Anuário Brasileiro

de Segurança Pública
ISSN 1983-7364 ano 7 2013

sumário

4 Ficha institucional
4 Ficha técnica
6 Introdução

Fórum Brasileiro de Segurança Pública 
Rua Mário de Alencar, n° 103
Vila Madalena · São Paulo · SP · Brasil
CEP: 05436-090
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Parte 1 Segurança Pública em números

10 Estatísticas criminais
31 É possível reverter a espiral da violência
42 Encurtando as distâncias entre a lei e a política pública
43 Prevenção à violência e Agenda das Metas do Milênio e Desenvolvimento Pós-2015

44 Gastos com segurança pública e prisões
53 Quando muito é pouco!

54 População carcerária
70 O sistema penitenciário brasileiro

72 Efetivos das forças policiais
80 Efetivo e remuneração nas polícias brasileiras

82 Sistema socioeducativo
88 A distância entre o ECA e o sistema socioeducativo no Brasil

90 Municípios
102 Os municípios na segurança pública

104 Confiança na polícia
106 Respeito e (Des)Confiança na Polícia

Parte 2 Sob Fogo Cruzado: um padrão inaceitável de atuação
das polícias brasileiras

110 Sob Fogo Cruzado I: vitimização de policiais militares e
civis brasileiros
118 Sob fogo cruzado II: letalidade da ação policial

Parte 3 Apêndice metodológico

130 Estimando a qualidade das estatísticas criminais

133 Fontes dos dados publicados na edição 2013 do Anuário Brasileiro de Segurança Pública

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expediente Copyright Fórum Brasileiro de Segurança Pública ISSN 1983-7634 FICHA INSTITUCIONAL FICHA TÉCNICA FÓRUM BRASILEIRO Anuário Brasileiro de DE SEGURANÇA PÚBLICA Segurança Pública 2013 Presidente de Honra Coordenação Geral Elizabeth Leeds Renato Sérgio de Lima Equipe Fórum Brasileiro de Samira Bueno Segurança Pública Presidente do Conselho de Administração Coordenação Institucional Secretária Executiva Sérgio Roberto de Abreu Patrícia Nogueira Pröglhöf Samira Bueno Conselho de Administração Equipe Técnica Coordenação Institucional Arthur Trindade Beatriz Rodrigues Patrícia Nogueira Pröglhöf Eduardo Pazinato Caio Valiengo Humberto Vianna Laís Figueiredo Equipe Administrativa Jésus Trindade Barreto Jr. Débora Lopes José Luiz Ratton Consultoria Técnica Hilda Soares Mancuso Marcos Veloso Cimar Alejandro Prieto Aparicio Gabriela Yamada Renato Sérgio de Lima Túlio Khan Marianni Costa Roberto Maurício Genofre Luís Flávio Sapori Assessoria de Comunicação Equipe Técnica Luiz Antônio Brenner Letra Certa Estratégia e Tática em Beatriz Rodrigues Comunicação Caio Valiengo Conselho Fiscal Jander Ramon Laís Figueiredo Cássio Rosa Raphael Ferrari Silvia Ramos Daniel Lopes Agradecimentos Secretária Executiva Textos Secretaria Nacional de Segurança Samira Bueno Arthur Trindade Maranhão Costa Pública – SENASP/MJ Daniel Cerqueira Secretarias Estaduais de Segurança Edinilsa Ramos de Souza Pública ou Defesa Social Eduardo Pazinato Gestores Estaduais do SINESP Liana de Paula Rafael Rodrigues (SENASP/MJ) Ligia Rechenberg Mirella Soares Diniz Luciana Guimarães Luciana Gross Cunha (Direito GV/SP) Luís Flávio Sapori Maria Cecília de Souza Minayo Rafael Alcadipani Edição de arte Renato Sérgio de Lima URBANIA (11) 3828-3991 Robert Muggah Rodrigo Ghiringhelli de Azevedo 4 Samira Bueno .

nessa. Os original. distribuir. 5 . a distribuição desta nova Pública/MJ obra deverá estar sob uma licença idêntica a essa. 2013 do Anuário Brasileiro de Anuário Brasileiro de Segurança exibir e executar a obra. e criar Segurança Pública Pública são de responsabilidade obras derivadas sob as seguintes Open Society Foundations institucional e/ou. quando assinados. transformação ou colaboradores envolvidos na criação de outra obra com base Secretaria Nacional de Segurança produção do Anuário.Nota legal Licença Creative Commons Apoio/Parceiros da Edição Os textos e opiniões expressos no É permitido copiar. não utilizar essa publicadas não necessariamente obra com finalidades comercias. condições: dar crédito ao autor de seus respectivos autores. da forma especificada pelo Fundação Ford conteúdos e o teor das análises autor ou licenciante. Centro de Pesquisas Jurídicas Aplicadas da Direito GV/SP refletem a opinião de todos os para alteração.

aflita tura pode ser constatado na não regulamentação diante da possibilidade cotidiana de ser vítima e do art. ças incrementais e de práticas de gestão com 6 . no momento em que os governos e as polícias estão admi- sozinhos. Estados e Municípios e a criação de policial. segurança pública no que diz respeito à formação Porém. é uma iniciativa importante e que merece requisitos mínimos nacionais para as instituições de ser fortalecida. demais Poderes. nesse contexto. várias poderão ser obtidos mediante reformas estruturais iniciativas têm sido tentadas: sistemas de informa. a distribuição e a articulação de competências ção tecnológica. As instituições policiais não experimenta- nistrando as demandas geradas pelas manifes.introdução E m meio à comemoração dos 25 anos da Constituição Federal de 1988. população nas instituições. e o estabelecimento de Pública. ainda. Ganhos incrementais nas políticas públicas tendem Trata-se de uma agenda que associa mudan- a perder força. entre outras. que no início deste ano tinha delitos e precárias condições de encarceramento. teve sua tramitação obs- Não conseguimos oferecer serviços de qualidade. Isso significa que resultados de longo prazo só No plano da gestão. os dados também indicam artigo 144. ram reformas significativas nas suas estruturas. transparência e prestação de tem sido marcada por mudanças incompletas. de modificar culturas organizacionais anacrônicas. O próprio projeto de Lei que cria operacionais inaceitáveis de letalidade e vitimização e regulamenta o Sistema Único de Segurança policial. a reforma do modelo policial esta- cas criminais do Anuário Brasileiro de Segurança belecido pela Constituição. rentes entre os entes. no contexto da definição Pública destaca que o Congresso tem dificulda- dos contornos da disputa eleitoral de 2014. na medida em que não são capazes. truída na discussão sobre competências de cada reduzir a insegurança e aumentar a confiança da ator institucional envolvido. contas. chances de ser votado. que alimenta a seção de estatísti. que dispõe sobre as atribuições das que o nosso sistema de segurança é ineficiente. A própria institucionalização mecanismos efetivos de cooperação entre eles e do SINESPJC. E. possui diversos artigos sem a devida regulação. instituições encarregadas em prover segurança e paga mal aos policiais e convive com padrões ordem pública. os dados publicados na abrindo margem para enormes zonas de sombra edição 2013 do Anuário Brasileiro de Segurança e insegurança jurídica. moderniza. a história recente da segurança pública dos profissionais. mudança no currículo de ensino entre União. paradoxalmente. tações sociais que tomaram as ruas desde junho Faz anos que o Fórum Brasileiro de Segurança deste ano e. que trata das atribuições concor- refém do crime e da violência. Pública reforçam a sensação de que vivemos Para a Segurança Pública. o efeito dessa pos- em uma sociedade fraturada e com medo. ou do parágrafo sétimo. integração das polícias estaduais. com baixas taxas de esclarecimentos de Pública – SUSP. do Não bastasse isso. des para fazer avançar uma agenda de reformas segurança pública continua sendo um tema imposta pela Constituição de 1988 e até hoje tabu no Brasil. que enfrentem alguns temas sensíveis. 23 da CF. uso da força e controle externo. tais como: ção.

contenção de grupos violentos. como destacam Samira Bueno. O objetivo principal do Anuário é. Brasil e suas consequências para as políticas de econômico e cultural baseado no respeito e na segurança pública. Ainda de acordo com o texto mencionado. no Brasil. controle de distúrbios. de modo a garantir que a população tenha ciais estão matando e morrendo num proporção acesso a conhecimento qualificado sobre os rumos em muito superior a qualquer métrica ou padrão e sentidos da segurança pública no Brasil. Uma polícia forte é uma polícia que tados exclusivamente por quaisquer dos atores respeita e defende a sociedade. ao chamar atenção para o investi- apresenta e analisa os dados sobre letalidade poli. destas instituições para pensarmos as respostas das. tais organizações mais perderão do de compilar registros existentes.alterações na arquitetura institucional e legal que falar de padrões operacionais. não autoriza o Estado a sociedade civil no processo de sua produção e matar e é. Isso porque só desta forma é que conse. isento. mento em transparência. A pauta de temas e esferas que exigem sua contribuição para aumentar a eficiência das a intervenção das polícias é ampla e. se não avançarmos na agenda diferentes de informação. análise oferece credibilidade e ganhos políticos estruturado na defesa e garantia de direitos da e sociais que não seriam alcançados quando tra- população. um dado só se transforma em informação mediação e administração de conflitos. letalidade e viti- regula o setor no Brasil. o Fórum Brasileiro Não podemos acreditar em uma sociedade de Segurança Pública. portanto. na verdade o que se pre. políticas de segurança pública no país. cracia e desenvolvimento do Brasil atual. ao buscar controle como instrumentos de fortalecimento das esses dados. Nessa da ordem pública. internacional. uma polícia que institucionais envolvidos com o setor no país. para além da publicação regular de dados e do o debate aqui proposto não é ideológico e visa. associá-los de que ganharão em manterem taxas elevadas de modo tecnicamente rigoroso e politicamente mortes em suas intervenções. fortalecer as polícias enquanto ins. Renato Sérgio de Lima Samira Bueno Coordenadores Gerais da 7ª Edição do Anuário Brasileiro de Segurança Pública 7 . o FBSP não se coloca contra as políticas de segurança pública. entre se analisado e. prestação de contas e no cial. de Segurança Pública destaca que a edição 2013 tende é discutir padrões operacionais das polícias do Anuário compila dados de mais de 35 fontes e demonstrar que. a informação tem um papel estratégico no tituições que valorizam o respeito ao primado ciclo das políticas públicas e a participação da da Lei. portanto. Ao compilar dados sobre letalidade e vitimi- vel para as polícias brasileiras. criminalidade urbana. direção. o de construir pontes entre diferentes atores guiremos fazer frente aos dilemas impostos institucionais. gera confiança e não temor. organizações e divulgação. mesmo que alguns deles estejam pela multiplicidade de conflitos sociais que o investindo grandes e louváveis esforços de estru- mundo contemporâneo nos impõe: prevenção turação de seus próprios sistemas de informação da violência. o FBSP busca dar outros. seu uso na modernização da gestão da área. pelo Artigo 5º da Constituição Federal. é importante deixar explícito que. sobretudo. paz. com apoio da Open Society sem polícias. mas podemos apostar que tais Foundations. de contas e no controle como instrumentos de Todavia. que muitas vezes zação na ação das polícias. Cerqueira e Renato Sérgio de Lima no texto que Por fim. o Fórum Brasileiro polícias. Esforço esse que parte do princípio de que. a perspectiva é de manutenção de uma públicas para os dilemas do modelo de demo- perversa realidade. a qual. Sem que essas duas mização na ação policial é falar da importância dimensões sejam simultaneamente enfrenta. na prestação desconforto e desconfiança. No Brasil. Trata-se de um tema sensí. Pelo contrário. deste modo. Trata-se de um esforço acima citada. os poli. manutenção responsável pela implantação do SINESP. como é o caso da SENASP/MJ. criminosas. produziu um amplo levantamento instituições sejam eixos estratégicos e de indu- sobre letalidade e vitimização na ação policial no ção de um modelo de desenvolvimento social. Para esta edição do Anuário. o FBSP redobra tal veem aqueles que buscam discuti-lo com forte aposta e investe na transparência. Daniel fortalecimento destas organizações.

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parte 1 Segurança Pública em números 9 .

Rio Grande do Sul (2) 100% 100% e não a partir do total de unidades policiais existentes no São Paulo (2) 58% 85% Estado. Dessa forma. Grupo 3: alta qualidade e não Grupo 3 alimenta o SINESPJC adequadamente. Paraíba 88% 85% (2) Gestores estaduais encaminharam dados adicionais e Paraná (2) 100% 100% retificações via planilha eletrônica. Grupo 4 Amapá 24% 32% Data de extração das coberturas: 02/11/2013. Minas Gerais 94% 100% (1) Grupos segundo qualidade estimada dos dados registrados Pará 55% 100% (vide apêndice metodológico). Roraima 100% 100% Nota 2: Grupo 1: alta qualidade e alimenta o SINESPJC Santa Catarina 100% 100% adequadamente. é possível Piauí 96% 100% contabilizar o total de ocorrências registradas em relação a cada Rondônia 94% 86% município. podem ter sua identificação contabilizada Maranhão 92% 100% mais de uma vez pelo SINESPJC. portanto. por exemplo. Fórum Brasileiro de Mato Grosso do Sul 92% 83% Segurança Pública. estatísticas criminais registros policiais TABELA 01 · Cobertura e alimentação do SINESPJC-PC Grupos de Estados segundo qualidade dos dados (1) Unidades da Federação 2011 2012 Grupo 1 Acre (2) 97% 100% Alagoas 92% 100% Amazonas (2) 83% 82% Bahia (2) 84% 75% Ceará (2) 98% 100% Distrito Federal 100% 98% Espírito Santo (2) 91% 71% Fonte: Sistema Nacional de Estatísticas em Segurança Pública e Goiás 80% 77% Justiça Criminal (SINESPJC) / Secretaria Nacional de Segurança Mato Grosso 95% 91% Pública (Senasp) /Ministério da Justiça. as Delegacias Sergipe 91% 90% Especializadas de Homicídio. Unidades especializadas. Conclusão 10 . Grupo 2: baixa qualidade e alimenta o Tocantins 100% 100% SINESPJC adequadamente. Pernambuco 97% 95% Nota: O percentual de cobertura é calculado de acordo com Rio de Janeiro 98% 100% o total de áreas cobertas pelas unidades policiais do Estado. Grupo 4: baixa qualidade Rio Grande do Norte (2) 19% 33% e não alimenta o SINESPJC adequadamente. podem atuar em mais de 01 (um) Grupo 2 município e.

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8 0.1 38.9 140 132 1.7 0.9 Rio de Janeiro 4.8 -45.6 1.6 32.7 34.7 Paraná (6) 3.009 3.9 15.5 21. TABELA 02 · Crimes letais intencionais (1).5 316 344 0.9 1. ano 6.8 8.8 1.7 11.3 29.8 14.3 -59.4 São Paulo 4. (5) Os dados de homicídio doloso para 2011 no AC incluem também lesão corporal seguida de morte. absolutos Taxas (3) Ns.1 11.3 -10.0 159.5 38.7 1.5 24.2 39.IBGE.7 38 55 0.4 45 37 0.6 Alagoas 2.492 30.0 Continua Fonte: Sistema Nacional de Estatísticas em Segurança Pública e Justiça Criminal (SINESPJC) / Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp) / Ministério da Justiça.3 -6.9 15.8 9.836 10.5 Piauí 341 479 10.7 17.3 Ceará 2.3 16 8 1.3 82 90 0.636 1.9 -2.2 12.5 0.4 22. (1) Os dados informados correspondem ao volume de ocorrências policiais registradas e não.0 18.7 -10.3 Bahia 5.6 4 20 0.5 -13.4 15.2 28.633 1.1 1.5 0.7 Distrito Federal 704 787 27.431 5.2 13.5 14.476 43.5 Grupo 2 Maranhão 1.1 27.6 0.5 1.924 18.6 36 94 1.6 -27.9 -14.717 1.3 -3.1 3.6 Grupo 3 Rio Grande do Norte 901 957 28.814 24.6 5.8 0.3 Grupo 1 Acre (5) 137 173 18.135 29.012 29.5 1 4 0.2 -0.6 19 14 0.2 -3.9 14.8 1. necessariamente.6 41.4 49 40 1.6 12 14 0.251 3.229 1.7 0.8 7.094 23.5 0.3 Pará 2.5 14.9 193.462 38.0 18.193 4. Fórum Brasileiro de Segurança Pública.1 27 21 0.9 9.0 25.4 Goiás 998 1.3 Espírito Santo 1.8 5.1 0.6 0.2 11 10 1.6 116 134 0.4 21. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística .6 396.8 24.5 43 40 1.051 37.9 23.0 22 9 0.2 17 9 0.3 25.8 Mato Grosso 944 933 30.8 0.2 29.1 -8.8 Rondônia 399 400 25.5 -33.1 38.0 Sergipe 671 803 32.149 47.987 16.6 1. (6) Os dados de homicídio doloso.0 144 164 1.458 18. (2) Grupos segundo qualidade estimada dos dados registrados (vide apêndice metodológico).7 48.342 2. latrocínio e lesão corporal seguida de morte no PR foram informados a partir do número de vítimas.5 0.1 0.033 1.0 2.9 39. (3) Por 100 mil habitantes.803 0.1 28.3 3.4 300.5 Grupo 4 Amapá 23 69 3.9 292.5 24 36 1.5 78 84 0.3 -19.9 43.7 29.1 Minas Gerais 3. 2012.7 Roraima 54 62 11.0 88 111 0. indicam o número de vítimas envolvidas.623 3.914 3.4 90 128 0.297 16.4 1.3 20.6 -18.2 Tocantins 256 296 18.0 76 101 0.4 Pernambuco 3.5 64.0 Santa Catarina 741 721 11.9 - 3 - 0.4 98 54 1.6 -50. e a capitulação do crime é oriunda dos inquéritos das Polícias Civil e Militar.048 74.2 31.3 Amazonas 1.0 29.9 6.6 -22.7 -7.5 -5.7 10.7 Rio Grande do Sul (7) 1.2 44 47 1.3 -47.4 19.2 1.7 40.9 0.085 3.3 Paraíba 1.7 13.8 0. 12 .0 1.457 985 41.9 0.630 3.2 0. (4) Retificação das informações publicadas no Anuário Brasileiro de Segurança Pública. por tipo Unidades da Federação – 2011-2012 Grupos de Homicídio doloso Latrocínio Estados segundo qualidade dos Ns. absolutos Taxas (3) dados (2) Unidades da Federação 2011 (4) 2012 2011 (4) 2012 Variação (%) 2011 (4) 2012 2011 (4) 2012 Variação (%) Brasil 45.7 0.063 36.4 9.4 Mato Grosso do Sul 433 374 17.

6 347. 13 ..3 -20.2 53. No RS. as informações passadas ao SINESPJC contém os dados da Polícia Civil e da Brigada Militar.7 Distrito Federal 13 5 0.5 0.2 Mato Grosso 22 59 0.1 0.3 0.1 0.9 -21.8 0..299 1.0 Rio Grande do Sul (7) 81 56 0.5 0.4 20.0 -35.6 0.6 11.5 1.5 -53. que não os de trânsito.1 -43..6 126.1 Rio de Janeiro 39 22 0.7 -50.2 0.9 66.7 0.6 -11.6 0.9 Grupo 3 Rio Grande do Norte 150 233 4.6 Santa Catarina 97 76 1. Grupo 2: baixa qualidade e alimenta o SINESPJC adequadamente.4 0.3 -54..1 0.165 0.2 Amazonas 20 24 0.7 Piauí 4 18 0.3 Grupo 2 Maranhão 218 102 3. ..9 164.5 1. Nota 2: Grupo 1: alta qualidade e alimenta o SINESPJC adequadamente.1 Rondônia 4 8 0.7 0.3 Roraima 5 4 1.2 0.1 -44.7 0.8 18. Grupos de Lesão corporal seguida de morte Estados segundo qualidade dos Ns.7 7.5 98. absolutos Taxas (3) dados (2) Unidades da Federação 2011 (4) 2012 2011 (4) 2012 Variação (%) Brasil 1. .5 Tocantins 5 4 0.7 0. Nota: Estimativas populacionais elaboradas no âmbito do Projeto UNFPA/IBGE (BRA/4/P31A) - População e Desenvolvimento.1 São Paulo .3 Ceará 63 64 0.6 0.5 -31.2 -22. . Coordenação de População e Indicadores Sociais.7 1. Grupo 3: alta qualidade e não alimenta o SINESPJC adequadamente..3 172.7 Paraíba 7 4 0.2 Paraná (6) 155 77 1..2 Bahia 212 138 1.3 1.1 Grupo 1 Acre (5) - 1 - - - Alagoas 21 25 0.6 13.7 18.1 0.1 - Conclusão (7) Os dados de homicídio doloso para 2011 e 2012 no RS incluem também homicídios culposos.9 Pará 44 50 0..9 Grupo 4 Amapá - 1 - 0.6 Goiás 6 6 0.3 0.8 Mato Grosso do Sul 7 16 0. Grupo 4: baixa qualidade e não alimenta o SINESPJC adequadamente. .6 0.3 Pernambuco 49 82 0.1 Minas Gerais 60 73 0.7 Espírito Santo 4 11 0.3 0.. Sergipe 13 6 0.1 -1..

764 41.229 38.8 12.7 Tocantins 277 308 19.9 14.084 50.1 -32.0 30.4 Pará 1.0 Minas Gerais 3.0 40.0 18. ano 6..8 Roraima 60 70 13.1 Paraíba 1.0 33.062 25.1 9.5 44. envolvidas. TABELA 03 · Crimes violentos letais intencionais (1).4 47.133 17. Civil e Militar.8 24.0 14..9 Espírito Santo 1. e a capitulação do crime é oriunda dos inquéritos das Polícias Fórum Brasileiro de Segurança Pública. apêndice metodológico).8 21.Crimes violentos letais intencionais (3) Estados segundo qualidade dos Ns.3 -3.1 36.2 Amazonas 1.125 19.4 -0.2 22.509 5.4 210.4 Piauí 349 517 11.1 0.5 31.164 3.7 -0.2 32.3 26.328 3.483 1. indicam o número de vítimas Polícia Civil e da Brigada Militar.1 16.5 Paraná (6) 3.3 21. vítimas.1 Rio de Janeiro 4. Latrocínio e Lesão Corporal seguida de Morte. Grupo 2: baixa qualidade e alimenta o SINESPJC Segurança Pública.4 Mato Grosso do Sul 459 404 18.0 25.068 1.970 25.9 40. (4) Por 100 mil habitantes.780 4.8 13.5 16.) Informação não disponível.3 68.8 28.049 1.399 2. Nota 2: Grupo 1: alta qualidade e alimenta o SINESPJC (5) Retificação das informações publicadas no Anuário Brasileiro de adequadamente. .2 Rondônia 415 422 26.0 3. Nota: Estimativas populacionais elaboradas no âmbito do Projeto UNFPA/ (3) A categoria "Crimes Violentos Letais Intencionais" agrega as ocorrências IBGE (BRA/4/P31A) .9 Conclusão Fonte: Sistema Nacional de Estatísticas em Segurança Pública e Justiça (6) Os dados de homicídio doloso. População e Indicadores Sociais.9 Grupo 3 Rio Grande do Norte 1. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística .2 Grupo 2 Maranhão 1.3 Bahia 5.491 15.5 -5.2 -5.1 11.2 Grupo 4 Amapá 23 73 3.3 -10.3 Santa Catarina 876 852 13. 2012. adequadamente. Grupo 4: baixa qualidade e não alimenta o SINESPJC 14 adequadamente. as informações passadas ao SINESPJC contém os dados da policiais registradas e não.9 Ceará 2.180 10.657 32.4 10.2 24.096 1.8 24.0 39.4 37.378 3. (1) Os dados informados correspondem ao volume de ocorrências (7) No RS.4 Rio Grande do Sul (7) 1. por tipo Unidades da Federação – 2011-2012 Grupos de CVLI . Coordenação de de Homicídio Doloso.5 19.323 31.4 14.545 1.667 1.2 Distrito Federal 761 839 29.0 -3.8 Goiás 1.7 9.614 23.787 5.9 13.005 41.População e Desenvolvimento. Grupo 3: alta qualidade e não alimenta o SINESPJC adequadamente.5 0. necessariamente.8 26.2 Mato Grosso 1. latrocínio e lesão corporal seguida de Criminal (SINESPJC) / Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp) / morte para 2011 e 2012 no PR foram informados a partir do número de Ministério da Justiça.5 -10.191 3.1 -13.032 33.3 Grupo 1 Acre 148 184 19.880 2.0 Sergipe 708 845 33.1 São Paulo 4. (-) Fenômeno Inexistente.167 76.076 31.501 44.4 42. absolutos Taxas (4) dados (2) Unidades da Federação 2011 (5) 2012 2011 (5) 2012 Variação (%) Brasil 48.015 1.7 31.8 3.IBGE.8 Pernambuco 3.340 17.8 8.199 33.6 188.762 3. (2) Grupos segundo qualidade estimada dos dados registrados (vide (.3 Alagoas 2.2 20.

.3 Distrito Federal 347 290 13.2 24.5 0.2 32 36 2.133 15.7 2. .8 Bahia 1.4 São Paulo 4.5 Grupo 3 Rio Grande do Norte 230 188 7. .0 7..6 Rio Grande do Sul (10) 1. 3.8 ..4 1. .2 .3 0.. Grupo 1 Acre 110 108 14. Ceará 889 1. .4 99 85 3.7 14.3 7. .627 11.9 67 42 1. 150 146 1.6 13.4 1... ..7 168 150 4.1 14.1 220 139 7.4 0.2 142 160 5.. .1 6.2 2..7 4.0 0..4 11.9 655 493 4. .6 1.2 Mato Grosso 465 455 15.1 12.3 6. .0 ...3 7..779 4.5 289 .8 Tocantins 153 170 10.9 7..2 Alagoas 286 237 9. 0.3 1.1 2.3 159 109 4. 69 59 0..4 6. ..7 28 16 1.8 19. .4 Roraima 21 64 4. 67 .9 ..8 17 32 0.4 Amazonas 278 255 7.. .2 Goiás 818 608 13.9 25 26 0..1 2. . 2.368 10.5 9.0 4.5 138 118 2. . . .2 15.1 5.118 1.0 0.3 11..5 32 447 1.2 Grupo 4 Amapá 36 40 5.2 3 12 0.1 7.3 2.3 19.013 2.. .2 1.353 10. .. absolutos Taxas (3) Ns. 2 .4 57 322 0..8 8.965 13.631 19.4 Rondônia 262 210 16.2 2. . ..2 0.7 499 421 3.8 47 55 6.9 154 127 2.0 .5 2.7 Mato Grosso do Sul 354 293 14.. - Paraíba 353 279 9... 0.2 Santa Catarina 956 1. .9 82 33 3.2 59 29 7.148 977 8.555 22.1 76 109 0.2 1 1 0.8 2 27 0. .1 48 10 1.2 .9 4. .3 5..9 3.019 10..7 0.TABELA 04 · Outros crimes letais.0 14. - Grupo 2 Maranhão 1..7 0.854 17.. .1 17.2 11.. Sergipe 330 419 15..8 1. .2 110 117 7..1 23.5 1.8 . .0 Rio de Janeiro 2.2 9. .1 0. 2. absolutos Taxas (3) Ns..1 0.6 158 167 5..9 12.3 Pará 205 154 2.336 2.6 13.5 5.6 29 90 6.7 10.5 11.1 ..1 Paraná (7) (8) (9) 2...0 241 215 17.2 7.2 246 714 2. absolutos Taxas (3) dados (2) Unidades da Federação 2011 (4) 2012 2011 (4) 2012 2011 (4) 2012 2011 (4) 2012 2011 (4) 2012 2011 (4) 2012 Brasil 20.3 3 7 0..7 . .7 335 415 5.1 1..1 0.1 5 2..4 Piauí 302 458 9.6 Pernambuco 11 11 0.6 3. .7 2.4 49 38 3.8 97 98 2.3 10.1 17. 334 .1 96 76 1.. por tipo(1) Unidades da Federação – 2011-2012 Mortes acidentais no trânsito Outras mortes acidentais Grupos de Homicídio culposo de trânsito (exceto homicídio culposo) (exceto homicídio culposo) Estados segundo qualidade dos Ns.073 0.831 1.0 21 8 0.0 Espírito Santo 445 206 12.5 37 228 1.6 1 2 0.0 ..2 5. .. .3 47 65 1.208 634 18. ....0 Continua 15 .1 Minas Gerais 3 .6 14.. .

Sergipe .9 Paraíba 6 1 0.6 0..2 253 257 2.. . 0. .2 101 88 2.2 0. por tipo(1) Unidades da Federação – 2011-2012 Outros crimes resultantes Grupos de Outros homicídios culposos Suicídio (6) em morte (5) Estados segundo qualidade dos Ns.217 5. 0.1 2. absolutos Taxas (3) dados (2) Unidades da Federação 2011 (4) 2012 2011 (4) 2012 2011 (4) 2012 2011 (4) 2012 2011 (4) 2012 2011 (4) 2012 Brasil .6 0.3 0. 55 ..1 1..5 4..4 6..6 Rio de Janeiro 155 141 1. .5 Piauí 1 .5 Minas Gerais 18 34 0.9 313 310 1.7 0. 7 .1 Tocantins . ..3 Distrito Federal 10 . 0.8 2.3 0.4 422 333 4.5 4..2 0. . 0.1 32 25 1. .9 44 70 1.. 2 .0 .5 Mato Grosso do Sul 5 5 0..4 .6 15 35 0.3 55 42 1.5 Goiás 10 9 0.6 Continua 16 .3 0..0 671 644 10.7 0.0 3..9 96 122 3. 4 .1 141 206 4..6 Mato Grosso 19 36 0. Grupo 1 Acre .5 Bahia 29 33 0.6 0. 0.3 0.001 8. .9 Rio Grande do Sul (10) 60 68 0.0 114 102 1.7 0.9 2.6 4.5 412 394 2.2 . 360 304 0.3 0.. 5 7 1..7 1.. 0.3 São Paulo .2 0.6 1. 2 .0 19 10 0.4 27 36 3.5 Roraima 2 .4 2.9 0.. .0 .6 0.7 4.. .1 0.5 1.0 0.1 10 7 0.2 21 41 0. .2 Rondônia 4 14 0.6 1.. TABELA 04 · Outros crimes letais..1 0.0 1.1 174 132 2.4 ..7 0.7 1.9 0.6 .5 113 107 3.4 13 3 1... 3 ..8 Ceará . .9 .5 1. .4 0.0 5. .2 43 68 0.6 95 96 1. 0.2 20 13 0. .1 Pará .9 120 130 1.4 5.7 458 455 5.0 0.. 0.4 2.. 2 3 0. 1.9 1..9 38 53 1.3 78 87 2.7 1.5 14 25 3.0 9. absolutos Taxas (3) Ns.5 39 53 2.3 0.5 858 1.7 81 143 0.. . . absolutos Taxas (3) Ns. 0.9 258 304 1. 36 23 1.4 .... 9 23 0.9 1.7 Alagoas . .6 Espírito Santo 10 9 0.3 152 172 4.765 0. 0.2 310 409 3.2 0.094 1.4 Amazonas 20 12 0..3 26 32 0.2 0. .660 1...6 0. 21 27 0.0 28 21 0..5 111 112 4. .6 1. .4 Grupo 4 Amapá . 1.3 Santa Catarina 40 58 0..9 11 6 0.9 2.1 Pernambuco 11 2 0.7 Grupo 3 Rio Grande do Norte 14 18 0. 7 .7 .3 Paraná (7) (8) (9) 21 16 0.6 3.6 2. 146 .8 3..1 3.2 19 15 0.6 1.5 6. 49 67 0.8 0.7 0.1 1..1 61 38 1.6 10.4 65 55 4..2 Grupo 2 Maranhão 16 4 0.. .2 0.5 0.9 5.

0 9..0 (7) Os dados de homicídio culposo de trânsito no PR foram Pará . . Grupo 4: baixa qualidade e não Conclusão alimenta o SINESPJC adequadamente.. Grupo 2: baixa qualidade e alimenta o SINESPJC Amapá . Grupo 2 (10) Os dados de homicídio culposo de trânsito no RS foram Maranhão 6 81 0. necessariamente.IBGE.2 Segurança Pública.0 0. 0.6 1. .619 15.780 11.2 (9) Para as demais categorias. - informados a partir do número de vítimas. indicam o número de Grupo 1 vítimas envolvidas.7 estupro com resultado morte.3 11.124 15. Minas Gerais 2.6 7.1 0. . Mato Grosso 277 298 9..8 23.4 2.271 736 14.1 (-) Fenômeno Inexistente. Rondônia 200 192 12. absolutos Taxas (3) Geografia e Estatística .7 10. 17 . Fórum Brasileiro de Segurança dados (2) Unidades da Federação 2011 (4) 2012 2011 (4) 2012 Pública.. Instituto Brasileiro de qualidade dos Ns.. .2 incapaz com resultado morte. e a capitulação do crime Paraíba 31 42 0. Roraima 107 53 23.6 16.9 (5) Outros Crimes Resultantes em Morte incluem: abandono de Espírito Santo 415 259 11. 1.1 é oriunda dos inquéritos das Polícias Civil e Militar.7 12. (1) Os dados informados correspondem ao volume de ocorrências Brasil ..7 (3) Por 100 mil habitantes. no PR referem-se ao somatório das naturezas constantes nos Sergipe 456 500 21. .1 (4) Retificação das informações publicadas no Anuário Brasileiro de Ceará 569 882 6.098 10. ano 6. Grupo 3 Coordenação de População e Indicadores Sociais...148 1. Distrito Federal 52 24 2.2 ocorrências de morte onde todas as mortes a apurar são Rio de Janeiro 2. Grupo 3: alta qualidade e não alimenta o SINESPJC adequadamente.7 17.7 boletins da Polícia Civil e Polícia Militar (Boletim Unificado).. .323 3...6 Nota: Estimativas populacionais elaboradas no âmbito do Projeto Tocantins 144 123 10.8 1.1 1.7 UNFPA/IBGE (BRA/4/P31A) .6 (6) O crime Suicidio está agregado nas formas tentada e Mato Grosso do Sul 462 410 18.. . os totais de ocorrências registradas São Paulo . .4 Nota 2: Grupo 1: alta qualidade e alimenta o SINESPJC Grupo 4 adequadamente.3 (. Santa Catarina 993 1. Bahia 480 446 3. Fonte: Sistema Nacional de Estatísticas em Segurança Pública e Justiça Criminal (SINESPJC) / Secretaria Nacional de Segurança Grupos de Mortes a esclarecer Estados segundo Pública (Senasp) /Ministério da Justiça. As demais categorias contém os Piauí 44 87 1. Rio Grande do Sul (10) 1.2 22..3 esclarecidas e devidamente tipificadas. .3 8.População e Desenvolvimento.8 dados da Polícia Civil e da Brigada Militar..3 8. maus tratos com resultado morte e. 5 . Amazonas 76 26 2.1 - apêndice metodológico).4 3. policiais registradas e não.8 (2) Grupos segundo qualidade estimada dos dados registrados (vide Alagoas 34 .7 7...456 3. Rio Grande do Norte 89 240 2. 2012.. Goiás 523 474 8.8 19.4 consumada.2 obtidos junto ao DETRAN/RS.7 10. - (8) O PR conta com um sistema de reprocessamento das Pernambuco 1.8 7. .7 adequadamente.) Informação não disponível.. Acre 12 14 1. Paraná (7) (8) (9) .

5 421.983 213...6 12 7 0.3 60 16 1.1 Minas Gerais 197 238 1.6 5.4 3.2 293. .1 51.5 Rio de Janeiro 50 50 0.769 4.972 351.9 Espírito Santo 22 6 0.2 0.8 Tocantins 25 34 1.5 0..1 0.4 0.958 7.0 10 14 0.3 0. por tipo Unidades da Federação – 2011-2012 Grupos de Roubo a instituição financeira Roubo de carga Roubo de veículo Estados segundo qualidade dos Ns.670 193. (1) Os dados informados correspondem ao volume de ocorrências policiais registradas.5 ..1 Pernambuco 36 34 0.3 106 156 1.793 115.6 Amazonas 64 47 1.492 115.9 81 62 2.0 0.3 .2 37 33 1.896 53.6 0. (3) No total de roubos.3 884 818 139.1 2.0 29.3 18.5 Alagoas 30 61 1.3 501 451 63.7 2.190 87.5 Continua Fonte: Sistema Nacional de Estatísticas em Segurança Pública e Justiça Criminal (SINESPJC) / Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp) / Ministério da Justiça.306 .7 Mato Grosso do Sul 8 7 0. .3 São Paulo 252 222 0.1 59.1 22.201 175.6 2.6 4 4 0.441 6. ..065 4.4 6.7 .1 717 1. 18 .. 6.5 435.512 166.0 217. roubo a ou de veículo de transporte de valores (carro-forte).4 226 269 2.166 3.6 1. 1 .9 289. 0.2 99. 38 93 0. roubo em transporte coletivo. 11 5 8.1 131 177 2.6 1.IBGE.. (5) A taxa de roubo de veículos foi calculada a partir da frota de veículos informada pelo Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) em dezembro/2011 e dezembro/2012.5 374.6 Distrito Federal .5 4.2 .3 1.8 1. roubo com restrição de liberdade da vítima.3 0.3 0. .1 407 371 38.3 Paraná (8) 366 475 3. .. (6) Retificação das informações publicadas no Anuário Brasileiro de Segurança Pública.228 360. 60 78 43.746 1101.0 1..351 218.647 2.1 2.4 154.342 16.966 11.510 12. . 171.124 13.4 187 178 2. absolutos Taxas (5) dados (2) Unidades da Federação 2011 (6) 2012 2011 (6) 2012 2011 (6) 2012 2011 (6) 2012 2011 (6) 2012 2011 (6) 2012 Brasil 1. .1 4.5 1.7 1.0 10..0 0..7 17.3 0.2 Grupo 4 Amapá 3 2 0.6 Sergipe 14 34 0. . .614 .6 2.8 Roraima .9 737. 117. .1 0. 2012.2 32.6 Goiás 31 17 0. (2) Grupos segundo qualidade estimada dos dados registrados (vide apêndice metodológico).5 Rio Grande do Sul (9) 30 47 0.1 1 7 0.2 1.7 31 39 0.1 2.176 2.2 Santa Catarina 98 69 1.744 6.1 0.8 2.359 192.0 0.3 8 25 0.8 1.5 114.0 1.. 253 291 148.3 116.1 316.0 7. roubo de Veículo..3 Mato Grosso 52 41 1.3 845 1.159 2.5 2.9 2.574 1.7 1. .9 114.5 79.499 4. 12.010 6.9 3.2 425.540 406.5 4.6 0.. roubo em estabelecimento comercial ou de serviços.3 3.9 175. .2 626 3...7 158.073 3. .1 138.4 11 17 0.349 155. . .131 106.0 Pará 43 ..7 70.773 21. Paraíba 45 41 1. (4) Por 100 mil habitantes..020 3..791 58.120 207.7 215 282 1. TABELA 05 · Crimes violentos não letais contra o patrimônio (1). estão incluídas as seguintes ocorrências: outros roubos.085 1.5 6.5 2.7 Grupo 1 Acre (7) 12 17 1.1 51.1 5 13 0. Departamento Nacional de Trânsito (DENATRAN).. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística .0 1.8 2. . roubo a instituição financeira. .612 19.5 378. roubo de carga.3 4 2 0.7 2.359 77.5 Grupo 2 Maranhão 20 116 0.2 3 3 0. roubo em residência.4 0. absolutos Taxas (4) Ns..749 .975 387.992 2. .7 Rondônia 14 25 0. Fórum Brasileiro de Segurança Pública.9 1..4 0.3 0.. roubo a transeunte.8 Ceará .2 1.9 226..2 Piauí 6 6 0.2 713 1.6 .306 89. absolutos Taxas (4) Ns.366 332.1 Bahia 135 104 1. . ..7 0.. 143 247 1.2 118 144 27. . ano 6.2 0.8 148.6 0..9 Grupo 3 Rio Grande do Norte 2 3 0. 0..5 0.8 2.5 10.

9 8.2 . Grupo 4 Amapá 31 92 4...568 .502 701 326...099 . 416.500 3 45.População e Desenvolvimento. .535 87..065 237.3 .4 .104 . 360..828 1.3 35..741 ...449 10.. (... 565.410 3.2 . Tocantins 382 528 27.615 80... 135..7 54. Grupo 3 Rio Grande do Norte 7. 313.523 237. Coordenação de População e Indicadores Sociais. Mato Grosso do Sul 822 306 33. Alagoas 2.782 109.4 55. . 774.. 336..7 87.. 282.746 11. Grupo 1 Acre (7) 2.0 204. casas lotéricas e caixas eletrônicos...1 59....5 321.) Informação não disponível. Conclusão (7) Os dados de roubo a instituição financeira para os anos de 2011 e 2012 no AC incluem roubos em bancos. 324.......710 . Grupo 4: baixa qualidade e não alimenta o SINESPJC adequadamente. 629.. Bahia 9. ..070 282.. (9) No RS...554 309. Nota: Estimativas populacionais elaboradas no âmbito do Projeto UNFPA/IBGE (BRA/4/P31A) ...2 1...352 1. 126.5 344...588 9.. Grupo 2 Maranhão 20..609 16. São Paulo 235..2 12.656 .. .523 ..4 23..927 .731 17. ..894 ..4 . Nota 2: Grupo 1: alta qualidade e alimenta o SINESPJC adequadamente.0 334.7 20.. Grupo 3: alta qualidade e não alimenta o SINESPJC adequadamente..5 13....1 ... .926 . (-) Fenômeno Inexistente..5 11.8 5.8 2..3 74..810 45. Distrito Federal 841 2.. Sergipe 5... 129...6 . Paraná (8) 10. Piauí 7.. 503. .6 45.3 567.192 4..4 .. ... 304..014 85..Grupos de Roubo (outros) Roubo (total) (3) Estados segundo qualidade dos Ns. Minas Gerais 14..174 59...768 .119 6.2 33. .2 .. 985. Espírito Santo 967 661 27. Amazonas 3..540 .. Roraima 1... Goiás 3.. Santa Catarina 2. 1.2 886 . Pernambuco 7. 936....545 8.1 55.8 7. 407. 446.7 36.2 .8 . ..660.697 .092 32..785 237..2 79.. Mato Grosso 1..8 9.831 4. 351. 661..4 ..089 8.2 82...440 ...038.. Grupo 2: baixa qualidade e alimenta o SINESPJC adequadamente.863 2. (8) Os totais de ocorrências registradas no PR referem-se ao somatório das naturezas constantes nos boletins da Polícia Civil e Polícia Militar (Boletim Unificado).0 44.. ..033 .616 317.590 .620 84.2 106.... .792 .4 149...... .5 .. Rio de Janeiro 17.623 ..5 0.8 63.220 102.. Todos os dados de roubos referem-se somente à capital do estado.3 ......3 237..370 2..368 56..758 65.... 231.893 7. ... .. 2... 19 .4 .3 14.056 .448 .0 . Pará 3...353 74. as informações passadas ao SINESPJC contém os dados da Polícia Civil e da Brigada Militar. Ceará .4 37.1 54. 158.... .0 .7 12....3 103..253 45.808 566.418 .921 454..983 ..147 .. Rondônia 1..3 37.2 9.2 3.5 .0 .2 .3 .1 .0 .2 341.648 2. ..8 .4 . . absolutos Taxas (4) dados (2) Unidades da Federação 2011 (6) 2012 2011 (6) 2012 2011 (6) 2012 2011 (6) 2012 Brasil 463. Paraíba 349 373 9.4 106. Rio Grande do Sul (9) 4.3 18.1 127. ....1 .2 280...572 ...0 24. absolutos Taxas (4) Ns.

658 64.6 Sergipe 14 167 0.781 22.026 1.331 28.2 1.136 51.1 26.9 Ceará 3.9 28.186 3.7 Tocantins 410 488 29. (-) Fenômeno Inexistente. Distrito Federal 2.719 1.0 Mato Grosso do Sul 1.7 248 33 53.0 Santa Catarina .584 41.1 12.2 44.8 Grupo 2 Maranhão 523 811 7.6 Espírito Santo 2.1 50..3 34..4 26. .298 1.210 7..412 2.8 23.3 47..7 56.5 14.5 22..2 24.1 1.5 171 160 5.7 104 .228 1.3 63.5 23.429 62. Grupo 3: alta qualidade e não alimenta o somente à capital do estado.2 47. 20 .4 5.) Informação não disponível.3 Rondônia 1. Segurança Pública. (7) No RS.2 Amazonas 1.0 30.. absolutos Taxas (3) dados (2) Unidades da Federação 2011 (4) 2012 2011 (4) 2012 2011 (4) 2012 2011 (4) 2012 2011 (4) 2012 2011 (4) 2012 Brasil 106.7 33.6 114.4 3.0 22.4 10.População e Desenvolvimento.782 1.618 6.8 Piauí 394 472 12.667 3.8 2.396 22. Grupo 4: baixa qualidade e não alimenta o SINESPJC adequadamente.624 6.2 Grupo 3 Rio Grande do Norte 237 337 7.6 53.7 49. 2012.6 Grupo 1 Acre (5) 338 362 45.3 42.4 21.0 1.4 24. (2) Grupos segundo qualidade estimada dos dados registrados (vide (. .9 48.115 85.1 830 988 26.369 1.3 27.551 9.095 16.0 11.9 7.785 103.6 258 610 8. TABELA 06 · Leis especiais (1).686 65.8 Mato Grosso 1.2 22.9 66 122 3.002 39.9 17.114 28.0 14.1 5.450 6. as informações passadas ao SINESPJC contém os dados (1) Os dados informados correspondem ao volume de ocorrências da Polícia Civil e da Brigada Militar.166 6.460 29.909 38.337 41.939 19.4 31.4 Rio de Janeiro 4.5 1..1 14. SINESPJC adequadamente. .9 255 271 8. Geografia e Estatística .9 16.0 5.2 6.651 4.1 56...963 5.028 40.2 São Paulo 35.5 48.3 159.791 4.321 49.8 51 250 2.0 .686 43. ano 6.4 60.237 49.1 1.194 65.7 6.732 22. UNFPA/IBGE (BRA/4/P31A) .8 Minas Gerais 20. Nota 2: Grupo 1: alta qualidade e alimenta o SINESPJC (5) Os dados de ocorrências com entorpecentes e porte ilegal adequadamente.9 .7 37.594 1.9 Pará 590 3.071 97.8 67.IBGE.1 8.9 370 343 26. . 4.631 22.2 21.2 5.150 79.312 1.6 52..7 51.4 24.4 73.. absolutos Taxas (3) Ns.2 1.4 130 184 4.934 79.124 52.7 3. .1 122.4 14.2 1.349 33.842 7.976 16.967 15.0 6.538 1.6 4. policiais registradas..7 85..214 160.4 921 792 26.0 26.9 5.360 893 38.Tráfico Entorpecentes .4 312 395 22. 69.1 2.4 24.251 2.072 1.3 273 235 7.691 7.3 66.2 21..7 679 671 27.841 43.661 22.126 28.160 37.9 12. (4) Retificação das informações publicadas no Anuário Brasileiro de Coordenação de População e Indicadores Sociais.0 Alagoas 645 743 20.5 92 69 20..2 Paraná (6) 5.0 118.3 25..6 98.7 4.5 11.298 4.499 49.Posse e Uso Porte ilegal de arma de fogo Estados segundo qualidade dos Ns. Nota: Estimativas populacionais elaboradas no âmbito do Projeto (3) Por 100 mil habitantes.783 109.6 67.303 123.0 Rio Grande do Sul (7) 8.0 Goiás 1.493 56.179 25.0 72.7 47.3 458 658 6.7 75.7 7.054 12.8 13.8 6.3 4.7 24.9 Paraíba 574 546 15.1 Bahia 4.8 58.335 783 84.724 2.605 55.9 9.0 4.881 1.761 30.9 17.2 1. apêndice metodológico).4 11.7 Conclusão Fonte: Sistema Nacional de Estatísticas em Segurança Pública e (6) Os totais de ocorrências registradas no PR referem-se ao Justiça Criminal (SINESPJC) / Secretaria Nacional de Segurança somatório das naturezas constantes nos boletins da Polícia Civil e Pública (Senasp) /Ministério da Justiça.2 489 1.324 2.272 105.7 3.4 2.4 13 40 1.7 177 364 5.3 Grupo 4 Amapá 62 90 9.359 46.619 68. 89 129 11.4 34. Fórum Brasileiro de Segurança Pública. por tipo Unidades da Federação – 2011-2012 Grupos de Entorpecentes .6 2. Grupo 2: baixa qualidade e alimenta o SINESPJC de arma de fogo para os anos de 2011 e 2012 no AC referem-se adequadamente.481 2.2 19.185 4.730 24..3 1..917 45.458 .9 Pernambuco 4.599 50.4 637 550 40.282 2.1 68.419 2.2 925 925 24.7 100.8 4.251 1. . absolutos Taxas (3) Ns..305 3.9 9 31 1.7 2.157 4.8 32.614 1.269 109.. .1 242 289 3.7 33.103 3.749 42..6 Roraima 79 101 17.7 1.4 120.. Instituto Brasileiro de Polícia Militar (Boletim Unificado). 13.

204 34.6 7.886 25.2 62 72 13..3 Mato Grosso do Sul 1.101 22.1 3.5 21.681 35.218 3.4 .0 0. Conclusão Fonte: Sistema Nacional de Estatísticas em Segurança Pública e Justiça (5) Por 100 mil habitantes.8 665 710 10.7 5.9 16 27 0.6 9.5 15. apêndice metodológico)..018 40.3 e alimenta o SINESPJC Santa Catarina 2.068 2.1 Grupo 1 Acre (7) 225 256 30. .1 Ceará 1.007 8.0 69 103 2. das naturezas constantes nos boletins da Polícia Civil e Polícia Militar (2) Grupos segundo qualidade estimada dos dados registrados (vide (Boletim Unificado). - Nota: Estimativas Paraíba 265 336 7.869 51.1 Alagoas 387 458 12.5 Goiás 1.3 24. 2012.7 57 54 7. ..008 1.7 alta qualidade e não alimenta Grupo 3 o SINESPJC adequadamente.9 1. São Paulo 10.908 9. (7) Os dados de estupro e tentativa de estupro para os anos de 2011 e (1) Os dados informados correspondem ao volume de ocorrências 2012 no AC referem-se somente à capital do estado.3 SINESPJC adequadamente.1 UNFPA/IBGE (BRA/4/ Rio de Janeiro 4.0 8..5 240 297 6.2 32. Segurança Pública.8 304 275 3.2 3.943 22. (9) No RS. policiais registradas e não. Grupo 3: Tocantins 363 396 25.0 1.6 Indicadores Sociais.015/2009 altera a conceituação de "estupro"..972 1..135 2. Rio Grande do Norte 404 319 12.. por tipo Unidades da Federação – 2011-2012 Grupos de Estupro (3) Tentativa de estupro (4) Estados segundo qualidade dos Ns.4 P31A) .6 81 67 3.058 988 29.4 Espírito Santo 694 589 19.9 27.923 29. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística . passando a incluir. além da conjunção carnal.2 2.6 16.9 27.3 0. os "atos libidinosos" e (-) Fenômeno Inexistente.6 33.742 5.760 2.6 17.2 1.4 36.5 39 59 1.0 Pará 713 1.5 0.222 1..5 .3 Bahia 2.7 Mato Grosso 1.7 adequadamente.4 22.6 81 89 3. portanto. indicam o número de (8) Os totais de ocorrências registradas no PR referem-se ao somatório vítimas envolvidas.523 30. .852 4.9 61 53 4.9 qualidade e alimenta o Piauí 238 442 7.7 1.6 3..7 17.1 22.. absolutos Taxas (5) Ns. (. Criminal (SINESPJC) / Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp) / (6) Retificação das informações publicadas no Anuário Brasileiro de Ministério da Justiça.6 14.6 38..8 26.3 2. "atentados violentos ao pudor".0 3.1 597 599 3.0 populacionais elaboradas Paraná (8) 3. necessariamente.2 2 5 0.7 49..8 36 37 0.IBGE.2 3.4 3.7 288 20 2. .0 163 104 2. ano 6.2 21.0 143 92 9. (4) "Tentativa de estupro" passa.2 1 147 0.) Informação não disponível. 21 .4 304 265 4..8 Grupo 2: baixa qualidade Roraima 292 245 63.TABELA 07 · Crimes contra a liberdade sexual (1).1 adequadamente.353 20.0 48 54 2.483 15. os dados de "Estupro" e "Tentativa de estupro" são computadas (3) A Lei Federal 12.3 340 396 3.3 45..5 67 53 1.9 1.5 11.925 37.9 Amazonas 1..3 14.8 Grupo 4: baixa qualidade e Grupo 4 não alimenta o SINESPJC Amapá 10 148 1. Grupo 2 Nota 2: Grupo 1: alta Maranhão 972 967 14. .355 2.331 1. Desenvolvimento. .7 no âmbito do Projeto Pernambuco 1.6 14.1 5. Fórum Brasileiro de Segurança Pública.5 52.399 12. a incluir "tentativa de atentado violento ao pudor".156 4.8 ..3 4.4 3.9 43. . em uma única categoria.8 8.População e Rio Grande do Sul (9) 3. .7 Distrito Federal 735 864 28..0 30.9 10. Coordenação de População e Sergipe 321 465 15. absolutos Taxas (5) dados (2) Unidades da Federação 2011 (6) 2012 2011 (6) 2012 2011 (6) 2012 2011 (6) 2012 Brasil 43.3 2. Rondônia 815 779 51.6 114 165 3.3 2.063 1.7 Minas Gerais 1.5 378 392 2.1 33.7 40.511 14..

8 176.802 76.914 14.141 227.114 10.9 80.7 19.903 21.889 7.9 478 736 69.5 41.428 1.4 Santa Catarina 1.081 173.439 2.268 5.208 7.800 339.8 550.753 4.7 221.070 1.9 9.6 231.426 750.009 48.2 54.7 39.0 Ceará 852 1.1 105.619 388.0 32.601 72.3 232.3 14.0 9.946 739.382 715.064 189.530 43.6 3.154 8.9 140.541 238.0 112.4 Continua Fonte: Sistema Nacional de Estatísticas em Segurança Pública e Justiça Criminal (SINESPJC) / Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp) /Ministério da Justiça.603 3.644 5.0 Alagoas 609 671 19.136 416.5 14.0 44.0 14.5 3.0 0.453 3.9 387.960 3.0 14.2 280.502 8.4 453. ano 6.1 10.321 9.9 255.4 21.308 57.053 1.331 1.533 3.1 Grupo 1 Acre 350 325 46.969 58.9 Mato Grosso 1.2 3.467 25.5 428.7 427.766 358.7 Paraíba 378 559 10. por tipo Unidades da Federação – 2011-2012 Grupos de Tentativa de homicídio Lesão corporal culposa de trânsito Lesão corporal dolosa Estados segundo qualidade dos Ns.122 127.403 2.484 326.5 17.0 122.334 84.6 Amazonas 799 508 22.398 29.878 3.519 1.5 219.2 188.414 112.5 2.437 483.721 239.243 12.5 Goiás 1.0 14.4 22.8 294.3 171.3 Rio Grande do Sul (7) 3.704 46.7 31.833 78.652 27.6 8.480 247.8 471.4 3.439 159.332 171.3 3.0 Tocantins 396 385 28.4 9.1 Bahia 3.9 42. 22 .623 5.7 274.284 587.9 Rondônia 767 637 48.0 3.473 45.265 10.861 326.2 42.651 8.1 21.1 Roraima 155 149 33.8 2.2 1.954 297. (4) Retificação das informações publicadas no Anuário Brasileiro de Segurança Pública.429 4.3 65.2 16.1 8.612 4.792 343.4 44.5 151.940 109.2 23.9 Distrito Federal 1.8 282.7 1.839 4.4 Mato Grosso do Sul 699 582 28.502 451.0 23.161 109.6 287.184 36.8 2.4 76.119 3.2 11.938 104.9 105.956 24.3 27.7 São Paulo 5.2 1.2 461.475 2.858 2.764 3.5 10.1 25.7 400.605 33. TABELA 08 · Crimes não letais intencionais contra a pessoa (1).2 8.2 47.8 5.8 10. (1) Os dados informados correspondem ao volume de ocorrências policiais registradas e não.9 2.2 15.8 Grupo 4 Amapá 21 76 3.0 Paraná (5) (6) 1.7 2.2 Grupo 2 Maranhão 1.1 28.9 5.2 131. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística .396 156.5 8.IBGE.4 207.539 46.5 Pará 705 1.461 193.057 500.190 3.312 39.770 43.8 72.297 29. (2) Grupos segundo qualidade estimada dos dados registrados (vide apêndice metodológico).2 Piauí 418 679 13.8 327. Fórum Brasileiro de Segurança Pública.1 15.7 2. necessariamente.586 3.8 310.4 680.290 453.0 3.698 10.356 1.7 40.530 622.4 27.258 45.4 238 1.8 54.399 46.0 Minas Gerais 4.282 2.180 1.450 114.481 69.3 21.1 187.9 657.7 22. indicam o número de vítimas envolvidas.0 943.1 92.2 139.9 727.1 8 1 0.237 84.790 1.0 135.973 34.407 657.1 5.1 354 274 4.7 305 554 8.318 324.860 28.293 4.0 80.260 7.356 72.3 29.7 53.2 9.842 385.3 Pernambuco 3.6 37.242 7.282 3. (3) Por 100 mil habitantes.6 243.6 14.070 15.495 9.2 3. absolutos Taxas (3) Ns.823 168.5 627.412 20.751 548.981 33.608 3.590 95.5 4.808 18.150 270.5 135.9 88.3 3.826 15.009 143.727 202.223 173.4 458.4 21.819 3.9 Espírito Santo 2.2 3.429 617.0 37.270 5.705 1.9 168.479 20.6 1.376 23.9 143. absolutos Taxas (3) dados (2) Unidades da Federação 2011 (4) 2012 2011 (4) 2012 2011 (4) 2012 2011 (4) 2012 2011 (4) 2012 2011 (4) 2012 Brasil 41.5 145.565 135.144 10.9 36.6 324.3 Sergipe 349 418 16.2 10. 2012.0 11.9 343.878 406.6 38.869 7.103 6. absolutos Taxas (3) Ns.6 Grupo 3 Rio Grande do Norte 193 314 6.1 Rio de Janeiro 3.5 742.

3 e alimenta o SINESPJC Rondônia 634 804 40. as informações passadas ao SINESPJC contém os dados da Polícia Civil e da Brigada Militar.5 adequadamente.7 6.9 6. .2 8.4 52.705 28.5 7.0 54.1 1. (.8 313 124 5. População e Desenvolvimento.6 2.1 28.6 Ceará 6 8 0. . .736 9. Rio Grande do Norte 391 258 12.3 . (-) Fenômeno Inexistente.5 3.1 .414 3.6 315 280 3.2 50.1 11. .. .0 573 889 22.4 68 50 0.. - Coordenação de População e Grupo 2 Indicadores Sociais..3 5.0 5. 41 .6 Pernambuco 230 218 2.284 347 19.8 Goiás 394 358 6.6 .9 10.2 35. Sergipe 141 128 6..9 Paraná (5) (6) 658 699 6..1 17..329 .5 23 1 0.371 16. 12.) Informação não disponível. 23 .3 329 369 13.242 1. .7 3.858 2.6 2.996 12.7 0.502 7. .2 14.9 9 37 1.4 12. .0 35.3 adequadamente.4 8.743 1.9 adequadamente.8 elaboradas no âmbito do Projeto Rio Grande do Sul (7) 3. .4 .8 228 225 6. - Alagoas 34 20 1.6 Espírito Santo 335 320 9.006 2.7 2..0 Bahia 1.232 3.9 402 458 11.078 19.0 .885 3. Maranhão 2.1 10.6 563 380 35.7 32.0 .0 Mato Grosso 1.1 2.3 Mato Grosso do Sul 200 282 8.. (6) Para as demais categorias. - Distrito Federal 114 318 4. os totais de ocorrências registradas no PR referem-se ao somatório das naturezas constantes nos boletins da Polícia Civil e Polícia Militar (Boletim Unificado)..4 122.502 54.3 9.4 12. .3 6.651 4.7 3 9 0. ..048 30.3 14. e a capitulação do crime é oriunda dos inquéritos das Polícias Civil e Militar.2 11.2 .007 24. - qualidade e alimenta o SINESPJC Santa Catarina 3. Outros crimes resultantes Grupos de Outras lesões corporais culposas em lesão corporal Estados segundo qualidade dos Ns. Grupo 2: baixa Roraima 32 20 7.0 33. absolutos Taxas (3) dados (2) Unidades da Federação 2011 (4) 2012 2011 (4) 2012 2011 (4) 2012 2011 (4) 2012 Brasil 23. - Paraíba 135 105 3.628 40.5 211 148 15.848 36.5 5.6 Nota: Estimativas populacionais Rio de Janeiro 2.2 Nota 2: Grupo 1: alta qualidade Piauí 131 213 4. Grupo 3: alta Tocantins 102 134 7. absolutos Taxas (3) Ns.1 .627 2.3 14.4 qualidade e não alimenta o Grupo 3 SINESPJC adequadamente. .3 761 1.0 4.7 23..8 Grupo 1 Acre 111 79 14. Grupo 4: baixa qualidade e Grupo 4 não alimenta o SINESPJC Amapá 18 27 2.1 Pará 35 234 0. .6 1. . 0..6 116 137 0.665 11.1 0... Conclusão (5) Os dados de tentativa de homicídio no PR foram informados a partir do número de vítimas.0 2.820 103.393 43.7 Minas Gerais . . .1 . 62...6 3..8 0.2 6. .3 UNFPA/IBGE (BRA/4/P31A) - São Paulo 4.3 12.1 0.1 0. (7) No RS.532 7.9 17.3 5..814 24. . - Amazonas 465 55 13.7 0.

.. . . 0. 0.. . .1 .0 . . - Paraíba 2 . - Minas Gerais . ...4 . - Espírito Santo 1 1 0.4 1... . ..5 . Grupo 4 Amapá .0 Tocantins 1 .3 .. . ... - Continua 24 . . ... 36 67 0. por tipo (1) Unidades da Federação – 2011-2012 Pessoas mortas em confronto Pessoas mortas em confronto Pessoas mortas por policiais Grupos de com a Polícia Civil com a Polícia Militar civis em outras circunstâncias Estados segundo qualidade dos Ns.. .. 0. .8 . . - Distrito Federal . . .. .1 0. . 0. 0.1 0. ...1 Roraima .0 Sergipe 1 . . .. ... . . . 2 7 0.0 0. 0..7 0. . . 2 . . ... .1 0.. .. absolutos Taxas (3) Ns.1 . Ceará . .1 0.0 0. . .. .. absolutos Taxas (3) dados (2) Unidades da Federação 2011 2012 2011 2012 2011 2012 2011 2012 2011 2012 2011 2012 Grupo 1 Acre . .. . . Amazonas 1 . . - Rondônia . . ... 0. .. .1 7 2 0..1 . . absolutos Taxas (3) Ns.1 0. . .3 .6 2.. 1 . - Santa Catarina 2 9 0.0 4 5 0.1 1. .2 0.5 . TABELA 09 · Ocorrências envolvendo policiais. . . . . . 3 .2 1 .1 41 41 0. . ... .7 . . .. .. . 10 7 0... 2 26 0. . .. Piauí . . 0...6 ...0 438 546 1.. 1 11 0. .. .3 5 2 0.. - Alagoas . Rio Grande do Sul 4 . ... .. .0 - Bahia 60 60 0. . . .1 0.. . .. 2 . . 2 4 0. - Paraná . . .0 Rio de Janeiro (5) . 0....1 .1 1 .. 1 . .. .0 147 165 1. . .0 - Mato Grosso do Sul .. ....3 0. . . . 0. .3 0.6 0. 9 . . ... 6 17 0.. . 3 5 0. . ..0 . . .4 0. Pernambuco . . 3 . .. 7 7 0.1 .. . .1 0.2 .. São Paulo 23 17 0. . . 0. . - Grupo 2 Maranhão .. . 0....6 1 2 0. 0. 2 4 0. . .0 0. .3 0... ..1 0.. . .. .. .. Pará .4 224 284 1.... 21 21 0.3 . . . - Goiás .. 1 .0 .. .3 0... 0. .2 .. .. .... .. . . 0. . .1 . . - Mato Grosso . .0 0.0 24 31 0..2 0.1 . - Grupo 3 Rio Grande do Norte ..0 . .. . 0.6 .. 3 .

. 4 .. . .5 Pernambuco 17 10 0.. . . - Distrito Federal . .. 0.. .. . - Rondônia 1 1 0. . . .0 0.1 Sergipe . .1 . Pessoas mortas por policiais militares em outras Policiais Civis mortos em Grupos de circunstâncias serviço Estados segundo qualidade dos Ns. 0. .. .. . 3 . .3 0.... . . - Paraná .0 12 2 0. .... - Roraima . .. . .0 0. 0.. 1 . . . 0. . - Tocantins .. . .1 . 0. 0. - Continua 25 .1 .. .... Pará .. - Mato Grosso 6 3 0. 1 ..5 Amazonas 1 4 0. . . 2 . 1 . . - Santa Catarina 4 5 0. . . . .. .. . ..0 0. 0...5 0... .2 - São Paulo 6 10 0. 2 . . . . 0. . 0. . .... - Paraíba . 0. ..1 .. 1 ...2 0.. .1 0. 0... . ... . 0. .. .0 .7 - Grupo 3 Rio Grande do Norte . .0 .0 . ..1 . . .1 1 .. absolutos Taxas (3) Ns.2 Rio de Janeiro (5) . .. 0.4 - Bahia 3 . - Goiás 2 1 0.1 1 .. - Espírito Santo 1 . 1. . . . .4 Mato Grosso do Sul . 1 . 0.. - Alagoas .. ...0 .1 . . . . 5 3 0.. absolutos Taxas (4) dados (2) Unidades da Federação 2011 2012 2011 2012 2011 2012 2011 2012 Grupo 1 Acre .. . .. . . .. . - Grupo 2 Maranhão .7 - Ceará . . 1 . . . .0 .. . 1 .1 0.... . ..3 Rio Grande do Sul . Piauí ..4 Grupo 4 Amapá .2 0.. 0. . . - Minas Gerais .. 1 .. . . . . . .

3 Tocantins . . . . 1 . . .3 1 .. 4 3 0. . 1. ..1 0..0 Rio de Janeiro (5) 10 10 1. 1 . . Grupo 2: baixa qualidade e alimenta o SINESPJC adequadamente. 1.0 . . 0. . . .2 Amazonas 1 1 0. . . . . . 1 7 0. 0.. . .. .. .. . 3 1 0.. 15 . - Goiás 1 1 0.. Nota: Estimativas populacionais elaboradas no âmbito do Projeto UNFPA/IBGE (BRA/4/P31A) .1 0.5 0.1 .. .7 10 21 0. . .1 8 4 1..9 1 . . 0. . 1. 9 . - Conclusão Fonte: Sistema Nacional de Estatísticas em Segurança Pública e Justiça Criminal (SINESPJC) / Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp) / Ministério da Justiça. 1 .2 0.. .. .5 Grupo 3 Rio Grande do Norte . Pará . . 0. 1 . (3) Por 100 mil habitantes.0 . . 1 . 2 . . .População e Desenvolvimento.. . (2) Grupos segundo qualidade estimada dos dados registrados (vide apêndice metodológico). . . . Grupo 4: baixa qualidade e não alimenta o SINESPJC adequadamente.. absolutos Taxas (4) Ns. 0. . . .. . . . 0. .1 0.1 - Mato Grosso do Sul . 2 . - Mato Grosso . absolutos Taxas (4) dados (2) Unidades da Federação 2011 2012 2011 2012 2011 2012 2011 2012 2011 2012 2011 2012 Grupo 1 Acre . 0.1 1 23 0..5 0. .3 0.2 0. . . . . .4 Piauí .. . . .. 2 . absolutos Taxas (4) Ns.3 2 . ..7 Ceará . .1 Distrito Federal ...9 Sergipe . . . . 1 . 0. . - Rondônia .. 0. . . . . .1 0. 26 . 2 . . 3 ..2 Minas Gerais . .. .0 .2 .. - Alagoas . 0. .5 1. .3 16 14 0. por tipo (1) Unidades da Federação – 2011-2012 Policiais Civis mortos fora de Policiais militares mortos em Policiais militares mortos fora Grupos de serviço serviço de serviço Estados segundo qualidade dos Ns. . (-) Fenômeno Inexistente.TABELA 09 · Ocorrências envolvendo policiais. 1 .. 1 .1 - Espírito Santo . .4 1 2 0.. . (5) Os dados sobre policiais militares mortos em serviço e fora de serviço foram coletados junto ao Instituto de Segurança Pública (ISP) do Rio de Janeiro. . ..2 0. 0.. . . 2 1 0. ... . . . . Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística . Coordenação de População e Indicadores Sociais. . 2 2 0... 1.. .. 1 . - Paraíba ... . .1 .4 Bahia . (4) Por grupo de mil policiais. . ...1 6 14 0. 0...1 1 1 0. . . 1. . . .. .. . . 23 .2 . .3 . . .1 0.3 0.. .IBGE. . . .2 35 79 0.6 . . . .1 9 19 0..1 ..4 0. 2 .... Nota 2: Grupo 1: alta qualidade e alimenta o SINESPJC adequadamente.2 1 1 0.1 .4 0. Grupo 4 Amapá . ... 0. .6 1. 0.2 0. . Grupo 3: alta qualidade e não alimenta o SINESPJC adequadamente... - Santa Catarina . (1) As informações desta seção correspondem aos dados extraídos exclusivamente do SINESPJC..2 . 1..4 Pernambuco 2 2 0. . .3 5 4 0. . 0.. Fórum Brasileiro de Segurança Pública.5 6 3 0. . São Paulo 8 10 0.4 Grupo 2 Maranhão 1 2 0.1 Rio Grande do Sul .. ..4 .0 0. 1 ..1 Paraná .. .... . .2 Roraima . .5 0.0 1.1 0. . . ...2 0. 0.. 7 .. . .

27 .

3 19.108 1.4 31.606 4.2 18. Fórum Brasileiro de Segurança Pública.7 28.813 1.3 Paraná (8) 2. 3.393 3.2 22.8 Pará 3..180 11.IBGE.273 1.068 1.0 28.8 24.172 2..755 2.323 27.0 16.1 16.764 31.614 17.9 32.0 39.0 17.501 24.1 Goiás 1.1 33.5 47.084 50.0 25. Sergipe 539 593 657 708 845 27.3 33.7 11.3 21.574 4..5 15..8 São Paulo 4.1 36.9 Santa Catarina 833 883 643 876 852 13.032 28.604 1.1 33.8 14.1 Mato Grosso do Sul 588 442 471 459 404 25.7 Ceará 2.378 3. necessariamente.862 4.125 11..0 Bahia 4.3 32.0 76.1 Espírito Santo 1.4 37.8 33.2 24.0 18.3 41.9 40.0 30.076 22.063 2.4 20.3 4.2 23.998 .692 4.7 25.2 32.271 3.460 1.6 37.376 3.2 20.0 Grupo 2 Maranhão 1.4 10.9 13. (3) Inclui as categorias CID-10: X85-Y09 Agressões.534 4.885 44.4 Pernambuco 4.081 24.9 28.2 34. 19.1 Grupo 4 Amapá 206 96 30 23 73 33.554 1.6 38.2 Alagoas 2.6 32.970 34. (2) A categoria "Crimes Violentos Letais Intencionais" agrega as ocorrências de Homicídio Doloso.545 1.2 31.4 Continua Fonte: Sistema Nacional de Estatísticas em Segurança Pública e Justiça Criminal (SINESPJC) / Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp) /Ministério da Justiça.7 34. TABELA 10 · Comparação de fontes estatísticas para mortes violentas Unidades da Federação – 2008-2012 Grupos de Crimes violentos letais intencionais (CVLI) (2) Estados segundo Ns.3 38.0 33.178 1..4 30.3 31..8 7.8 28.8 Grupo 1 Acre 177 200 .8 Mato Grosso 839 885 949 1.0 38.0 Piauí 309 276 242 349 517 9.955 68.663 1.096 1.4 34. Latrocínio e Lesão Corporal seguida de Morte.762 3.829 5.6 20.787 5. Ministério da Saúde/DATASUS.8 44.8 25.015 1.9 .5 31.4 Rondônia 451 520 582 415 422 30.6 34.5 Distrito Federal 724 812 854 761 839 28.. .880 2.5 Roraima 40 59 83 60 70 9.4 10.340 26.2 18.637 786 1.866 3.491 43.0 .3 26.6 15..667 1.019 1.555 4.9 8.509 5.133 22.0 19. Absolutos (4)(5) Taxas (6) qualidade dos dados (1) Unidades da Federação 2008 2009 2010 2011 2012 2008 2009 2010 2011 2012 Brasil 45.126 1.328 3.3 61.3 26.6 26.7 Grupo 3 Rio Grande do Norte 972 702 953 1.950 3.518 43..183 2.6 47.3 13.595 3.199 31.483 1. 19..005 47.1 44.4 22.382 2.4 42.931 4.5 41.191 3.6 Paraíba 908 1.4 31.0 40.5 19.814 1.4 29. (1) Grupos segundo qualidade estimada dos dados registrados (vide apêndice metodológico).1 24.1 38.8 Amazonas 739 846 982 1.2 29.5 16.0 10.1 .8 16.049 1.2 Rio de Janeiro 5.229 50. 28 . (5) Retificação das informações publicadas em edições anteriores.0 29.8 24.4 13.464 5.4 27.8 11.0 17.5 44.573 1..5 Rio Grande do Sul (9) 2.548 2.780 4.875 3.5 17.0 70.3 33.209 1.7 14.1 Minas Gerais 2. (4) Os dados informados correspondem ao volume de ocorrências policiais registradas e não.068 1.164 3. 148 184 26.8 21.9 30.5 3.657 24.470 1.399 1.2 23. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística .4 11. indicam o número de vítimas envolvidas.0 49.7 31.3 Tocantins 236 262 263 277 308 18.3 22.7 19.272 48.0 14.6 17.

.6 34.948 1.4 .387 1. Grupo 2: baixa qualidade e alimenta o SINESPJC adequadamente.6 25. Nota: Estimativas populacionais elaboradas no âmbito do Projeto UNFPA/IBGE (BRA/4/P31A) ..2 25.7 .0 25..) Informação não disponível.8 27..8 14...... Nota 2: Grupo 1: alta qualidade e alimenta o SINESPJC adequadamente. Conclusão (6) Por 100 mil habitantes. 12. 29 .714 3. 32...078 .2 . (7) Os dados de mortes por agressão correspondem ao número de vítimas..5 ..086 2.3 20.. 34..076 1. 60.6 .1 35..289 .. Pará 2.7 23.7 38. 31.1 38.3 33. 13.021 1.229 2.681 . 27.4 .7 32. 34.7 .7 44.996 1.4 .4 12..695 3.. Absolutos (7) Taxas (6) qualidade dos dados (1) Unidades da Federação 2008 2009 2010 2011 2012 2008 2009 2010 2011 2012 Brasil 50.431 3.. Amazonas 827 915 1.1 13... Grupo 4: baixa qualidade e não alimenta o SINESPJC adequadamente. Bahia 4...4 .9 39.619 .0 30.5 22. 56. Roraima 105 117 123 95 .5 21.4 35.8 33. Tocantins 232 284 313 357 .8 72.4 .. 39. e a capitulação do crime é oriunda dos inquéritos da Polícia Civil e Militar.1 .7 ..População e Desenvolvimento.269 1.7 32...763 5. 19.0 47..3 .629 . 18. as informações passadas ao SINESPJC contém os dados da Polícia Civil e da Brigada Militar.7 .3 37. Grupo 4 Amapá 211 191 258 208 ..434 52...8 32..... Mato Grosso 942 999 978 995 .8 28.042 . Grupo 1 Acre 133 152 165 168 ..0 13.. Paraíba 1.573 .064 2.. 32. Rio Grande do Sul 2.0 12.7 42. Grupo 3: alta qualidade e não alimenta o SINESPJC adequadamente. Pernambuco 4. Coordenação de População e Indicadores Sociais.2 32.8 33.2 40..451 ..9 36.0 ..1 22.4 19..6 .9 28.540 3..367 2..8 20.868 2.2 31.. (.869 3..7 40. 24.0 22. 24.4 30..1 13. Santa Catarina 789 800 812 797 .4 26... 32.. 30..457 1.. 19..5 30.8 26..168 2.464 . São Paulo 6...4 27. 28..... Grupo 2 Maranhão 1.326 5.214 .3 14.. 23..0 22.0 31.0 30..6 36.606 3.. 29..5 30.4 31. Rondônia 480 536 544 447 .5 18.383 5.954 3..806 5..9 15...6 ..7 32.074 5.887 1.3 19....7 .395 5.6 34. 26..1 38. 21.6 34.. 19.8 22..005 882 977 .9 36.896 2.8 27..5 ...4 57. Ceará 2. Sergipe 574 663 690 739 ..765 5...4 ..2 25. (8) Os dados de CVLI no PR foram informados a partir do número de vítimas.3 46.. Espírito Santo 1.331 .0 .872 2.6 34.5 .2 ..5 38.6 22.7 13.243 1. 14..7 .. 25.. Grupo 3 Rio Grande do Norte 720 791 815 1.567 .5 . (9) No RS..2 51.113 51.198 .....453 3. Rio de Janeiro 5... Minas Gerais 3...4 .792 1.5 18..235 .267 4..692 2..3 59.627 4.. Grupos de Mortes por agressão (3) Estados segundo Ns.493 1.4 27.. Distrito Federal 873 1. Paraná 3.9 27. 50.260 52.2 39..754 1. Mato Grosso do Sul 690 727 638 668 . 34.7 21..788 .5 31.3 66.031 2..1 ....118 6...057 ..794 1.3 . Goiás 1..1 27.. Alagoas 1.3 32.445 3. Piauí 387 398 430 461 .997 3.8 41.268 .

2011 . MAPA 01 · Registros de Homicídio Doloso – Variação das taxas por 100 mil habitantes Unidades da Federação .2012 Crescendo acima de 10% no período Crescendo de 0 a 10% no período Decrescendo de 0 a 10% no período Decrescendo acima de 10% no perodo 30 .

3%). A região Norte intencionais (CVLI).3%.9%) registraram quedas (186%) e Bahia (176%). região Nordeste respondeu por índices de mortes violentas em alguns estados 40. (58.2). Centro-Oeste e Norte. Apenas a região pequena variação de 8%. Rio por 43. com destaque para o estado do a taxa aumentou de 22. Paraíba e Pernambuco (-19. a queda dos Em 2012. Alagoas mudanças nos últimos anos.6%). a região Sudeste respondia Mato Grosso do Sul (14. Mato Grosso do Sul (-31. entretanto. Piauí (15.4% dos homicídios no Brasil. Norte (8. com destaque Paulo (-36.3%).7%) e Distrito Federal (32. 1980 e 2004. verificaram os menores índices de homicídios. Em 2005. Pará (42.6). pode Entre os estados com as estatísticas dar a falsa impressão de que ocorreram poucas criminais mais confiáveis em 2012. A região Sul apresentou um para cada grupo de 100 mil habitantes. Este quadro.9%).3%) de São homicídios da região foi 39.É possível reverter a espiral da violência Arthur Trindade Maranhão Costa 1 1 Professor adjunto da Universidade de Brasília e membro do conselho de administração do Fórum Brasileiro de Segurança Pública. se comparada com Sudeste apresentou 38. Desde 2007. A partir De fato é preocupante o aumento dos daí observou-se um mudança na distribuição homicídios verificados nas regiões Nordeste.7%) para os estados do Ceará (117. as taxas de homicídios do apresentou crescimento de 26.7%). com destaque para Tocantins as estatísticas dos crimes violentos letais e (47.2%). Grande do Sul (18. Portanto. quando o Fórum Brasileiro registrou aumento expressivo no número de de Segurança Pública começou a sistematizar homicídios (30.1% dos homicídios ocorridos no país.2%). Entre 2005 e 2012 de homicídios. Entretanto.2%.3 homicídios Amazonas (80.9). Paraíba (48. 31 . brasileiros. Uma pequeno crescimento de 4. Também comparando significativas nas taxas de homicídios. a região Centro-Oeste é possível reverter a espiral da violência.4) e Minas Gerais (19. o crescimento do número de os estados do Rio de Janeiro (-40.2% do número Brasil têm variado pouco.5 para 24. regional das mortes violentas.3%). Entre 2005 e 2012. Se comparado revelam boas perspectivas.2). Ceará (40.1% de queda no número a variação de 127% verificada entre os anos de de homicídios em relação a 2005.8) seguida da região Nordeste (29.5).4%) e Centro-Oeste (7. Ao passo que São Paulo (11. com o ano de 2005. como o ano de 2005.6%).7) O quadro de homicídios apresentou e Bahia (38.5) apresentaram as maiores taxas importantes variações entre as regiões e estados de homicídios. Sul (11.

1 29.7 25.042 615 779 25.1 Acre 165 168 62 50 22.493 1. X94 Agressão disparo arma fogo de maior calibre.086 2.3 25.056 2.9 28.8 Sergipe 690 739 461 526 33.4 22.076 1.629 3.7 19.3 Maranhão 1.4 11.082 46.2 Distrito Federal 882 977 630 710 34.3 Goiás 1.792 36.5 9. Ministério da Saúde/DATASUS.8 21.630 2.4 5.198 36.358 51.3 18.214 1. (2) Por 100 mil habitantes.6 36.8 28.0 11.619 1.692 2.6 25.6 Amapá 258 208 103 78 38.7 Mato Grosso do Sul 638 668 339 364 26. X95 Agressão disparo outra arma de fogo ou Não Especificado.5 31.7 12.627 4.6 7.7 32.4 27.5 6.937 66.8 14.788 2.5 Paraná 3.567 4.7 32.8 Bahia 5.382 38. Nota: Estimativas populacionais elaboradas no âmbito do Projeto UNFPA/IBGE (BRA/4/P31A) .2 25. Absolutos (1) Taxas (2) Mortes por Mortes por Mortes por agressão Mortes por agressão agressão (3) utilizando arma agressão utilizando arma de fogo (4) de fogo Unid.7 42.806 5.4 Rio de Janeiro 5.455 2.1 Mato Grosso 978 995 568 605 32.2 55.215 1.4 Rio Grande do Sul 2. Fórum Brasileiro de Segurança Pública.4 22.1 27.2 32.763 5.4 Santa Catarina 812 797 477 481 13.7 29.9 28.7 7..5 30.078 2.5 8. Federação 2010 2011 2010 2011 2010 2011 2010 2011 Brasil 52.8 14.2 27.794 1.1 13.359 1.3 19.8 32.6 Pernambuco 3.4 15.7 40. (.267 4.573 812 939 22.064 2.118 3.6 7.1 Roraima 123 95 29 25 27.1 38. (1) Os dados de mortes por agressão correspondem ao número de vítimas.) Informação não disponível.2 Espírito Santo 1.População e Desenvolvimento.464 2.0 12.268 1.529 19.495 1.5 22.1 Paraíba 1.2 Rondônia 544 447 348 285 34.896 2.2 Tocantins 313 357 125 157 22.4 35.985 18.6 São Paulo 5.5 15.2 Rio Grande do Norte 815 1.2 61.540 3.721 1.1 Pará 3.7 31.449 4.3 36.7 Minas Gerais 3.270 1.5 21.681 1.434 3.5 12.4 Amazonas 1..3 18.520 2.737 27.9 36.4 21.260 52.6 Piauí 430 461 220 264 13.7 23.4 24.3 7.IBGE.3 25.2 24.414 32. 32 .2 39.5 8.057 1.235 2.2 14.4 24.1 19.3 19.0 33.648 2.6 6.063 31.0 47.5 Ceará 2.165 41.331 2. Coordenação de População e Indicadores Sociais.3 24.457 1.231 14.533 39. TABELA 11 · Violência Armada Brasil e Unidades da Federação – 2010-2011 Ns.1 8.6 19.4 38.0 14.445 3.451 4.3 37.4 18.7 24.4 14.0 13.8 72.380 34.3 20.4 22. (3) Inclui a categoria CID-10: X85-Y09 Agressões (4) Inclui as categorias CID-10: X93 Agressão disparo de arma de fogo de mão.536 31.606 3.289 633 879 30.7 Alagoas 2.7 38.2 Conclusão Fonte: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística .5 27. (-) Fenômeno Inexistente.

7 27.7 Santa Catarina 60.5 Minas Gerais 70.8 Tocantins 44.6 Paraná 71.4 23.4 14.2 Goiás 69.5 45.5 28.4 29.7 Rio de Janeiro 74.7 Rondônia 63.8 70.5 29.4 39.9 Piauí 57.2 Mato Grosso do Sul 54.6 Maranhão 59.8 36.0 26.6 Ceará 74.7 40.2 28.2 31.8 25.Gráfico 01 Violência Armada Brasil e Unidades da Federação – 2011 0% 10% 20% 30% 40% 50% 60% 70% 80% 90% 100% Brasil 70.0 Distrito Federal 72. Ministério da Saúde/DATASUS.6 São Paulo 57.3 42.3 73.4 14.5 Pernambuco 73.6 32.8 39.6 Sergipe 71.6 Amapá 37.8 Bahia 76.3 25.5 Pará 67.1 26.IBGE.3 Espírito Santo 80.0 Mortes por agressão COM uso arma de fogo Mortes por agressão SEM uso de arma de fogo Fonte: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística .8 25. 33 .3 Mato Grosso 60.6 Acre 29.5 62.8 19.4 30.4 Paraíba 85.4 42.2 Roraima 26.0 56.2 Rio Grande do Norte 74. Fórum Brasileiro de Segurança Pública.5 Amazonas 68.2 Rio Grande do Sul 74.2 Alagoas 85.

Nota: Estimativas populacionais elaboradas no âmbito do Projeto UNFPA/IBGE (BRA/4/P31A) .1 184 64.7 244 69. Federação Brasil 280 1.8 211 65.8 596 35.1 Amazonas 11 1.5 266 49.3 86 6.3 Sergipe 2 0.7 126 42.0 33 10.2 2 1.1 137 68.1 815 99.4 559 16.1 São Paulo 44 0.8 48 1.7 645 20.3 475 77.0 Mato Grosso 4 0.7 164 34.884 43.7 614 78.3 760 84.8 32 3.7 309 38.4 22 46.2 Rio Grande do Sul 20 1. Ns.6 Paraíba 11 1.5 14 3.7 4.8 100 39. 34 .4 125 31.9 346 38. Ns.097 83.6 283 86.2 104 22.7 62 3.7 343 52.4 89 52.2 Roraima 1 1.8 407 41.5 333 50.6 1.056 79.9 55 80. Ns.2 317 53.2 60 38.9 79 39.0 Amapá 3 2.8 735 62.7 298 92.4 129 44.5 159 43.8 41 4.7 10. (-) Fenômeno Inexistente. Ministério da Saúde/DATASUS.0 6.0 67 53.6 Maranhão 9 0.2 79 53.5 90 40.4 29 8.0 3 1.7 577 33. por faixa etária (1) Brasil e Unidades da Federação – 2010 Mortes por agressão (2) Menor de 10 anos 10 a 14 anos 15 a 19 anos 20 a 24 anos 25 a 29 anos 30 a 34 anos 35 a 39 anos Absolutos Absolutos Absolutos Absolutos Absolutos Absolutos Absolutos Taxas (3) Taxas (3) Taxas (3) Taxas (3) Taxas (3) Taxas (3) Taxas (3) Ns.6 5 3.4 20 6.7 148 26.6 349 115.3 645 73. (1) Os dados de mortes por agressão correspondem ao número de vítimas.3 518 178.3 Rio de Janeiro 21 1.6 777 44.3 456 54.9 89 41.1 144 54.6 389 124.0 764 102.4 Bahia 30 1.7 16 37.2 Mato Grosso do Sul 6 1.6 261 76.0 Continua Fonte: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística .3 530 65.2 115 20.5 368 46.7 14 1.352 103.4 Ceará 11 0.9 94 31.3 103 20.IBGE.2 97 41. Ns.3 168 59.5 29 3.1 2 2.7 9.2 52 81.7 161 76.8 171 77. Ns.População e Desenvolvimento.1 374 42.4 77 57.9 34 29.8 27 7.9 Acre 4 2.3 Santa Catarina 5 0.1 62 25. Unid.8 7.2 Distrito Federal 2 0.4 39 28.4 442 59.5 302 47.1 38 4.8 23 52.9 254 47.6 232 40.2 132 46.4 Rondônia 7 2.8 53 6.1 28 47.2 141 74.6 Rio Grande do Norte 1 0.0 18 48.7 387 119.6 5 1.2 94 40.0 113 20.0 94 37.9 24 4.2 Minas Gerais 18 0.1 950 69.0 112 50.0 312 60.5 86 56.4 196 65.5 25 45.987 63.5 2 2.8 Goiás 8 0.7 Pará 12 0.7 12 40.9 424 35.2 22 47.5 8 3.233 54.8 448 62.8 453 53.9 14 29.2 11 3.1 307 88.9 961 26.0 62 47. Ns.9 444 80.0 60 4.6 722 56.0 2 3.5 37 32.3 336 23.1 42 20.2 569 61.3 29 37.8 11 3.7 Pernambuco 11 0.0 625 88.4 62 34.8 1.4 980 25.2 197 26.9 23 34.6 4 1.6 686 51.0 649 3.4 246 28.6 79 35.1 Paraná 16 1.757 45.3 20 21.4 190 61.8 133 51.7 21 29.5 596 72.031 79.5 Espírito Santo 7 1. Coordenação de População e Indicadores Sociais.4 152 58.2 Tocantins 3 1.0 Alagoas 8 1.0 99 49. TABELA 12 · Mortes por agressão. Fórum Brasileiro de Segurança Pública.8 81 55.8 559 71.2 80 29.5 60 81.9 808 22.5 185 75.3 263 106.3 212 42.3 153 57.9 114 40.4 202 67.9 162 23.1 328 58.703 33.0 499 31.5 17 7.7 1.2 67 31. (2) Inclui a categoria CID-10: X85-Y09 Agressões (3) Por 100 mil habitantes em cada faixa etária.4 1.6 387 142.5 Piauí 5 1.

9 132 14.0 29 16. Federação Brasil 3.6 1.3 Santa Catarina 67 14.4 33 9.9 22 19.2 Piauí 24 12.2 10 8.6 Maranhão 91 25.4 Tocantins 21 24.0 15 12. Ns.1 12 12.415 26.5 Pernambuco 239 41.3 142 6.8 44 1.9 1.2 Mato Grosso do Sul 50 29.9 Bahia 267 29.5 13 544 34.9 110 37.6 Conclusão 35 .1 86 37.3 95 10.0 47 12.8 Amapá 15 40.1 65 3.692 31.1 43 6.0 13 9.4 35 14.8 Rio de Janeiro 322 28.1 31 27.3 30 41.5 119 13.2 5 123 27. Ns.3 51 56.967 9.3 15 25.4 83 35.5 Pará 238 54.3 Rondônia 51 48.5 191 24.0 179 9.1 34 21.9 1 313 22.7 152 42.112 52.8 1.8 61 30.7 33 9.1 Minas Gerais 227 16.1 81 15. Unid.5 .540 46.1 4 15. Mortes por agressão (2) 40 a 44 anos 45 a 49 anos 50 a 54 anos 55 a 59 anos 60 anos ou mais Idade Ignorada Total Absolutos Absolutos Absolutos Absolutos Absolutos Absolutos Absolutos Taxas (3) Taxas (3) Taxas (3) Taxas (3) Taxas (3) Taxas (3) Ns.3 60 28.896 31.3 Espírito Santo 118 48.9 .7 7 1.5 154 5.7 58 21.9 9 430 13.6 20 10.6 49 31.1 11 2.445 39.0 291 6.5 38 15.7 88 21.7 Paraná 217 28.267 32.8 117 10.7 .5 3 12.1 57 882 34.5 Amazonas 55 28.5 56 41.0 49 8.3 122 10.5 Alagoas 115 59.2 25 19.3 159 22.2 366 13.7 113 23.8 Roraima 13 51.6 49 19.260 27.4 57 12.6 80 49. 812 13.806 14. 690 33.6 .6 6 26.0 63 34. Ns.6 113 21. Ns.4 14 978 32.457 38.4 95 6.0 49 20.076 30.4 6 29.1 Ceará 193 35.6 69 22.5 114 13.139 13.8 27 18.4 21 7.2 11 1.064 19.3 6 36. Ns.3 7 14.7 Rio Grande do Sul 166 21. 165 22.7 Paraíba 86 35.6 90 24.606 34.1 41 27.6 21 17.2 239 21.7 82 22.0 .6 17 10.5 24 2.7 10 1.4 85 3.1 29 23.9 Rio Grande do Norte 54 25.6 6 19. Ns.664 16.9 20 1.5 166 12.7 23 32.6 24 23.470 20.763 41.3 267 11.3 83 12.4 1.8 126 16.7 5 39.7 101 17.7 145 14.7 373 5.9 7 638 26.1 174 5.0 14 11.2 167 11.8 9 19.9 31 8.1 13 3. 258 38.4 66 11.8 Distrito Federal 49 26.6 19 25.7 39 25.0 70 14.2 8 27.8 180 8. 2.6 25 22.4 Acre 13 32.0 Goiás 128 29.6 .5 140 21.8 33 15.1 Sergipe 48 35.7 29 15.1 15 3.0 São Paulo 484 16.4 37 8.1 53 17.627 18.1 51 14.3 37 32.7 18 33. 815 25.1 4 11.794 51.4 8 37.086 66.3 2.2 3 17.0 21 21.6 53 33.1 40 20.1 58 18.3 61 10.9 31 21.493 22.1 31 14.7 Mato Grosso 64 30.4 149 29.5 26 28.

6 62 48. Ns. 36 .0 653 72.3 60 32.5 676 89.8 260 79.5 151 21.8 Amapá 2 1. (-) Fenômeno Inexistente.8 São Paulo 53 0.4 876 23.7 39 4.IBGE.0 575 64.9 420 133.0 25 7.4 5 6.2 278 85.7 136 23.3 431 59.4 463 61.1 51 3.7 Rondônia 2 0.8 79 34.8 860 49.4 6.2 46 61.2 22 7.755 33.6 324 59.1 41 29.5 739 53.2 263 29.2 363 119.9 632 3.1 159 60.3 186 38.População e Desenvolvimento.5 Continua Fonte: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística . Unid.981 44. Ns.4 43 44.3 37 10.8 26 36.6 Sergipe 3 0.997 46.1 30 5.1 35 53.6 7.7 Minas Gerais 23 0.5 Ceará 9 0.8 58 3.7 4 2.7 533 57.1 78 5.1 275 77. TABELA 13 · Mortes por agressão. Fórum Brasileiro de Segurança Pública.4 40 57.1 57 42.3 Distrito Federal 5 1.3 289 83.0 391 27. Ns.9 921 24.3 27 39.0 4.8 116 56.7 320 59.4 15 24.8 11 1.5 40 4.6 127 49.0 9.9 242 65.5 262 33.9 55 47. Ministério da Saúde/DATASUS.5 85 17.2 295 89.9 13 29.9 365 41.3 710 60. Federação Brasil 265 0.8 182 81.0 92 33.3 156 38.7 145 75.1 21 26.8 1225 93.6 176 60.6 153 26.2 523 65. (1) Os dados de mortes por agressão correspondem ao número de vítimas.2 96 42.5 442 36.4 19 6. Coordenação de População e Indicadores Sociais.8 20 4.4 Pará 9 0.6 179 83.1 Pernambuco 7 0.0 75 49.9 103 43.2 628 19.5 222 74.439 60.8 16 35.9 49 16.5 Rio Grande do Sul 10 0.7 167 57.1 91 30.6 384 61.3 690 40.8 972 72.7 372 56.6 36 4.3 24 10.8 132 50.1 Mato Grosso do Sul 3 0.2 202 80.3 750 91. por faixa etária (1) Brasil e Unidades da Federação – 2011 Mortes por agressão (2) Menor de 10 anos 10 a 14 anos 15 a 19 anos 20 a 24 anos 25 a 29 anos 30 a 34 anos 35 a 39 anos Absolutos Absolutos Absolutos Absolutos Absolutos Absolutos Absolutos Taxas (3) Taxas (3) Taxas (3) Taxas (3) Taxas (3) Taxas (3) Taxas (3) Ns.4 346 99.5 44 28.4 179 59.2 Roraima 5 5.9 10 20.3 Bahia 25 1.7 135 78.8 Maranhão 11 0.4 6 2.7 374 41. Nota: Estimativas populacionais elaboradas no âmbito do Projeto UNFPA/IBGE (BRA/4/P31A) .3 268 51. Ns.9 Acre 2 1.9 146 53.8 11 36.0 100 42.035 52.2 530 181.2 Rio de Janeiro 24 1.8 115 56.8 209 41.9 8 3.3 97 17.2 Santa Catarina 2 0.7 106 20.9 329 49.8 410 72.1 171 59. Ns.9 442 52.1 62 46.6 112 50.7 593 44.4 382 139.5 9 23.4 3 2.3 440 44.3 366 112.1 830 23.8 552 67.4 688 39.4 94 46.4 181 59.2 59 50.4 Paraíba 6 1.9 610 73.0 Espírito Santo 6 1.3 192 25.0 223 38.2 547 16.9 27 55.5 141 55. Ns.6 182 62.0 623 79.8 19 39.6 294 45.0 1 1.3 113 51.1 68 46.6 Tocantins 1 0. (2) Inclui a categoria CID-10: X85-Y09 Agressões (3) Por 100 mil habitantes em cada faixa etária.9 137 50.2 67 26.9 Piauí 1 0.4 952 72.5 82 38.9 437 77.9 671 52.7 19 2.7 270 33.2 12 2.8 Amazonas 14 1.1 114 39.2 579 36.4 76 50.7 10.8 Rio Grande do Norte 2 0.7 Paraná 15 1.9 39 1.9 42 20.0 34 3.8 4 1.3 Mato Grosso 2 0.5 330 54.6 Goiás 10 1.4 292 117.2 1 1.4 834 63.6 230 73.2 6 1.5 Alagoas 13 2.0 557 77.7 27 47.6 495 57.

Unid.4 Roraima 11 42.6 336 12.2 Amapá 16 42.5 170 33.8 21 2788 32.1 9 18.8 12 12.4 22 30. 2268 72.8 107 28.4 64 20.5 181 5629 13.5 13 22.0 .7 55 2214 36.3 128 35.0 Minas Gerais 290 21.3 Mato Grosso do Sul 70 41.4 41 27.0 43 17.2 Rondônia 33 31.8 36 10.9 140 28.4 Maranhão 110 30.8 116 19.6 50 24. Ns.6 74 12.3 Rio Grande do Norte 72 33.4 184 8.1 2.3 .8 26 8.7 Rio de Janeiro 293 25.4 Amazonas 66 33.176 14.5 25 11.6 78 14.656 16.0 3 461 14.7 Mato Grosso 98 45.6 18 24.7 Paraná 241 31.7 Distrito Federal 53 27.2 33 3464 39.6 Santa Catarina 70 14.0 216 16.9 4 357 25.0 29 7. Federação Brasil 3.5 6 25.7 3 17.8 64 23.0 30 32.0 84 36.9 8 447 28.9 31 27.1 2.9 62 977 37.6 Rio Grande do Sul 160 21.1 Acre 16 39.4 Espírito Santo 99 40.5 45 20.8 311 6.9 1.5 Pará 213 48.198 27.0 46 29.4 29 2057 19.7 83 27.9 3 23.7 23 20.0 7 33.7 55 12.0 86 12.2 137 13.5 Sergipe 49 35.8 50 31.4 57 9.3 55 29.7 41 16.4 45 29.0 5 19.2 95 3331 31.5 Alagoas 139 71.6 17 4235 21.4 8 25.8 58 24.3 106 11. Ns.4 224 20.4 23 12.7 31 4.6 75 14. Ns.7 108 7.9 30 17.7 2 668 27.9 20 19. Ns.8 263 4567 28.1 Piauí 38 19.7 56 25.4 177 7.2 21 16.5 117 12.7 5 1289 36.7 16 21.3 26 22.0 4 13.4 Goiás 152 34. Mortes por agressão (2) 40 a 44 anos 45 a 49 anos 50 a 54 anos 55 a 59 anos 60 anos ou mais Idade Ignorada Total Absolutos Absolutos Absolutos Absolutos Absolutos Absolutos Absolutos Taxas (3) Taxas (3) Taxas (3) Taxas (3) Taxas (3) Taxas (3) Ns.6 16 13.8 47 41. 739 35.0 Paraíba 90 36.4 Bahia 271 29.2 175 5451 38.9 81 21.071 52.6 140 12.2 1. 208 30.6 São Paulo 470 15.0 38 41.2 13 10.2 .5 Conclusão 37 .0 178 12.6 117 27.9 48 18.3 21 21.9 28 17.7 125 13.1 5 1619 42.6 112 13.4 65 3078 40.8 132 11.4 27 20.2 175 24.4 1 1042 32.3 12 1681 47.8 10 18.8 18 995 32.8 219 27.9 75 21.6 5 14.4 106 65.9 49 11.6 86 27.7 Ceará 169 30.8 197 9.8 29 18.4 32 15.8 26 21.7 1 797 12.5 49 15.6 9 6.574 21.2 3 11.0 2 168 22.9 131 19.7 78 13.3 60 16.6 11 23.1 42 21.6 1.7 Pernambuco 247 42.9 13 1573 23. Ns.9 44 25. Ns.557 27.6 20 6.5 58 11.4 38 15.8 5 28.3 26 20.5 7 31.1 240 9.8 26 17.9 1 95 20.4 Tocantins 21 24.060 9.0 124 16.1 59 43.

683 2 345 2.920 9 213 3. 8 882 Espírito Santo 262 123 1 1.População e Desenvolvimento.047 4.692 Distrito Federal 112 20 . 247 . 968 5 25 1.038 5 192 3. Nota: Estimativas populacionais elaboradas no âmbito do Projeto UNFPA/IBGE (BRA/4/P31A) . Ministério da Saúde/DATASUS.896 Maranhão 140 205 1 1. (2) Inclui a categoria CID-10: X85-Y09 Agressões (-) Fenômeno Inexistente.540 Paraíba 47 24 1 1.IBGE. 228 1. 50 690 Tocantins 36 25 .912 111 3.627 Pará 259 178 5 3. 30 430 Rio de Janeiro 1. 548 .606 Pernambuco 247 55 1 2. TABELA 14 · Mortes por agressão. 5 313 Conclusão Fonte: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística . 38 .115 7 25 1.210 424 16 1.295 6 320 5.351 3 48 1.180 .637 .445 Piauí 57 43 1 299 . 620 .631 941 2 2.602 227 2 206 1 26 2.763 Ceará 299 76 1 1. 95 2 43 165 Alagoas 43 11 2 1.457 Paraná 2. Federação Branca Preta Amarela Parda Indígena Ignorado Total Brasil 14.452 3 238 5.086 Amapá 25 10 2 194 1 26 258 Amazonas 68 10 .794 Goiás 382 107 5 1. 97 6 6 123 Santa Catarina 661 35 1 94 1 20 812 São Paulo 3. 679 2.076 Bahia 361 774 7 4.034 5 59 3. 64 815 Rio Grande do Sul 1.879 102 6 570 5 44 3. 742 .064 Rondônia 141 41 2 344 2 14 544 Roraima 8 6 .895 1 260 5.260 Acre 24 1 .311 1 73 1. Fórum Brasileiro de Segurança Pública.267 Rio Grande do Norte 113 18 . por raça/cor (1) Brasil e Unidades da Federação – 2010 Mortes por agressão (2) Unid.806 Sergipe 58 34 . Coordenação de População e Indicadores Sociais.493 Mato Grosso 241 77 2 648 3 7 978 Mato Grosso do Sul 217 38 2 329 43 9 638 Minas Gerais 924 466 2 2. (1) Os dados de mortes por agressão correspondem ao número de vítimas.057 52.071 62 30.

614 96 5 551 5 60 3.IBGE. 167 . 1.121 8 24 1. 39 .451 Ceará 272 49 2 1.593 1 871 2.681 Goiás 448 136 2 1.214 Maranhão 194 226 .331 Pernambuco 217 67 1 2.529 4 95 2. 51 168 Alagoas 74 20 2 2.268 Amapá 26 12 .584 219 1 225 4 24 2. 10 357 Conclusão Fonte: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística . Coordenação de População e Indicadores Sociais. Federação Branca Preta Amarela Parda Indígena Ignorado Total Brasil 13. 223 1.306 5 127 4.042 Rio Grande do Sul 1.567 Rio Grande do Norte 152 57 1 744 .TABELA 15 · Mortes por agressão.198 Acre 15 11 1 90 .895 4.078 Paraíba 76 50 1 1.091 . 797 .904 3 174 5.663 7 40 3.889 52.057 Rondônia 112 41 . 3 208 Amazonas 121 25 2 1. (2) Inclui a categoria CID-10: X85-Y09 Agressões (-) Fenômeno Inexistente. Fórum Brasileiro de Segurança Pública.406 749 2 2.241 1 168 4. 88 1.289 Bahia 390 786 6 3.915 6 348 5.464 Piauí 58 55 . 71 12 6 95 Santa Catarina 661 37 1 87 3 8 797 São Paulo 3.155 69 31. (1) Os dados de mortes por agressão correspondem ao número de vítimas. Nota: Estimativas populacionais elaboradas no âmbito do Projeto UNFPA/IBGE (BRA/4/P31A) .573 Mato Grosso 248 94 2 634 2 15 995 Mato Grosso do Sul 205 32 3 381 42 5 668 Minas Gerais 1.936 5 238 3. 7 977 Espírito Santo 238 127 2 1.619 Paraná 2.235 Pará 236 129 3 2.399 2 91 1.629 Sergipe 55 33 2 646 1 2 739 Tocantins 62 40 1 244 . 318 1 29 461 Rio de Janeiro 1.215 579 3 2. 280 2 12 447 Roraima 4 2 . Ministério da Saúde/DATASUS.088 434 26 1. por raça/cor (1) Brasil e Unidades da Federação – 2011 Mortes por agressão (2) Unid.014 2 156 2.População e Desenvolvimento.788 Distrito Federal 124 49 .052 138 2.105 22 14 1.

5 Pará 3.8 .7 Mato Grosso 896 57.5 175 9.376 42.2 Mato Grosso do Sul 562 46.0 São Paulo 5. TABELA 16 · Mortes por agressão.8 172 5.5 251 5.4 Acre 147 39.7 Rio Grande do Sul 1.221 33.896 31.9 Rio Grande do Norte 744 48.6 111 3.076 30.0 .723 57. (3) Por 100 mil habitantes em cada categoria.5 Alagoas 1.1 1 3.749 51.1 19 5.4 433 6.7 Paraná 3.619 93.5 . Ns.4 117 6.4 .4 405 4.064 19.2 16 4. Federação Brasil 47. Ns. 1.7 34 5.1 Sergipe 645 64.5 .6 671 3.0 Goiás 1. Fórum Brasileiro de Segurança Pública. Nota: Estimativas populacionais elaboradas no âmbito do Projeto UNFPA/IBGE (BRA/4/P31A) .010 57.IBGE.1 4 3.2 Piauí 390 25.260 27.306 86.4 2 978 32.5 Pernambuco 3.7 Paraíba 1.8 . (2) Inclui a categoria CID-10: X85-Y09 Agressões.493 22.3 .322 77.8 Distrito Federal 803 65.9 Bahia 5. Ns.9 11 5. 690 33. Ministério da Saúde/DATASUS.1 1 638 26.8 .457 38.3 Rondônia 506 63.130 25.6 66 3.6 46 52.0 71 4. 3.1 Minas Gerais 3.4 .1 75 6.8 Rio de Janeiro 4. 815 25. 2. 1. Unid.445 39.835 35.1 Ceará 2.194 75.0 .5 1 812 13.627 18. 313 22.3 227 4.5 230 6.1 4.794 51.2 117 3.9 18 4.5 40 2.1 8 5. 258 38.8 1 544 34.763 41.2 5 5.540 46.465 4. (1) Os dados de mortes por agressão correspondem ao número de vítimas.268 63.1 174 4.4 Tocantins 279 39.692 31.267 32.2 45 4. 3.7 1 1.3 Espírito Santo 1. 430 13.806 14. 1.2 .5 Amazonas 1.1 2 2.6 Maranhão 1. 40 .6 Conclusão Fonte: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística .086 66.8 Roraima 112 48. 2. (-) Fenômeno Inexistente.5 . Coordenação de População e Indicadores Sociais.1 134 8.8 1 882 34.518 61.340 73.9 .População e Desenvolvimento.606 34. 165 22.3 78 5. por sexo (1) Brasil e Unidades da Federação – 2010 Mortes por agressão (2) Homens Mulheres Ignorado Total Absolutos Absolutos Absolutos Absolutos Taxas (3) Taxas (3) Taxas (3) Ns.8 Amapá 242 72.8 80 5.0 .7 338 6.909 64. 1. 123 27.0 .3 Santa Catarina 700 22.6 37 4.952 129.4 339 4.

0 573 2.6 São Paulo 5.850 35.629 13.042 58.6 .4 Goiás 1. Fórum Brasileiro de Segurança Pública.0 1 357 25.5 369 4.6 Santa Catarina 721 23.6 Rio Grande do Sul 1.192 74. 1. Ns.214 36.078 40.996 72.515 86.8 80 4. 1.331 31. 461 14.573 23.9 457 4.0 76 2.0 Paraíba 1.130 139.619 50.289 36.9 .1 Acre 149 39.9 282 5.443 43. 1.7 87 5.198 27.7 Rio de Janeiro 4.598 62.5 Alagoas 2. 739 35.8 2 995 32.4 .2 Amapá 189 55.9 138 8.7 Ceará 2.2 444 6.948 64.5 .5 5 2.9 6 3.6 67 52.777 38.6 .5 4.464 39.4 201 3.4 143 7.7 Distrito Federal 894 71. 977 37.4 Bahia 4. Ns.5 261 8.1 .681 47. (2) Inclui a categoria CID-10: X85-Y09 Agressões.4 Amazonas 1.057 19. Ns.1 .7 Pernambuco 3.4 Roraima 84 35.2 19 5.3 . 1.2 .887 74.6 1 1.8 19 5.5 Sergipe 679 66.3 .6 6 2. 41 .3 Mato Grosso do Sul 591 47.9 10 4.TABELA 17 · Mortes por agressão. por sexo (1) Brasil e Unidades da Federação – 2011 Mortes por agressão (2) Homens Mulheres Ignorado Total Absolutos Absolutos Absolutos Absolutos Taxas (3) Taxas (3) Taxas (3) Ns.1 Piauí 429 27. Federação Brasil 47.567 28. Coordenação de População e Indicadores Sociais.268 72.2 70 4.7 8 3.0 Minas Gerais 3. 668 27. (3) Por 100 mil habitantes em cada categoria.4 Espírito Santo 1.7 166 9.619 42.2 .3 7 3.5 Conclusão Fonte: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística .9 77 6.3 Rio Grande do Norte 972 62. Nota: Estimativas populacionais elaboradas no âmbito do Projeto UNFPA/IBGE (BRA/4/P31A) . 2.4 1 95 20.6 1 4.235 21. Ministério da Saúde/DATASUS.042 32.476 80. Unid. (1) Os dados de mortes por agressão correspondem ao número de vítimas. 208 30.2 1 447 28.9 264 5.8 130 3.9 60 5.3 48 7.3 .7 Mato Grosso 906 57.451 38.512 4.7 5 5. (-) Fenômeno Inexistente.9 32 2. 797 12.051 25.2 Rondônia 398 49.IBGE.5 185 4.4 Tocantins 308 43.População e Desenvolvimento.4 12 4.6 48 6.4 Maranhão 1.208 67.7 Paraná 3.5 190 4. 2.0 .2 11 5.186 54.788 32.5 Pará 2. 168 22.6 83 6.

aquele que culmina na dezembro de 2003 interrupção de uma vida. para que não dados produzidos). Nesse sentido. assim como ações conduzidas Em que pese a variação da participação pelas polícias estaduais para apreensão de das armas de fogo nestas mortes entre um armas em posse de criminosos. armas de fogo. Paralelamente. Maior rigor na de armas como pauta prioritária na agenda de fiscalização de categorias que têm acesso a segurança pública. 42 . Encurtando as distâncias entre a lei e a política pública Ligia Rechenberg 1 Luciana Guimarães 2 1 Coordenadora de Gestão do Conhecimento do Instituto Sou da Paz. mortalidade. importantes. os dados aqui apresentados ser priorizados numa agenda de enfrentamento apenas reiteram o que já identificamos: as do fenômeno. A despeito estado e outro (e acreditamos ser necessário das diferenças regionais a violência armada checar o quanto essa variação está atrelada a é um problema nacional e está mais do que dinâmicas criminais distintas ou à qualidade dos na hora de ser tratada como tal. ou seja. estas Passados quase dez anos da entrada em informações apontam os aspectos que devem vigor do Estatuto. há tempos sabemos circulação das armas. redução de estoques que as armas de fogo estão por trás da maioria em locais vulneráveis (como fóruns judiciais e das mortes por agressão . 2 Diretora Executiva do Instituto Sou da Paz. integração entre bancos de centual é muito semelhante ao verificado nos dados que possibilitem rastrear a origem e a anos anteriores. Vale ressaltar que esse per.categoria na qual se empresas de segurança privada) são igualmente enquadram os casos de homicídio e latrocínio. Os dados que o Ministério da Saúde com. Não à toa. o fato de 70% das medidas previstas na lei devem sair do papel e mortes decorrentes de agressões terem sido para isso é preciso que haja uma política nacional cometidas com arma de fogo indica a relevância consistente que vá além das campanhas de e a urgência de se colocar o tema do controle entrega voluntária de armas. a agenda de redução das pila e divulga sobre as causas de mortalidade mortes violentas esteve atrelada a uma demanda dos brasileiros possibilitam que o fenômeno da por maior controle de armas que culminou na violência armada seja compreendido em sua aprovação do Estatuto do Desarmamento em faceta mais extrema . não se pode negar o impacto sigamos lamentando números tão semelhantes das armas sobre esta causa específica de nos próximos anos.

Todavia. nos sistemas de justiça. com a diminuição no número de matrículas do escala e distribuição de mortes violentas no Brasil.Acabar com a fome e a miséria. a cada ano. 5 . elas "segurança" tem conotações negativas. Além Centenas de governos.Melhorar a saúde prolongada (ODM 1)2. Um grupo são aspirações universais e declaradas por todos pequeno. que o foco na medição da redução da violência Por exemplo.Oferecer registram taxas de homicídio mais altas. embora a dades que registram taxas de vitimização não grande maioria dessas mortes ocorra na África.Combater a Aids. 6 . E. uma a cada dez e respeito ao meio ambiente. nas Américas e na Ásia. Apenas um pequeno número dos reduzir a violência devem estabelecer parâme- incidentes mais visíveis é registrado. Alguns diplomatas também sentem que estes vimento sustentável pós-2015. e acesso limitado à justiça. há ainda desafios desenvolvimento é relativamente omissa sobre políticos. Alguns Estados estão inquietos com e redução da violência na agenda pós-2015. O trabalho do Fórum Brasileiro de a autonomia das mulheres. possa involuntariamente "securitizar" o debate. 43 . assédio e intimidação Objetivos e metas destinados a prevenir e a cada ano. apesar de um Não obstante a importância atribuída à "paz grau relativamente elevado de consenso sobre o e segurança" durante a Rio+20 e consultas nas imperativo de prevenir e reduzir a violência para Nações Unidas desde 2012. e redução da violência no quadro de desenvol. na discussão. de governos se preocupa os povos ao redor do mundo. (ODM) são: 1 . altos índices de violência intencional são organizações da sociedade civil estão envolvidas para todos. Primeiramente. terminológicos e relativos aos dados questões relacionadas ao espaço da prevenção pendentes. Rela. violência sexual. 2 . tórios emblemáticos do Banco Mundial (2011). mas influente. defensáveis e viáveis. 3 . chamando a atenção para a das gestantes.Garantir qualidade de vida ensino primário (ODM 2) e no impedimento da Aproximadamente. Também estão associados para este processo. As desses crimes não é notificada e acaba entrando metas devem ser realistas. a ênfase em desenvolvimento pós-2015. 7 . roubos. ces de homicídio tendem a ter maiores níveis de A corrida é para definir e coordenar a forma e a 2 Os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio desenvolvimento humano do que os países que função da agenda de desenvolvimento pós-2015. mortes violentas no mundo ocorre no Brasil . Isso porque as temas estão fora das atribuições das noções melhorias em alguns aspectos da segurança são tradicionais de "desenvolvimento" e devem ser estatisticamente correlacionadas com ganhos reservados para outros fóruns.Prevenção à violência e Agenda das Metas do Milênio e Desenvolvimento Pós-2015 Robert Muggah 1 1 Robert Muggah Diretor de Pesquisa do Instituto Igarapé e Diretor da Fundação SecDev Em torno de meio milhão de pessoas são UNODC (2011) e outros mostraram que socie- assassinadas por ano no mundo. esperado. 8 . que alguns dos aspectos destes problemas pos- Além disso. aumento do desemprego entre os jovens e fome Segurança Pública é um insumo fundamental 4 . agências internacionais e educação básica de qualidade disso. prevenção e redução da violência no quadro de Para alguns. A preocupação é corolários em áreas-chave de desenvolvimento.e desenvolvimento. países que apresentam baixos índi. Exis. letal acima da média. incluindo o Brasil. alguns pressupostos e práticas subjacentes na tem bases empíricas convincentes para incluir a prevenção e redução da violência. a malária e outras doenças.Estabelecer parcerias para o redução da mortalidade infantil (ODM 4). e a maioria tros claros e orientar Estados e sociedades. muitas delas são evitáveis​​. a discussão sobre promover o desenvolvimento.Promover a igualdade entre os sexos e associados com falhas na redução da pobreza. existem razões pragmáticas para sam ultrapassar a soberania nacional ou prenun- incorporar prioridades relacionadas à prevenção ciar uma intervenção em assuntos domésticos. milhões de pessoas tendem a ter um menor crescimento econômico em todo o mundo são submetidas a assaltos. mas também ambiciosas.Reduzir a mortalidade infantil.

41 3.00 204.28 49.989.702. - Espírito Santo 85.45 28.76 3.484.37 145.118.68 26.700.96 3.72 16.58 13.301.76 Paraíba 11.64 442.997.27 100.913.720.56 2.17 -1.760. .71 -69.522.557.986.720.701.669.169.89 121.91 98.49 - São Paulo (3) 10.026.301.781.525.582.27 -30.248.87 Rondônia 530.176.85 294.571.775.03 537.253. Os valores contabilizados com as despesas intra-orçamentárias no ano em questão foram de R$2.352.583.731.16 352.10.773.150.72 273.645.125.946.65 39.901.505.291.722.74 -11.886.948.61 239.071.60 3.906.489.84 7.66 Pernambuco 1.84 19.959.920.43 7.543.232.170.38 2.78 16.360.45 6.017.86 24.49 -35.316.431.061.437.50 .065.27 4. gastos com segurança pública e prisões TABELA 18 · Despesas realizadas com a Função Segurança Pública.81 23.595.128.682.065.146.365.50 406.55 880.194.530.240.360.74 1.137.037.31 17.48 Mato Grosso do Sul 838.440.297.448.799.686.615.681.988.234.610.104.87 100.92 27.90 8.387.72 -28.470.055.428.150.52 507. .887.661.81 76. (1) Retificação das informações publicadas no Anuário Brasileiro de Segurança Pública.06 5.862.68 3.918.240.093.853.279.60 1.53 235.301.783.02 Minas Gerais (2) 199.00 5.37 275.20 -58.101.767.66 869.54 Alagoas 497.996.58 59.266.43 3.46 83.501.150.770.04 Ceará 190.16 -39.993.98 7.681.59 148.928.463.43 665.494.89 - Rio Grande do Norte 336.526.712.68 -17.092.245.444.44 -38.010.37 18.43 13. 2012.66 .744.01 1.293.547. - Amazonas 90.982.233.32 28.13 36.55 11.03 1.26 32.606.213.482.223.521.218.926.94 375.464.49 713.652.058.200.545.382.47% nas despesas.088.44 Paraná 1.370.70 55.861. - Rio de Janeiro 522.83 3.380.64 47.696. as despesas de previdência da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros.272.098.82 .54 -10.05 .88 197.26 22.02 .866.36 324.813.13 40.56 Piauí 22.078.278.12 52.56 -36.177.013.811.36 -88.949.586.625.415.314.66 Acre 220.383.980.72 76.36 12.649. 19.52 253.134.283.74 43.35 -39.485.902. 44 .007.41 -39.67 129.852.74 147.249.15 2.72 8.93 3. 3.81 Sergipe 368.995.480.396.304.148.258.35 10.770.087.285.20 5.614.226.04 482.569.96 5.85 64.55 -96.903.821.892.24 61.47 -38.41 2.077.68 22.43 295. ano 6.42 2.784.261.15 434.52 Goiás 103.474.85 58.87 7. .369.700.76 Continua Fonte: Ministério da Fazenda/Secretaria do Tesouro Nacional – STN.032.680.29 122.952.875.307.746.821.05 -7.22 7.277.872.77 4.05 63.17 114.893.71 2.00 -96.070.22 45.494.83 250.32 . por Subfunções União e Unidades da Federação – 2011-2012 em reais correntes Policiamento Defesa Civil Informação e Inteligência União e Unidades da Variação Variação Variação Federação 2011 2012 (%) 2011 2012 (%) 2011 2012 (%) Total 18.092.99 515.37 494.972.258.64 .181.014.313.44 8.66 3.91 11.694.810.906.026.884.81 9.689.661.500.72 19.00 4.840.813.653.86 14.991.707.936.076.46 52.606.69 13.066.61 70.831.654.21 2.251.478.688.512. - Tocantins 24.236.22 -27.416.048.208. 129.028.26 78.13 151.058.673.426.11 .658.58 122.096.61 (1) 1.083.39 232.75 Distrito Federal 102.304.13 .489.676.87 105.47 4.55 7.36 73.000.29 48.57 Santa Catarina 85.67 18. A variação real verificada na função entre 2011 e 2012 foi o incremento de 14.48 2.434.935.88 2.34 18. e o total da função segurança pública é de R$7.233.00 283. (-) Fenômeno inexistente.584.877.545.93 1.12 União 786.96 35.88 31.299.79 14.71 145.032.100.819.057.535.55 6.367.621.184.320. (2) As Secretarias de Estado da Fazenda e de Planejamento e Gestão do Estado de Minas Gerais informam que a Secretaria do Tesouro Nacional não contabilizou.839.649.206.721.439.482.24 41. - Roraima 13.855. no ano de 2012.177.50 31.04 81.100.28 10.82 Bahia 197.685.09 626.63 30.46 5.60 513.50 89.024.688.572.692.60 12.163.184.65 107.28 12.919.83 75.982.916.116.125.942.16 21.31 63.405.690.81 29.59 5.38 -53. - Rio Grande do Sul 247. Fórum Brasileiro de Segurança Pública.90 2.89 Pará 86.34 .73 65.042.119.41 - 22.352.205.846.92 24.671.419.94 45.200.962.228.50 -99.88 228.748.49 20.340.37 64.50 Amapá 7.638.513.79 26.411.677.57 2.240.569.038. .154.81 -6.848.255.357.217.140.73 31.909.151.454.47 32.66 34.152.01 -0.793.026.583.795.60 7.65 301.99 4.55 (1) 327.33.78 695. . - Mato Grosso 51.81 20.368.335.69 1.417.723.76 5.39 Maranhão 24.111.18 (1) 1.238.60 14.817.361.59 9.55 53. .63 1.43 33.983.370.547.784.299.903.911.

879.607.745.23 5.746.889.51 511.622.562.303. - - 877.00 1.006.019.606.45 773.334.937.494.840.51 17.201.556.042.389.083.854.11 1.060.238.532.03 1.971.290.31 132.220.230.482.897.479.904.425.257.19 1.14 2.325.26 São Paulo (3) 1.158.50 Sergipe 258.32 -29.62 16.39 16.68 Amapá 292.644.453.63 Pará 1.67 21.69 853.800.543.05 (1) 4.85 52.984.202.10 246.283.84 Minas Gerais (2) 6.596.073.003.48 15.237.669.237.23 678.727.006.041.067.14 -87.281.07 0.618.990.483.002.127.508.873.323.08 -2.135.78 263.75 6.737.573.637.753.312.333.48 14.153.32 4.160.753.459. no ano de 2012.757.432.767.49 8.321.838.56 0.605.734.61 964.15 Distrito Federal 206.335.515.061.44 Mato Grosso 994. e o total da função segurança pública é de R$14.13 4.103.90 -3.434.12 312. (4) O total de despesas realizadas com a Função Segurança Pública em todo o país considerando os valores reais de SP e MG foi de R$ 61.777.05 1.103.388.200.332.80 5.65 1.430.643.67 -32.357.977.155.79 38.74 549.419.87 744.99 13.305.133.714.00 723.557. em reais correntes Demais Subfunções Total União e Unidades da Variação Variação Federação 2011 2012 (%) 2011 2012 (4) (%) Total 31.73 525.582.22 1.25 1.296.587.87 Piauí 206.22 -0.206.00 346.780. as despesas intra-orçamentárias.29 2.54 523.94 Roraima 125.63 -90.42 Rondônia 151.87 53.058.366.28 Espírito Santo 706.22 8.77 -24.724.302.969.36 1.036.194.450.104.01 Rio de Janeiro 3.96 Mato Grosso do Sul .157.464.32 Amazonas 706.01 714.28 558.203.642.98 1.20 714.75 7.66 2.24 4.042.093.743.35 Acre 55.730.628.035.701.822.44 27.046.06 28.152.337.30 19.950.887.28 9.724.732.953.050.282.608.307.145.546.875.904.39 -27.469.144.50 -6.64 198.354.44 304.21 4.54 1.05.992.866. A variação real verificada na função entre 2011 e 2012 foi o incremento de 17.408.836.696.81 38.52 797.46 843.831.90 0.584.746.02 -1.641.29 831.567.51 147.076.236.334.009.022.621.722.780.63 4.311.65 146.553.27% nas despesas.36 725.18 23.638.12 974.59 1.47 5.39 (1) 7.039.605.336.393.097.435.96 183.375.356.22 2.489.294.476.71 16.483.785.774.58 42.39 78.742.57 Rio Grande do Norte 225.71 Ceará 759.846.968.521.422.974.402.985.97 19.399.43 808.336.142.516.219.362.22 23.81 239.20 927.988.590.25 3.75 6.471.75 28.978.550.768.008.044.00 1.87 8.867.38 Santa Catarina 1.936.15 81.827.366.938.440.932.763.842.271.83% em relação ao ano de 2011.006.04 47.64 Conclusão (3) A Secretaria de Fazenda do Estado de São Paulo informa que a Secretaria do Tesouro Nacional não contabilizou.65 198.43 12. entidade do Regime Próprio de Previdência.803.24 680.700.315.047.56 1.14 22.98 1.419.86 Tocantins 499.13 3.067.38 27.60 1.63 990.31 19.842.60 22.363.030.71 27.42 31.24 16.878.425.49 779.092.346.77 313.97 1.14 1.257.031.767.79 637.22 280.92 844.609.74 584.18 Maranhão 679.30 Alagoas 207.640.662.28 Rio Grande do Sul 1.198.028.614.548.06 União 4.826.965.466.293. 45 .736.19 11.97 279.13 1.58 145.390.890.132.76 6.569.680.21 Pernambuco 247.18 54.959.059.50 805.75 1.864.85 12.48 Paraíba 620.092.582.095.314.147.085.32.958.86 52.360.331.57 18.62 Paraná 4.893.756.108.150.61 1.18 -5.114.17 Bahia 2. incremento de 15.13 Goiás 1. referentes às obrigações patronais a favor da São Paulo Previdência – SPPREV.375.403.333.822.916.609.352.489. Os valores contabilizados com as despesas intra-orçamentárias no ano em questão foram de R$5.494.334.075.624.047.40 0.075.64.146.99 4.228.513.685.657.046.958.173.21 -19.983.

6 1.5 8.3 7.971.6 0.1 7.6 10. (1) O valor indicado inclui encargos financeiros relativos a despesas com servidores inativos e despesas do Departamento Estadual de Trânsito.5 7.4 7.8 13.9 7.5 (1) 5.6 11.2 9.10.2 7.7 6.9 8.4 9.9 10.9 5.3 6.1 6.6 1.6 Santa Catarina 11.5 8.1 10.6 9.0 Ceará 5.7 7.1 Pará 9.8 10. TABELA 19 · Participação das despesas realizadas com a Função Segurança Pública no total das despesas realizadas União e Unidades da Federação – 2007-2012 em porcentagem União e Unidades da Federação 2007 2008 2009 2010 2011 2012 União 0.7 7. no ano de 2012. Fórum Brasileiro de Segurança Pública.2 9.0 8.4 9.375.4 12.9 7.5 Rondônia 12.0 1.4 6.5 9.3 6.2 9.0 8.9 Tocantins 8. 2012.4 9.6 0.2 Pernambuco 8.4 9.2 12.732.6 7.3 8.5 10.4 8.645.1 3. entidade do Regime Próprio de Previdência.1 São Paulo (4) 7.64.7 7. A participação real das despesas com segurança pública em relação ao total das despesas realizadas é de 13.2 9.251. as despesas de previdência da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros.9 8.0 Amazonas 7.7 8.2 13. (4) A Secretaria de Fazenda do Estado de São Paulo informa que a Secretaria do Tesouro Nacional não contabilizou.4 8.9 7.8 Minas Gerais (3) 13.2 9.096.2 13. (2) Retificação das informações publicadas no Anuário Brasileiro de Segurança Pública.9 8.1 8.3 6. Os valores contabilizados com as despesas intra-orçamentárias no ano em questão foram de R$5.7 Alagoas 12.32.6 Maranhão 8.3 9.1 7.9 9.3 Amapá 8.4 9.831.7 5.0 6.4 0. as despesas intra-orçamentárias. Os valores contabilizados com as despesas intra-orçamentárias no ano em questão foram de R$2.1 10.3 3.0 8.8 2.2 7.33.1 8.7 12.2 11.0 8.0 5.767.2 8.6 8.4 13.075.8 Rio de Janeiro 12.0 Mato Grosso do Sul 10.1 9.8 8.6 Rio Grande do Sul 7.0 12. e o total da função segurança pública é de R$14.8 5.5 9.571.7 13.4 Acre 8. 46 . referentes às obrigações patronais a favor da São Paulo Previdência – SPPREV.4 8.4 12.1 5.7 6.6 14.5 9.9%.7 10.586.3%.7 5.5 10.1 Conclusão Fonte: Ministério da Fazenda/Secretaria do Tesouro Nacional – STN.3 9.0 Piauí 6.2 4.9 Paraíba 9.3 9.3 Rio Grande do Norte 7.0 13.2 9.2 5.9 Distrito Federal 1.5 0.6 Roraima 7.3 8.3 7.2 9.3 6.2 8.6 11.3 12.6 5.6 8.9 9.3 9.3 2.7 6.6 8.3 7.0 5. ano 6. A participação real das despesas com segurança pública em relação ao total das despesas realizadas é de 9. (3) As Secretarias de Estado da Fazenda e de Planejamento e Gestão do Estado de Minas Gerais informam que a Secretaria do Tesouro Nacional não contabilizou.6 14.9 10.4 7.4 10.3 13.6 Mato Grosso 6.5 1.6 Sergipe 8.1 9.6 6.3 4.9 9.7 Bahia 9.5 7.8 8.5 6.6 8.9 9.4 10.873.9 5.3 Goiás 10.8 6.9 13.4 Paraná 6.3 7. e o total da função segurança pública é de R$7.4 (2) 0.8 10. no ano de 2012.5 Espírito Santo 7.

75 206.64 216.24 36.14 Rio de Janeiro 278.15 103.29 Roraima 253.22 223.63 136.80 387.77 380. no ano de 2012. ano 6.59 106.36 57.01 219.32 395.68 82.39 341.51 301.88 217.47 133.66 399.25 Sergipe 149.81 Maranhão 67.31 Goiás 163.09 168.43 127.42 Minas Gerais (3) 217.67 218.586.39 176.38 107.767.35.84 301. 2012.98 285.87 218. TABELA 20 · Despesa per capita realizada com a Função Segurança Pública União e Unidades da Federação – 2007-2012 em reais correntes União e Unidades da Federação 2007 2008 2009 2010 2011 2012 Total 184.32 82.84 232.32 Amazonas 137.46 227.86 376.71 227.47 55.01 Paraná 98.251.52 38.33 113.09 214.57 327.48 164.25 93.90 112.05 132.99 180.98 Ceará 62.14 235.91 Amapá 258.29 133.96 200.62 376.19 208.42 234.32.67 108.24 154.21 325. e o total da função segurança pública é de R$7.73 262.95 216.95 152.31 354.IBGE.80 365.55 Conclusão Fonte: Ministério da Fazenda/Secretaria do Tesouro Nacional – STN.13 445.17 117.98 335.18 227. A despesa per capita real realizada com a função segurança pública é de R$381. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística .62 119.571.49 127.68 238.09 Pernambuco 107.64 486.43 405.36 188.00 182.27 195.07 324.43 140.19 260.88 Mato Grosso do Sul 231.56 215.07 249.096. (3) As Secretarias de Estado da Fazenda e de Planejamento e Gestão do Estado de Minas Gerais informam que a Secretaria do Tesouro Nacional não contabilizou.48 149.00 201.27 110.12 31. (2) Retificação das informações publicadas no Anuário Brasileiro de Segurança Pública. (1) O valor indicado inclui encargos financeiros relativos a despesas com servidores inativos e despesas do Departamento Estadual de Trânsito.66 Bahia 113.88 113.41 316.29 236.68 257.075.971.91 458.09 204.15 335.47 186. e o total da função segurança pública é de R$14. Fórum Brasileiro de Segurança Pública.22 (2) 272.07 225.18 456.87 Rondônia 241.873.27 251.64.48 294.61 Acre 264. as despesas intra-orçamentárias. A despesa per capita real realizada com a função segurança pública é de R$343.58 335.91 Espírito Santo 196.47 238.69 309.26 Alagoas 149.32 228.53 374.02 171. Os valores contabilizados com as despesas intra-orçamentárias no ano em questão foram de R$5.79 346.05 210.11 181.80 402.65 269.16 251.27 Santa Catarina 169.645.97 231.54 Rio Grande do Sul 138.69 181.52 28.56 Distrito Federal 33.03 150.56 126.35 78. no ano de 2012.43 183.10.74 193. referentes às obrigações patronais a favor da São Paulo Previdência – SPPREV.88 246.94 274.67 301.21 157. 47 .66 273.28 120.40 244.30 84.82 280.12 União 25.41 Paraíba 111.21 200. (4) A Secretaria de Fazenda do Estado de São Paulo informa que a Secretaria do Tesouro Nacional não contabilizou.05 Tocantins 192.375.33.83 195.81 283. Os valores contabilizados com as despesas intra-orçamentárias no ano em questão foram de R$2.732.26 128.12 (2) 40.12 332.15 347. entidade do Regime Próprio de Previdência.35 370.09 Pará 95.47 177.53 122.21 155.04 245.831.20 259.07.69 307.08 Mato Grosso 153.22 153.49 182.28 57.34 Rio Grande do Norte 128.56 288.55 369.25 167.88 São Paulo (4) 182.43 74.49 (1) 175.63 76.05 38.38 311.78 244. as despesas de previdência da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros.43 Piauí 77.04 190.

57 36.50 72.057.198.558.583.73 20. TABELA 21 · Despesas realizadas com a Função Direitos da Cidadania e a Subfunção Custódia e Reintegração Social União e Unidades da Federação – 2011-2012 Diretos da Cidadania 2011 2012 Custódia e Reintegração Social Custódia e Reintegração Social Total da Função Total da Função realizadas pela realizadas pela Participação Participação no total das no total das Função (%) Função (%) realizadas realizadas correntes) correntes) correntes) correntes) Despesas Despesas despesas despesas (em reais (em reais (em reais (em reais União e Unidades da Federação Total 1.643.154.455.52 34.82 61.30 16.765.79 32.29 213. - 20.269.385.32 3.27 União 78.34 50.747.891.686.336.249.92 18.416.62 32.05 Espírito Santo 221.218.844.789.488.438.185.800.230.29 26.65 10.764.833.58 .04 277.948.573.48 51.12 85.387.660.498.405.909.028.866.06 1.220.22 Piauí 15.928. - 30.11 66.18 Bahia 95.485.26 11.03 93.990.004.129.023.96 11.181.797.256.726.74 201.267.73 71.217.75 Minas Gerais 3.754.261.667.039.000.50 2.872.34 18.27 Pernambuco 85.60 97.401.898. - 72.999.20 100.09 Distrito Federal 11.74 9.660.027.57 Goiás 8.01 295.600.17 38.66 97.763.710.71 34.223.198.150.30 18.706.86 Mato Grosso .050.28 .583.253.427.413.534.771.902.95 Rio Grande do Sul .649.46 69.95 8.331.53 Amapá 9.902.694.50 Alagoas 8.03 357.771.87 31.78 33.69 20.483.57 5.494.55 102.346.200.238.51 Tocantins 7.39 Ceará 88.16 58.882.404.359.809.626.104.50 354.773. (-) Fenômeno inexistente.13 426.628.982.518.93 46.29 47.271.47 18.27 63.249.581.657.600.154.292.903.97 98.395.299.62 91.67 51.104.57 41.451.750.47 293.96 2.670.195.71 183.274.50 62.15 109.789.24 39.701.136. - 270.45 41.986.38 46.38 9.67 239.519.980.321.905.72 38. .993.222.07 23.895.281.962.421.56 Paraná 289.644.03 97.023.79 158.687.289.128.86 . - .46 434.619.849.496.629.54 284.149.577. - 349.196.020.599.19 10.05 17.94 90.742.325.742.812.709.857.24 55.120.66 Conclusão Fonte: Ministério da Fazenda/Secretaria do Tesouro Nacional – STN.970.074.17 11.239.151.325.024. - 28.773.140.093.591.594.876.047.25 90.538.50 102.08 50.794.351.31 197.39 56.25 8.16 183.26 43.679. Fórum Brasileiro de Segurança Pública.934.823.98 Rio Grande do Norte 16.69 184.99 8.658.084.72 Mato Grosso do Sul 77.05 80.01 252.20 8.02 98.383.752.383.477.04 89.643.70 São Paulo 385. - 10.71 299.29 Sergipe 31.27 65.72 Santa Catarina 8.25 36.197.810. 48 .22 39.22 Acre . - 28.51 288.916.25 11.494.97 5.903.486.88 9.30 46.35 Rondônia .217.009.95 74. - - Roraima 18.18 72.695. - 18.9 1.47 27.67 407.549.46 21.124.097.15 7.04 3.972.276.361.167.67 98.802.15 93.744.474.10 Amazonas 85.468.117.51 Pará .612.40 929.103.403.022.47 Paraíba 72.722.269.789.73 25.4 1.94 131.135.36 26.37 0.97 762.433.532.27 .095.660.841.836.98 Maranhão 45.14 Rio de Janeiro .890.438.70 91.861.346.56 18.08 380.510.596.

81 38.556.9 -2.39 78.99 4.4 Mato Grosso do Sul 877.971.092.006.0 2.8 -26.87 53.86 32.6 Amazonas 808.5 0.7 10.974.7 17.375. referentes às obrigações patronais a favor da São Paulo Previdência – SPPREV.51 17.103.64.50 10.14 -87.609.62 43.727.13 3.6 Roraima 145.104.432. considerando os valores reais de SP e MG.27% nas despesas.953.1 38.4 Pará 1.201.325.977.969.65 146.22 1.767.075.6 Minas Gerais (6) 6.69 853.21 18. ano 6.0 Pernambuco 1.45 773.5 -33.06 28.5 -5.958.745.3 20.4 19.83%.628.38 11.4 9. (1) Grupos segundo qualidade estimada dos dados registrados (vide apêndice metodológico).044. 2012.586. foi de R$ 61.290.567.6 13.2 Alagoas 714.513.584.332.587.459. (5) Retificação das informações publicadas no Anuário Brasileiro de Segurança Pública.87 744.9 -14. a variação entre 2011 e 2012 foi de 15.48 15.58 42.38 27.0 18.1 11.29 831.375.33.14 1.28 27.96 30.854.30 19.6 18.331.10 246.466.548.32 3.419.867.7 29.1 27.774.29 2. (6) As Secretarias de Estado da Fazenda e de Planejamento e Gestão do Estado de Minas Gerais informam que a Secretaria do Tesouro Nacional não contabilizou.49 8.39 16.569.483.87 36.68 74.59 1.968.4 22.2 28.645.57 24.13 41.618.25 3.047.482.990.831.5 38.5 21.155.49 779.897.028.988.7 34.582.333.780.5 64.01 10.873.605.311.573.94 25.557.390.605.75 6.7 11.63 990.336. Os valores contabilizados com as despesas intra-orçamentárias no ano em questão foram de R$5.042.2 -0.637.464. as despesas de previdência da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros.26 11.8 24.71 38.2 29.5 14.0 Distrito Federal 313.30 18.642.366. no ano de 2012.282.5 Bahia 2.42 16.18 23.3 São Paulo (7) 12.657.546.257.3 Grupo 3 Rio Grande do Norte 584.399.009.238.302.48 14.7 40.220.10.1 38.206.257.63 18.0 18. entidade do Regime Próprio de Previdência.00 1.1 Paraná 1.77 -24.54 1.916.985.200.879.425.067.5 Santa Catarina 1. (4) Considerando os valores reais informados por MG e SP na função segurança pública em 2012.095.28 558.550.046.2 -3.842.5 -13.2 Grupo 4 Amapá 304.508.18 16.150.553.202.7 -10.571.425.84 17. Os valores contabilizados com as despesas intra-orçamentárias no ano em questão foram de R$2.408. 49 . Ministério da Fazenda/Secretaria do Tesouro Nacional .19 11.251.9 193.3 25.2 12.13 4.9 14.737.543.022.5 Grupo 2 Maranhão 714.036.52 797.2 39.644.1 28.22 2. e o total da função segurança pública é de R$14.6 Rondônia 723.6 5.147.28 9.562.74 549.019.05. A variação real verificada na função entre 2011 e 2012 foi o incremento de 14.5 Rio de Janeiro 4.840.722.800.388.15 30.389.643.57 18.002.450.050.56 0.5 Sergipe 678.44 18.742.836.4 Mato Grosso 1.590.9 15.0 29.4 15.5 14.32 -29.7 Tocantins 525.47% nas despesas. as despesas intra-orçamentárias.IBGE.4 Piauí 239.736.60 1.0 Ceará 964.50 -6.047. (7) A Secretaria de Fazenda do Estado de São Paulo informa que a Secretaria do Tesouro Nacional não contabilizou.393.0 Goiás 1.483.9 Paraíba 637.846. (3) O total de despesas realizadas com a Função Segurança Pública em todo o país no ano de 2012.85 12.158.22 23. A variação real verificada na função entre 2011 e 2012 foi o incremento de 17.228.700.714.780.14 22. Fórum Brasileiro de Segurança Pública.8 7.669.768.7 13.827.6 Rio Grande do Sul 1.959.9 Conclusão Fonte: Sistema Nacional de Estatísticas em Segurança Pública e Justiça Criminal (SINESPJC) / Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp) /Ministério da Justiça.4 21. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística . e o total da função segurança pública é de R$7.STN.9 39.312. (2) Por 100 mil habitantes.9 23.469.6 32.696.02 -1.3 -6.701.757. no ano de 2012.28 28.TABELA 22 · Despesas realizadas com a Função Segurança Pública e taxas de homicídio Unidades da Federação – 2011-2012 Variação 2011- 2011-2012 (%) Grupos de 2012 (%) (4) Variação Taxa de Estados segundo Despesas (em reais correntes) homicídio (2) qualidade dos Unidades da dados (1) Federação 2011 2012 (3) 2011 (5) 2012 Grupo 1 Acre 280.32.22 -0.360.476.516.041.096.640.3 -3.17 29.00 346.20 927.61 1.753.767.2 Espírito Santo 805.80 5.103.614.48 37.732.003.

449.390.326.169.24 66.19 70.419.788.823.125.00 2009 8.22 26.04 4.840.51 2008 1.595.362. (1) Retificação das informações publicadas no Anuário Brasileiro de Segurança Pública.428.910.521.871.55 87.420.868.75 63.13 19.838.88 112.112. por Subfunções União – 2007-2012 Em reais constantes de 2012 Informação e Demais Policiamento Defesa Civil Inteligência Subfunções Total 2007 1.32 100.124.794.752. 50 .84 3.04 1.13 657.878.05 1.529.104.120.02 170.53 6.310.77 2.18 7.00 2010 510.28 101.52 66.945.00 2012 18.63 7.658.44 1.587.199.167.731.283.046.51 64.630.00 2011 (1) 11.482.42 5.99 Em porcentagem Informação e Demais Policiamento Defesa Civil Inteligência Subfunções Total 2007 23.499.238.268.150.13 15.748.598.92 327.967.02 1.103.089.212.86 4.16 58.94 8.352.70 7.70 2011 (1) 828.79 2.43 129.95 100.909.00 Fonte: Ministério da Fazenda/Secretaria do Tesouro Nacional – STN.98 1.622.93 1.602.907.10 100.67 100.861.115.00 2010 6.353. TABELA 23 · Despesas realizadas com a Função Segurança Pública.79 5. ano 6.240.774.700.991.00 2008 17.904.27 1.419.402.441.28 25.633.044. Fórum Conclusão Brasileiro de Segurança Pública.31 16.71 5.587.260.35 8.39 100.161.515.173.57 2. Nota: Valores atualizados pelo IPCA até dez/2012.806.56 100.107.29 10.907.500.85 4.028.42 2009 712.223.986.597.081. 2012.862.06 2012 1.

413.855.35 97.84 58.73 547.716.342.474.00 0.78 303.98 2.00 2010 33.353.957.67 26.373. ano 6.349.00 2011 (2) 39.39 0.404.822.100.41 27.25 68.46 42.23 60.256.046.342.126.73 59.762.03 100.42 381.07 44.714. foi de R$ 53.92 2.061.00 2008 37.81 26.267.966.690.027.38 1.481.129.780.278.68 2009 17.733.337.151.152.91 1.353. 2012.321.547.602.426.29 100.552.00 39.811.801.756.89 57.317.155.965.505.932.149.225.58 45.806.11 1.155.13 0.324.56 2. considerando os valores reais de SP e MG.323.681.906. a subfunção "421 – Custódia e Reintegração Social" está incluída nesta agregação.31 41.752.454.048.79 27.95 62.118.97 26.01 1.463.75 2008 15.335.564.316.86 406.492.869.048.92 552.775. Nota: Valores atualizados pelo IPCA até dez/2012.326.20 2011 (2) 19.41 Em porcentagem Informação e Demais Policiamento Defesa Civil Inteligência Subfunções (1) Total 2007 30.71 0.108.198. 51 .068.76 1.TABELA 24 · Despesas realizadas com a Função Segurança Pública.31 100.06. (2) Retificação das informações publicadas no Anuário Brasileiro de Segurança Pública.377.63 2.65 433.102.098.13 100.23 48.632.00 2009 38.347.640.733.47 0.917.71 100.57 2010 14.00 2012 35.64 830.312.153.961.34 1. (1) Em alguns Estados.118.093.79 2012 (3) 16.474.019.95 24. por Subfunções Unidades da Federação – 2007-2012 Em reais constantes de 2012 Informação e Demais Policiamento Defesa Civil Inteligência Subfunções (1) Total 2007 11. Fórum Brasileiro de Conclusão Segurança Pública.00 Fonte: Ministério da Fazenda/Secretaria do Tesouro Nacional – STN. (3) O total de despesas realizadas com a Função Segurança Pública em todo o país no ano de 2012.128.47 100.66 2.

R$ 250.01 .2011 .00 ABAIXO DE R$ 125.2012 Variação tx de homicídio Crescendo acima de 10% no período Crescendo de 0 a 10% no período Despesa per capita Decrescendo de 0 a 10% no período ACIMA DE R$375.01 .00 Decrescendo acima de 10% no perodo R$ 250.R$ 375. MAPA 02 · E volução das despesas per capita com a Função Segurança Pública e evolução das taxas de homicídio doloso Unidades da Federação .00 R$ 125.00 52 .

a questão central é institucionais. dessas despesas observadas nos últimos De um cenário de completo desconhecimento 10 anos. hoje Municípios vão esgotar suas capacidades de temos um movimento virtuoso das Unidades financiamento do setor em breve. gastos com segurança pública. num incremento os quais os já falhos padrões operacionais de de quase 16% nas despesas realizadas em policiamentos tendem ao colapso. mas a atividade fim fica contingenciada pela o Brasil gastou no ano de 2012 mais de R$ 61. teremos que cerca de 37% das despesas dos serviços prestados na área e as capacidades com segurança pública no Brasil são. 53 . ao longo dos Bruto) do país cresceu apenas 0. o relação a 2011. A área custa Mas o que dizem os dados? Segundo eles. a despesa efetiva com que. que continuam sendo relação com o movimento do crime.Quando muito é pouco! Renato Sérgio de Lima 1 1 Coordenador da Sétima Edição do Anuário Brasileiro de Segurança Pública Os dados sobre despesas na função Não é pouco dinheiro. mas tão somente com as prioridades pública e estariam a inflar os orçamentos da políticas assumidas pelas três esferas do Poder área. é onde e de que modo estes recursos dar transparência de seus atos. institucionais existentes nas polícias brasileiras.8 bilhões. ainda mais se segurança pública configuram uma das seções considerarmos que o PIB (Produto Interno mais tradicionais do Anuário e têm. da Federação para melhorar seus registros e porém.1 carência de recursos para investimento. A questão. que são as modelo de organização das polícias brasileiras. Em suma. anos. em 2012. São muitos os ruídos organizacionais existentes Por essa estimativa. mas não são adequadamente que eles não podem ser considerados como valorizados e remunerados. estão sendo gastos. no embate político. Brasil desperdiça dinheiro na segurança pública. sem bilhões com segurança pública. União. que ficam Por mais legítimos e importantes que sejam premidos por pressões sociais. mantida a tendência de crescimento acerca dos principais desafios da área no país. a população e os próprios policiais. Unidades da Federação e de quanto se gastava na área. do medo e classificadas como despesas com segurança da violência. Unidades da Federação que tiveram tais gastos Os dados revelam um forte paradoxo entre separados dos demais pela STN nos dados de demandas crescentes pela melhoria da qualidade 2012. políticas e os gastos com inativos. Uma das avaliações possíveis constata que os Um exemplo são as despesas com gastos públicos nessa área parecem não guardar aposentados e inativos. contribuído para a qualificação do debate Ademais. Se estimarmos essas despesas pela Executivo e com as redundâncias provocadas pelo média de São Paulo e Minas Gerais. em 2007. na verdade. acabam por prejudicar segurança pública cairia para R$ 40.9%. caro. despesas com previdência e seguridade social.

623 324. Absolutos Taxas (1) Ns.3 6.3 412.035 14.5 22.769 613.9 358.304 5. - .1 .6 Pernambuco 25.8 100..2 2..0 7 14 2.464 22.1 2.1 - 2. 7.435 7.312 1.1 128.7 São Paulo 174..686 2./2012 (.867 13.3 225. (1) Por 100 mil habitantes com mais de 18 anos.5 437 57 17.5 44.806 253..2 .5 Mato Grosso 11.790 489.3 606.251 97.141 300.783 616.185 10.468 33.606 16.0 604.710 1.. 8.. Absolutos Taxas (1) Ns.7 6.448 601.5 331.586 31.0 16..1 Rio de Janeiro 27.4 2.058 45. Absolutos Taxas (1) Unidades da Federação 2011 2012 2011 2012 2011 2012 2011 2012 2011 2012 2011 2012 Total 471.782 30.311 316.4 260.113 29..9 Santa Catarina 14.400 6.6 12.8 Alagoas 3.403 817 49.7 105.775 300. 331.113 29.2 Bahia 9.472 14.802 10.4 496.4 Amazonas 5.4 33.872 4.0 Tocantins 1.4 361 418 39.1 376.113 280.717 1.1 11.5 314.6 .1 780.1 99 39 5.845 2.906 232.4 Piauí 2.210 8.974 2.3 914 872 53.2 137.927 140.8 .7 Acre 3.695 586./2011 e dez.920 14.107 51.323 2..1 50.0 .7 29.3 Pará 9.205 11..4 27..9 633..241 92.5 4. 4.723 313..9 5.545 855.6 224.9 16.6 272.569 45.2 12.022 271.417 127..845 196.4 .854 45.100 215. - .518 254.8 - - - - 29.4 365..122 9.2 317..298 610.448 ..8 Distrito Federal 10.5 3. 401.0 6.372 5.3 4.999 4.0 468..2 359.828 567.0 227. - .6 Ceará 16..) Informação não disponível.0 281.786 .053 12..538 6.4 300.4 Minas Gerais 41..7 14.953 18. 486.962 2.974 16.2 48.7 649.1 24.2 134.0 626.723 ..819 3.060 190.558 4.4 496..9 202.733 472.749 4.176 34.9 1.2 Roraima (2) 1.769 424.5 Rio Grande do Norte 4..7 Fonte: Ministério da Justiça/Departamento Penitenciário Nacional – Depen.243 365.622 278. - .399 550.412 2.6 1.7 350.7 180.9 317.814 252.3 291..IBGE. - ..7 12..455 10.613 529. população carcerária TABELA 25 · Presos nos Sistemas Penitenciários e sob Custódia das Polícias Unidades da Federação – 2011-2012 Sistema Penitenciário Custódia das Polícias Total Ns.. 25. 291.185 10.0 Mato Grosso do Sul 10.614 184.290 174.2 13. - .9 57.8 Rondônia 6.3 2.105 143.059 195.254 515.828 2. - - - 3.6 17.130 253.170 663.6 45.. - .867 19.354 4. Instituto Brasileiro de Geografia e Continua Estatística ..6 15.598 337. 34.0 1.3 13. (2) Os dados de 2012 referem-se ao relatório de jun.8 42.6 573.325 11.819 3.3 317. 2.163 11.4 617.3 2.545 855.4 365.. Referências: dez. Fórum Brasileiro de Segurança Pública.226 11.9 699. 54 .1 129 - 6.312 445.153 164.130 .511 11.4 - - - - 25.8 Rio Grande do Sul 29.432 1.3 29.850 28..218 259.769 424.5 622.1 Sergipe 3.243 365.0 368 312 8.5 Maranhão 3..1 10.7 Goiás 11.438 555. (-) Fenômeno inexistente..826 247.613 529.035 961 48.4 5.8 701./2012. - .2 Espírito Santo 12..1 6.540 291.3 290.0 122.045 443.5 241.304 .9 257.850 28.339 7.1 780. 549.8 789 997 13....0 Paraná 20.7 395 461 19.0 .482 347.296 103.045 .1 137.684 7.9 486..2 Amapá 1.619 291.164 17.425 12.7 575.7 20.0 468.989 203.2 1.0 - - - - 11.5 278.927 134. 701..7 356.8 258.0 890 895 20.1 Paraíba 8...

4 15.0 .5 90.1 2...9 70.0 100.8 8.7 97.0 - - Rondônia ..4 0.9 Paraíba .0 0.3 27. - Roraima (2) 99..7 1.4 88.2 0.2 31.3 Espírito Santo 96.0 100.6 11.6 16.0 7. - Paraná 60.. 100.0 92.7 8..0 99.5 16.. 93.7 6.6 Rio Grande do Norte 65. 6..0 100.4 Distrito Federal 99...0 - - Piauí 95.0 100.7 Pará 80.0 21.6 4.7 Mato Grosso 100.3 39.4 Goiás 92.3 2.0 .0 .7 5.4 Bahia 68.2 Acre 100.8 21.8 Santa Catarina 97.. 10.6 7.5 0.. - Tocantins 84..1 12.6 Conclusão 55 . - Mato Grosso do Sul 92.5 83.5 Sergipe .7 100.3 13.9 São Paulo 96..5 1.. - Alagoas 89..0 .0 4.3 - Rio de Janeiro 94.1 Rio Grande do Sul 100.3 91.8 Ceará 95.6 3..2 Minas Gerais 86.2 78.0 . 100..6 92.6 99..3 93.4 7.5 98. Penitenciário sob Custódia das Polícias % de presos % de presos no Sistema Unidades da Federação 2011 2012 2011 2012 Total .. 100..4 5.4 81.8 .6 18.1 29. 100.4 Maranhão 73.0 .9 34..0 . - Amazonas 83.3 94.5 3.0 Amapá .0 78.7 Pernambuco 100.1 19.9 87.5 99.

901 6.244 10.205 8.247 2.065 675 613 17.628 7.905 - - - - Mato Grosso 4.228 103.383 1 1 7.594 1.446 218.777 120 41 39 64 Distrito Federal 4.905 1.395 9.797 83 66 - - Espírito Santo 5.324 293.532 37 - 12 15 Tocantins 767 865 289 210 18 14 1.368 3.833 229 329 17.383 3.870 8 39 - - Roraima (1) 436 452 424 406 198 216 1. 1 Rio de Janeiro 10.926 3.458 8.838 6.994 42 38 22 8 Rio Grande do Sul 14..170 3.071 3.413 3.265 4.483 5 4 4 2 Alagoas 945 1.631 2.282 626 722 395 512 2.111 697 762 49 32 2.971 3.933 431 413 - - Pernambuco 5. sob Medida de Segurança e Provisórios Unidades da Federação – 2011-2012 Condenados Medida de Medida de Regime Regime Regime Segurança Segurança Total Internação Tratamento Fechado Semi-Aberto Aberto Unidades da Federação 2011 2012 2011 2012 2011 2012 2011 2012 2011 2012 2011 2012 Total 203.400 4.236 3.141 5.221 457 513 4.418 6.911 1.289 2.053 18.263 5.897 2.000 4.702 139 125 1 - São Paulo 93.498 316.177 8.322 44 46 - 1 Goiás 4.176 2.943 10.693 249 207 218 257 Rondônia 4.546 1.176 2.307 5.868 5.004 2.842 11.378 91 86 - - Paraná 8.282 21.156 3.) Informação não disponível.427 48 54 - - Ceará 4.852 18.092 2. - 1.509 21.068 2.587 5.676 1.889 126.759 24 19 - - Maranhão 1.303 426 463 3 - Piauí 503 598 277 282 118 102 898 982 22 20 .649 22.180 18.318 4.293 3.233 1.176 1.883 19.712 45 45 - - Amapá 478 883 405 512 7 5 890 1.764 1. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE.078 149 - - - Pará 4. Referências: dez.780 107 117 .791 6.089 71 50 6.762 17.414 1.402 22.956 8.516 18 29 - - Bahia 2.454 14.644 1.787 347 948 31 45 5.085 - - 114.200 569 491 6.052 755 995 476 665 2.983 146 155 5.206 3.340 13.089 13 14 1 1 Continua Fonte: Ministério da Justiça/Departamento Penitenciário Nacional – Depen.687 1. (-) Fenômeno inexistente.694 71./2012 (.362 5.108 2.006 979 367 412 Sergipe 912 876 264 656 .108 2.022 2.015 6.133 1..381 38 44 7.052 10.059 5.342 835 862 7.155 1.929 4.290 1.968 5.987 9.211 1.845 718 634 8 4 2.071 1.074 1.573 831 974 317 447 3. (1) Os dados de 2012 referem-se ao relatório de jun.021 3. - Paraíba 3.698 2.218 1.400 4 5 3 3 Amazonas 1./2011 e dez.953 97 52 - - Rio Grande do Norte 2.873 1.539 675 1./2012. TABELA 26 · Presos no Sistema Penitenciário: Condenados.143 5. Fórum Brasileiro de Segurança Pública.115 6 10 21 19 Minas Gerais 12.897 691 783 Acre 1.227 3.724 567 607 5.074 - - - - Santa Catarina 5.323 10.403 75.745 2.052 5.903 33 25 - - Mato Grosso do Sul 5.058 1.196 3.487 1. 56 .661 23.365 7.

927 Rio de Janeiro 10.740 16.138 1.798 62.723 Paraná 2.259 8.511 11.685 11.396 3.254 515.307 3.537 26.872 4.925 1.558 4.100 Conclusão 57 .298 Minas Gerais 23.185 10.613 Mato Grosso do Sul 3.606 16.843 174.622 Distrito Federal 2.181 2.269 5.035 14.068 1.018 7.022 Pernambuco 15.770 9.354 4.187 2.802 10.151 3.540 Pará 4.828 Sergipe 2.786 6.850 28.782 30.819 3.805 4.086 29.733 Goiás 4.769 Piauí 1.164 17.505 11.845 2.154 10.399 Espírito Santo 4.710 1.731 471.336 3.092 9.113 29.448 Roraima (1) 652 695 1.539 6.339 7.388 5.152 5.989 Paraíba 3.536 10.206 4.624 4.400 6.243 Rondônia 1.130 Tocantins 874 996 1.133 1.462 41.179 1.251 Ceará 7.045 Amazonas 3.962 2.924 2.906 Rio Grande do Norte 1.264 4.301 4.569 45.482 Acre 1. Provisórios Total Unidades da Federação 2011 2012 2011 2012 Total 173.218 Maranhão 1.226 11.311 São Paulo 57.177 18.003 25.769 Santa Catarina 3.814 Bahia 4.333 2.455 10.056 3.464 22.901 27.583 3.372 5.484 14.828 2.639 2.676 20.364 12.210 8.545 Alagoas 1.818 195.845 Rio Grande do Sul 6.163 11.241 Mato Grosso 5.364 7.060 190.440 11.153 Amapá 931 637 1.

TABELA 27 · Distribuição dos presos no Sistema Penitenciário, por situação prisionária
Unidades da Federação – 2011-2012

em porcentagem
Condenados Sob Medida de Segurança Provisórios
Unidades da Federação 2011 2012 2011 2012 2011 2012

Total 62,3 61,3 0,8 0,7 36,9 38,0

Acre 68,9 70,0 0,2 0,2 30,9 29,8
Alagoas 64,9 65,3 1,3 1,1 33,8 33,6
Amapá 48,7 68,5 0,4 0,4 50,9 31,1
Amazonas 40,3 36,9 0,3 0,4 59,4 62,7
Bahia 54,4 52,9 0,5 0,5 45,1 46,5
Ceará 55,6 55,5 1,0 0,6 43,4 43,9
Distrito Federal 77,8 77,2 0,8 0,6 21,4 22,3
Espírito Santo 59,9 56,5 0,4 0,3 39,8 43,2
Goiás 61,3 60,3 0,2 0,2 38,5 39,6
Maranhão 57,7 44,9 - - 42,3 55,1
Mato Grosso 53,6 46,2 0,3 0,2 46,1 53,6
Mato Grosso do Sul 68,3 71,8 0,3 0,3 31,5 27,9
Minas Gerais 43,0 41,9 0,4 - 56,6 58,1
Pará 54,1 52,6 1,1 1,1 44,8 46,3
Paraíba 60,5 61,7 1,1 1,0 38,4 37,4
Paraná 87,2 86,0 2,1 1,9 10,7 12,2
Pernambuco 39,6 35,8 1,7 1,6 58,7 62,6
Piauí 31,6 33,5 0,8 0,7 67,7 65,7
Rio de Janeiro 61,8 61,3 0,3 0,2 37,8 38,5
Rio Grande do Norte 72,5 68,3 1,5 0,8 26,0 30,9
Rio Grande do Sul 76,5 74,2 1,6 1,6 21,9 24,2
Rondônia 83,0 78,8 0,1 0,5 16,8 20,7
Roraima (1) 61,9 60,7 - - 38,1 39,3
Santa Catarina 74,2 71,7 1,0 0,8 24,8 27,5
São Paulo 66,0 66,3 0,8 0,7 33,2 32,9
Sergipe 33,1 37,1 1,4 0,4 65,6 62,5
Tocantins 54,7 51,9 0,7 0,7 44,5 47,4
Conclusão

Fonte: Ministério da Justiça/Departamento Penitenciário Nacional – Depen; Fórum Brasileiro de Segurança Pública.
Referências: dez./2011 e dez./2012.
(1) Os dados de 2012 referem-se ao relatório de jun./2012
(-) Fenômeno inexistente.

58

TABELA 28 · Presos no Sistema Penitenciário, por sexo
Unidades da Federação – 2011-2012

Homens Mulheres
2011 2012 2011 2012 Total

Ns. Ns. Ns. Ns.
Unidades da Federação Absolutos % Absolutos % Absolutos % Absolutos % 2011 2012

Total 441.907 93,8 483.658 93,8 29.347 6,2 31.824 6,2 471.254 515.482

Acre 3.570 93,5 3.335 94,1 249 6,5 210 5,9 3.819 3.545
Alagoas 3.190 95,1 3.928 94,6 164 4,9 225 5,4 3.354 4.153
Amapá 1.698 92,9 1.934 94,6 130 7,1 111 5,4 1.828 2.045
Amazonas 4.881 90,4 6.191 90,9 519 9,6 623 9,1 5.400 6.814
Bahia 8.971 94,9 9.670 94,3 484 5,1 581 5,7 9.455 10.251
Ceará 15.382 95,2 16.862 95,7 782 4,8 760 4,3 16.164 17.622
Distrito Federal 9.643 94,3 10.758 94,4 583 5,7 641 5,6 10.226 11.399
Espírito Santo 11.181 92,9 13.390 90,9 854 7,1 1.343 9,1 12.035 14.733
Goiás 10.492 94,0 10.619 94,7 671 6,0 599 5,3 11.163 11.218
Maranhão 3.705 95,7 4.034 95,1 167 4,3 207 4,9 3.872 4.241
Mato Grosso 10.418 93,1 9.930 93,6 767 6,9 683 6,4 11.185 10.613
Mato Grosso do Sul 9.450 89,9 10.216 90,4 1.061 10,1 1.082 9,6 10.511 11.298
Minas Gerais 39.027 93,9 42.902 94,2 2.542 6,1 2.638 5,8 41.569 45.540
Pará 9.129 93,1 10.242 93,2 673 6,9 747 6,8 9.802 10.989
Paraíba 7.623 92,9 8.149 93,4 587 7,1 574 6,6 8.210 8.723
Paraná 19.350 94,6 20.763 94,3 1.114 5,4 1.259 5,7 20.464 22.022
Pernambuco 24.062 93,1 26.860 93,4 1.788 6,9 1.909 6,6 25.850 28.769
Piauí 2.724 95,7 2.811 96,0 121 4,3 116 4,0 2.845 2.927
Rio de Janeiro 25.996 93,6 29.221 94,5 1.786 6,4 1.685 5,5 27.782 30.906
Rio Grande do Norte 4.068 93,0 5.452 93,3 304 7,0 393 6,7 4.372 5.845
Rio Grande do Sul 27.102 93,1 27.341 93,5 2.011 6,9 1.902 6,5 29.113 29.243
Rondônia 5.740 90,6 6.817 91,5 599 9,4 631 8,5 6.339 7.448
Roraima (1) 1.545 90,4 1.585 89,6 165 9,6 184 10,4 1.710 1.769
Santa Catarina 13.423 91,9 15.157 92,9 1.183 8,1 1.154 7,1 14.606 16.311
São Paulo 164.298 94,4 179.552 94,1 9.762 5,6 11.276 5,9 174.060 190.828
Sergipe 3.375 94,9 3.930 95,2 183 5,1 200 4,8 3.558 4.130
Tocantins 1.864 95,0 2.009 95,7 98 5,0 91 4,3 1.962 2.100
Conclusão

Fonte: Ministério da Justiça/Departamento Penitenciário Nacional – Depen; Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE;
Fórum Brasileiro de Segurança Pública. Referências: dez./2011 e dez./2012.
(1) Os dados de 2012 referem-se ao relatório de jun./2012.

59

TABELA 29 · Presos no Sistema Penitenciário, vagas existentes,
razão entre presos e vagas e déficit de vagas
Unidades da Federação – 2011-2012

Vagas Razão presos/
Presos Déficit de vagas
existentes vagas

Unidades da Federação 2011 2012 2011 2012 2011 2012 2011 2012

Total 471.254 515.482 295.413 303.741 1,6 1,7 175.841 211.741

Acre 3.819 3.545 1.774 1.959 2,2 1,8 2.045 1.586
Alagoas 3.354 4.153 1.269 1.113 2,6 3,7 2.085 3.040
Amapá 1.828 2.045 850 850 2,2 2,4 978 1.195
Amazonas 5.400 6.814 3.076 2.576 1,8 2,6 2.324 4.238
Bahia 9.455 10.251 6.993 4.629 1,4 2,2 2.462 5.622
Ceará 16.164 17.622 10.478 10.610 1,5 1,7 5.686 7.012
Distrito Federal 10.226 11.399 6.441 6.341 1,6 1,8 3.785 5.058
Espírito Santo 12.035 14.733 11.100 12.536 1,1 1,2 935 2.197
Goiás 11.163 11.218 6.891 7.085 1,6 1,6 4.272 4.133
Maranhão 3.872 4.241 1.945 2.219 2,0 1,9 1.927 2.022
Mato Grosso 11.185 10.613 5.760 5.760 1,9 1,8 5.425 4.853
Mato Grosso do Sul 10.511 11.298 6.628 6.701 1,6 1,7 3.883 4.597
Minas Gerais 41.569 45.540 27.488 27.017 1,5 1,7 14.081 18.523
Pará 9.802 10.989 6.351 7.200 1,5 1,5 3.451 3.789
Paraíba 8.210 8.723 5.394 5.394 1,5 1,6 2.816 3.329
Paraná 20.464 22.022 14.500 17.942 1,4 1,2 5.964 4.080
Pernambuco 25.850 28.769 10.567 11.478 2,4 2,5 15.283 17.291
Piauí 2.845 2.927 2.155 2.238 1,3 1,3 690 689
Rio de Janeiro 27.782 30.906 24.096 24.215 1,2 1,3 3.686 6.691
Rio Grande do Norte 4.372 5.845 3.581 2.512 1,2 2,3 791 3.333
Rio Grande do Sul 29.113 29.243 20.315 21.447 1,4 1,4 8.798 7.796
Rondônia 6.339 7.448 4.056 4.672 1,6 1,6 2.283 2.776
Roraima (1) 1.710 1.769 1.106 1.106 1,5 1,6 604 663
Santa Catarina 14.606 16.311 8.656 9.806 1,7 1,7 5.950 6.505
São Paulo 174.060 190.828 100.034 102.312 1,7 1,9 74.026 88.516
Sergipe 3.558 4.130 2.235 2.235 1,6 1,8 1.323 1.895
Tocantins 1.962 2.100 1.674 1.788 1,2 1,2 288 312

Fonte: Ministério da Justiça/Departamento Penitenciário Nacional – Depen; Conclusão

Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE; Fórum Brasileiro de Segurança
Pública. Referências: dez./2011 e dez./2012.
(1) Os dados de 2012 referem-se ao relatório de jun./2012

60

61 .

158 14.3 187 15.6 2.7 153 15.7 Amapá 280 31.006 39.224 30.3 2.5 São Paulo 21.7 977 20.1 395 36.9 Espírito Santo 1.640 29.9 718 23.1 1.2 1.0 1.3 318 28.8 272 27.1 790 28.547 31.824 25.108 32.625 35.343 38.5 483 20.3 966 28.3 1.258 11.037 25. 3.680 31.125 19.828 16.1 Piauí 154 16.4 2.3 310 22.8 3. (2) Os dados de 2012 referem-se ao relatório de jun.112 30.5 2.3 303 32.669 18.225 23.671 23.6 1.8 4.6 Rio Grande do Norte 520 18.2 Rondônia 1.9 1.0 366 30.458 21.2 1.8 2.4 158 17.7 367 26.668 24.224 21.429 32.8 347 12.0 1.1 997 36.8 2.838 23.4 1.814 18.246 26. % % % % % % Unidades da Federação Total 54.7 399 11.567 30. Continua (-) Fenômeno inexistente.033 21.9 2.8 3.1 Rio de Janeiro 1.0 Pará 938 17.5 Ceará 357 11. Fórum Brasileiro de Segurança Pública.7 2.8 Santa Catarina 2.703 21.3 Roraima (2) 122 11.6 3.5 608 23.075 28.759 36.021 55.6 2.1 1.178 24.2 1.051 36.2 Tocantins 176 16.2 197 17.8 1.2 2.3 1. Ns.529 21.0 1.1 Bahia 958 18.7 1.5 925 17.596 26.3 367 23. TABELA 30 · Perfil dos presos no Sistema Penitenciário.3 3. por tempo total das penas Unidades da Federação – 2011-2012 Até 4 anos Mais de 4 até 8 anos Mais de 8 até 15 anos 2011 2012 2011 2012 2011 2012 Absolutos Absolutos Absolutos Absolutos Absolutos Absolutos Ns.1 270 17.262 25.4 Mato Grosso 1.5 324 29.075 22.3 1.436 28.2 5.4 3.7 665 40.294 24.6 30.1 Paraíba 705 22.1 772 17.023 30.1 1.159 23.2 3.570 60.8 386 35.2 1.1 1.952 23. composto por indicadores não-obrigatórios.7 2.4 67.7 412 17.278 17.794 33.0 318 35.637 25.5 724 26.9 7. .8 Fonte: Ministério da Justiça/Departamento Penitenciário Nacional – Depen.170 24.8 39.8 1.9 310 30.149 25.3 1.8 20.3 753 12.792 34.8 934 43.8 746 27.4 386 36.6 2.604 36.1 1.369 29.203 22.322 20.5 1.245 14.4 1.1 4.986 29.551 24.4 714 30.9 4.080 41.5 3.9 1.690 25.403 23.6 860 18.6 1.1 465 29.9 701 20.5 2.878 23.588 25.397 25.8 Pernambuco 2.0 2.099 36.7 86.7 85.8 967 31.4 Sergipe 184 11.6 751 33.673 23.486 24.557 28.391 29.278 15.1 7.4 3.3 308 28.600 19. Ns.5 5.1 3.3 382 24.8 3.5 2.783 29.4 2.8 Goiás 1.4 717 20.285 22.6 378 35.263 28.9 1. Ns.1 Acre 402 15.2 Maranhão 248 11.2 360 34.0 380 23.1 3.3 40.126 24.802 21.3 1.2 468 21. Ns.9 Alagoas 239 10.8 570 36.825 21.533 31.0 1.6 Distrito Federal 648 8.9 2.5 869 15.6 101 9.043 24. Ns.1 495 23. (1) Os dados desagregados divergem do total da população carcerária informado na tabela 25 em função de inconsistências no preenchimento realizado pelas unidades prisionais no campo de "Perfil do Preso" do Infopen.2 63.0 2.256 28.322 18./2012 62 .1 Amazonas 534 24.6 741 30.4 28.0 1.928 20.264 24.3 .3 675 28.409 38.9 228 24.747 29.1 601 27.4 Mato Grosso do Sul 1.950 32.6 Rio Grande do Sul 44 0.193 17.785 26.3 864 28.1 Minas Gerais 7.3 249 15.330 28.6 456 32.068 50.748 26.0 871 36.7 2.1 54.1 359 29.428 22.6 Paraná 6.

1 96 5.2 135 13.579 Paraná 1.0 2.4 197 3.4 963 12. Mais de 15 até 20 anos Mais de 20 até 30 anos Mais de 30 anos Total (1) 2011 2012 2011 2012 2011 2012 Absolutos Absolutos Absolutos Absolutos Absolutos Absolutos Ns.860 8.078 Pará 239 4.0 10. Ns.9 95 8. .3 1.0 49 0.4 397 8.8 8.961 Mato Grosso do Sul 789 10.3 53 1.0 119.6 140 8.9 657 3.0 901 8.885 Acre 311 11.873 4.0 28 1.3 14.9 552 11.9 85 5.465 Pernambuco 1.5 1.5 18.3 455 4.056 1.0 254 7.6 406 8.3 10.0 64 6.595 26.2 112 5.338 Piauí 103 11.200 Alagoas 272 12.567 19.9 977 17.6 975 11.003 Rio de Janeiro 849 9.962 5.1 1.4 87 9.039 1.2 894 1.4 920 1.348 13.8 55 5.3 421 15.5 471 10.6 41 3.2 146 2.6 161 10.888 13.4 321 11.8 114 9.481 7.325 8.2 76 6.5 34 3.7 3.8 7480 6.367 29.4 75 6.4 195 4.5 100 10.8 1.2 96 4.6 104 4.703 8.2 671 8.0 34 1.9 1.1 32.2 3.481 Ceará 360 11.594 11.361 13.862 6.325 11.1 23.3 479 2.6 53 2.1 295 3.563 11.8 2.0 165 6.9 6.6 7.7 8.414 5.207 8.374 Mato Grosso 534 8.3 3.1 696 9.3 53 5. % % % % % % 2011 2012 Unidades da Federação Total 30.118 4.8 1.183 6.387 Goiás 933 13.9 99 9.9 28432 9.3 252 11.6 597 8.064 5.053 3.3 189 8.7 413 7.3 71 3.6 525 5.8 888 8.2 265 3.3 2. .9 32 3.8 1.4 115 10.7 1.191 5.372 Distrito Federal 960 11.757 Amapá 51 5.2 206 4.219 2.6 6.6 485 2.0 31 2.6 159 10.0 313 13.2 535 6.487 11.037 293.8 100 9.870 8.554 Espírito Santo 631 8.3 68 2.635 1.5 89 2.0 17.5 4.6 790 9.088 1.745 3.4 203 3.453 São Paulo 13.7 806 9.8 471 14.9 13.5 7.6 193 5.172 2.0 137 8.4 1.249 8.582 Tocantins 102 9.317 Rio Grande do Norte 271 9.0 470 6.1 253 5.073 Santa Catarina 945 8.0 300 4.360 7.086 9. Ns.631 1.253 Rondônia 412 8.2 255 4.146 Minas Gerais 1.032 5.3 1.5 .3 2.7 765 4.5 150 5.308 6.9 691 15.5 160 3.8 554 8.104 Conclusão 63 .9 35 3.3 13. 14887 50.8 9.547 Roraima (2) 104 9.5 78 2.1 518 5.4 138 4.802 Maranhão 169 8.9 6.9 3.1 221 3.1 780 6.8 350 3.0 295 9.1 251 8.9 383 11.4 5.0 10.7 273.7 320 9.9 1.1 338 7.7 132 9.2 84 3.028 4.389 4. Ns.9 139 8.1 163 6.1 400 6.1 324 7.019 15.236 10.2 2.8 92 4.616 123. Ns.6 2.1 185 3.120 2.4 901 10.0 1.897 Paraíba 339 10.407 Bahia 616 11.8 1.6 1.4 238 4.860 Sergipe 166 10.283 19.9 820 10.423 7.693 11.193 6. 31 2.0 . Ns.2 152 9.7 112 8.175 14.763 8.5 752 7.7 132 4.408 Amazonas 110 5.8 5.8 401 7.6 1.062 10.7 98 8.7 24.009 11.838 21.487 Rio Grande do Sul 3.7 780 9.030 11.6 447 6.

4 7.376 29.2 4.5 Ceará 3.2 1.894 25.139 20.779 24.1 Rio de Janeiro 8.7 863 29.825 24.874 26.240 31.5 2.6 Paraíba 1.2 1.0 1.9 572 27.6 3.465 35.100 13.6 850 18.4 1.3 Tocantins 593 30.7 2.2 582 27.946 26.2 589 20.034 25.122 27.574 30.891 19.5 817 28.1 Sergipe 1.0 1.5 117.2 2.0 5.8 602 17.618 38.3 5.4 Goiás 3.682 26.910 25.4 4.4 5.4 3.794 28.9 2.4 1.6 1. % % % % % % Unidades da Federação Total 134.029 28.2 2.361 26.099 26.158 21.3 84. por faixa etária Unidades da Federação – 2011-2012 18 a 24 anos 25 a 29 anos 30 a 34 anos 2011 2012 2011 2012 2011 2012 Absolutos Absolutos Absolutos Absolutos Absolutos Absolutos Ns.275 15.497 39.988 30.766 15.165 27.018 23.143 18.0 2. composto por indicadores não-obrigatórios.117 26.287 29.2 395 18.277 20.247 25.2 1.0 1.3 5.1 3.336 38.5 1.185 21.2 855 16.8 Amazonas 1.451 19.853 20.9 2.0 4.4 Mato Grosso do Sul 2.0 235 11.9 3.887 19.1 695 19.505 23.2 669 17.7 42.2 4.1 Espírito Santo 4.8 550 29. Ns.9 519 18.035 19.6 143.1 Pernambuco 7.3 2.404 29.3 1.347 35.8 2.304 26.028 31.671 18.726 30.811 29.291 31.792 17.4 5.6 2.8 Continua Fonte: Ministério da Justiça/Departamento Penitenciário Nacional – Depen.2 5.4 6.4 353 20.1 1.5 1.3 Santa Catarina 4.4 9.301 25.5 Rio Grande do Sul 6.726 33.796 27.9 122.7 1.9 1.3 3.043 18.8 1.409 24.690 38.5 855 25.970 30.3 2.1 2.0 11.4 7.1 971 27. Ns.1 1.331 28.8 670 16.3 Rio Grande do Norte 1.706 25.455 17.1 858 20.723 26.3 1.106 24.9 Distrito Federal 3.805 19.5 5.3 49.260 33.3 6.012 23.374 20.9 3.199 18.3 3.105 21.5 Pará 3.459 30.9 3.2 377 21. Ns.880 20.873 28.9 1.715 15.9 Amapá 854 45.855 25.0 403 23.4 608 30.969 17.939 28.5 1.987 18.449 16.022 25.6 381 21.075 18.5 2.8 8.773 34.3 3.3 1.6 5.1 3.1 1.716 31.1 7.3 2.8 31.5 2.741 18.095 24.436 27.570 24.103 28.252 31.265 18.3 Minas Gerais 12.439 30.8 Maranhão 1.916 24.9 866 20.4 2.297 20.0 1.078 35.7 3. Ns.4 São Paulo 48.501 29.493 31.7 1.184 28.015 27.7 879 23. (-) Fenômeno inexistente.722 29.082 19.7 895 44.3 2.0 Mato Grosso 3.808 26.339 20.7 Paraná 5.400 17.4 42.7 1.222 19.6 2.2 Acre 1.7 1.7 4./2012 64 .3 3.748 26.502 35.595 25.075 28.607 16.346 30.7 2.4 2.2 5.9 7.536 24.925 22.5 379 22.7 528 26.7 816 27.4 6.9 1. (2) Os dados de 2012 referem-se ao relatório de jun.6 2.7 93.3 Piauí 930 32.650 16.8 Roraima (2) 315 18.2 14.237 30.5 668 19.298 18.6 3.618 25.457 31.4 9.368 27.0 3.2 358 18.814 15.5 187 10.614 23.2 3.892 16.299 20. (1) Os dados desagregados divergem do total da população carcerária informado na tabela 25 em função de inconsistências no preenchimento realizado pelas unidades prisionais no campo de "Perfil do Preso" do Infopen.8 1.347 37.748 32.331 30.792 29. Ns.0 8.9 2.441 31.1 2.174 27.100 19. Fórum Brasileiro de Segurança Pública.9 745 17. TABELA 31 · Perfil dos presos no Sistema Penitenciário.274 30.1 6.7 33.1 2.2 Bahia 2.2 862 10.9 643 16.3 Alagoas 929 27.549 19.1 Rondônia 1.

35 a 45 anos Mais de 45 anos Não informado Total (1) 2011 2012 2011 2012 2011 2012 Absolutos Absolutos Absolutos Absolutos Absolutos Absolutos Ns.4 216 7.7 250 14.2 279 6.4 10.6 127 0. 3.0 136 3.529 17.280 Sergipe 593 15.4 2.7 .643 486.2 2.425 16. Ns.4 14 0. . .674 Paraná 3. .656 6.0 898 8.8 614 5.3 410 11.755 Piauí 393 13.639 4. .736 Mato Grosso do Sul 2.927 Rio de Janeiro 5.4 221 3.251 7.164 17.7 .383 Roraima (2) 363 21.370 8.6 273 5.415 14.0 407 5.511 11.0 49 0. .1 331 6.989 Paraíba 751 9.6 700 15.8 3.087 10.113 29. .3 1.0 6.153 Amapá 145 7. Ns. .035 14.4 33.748 4.710 1.640 16.985 17.690 6.078 8.671 16.6 2.466 15.231 7.3 133 7. .4 2.8 1. . .769 Santa Catarina 2.4 368 17.646 7.3 114 0.4 81 0.4 834 7.5 1.8 7.8 . . 3.5 .377 8.6 5.1 4.099 Tocantins 342 17.4 110 0. Ns.148 Acre 433 11.8 146 7.5 3.906 Rio Grande do Norte 745 17.206 10.2 2.996 Amazonas 669 13.7 2.6 . .678 166.9 29.390 21.243 Rondônia 1.4 4 0.534 13.2 735 6.2 383 21.878 19.2 183 8.8 .3 275 8.866 6.0 1.8 9.185 10.0 426 6.100 Conclusão 65 .551 14.0 .552 8.1 112 5.408 7.844 28.8 16.040 12.464 22.2 325 7.9 6.2 14. .6 938 6.1 29.602 16.8 2.1 3. Ns.2 159 0.932 17.932 19.554 14.078 19. .6 .5 1 0.7 205 1.455 10.1 .5 3.3 3 0. .355 9.4 629 6.8 3.4 1. % % % % % % 2011 2012 Unidades da Federação Total 76.3 2.2 454.0 488 4.535 16. 22 0 5.755 1.226 10.802 10.2 2.9 38 0.414 Distrito Federal 1.325 7.0 10.2 39.5 29 0.155 5.361 20.751 Goiás 1.4 144 1. .240 4.7 501 5.2 73 0.4 36.6 2.297 1.3 1. .6 1.093 Pernambuco 4.5 4 0.963 2.5 44 1.7 5. . 3.251 Ceará 2.821 3.8 610 6.6 275 15.6 933 14.0 .8 631 15.069 10.3 559 13.0 651 7. .0 4.271 18. 2.5 1.845 2.163 11.037 16.7 1.370 Espírito Santo 1.0 2 0.1 . Ns. . 11.7 679 16.631 16. . .415 15.2 115 2.869 1.0 18 0. 20.050 9. .3 1.4 27.8 .204 18.736 15.6 1.337 Minas Gerais 6.1 182 6.0 1.472 22.1 417 3.7 213 5.154 13.6 1.623 6.4 1.5 142 7. 3 0.558 44.3 8.3 35 0. .262 19.354 4.073 9.7 1.297 Mato Grosso 1.062 São Paulo 27.351 8.052 Maranhão 446 12.6 464 7.5 7. 1.1 3.8 184 4. .4 216 5.735 15. . 1.702 16.540 Pará 1.1 89 0.620 12.073 14.8 10.0 4. .0 788 7.782 30.7 645 6. . 1. .480 Alagoas 627 18. .683 16.009 9.870 18.5 161 4.9 84.599 Rio Grande do Sul 6.8 173 4.0 159.713 6.0 6 0.704 14.641 45.8 443 15. 11.9 23 0.1 9.7 10.0 774 13.677 17.1 796 6.511 13.3 2.4 12.892 Bahia 1.4 25.5 37 0.036 15.658 18.

4 Pernambuco 5.654 12.1 1.147 11.0 616 10.422 65.178 60.5 1.9 17.0 801 11.248 37.6 Amazonas 652 12.200 50.4 1.259 66.5 Ceará 1.6 1.949 57.6 3.102 75.935 20.920 16.3 752 18. % % % % % % Unidades da Federação Total 166.267 60.048 61.9 13.7 727 35.100 25.2 Rondônia 1.1 2.6 13.1 3.5 7.8 1.3 Continua Fonte: Ministério da Justiça/Departamento Penitenciário Nacional – Depen.106 19.3 Maranhão 807 21.908 20.666 10.348 13.8 Mato Grosso do Sul 3.7 7.6 18.7 2.686 22.2 225 12.0 198.327 12.7 82.8 1.7 12.5 Bahia 1.8 Mato Grosso 2.246 13.6 Minas Gerais 11.7 Paraíba 768 10.1 7.430 39.8 14.514 15.703 21.321 55.820 16.0 335 19.9 1.6 27.499 14.7 5.405 23.1 488 11.624 17.472 24. Ns.2 3.3 1.051 61.6 4.500 22.320 15.2 Roraima (2) 225 13.887 43.842 18.996 17.137 29.6 1.5 1. Ns.8 361 12.0 Rio Grande do Norte 1.1 2.167 11.639 15. Ns.0 Tocantins 350 17.8 357 17.6 2./2012 66 .6 1.763 60.1 6.999 53.277 74.669 12.348 29.6 5.9 2.392 66.9 513 15.0 1.737 82.667 32.4 783 40.4 4.197 47.0 5.576 25.1 695 34.648 24.7 Goiás 2.350 42.499 56.824 73.903 20.356 18.3 2.5 20.968 28.807 48.9 913 14.1 394 20.9 2.6 2.3 453 15.3 5.2 4.6 249 6.177 18.8 377 22.0 4.1 4.0 435 22.2 1.5 5.9 2.4 6.895 61.2 6.618 43.074 25. por cor da pele/etnia Unidades da Federação – 2011-2012 Branca Negra Parda 2011 2012 2011 2012 2011 2012 Absolutos Absolutos Absolutos Absolutos Absolutos Absolutos Ns.6 Santa Catarina 8.281 16. Ns.387 27.123 43.3 Rio Grande do Sul 19.1 5.387 53.2 Piauí 308 10. Ns. (2) Os dados de 2012 referem-se ao relatório de jun.610 36.905 11.6 9.4 5.333 43.008 20.2 4.538 21.0 14.5 1.850 29.426 21.3 927 13.7 1.718 24.022 25.7 296 8.9 457 11.3 1.9 62.181 54.4 517 8.860 12.842 8.0 Alagoas 758 22.439 58.047 28.2 1.055 36.775 53.8 2.7 3.3 3.6 212.197 10.2 1.454 14.434 7.516 29.9 3.0 746 17.608 61.319 21.2 76.1 São Paulo 74.188 85.8 2.7 1.2 8. TABELA 32 · Peril dos presos no Sistema Penitenciário.492 24.9 1.7 59.075 25.889 62.1 1.8 3.1 Rio de Janeiro 7.9 3.7 1.200 60.305 43.968 46.2 476 22.934 66.1 2.5 458 22.232 18.926 41.8 Acre 283 7.435 22.593 24.068 45.257 29.1 6.5 1.0 Pará 1.561 15.5 1.1 1.998 57.1 1.6 2.384 20.1 7.0 1.928 53.914 24. (-) Fenômeno inexistente.5 5.169 22.384 66.078 73.246 11.969 58.5 562 10.3 Sergipe 466 12.1 Paraná 13.276 29.8 4.6 19.5 2.0 1.078 46.9 Amapá 540 28.6 2.6 Espírito Santo 2. composto por indicadores não-obrigatórios.673 79.4 6.3 995 21.0 1.6 26.0 5.7 4.9 5.151 65.1 7.3 6. (1) Os dados desagregados divergem do total da população carcerária informado na tabela X em função de inconsistências no preenchimento realizado pelas unidades prisionais no campo de "Perfil do Preso" do Infopen.741 60.8 1.452 46.6 173.087 24.133 19.8 7.0 9.132 11.041 74.208 40.4 2.7 8.2 Distrito Federal 2.536 35.7 75.9 580 19. Fórum Brasileiro de Segurança Pública.3 2.881 67.9 442 10.506 66.6 287 8.838 10.666 16.7 4.214 74.4 2.

. . . . .5 4 0. .760 Piauí . 11.1 162 1. Ns.0 12 0. .312 Minas Gerais 682 1.2 4 0. .4 146 1.963 Sergipe 68 1.2 115 0.3 9.0 3. .5 4.109 8.241 31. 55 3.3 2.1 29.0 440 0. .623 485.963 2. .338 Alagoas .0 34 0.2 14.999 2.782 30.436 Roraima (2) .1 1 0.1 7 0. .2 31 0.649 Rio Grande do Sul 35 0. 1.511 11.313 Mato Grosso 98 0.4 5.8 .319 4.2 6 0.4 56 0. 15 0. Amarela Indígena Outras Total (1) 2011 2012 2011 2012 2011 2012 Absolutos Absolutos Absolutos Absolutos Absolutos Absolutos Ns.1 20 0.185 10. . . .226 10. 20.6 3.3 45 0. .4 101 0.163 11.906 Rio Grande do Norte 39 0.3 25.5 15 0.720 4.751 Goiás .6 .1 3 0.0 144 1.1 18 0. .710 1.1 10 0.1 127 0.251 Ceará 153 0. .3 222 2.4 69 0.754 Santa Catarina 178 1. 37 1.0 22 0. .8 1 0.0 27.2 6 0.9 14 0.4 21 1.6 15 0.932 Pernambuco 40 0. .180 0.4 486 6.7 16. .1 26 0.3 2 0.1 3 0.737 Mato Grosso do Sul 11 0. .656 6.164 17.2 365 0. . .8 41 0.8 1.927 Rio de Janeiro 9 0.555 5. % % % % % % 2011 2012 Unidades da Federação Total 2. 3. .2 1.7 615 1.2 40 2.4 9 0.1 .3 135 0.2 .0 140 1.2 16 0.1 69 0.1 26 1. .0 1 0.014 Paraná 58 0.4 5 0. .9 454. .588 36.4 10.1 11. 5 0.2 120 0.0 25 0.4 6. .0 1.100 Conclusão 67 .7 1.5 2. . .540 Pará 106 1.839 28.938 Acre 3 0. 3.9 12.9 39 0.2 18 0.5 66 1.8 73 1.4 4 0.455 10.2 17 0.9 29 0.845 2.8 3.881 Bahia 16 0.340 30. .9 43 0.3 79 0.1 1 0.4 165 1.802 10.411 Distrito Federal 44 0.2 1. . .0 8 0.0 66 1.3 39.5 49 0.6 2. 9. 3 0.3 25 0. . .7 5.314 0.809 2.0 11 0.2 10.924 2.5 54 0. .2 138 0. Ns.0 722 1.418 5.5 13 0.1 20 0.4 .3 30 0. 5 0.370 Espírito Santo 18 0.8 125 6.0 57 1.8 17 0.4 130 1.2 847 0. 608 2.9 163 1.0 287 2.9 175 1. .243 Rondônia 26 0.1 102 0.184 166. .1 .1 37 0.3 10.052 2. Ns.041 Amazonas 44 0.4 266 1. .032 14.1 65 1.4 13.463 16. . .241 4.0 5. Ns.1 38 0.0 129 1.0 13 0.729 3.110 Tocantins .3 23 0.989 Paraíba 8 0. .340 33.1 . .464 21.4 55 0.5 771 0.3 2 0.045 Maranhão 55 1.3 160.641 45.3 . . 47 1. .3 69 1.1 7.3 13 0.012 São Paulo 320 0. .2 7 0.1 4 0. .0 .852 4.354 4.113 29. .0 61 0.153 Amapá 169 8. Ns. .1 105 1.

224 % 11.9 0.576 1.274 206 68 7 3 - Rio de Janeiro 660 6. Corrupção de Menores. Extorsão Mediante Seqüestro.075 458 356 53 20 9 Paraná 2. (2) Inclui os itens Furto Simples. Estelionato. Tráfico Internacional de Pessoas. Corrupção Passiva. (3) Inclui os itens Estupro.924 1.874 4. Latrocínio.765 1. Tráfico Interno de Pessoas.9 1.208 9.404 397 74 51 13 São Paulo 18. Falsidade Ideológica.202 252 813 7 Distrito Federal 3.007 1.568 1.163 494 254 138 3 128 Rio Grande do Norte 800 2.479 857 192 76 5 6 Ceará 5. Apropriação Indébita.949 198 117 37 8 9 Bahia 1.708 4. Fórum Brasileiro de Segurança Pública. (1) Inclui os itens Homicídio Simples.398 23. Extorsão.055 3.814 798 169 63 15 11 Maranhão 727 2.2 Acre 582 959 159 8 4 6 4 Alagoas 1.519 1.096 441 325 105 105 25 Rondônia 941 2.290 1. 68 . Selos.111 1.414 5.217 242 273 61 8 1 Mato Grosso 1. Falsificação de Papéis.479 1.593 4.1 3.898 164 614 Sergipe 715 2. Receptação Qualificada.036 10. Roubo Qualificado.608 198 214 11 7 - Amapá 421 805 112 91 51 6 5 Amazonas 727 1.274 450 165 6 41 Espírito Santo 2.655 707 308 81 28 20 Mato Grosso do Sul 1.975 21. Homicídio Qualificado e Seqüestro e Cárcere Privado.709 1.9 49.177 864 295 89 28 8 Paraíba 1.402 5.588 6. Roubo Simples.117 480 379 93 51 Piauí 623 1. Atentado Violento ao Pudor.213 1.333 115.653 4.278 286 246 28 92 Pernambuco 6.455 20. (5) Inclui os itens Moeda Falsa.736 267.838 505 307 270 52 31 Goiás 1.554 602 496 15 108 Pará 1.229 2. Apropriação Indébita Previdenciária. (-) Fenômeno inexistente. Furto Qualificado.179 203 38 4 3 - Rio Grande do Sul 1.557 4.319 210 102 20 . - Tocantins 317 674 134 46 13 3 2 Continua Fonte: Ministério da Justiça/Departamento Penitenciário Nacional – Depen. Sinal e Documentos Públicos.490 502 162 95 3 28 Minas Gerais 4.370 256 33 20 5 9 Roraima 193 417 97 9 1 1 2 Santa Catarina 2. Receptação.946 13.3 0.940 8. (6) Inclui os itens Peculato.504 9.8 0. Uso de Documento Falso. TABELA 33 · Quantidade de crimes tentados/consumados Unidades da Federação . Concussão e Excesso de Exação. (4) Inclui o item Quadrilha ou Bando.953 11.2012 Quantidade de crimes tentados/consumados Código Penal por particular contra Crimes contra a fé Crimes praticados Crimes contra os a administração Crimes contra a Crimes contra o Crimes contra a Crimes contra a administração paz pública (4) patrimônio (2) costumes (3) pública (5) pública (6) pública (7) Brasil e pessoa (1) Unidades da Federação Brasil 64.

754 Roraima .107 10. . Quantidade de crimes tentados/consumados Legislação específica Estatuto da criaça e Lei Maria da Penha Crimes de Tortura desarmamento (9) Entorpecentes (8) Crimes contra o meio ambiente adolescente Estatuto do Genocídio Total Brasil e Unidades da Federação Brasil 1.129 Bahia 1 . 45 392 60 1. 2 7 196 1.230 Espírito Santo 66 2 17 5 256 6. . 32 5 43 428 63 2.862 1. .357 Distrito Federal 86 . . 13 1.861 2.724 São Paulo 278 1 36 9 599 57.077 16.023 36.969 1.420 2. (8) Inclui os itens Tráfico de Entorpecentes.835 138.056 662 10. 6 2 312 2.723 Rio de Janeiro .405 28.073 Amazonas 7 .048 Ceará 0 . 57 1.747 26.394 22. Tráfico Internacional de Entorpecentes.087 302 4.3 5. 7 . . 4 7 . .012 Mato Grosso 7 . 6 11 550 5. .0 0.438 545. 9.2 0.866 143 5.617 Minas Gerais 117 3 35 36 21 8. 19 36 52 5.7 25. . 63 1. . . 33 2. . 2.215 18.226 260 11.009 409 5. .402 Rio Grande do Sul 180 .709 Conclusão (7) Inclui os itens Corrupção Ativa.507 38.0 0. 2 . 13 1 290 3. 41 464 34 2. Comércio Ilegal de Arma de Fogo. 8 666 5 1. .321 756 20. 1 1 89 1. 60 5. 4 .768 Piauí 3 .821 317 11.062 Alagoas 5 .304 Amapá 11 .465 % 0. 3 .433 Goiás 65 .670 Sergipe . .6 Acre .558 Rio Grande do Norte 1 .291 8 218 142 3.867 210.176 Pernambuco 192 . 58 3. Contrabando ou Descaminho. . (9) Inclui os itens Porte Ilegal de Arma de Fogo de Uso Permitido.342 17. 12 477 3. Disparo de Arma Fogo. 38 779 224 4.178 Paraná 65 . . 890 3.279 575 13.818 Tocantins 17 2 4 .107 2.046 Maranhão 6 .971 1. 51 1.767 Paraíba 50 .624 Pará 16 . . . 69 . 7 3 197 4. 3 .198 30.173 116 3.612 429 6.440 337 11.399 Santa Catarina 80 0 9 7 286 5. 8 .815 2.099 62 4.338 Mato Grosso do Sul 18 . . Posse ou Porte Ilegal de Arma de Fogo de Uso Restrito.0 0.455 2. Tráfico Internacional de Arma de Fogo.130 6.546 Rondônia 20 .

e o Maranhão. até 2 anos ou mais.304 ao judiciário uma série de novas possibilidades sob custódia das polícias. com um total de de 401. com 4.786 presos número de presos provisórios. maior população carcerária de constante na última década.843 presos aguardando julgamento naquele de 18 anos.1.071 estavam cumprindo pena. por períodos que chegam a Federal.3% do total. Os dados sobre presos do Anuário Brasileiro do que no ano anterior.058. Já em fazem o papel de mulas para o tráfico internacional. contribuindo para a violência no elevadíssimas taxas de encarceramento são interior do sistema. e o Espírito Santo.7 presos por 100 mil habitantes maiores 62. com 699.2. com 780. juízes. concentram-se em algumas a necessidade da prisão do acusado.7 presos por representando 61. ano. o Estado de São A população carcerária brasileira no ano de Paulo. Chama atenção o fato de que. que se mantém no ano de 2012. num Do total de presos no Brasil em crescimento de 20% no curto período de um 2012. Piauí. o encarceramento de pequenos traficantes que o déficit era da ordem de 175. Os restantes Somando o total de presos no sistema prisional 0. com 633. entre as quais os estados quais o monitoramento eletrônico do preso. sem contraria a legislação. com 606. 2012. da opção pelo encarceramento no Brasil não os demais estados são todos das regiões Norte é acompanhado pela garantia das condições e Centro-Oeste. Os presos em de Segurança Pública são um retrato em tons situação provisória. seja pela falta de estrutura nos estados. em um total de 195.8% estavam presos em razão da aplicação com os que se encontravam sob custódia da de medida de segurança. O sistema penitenciário brasileiro Rodrigo Ghiringhelli de Azevedo 1 1 Sociólogo.290 presos. Essa taxa varia muito de Unidade estado.6%.7. O crescimento do polícia. com 9.841 vagas.9.920. professor da PUCRS e pesquisador do INCT-InEAC. com exceção de Conforme os dados do DEPEN. São perfis de acusados. Rondônia. com 1. de Minas Gerais.867. seja por resistência dos com 6.403/2011). o que permite supor que as carcerárias. respectivamente. Entre as UFs com taxas 62. reflete a pouca toda a história.4.741. Em 2011.7% e 62. 93. a disseminação de doenças resultado da política de guerra às drogas.2% sob custódia das polícias. com 575.176.7%.731.8 por cem mil com a morosidade judicial e a não efetivação habitantes maiores de 18 anos. Roraima. Brasil bastante variável. Os 34. ainda pouco utilizado. 70 . Amazonas da Federação para Unidade da Federação. fortes do colapso do nosso sistema de justiça representavam em 2012 38% do total. Em termos proporcionais. a mais do que no ano anterior. da região Sudeste. 1% criminal e segurança pública. o aumento São Paulo e Espírito Santo. Taxas tão de encarceramento acima da média nacional. que deu e 6. com 626. representa 32% do total de 2012 representava uma taxa de encarceramento presos provisórios do país. com e o crescimento das facções criminais. chegamos a um total de 549. Rio de Janeiro. 1% a menos vaga no sistema. com 65. com 2. elevadas de presos provisórios estão relacionadas destacam-se o Acre. situação irregular que para a garantia do andamento do processo. sozinho. com das garantias processuais para determinados 701. o Mato Grosso do Sul.8% estavam no sistema penitenciário processo penal (Lei 12. 316. e Pernambuco são os estados com o maior tornando a geografia do encarceramento no percentual de presos provisórios. que acabam por responder Paulo.2. do Paraná. chegando a média nacional a 1. São Paulo. entre as unidades da Federação. este número passa para 211. Do total de presos no país em efetividade da nova lei de cautelares no 2012. Em números absolutos. o Distrito ao processo presos.

71 .

069 .992 30 . .565 120 . 963 Mato Grosso do Sul 299 4. ..271 296 2.205 .045 Paraíba 725 8. . 644 Roraima 172 1.599 54 265 ...242 Ceará 718 13..509 102 474 3. .082 2 .461 2 .536 209 941 66 .873 43.. 5.150 Mato Grosso 522 6..831 88 237 .397 .226 38.151 40.239 4 3 1.238 121 452 9. 8. 5. 433 Continua 72 .486 São Paulo 5. 319 Alagoas 783 6.659 88.031 17.. 4.. .537 Distrito Federal 1..487 22. 5. ..421 28. 1.875 239 2.196 73 456 . 2. 1..649 460 4..217 Rondônia 288 5. Rio Grande do Norte . Cadete Aluno soldado oficial.121 165 15 6.633 145 2.324 Pernambuco 1.463 9 . ..307 Amapá 452 3. . .467 205 . 14. 2.. 24. Cadete Aluno soldado Aspirante a Aspirante a (em curso) (em curso) Praças e Praças e Agentes Agentes Oficiais Oficiais Total Total Unidades da Federação Acre 175 2. 59 529 . .216 Paraná 950 12. 1.251 13.345 304 1.455 477 91 31.823 132 795 36 .222 Goiás 982 10. ..600 346 718 9. Bombeiros e Guardas Municipais.001 96 336 1 . .703 6 ..188 80.860 107 509 7 .341 45 26 14..215 25 . 14..294 223 1. 529 Bahia 2.181 224 1. 279 Santa Catarina 641 6.513 117 .907 Espírito Santo 765 6.470 31 10 7. .355 Pará 859 13. 2 2.733 200 1.003 65 273 2. 4.762 207 645 14 171 1.781 95 981 35 111 1. ...772 528 8. .526 67 577 .238 .740 356 2.748 . 623 Tocantins 704 3.992 15. 1 589 Rio Grande do Sul 1.254 187 57 43..514 2 .962 68 .444 185 2. .412 43 236 .057 . Civis.012 239 2. 3. .923 840 4.422 .884 51 132 5. 7. 37 362 Rio de Janeiro 3. por patente/cargo Unidades da Federação – 2012 Polícia Militar Corpo de Bombeiros e Aluno-oficial e Aluno-oficial oficial. 2.925 Sergipe 388 4.310 3 .683 Maranhão 644 6..729 196 2..321 145 1.318 111 15 2..727 129 39 5..329 216 857 77 .037 Amazonas 532 7.735 28 229 7. 1. 12.117 148 2.749 .872 Piauí 626 5. 18. 1. .. efetivos das forças policiais TABELA 34 · Efetivo das Polícias Militares..253 44 .391 Minas Gerais 3..784 98 134 7.198 109 3 3.

Subtenente e Rondônia 204 2. Tenente... Conclusão 73 . Os cargos que compõem os agentes Roraima 76 779 .598 ... Pesquisa Perfil Minas Gerais 946 8.694 Maranhão 349 1..269 .059 Goiás 362 2.668 - Espírito Santo 262 2.Comissário.261 . Rio de Janeiro 529 8. 9. Tenente Rio Grande do Sul 526 5.142 11 2.865 1.309 ...299 .328 24.238 2..777 Coronel. 855 324 e praças da Polícia Militar e Corpo de Bombeiros Santa Catarina 433 3.336 2.006 50 3.. Escrivão. Polícia Civil Guarda Municipal Total de outros Delegados na Delegados ativa Não- Total Total Unidades da Federação Acre 74 943 .895 Amapá 110 755 170 1. 1..561 1.691 de Segurança Pública (SENASP).269 Ceará 313 1. Tocantins 165 1..369 161 (-) Fenômeno inexistente.164 25 5.716 9.. Os cargos que compõem São Paulo 3.. 2.869 10 9.IBGE.084 Carcereiro.279 Militar e Corpo de Bombeiros são: Coronel...920 5.. 5.828 297 Investigador de Polícia e Outros.032 .839 Distrito Federal 399 4. 1.147 das Instituições de Segurança Pública. Sergipe 144 910 282 1.853 de Informações Básicas Municipais 2012.367 .926 2. Major.489 706 são: Cabo e Soldado. 4..961 Bahia 886 4.579 Brasileiro de Geografia e Estatística .830 . Pesquisa Paraíba 293 1..618 246 Fonte: Ministério da Justiça/Secretaria Nacional Mato Grosso do Sul 214 1. 2. 1.489 316 4.417 Nota: Os cargos que compõem os oficiais da Polícia Rio Grande do Norte 159 1.802 2...432 231 1.645 4.581 1. Instituto Pará 518 2.802 . 3...710 65 2.468 1.408 16. Piauí 162 1.657 os Não-Delegados da Polícia Civil são: Agente.124 2..041 243 2. 5.147 4... Pernambuco 456 5.010 Brasileiro de Segurança Pública.684 Mato Grosso 255 2.787 2.017 - Alagoas 124 1.363 . 1.911 3. Capitão. 1.605 5. Fórum Paraná 342 3.876 ..591 26. Inspetor de Polícia.294 1..) Informação não disponível.207 .035 723 Amazonas 262 2..745 (.974 .658 33.357 50 Sargento.428 144 1. 2. 1.

. . . ... .971..797.149. . .94 3..10 4.013. 3.00 18.74 ..064....14 2.47 2.... Fórum Brasileiro de Segurança Pública.. 2.37 3.353..106. .....31 ..783. Paraíba 1... .79 ...83 8. . ...84 12.250. .600...40 .... . ou soldo.80 12.10 13. .385.473.67 3. .216.699....266.071...55 2.. . Goiás 2...359. .. 2. .. .93 3.95 10.40 2..59 ..706.) Informação não disponível..808. (3) Remuneração corresponde ao vencimento.064.33 7.502. ACRESCIDO de adicionais. .25 ...54 5. 3.359..95 2..22 3.....787. .. ..91 1. .594.777.95 2.. .353...087.27 3. ....515. . .515.787.013.95 .182.33 12.60 9.878.677. ...593.502.926.831... ...36 2..00 6.42 1. 7...971.08 4.. .. 7.14 15..55 10.106..043. .96 1.133.029.... .623....964.126. . 12.. .66 6.. .. .350.62 2..89 2.67 3.95 2.071..25 2.638...715.91 .21 ...83 2....308. .. . . ... Dado de 31 de dezembro de 2012. ..094..... ...47 . Roraima 1. ... .00 2. 13. São Paulo 769....094..368..31 2.08 4.11 10..559.18 2.89 2.93 .035. ...514.06 2..709. .. .06 ...11 2... ...325.01 8.382.25 2..221. 9.81 3...03 2.81 3.02 Rio Grande do Norte 2..831. . Continua Fonte: Ministério da Justiça/Secretaria Nacional de Segurança Pública (SENASP).52 ..035..... . 1..926. .126.971. 2.765.... Bahia .16 4...33 7. .185.44 15.. .83 2..33 . ....042. .221. Paraná 3.361. Mato Grosso .361.38 678. .31 ..675.18 7..971... .126.. Distrito Federal 7. Rio Grande do Sul . ..... 802.41 3.59 9.78 5.216.41 3.74 . ..971. Dado de 31 de dezembro de 2012 74 . .55 9. Mato Grosso do Sul .97 2.319.628..87 2.. 2.68 7..514. . 1.. .475..... . (.... . .93 ..81 777.837.854.59 . ....83 1.54 ..867.56 . . ...732...79 .....68 13. .00 2.10 3.03 2.672. .797.. . .78 2.... Pesquisa Perfil das Instituições de Segurança Pública. . Tocantins 3... 12..724.71 10...706.... . .87 12... (1) Caso a carreira esteja vinculada à Polícia Civil... Minas Gerais ....00 ..42 3... . .33 . .98 802...961....56 1.37 3.. 4. ...37 12. .. 769. . . Maranhão ...492....94 . 678....266.95 2..90 9. ..40 2.278.56 .74 8. . .. ..029. Santa Catarina 1. Alagoas 2. ( . ..05 4.614.071.271.... . . . EXCLUÍDO de adicionais.... . . Rio de Janeiro .595....09 7.071.. . .514. 7.104.33 ..255.34 ...91 9. gratificações ou outras vantagens pecuniárias comuns a todos os profissionais da respectiva categoria. ...55 .724.. .. Espírito Santo 2..32 989.68 9.. Pernambuco 1.. .34 .881. Ceará ....182.278.83 ....... . ...41 7. . .02 956..154.368.. Pará ..29 7...256..Polícia Civil Unidades da Federação – 2012 em reais correntes Carcereiro ou Agente Delegado Escrivão Comissário nomenclaturas Inspetor similares Inicial Bruto (2) Inicial Bruta (3) Inicial Bruto (2) Inicial Bruta (3) Inicial Bruto (2) Inicial Bruta (3) Inicial Bruto (2) Inicial Bruta (3) Inicial Bruto (2) Inicial Bruta (3) Inicial Bruto (2) Inicial Bruta (3) Remuneração Remuneração Remuneração Remuneração Remuneração Remuneração Vencimento Vencimento Vencimento Vencimento Vencimento Vencimento Unidades da Federação Acre 870.. .964.....65 3.....05 .767. 10. .....765.82 1....559.. ou salário base.52 4... ....58 2.. .37 1.. ..00 2.514.17 2.21 2.41 3....699... 3. .104. . Amapá 3..33 13. Sergipe 3. Amazonas ..68 2. ... ou salário base. . . 2.81 2.325..971......126.758.31 2. ..126.93 13.444..394.266.98 7.. Piauí 2. 9..585..40 .... ...777.81 ... .91 2.33 7.382.47 7.00 870.735.085...28 ......81 2..900..78 1... . . .514.308. ..585.95 ....28 .043.952...623...97 2...03 .) Fenômeno inexistente. .. ....732..56 Rondônia 2.468..385.303...01 ..... .109. gratificações ou outras vantagens pecuniárias comuns a todos os profissionais da respectiva categoria.02 673. (2) Vencimento refere-se ao soldo..514.29 783.. TABELA 35 · Vencimento Inicial Bruto e Remuneração Inicial Bruta ..

.06 1. Pernambuco .680.. . .700. Distrito Federal ..129..68 13.84 .. ..37 3.31 2. ...64 6.818. .68 5.49 5..41 Paraná 4. Maranhão 2.99 1.... .308.265....... .. 2..14 3.31 6. ..... .32 2. . . 3.. . .60 7.309.368.66 5.368... ..216..022... .859... .78 7.17 2.317....25 1. ..900.. .511.04 1. ...10 4.087.. .. Paraíba .... ... Pará 673.. .514.309.....456.14 1. .38 4. . . 8. 13.. ..130. . 4.21 2..881..216. . ..32 1.. Minas Gerais 2....625. .. .446.152.219.700.... .40 5.04 Bahia 783. ..41 3.42 7.10 4.64 6.. . . Ceará .40 5.51 3....09 4.. . .05 4. .085.. .30 .. .698.275.. .900. . .... . .900.309..37 3.. 4..020..21 .... 3... .33 7.66 6.91 8... .39 9.....361....79 ..020.03 3.130...... .57 2.... 8.. . . ..38 4.087.758..84 956..33 .41 5. em reais correntes Perito criminal Médico legista Papiloscopista Investigador ou nomenclaturas ou nomenclaturas ou nomenclaturas Outro similares (1) similares (1) similares (1) Inicial Bruto (2) Inicial Bruta (3) Inicial Bruto (2) Inicial Bruta (3) Inicial Bruto (2) Inicial Bruta (3) Inicial Bruto (2) Inicial Bruta (3) Inicial Bruto (2) Inicial Bruta (3) Remuneração Remuneração Remuneração Remuneração Remuneração Vencimento Vencimento Vencimento Vencimento Vencimento Unidades da Federação Acre .40 2..034.502.00 1..382..26 1. .84 3....385.419..91 2. . .. ...14 1..25 1.765.368. .....515.83 ..13 3........ ..67 3. Amapá . .04 ..878...03 3.. 8. 4. .709.680.514..195....56 ..78 Goiás . ...... 673...... . Rondônia . Rio Grande do Sul 578.... .068.446..13 3.078.74 .......68 13.221. 2..00 ..42 7.. .68 7. ....83 2. . 3. ...66 6......085..... ..68 13... .03 2.818. ....368.49 ..881. 1.638.. Rio de Janeiro 378.44 15. . .84 ..022. . ......89 2.610.44 15.096.. 1...266...05 4.84 1... .14 2..34 2.79 .767..900. 3.700. ...848..... .. .680. ..06 4.. .03 3...680..36 . . . .....219.064. Sergipe .456.64 6. ..258.206.473..706..18 2.493. Santa Catarina . ............00 6.78 7.638.221..21 2. .. . .. ..078.... ... .724..859..709. .78 .275.07 Tocantins ...797. ....39 9.59 .. ... Espírito Santo 3.. . ...206.. .502.854.05 . . .68 5.... Roraima .594..854. .68 2........ Conclusão 75 ..84 793...00 ...926.515..64 . . Alagoas .. .68 5. 3.. .. . . .57 Rio Grande do Norte .60 7... .51 .818.05 ..40 5. Mato Grosso do Sul 2.37 Amazonas 1.. .511..863..361.797.096. ....41 5.73 1. 1... Piauí .. ... ..724.79 1... .625..99 Mato Grosso 2.042...126..... ...62 São Paulo 989. .964..700.88 3.02 956.34 .. .808..275.65 3...65 3.13 5.473.

85 6.06 5.027.85 12..08 6.42 898.367.354.602.13 12.39 Minas Gerais 9.728.83 3.66 5.94 Goiás 15.74 10.854.322.289.649.442.87 12.79 11.92 9.39 8. gratificações ou outras vantagens pecuniárias comuns a todos os profissionais da respectiva categoria.441.55 6..559.760.21 6.46 5.70 4.53 9.698..557.888.26 6.79 2.936.446.00 Rio de Janeiro 1. 8.558. .530.36 13. Fórum Brasileiro de Segurança Pública..667.682..81 .. ACRESCIDO de adicionais.67 8.78 14.00 10.97 11.018.409.71 20. 11.937.009.13 Ceará 323..977.71 7.12 10.38 5.490..22 6.618..15 7.510.805.190.74 4.865. ou soldo.02 13.703.719.52 7.246.049.543..11 9..508..01 1.30 Bahia .48 10.476.55 12.80 4.66 4.625.519.52 1.074.22 12.00 5. 76 .322.654.347.80 12.29 9.071.442.31 2.29 7.291.920.90 8. Dado de 31 de dezembro de 2012.932.925.37 7.869.36 4.36 12.97 1..609.892. TABELA 36 · Vencimento Inicial Bruto e Remuneração Inicial Bruta ..65 9.282.74 12.421...28 7.757.92 2.857. 6.590.053..00 3..851.40 4..851.254.79 3.23 5.17 .712.968. (2) Remuneração corresponde ao vencimento.24 21. 8.67 7.66 Mato Grosso 17.293.442. Pesquisa Perfil das Instituições de Segurança Pública.446.80 ..817.19 7.252. 9..701.095.812.784.26 7..097.102. Dado de 31 de dezembro de 2012.647.38 4.400.587.81 5..670..98 242.795.74 9.584.31 5.00 . ..89 19.800.99 5.96 Paraná 14.316.196.922..425.75 Santa Catarina 5.77 Distrito Federal 2.680.32 . (..89 7. 11.81 1.) Informação não disponível .247..58 10.42 6.06 12.868.10 10..521.34 12.495.928..27 5.98 9.110.341.343.057.585.928.98 7.48 ..306.78 15. 5..423.109.19 9.65 13.06 1.733.094.195..23 6.46 2.94 6.36 .90 10.850.56 5.467.75 11.671.31 15.227..367..699.561.05 1.791.46 Sergipe 10.81 7.334..184.04 São Paulo 9. 7.416..211.98 9.74 9.077.364.19 13.58 6.98 3.21 8. .456.52 12.77 6.69 .23 .94 Mato Grosso do Sul 15.45 8.097.62 6.34 7.234.946.73 . 7.638.293.34 2.956.918.422.496.00 6.82 10.72 15. .88 11.91 17.927.47 5.99 7.479.13 8.206.18 8..296.60 15.56 9..956.057.13 14.66 3. 8.394.225.98 10.561.33 11. 7.. 6.873.00 Alagoas 11.638.45 13.59 5..80 2.75 Tocantins 12.23 2....842.477.79 1.488. .400.170.89 . 10.30 5.84 11.14 4..707.060.13 15..562.345...06 3. Rondônia 9.81 2.44 .892.38 .70 8.24 5.97 7.938..30 9..89 5. .20 .203.82 2.060.83 6.63 .291.74 Pará 6.78 193..435..858.475.559.580..540.523.529..79 9.93 1.81 Paraíba 4.59 .540.84 8.385.612.459.15 7.97 5.35 . .29 1.05 12.561.31 3.60 . ..227.531.249.84 3. Rio Grande do Sul 7.19 11..92 4.029. 3.400.577.00 16.17 8.227..610.94 5.56 6.294.38 7.562.585.29 5.442.38 9. 5. 9. 13.31 13.39 8.25 1.083.095.643.035. (1) Vencimento refere-se ao soldo.75 18..57 Espírito Santo 10.71 5.86 258.63 5.960..062.89 7.083..081.975.52 14. Piauí 10.83 12.26 9.896. ou salário base. 10. 5. .85 4.07 8.153.428.33 7.00 4.00 7.062.470.206.561..82 4.929.295.79 3.701.85 11. EXCLUÍDO de adicionais.515.496. gratificações ou outras vantagens pecuniárias comuns a todos os profissionais da respectiva categoria.548.56 11.115. .354.68 1.602.07 8.31 Maranhão 12..19 6..46 5..42 13.303.39 5.92 13.78 1.53 9.77 9. 9.50 6..17 3.98 274.913.84 10.083.535.44 4.93 4.759.580.895.353.00 2.10 10.81 4.289.49 7.964.904. Continua Fonte: Ministério da Justiça/Secretaria Nacional de Segurança Pública (SENASP).456.82 Rio Grande do Norte .88 Roraima .78 14.176..36 Amapá 11.467.441.314.628.424...98 7.375.24 290..70 4.151.940. 6..60 14.28 13.969.237..64 1.36 4. .444..211.36 7.369.444.00 2. 10.37 7.682.080.024.91 14.98 3.55 4.486.00 5..61 6.63 Amazonas 2.608.26 .166.121.00 3.339..00 4.103.00 8.284.237..560.884.784.26 9.368.21 9.66 5.27 6.370.078.70 9.25 .882.978..27 Pernambuco .27 5.06 8.120.475.706.456.851.692.164.41 7.508.39 6.37 2.28 5.Polícia Militar Unidades da Federação – 2012 em reais correntes Coronel Tenente Coronel Major Capitão Tenente Aspirante a oficial Inicial Bruto (1) Inicial Bruta (2) Inicial Bruto (1) Inicial Bruta (2) Inicial Bruto (1) Inicial Bruta (2) Inicial Bruto (1) Inicial Bruta (2) Inicial Bruto (1) Inicial Bruta (2) Inicial Bruto (1) Inicial Bruta (2) Remuneração Remuneração Remuneração Remuneração Remuneração Remuneração Vencimento Vencimento Vencimento Vencimento Vencimento Vencimento Unidades da Federação Acre 2.925.506.018.027. .81 .596.000.00 8..858.51 9.89 5.743.403.86 10.56 7..99 6.92 8.47 4.874.726.62 4. .490.70 6.698. ou salário base.625..904.009.024.596.503.33 4.26 ..27 6.

em reais correntes
Cadete e aluno-oficial
Inicial Bruto (1) Subtenente Sargento Cabo Soldado Aluno soldado (em curso)

Inicial Bruta (2)

Inicial Bruto (1)

Inicial Bruta (2)

Inicial Bruto (1)

Inicial Bruta (2)

Inicial Bruto (1)

Inicial Bruta (2)

Inicial Bruto (1)

Inicial Bruta (2)

Inicial Bruto (1)

Inicial Bruta (2)
Remuneração

Remuneração

Remuneração

Remuneração

Remuneração

Remuneração
Vencimento

Vencimento

Vencimento

Vencimento

Vencimento

Vencimento
Unidades da Federação

Acre 1.276,80 3.316,92 1.233,91 4.247,20 1.082,38 3.902,55 658,58 2.735,48 615,49 2.571,42 537,60 1.980,95
Alagoas 1.731,21 1.731,21 4.462,95 4.462,95 2.997,36 2.997,36 2.391,99 2.391,99 2.446,07 2.446,07 1.163,43 1.163,43
Amapá 3.925,14 3.925,14 5.464,32 5.464,32 4.741,18 4.741,18 2.735,30 2.735,30 2.498,07 2.498,07 1.527,75 1.527,75
Amazonas 1.015,82 2.934,58 1.198,34 4.095,32 3.276,79 10.485,34 947,90 2.443,79 900,89 2.128,90 698,97 1.321,01
Bahia ... 1.537,25 ... 3.402,16 ... 3.118,22 ... 2.837,13 ... 2.637,20 ... 678,00
Ceará 97,00 3.465,22 177,86 3.471,51 161,68 3.221,58 103,46 2.707,33 90,54 2.638,61 64,66 1.713,29
Distrito Federal 521,64 3.473,51 1.393,80 7.565,56 1.058,92 5.957,23 692,76 4.449,57 609,96 4.122,05 433,32 3.149,20
Espírito Santo 2.889,37 2.889,37 4.227,47 5.152,40 4.025,85 4.849,31 2.641,96 3.182,36 2.100,98 2.530,74 1.023,32 1.023,32
Goiás 4.931,55 4.931,55 5.638,31 5.638,31 4.931,55 4.931,55 3.598,06 3.598,06 3.276,58 3.276,58 2.971,95 2.971,95
Maranhão 2.495,13 2.495,13 3.748,84 3.923,58 3.330,94 3.487,67 2.495,13 2.628,56 2.396,80 2.527,06 457,49 457,49
Mato Grosso 3.548,95 3.548,95 5.379,04 5.379,04 4.034,28 4.034,28 3.227,43 3.227,43 2.151,62 2.151,62 1.479,24 1.479,24
Mato Grosso do Sul 3.087,23 3.087,23 5.834,37 5.834,37 3.544,63 3.544,63 2.890,46 2.890,46 2.200,00 2.200,00 1.440,14 1.440,14
Minas Gerais 3.806,52 4.948,48 4.892,74 7.339,11 3.358,88 4.030,65 2.911,24 3.202,36 2.515,41 2.515,41 2.152,07 2.152,07
Pará 793,85 1.118,85 2.659,39 3.344,39 2.368,34 2.898,34 2.024,61 2.434,61 1.928,20 2.253,20 622,00 947,00
Paraíba 1.365,81 1.365,81 1.557,98 3.802,09 1.365,81 3.315,21 882,78 2.239,32 790,14 2.031,19 622,00 622,00
Paraná 2.480,12 3.194,40 5.484,18 8.266,27 4.455,09 6.682,63 3.548,59 5.322,88 3.225,99 4.838,98 1.463,03 1.463,03
Pernambuco ... ... ... 5.099,23 ... 3.887,92 ... 2.871,98 ... 2.461,70 ... ...
Piauí ... ... 2.363,00 2.615,00 2.164,00 2.407,00 1.793,00 2.019,00 1.704,00 1.926,00 852,00 852,00
Rio de Janeiro 590,76 1.580,28 898,84 5.734,60 826,05 4.906,75 590,76 2.751,46 512,89 2.284,93 423,19 1.132,02
Rio Grande do Norte ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ...
Rio Grande do Sul 2.778,03 2.778,03 ... ... 2.170,25 2.170,25 ... ... 1.375,71 1.375,71 1.150,51 1.150,51
Rondônia 1.401,27 1.401,27 4.075,54 5.038,37 2.765,87 3.563,68 2.505,00 3.269,94 2.362,07 3.109,00 988,03 988,03
Roraima ... 4.275,96 ... 5.100,81 ... 4.508,58 ... 2.772,20 ... 2.520,69 ... 1.733,73
Santa Catarina 2.754,43 4.361,58 2.282,67 5.943,63 1.796,04 5.162,28 1.472,02 4.158,46 1.229,06 3.806,63 1.229,06 2.385,86
São Paulo 2.835,99 2.835,99 4.037,08 5.295,40 3.490,98 4.381,27 3.045,44 3.757,51 2.814,50 3.023,29 2.537,90 2.537,90
Sergipe 3.419,57 4.616,42 4.093,23 5.525,86 2.999,62 4.049,49 2.726,92 3.681,34 2.081,37 2.705,78 1.040,68 1.352,89
Tocantins 3.862,44 ... 5.752,60 ... 4.905,74 ... 3.778,71 ... 3.057,77 ... 1.520,15 ...
Conclusão

77

TABELA 37 · Vencimento Inicial Bruto e Remuneração Inicial Bruta - Corpo de Bombeiros Militar
Unidades da Federação – 2012
em reais correntes
Coronel Tenente Coronel Major Capitão Tenente Aspirante a Oficial
Inicial Bruto (1)

Inicial Bruta (2)

Inicial Bruto (1)

Inicial Bruta (2)

Inicial Bruto (1)

Inicial Bruta (2)

Inicial Bruto (1)

Inicial Bruta (2)

Inicial Bruto (1)

Inicial Bruta (2)

Inicial Bruto (1)

Inicial Bruta (2)
Remuneração

Remuneração

Remuneração

Remuneração

Remuneração

Remuneração
Vencimento

Vencimento

Vencimento

Vencimento

Vencimento

Vencimento
Unidades da Federação

Acre 2.768,11 11.976,28 2.516,46 10.116,78 2.437,98 8.595,34 1.950,38 7.327,45 1.585,66 6.313,14 ... ...
Alagoas ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ...
Amapá 11.018,85 ... 10.400,97 ... 9.057,38 ... 7.508,26 ... 6.199,30 ... 5.496,63 ...
Amazonas 9.335,51 12.636,40 8.495,65 11.473,08 7.687,67 10.354,53 6.653,42 8.918,23 5.976,12 7.986,42 4.087,66 5.353,76
Bahia ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ...
Ceará 9.153,24 9.153,24 7.486,98 7.486,98 6.176,83 6.176,83 5.490,98 5.490,98 4.121,78 4.121,78 3.490,77 3.490,77
Distrito Federal 2.760,00 15.358,31 2.649,60 14.830,98 2.530,92 13.168,86 2.130,12 11.255,36 1.943,04 9.887,00 1.548,36 7.851,78
Espírito Santo 10.442,05 13.778,05 8.680,74 11.454,05 7.422,67 9.794,04 6.416,55 8.466,04 5.158,12 6.806,02 4.403,27 5.801,03
Goiás 15.561,78 ... 14.027,52 ... 12.602,85 ... 11.024,97 ... 7.561,71 ... 5.638,31 ...
Maranhão 12.291,28 ... 9.476,58 ... 8.444,91 ... 6.932,28 ... 4.461,74 ... 3.920,92 ...
Mato Grosso 17.596,91 17.596,91 14.083,13 14.083,13 12.323,74 12.323,74 9.858,19 9.858,19 7.868,55 7.868,55 ... ...
Mato Grosso do Sul 15.698,31 15.698,31 13.441,19 13.441,19 11.925,56 11.925,56 9.442,77 9.442,77 6.562,27 6.562,27 6.009,39 6.009,39
Minas Gerais 9.682,79 14.524,19 8.734,00 12.227,59 7.784,91 10.120,38 7.206,07 8.647,28 6.410,96 7.052,05 4.892,74 4.892,74
Pará 8.138,61 10.103,61 7.237,56 8.397,56 5.876,07 6.836,07 4.641,90 5.401,90 3.115,15 3.675,15 2.381,65 2.741,55
Paraíba 8.805,50 10.174,59 7.018,81 8.073,22 6.164,66 7.204,48 5.341,54 6.366,72 4.520,37 5.330,91 3.115,96 3.745,14
Paraná 14.354,24 21.531,36 13.670,71 20.506,06 12.896,89 19.345,34 12.282,75 18.424,13 7.365,97 11.048,95 5.456,27 5.456,27
Pernambuco 10.212,53 13.712,53 8.651,11 11.178,19 7.015,84 9.449,53 5.855,33 7.673,73 5.116,82 6.418,82 1.790,80 1.790,80
Piauí 10.115,34 10.260,34 7.671,22 7.826,22 5.927,30 6.072,30 4.712,46 4.857,46 ... ... ... ...
Rio de Janeiro ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ...
Rio Grande do Norte 11.000,00 14.352,51 9.900,00 12.917,25 8.800,00 11.482,00 7.700,00 10.046,75 6.050,00 8.611,50 5.500,00 5.500,00
Rio Grande do Sul ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ...
Rondônia ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ...
Roraima 3.473,39 9.218,21 3.334,46 8.869,49 3.185,11 8.494,62 2.507,79 6.293,00 2.214,25 5.614,93 1.948,58 5.001,22
Santa Catarina 5.590,00 15.000,00 5.424,00 12.657,00 5.168,00 10.874,00 4.925,00 7.242,00 4.586,00 5.912,00 3.950,00 5.534,00
São Paulo 9.450,40 14.150,06 8.751,74 13.090,43 8.119,48 12.131,50 7.547,30 11.263,70 5.526,68 10.478,34 5.252,84 7.783,76
Sergipe 10.682,60 17.092,16 9.289,21 14.398,28 8.444,75 12.667,13 7.343,26 10.647,73 4.895,50 6.608,93 4.093,22 6.354,73
Tocantins 12.874,80 12.874,80 11.587,32 11.587,32 10.428,59 10.428,59 9.385,73 9.385,73 7.503,20 7.503,20 5.752,60 5.752,60
Continua

Fonte: Ministério da Justiça/Secretaria Nacional de Segurança Pública (SENASP); Pesquisa Perfil das Instituições de Segurança
Pública; Fórum Brasileiro de Segurança Pública.
(...) Informação não disponível .
( - ) Fenômeno inexistente.
(1) Vencimento refere-se ao soldo, ou salário base, EXCLUÍDO de adicionais, gratificações ou outras vantagens pecuniárias
comuns a todos os profissionais da respectiva categoria. Dado de 31 de dezembro de 2012.
(2) Remuneração corresponde ao vencimento, ou soldo, ou salário base, ACRESCIDO de adicionais, gratificações ou outras
vantagens pecuniárias comuns a todos os profissionais da respectiva categoria. Dado de 31 de dezembro de 2012.

78

em reais correntes
Cadete e aluno-oficial
Inicial Bruto (1) Subtenente Sargento Cabo Soldado Aluno soldado (em curso)

Inicial Bruta (2)

Inicial Bruto (1)

Inicial Bruta (2)

Inicial Bruto (1)

Inicial Bruta (2)

Inicial Bruto (1)

Inicial Bruta (2)

Inicial Bruto (1)

Inicial Bruta (2)

Inicial Bruto (1)

Inicial Bruta (2)
Remuneração

Remuneração

Remuneração

Remuneração

Remuneração

Remuneração
Vencimento

Vencimento

Vencimento

Vencimento

Vencimento

Vencimento
Unidades da Federação

Acre 1.223,60 3.636,23 1.182,49 3.833,75 810,36 3.465,97 631,14 2.476,69 589,86 2.372,50 492,20 1.637,82
Alagoas ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ...
Amapá 3.925,14 ... 5.464,32 ... 3.542,79 ... 2.735,30 ... 2.498,07 ... 1.527,75 ...
Amazonas 3.431,76 4.505,43 3.896,43 5.136,76 3.442,25 4.511,83 2.325,11 2.965,57 2.025,52 2.551,29 1.256,86 1.523,18
Bahia ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ...
Ceará 3.465,77 3.465,77 3.471,54 3.471,54 3.221,58 3.221,58 2.707,33 2.707,33 2.638,61 2.638,61 1.713,29 1.713,29
Distrito Federal 609,96 4.652,73 1.393,80 8.520,47 1.214,40 7.764,38 692,76 5.219,34 609,96 4.956,77 433,32 3.913,63
Espírito Santo 4.277,47 5.644,02 4.277,47 5.644,02 3.648,43 4.814,01 2.641,96 3.486,03 2.100,98 2.772,22 1.069,37 1.069,37
Goiás 4.931,55 ... 5.638,31 ... 4.931,55 ... 3.598,06 ... 3.276,58 ... 2.971,95 ...
Maranhão 2.495,13 ... 3.748,84 ... 2.679,50 ... 2.495,13 ... 2.396,80 ... ... ...
Mato Grosso 5.467,94 5.467,94 5.379,04 5.379,04 4.841,14 4.841,14 3.765,33 3.765,33 2.958,48 2.958,48 ... ...
Mato Grosso do Sul 4.013,40 4.013,40 5.834,37 5.834,37 3.544,63 3.544,63 2.890,46 2.890,46 2.200,00 2.200,00 1.440,14 1.440,14
Minas Gerais 4.360,59 4.360,59 4.892,74 7.339,11 4.360,59 6.104,82 2.911,24 3.493,48 2.515,42 2.766,96 2.152,06 2.152,06
Pará ... ... 3.191,40 3.551,40 2.376,16 2.526,16 2.227,07 2.312,07 1.873,99 1.893,99 ... ...
Paraíba 1.365,81 1.825,81 3.286,96 3.916,14 2.851,61 3.416,15 1.817,75 2.298,38 1.610,39 2.076,39 ... ...
Paraná ... ... 5.484,18 8.226,27 3.809,89 6.682,63 3.548,59 5.322,88 3.225,99 4.838,98 1.463,03 1.463,03
Pernambuco 975,70 975,70 4.009,05 5.030,87 3.481,55 4.393,50 2.215,63 2.830,92 1.961,70 2.430,35 970,42 970,42
Piauí ... ... 2.363,90 2.508,90 ... ... 1.793,42 1.938,42 1.704,10 1.849,10 852,05 852,05
Rio de Janeiro ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ...
Rio Grande do Norte 3.399,00 4.667,96 5.500,00 7.176,25 3.300,00 5.741,00 2.750,00 3.588,13 2.200,00 2.870,50 622,00 622,00
Rio Grande do Sul ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ...
Rondônia ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ...
Roraima 1.754,06 4.113,37 1.754,06 4.902,70 1.297,88 3.498,10 941,28 2.674,37 837,09 2.433,67 574,44 1.683,34
Santa Catarina 3.043,00 3.748,00 2.390,00 4.124,00 2.025,00 2.765,00 1.580,00 1.817,00 1.418,00 1.696,00 1.337,00 2.050,00
São Paulo 2.523,46 3.221,76 4.062,46 5.530,91 3.275,20 3.950,00 3.070,82 3.500,00 2.316,90 3.200,00 2.040,30 2.563,28
Sergipe 4.707,21 6.344,49 4.093,22 6.344,49 2.999,62 4.499,43 2.726,91 3.817,67 2.492,63 3.246,92 2.081,37 2.705,78
Tocantins 3.862,40 3.862,40 5.762,60 5.762,60 4.905,74 4.905,74 3.778,71 3.778,71 3.057,77 3.057,77 ... ...
Conclusão

79

também no interior das próprias polícias. pois constitui (1 policial/710 habitantes). o que representa média da remuneração do Agente de Polícia. colocando em as atribuições das guardas municipais. Santa Catarina (1 um obstáculo á integração das polícias nos policial/574 habitantes). a e salários crescentes seria possível conter a principal evidência é a de que a média nacional violência. o Distrito de carreira recebe aproximadamente R$ 10. Os Merece destaque também o continente conflitos tendem a exacerbar.200 mês. criando muitas desigualdades destaca-se por apresentar a melhor relação entre nas remunerações entre as polícias como efetivo policial e tamanho da população. piores indicadores nesse sentido são Maranhão Esse fato é problemático. pode-se concluir que em das polícias estaduais. com 1 policial/135 habitantes. Já das carreiras policiais acabam se impondo sobre o Distrito Federal. O Brasil possui um efetivo superior a 520 mil Militar recebe aproximadamente R$ 6. a incidência dos crimes violentos há a necessidade premente de se regulamentar permanece em franca ascensão. A na questão da segurança pública e. 96 mil integrantes. despeito disso. As demandas corporativas habitantes) e Paraná (1 policial/528 habitantes). somando-se o contingente das polícias mês. constituindo 18% do efetivo De modo geral. Ceará (1 policial/538 diversos estados. Efetivo e remuneração nas polícias brasileiras Luis Flavio Sapori 1 1 Membro do Conselho de Administração do Fórum Brasileiro de Segurança Pública e Coordenador do Centro de Pesquisas em Segurança Pública (CEPESP) da PUC Minas. xeque o senso comum de que com mais policiais No que diz respeito à remuneração. Entretanto. no o índice de um policial para cada grupo de 363 patamar de R$ 3. 80 . comprometendo expressivo das guardas municipais. com mais de a eficiência no controle do crime. Um Delegado em início que melhor os remunera. pois é a unidade da é superior à média da remuneração inicial bruta federação mais bem dotada de efetivo policial e dos policiais militares.600 mês. A mesma discrepância é observada na militares e das polícias civis. ao passo que um Tenente da Polícia bem acima da média nacional. nesse sentido. O Distrito Federal é a comprovação de da remuneração inicial bruta dos policiais civis que isso não é o bastante. os governos. Os estados brasileiros com os do Soldado. no patamar de R$ 2. comparativamente à habitantes. É a confirmação robusta de termos de efetivo e de remuneração a situação que os municípios estão cada vez mais inseridos das polícias no Brasil está melhorando.500 por policiais.500 Federal permanece com taxas de crimes violentos por mês.

81 .

918 8.6 193 99 30.0 42 78 42. Levantamento nacional do atendimento socioeducativo ao adolescente em conflito com a lei. Abs.1 3.9 6 1 10.4 23.3 São Paulo 5.0 20.8 26.5 Mato Grosso 143 154 41.7 11. (1) Por 100 mil habitantes entre 12 e 17 anos.2 20.2 34 34 3.7 19.6 25 48 5.5 Goiás 159 202 24.1 105 102 5. Coordenação de População e Indicadores Sociais.6 94 92 9.4 264 240 26.1 17 13 2.0 46.1 194.4 Pernambuco 1. por medidas privativas de liberdade Brasil e Unidades da Federação – 2010-2011 Internação Internação Provisória Semiliberdade Ns.1 5.1 13.9 40 64 43.8 10.5 123 83 7.2 149. Abs.2 Acre 122 258 122.0 6 37 1.5 2 24 0.3 Amapá 31 32 33.8 13.9 169 202 17.1 4.7 1.5 93.023 1.7 31.7 15 9 16.6 2 26 0.2 76.2 230 251 14.6 62.4 Sergipe 76 55 30.4 21.6 16.9 Pará 161 235 16.5 72 48 20.8 27 28 7.População e Desenvolvimento. (-) Fenômeno inexistente.4 539 581 13.8 2.8 27 61 27.362 58.6 Espírito Santo 279 342 76.2 11 9 1.7 49 96 11.1 Piauí 57 62 15.011 128.8 4.7 253 180 22.9 105.7 46 44 5.934 4.8 13.1 15.1 20 76 11.2 166 200 45.6 Santa Catarina 168 180 26.9 9.3 67.4 9.5 54.2 27. MS/SE/Datasus.8 21 17 5.5 Amazonas 33 106 7.9 284 273 13.7 23 52 13.6 5.0 323 160 30.1 60.1 Roraima 10 6 16.4 22.6 4.9 259 302 16.6 43.4 Paraíba 151 208 35.5 2.7 9.5 Rondônia 169 163 88.8 85.8 85 69 8.585 29.0 1.9 Continua Fonte: Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República – SEDH/PR/Subsecretaria de Promoção dos Direitos da Criança e do Adolescente .4 Rio de Janeiro 344 361 22.6 1 4 0.1 64 31 4.4 105 140 10.2 9 26 2.4 44.2 9.6 254.9 Ceará 646 270 61. 82 .3 48.7 40.8 9. Fórum Brasileiro de Segurança Pública.2 22.6 42.0 Rio Grande do Norte 82 82 22.1 69 73 10.3 24.6 22.2 39 36 9.0 20.0 24.0 52 50 4.168 1. foram utilizadas estimativas populacionais entre 12 e 17 anos elaboradas no âmbito do Projeto UNFPA/IBGE (BRA/4/P31A) .7 1. Abs.SPDCA.2 Paraná 778 705 69.5 Distrito Federal 500 521 191. Taxa (1) Ns.6 106 146 10. - - Mato Grosso do Sul 164 127 60.9 - .3 16.9 15.4 19 47 10.0 29.728 1.2 22. Taxa (1) Ns.3 64.5 1.4 5.5 12 5 2.5 9.1 43.0 1.1 6.8 16.6 9.9 38 45 15.8 13 25 21.7 Minas Gerais 652 892 31.0 - 20 - 5.2 17.7 8.2 73 67 11.8 1.4 7.0 81 79 31.5 3.9 27 25 10.4 Maranhão 43 49 5.4 10.IBGE.041 13. sistema socioeducativo TABELA 38 · Adolescentes em conflito com a lei. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística .0 5.0 1.0 Tocantins 80 42 46.6 33. Nota: Para o cálculo das taxas.3 29.7 Rio Grande do Sul 669 737 64.1 Alagoas 116 172 29.9 173 195 66.6 23.5 Bahia 278 332 17.1 73.3 39.5 7.4 10.2 27 26 9.058 102.318 19.5 14 9 3.107 6.0 69.0 13.5 14. Taxa (1) Brasil e Unidades da Federação 2010 2011 2010 2011 2010 2011 2010 2011 2010 2011 2010 2011 Brasil 12.

456 1.7 94.1 130 127 35.041 1.3 434 346 67.0 203.2 297.5 12.083 935 96.4 141 125 56.7 106 106 12. Abs.2 1.4 36.8 29.814 8.8 83.8 35.8 54.4 49.5 38.074 570 102.9 161 245 40.8 53.2 52.0 833 914 53.267 50.1 111.3 212 309 49.7 58.9 390. Taxa (1) 2010 2011 2010 2011 17.4 1.703 19.2 239 284 37.5 86 105 93.8 123 170 71.5 72.3 112. Total Ns.4 1.0 193 199 70.3 215 180 62.6 72.3 97.1 29 32 48.4 59 108 15.3 860 952 82.1 67 180 14.5 459 551 125.595 85.177 171.2 89.9 189 214 99.5 1.9 150.8 27.8 754 795 288.500 146.5 61.5 149.3 61.7 Conclusão 83 .0 289 361 29.2 43.1 191 397 191.1 6.4 52.3 465 446 28.

463 559 12. por medidas privativas de liberdade e sexo Brasil e Unidades da Federação – 2010-2011 Internação Internação Provisória Semiliberdade 2010 2011 2010 2011 2010 2011 Brasil e Unidades da Federação Feminino Masculino Feminino Masculino Feminino Masculino Feminino Masculino Feminino Masculino Feminino Masculino Brasil 578 11.. Mato Grosso do Sul 24 140 - 154 - 27 - 26 - 2 - 24 Minas Gerais 30 622 30 862 13 271 17 256 5 100 4 98 Pará 9 152 6 229 3 91 3 89 - 34 1 33 Paraíba 8 143 14 194 1 48 5 91 - 12 - 5 Paraná 35 743 36 669 28 225 17 163 1 51 6 44 Pernambuco 59 964 35 1.SPDCA.503 9 530 17 564 Sergipe - 76 10 45 1 37 5 40 1 26 5 20 Tocantins 2 78 - 42 2 18 20 56 - 23 - 52 Continua Fonte: Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República – SEDH/PR/Subsecretaria de Promoção dos Direitos da Criança e do Adolescente . Fórum Brasileiro de Segurança Pública. TABELA 39 · Adolescentes em conflito com a lei.043 92 1.722 51 1.867 289 5. Levantamento nacional do atendimento socioeducativo ao adolescente em conflito com a lei.716 272 4..117 82 1.803 218 3. (-) Fenômeno inexistente. 84 .636 104 1.814 Acre 11 111 11 247 6 36 13 65 3 24 7 54 Alagoas 9 107 22 150 - 39 - 36 - 6 - 37 Amapá 3 28 - 32 7 33 5 59 - 15 4 5 Amazonas 1 32 10 96 3 22 36 12 2 7 10 16 Bahia 18 260 10 322 10 113 5 78 - 64 - 31 Ceará 35 611 - 270 7 316 - 160 5 100 - 140 Distrito Federal 18 482 9 512 6 167 7 188 - 81 - 79 Espírito Santo 1 278 8 334 17 149 13 187 - 14 - 9 Goiás 7 152 12 190 5 64 2 71 - 11 - 9 Maranhão 3 40 6 43 5 41 - 44 - 17 - 13 Mato Grosso 10 133 3 124 1 71 - 48 - - - .023 24 240 14 226 23 146 25 177 Piauí 2 55 6 56 2 - - 26 - - - 20 Rio de Janeiro 18 326 10 351 16 243 20 282 21 209 15 236 Rio Grande do Norte 7 75 2 80 2 25 3 25 6 15 2 15 Rio Grande do Sul 13 656 24 713 5 101 1 145 3 82 2 67 Rondônia 2 167 5 158 2 17 - 47 1 - - 4 Roraima - 10 1 5 1 12 - 25 - 6 - 1 Santa Catarina 13 155 - 180 - 193 4 95 12 61 6 61 São Paulo 240 4.

426 4 55 6 102 55 778 45 869 15 115 7 120 21 839 27 925 5 184 5 209 1 28 1 31 25 409 10 336 300 6.027 - 570 24 730 16 779 18 441 21 530 12 227 14 270 8 98 6 100 11 204 3 172 24 169 - 204 48 993 51 1.789 2 139 20 105 4 119 20 150 Conclusão 85 .815 935 18. Total 2010 2011 Feminino Masculino Feminino Masculino 888 16.514 388 7.350 74 1.019 59 876 106 1.660 20 171 31 366 9 152 22 223 10 76 9 96 6 61 56 124 28 437 15 431 47 1.216 12 277 10 351 9 203 19 290 64 1.

5 2 Minas Gerais 323 305 186 54 113 146 41 31 40 11 38 7 7 Pará 146 12 64 11 38 17 7 8 . (-) Fenômeno inexistente.415 5. 4 1 17 2 1 4 . 3 7 4 2 6 7 Continua Fonte: Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República – SEDH/PR/Subsecretaria de Promoção dos Direitos da Criança e do Adolescente . 86 .3 1. Levantamento nacional do atendimento socioeducativo ao adolescente em conflito com a lei.148 661 543 516 430 288 269 231 164 % 38.2 3. 1 2 . .7 Acre 63 31 10 9 5 21 3 . 2 5 1 Amapá 25 5 31 . 54 28 12 4 20 36 Piauí 41 7 35 15 4 9 1 . 9 3 8 1 Paraíba 54 34 46 20 66 9 5 3 8 6 .0 2. 2 3 1 . 8 3 3 4 . 10 13 Distrito Federal 338 73 70 42 43 52 .2 1.5 2. TABELA 40 · Atos infracionais Brasil e Unidades da Federação – 2011 Atos infracionais Busca e apreensão Homicídio tentado Ameaça de morte Porte de arma de Lesão corporal Roubo tentado Homicídio Latrocínio Estupro Tráfico Outros Roubo Furto fogo Brasil e Unidades da Federação Brasil 8. Fórum Brasileiro de Segurança Pública. 92 31 . 3 . 55 38 17 . 10 1 Rondônia 77 16 40 36 12 13 20 12 22 2 4 3 - Roraima 23 . 7 1 Mato Grosso do Sul 71 49 32 7 17 4 53 13 13 1 .4 5. 1 2 Tocantins 26 8 29 15 9 7 . 2 - Paraná 346 162 204 26 37 16 38 26 16 9 6 18 5 Pernambuco 528 320 217 78 126 70 .6 5.852 1. 4 - Alagoas 60 27 13 11 6 7 . 1 Bahia 709 524 128 295 303 34 2 .863 1. 21 1 . 2 2 2 1 3 .0 0.244 1. 24 117 30 38 - Ceará 489 78 140 41 109 46 .665 3. 1 3 Amazonas 11 .6 8. 20 46 13 .9 1. 9 - São Paulo 3. 12 13 Rio Grande do Norte 73 2 20 4 5 8 6 1 6 4 . 1 . 2 . 24 4 1 Espírito Santo 208 162 76 23 17 31 17 45 18 9 19 10 6 Goiás 149 30 55 37 12 14 6 5 7 5 .3 1.SPDCA. 4 - Rio Grande do Sul 376 206 115 36 64 53 . 7 4 7 4 4 Rio de Janeiro 319 378 53 44 11 . 63 51 3 13 . 20 6 . - Santa Catarina 121 44 45 33 25 12 1 7 5 7 .364 158 370 94 72 254 60 87 37 127 33 47 Sergipe 36 7 20 18 9 5 . . . . 1 . 5 13 Maranhão 34 1 23 6 17 2 3 1 11 3 1 5 - Mato Grosso 104 18 20 5 .1 26.

. 2 . 279 Minas Gerais . 36 Santa Catarina . . . . 139 Conclusão 87 . . 2 . . 2 . . . 1 . . 256 Paraná . 1 316 São Paulo 43 6 10 20 30 25 . . . . .2 0. 105 2 4 2 3 5 . . . 2 2 3 . . . 5 . 665 Goiás 6 4 . . 157 Amapá 3 . . 5 1 . 952 Rondônia 1 3 . .504 Sergipe . . . 1 . . 1. .292 Ceará . 2 8. .3 0. . . . 44 Bahia 17 27 40 . 109 Mato Grosso . . . 1 . 103 Amazonas . 1.2 0. . . . Atos infracionais Latrocínio tentado Atentado violento Cárcere Privado Porte de arma Formação de Receptação Sequestro e Estelionato Brasil e Unidades da quadrilha ao pudor branca Dano Total Federação Brasil 105 78 76 75 53 51 9 6 22. .077 % 0. . .047 Distrito Federal 7 . . . . 35 . . . . . 1 . . . 4 . 175 Mato Grosso do Sul 1 9 . .5 0. 1. . . . . 812 Espírito Santo 5 15 2 1 1 . . 982 Rio Grande do Norte . . . . . 5 .308 Pará .3 0. 147 Alagoas . 3 2 3 1 357 Maranhão . . . . .0 0. 2 2. . 5 . . . . . . .4 0.0 100. . 2 . . . .509 Piauí . . 1 . . . . 133 Rio Grande do Sul 1 . . . . . 1 . 4 . 1 2 . . 2 . 141 Rio de Janeiro 14 . . . . 11 . . 1 3 . . . 2 . .0 Acre . 270 Roraima . 3 . 913 Pernambuco 5 4 . . . . . 326 Paraíba . . 2 . 1 5 1 4 .

por sua vez. sobretudo nos Estados desafio aos operadores do sistema de justiça da Região Sudeste. passando a taxa principal motivo para a privação de liberdade na nacional de 58. De Em segundo lugar. uma vez que se distancia do liberdade principalmente em Estados das Regiões princípio de excepcionalidade dessa medida Norte. ficando em segundo lugar como internação por 100 mil adolescentes (população motivo da privação de liberdade). manteve-se como das unidades da Federação.594/2012. As medidas socioeducativas estão previstas mais amplo de endurecimento penal. compete aos como instrumentos de política criminal em Estados manter os programas de atendimento resposta aos sentimentos de medo e insegurança de adolescentes em privação de liberdade e aos da população e à ausência ou ineficácia de políticas Municípios. maior parte do país. A taxa de privados de liberdade por tráfico de drogas (26. em 2010. os dados ora publicados reforçam que entre o sistema de justiça juvenil e o sistema há uma grande distância entre o que preconiza o de justiça penal. A distância entre o ECA e o sistema socioeducativo no Brasil Liana de Paula 1 1 Socióloga e professora do Departamento de Ciências Sociais da Escola de Filosofia. os dados do Anuário chamam a crescimento da aplicação das medidas privativas atenção para a porcentagem de adolescentes de liberdade na maior parte do país. Nordeste e Sul.1 em 2011. internação. de modo que as especificidades podem ser privativas de liberdade (internação do direito e da justiça juvenis são pouco tratadas na e semiliberdade) ou em meio aberto (liberdade formação dos futuros operadores desse sistema. há uma aproximação Por fim. no qual se verifica acentuada ECA e como agem os operadores da segurança tendência de encarceramento. que perpassa no Estatuto da Criança e do Adolescente como todo o sistema de justiça e independe da idade dos formas de responsabilização e de integração social infratores. na faixa etária de 12 a 17 anos) cresceu na maioria O roubo. não obstante as ocorrências Esse crescimento coloca-se como um grande de tráfico de drogas.3. assistida e prestação de serviço à comunidade). os dados do pública no país. Assim. Letras e Ciências Humanas (EFLCH) da Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). os programas em meio aberto. que regulamenta liberdade podem ser usadas pelos operadores a execução dessas medidas. as medidas privativas de acordo com a Lei 12.6% adolescentes em cumprimento de medida de do total nacional. Em primeiro lugar. As medidas ensino jurídico. a fim de que não venham a penetração da doutrina da proteção integral no cometer novos atos infracionais. Os dados desta Edição do Anuário indicam o Nesse caso. 88 . preventivas implementadas pelo poder executivo. muitas vezes motivados pelo Anuário reforçam a existência de um movimento senso comum e pelo impacto de casos midiáticos. Já os atos infracionais juvenil e aos gestores de políticas para a infância equiparados a homicídio levaram à privação de e adolescência. chamando a atenção para a necessidade da taxa de internação defendida pelo Conselho de se conhecer melhor as dinâmicas locais que Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente contribuem para a participação de adolescentes na – Conanda. Deve-se considerar também a pouca dos adolescentes. além de Minas Gerais e preconizado pelo ECA e da meta de redução Tocantins. para 64. criminalidade e as formas como essa participação Algumas hipóteses podem ser levantadas é percebida pela polícia e pelos operadores do para se compreender o crescimento da taxa de sistema de justiça juvenil.

89 .

9 77.1 Acre 22 .8 83.230 1.7 14 11 93.0 18.8 73 68 93.292 77.8 Fonte: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística .5 7.9 33.7 13.1 86.334 4.2 90.9 4.3 Santa Catarina 293 23 29 7. .1 13. Fórum Brasileiro de Segurança Pública.3 61.9 270 264 92.5 Paraná 399 90 94 22. municípios TABELA 41 · Número de municípios com estrutura na área de segurança pública Brasil e Unidades da Federação – 2009-2012 Municípios por presença ou não de estrutura específica na área de segurança Municípios que não possuem Municípios com estrutura estrutura específica na área de específica na área de segurança segurança Porcentagem Porcentagem Ns.6 87.6 23.4 76.7 Bahia 417 149 162 35.0 27.8 89.1 66.4 12. 22 22 100.7 26.8 68.9 82.2 155 150 92.8 60.3 420 430 65.6 Maranhão 217 39 41 18.6 699 703 81.3 96.9 13. - Espírito Santo 78 22 21 28.2 Paraíba 223 26 30 11.8 48 50 92.7 21.8 73.3 73.0 Amapá 16 1 5 6.8 127 119 88.8 Amazonas 62 19 25 30.1 Mato Grosso 141 14 19 9.0 .3 Distrito Federal 1 1 1 100.5 88.2 10.7 3.5 Mato Grosso do Sul 78 5 10 6.4 59.7 138 133 75.0 78 53 76.8 268 255 64.9 56 57 71.0 100.5 118 112 63.2 89 163 39.1 Goiás 246 15 33 6.273 22.3 31.9 439 437 88. Absolutos Ns.7 38. Pesquisa de Informações Básicas Conclusão Municipais 2009 e 2012.8 Rio Grande do Sul 496 56 59 11.3 29 20 31.6 309 305 77. . 90 .3 27.7 Sergipe 75 14 16 18.IBGE.1 São Paulo 645 225 215 34.5 127 122 90.2 39.1 Rondônia 52 4 2 7.5 92.5 52.4 Pará 143 16 24 11.0 Alagoas 102 24 49 23. . .2 Minas Gerais 853 154 150 18.9 178 176 82.7 Rio Grande do Norte 167 12 17 7.8 Rio de Janeiro 92 63 72 68.3 15 11 93.3 61 59 81.5 21.5 197 193 88.3 86.1 22.5 Piauí 224 135 61 60.3 78.5 48.9 86.2 16.2 26.0 81.1 17.7 Tocantins 139 9 10 6.5 78.4 Pernambuco 185 67 73 36. Absolutos (%) (%) Total de Unidades da Federação municípios 2009 2012 2009 2012 2009 2012 2009 2012 Brasil 5.7 72.2 Ceará 184 46 51 25.8 9.3 43 37 69.2 130 129 93.4 231 213 93.565 1. .0 72.3 11.2 Roraima 15 1 4 6. (-) Fenômeno inexistente.6 40.0 100.

9 14 3. .4 10 3.1 23 9.4 24 4.3 6 2.4 18 4. .6 Ceará 184 4 2.6 17 9. .9 .8 Roraima 15 . .7 São Paulo 645 30 4. Pesquisa de Informações Conclusão Básicas Municipais 2009 e 2012.4 1 0.7 9 11.3 5 6.0 Goiás 246 26 10.5 Mato Grosso 141 18 12. .6 3 3.2 7 11.3 5 8.8 Amapá 16 .3 19 7.0 6 3.6 20 8.3 Distrito Federal 1 .5 2 3.5 7 9. % Ns. 1 6.9 3 1.2 8 4.1 80 12. .3 Minas Gerais 853 40 4.1 18 19. Abs.2 4 2.4 1 0. 2 2.4 Paraná 399 25 6.6 1 0.565 246 4.4 230 4.2 11 6.7 Fonte: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística . .8 8 7.5 Mato Grosso do Sul 78 .1 Bahia 417 12 2.3 .IBGE.6 15 16. .1 8 2. TABELA 42 · Número de municípios com Fundo Municipal de Segurança e Plano Municipal de Segurança Brasil e Unidades da Federação – 2009-2012 Fundo Municipal de Segurança Plano Municipal de Segurança 2009 2012 2009 2012 Total de Unidades da Federação municípios Ns.3 1 1.8 10 4.2 1 0.6 2 1.8 10 7.9 10 9. .8 21 4. . % Ns.1 329 5. . .4 9 3.6 Sergipe 75 4 5.7 Maranhão 217 5 2. . % Ns.9 2 3.9 310 5. . .2 Rio Grande do Sul 496 27 5.5 3 1.3 Piauí 224 3 1.7 1 0.4 75 11. .6 12 5.7 2 2.9 7 5.0 Pernambuco 185 1 0.6 42 4.3 19 4.0 Paraíba 223 .0 19 13.5 6 11. .2 Pará 143 1 0.2 Rondônia 52 6 11. 1 0. 91 . - Rio de Janeiro 92 7 7. Abs.0 28 7. 1 0. (-) Fenômeno inexistente. 1 - Espírito Santo 78 12 15.2 16 3. .6 Acre 22 .3 28 7. Abs.5 1 1.8 21 14.3 Rio Grande do Norte 167 2 1.3 13 3. Fórum Brasileiro de Segurança Pública. Abs. % Brasil 5.8 1 1.4 13 16. . .9 44 5.6 1 1.7 48 5. - Amazonas 62 4 6.3 2 0.7 4 2. .9 4 3.7 33 5. .7 1 0. - Alagoas 102 5 4. .7 Tocantins 139 4 2. .7 Santa Catarina 293 10 3. .

180 3.0 Roraima 1 3 221 299 95.3 81.928 13.3 10.7 Paraná 24 31 3.8 581 582 13.3 7.257 86.468 91. .5 535 245 24. 92 .6 Pará 15 20 1. .8 136 139 18.5 8.489 92. .4 330 274 15.5 10.5 83.8 92.3 São Paulo 188 208 20.7 131 143 23.1 335 374 14. - Alagoas 36 43 1.006 939 90.3 Tocantins 4 5 269 260 87.7 12.6 80. . Absolutos Ns.382 4.8 28.6 Ceará 55 64 3.8 13.156 8.2 83 217 10.3 Goiás 5 7 2.9 2.2 71.025 2.817 82. .630 3.5 Fonte: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística .826 2.8 Rio de Janeiro 68 74 11. Absolutos % Unidades da Federação 2009 2012 2009 2012 2009 2012 2009 2012 2009 2012 Brasil 865 993 73.4 8.8 87.4 582 801 6.4 195 205 7.5 13.850 4. Fórum Brasileiro de Segurança Pública.6 Maranhão 55 72 1.9 7.8 73.452 89. (2) Inclusive os sem declaração de sexo.495 89. . .4 12.3 87.8 52.2 84.998 2.3 87.0 88.6 Paraíba 24 29 1.394 4.6 91.0 11.5 39 37 12.0 12.544 58.4 12.6 11.9 304 336 13. Absolutos % Ns.2 12. Pesquisa de Informações Básicas Continua Municipais 2009 e 2012.857 13.4 Acre .1 Rio Grande do Norte 15 20 884 1.4 19.716 75.6 11. (1) Número inferido a partir da diferença entre o total e a soma de declarados homens e mulheres.8 Mato Grosso do Sul 6 5 749 1.8 Piauí 13 12 178 142 89.5 86.352 1. .290 85.5 Bahia 160 170 8. .8 87.7 Santa Catarina 9 15 418 563 76. TABELA 43 · Número de municípios com Guardas Municipais e seu efetivo.642 14.9 20.840 17.441 86. . .115 85.7 89.0 27 26 45.4 14. .2 48.6 91.474 90.8 15.2 12.1 Rondônia 1 1 32 24 54.2 7. (-) Fenômeno inexistente.8 4.4 88. .7 92.3 10 25 4. por sexo Brasil e Unidades da Federação – 2009-2012 Municípios Efetivo Guarda Municipal com Guarda Municipal Homens Mulheres Ns.9 Pernambuco 42 50 4.525 13.2 149 164 14.420 21.0 87.932 2.673 1. .2 Amazonas 35 39 1. - Espírito Santo 8 10 1.775 85.305 84.2 26.1 373 558 10.1 79.IBGE.7 103 589 10.328 92.1 Amapá 3 4 602 584 81.8 Rio Grande do Sul 23 25 1.5 89.514 2.413 2.9 130 351 5.710 93.6 87.4 85.2 Sergipe 16 20 850 1.2 86. .310 85.2 21 19 10.2 352 417 7.5 16.2 40 66 21.8 Minas Gerais 54 59 3.2 Distrito Federal .7 112 120 10.624 82.3 100 143 6.9 Mato Grosso 5 7 149 180 78.603 89.4 450 544 10. .1 92.7 18.

802 26. . . 2.199 96.267 2.417 Rio Grande do Norte . . 308 297 Conclusão 93 . . 199 161 Rio de Janeiro . Absolutos Unidades da Federação 2009 2012 2009 2012 2009 2012 Brasil 1. .147 Pará . 1. .156 2.3 . 8. . 2. 1. .777 Rondônia . . 549 706 São Paulo .745 Piauí . . . . .579 Paraíba .2 .059 Goiás . . 1. .746 4. 4. . 59 50 Roraima . - Espírito Santo . . . .211 3. 738 723 Amazonas .709 2.853 Paraná . . . . . .553 4. 2. 13.908 9. . . . 36. 1. . .279 Rio Grande do Sul . 2. . 4. . . . . . . 24. . . 3. . 2. . . 832 1. . . .9 . 231 324 Santa Catarina . . .300 5.302 2. Efetivo Guarda Municipal Não declarado (1) Total (2) Ns. . . . 1.452 1.895 Amapá . . . 953 2.423 2. .657 Sergipe . - Alagoas 880 . .147 Acre . Absolutos % Ns.684 Mato Grosso . .033 1.269 Ceará .208 1.691 Minas Gerais .961 Bahia 170 .050 . 86. . . . .118 1. . . . . 189 246 Mato Grosso do Sul . . . .010 Pernambuco . .694 Maranhão . . .839 Distrito Federal . . .953 16. . . 2. . . . 4. . .084 Tocantins .

0 37.3 4.0 20.7 6. .7 Pará 15 20 11 13 8 10 2 2 1 3 93.7 Amapá 3 4 3 4 2 4 .9 1.6 66.0 33. - Mato Grosso do Sul 6 5 3 4 3 3 2 1 1 . 95.0 16. . . Absolutos Sim (2) Não Unidades da Federação 2009 2012 2009 2012 2009 2012 2009 2012 2009 2012 2009 2012 2009 2012 Brasil 865 993 472 606 351 402 166 221 159 137 81.4 88. 100.5 10. .0 Tocantins 4 5 4 4 4 3 . .8 34. .0 .3 1.0 4. 4.2 65.7 95.0 Goiás 5 7 3 5 4 5 1 2 .5 11. .IBGE. 100. Absolutos Ns.5 Bahia 160 170 47 52 31 39 24 41 71 57 55.0 Paraíba 24 29 6 13 3 8 5 4 11 10 54. 33. (1) Pode ter realizado mais de um treinamento ou capacitação.0 96.5 65. . .9 14. - Roraima 1 3 1 2 1 1 . .5 90.3 8.0 100.7 . 100. . .4 13. 100.5 20. .5 Paraná 24 31 16 22 13 16 6 6 1 . .0 66. Absolutos Ns.8 100. .0 Rondônia 1 1 1 1 1 1 .5 Ceará 55 64 40 53 15 18 10 8 7 4 87. . . .0 .0 100. .0 28. . Absolutos Ns.8 Acre .6 86.4 33. Pesquisa de Informações Básicas Municipais 2009 e 2012. . - Espírito Santo 8 10 6 6 3 6 1 1 1 1 87.7 7. . Conclusão Fórum Brasileiro de Segurança Pública (-) Fenômeno inexistente.3 São Paulo 188 208 128 144 116 132 44 45 7 15 96.0 Piauí 13 12 9 6 2 3 . - Fonte: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística .0 . .0 12.0 79.8 93.8 86.2 13. (2) Porcentagem calculada a partir da diferença entre o número absoluto de municípios com guarda municipal e o número absoluto de municípios com guarda municipal que declararam não treiná-la ou capacitá-la.3 93.7 80.3 Distrito Federal .1 Mato Grosso 5 7 4 6 3 2 .2 6. .8 16.3 92. Absolutos Ns.2 Sergipe 16 20 7 12 2 3 4 2 6 7 62.3 Santa Catarina 9 15 6 12 5 8 1 2 2 2 77.3 20.7 Rio de Janeiro 68 74 35 47 30 23 15 28 11 5 83. 83. TABELA 44 · Número de municípios com Guarda Municipal e realização de treinamento ou capacitação Brasil e Unidades da Federação – 2009-2012 Realização de treinamento ou capacitação (1) Municípios com Guarda Porcentagem de municípios cuja Na ocasião do Não é treinada Municipal Periodicamente Ocasionalmente Guarda Municipal realiza ou não ingresso ou capacitada treinamento ou capacitação Ns.1 98.0 100. .0 . - Alagoas 36 43 20 29 19 19 8 14 3 2 91. . .7 - Minas Gerais 54 59 40 46 28 28 11 13 1 1 98. .0 6.8 12.2 16. . 1 100. . . 3 4 2 69.0 .5 35. 94 .6 12. 1 . 3 . .0 100.3 85. - Maranhão 55 72 35 51 14 22 8 12 8 8 85. .7 15. .3 30.5 88. 1 100.2 18. - Amazonas 35 39 10 18 13 8 8 10 7 8 80. .7 22.2 - Pernambuco 42 50 15 28 15 19 9 15 12 6 71.8 3.3 100.5 45.8 Rio Grande do Norte 15 20 9 13 2 7 1 3 5 4 66. 100.0 Rio Grande do Sul 23 25 13 15 14 14 6 5 .2 83.5 44.0 100.0 .

Gráfico 02 Municípios por realização de treinamento ou capacitação das Guardas Municipais 700 606 600 500 472 402 400 351 300 221 200 166 159 137 100 0 Na ocasião do Periodicamente Ocasionalmente Não é treinada ou ingresso capacitada 2009 2012 95 .

1 41.9 39.7 31. .3 54. Fórum Conclusão Brasileiro de Segurança Pública. . .6 68. 3 2 62.6 Rio Grande do Norte 15 20 1 1 . .2 Sergipe 16 20 4 3 . . . .2 66.6 66.0 Paraná 24 31 3 19 2 14 8 6 11 6 54.3 67.7 - Minas Gerais 54 59 11 16 3 8 4 14 36 27 33. (2) Na Pesquisa de Informações Básicas Municipais 2009 a categoria aparece como "Interno e Externo".5 86.7 Rio de Janeiro 68 74 6 12 4 18 7 21 51 33 25.3 50. . .4 33.9 59.2 79.4 60. .0 64. Pesquisa de Informações Básicas Municipais 2009 e 2012.8 80.8 20. 2 . Absolutos Ns. 1 1 .0 Rio Grande do Sul 23 25 2 15 1 14 9 4 11 5 52.0 82.IBGE.5 47. .4 75.0 25.3 66. (-) Fenômeno inexistente.0 Paraíba 24 29 4 5 .0 55.7 Acre .0 68. 1 1 2 4 .3 .3 100.9 61.0 Amazonas 35 39 4 5 2 .0 80. . 2 .2 80.4 31.3 20.2 74. 96 .0 71. 2 2 33. 4 20 20 16.0 80. . Absolutos Ns.7 48. 100.8 Pará 15 20 2 3 . .0 45. 66. .7 40.0 Roraima 1 3 1 1 .0 66. . 1 2 5 12 14 20. 6 4 . 3 . 1 .0 Bahia 160 170 20 19 4 11 5 43 131 105 18.0 80.0 Piauí 13 12 . . . .0 Fonte: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística . (3) Porcentagem calculada a partir da diferença entre o número absoluto de municípios com guarda municipal e o número absoluto de municípios com guarda municipal que declararam não possuir órgão de controle.4 Pernambuco 42 50 5 10 4 10 6 11 27 26 35. 1 1 2 12 8 7.1 60. - Espírito Santo 8 10 1 7 . .0 55.3 Maranhão 55 72 10 5 1 3 3 27 41 38 25.7 50. TABELA 45 · Número de municípios com Guarda Municipal e órgão de controle Brasil e Unidades da Federação – 2009 e 2012 Órgão de Controle (1) Municípios com Guarda Porcentagem de municípios cuja Municipal Interno Externo Outro tipo (2) Não possui Guarda Municipal possui ou não Órgão de Controle Ns.5 80. .8 46. 1 1 11 16 31.8 19. - Alagoas 36 43 2 3 1 4 2 13 31 26 13.3 92.5 20. 11 29 23 17.3 52. .8 20.7 33.3 69. 2 2 3 2 1 60. 33.6 Mato Grosso do Sul 6 5 1 3 .5 52.2 80. . (1) Pode existir mais de um órgão de controle. .8 Ceará 55 64 8 18 2 11 3 24 42 20 23.3 Distrito Federal . . 2 2 2 1 1 75.0 44. Absolutos Ns.0 30.7 45. 1 3 2 40.0 Tocantins 4 5 1 1 .0 85.0 70.2 81. . .0 Goiás 5 7 1 3 .6 43. .0 14. 2 1 9 12 9 20. .0 100.7 44. . .0 37.6 45. . Absolutos Ns. .8 Mato Grosso 5 7 2 4 .7 Santa Catarina 9 15 1 4 2 5 2 5 4 5 55. .3 São Paulo 188 208 26 101 17 92 57 50 88 42 53.4 56. . .5 Amapá 3 4 1 2 . 33.0 83.1 38.0 47.0 Rondônia 1 1 .0 28. Absolutos Sim (3) Não Unidades da Federação 2009 2012 2009 2012 2009 2012 2009 2012 2009 2012 2009 2012 2009 2012 Brasil 865 993 117 262 43 209 120 258 585 434 32.0 66. .0 20. .8 76. .

6% 0% 10% 20% 30% 40% 50% 60% 70% 80% 90% 100% Sim Não 97 .Gráfico 03 Porcentagem de municípios cuja Guarda Municipai possui ou não Órgão de Controle Brasil – 2009-2012 2012 56.7% 2009 32.4% 67.3% 43.

9 43. - Alagoas 36 43 . 23 28 2 3 43 43 36. - Espírito Santo 8 10 1 1 3 4 1 . .7 65. 8 12 1 1 5 7 66. 33. não disponibilizaram esta informação. 1 . . . .0 Amazonas 35 39 .3 35. . Conclusão Fórum Brasileiro de Segurança Pública. .0 Tocantins 4 5 1 . .0 62.5 43.4 Mato Grosso 5 7 . .3 50. .4 60.2 61. 2 14 7 1 3 9 17 62.7 Pernambuco 42 50 .6 52.4 25. 3 4 .3 Maranhão 55 72 4 1 19 39 3 .5 56.0 Rondônia 1 1 .5 58. . 100. . . 18 26 66.0 .6 52.0 33.0 14.3 38. .8 36.0 Rio Grande do Sul 23 25 3 2 7 6 5 8 8 9 65. .7 44.7 44. Absolutos Ns. .9 33.7 55. 1 100.3 45.7 55. .8 38. (3) Número de guardas municipais que utilizam apenas armas de fogo confirmado na Base de Dados da Pesquisa de Informações Básicas Municipais 2012. . 32 33 4 . .3 São Paulo 188 208 41 26 45 51 52 77 50 54 73.0 34.1 Pará 15 20 . .0 Sergipe 16 20 2 1 4 2 . . 1 . 21 15 2 3 19 32 54.0 20. 31 39 . de acordo com a Base de Dados das Pesquisa de Informações Básicas Municipais 2009 e 2012. - Fonte: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. .4 46. 1 2 1 1 3 4 40. . 19 31 1 1 16 11 55.0 42. 7 6 1 1 5 5 61.1 Mato Grosso do Sul 6 5 1 .4 44. .5 41. (-) Fenômeno inexistente.3 Acre . . (1) Desconsidera os municípios com guarda municipal que. . .7 Rio de Janeiro 68 74 . .5 50.4 47.0 37.9 Ceará 55 64 .3 Bahia 160 170 1 1 59 75 3 3 97 90 39. (2) Porcentagem calculada a partir da diferença entre o número absoluto de municípios com guarda municipal e o número absoluto de municípios com guarda municipal que declararam não utilizar nenhum tipo de arma. 3 5 62.0 55.4 37. 2 1 60.0 66.2 64. 1 2 . 3 6 . .0 40.0 66.7 48.0 Piauí 13 12 .4 48.3 55. 29 32 47. . .8 36. 2 10 15 37.0 Paraíba 24 29 . Absolutos Sim (2) Não Unidades da Federação 2009 2012 2009 2012 2009 2012 2009 2012 2009 2012 2009 2012 2009 2012 Brasil 865 993 58 38 338 409 83 115 385 430 55.7 50.6 53.6 Amapá 3 4 .0 50. 1 2 .5 58. .0 45. .0 .8 41. 98 . . 1 100. 8 9 1 2 6 9 60.2 64. 2 3 . . . .0 26.0 45. 1 3 1 50. 17 20 51.6 39. Pesquisa de Informações Básicas Municipais 2012 .6 74.3 44.6 26.0 85. . 24 25 56. Absolutos Ns.0 Roraima 1 3 .1 Distrito Federal .9 60. Absolutos Ns. .4 74. .6 51.0 80. .1 60.7 .5 41.9 63.0 Minas Gerais 54 59 . . 1 3 3 1 3 5 8 44.0 Goiás 5 7 .5 75.0 100. .5 50. . 18 19 . . . Absolutos Ns.5 25. TABELA 46 · Número de municípios com Guarda Municipal por tipo de arma utilizada Brasil e Unidades da Federação – 2009 e 2012 Tipo de arma utilizada (1) Municípios com Guarda Porcentagem de municípios cuja Apenas arma de Apenas armas Armas de fogo e Nenhum tipo de Municipal Guarda Municipal utiliza ou não fogo não letais não letais arma algum tipo de arma Ns.2 58. .3 Santa Catarina 9 15 . 100.7 40. .1 Rio Grande do Norte 15 20 1 .0 57. 2 2 33.6 Paraná 24 31 3 3 5 11 4 5 11 12 54. .

3% 0% 10% 20% 30% 40% 50% 60% 70% 80% 90% 100% Não utilizam armas de fogo Utilizam armas de fogo Nota: A categoria "utilizam armas de fogo" inclui as categorias "Apenas armas de fogo" e "Armas de fogo e não letais".4% 83.5% 2012 15.6% 2009 16. a categoria "não utilizam armas de fogo" inclui as categorias "Apenas armas não letais" e "Nenhum tipo de arma". 99 .Gráfico 04 Porcentagem de Guardas Municipais que utilizam armas de fogo Brasil – 2009-2012 84.

. Ns. Abs. (1) Em 2002 e 2004 havia 139 municipios no estado do Mato Grosso. (-) Fenômeno inexistente. Fórum Brasileiro de Segurança Pública. Abs. em 2006. TABELA 47 · Número de municípios com Guarda Municipal em 2002. - Espírito Santo 78 15 10 7 8 10 Goiás 246 29 14 6 5 7 Maranhão 217 42 45 56 55 72 Mato Grosso (1) 141 8 5 5 5 7 Mato Grosso do Sul (2) 78 7 4 5 6 5 Minas Gerais 853 31 41 41 54 59 Pará 143 27 25 13 15 20 Paraíba 223 34 27 21 24 29 Paraná 399 36 18 19 24 31 Pernambuco 185 66 61 44 42 50 Piauí (3) 224 12 13 13 13 12 Rio de Janeiro 92 57 67 66 68 74 Rio Grande do Norte 167 13 21 13 15 20 Rio Grande do Sul 496 61 65 24 23 25 Rondônia 52 4 1 1 1 1 Roraima 15 1 2 1 1 3 Santa Catarina 293 19 12 10 9 15 São Paulo 645 192 194 185 188 208 Sergipe 75 19 22 10 16 20 Tocantins 139 4 3 3 4 5 Fonte: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística . Abs. Conclusão 2004. havia 223. Ns. Abs. Pesquisa de Informações Básicas Municipais 2002. . . Abs.IBGE. 2004.565 985 950 786 865 993 Acre 22 . . . 100 . . 2006. - Alagoas 102 21 26 24 36 43 Amapá 16 2 2 2 3 4 Amazonas 62 35 30 40 35 39 Bahia 417 201 188 126 160 170 Ceará 184 49 54 51 55 64 Distrito Federal 1 . Ns. Brasil 5. 2009 e 2012 Brasil e Unidades da Federação Municípios com Guarda Municipal 2002 2004 2006 2009 2012 Total de Unidades da Federação Municípios Ns. (2) Em 2002 e 2004 havia 77 municípios no estado do Mato Grosso do Sul. Ns. (3) Em 2002 e 2004 havia 222 municípios no estado do Piauí. 2006. 2009 e 2012.

Gráfico 05 Número de municípios que possuem Guarda Municipal Brasil 985 993 1000 950 865 786 800 600 400 200 0 2002 2004 2006 2009 2012 101 .

mais recentemente. pelo Instituto Brasileiro de que criaram suas Guardas Municipais (na ordem Geografia e Estatística (IBGE). deslegitima o centrados na integração interinstitucional.br/em-breve vagueza teórica e conceitual que permeiam o(s) de arma utilizada). Professor-coordenador do Núcleo de Segurança Cidadã da Faculdade de Direito de Santa Maria (Fadisma). assim como do As possibilidades interpretativas que se percurso sociopolítico das Guardas Municipais descortinam com o acesso a esse quadro de (em disputa). a falta de normatividade de atores. qual seja. consequentemente. no intersetorial e interagencial. não garante per se uma perfomance expressa uma expectativa mais ampla de que qualitativa baseada na prevenção das violências as políticas de segurança devam-se adequar às e na promoção dos direitos. retratam uma tendência verificada. do seu efetivo no Anuário Brasileiro de Segurança Pública (em cerca de 11%). a legitimidade das É. demandam um especialmente das Polícias Militares. a noção de processo e de Guardas Municipais como novo ator social do dito movimento que melhor explicita a trajetória sistema de segurança pública no país. do Conselho Nacional de Segurança Pública e do Conselho Estadual de Desenvolvimento Econômico e Social do Rio Grande do Sul. limite. por conseguinte. entretanto. Mestre em Direito. No mais das vezes. com destaque para do número de municípios com estrutura na área os eixos sul-sudeste e. caráter eminentemente quantitativo. a profusão empiricamente. diferentes regiões do Brasil. no da segurança pública e Guardas Municipais nordeste. produzida. a assunção perpassam a busca por novas identidades e de novas responsabilidades por parte dos reconhecimentos dessa nova agência municipal municípios na área da segurança pública. do lugar ou dos vários prerrogativa de uma Guarda Municipal preventiva lugares (e não lugares) ocupados pelas Guardas encerra a construção de um traço identitário Municipais nesse contexto2. configuram político-institucional de fortalecimento dos o nó górdio dessa problemática. através da produção de diagnósticos (vide o Substitutivo ao PL n. Isso porque o crescimento Pode-se afirmar que a expansão. com a inclusão da maior diversidade possível Pelo contrário. a reprodução de práticas profissionais As vastas e diversificadas características tradicionais advindas da colonização dos seus desses novos modelos de gestão e arranjos saberes corporativos pelas forças policiais. portanto. Os municípios na segurança pública Eduardo Pazinato 1 1 Advogado. 102 . escorço de análise mais detido e renovado acerca. comum. pelo seu 2013. As ambiguidades constitucionais e legais e a seu fazer cotidiano (de que é exemplo o tipo forumseguranca. Diretor de Inovação do Instituto Fidedigna. observada. municípios na segurança pública. que se confunde com a opacidade do 2 consulte: http://www2. gradativa e vegetativo do número de Guardas Municipais em processual. Consultor PNUD/SENASP.org. trabalho das Guardas Municipais e implica. desde meados da década de de identidades e práticas socioprofissionais que noventa do século XX. Membro do Conselho de Administração do Fórum Brasileiro de Segurança Pública. trazidos à baila de 15%) e.º 1332/2003) e de planos locais participativos de intervenção dificulta a accountability. nos últimos cinco anos. organizacionais. a assunção da entre outros aspectos. Os dados da Pesquisa de Informações referência da pesquisa Munic apontam para o Básicas Municipais (Munic). da segurança pública. papel(is) e. crescimento do número absoluto de municípios periodicamente. política nacional de segurança pública. como preconiza a realidades locais e aos anseios da população. mas ainda olvidam.

103 .

5 Polícia 61. confiança na polícia TABELA 48 · Confiança nas Instituições 1º sem. 104 . com base em amostra representativa da população.5 70. (2) A categoria confiável foi criada a partir das respostas de "confiável" e "muito confiável". O Índice de Confiança na Justiça brasileira – ICJBrasil – é um levantamento estatístico de natureza qualitativa. pesquisa desenvolvida pela Escola de Direito de São Paulo da Fundação Getulio Vargas. Rio Grande do Sul e Distrito Federal.7 Melhores Avaliadas Forças Armadas 24.1 95.fgv.4 Conclusão Fonte: Índice de Confiança na Justiça Brasileira .ICJBrasil.3 34.5 18. 2012 / 1º sem.1 81. Pernambuco.5 57. Nota: As Unidades da Federação que compõem a amostra da pesquisa são Amazonas.6 65.9 Igreja Católica 42. Os relatórios do ICJBrasil podem ser acompanhados em http://direitogv.9 21. (1) A categoria não confiável foi criada a partir das respostas de "nada confiável" e "pouco confiável". Minas Gerais. São Paulo. O seu objetivo é acompanhar de forma sistemática o sentimento da população em relação ao Judiciário brasileiro.9 Piores Avaliadas Congresso Nacional 78. Os dados que compõem esse banco fazem parte do ICJBrasil. Bahia.br/ publicacoes/icj-brasil. Rio de Janeiro. realizado em sete estados brasileiros e no Distrito Federal.1 4. Escola de Direito de São Paulo da Fundação Getúlio Vargas. 2013 Confiança nas Instituições 1º sem 2012 1º sem 2013 Instituições Não confiável (1) Confiável (2) Não confiável (1) Confiável (2) Partidos Políticos 93.3 49.5 38.7 75.5 50.1 29.9 6.

Gráfico 06 Índice de Confiança nas Polícias Brasileiras 1º sem.1% Não confiável Confiável 105 . de 2013 29.9% 70.

Respeito e (Des)Confiança na Polícia Rafael Alcadipani 1 1 Prof. des ao longo de 2013 na tentativa de debater o cidos. a baixa taxa de resolução dos quadro atual da segurança pública e refletir sobre crimes. problemas por conta própria. outros. que faz com que o trabalho policial um novo modelo de polícia para o país. A sua frente estão apenas os partidos mente as Militares. está promovendo uma série de ativida- mente na desconfiança nas polícias são conhe. Direitos Humanos. Isto tornando-as instituições efetivamente transpa- abre espaço para que queiram resolver os seus rentes e garantidoras de direitos. Adjunto da Linha de Pesquisa em Estudos Organizacionais da Escola de Administração de Empresas de São Paulo da FGV. Conectas o crime compensa e da impunidade. o que pode gerar Não à toa. polícia políticos e o Congresso Nacional. que apenas 12% possuem baixa confiança na Polícia é instituição fundamental para qual- polícia do país este ano. Embora do ainda é comumente temida e vista enquanto ano de 2012 para 2013 tenha ocorrido um geral uma instituição que comete injustiças. Pesquisador Visitante no Gothenburg Research Institute – Suécia. principal- do país. Além disso. movimento liderado pela Fun- mais violência. a baixa confiança dação Getúlio Vargas. Queremos”. Um segundo aspecto é a Confiança na Justiça brasileira – ICJBrasil. o Instituto Galloup mostrou interrompida. Ela eleva a sensação de insegurança e a evidência de que o modelo de segurança também faz com que as pessoas evitem procurar pública brasileiro precisa de reformas urgentes. intitulado “O Brasil Que na polícia. 106 . instituições revela que as polícias brasileiras Para piorar o quadro. a instituição quando são vítimas de crimes. Não é Vargas e apresentados no Anuário Brasileiro de incomum uma pessoa passar horas em Distritos Segurança Pública a respeito da confiança nas Policiais para registrar uma simples ocorrência. eleva a percepção de que Fórum Brasileiro de Segurança Pública. reali. Para se ter número expressivo de vídeos circulando na um comparativo. a polícia teve uma diminuição da confiança entre PMs e manifestantes que aconteceram de expressivos 9 pontos percentuais. Há um não confiar nas polícias brasileiras. Primeiro. do qual fazem parte entidades como tituições da Justiça. a BBC revelou que 82% dos internet que mostram policiais e manifestantes Ingleses confiavam em sua polícia em outubro em uma espiral de violência que precisa ser de 2013. Vale decréscimo da confiança das instituições no ainda lembrar que os constantes confrontos Brasil. No imaginário popular. Os dados produzidos pela pesquisa Índice de seja desacreditado. combinada à desconfiança nas ins. Nos EUA. entre Alguns dos fatores que impactam direta. grande burocracia e ineficiência que se manifesta zada pela Escola de Direito da Fundação Getúlio quando um cidadão procura a polícia. Instituto Sou da Paz. há a imagem de violência estão entre as instituições menos confiáveis que está atrelada às polícias brasileiras. quer democracia e os dados sobre a descon- A desconfiança na polícia é um problema fiança da população nestas instituições são sério. O dado neste ano terminaram por reforçar ainda mais é alarmante: 70% dos entrevistados disseram a imagem de uma polícia truculenta.

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108 .

parte 2 Sob Fogo Cruzado: um padrão inaceitável de atuação das polícias brasileiras 109 .

existem divergências quanto ao uso de categorias e quanto ao que foi informado ao Sistema Nacional de Estatísticas em Segurança Pública e Justiça Criminal (SINESPJC) nos últimos anos. alguns Estados simplesmente enviaram informações sobre “policiais mortos em serviço”. 2 Pesquisadora Titular do Claves/Fundação Oswaldo Cruz. Assim. não sabem como seus dados são gerados nem confiam neles. Apesar da importância do conhecimento dos problemas da vitimização para as instituições poli- ciais – uma vez que suas consequências afetam sua missão constitucional de proteger a sociedade e de investigar e prevenir crimes e delinquências – apenas muito recentemente o tema entrou na agenda da Segurança Pública. refere-se a policiais que sofrem le- sões e traumas no exercício da profissão e às consequências que os fatos traumáticos trazem para si. 110 . outros ainda incluíram “policiais que tiveram morte natural em serviço”. Mesmo entre os que enviaram. para sua saúde. outras o fazem de forma intermitente. ainda. Em vários casos. alguns se omitiram. Sob Fogo Cruzado I: vitimização de policiais militares e civis brasileiros Edinilsa Ramos de Souza 1 Maria Cecília de Souza Minayo 2 1 Pesquisadora do Claves/Fundação Oswaldo Cruz. os dados apresentados neste texto tratam apenas da morte violenta de policiais no exercício de suas funções e fora dele. Desde o início de 2013. e outras. Os órgãos que não enviaram os dados até agosto foram acionados pela lei de acesso à informação e. começaram a apontá-los corretamente apenas nos últimos dois a três anos. outros informaram adicionalmente os que morreram nos seus dias de folga. dar-lhes coerência e realizar uma análise descritiva. Não foi tarefa fácil. Nesse contexto. nem mesmo as instâncias es- taduais têm consenso sobre as categorias que utilizam. ainda que preliminar. de modo amplo e abrangente. o Fórum Brasileiro de Segurança Pública tem solicitado às Secretarias Estaduais de Segurança Pública e Defesa Social que produzam uma série histórica de vitimização e letalidade policial. de modo a im- pedir a comparação dos dados. Editora científica da revista Ciência & Saúde coletiva da Associação Brasileira de Saúde Coletiva. muitas Secretarias de Segurança Pública não registram informações objetivas como o número de óbitos. seus relacionamentos e o desempenho de sua profissão. Contudo. ainda assim. qualificar ao máximo as informações contidas nas tabelas. sua família. confusa. Ou seja. o que prejudica o mapeamento correto dos óbitos em confronto. Introdução O conceito de vitimização. os dados apresentados pelos Estados à Secretaria Nacional de Segurança Pública (Se- nasp) sobre a morte de policiais em serviço ou fora dele mostram-se pouco consistentes. tentou-se. Por exemplo. neste trabalho.

inadequadas condições de trabalho. a contextualização do conceito de viti. Historicamente. estudos nacionais e internacionais. de forma intro. fica totalmente prejudicada. dos armamentos e das estratégias de ação. gurança pública que morrem por causa e em Assim. agressão física. culturas e civilizações. gias de ação. como a dos antigos he- talidade não são informados adequadamente. tentativas de homicídio. 111 . discutem-se os dados apresentados em mas situações tornam esses profissionais mais algumas tabelas. precariedade das viaturas. como é o caso das grandes cida- mântico tradicionalmente centrado na palavra des no Brasil. frontos e traumas. por estudos nacionais e internacionais. Diante do fato de que os dados de mor. cio de sua profissão. neste texto. embates com gangues de delin- vida relevância no âmbito da segurança pública. agressão psicológica e pode trazer de prejuízo tanto para as pessoas. a consolidação dos dados. buscando-se extrair deles as vulneráveis: treinamento para o confronto. alvo de vitimização. que algu- dade. suas corporações e para a socie. Nos espaços sociais complexos e Vitimização faz parte de um campo se. tes. sofrem agravos físicos e emocionais no exercí- tado para a redução de mortes. apresenta-se. ser vivo sacrificado para satisfazer os desejos do aos registros de lesões e traumas físicos e de alguma divindade. precariedade possibilidades de ação diante da vitimização de das viaturas. Desde que existe polícia no mundo. muitos acabam por ferir ou ma- “vítima” e seu sentido se origina de milenares tar – involuntariamente ou não – pessoas ino- Também se sabe. apontam-se dequadas condições de trabalho. con. tarefa da consequência de sua missão constitucional ou Senasp que deveria servir ao planejamento vol. diz respeito aos agentes de se- prejuízos ao seu desempenho. O que é vitimização profissional e qual a Os agentes policiais também atuam como importância de conhecê-la agressores. que se materializa em mor- dutória. acidentes. dos armamentos e das estraté- policiais. lesões por arma de fogo ou arma mização profissional e o que esse fenômeno branca. os quais provocam tanto sofrimento zação profissional” é de origem mais recente ao efetivo das corporações e trazem tantos e. traumas. por suas famílias. ela é Neste texto. ina- conclusões possíveis. breus. Já a expressão “vitimi- mentais. que algumas situações tornam esses profissionais mais vulneráveis: treinamento para o confronto. e por fim. Também se sabe. embates com gangues de delinquentes armados e prontos para o combate de vida ou morte. conflituosos. o termo designava o questiona-se a respeito do cuidado dispensa. quentes armados e prontos para o combate de vida ou morte. um tema que ainda não recebeu a de.

e mental. formação profissional. Por exemplo. negros e moradores das áreas populares. elas se assemelham na frequência do risco que correm e na iminência de vitimizar alguém (MINAYO & Adorno. sensa- no desempenho da atividade profissional. saem ilesos. centes ou suspeitas. a menos culpada do que o agressor. a identidade profissio. 2007. SOUZA et al. Historicamente. e a única culpada (MENDELSOHN. não raro. Muitos chegam a incorporar certo ci- eles são forçados a reconhecer que alguém nismo que os distancia de qualquer apoio so- conseguiu invadir seu espaço de poder e de cial e psicológico (VIEIRA et al. Apesar da percepção aguçada dos riscos. 2005). 1976). sentimentos de agentes: 112 .. que têm escasso apoio da família. particularmente emocional e supressão de afetos lhes cobram nos trajetos para casa e nos dias de descanso: seu preço e deixam marcas (CARLIER et al. a capacidade pessoal de enfrentamento boa parte deles possuir a mesma condição so. Assim. Os policiais são treina- vitavelmente são vítimas de sequelas psicoló. 1956. Mesmo nos confrontos em que protegem. 2012). são mais vítimas do peri. atitudes defensivas. sobretudo contra determinados grupos sociais como os pobres. rígidos e quentes (SOUZA et al. 2005. os policiais brasileiros são conhecidos por ex- cederem seu poder e agirem com truculência. reagem pior os muito perfeccionistas. 2013. culpa e. SOUZA et al. Morrem em proporções muito mais elevadas Também influi muito a cultura que é incutida na que eles e quando sofrem lesões físicas ine. Embora haja muitas diferenciações no éthos e na dinâmica operacional das duas corporações brasileiras (polícia civil e polícia militar). (“coping”) e o apoio que recebe. serviço. o policial brasileiro se enquadra em todas as categorias de vítima: a completamente inocen- te. dos amigos e das organizações profissionais. forte controle go externo do que no trabalho. sintomas depressivos. Entre os fatores que influenciam a reação condem suas insígnias. flexível e que sabem lidar com as dificuldades. mesmo quando es. dos para fortalecer atitudes machistas e de en- gicas que afetam seu ego.. psicológico e de que são invulneráveis. 2012). a mais culpada que ele. Eis algumas não poderia ter acontecido comigo”. Por isso. cial e habitar os mesmos bairros que os delin. Quando vítimas. Sua primeira reação é de que “isso et al. os agen. dos colegas. morrem mais policiais nas folgas do que em 1997). Segundo Reiser e Geiger (1984). Reagem melhor os agentes com personalidade vasivos do que os cidadãos a quem servem. medo de novas lesões e da policiais têm normas e procedimentos que os própria morte. É muito comum os durecimento do caráter como mecanismos de policiais terem a ilusão de que controlam tudo sobrevivência diante do risco físico. jovens.. quando visto à luz da vitimologia. o que lhes atitudes ligadas à vitimização por parte desses provoca perda de autoestima.. os ção de ansiedade. do policial a situações estressantes que têm nal fortalece seu sentimento de insegurança. a tão culpada quanto ele. 2008. MINAYO autonomia. Fora do trabalho. e executar suspeitos nos confrontos ou por vingança. tes costumam passar por traumas mais in. risco de vitimização estão: a natureza do even- Contribui para essa vulnerabilidade o fato de to.

tem o poder de atingir seus sentimen- tos de virilidade (MINAYO et al. COSTA et al.. os policiais rea- lizam ações que um indivíduo não faria em estado normal. como se houvesse sobre eles uma "sentença de morte" antecipada. o que ocorre frequentemente com policiais envolvidos em tiroteios com vítimas ou quando morrem colegas de profissão ou pessoas inocentes (REISER & GEISER. fadiga crônica. • sentimento de urgência da vida. 1984. MINAYO et al. • dificuldades para lidar com a situação de vitimização.. problemas que são agudizados pelo enfrentamento de novos fatos traumáticos (SOUZA et al.• negação do perigo por considerar que medo.. 2005. 2007). ou seja. KELLEY.. sentimentos de culpa. 1984). 2005. MINAYO et al. que para muitos é algo extremamente doloroso. perda de energia. 2007).. levando- -os a desenvolver doenças psicossomáticas. Alguns casos derivam para o cinis- mo. • alteração da consciência: frequentemente. sobretudo. REISER & GEI- GER. • desenvolvimento de uma forma de estresse que debilita. 2005. em situações de elevado risco. deprime e tolhe a ação. 2007.. perda de apetite e desejos de ficar só ou de alienar-se. tanto por parte das corporações como dos agentes. hipersen- sibilidade. • desenvolvimento do chamado “efeito flashback”. ao mesmo tempo. • interferência na vida sexual. 1984). cujos sinais são. insônia. ansiedade e choro são manifestações de fraqueza e devem ser reprimidas. 2012. a presentificação obsessiva de fatos traumáticos. pois além de intervir nas suas relações conjugais ou de parcerias. 113 . 2007). 2007). Os riscos iminentes provocam hipervigilância e. • desenvolvimento de sintomas depressivos. o descrédito e a raiva da instituição e dos colegas (SOUZA et al. pesadelos. pela falta entendimento das consequências associadas ao elevado estresse decorrente da vitimização (MINAYO et al. perda de controle sobre vários aspectos da realidade (REISER & GEIGER..

a taxa de 87. Espírito Santo. Bahia. Estados exibiram números elevados em relação esse total passou a ser de 22 unidades.000. dados recebidos até 7 de outubro de 2013 Sua Com relação às mortes de policiais civis coleta envolveu um esforço para complemen. ocorridas fora de serviço. Rio de Janeiro e Rio Grande do mortes em serviço no período. folga entre 2000 e 2012. Maranhão. porém. Paraíba. Rio de Janeiro. TABELA 01 · Número de unidades federativas. Apenas os Estados de Amapá. tos pelo menos mais 802 policiais militares fora Espírito Santo. Paraná. buscando-os em distintas fontes des federativas as informavam em 2000 (Dis- como as Secretarias Estaduais de Segurança trito Federal e Pará). o núme. 114 .11/100. Acre. Ceará.000. Estados brasileiros e ao Distrito Federal. para o quatro deles continuam sem fazê-lo (Acre. Roraima e Rondônia). isso se deve ao fato de possuírem vitimização ás. Cinco reram nos últimos três anos. Entretanto oito Esta- Estatísticas em Segurança Pública e Justiça Cri. Maranhão. Roraima). Roraima nunca informaram sobre estas mortes. 21 unida. 2000-2012 Mortes de Policiais Militares Mortes de Policiais Civis Ano Em serviço Fora de serviço Em serviço Fora de serviço 2000 5 3 4 2 2012 23 22 21 19 Não disponibilizam dados 3 4 5 8 Mortes violentas de policiais civis e militares Norte e Sergipe) esse dado é divulgado há ape- no exercício e em consequência da profissão nas dois ou três anos. Embora tenha crescido o As informações a seguir referem-se aos 26 número de Estados que informam tais mortes. entre os quais 202 (22. não é possível afirmar se nove delas (Alagoas. em 2012. Ceará. Grande do Sul. e em aos demais. ção de 373. ciais civis mortos em serviço em apenas três Entre os policiais civis foram informadas 299 Estados (Pará. o Sistema Nacional de cresceu para 19 Estados.7%) óbitos ocor- Paraíba. Brasil. quando estavam de folga. de seu horário de serviço.30/100. (23.000. Rio de Para o conjunto do país são informados Janeiro. e contou com financiamento Amapá. esse número Pública e Defesa Social. Em 2012.7%) nos últimos três anos. em 2012. Pará. apenas duas unida- tar os dados. Rio período de 2000 a 2012. e correspondem aos de Janeiro. Amapá.4%) mortos em serviço em 2000.14/100. apresentou distintos comportamentos. o que corresponde Estados nunca forneceram seus dados (Acre. entre as vitimização nesses três últimos anos foi de quais dez passaram a disponibilizar tal dado nos 143.64/100. Rio Grande do maior ou se há sub-registro nos outros Estados. minal (SINESPJC). Maranhão. ocorreram nos últimos três anos. por disponibilidade de dados sobre mortes de policiais militares e civis. Piauí. foram ainda mor- últimos dois ou três anos (Alagoas.000. Alguns vas (Amapá. Piauí. 98 (26. Além desses. A taxa de ro subiu para 23 unidades federativas. Goiás. Paraíba. Antes de apresentar as taxas de mortes vio- O número de policiais militares mortos lentas que foram calculadas. Ceará.7%) perderam a vida nos últimos três anos. entre os quais 535 Rio Grande do Norte e Sergipe). Minas Gerais. e Rio Grande do Sul e o Distrito Fede. Em 2012. ção nesse último período foi de 60. Rondônia. 901 óbitos de policiais militares em serviço no ral informavam o número de policiais militares período 2000-2012. entre as quais sete o fizeram nos últimos dois Para os 366 que morreram quando estavam de ou três anos (Alagoas. Paraná. Goiás. Rio da Open Society Foundation. entre as quais 71 Sul) e no Distrito Federal. A taxa de vitimiza- des federativas passaram a divulgar tais dados. Paraná e Rio Grande do Norte). Rondônia e Roraima). Distrito Federal e Pará). é importante men- fora de seu horário de serviço foi informado cionar que a série histórica no período analisado em 2000 por somente três unidades federati. Goi. dos ainda não apresentam seus dados (Acre. havia informação sobre os poli. com taxa de vitimiza- Em 2000. Rondônia e (66.

13 ..98 .56 136.04 .11 417...58 Sergipe .86 Pernambuco 20.10 134...GAB/SEC. ao mostrarem que belecer a comparabilidade entre os Estados. ..... 62.75 69.65 175.2 93.89 118.. Rio Grande do Norte 41. Amapá 28.35 142.. Há ainda os casos de elevado realizar qualquer análise mais robusta. TABELA 02 · Taxas (1) de policiais militares e civis mortos em serviço e fora de serviço. Teresina. Dessa forma. Rio de Janeiro 85.26 ..36 Minas Gerais 8.01 . 115 .29 49..93 Paraíba 21.Em alguns Estados não se registraram mortes vas às mortes de policiais militares e civis. Distrito Federal 34. 34.44 974. Unidades federativas. talvez por isso se consi.75 Ceará 27..... 2010-2012 EM SERVIÇO FORA DE SERVIÇO Unidade Federativa Policial Militar Policial Civil Policial Militar Policial Civil Acre . .04 .94 39. e corroborar outros estudos. serviço”.. 42.12 - Pará 105.. (... Rondônia ..43 99...18 20.. . os dados parecem ser consistentes identificar qualquer forma de tendência e esta.73 142.06 61. .000..24 Paraná 293.32 209.61 138.. 98.37 . .98 121. gundo as condições “em serviço” e “fora de derassem desobrigados a fornecer essa infor. Roraima(3) .11 200. Goiás 8. o risco de morrer dos policiais é mais elevado A Tabela 2 traz as taxas dos Estados relati.62 65.. 702.. . quando eles se encontram fora do serviço.. Tocantins ..11 209.09 16.11 - São Paulo 52. torna-se difícil Entretanto.77 214. ..95 196. .93 . ..97 .92 73. . 46. (1) Total de mortes de 2010 a 2012 dividido pela média do efetivo policial..... A fragilidade dos dados não permite mação à Senasp. Santa Catarina 10... . . 71.75 Bahia 34. ..53 Piauí (2) 65.82 Mato Grosso 90..36 49.. 41. (3) Segundo Ofício nº 039/2013.28 ..1 - Fonte: Secretarias Estaduais de Segurança Pública e Defesa Social...91 . dados à Senasp. Fórum Brasileiro de Segurança Pública..11 . a Secretaria de Segurança do Estado não contabiliza os dados de policiais mortos. SESP/RR.34 Maranhão 13. tendo número de mortes já nos primeiros envios de em vista todas as limitações já mencionadas.83 427. multiplicado por 100.04 171. (-) Fenômeno inexistente.. Alagoas ...84 ....38 134. 175.. . 63. 93... 47. .) Informação não disponível.92 205. Sistema Nacional de Estatísticas em Segurança Pública e Justiça Criminal (SINESPJC)/Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp). se- violentas de policiais.9 - Espírito Santo .65 Mato Grosso do Sul 34.65 Rio Grande do Sul 20.89 34.94 137. Amazonas ... (2) Inclui apenas os dados de policiais mortos na capital.78 .51 . .35 52. ..

perar os fatores institucionais que predispõem tados que nunca enviaram suas informações. No entanto. à vitimização: a excessiva rotatividade. os policiais também estão morrendo mesmos. É fundamental que o policial. o número insuficiente talvez a categoria de trabalhadores em maior de agentes e os salários incompatíveis com os risco de morte e adoecimento. condições precárias de trabalho. ges- respeito do assunto. Esse ser tratado como vítima e não como um fraco. esforço permitiu obter-se alguma informação a Mesmo quando o policial não pede ajuda. há Es. Em referência Por parte das corporações. prevenir e an- tecipar os efeitos da vitimização com cuidados Para finalizar é preciso tecer algumas con. 116 . pois mesmo com a fragilidade quando não morre. timização são pouco valorizadas. pação ou dupla jornada. Enquanto a sociedade instituir normas para padronizar a linguagem reclama da letalidade produzida por eles contra a desses registros e instituir fluxo de envio dos população. os agentes – mesmo os de gru- de prevenção. mediante toda a literatura à pouca importância histórica que lhe é dada existente. as corporações sobretudo porque eles trazem informações que e a sociedade tomem consciência da importân- podem subsidiar as políticas de prevenção de cia de diminuir a vitimização e tratar os agentes vitimização. é importante Apesar de este texto realçar os dados so- reconhecer o esforço realizado pela Senasp e bre mortes violentas. as cargas ho- te. é importante su- aos 12 anos contemplados pelo estudo. ção do trabalho. Apesar dessas deficiências. é importante saber que. Conclusões experiências. riscos e a importância da missão. observa-se que as informações de vi. Enquanto a sociedade reclama da letalidade produzida por eles contra a população. é possível prever. há os de instâncias coletivas de reflexão e de avalia- que as fornecem de forma confusa. a ideia de que por vocação ou por na formulação das políticas e para as ações treinamento. e há tam. vitimizados. ma pode dificultar a adequação e prejudicar a A precariedade da informação que este tex. as bém os que as enviam de maneira intermiten. segundo estudos e pos de elite – têm superpoderes. o agente envolvido em si- dos dados é visível o crescimento do número tuação de vitimização entra em crise e deve de Estados que passaram a informá-los. eficácia e a eficiência das ações de segurança. o imediatismo da atuação. chefes e psicólogos que atuam nas cor- a necessidade de melhoria dos processos de porações devem saber que o recalque do trau- notificação. Tudo isso dificulta e impede que se tenha rárias excessivas e a dupla vinculação de ocu- uma visão nacional da vitimização dos policiais. reconhecendo seus direitos como Apesar de todo o esforço da Senasp de trabalhadores e cidadãos. os policiais também estão morrendo violentamente em elevadas proporções. mortes em decorrência das atividades laborais. especializados promovidos pela corporação e siderações sobre a relevância dos registros das pela sociedade. a falta há os que as possuem e não as mandam. persistir nele. indicando principalmente tores. to assinala em vários momentos talvez se deva Não se admite mais. violentamente em elevadas proporções.

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se não tuições para pensarmos as respostas públicas avançarmos em uma agenda de reformas para os dilemas do modelo de democracia e estruturais. portanto. sobretudo. de an. na pres- e garantia de direitos da população. Pelo contrário. o FBSP não se coloca a intervenção das polícias é ampla e. fortalecer ção de um modelo de desenvolvimento social. me- desconforto e desconfiança. é importante deixar explícito que. diação e administração de conflitos. o Fórum Brasileiro de Segurança não temor. Trata-se de um tema tabu para as criminalidade urbana. manutenção da ordem aqueles que buscam discuti-lo com forte pública. o debate aqui proposto instituições sejam eixos estratégicos e de indu- não é ideológico e visa. A pauta de temas e esferas que exigem buscar esses dados. Todavia. porâneo nos impõe: prevenção da violência. tação de contas e no controle como instrumen- cia forte é uma polícia que respeita e defende tos de fortalecimento destas organizações. estruturado na defesa tal aposta e investe na transparência. pelo Artigo 5º mização na ação das polícias. na verdade falar de padrões operacionais e de letalidade na o que se pretende é discutir padrões opera. a qual. contra as polícias. ça pública. Pública (FBSP) iniciou neste ano de 2013 Só desta forma é que conseguiremos fazer um amplo levantamento sobre letalidade e frente aos dilemas impostos pela multiplicida- vitimização na ação policial no Brasil e suas de de conflitos sociais que o mundo contem- consequências para as políticas de seguran. 118 . 3 Membro do Conselho de Administração do Fórum Brasileiro de Segurança Pública. que muitas vezes veem controle de distúrbios. sem polícias. das Instituições e da Democracia (DIEST) do IPEA e membro do Fórum Brasileiro de Segurança Pública. ação policial é falar da importância destas insti- cionais das polícias e demonstrar que. no Brasil. contenção de grupos violentos. Uma polí. ganharão em manterem taxas elevadas de Não podemos acreditar em uma sociedade mortes em suas intervenções. as polícias mais perderão do que desenvolvimento do Brasil atual. entre ou- temão. 2 Diretor de Estudos e Políticas do Estado. Sob fogo cruzado II: letalidade da ação policial Samira Bueno 1 Daniel Cerqueira 2 Renato Sérgio de Lima 3 1 Secretaria-executiva do Fórum Brasileiro de Segurança Pública. paz. ao tros. organizações criminosas. polícias brasileiras. as polícias enquanto instituições que valorizam econômico e cultural baseado no respeito e na o respeito ao primado da Lei. mas podemos apostar que tais Dito de outro modo. uma polícia que gera confiança e Foudation. Em uma parceria com a Open Society a sociedade. Ao compilar dados sobre letalidade e viti- não autoriza o Estado a matar e é. o FBSP redobra da Constituição Federal.

o fato é que a mensu- capaz de mensurar o excesso. Bittner (2003) balha com a proporção de 4 civis mortos para argumenta que não existe um critério único e cada policial morto.6% do total de homicídios dolosos registra- aceitável de uso da força letal pela polícia. quando o número de civis mortos é muito que a polícia está cometendo excessos no uso maior do que o de policiais. há também tentativas de estabelecer uma ratio Contudo. universal capaz de isolar o que é ou não exces. pode inferir-se que. mas dos em todo o país no período de cinco anos.Uso da Força e Disponibilidade de Dados plos. vis mortos para cada policial morto. dade da polícia não esteja sendo usado apenas mente utilizados para aferir o uso da força letal: para proteção dos cidadãos. três critérios são usual. Cano (1997) tra- foi necessária ou apropriada. (2) a razão entre civis feridos e civis mor. Do abusando do uso da força letal. estudos que a polícia esteja abusando de seu poder dis. (3) a proporção de civis mortos de homicídios dolosos registrados em determi- pelas polícias em relação ao total de homicídios nado território. pode-se supor que o poder de letali- Por esses padrões. Entretanto. no Brasil. sugere que em situações de norma- padrões internacionais de uso da força comu. Chevigny licial remete ao debate sobre a existência de (1991) sugere que quando a proporção de civis métricas e critérios capazes de determinar se mortos é maior do que 10. (1) a relação entre civis mortos e policiais mor. Segundo Loche (2010). O segundo critério. contrário. O terceiro critério refere-se à relação entre tos. Como exem. o número de civis mortos pela polícia e o total tos pela polícia. existem e mortos. o FBI trabalha com a proporção de 12 ci- A discussão sobre letalidade na ação po. pela polícia correspondem a um elevado per- O primeiro critério parte do pressuposto de centual do total de homicídios. Segundo Loche (2010) existe uma tes de civis fruto da ação policial representam dificuldade normativa em estabelecer o grau 3. ração da letalidade policial ocupa um não lugar 119 . então é provável da força letal. lidade haja um número maior de civis feridos mente utilizados para aferir se a polícia está do que mortos como fruto da ação policial. Quando as mortes cometidas dolosos. a polícia está abu- a força empregada em determinada situação sando do uso da força letal. realizados nos EUA demonstram que as mor- cricionário. razão entre civis feridos sivo na atividade policial.

Civis e nenhuma das Polícias Militares. a mesma quando um civil é morto por um agente do pode ceder espaço para graves distorções. no eixo e. se o registro ocorrências com resultado morte envolvendo é prontamente realizado utilizando estas cate. esta ocorrência é normalmente regis. crimes de homicídio – tipifi. ou mesmo execução.8 dispon- existe crime se o agente o pratica em estado do sobre a abolição das designações “resistência de necessidade. a taxa de tação das políticas de segurança pública e nos preenchimento foi muito menor: 20 respostas padrões operacionais das polícias brasileiras. em dezembro de 2012 a Secretaria de Direitos Segundo o artigo 23 do mesmo código. das Secretarias de Segurança. utilizada para registrar as situações em que ci- litar e Secretarias de Segurança Pública de vis são mortos pelas polícias. Embora esta nomenclatura tenha sido im. que po- análise de indicadores criminais. Na ausência desses consensos. a pesquisa en- todo o país sobre o processo de produção e controu oito denominações distintas. “homicídio decorrente de intervenção policial”. obteve ao final a inexistência de consensos acerca do que se 74 instrumentos preenchidos. Isto porque. 25 das Polícias Civis e mos estatísticas confiáveis sobre tais mortes 22 das Polícias Militares. Os “autos de guida de morte” passaram a ser utilizadas com resistência”/”resistência seguida de morte” muita frequência por algumas polícias. mente praticados com “exclusão de ilicitude”. não Humanos (SDH) publicou a resolução n. principalmente se a rotina indicar que não há in- trada como “resistência seguida de morte” ou vestigação e acompanhamento adequado das “auto de resistência”. por instituição Nome da ocorrência envolvendo civis em ações policiais SSP PC Total N % N % N % Resistência seguida de morte 9 45 5 31 14 39 Autos de resistência 3 15 3 19 6 17 Morte em confronto 5 25 5 31 10 28 Outros (1) 3 15 3 19 6 16 Total 20 100 16 100 36 100 Fonte: Ministério da Justiça/Secretaria Nacional de Segurança Pública. resistência com morte do opositor. justa- de. dem ser verificadas na tabela 1. Projeto Gestão e Disseminação de Dados na Política Nacional de Segurança Pública. homicídio. Entretanto. uma taxa de quer contar quando se fala em violência poli. Para tentar mitigar o risco dessas distorções. homicídio ou lesão corporal seguido de morte. 2009). Fórum Brasileiro de Segurança Pública. não te. cuja maior evidência é aplicada a 81 respondentes. na realidade. resposta de 91% das quais 27 de Secretarias cial. Estado. sugerindo sua substituição por exercício regular de direito. Fato é que as gorias. homicídio com motivação enfrentamento com a polícia. Mi. A pesquisa. 16 das Polícias Para tentar conhecer melhor tal realida. na prática há dúvidas se terá a capacidade 120 . métricas capazes de avaliar o im. Termo de Parceria 752962/2010. (1) A categoria outros inclui: homicídio. em legítima defesa. tais de civis fruto de ações policiais. cados no artigo 121 do Código Penal . ocorrências designadas como “resistência se- licial atirou em legítima defesa. Se a ação é importante do ponto de vista simbó- plementada como um mecanismo para am. ou ainda seguida de morte” e “autos de resistência” nos em estrito cumprimento de dever legal ou no registros policiais. policiais (Nascimento et al. gestores responsáveis pela produção das Quando questionados sobre a categoria estatísticas criminais das Polícias Civil. resistência/pessoas mortas Frente a esse quadro percebe-se que. lico. mesmo não constituem um tipo criminal específico e em casos em que tudo indicava tratar-se de um são. nas políticas públicas. TABELA 01 · Nome recebido pelas ocorrências letais de civis em ações policiais.teorica. de questões relacionadas às ocorrências le- pacto dessas mortes no desenho e implemen. parte-se do pressuposto de que o po. de Segurança Pública. parar legalmente o agente policial. tampouco. no ano de 2011 o Fórum Brasileiro de mente a corporação mais comumente envol- Segurança Pública realizou pesquisa com os vida em ocorrências como esta.

de policial em seus estados (Fórum Brasileiro dentro das instituições. que pela Constituição no futuro. Já no âmbito do controle externo.de impactar nos índices de letalidade policial ou ainda disseram que o órgão não age de forma mesmo fortalecer a apuração desses crimes. não tinha rança Pública sobre mecanismos de contro- prédio ou orçamento próprio. em 16 dos 18 Outro fator que dificulta sensivelmente estados. Militares. 2013). serem subordinados de algum in.. tampouco. desenvolvido pelo Fórum Brasileiro de Segu- te delas possuía autonomia restrita. (. para executar a tarefa de Segurança Pública. via de regra. Esta questão ganha ainda mais destaque Paradoxalmente. ouvidorias de polícia existentes no Brasil hoje. o problema reside na legislação brasileira. estudo produzido por Cano cessivamente frouxa não apenas com os crimi- & Duarte (2011) nas corregedorias das Polícias nosos. polícias) e não se transforma em eixo político gruber et al. tais profissionais correm o risco de. mais grave na medida em que.. como não possuem estabilidade policial não é adequadamente tratado pelo Mi- no setor. manos para os profissionais que nelas atuam. O quadro é ainda do controle interno. nistério Público (MP). diversos entrevistados reclamaram apenas 11 tem acesso aos dados de letalida- sobre as resistências enfrentadas no cotidiano. o tema da letalidade Por exemplo. Federal tem a missão de controle externo da vestigado. imparcial e baseia-se na presunção da culpa. Além disso. além disso. O tema da letalidade dos praças da PM e a totalidade dos detetives é visto como um assunto afeito à esfera opera- da PC entrevistados afirmou não ter nenhum cional (e por isso de competência exclusiva das interesse em trabalhar na Corregedoria (Lem. estudo ros de todo o país demonstrou que a maior par. Pesquisa realizada por Lemgruber et inquéritos policiais e pouca atenção é dada à al no ano de 2002 demonstrou que a maioria qualidade da investigação. mas também com os policiais. recebem nenhum adicional nos vencimentos No caso do MP.) não temos estatísticas confiáveis sobre tais mortes e. as polícias e secretarias de segurança a efetividade da atuação das corregedorias não têm obrigação de enviar às ouvidorias in- é a ausência de uma política de recursos hu. Em complemento. Os entrevistados ou estratégico das instituições e dos Governos. 121 . apresentando le das polícias demonstrou que. 2003. ex- Nesse sentido. formações sobre mortes de civis por policiais. os entrevistados alegaram que excessos. métricas capazes de avaliar o impacto dessas mortes no desenho e implementação das políticas de segurança pública e nos padrões operacionais das polícias brasileiras. Civis. dentre as 18 ainda infraestrutura limitada e falta de efetivo. Técnicas e Corpos de Bombei.100). pp. nem pelo Poder Judiciário. a preocupação fica excessiva- e são percebidos como “inquisidores” pelos mente focada no formalismo processual dos colegas. quando questionados sobre quando se analisa os mecanismos de controle os entraves ao bom resultado do trabalho das interno e externo que teriam o papel de coibir Corregedorias. eles não atividade policial.

No entanto. Elaboração dos autores. os Estados não atenderam das mortes causadas por intervenção policial no aos pedidos. Se reportou em todos os anos (1). o Fórum Brasileiro do Ministério da Justiça. A nota referente ao primeiro indicador foi baseada na informação sobre o número de vezes (anos) em que a unidade federativa não deixou de reportar o dado desde 2007. A classificação referente ao segundo indicador variou de 1 a 4 a depender se o número de vezes (anos) em que o total de mortes perpetradas por policiais segundo o informe das secretarias de segurança pública foi inferior ao número do SIM em 0. de Segurança Pública compilou um conjunto A proposta deste esforço era estruturar uma de dados sobre vitimização e letalidade policial. gerido forçar a relevância de se investir na produção de TABELA 02 · Qualidade na Transparência de Informações sobre Mortes Perpetradas por Policiais Classificação quanto a não Classificação quanto aos dados Grau de Unidade Federativa apresentar informações desde reportados pelas SSPs serem Transparência 2007 inferiores aos do SIM Alta Amazonas 1 1 Alta Distrito Federal 1 1 Alta Mato Grosso 1 1 Alta Rio de Janeiro 1 1 Alta Rio Grande do Sul 1 1 Alta São Paulo 1 1 Alta Amapá 1 2 Alta Pernambuco 1 2 Média Mato Grosso do Sul 1 3 Média Minas Gerais 1 3 Média Santa Catarina 1 3 Média Tocantins 1 3 Média Sergipe 2 3 Média Rio Grande do Norte 3 1 Média Acre 3 2 Média Alagoas 3 2 Média Espírito Santo 3 2 Média Paraiba 3 2 Média Piauí 3 2 Média Rondônia 3 2 Baixa Bahia 3 3 Baixa Pará 3 3 Baixa Maranhão 3 4 Baixa Paraná 3 4 Baixa Roraima 4 2 Baixa Ceará 4 3 Baixa Goiás 4 3 Fonte: MS/SVS/DASIS (Sistema de Informações sobre Mortalidade – SIM) e informações enviadas pelas Secretarias Estaduais de Segurança Pública e/ou Defesa Social. se não reportou 1 ou 2 vezes (2). Avaliando os dados levantados pelo FBSP pela Secretaria Nacional de Segurança Pública Desde janeiro de 2013. ainda assim. Aqueles que não enviaram os dados após a coleta das informações. SINESPJC. constatou-se vá- até agosto de 2013 foram acionados por meio rias lacunas de dados que não nos autorizavam a da Lei de Acesso à Informação. 122 . respectivamente. Os números indicaram uma baixa qualida- tes ao tema do Sistema Nacional de Estatísti. e 8 a 11 vezes. de das informações disponíveis e estariam a re- cas em Segurança Pública (SINESPJC). 1 a 3 vezes. 4 a 7 vezes. senão reportou de 3 a 4 vezes (3). o FBSP coletou os dados referen. série histórica com os dados dos últimos doze solicitando as informações diretamente aos anos das ocorrências relacionadas. Estados. e se não reportou 5 ou 6 vezes (4). país. Nos casos em considerar os números obtidos como um retrato que.

dados mais fidedignos e confiáveis. chamada “intervenções legais e operações de
Mesmo com problemas de registro e não guerra”. Este dado não é considerado dos mais
oferecendo condições para serem tomados confiáveis dentro do sistema de saúde, mas,
como um retrato completo da letalidade da quando registrado pelo hospital, no mínimo de-
ação policial, os dados compilados foram tra- veria gerar o registro de um boletim de ocorrên-
tados de modo a explicitar e separar questões cia com a indicação do fato de que um policial
metodológicas, afeitas à forma como são pro- foi o autor da ação. Portanto, quando o dado da
duzidos, e questões substantivas, sobre o nível saúde é superior ao registrado pela polícia, a si-
de letalidade da ação policial no Brasil. tuação é ainda mais grave e denota a fragilidade
Por esse procedimento, os dados informa- destes registros pelas instituições de segurança
dos pelas polícias foram cotejados com aqueles pública no Estado.
sistematizados pelo Ministério da Saúde, na Considerando a fragilidade dos dados cole-
ideia de que a comparação entre os dois siste- tados, pretendeu-se elaborar uma metodologia
mas permite validar os dados informados – já simples para estimar a qualidade da transparên-
que um dado informado em um sistema deveria cia de informações sobre mortes perpetradas
constar obrigatoriamente do outro sistema. Ade- pelas polícias Civil e Militar de todo o país. Para
mais, as Unidades da Federação foram separa- estabelecer a comparação com os dados do sis-
das em grupos de transparência estimada dos tema de saúde, optamos por agregar as ocor-
dados de letalidade fornecidos, à semelhança rências das duas polícias em todos os Estados.
da metodologia que o FBSP aplica para as es- Assim, a nota referente ao primeiro indica-
tatísticas criminais. Cabe destacar que, no caso dor foi baseada na informação sobre o número
do registro da Segurança Pública, foram consi- de vezes (anos) em que a unidade federativa
derados apenas os casos classificados como não deixou de reportar o dado ao SINESPJC en-
“morte em confronto”, ou seja, casos em que tre 2007 e 2010: se reportou em todos os anos
os policiais estavam em serviço. As demais ca- (1); se não reportou 1 ou 2 vezes (2); senão re-
tegorias, tais como homicídios e lesão corporal portou de 3 a 4 vezes (3); e se não reportou 5
seguida de morte, dentre outras, não puderam ou 6 vezes (4).
ser mapeadas em todos os Estados e, portan- Já a classificação referente ao segundo in-
to, não foram incluídas na comparação.Como já dicador variou de 1 a 4, a depender se o núme-
mencionado, para a construção de tais grupos ro de vezes (anos) em que o total de mortes
considerou-se a diferença entre SINESPJC e perpetradas por policiais segundo o informe
o Sistema de Informações sobre Mortalidade das secretarias de segurança pública foi infe-
(SIM) – Datasus. Parte-se do pressuposto de rior ao número do SIM/Datasus em 0 (1); 1 a
que, quando uma vítima chega ao hospital ferida 3 vezes (2); 4 a 7 vezes (3); e 8 a 11 vezes (4),
ou morta em decorrência de ação policial, este respectivamente.
fato deve ser informado ao hospital, que regis- A partir destes indicadores, os dados cole-
tra o fato no SIM/Datasus na categoria Y35-Y36 tados podem ser verificados na tabela a seguir:

123

TABELA 03 · Pessoas mortas em confronto com Polícias Civis e Militares em serviço
Unidades da Federação – 2000-2012

Grau de Unidades
2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012
Transparência (1) da Federação

Brasil 1040 1083 1547 2028 1616 1452 1689 1901 1729 1824 2031 1803 1890

Amapá (2) (3) ... ... ... 1 ... ... ... 1 ... 8 11 14 12
Amazonas ... ... ... ... 1 4 2 0 4 9 9 7 5
Distrito Federal - 3 7 5 2 2 - 1 5 4 3 - -
Mato Grosso (4)
... ... ... ... - 4 11 9 3 10 6 10 7
Alta
Pernambuco ... ... ... ... 17 24 13 22 40 40 30 24 32
Rio de Janeiro 427 592 900 1195 983 1098 1063 1330 1137 1048 855 523 415
Rio Grande do Sul (5) 18 28 26 40 30 13 49 56 44 58 56 40 67
São Paulo 595 460 610 785 573 300 546 401 397 543 510 461 563

Acre (6) ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... 2 4
Alagoas (6) ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... 2 26
Espírito Santo ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... 16 15 23
Mato Grosso do Sul ... - 4 2 7 2 3 10 4 4 3 2 2
Minas Gerais ... ... ... ... ... ... ... 56 39 36 35 42 ...
Paraíba ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... 13 24
Média
Piauí (6) ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... 7 4
Rio Grande do Norte ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... 21 21
Rondônia (6) ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... 2 4
Santa Catarina ... ... ... ... ... 1 1 5 37 37 54 53 69
Sergipe ... ... ... ... ... ... ... ... 16 24 12 10 25
Tocantins ... ... ... ... 3 4 1 10 3 3 5 3 7

Bahia (6) ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... 307 284 344
Ceará (6) ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... 9
Goiás ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... 42 -
Baixa Maranhão (6)
... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... 1 11
Pará ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... 78 49
Paraná (6)
... ... ... ... ... ... ... ... ... ... 119 147 167
Roraima (7) ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ...

Fonte: Secretarias Estaduais de Segurança Pública e Defesa Social; Sistema Nacional de Estatísticas em Segurança Pública (SINESPJC) / Secretaria
Nacional de Segurança Pública (SENASP); Fórum Brasileiro de Segurança Pública.
(1) Grupo segundo qualidade estimada dos dados, conforme detalhado no estudo.
(2) Os dados da Polícia Militar do AP não incluem as informações dos 11º BPM e 12º BPM.
(3) Os dados da Polícia Militar foram consolidados com base nas informações recebidas diretamente do Estado; os dados da Polícia Civil foram
coletados do Sistema Nacional de Estatísticas em Segurança Pública .(SINESPJC)
(4) Os dados do período compreendido entre 2005 e 2011 foram coletados diretamento do Estado; o dado de 2012 foi extraído do Sistema Nacional
de Estatísticas em Segurança Pública (SINESPJC).
(5) O dado do ano de 2012 foi extraído do Sistema Nacional de Estatísticas em Segurança Pública (SINESPJC).
(6) Dados extraídos do Sistema Nacional de Estatísticas em Segurança Pública (SINESPJC).
(7) Segundo Ofício nº 039/2013- GAB/SEC. SESP/RR, a Secretaria de Segurança do Estado não contabiliza estas informações.
(...) Informação não disponível.
(-) Fenômeno inexistente.
Nota: O estudo considerou os dados recebidos até 15 de outubro de 2013.

124

TABELA 04 · Comparativo do total de
mortos em confronto com as polícias
Brasil e Estados Unidos – 2007-2012

Ano Brasil EUA Razão

2007 1.901 398 4,8
Conclusão 2008 1.729 378 4,6
Com base na metodologia proposta, a pri- 2009 1.824 414 4,4
meira avaliação possível é que apenas 8 Uni- 2010 2.031 397 5,1
dades da Federação tiveram seu dados de le- 2011 1.803 404 4,5
talidade na ação policial considerados como de 2012 1.890 410 4,6
alta qualidade para os dois indicadores segundo
o grau de transparência (AM, DF, MT, RJ, RS, Fonte: Secretarias Estaduais de Segurança Pública e
SP, AP e PE). As demais unidades da federação Defesa Social; Sistema Nacional de Estatísticas em
não puderam ter seus dados validados e, por- Segurança Pública (SINESPJC) / Secretaria Nacional
tanto, existe a possibilidade ainda maior des- de Segurança Pública (SENASP); Criminal Justice
tes estarem subnotificados, o que exigiria por Information Services Division; Annual Firearms Discharge
parte dos Governos, em especial do Ministério Report; Fórum Brasileiro de Segurança Pública.
da Justiça, um esforço de coordenação para
que este problema não seja desconsiderado
quando da implementação efetiva do Sistema dados sejam precários, apontam para um pro-
Nacional de Informações de Segurança Públi- blema muito sério com relação ao padrão opera-
ca, Prisionais e sobre Drogas - SINESP, criado cional das polícias brasileiras.
pela Lei nº 12.681, de 4 de julho de 2012. A Para afastar qualquer dúvida sobre o signi-
boa notícia é que a legislação que cria o referi- ficado desses dados e a título de comparação,
do sistema condiciona o repasse de verbas aos nos EUA, país com um número muito maior de
Estados à alimentação do sistema, sendo que armas de fogo em circulação e com população
o termo de adesão ao Sinesp inclui as ocorrên- 60% maior que a brasileira, o número total de
cias relacionadas à vitimização e letalidade poli- civis mortos pelas polícias em todo o ano de
cial como de preenchimento obrigatório para as 2012 foi de 410, segundo dados do Criminal
polícias estaduais. Justice Information Services Division do FBI.
Em termos substantivos, não obstante as Adicionalmente, de acordo com o “Annual
limitações indicadas na qualidade dos dados, a Firearms Discharge Report” do Departamento
conclusão é que o balanço alcançado pelo levan- de Polícia de Nova Iorque, utilizando-se apenas
tamento do FBSP é bastante triste: consideran- as informações referentes à cidade de Nova
do apenas os dados do ano de 2012, verificamos Iorque - uma metrópole muito violenta que, nos
que ao menos 5 pessoas morrem vítimas da anos 1990, logrou reduzir suas taxas de homi-
intervenção policial no Brasil todos os dias, cídios e se transformou em exemplo a ser se-
ou seja, ao menos 1.890 vidas foram tiradas guido no mundo - percebemos que em 1971 a
pela ação das polícias civis e militares em si- Polícia daquela cidade atirou em 314 pessoas e
tuações de “confronto”. Se considerarmos a matou 93. No ano de 2011, esta mesma polí-
série histórica proposta pelo estudo, o resultado cia, responsável por prover segurança públi-
é o mesmo: utilizando os dados dos anos 2000 ca em uma cidade com cerca de 8,2 milhões
até 2012, em média 4,9 pessoas morrem todos de habitantes atirou em apenas 24 pessoas
os dias por intervenções policiais. e matou somente 8. Já no município de São
Estes dados consideram apenas as mortes Paulo, com cerca de 11 milhões de habitan-
em confronto, ou seja, aquelas praticadas em tes, no mesmo ano as polícias Civil e Militar
serviço. Se incluirmos aí os casos em que civis mataram, juntas, 242 pessoas; no Rio de Ja-
são mortos por policiais fora de serviço, muitas neiro, município com cerca de 6 milhões de
vezes quando estão fazendo o “bico”, o núme- habitantes, no mesmo ano as duas polícias
ro é ainda mais expressivo. Assim, ainda que os mataram, juntas, 283 pessoas.

125

016.09 311.189. Procuradoria Geral da República do México. As informações aqui apresentadas policial continue a ser tratado como um tabu.882 2006 2010 (. TABELA 05 · Taxas de mortalidade por homicídio (população total e policiais Civis e Militares).7 Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp).797 2010 2011 África do Sul 706 .726. Penales y Criminalisticas (CICPC).361.233 2011 2011 Canadá . urgentes nos padrões de atuação das forças de ço. 30. não se justifica dos frágeis e. em hipótese alguma que o tema da letalidade tificados. 45. Statistiques Canada. Cuerpo de Investigaciones Científicas. TABELA 06 · Homicídios. sob fogo cruzado: morrem muitos civis blica brasileira. Os dados de vitimização policial reforçam segurança pública brasileiro está em colapso..1 efetivo policial para os demais.) Informação não disponível Fontes: Secretarias Estaduais de Segurança Pública e Defesa Social. revelam que polícia e sociedade encontram-se. podem estar subno. PC fora de serviço 42..9 51. Trata-se de um assunto central todos os anos em decorrência da intervenção para polícias. Anistia Internacional. verificamos que as polícias bra- dade por homicídio de um policial no Brasil sileiras matam mais do que a de países com é três vezes superior à taxa de homicídio de índices de criminalidade similares.7 Fórum Brasileiro de Segurança Pública. governos e sociedade civil discu- policial. Independent Police Complaints Comission (IPCC). como é o caso de México. como uma agenda interditada na segurança pú- hoje.3 193. Independent Police Investigative Directorate. Ou seja. ainda mais nossa análise sobre o padrão de atu... FBI.9 (1) Por 100 mil habitantes para a taxa de homicídio e por PM e PC (em serviço e fora) 72.7 119.5 33. Police Memorial.8 Segurança Pública e Justiça Criminal (SINESPJC) / PM fora de serviço 58.976. mas também muitos policiais.2012 Brasil Taxa (1) Fonte: Secretarias Estaduais de Segurança Pública e Homicídio nacional 24. PC em serviço 13. ou até piores um cidadão comum.. 1 1. UNODC Crime Statistics. na evidência empírica de que o modelo de segurança pública do Brasil.3 Defesa Social. os dados que o brasileiro. 126 . e identificarem mudanças mortalidade se dá especialmente fora de servi. SINESPJC..530 2012 2012 EUA 410 95 4.915 2009 2011 Reino Unido 15 10 1 9. Brasil .307 2013 2011 Venezuela 704 . letalidade e vitimização policial países selecionados – 2006-2012 Ano de referência Ano de referência com policiais em Policiais mortos Pessoas mortas vitimização e em confronto dos dados de em serviço População da taxa de letalidade homicídio homicídio Taxas de serviço País Brasil 1890 89 24. internacionais. Banco Mundial. Não obstante. cuja tirem claramente..1 27.205. Fórum Brasileiro de Segurança Pública. Sistema Nacional de Estatísticas em PM em serviço 17.651 2012 2011 República Dominicana 268 62 25 10. ca do Sul e Venezuela. Em uma breve comparação com dados ação das polícias brasileiras: a taxa de mortali.587.190.816 2012 2012 México 1652 740 23.. portanto. Áfri- de vitimização policial também são considera.

/dez. CANO. FÓRUM BRASILEIRO DE SEGURANÇA PÚ- BLICA. NPPCS/UFS. 2003. Revista do Núcleo de Pós-Graduação e Pesquisa em Ciên- cias Sociais/Universidade Federal de Sergipe Nº 1 (1998). LOCHE. p: 10. 1997. Ignacio. NASCIMENTO.2. Autos com ou sem resistência: Uma análise dos inquéritos de homicídios cometidos por po- liciais. P. In: TOMO. 2010. Aspectos do trabalho policial. A. 2013. São Paulo. A letalidade de ação policial: parâmetros para análise. n. Rio de Janeiro. São Paulo. Julita. Quem vigia os vigias? Um estu- do sobre o controle externo da policia no Brasil. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo. 33º Encontro Anual da ANPOCS. Série Dossiê NEV. NERI. Ana Luísa. Ignacio. CANO. 2003. MUSUMECI. Thais Lemos. GRILLO. 2011. n. 127 . USP.. Amêndola Pinheiro. Panorama das ouvidorias estaduais de Segurança Pública e Defesa Social .C. Rio de Janeiro. The use of lethal force by police in Rio de Janeiro. ISER. Adriana. Egon.. C. Leonarda. São Paulo. São Paulo: Record. Núcleo de Estudos da Violência.. São Cristóvão-SE. Brazil and Argentina.. Análise das atividades correicionais no Brasil.. Police Deadly Force as Social Control: Jamaica. Ignacio. outubro de 2009. FÓRUM BRASILEIRO DE SEGURANÇA PÚ- BLICA. Trad. CHEVIGNY. Caxam- bu. CANO. E. LEMGRUBER. 1991. A.Referências Bibliográficas BITTNER. (Relatório de pesquisa). DUARTE. N. 17 jul. Diagnóstico dos sistemas estaduais de segurança pública. Belo Horizonte: 2011.

128 .

parte 3 Apêndice Metodológico 129 .

contar com um setor de controle de qualidade e dispor de regulamentação que estabeleça os indicadores. responsáveis pela produção das estatísticas pelas Unidades da Federação1. atende a todos estes requisitos. permitir a contabilização de incidentes e de vítimas e separar adequadamente os diversos tipos de autores (crianças e ado- lescentes. Com base nas respostas ao formulário. Em linhas gerais. abordando dimensões relacionadas à qualidade da informação. fluxos e prazos para o envio de estatísticas. ano 6. como estrutura completo pode ser acessado no Anuário Brasileiro de Segurança do órgão de estatística. procedimentos de controle. os estados foram divididos entre os que se aproximam mais ou menos 130 . O formulário aplicado continha cerca 1 O estudo metodológico de 30 variáveis. A contagem de casos deve se basear na maior quantidade possível de ocorrências. transparência dos dados. os incidentes podem ser regis- trados pelas vítimas pela internet e o setor deve contar com fontes alternativas ao Boletim de Ocorrência para a análise criminal. definições e usos das estatísticas dentro e fora das instituições policiais. cobertura e forma Pública. Este é um ideal a ser alcançado e nenhum estado atualmente. o órgão de produção das estatísticas dever contar com quantidade adequada de funcionários.) Finalmente. etc. de forma periódica e o mais desagregado possível. trabalhar com dados georreferenciados. na prática. Este formulário refletia o que se entende como “tipo ideal” de procedimentos para que as informações fossem produzidas com qualidade. Os dados. há um sistema de metas e recompensas para as unidades que atingem as metas estipuladas e os dados desagregados são disponibilizados para as polícias. o setor realiza reuniões de análise e planejamento com base nas evidências coletadas. policiais. Estimando a qualidade das estatísticas criminais A metodologia de estimação de qualidade dos dados criminais produzidos pelos Estados foi desenvolvida a partir das respostas recebidas dos gestores estaduais do SINESPJC. comunidade acadêmica e população. O preenchimento das informações deve ser feito através de sistema informatizado especializado. O setor deve adotar procedimentos de controle para checar a consistência das informações. alguns se aproximam mais e outros menos deste “tipo-ideal”. permitir a correção posterior das informações e ser fiscalizado por algum órgão externo. A cobertura dos incidentes deve ser a mais ampla possível. neste modelo ideal. que conte com recursos como checagem automática de inconsistências e tabelas de auxílio ao preenchimento dos campos fechados. No entanto. por sua vez. com esta- tísticos na equipe. Senasp. devem ser tornados públicos. neste modelo ideal. 2012. de coleta.

zação. Alguns contam o incidente como unidade de do Ministério da Justiça. fonte dos dados de análise e outros o número de vítimas. um segundo objetivo também como os estados produzem suas estatísticas: a impactou a posição relativa dessas Unidades. Alguns contabilizam os atos infracionais por sua de acordo com os procedimentos de qualidade natureza e outros jogam os atos infracionais de produção. numa subdivisão da internet para notificação de crimes e outros desses grupos. influindo na taxa de notificação de crimes. de casos e outros não. realizada com critérios exteriores forma de louvar o trabalho desempenhado por a área de segurança pública. não De forma complementar. divulgação e uso de informações numa grande e única categoria. Ainda que envolva algum grau de escolha A metodologia de estimação de qualidade e arbitrariedade.deste modelo por meio de uma análise de cluster O objetivo final era facilitar comparações de em dois estágios. rança Pública e Justiça Criminal (SINESPJC). separam os homicídios dos confrontos com a Procuramos neste estudo fazer uma divisão polícia enquanto outros somam ambos os tipos. verificados na tabela da página seguinte: 131 . por reavaliar a distribuição em relação a alimen- ticamente significantes entre os dois grupos de tação do SINESPJC. o FBSP optou existem de fato diferenças relevantes e estatis. as Unidades da Fede. numa ocorrência e outros apenas os principais. comparando grupos em termos de coesão e separação. Mas. Os resultados podem ser estados em termos de qualidade da informação. como anteriores. Alguns permitem o uso qualidade dos dados. Entretanto. Alguns contam criminais. Alguns criminalidade da publicação. para além do obstante esta primeira tentativa de homogenei- desenvolvimento de uma metodologia de esti. acreditamos que a classificação dos dados desenvolvida é bianual e deverá ser seja superior a metodologia utilizada nos anuários atualizada no ano de 2014. que aparecem ração foram divididas em grupos de boa ou baixa como mais violentos. subdividindo-os em outros dois a partir com procedimentos para evitar a duplicidade do preenchimento adequado ou não do SINES. de estados mais homogêneos. optou-se pela apresentação das não. prejudicando os Numa primeira dimensão. cobertura da coleta é desigual. os resultados da pesquisa mostram que mação da qualidade dos dados das 27 Unidades ainda existem diferenças importantes na forma da Federação. dos estados brasileiros em dois grandes grupos. No entanto. Mostramos que diversos Estados desde então. PJC. de modo a agrupar os estamos desempenho mais justas. Unidades de acordo com o grau de alimentação Alguns contabilizam todos os crimes cometidos do Sistema Nacional de Estatística de Segu. estados com maior cobertura.

Grupos de Estados segundo qualidade dos dados Unidades da Federação   Acre alta qualidade Alagoas alta qualidade Amazonas alta qualidade Bahia alta qualidade Ceará alta qualidade Distrito Federal alta qualidade Espírito Santo alta qualidade Goiás alta qualidade Mato Grosso alta qualidade Grupo 1 Mato Grosso do Sul alta qualidade Minas Gerais alta qualidade Pará alta qualidade Alimenta o Paraíba alta qualidade SINESPJC adequadamente Paraná alta qualidade Pernambuco alta qualidade Rio de Janeiro alta qualidade Rio Grande do Sul alta qualidade São Paulo alta qualidade Sergipe alta qualidade       Maranhão baixa qualidade Piauí baixa qualidade Rondônia baixa qualidade Grupo 2 Roraima baixa qualidade Santa Catarina baixa qualidade Tocantins baixa qualidade         Grupo 3 Rio Grande do Norte alta qualidade Não alimenta o SINESPJC       adequadamente Grupo 4 Amapá baixa qualidade 132 .

Justiça e Cidadania . Ministério da Justiça – MJ. Secretaria de Segurança Pública – PI Gerencia de Justiça. Ministério da Saúde – MS.AC 133 .PR Nacional de Estatísticas em Segurança Pública e Justiça Criminal – SINESPJC. Ministério da Fazenda – MF. Secretaria de Segurança Pública – SE Pesquisa de Informações Básicas Municipais 2002. 2009 e 2012. Levantamento nacional do atendimento socioeducativo Secretaria de Estado de Defesa Social – MG ao adolescente em conflito com a lei.2012 e 2013. Secretaria de Estado de Segurança Pública – DF Secretaria Nacional de Segurança Pública. Secretaria de Estado da Segurança Pública e defesa Social – ES Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República – SEDH/PR/Subsecretaria de Promoção Secretaria de Estado de defesa Social – AL dos Direitos da Criança e do Adolescente .TO Secretaria de Estado da Segurança Pública – SC Secretaria do Tesouro Nacional – STN. 2004. Secretaria de Segurança Pública – SP Secretaria da Segurança Pública – PB Secretaria de Segurança Pública e da Defesa Social – RN Secretaria da Segurança Pública – RS Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social – CE Secretaria de Defesa Social – PE Secretaria de Segurança Pública e Justiça – GO Secretaria de Estado da Justiça e Segurança Pública – AP Secretaria de Segurança. Secretaria de Segurança Pública – BA Escola de Direito de São Paulo da Fundação Getúlio Secretaria de Segurança Pública – MT Vargas – FGV.RO Secretaria de Estado da Segurança Pública – RR Secretaria de Segurança. Sistema Secretaria de Estado de Segurança Pública. Defesa e Cidadania . Pesquisa Perfil das Instituições de Segurança Pública. Secretaria de Estado e Segurança pública .SPDCA. Secretaria de Justiça e Segurança Pública – MS Departamento Penitenciário Nacional – DEPEN. 2012. Secretaria de Estado de Segurança Pública – PA Secretaria Nacional de Segurança Pública.Fontes dos Dados Publicados na Edição 2013 do Anuário Brasileiro de Segurança Pública Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde Secretaria de Estado se Segurança Pública – AM – DATASUS. 2006. Segurança Pública e Cidadania – MA Secretaria de Segurança Pública – RJ Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE. Índice de Confiança na Justiça Brasileira - ICJBrasil.

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