como um fraco. esforço permitiu obter-se alguma informação a Mesmo quando o policial não pede ajuda. Em referência Por parte das corporações. eficácia e a eficiência das ações de segurança. é importante saber que. prevenir e an- tecipar os efeitos da vitimização com cuidados Para finalizar é preciso tecer algumas con. a falta há os que as possuem e não as mandam. os policiais também estão morrendo violentamente em elevadas proporções. segundo estudos e pos de elite – têm superpoderes. to assinala em vários momentos talvez se deva Não se admite mais. pois mesmo com a fragilidade quando não morre. o agente envolvido em si- dos dados é visível o crescimento do número tuação de vitimização entra em crise e deve de Estados que passaram a informá-los. mediante toda a literatura à pouca importância histórica que lhe é dada existente. vitimizados. chefes e psicólogos que atuam nas cor- a necessidade de melhoria dos processos de porações devem saber que o recalque do trau- notificação. No entanto. a ideia de que por vocação ou por na formulação das políticas e para as ações treinamento. há os de instâncias coletivas de reflexão e de avalia- que as fornecem de forma confusa. mortes em decorrência das atividades laborais. é importante su- aos 12 anos contemplados pelo estudo. ges- respeito do assunto. à vitimização: a excessiva rotatividade. é possível prever. e há tam.

Victimology. v.C.315-323..1976.B. Risck factors for posttraumatic stress – Symp- tomatology in police officers: a prospective analysis. S. v.br>.E. 117 . M..C. SOUZA. M. Editora Fiocruz. SOUZA.M. n. FERES. International p. n. cidade do Rio de Janeiro. MENDELSOHN. Cadernos de Saúde Pública. v. Ciência & Saúde Co- militares em uma cidade brasileira. COSTA. p. Policial. GERSONS. v.R. J. ONU. 2007. p. n. n.28.org. Disponí.1297-1311. Revista Pa. n. lho do militar estadual e a saúde mental. VIEIRA. LAMBERTS.. n.PIRES. E SILVA. J. p. M.. p..Referências bibliográficas CARLIER. CONSTANTI. J. 2008.4. Saúde de Pública. ce.217- 222. E. I.. B.2767-2779.S. P.C. T. Ré. 2008. M.. MINAYO.4988-506.S. ACCIOLY JUNIOR.10.7. MINAYO.185. M. REISER. E.N. B. namericana de Salud Publica. B. 95-110. 2007.21. Sep.. R. Estresse: diagnóstico dos policiais gurança na missão policial. Assembleia Geral.R. Evolução histórica da vítima e o Declaração dos Princípios Básicos de Justiça Re- surgimento da vitimologia. v. Cadernos de Saú. SOUZA.1984. p. p.jurisway. CONSTANTI- NO. v.4.C. lativos às Vítimas da Criminalidade e de Abuso de vel em: < http//www. Acesso Poder. Riscos percebidos e vitimização de poli.. Resolução nº40/34.. vue Internationale de Criminologie et de Police Technique. P. e Sociedade. v. 18. 8-18.S. 2013. S. E. OLIVEI.8.S.R. SOUZA. ORGANIZAÇÃO DAS NAÇÕES UNIDAS (ONU).3.C. 1956. sofrimento psíquico de policiais militares da neiro. 585-599.. O processo de traba- ciais na (in)segurança pública. Missão prevenir e proteger. 2012. Rio de Ja. M.. Une nouvelle branche de la Professional psychology: research and practi- science bio-psycho-sociale: la victimologie.B.1997. adorno. M. 15.1. Victimology and contempo. risco como profissão: morbimortalidade vinculada ao MENDELSOHN. v. MINAYO. p.11. 1985. GEIGER. p. letiva. SILVA. 2012. Journal of nervous & mental disease. de 29 de Novembro de 1985. M. MINAYO. Journal.. trabalho.R. Police officer as victim. H. rary society´s trends.917-928. p. GUIMARÃES MINAYO. n. S. p. Fatores associados ao NO. 2005.161-170.B.. Risco e (in) se- RA. v.S. v.11. Ciência & Saúde Coletiva.17. E. Juris way.O. 23.4 . em: 06 dez..

pelo Artigo 5º mização na ação das polícias. me- desconforto e desconfiança. das Instituições e da Democracia (DIEST) do IPEA e membro do Fórum Brasileiro de Segurança Pública. tação de contas e no controle como instrumen- cia forte é uma polícia que respeita e defende tos de fortalecimento destas organizações. mas podemos apostar que tais Dito de outro modo. manutenção da ordem aqueles que buscam discuti-lo com forte pública. a qual. organizações criminosas. Uma polí. A pauta de temas e esferas que exigem buscar esses dados. ação policial é falar da importância destas insti- cionais das polícias e demonstrar que. diação e administração de conflitos. as polícias mais perderão do que desenvolvimento do Brasil atual. o FBSP redobra da Constituição Federal. entre ou- temão. Pelo contrário. de an. ça pública. na verdade falar de padrões operacionais e de letalidade na o que se pretende é discutir padrões opera. estruturado na defesa tal aposta e investe na transparência. 2 Diretor de Estudos e Políticas do Estado. Em uma parceria com a Open Society a sociedade. polícias brasileiras. se não tuições para pensarmos as respostas públicas avançarmos em uma agenda de reformas para os dilemas do modelo de democracia e estruturais. Ao compilar dados sobre letalidade e viti- não autoriza o Estado a matar e é. contra as polícias. é importante deixar explícito que. porâneo nos impõe: prevenção da violência. o Fórum Brasileiro de Segurança não temor. no Brasil. fortalecer ção de um modelo de desenvolvimento social. Todavia. 118 . sem polícias. 3 Membro do Conselho de Administração do Fórum Brasileiro de Segurança Pública. uma polícia que gera confiança e Foudation. contenção de grupos violentos. ao tros. sobretudo. paz. as polícias enquanto instituições que valorizam econômico e cultural baseado no respeito e na o respeito ao primado da Lei. Pública (FBSP) iniciou neste ano de 2013 Só desta forma é que conseguiremos fazer um amplo levantamento sobre letalidade e frente aos dilemas impostos pela multiplicida- vitimização na ação policial no Brasil e suas de de conflitos sociais que o mundo contem- consequências para as políticas de seguran. Sob fogo cruzado II: letalidade da ação policial Samira Bueno 1 Daniel Cerqueira 2 Renato Sérgio de Lima 3 1 Secretaria-executiva do Fórum Brasileiro de Segurança Pública. o debate aqui proposto instituições sejam eixos estratégicos e de indu- não é ideológico e visa. Trata-se de um tema tabu para as criminalidade urbana. portanto. ganharão em manterem taxas elevadas de Não podemos acreditar em uma sociedade mortes em suas intervenções. o FBSP não se coloca a intervenção das polícias é ampla e. que muitas vezes veem controle de distúrbios. na pres- e garantia de direitos da população.

então é provável da força letal. contrário. a polícia está abu- a força empregada em determinada situação sando do uso da força letal. O segundo critério. há também tentativas de estabelecer uma ratio Contudo. no Brasil. dade da polícia não esteja sendo usado apenas mente utilizados para aferir o uso da força letal: para proteção dos cidadãos. pode-se supor que o poder de letali- Por esses padrões. três critérios são usual. universal capaz de isolar o que é ou não exces. mas dos em todo o país no período de cinco anos. Do abusando do uso da força letal. realizados nos EUA demonstram que as mor- cricionário. razão entre civis feridos sivo na atividade policial. Segundo Loche (2010). Cano (1997) tra- foi necessária ou apropriada. (1) a relação entre civis mortos e policiais mor. sugere que em situações de norma- padrões internacionais de uso da força comu. O terceiro critério refere-se à relação entre tos. (2) a razão entre civis feridos e civis mor. existem e mortos. vis mortos para cada policial morto. o FBI trabalha com a proporção de 12 ci- A discussão sobre letalidade na ação po. (3) a proporção de civis mortos de homicídios dolosos registrados em determi- pelas polícias em relação ao total de homicídios nado território. Segundo Loche (2010) existe uma tes de civis fruto da ação policial representam dificuldade normativa em estabelecer o grau 3. quando o número de civis mortos é muito que a polícia está cometendo excessos no uso maior do que o de policiais. o fato é que a mensu- capaz de mensurar o excesso. ração da letalidade policial ocupa um não lugar 119 . Como exem. lidade haja um número maior de civis feridos mente utilizados para aferir se a polícia está do que mortos como fruto da ação policial. estudos que a polícia esteja abusando de seu poder dis. Entretanto. Chevigny licial remete ao debate sobre a existência de (1991) sugere que quando a proporção de civis métricas e critérios capazes de determinar se mortos é maior do que 10. pode inferir-se que. pela polícia correspondem a um elevado per- O primeiro critério parte do pressuposto de centual do total de homicídios. o número de civis mortos pela polícia e o total tos pela polícia. Quando as mortes cometidas dolosos. Bittner (2003) balha com a proporção de 4 civis mortos para argumenta que não existe um critério único e cada policial morto.Uso da Força e Disponibilidade de Dados plos.6% do total de homicídios dolosos registra- aceitável de uso da força letal pela polícia.

parar legalmente o agente policial. Estado. que po- análise de indicadores criminais. cados no artigo 121 do Código Penal . sugerindo sua substituição por exercício regular de direito. Civis e nenhuma das Polícias Militares. cuja maior evidência é aplicada a 81 respondentes. por instituição Nome da ocorrência envolvendo civis em ações policiais SSP PC Total N % N % N % Resistência seguida de morte 9 45 5 31 14 39 Autos de resistência 3 15 3 19 6 17 Morte em confronto 5 25 5 31 10 28 Outros (1) 3 15 3 19 6 16 Total 20 100 16 100 36 100 Fonte: Ministério da Justiça/Secretaria Nacional de Segurança Pública. mesmo não constituem um tipo criminal específico e em casos em que tudo indicava tratar-se de um são. homicídio ou lesão corporal seguido de morte.teorica. de questões relacionadas às ocorrências le- pacto dessas mortes no desenho e implemen. 25 das Polícias Civis e mos estatísticas confiáveis sobre tais mortes 22 das Polícias Militares. obteve ao final a inexistência de consensos acerca do que se 74 instrumentos preenchidos. (1) A categoria outros inclui: homicídio. na prática há dúvidas se terá a capacidade 120 . 16 das Polícias Para tentar conhecer melhor tal realida. a pesquisa en- todo o país sobre o processo de produção e controu oito denominações distintas. principalmente se a rotina indicar que não há in- trada como “resistência seguida de morte” ou vestigação e acompanhamento adequado das “auto de resistência”. no eixo e. não te. uma taxa de quer contar quando se fala em violência poli. A pesquisa. das Secretarias de Segurança. Embora esta nomenclatura tenha sido im. a mesma quando um civil é morto por um agente do pode ceder espaço para graves distorções. ocorrências designadas como “resistência se- licial atirou em legítima defesa. justa- de. Fato é que as gorias. Isto porque. crimes de homicídio – tipifi. a taxa de tação das políticas de segurança pública e nos preenchimento foi muito menor: 20 respostas padrões operacionais das polícias brasileiras. Termo de Parceria 752962/2010. em dezembro de 2012 a Secretaria de Direitos Segundo o artigo 23 do mesmo código. gestores responsáveis pela produção das Quando questionados sobre a categoria estatísticas criminais das Polícias Civil. lico. resposta de 91% das quais 27 de Secretarias cial. Para tentar mitigar o risco dessas distorções. Se a ação é importante do ponto de vista simbó- plementada como um mecanismo para am. “homicídio decorrente de intervenção policial”. nas políticas públicas. ou ainda seguida de morte” e “autos de resistência” nos em estrito cumprimento de dever legal ou no registros policiais. resistência com morte do opositor. na realidade. Na ausência desses consensos. Mi. métricas capazes de avaliar o im. policiais (Nascimento et al. Fórum Brasileiro de Segurança Pública. dem ser verificadas na tabela 1. de Segurança Pública. 2009). resistência/pessoas mortas Frente a esse quadro percebe-se que. tais de civis fruto de ações policiais.8 dispon- existe crime se o agente o pratica em estado do sobre a abolição das designações “resistência de necessidade. não Humanos (SDH) publicou a resolução n. esta ocorrência é normalmente regis. homicídio. Projeto Gestão e Disseminação de Dados na Política Nacional de Segurança Pública. tampouco. Os “autos de guida de morte” passaram a ser utilizadas com resistência”/”resistência seguida de morte” muita frequência por algumas polícias. Entretanto. ou mesmo execução. utilizada para registrar as situações em que ci- litar e Secretarias de Segurança Pública de vis são mortos pelas polícias. homicídio com motivação enfrentamento com a polícia. mente praticados com “exclusão de ilicitude”. no ano de 2011 o Fórum Brasileiro de mente a corporação mais comumente envol- Segurança Pública realizou pesquisa com os vida em ocorrências como esta. parte-se do pressuposto de que o po. TABELA 01 · Nome recebido pelas ocorrências letais de civis em ações policiais. em legítima defesa. se o registro ocorrências com resultado morte envolvendo é prontamente realizado utilizando estas cate.

Em complemento. eles não atividade policial. ex- Nesse sentido. Pesquisa realizada por Lemgruber et inquéritos policiais e pouca atenção é dada à al no ano de 2002 demonstrou que a maioria qualidade da investigação. Civis. tais profissionais correm o risco de. além disso. Esta questão ganha ainda mais destaque Paradoxalmente. em 16 dos 18 Outro fator que dificulta sensivelmente estados. quando questionados sobre quando se analisa os mecanismos de controle os entraves ao bom resultado do trabalho das interno e externo que teriam o papel de coibir Corregedorias. nistério Público (MP). imparcial e baseia-se na presunção da culpa. as polícias e secretarias de segurança a efetividade da atuação das corregedorias não têm obrigação de enviar às ouvidorias in- é a ausência de uma política de recursos hu. manos para os profissionais que nelas atuam. não tinha rança Pública sobre mecanismos de contro- prédio ou orçamento próprio. polícias) e não se transforma em eixo político gruber et al. para executar a tarefa de Segurança Pública. recebem nenhum adicional nos vencimentos No caso do MP. Federal tem a missão de controle externo da vestigado.. via de regra.) não temos estatísticas confiáveis sobre tais mortes e. apresentando le das polícias demonstrou que. formações sobre mortes de civis por policiais. que pela Constituição no futuro. O quadro é ainda do controle interno. serem subordinados de algum in. Já no âmbito do controle externo. como não possuem estabilidade policial não é adequadamente tratado pelo Mi- no setor. Militares. pp. Além disso. 2013). desenvolvido pelo Fórum Brasileiro de Segu- te delas possuía autonomia restrita.. O tema da letalidade dos praças da PM e a totalidade dos detetives é visto como um assunto afeito à esfera opera- da PC entrevistados afirmou não ter nenhum cional (e por isso de competência exclusiva das interesse em trabalhar na Corregedoria (Lem. mais grave na medida em que. diversos entrevistados reclamaram apenas 11 tem acesso aos dados de letalida- sobre as resistências enfrentadas no cotidiano. de policial em seus estados (Fórum Brasileiro dentro das instituições. Os entrevistados ou estratégico das instituições e dos Governos. o tema da letalidade Por exemplo. métricas capazes de avaliar o impacto dessas mortes no desenho e implementação das políticas de segurança pública e nos padrões operacionais das polícias brasileiras.de impactar nos índices de letalidade policial ou ainda disseram que o órgão não age de forma mesmo fortalecer a apuração desses crimes. dentre as 18 ainda infraestrutura limitada e falta de efetivo.100). tampouco. nem pelo Poder Judiciário. ouvidorias de polícia existentes no Brasil hoje. (. estudo produzido por Cano cessivamente frouxa não apenas com os crimi- & Duarte (2011) nas corregedorias das Polícias nosos. a preocupação fica excessiva- e são percebidos como “inquisidores” pelos mente focada no formalismo processual dos colegas. os entrevistados alegaram que excessos. estudo ros de todo o país demonstrou que a maior par. mas também com os policiais. 2003. o problema reside na legislação brasileira. 121 . Técnicas e Corpos de Bombei.

Aqueles que não enviaram os dados após a coleta das informações. gerido forçar a relevância de se investir na produção de TABELA 02 · Qualidade na Transparência de Informações sobre Mortes Perpetradas por Policiais Classificação quanto a não Classificação quanto aos dados Grau de Unidade Federativa apresentar informações desde reportados pelas SSPs serem Transparência 2007 inferiores aos do SIM Alta Amazonas 1 1 Alta Distrito Federal 1 1 Alta Mato Grosso 1 1 Alta Rio de Janeiro 1 1 Alta Rio Grande do Sul 1 1 Alta São Paulo 1 1 Alta Amapá 1 2 Alta Pernambuco 1 2 Média Mato Grosso do Sul 1 3 Média Minas Gerais 1 3 Média Santa Catarina 1 3 Média Tocantins 1 3 Média Sergipe 2 3 Média Rio Grande do Norte 3 1 Média Acre 3 2 Média Alagoas 3 2 Média Espírito Santo 3 2 Média Paraiba 3 2 Média Piauí 3 2 Média Rondônia 3 2 Baixa Bahia 3 3 Baixa Pará 3 3 Baixa Maranhão 3 4 Baixa Paraná 3 4 Baixa Roraima 4 2 Baixa Ceará 4 3 Baixa Goiás 4 3 Fonte: MS/SVS/DASIS (Sistema de Informações sobre Mortalidade – SIM) e informações enviadas pelas Secretarias Estaduais de Segurança Pública e/ou Defesa Social. A nota referente ao primeiro indicador foi baseada na informação sobre o número de vezes (anos) em que a unidade federativa não deixou de reportar o dado desde 2007. SINESPJC. senão reportou de 3 a 4 vezes (3). Elaboração dos autores. 4 a 7 vezes. os Estados não atenderam das mortes causadas por intervenção policial no aos pedidos. constatou-se vá- até agosto de 2013 foram acionados por meio rias lacunas de dados que não nos autorizavam a da Lei de Acesso à Informação. respectivamente. 1 a 3 vezes. e 8 a 11 vezes. 122 . Se reportou em todos os anos (1). se não reportou 1 ou 2 vezes (2). o Fórum Brasileiro do Ministério da Justiça. Os números indicaram uma baixa qualida- tes ao tema do Sistema Nacional de Estatísti. A classificação referente ao segundo indicador variou de 1 a 4 a depender se o número de vezes (anos) em que o total de mortes perpetradas por policiais segundo o informe das secretarias de segurança pública foi inferior ao número do SIM em 0. o FBSP coletou os dados referen. de Segurança Pública compilou um conjunto A proposta deste esforço era estruturar uma de dados sobre vitimização e letalidade policial. No entanto. série histórica com os dados dos últimos doze solicitando as informações diretamente aos anos das ocorrências relacionadas. Avaliando os dados levantados pelo FBSP pela Secretaria Nacional de Segurança Pública Desde janeiro de 2013. de das informações disponíveis e estariam a re- cas em Segurança Pública (SINESPJC). país. Nos casos em considerar os números obtidos como um retrato que. Estados. ainda assim. e se não reportou 5 ou 6 vezes (4).

dados mais fidedignos e confiáveis. chamada “intervenções legais e operações de
Mesmo com problemas de registro e não guerra”. Este dado não é considerado dos mais
oferecendo condições para serem tomados confiáveis dentro do sistema de saúde, mas,
como um retrato completo da letalidade da quando registrado pelo hospital, no mínimo de-
ação policial, os dados compilados foram tra- veria gerar o registro de um boletim de ocorrên-
tados de modo a explicitar e separar questões cia com a indicação do fato de que um policial
metodológicas, afeitas à forma como são pro- foi o autor da ação. Portanto, quando o dado da
duzidos, e questões substantivas, sobre o nível saúde é superior ao registrado pela polícia, a si-
de letalidade da ação policial no Brasil. tuação é ainda mais grave e denota a fragilidade
Por esse procedimento, os dados informa- destes registros pelas instituições de segurança
dos pelas polícias foram cotejados com aqueles pública no Estado.
sistematizados pelo Ministério da Saúde, na Considerando a fragilidade dos dados cole-
ideia de que a comparação entre os dois siste- tados, pretendeu-se elaborar uma metodologia
mas permite validar os dados informados – já simples para estimar a qualidade da transparên-
que um dado informado em um sistema deveria cia de informações sobre mortes perpetradas
constar obrigatoriamente do outro sistema. Ade- pelas polícias Civil e Militar de todo o país. Para
mais, as Unidades da Federação foram separa- estabelecer a comparação com os dados do sis-
das em grupos de transparência estimada dos tema de saúde, optamos por agregar as ocor-
dados de letalidade fornecidos, à semelhança rências das duas polícias em todos os Estados.
da metodologia que o FBSP aplica para as es- Assim, a nota referente ao primeiro indica-
tatísticas criminais. Cabe destacar que, no caso dor foi baseada na informação sobre o número
do registro da Segurança Pública, foram consi- de vezes (anos) em que a unidade federativa
derados apenas os casos classificados como não deixou de reportar o dado ao SINESPJC en-
“morte em confronto”, ou seja, casos em que tre 2007 e 2010: se reportou em todos os anos
os policiais estavam em serviço. As demais ca- (1); se não reportou 1 ou 2 vezes (2); senão re-
tegorias, tais como homicídios e lesão corporal portou de 3 a 4 vezes (3); e se não reportou 5
seguida de morte, dentre outras, não puderam ou 6 vezes (4).
ser mapeadas em todos os Estados e, portan- Já a classificação referente ao segundo in-
to, não foram incluídas na comparação.Como já dicador variou de 1 a 4, a depender se o núme-
mencionado, para a construção de tais grupos ro de vezes (anos) em que o total de mortes
considerou-se a diferença entre SINESPJC e perpetradas por policiais segundo o informe
o Sistema de Informações sobre Mortalidade das secretarias de segurança pública foi infe-
(SIM) – Datasus. Parte-se do pressuposto de rior ao número do SIM/Datasus em 0 (1); 1 a
que, quando uma vítima chega ao hospital ferida 3 vezes (2); 4 a 7 vezes (3); e 8 a 11 vezes (4),
ou morta em decorrência de ação policial, este respectivamente.
fato deve ser informado ao hospital, que regis- A partir destes indicadores, os dados cole-
tra o fato no SIM/Datasus na categoria Y35-Y36 tados podem ser verificados na tabela a seguir:

123

TABELA 03 · Pessoas mortas em confronto com Polícias Civis e Militares em serviço
Unidades da Federação – 2000-2012

Grau de Unidades
2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012
Transparência (1) da Federação

Brasil 1040 1083 1547 2028 1616 1452 1689 1901 1729 1824 2031 1803 1890

Amapá (2) (3) ... ... ... 1 ... ... ... 1 ... 8 11 14 12
Amazonas ... ... ... ... 1 4 2 0 4 9 9 7 5
Distrito Federal - 3 7 5 2 2 - 1 5 4 3 - -
Mato Grosso (4)
... ... ... ... - 4 11 9 3 10 6 10 7
Alta
Pernambuco ... ... ... ... 17 24 13 22 40 40 30 24 32
Rio de Janeiro 427 592 900 1195 983 1098 1063 1330 1137 1048 855 523 415
Rio Grande do Sul (5) 18 28 26 40 30 13 49 56 44 58 56 40 67
São Paulo 595 460 610 785 573 300 546 401 397 543 510 461 563

Acre (6) ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... 2 4
Alagoas (6) ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... 2 26
Espírito Santo ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... 16 15 23
Mato Grosso do Sul ... - 4 2 7 2 3 10 4 4 3 2 2
Minas Gerais ... ... ... ... ... ... ... 56 39 36 35 42 ...
Paraíba ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... 13 24
Média
Piauí (6) ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... 7 4
Rio Grande do Norte ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... 21 21
Rondônia (6) ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... 2 4
Santa Catarina ... ... ... ... ... 1 1 5 37 37 54 53 69
Sergipe ... ... ... ... ... ... ... ... 16 24 12 10 25
Tocantins ... ... ... ... 3 4 1 10 3 3 5 3 7

Bahia (6) ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... 307 284 344
Ceará (6) ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... 9
Goiás ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... 42 -
Baixa Maranhão (6)
... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... 1 11
Pará ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... 78 49
Paraná (6)
... ... ... ... ... ... ... ... ... ... 119 147 167
Roraima (7) ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ...

Fonte: Secretarias Estaduais de Segurança Pública e Defesa Social; Sistema Nacional de Estatísticas em Segurança Pública (SINESPJC) / Secretaria
Nacional de Segurança Pública (SENASP); Fórum Brasileiro de Segurança Pública.
(1) Grupo segundo qualidade estimada dos dados, conforme detalhado no estudo.
(2) Os dados da Polícia Militar do AP não incluem as informações dos 11º BPM e 12º BPM.
(3) Os dados da Polícia Militar foram consolidados com base nas informações recebidas diretamente do Estado; os dados da Polícia Civil foram
coletados do Sistema Nacional de Estatísticas em Segurança Pública .(SINESPJC)
(4) Os dados do período compreendido entre 2005 e 2011 foram coletados diretamento do Estado; o dado de 2012 foi extraído do Sistema Nacional
de Estatísticas em Segurança Pública (SINESPJC).
(5) O dado do ano de 2012 foi extraído do Sistema Nacional de Estatísticas em Segurança Pública (SINESPJC).
(6) Dados extraídos do Sistema Nacional de Estatísticas em Segurança Pública (SINESPJC).
(7) Segundo Ofício nº 039/2013- GAB/SEC. SESP/RR, a Secretaria de Segurança do Estado não contabiliza estas informações.
(...) Informação não disponível.
(-) Fenômeno inexistente.
Nota: O estudo considerou os dados recebidos até 15 de outubro de 2013.

124

TABELA 04 · Comparativo do total de
mortos em confronto com as polícias
Brasil e Estados Unidos – 2007-2012

Ano Brasil EUA Razão

2007 1.901 398 4,8
Conclusão 2008 1.729 378 4,6
Com base na metodologia proposta, a pri- 2009 1.824 414 4,4
meira avaliação possível é que apenas 8 Uni- 2010 2.031 397 5,1
dades da Federação tiveram seu dados de le- 2011 1.803 404 4,5
talidade na ação policial considerados como de 2012 1.890 410 4,6
alta qualidade para os dois indicadores segundo
o grau de transparência (AM, DF, MT, RJ, RS, Fonte: Secretarias Estaduais de Segurança Pública e
SP, AP e PE). As demais unidades da federação Defesa Social; Sistema Nacional de Estatísticas em
não puderam ter seus dados validados e, por- Segurança Pública (SINESPJC) / Secretaria Nacional
tanto, existe a possibilidade ainda maior des- de Segurança Pública (SENASP); Criminal Justice
tes estarem subnotificados, o que exigiria por Information Services Division; Annual Firearms Discharge
parte dos Governos, em especial do Ministério Report; Fórum Brasileiro de Segurança Pública.
da Justiça, um esforço de coordenação para
que este problema não seja desconsiderado
quando da implementação efetiva do Sistema dados sejam precários, apontam para um pro-
Nacional de Informações de Segurança Públi- blema muito sério com relação ao padrão opera-
ca, Prisionais e sobre Drogas - SINESP, criado cional das polícias brasileiras.
pela Lei nº 12.681, de 4 de julho de 2012. A Para afastar qualquer dúvida sobre o signi-
boa notícia é que a legislação que cria o referi- ficado desses dados e a título de comparação,
do sistema condiciona o repasse de verbas aos nos EUA, país com um número muito maior de
Estados à alimentação do sistema, sendo que armas de fogo em circulação e com população
o termo de adesão ao Sinesp inclui as ocorrên- 60% maior que a brasileira, o número total de
cias relacionadas à vitimização e letalidade poli- civis mortos pelas polícias em todo o ano de
cial como de preenchimento obrigatório para as 2012 foi de 410, segundo dados do Criminal
polícias estaduais. Justice Information Services Division do FBI.
Em termos substantivos, não obstante as Adicionalmente, de acordo com o “Annual
limitações indicadas na qualidade dos dados, a Firearms Discharge Report” do Departamento
conclusão é que o balanço alcançado pelo levan- de Polícia de Nova Iorque, utilizando-se apenas
tamento do FBSP é bastante triste: consideran- as informações referentes à cidade de Nova
do apenas os dados do ano de 2012, verificamos Iorque - uma metrópole muito violenta que, nos
que ao menos 5 pessoas morrem vítimas da anos 1990, logrou reduzir suas taxas de homi-
intervenção policial no Brasil todos os dias, cídios e se transformou em exemplo a ser se-
ou seja, ao menos 1.890 vidas foram tiradas guido no mundo - percebemos que em 1971 a
pela ação das polícias civis e militares em si- Polícia daquela cidade atirou em 314 pessoas e
tuações de “confronto”. Se considerarmos a matou 93. No ano de 2011, esta mesma polí-
série histórica proposta pelo estudo, o resultado cia, responsável por prover segurança públi-
é o mesmo: utilizando os dados dos anos 2000 ca em uma cidade com cerca de 8,2 milhões
até 2012, em média 4,9 pessoas morrem todos de habitantes atirou em apenas 24 pessoas
os dias por intervenções policiais. e matou somente 8. Já no município de São
Estes dados consideram apenas as mortes Paulo, com cerca de 11 milhões de habitan-
em confronto, ou seja, aquelas praticadas em tes, no mesmo ano as polícias Civil e Militar
serviço. Se incluirmos aí os casos em que civis mataram, juntas, 242 pessoas; no Rio de Ja-
são mortos por policiais fora de serviço, muitas neiro, município com cerca de 6 milhões de
vezes quando estão fazendo o “bico”, o núme- habitantes, no mesmo ano as duas polícias
ro é ainda mais expressivo. Assim, ainda que os mataram, juntas, 283 pessoas.

125

PC em serviço 13. Procuradoria Geral da República do México. UNODC Crime Statistics. SINESPJC. ca do Sul e Venezuela. urgentes nos padrões de atuação das forças de ço. na evidência empírica de que o modelo de segurança pública do Brasil. TABELA 06 · Homicídios.5 33..816 2012 2012 México 1652 740 23. Em uma breve comparação com dados ação das polícias brasileiras: a taxa de mortali. FBI. cuja tirem claramente. 45. os dados que o brasileiro. Fórum Brasileiro de Segurança Pública.797 2010 2011 África do Sul 706 .530 2012 2012 EUA 410 95 4.307 2013 2011 Venezuela 704 .. podem estar subno.651 2012 2011 República Dominicana 268 62 25 10.882 2006 2010 (.09 311. 30. revelam que polícia e sociedade encontram-se. não se justifica dos frágeis e.1 efetivo policial para os demais.8 Segurança Pública e Justiça Criminal (SINESPJC) / PM fora de serviço 58.190. como uma agenda interditada na segurança pú- hoje.. Independent Police Complaints Comission (IPCC).915 2009 2011 Reino Unido 15 10 1 9. em hipótese alguma que o tema da letalidade tificados. Ou seja. Banco Mundial... Áfri- de vitimização policial também são considera.7 119.7 Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp). Independent Police Investigative Directorate. Sistema Nacional de Estatísticas em PM em serviço 17.1 27. Trata-se de um assunto central todos os anos em decorrência da intervenção para polícias. ou até piores um cidadão comum.2012 Brasil Taxa (1) Fonte: Secretarias Estaduais de Segurança Pública e Homicídio nacional 24.233 2011 2011 Canadá .189.361. verificamos que as polícias bra- dade por homicídio de um policial no Brasil sileiras matam mais do que a de países com é três vezes superior à taxa de homicídio de índices de criminalidade similares. Brasil . Statistiques Canada.016. letalidade e vitimização policial países selecionados – 2006-2012 Ano de referência Ano de referência com policiais em Policiais mortos Pessoas mortas vitimização e em confronto dos dados de em serviço População da taxa de letalidade homicídio homicídio Taxas de serviço País Brasil 1890 89 24.3 Defesa Social. 1 1. As informações aqui apresentadas policial continue a ser tratado como um tabu. Cuerpo de Investigaciones Científicas. portanto.726. governos e sociedade civil discu- policial. PC fora de serviço 42. Anistia Internacional.. 126 . Não obstante.205. mas também muitos policiais. internacionais. ainda mais nossa análise sobre o padrão de atu.976. como é o caso de México..9 (1) Por 100 mil habitantes para a taxa de homicídio e por PM e PC (em serviço e fora) 72.3 193.9 51.7 Fórum Brasileiro de Segurança Pública.. Police Memorial.) Informação não disponível Fontes: Secretarias Estaduais de Segurança Pública e Defesa Social. TABELA 05 · Taxas de mortalidade por homicídio (população total e policiais Civis e Militares). e identificarem mudanças mortalidade se dá especialmente fora de servi. sob fogo cruzado: morrem muitos civis blica brasileira. Penales y Criminalisticas (CICPC). Os dados de vitimização policial reforçam segurança pública brasileiro está em colapso.587.

1997.Referências Bibliográficas BITTNER. n. Trad. 127 . Ignacio. 1991. Caxam- bu. CANO. Rio de Janeiro. 17 jul. CHEVIGNY. Ana Luísa. NASCIMENTO. FÓRUM BRASILEIRO DE SEGURANÇA PÚ- BLICA.. Egon. C. A. Julita. CANO. Quem vigia os vigias? Um estu- do sobre o controle externo da policia no Brasil. USP. Rio de Janeiro. NPPCS/UFS. Ignacio.. In: TOMO. (Relatório de pesquisa). Brazil and Argentina. n. LEMGRUBER. FÓRUM BRASILEIRO DE SEGURANÇA PÚ- BLICA. Leonarda. Revista do Núcleo de Pós-Graduação e Pesquisa em Ciên- cias Sociais/Universidade Federal de Sergipe Nº 1 (1998). P. The use of lethal force by police in Rio de Janeiro.2.. MUSUMECI. 2011. Adriana. Police Deadly Force as Social Control: Jamaica./dez. São Paulo. Panorama das ouvidorias estaduais de Segurança Pública e Defesa Social . A.. São Paulo: Record. NERI. São Paulo. 2003. Núcleo de Estudos da Violência. 2010. Autos com ou sem resistência: Uma análise dos inquéritos de homicídios cometidos por po- liciais. Ignacio. São Paulo. 2013..C. Série Dossiê NEV. LOCHE. A letalidade de ação policial: parâmetros para análise. Análise das atividades correicionais no Brasil. São Cristóvão-SE. Diagnóstico dos sistemas estaduais de segurança pública. 33º Encontro Anual da ANPOCS. Aspectos do trabalho policial. Belo Horizonte: 2011. Thais Lemos. p: 10. 2003. GRILLO. ISER. CANO. outubro de 2009. E. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo. Amêndola Pinheiro. N. DUARTE.

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parte 3 Apêndice Metodológico 129 .

O formulário aplicado continha cerca 1 O estudo metodológico de 30 variáveis. A cobertura dos incidentes deve ser a mais ampla possível. os incidentes podem ser regis- trados pelas vítimas pela internet e o setor deve contar com fontes alternativas ao Boletim de Ocorrência para a análise criminal. como estrutura completo pode ser acessado no Anuário Brasileiro de Segurança do órgão de estatística. trabalhar com dados georreferenciados. transparência dos dados. que conte com recursos como checagem automática de inconsistências e tabelas de auxílio ao preenchimento dos campos fechados. etc. atende a todos estes requisitos. policiais. O preenchimento das informações deve ser feito através de sistema informatizado especializado. Senasp. comunidade acadêmica e população. O setor deve adotar procedimentos de controle para checar a consistência das informações. A contagem de casos deve se basear na maior quantidade possível de ocorrências. Os dados. com esta- tísticos na equipe. cobertura e forma Pública. Este formulário refletia o que se entende como “tipo ideal” de procedimentos para que as informações fossem produzidas com qualidade. permitir a correção posterior das informações e ser fiscalizado por algum órgão externo. de forma periódica e o mais desagregado possível. de coleta. procedimentos de controle. Com base nas respostas ao formulário. contar com um setor de controle de qualidade e dispor de regulamentação que estabeleça os indicadores. Estimando a qualidade das estatísticas criminais A metodologia de estimação de qualidade dos dados criminais produzidos pelos Estados foi desenvolvida a partir das respostas recebidas dos gestores estaduais do SINESPJC. permitir a contabilização de incidentes e de vítimas e separar adequadamente os diversos tipos de autores (crianças e ado- lescentes. responsáveis pela produção das estatísticas pelas Unidades da Federação1. por sua vez. neste modelo ideal. definições e usos das estatísticas dentro e fora das instituições policiais. alguns se aproximam mais e outros menos deste “tipo-ideal”. o órgão de produção das estatísticas dever contar com quantidade adequada de funcionários. fluxos e prazos para o envio de estatísticas. o setor realiza reuniões de análise e planejamento com base nas evidências coletadas. 2012. devem ser tornados públicos. ano 6. abordando dimensões relacionadas à qualidade da informação. neste modelo ideal. No entanto. os estados foram divididos entre os que se aproximam mais ou menos 130 .) Finalmente. Em linhas gerais. Este é um ideal a ser alcançado e nenhum estado atualmente. na prática. há um sistema de metas e recompensas para as unidades que atingem as metas estipuladas e os dados desagregados são disponibilizados para as polícias.

Alguns contam o incidente como unidade de do Ministério da Justiça. Ainda que envolva algum grau de escolha A metodologia de estimação de qualidade e arbitrariedade. de estados mais homogêneos. não De forma complementar. por reavaliar a distribuição em relação a alimen- ticamente significantes entre os dois grupos de tação do SINESPJC. Alguns criminalidade da publicação. de modo a agrupar os estamos desempenho mais justas. optou-se pela apresentação das não. PJC. o FBSP optou existem de fato diferenças relevantes e estatis. um segundo objetivo também como os estados produzem suas estatísticas: a impactou a posição relativa dessas Unidades. realizada com critérios exteriores forma de louvar o trabalho desempenhado por a área de segurança pública. zação. numa subdivisão da internet para notificação de crimes e outros desses grupos. estados com maior cobertura. Entretanto. as Unidades da Fede. de casos e outros não.deste modelo por meio de uma análise de cluster O objetivo final era facilitar comparações de em dois estágios. verificados na tabela da página seguinte: 131 . comparando grupos em termos de coesão e separação. divulgação e uso de informações numa grande e única categoria. os resultados da pesquisa mostram que mação da qualidade dos dados das 27 Unidades ainda existem diferenças importantes na forma da Federação. separam os homicídios dos confrontos com a Procuramos neste estudo fazer uma divisão polícia enquanto outros somam ambos os tipos. fonte dos dados de análise e outros o número de vítimas. dos estados brasileiros em dois grandes grupos. numa ocorrência e outros apenas os principais. Os resultados podem ser estados em termos de qualidade da informação. acreditamos que a classificação dos dados desenvolvida é bianual e deverá ser seja superior a metodologia utilizada nos anuários atualizada no ano de 2014. Mostramos que diversos Estados desde então. para além do obstante esta primeira tentativa de homogenei- desenvolvimento de uma metodologia de esti. Alguns permitem o uso qualidade dos dados. Alguns contam criminais. rança Pública e Justiça Criminal (SINESPJC). como anteriores. Alguns contabilizam os atos infracionais por sua de acordo com os procedimentos de qualidade natureza e outros jogam os atos infracionais de produção. cobertura da coleta é desigual. influindo na taxa de notificação de crimes. Mas. No entanto. que aparecem ração foram divididas em grupos de boa ou baixa como mais violentos. prejudicando os Numa primeira dimensão. Unidades de acordo com o grau de alimentação Alguns contabilizam todos os crimes cometidos do Sistema Nacional de Estatística de Segu. subdividindo-os em outros dois a partir com procedimentos para evitar a duplicidade do preenchimento adequado ou não do SINES.

Grupos de Estados segundo qualidade dos dados Unidades da Federação   Acre alta qualidade Alagoas alta qualidade Amazonas alta qualidade Bahia alta qualidade Ceará alta qualidade Distrito Federal alta qualidade Espírito Santo alta qualidade Goiás alta qualidade Mato Grosso alta qualidade Grupo 1 Mato Grosso do Sul alta qualidade Minas Gerais alta qualidade Pará alta qualidade Alimenta o Paraíba alta qualidade SINESPJC adequadamente Paraná alta qualidade Pernambuco alta qualidade Rio de Janeiro alta qualidade Rio Grande do Sul alta qualidade São Paulo alta qualidade Sergipe alta qualidade       Maranhão baixa qualidade Piauí baixa qualidade Rondônia baixa qualidade Grupo 2 Roraima baixa qualidade Santa Catarina baixa qualidade Tocantins baixa qualidade         Grupo 3 Rio Grande do Norte alta qualidade Não alimenta o SINESPJC       adequadamente Grupo 4 Amapá baixa qualidade 132 .

PR Nacional de Estatísticas em Segurança Pública e Justiça Criminal – SINESPJC. Justiça e Cidadania . Ministério da Justiça – MJ. Defesa e Cidadania . Sistema Secretaria de Estado de Segurança Pública. 2009 e 2012. Secretaria de Estado de Segurança Pública – PA Secretaria Nacional de Segurança Pública. Secretaria de Segurança Pública – SP Secretaria da Segurança Pública – PB Secretaria de Segurança Pública e da Defesa Social – RN Secretaria da Segurança Pública – RS Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social – CE Secretaria de Defesa Social – PE Secretaria de Segurança Pública e Justiça – GO Secretaria de Estado da Justiça e Segurança Pública – AP Secretaria de Segurança. Secretaria de Segurança Pública – SE Pesquisa de Informações Básicas Municipais 2002. Índice de Confiança na Justiça Brasileira - ICJBrasil. 2006.SPDCA. Secretaria de Estado de Segurança Pública – DF Secretaria Nacional de Segurança Pública. 2004. Secretaria de Segurança Pública – PI Gerencia de Justiça. Secretaria de Segurança Pública – BA Escola de Direito de São Paulo da Fundação Getúlio Secretaria de Segurança Pública – MT Vargas – FGV. 2012.Fontes dos Dados Publicados na Edição 2013 do Anuário Brasileiro de Segurança Pública Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde Secretaria de Estado se Segurança Pública – AM – DATASUS.AC 133 . Secretaria de Estado e Segurança pública . Pesquisa Perfil das Instituições de Segurança Pública. Ministério da Saúde – MS. Segurança Pública e Cidadania – MA Secretaria de Segurança Pública – RJ Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE.TO Secretaria de Estado da Segurança Pública – SC Secretaria do Tesouro Nacional – STN.RO Secretaria de Estado da Segurança Pública – RR Secretaria de Segurança. Levantamento nacional do atendimento socioeducativo Secretaria de Estado de Defesa Social – MG ao adolescente em conflito com a lei. Ministério da Fazenda – MF. Secretaria de Justiça e Segurança Pública – MS Departamento Penitenciário Nacional – DEPEN. Secretaria de Estado da Segurança Pública e defesa Social – ES Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República – SEDH/PR/Subsecretaria de Promoção Secretaria de Estado de defesa Social – AL dos Direitos da Criança e do Adolescente .2012 e 2013.

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