Anuário Brasileiro

de Segurança Pública
ISSN 1983-7364 ano 7 2013

sumário

4 Ficha institucional
4 Ficha técnica
6 Introdução

Fórum Brasileiro de Segurança Pública 
Rua Mário de Alencar, n° 103
Vila Madalena · São Paulo · SP · Brasil
CEP: 05436-090
tel/fax: 55 11 3081-0925
www.forumseguranca.org.br

2

Parte 1 Segurança Pública em números

10 Estatísticas criminais
31 É possível reverter a espiral da violência
42 Encurtando as distâncias entre a lei e a política pública
43 Prevenção à violência e Agenda das Metas do Milênio e Desenvolvimento Pós-2015

44 Gastos com segurança pública e prisões
53 Quando muito é pouco!

54 População carcerária
70 O sistema penitenciário brasileiro

72 Efetivos das forças policiais
80 Efetivo e remuneração nas polícias brasileiras

82 Sistema socioeducativo
88 A distância entre o ECA e o sistema socioeducativo no Brasil

90 Municípios
102 Os municípios na segurança pública

104 Confiança na polícia
106 Respeito e (Des)Confiança na Polícia

Parte 2 Sob Fogo Cruzado: um padrão inaceitável de atuação
das polícias brasileiras

110 Sob Fogo Cruzado I: vitimização de policiais militares e
civis brasileiros
118 Sob fogo cruzado II: letalidade da ação policial

Parte 3 Apêndice metodológico

130 Estimando a qualidade das estatísticas criminais

133 Fontes dos dados publicados na edição 2013 do Anuário Brasileiro de Segurança Pública

3

Débora Lopes José Luiz Ratton Consultoria Técnica Hilda Soares Mancuso Marcos Veloso Cimar Alejandro Prieto Aparicio Gabriela Yamada Renato Sérgio de Lima Túlio Khan Marianni Costa Roberto Maurício Genofre Luís Flávio Sapori Assessoria de Comunicação Equipe Técnica Luiz Antônio Brenner Letra Certa Estratégia e Tática em Beatriz Rodrigues Comunicação Caio Valiengo Conselho Fiscal Jander Ramon Laís Figueiredo Cássio Rosa Raphael Ferrari Silvia Ramos Daniel Lopes Agradecimentos Secretária Executiva Textos Secretaria Nacional de Segurança Samira Bueno Arthur Trindade Maranhão Costa Pública – SENASP/MJ Daniel Cerqueira Secretarias Estaduais de Segurança Edinilsa Ramos de Souza Pública ou Defesa Social Eduardo Pazinato Gestores Estaduais do SINESP Liana de Paula Rafael Rodrigues (SENASP/MJ) Ligia Rechenberg Mirella Soares Diniz Luciana Guimarães Luciana Gross Cunha (Direito GV/SP) Luís Flávio Sapori Maria Cecília de Souza Minayo Rafael Alcadipani Edição de arte Renato Sérgio de Lima URBANIA (11) 3828-3991 Robert Muggah Rodrigo Ghiringhelli de Azevedo 4 Samira Bueno .expediente Copyright Fórum Brasileiro de Segurança Pública ISSN 1983-7634 FICHA INSTITUCIONAL FICHA TÉCNICA FÓRUM BRASILEIRO Anuário Brasileiro de DE SEGURANÇA PÚBLICA Segurança Pública 2013 Presidente de Honra Coordenação Geral Elizabeth Leeds Renato Sérgio de Lima Equipe Fórum Brasileiro de Samira Bueno Segurança Pública Presidente do Conselho de Administração Coordenação Institucional Secretária Executiva Sérgio Roberto de Abreu Patrícia Nogueira Pröglhöf Samira Bueno Conselho de Administração Equipe Técnica Coordenação Institucional Arthur Trindade Beatriz Rodrigues Patrícia Nogueira Pröglhöf Eduardo Pazinato Caio Valiengo Humberto Vianna Laís Figueiredo Equipe Administrativa Jésus Trindade Barreto Jr.

Centro de Pesquisas Jurídicas Aplicadas da Direito GV/SP refletem a opinião de todos os para alteração. nessa. quando assinados. não utilizar essa publicadas não necessariamente obra com finalidades comercias. distribuir. a distribuição desta nova Pública/MJ obra deverá estar sob uma licença idêntica a essa. da forma especificada pelo Fundação Ford conteúdos e o teor das análises autor ou licenciante. transformação ou colaboradores envolvidos na criação de outra obra com base Secretaria Nacional de Segurança produção do Anuário. 2013 do Anuário Brasileiro de Anuário Brasileiro de Segurança exibir e executar a obra.Nota legal Licença Creative Commons Apoio/Parceiros da Edição Os textos e opiniões expressos no É permitido copiar. Os original. 5 . e criar Segurança Pública Pública são de responsabilidade obras derivadas sob as seguintes Open Society Foundations institucional e/ou. condições: dar crédito ao autor de seus respectivos autores.

ou do parágrafo sétimo. é uma iniciativa importante e que merece requisitos mínimos nacionais para as instituições de ser fortalecida. contas. no momento em que os governos e as polícias estão admi- sozinhos. demais Poderes. integração das polícias estaduais. ainda. segurança pública no que diz respeito à formação Porém. tais como: ção. As instituições policiais não experimenta- nistrando as demandas geradas pelas manifes. os dados publicados na abrindo margem para enormes zonas de sombra edição 2013 do Anuário Brasileiro de Segurança e insegurança jurídica. Isso significa que resultados de longo prazo só No plano da gestão. que enfrentem alguns temas sensíveis. do Não bastasse isso. instituições encarregadas em prover segurança e paga mal aos policiais e convive com padrões ordem pública. ças incrementais e de práticas de gestão com 6 . de modificar culturas organizacionais anacrônicas. com baixas taxas de esclarecimentos de Pública – SUSP. na medida em que não são capazes. que dispõe sobre as atribuições das que o nosso sistema de segurança é ineficiente. entre outras. a reforma do modelo policial esta- cas criminais do Anuário Brasileiro de Segurança belecido pela Constituição. várias poderão ser obtidos mediante reformas estruturais iniciativas têm sido tentadas: sistemas de informa. ram reformas significativas nas suas estruturas. Pública reforçam a sensação de que vivemos Para a Segurança Pública. população nas instituições. mudança no currículo de ensino entre União. o efeito dessa pos- em uma sociedade fraturada e com medo. os dados também indicam artigo 144. nesse contexto. e o estabelecimento de Pública.introdução E m meio à comemoração dos 25 anos da Constituição Federal de 1988. tações sociais que tomaram as ruas desde junho Faz anos que o Fórum Brasileiro de Segurança deste ano e. rentes entre os entes. a distribuição e a articulação de competências ção tecnológica. moderniza. teve sua tramitação obs- Não conseguimos oferecer serviços de qualidade. des para fazer avançar uma agenda de reformas segurança pública continua sendo um tema imposta pela Constituição de 1988 e até hoje tabu no Brasil. no contexto da definição Pública destaca que o Congresso tem dificulda- dos contornos da disputa eleitoral de 2014. E. que alimenta a seção de estatísti. A própria institucionalização mecanismos efetivos de cooperação entre eles e do SINESPJC. aflita tura pode ser constatado na não regulamentação diante da possibilidade cotidiana de ser vítima e do art. que trata das atribuições concor- refém do crime e da violência. Estados e Municípios e a criação de policial. paradoxalmente. O próprio projeto de Lei que cria operacionais inaceitáveis de letalidade e vitimização e regulamenta o Sistema Único de Segurança policial. transparência e prestação de tem sido marcada por mudanças incompletas. que no início deste ano tinha delitos e precárias condições de encarceramento. truída na discussão sobre competências de cada reduzir a insegurança e aumentar a confiança da ator institucional envolvido. chances de ser votado. 23 da CF. possui diversos artigos sem a devida regulação. a história recente da segurança pública dos profissionais. Ganhos incrementais nas políticas públicas tendem Trata-se de uma agenda que associa mudan- a perder força. uso da força e controle externo.

se não avançarmos na agenda diferentes de informação. os poli. mento em transparência. No Brasil. organizações e divulgação. Esforço esse que parte do princípio de que. tais organizações mais perderão do de compilar registros existentes. Pelo contrário. no Brasil. destas instituições para pensarmos as respostas das. o Fórum Brasileiro Não podemos acreditar em uma sociedade de Segurança Pública. Trata-se de um tema sensí. Nessa da ordem pública. o de construir pontes entre diferentes atores guiremos fazer frente aos dilemas impostos institucionais. Brasil e suas consequências para as políticas de econômico e cultural baseado no respeito e na segurança pública. Sem que essas duas mização na ação policial é falar da importância dimensões sejam simultaneamente enfrenta. associá-los de que ganharão em manterem taxas elevadas de modo tecnicamente rigoroso e politicamente mortes em suas intervenções. pelo Artigo 5º da Constituição Federal. entre se analisado e. Ao compilar dados sobre letalidade e vitimi- vel para as polícias brasileiras. a qual. análise oferece credibilidade e ganhos políticos estruturado na defesa e garantia de direitos da e sociais que não seriam alcançados quando tra- população. o FBSP redobra tal veem aqueles que buscam discuti-lo com forte aposta e investe na transparência. Isso porque só desta forma é que conse.alterações na arquitetura institucional e legal que falar de padrões operacionais. gera confiança e não temor. o FBSP busca dar outros. Daniel fortalecimento destas organizações. manutenção responsável pela implantação do SINESP. Cerqueira e Renato Sérgio de Lima no texto que Por fim. Ainda de acordo com o texto mencionado. uma polícia que institucionais envolvidos com o setor no país. prestação de contas e no cial. seu uso na modernização da gestão da área. criminalidade urbana. na prestação desconforto e desconfiança. controle de distúrbios. de modo a garantir que a população tenha ciais estão matando e morrendo num proporção acesso a conhecimento qualificado sobre os rumos em muito superior a qualquer métrica ou padrão e sentidos da segurança pública no Brasil. de contas e no controle como instrumentos de Todavia. o FBSP não se coloca contra as políticas de segurança pública. paz. como é o caso da SENASP/MJ. para além da publicação regular de dados e do o debate aqui proposto não é ideológico e visa. ao buscar controle como instrumentos de fortalecimento das esses dados. Uma polícia forte é uma polícia que tados exclusivamente por quaisquer dos atores respeita e defende a sociedade. Renato Sérgio de Lima Samira Bueno Coordenadores Gerais da 7ª Edição do Anuário Brasileiro de Segurança Pública 7 . portanto. sobretudo. a perspectiva é de manutenção de uma públicas para os dilemas do modelo de demo- perversa realidade. fortalecer as polícias enquanto ins. portanto. políticas de segurança pública no país. A pauta de temas e esferas que exigem sua contribuição para aumentar a eficiência das a intervenção das polícias é ampla e. direção. um dado só se transforma em informação mediação e administração de conflitos. o Fórum Brasileiro polícias. criminosas. cracia e desenvolvimento do Brasil atual. como destacam Samira Bueno. é importante deixar explícito que. contenção de grupos violentos. de Segurança Pública destaca que a edição 2013 tende é discutir padrões operacionais das polícias do Anuário compila dados de mais de 35 fontes e demonstrar que. não autoriza o Estado a sociedade civil no processo de sua produção e matar e é. com apoio da Open Society sem polícias. a informação tem um papel estratégico no tituições que valorizam o respeito ao primado ciclo das políticas públicas e a participação da da Lei. mas podemos apostar que tais Foundations. mesmo que alguns deles estejam pela multiplicidade de conflitos sociais que o investindo grandes e louváveis esforços de estru- mundo contemporâneo nos impõe: prevenção turação de seus próprios sistemas de informação da violência. O objetivo principal do Anuário é. internacional. letalidade e viti- regula o setor no Brasil. na verdade o que se pre. Para esta edição do Anuário. deste modo. que muitas vezes zação na ação das polícias. isento. Trata-se de um esforço acima citada. ao chamar atenção para o investi- apresenta e analisa os dados sobre letalidade poli. produziu um amplo levantamento instituições sejam eixos estratégicos e de indu- sobre letalidade e vitimização na ação policial no ção de um modelo de desenvolvimento social.

8 .

parte 1 Segurança Pública em números 9 .

Grupo 2: baixa qualidade e alimenta o Tocantins 100% 100% SINESPJC adequadamente. podem atuar em mais de 01 (um) Grupo 2 município e. Dessa forma. Grupo 4 Amapá 24% 32% Data de extração das coberturas: 02/11/2013. podem ter sua identificação contabilizada Maranhão 92% 100% mais de uma vez pelo SINESPJC. Conclusão 10 . é possível Piauí 96% 100% contabilizar o total de ocorrências registradas em relação a cada Rondônia 94% 86% município. Unidades especializadas. Fórum Brasileiro de Mato Grosso do Sul 92% 83% Segurança Pública. as Delegacias Sergipe 91% 90% Especializadas de Homicídio. Rio Grande do Sul (2) 100% 100% e não a partir do total de unidades policiais existentes no São Paulo (2) 58% 85% Estado. por exemplo. portanto. Pernambuco 97% 95% Nota: O percentual de cobertura é calculado de acordo com Rio de Janeiro 98% 100% o total de áreas cobertas pelas unidades policiais do Estado. Grupo 4: baixa qualidade Rio Grande do Norte (2) 19% 33% e não alimenta o SINESPJC adequadamente. Grupo 3: alta qualidade e não Grupo 3 alimenta o SINESPJC adequadamente. Paraíba 88% 85% (2) Gestores estaduais encaminharam dados adicionais e Paraná (2) 100% 100% retificações via planilha eletrônica. Minas Gerais 94% 100% (1) Grupos segundo qualidade estimada dos dados registrados Pará 55% 100% (vide apêndice metodológico). estatísticas criminais registros policiais TABELA 01 · Cobertura e alimentação do SINESPJC-PC Grupos de Estados segundo qualidade dos dados (1) Unidades da Federação 2011 2012 Grupo 1 Acre (2) 97% 100% Alagoas 92% 100% Amazonas (2) 83% 82% Bahia (2) 84% 75% Ceará (2) 98% 100% Distrito Federal 100% 98% Espírito Santo (2) 91% 71% Fonte: Sistema Nacional de Estatísticas em Segurança Pública e Goiás 80% 77% Justiça Criminal (SINESPJC) / Secretaria Nacional de Segurança Mato Grosso 95% 91% Pública (Senasp) /Ministério da Justiça. Roraima 100% 100% Nota 2: Grupo 1: alta qualidade e alimenta o SINESPJC Santa Catarina 100% 100% adequadamente.

11 .

063 36.2 -3.9 6.3 -19.814 24.6 Alagoas 2.4 19.8 0. latrocínio e lesão corporal seguida de morte no PR foram informados a partir do número de vítimas.7 0. por tipo Unidades da Federação – 2011-2012 Grupos de Homicídio doloso Latrocínio Estados segundo qualidade dos Ns.9 -2.4 300.0 76 101 0.7 40.6 1.3 82 90 0.8 7. (5) Os dados de homicídio doloso para 2011 no AC incluem também lesão corporal seguida de morte.1 3.836 10.3 25.0 Sergipe 671 803 32.1 11.4 49 40 1.6 4 20 0. (2) Grupos segundo qualidade estimada dos dados registrados (vide apêndice metodológico).2 12.251 3.9 14.4 Goiás 998 1.9 140 132 1. 2012.7 17.048 74.3 Bahia 5.8 5.431 5.2 13. absolutos Taxas (3) Ns.5 Grupo 2 Maranhão 1. ano 6.6 -27.462 38.3 -3.476 43.6 0.924 18.6 41.1 27.2 Tocantins 256 296 18.1 -8.0 22 9 0.0 29.7 48.4 90 128 0.492 30.5 0. TABELA 02 · Crimes letais intencionais (1).9 39.8 0.9 0.009 3.633 1.229 1.6 19 14 0. (6) Os dados de homicídio doloso. e a capitulação do crime é oriunda dos inquéritos das Polícias Civil e Militar.8 Mato Grosso 944 933 30.149 47.623 3.5 64.3 -6.8 1.5 24.7 -10.5 0.2 1.4 21.6 396.6 12 14 0.6 116 134 0.297 16.630 3.636 1.9 Rio de Janeiro 4.8 24.457 985 41.8 1.7 10. Fórum Brasileiro de Segurança Pública.9 193.2 0.3 Pará 2.1 0.1 0.8 -45.IBGE.5 78 84 0.9 0.5 1.3 -59.8 14.7 1.5 -5.5 Grupo 4 Amapá 23 69 3.5 Piauí 341 479 10.1 27 21 0.7 11.0 Santa Catarina 741 721 11.0 18.9 9.7 29.5 0.5 24 36 1.1 28.2 -0.3 -10.717 1.4 Mato Grosso do Sul 433 374 17. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística .193 4.1 1.6 0.9 - 3 - 0.803 0.7 Paraná (6) 3.7 Roraima 54 62 11.2 44 47 1.012 29.4 45 37 0.051 37.4 São Paulo 4.1 38. indicam o número de vítimas envolvidas.3 Grupo 1 Acre (5) 137 173 18.6 36 94 1.033 1.0 159.7 0.135 29.0 Continua Fonte: Sistema Nacional de Estatísticas em Segurança Pública e Justiça Criminal (SINESPJC) / Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp) / Ministério da Justiça.3 20.0 88 111 0.8 0.5 316 344 0.0 144 164 1.6 32.3 -47.4 98 54 1.0 25.7 13.2 29.5 1 4 0.5 0.0 18.3 Ceará 2.5 -13.3 Espírito Santo 1.7 38 55 0.4 Pernambuco 3.8 9.9 23.3 16 8 1.5 43 40 1.0 1.0 2.7 Distrito Federal 704 787 27.987 16.7 Rio Grande do Sul (7) 1.6 -18.3 Amazonas 1.8 0. 12 .2 17 9 0.6 Grupo 3 Rio Grande do Norte 901 957 28. necessariamente.1 Minas Gerais 3.9 15.458 18.2 28. (1) Os dados informados correspondem ao volume de ocorrências policiais registradas e não.914 3.7 0.3 3.2 11 10 1.4 9.3 29. (3) Por 100 mil habitantes.5 14.9 43.085 3.1 38.5 38.7 -7.5 -33.9 15.9 -14.9 1.6 1.4 22.3 Paraíba 1.6 5.7 34.6 -22.2 39. (4) Retificação das informações publicadas no Anuário Brasileiro de Segurança Pública.8 8.9 292. absolutos Taxas (3) dados (2) Unidades da Federação 2011 (4) 2012 2011 (4) 2012 Variação (%) 2011 (4) 2012 2011 (4) 2012 Variação (%) Brasil 45.2 31.4 15.6 -50.342 2.4 1.8 Rondônia 399 400 25.5 21.094 23.5 14.

7 Paraíba 7 4 0.2 Paraná (6) 155 77 1.6 Goiás 6 6 0...6 0.1 São Paulo . 13 .4 0.9 Grupo 4 Amapá - 1 - 0.3 Ceará 63 64 0. Sergipe 13 6 0.2 Amazonas 20 24 0.8 0...7 7.5 0.5 Tocantins 5 4 0.0 -35..6 347.3 0.1 Rio de Janeiro 39 22 0.9 Pará 44 50 0.2 0.2 Bahia 212 138 1.1 -1.1 0. Grupo 2: baixa qualidade e alimenta o SINESPJC adequadamente.5 -53.1 -44.1 0.1 - Conclusão (7) Os dados de homicídio doloso para 2011 e 2012 no RS incluem também homicídios culposos.8 Mato Grosso do Sul 7 16 0.6 0. Nota 2: Grupo 1: alta qualidade e alimenta o SINESPJC adequadamente.7 Distrito Federal 13 5 0.165 0. No RS. Grupo 3: alta qualidade e não alimenta o SINESPJC adequadamente.3 -20.5 1. Nota: Estimativas populacionais elaboradas no âmbito do Projeto UNFPA/IBGE (BRA/4/P31A) - População e Desenvolvimento.7 18.6 0.6 -11. .0 Rio Grande do Sul (7) 81 56 0.1 0.3 1. Grupo 4: baixa qualidade e não alimenta o SINESPJC adequadamente.3 Pernambuco 49 82 0.6 Santa Catarina 97 76 1.7 Espírito Santo 4 11 0.9 164.6 126. absolutos Taxas (3) dados (2) Unidades da Federação 2011 (4) 2012 2011 (4) 2012 Variação (%) Brasil 1. . as informações passadas ao SINESPJC contém os dados da Polícia Civil e da Brigada Militar.5 -31.1 -43.7 Piauí 4 18 0.2 0.7 0. Grupos de Lesão corporal seguida de morte Estados segundo qualidade dos Ns.7 1.1 0.7 0. .1 Rondônia 4 8 0.7 0.7 -50.4 20..299 1. .3 0.3 172.3 Roraima 5 4 1.5 98.2 53.2 -22.6 11.. Coordenação de População e Indicadores Sociais.3 Grupo 2 Maranhão 218 102 3.9 Grupo 3 Rio Grande do Norte 150 233 4.1 Grupo 1 Acre (5) - 1 - - - Alagoas 21 25 0.7 0. que não os de trânsito..1 Minas Gerais 60 73 0.8 18..3 0.9 -21.6 0..3 -54.2 Mato Grosso 22 59 0.5 1.9 66.5 0.6 13.

latrocínio e lesão corporal seguida de Criminal (SINESPJC) / Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp) / morte para 2011 e 2012 no PR foram informados a partir do número de Ministério da Justiça.4 210.501 44.4 Mato Grosso do Sul 459 404 18. População e Indicadores Sociais.4 10.0 18.2 Mato Grosso 1.1 9.4 47. por tipo Unidades da Federação – 2011-2012 Grupos de CVLI .483 1.4 Piauí 349 517 11.4 37.8 Roraima 60 70 13.1 11.657 32.0 3.399 2.4 14.5 Paraná (6) 3.4 -0.7 31.062 25. Nota 2: Grupo 1: alta qualidade e alimenta o SINESPJC (5) Retificação das informações publicadas no Anuário Brasileiro de adequadamente. ano 6.3 -10. (1) Os dados informados correspondem ao volume de ocorrências (7) No RS.096 1.3 Bahia 5.2 20.) Informação não disponível.378 3.0 14. adequadamente.328 3. as informações passadas ao SINESPJC contém os dados da policiais registradas e não.7 Tocantins 277 308 19.614 23.340 17.3 -3.068 1.8 26.2 Grupo 2 Maranhão 1. TABELA 03 · Crimes violentos letais intencionais (1).4 42.0 Minas Gerais 3.049 1. 2012..667 1.5 19.9 Conclusão Fonte: Sistema Nacional de Estatísticas em Segurança Pública e Justiça (6) Os dados de homicídio doloso.0 39.5 31.076 31.005 41.9 Ceará 2.5 -5.133 17.787 5.880 2.491 15. vítimas. necessariamente. (-) Fenômeno Inexistente. Nota: Estimativas populacionais elaboradas no âmbito do Projeto UNFPA/ (3) A categoria "Crimes Violentos Letais Intencionais" agrega as ocorrências IBGE (BRA/4/P31A) . (4) Por 100 mil habitantes.8 8. .3 Santa Catarina 876 852 13.2 24.População e Desenvolvimento.2 Rondônia 415 422 26.229 38.1 -13.3 26.8 13.032 33.8 Goiás 1. Civil e Militar.IBGE.8 Pernambuco 3. Latrocínio e Lesão Corporal seguida de Morte.4 Rio Grande do Sul (7) 1.015 1.9 14. Coordenação de de Homicídio Doloso.7 9.2 22.0 33.2 Grupo 4 Amapá 23 73 3.1 36.2 -5.1 Paraíba 1. Grupo 3: alta qualidade e não alimenta o SINESPJC adequadamente.9 Grupo 3 Rio Grande do Norte 1. e a capitulação do crime é oriunda dos inquéritos das Polícias Fórum Brasileiro de Segurança Pública.6 188.3 21.9 Espírito Santo 1. indicam o número de vítimas Polícia Civil e da Brigada Militar.084 50.180 10.8 12.323 31.2 32.545 1.762 3.3 68.970 25.0 30.5 0. envolvidas.1 São Paulo 4.8 24.8 21.2 Amazonas 1.0 Sergipe 708 845 33. (2) Grupos segundo qualidade estimada dos dados registrados (vide (.0 40.199 33.780 4.2 Distrito Federal 761 839 29..0 -3.3 Grupo 1 Acre 148 184 19.5 16.5 -10.3 Alagoas 2.1 Rio de Janeiro 4.167 76.509 5.7 -0.125 19.8 28.5 44. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística .164 3.0 25. absolutos Taxas (4) dados (2) Unidades da Federação 2011 (5) 2012 2011 (5) 2012 Variação (%) Brasil 48.8 3.1 -32.9 13. Grupo 2: baixa qualidade e alimenta o SINESPJC Segurança Pública.Crimes violentos letais intencionais (3) Estados segundo qualidade dos Ns.9 40.764 41.4 Pará 1.1 16.8 24. Grupo 4: baixa qualidade e não alimenta o SINESPJC 14 adequadamente.191 3.1 0. apêndice metodológico).

6 1. .7 0.3 Distrito Federal 347 290 13..1 96 76 1.2 9.0 4..2 5.2 0..3 47 65 1.5 32 447 1.0 .0 .9 154 127 2.5 11.0 0.4 99 85 3. .0 .148 977 8.1 220 139 7.. - Paraíba 353 279 9.1 Paraná (7) (8) (9) 2.1 14.4 Piauí 302 458 9..4 1. ...7 2. . ..7 168 150 4..8 .9 25 26 0. . .8 8.6 3. .8 . por tipo(1) Unidades da Federação – 2011-2012 Mortes acidentais no trânsito Outras mortes acidentais Grupos de Homicídio culposo de trânsito (exceto homicídio culposo) (exceto homicídio culposo) Estados segundo qualidade dos Ns. 2 .2 Grupo 4 Amapá 36 40 5.4 0.631 19..5 289 .8 Tocantins 153 170 10.9 67 42 1.133 15.8 17 32 0. Sergipe 330 419 15.7 14.6 Rio Grande do Sul (10) 1.2 Alagoas 286 237 9.0 Rio de Janeiro 2. - Grupo 2 Maranhão 1.8 Bahia 1..9 12. .1 Minas Gerais 3 ..2 110 117 7..7 499 421 3.3 7.4 1. .5 37 228 1. .7 10.1 0.0 Espírito Santo 445 206 12.3 0... . 0.2 32 36 2. .6 13.. 334 .3 1.9 655 493 4..1 17.4 6.1 17.0 Continua 15 .4 Roraima 21 64 4. ..3 2.0 7.9 4.9 3.073 0.0 241 215 17..1 2. 67 .7 335 415 5.2 142 160 5.3 3 7 0.8 19. 2.7 4.3 Pará 205 154 2..2 59 29 7. . . ..1 23. 3..4 Rondônia 262 210 16.627 11.208 634 18.2 3 12 0.2 11.8 1. ..1 7.2 Mato Grosso 465 455 15.019 10...8 97 98 2.2 Goiás 818 608 13. . .0 0.. ...118 1. Grupo 1 Acre 110 108 14.. . . .0 14.3 6.1 76 109 0.7 0.1 5.4 57 322 0.2 246 714 2..2 1 1 0.3 5.5 138 118 2. ..1 5 2.3 159 109 4.353 10.1 0. . .6 Pernambuco 11 11 0.5 0.7 28 16 1.2 24.4 49 38 3.368 10.5 2...4 11. 69 59 0.1 .9 7.9 82 33 3.TABELA 04 · Outros crimes letais. ...5 9.7 2.7 .1 12.3 19.. .4 São Paulo 4.555 22. .3 7. absolutos Taxas (3) dados (2) Unidades da Federação 2011 (4) 2012 2011 (4) 2012 2011 (4) 2012 2011 (4) 2012 2011 (4) 2012 2011 (4) 2012 Brasil 20.6 13.1 2.6 158 167 5..1 6.336 2. 2..1 1. .8 47 55 6.965 13.2 1.. .2 .. absolutos Taxas (3) Ns.5 1.8 2 27 0.2 15.1 48 10 1.854 17.4 Amazonas 278 255 7.2 7..1 0.3 11.5 5. absolutos Taxas (3) Ns.6 14.. Ceará 889 1.2 2.2 Santa Catarina 956 1... 0.6 1 2 0.9 ..831 1.3 10.5 Grupo 3 Rio Grande do Norte 230 188 7.2 .7 Mato Grosso do Sul 354 293 14. 150 146 1..0 21 8 0.2 2.779 4. . ..013 2.6 29 90 6..

absolutos Taxas (3) Ns..5 1.2 43 68 0..0 9.7 458 455 5.4 13 3 1.0 0. 49 67 0. 0.9 1.3 Paraná (7) (8) (9) 21 16 0. .5 1.7 0. 21 27 0.4 Grupo 4 Amapá .4 65 55 4.5 4.1 1. 0.1 2.7 . por tipo(1) Unidades da Federação – 2011-2012 Outros crimes resultantes Grupos de Outros homicídios culposos Suicídio (6) em morte (5) Estados segundo qualidade dos Ns.094 1..8 0.3 0.9 258 304 1..2 253 257 2. .1 10 7 0. .4 Amazonas 20 12 0.0 114 102 1.8 3. ..7 1.5 Minas Gerais 18 34 0.4 .0 3.1 32 25 1.9 1..2 20 13 0.6 0.0 671 644 10.9 2.9 5.6 1.. 5 7 1..2 Grupo 2 Maranhão 16 4 0.4 0.7 0.5 412 394 2.9 38 53 1.1 174 132 2.4 2.5 Mato Grosso do Sul 5 5 0.6 4.1 Pernambuco 11 2 0.2 0.. . . .0 . ..9 .3 0.3 Distrito Federal 10 . 2 .2 . 7 . .6 Espírito Santo 10 9 0.4 .0 1.4 6.6 Mato Grosso 19 36 0.4 5.6 95 96 1. .0 19 10 0.6 10..4 ..6 1.6 3. 3 . TABELA 04 · Outros crimes letais.2 101 88 2. . ..7 1.. .1 3. 4 .5 14 25 3.. .6 Continua 16 ....5 Piauí 1 . 0. 1.6 0. 360 304 0.2 0..660 1.4 27 36 3..2 0.7 4.9 Rio Grande do Sul (10) 60 68 0..2 19 15 0.9 0.2 21 41 0.7 0.6 1.5 6. 0.3 26 32 0. 55 .5 113 107 3... 2 .0 0. .3 55 42 1. 36 23 1. .0 . absolutos Taxas (3) Ns.6 2..6 0.9 0.5 858 1.. 9 23 0.7 81 143 0..1 Tocantins . 0.1 0.6 0.2 0. .7 Alagoas . .9 96 122 3.8 2.5 111 112 4.2 Rondônia 4 14 0. 0.9 11 6 0.3 152 172 4.2 310 409 3.5 39 53 2.3 0..0 28 21 0.. Sergipe .1 1. 7 . 146 .3 São Paulo ...4 2..001 8..5 0. .6 0.9 120 130 1.3 0.9 44 70 1.9 2.765 0. absolutos Taxas (3) dados (2) Unidades da Federação 2011 (4) 2012 2011 (4) 2012 2011 (4) 2012 2011 (4) 2012 2011 (4) 2012 2011 (4) 2012 Brasil .4 422 333 4. Grupo 1 Acre ..5 Roraima 2 . 1.2 0.7 Grupo 3 Rio Grande do Norte 14 18 0. 0. .217 5.5 4. .6 .6 1.1 61 38 1.3 Santa Catarina 40 58 0.7 0..3 0..7 1.5 Goiás 10 9 0.1 Pará .6 Rio de Janeiro 155 141 1. 0.. 0.0 5...1 0.2 0.3 78 87 2.8 Ceará .6 15 35 0...9 Paraíba 6 1 0. 2 3 0.1 141 206 4.9 313 310 1.5 Bahia 29 33 0.7 0.3 0. 0.

Santa Catarina 993 1.1 1.8 (2) Grupos segundo qualidade estimada dos dados registrados (vide Alagoas 34 ..6 Nota: Estimativas populacionais elaboradas no âmbito do Projeto Tocantins 144 123 10.2 incapaz com resultado morte. Instituto Brasileiro de qualidade dos Ns. Fonte: Sistema Nacional de Estatísticas em Segurança Pública e Justiça Criminal (SINESPJC) / Secretaria Nacional de Segurança Grupos de Mortes a esclarecer Estados segundo Pública (Senasp) /Ministério da Justiça. Distrito Federal 52 24 2. Grupo 3: alta qualidade e não alimenta o SINESPJC adequadamente. Amazonas 76 26 2. . indicam o número de Grupo 1 vítimas envolvidas.9 (5) Outros Crimes Resultantes em Morte incluem: abandono de Espírito Santo 415 259 11. Rondônia 200 192 12. Acre 12 14 1.7 10.0 0. Grupo 4: baixa qualidade e não Conclusão alimenta o SINESPJC adequadamente. Fórum Brasileiro de Segurança dados (2) Unidades da Federação 2011 (4) 2012 2011 (4) 2012 Pública.3 11.1 0.7 UNFPA/IBGE (BRA/4/P31A) ...7 boletins da Polícia Civil e Polícia Militar (Boletim Unificado). Rio Grande do Norte 89 240 2....4 Nota 2: Grupo 1: alta qualidade e alimenta o SINESPJC Grupo 4 adequadamente. ..6 16.3 8.IBGE. 2012.4 consumada. 0.8 19.1 (4) Retificação das informações publicadas no Anuário Brasileiro de Ceará 569 882 6.. e a capitulação do crime Paraíba 31 42 0. os totais de ocorrências registradas São Paulo . Grupo 3 Coordenação de População e Indicadores Sociais. . Paraná (7) (8) (9) . necessariamente.2 obtidos junto ao DETRAN/RS. .0 (7) Os dados de homicídio culposo de trânsito no PR foram Pará . .4 3.323 3. Minas Gerais 2.. .0 9. .2 Segurança Pública.7 17.271 736 14. Bahia 480 446 3.1 (-) Fenômeno Inexistente.. .8 dados da Polícia Civil e da Brigada Militar. As demais categorias contém os Piauí 44 87 1.População e Desenvolvimento. Rio Grande do Sul (10) 1.124 15. Goiás 523 474 8. Grupo 2 (10) Os dados de homicídio culposo de trânsito no RS foram Maranhão 6 81 0.2 22.7 7. maus tratos com resultado morte e..619 15. 5 .456 3.) Informação não disponível. 1.7 12. (1) Os dados informados correspondem ao volume de ocorrências Brasil .3 8. - (8) O PR conta com um sistema de reprocessamento das Pernambuco 1.4 2.7 (3) Por 100 mil habitantes...098 10. - informados a partir do número de vítimas. Grupo 2: baixa qualidade e alimenta o SINESPJC Amapá .148 1.6 (6) O crime Suicidio está agregado nas formas tentada e Mato Grosso do Sul 462 410 18.6 7.2 ocorrências de morte onde todas as mortes a apurar são Rio de Janeiro 2...8 7. Roraima 107 53 23.7 adequadamente.6 1.7 10. .1 - apêndice metodológico).3 esclarecidas e devidamente tipificadas. 17 . policiais registradas e não.1 é oriunda dos inquéritos das Polícias Civil e Militar. absolutos Taxas (3) Geografia e Estatística . no PR referem-se ao somatório das naturezas constantes nos Sergipe 456 500 21.2 (9) Para as demais categorias..7 estupro com resultado morte.8 1. .780 11. Mato Grosso 277 298 9.8 23.3 (. ano 6...

1 0.5 0.159 2. .9 226.5 .366 332.5 0. 0. .8 148.7 31 39 0.8 2.1 59.131 106.3 0. . 2012.0 217.966 11. (3) No total de roubos.8 2.0 0.3 0.441 6.2 3 3 0. .1 0.5 378. roubo com restrição de liberdade da vítima.3 18.7 158. absolutos Taxas (5) dados (2) Unidades da Federação 2011 (6) 2012 2011 (6) 2012 2011 (6) 2012 2011 (6) 2012 2011 (6) 2012 2011 (6) 2012 Brasil 1. 18 .7 17.2 118 144 27. ..8 Tocantins 25 34 1.4 154.6 Goiás 31 17 0. . 171.6 12 7 0..574 1.1 51.8 1. roubo a transeunte. 1 . 117.5 421.0 29.065 4.6 Amazonas 64 47 1.. . 143 247 1.744 6.3 0.773 21. ..120 207.9 Grupo 3 Rio Grande do Norte 2 3 0.2 713 1.614 .670 193. roubo a ou de veículo de transporte de valores (carro-forte).3 106 156 1. roubo de carga.085 1. 11 5 8.2 1.3 1.6 2. .1 Bahia 135 104 1.5 Rio Grande do Sul (9) 30 47 0.1 2.0 Pará 43 .359 77.896 53.4 226 269 2.1 0.7 1. ano 6. . (1) Os dados informados correspondem ao volume de ocorrências policiais registradas.9 3.1 2.0 1. estão incluídas as seguintes ocorrências: outros roubos.3 0.176 2.. (5) A taxa de roubo de veículos foi calculada a partir da frota de veículos informada pelo Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) em dezembro/2011 e dezembro/2012.5 114.7 Rondônia 14 25 0.. . .5 79.6 Distrito Federal .1 717 1.499 4.228 360.9 2. Departamento Nacional de Trânsito (DENATRAN).1 407 371 38.1 316. roubo em estabelecimento comercial ou de serviços..7 70..6 0.510 12.972 351..1 2.4 0..5 Grupo 2 Maranhão 20 116 0.073 3..2 .3 501 451 63.359 192.5 4.. ..8 1.3 60 16 1.3 0. ..166 3.1 Minas Gerais 197 238 1.9 81 62 2. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística .8 Roraima .2 32.124 13.6 5.540 406.342 16.2 Santa Catarina 98 69 1. .1 131 177 2.306 .8 Ceará .306 89. 60 78 43.9 Espírito Santo 22 6 0.0 0.0 1.992 2.7 Mato Grosso do Sul 8 7 0.1 4..010 6.2 99. 12.5 1. 38 93 0. (2) Grupos segundo qualidade estimada dos dados registrados (vide apêndice metodológico).9 175. . . 0.612 19.6 . absolutos Taxas (4) Ns..6 0.793 115.351 218.0 7.5 10.190 87.3 884 818 139.4 0.1 22.9 114. roubo em transporte coletivo.3 845 1.1 5 13 0.5 435.3 São Paulo 252 222 0.769 4..9 737.0 1. Paraíba 45 41 1.5 6.5 4. .6 2.7 1.3 8 25 0..349 155.746 1101.0 10. 253 291 148..2 37 33 1.1 1 7 0..0 0.7 . roubo a instituição financeira.512 166.7 0. roubo de Veículo.4 11 17 0. absolutos Taxas (4) Ns. 6. roubo em residência.3 .6 4 4 0.2 Grupo 4 Amapá 3 2 0.9 289.7 2... TABELA 05 · Crimes violentos não letais contra o patrimônio (1).1 138.6 0.2 Piauí 6 6 0. .3 Mato Grosso 52 41 1.9 1.2 293.983 213.7 215 282 1.6 Sergipe 14 34 0..2 0.2 626 3.7 Grupo 1 Acre (7) 12 17 1. (4) Por 100 mil habitantes.4 187 178 2.5 374.958 7.6 1.8 2.2 0.5 Alagoas 30 61 1..201 175.5 Rio de Janeiro 50 50 0. .1 51.IBGE. por tipo Unidades da Federação – 2011-2012 Grupos de Roubo a instituição financeira Roubo de carga Roubo de veículo Estados segundo qualidade dos Ns. Fórum Brasileiro de Segurança Pública..749 .0 10 14 0.2 1.4 3.492 115.020 3..3 4 2 0.3 116.4 0.6 1.2 425.7 2.4 6.5 2.5 Continua Fonte: Sistema Nacional de Estatísticas em Segurança Pública e Justiça Criminal (SINESPJC) / Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp) / Ministério da Justiça..1 Pernambuco 36 34 0. .647 2.975 387.791 58. (6) Retificação das informações publicadas no Anuário Brasileiro de Segurança Pública.3 Paraná (8) 366 475 3..3 3.5 2.

.746 11.370 2.7 87. Grupo 4 Amapá 31 92 4. 158.. . Minas Gerais 14. 1..2 9.1 ..1 55.697 ...615 80..8 5.. .758 65...2 3.8 .656 .220 102.418 .. .572 ..410 3...) Informação não disponível... 304...070 282.População e Desenvolvimento...0 . 282. .. Paraná (8) 10.. 565. Nota: Estimativas populacionais elaboradas no âmbito do Projeto UNFPA/IBGE (BRA/4/P31A) .119 6.. Grupo 3 Rio Grande do Norte 7.0 .. .192 4..8 2..1 59.554 309.4 . Pará 3. Grupo 4: baixa qualidade e não alimenta o SINESPJC adequadamente.. . 446..7 36. Grupo 1 Acre (7) 2. .014 85... Paraíba 349 373 9..523 .5 13. absolutos Taxas (4) Ns..568 . .. Todos os dados de roubos referem-se somente à capital do estado....4 106. 336. 503.616 317.353 74.....104 .808 566...2 886 .... 360..... Alagoas 2. Rio de Janeiro 17.1 127..3 14. . 936. Pernambuco 7. Grupo 2 Maranhão 20.Grupos de Roubo (outros) Roubo (total) (3) Estados segundo qualidade dos Ns... ...368 56.648 2. 135.2 1. Piauí 7.. 416.5 344.056 .609 16.792 . 231..3 237....660. 129.2 .2 79. 2. . Grupo 2: baixa qualidade e alimenta o SINESPJC adequadamente.... Grupo 3: alta qualidade e não alimenta o SINESPJC adequadamente. . 351.. Espírito Santo 967 661 27. Bahia 9.1 . .147 ..2 .440 .768 ..089 8..927 . 313.... ..092 32.4 37..2 280.2 .5 0.4 .. Mato Grosso 1. São Paulo 235..3 74..782 109.785 237.540 .352 1..033 .7 54. 407....2 12. .3 .5 .9 8...2 341... Rondônia 1.3 . .0 334. Coordenação de População e Indicadores Sociais..588 9.3 35. 985.6 45...2 106. Amazonas 3.2 ...4 ..921 454. casas lotéricas e caixas eletrônicos.741 .810 45.545 8.523 237......4 149.. Mato Grosso do Sul 822 306 33..4 .831 4. (9) No RS.449 10.3 103....448 ... ..0 . 661. Roraima 1.0 44.8 9..0 ..1 .8 63..4 . Tocantins 382 528 27. Distrito Federal 841 2.7 12.. Ceará . 629. Goiás 3.828 1....4 23. Nota 2: Grupo 1: alta qualidade e alimenta o SINESPJC adequadamente... .. 774.5 321.. Santa Catarina 2.1 54.. Sergipe 5..7 20.0 204.6 ..590 . (8) Os totais de ocorrências registradas no PR referem-se ao somatório das naturezas constantes nos boletins da Polícia Civil e Polícia Militar (Boletim Unificado).. as informações passadas ao SINESPJC contém os dados da Polícia Civil e da Brigada Militar. (.2 .....099 ..174 59.065 237.....8 7...4 55..620 84.710 ....0 24.253 45.2 33..894 .. .4 .502 701 326..5 11...038. 126... 19 . (-) Fenômeno Inexistente.8 ..983 ..3 37.731 17. 324.500 3 45.863 2.3 .5 . absolutos Taxas (4) dados (2) Unidades da Federação 2011 (6) 2012 2011 (6) 2012 2011 (6) 2012 2011 (6) 2012 Brasil 463.893 7.926 .623 ...3 567. Rio Grande do Sul (9) 4. Conclusão (7) Os dados de roubo a instituição financeira para os anos de 2011 e 2012 no AC incluem roubos em bancos.3 18..2 82..535 87.

9 7.8 Minas Gerais 20. Segurança Pública.624 6.599 50.0 Mato Grosso do Sul 1.4 73.095 16.783 109.IBGE.9 17.1 1.0 Goiás 1.1 68.881 1.7 3.9 .. absolutos Taxas (3) Ns.0 30.124 52.4 3.4 34.2 44.331 28.2 21.136 51.730 24.499 49.5 14. TABELA 06 · Leis especiais (1)..0 118..551 9.3 63.071 97.1 26.791 4.7 4.1 56. 69.282 2.8 4..429 62.214 160. Fórum Brasileiro de Segurança Pública.114 28.210 7. absolutos Taxas (3) Ns.3 27.618 6..1 50.686 65.7 2.458 .4 14.5 22.3 458 658 6.5 48. 4.782 1.841 43.651 4.2 925 925 24.160 37.3 1.8 Grupo 2 Maranhão 523 811 7.749 42.0 .. 13.337 41.2 Grupo 3 Rio Grande do Norte 237 337 7.179 25. Nota 2: Grupo 1: alta qualidade e alimenta o SINESPJC (5) Os dados de ocorrências com entorpecentes e porte ilegal adequadamente.917 45.661 22.9 9 31 1.6 Espírito Santo 2.8 6.2 Paraná (6) 5. Grupo 2: baixa qualidade e alimenta o SINESPJC de arma de fogo para os anos de 2011 e 2012 no AC referem-se adequadamente.2 19.6 Sergipe 14 167 0. (2) Grupos segundo qualidade estimada dos dados registrados (vide (. .419 2.2 1.6 53.785 103.324 2.0 Santa Catarina .4 5..0 Rio Grande do Sul (7) 8.303 123.976 16.1 1.269 109. .4 24.9 28.166 6.5 23. .186 3.7 Tocantins 410 488 29.719 1.493 56.7 104 .8 2.7 248 33 53.9 48. apêndice metodológico).5 92 69 20.8 Mato Grosso 1.584 41.0 6.126 28.072 1.6 2.185 4.) Informação não disponível.1 242 289 3.0 14.157 4.732 22....7 47.6 52..538 1.150 79.7 33. .1 2.0 11.412 2.667 3..4 26.0 72.335 783 84. .3 66.1 8. absolutos Taxas (3) dados (2) Unidades da Federação 2011 (4) 2012 2011 (4) 2012 2011 (4) 2012 2011 (4) 2012 2011 (4) 2012 2011 (4) 2012 Brasil 106.2 47.4 921 792 26.963 5.360 893 38.237 49. Nota: Estimativas populacionais elaboradas no âmbito do Projeto (3) Por 100 mil habitantes.7 37.2 6.7 49.2 São Paulo 35..4 637 550 40..4 31.272 105.9 9.251 1.396 22.321 49.4 10.6 4.Posse e Uso Porte ilegal de arma de fogo Estados segundo qualidade dos Ns.Tráfico Entorpecentes .0 22.9 16..5 171 160 5..312 1.3 42. (-) Fenômeno Inexistente.1 122.658 64. SINESPJC adequadamente.194 65.594 1.8 32.4 Rio de Janeiro 4.724 2.305 3.4 21.939 19.8 13.614 1.6 Roraima 79 101 17. . (4) Retificação das informações publicadas no Anuário Brasileiro de Coordenação de População e Indicadores Sociais.9 66 122 3.2 21.450 6.3 Rondônia 1.1 830 988 26.842 7.028 40.7 7.691 7.781 22.7 24. 20 .1 Bahia 4.6 98.761 30.8 51 250 2.0 1. (7) No RS.103 3.934 79. .2 22.3 4.0 5.7 177 364 5.369 1.7 Conclusão Fonte: Sistema Nacional de Estatísticas em Segurança Pública e (6) Os totais de ocorrências registradas no PR referem-se ao Justiça Criminal (SINESPJC) / Secretaria Nacional de Segurança somatório das naturezas constantes nos boletins da Polícia Civil e Pública (Senasp) /Ministério da Justiça. policiais registradas.3 273 235 7.6 Grupo 1 Acre (5) 338 362 45..909 38.0 26.7 85.619 68.6 258 610 8.481 2. 2012..605 55.026 1.4 312 395 22.460 29.359 46.054 12.631 22..2 1.7 3.3 159.2 1.5 11.7 56..228 1.9 5.2 1..115 85.6 67.9 Paraíba 574 546 15.8 23.2 5. Grupo 3: alta qualidade e não alimenta o somente à capital do estado.1 5. UNFPA/IBGE (BRA/4/P31A) .349 33.4 2.7 6.3 Grupo 4 Amapá 62 90 9.7 75. 89 129 11.298 1.População e Desenvolvimento..6 114.4 120.2 489 1.4 24.8 Piauí 394 472 12.0 4.4 24.7 51.4 60.4 130 184 4.7 33.2 24.7 679 671 27.9 12.3 47.686 43.4 11.9 Ceará 3.3 25. Geografia e Estatística .9 17.9 370 343 26.8 58.0 Alagoas 645 743 20.1 14.967 15.4 13 40 1.298 4.2 Amazonas 1.002 39.9 Pernambuco 4. Grupo 4: baixa qualidade e não alimenta o SINESPJC adequadamente. Distrito Federal 2. as informações passadas ao SINESPJC contém os dados (1) Os dados informados correspondem ao volume de ocorrências da Polícia Civil e da Brigada Militar.7 100.251 2. ano 6. Instituto Brasileiro de Polícia Militar (Boletim Unificado).7 1.8 67.9 Pará 590 3.1 12.5 1. por tipo Unidades da Federação – 2011-2012 Grupos de Entorpecentes .9 255 271 8.3 34.

6 Indicadores Sociais. .0 Pará 713 1.0 69 103 2. das naturezas constantes nos boletins da Polícia Civil e Polícia Militar (2) Grupos segundo qualidade estimada dos dados registrados (vide (Boletim Unificado).8 36 37 0.8 665 710 10.3 45.9 1. 21 .6 14. 2012. ano 6. por tipo Unidades da Federação – 2011-2012 Grupos de Estupro (3) Tentativa de estupro (4) Estados segundo qualidade dos Ns.7 40.6 7.1 Grupo 1 Acre (7) 225 256 30.1 5. Conclusão Fonte: Sistema Nacional de Estatísticas em Segurança Pública e Justiça (5) Por 100 mil habitantes...3 Bahia 2. necessariamente..5 11. .353 20.101 22.0 0.511 14. apêndice metodológico).População e Rio Grande do Sul (9) 3.8 .2 1 147 0.9 Amazonas 1. .2 1.9 10.331 1.9 43.0 48 54 2.218 3.) Informação não disponível. Coordenação de População e Sergipe 321 465 15.5 52.1 597 599 3.6 9.135 2.943 22.008 1.8 Grupo 4: baixa qualidade e Grupo 4 não alimenta o SINESPJC Amapá 10 148 1.2 2 5 0. além da conjunção carnal.7 1.355 2.8 26.886 25.3 SINESPJC adequadamente.6 114 165 3.007 8.5 67 53 1.1 3.4 22. .908 9. os "atos libidinosos" e (-) Fenômeno Inexistente.3 2..7 no âmbito do Projeto Pernambuco 1.972 1. Grupo 3: Tocantins 363 396 25.204 34.7 Mato Grosso 1.5 378 392 2.5 15.9 16 27 0.5 Goiás 1.5 0.3 24.9 61 53 4.3 340 396 3.0 1..4 3. Desenvolvimento.063 1.7 Minas Gerais 1.. Fórum Brasileiro de Segurança Pública.2 3.3 e alimenta o SINESPJC Santa Catarina 2.7 288 20 2. (4) "Tentativa de estupro" passa.6 38.7 49.0 163 104 2.1 UNFPA/IBGE (BRA/4/ Rio de Janeiro 4.058 988 29.7 5.. Segurança Pública. "atentados violentos ao pudor". em uma única categoria.7 adequadamente. indicam o número de (8) Os totais de ocorrências registradas no PR referem-se ao somatório vítimas envolvidas.1 22.9 qualidade e alimenta o Piauí 238 442 7.1 Ceará 1.399 12. Grupo 2 Nota 2: Grupo 1: alta Maranhão 972 967 14.3 Mato Grosso do Sul 1. Rio Grande do Norte 404 319 12.6 16.222 1.6 81 67 3.681 35.3 2.3 0. (.1 adequadamente. (9) No RS.742 5.2 62 72 13...7 57 54 7.7 Distrito Federal 735 864 28.0 30.6 17.3 14.6 33.7 17.5 . .9 1.8 304 275 3.483 15.9 27..5 240 297 6.5 21.. portanto. passando a incluir.1 33..6 81 89 3.6 14. .6 3. .3 4.4 P31A) .0 populacionais elaboradas Paraná (8) 3. - Nota: Estimativas Paraíba 265 336 7..IBGE. Rondônia 815 779 51.7 alta qualidade e não alimenta Grupo 3 o SINESPJC adequadamente.8 Grupo 2: baixa qualidade Roraima 292 245 63.3 2.923 29.068 2.523 30. policiais registradas e não..8 8.5 39 59 1.0 143 92 9. absolutos Taxas (5) Ns.852 4. (7) Os dados de estupro e tentativa de estupro para os anos de 2011 e (1) Os dados informados correspondem ao volume de ocorrências 2012 no AC referem-se somente à capital do estado. os dados de "Estupro" e "Tentativa de estupro" são computadas (3) A Lei Federal 12.TABELA 07 · Crimes contra a liberdade sexual (1).760 2.869 51.015/2009 altera a conceituação de "estupro". absolutos Taxas (5) dados (2) Unidades da Federação 2011 (6) 2012 2011 (6) 2012 2011 (6) 2012 2011 (6) 2012 Brasil 43..925 37.0 8..2 2.9 27. a incluir "tentativa de atentado violento ao pudor".4 Espírito Santo 694 589 19.4 36..2 21.018 40.. .2 3.2 32.0 3. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística .1 Alagoas 387 458 12.156 4. Criminal (SINESPJC) / Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp) / (6) Retificação das informações publicadas no Anuário Brasileiro de Ministério da Justiça.4 .4 3.4 304 265 4. São Paulo 10.

2 139.7 274.644 5.7 1.2 Grupo 2 Maranhão 1.946 739.223 173. TABELA 08 · Crimes não letais intencionais contra a pessoa (1).790 1.1 354 274 4.7 22.1 5.4 76.208 7.150 270.429 617.6 324.6 231.332 171.940 109.009 48.541 238.960 3.5 Goiás 1.180 1.473 45.3 3.6 14.5 41.467 25.398 29.114 10.539 46.603 3.7 40.8 2.8 Grupo 4 Amapá 21 76 3.0 112.122 127.860 28.9 727.839 4.9 9.475 2.284 587.530 43.242 7.2 188.318 324.9 88.764 3.3 Pernambuco 3.484 326.608 3.103 6.4 9.7 221.439 2.2 131.800 339.2 9.053 1.293 4.1 25.5 14.502 8.9 478 736 69.0 Minas Gerais 4.530 622.3 171.956 24.605 33.290 453.938 104.144 10.565 135.414 112.141 227.7 400.396 156.0 Alagoas 609 671 19.590 95.0 11.8 282.6 8.5 135.5 3.057 500.9 2.2 1.331 1. necessariamente.4 21.5 8.612 4.0 135.0 Tocantins 396 385 28.698 10.819 3.9 387.2 8.973 34.7 19.9 Mato Grosso 1.8 5.268 5.0 Paraná (5) (6) 1.2 1.161 109.0 9.399 46.412 20.586 3.8 550.403 2.1 10.6 Grupo 3 Rio Grande do Norte 193 314 6.1 15.5 Pará 705 1.0 3.2 11.4 44.480 247.704 46.0 80.481 69.2 3.2 54.2 Piauí 418 679 13.651 8.0 32.954 297.1 105.3 29.8 310.5 10.6 38.5 2.4 207.3 Rio Grande do Sul (7) 3.243 12.861 326.7 427.308 57.6 287.3 65.4 21.878 3.5 145.070 1. (4) Retificação das informações publicadas no Anuário Brasileiro de Segurança Pública.9 Espírito Santo 2.2 16. (3) Por 100 mil habitantes.321 9.878 406. absolutos Taxas (3) Ns.9 255.8 72.8 327.4 238 1.1 8 1 0.826 15.5 151.3 21.237 84.0 14.623 5.428 1.3 Sergipe 349 418 16.312 39.9 105.0 14.969 58.184 36.889 7.5 742.6 Amazonas 799 508 22.495 9.7 Paraíba 378 559 10.382 715.9 42. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística .081 173.282 3.9 343.2 23.903 21.981 33.7 2. (2) Grupos segundo qualidade estimada dos dados registrados (vide apêndice metodológico).9 36.270 5.6 3.9 143.4 22.802 76.260 7.2 3.4 3.766 358.439 159.5 219.1 8.009 143.4 Mato Grosso do Sul 699 582 28.IBGE.721 239. absolutos Taxas (3) dados (2) Unidades da Federação 2011 (4) 2012 2011 (4) 2012 2011 (4) 2012 2011 (4) 2012 2011 (4) 2012 2011 (4) 2012 Brasil 41.7 2.6 1.154 8.4 680.858 2.8 10.7 31.2 10.0 14. (1) Os dados informados correspondem ao volume de ocorrências policiais registradas e não.0 3.1 Bahia 3.2 461.3 232.753 4.7 53.914 14.792 343.9 5.070 15.0 122.8 471.5 4.4 27.258 45.437 483.823 168. por tipo Unidades da Federação – 2011-2012 Grupos de Tentativa de homicídio Lesão corporal culposa de trânsito Lesão corporal dolosa Estados segundo qualidade dos Ns.334 84.1 92.119 3.2 47.0 44.9 Distrito Federal 1.5 17.705 1.2 42.6 37.429 4.1 21.4 458.4 Santa Catarina 1.1 Rio de Janeiro 3.5 428.9 140.0 943.8 2.4 Continua Fonte: Sistema Nacional de Estatísticas em Segurança Pública e Justiça Criminal (SINESPJC) / Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp) /Ministério da Justiça.190 3.1 Roraima 155 149 33.297 29.8 54.727 202.3 3.533 3.282 2.265 10.7 305 554 8.4 453.461 193.833 78.3 27.453 3.3 14.502 451.619 388.136 416.1 187.8 294.1 Grupo 1 Acre 350 325 46.426 750.479 20. 2012.2 15.9 657.407 657.7 São Paulo 5.8 176.652 27.519 1.356 72.0 Ceará 852 1.2 280.808 18.356 1. Fórum Brasileiro de Segurança Pública.5 627. absolutos Taxas (3) Ns.9 Rondônia 767 637 48.2 3. 22 .7 39.1 28.770 43. indicam o número de vítimas envolvidas. ano 6.9 80.376 23.0 0.450 114.751 548.9 168.601 72.0 23.064 189.842 385.6 243.869 7.0 37.

e a capitulação do crime é oriunda dos inquéritos das Polícias Civil e Militar. - Distrito Federal 114 318 4.0 4.1 0.2 14.5 adequadamente. .371 16.6 2. Grupo 3: alta Tocantins 102 134 7. População e Desenvolvimento.3 5. . .996 12. Grupo 4: baixa qualidade e Grupo 4 não alimenta o SINESPJC Amapá 18 27 2. (.1 Pará 35 234 0.7 32.6 563 380 35. Rio Grande do Norte 391 258 12.0 .6 315 280 3. Maranhão 2.1 .2 8. .0 2.0 33.1 1.7 3..4 qualidade e não alimenta o Grupo 3 SINESPJC adequadamente.6 2.885 3.. 41 . .2 11.329 .665 11. . - Alagoas 34 20 1.8 228 225 6.9 402 458 11.8 elaboradas no âmbito do Projeto Rio Grande do Sul (7) 3.8 Grupo 1 Acre 111 79 14. .848 36. Conclusão (5) Os dados de tentativa de homicídio no PR foram informados a partir do número de vítimas.6 Ceará 6 8 0.4 12.9 6.) Informação não disponível.006 2.3 761 1.8 0. .2 35.6 Espírito Santo 335 320 9. .2 Nota 2: Grupo 1: alta qualidade Piauí 131 213 4.. 0.1 28. - Amazonas 465 55 13.6 116 137 0.6 3..6 Nota: Estimativas populacionais Rio de Janeiro 2.7 3 9 0... 62.4 52.4 8.3 6.3 .502 7.078 19.0 573 889 22.7 6.3 9.1 .627 2.4 .651 4.9 10.5 23 1 0. 12.743 1. absolutos Taxas (3) dados (2) Unidades da Federação 2011 (4) 2012 2011 (4) 2012 2011 (4) 2012 2011 (4) 2012 Brasil 23.9 9 37 1.3 12.3 5.1 10.814 24.. .2 . absolutos Taxas (3) Ns.7 0. os totais de ocorrências registradas no PR referem-se ao somatório das naturezas constantes nos boletins da Polícia Civil e Polícia Militar (Boletim Unificado). (-) Fenômeno Inexistente.393 43.3 329 369 13.5 3.1 2.6 .4 12.0 5. .414 3.7 2. . .0 Bahia 1..502 54..1 17.3 14. .1 0.5 5. (6) Para as demais categorias.705 28..2 6.3 14..532 7.1 0.628 40.7 Minas Gerais ..7 23.4 68 50 0..232 3.. .4 122.0 ...736 9.9 17.1 11.9 Paraná (5) (6) 658 699 6.007 24.0 35.3 e alimenta o SINESPJC Rondônia 634 804 40.6 Pernambuco 230 218 2.0 Mato Grosso 1. . - Paraíba 135 105 3.3 UNFPA/IBGE (BRA/4/P31A) - São Paulo 4.6 1.1 ..9 adequadamente. 23 . - Coordenação de População e Grupo 2 Indicadores Sociais. Outros crimes resultantes Grupos de Outras lesões corporais culposas em lesão corporal Estados segundo qualidade dos Ns.858 2.8 Goiás 394 358 6.242 1.048 30. (7) No RS.820 103.. - qualidade e alimenta o SINESPJC Santa Catarina 3.5 211 148 15. .8 313 124 5.0 54.284 347 19.5 7. Sergipe 141 128 6.3 Mato Grosso do Sul 200 282 8.7 0. Grupo 2: baixa Roraima 32 20 7. as informações passadas ao SINESPJC contém os dados da Polícia Civil e da Brigada Militar.2 50.3 adequadamente. .

.. São Paulo 23 17 0.6 1 2 0. Pernambuco . Pará .1 .. .. - Espírito Santo 1 1 0.1 0.3 .6 2. .. .2 0. ... . . .4 1..1 0..1 1 .. .0 0. 2 26 0. .. . .. . 7 7 0.4 224 284 1.1 Roraima . absolutos Taxas (3) Ns. ... .5 ..... 1 .. 1 11 0..6 . . . .. . . .0 .1 .0 4 5 0.. 0.. .. . Ceará . .0 .. . .. .. .2 1 . .. . .. 0. 0. 0. . . .. . .. . ..3 0.3 . ... 1 . . . .1 0. .1 . - Minas Gerais . 6 17 0.. .. . - Grupo 2 Maranhão . 3 5 0. 0. 0. .1 1.. Rio Grande do Sul 4 .. . .0 0.0 - Mato Grosso do Sul .3 0. . . .. .... - Goiás ... 3 .. .3 5 2 0. . . . ... . ..1 41 41 0.. 3 . . . ..1 ... . .. ..7 ... 0. . Piauí . . 0.. .0 Tocantins 1 . 10 7 0.. . ...0 24 31 0. . .. absolutos Taxas (3) Ns. .. - Alagoas .0 438 546 1...0 0. . . . 0. . - Distrito Federal . ..0 Rio de Janeiro (5) . . .. ... . - Grupo 3 Rio Grande do Norte . 2 4 0. . .. 2 . .1 . - Continua 24 . . . .3 0. .. 36 67 0. 0. - Paraíba 2 . 2 7 0. . 0... 2 . ...1 7 2 0. TABELA 09 · Ocorrências envolvendo policiais.1 0.1 . 1 . .. . . Grupo 4 Amapá . 0.5 . 3 .0 Sergipe 1 . . . . . .2 0.. ... ..4 0.8 .. 21 21 0.3 . .. Amazonas 1 .0 .. . .3 0.. . .6 0. 9 .1 0. . - Mato Grosso .0 147 165 1. .0 .. 0. .1 0. . - Rondônia ...0 0.. .. . por tipo (1) Unidades da Federação – 2011-2012 Pessoas mortas em confronto Pessoas mortas em confronto Pessoas mortas por policiais Grupos de com a Polícia Civil com a Polícia Militar civis em outras circunstâncias Estados segundo qualidade dos Ns.2 .1 . . . 0.. .. . .. absolutos Taxas (3) dados (2) Unidades da Federação 2011 2012 2011 2012 2011 2012 2011 2012 2011 2012 2011 2012 Grupo 1 Acre ...6 . .7 0.4 . . .1 0.. 0.. 2 4 0.0 - Bahia 60 60 0.. 0. .. . . . - Paraná .2 .1 0. - Santa Catarina 2 9 0.

.2 0.0 0.. . . .1 0. 1. . .. .0 . - Grupo 2 Maranhão .. .0 . . absolutos Taxas (3) Ns. .. 0. 1 . - Mato Grosso 6 3 0. 5 3 0.. . 0. - Continua 25 . 1 . 0..1 . . . Pessoas mortas por policiais militares em outras Policiais Civis mortos em Grupos de circunstâncias serviço Estados segundo qualidade dos Ns. .. . ..0 12 2 0......0 0.. .1 . .0 .1 .1 Sergipe . .1 1 . - Espírito Santo 1 ...1 .4 - Bahia 3 . absolutos Taxas (4) dados (2) Unidades da Federação 2011 2012 2011 2012 2011 2012 2011 2012 Grupo 1 Acre . . ... . .. Piauí . ... . . ..4 Grupo 4 Amapá .. .. .1 . 4 . 0. 0. . . .2 - São Paulo 6 10 0. . . .0 0. 0.0 ..1 . 0.. 1 .3 0.. . .1 1 . . . . . 2 ... 1 . . 1 .. - Minas Gerais . . . .. . 1 . 0. - Paraíba .. .2 0. .. . .5 0.. - Goiás 2 1 0. . . 0. . 0..4 Mato Grosso do Sul . . . 2 .7 - Grupo 3 Rio Grande do Norte . ... - Distrito Federal .. . - Roraima . . . ...2 Rio de Janeiro (5) .. .0 ..3 Rio Grande do Sul . . .. 0. . 0. 3 .. - Santa Catarina 4 5 0. - Rondônia 1 1 0. Pará . . 0. .. - Tocantins . . . . .7 - Ceará ... ..5 Amazonas 1 4 0.. .. 1 . - Alagoas . .. . . ... .. .1 0. 0.. . .. - Paraná . . 0. . ... . .5 Pernambuco 17 10 0... ... 1 ..

. . . . .. .. Nota: Estimativas populacionais elaboradas no âmbito do Projeto UNFPA/IBGE (BRA/4/P31A) . .. . 0. . (3) Por 100 mil habitantes. . 3 .. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística .1 Paraná . 2 .4 Bahia .2 35 79 0. . . (1) As informações desta seção correspondem aos dados extraídos exclusivamente do SINESPJC.3 16 14 0.9 1 ..4 Grupo 2 Maranhão 1 2 0.População e Desenvolvimento. 0.1 0. . Coordenação de População e Indicadores Sociais..7 10 21 0. . . . . .4 . .. . .1 0. 3 1 0. 2 .5 Grupo 3 Rio Grande do Norte ..2 . 1. .1 - Espírito Santo . . .. 1 .. . 0. . ..1 1 23 0. 0.. . .. .1 1 1 0.2 0.9 Sergipe . 0. Fórum Brasileiro de Segurança Pública. (-) Fenômeno Inexistente. .. ..2 . 1.. .0 . (4) Por grupo de mil policiais.1 .4 0..4 1 2 0.. .3 2 . - Conclusão Fonte: Sistema Nacional de Estatísticas em Segurança Pública e Justiça Criminal (SINESPJC) / Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp) / Ministério da Justiça.2 Amazonas 1 1 0. .6 1.. . Grupo 3: alta qualidade e não alimenta o SINESPJC adequadamente. . ... ... . 0. absolutos Taxas (4) Ns. .1 0.7 Ceará . ....3 . .2 0. 1 . 2 . (5) Os dados sobre policiais militares mortos em serviço e fora de serviço foram coletados junto ao Instituto de Segurança Pública (ISP) do Rio de Janeiro. 0. - Mato Grosso ..2 0.. 0.5 1. . . Nota 2: Grupo 1: alta qualidade e alimenta o SINESPJC adequadamente.1 8 4 1. .. . ..1 0. 15 .. .. .. - Paraíba .5 0. . .. 0. . 1 .3 0. .4 0. . absolutos Taxas (4) dados (2) Unidades da Federação 2011 2012 2011 2012 2011 2012 2011 2012 2011 2012 2011 2012 Grupo 1 Acre . .5 6 3 0. ..2 .. Pará . 4 3 0. 23 . . ... . 1.2 Minas Gerais . . Grupo 4: baixa qualidade e não alimenta o SINESPJC adequadamente. 1 7 0. 1 .. .. . ..TABELA 09 · Ocorrências envolvendo policiais.0 . - Rondônia .5 0. absolutos Taxas (4) Ns.4 Pernambuco 2 2 0. 0. (2) Grupos segundo qualidade estimada dos dados registrados (vide apêndice metodológico). ..IBGE.1 .5 0. . 2 . . 0. 9 . ..1 0.. .. .4 Piauí .3 Tocantins .. . Grupo 4 Amapá . 0.. 1 . - Santa Catarina . .2 0. São Paulo 8 10 0.. . .. . 2 2 0. . .1 Distrito Federal .. 1.3 1 . . 7 . .1 Rio Grande do Sul . - Alagoas .. .1 . .. 1. . .. .1 . . 26 .. 1 . 1 .0 .1 0. 1 . . 0. 0.. .. . . . - Goiás 1 1 0... 1 . . 2 1 0. .0 Rio de Janeiro (5) 10 10 1.2 1 1 0. . 0.. .1 9 19 0.. . 2 .2 Roraima . . . . .2 0.. por tipo (1) Unidades da Federação – 2011-2012 Policiais Civis mortos fora de Policiais militares mortos em Policiais militares mortos fora Grupos de serviço serviço de serviço Estados segundo qualidade dos Ns. 1 . . .. ..1 - Mato Grosso do Sul . . ... .3 5 4 0. . .6 . . . . ..0 0. 1. . Grupo 2: baixa qualidade e alimenta o SINESPJC adequadamente. . . . . .0 1. . .. . . .1 6 14 0. 0. .3 0.

27 .

0 38.2 31.0 28.4 Rondônia 451 520 582 415 422 30. Ministério da Saúde/DATASUS. (5) Retificação das informações publicadas em edições anteriores.4 Continua Fonte: Sistema Nacional de Estatísticas em Segurança Pública e Justiça Criminal (SINESPJC) / Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp) /Ministério da Justiça.1 Goiás 1.8 7...3 13.6 38.470 1.2 Rio de Janeiro 5.460 1.548 2.4 31.8 Grupo 1 Acre 177 200 .3 22.IBGE.464 5. (4) Os dados informados correspondem ao volume de ocorrências policiais registradas e não.0 76.1 .5 41.885 44.1 24.4 Pernambuco 4.5 19.637 786 1.9 32.3 21. .764 31.0 17.931 4.0 70.4 34.0 19.8 24.4 20.4 11. 19.1 16.063 2.614 17.4 31.8 Amazonas 739 846 982 1.787 5.6 34.780 4.9 30.5 16.8 44.0 Bahia 4.0 16.6 32. Sergipe 539 593 657 708 845 27.126 1.376 3.0 Piauí 309 276 242 349 517 9.4 13.015 1.667 1. 148 184 26.8 21.081 24.8 25.9 40.032 28.049 1.108 1.0 30.5 31.574 4.0 .0 17.880 2.2 29.8 24.4 42.6 20.1 36.096 1.9 13. (1) Grupos segundo qualidade estimada dos dados registrados (vide apêndice metodológico).483 1.534 4.172 2.2 23.0 29.273 1.3 4.7 34.491 43.555 4.8 Pará 3.8 14. 19.3 61. (3) Inclui as categorias CID-10: X85-Y09 Agressões..4 30.4 27.8 11.509 5.3 33.5 47.606 4.323 27.5 3.1 Espírito Santo 1.7 11.4 37.6 26.7 14.328 3. TABELA 10 · Comparação de fontes estatísticas para mortes violentas Unidades da Federação – 2008-2012 Grupos de Crimes violentos letais intencionais (CVLI) (2) Estados segundo Ns.6 17.005 47.3 31.191 3. Absolutos (4)(5) Taxas (6) qualidade dos dados (1) Unidades da Federação 2008 2009 2010 2011 2012 2008 2009 2010 2011 2012 Brasil 45.5 Distrito Federal 724 812 854 761 839 28.4 29.1 33.0 18.0 25. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística .4 22.595 3.814 1.4 10. Latrocínio e Lesão Corporal seguida de Morte..1 Minas Gerais 2.554 1.0 14.271 3.813 1..9 8.5 44.3 41. indicam o número de vítimas envolvidas.7 Grupo 3 Rio Grande do Norte 972 702 953 1.573 1.3 26.6 37.829 5.8 Mato Grosso 839 885 949 1.068 1.4 10.164 3.875 3.340 26.2 22.663 1..1 44.2 34.2 Alagoas 2.7 31.762 3.3 38. 28 .183 2.0 40.2 23.5 Rio Grande do Sul (9) 2.970 34..3 33.399 1.8 16..1 38.2 32.7 28...9 Santa Catarina 833 883 643 876 852 13.3 32.0 39.1 Mato Grosso do Sul 588 442 471 459 404 25.272 48. Fórum Brasileiro de Segurança Pública.755 2.5 Roraima 40 59 83 60 70 9.545 1.133 22.229 50.378 3.862 4.209 1.3 Tocantins 236 262 263 277 308 18.125 11.5 15.950 3.518 43.019 1.393 3.076 22.0 Grupo 2 Maranhão 1.2 24.501 24.7 19.9 28.8 São Paulo 4.657 24.955 68.7 Ceará 2.382 2.866 3.6 15.0 49.1 33.604 1.6 47.2 18.6 Paraíba 908 1.1 Grupo 4 Amapá 206 96 30 23 73 33.7 25.199 31.3 19.692 4.178 1. necessariamente.2 18.0 10.9 .998 .2 20.180 11.. (2) A categoria "Crimes Violentos Letais Intencionais" agrega as ocorrências de Homicídio Doloso.0 33.3 Paraná (8) 2.. 3.8 33.3 26.5 17.068 1.084 50.8 28.

.4 .. Santa Catarina 789 800 812 797 .567 .7 32.. 19.1 13..7 42.7 23.7 40.3 . e a capitulação do crime é oriunda dos inquéritos da Polícia Civil e Militar.8 41..3 33.383 5.627 4.População e Desenvolvimento.2 39.464 ..445 3.3 32.. 30.7 13...289 .8 20.2 32. Coordenação de População e Indicadores Sociais.074 5..031 2. Grupo 3: alta qualidade e não alimenta o SINESPJC adequadamente..395 5. 29 ...431 3.4 35.. Nota: Estimativas populacionais elaboradas no âmbito do Projeto UNFPA/IBGE (BRA/4/P31A) ....268 .7 38.765 5. Grupo 2: baixa qualidade e alimenta o SINESPJC adequadamente..0 22. Roraima 105 117 123 95 ... Conclusão (6) Por 100 mil habitantes.. Sergipe 574 663 690 739 .6 34. Alagoas 1.0 .2 40...) Informação não disponível..5 18. 24..5 . Minas Gerais 3.326 5. Pará 2.887 1.0 47.868 2....1 22. 31.8 28.9 27.606 3. 24.9 28..4 19..0 22. Rio Grande do Sul 2..6 34.954 3..7 21. Mato Grosso do Sul 690 727 638 668 ...869 3.896 2..8 33. Tocantins 232 284 313 357 ..619 ...1 27.. Goiás 1.. São Paulo 6..0 25.0 12.1 13.. 13. 50.6 . Grupo 4: baixa qualidade e não alimenta o SINESPJC adequadamente. Pernambuco 4.0 30.1 38.235 .. Absolutos (7) Taxas (6) qualidade dos dados (1) Unidades da Federação 2008 2009 2010 2011 2012 2008 2009 2010 2011 2012 Brasil 50..2 25. Nota 2: Grupo 1: alta qualidade e alimenta o SINESPJC adequadamente.4 .0 .6 25.4 30.331 . 25..9 15..042 .... 26.4 27.3 19.8 22.064 2..5 22.6 34. Grupo 2 Maranhão 1.2 25.7 ..8 72.5 ...5 .267 4.6 .5 21.457 1..3 37.3 .7 . Paraíba 1.....7 .. 56.754 1.078 .. Rondônia 480 536 544 447 ...1 38.3 14. 14.4 12.0 31. Bahia 4.8 26..5 38.. 29..2 ... 32.9 36...7 32.6 22.3 59..629 . 19...714 3..113 51.4 31..2 51.434 52.7 44.3 20..5 31..0 13.. 60. 12.806 5.8 14...057 .7 ....4 .7 .788 ... 34. Piauí 387 398 430 461 .1 . Mato Grosso 942 999 978 995 . (7) Os dados de mortes por agressão correspondem ao número de vítimas.214 . 39. Amazonas 827 915 1.948 1. 34...086 2. 27..794 1.... Grupo 1 Acre 133 152 165 168 .4 .1 .3 46..792 1.269 1. Distrito Federal 873 1..4 .... Grupos de Mortes por agressão (3) Estados segundo Ns.7 .229 2...5 30. 28. 19.3 66.695 3.4 26.367 2..8 27...6 36.997 3.4 ... Grupo 4 Amapá 211 191 258 208 .493 1..6 . 34.5 18.7 32.681 .9 36.118 6.198 .692 2.243 1.168 2.8 33.076 1.573 .9 39. Espírito Santo 1.2 .387 1.996 1..260 52.4 27.2 31.453 3.6 34..1 35. Grupo 3 Rio Grande do Norte 720 791 815 1. 32. Rio de Janeiro 5.763 5..0 30.8 27.. 18.540 3.. 32... Ceará 2.5 30.4 ...4 57.021 1.451 . (9) No RS.872 2. (.8 32.5 . 23.. as informações passadas ao SINESPJC contém os dados da Polícia Civil e da Brigada Militar. (8) Os dados de CVLI no PR foram informados a partir do número de vítimas. Paraná 3.. 21.005 882 977 .

MAPA 01 · Registros de Homicídio Doloso – Variação das taxas por 100 mil habitantes Unidades da Federação .2012 Crescendo acima de 10% no período Crescendo de 0 a 10% no período Decrescendo de 0 a 10% no período Decrescendo acima de 10% no perodo 30 .2011 .

1% dos homicídios ocorridos no país. Em 2005. Centro-Oeste e Norte.7%). Sul (11. se comparada com Sudeste apresentou 38. região Nordeste respondeu por índices de mortes violentas em alguns estados 40.2%).3%.3%) de São homicídios da região foi 39. com destaque para o estado do a taxa aumentou de 22. regional das mortes violentas.2).7) O quadro de homicídios apresentou e Bahia (38.2%. o crescimento do número de os estados do Rio de Janeiro (-40. Norte (8. 1980 e 2004.É possível reverter a espiral da violência Arthur Trindade Maranhão Costa 1 1 Professor adjunto da Universidade de Brasília e membro do conselho de administração do Fórum Brasileiro de Segurança Pública. Grande do Sul (18.8) seguida da região Nordeste (29. como o ano de 2005.9%). A partir De fato é preocupante o aumento dos daí observou-se um mudança na distribuição homicídios verificados nas regiões Nordeste.1% de queda no número a variação de 127% verificada entre os anos de de homicídios em relação a 2005. quando o Fórum Brasileiro registrou aumento expressivo no número de de Segurança Pública começou a sistematizar homicídios (30.9).6%). a queda dos Em 2012.5). Desde 2007. pode Entre os estados com as estatísticas dar a falsa impressão de que ocorreram poucas criminais mais confiáveis em 2012. verificaram os menores índices de homicídios.3 homicídios Amazonas (80. Rio por 43. Paraíba (48.3%). Ceará (40. (58.5 para 24. Pará (42.9%) registraram quedas (186%) e Bahia (176%). Se comparado revelam boas perspectivas.2).6%).7%) para os estados do Ceará (117. Entretanto. Mato Grosso do Sul (-31.3%). Piauí (15. as taxas de homicídios do apresentou crescimento de 26. Ao passo que São Paulo (11.2%).7%) e Distrito Federal (32. com o ano de 2005. Paraíba e Pernambuco (-19. a região Centro-Oeste é possível reverter a espiral da violência. entretanto. Portanto.5) apresentaram as maiores taxas importantes variações entre as regiões e estados de homicídios. 31 . com destaque Paulo (-36. com destaque para Tocantins as estatísticas dos crimes violentos letais e (47. Entre 2005 e 2012 de homicídios.4% dos homicídios no Brasil. brasileiros. Apenas a região pequena variação de 8%.4) e Minas Gerais (19.6).3%). Uma pequeno crescimento de 4. a região Sudeste respondia Mato Grosso do Sul (14. Este quadro. Também comparando significativas nas taxas de homicídios. Entre 2005 e 2012.2% do número Brasil têm variado pouco. A região Sul apresentou um para cada grupo de 100 mil habitantes. Alagoas mudanças nos últimos anos. A região Norte intencionais (CVLI).4%) e Centro-Oeste (7.

8 Sergipe 690 739 461 526 33.629 3. Coordenação de População e Indicadores Sociais.198 36.7 7.078 2.5 31.495 1.7 24.630 2.4 Santa Catarina 812 797 477 481 13.7 29. (1) Os dados de mortes por agressão correspondem ao número de vítimas.População e Desenvolvimento.414 32.2 Rondônia 544 447 348 285 34.3 25.792 36.606 3.0 14.806 5.4 18.1 8.118 3.2 24.4 11.4 35.7 Mato Grosso do Sul 638 668 339 364 26.056 2.451 4. Federação 2010 2011 2010 2011 2010 2011 2010 2011 Brasil 52.434 3.4 22.063 31.6 25..4 24.737 27.3 24.2 32.057 1.7 12.1 27.533 39.5 9.3 20.2 Tocantins 313 357 125 157 22.540 3.3 19.2 Espírito Santo 1.4 14.681 1.6 Amapá 258 208 103 78 38.536 31.1 13.493 1.520 2.5 Paraná 3.086 2.0 33. X95 Agressão disparo outra arma de fogo ou Não Especificado.3 Maranhão 1.2 Conclusão Fonte: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística .1 Acre 165 168 62 50 22.8 14.7 42.6 6.3 7.8 Bahia 5.4 24.8 28.380 34.5 6. X94 Agressão disparo arma fogo de maior calibre.7 40.4 21. (.1 38.3 19.573 812 939 22.6 36.5 21. (-) Fenômeno Inexistente.064 2.214 1.1 Roraima 123 95 29 25 27.0 12.3 18.082 46.6 São Paulo 5.5 12.7 31.5 30.6 19.1 Pará 3.9 36. TABELA 11 · Violência Armada Brasil e Unidades da Federação – 2010-2011 Ns.359 1.1 29.1 19.3 18.9 28.464 2.8 14.6 Pernambuco 3.6 7.2 Rio Grande do Norte 815 1.7 23.721 1.455 2.567 4.457 1. (3) Inclui a categoria CID-10: X85-Y09 Agressões (4) Inclui as categorias CID-10: X93 Agressão disparo de arma de fogo de mão.4 22. Absolutos (1) Taxas (2) Mortes por Mortes por Mortes por agressão Mortes por agressão agressão (3) utilizando arma agressão utilizando arma de fogo (4) de fogo Unid.7 25.937 66.5 15.449 4.5 22.648 2.5 8.) Informação não disponível.165 41.0 13.7 32.8 32.7 Alagoas 2.6 Piauí 430 461 220 264 13.4 38. 32 .8 72.896 2. Nota: Estimativas populacionais elaboradas no âmbito do Projeto UNFPA/IBGE (BRA/4/P31A) .215 1.3 25.788 2.3 36.2 25.267 4.5 27.270 1.382 38.358 51.9 28.7 19.692 2. Fórum Brasileiro de Segurança Pública.0 11.2 61.4 5.331 2.2 Distrito Federal 882 977 630 710 34.6 7.794 1.1 Mato Grosso 978 995 568 605 32. (2) Por 100 mil habitantes.260 52.0 47.3 Goiás 1..627 4.619 1.2 27.985 18.2 55.IBGE.5 8.4 22.4 Rio de Janeiro 5.076 1.4 Rio Grande do Sul 2.235 2.763 5.4 Amazonas 1.445 3.2 14.4 27.7 38.7 Minas Gerais 3.289 633 879 30.231 14.5 Ceará 2.268 1. Ministério da Saúde/DATASUS.2 39.1 Paraíba 1.529 19.042 615 779 25.3 37.7 32.8 21.4 15.

5 29.4 14.4 42.1 26.5 Pernambuco 73.2 Rio Grande do Sul 74.5 Minas Gerais 70.6 Paraná 71.4 30.3 42.8 Bahia 76.7 Rio de Janeiro 74.5 62.3 Mato Grosso 60.5 28.6 Amapá 37.7 27.4 39.2 31.0 26.5 45.4 23.2 Rio Grande do Norte 74.8 25.7 40.4 Paraíba 85.6 Sergipe 71.2 28.IBGE.6 São Paulo 57.Gráfico 01 Violência Armada Brasil e Unidades da Federação – 2011 0% 10% 20% 30% 40% 50% 60% 70% 80% 90% 100% Brasil 70.8 36.5 Amazonas 68.4 29.8 Tocantins 44. Fórum Brasileiro de Segurança Pública.0 Mortes por agressão COM uso arma de fogo Mortes por agressão SEM uso de arma de fogo Fonte: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística . Ministério da Saúde/DATASUS.8 25.3 73.4 14.9 Piauí 57.2 Goiás 69.5 Pará 67.6 Maranhão 59. 33 .0 56.7 Santa Catarina 60.0 Distrito Federal 72.6 Ceará 74.8 39.7 Rondônia 63.2 Mato Grosso do Sul 54.3 Espírito Santo 80.6 Acre 29.2 Roraima 26.3 25.2 Alagoas 85.8 70.8 19.6 32.

5 90 40.9 Acre 4 2. (-) Fenômeno Inexistente.7 577 33.0 99 49.9 162 23.0 499 31. por faixa etária (1) Brasil e Unidades da Federação – 2010 Mortes por agressão (2) Menor de 10 anos 10 a 14 anos 15 a 19 anos 20 a 24 anos 25 a 29 anos 30 a 34 anos 35 a 39 anos Absolutos Absolutos Absolutos Absolutos Absolutos Absolutos Absolutos Taxas (3) Taxas (3) Taxas (3) Taxas (3) Taxas (3) Taxas (3) Taxas (3) Ns.4 246 28.3 Santa Catarina 5 0.IBGE.0 312 60.7 14 1.7 16 37.4 196 65.5 266 49.7 148 26.7 387 119.9 23 34.3 86 6. TABELA 12 · Mortes por agressão.6 Maranhão 9 0.3 29 37.8 81 55.0 62 47.7 309 38.8 7.8 448 62.1 42 20. Federação Brasil 280 1.4 62 34.7 244 69.7 21 29.0 625 88.757 45.3 212 42.6 777 44. Ns.3 456 54.1 815 99.031 79.5 25 45.2 Rio Grande do Sul 20 1.7 645 20.6 389 124.9 254 47.7 126 42.2 141 74.5 Piauí 5 1. Coordenação de População e Indicadores Sociais.1 Paraná 16 1.6 232 40.7 161 76.6 722 56.0 18 48.8 133 51.2 317 53.9 55 80.8 559 71.4 980 25. Ministério da Saúde/DATASUS. 34 .2 Roraima 1 1.8 735 62.4 77 57.3 475 77.1 137 68.8 11 3.2 2 1.0 Continua Fonte: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística .9 424 35.7 164 34.884 43.2 67 31.056 79.3 760 84.5 368 46.3 153 57. Ns. Ns.8 171 77.4 89 52.9 14 29.8 27 7.6 686 51.2 569 61.6 5 3.4 22 46.5 86 56.0 112 50.6 387 142.2 Distrito Federal 2 0.9 94 31.8 596 35.9 89 41.5 37 32.352 103.3 Rio de Janeiro 21 1.4 125 31.3 20 21.5 29 3. Fórum Brasileiro de Segurança Pública.2 94 40.4 442 59.8 453 53.5 333 50.7 343 52.8 23 52.7 12 40.1 328 58.4 202 67.7 Pará 12 0.5 17 7.7 Pernambuco 11 0.3 Sergipe 2 0. (1) Os dados de mortes por agressão correspondem ao número de vítimas.2 11 3.0 60 4.6 283 86.7 9.4 Rondônia 7 2.3 530 65.9 79 39. Nota: Estimativas populacionais elaboradas no âmbito do Projeto UNFPA/IBGE (BRA/4/P31A) .097 83.6 Rio Grande do Norte 1 0.4 129 44.4 29 8.7 298 92.1 307 88.2 22 47.5 596 72. Ns.4 20 6.7 10.5 159 43. Ns.6 349 115.2 197 26.2 Mato Grosso do Sul 6 1.233 54.0 6.1 62 25.0 94 37. (2) Inclui a categoria CID-10: X85-Y09 Agressões (3) Por 100 mil habitantes em cada faixa etária.6 261 76.4 39 28.9 961 26.5 185 75.0 764 102.8 48 1.2 115 20.8 211 65.4 Ceará 11 0.9 24 4.2 79 53.8 53 6.0 Amapá 3 2.2 104 22.2 80 29.População e Desenvolvimento.0 113 20.6 1.1 374 42.8 1.6 5 1. Unid.1 28 47.4 559 16.2 132 46.1 Amazonas 11 1.9 346 38.5 60 81.9 114 40.0 649 3.3 103 20.9 34 29.4 152 58.2 Tocantins 3 1.7 614 78.3 336 23.8 Goiás 8 0.0 Alagoas 8 1.5 8 3.7 4.2 97 41.3 645 73.6 4 1.6 Paraíba 11 1.3 263 106.2 52 81.2 Minas Gerais 18 0.1 950 69.8 32 3.8 100 39.4 1.4 Bahia 30 1.2 60 38.5 14 3.5 302 47.1 São Paulo 44 0.1 184 64.703 33.0 2 3.8 407 41. Ns.0 Mato Grosso 4 0.0 67 53.4 190 61.0 3 1.3 518 178.9 808 22.7 62 3.1 144 54.987 63.8 41 4.5 2 2.9 444 80.7 1.5 Espírito Santo 7 1.1 2 2.3 168 59.1 38 4.6 79 35.0 33 10.

4 Tocantins 21 24.8 180 8.8 61 30.8 Rio de Janeiro 322 28.0 63 34.3 30 41.4 66 11.5 140 21.1 43 6.415 26.3 Rondônia 51 48.3 Santa Catarina 67 14.5 154 5. Federação Brasil 3. Ns.7 145 14.2 Piauí 24 12.7 29 15.1 4 11.267 32.1 Sergipe 48 35.5 24 2.4 Acre 13 32.8 33 15.9 Bahia 267 29.9 .5 Alagoas 115 59.1 34 21. Ns.6 .5 56 41.1 12 12.664 16.6 113 21.3 2.3 95 10.1 15 3.0 21 21.1 Minas Gerais 227 16. 812 13.6 17 10.7 Rio Grande do Sul 166 21.0 Goiás 128 29.445 39.470 20.7 101 17.6 21 17.1 4 15.8 Distrito Federal 49 26.1 174 5.3 142 6.5 3 12.9 7 638 26. Ns.4 6 29. Ns.086 66. 2.0 .1 41 27.7 152 42.2 25 19.7 10 1.0 70 14.3 61 10.5 .1 31 27.7 23 32.2 5 123 27.7 5 39.3 267 11.1 86 37.5 Amazonas 55 28. 690 33.6 20 10.8 27 18.5 38 15.1 31 14. Mortes por agressão (2) 40 a 44 anos 45 a 49 anos 50 a 54 anos 55 a 59 anos 60 anos ou mais Idade Ignorada Total Absolutos Absolutos Absolutos Absolutos Absolutos Absolutos Absolutos Taxas (3) Taxas (3) Taxas (3) Taxas (3) Taxas (3) Taxas (3) Ns.7 58 21.7 Mato Grosso 64 30.1 53 17.3 37 32. Ns.457 38.6 .9 9 430 13.1 Ceará 193 35.1 11 2.2 8 27.2 167 11. 815 25.8 126 16.794 51.1 40 20.2 239 21.6 69 22.3 6 36.8 117 10.4 33 9.9 31 21.7 82 22.2 11 1.606 34.2 366 13.5 26 28. 165 22.806 14.1 29 23.112 52.0 49 8.1 51 14.4 149 29.9 20 1.6 19 25.8 9 19.9 Rio Grande do Norte 54 25.1 58 18.8 Roraima 13 51.9 1.7 7 1.3 7 14.0 179 9.7 .9 22 19.4 85 3.1 57 882 34.4 8 37. 258 38.6 49 31.1 13 3.540 46.7 Paraíba 86 35.4 35 14.6 Conclusão 35 .4 83 35.9 110 37.4 95 6.3 60 28.7 373 5.6 6 19.7 88 21.7 Paraná 217 28.8 1.7 33 9.4 14 978 32.5 13 544 34.5 114 13.5 166 12.0 291 6.6 49 19.8 44 1.3 Espírito Santo 118 48.2 Mato Grosso do Sul 50 29.1 65 3.0 13 9.5 119 13.6 6 26.0 29 16.8 Amapá 15 40.260 27.6 53 33.896 31.0 47 12.3 51 56. Ns.493 22.4 37 8.4 57 12.6 80 49.3 159 22.076 30.6 24 23.9 31 8. Unid.0 15 12.5 191 24.6 Maranhão 91 25.9 1 313 22.064 19.0 49 20.2 3 17.4 1.6 25 22.3 15 25.5 Pará 238 54.7 39 25.967 9.6 90 24.9 132 14.139 13.763 41.5 Pernambuco 239 41.1 81 15.6 1.0 São Paulo 484 16.2 10 8.7 18 33.7 113 23.692 31.0 14 11.627 18.4 21 7.3 83 12.3 122 10.

7 167 57. TABELA 13 · Mortes por agressão.2 530 181.9 146 53.5 Alagoas 13 2.1 78 5.7 372 56.6 182 62.2 Roraima 5 5.2 579 36.1 Pernambuco 7 0.8 58 3.4 952 72.7 593 44.7 4 2.3 710 60.4 Paraíba 6 1.6 Sergipe 3 0.9 329 49.4 6.0 92 33.7 270 33.2 547 16.7 145 75.6 495 57. Fórum Brasileiro de Segurança Pública.5 40 4.3 750 91.5 739 53.8 19 39. (2) Inclui a categoria CID-10: X85-Y09 Agressões (3) Por 100 mil habitantes em cada faixa etária.0 Espírito Santo 6 1.3 268 51.1 Mato Grosso do Sul 3 0. Coordenação de População e Indicadores Sociais. Ns. por faixa etária (1) Brasil e Unidades da Federação – 2011 Mortes por agressão (2) Menor de 10 anos 10 a 14 anos 15 a 19 anos 20 a 24 anos 25 a 29 anos 30 a 34 anos 35 a 39 anos Absolutos Absolutos Absolutos Absolutos Absolutos Absolutos Absolutos Taxas (3) Taxas (3) Taxas (3) Taxas (3) Taxas (3) Taxas (3) Taxas (3) Ns.2 96 42.6 294 45.0 25 7.1 159 60.2 628 19.9 27 55.1 62 46.2 59 50.4 876 23.0 75 49.6 7.2 295 89.9 671 52.3 431 59.4 382 139.5 141 55. Ns.4 Pará 9 0.0 100 42.6 Goiás 10 1.0 34 3.4 5 6.4 179 59.1 91 30.035 52.5 82 38.9 39 1.4 94 46.8 16 35.1 21 26.3 690 40.População e Desenvolvimento.2 1 1.7 Paraná 15 1.8 972 72.7 Rondônia 2 0.3 192 25.8 115 56.9 55 47.6 153 26.2 278 85.9 49 16.2 263 29. Nota: Estimativas populacionais elaboradas no âmbito do Projeto UNFPA/IBGE (BRA/4/P31A) .9 610 73.9 Piauí 1 0.3 97 17.8 116 56.3 24 10.1 830 23.0 4.5 262 33.1 68 46.8 20 4.1 275 77.8 182 81.3 37 10.6 127 49.4 15 24.4 43 44. Ns.3 Bahia 25 1.9 8 3.7 533 57.9 442 52.755 33.4 3 2.4 6 2.4 463 61.0 575 64.4 40 57.8 410 72.5 85 17.1 171 59.5 151 21.5 Rio Grande do Sul 10 0.2 6 1.1 51 3.439 60.9 42 20.IBGE.5 Ceará 9 0.2 22 7.3 186 38.5 676 89.6 112 50.6 324 59.4 76 50.7 10.7 19 2.9 921 24.6 230 73.997 46.9 13 29.5 330 54.8 860 49.8 1225 93.8 Amazonas 14 1. (1) Os dados de mortes por agressão correspondem ao número de vítimas.2 Rio de Janeiro 24 1.6 Tocantins 1 0.5 Continua Fonte: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística .7 136 23.8 4 1.6 179 83.1 114 39. Unid.0 391 27.8 Maranhão 11 0.3 440 44.7 39 4.0 223 38.5 222 74.5 44 28.2 46 61.9 437 77.3 289 83.8 26 36.2 523 65.3 27 39.9 632 3.2 12 2.8 11 36.8 Rio Grande do Norte 2 0.8 552 67.8 132 50.9 242 65.1 35 53.4 688 39.4 346 99.9 Acre 2 1.8 11 1. Ns.9 103 43.2 67 26.4 19 6.3 366 112.8 Amapá 2 1.6 62 48.3 Mato Grosso 2 0.5 9 23.8 79 34.5 442 36.6 176 60.7 106 20. (-) Fenômeno Inexistente.0 557 77.2 Santa Catarina 2 0.7 Minas Gerais 23 0.9 10 20.0 1 1.8 260 79.0 9.8 209 41.6 36 4.9 137 50.4 292 117.9 420 133.7 374 41. 36 .9 365 41.3 156 38.2 202 80. Federação Brasil 265 0.981 44.0 623 79.7 320 59. Ns.6 384 61.8 São Paulo 53 0. Ministério da Saúde/DATASUS.1 41 29.2 363 119.4 181 59.7 27 47.3 60 32.3 113 51.0 653 72. Ns.3 Distrito Federal 5 1.4 834 63.1 57 42.7 135 78.1 30 5.

Mortes por agressão (2) 40 a 44 anos 45 a 49 anos 50 a 54 anos 55 a 59 anos 60 anos ou mais Idade Ignorada Total Absolutos Absolutos Absolutos Absolutos Absolutos Absolutos Absolutos Taxas (3) Taxas (3) Taxas (3) Taxas (3) Taxas (3) Taxas (3) Ns.5 45 20.6 16 13.8 219 27.5 117 12.5 6 25.4 38 15.060 9.4 224 20.7 16 21.0 38 41.0 29 7.9 30 17.7 41 16.4 106 65.7 55 2214 36.9 1 95 20.7 Ceará 169 30. 739 35.8 64 23.0 3 461 14.5 7 31.3 55 29.4 45 29.8 263 4567 28.8 132 11.8 26 17.8 21 2788 32.574 21.0 4 13.1 240 9. Ns.7 31 4.0 216 16.2 33 3464 39.5 Sergipe 49 35.2 95 3331 31.4 32 15.4 1 1042 32. 208 30.6 São Paulo 470 15.9 20 19.3 106 11.1 5 1619 42.9 48 18.7 125 13.9 81 21.8 12 12.6 336 12.6 1.4 41 27.4 Roraima 11 42.9 140 28.9 1. Ns.8 36 10.0 .7 Distrito Federal 53 27.1 59 43.2 21 16.2 13 10.7 2 668 27.0 84 36.2 137 13.6 140 12.2 Rondônia 33 31.7 83 27.6 50 24.4 Tocantins 21 24.6 75 14.7 5 1289 36.7 Rio de Janeiro 293 25.8 5 28.7 78 13.8 47 41.4 Amazonas 66 33.7 23 20.6 18 24.3 .1 Acre 16 39.9 49 11.0 30 32.5 Alagoas 139 71.2 175 5451 38.2 3 11.6 20 6.1 42 21.3 26 22. 2268 72.0 5 19.6 Rio Grande do Sul 160 21.5 49 15.6 112 13.9 13 1573 23.6 74 12.4 65 3078 40.4 Espírito Santo 99 40.0 86 12.4 29 2057 19. Ns.2 1.1 2.0 2 168 22.8 18 995 32.3 128 35.9 44 25.6 86 27.0 7 33.656 16.4 8 25.6 Santa Catarina 70 14. Ns.7 Pernambuco 247 42.0 124 16.198 27.4 184 8. Unid.3 12 1681 47.5 181 5629 13.1 2.4 Bahia 271 29.7 Mato Grosso 98 45.3 Rio Grande do Norte 72 33.6 5 14. Ns.3 Mato Grosso do Sul 70 41.0 Paraíba 90 36.4 64 20.4 23 12.5 58 11.5 Conclusão 37 .6 9 6.1 9 18.8 10 18.071 52.9 4 357 25.7 Paraná 241 31.8 26 21.5 25 11.8 197 9.9 31 27.3 26 20.7 108 7.9 8 447 28.8 50 31.8 26 8.0 178 12.6 11 23.9 75 21.6 117 27.6 78 14.5 Pará 213 48.8 116 19.3 60 16.0 Minas Gerais 290 21.7 3 17.5 170 33.0 43 17.4 57 9.2 Amapá 16 42.7 55 12.5 13 22.2 175 24.9 131 19.1 Piauí 38 19.9 28 17. Federação Brasil 3.9 62 977 37.4 22 30.4 Maranhão 110 30.4 Goiás 152 34.176 14.8 29 18.4 177 7.8 311 6. Ns.0 46 29.7 56 25.3 21 21.2 .8 58 24.9 3 23.4 27 20.6 17 4235 21.557 27.7 1 797 12.8 107 28.

679 2. TABELA 14 · Mortes por agressão.295 6 320 5. 968 5 25 1.População e Desenvolvimento. 50 690 Tocantins 36 25 . Coordenação de População e Indicadores Sociais.086 Amapá 25 10 2 194 1 26 258 Amazonas 68 10 .076 Bahia 361 774 7 4. 247 .034 5 59 3. Ministério da Saúde/DATASUS. Fórum Brasileiro de Segurança Pública.602 227 2 206 1 26 2.445 Piauí 57 43 1 299 .879 102 6 570 5 44 3. 95 2 43 165 Alagoas 43 11 2 1.606 Pernambuco 247 55 1 2.210 424 16 1.457 Paraná 2.452 3 238 5. 620 . 8 882 Espírito Santo 262 123 1 1.763 Ceará 299 76 1 1.631 941 2 2. 38 .493 Mato Grosso 241 77 2 648 3 7 978 Mato Grosso do Sul 217 38 2 329 43 9 638 Minas Gerais 924 466 2 2. 30 430 Rio de Janeiro 1.071 62 30. 64 815 Rio Grande do Sul 1.683 2 345 2. (2) Inclui a categoria CID-10: X85-Y09 Agressões (-) Fenômeno Inexistente.057 52.920 9 213 3. 228 1.038 5 192 3.260 Acre 24 1 . Nota: Estimativas populacionais elaboradas no âmbito do Projeto UNFPA/IBGE (BRA/4/P31A) .692 Distrito Federal 112 20 . Federação Branca Preta Amarela Parda Indígena Ignorado Total Brasil 14.180 .806 Sergipe 58 34 .115 7 25 1.311 1 73 1. 742 . por raça/cor (1) Brasil e Unidades da Federação – 2010 Mortes por agressão (2) Unid.895 1 260 5.627 Pará 259 178 5 3.540 Paraíba 47 24 1 1.912 111 3.047 4. (1) Os dados de mortes por agressão correspondem ao número de vítimas.896 Maranhão 140 205 1 1. 97 6 6 123 Santa Catarina 661 35 1 94 1 20 812 São Paulo 3.794 Goiás 382 107 5 1.267 Rio Grande do Norte 113 18 . 5 313 Conclusão Fonte: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística .IBGE.064 Rondônia 141 41 2 344 2 14 544 Roraima 8 6 . 548 .637 .351 3 48 1.

797 .121 8 24 1. 39 .088 434 26 1. Ministério da Saúde/DATASUS.464 Piauí 58 55 .614 96 5 551 5 60 3.529 4 95 2.451 Ceará 272 49 2 1. por raça/cor (1) Brasil e Unidades da Federação – 2011 Mortes por agressão (2) Unid. Federação Branca Preta Amarela Parda Indígena Ignorado Total Brasil 13.091 .619 Paraná 2.078 Paraíba 76 50 1 1.584 219 1 225 4 24 2.TABELA 15 · Mortes por agressão.198 Acre 15 11 1 90 .904 3 174 5. 10 357 Conclusão Fonte: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística . 1. 7 977 Espírito Santo 238 127 2 1.042 Rio Grande do Sul 1. 167 .268 Amapá 26 12 . 88 1. 280 2 12 447 Roraima 4 2 . Fórum Brasileiro de Segurança Pública. 223 1.567 Rio Grande do Norte 152 57 1 744 .936 5 238 3.235 Pará 236 129 3 2.155 69 31. 3 208 Amazonas 121 25 2 1. Nota: Estimativas populacionais elaboradas no âmbito do Projeto UNFPA/IBGE (BRA/4/P31A) .629 Sergipe 55 33 2 646 1 2 739 Tocantins 62 40 1 244 .289 Bahia 390 786 6 3. 71 12 6 95 Santa Catarina 661 37 1 87 3 8 797 São Paulo 3.573 Mato Grosso 248 94 2 634 2 15 995 Mato Grosso do Sul 205 32 3 381 42 5 668 Minas Gerais 1.406 749 2 2.915 6 348 5.663 7 40 3.População e Desenvolvimento.593 1 871 2.331 Pernambuco 217 67 1 2. Coordenação de População e Indicadores Sociais.105 22 14 1.214 Maranhão 194 226 .306 5 127 4.215 579 3 2. 51 168 Alagoas 74 20 2 2.IBGE.681 Goiás 448 136 2 1.241 1 168 4.895 4.889 52. (1) Os dados de mortes por agressão correspondem ao número de vítimas. (2) Inclui a categoria CID-10: X85-Y09 Agressões (-) Fenômeno Inexistente.014 2 156 2. 318 1 29 461 Rio de Janeiro 1.399 2 91 1.057 Rondônia 112 41 .052 138 2.788 Distrito Federal 124 49 .

5 1 812 13. 165 22.5 .2 16 4.6 Conclusão Fonte: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística .9 18 4. (-) Fenômeno Inexistente.7 Paraíba 1.8 172 5.376 42.0 .0 .1 Sergipe 645 64.1 4. 2.9 Rio Grande do Norte 744 48. 1.7 34 5.4 433 6.086 66. Coordenação de População e Indicadores Sociais.340 73.076 30.8 .5 Alagoas 1.3 Espírito Santo 1.267 32.306 86.5 . 123 27.2 Piauí 390 25.5 251 5. 690 33.0 Goiás 1.9 Bahia 5.896 31.5 Pará 3.909 64. (2) Inclui a categoria CID-10: X85-Y09 Agressões.4 117 6.0 São Paulo 5.3 . Ns. 3.627 18.1 Ceará 2.6 111 3.8 Distrito Federal 803 65. (3) Por 100 mil habitantes em cada categoria.5 . Nota: Estimativas populacionais elaboradas no âmbito do Projeto UNFPA/IBGE (BRA/4/P31A) . (1) Os dados de mortes por agressão correspondem ao número de vítimas.7 Mato Grosso 896 57.606 34.3 Santa Catarina 700 22. 1.6 66 3.4 .1 Minas Gerais 3.6 671 3.763 41. TABELA 16 · Mortes por agressão. 1.194 75.2 117 3.1 174 4.2 5 5.794 51.806 14.2 Mato Grosso do Sul 562 46.8 1 882 34.268 63.1 1 638 26. 258 38.5 40 2.952 129.540 46.1 8 5.1 4 3. Fórum Brasileiro de Segurança Pública.5 Amazonas 1.457 38. Ns. 2. Ministério da Saúde/DATASUS.1 75 6.4 339 4.518 61.260 27.5 230 6.8 Rio de Janeiro 4.7 338 6.5 175 9.6 46 52.IBGE. 3. por sexo (1) Brasil e Unidades da Federação – 2010 Mortes por agressão (2) Homens Mulheres Ignorado Total Absolutos Absolutos Absolutos Absolutos Taxas (3) Taxas (3) Taxas (3) Ns.8 Roraima 112 48. Ns.130 25.2 45 4.7 1 1.4 Tocantins 279 39. Unid. 430 13.7 Paraná 3.8 1 544 34.8 .4 Acre 147 39.692 31.493 22.1 1 3.3 227 4.749 51.1 134 8.835 35.8 Amapá 242 72.4 2 978 32. 40 . 1.8 80 5.1 2 2.221 33.6 37 4.2 .619 93.064 19.4 .0 .8 .0 71 4.465 4.6 Maranhão 1.9 .População e Desenvolvimento.7 Rio Grande do Sul 1.445 39. 313 22.0 . 815 25.723 57.010 57.4 405 4.3 78 5.3 Rondônia 506 63. Federação Brasil 47.9 11 5.1 19 5.322 77.5 Pernambuco 3.

1 Acre 149 39.5 .4 12 4.5 Sergipe 679 66.5 Conclusão Fonte: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística .289 36.6 .0 Paraíba 1.788 32.5 Alagoas 2.3 Rio Grande do Norte 972 62.2 444 6. 461 14.6 67 52.042 58.6 Rio Grande do Sul 1. 208 30.3 .0 76 2.2 70 4.6 São Paulo 5. Ns.7 Pernambuco 3.0 Minas Gerais 3.1 .6 6 2.4 Goiás 1. (3) Por 100 mil habitantes em cada categoria.7 166 9.2 Rondônia 398 49.681 47.443 43.777 38.7 Mato Grosso 906 57.4 143 7.7 Distrito Federal 894 71.2 11 5.2 19 5.6 . Federação Brasil 47. 739 35.2 1 447 28.5 5 2.619 42.476 80.3 48 7.598 62. Coordenação de População e Indicadores Sociais.1 .198 27. Fórum Brasileiro de Segurança Pública.9 282 5.6 Santa Catarina 721 23.5 261 8. Nota: Estimativas populacionais elaboradas no âmbito do Projeto UNFPA/IBGE (BRA/4/P31A) .7 Paraná 3.0 .0 1 357 25.9 60 5.057 19.6 1 4.268 72.1 Piauí 429 27.5 185 4.6 83 6.2 .130 139. (1) Os dados de mortes por agressão correspondem ao número de vítimas. (2) Inclui a categoria CID-10: X85-Y09 Agressões.4 Bahia 4. Unid.512 4.515 86.5 4. (-) Fenômeno Inexistente.573 23.078 40.8 2 995 32.6 48 6.8 130 3.9 264 5.451 38.9 .2 .3 .5 190 4.9 10 4.IBGE.7 87 5. 1.4 Amazonas 1.850 35.4 Espírito Santo 1. 1.7 Ceará 2. 168 22.TABELA 17 · Mortes por agressão.7 Rio de Janeiro 4.9 77 6. 41 .042 32.331 31.4 Maranhão 1.5 Pará 2. 797 12.887 74.7 5 5.996 72.0 573 2.235 21.4 1 95 20. Ns.464 39. 2.População e Desenvolvimento. por sexo (1) Brasil e Unidades da Federação – 2011 Mortes por agressão (2) Homens Mulheres Ignorado Total Absolutos Absolutos Absolutos Absolutos Taxas (3) Taxas (3) Taxas (3) Ns.9 6 3.567 28. 668 27. 2. 977 37.9 32 2. 1.2 Amapá 189 55.7 8 3.9 138 8.208 67.3 .4 Roraima 84 35.9 457 4.3 Mato Grosso do Sul 591 47.948 64.186 54. 1.3 7 3.6 1 1. Ministério da Saúde/DATASUS.8 80 4.8 19 5.629 13.619 50.4 .214 36. Ns.5 369 4.4 201 3.192 74.4 Tocantins 308 43.051 25.

para que não dados produzidos). 42 . Os dados que o Ministério da Saúde com. assim como ações conduzidas Em que pese a variação da participação pelas polícias estaduais para apreensão de das armas de fogo nestas mortes entre um armas em posse de criminosos. Paralelamente. Vale ressaltar que esse per. importantes. A despeito estado e outro (e acreditamos ser necessário das diferenças regionais a violência armada checar o quanto essa variação está atrelada a é um problema nacional e está mais do que dinâmicas criminais distintas ou à qualidade dos na hora de ser tratada como tal. há tempos sabemos circulação das armas. Não à toa. mortalidade.categoria na qual se empresas de segurança privada) são igualmente enquadram os casos de homicídio e latrocínio. armas de fogo. Maior rigor na de armas como pauta prioritária na agenda de fiscalização de categorias que têm acesso a segurança pública. 2 Diretora Executiva do Instituto Sou da Paz. não se pode negar o impacto sigamos lamentando números tão semelhantes das armas sobre esta causa específica de nos próximos anos. Encurtando as distâncias entre a lei e a política pública Ligia Rechenberg 1 Luciana Guimarães 2 1 Coordenadora de Gestão do Conhecimento do Instituto Sou da Paz. o fato de 70% das medidas previstas na lei devem sair do papel e mortes decorrentes de agressões terem sido para isso é preciso que haja uma política nacional cometidas com arma de fogo indica a relevância consistente que vá além das campanhas de e a urgência de se colocar o tema do controle entrega voluntária de armas. a agenda de redução das pila e divulga sobre as causas de mortalidade mortes violentas esteve atrelada a uma demanda dos brasileiros possibilitam que o fenômeno da por maior controle de armas que culminou na violência armada seja compreendido em sua aprovação do Estatuto do Desarmamento em faceta mais extrema . Nesse sentido. integração entre bancos de centual é muito semelhante ao verificado nos dados que possibilitem rastrear a origem e a anos anteriores. ou seja. os dados aqui apresentados ser priorizados numa agenda de enfrentamento apenas reiteram o que já identificamos: as do fenômeno. estas Passados quase dez anos da entrada em informações apontam os aspectos que devem vigor do Estatuto.aquele que culmina na dezembro de 2003 interrupção de uma vida. redução de estoques que as armas de fogo estão por trás da maioria em locais vulneráveis (como fóruns judiciais e das mortes por agressão .

chamando a atenção para a das gestantes. embora a dades que registram taxas de vitimização não grande maioria dessas mortes ocorra na África. 2 . na discussão. (ODM) são: 1 . 8 .Prevenção à violência e Agenda das Metas do Milênio e Desenvolvimento Pós-2015 Robert Muggah 1 1 Robert Muggah Diretor de Pesquisa do Instituto Igarapé e Diretor da Fundação SecDev Em torno de meio milhão de pessoas são UNODC (2011) e outros mostraram que socie- assassinadas por ano no mundo. 5 . uma a cada dez e respeito ao meio ambiente.Oferecer registram taxas de homicídio mais altas. Primeiramente. nas Américas e na Ásia. Alguns diplomatas também sentem que estes vimento sustentável pós-2015. prevenção e redução da violência no quadro de Para alguns. e redução da violência no quadro de desenvol. agências internacionais e educação básica de qualidade disso. a malária e outras doenças. a ênfase em desenvolvimento pós-2015.Garantir qualidade de vida ensino primário (ODM 2) e no impedimento da Aproximadamente. que alguns dos aspectos destes problemas pos- Além disso. A preocupação é corolários em áreas-chave de desenvolvimento. As desses crimes não é notificada e acaba entrando metas devem ser realistas. assédio e intimidação Objetivos e metas destinados a prevenir e a cada ano. 3 . 6 . elas "segurança" tem conotações negativas. há ainda desafios desenvolvimento é relativamente omissa sobre políticos.Acabar com a fome e a miséria. altos índices de violência intencional são organizações da sociedade civil estão envolvidas para todos.Promover a igualdade entre os sexos e associados com falhas na redução da pobreza. com a diminuição no número de matrículas do escala e distribuição de mortes violentas no Brasil. de governos se preocupa os povos ao redor do mundo.Melhorar a saúde prolongada (ODM 1)2. tórios emblemáticos do Banco Mundial (2011). Alguns Estados estão inquietos com e redução da violência na agenda pós-2015. mas também ambiciosas. O trabalho do Fórum Brasileiro de a autonomia das mulheres. incluindo o Brasil. nos sistemas de justiça.Combater a Aids. muitas delas são evitáveis​​. apesar de um Não obstante a importância atribuída à "paz grau relativamente elevado de consenso sobre o e segurança" durante a Rio+20 e consultas nas imperativo de prevenir e reduzir a violência para Nações Unidas desde 2012. roubos. Também estão associados para este processo. Apenas um pequeno número dos reduzir a violência devem estabelecer parâme- incidentes mais visíveis é registrado. possa involuntariamente "securitizar" o debate. violência sexual. Todavia. Um grupo são aspirações universais e declaradas por todos pequeno. esperado.Reduzir a mortalidade infantil. terminológicos e relativos aos dados questões relacionadas ao espaço da prevenção pendentes. Além Centenas de governos. milhões de pessoas tendem a ter um menor crescimento econômico em todo o mundo são submetidas a assaltos. e a maioria tros claros e orientar Estados e sociedades. aumento do desemprego entre os jovens e fome Segurança Pública é um insumo fundamental 4 .Estabelecer parcerias para o redução da mortalidade infantil (ODM 4). defensáveis e viáveis. mas influente. a discussão sobre promover o desenvolvimento. alguns pressupostos e práticas subjacentes na tem bases empíricas convincentes para incluir a prevenção e redução da violência.e desenvolvimento. existem razões pragmáticas para sam ultrapassar a soberania nacional ou prenun- incorporar prioridades relacionadas à prevenção ciar uma intervenção em assuntos domésticos. 43 . mortes violentas no mundo ocorre no Brasil . Rela. letal acima da média. e acesso limitado à justiça. Isso porque as temas estão fora das atribuições das noções melhorias em alguns aspectos da segurança são tradicionais de "desenvolvimento" e devem ser estatisticamente correlacionadas com ganhos reservados para outros fóruns. a cada ano. que o foco na medição da redução da violência Por exemplo. 7 . Exis. países que apresentam baixos índi. E. ces de homicídio tendem a ter maiores níveis de A corrida é para definir e coordenar a forma e a 2 Os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio desenvolvimento humano do que os países que função da agenda de desenvolvimento pós-2015.

813.365.87 7.29 122.935.721.255.57 2.45 6.50 Amapá 7.44 8.13 40.234.11 .15 434.99 515.500.04 482.28 12. ano 6.595.91 11.258.36 -88.64 47.621.47% nas despesas.87 Rondônia 530. (-) Fenômeno inexistente.63 30.68 -17.92 27.916.731.240.831.52 507.071.78 695. A variação real verificada na função entre 2011 e 2012 foi o incremento de 14.007.64 .584.893.682.200.911. - Espírito Santo 85.464.026.892.154.521.00 4.04 81.38 2.096.47 4.913.72 273. por Subfunções União e Unidades da Federação – 2011-2012 em reais correntes Policiamento Defesa Civil Informação e Inteligência União e Unidades da Variação Variação Variação Federação 2011 2012 (%) 2011 2012 (%) 2011 2012 (%) Total 18.357.71 -69.41 -39.335.781.720.810.996.50 .71 145.60 1.681.088.52 Goiás 103.248.251.360.71 2.81 -6.43 665.991.482.218.571.919.194.24 41.163.848.87 100.59 5.017.982.83 250.55 7.368.712.690.223.297.213.775.82 Bahia 197.76 3.505.84 19.37 145.176.125.494.572.37 64.658.077.46 5.70 55.83 75.478.501.701.90 8.673. Fórum Brasileiro de Segurança Pública.94 45. - Mato Grosso 51.226.86 14.997.583.79 14.118.283.299.54 -10.316.15 2.47 -38.512.032.625.382.661.982.78 16. (1) Retificação das informações publicadas no Anuário Brasileiro de Segurança Pública.43 33.150.784.370.52 253.68 3.688.236.653.846.638.20 -58.258.784.82 .770.993.285.184.09 626.428.32 28.875.494.119.700.513.024.872.484.86 24.654.61 239.026.748.35 -39.610.98 7.606.569.723.369.340.13 .02 Minas Gerais (2) 199.03 1.83 3.85 294.028.44 -38.69 1.767.700.73 31.48 2.352.886.545.720.795.649.69 13.677.17 -1.31 63.26 78.48 Mato Grosso do Sul 838.55 -96.689.88 2.27 -30.81 20.370.661.88 228.50 89.94 375.46 83.150.34 18.416.013.13 151. 2012.59 148.522.88 197.36 73.21 2.148.070.688.949.489.28 10.671.59 9.77 4.22 45.66 Acre 220.093.272.56 -36.454.61 70.72 19.66 869.00 5.058.93 3.543.87 105.680.58 13.125.669.89 Pará 86.84 7. Os valores contabilizados com as despesas intra-orçamentárias no ano em questão foram de R$2.692.05 -7.066.535.245.606.470.038.301.66 3.972.615.42 2.887.72 16.177.903.426. . - Rio Grande do Sul 247.078.448.208. .146.901.16 -39.783.645.884.50 -99.49 -35.27 4.291.26 32.44 Paraná 1.72 76.61 (1) 1.140.839.936.55 (1) 327.249.60 513.266.440.12 União 786.60 7.489.918.16 21.526.000.74 43.952.583.681.49 713.061.43 3.81 76.104.694.238.12 52.111.76 Continua Fonte: Ministério da Fazenda/Secretaria do Tesouro Nacional – STN.206.74 147.96 35.862.05 63.75 Distrito Federal 102.547.652.205. 44 .37 494.877.43 13.55 11.22 -27.301.942.926.60 3.79 26.06 5.89 - Rio Grande do Norte 336.00 -96.959.026.02 .56 2.903.722.744.819.233.32 .73 65.037.68 22.813.43 295.26 22.253.65 301.39 232.128.169.10.45 28.89 121.986.988. - Rio de Janeiro 522.799.545.485.301.431.81 23.03 537.47 32.676.439.434.181.092.821.855.38 -53.58 122.85 64.946.962.065.092.39 Maranhão 24.228.360.67 18.50 406.46 52.00 204.417.81 9.557.92 24.101.41 2.853.85 58.81 29.293.233.137.152.480.90 2.88 31.304.74 -11.60 12.13 36.240.817. gastos com segurança pública e prisões TABELA 18 · Despesas realizadas com a Função Segurança Pública.177.380.217.821. - Amazonas 90.96 5.41 - 22. 19.076.56 Piauí 22.083.586.383.37 275.279.928.41 3.36 12.66 .150.840.444.58 59.35 10.72 8. 3.299.989.05 .36 324.37 18.685.96 3.91 98.57 Santa Catarina 85.68 26.909.53 235.014.474.43 7. 129.995.057.100.065.100.032.906.33. .304. - Roraima 13.20 5.232.773.55 880.437.906.396.313.151.058.793.01 -0.852.614.134. .74 1.048.116.547.042.770.01 1.63 1.361.81 Sergipe 368.980.352.76 Paraíba 11.649. as despesas de previdência da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros.67 129.99 4.170.55 6.65 107.746.66 34.307.087.184. - Tocantins 24.702.60 14.16 352.707.24 61.463.811.55 53.866.18 (1) 1. .72 -28.93 1.278.49 - São Paulo (3) 10.04 Ceará 190.28 49.22 7.760.411.055.010.50 31.686.569. no ano de 2012.66 Pernambuco 1.17 114.277.387.983.861.415.261.419.240.696.54 Alagoas 497.76 5.64 442.65 39.31 17.098.314.948.49 20.582.920.200.34 .367.27 100.405.482.29 48. e o total da função segurança pública é de R$7. .320.902.525. (2) As Secretarias de Estado da Fazenda e de Planejamento e Gestão do Estado de Minas Gerais informam que a Secretaria do Tesouro Nacional não contabilizou.530.00 283.

14 2.39 16.32 -29.743.158.354.548.68 Amapá 292.47 5.893.51 511.722.283.22 280.399.83% em relação ao ano de 2011.103. Os valores contabilizados com as despesas intra-orçamentárias no ano em questão foram de R$5.389.047.958. (4) O total de despesas realizadas com a Função Segurança Pública em todo o país considerando os valores reais de SP e MG foi de R$ 61.003.315.302.983.75 1.61 964.282.959.31 19.87 8.50 Sergipe 258.32 4.464.35 Acre 55.99 4.85 12.685.763.950.366.10 246.567.13 4.936.046.20 927.21 Pernambuco 247.206.97 19.48 15.780. A variação real verificada na função entre 2011 e 2012 foi o incremento de 17.067.40 0.296.614.57 Rio Grande do Norte 225.864.257.87 Piauí 206.28 9.742.974.469.990.984.890.87 53.45 773.81 239.61 1.607.489.63 -90.083.22 2. referentes às obrigações patronais a favor da São Paulo Previdência – SPPREV.142.618.440.06 União 4.32.18 Maranhão 679.27% nas despesas.904.228.042.393.638.375.46 843.18 -5.22 8.24 680.992.622.097.641.836.515. - - 877.51 147.75 7.12 974.75 6.746.680.73 525.65 1.06 28.97 1.202.86 52.333.312.147.98 1.54 523.644.333.058.826.953.14 -87.356.237.307.422.58 145.419.030.79 38.346.07 0.00 723.336.050.075.18 23.15 81.606.700.753.904.99 13.866.71 Ceará 759.00 1.257.103.219.127.74 549.508.430.311.757.550.483.13 3.362.889.23 678.64. em reais correntes Demais Subfunções Total União e Unidades da Variação Variação Federação 2011 2012 (%) 2011 2012 (4) (%) Total 31. incremento de 15.15 Distrito Federal 206.546.05.57 18. no ano de 2012.008.587.036.77 -24.879.12 312.04 47.366.19 11.532. 45 .25 1.803.419.334.453.977.767.321.605.937.662.293.198.753.624.49 779.334.727.01 Rio de Janeiro 3.968.831.643.98 1.71 27.144. entidade do Regime Próprio de Previdência.323.450.434.360.79 637.32 Amazonas 706.076.854.135.63 Pará 1.494.042. as despesas intra-orçamentárias.220.701.81 38.92 844.352.36 725.483.305.887.114.85 52.609.092.471.494.838.897.14 22.875.281.985.11 1.62 16.867.075.640.609.842.408.745.006.58 42.642.022.238.476.482.22 23.03 1.073.02 -1.96 183.74 584.584.878.90 0.513.28 Rio Grande do Sul 1.714.36 1.777.00 346.971.29 2.28 Espírito Santo 706.047.56 1.325.637.97 279.093.562.780.842.938.108.357.49 8.56 0.432.019.774.63 4.958.822.092.66 2.21 4.65 146.724.435.294.230.155.71 16.51 17.489.26 São Paulo (3) 1.44 Mato Grosso 994.13 Goiás 1.730.96 Mato Grosso do Sul .22 1.932.303.061.01 714.77 313.63 990.582.54 1.785.479.64 198.05 1.388.39 (1) 7.44 27.75 28.827.20 714.00 1.38 Santa Catarina 1.146.044.13 1.173.390.150.132.553.006.62 Paraná 4.08 -2.657.25 3.21 -19.152.425.24 4.557.201.335.035.19 1.732.50 -6.50 805.30 Alagoas 207.145.965.621.43 808.840.988.336.60 1.459.90 -3.059.05 (1) 4.290.800.94 Roraima 125.724.84 Minas Gerais (2) 6.628.18 54.271.39 -27.29 831.978.543.104.590.039.608.48 Paraíba 620.39 78.425.30 19.556.75 6.605.569.331.314.596.573.42 31.22 -0.236.041.38 27.194.696.767. e o total da função segurança pública é de R$14.42 Rondônia 151.153.002.17 Bahia 2.466.009.160.237.060.28 558.746.402.31 132.157.67 21.203.78 263.067.23 5.64 Conclusão (3) A Secretaria de Fazenda do Estado de São Paulo informa que a Secretaria do Tesouro Nacional não contabilizou.24 16.737.76 6.873.031.768.52 797.334.969.095.133.028.67 -32.59 1.521.332.363.516.60 22.200.822.69 853.375.085.44 304.006.14 1.582.756.669.734.736.48 14.65 198.43 12.403.046.337.86 Tocantins 499.916.80 5.87 744.846.

4 13.9 Tocantins 8.4 12.4 9.0 Piauí 6.7 7.5 9.6 11.5 8.0 6.4 12.7 Alagoas 12.9 9.8 10.1 9. 46 .3 8.4 8.9 13. as despesas intra-orçamentárias.7 7.64. (2) Retificação das informações publicadas no Anuário Brasileiro de Segurança Pública.4 10.0 12.2 9.5 6.9 Paraíba 9.6 Maranhão 8.831.971.3 3.6 8.2 9. ano 6.1 9. A participação real das despesas com segurança pública em relação ao total das despesas realizadas é de 9. (4) A Secretaria de Fazenda do Estado de São Paulo informa que a Secretaria do Tesouro Nacional não contabilizou.3 7.2 12.6 14.2 8. 2012.2 9.8 8. TABELA 19 · Participação das despesas realizadas com a Função Segurança Pública no total das despesas realizadas União e Unidades da Federação – 2007-2012 em porcentagem União e Unidades da Federação 2007 2008 2009 2010 2011 2012 União 0.4 9.6 Roraima 7.4 6.8 10. (3) As Secretarias de Estado da Fazenda e de Planejamento e Gestão do Estado de Minas Gerais informam que a Secretaria do Tesouro Nacional não contabilizou.10.4 7.6 Mato Grosso 6.2 13.33.6 8.3 7.2 9.2 9.2 5.5 7.9 8.9 10.4 8.3 6.0 8. no ano de 2012.4 (2) 0.3 13.4 Paraná 6.5 10.1 8.7 5.9 10.586.3 6. A participação real das despesas com segurança pública em relação ao total das despesas realizadas é de 13.1 5.9 7.3 6.8 5.0 8.6 0.4 9.3 8.0 Amazonas 7.8 13.0 5.6 7.5 Espírito Santo 7.1 10.7 8.1 8.7 5.2 Pernambuco 8.1 7.9 5.3 Goiás 10.2 7.3 2.5 8.4 9.1 3.9 7.375.8 Minas Gerais (3) 13.9 8.1 7.9 9.2 8.7 7.3 9.075.6 8.0 8.9 5.3 9.9 Distrito Federal 1.3 9.5 0.251.9 9.5 9.8 6.6 5.6 0.767.4 7.6 1.3 Amapá 8.1 São Paulo (4) 7.0 13.096. Os valores contabilizados com as despesas intra-orçamentárias no ano em questão foram de R$5. Fórum Brasileiro de Segurança Pública.3 4.6 10.3 6.5 1. Os valores contabilizados com as despesas intra-orçamentárias no ano em questão foram de R$2.5 9.2 13. referentes às obrigações patronais a favor da São Paulo Previdência – SPPREV.4 10.0 8.5 (1) 5. e o total da função segurança pública é de R$14.32. as despesas de previdência da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros.7 6.7 12.3 7.4 Acre 8.8 2.571.645. no ano de 2012.6 8.1 Conclusão Fonte: Ministério da Fazenda/Secretaria do Tesouro Nacional – STN.6 6.2 4.6 11.1 10.6 9.9%.3 9.9 8. e o total da função segurança pública é de R$7.1 Pará 9.5 7.7 Bahia 9. entidade do Regime Próprio de Previdência.3 12.0 5.9 9.6 14.0 Ceará 5.5 10.3 Rio Grande do Norte 7.3%.7 10.4 9.6 Sergipe 8.2 9.6 Santa Catarina 11.0 1.732.873.2 9.7 6.2 11.3 7.0 Mato Grosso do Sul 10.6 1.6 Rio Grande do Sul 7.8 8. (1) O valor indicado inclui encargos financeiros relativos a despesas com servidores inativos e despesas do Departamento Estadual de Trânsito.5 Rondônia 12.4 8.9 7.7 6.1 6.4 0.2 7.7 13.8 Rio de Janeiro 12.

22 (2) 272.04 190.00 201.46 227. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística .22 223.90 112.09 214.41 316.19 208.91 Espírito Santo 196. Os valores contabilizados com as despesas intra-orçamentárias no ano em questão foram de R$5.096.873.88 246.48 149.59 106. no ano de 2012.38 311.81 Maranhão 67.88 113.645. e o total da função segurança pública é de R$14.48 294.32 Amazonas 137.98 Ceará 62.52 28.64 216.69 307. Fórum Brasileiro de Segurança Pública.22 153.21 200.32 228.47 238.26 128.07.05 132.05 210.91 Amapá 258.21 157.96 200.09 204.84 232.56 126.27 195.08 Mato Grosso 153.94 274.84 301.09 Pernambuco 107.56 Distrito Federal 33.32 395. entidade do Regime Próprio de Previdência.81 283.67 301.75 206.25 167.82 280.767.40 244.32.12 (2) 40. Os valores contabilizados com as despesas intra-orçamentárias no ano em questão foram de R$2.29 133.87 Rondônia 241.18 456.17 117.48 164.67 108. A despesa per capita real realizada com a função segurança pública é de R$381.15 347.43 74.42 Minas Gerais (3) 217.05 38.80 402.55 369.29 Roraima 253.53 122.15 335.24 36.79 346.61 Acre 264.33 113.586.86 376.43 405.IBGE.36 57.62 119.07 225.80 365.19 260.971.91 458.251.43 140.52 38.38 107.78 244.31 Goiás 163.00 182.43 183.80 387. 2012.69 181. no ano de 2012.21 325.65 269.43 Piauí 77.83 195.09 Pará 95. e o total da função segurança pública é de R$7.26 Alagoas 149.32 82. (4) A Secretaria de Fazenda do Estado de São Paulo informa que a Secretaria do Tesouro Nacional não contabilizou.42 234.14 235.31 354.27 251. as despesas intra-orçamentárias.55 Conclusão Fonte: Ministério da Fazenda/Secretaria do Tesouro Nacional – STN.47 177.77 380.732.58 335.30 84.66 273.88 Mato Grosso do Sul 231.68 257.88 São Paulo (4) 182.12 União 25.28 120.74 193.68 238.51 301.97 231.27 110.02 171.98 285.56 288.73 262.18 227.35 78.36 188.25 Sergipe 149.03 150.53 374.16 251.41 Paraíba 111. (2) Retificação das informações publicadas no Anuário Brasileiro de Segurança Pública.24 154.07 324.88 217.64.07 249.49 (1) 175.27 Santa Catarina 169. A despesa per capita real realizada com a função segurança pública é de R$343.21 155.87 218.99 180.25 93.67 218.63 76.10.05 Tocantins 192.12 31.11 181.63 136. ano 6. (1) O valor indicado inclui encargos financeiros relativos a despesas com servidores inativos e despesas do Departamento Estadual de Trânsito.28 57.64 486.13 445. referentes às obrigações patronais a favor da São Paulo Previdência – SPPREV.68 82.35 370.375.35.29 236.831.12 332.57 327.43 127. (3) As Secretarias de Estado da Fazenda e de Planejamento e Gestão do Estado de Minas Gerais informam que a Secretaria do Tesouro Nacional não contabilizou.49 182.62 376.49 127.95 152.075.69 309.47 133.15 103.66 399.95 216.04 245. TABELA 20 · Despesa per capita realizada com a Função Segurança Pública União e Unidades da Federação – 2007-2012 em reais correntes União e Unidades da Federação 2007 2008 2009 2010 2011 2012 Total 184.01 Paraná 98.66 Bahia 113.39 176. 47 .571.20 259.56 215. as despesas de previdência da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros.14 Rio de Janeiro 278.47 55.54 Rio Grande do Sul 138.98 335.33.34 Rio Grande do Norte 128.39 341.01 219.09 168.47 186.71 227.

577.94 90.47 27.982.558.96 11.51 Pará .346.649.40 929.93 46.027.34 18.028.812.220.351.771.69 184.104.60 97.198.455.794.95 74.25 8.57 5.26 11.86 .66 Conclusão Fonte: Ministério da Fazenda/Secretaria do Tesouro Nacional – STN.438.057.74 9.494.485.34 50.14 Rio de Janeiro .03 97.05 17.488.181.103.274.905.023.346.023.9 1.361. - 349.11 66.71 183.679.292.50 62.47 293.483.22 Acre .185.217.135.695.79 32.810.129.383.97 762.04 89.269.54 284.67 239.387.496.66 97.4 1.154.70 São Paulo 385.970.17 11.903.30 46.95 Rio Grande do Sul .167. - - Roraima 18.27 65.46 434.17 38.336.573.18 72.24 39.999.789.403.36 26.222.07 23.321.916.765.217.084.395.52 34.097.686.56 18.404.230.57 Goiás 8.510.37 0.38 46.331.22 Piauí 15.67 98.433.253.849.25 11.962.498.218.596.50 Alagoas 8.895.03 357.27 União 78.289.48 51.643.074.104. - 72.97 5.972.581.763.51 Tocantins 7.26 43.35 Rondônia .55 102.050.844.58 .151.223.02 98.73 25.22 39.96 2.128.024.75 Minas Gerais 3.200.359.05 Espírito Santo 221.385.477.57 41.438. - 30.583. .687.934.62 32.195.67 407.413.239.18 Bahia 95.325.94 131.261.836.38 9.538.62 91.47 Paraíba 72.486.299.800.150.71 299.15 93.383.269.993.986.124.50 72.92 18.09 Distrito Federal 11. - 270.29 26.19 10.08 50.628.660.405.15 109.612.13 426.451.670.16 183.747.742.15 7.73 71.833.948.722.706.093.24 55.01 252.249.249.928.65 10.857.01 295.594.39 56.50 354.72 Santa Catarina 8.29 213.46 21.53 Amapá 9.773.039. - 20.583.742. Fórum Brasileiro de Segurança Pública.750.12 85.196.694.771.658.25 90.882.99 8.401.468.74 201.50 102.72 38.990.421. - . (-) Fenômeno inexistente.136.238.519.27 .198.32 3.809.88 9.25 36.267.657.08 380.20 8.87 31.79 158. - 18.047.600.095.009.28 .04 3.797.667.861.891.752.29 Sergipe 31.03 93.427.644. - 28.744.39 Ceará 88.256.276.629.50 2.534.600.764.903.271.16 58.95 8.004.660.709.05 80. - 10.30 16.29 47.57 36.31 197.73 20.532.10 Amazonas 85.27 Pernambuco 85.69 20.117.549.27 63.980. 48 .120.841.72 Mato Grosso do Sul 77.902.197.71 34.020.154. TABELA 21 · Despesas realizadas com a Função Direitos da Cidadania e a Subfunção Custódia e Reintegração Social União e Unidades da Federação – 2011-2012 Diretos da Cidadania 2011 2012 Custódia e Reintegração Social Custódia e Reintegração Social Total da Função Total da Função realizadas pela realizadas pela Participação Participação no total das no total das Função (%) Função (%) realizadas realizadas correntes) correntes) correntes) correntes) Despesas Despesas despesas despesas (em reais (em reais (em reais (em reais União e Unidades da Federação Total 1.281.902.82 61.67 51.325.98 Maranhão 45.710.78 33.04 277.494.022.599.140.06 1.802.726.416.474.789.876.56 Paraná 289.20 100.98 Rio Grande do Norte 16.47 18.789.51 288.660.866.754.872.823.898.000.701.149.45 41.619.70 91.30 18.86 Mato Grosso .626.643.890. - 28.518.773.97 98.591.909.46 69.

562.958. as despesas intra-orçamentárias.742. considerando os valores reais de SP e MG.104.2 12. e o total da função segurança pública é de R$7.1 11.393.587.4 21.548.333.5 64.657.158.28 9. referentes às obrigações patronais a favor da São Paulo Previdência – SPPREV.59 1.48 15.27% nas despesas.87 53.745. a variação entre 2011 e 2012 foi de 15. (5) Retificação das informações publicadas no Anuário Brasileiro de Segurança Pública.466.6 Amazonas 808.06 28.81 38.408.556.5 14.075.290.0 29.553.71 38.846.669.257.425.971. no ano de 2012.26 11.985. as despesas de previdência da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros.62 43.628.228. Fórum Brasileiro de Segurança Pública.63 990.425.041.609.1 28.897.44 18.332.58 42.959.312.5 Grupo 2 Maranhão 714.00 1.028. (3) O total de despesas realizadas com a Função Segurança Pública em todo o país no ano de 2012.009.5 -33.33.482.05.00 346.18 16.022.2 28.388.57 24.14 22.6 Rio Grande do Sul 1.019.432.605.977.640.1 38. 49 .044.13 4.569.9 193.590.916.732.974.722.2 Espírito Santo 805.7 11.9 Paraíba 637.0 18.637. e o total da função segurança pública é de R$14.51 17.3 20.14 -87.582.13 3. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística .6 Rondônia 723.48 37.854.1 Paraná 1.302. 2012.20 927.13 41.8 -26.85 12.331.3 -3.757.800.399.56 0.953.80 5.61 1.036.840.2 -3.86 32.767.8 24.5 38. (2) Por 100 mil habitantes.147.3 25.3 -6.618.842.366.450. Os valores contabilizados com as despesas intra-orçamentárias no ano em questão foram de R$2.780.TABELA 22 · Despesas realizadas com a Função Segurança Pública e taxas de homicídio Unidades da Federação – 2011-2012 Variação 2011- 2011-2012 (%) Grupos de 2012 (%) (4) Variação Taxa de Estados segundo Despesas (em reais correntes) homicídio (2) qualidade dos Unidades da dados (1) Federação 2011 2012 (3) 2011 (5) 2012 Grupo 1 Acre 280.714.2 Grupo 4 Amapá 304.737.87 744.5 14.5 Bahia 2.87 36.4 19.2 -0.459.29 2.49 779.14 1.006.32.867.483.5 Rio de Janeiro 4.767.6 Minas Gerais (6) 6. (6) As Secretarias de Estado da Fazenda e de Planejamento e Gestão do Estado de Minas Gerais informam que a Secretaria do Tesouro Nacional não contabilizou.21 18.419.736.77 -24.10 246.7 29.9 Conclusão Fonte: Sistema Nacional de Estatísticas em Segurança Pública e Justiça Criminal (SINESPJC) / Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp) /Ministério da Justiça.4 9.696.483.22 -0.9 -2.45 773.0 Ceará 964.25 3.508.389.6 5.768.557.753.0 Goiás 1.19 11.17 29.202.64.469.774.9 14.5 0.28 28.375.2 39.30 18.2 Alagoas 714.15 30.18 23.095.605.046.4 Pará 1.003. Ministério da Fazenda/Secretaria do Tesouro Nacional .047.5 -5.282.375.74 549.7 13.9 23.4 Mato Grosso do Sul 877. A variação real verificada na função entre 2011 e 2012 foi o incremento de 14.092.543.103.8 7.727. (7) A Secretaria de Fazenda do Estado de São Paulo informa que a Secretaria do Tesouro Nacional não contabilizou.990. entidade do Regime Próprio de Previdência.311.63 18.0 Distrito Federal 313.32 3.360.257.206.200.096.7 40.28 558.988.68 74.10.52 797.879.6 18.4 15.38 27.827.5 21.042.7 34.7 17.220.28 27.30 19.22 1. (1) Grupos segundo qualidade estimada dos dados registrados (vide apêndice metodológico).700.1 38.050.584.150.586.22 23.69 853.873.32 -29.94 25.047.642.969.5 Sergipe 678.6 13.STN.9 15.550.65 146.IBGE.0 Pernambuco 1.571.7 -10.002.50 10.01 10.2 29.47% nas despesas.251.238.336.5 Santa Catarina 1.780.96 30.644.7 10.476.4 22.22 2.60 1.83%.54 1.75 6.567.99 4.0 2.701.9 -14.390.643.02 -1.4 Piauí 239. no ano de 2012.5 -13.831. foi de R$ 61.645.0 18.50 -6.6 32. ano 6. Os valores contabilizados com as despesas intra-orçamentárias no ano em questão foram de R$5.3 São Paulo (7) 12.836.49 8.29 831.1 27.48 14.546.155.84 17.7 Tocantins 525.42 16.513.067.39 78.39 16.516.3 Grupo 3 Rio Grande do Norte 584.968.464.103.6 Roraima 145.9 39.325.4 Mato Grosso 1.38 11. (4) Considerando os valores reais informados por MG e SP na função segurança pública em 2012.201. A variação real verificada na função entre 2011 e 2012 foi o incremento de 17.573.57 18.614.

42 5.00 2009 8.862.868.419. por Subfunções União – 2007-2012 Em reais constantes de 2012 Informação e Demais Policiamento Defesa Civil Inteligência Subfunções Total 2007 1.595.748.622.52 66.268.51 2008 1.95 100.240.55 87.77 2.39 100.04 4.390.806.089.94 8.500.13 657.93 1.35 8.260.125.597.115.42 2009 712.752.99 Em porcentagem Informação e Demais Policiamento Defesa Civil Inteligência Subfunções Total 2007 23.98 1.05 1.587.449. TABELA 23 · Despesas realizadas com a Função Segurança Pública. 50 .63 7.420.27 1.904.18 7.70 2011 (1) 828.71 5.402.212.419.871.44 1.88 112.167.24 66.910.838.28 25.441.515. Nota: Valores atualizados pelo IPCA até dez/2012.85 4.081.103.13 19.70 7.84 3.310.326.362.499.00 Fonte: Ministério da Fazenda/Secretaria do Tesouro Nacional – STN.00 2012 18.02 1.79 2.112.120.602.967.731.046.104.630.223.29 10.587.00 2011 (1) 11.173.238.352.92 327.529.428. (1) Retificação das informações publicadas no Anuário Brasileiro de Segurança Pública.150.774.044.909.991.124.283.28 101.598.86 4.43 129.945. ano 6.16 58.633.823.794.907.56 100.19 70.700.53 6.79 5.13 15.02 170.67 100.10 100.57 2.353.00 2010 6.22 26.00 2008 17.986. Fórum Conclusão Brasileiro de Segurança Pública.482.31 16.169.861.32 100.907.51 64.00 2010 510.788.521.878.04 1.658.840. 2012.107.028.199.75 63.06 2012 1.161.

463.353.108.01 1.353.57 2010 14.00 2010 33.714.027.068.95 62.481.98 2.67 26. (1) Em alguns Estados.65 433.41 Em porcentagem Informação e Demais Policiamento Defesa Civil Inteligência Subfunções (1) Total 2007 30. (3) O total de despesas realizadas com a Função Segurança Pública em todo o país no ano de 2012.66 2.324.780.95 24.312.100.89 57.118.38 1.00 2011 (2) 39.377.00 Fonte: Ministério da Fazenda/Secretaria do Tesouro Nacional – STN.91 1.267.41 27.79 2012 (3) 16.917.126.752.13 100.34 1.68 2009 17.75 2008 15.47 0.00 0.23 48.716.404.492. ano 6.681.474. 2012.733.632.413.093.00 2009 38.129.31 41.756.71 100.46 42.349.640.07 44.342.42 381.061.73 547.256.35 97.869.552.098.690.373.278.63 2.23 60.932.326.957.153. considerando os valores reais de SP e MG.00 2012 35.019.048.78 303.56 2.474.58 45.81 26. (2) Retificação das informações publicadas no Anuário Brasileiro de Segurança Pública.337.426. por Subfunções Unidades da Federação – 2007-2012 Em reais constantes de 2012 Informação e Demais Policiamento Defesa Civil Inteligência Subfunções (1) Total 2007 11.47 100.118.906.71 0.03 100.775.335.806.128.454.822.733.602.965.149.762.152.20 2011 (2) 19.347.73 59.64 830.547.505.86 406. Nota: Valores atualizados pelo IPCA até dez/2012.13 0.29 100.198. foi de R$ 53.855.TABELA 24 · Despesas realizadas com a Função Segurança Pública.31 100.966. 51 .25 68.102.961.06.79 27.046.92 552.801.151. Fórum Brasileiro de Conclusão Segurança Pública.00 2008 37.342.317.323.97 26.564.00 39.92 2.84 58.155.76 1.225.39 0.811.155.11 1.321.048.316. a subfunção "421 – Custódia e Reintegração Social" está incluída nesta agregação.

01 .01 .2012 Variação tx de homicídio Crescendo acima de 10% no período Crescendo de 0 a 10% no período Despesa per capita Decrescendo de 0 a 10% no período ACIMA DE R$375. MAPA 02 · E volução das despesas per capita com a Função Segurança Pública e evolução das taxas de homicídio doloso Unidades da Federação .00 Decrescendo acima de 10% no perodo R$ 250.00 ABAIXO DE R$ 125.00 R$ 125.R$ 250.00 52 .R$ 375.2011 .

anos. a população e os próprios policiais. dessas despesas observadas nos últimos De um cenário de completo desconhecimento 10 anos. A área custa Mas o que dizem os dados? Segundo eles. despesas com previdência e seguridade social. Em suma. é onde e de que modo estes recursos dar transparência de seus atos. o relação a 2011. que ficam Por mais legítimos e importantes que sejam premidos por pressões sociais. em 2012. contribuído para a qualificação do debate Ademais. mas não são adequadamente que eles não podem ser considerados como valorizados e remunerados. União. A questão. Unidades da Federação que tiveram tais gastos Os dados revelam um forte paradoxo entre separados dos demais pela STN nos dados de demandas crescentes pela melhoria da qualidade 2012. mas tão somente com as prioridades pública e estariam a inflar os orçamentos da políticas assumidas pelas três esferas do Poder área. teremos que cerca de 37% das despesas dos serviços prestados na área e as capacidades com segurança pública no Brasil são. São muitos os ruídos organizacionais existentes Por essa estimativa. caro. ao longo dos Bruto) do país cresceu apenas 0. Uma das avaliações possíveis constata que os Um exemplo são as despesas com gastos públicos nessa área parecem não guardar aposentados e inativos. políticas e os gastos com inativos. que são as modelo de organização das polícias brasileiras. Se estimarmos essas despesas pela Executivo e com as redundâncias provocadas pelo média de São Paulo e Minas Gerais. mas a atividade fim fica contingenciada pela o Brasil gastou no ano de 2012 mais de R$ 61. do medo e classificadas como despesas com segurança da violência. Unidades da Federação e de quanto se gastava na área. ainda mais se segurança pública configuram uma das seções considerarmos que o PIB (Produto Interno mais tradicionais do Anuário e têm. estão sendo gastos. hoje Municípios vão esgotar suas capacidades de temos um movimento virtuoso das Unidades financiamento do setor em breve. sem bilhões com segurança pública.1 carência de recursos para investimento. que continuam sendo relação com o movimento do crime. acabam por prejudicar segurança pública cairia para R$ 40. institucionais existentes nas polícias brasileiras. a questão central é institucionais. num incremento os quais os já falhos padrões operacionais de de quase 16% nas despesas realizadas em policiamentos tendem ao colapso. na verdade.9%. mantida a tendência de crescimento acerca dos principais desafios da área no país.8 bilhões.Quando muito é pouco! Renato Sérgio de Lima 1 1 Coordenador da Sétima Edição do Anuário Brasileiro de Segurança Pública Os dados sobre despesas na função Não é pouco dinheiro. 53 . a despesa efetiva com que. gastos com segurança pública. Brasil desperdiça dinheiro na segurança pública. no embate político. em 2007. da Federação para melhorar seus registros e porém.

464 22.586 31. Referências: dez.7 Acre 3. (1) Por 100 mil habitantes com mais de 18 anos.1 376.0 626.1 128.241 92..622 278.953 18.0 - - - - 11.1 780.828 2.1 99 39 5. 7.6 15.035 961 48. - .867 13.1 10.802 10.906 232./2011 e dez.1 Paraíba 8.7 6.5 3.2 317.5 4.0 16.8 701..613 529.4 Amazonas 5.185 10.105 143.059 195.1 - 2.5 278.3 13..IBGE.7 14.1 11..448 .1 24..850 28.974 2.0 368 312 8.845 2.425 12.435 7.545 855.769 424.6 1.3 4.5 437 57 17.4 361 418 39..717 1.4 496.5 314. 34.854 45.. - - - 3.9 633.210 8.974 16. - .989 203.3 29.298 610..122 9.7 395 461 19..558 4.2 137..7 105.8 Rondônia 6.5 Maranhão 3..7 12.0 Paraná 20..775 300.2 Roraima (2) 1..226 11.782 30.623 324.7 356. Absolutos Taxas (1) Unidades da Federação 2011 2012 2011 2012 2011 2012 2011 2012 2011 2012 2011 2012 Total 471.867 19..927 140.243 365.710 1.786 .9 1.4 260. Absolutos Taxas (1) Ns.3 412. - .107 51..403 817 49.9 317.8 258.845 196.8 Alagoas 3.4 27...7 Fonte: Ministério da Justiça/Departamento Penitenciário Nacional – Depen.053 12.826 247.113 280.372 5.2 359.2 134.7 649.060 190.4 ...1 6.3 291.468 33.9 257.5 22. 25.1 129 - 6.7 350. 331.2 1. Instituto Brasileiro de Geografia e Continua Estatística . 701.312 1..1 2.0 890 895 20..819 3.5 44.0 468.1 .290 174.7 20.4 496.455 10.7 29.3 290.8 Rio Grande do Sul 29.3 914 872 53.4 33.100 215.3 225.058 45.130 .304 .130 253.163 11.045 .1 137.6 17.999 4..9 202.243 365.9 57. - .3 2.4 617.5 Mato Grosso 11.6 Pernambuco 25.927 134.141 300.6 45.962 2. (2) Os dados de 2012 referem-se ao relatório de jun.3 Pará 9..4 365.9 699..304 5.540 291.2 2.5 622.518 254...448 601. (-) Fenômeno inexistente.545 855. - .472 14.9 Santa Catarina 14.399 550.828 567.254 515.749 4.312 445.2 .417 127.9 5.7 São Paulo 174.769 424.723 .0 Tocantins 1.4 300.9 16.769 613.0 7 14 2.412 2. 401..432 1..6 Ceará 16. - .153 164.5 241./2012.0 227.7 Goiás 11..205 11.8 - - - - 29.695 586. 54 ..113 29.613 529.7 575.6 .354 4. 8.1 50.8 Distrito Federal 10..1 Rio de Janeiro 27.1 Sergipe 3.819 3.614 184./2012 (.8 100.3 606.783 616.872 4.022 271.296 103.035 14.0 6.2 Amapá 1.606 16.4 365.045 443. 4.8 42.850 28.6 224.920 14.790 489.2 12.176 34.0 604..0 . população carcerária TABELA 25 · Presos nos Sistemas Penitenciários e sob Custódia das Polícias Unidades da Federação – 2011-2012 Sistema Penitenciário Custódia das Polícias Total Ns.3 2.2 Bahia 9..3 317.0 .0 281.4 Minas Gerais 41..4 2. - ...686 2.5 331. 486.400 6.2 Espírito Santo 12..2 13. 549.113 29. Fórum Brasileiro de Segurança Pública..251 97.8 789 997 13.164 17. 291.170 663.0 Mato Grosso do Sul 10..4 5.814 252.6 573.0 468.339 7.7 180.538 6. - .482 347.1 780.6 272.) Informação não disponível.9 486.3 6.311 316.323 2.438 555.2 48.9 358.511 11.723 313.569 45...5 Rio Grande do Norte 4.325 11.619 291.0 1.733 472.8 .598 337.185 10.6 12. 2.806 253.684 7.4 Piauí 2. Absolutos Taxas (1) Ns.0 122.218 259.4 - - - - 25..

7 Pernambuco 100..5 Sergipe .0 78.9 70.1 2.6 99..6 7.8 Santa Catarina 97.5 0... - Alagoas 89.5 1...7 Mato Grosso 100.3 - Rio de Janeiro 94.4 81..1 Rio Grande do Sul 100.3 93..4 Goiás 92...0 4. 10.6 18.0 Amapá .3 39.4 Maranhão 73.5 16.2 Minas Gerais 86. 100.7 Pará 80.4 Bahia 68.7 97..5 3..3 91.8 .0 .6 4.0 - - Rondônia .5 99.0 - - Piauí 95.3 27.6 Rio Grande do Norte 65.9 Paraíba .8 21.0 .0 . 100.3 2. - Mato Grosso do Sul 92.2 78. - Amazonas 83.0 . - Roraima (2) 99.0 0.0 92.7 100.5 90..3 Espírito Santo 96.9 87.6 Conclusão 55 .0 100.4 15.3 94.9 São Paulo 96.6 11..7 5.0 100.5 83.6 92.0 99.0 . - Tocantins 84.4 88.0 100...0 ..0 7. 93.1 19..0 100..7 6. - Paraná 60.2 31.7 1.4 7. Penitenciário sob Custódia das Polícias % de presos % de presos no Sistema Unidades da Federação 2011 2012 2011 2012 Total .6 3.6 16.8 Ceará 95. 100.2 Acre 100.. 6.1 12.4 0.1 29.4 Distrito Federal 99.0 21.5 98.3 13.4 5. 100.9 34..0 .8 8..2 0.7 8.

368 3.868 5.983 146 155 5.402 22.156 3.078 149 - - - Pará 4.307 5.838 6..383 3.071 3.065 675 613 17.693 249 207 218 257 Rondônia 4.889 126.247 2.381 38 44 7.092 2.089 13 14 1 1 Continua Fonte: Ministério da Justiça/Departamento Penitenciário Nacional – Depen.058 1.509 21.903 33 25 - - Mato Grosso do Sul 5.176 2.539 675 1.897 691 783 Acre 1.196 3.883 19.383 1 1 7.414 1.644 1.177 8.870 8 39 - - Roraima (1) 436 452 424 406 198 216 1.176 2. 1 Rio de Janeiro 10.687 1.698 2.458 8.446 218.400 4 5 3 3 Amazonas 1.228 103. (-) Fenômeno inexistente.004 2.994 42 38 22 8 Rio Grande do Sul 14.340 13.263 5.546 1.133 1.227 3.649 22.362 5. (1) Os dados de 2012 referem-se ao relatório de jun.290 1.395 9.764 1.170 3.303 426 463 3 - Piauí 503 598 277 282 118 102 898 982 22 20 .987 9.318 4.897 2.929 4.403 75.022 2.218 1.933 431 413 - - Pernambuco 5.108 2.052 755 995 476 665 2.791 6.052 5.418 6.000 4./2012 (.498 316.631 2.322 44 46 - 1 Goiás 4.724 567 607 5.293 3.378 91 86 - - Paraná 8.206 3. sob Medida de Segurança e Provisórios Unidades da Federação – 2011-2012 Condenados Medida de Medida de Regime Regime Regime Segurança Segurança Total Internação Tratamento Fechado Semi-Aberto Aberto Unidades da Federação 2011 2012 2011 2012 2011 2012 2011 2012 2011 2012 2011 2012 Total 203.628 7.015 6.712 45 45 - - Amapá 478 883 405 512 7 5 890 1.953 97 52 - - Rio Grande do Norte 2.176 1.006 979 367 412 Sergipe 912 876 264 656 .155 1.200 569 491 6.282 626 722 395 512 2.244 10.413 3.702 139 125 1 - São Paulo 93.115 6 10 21 19 Minas Gerais 12. - Paraíba 3.205 8./2012.143 5.797 83 66 - - Espírito Santo 5.833 229 329 17.943 10.089 71 50 6.289 2.487 1.911 1.483 5 4 4 2 Alagoas 945 1.587 5.845 718 634 8 4 2.516 18 29 - - Bahia 2. - 1.068 2.573 831 974 317 447 3.) Informação não disponível.873 1./2011 e dez.787 347 948 31 45 5.074 1.236 3.053 18.842 11.324 293.342 835 862 7. Fórum Brasileiro de Segurança Pública.059 5.694 71.532 37 - 12 15 Tocantins 767 865 289 210 18 14 1.323 10.745 2.759 24 19 - - Maranhão 1. Referências: dez. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE.233 1.265 4.968 5.111 697 762 49 32 2.141 5.052 10.777 120 41 39 64 Distrito Federal 4.365 7.676 1.427 48 54 - - Ceará 4.971 3..780 107 117 .074 - - - - Santa Catarina 5.071 1.926 3.454 14.108 2.400 4.211 1.905 1.901 6.085 - - 114. TABELA 26 · Presos no Sistema Penitenciário: Condenados.956 8.905 - - - - Mato Grosso 4.021 3.661 23.180 18.594 1.762 17.282 21. 56 .221 457 513 4.852 18.

241 Mato Grosso 5.639 2.769 Santa Catarina 3.396 3.056 3.962 2.484 14.770 9.540 Pará 4.782 30.814 Bahia 4.018 7.298 Minas Gerais 23.153 Amapá 931 637 1.336 3.364 12.925 1.843 174.613 Mato Grosso do Sul 3.210 8.819 3.372 5.545 Alagoas 1. Provisórios Total Unidades da Federação 2011 2012 2011 2012 Total 173.828 Sergipe 2.740 16.569 45.901 27.927 Rio de Janeiro 10.906 Rio Grande do Norte 1.086 29.354 4.400 6.152 5.301 4.685 11.068 1.511 11.163 11.537 26.399 Espírito Santo 4.259 8.035 14.113 29.710 1.606 16.100 Conclusão 57 .482 Acre 1.624 4.092 9.154 10.177 18.206 4.251 Ceará 7.311 São Paulo 57.364 7.181 2.130 Tocantins 874 996 1.254 515.138 1.448 Roraima (1) 652 695 1.264 4.536 10.845 Rio Grande do Sul 6.440 11.164 17.731 471.226 11.818 195.798 62.872 4.786 6.583 3.989 Paraíba 3.845 2.388 5.307 3.924 2.802 10.805 4.333 2.769 Piauí 1.539 6.060 190.339 7.003 25.462 41.133 1.723 Paraná 2.022 Pernambuco 15.045 Amazonas 3.187 2.151 3.828 2.733 Goiás 4.455 10.505 11.464 22.243 Rondônia 1.850 28.218 Maranhão 1.185 10.558 4.179 1.676 20.622 Distrito Federal 2.269 5.

TABELA 27 · Distribuição dos presos no Sistema Penitenciário, por situação prisionária
Unidades da Federação – 2011-2012

em porcentagem
Condenados Sob Medida de Segurança Provisórios
Unidades da Federação 2011 2012 2011 2012 2011 2012

Total 62,3 61,3 0,8 0,7 36,9 38,0

Acre 68,9 70,0 0,2 0,2 30,9 29,8
Alagoas 64,9 65,3 1,3 1,1 33,8 33,6
Amapá 48,7 68,5 0,4 0,4 50,9 31,1
Amazonas 40,3 36,9 0,3 0,4 59,4 62,7
Bahia 54,4 52,9 0,5 0,5 45,1 46,5
Ceará 55,6 55,5 1,0 0,6 43,4 43,9
Distrito Federal 77,8 77,2 0,8 0,6 21,4 22,3
Espírito Santo 59,9 56,5 0,4 0,3 39,8 43,2
Goiás 61,3 60,3 0,2 0,2 38,5 39,6
Maranhão 57,7 44,9 - - 42,3 55,1
Mato Grosso 53,6 46,2 0,3 0,2 46,1 53,6
Mato Grosso do Sul 68,3 71,8 0,3 0,3 31,5 27,9
Minas Gerais 43,0 41,9 0,4 - 56,6 58,1
Pará 54,1 52,6 1,1 1,1 44,8 46,3
Paraíba 60,5 61,7 1,1 1,0 38,4 37,4
Paraná 87,2 86,0 2,1 1,9 10,7 12,2
Pernambuco 39,6 35,8 1,7 1,6 58,7 62,6
Piauí 31,6 33,5 0,8 0,7 67,7 65,7
Rio de Janeiro 61,8 61,3 0,3 0,2 37,8 38,5
Rio Grande do Norte 72,5 68,3 1,5 0,8 26,0 30,9
Rio Grande do Sul 76,5 74,2 1,6 1,6 21,9 24,2
Rondônia 83,0 78,8 0,1 0,5 16,8 20,7
Roraima (1) 61,9 60,7 - - 38,1 39,3
Santa Catarina 74,2 71,7 1,0 0,8 24,8 27,5
São Paulo 66,0 66,3 0,8 0,7 33,2 32,9
Sergipe 33,1 37,1 1,4 0,4 65,6 62,5
Tocantins 54,7 51,9 0,7 0,7 44,5 47,4
Conclusão

Fonte: Ministério da Justiça/Departamento Penitenciário Nacional – Depen; Fórum Brasileiro de Segurança Pública.
Referências: dez./2011 e dez./2012.
(1) Os dados de 2012 referem-se ao relatório de jun./2012
(-) Fenômeno inexistente.

58

TABELA 28 · Presos no Sistema Penitenciário, por sexo
Unidades da Federação – 2011-2012

Homens Mulheres
2011 2012 2011 2012 Total

Ns. Ns. Ns. Ns.
Unidades da Federação Absolutos % Absolutos % Absolutos % Absolutos % 2011 2012

Total 441.907 93,8 483.658 93,8 29.347 6,2 31.824 6,2 471.254 515.482

Acre 3.570 93,5 3.335 94,1 249 6,5 210 5,9 3.819 3.545
Alagoas 3.190 95,1 3.928 94,6 164 4,9 225 5,4 3.354 4.153
Amapá 1.698 92,9 1.934 94,6 130 7,1 111 5,4 1.828 2.045
Amazonas 4.881 90,4 6.191 90,9 519 9,6 623 9,1 5.400 6.814
Bahia 8.971 94,9 9.670 94,3 484 5,1 581 5,7 9.455 10.251
Ceará 15.382 95,2 16.862 95,7 782 4,8 760 4,3 16.164 17.622
Distrito Federal 9.643 94,3 10.758 94,4 583 5,7 641 5,6 10.226 11.399
Espírito Santo 11.181 92,9 13.390 90,9 854 7,1 1.343 9,1 12.035 14.733
Goiás 10.492 94,0 10.619 94,7 671 6,0 599 5,3 11.163 11.218
Maranhão 3.705 95,7 4.034 95,1 167 4,3 207 4,9 3.872 4.241
Mato Grosso 10.418 93,1 9.930 93,6 767 6,9 683 6,4 11.185 10.613
Mato Grosso do Sul 9.450 89,9 10.216 90,4 1.061 10,1 1.082 9,6 10.511 11.298
Minas Gerais 39.027 93,9 42.902 94,2 2.542 6,1 2.638 5,8 41.569 45.540
Pará 9.129 93,1 10.242 93,2 673 6,9 747 6,8 9.802 10.989
Paraíba 7.623 92,9 8.149 93,4 587 7,1 574 6,6 8.210 8.723
Paraná 19.350 94,6 20.763 94,3 1.114 5,4 1.259 5,7 20.464 22.022
Pernambuco 24.062 93,1 26.860 93,4 1.788 6,9 1.909 6,6 25.850 28.769
Piauí 2.724 95,7 2.811 96,0 121 4,3 116 4,0 2.845 2.927
Rio de Janeiro 25.996 93,6 29.221 94,5 1.786 6,4 1.685 5,5 27.782 30.906
Rio Grande do Norte 4.068 93,0 5.452 93,3 304 7,0 393 6,7 4.372 5.845
Rio Grande do Sul 27.102 93,1 27.341 93,5 2.011 6,9 1.902 6,5 29.113 29.243
Rondônia 5.740 90,6 6.817 91,5 599 9,4 631 8,5 6.339 7.448
Roraima (1) 1.545 90,4 1.585 89,6 165 9,6 184 10,4 1.710 1.769
Santa Catarina 13.423 91,9 15.157 92,9 1.183 8,1 1.154 7,1 14.606 16.311
São Paulo 164.298 94,4 179.552 94,1 9.762 5,6 11.276 5,9 174.060 190.828
Sergipe 3.375 94,9 3.930 95,2 183 5,1 200 4,8 3.558 4.130
Tocantins 1.864 95,0 2.009 95,7 98 5,0 91 4,3 1.962 2.100
Conclusão

Fonte: Ministério da Justiça/Departamento Penitenciário Nacional – Depen; Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE;
Fórum Brasileiro de Segurança Pública. Referências: dez./2011 e dez./2012.
(1) Os dados de 2012 referem-se ao relatório de jun./2012.

59

TABELA 29 · Presos no Sistema Penitenciário, vagas existentes,
razão entre presos e vagas e déficit de vagas
Unidades da Federação – 2011-2012

Vagas Razão presos/
Presos Déficit de vagas
existentes vagas

Unidades da Federação 2011 2012 2011 2012 2011 2012 2011 2012

Total 471.254 515.482 295.413 303.741 1,6 1,7 175.841 211.741

Acre 3.819 3.545 1.774 1.959 2,2 1,8 2.045 1.586
Alagoas 3.354 4.153 1.269 1.113 2,6 3,7 2.085 3.040
Amapá 1.828 2.045 850 850 2,2 2,4 978 1.195
Amazonas 5.400 6.814 3.076 2.576 1,8 2,6 2.324 4.238
Bahia 9.455 10.251 6.993 4.629 1,4 2,2 2.462 5.622
Ceará 16.164 17.622 10.478 10.610 1,5 1,7 5.686 7.012
Distrito Federal 10.226 11.399 6.441 6.341 1,6 1,8 3.785 5.058
Espírito Santo 12.035 14.733 11.100 12.536 1,1 1,2 935 2.197
Goiás 11.163 11.218 6.891 7.085 1,6 1,6 4.272 4.133
Maranhão 3.872 4.241 1.945 2.219 2,0 1,9 1.927 2.022
Mato Grosso 11.185 10.613 5.760 5.760 1,9 1,8 5.425 4.853
Mato Grosso do Sul 10.511 11.298 6.628 6.701 1,6 1,7 3.883 4.597
Minas Gerais 41.569 45.540 27.488 27.017 1,5 1,7 14.081 18.523
Pará 9.802 10.989 6.351 7.200 1,5 1,5 3.451 3.789
Paraíba 8.210 8.723 5.394 5.394 1,5 1,6 2.816 3.329
Paraná 20.464 22.022 14.500 17.942 1,4 1,2 5.964 4.080
Pernambuco 25.850 28.769 10.567 11.478 2,4 2,5 15.283 17.291
Piauí 2.845 2.927 2.155 2.238 1,3 1,3 690 689
Rio de Janeiro 27.782 30.906 24.096 24.215 1,2 1,3 3.686 6.691
Rio Grande do Norte 4.372 5.845 3.581 2.512 1,2 2,3 791 3.333
Rio Grande do Sul 29.113 29.243 20.315 21.447 1,4 1,4 8.798 7.796
Rondônia 6.339 7.448 4.056 4.672 1,6 1,6 2.283 2.776
Roraima (1) 1.710 1.769 1.106 1.106 1,5 1,6 604 663
Santa Catarina 14.606 16.311 8.656 9.806 1,7 1,7 5.950 6.505
São Paulo 174.060 190.828 100.034 102.312 1,7 1,9 74.026 88.516
Sergipe 3.558 4.130 2.235 2.235 1,6 1,8 1.323 1.895
Tocantins 1.962 2.100 1.674 1.788 1,2 1,2 288 312

Fonte: Ministério da Justiça/Departamento Penitenciário Nacional – Depen; Conclusão

Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE; Fórum Brasileiro de Segurança
Pública. Referências: dez./2011 e dez./2012.
(1) Os dados de 2012 referem-se ao relatório de jun./2012

60

61 .

690 25.428 22.6 2.637 25.149 25.6 Distrito Federal 648 8.1 Amazonas 534 24.7 Amapá 280 31.8 967 31.1 495 23.8 20.668 24.391 29.8 2.8 39.567 30.125 19.9 Espírito Santo 1.557 28.759 36.2 360 34.0 1.4 3. composto por indicadores não-obrigatórios.3 318 28.8 2.6 1.1 1.3 382 24.9 1. 3.330 28.1 3.7 153 15.1 997 36.8 3.006 39.7 1.263 28.4 1.600 19. Ns.7 399 11.043 24.9 Alagoas 239 10.6 2.952 23.224 21.8 386 35.6 3.2 5.3 187 15.1 465 29.9 310 30.928 20.264 24.343 38. Ns.1 Rio de Janeiro 1.2 3.6 30.3 308 28.8 Goiás 1.3 249 15.5 Ceará 357 11.5 5.8 934 43.080 41.5 3.1 54.1 1.1 772 17.3 1.075 22.0 2. .099 36.604 36.3 3. (2) Os dados de 2012 referem-se ao relatório de jun.397 25.2 1.3 1.5 724 26.1 Paraíba 705 22.5 324 29.4 714 30.225 23.1 1.9 2.747 29. Continua (-) Fenômeno inexistente.170 24.0 318 35.1 3.0 366 30.8 Pernambuco 2.1 359 29. Ns.436 28.0 1.051 36.4 2.429 32.1 Acre 402 15./2012 62 .7 2.3 1.9 718 23.785 26.7 86.5 483 20.4 158 17.159 23.4 3.8 3.3 1.322 18.4 28.6 378 35.3 367 23.075 28.178 24.1 1.8 570 36.068 50.8 272 27.673 23.1 Bahia 958 18.5 2.246 26.126 24.2 1.8 746 27.570 60.1 Minas Gerais 7.278 17.369 29. por tempo total das penas Unidades da Federação – 2011-2012 Até 4 anos Mais de 4 até 8 anos Mais de 8 até 15 anos 2011 2012 2011 2012 2011 2012 Absolutos Absolutos Absolutos Absolutos Absolutos Absolutos Ns.8 1.1 395 36.551 24.2 63.262 25.0 2.278 15. (1) Os dados desagregados divergem do total da população carcerária informado na tabela 25 em função de inconsistências no preenchimento realizado pelas unidades prisionais no campo de "Perfil do Preso" do Infopen.7 977 20.7 85.825 21.1 Piauí 154 16.1 601 27.5 608 23.1 7.529 21.2 468 21.5 925 17.2 1.9 1.3 .9 1.792 34.294 24. Fórum Brasileiro de Segurança Pública.878 23.6 1.3 40.4 717 20.6 Paraná 6.0 1.158 14.6 101 9.4 1.9 2.9 228 24.2 1.4 Sergipe 184 11.486 24.7 665 40.9 7.108 32.783 29.5 2.8 3.640 29.6 Rio Grande do Norte 520 18.037 25.3 303 32.794 33.3 1.5 2.2 Tocantins 176 16.2 Maranhão 248 11.0 871 36.403 23.950 32.8 1.6 751 33.203 22. TABELA 30 · Perfil dos presos no Sistema Penitenciário. % % % % % % Unidades da Federação Total 54.703 21.193 17.7 2.021 55.458 21.5 869 15.824 25.4 67.6 741 30.6 Rio Grande do Sul 44 0.814 18.0 1.5 São Paulo 21.6 2.285 22. Ns.7 2.838 23.5 1.8 4.3 966 28.3 864 28.533 31.3 310 22.224 30.258 11.3 675 28.256 28.669 18.0 1.828 16.625 35.2 2.802 21.1 270 17.588 25.680 31.8 Santa Catarina 2.547 31.986 29.3 2.8 347 12.4 386 36.596 26.033 21.6 860 18.0 Pará 938 17.9 4.748 26.2 197 17.023 30.0 380 23.1 790 28.7 367 26.9 701 20.245 14.1 1.2 Rondônia 1.7 412 17.4 Mato Grosso do Sul 1.1 4.112 30.4 Mato Grosso 1.409 38.6 456 32.3 Roraima (2) 122 11.3 753 12.4 2.8 Fonte: Ministério da Justiça/Departamento Penitenciário Nacional – Depen.671 23.322 20. Ns.

8 7480 6.0 300 4.2 135 13.7 320 9.253 Rondônia 412 8.4 321 11.616 123.8 9.563 11.5 .6 41 3.0 34 1. Mais de 15 até 20 anos Mais de 20 até 30 anos Mais de 30 anos Total (1) 2011 2012 2011 2012 2011 2012 Absolutos Absolutos Absolutos Absolutos Absolutos Absolutos Ns.5 150 5.009 11.6 2.414 5.8 1.1 780 6.7 806 9.0 49 0.6 140 8.367 29.487 11.207 8. Ns.5 1.283 19.582 Tocantins 102 9.4 87 9.039 1.7 273.6 525 5.8 100 9.3 479 2. % % % % % % 2011 2012 Unidades da Federação Total 30.3 53 5.8 401 7.200 Alagoas 272 12.120 2.745 3.860 8.2 96 4.3 421 15.961 Mato Grosso do Sul 789 10.191 5.9 691 15.3 14.5 7.8 55 5.8 2.7 132 9.236 10.053 3.073 Santa Catarina 945 8.8 554 8.2 894 1.1 295 3.4 920 1.7 1.064 5.372 Distrito Federal 960 11.338 Piauí 103 11.348 13.897 Paraíba 339 10.1 400 6.1 163 6.1 1. Ns.763 8.1 253 5. 14887 50.2 76 6.802 Maranhão 169 8.9 85 5.7 765 4.6 406 8.0 137 8.1 696 9.6 597 8.387 Goiás 933 13.2 535 6.8 114 9.062 10.465 Pernambuco 1.5 160 3.7 780 9.631 1. Ns.219 2.9 35 3.7 24.175 14.3 71 3.7 413 7.9 139 8.2 255 4.4 5.3 2.873 4.1 324 7.5 34 3.0 119.249 8.6 193 5.3 189 8.838 21.9 32 3.4 901 10.8 888 8.2 84 3.317 Rio Grande do Norte 271 9.3 2.4 238 4.5 4.325 11.757 Amapá 51 5.408 Amazonas 110 5.487 Rio Grande do Sul 3.7 132 4.7 112 8.888 13.4 397 8.9 6.5 18.9 3.6 1.2 152 9.2 146 2. Ns.6 161 10.0 470 6.4 138 4.078 Pará 239 4.8 92 4.0 10.453 São Paulo 13.0 313 13.5 89 2.9 383 11.594 11.3 10.579 Paraná 1.3 68 2.6 6.860 Sergipe 166 10.308 6.1 338 7.8 350 3.3 455 4.0 64 6.885 Acre 311 11. Ns.6 485 2.0 31 2.183 6.3 53 1.567 19.8 471 14.9 1.028 4.8 8.0 17.325 8.032 5.3 13.360 7.389 4.4 1.0 165 6.0 .9 977 17.4 115 10.5 78 2.0 28 1.0 901 8.9 820 10.9 6.703 8.693 11.481 7.361 13. .481 Ceará 360 11.962 5.9 99 9.2 206 4.7 98 8.056 1.7 8.4 75 6.9 1.3 1.0 1.2 265 3.6 53 2.037 293.118 4.086 9.4 203 3. .2 671 8.6 1.1 251 8.8 5.4 197 3.2 112 5.193 6.9 552 11.2 2.547 Roraima (2) 104 9.0 2.7 3.030 11.2 3.4 963 12.1 518 5.9 13.088 1.0 10.1 96 5.8 1.635 1.595 26.554 Espírito Santo 631 8.9 657 3.6 159 10.6 7.003 Rio de Janeiro 849 9.1 221 3.374 Mato Grosso 534 8.3 3.104 Conclusão 63 .862 6.6 447 6.5 752 7.9 95 8.8 1.0 254 7.9 28432 9.1 32.0 295 9.3 1. 31 2.5 471 10.407 Bahia 616 11.1 185 3.5 100 10.6 790 9.8 1.6 104 4.4 195 4.3 252 11.172 2.1 23.146 Minas Gerais 1.423 7.019 15.870 8.6 975 11.

716 31.4 7.339 20.3 3.5 5.939 28.987 18.449 16.240 31.715 15.2 14.199 18.012 23.2 Acre 1.3 Piauí 930 32.4 1.3 2.158 21.969 17.247 25.8 Continua Fonte: Ministério da Justiça/Departamento Penitenciário Nacional – Depen. Ns.336 38.331 28.682 26.4 9.7 42.9 3.105 21.2 1.7 528 26.400 17.043 18.3 Minas Gerais 12.618 25.4 42.174 27.3 Tocantins 593 30.825 24.4 7.894 25.0 235 11.811 29.3 Rio Grande do Norte 1.607 16.022 25.916 24.9 572 27.368 27.9 866 20.3 6. (-) Fenômeno inexistente.7 1.891 19.1 Espírito Santo 4.6 3.0 8.748 26.0 1.0 4.8 2. Ns.8 670 16.9 3.099 26.347 35.595 25.8 Roraima (2) 315 18.794 28.4 5.855 25.7 816 27.304 26.4 6.1 858 20. (1) Os dados desagregados divergem do total da população carcerária informado na tabela 25 em função de inconsistências no preenchimento realizado pelas unidades prisionais no campo de "Perfil do Preso" do Infopen.574 30.5 117.887 19.8 1.796 27.7 4.6 143.4 1.0 1.3 5.4 São Paulo 48.3 3. por faixa etária Unidades da Federação – 2011-2012 18 a 24 anos 25 a 29 anos 30 a 34 anos 2011 2012 2011 2012 2011 2012 Absolutos Absolutos Absolutos Absolutos Absolutos Absolutos Ns.726 33.3 2.5 Pará 3.2 377 21.726 30.4 9.2 862 10.2 4.9 122.7 1.287 29.2 358 18.4 2.9 1.9 745 17.291 31.9 3.7 863 29.265 18.4 Goiás 3.892 16.9 Amapá 854 45.497 39.9 Distrito Federal 3.4 4.814 15.723 26.078 35.6 381 21.792 17.0 3.0 2.3 5.3 3.3 49.5 2.536 24.9 2.2 2.5 1.100 19.2 4.5 668 19.1 3.7 93.3 Alagoas 929 27.910 25.106 24.122 27.2 2.361 26.9 519 18. Ns. TABELA 31 · Perfil dos presos no Sistema Penitenciário.9 643 16.9 2.075 28.297 20.805 19.451 19.1 1. Ns.1 Rio de Janeiro 8.075 18.8 31.853 20.331 30.1 971 27.946 26.4 608 30.374 20.7 3. % % % % % % Unidades da Federação Total 134.4 2.5 1.1 2.376 29.4 353 20.457 31.5 817 28.1 Pernambuco 7.018 23.505 23.549 19.925 22.029 28.1 7.5 187 10.6 5.184 28.139 20.1 1.465 35.3 2.404 29.2 5.2 582 27.0 1.8 8.275 15.880 20.299 20.7 1.650 16.2 1.3 1.439 30.346 30.6 Paraíba 1.274 30.766 15.103 28.5 855 25.8 1.4 5.501 29.260 33.6 1.455 17.6 3.1 2.3 Santa Catarina 4.8 Maranhão 1.2 855 16.3 84.741 18.6 2.773 34.1 Rondônia 1.409 24.035 19.8 550 29.1 1.143 18.6 2.5 2.671 18.7 33.493 31.441 31.0 11.165 27.3 2.3 3.618 38.7 895 44. Fórum Brasileiro de Segurança Pública.2 395 18.252 31.808 26.570 24.1 3.706 25.748 32.277 20./2012 64 .0 1.0 Mato Grosso 3.1 6.5 379 22.6 850 18.185 21.1 695 19.873 28.5 Ceará 3.792 29.301 25.2 3.0 403 23.9 2.436 27. composto por indicadores não-obrigatórios.459 30.028 31.614 23.2 1.1 2.7 Paraná 5.347 37.082 19.502 35.779 24.7 2.5 1.7 2.722 29.222 19.5 Rio Grande do Sul 6.9 1. (2) Os dados de 2012 referem-se ao relatório de jun.237 30.7 1.6 2.9 7.095 24.015 27.874 26.3 1.117 26.2 669 17.4 6. Ns.690 38.4 3.8 Amazonas 1.2 589 20.100 13.970 30.9 1.4 Mato Grosso do Sul 2.0 5.2 5.5 2.3 1.2 Bahia 2.298 18.034 25.8 602 17.7 879 23.988 30.1 Sergipe 1.

.204 18.755 1.8 610 6.1 182 6.5 3.5 3.8 3.1 9.5 1.153 Amapá 145 7.073 9.932 19.4 2.7 250 14.869 1.455 10. 1.534 13.4 81 0.3 1.963 2.100 Conclusão 65 .377 8.7 1.0 1.4 10.0 774 13.0 651 7.6 275 15.0 898 8.4 216 7.4 4 0. 2. . .154 13.3 2.755 Piauí 393 13.8 631 15. 1.148 Acre 433 11.6 933 14.240 4.7 .0 1.927 Rio de Janeiro 5.078 19. .164 17.552 8.6 5.093 Pernambuco 4.702 16.6 273 5.9 84.6 464 7.554 14.985 17.1 112 5.8 1.8 184 4.7 213 5.535 16.370 Espírito Santo 1.0 6.8 443 15.6 127 0.1 .4 1.639 4. 3 0.1 417 3.9 29.1 29.736 15. .802 10.7 10.009 9.7 1.0 488 4.3 3 0.4 36.472 22.050 9. .6 2.4 629 6.206 10. 1.7 205 1.4 221 3.8 614 5.4 27.5 1.262 19. 11.674 Paraná 3. 3.2 735 6.5 7.037 16.4 144 1.1 .280 Sergipe 593 15.297 Mato Grosso 1.678 166.185 10. .464 22.3 35 0.163 11. Ns.035 14.736 Mato Grosso do Sul 2.5 29 0.646 7.3 114 0.062 São Paulo 27.892 Bahia 1. . Ns.878 19.0 . .7 .540 Pará 1.8 9.3 2.415 14. 3.748 4.480 Alagoas 627 18. .2 2.3 8.0 159.7 501 5.6 1.602 16.6 2.354 4. 20.671 16.710 1.0 6 0.906 Rio Grande do Norte 745 17. 22 0 5.8 3.0 10.271 18. .2 115 2.558 44.643 486.3 133 7.087 10.0 426 6.866 6.390 21.870 18. .099 Tocantins 342 17.226 10.7 645 6.9 38 0.8 .078 8.3 275 8.8 146 7.0 788 7.052 Maranhão 446 12.2 159 0.0 4.996 Amazonas 669 13.690 6.782 30. .658 18. . .2 183 8.361 20.466 15.251 Ceará 2.5 37 0. .9 6.7 2.4 216 5.8 16.511 11.355 9.113 29. .5 1 0. .8 10.2 73 0.4 12. .2 2.251 7.414 Distrito Federal 1.0 18 0.415 15.069 10. .351 8.0 49 0.3 410 11.297 1.3 559 13. .529 17.623 6.5 .932 17. .631 16.1 3.8 7.656 6.4 33.3 1.1 796 6.4 110 0.4 14 0.383 Roraima (2) 363 21.2 279 6.6 1.7 679 16.620 12.7 5.6 . Ns.5 161 4. .683 16.5 142 7.2 383 21.4 834 7.337 Minas Gerais 6. .370 8.0 2 0. .821 3.243 Rondônia 1.0 4.751 Goiás 1.1 89 0.155 5. Ns. .0 .231 7.040 12. 3.8 .2 2.599 Rio Grande do Sul 6.6 700 15.6 1.0 407 5.1 3.6 938 6.713 6. .511 13.735 15.8 2.677 17.551 14.4 25.325 7.4 2.704 14.2 454.6 .844 28.5 44 1. .2 325 7.408 7.036 15.5 4 0.1 331 6.845 2.8 .2 39.2 14.769 Santa Catarina 2.640 16. % % % % % % 2011 2012 Unidades da Federação Total 76. 11.989 Paraíba 751 9. 35 a 45 anos Mais de 45 anos Não informado Total (1) 2011 2012 2011 2012 2011 2012 Absolutos Absolutos Absolutos Absolutos Absolutos Absolutos Ns.641 45.4 1.4 368 17. Ns.0 136 3.425 16.8 173 4.073 14. .1 4.9 23 0.3 1. .

1 2.2 225 12.9 457 11.7 82.905 11.807 48.9 2.7 4.1 1.147 11.928 53.277 74.051 61.1 3.5 20.8 377 22.8 357 17.492 24.6 13.9 62.350 42.2 Rondônia 1.281 16.1 2.4 1.3 5.3 1.472 24.6 1.4 Pernambuco 5.074 25.0 Pará 1.996 17.4 6.0 1.6 212.078 46.321 55.838 10. Ns. % % % % % % Unidades da Federação Total 166.8 1. (-) Fenômeno inexistente.3 927 13.6 Espírito Santo 2.133 19.842 8.514 15.1 695 34.3 2.0 801 11.0 335 19.6 1.9 Amapá 540 28.8 Acre 283 7. TABELA 32 · Peril dos presos no Sistema Penitenciário.048 61.2 76.305 43.0 616 10.889 62.561 15.0 746 17.078 73.1 Rio de Janeiro 7. (2) Os dados de 2012 referem-se ao relatório de jun.5 2.1 1. composto por indicadores não-obrigatórios.5 7.887 43.132 11.5 Bahia 1.0 9.669 12.434 7.384 66.137 29.9 580 19.3 1.387 53.9 1.666 16.6 19.0 14.087 24.1 Paraná 13.624 17.1 1.1 5.008 20.6 2.9 2.5 1.167 11.181 54.9 3.1 488 11. (1) Os dados desagregados divergem do total da população carcerária informado na tabela X em função de inconsistências no preenchimento realizado pelas unidades prisionais no campo de "Perfil do Preso" do Infopen.6 5.999 53.7 296 8.348 29.8 2.6 2.0 Tocantins 350 17.123 43.232 18.047 28.506 66.259 66.516 29.654 12.5 Ceará 1.387 27.041 74.214 74.926 41.384 20.9 513 15.392 66.737 82.4 783 40.178 60.6 2.1 394 20.499 56.6 249 6.881 67.6 1.6 3.327 12.593 24.775 53.608 61.824 73./2012 66 .055 36.639 15.2 Roraima (2) 225 13.908 20.0 5.6 173.9 17.4 5.356 18.5 5.7 727 35.7 1.276 29.248 37. Ns.1 7.2 1.9 442 10.538 21.968 28.1 6.452 46.673 79.7 75.8 3.934 66.7 8.9 5.200 60.8 2.246 13.763 60.4 4.9 3.257 29.3 2.3 453 15.8 Mato Grosso do Sul 3.686 22.7 7.6 18.7 2.2 476 22.102 75.860 12.0 1.7 59.333 43.177 18.0 4.4 2. Ns.6 26.2 4.7 12.914 24.667 32.9 13.820 16.9 913 14.151 65.106 19.4 6.6 287 8.2 Piauí 308 10.2 1.7 Goiás 2.8 Mato Grosso 2.8 14.0 435 22.8 361 12.2 6.405 23.842 18.1 4.8 7.7 1.439 58.435 22.1 2.4 517 8.320 15.6 2.968 46.8 1.718 24.246 11.8 4.200 50.3 995 21.2 3.5 1. por cor da pele/etnia Unidades da Federação – 2011-2012 Branca Negra Parda 2011 2012 2011 2012 2011 2012 Absolutos Absolutos Absolutos Absolutos Absolutos Absolutos Ns.1 7.5 1.169 22.197 10.648 24.666 10.895 61.0 1.3 752 18.208 40.188 85.5 5.576 25.0 198.9 1.0 Alagoas 758 22.3 Sergipe 466 12.6 27.2 1.903 20.7 5.7 3.075 25.422 65.499 14.610 36.8 1.5 458 22.935 20.1 São Paulo 74.3 3.022 25.5 1.068 45.2 4.949 57.6 9.7 4.969 58. Ns.6 4.100 25.1 1.0 1.3 Maranhão 807 21.6 Amazonas 652 12.6 Minas Gerais 11.267 60. Ns.3 Continua Fonte: Ministério da Justiça/Departamento Penitenciário Nacional – Depen.197 47.454 14.6 Santa Catarina 8.0 5.741 60. Fórum Brasileiro de Segurança Pública.703 21.920 16.850 29.430 39.2 Distrito Federal 2.7 1.7 Paraíba 768 10.1 6.5 562 10.536 35.3 6.2 8.5 1.3 Rio Grande do Sul 19.618 43.319 21.1 7.500 22.426 21.0 Rio Grande do Norte 1.4 2.9 2.998 57.348 13.

.9 43 0. . .0 8 0.464 21.6 2. .113 29.9 175 1. 55 3.1 11.243 Rondônia 26 0. .989 Paraíba 8 0.7 5. .1 105 1.1 7 0. . .8 1. . .4 165 1.0 440 0. 9.1 . 20.8 73 1.6 .0 144 1.8 41 0.511 11.4 9 0.8 3. .0 722 1.588 36. .5 13 0. .1 4 0.110 Tocantins .3 30 0.0 129 1.881 Bahia 16 0.3 10.5 66 1. .927 Rio de Janeiro 9 0.649 Rio Grande do Sul 35 0.3 79 0.2 31 0.8 1 0.2 10.2 7 0.555 5. . .2 138 0.0 57 1.032 14.7 1.3 9. . .9 454.185 10.963 2.0 140 1.9 12.2 4 0.3 45 0.754 Santa Catarina 178 1.6 3.340 30.463 16. .5 4 0.241 31.9 39 0.251 Ceará 153 0.3 13 0.710 1.0 1. % % % % % % 2011 2012 Unidades da Federação Total 2. 37 1.0 66 1.5 771 0. 608 2.0 .3 160.1 3 0. .845 2.180 0. .9 163 1.932 Pernambuco 40 0.1 162 1. . .963 Sergipe 68 1.2 18 0.184 166. . . .7 615 1.312 Minas Gerais 682 1.729 3. Ns.3 135 0.1 1 0. .641 45.153 Amapá 169 8.9 14 0.455 10.1 26 1.4 13.241 4.2 1.720 4.3 69 1. 5 0.4 5. . 5 0.1 .2 14.760 Piauí .4 5 0. . .3 25 0.0 1 0.436 Roraima (2) .4 21 1.3 23 0.5 54 0.4 486 6.6 15 0.340 33.0 61 0.0 3.2 40 2.1 38 0.338 Alagoas . .1 18 0.2 120 0.045 Maranhão 55 1.0 11 0.809 2.370 Espírito Santo 18 0.4 6.226 10.3 222 2.1 102 0.5 4. .852 4.4 4 0.3 2 0.999 2.109 8.924 2.2 17 0.319 4. Ns.313 Mato Grosso 98 0.0 5.1 7.540 Pará 106 1.052 2.2 365 0. .8 .5 2. . . Ns.1 20 0.3 25.2 6 0.751 Goiás .4 .4 101 0.1 69 0.1 .4 130 1.2 .163 11.0 13 0.623 485.3 39. .0 12 0. Ns.4 146 1. .7 16.041 Amazonas 44 0. 1. . .164 17. .737 Mato Grosso do Sul 11 0. 15 0.0 22 0.411 Distrito Federal 44 0.1 26 0. .2 115 0.5 49 0.4 266 1.9 29 0. .906 Rio Grande do Norte 39 0.0 287 2.1 65 1.3 2 0.1 37 0.3 2.3 . 3.938 Acre 3 0.839 28. .1 3 0.8 125 6.314 0.0 27.100 Conclusão 67 . 11.014 Paraná 58 0.2 847 0.1 20 0. .8 17 0. . 3 0.4 10. 47 1. Ns. 3.2 6 0.1 10 0.1 29. .012 São Paulo 320 0. Amarela Indígena Outras Total (1) 2011 2012 2011 2012 2011 2012 Absolutos Absolutos Absolutos Absolutos Absolutos Absolutos Ns.782 30.4 69 0. .802 10.4 55 0.0 34 0.0 25 0.1 1 0. .2 1.4 56 0.1 127 0. .354 4.2 16 0.5 15 0.656 6. .418 5.

709 1.398 23. (1) Inclui os itens Homicídio Simples.163 494 254 138 3 128 Rio Grande do Norte 800 2.653 4.568 1. Homicídio Qualificado e Seqüestro e Cárcere Privado.007 1. (6) Inclui os itens Peculato. Extorsão Mediante Seqüestro.490 502 162 95 3 28 Minas Gerais 4.874 4. Roubo Qualificado. Tráfico Interno de Pessoas.177 864 295 89 28 8 Paraíba 1. Uso de Documento Falso. Extorsão.370 256 33 20 5 9 Roraima 193 417 97 9 1 1 2 Santa Catarina 2. Fórum Brasileiro de Segurança Pública.554 602 496 15 108 Pará 1. 68 . Estelionato.319 210 102 20 .290 1.333 115.1 3.274 450 165 6 41 Espírito Santo 2.213 1. Atentado Violento ao Pudor. (3) Inclui os itens Estupro.708 4.217 242 273 61 8 1 Mato Grosso 1.975 21.940 8. Apropriação Indébita. Furto Qualificado. (2) Inclui os itens Furto Simples.898 164 614 Sergipe 715 2.946 13.208 9.593 4. - Tocantins 317 674 134 46 13 3 2 Continua Fonte: Ministério da Justiça/Departamento Penitenciário Nacional – Depen. Sinal e Documentos Públicos.838 505 307 270 52 31 Goiás 1. Corrupção Passiva. Falsificação de Papéis.414 5.202 252 813 7 Distrito Federal 3.765 1. Selos.504 9.655 707 308 81 28 20 Mato Grosso do Sul 1. Latrocínio. Receptação.402 5.576 1. Receptação Qualificada.8 0.479 857 192 76 5 6 Ceará 5.924 1.274 206 68 7 3 - Rio de Janeiro 660 6.608 198 214 11 7 - Amapá 421 805 112 91 51 6 5 Amazonas 727 1. Corrupção de Menores.9 1.179 203 38 4 3 - Rio Grande do Sul 1.278 286 246 28 92 Pernambuco 6.814 798 169 63 15 11 Maranhão 727 2.953 11.479 1.404 397 74 51 13 São Paulo 18. (-) Fenômeno inexistente.055 3.519 1.224 % 11.229 2.9 0.736 267.9 49.096 441 325 105 105 25 Rondônia 941 2. Apropriação Indébita Previdenciária.075 458 356 53 20 9 Paraná 2.455 20.2012 Quantidade de crimes tentados/consumados Código Penal por particular contra Crimes contra a fé Crimes praticados Crimes contra os a administração Crimes contra a Crimes contra o Crimes contra a Crimes contra a administração paz pública (4) patrimônio (2) costumes (3) pública (5) pública (6) pública (7) Brasil e pessoa (1) Unidades da Federação Brasil 64.2 Acre 582 959 159 8 4 6 4 Alagoas 1. (5) Inclui os itens Moeda Falsa.949 198 117 37 8 9 Bahia 1. Concussão e Excesso de Exação.588 6.3 0. TABELA 33 · Quantidade de crimes tentados/consumados Unidades da Federação . Roubo Simples.117 480 379 93 51 Piauí 623 1.111 1.557 4. Falsidade Ideológica. (4) Inclui o item Quadrilha ou Bando.036 10. Tráfico Internacional de Pessoas.

304 Amapá 11 . . 2 7 196 1.3 5.176 Pernambuco 192 .009 409 5.612 429 6.835 138.546 Rondônia 20 .971 1. 13 1 290 3. 4 . . 8 .338 Mato Grosso do Sul 18 .617 Minas Gerais 117 3 35 36 21 8. . 13 1.420 2.279 575 13. 19 36 52 5. .709 Conclusão (7) Inclui os itens Corrupção Ativa.321 756 20.768 Piauí 3 .969 1. 2 .866 143 5.291 8 218 142 3.558 Rio Grande do Norte 1 .624 Pará 16 .062 Alagoas 5 . 41 464 34 2.861 2.215 18.012 Mato Grosso 7 .465 % 0. .048 Ceará 0 .405 28.099 62 4. Comércio Ilegal de Arma de Fogo.087 302 4. . Tráfico Internacional de Arma de Fogo.402 Rio Grande do Sul 180 .867 210.747 26.0 0. 33 2.107 10. 51 1.815 2.723 Rio de Janeiro .129 Bahia 1 .173 116 3.507 38.438 545.230 Espírito Santo 66 2 17 5 256 6. .7 25. . Quantidade de crimes tentados/consumados Legislação específica Estatuto da criaça e Lei Maria da Penha Crimes de Tortura desarmamento (9) Entorpecentes (8) Crimes contra o meio ambiente adolescente Estatuto do Genocídio Total Brasil e Unidades da Federação Brasil 1. Tráfico Internacional de Entorpecentes. 8 666 5 1.6 Acre . 7 .818 Tocantins 17 2 4 . 60 5.178 Paraná 65 . 890 3. 3 .433 Goiás 65 .724 São Paulo 278 1 36 9 599 57. . 4 7 .394 22. (9) Inclui os itens Porte Ilegal de Arma de Fogo de Uso Permitido. . .2 0.0 0. 6 2 312 2.0 0. . 12 477 3.357 Distrito Federal 86 . 3 . . 7 3 197 4. . Disparo de Arma Fogo.821 317 11. .056 662 10. 38 779 224 4.046 Maranhão 6 .670 Sergipe . Posse ou Porte Ilegal de Arma de Fogo de Uso Restrito. . 2.077 16.455 2. Contrabando ou Descaminho. 63 1.130 6.023 36. (8) Inclui os itens Tráfico de Entorpecentes.754 Roraima . 45 392 60 1.107 2. 32 5 43 428 63 2. 57 1.862 1. 58 3.342 17. 1 1 89 1.399 Santa Catarina 80 0 9 7 286 5. 9. .226 260 11.767 Paraíba 50 .198 30. 69 .440 337 11. . 6 11 550 5. .073 Amazonas 7 .

por períodos que chegam a Federal.058. Os 34. com e o crescimento das facções criminais.4. 1% a menos vaga no sistema. sozinho. juízes. da opção pelo encarceramento no Brasil não os demais estados são todos das regiões Norte é acompanhado pela garantia das condições e Centro-Oeste. sem contraria a legislação. reflete a pouca toda a história.841 vagas. com 1.8% estavam presos em razão da aplicação com os que se encontravam sob custódia da de medida de segurança.2% sob custódia das polícias. 93.8% estavam no sistema penitenciário processo penal (Lei 12. com 633. 1% criminal e segurança pública. seja por resistência dos com 6. fortes do colapso do nosso sistema de justiça representavam em 2012 38% do total.867.786 presos número de presos provisórios. da região Sudeste.290 presos.8 por cem mil com a morosidade judicial e a não efetivação habitantes maiores de 18 anos. com 9.920.7%.071 estavam cumprindo pena. 2012. o Estado de São A população carcerária brasileira no ano de Paulo.7 presos por representando 61. chegamos a um total de 549. com 4. com 575.7 presos por 100 mil habitantes maiores 62.843 presos aguardando julgamento naquele de 18 anos. Os dados sobre presos do Anuário Brasileiro do que no ano anterior. entre as unidades da Federação. Rio de Janeiro.2. Já em fazem o papel de mulas para o tráfico internacional. o que permite supor que as carcerárias. professor da PUCRS e pesquisador do INCT-InEAC. elevadas de presos provisórios estão relacionadas destacam-se o Acre. com 699. a disseminação de doenças resultado da política de guerra às drogas. com um total de de 401. 70 . em um total de 195. Em termos proporcionais. Essa taxa varia muito de Unidade estado. concentram-se em algumas a necessidade da prisão do acusado.304 ao judiciário uma série de novas possibilidades sob custódia das polícias. com 626. e o Maranhão. entre as quais os estados quais o monitoramento eletrônico do preso. com 780. Os presos em de Segurança Pública são um retrato em tons situação provisória. Entre as UFs com taxas 62. respectivamente. com exceção de Conforme os dados do DEPEN. São Paulo. o encarceramento de pequenos traficantes que o déficit era da ordem de 175.403/2011). Rondônia. que se mantém no ano de 2012. com 2. o aumento São Paulo e Espírito Santo. e o Espírito Santo.7% e 62. num Do total de presos no Brasil em crescimento de 20% no curto período de um 2012.6%. maior população carcerária de constante na última década.7. representa 32% do total de 2012 representava uma taxa de encarceramento presos provisórios do país. Do total de presos no país em efetividade da nova lei de cautelares no 2012. que acabam por responder Paulo.1. Em 2011. situação irregular que para a garantia do andamento do processo. Em números absolutos. este número passa para 211. Amazonas da Federação para Unidade da Federação. o Mato Grosso do Sul. seja pela falta de estrutura nos estados.2. com das garantias processuais para determinados 701. o Distrito ao processo presos.741. com 65. Os restantes Somando o total de presos no sistema prisional 0.176. Brasil bastante variável. São perfis de acusados. chegando a média nacional a 1.731. Piauí. O sistema penitenciário brasileiro Rodrigo Ghiringhelli de Azevedo 1 1 Sociólogo. e Pernambuco são os estados com o maior tornando a geografia do encarceramento no percentual de presos provisórios. Taxas tão de encarceramento acima da média nacional. do Paraná. até 2 anos ou mais. ainda pouco utilizado. a mais do que no ano anterior.3% do total. Roraima. de Minas Gerais. com 606. Chama atenção o fato de que. ano. O crescimento do polícia. que deu e 6.9. 316. contribuindo para a violência no elevadíssimas taxas de encarceramento são interior do sistema.

71 .

117 148 2..121 165 15 6.514 2 . 433 Continua 72 . . por patente/cargo Unidades da Federação – 2012 Polícia Militar Corpo de Bombeiros e Aluno-oficial e Aluno-oficial oficial. 279 Santa Catarina 641 6. . 1.683 Maranhão 644 6.823 132 795 36 .318 111 15 2.294 223 1..735 28 229 7..271 296 2..226 38.872 Piauí 626 5.509 102 474 3. 1.. .649 460 4..037 Amazonas 532 7.222 Goiás 982 10. 37 362 Rio de Janeiro 3.703 6 .875 239 2...748 .421 28.321 145 1.253 44 .565 120 ..205 .962 68 .784 98 134 7.536 209 941 66 ..045 Paraíba 725 8.781 95 981 35 111 1.. Rio Grande do Norte . 18.467 205 .. .310 3 .391 Minas Gerais 3.057 . . 1 589 Rio Grande do Sul 1..238 121 452 9.151 40. 59 529 .012 239 2. 24.992 15.355 Pará 859 13..860 107 509 7 . 623 Tocantins 704 3. 2.444 185 2. . .733 200 1. . 2. 2 2.001 96 336 1 . 12. 2. Cadete Aluno soldado oficial. efetivos das forças policiais TABELA 34 · Efetivo das Polícias Militares.150 Mato Grosso 522 6.455 477 91 31..181 224 1.307 Amapá 452 3.. .729 196 2.216 Paraná 950 12.487 22. . 3.537 Distrito Federal 1. 319 Alagoas 783 6..242 Ceará 718 13. . .217 Rondônia 288 5.600 346 718 9.992 30 .470 31 10 7. 644 Roraima 172 1. 1.633 145 2.196 73 456 . .526 67 577 .239 4 3 1. . 963 Mato Grosso do Sul 299 4.727 129 39 5.461 2 .003 65 273 2. 5..599 54 265 .324 Pernambuco 1. Cadete Aluno soldado Aspirante a Aspirante a (em curso) (em curso) Praças e Praças e Agentes Agentes Oficiais Oficiais Total Total Unidades da Federação Acre 175 2. 4.513 117 . Bombeiros e Guardas Municipais.412 43 236 .463 9 .215 25 ..925 Sergipe 388 4.254 187 57 43.069 .486 São Paulo 5.749 . .740 356 2.397 .238 .. Civis.659 88.341 45 26 14. .923 840 4.. 7.762 207 645 14 171 1.772 528 8. 4.907 Espírito Santo 765 6. 8..188 80....031 17.422 .. 14. 5..831 88 237 .884 51 132 5. 1. 1.. . 5.329 216 857 77 .873 43.345 304 1.198 109 3 3.082 2 .251 13. 529 Bahia 2. 14. .

.. 855 324 e praças da Polícia Militar e Corpo de Bombeiros Santa Catarina 433 3. Major. Pernambuco 456 5..895 Amapá 110 755 170 1.) Informação não disponível.124 2..911 3.336 2.408 16. Inspetor de Polícia.657 os Não-Delegados da Polícia Civil são: Agente. Os cargos que compõem São Paulo 3.974 .369 161 (-) Fenômeno inexistente.581 1.865 1.605 5.468 1. Pesquisa Perfil Minas Gerais 946 8.363 . 2... Capitão.269 Ceará 313 1.. Conclusão 73 .658 33. Tenente Rio Grande do Sul 526 5.269 .. Pesquisa Paraíba 293 1.561 1.IBGE.618 246 Fonte: Ministério da Justiça/Secretaria Nacional Mato Grosso do Sul 214 1.591 26...802 .309 .084 Carcereiro..961 Bahia 886 4.417 Nota: Os cargos que compõem os oficiais da Polícia Rio Grande do Norte 159 1.777 Coronel.294 1. 5.147 4. Os cargos que compõem os agentes Roraima 76 779 .. Piauí 162 1. 5. Fórum Paraná 342 3.830 . 1.. Instituto Pará 518 2.684 Mato Grosso 255 2..489 706 são: Cabo e Soldado. 2.261 .207 ..328 24. Subtenente e Rondônia 204 2...828 297 Investigador de Polícia e Outros.006 50 3.142 11 2.802 2..010 Brasileiro de Segurança Pública.694 Maranhão 349 1.745 (. 1.. 1.645 4.876 .839 Distrito Federal 399 4.. Tenente.716 9.147 das Instituições de Segurança Pública.710 65 2.164 25 5. 4. 9.668 - Espírito Santo 262 2.787 2.035 723 Amazonas 262 2. 3.367 .926 2.579 Brasileiro de Geografia e Estatística .691 de Segurança Pública (SENASP). 1.299 . Tocantins 165 1...238 2.059 Goiás 362 2. Escrivão..017 - Alagoas 124 1. 1..428 144 1.Comissário. 1...853 de Informações Básicas Municipais 2012.432 231 1.357 50 Sargento.. 2.032 .598 . Polícia Civil Guarda Municipal Total de outros Delegados na Delegados ativa Não- Total Total Unidades da Federação Acre 74 943 .279 Militar e Corpo de Bombeiros são: Coronel. Sergipe 144 910 282 1.041 243 2.. Rio de Janeiro 529 8.489 316 4.869 10 9.920 5.

444.74 8. .. .. .502...79 ..878. . .126.013.. Roraima 1.41 3.08 4.14 15...37 1. .. .. .93 .52 ... 4.... ...675. ..25 .623. . .93 13. 769..266.56 Rondônia 2. ...67 3..95 ... ou salário base.514... (3) Remuneração corresponde ao vencimento.126. ..41 7.. ..94 3.94 ..278. ...628.359. Fórum Brasileiro de Segurança Pública..971... Amapá 3.56 1.394.706... 2... . .) Informação não disponível. Paraíba 1..68 2..029..59 .54 5. . . . ...21 2.....732..559..00 2....359..31 2....106.... . ACRESCIDO de adicionais..514.68 9..071. . .765..029.81 3.05 4.600.81 2.126. ...777..74 .585...65 3... .36 2. ( . 2.68 13.. gratificações ou outras vantagens pecuniárias comuns a todos os profissionais da respectiva categoria.. ..87 12. (2) Vencimento refere-se ao soldo.58 2.81 3.16 4.361..93 ..154.. 3. Goiás 2. 1.55 2..79 .. ..98 802.787.95 2.08 4....672. ..37 3.... Sergipe 3. ......22 3. 802. 9. 2.926. ..724.83 2. ... ou salário base..971.... Rio de Janeiro .. .732. .475..83 1. ..104. 10..777..221..00 .. . .47 7. .33 7..042....97 2..735.00 870.89 2..81 777.385... .....808...149. . 7.221..95 2.. .. São Paulo 769...952... ......91 1.783. . .40 ..01 ....03 2.. (1) Caso a carreira esteja vinculada à Polícia Civil.25 2.... .971..255. .881. 3. . Dado de 31 de dezembro de 2012.961..95 10. . 2.00 18.90 9..29 7.. 9.33 .109. .... 678. .350.91 9. ..74 ..353.. 1.... EXCLUÍDO de adicionais. (..706. ...03 . 7....831.11 2.035.37 12..84 12..34 . .035..62 2. 2.28 .900....085.. .25 2.595..133.33 13.00 6....585. ... Mato Grosso do Sul ..31 .. .. ...382..971.837.56 .55 10.867..094. . Dado de 31 de dezembro de 2012 74 .. ..83 2.104..81 ...699.308.. . .... 3. Amazonas .......... Pernambuco 1...368.308. Mato Grosso .492... .03 2... .29 783.95 . . ......677..699.83 8.82 1. .. .087..27 3... .. .98 7... gratificações ou outras vantagens pecuniárias comuns a todos os profissionais da respectiva categoria..614.064..515. . . .724.758.06 . . .42 3.. ..56 .78 2.854. .. .14 2. .071.. .964.. .60 9...32 989.514.91 .66 6.185.094.. Pará .) Fenômeno inexistente. .182.278. ...797..064. . TABELA 35 · Vencimento Inicial Bruto e Remuneração Inicial Bruta .31 2.34 . .473.71 10.78 1.. .91 2. 13.02 673..17 2.. 12... . .40 .55 9..... ..964...42 1.638....385....44 15.. Pesquisa Perfil das Instituições de Segurança Pública. ..368..361.52 4.97 2. . .971.. Tocantins 3. ou soldo. 12..106. .353..10 13.071.514. ...514.715..80 12.216.06 2....83 . . ...41 3.95 2.41 3.87 2......266. .09 7..93 3..271.. Espírito Santo 2...126... .59 9. ..47 2.47 .78 5.325. ..831. ..515...797.... Minas Gerais .38 678.325... ... Ceará .05 .043... .. .126. Distrito Federal 7.. . ..10 4.216.11 10.. Continua Fonte: Ministério da Justiça/Secretaria Nacional de Segurança Pública (SENASP).00 2. .81 2.593.02 956.18 2.. ..96 1......013.. . .40 2. Piauí 2..37 3..926.382.33 7..303.10 3. .. Bahia .594.02 Rio Grande do Norte 2.182.787..468.18 7.502..89 2.. .971.01 8.33 .00 2..68 7.28 ..67 3. Santa Catarina 1..514. Paraná 3.. .319. .33 7.559....256....Polícia Civil Unidades da Federação – 2012 em reais correntes Carcereiro ou Agente Delegado Escrivão Comissário nomenclaturas Inspetor similares Inicial Bruto (2) Inicial Bruta (3) Inicial Bruto (2) Inicial Bruta (3) Inicial Bruto (2) Inicial Bruta (3) Inicial Bruto (2) Inicial Bruta (3) Inicial Bruto (2) Inicial Bruta (3) Inicial Bruto (2) Inicial Bruta (3) Remuneração Remuneração Remuneração Remuneração Remuneração Remuneração Vencimento Vencimento Vencimento Vencimento Vencimento Vencimento Unidades da Federação Acre 870. .765.709.40 2...95 2.. ..33 12..54 .623..767. .31 ... .. ..33 .59 .21 . Maranhão . Rio Grande do Sul . 7.043.. ..... Alagoas 2......250.266... ..55 ...071.

44 15..515.700. ..05 ..309. .126. .859..14 1...04 Bahia 783. .. ..57 2..900.41 5..473.56 .818..700... .06 4.91 8.68 5..848.724..06 1.758..38 4.078..219.17 2..49 ..808.446.309..206.265.78 7.51 .05 .. ..37 3. ... .216. .. . . .03 2.317. ...... Pernambuco . 8.39 9. . .79 1.. ..493.. . ....42 7.020. ...78 ..064.. . Amapá . 1.258.... ..64 6...64 6.42 7.05 4.. .59 ..863. . . . .680... Espírito Santo 3..91 2. ....034... .096.. ...... 8. .00 .83 .... . .. .....859...625.14 3..900. .275. 3....042.66 6..88 3. .40 5...680. .65 3...382..25 1.446..40 2.. ...419. Paraíba .680. ..68 13..34 . Distrito Federal .13 3..709.368.361.04 . Roraima . . .62 São Paulo 989.99 1..... .... ....087. 2.. ..638..03 3.068. 8.32 1. Maranhão 2. ...206.130... .. ...14 2.. 4..900.638.84 793.....309....41 3.854.44 15....368... ..41 5..40 5.67 3..818..085..66 6....... . . ... 4. Rio Grande do Sul 578..68 7. 673...33 .. Sergipe ..881.64 6...78 Goiás ..02 956.964.....797.32 2..64 . . .. Alagoas ..68 5..275.49 5..594.. 3.219.. ..84 .. ...10 4. . ......37 3..68 5.514.706...41 Paraná 4.. ...13 3.797.18 2. 13. Minas Gerais 2. ..03 3...511...05 4. .. .. .. . . 1.. 4.. ...096. .89 2. .00 . .502..308... .610. Rondônia .04 1. .680.. .. ... Rio de Janeiro 378..26 1...07 Tocantins ..25 1. Mato Grosso do Sul 2...078.. .......36 .09 4..... 2. .68 13.. ... .66 5..51 3.. ..34 2...765.14 1... .216... 3. .... .. ..385. .515...368..74 .21 ...... .68 13.. .456. . Santa Catarina . . ..31 2.84 3.854. . ..195..00 6.99 Mato Grosso 2... . .79 ..79 .....926. Ceará . .022.152.700.368.502... . Piauí .78 7.. .724. .. . .83 2.....266.085.13 5..30 . . .275..625..709..60 7..40 5..087..878...221. . .10 4...022..84 956..60 7.00 1...... .. ..57 Rio Grande do Norte .221.. ....... ...65 3.....698..... .129. .456.84 . em reais correntes Perito criminal Médico legista Papiloscopista Investigador ou nomenclaturas ou nomenclaturas ou nomenclaturas Outro similares (1) similares (1) similares (1) Inicial Bruto (2) Inicial Bruta (3) Inicial Bruto (2) Inicial Bruta (3) Inicial Bruto (2) Inicial Bruta (3) Inicial Bruto (2) Inicial Bruta (3) Inicial Bruto (2) Inicial Bruta (3) Remuneração Remuneração Remuneração Remuneração Remuneração Vencimento Vencimento Vencimento Vencimento Vencimento Unidades da Federação Acre .21 2.473. ......37 Amazonas 1.03 3.39 9. Pará 673.33 7.361..881. .514.73 1.511....38 4.... Conclusão 75 .31 6.84 1.68 2. .700. .. . 1...818.900...130.767. .020.21 2. 3. . . 3.

322. 6.027.17 8.51 9.638.470.29 7...316...602.87 12..98 3.865.548.60 15.23 2.34 12.25 1. Pesquisa Perfil das Instituições de Segurança Pública.540.05 1..184.978.109.435.89 19. .80 12.27 5.195.506..692.354.36 7.496.00 2.733..15 7.561.92 9.083.50 6.543..74 4.940.15 7.920.80 4.02 13...784.296.423.850.246.561.488.83 6.442.00 7.70 4.057.46 Sergipe 10..254.94 Goiás 15...75 18.31 Maranhão 12.38 .712. Piauí 10.400.029.94 Mato Grosso do Sul 15.79 3. ..164.869. ...446.00 . EXCLUÍDO de adicionais.36 4.. 6.968. 11.289.456.446..92 13.42 898.476.19 6.247.812.52 14.71 7.757..39 8.40 4.559.74 9.. TABELA 36 · Vencimento Inicial Bruto e Remuneração Inicial Bruta .92 4..115. 8.98 7..643.394.936.558.060.960.444.701.791.057.467.71 20. 9.928..38 7.612.78 193.08 6.719.31 13.170.638.295..91 14..369.94 6.795..32 .375.540.71 5.81 1.52 7.510..206.92 8.29 9.. .120.42 13.31 15. ACRESCIDO de adicionais.77 9.65 9..83 12.237.609.515.58 10. 13.354.72 15.81 5.018.99 7.19 13.928.06 1.670.896.561.89 5.094.081.84 3.306..93 4.81 .249.98 9..523. Fórum Brasileiro de Segurança Pública.99 6.922.701.531.66 5.211.456.303.36 .475.062.873..61 6.347.24 5.078..64 1.913.38 5..367. 6.21 9.47 4. Rio Grande do Sul 7..925.. 10.22 6.00 5.88 Roraima .00 8.728..403.585. Dado de 31 de dezembro de 2012.227.946.90 8.743..56 11.11 9.282.190.074.59 5..584.102. 9.19 11.490.456.519. .097.854...69 .39 8.628.81 7.400.45 8.625.367.964.82 Rio Grande do Norte ..60 14.99 5.26 9.364. 8.291.956....496.06 3.508.34 2.759.92 2.442..46 2. (2) Remuneração corresponde ao vencimento. gratificações ou outras vantagens pecuniárias comuns a todos os profissionais da respectiva categoria. ou salário base.851.63 Amazonas 2...60 .060.65 13.85 11.10 10.78 14.66 4.322.083.52 1.00 Alagoas 11.103.62 4.975.024.49 7.90 10. 7.Polícia Militar Unidades da Federação – 2012 em reais correntes Coronel Tenente Coronel Major Capitão Tenente Aspirante a oficial Inicial Bruto (1) Inicial Bruta (2) Inicial Bruto (1) Inicial Bruta (2) Inicial Bruto (1) Inicial Bruta (2) Inicial Bruto (1) Inicial Bruta (2) Inicial Bruto (1) Inicial Bruta (2) Inicial Bruto (1) Inicial Bruta (2) Remuneração Remuneração Remuneração Remuneração Remuneração Remuneração Vencimento Vencimento Vencimento Vencimento Vencimento Vencimento Unidades da Federação Acre 2.535.37 7.47 5.55 12.577.580.74 12.05 12.06 5.521.938..23 6.062..805.760.00 5..585.293.345.467.00 3.82 4...206.22 12.01 1.80 2.726.34 7.284.31 5.67 7.018.151.422.39 Minas Gerais 9.649. .00 4.416.00 4.698.561.153.17 .79 2.00 8.26 6.097..59 .98 274.66 3.98 3.932.289.81 4.56 9..868.00 3.000.083.83 3.37 2.62 6.918..98 242.78 15.70 6.459.10 10.587.33 4.26 9.75 Tocantins 12.024. gratificações ou outras vantagens pecuniárias comuns a todos os profissionais da respectiva categoria. .30 Bahia . 5.529.66 5.596.077.053. Continua Fonte: Ministério da Justiça/Secretaria Nacional de Segurança Pública (SENASP).56 6.67 8.06 12.31 3.31 2.409..42 6.442.562.19 7.29 1.049.70 8.203. .94 5.30 5.00 Rio de Janeiro 1.. 7.82 2. .707.368.77 Distrito Federal 2.680.027.78 1.428.252. 10.969.86 10.30 9.400.442.17 3.817.353.81 Paraíba 4.89 7.85 4.85 6.18 8..237.68 1.227.53 9.882.009.425.14 4.977.97 5.009.904.035.79 9.06 8. 76 .29 5.647.70 9.35 .227.596. ou salário base.80 . (1) Vencimento refere-se ao soldo.441.26 ..225.562.24 290.04 São Paulo 9.851.86 258.121....48 10.98 7.21 6.13 8.00 2.370.93 1. 7.927.27 6.784.508.63 . Rondônia 9.27 5.13 15.70 4.12 10.20 .27 Pernambuco ..74 9..36 13.24 21.166.671.503. .00 16.486.892. .79 11.26 .23 .84 10.98 9.00 10.560.28 13.608.490..110.590.477.706.895.424.33 11.176.475.703. 11.78 14.81 2..559.41 7.699.441.444.77 6.956.698.341.. 5.63 5.84 8.874.25 .85 12.75 11.28 5.27 6.45 13.580.080.925.74 Pará 6.) Informação não disponível .66 Mato Grosso 17.211.095.19 9.81 .98 10.. ou soldo.88 11.602.937.. (.884.929. .73 .91 17.36 12. .095.89 7.75 Santa Catarina 5.13 14.334.654.904.26 7..682... 10.53 9..339.44 4.52 12.. 5.196.46 5..557.89 .682.56 5.39 6.071.858.495.291. 8.857.13 Ceará 323. 3.888.38 4.13 12.38 9.36 Amapá 11.343.56 7.234.57 Espírito Santo 10.314.842.479.48 ..892.39 5.800.74 10.. 9.385.07 8.33 7.294..79 1.667.421.89 5.00 6.530.55 6.851.97 11.58 6.23 5.07 8.97 7.21 8.610.84 11.46 5. Dado de 31 de dezembro de 2012.44 .96 Paraná 14.36 4.79 3.82 10.28 7.625.37 7.55 4.618.293.858.97 1.

em reais correntes
Cadete e aluno-oficial
Inicial Bruto (1) Subtenente Sargento Cabo Soldado Aluno soldado (em curso)

Inicial Bruta (2)

Inicial Bruto (1)

Inicial Bruta (2)

Inicial Bruto (1)

Inicial Bruta (2)

Inicial Bruto (1)

Inicial Bruta (2)

Inicial Bruto (1)

Inicial Bruta (2)

Inicial Bruto (1)

Inicial Bruta (2)
Remuneração

Remuneração

Remuneração

Remuneração

Remuneração

Remuneração
Vencimento

Vencimento

Vencimento

Vencimento

Vencimento

Vencimento
Unidades da Federação

Acre 1.276,80 3.316,92 1.233,91 4.247,20 1.082,38 3.902,55 658,58 2.735,48 615,49 2.571,42 537,60 1.980,95
Alagoas 1.731,21 1.731,21 4.462,95 4.462,95 2.997,36 2.997,36 2.391,99 2.391,99 2.446,07 2.446,07 1.163,43 1.163,43
Amapá 3.925,14 3.925,14 5.464,32 5.464,32 4.741,18 4.741,18 2.735,30 2.735,30 2.498,07 2.498,07 1.527,75 1.527,75
Amazonas 1.015,82 2.934,58 1.198,34 4.095,32 3.276,79 10.485,34 947,90 2.443,79 900,89 2.128,90 698,97 1.321,01
Bahia ... 1.537,25 ... 3.402,16 ... 3.118,22 ... 2.837,13 ... 2.637,20 ... 678,00
Ceará 97,00 3.465,22 177,86 3.471,51 161,68 3.221,58 103,46 2.707,33 90,54 2.638,61 64,66 1.713,29
Distrito Federal 521,64 3.473,51 1.393,80 7.565,56 1.058,92 5.957,23 692,76 4.449,57 609,96 4.122,05 433,32 3.149,20
Espírito Santo 2.889,37 2.889,37 4.227,47 5.152,40 4.025,85 4.849,31 2.641,96 3.182,36 2.100,98 2.530,74 1.023,32 1.023,32
Goiás 4.931,55 4.931,55 5.638,31 5.638,31 4.931,55 4.931,55 3.598,06 3.598,06 3.276,58 3.276,58 2.971,95 2.971,95
Maranhão 2.495,13 2.495,13 3.748,84 3.923,58 3.330,94 3.487,67 2.495,13 2.628,56 2.396,80 2.527,06 457,49 457,49
Mato Grosso 3.548,95 3.548,95 5.379,04 5.379,04 4.034,28 4.034,28 3.227,43 3.227,43 2.151,62 2.151,62 1.479,24 1.479,24
Mato Grosso do Sul 3.087,23 3.087,23 5.834,37 5.834,37 3.544,63 3.544,63 2.890,46 2.890,46 2.200,00 2.200,00 1.440,14 1.440,14
Minas Gerais 3.806,52 4.948,48 4.892,74 7.339,11 3.358,88 4.030,65 2.911,24 3.202,36 2.515,41 2.515,41 2.152,07 2.152,07
Pará 793,85 1.118,85 2.659,39 3.344,39 2.368,34 2.898,34 2.024,61 2.434,61 1.928,20 2.253,20 622,00 947,00
Paraíba 1.365,81 1.365,81 1.557,98 3.802,09 1.365,81 3.315,21 882,78 2.239,32 790,14 2.031,19 622,00 622,00
Paraná 2.480,12 3.194,40 5.484,18 8.266,27 4.455,09 6.682,63 3.548,59 5.322,88 3.225,99 4.838,98 1.463,03 1.463,03
Pernambuco ... ... ... 5.099,23 ... 3.887,92 ... 2.871,98 ... 2.461,70 ... ...
Piauí ... ... 2.363,00 2.615,00 2.164,00 2.407,00 1.793,00 2.019,00 1.704,00 1.926,00 852,00 852,00
Rio de Janeiro 590,76 1.580,28 898,84 5.734,60 826,05 4.906,75 590,76 2.751,46 512,89 2.284,93 423,19 1.132,02
Rio Grande do Norte ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ...
Rio Grande do Sul 2.778,03 2.778,03 ... ... 2.170,25 2.170,25 ... ... 1.375,71 1.375,71 1.150,51 1.150,51
Rondônia 1.401,27 1.401,27 4.075,54 5.038,37 2.765,87 3.563,68 2.505,00 3.269,94 2.362,07 3.109,00 988,03 988,03
Roraima ... 4.275,96 ... 5.100,81 ... 4.508,58 ... 2.772,20 ... 2.520,69 ... 1.733,73
Santa Catarina 2.754,43 4.361,58 2.282,67 5.943,63 1.796,04 5.162,28 1.472,02 4.158,46 1.229,06 3.806,63 1.229,06 2.385,86
São Paulo 2.835,99 2.835,99 4.037,08 5.295,40 3.490,98 4.381,27 3.045,44 3.757,51 2.814,50 3.023,29 2.537,90 2.537,90
Sergipe 3.419,57 4.616,42 4.093,23 5.525,86 2.999,62 4.049,49 2.726,92 3.681,34 2.081,37 2.705,78 1.040,68 1.352,89
Tocantins 3.862,44 ... 5.752,60 ... 4.905,74 ... 3.778,71 ... 3.057,77 ... 1.520,15 ...
Conclusão

77

TABELA 37 · Vencimento Inicial Bruto e Remuneração Inicial Bruta - Corpo de Bombeiros Militar
Unidades da Federação – 2012
em reais correntes
Coronel Tenente Coronel Major Capitão Tenente Aspirante a Oficial
Inicial Bruto (1)

Inicial Bruta (2)

Inicial Bruto (1)

Inicial Bruta (2)

Inicial Bruto (1)

Inicial Bruta (2)

Inicial Bruto (1)

Inicial Bruta (2)

Inicial Bruto (1)

Inicial Bruta (2)

Inicial Bruto (1)

Inicial Bruta (2)
Remuneração

Remuneração

Remuneração

Remuneração

Remuneração

Remuneração
Vencimento

Vencimento

Vencimento

Vencimento

Vencimento

Vencimento
Unidades da Federação

Acre 2.768,11 11.976,28 2.516,46 10.116,78 2.437,98 8.595,34 1.950,38 7.327,45 1.585,66 6.313,14 ... ...
Alagoas ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ...
Amapá 11.018,85 ... 10.400,97 ... 9.057,38 ... 7.508,26 ... 6.199,30 ... 5.496,63 ...
Amazonas 9.335,51 12.636,40 8.495,65 11.473,08 7.687,67 10.354,53 6.653,42 8.918,23 5.976,12 7.986,42 4.087,66 5.353,76
Bahia ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ...
Ceará 9.153,24 9.153,24 7.486,98 7.486,98 6.176,83 6.176,83 5.490,98 5.490,98 4.121,78 4.121,78 3.490,77 3.490,77
Distrito Federal 2.760,00 15.358,31 2.649,60 14.830,98 2.530,92 13.168,86 2.130,12 11.255,36 1.943,04 9.887,00 1.548,36 7.851,78
Espírito Santo 10.442,05 13.778,05 8.680,74 11.454,05 7.422,67 9.794,04 6.416,55 8.466,04 5.158,12 6.806,02 4.403,27 5.801,03
Goiás 15.561,78 ... 14.027,52 ... 12.602,85 ... 11.024,97 ... 7.561,71 ... 5.638,31 ...
Maranhão 12.291,28 ... 9.476,58 ... 8.444,91 ... 6.932,28 ... 4.461,74 ... 3.920,92 ...
Mato Grosso 17.596,91 17.596,91 14.083,13 14.083,13 12.323,74 12.323,74 9.858,19 9.858,19 7.868,55 7.868,55 ... ...
Mato Grosso do Sul 15.698,31 15.698,31 13.441,19 13.441,19 11.925,56 11.925,56 9.442,77 9.442,77 6.562,27 6.562,27 6.009,39 6.009,39
Minas Gerais 9.682,79 14.524,19 8.734,00 12.227,59 7.784,91 10.120,38 7.206,07 8.647,28 6.410,96 7.052,05 4.892,74 4.892,74
Pará 8.138,61 10.103,61 7.237,56 8.397,56 5.876,07 6.836,07 4.641,90 5.401,90 3.115,15 3.675,15 2.381,65 2.741,55
Paraíba 8.805,50 10.174,59 7.018,81 8.073,22 6.164,66 7.204,48 5.341,54 6.366,72 4.520,37 5.330,91 3.115,96 3.745,14
Paraná 14.354,24 21.531,36 13.670,71 20.506,06 12.896,89 19.345,34 12.282,75 18.424,13 7.365,97 11.048,95 5.456,27 5.456,27
Pernambuco 10.212,53 13.712,53 8.651,11 11.178,19 7.015,84 9.449,53 5.855,33 7.673,73 5.116,82 6.418,82 1.790,80 1.790,80
Piauí 10.115,34 10.260,34 7.671,22 7.826,22 5.927,30 6.072,30 4.712,46 4.857,46 ... ... ... ...
Rio de Janeiro ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ...
Rio Grande do Norte 11.000,00 14.352,51 9.900,00 12.917,25 8.800,00 11.482,00 7.700,00 10.046,75 6.050,00 8.611,50 5.500,00 5.500,00
Rio Grande do Sul ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ...
Rondônia ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ...
Roraima 3.473,39 9.218,21 3.334,46 8.869,49 3.185,11 8.494,62 2.507,79 6.293,00 2.214,25 5.614,93 1.948,58 5.001,22
Santa Catarina 5.590,00 15.000,00 5.424,00 12.657,00 5.168,00 10.874,00 4.925,00 7.242,00 4.586,00 5.912,00 3.950,00 5.534,00
São Paulo 9.450,40 14.150,06 8.751,74 13.090,43 8.119,48 12.131,50 7.547,30 11.263,70 5.526,68 10.478,34 5.252,84 7.783,76
Sergipe 10.682,60 17.092,16 9.289,21 14.398,28 8.444,75 12.667,13 7.343,26 10.647,73 4.895,50 6.608,93 4.093,22 6.354,73
Tocantins 12.874,80 12.874,80 11.587,32 11.587,32 10.428,59 10.428,59 9.385,73 9.385,73 7.503,20 7.503,20 5.752,60 5.752,60
Continua

Fonte: Ministério da Justiça/Secretaria Nacional de Segurança Pública (SENASP); Pesquisa Perfil das Instituições de Segurança
Pública; Fórum Brasileiro de Segurança Pública.
(...) Informação não disponível .
( - ) Fenômeno inexistente.
(1) Vencimento refere-se ao soldo, ou salário base, EXCLUÍDO de adicionais, gratificações ou outras vantagens pecuniárias
comuns a todos os profissionais da respectiva categoria. Dado de 31 de dezembro de 2012.
(2) Remuneração corresponde ao vencimento, ou soldo, ou salário base, ACRESCIDO de adicionais, gratificações ou outras
vantagens pecuniárias comuns a todos os profissionais da respectiva categoria. Dado de 31 de dezembro de 2012.

78

em reais correntes
Cadete e aluno-oficial
Inicial Bruto (1) Subtenente Sargento Cabo Soldado Aluno soldado (em curso)

Inicial Bruta (2)

Inicial Bruto (1)

Inicial Bruta (2)

Inicial Bruto (1)

Inicial Bruta (2)

Inicial Bruto (1)

Inicial Bruta (2)

Inicial Bruto (1)

Inicial Bruta (2)

Inicial Bruto (1)

Inicial Bruta (2)
Remuneração

Remuneração

Remuneração

Remuneração

Remuneração

Remuneração
Vencimento

Vencimento

Vencimento

Vencimento

Vencimento

Vencimento
Unidades da Federação

Acre 1.223,60 3.636,23 1.182,49 3.833,75 810,36 3.465,97 631,14 2.476,69 589,86 2.372,50 492,20 1.637,82
Alagoas ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ...
Amapá 3.925,14 ... 5.464,32 ... 3.542,79 ... 2.735,30 ... 2.498,07 ... 1.527,75 ...
Amazonas 3.431,76 4.505,43 3.896,43 5.136,76 3.442,25 4.511,83 2.325,11 2.965,57 2.025,52 2.551,29 1.256,86 1.523,18
Bahia ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ...
Ceará 3.465,77 3.465,77 3.471,54 3.471,54 3.221,58 3.221,58 2.707,33 2.707,33 2.638,61 2.638,61 1.713,29 1.713,29
Distrito Federal 609,96 4.652,73 1.393,80 8.520,47 1.214,40 7.764,38 692,76 5.219,34 609,96 4.956,77 433,32 3.913,63
Espírito Santo 4.277,47 5.644,02 4.277,47 5.644,02 3.648,43 4.814,01 2.641,96 3.486,03 2.100,98 2.772,22 1.069,37 1.069,37
Goiás 4.931,55 ... 5.638,31 ... 4.931,55 ... 3.598,06 ... 3.276,58 ... 2.971,95 ...
Maranhão 2.495,13 ... 3.748,84 ... 2.679,50 ... 2.495,13 ... 2.396,80 ... ... ...
Mato Grosso 5.467,94 5.467,94 5.379,04 5.379,04 4.841,14 4.841,14 3.765,33 3.765,33 2.958,48 2.958,48 ... ...
Mato Grosso do Sul 4.013,40 4.013,40 5.834,37 5.834,37 3.544,63 3.544,63 2.890,46 2.890,46 2.200,00 2.200,00 1.440,14 1.440,14
Minas Gerais 4.360,59 4.360,59 4.892,74 7.339,11 4.360,59 6.104,82 2.911,24 3.493,48 2.515,42 2.766,96 2.152,06 2.152,06
Pará ... ... 3.191,40 3.551,40 2.376,16 2.526,16 2.227,07 2.312,07 1.873,99 1.893,99 ... ...
Paraíba 1.365,81 1.825,81 3.286,96 3.916,14 2.851,61 3.416,15 1.817,75 2.298,38 1.610,39 2.076,39 ... ...
Paraná ... ... 5.484,18 8.226,27 3.809,89 6.682,63 3.548,59 5.322,88 3.225,99 4.838,98 1.463,03 1.463,03
Pernambuco 975,70 975,70 4.009,05 5.030,87 3.481,55 4.393,50 2.215,63 2.830,92 1.961,70 2.430,35 970,42 970,42
Piauí ... ... 2.363,90 2.508,90 ... ... 1.793,42 1.938,42 1.704,10 1.849,10 852,05 852,05
Rio de Janeiro ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ...
Rio Grande do Norte 3.399,00 4.667,96 5.500,00 7.176,25 3.300,00 5.741,00 2.750,00 3.588,13 2.200,00 2.870,50 622,00 622,00
Rio Grande do Sul ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ...
Rondônia ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ...
Roraima 1.754,06 4.113,37 1.754,06 4.902,70 1.297,88 3.498,10 941,28 2.674,37 837,09 2.433,67 574,44 1.683,34
Santa Catarina 3.043,00 3.748,00 2.390,00 4.124,00 2.025,00 2.765,00 1.580,00 1.817,00 1.418,00 1.696,00 1.337,00 2.050,00
São Paulo 2.523,46 3.221,76 4.062,46 5.530,91 3.275,20 3.950,00 3.070,82 3.500,00 2.316,90 3.200,00 2.040,30 2.563,28
Sergipe 4.707,21 6.344,49 4.093,22 6.344,49 2.999,62 4.499,43 2.726,91 3.817,67 2.492,63 3.246,92 2.081,37 2.705,78
Tocantins 3.862,40 3.862,40 5.762,60 5.762,60 4.905,74 4.905,74 3.778,71 3.778,71 3.057,77 3.057,77 ... ...
Conclusão

79

A na questão da segurança pública e. pois constitui (1 policial/710 habitantes). piores indicadores nesse sentido são Maranhão Esse fato é problemático. xeque o senso comum de que com mais policiais No que diz respeito à remuneração. ao passo que um Tenente da Polícia bem acima da média nacional. comprometendo expressivo das guardas municipais. no o índice de um policial para cada grupo de 363 patamar de R$ 3. também no interior das próprias polícias. somando-se o contingente das polícias mês. O Brasil possui um efetivo superior a 520 mil Militar recebe aproximadamente R$ 6. o que representa média da remuneração do Agente de Polícia. com 1 policial/135 habitantes. a incidência dos crimes violentos há a necessidade premente de se regulamentar permanece em franca ascensão. despeito disso. com mais de a eficiência no controle do crime. Santa Catarina (1 um obstáculo á integração das polícias nos policial/574 habitantes). pode-se concluir que em das polícias estaduais. Entretanto. o Distrito de carreira recebe aproximadamente R$ 10.200 mês. 80 . 96 mil integrantes. no patamar de R$ 2. Os Merece destaque também o continente conflitos tendem a exacerbar. criando muitas desigualdades destaca-se por apresentar a melhor relação entre nas remunerações entre as polícias como efetivo policial e tamanho da população. Ceará (1 policial/538 diversos estados. É a confirmação robusta de termos de efetivo e de remuneração a situação que os municípios estão cada vez mais inseridos das polícias no Brasil está melhorando. pois é a unidade da é superior à média da remuneração inicial bruta federação mais bem dotada de efetivo policial e dos policiais militares. Um Delegado em início que melhor os remunera.600 mês. Já das carreiras policiais acabam se impondo sobre o Distrito Federal. As demandas corporativas habitantes) e Paraná (1 policial/528 habitantes). os governos.500 por policiais. Os estados brasileiros com os do Soldado. Efetivo e remuneração nas polícias brasileiras Luis Flavio Sapori 1 1 Membro do Conselho de Administração do Fórum Brasileiro de Segurança Pública e Coordenador do Centro de Pesquisas em Segurança Pública (CEPESP) da PUC Minas. O Distrito Federal é a comprovação de da remuneração inicial bruta dos policiais civis que isso não é o bastante. constituindo 18% do efetivo De modo geral. a e salários crescentes seria possível conter a principal evidência é a de que a média nacional violência. colocando em as atribuições das guardas municipais.500 Federal permanece com taxas de crimes violentos por mês. A mesma discrepância é observada na militares e das polícias civis. nesse sentido. comparativamente à habitantes.

81 .

2 73 67 11.0 5.9 - .1 Alagoas 116 172 29.0 13.0 81 79 31.1 17 13 2.6 5.058 102. (-) Fenômeno inexistente. 82 . Taxa (1) Ns.5 Goiás 159 202 24.4 Paraíba 151 208 35.8 27 28 7.4 10.6 4.5 Rondônia 169 163 88.5 9.9 38 45 15.2 27.2 34 34 3.1 3.168 1.728 1.8 13. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística .7 11.População e Desenvolvimento.3 48.1 105 102 5.9 Continua Fonte: Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República – SEDH/PR/Subsecretaria de Promoção dos Direitos da Criança e do Adolescente .4 Sergipe 76 55 30.0 20.7 15 9 16.3 64.0 42 78 42.6 23.7 23 52 13.9 6 1 10.0 323 160 30.4 44.9 259 302 16.1 Piauí 57 62 15.9 Pará 161 235 16.4 Rio de Janeiro 344 361 22.2 9 26 2.4 10.3 Amapá 31 32 33.2 27 26 9.2 149.1 5.8 4. Abs.7 9.8 10.4 Pernambuco 1.2 Acre 122 258 122.107 6.8 26.0 24.8 2.7 8.7 49 96 11.IBGE. Abs.6 94 92 9. Taxa (1) Ns.3 39.1 69 73 10.9 173 195 66.5 54.5 12 5 2.5 14 9 3.7 40.0 6 37 1. Taxa (1) Brasil e Unidades da Federação 2010 2011 2010 2011 2010 2011 2010 2011 2010 2011 2010 2011 Brasil 12.318 19.5 93.6 42.2 20.4 Maranhão 43 49 5.9 40 64 43. Levantamento nacional do atendimento socioeducativo ao adolescente em conflito com a lei.6 193 99 30.2 39 36 9.4 22.7 1.585 29.3 29.2 22.6 16.5 2 24 0. Fórum Brasileiro de Segurança Pública.6 62.2 76.5 7.918 8.7 46 44 5.8 13 25 21.1 194.1 64 31 4. MS/SE/Datasus.023 1.011 128.7 1. por medidas privativas de liberdade Brasil e Unidades da Federação – 2010-2011 Internação Internação Provisória Semiliberdade Ns.7 31.8 9.1 6.5 Bahia 278 332 17.6 Espírito Santo 279 342 76.0 69.9 105.1 60.6 43.0 46.9 15. sistema socioeducativo TABELA 38 · Adolescentes em conflito com a lei.7 Rio Grande do Sul 669 737 64.1 4.0 1.9 Ceará 646 270 61.5 Mato Grosso 143 154 41.9 284 273 13.5 1.4 21.4 5.8 1.7 253 180 22.6 254.4 264 240 26.6 1 4 0.934 4.3 67.6 2 26 0.5 123 83 7.3 São Paulo 5.5 14.0 1.9 27 25 10.2 17.SPDCA.3 16. Abs.4 105 140 10.4 9.2 166 200 45.8 21 17 5.2 9.6 25 48 5.5 2.2 11 9 1.9 9.8 13.7 19.1 15.1 Roraima 10 6 16.0 Rio Grande do Norte 82 82 22.5 Distrito Federal 500 521 191.8 85.0 29.1 13.041 13.5 72 48 20.1 20 76 11.6 33.6 9.6 106 146 10.4 19 47 10. Nota: Para o cálculo das taxas.0 Tocantins 80 42 46.8 27 61 27. Coordenação de População e Indicadores Sociais.1 43.3 24. foram utilizadas estimativas populacionais entre 12 e 17 anos elaboradas no âmbito do Projeto UNFPA/IBGE (BRA/4/P31A) . - - Mato Grosso do Sul 164 127 60.8 85 69 8.5 3.1 73.0 52 50 4.6 22.9 169 202 17.0 1.4 23.0 - 20 - 5. (1) Por 100 mil habitantes entre 12 e 17 anos.362 58.2 230 251 14.0 20.2 22.4 539 581 13.4 7.8 16.7 Minas Gerais 652 892 31.5 Amazonas 33 106 7.6 Santa Catarina 168 180 26.2 Paraná 778 705 69.

4 59 108 15.074 570 102.1 130 127 35.177 171.0 289 361 29.2 43.4 141 125 56.814 8. Taxa (1) 2010 2011 2010 2011 17.5 149.7 58.5 459 551 125.5 12.2 52.703 19.500 146.8 27.9 390.5 86 105 93.0 203.595 85.5 1. Abs.2 239 284 37.5 72.8 754 795 288.3 97.4 36.0 833 914 53.3 860 952 82.3 61.8 29.3 212 309 49.5 61.8 35.3 215 180 62.3 434 346 67.4 52.3 465 446 28.0 193 199 70.4 1.4 1.2 1.5 38. Total Ns.9 161 245 40.083 935 96.7 Conclusão 83 .041 1.1 111.9 150.1 67 180 14.8 54.1 29 32 48.6 72.9 189 214 99.8 53.4 49.8 123 170 71.267 50.1 191 397 191.2 297.1 6.7 106 106 12.2 89.456 1.7 94.3 112.8 83.

867 289 5. (-) Fenômeno inexistente.803 218 3.722 51 1.023 24 240 14 226 23 146 25 177 Piauí 2 55 6 56 2 - - 26 - - - 20 Rio de Janeiro 18 326 10 351 16 243 20 282 21 209 15 236 Rio Grande do Norte 7 75 2 80 2 25 3 25 6 15 2 15 Rio Grande do Sul 13 656 24 713 5 101 1 145 3 82 2 67 Rondônia 2 167 5 158 2 17 - 47 1 - - 4 Roraima - 10 1 5 1 12 - 25 - 6 - 1 Santa Catarina 13 155 - 180 - 193 4 95 12 61 6 61 São Paulo 240 4. Mato Grosso do Sul 24 140 - 154 - 27 - 26 - 2 - 24 Minas Gerais 30 622 30 862 13 271 17 256 5 100 4 98 Pará 9 152 6 229 3 91 3 89 - 34 1 33 Paraíba 8 143 14 194 1 48 5 91 - 12 - 5 Paraná 35 743 36 669 28 225 17 163 1 51 6 44 Pernambuco 59 964 35 1.SPDCA. Levantamento nacional do atendimento socioeducativo ao adolescente em conflito com a lei..043 92 1.503 9 530 17 564 Sergipe - 76 10 45 1 37 5 40 1 26 5 20 Tocantins 2 78 - 42 2 18 20 56 - 23 - 52 Continua Fonte: Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República – SEDH/PR/Subsecretaria de Promoção dos Direitos da Criança e do Adolescente .117 82 1.814 Acre 11 111 11 247 6 36 13 65 3 24 7 54 Alagoas 9 107 22 150 - 39 - 36 - 6 - 37 Amapá 3 28 - 32 7 33 5 59 - 15 4 5 Amazonas 1 32 10 96 3 22 36 12 2 7 10 16 Bahia 18 260 10 322 10 113 5 78 - 64 - 31 Ceará 35 611 - 270 7 316 - 160 5 100 - 140 Distrito Federal 18 482 9 512 6 167 7 188 - 81 - 79 Espírito Santo 1 278 8 334 17 149 13 187 - 14 - 9 Goiás 7 152 12 190 5 64 2 71 - 11 - 9 Maranhão 3 40 6 43 5 41 - 44 - 17 - 13 Mato Grosso 10 133 3 124 1 71 - 48 - - - . Fórum Brasileiro de Segurança Pública..636 104 1.463 559 12. 84 . por medidas privativas de liberdade e sexo Brasil e Unidades da Federação – 2010-2011 Internação Internação Provisória Semiliberdade 2010 2011 2010 2011 2010 2011 Brasil e Unidades da Federação Feminino Masculino Feminino Masculino Feminino Masculino Feminino Masculino Feminino Masculino Feminino Masculino Brasil 578 11.716 272 4. TABELA 39 · Adolescentes em conflito com a lei.

514 388 7.019 59 876 106 1. Total 2010 2011 Feminino Masculino Feminino Masculino 888 16.027 - 570 24 730 16 779 18 441 21 530 12 227 14 270 8 98 6 100 11 204 3 172 24 169 - 204 48 993 51 1.216 12 277 10 351 9 203 19 290 64 1.426 4 55 6 102 55 778 45 869 15 115 7 120 21 839 27 925 5 184 5 209 1 28 1 31 25 409 10 336 300 6.789 2 139 20 105 4 119 20 150 Conclusão 85 .660 20 171 31 366 9 152 22 223 10 76 9 96 6 61 56 124 28 437 15 431 47 1.815 935 18.350 74 1.

63 51 3 13 . 2 3 1 .SPDCA. 1 Bahia 709 524 128 295 303 34 2 . - Santa Catarina 121 44 45 33 25 12 1 7 5 7 .4 5. 3 .665 3. . 24 117 30 38 - Ceará 489 78 140 41 109 46 . 20 46 13 . 4 1 17 2 1 4 . 1 3 Amazonas 11 . 55 38 17 . 7 1 Mato Grosso do Sul 71 49 32 7 17 4 53 13 13 1 .3 1.9 1. 1 2 . 5 13 Maranhão 34 1 23 6 17 2 3 1 11 3 1 5 - Mato Grosso 104 18 20 5 . 12 13 Rio Grande do Norte 73 2 20 4 5 8 6 1 6 4 .2 1. 2 2 2 1 3 . 20 6 . 2 - Paraná 346 162 204 26 37 16 38 26 16 9 6 18 5 Pernambuco 528 320 217 78 126 70 . 9 - São Paulo 3. 2 5 1 Amapá 25 5 31 . 5 2 Minas Gerais 323 305 186 54 113 146 41 31 40 11 38 7 7 Pará 146 12 64 11 38 17 7 8 . 86 .0 2.148 661 543 516 430 288 269 231 164 % 38. 2 . 10 13 Distrito Federal 338 73 70 42 43 52 . 1 . 8 3 3 4 .852 1.2 3. 9 3 8 1 Paraíba 54 34 46 20 66 9 5 3 8 6 .3 1. TABELA 40 · Atos infracionais Brasil e Unidades da Federação – 2011 Atos infracionais Busca e apreensão Homicídio tentado Ameaça de morte Porte de arma de Lesão corporal Roubo tentado Homicídio Latrocínio Estupro Tráfico Outros Roubo Furto fogo Brasil e Unidades da Federação Brasil 8.0 0. . Levantamento nacional do atendimento socioeducativo ao adolescente em conflito com a lei. . 24 4 1 Espírito Santo 208 162 76 23 17 31 17 45 18 9 19 10 6 Goiás 149 30 55 37 12 14 6 5 7 5 . 4 - Alagoas 60 27 13 11 6 7 . 54 28 12 4 20 36 Piauí 41 7 35 15 4 9 1 . 10 1 Rondônia 77 16 40 36 12 13 20 12 22 2 4 3 - Roraima 23 . 4 - Rio Grande do Sul 376 206 115 36 64 53 . 1 2 Tocantins 26 8 29 15 9 7 .415 5.5 2.863 1. 1 .364 158 370 94 72 254 60 87 37 127 33 47 Sergipe 36 7 20 18 9 5 . (-) Fenômeno inexistente. 21 1 .1 26.7 Acre 63 31 10 9 5 21 3 .244 1. 3 7 4 2 6 7 Continua Fonte: Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República – SEDH/PR/Subsecretaria de Promoção dos Direitos da Criança e do Adolescente .6 8. 7 4 7 4 4 Rio de Janeiro 319 378 53 44 11 . Fórum Brasileiro de Segurança Pública. . 92 31 .6 5.

11 . . . . . . . . . . 1 . . . 4 . . . . 952 Rondônia 1 3 . 326 Paraíba . . . . . 1 2 . . . . 1 316 São Paulo 43 6 10 20 30 25 . . 175 Mato Grosso do Sul 1 9 . 2 . .047 Distrito Federal 7 . 2 2. . . . . 1 .3 0. . 2 .2 0. . 36 Santa Catarina . 1. . . . 147 Alagoas . . 3 . .0 0. . 913 Pernambuco 5 4 . . . . . . . 279 Minas Gerais . 35 . Atos infracionais Latrocínio tentado Atentado violento Cárcere Privado Porte de arma Formação de Receptação Sequestro e Estelionato Brasil e Unidades da quadrilha ao pudor branca Dano Total Federação Brasil 105 78 76 75 53 51 9 6 22. . 5 1 . . . 2 2 3 . . 1 . . 812 Espírito Santo 5 15 2 1 1 . . . 1. 2 . 105 2 4 2 3 5 . . 2 8. . . . .4 0. 44 Bahia 17 27 40 .308 Pará .3 0.509 Piauí . . . . 133 Rio Grande do Sul 1 .504 Sergipe .0 100.0 Acre . .2 0.077 % 0. 157 Amapá 3 . 1 3 . 4 . . .292 Ceará . 1 . 1 5 1 4 . . 141 Rio de Janeiro 14 . 1 . . . . . . . 103 Amazonas . . . 2 . . . . . 982 Rio Grande do Norte . 256 Paraná . . 5 . 1 . . 5 . .5 0. . 665 Goiás 6 4 . . 139 Conclusão 87 . . . . . 2 . . 2 . . 109 Mato Grosso . . . . 1. 2 . . . 3 2 3 1 357 Maranhão . . . 5 . 270 Roraima . .

As medidas ensino jurídico.3. Já os atos infracionais juvenil e aos gestores de políticas para a infância equiparados a homicídio levaram à privação de e adolescência. maior parte do país. as medidas privativas de acordo com a Lei 12. Deve-se considerar também a pouca dos adolescentes. em 2010. os programas em meio aberto. internação. Assim. além de Minas Gerais e preconizado pelo ECA e da meta de redução Tocantins. criminalidade e as formas como essa participação Algumas hipóteses podem ser levantadas é percebida pela polícia e pelos operadores do para se compreender o crescimento da taxa de sistema de justiça juvenil. 88 . a fim de que não venham a penetração da doutrina da proteção integral no cometer novos atos infracionais. assistida e prestação de serviço à comunidade). Os dados desta Edição do Anuário indicam o Nesse caso. passando a taxa principal motivo para a privação de liberdade na nacional de 58. para 64. os dados ora publicados reforçam que entre o sistema de justiça juvenil e o sistema há uma grande distância entre o que preconiza o de justiça penal. na faixa etária de 12 a 17 anos) cresceu na maioria O roubo. no qual se verifica acentuada ECA e como agem os operadores da segurança tendência de encarceramento. que regulamenta liberdade podem ser usadas pelos operadores a execução dessas medidas. manteve-se como das unidades da Federação. sobretudo nos Estados desafio aos operadores do sistema de justiça da Região Sudeste. os dados do pública no país. Letras e Ciências Humanas (EFLCH) da Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). compete aos como instrumentos de política criminal em Estados manter os programas de atendimento resposta aos sentimentos de medo e insegurança de adolescentes em privação de liberdade e aos da população e à ausência ou ineficácia de políticas Municípios. chamando a atenção para a necessidade da taxa de internação defendida pelo Conselho de se conhecer melhor as dinâmicas locais que Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente contribuem para a participação de adolescentes na – Conanda. A distância entre o ECA e o sistema socioeducativo no Brasil Liana de Paula 1 1 Socióloga e professora do Departamento de Ciências Sociais da Escola de Filosofia. Nordeste e Sul. A taxa de privados de liberdade por tráfico de drogas (26.594/2012. Em primeiro lugar. As medidas socioeducativas estão previstas mais amplo de endurecimento penal. que perpassa no Estatuto da Criança e do Adolescente como todo o sistema de justiça e independe da idade dos formas de responsabilização e de integração social infratores. por sua vez. ficando em segundo lugar como internação por 100 mil adolescentes (população motivo da privação de liberdade). uma vez que se distancia do liberdade principalmente em Estados das Regiões princípio de excepcionalidade dessa medida Norte. os dados do Anuário chamam a crescimento da aplicação das medidas privativas atenção para a porcentagem de adolescentes de liberdade na maior parte do país.6% adolescentes em cumprimento de medida de do total nacional. preventivas implementadas pelo poder executivo. De Em segundo lugar. muitas vezes motivados pelo Anuário reforçam a existência de um movimento senso comum e pelo impacto de casos midiáticos. de modo que as especificidades podem ser privativas de liberdade (internação do direito e da justiça juvenis são pouco tratadas na e semiliberdade) ou em meio aberto (liberdade formação dos futuros operadores desse sistema. há uma aproximação Por fim.1 em 2011. não obstante as ocorrências Esse crescimento coloca-se como um grande de tráfico de drogas.

89 .

6 Maranhão 217 39 41 18.5 88.273 22.4 12.8 68.8 Rio Grande do Sul 496 56 59 11.8 73 68 93.9 56 57 71.0 . .2 Minas Gerais 853 154 150 18.0 18.2 Ceará 184 46 51 25. Absolutos Ns.1 17.8 9.2 130 129 93.1 São Paulo 645 225 215 34.3 15 11 93.5 92.0 100.6 40.0 72. 90 . .5 Paraná 399 90 94 22.3 78. municípios TABELA 41 · Número de municípios com estrutura na área de segurança pública Brasil e Unidades da Federação – 2009-2012 Municípios por presença ou não de estrutura específica na área de segurança Municípios que não possuem Municípios com estrutura estrutura específica na área de específica na área de segurança segurança Porcentagem Porcentagem Ns.2 39.7 Rio Grande do Norte 167 12 17 7.0 Amapá 16 1 5 6.3 96.7 72.9 33.0 27.5 21.9 86.8 127 119 88.3 31.5 78.9 4.3 27.3 61 59 81. .5 Mato Grosso do Sul 78 5 10 6. Pesquisa de Informações Básicas Conclusão Municipais 2009 e 2012.1 Acre 22 .7 14 11 93.1 66.2 16. (-) Fenômeno inexistente.5 52.1 Mato Grosso 141 14 19 9.6 23.9 77.4 Pernambuco 185 67 73 36.7 26.7 Sergipe 75 14 16 18. Fórum Brasileiro de Segurança Pública.4 Pará 143 16 24 11.8 268 255 64.8 89.0 100.3 420 430 65.1 13.5 Piauí 224 135 61 60.1 Rondônia 52 4 2 7. - Espírito Santo 78 22 21 28.7 3. .3 61.8 83.5 127 122 90.334 4.0 Alagoas 102 24 49 23.8 48 50 92.2 10.8 73.4 59.3 73.5 197 193 88.0 78 53 76.6 699 703 81. .9 178 176 82.9 270 264 92.9 13.7 21.0 81.3 Distrito Federal 1 1 1 100.2 89 163 39.3 43 37 69.4 231 213 93.7 Tocantins 139 9 10 6.1 22.7 13.8 Amazonas 62 19 25 30.6 309 305 77.IBGE.2 26.7 Bahia 417 149 162 35.230 1.7 38.3 29 20 31.8 60.9 439 437 88.2 Roraima 15 1 4 6.565 1. Absolutos (%) (%) Total de Unidades da Federação municípios 2009 2012 2009 2012 2009 2012 2009 2012 Brasil 5.5 7.8 Fonte: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística .5 118 112 63.5 48.4 76.3 Santa Catarina 293 23 29 7.8 Rio de Janeiro 92 63 72 68.2 Paraíba 223 26 30 11.1 Goiás 246 15 33 6.2 155 150 92.2 90.292 77.3 11.9 82.3 86.7 138 133 75.6 87. 22 22 100.1 86.

. .0 19 13.9 10 9.8 10 7.0 28 7.7 1 0.2 7 11. . - Rio de Janeiro 92 7 7.7 Maranhão 217 5 2.6 12 5. . .5 2 3.6 42 4. . .3 Piauí 224 3 1.3 Distrito Federal 1 .5 1 1. .5 3 1.4 1 0. .7 São Paulo 645 30 4.6 Acre 22 .3 5 8.7 9 11.1 8 2.6 Sergipe 75 4 5.8 Amapá 16 .1 Bahia 417 12 2.1 23 9.2 Rio Grande do Sul 496 27 5.2 1 0. 2 2.4 13 16.4 Paraná 399 25 6. Abs. . 1 6. % Ns.4 230 4.2 4 2. .5 Mato Grosso do Sul 78 .9 7 5.0 Pernambuco 185 1 0. . .6 1 1.1 329 5.2 Rondônia 52 6 11. (-) Fenômeno inexistente.8 8 7.9 3 1.6 17 9.IBGE. 1 - Espírito Santo 78 12 15.9 14 3.3 28 7. .7 2 2. .8 1 1. Fórum Brasileiro de Segurança Pública.0 Paraíba 223 . .7 Tocantins 139 4 2.9 44 5.9 4 3. .3 1 1.6 15 16.9 310 5.2 8 4.7 48 5.3 5 6.7 Santa Catarina 293 10 3.4 18 4.7 33 5. . 91 .6 2 1. 1 0.7 4 2. - Alagoas 102 5 4.9 . TABELA 42 · Número de municípios com Fundo Municipal de Segurança e Plano Municipal de Segurança Brasil e Unidades da Federação – 2009-2012 Fundo Municipal de Segurança Plano Municipal de Segurança 2009 2012 2009 2012 Total de Unidades da Federação municípios Ns.5 7 9.3 6 2. % Ns. 1 0.2 Pará 143 1 0. . . .4 24 4.8 21 4.3 .8 Roraima 15 .9 2 3.6 1 0.3 13 3. .8 21 14. Abs. Abs.565 246 4.6 Ceará 184 4 2.3 Minas Gerais 853 40 4. Pesquisa de Informações Conclusão Básicas Municipais 2009 e 2012. - Amazonas 62 4 6. % Brasil 5.6 3 3. .3 Rio Grande do Norte 167 2 1. .5 6 11.5 Mato Grosso 141 18 12.4 10 3.4 1 0.4 9 3. Abs.3 2 0.8 10 4. .2 16 3. % Ns.0 Goiás 246 26 10.0 6 3.7 1 0.6 20 8.1 18 19.3 19 4.4 75 11.2 11 6.7 Fonte: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística .3 19 7.1 80 12.

1 Rondônia 1 1 32 24 54.9 20.2 352 417 7.2 40 66 21.382 4. .8 87.0 87.115 85. .5 535 245 24. .8 136 139 18.8 92.7 Paraná 24 31 3.0 12. por sexo Brasil e Unidades da Federação – 2009-2012 Municípios Efetivo Guarda Municipal com Guarda Municipal Homens Mulheres Ns.1 92.0 88.0 27 26 45.4 195 205 7.7 103 589 10.3 Tocantins 4 5 269 260 87.5 Fonte: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística .1 79.3 10.9 304 336 13. - Alagoas 36 43 1. .2 48.2 Distrito Federal . . TABELA 43 · Número de municípios com Guardas Municipais e seu efetivo.4 582 801 6.8 73.489 92.1 Rio Grande do Norte 15 20 884 1.4 330 274 15.4 Acre . .8 4.2 86.630 3.6 87. (2) Inclusive os sem declaração de sexo.9 7.857 13.6 91.413 2.6 91. .4 88. 92 .642 14.5 39 37 12.2 149 164 14.2 12.2 12.4 8.0 11.3 São Paulo 188 208 20.2 26.6 11.840 17.4 14.3 10 25 4.0 Roraima 1 3 221 299 95. - Espírito Santo 8 10 1.394 4.6 Paraíba 24 29 1.025 2.2 84.5 Bahia 160 170 8.7 89.5 86.1 Amapá 3 4 602 584 81.5 10. (-) Fenômeno inexistente.9 130 351 5.8 13.6 Ceará 55 64 3. . .775 85.8 Rio Grande do Sul 23 25 1.514 2. (1) Número inferido a partir da diferença entre o total e a soma de declarados homens e mulheres.928 13.006 939 90.1 335 374 14.603 89. Fórum Brasileiro de Segurança Pública.468 91.817 82.673 1.5 13.8 28. .8 Mato Grosso do Sul 6 5 749 1.305 84.7 112 120 10.8 87.716 75.5 83.710 93. .7 131 143 23.6 Pará 15 20 1.525 13.IBGE.7 Santa Catarina 9 15 418 563 76.2 21 19 10. .5 16.257 86.452 89.1 373 558 10.7 12.3 100 143 6. .328 92.5 89.544 58.474 90.998 2.2 7.4 85.2 83 217 10.4 12.495 89.6 11.8 Rio de Janeiro 68 74 11.3 81. Pesquisa de Informações Básicas Continua Municipais 2009 e 2012.8 581 582 13.5 8.8 Piauí 13 12 178 142 89.850 4.290 85.932 2. Absolutos % Unidades da Federação 2009 2012 2009 2012 2009 2012 2009 2012 2009 2012 Brasil 865 993 73.6 Maranhão 55 72 1.4 12.180 3.8 15.2 71.441 86.3 Goiás 5 7 2.7 18. .420 21.9 Pernambuco 42 50 4.9 Mato Grosso 5 7 149 180 78.310 85.7 92.3 7. Absolutos Ns.156 8.826 2.3 87.2 Sergipe 16 20 850 1.6 80.352 1.8 52.8 Minas Gerais 54 59 3.4 19.9 2.4 450 544 10.3 87.624 82. .2 Amazonas 35 39 1. Absolutos % Ns. .

. . . .953 16. . . .033 1. 24. Absolutos % Ns. . . .709 2. . . 549 706 São Paulo . 1.553 4. . .802 26. 86.300 5. 832 1. .579 Paraíba . . 4. . 36.199 96. 199 161 Rio de Janeiro .267 2. 189 246 Mato Grosso do Sul .279 Rio Grande do Sul . . 4.895 Amapá . . . 8. . . 59 50 Roraima . Efetivo Guarda Municipal Não declarado (1) Total (2) Ns.084 Tocantins . . . . . . 738 723 Amazonas .050 . . . . . 2.156 2.9 . . . 1.691 Minas Gerais . . 2.302 2. .417 Rio Grande do Norte . . 231 324 Santa Catarina . . . - Alagoas 880 . . . . . . 13. 2. . . .745 Piauí .908 9. 4. . . 3.211 3.147 Pará . .694 Maranhão .010 Pernambuco .452 1. 308 297 Conclusão 93 . . . . 2. .684 Mato Grosso .118 1.853 Paraná . . 2. . .839 Distrito Federal . . - Espírito Santo .777 Rondônia . . Absolutos Unidades da Federação 2009 2012 2009 2012 2009 2012 Brasil 1. .059 Goiás .2 .423 2. . .208 1. .147 Acre . . . . . 1. . . . 1. . . . .269 Ceará . 1. . .746 4. 953 2.3 .961 Bahia 170 . 2. .657 Sergipe . .

.8 Acre . 100.7 Amapá 3 4 3 4 2 4 .7 Pará 15 20 11 13 8 10 2 2 1 3 93. .8 16.2 65. .2 83.3 8.8 100. . . 83.2 16.3 85.0 4.5 20.0 100. 4. - Fonte: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística .8 12.7 Rio de Janeiro 68 74 35 47 30 23 15 28 11 5 83. - Maranhão 55 72 35 51 14 22 8 12 8 8 85. 33. - Roraima 1 3 1 2 1 1 .0 Goiás 5 7 3 5 4 5 1 2 .0 100. Conclusão Fórum Brasileiro de Segurança Pública (-) Fenômeno inexistente.0 Rondônia 1 1 1 1 1 1 . .0 100.0 100.7 15.0 100. .1 98. . 100.0 37. Absolutos Sim (2) Não Unidades da Federação 2009 2012 2009 2012 2009 2012 2009 2012 2009 2012 2009 2012 2009 2012 Brasil 865 993 472 606 351 402 166 221 159 137 81. - Espírito Santo 8 10 6 6 3 6 1 1 1 1 87.2 Sergipe 16 20 7 12 2 3 4 2 6 7 62. .7 80.5 Paraná 24 31 16 22 13 16 6 6 1 . Absolutos Ns. . 1 100.3 4.5 Ceará 55 64 40 53 15 18 10 8 7 4 87. .3 100.6 86.7 95. 100.8 34.5 88.0 Paraíba 24 29 6 13 3 8 5 4 11 10 54.0 Rio Grande do Sul 23 25 13 15 14 14 6 5 . 1 100.0 66.0 Tocantins 4 5 4 4 4 3 . .3 20. 100. (1) Pode ter realizado mais de um treinamento ou capacitação.5 35. . .6 12. .2 - Pernambuco 42 50 15 28 15 19 9 15 12 6 71. Absolutos Ns. .4 13. Pesquisa de Informações Básicas Municipais 2009 e 2012.3 92.2 6.5 10. Absolutos Ns.0 .4 33. . .0 6.0 20.0 16.8 Rio Grande do Norte 15 20 9 13 2 7 1 3 5 4 66. .1 Mato Grosso 5 7 4 6 3 2 .0 33. .3 1.0 .3 São Paulo 188 208 128 144 116 132 44 45 7 15 96.5 45.7 6. .9 14. 95. .0 . 3 4 2 69.8 3.2 13. . - Alagoas 36 43 20 29 19 19 8 14 3 2 91. 1 . 3 .7 7.0 96.0 79.7 - Minas Gerais 54 59 40 46 28 28 11 13 1 1 98.5 11.7 .7 22.3 93. .IBGE.3 30. (2) Porcentagem calculada a partir da diferença entre o número absoluto de municípios com guarda municipal e o número absoluto de municípios com guarda municipal que declararam não treiná-la ou capacitá-la. . .0 . .0 28. . Absolutos Ns. . TABELA 44 · Número de municípios com Guarda Municipal e realização de treinamento ou capacitação Brasil e Unidades da Federação – 2009-2012 Realização de treinamento ou capacitação (1) Municípios com Guarda Porcentagem de municípios cuja Na ocasião do Não é treinada Municipal Periodicamente Ocasionalmente Guarda Municipal realiza ou não ingresso ou capacitada treinamento ou capacitação Ns.3 Distrito Federal . . - Amazonas 35 39 10 18 13 8 8 10 7 8 80.5 Bahia 160 170 47 52 31 39 24 41 71 57 55.6 66. .5 44.8 86. . 94 . .0 . .4 88.0 12. .8 93.0 Piauí 13 12 9 6 2 3 .0 .5 90. 100.9 1.2 18.3 Santa Catarina 9 15 6 12 5 8 1 2 2 2 77. - Mato Grosso do Sul 6 5 3 4 3 3 2 1 1 .5 65.

Gráfico 02 Municípios por realização de treinamento ou capacitação das Guardas Municipais 700 606 600 500 472 402 400 351 300 221 200 166 159 137 100 0 Na ocasião do Periodicamente Ocasionalmente Não é treinada ou ingresso capacitada 2009 2012 95 .

8 76.8 80.8 Mato Grosso 5 7 2 4 .6 66. . . 2 2 2 1 1 75.2 80. .7 45.0 85. (-) Fenômeno inexistente.0 20.3 52.0 Fonte: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística . (2) Na Pesquisa de Informações Básicas Municipais 2009 a categoria aparece como "Interno e Externo". 2 2 3 2 1 60. .0 80.0 Roraima 1 3 1 1 .1 38. . .8 19.0 Bahia 160 170 20 19 4 11 5 43 131 105 18.8 Ceará 55 64 8 18 2 11 3 24 42 20 23.3 . Pesquisa de Informações Básicas Municipais 2009 e 2012. TABELA 45 · Número de municípios com Guarda Municipal e órgão de controle Brasil e Unidades da Federação – 2009 e 2012 Órgão de Controle (1) Municípios com Guarda Porcentagem de municípios cuja Municipal Interno Externo Outro tipo (2) Não possui Guarda Municipal possui ou não Órgão de Controle Ns. 3 2 62.1 41.3 São Paulo 188 208 26 101 17 92 57 50 88 42 53. 2 . . Fórum Conclusão Brasileiro de Segurança Pública. . .5 52. .5 47. 1 2 5 12 14 20.3 92. .8 46. 6 4 . 33.8 20.7 - Minas Gerais 54 59 11 16 3 8 4 14 36 27 33.6 68.0 Paraná 24 31 3 19 2 14 8 6 11 6 54.0 64. 1 1 11 16 31.3 69.7 48.6 45.0 55.9 39.3 50.7 Acre .0 37.5 86.0 Piauí 13 12 . 2 2 33.0 14. . .9 61. .0 Tocantins 4 5 1 1 . . .7 Santa Catarina 9 15 1 4 2 5 2 5 4 5 55.0 66. 1 .4 75.4 60. Absolutos Ns. 4 20 20 16. . .0 Rondônia 1 1 . .4 56.0 Paraíba 24 29 4 5 . . . .7 50. . .0 30.6 43.7 33.0 80.0 70. 2 1 9 12 9 20. 66.8 Pará 15 20 2 3 . .4 Pernambuco 42 50 5 10 4 10 6 11 27 26 35. .0 47.1 60. Absolutos Sim (3) Não Unidades da Federação 2009 2012 2009 2012 2009 2012 2009 2012 2009 2012 2009 2012 2009 2012 Brasil 865 993 117 262 43 209 120 258 585 434 32. . 33. .0 25. 3 . .7 Rio de Janeiro 68 74 6 12 4 18 7 21 51 33 25.3 67.3 100. (3) Porcentagem calculada a partir da diferença entre o número absoluto de municípios com guarda municipal e o número absoluto de municípios com guarda municipal que declararam não possuir órgão de controle. (1) Pode existir mais de um órgão de controle. 100. Absolutos Ns. Absolutos Ns.2 79. .3 Maranhão 55 72 10 5 1 3 3 27 41 38 25.2 81.5 Amapá 3 4 1 2 . . .0 68.7 31.0 80.0 28.3 20.2 74.3 Distrito Federal . - Alagoas 36 43 2 3 1 4 2 13 31 26 13. 96 .8 20.9 59.3 66. .2 Sergipe 16 20 4 3 .0 82. Absolutos Ns.0 71. .4 31.5 20. 2 .0 Goiás 5 7 1 3 .2 66. 1 1 2 4 .0 66.0 55. .0 83.0 45. 1 3 2 40.0 Rio Grande do Sul 23 25 2 15 1 14 9 4 11 5 52. . .0 Amazonas 35 39 4 5 2 . 1 1 2 12 8 7.0 100.7 44.6 Rio Grande do Norte 15 20 1 1 .IBGE. . - Espírito Santo 8 10 1 7 .4 33.3 54. .5 80.7 40. 1 1 .6 Mato Grosso do Sul 6 5 1 3 .0 44. 11 29 23 17.2 80.

7% 2009 32.6% 0% 10% 20% 30% 40% 50% 60% 70% 80% 90% 100% Sim Não 97 .Gráfico 03 Porcentagem de municípios cuja Guarda Municipai possui ou não Órgão de Controle Brasil – 2009-2012 2012 56.3% 43.4% 67.

3 Acre .2 64. . 1 .8 36. .6 39.6 53. 1 100.0 34. .0 40. .0 33. .0 Goiás 5 7 .7 50.4 48.6 51. 31 39 .5 41. 7 6 1 1 5 5 61. .7 48. 98 . (3) Número de guardas municipais que utilizam apenas armas de fogo confirmado na Base de Dados da Pesquisa de Informações Básicas Municipais 2012. 1 2 .4 46.8 41.8 36.5 58. .0 66.0 Minas Gerais 54 59 . . . . Absolutos Ns.3 55. . . 29 32 47.3 35. .5 41. . 1 100. - Alagoas 36 43 . (-) Fenômeno inexistente.4 44.4 Mato Grosso 5 7 . Absolutos Ns.5 56.2 64.7 Rio de Janeiro 68 74 .9 63. . Absolutos Ns. 32 33 4 .1 Pará 15 20 . 17 20 51. . . .2 58.0 14.0 45. 2 3 .0 100.0 Roraima 1 3 . 3 5 62. de acordo com a Base de Dados das Pesquisa de Informações Básicas Municipais 2009 e 2012.0 66. . . 19 31 1 1 16 11 55. . .5 50.0 Piauí 13 12 . . 1 2 1 1 3 4 40. 1 .7 44.0 Amazonas 35 39 . 2 10 15 37.7 40. (1) Desconsidera os municípios com guarda municipal que.0 20.4 25. .1 Rio Grande do Norte 15 20 1 . 100. 2 2 33. .9 Ceará 55 64 .7 55.0 45.6 74. 1 3 3 1 3 5 8 44.6 Paraná 24 31 3 3 5 11 4 5 11 12 54. .4 74.0 Sergipe 16 20 2 1 4 2 .9 60. . não disponibilizaram esta informação. .1 Distrito Federal .9 43.3 45. 3 6 .4 37.0 85.4 60.7 65.3 38. Conclusão Fórum Brasileiro de Segurança Pública. . .6 52.3 44. . . .0 37.6 Amapá 3 4 . . .4 47. 8 9 1 2 6 9 60. 33. - Espírito Santo 8 10 1 1 3 4 1 .7 Pernambuco 42 50 . .0 . 2 1 60.7 55.0 55. (2) Porcentagem calculada a partir da diferença entre o número absoluto de municípios com guarda municipal e o número absoluto de municípios com guarda municipal que declararam não utilizar nenhum tipo de arma. . 21 15 2 3 19 32 54. - Fonte: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística.0 57. .0 62. .0 80. 24 25 56. 23 28 2 3 43 43 36. 1 3 1 50.0 Tocantins 4 5 1 .0 Rondônia 1 1 .2 61. 100. 2 14 7 1 3 9 17 62. . TABELA 46 · Número de municípios com Guarda Municipal por tipo de arma utilizada Brasil e Unidades da Federação – 2009 e 2012 Tipo de arma utilizada (1) Municípios com Guarda Porcentagem de municípios cuja Apenas arma de Apenas armas Armas de fogo e Nenhum tipo de Municipal Guarda Municipal utiliza ou não fogo não letais não letais arma algum tipo de arma Ns.0 42. 18 19 .3 Bahia 160 170 1 1 59 75 3 3 97 90 39. .5 50.0 50.5 58. .8 38.3 50.3 Maranhão 55 72 4 1 19 39 3 . .5 43.0 .1 Mato Grosso do Sul 6 5 1 . 3 4 .9 33.6 52.0 Rio Grande do Sul 23 25 3 2 7 6 5 8 8 9 65.7 .3 São Paulo 188 208 41 26 45 51 52 77 50 54 73. 1 2 .3 Santa Catarina 9 15 .6 26.1 60. Absolutos Sim (2) Não Unidades da Federação 2009 2012 2009 2012 2009 2012 2009 2012 2009 2012 2009 2012 2009 2012 Brasil 865 993 58 38 338 409 83 115 385 430 55. Absolutos Ns. .5 75. .0 26.7 44. .0 Paraíba 24 29 . .5 25. Pesquisa de Informações Básicas Municipais 2012 . . 8 12 1 1 5 7 66. 18 26 66.

3% 0% 10% 20% 30% 40% 50% 60% 70% 80% 90% 100% Não utilizam armas de fogo Utilizam armas de fogo Nota: A categoria "utilizam armas de fogo" inclui as categorias "Apenas armas de fogo" e "Armas de fogo e não letais".5% 2012 15. a categoria "não utilizam armas de fogo" inclui as categorias "Apenas armas não letais" e "Nenhum tipo de arma". 99 .Gráfico 04 Porcentagem de Guardas Municipais que utilizam armas de fogo Brasil – 2009-2012 84.6% 2009 16.4% 83.

Abs. 2006. (1) Em 2002 e 2004 havia 139 municipios no estado do Mato Grosso. TABELA 47 · Número de municípios com Guarda Municipal em 2002. Ns. 100 . Conclusão 2004. Brasil 5. Ns. Abs. (3) Em 2002 e 2004 havia 222 municípios no estado do Piauí. Abs. Fórum Brasileiro de Segurança Pública. 2004. 2006. . . (-) Fenômeno inexistente. Ns. . .565 985 950 786 865 993 Acre 22 .IBGE. Ns. 2009 e 2012. Abs. (2) Em 2002 e 2004 havia 77 municípios no estado do Mato Grosso do Sul. - Alagoas 102 21 26 24 36 43 Amapá 16 2 2 2 3 4 Amazonas 62 35 30 40 35 39 Bahia 417 201 188 126 160 170 Ceará 184 49 54 51 55 64 Distrito Federal 1 . - Espírito Santo 78 15 10 7 8 10 Goiás 246 29 14 6 5 7 Maranhão 217 42 45 56 55 72 Mato Grosso (1) 141 8 5 5 5 7 Mato Grosso do Sul (2) 78 7 4 5 6 5 Minas Gerais 853 31 41 41 54 59 Pará 143 27 25 13 15 20 Paraíba 223 34 27 21 24 29 Paraná 399 36 18 19 24 31 Pernambuco 185 66 61 44 42 50 Piauí (3) 224 12 13 13 13 12 Rio de Janeiro 92 57 67 66 68 74 Rio Grande do Norte 167 13 21 13 15 20 Rio Grande do Sul 496 61 65 24 23 25 Rondônia 52 4 1 1 1 1 Roraima 15 1 2 1 1 3 Santa Catarina 293 19 12 10 9 15 São Paulo 645 192 194 185 188 208 Sergipe 75 19 22 10 16 20 Tocantins 139 4 3 3 4 5 Fonte: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística . . . Abs. em 2006. havia 223. Pesquisa de Informações Básicas Municipais 2002. 2009 e 2012 Brasil e Unidades da Federação Municípios com Guarda Municipal 2002 2004 2006 2009 2012 Total de Unidades da Federação Municípios Ns.

Gráfico 05 Número de municípios que possuem Guarda Municipal Brasil 985 993 1000 950 865 786 800 600 400 200 0 2002 2004 2006 2009 2012 101 .

como preconiza a realidades locais e aos anseios da população. a assunção perpassam a busca por novas identidades e de novas responsabilidades por parte dos reconhecimentos dessa nova agência municipal municípios na área da segurança pública. a reprodução de práticas profissionais As vastas e diversificadas características tradicionais advindas da colonização dos seus desses novos modelos de gestão e arranjos saberes corporativos pelas forças policiais. papel(is) e. As ambiguidades constitucionais e legais e a seu fazer cotidiano (de que é exemplo o tipo forumseguranca. nos últimos cinco anos. desde meados da década de de identidades e práticas socioprofissionais que noventa do século XX. portanto. mais recentemente. a assunção da entre outros aspectos. a noção de processo e de Guardas Municipais como novo ator social do dito movimento que melhor explicita a trajetória sistema de segurança pública no país. trazidos à baila de 15%) e. consequentemente. Mestre em Direito. Membro do Conselho de Administração do Fórum Brasileiro de Segurança Pública. entretanto. política nacional de segurança pública. através da produção de diagnósticos (vide o Substitutivo ao PL n. 102 . do Conselho Nacional de Segurança Pública e do Conselho Estadual de Desenvolvimento Econômico e Social do Rio Grande do Sul. caráter eminentemente quantitativo. a profusão empiricamente. configuram político-institucional de fortalecimento dos o nó górdio dessa problemática. No mais das vezes. retratam uma tendência verificada. com a inclusão da maior diversidade possível Pelo contrário. Consultor PNUD/SENASP. escorço de análise mais detido e renovado acerca. Isso porque o crescimento Pode-se afirmar que a expansão. diferentes regiões do Brasil. que se confunde com a opacidade do 2 consulte: http://www2. Diretor de Inovação do Instituto Fidedigna. municípios na segurança pública. gradativa e vegetativo do número de Guardas Municipais em processual.org. no intersetorial e interagencial. a falta de normatividade de atores. pelo seu 2013. comum.º 1332/2003) e de planos locais participativos de intervenção dificulta a accountability. da segurança pública. não garante per se uma perfomance expressa uma expectativa mais ampla de que qualitativa baseada na prevenção das violências as políticas de segurança devam-se adequar às e na promoção dos direitos. do seu efetivo no Anuário Brasileiro de Segurança Pública (em cerca de 11%). Os municípios na segurança pública Eduardo Pazinato 1 1 Advogado. demandam um especialmente das Polícias Militares. por conseguinte. qual seja.br/em-breve vagueza teórica e conceitual que permeiam o(s) de arma utilizada). deslegitima o centrados na integração interinstitucional. Professor-coordenador do Núcleo de Segurança Cidadã da Faculdade de Direito de Santa Maria (Fadisma). Os dados da Pesquisa de Informações referência da pesquisa Munic apontam para o Básicas Municipais (Munic). crescimento do número absoluto de municípios periodicamente. mas ainda olvidam. limite. assim como do As possibilidades interpretativas que se percurso sociopolítico das Guardas Municipais descortinam com o acesso a esse quadro de (em disputa). pelo Instituto Brasileiro de que criaram suas Guardas Municipais (na ordem Geografia e Estatística (IBGE). a legitimidade das É. trabalho das Guardas Municipais e implica. produzida. organizacionais. observada. no da segurança pública e Guardas Municipais nordeste. com destaque para do número de municípios com estrutura na área os eixos sul-sudeste e. do lugar ou dos vários prerrogativa de uma Guarda Municipal preventiva lugares (e não lugares) ocupados pelas Guardas encerra a construção de um traço identitário Municipais nesse contexto2.

103 .

9 Piores Avaliadas Congresso Nacional 78.7 Melhores Avaliadas Forças Armadas 24. (2) A categoria confiável foi criada a partir das respostas de "confiável" e "muito confiável". realizado em sete estados brasileiros e no Distrito Federal.5 50. 2012 / 1º sem.9 21.ICJBrasil.1 29.1 95.1 81. Pernambuco.3 34. Os relatórios do ICJBrasil podem ser acompanhados em http://direitogv.5 70. Rio de Janeiro.5 18.4 Conclusão Fonte: Índice de Confiança na Justiça Brasileira . confiança na polícia TABELA 48 · Confiança nas Instituições 1º sem.6 65.1 4.5 Polícia 61.br/ publicacoes/icj-brasil.5 38. Nota: As Unidades da Federação que compõem a amostra da pesquisa são Amazonas.3 49. 104 . O Índice de Confiança na Justiça brasileira – ICJBrasil – é um levantamento estatístico de natureza qualitativa. Bahia. pesquisa desenvolvida pela Escola de Direito de São Paulo da Fundação Getulio Vargas. Minas Gerais.9 Igreja Católica 42. (1) A categoria não confiável foi criada a partir das respostas de "nada confiável" e "pouco confiável". Escola de Direito de São Paulo da Fundação Getúlio Vargas. São Paulo. Os dados que compõem esse banco fazem parte do ICJBrasil. Rio Grande do Sul e Distrito Federal. O seu objetivo é acompanhar de forma sistemática o sentimento da população em relação ao Judiciário brasileiro.5 57.7 75.9 6. com base em amostra representativa da população.fgv. 2013 Confiança nas Instituições 1º sem 2012 1º sem 2013 Instituições Não confiável (1) Confiável (2) Não confiável (1) Confiável (2) Partidos Políticos 93.

1% Não confiável Confiável 105 .9% 70.Gráfico 06 Índice de Confiança nas Polícias Brasileiras 1º sem. de 2013 29.

movimento liderado pela Fun- mais violência. grande burocracia e ineficiência que se manifesta zada pela Escola de Direito da Fundação Getúlio quando um cidadão procura a polícia. Conectas o crime compensa e da impunidade. Primeiro. Nos EUA. Instituto Sou da Paz. intitulado “O Brasil Que na polícia. Não é Vargas e apresentados no Anuário Brasileiro de incomum uma pessoa passar horas em Distritos Segurança Pública a respeito da confiança nas Policiais para registrar uma simples ocorrência. 106 . quer democracia e os dados sobre a descon- A desconfiança na polícia é um problema fiança da população nestas instituições são sério. O dado neste ano terminaram por reforçar ainda mais é alarmante: 70% dos entrevistados disseram a imagem de uma polícia truculenta. problemas por conta própria. a baixa confiança dação Getúlio Vargas. Um segundo aspecto é a Confiança na Justiça brasileira – ICJBrasil. Vale decréscimo da confiança das instituições no ainda lembrar que os constantes confrontos Brasil. do qual fazem parte entidades como tituições da Justiça. des ao longo de 2013 na tentativa de debater o cidos. a polícia teve uma diminuição da confiança entre PMs e manifestantes que aconteceram de expressivos 9 pontos percentuais. a instituição quando são vítimas de crimes. está promovendo uma série de ativida- mente na desconfiança nas polícias são conhe. a BBC revelou que 82% dos internet que mostram policiais e manifestantes Ingleses confiavam em sua polícia em outubro em uma espiral de violência que precisa ser de 2013. A sua frente estão apenas os partidos mente as Militares. eleva a percepção de que Fórum Brasileiro de Segurança Pública. Os dados produzidos pela pesquisa Índice de seja desacreditado. que faz com que o trabalho policial um novo modelo de polícia para o país. Direitos Humanos. Pesquisador Visitante no Gothenburg Research Institute – Suécia. Há um não confiar nas polícias brasileiras. instituições revela que as polícias brasileiras Para piorar o quadro. entre Alguns dos fatores que impactam direta. Respeito e (Des)Confiança na Polícia Rafael Alcadipani 1 1 Prof. Além disso. Isto tornando-as instituições efetivamente transpa- abre espaço para que queiram resolver os seus rentes e garantidoras de direitos. que apenas 12% possuem baixa confiança na Polícia é instituição fundamental para qual- polícia do país este ano. Embora do ainda é comumente temida e vista enquanto ano de 2012 para 2013 tenha ocorrido um geral uma instituição que comete injustiças. a baixa taxa de resolução dos quadro atual da segurança pública e refletir sobre crimes. Para se ter número expressivo de vídeos circulando na um comparativo. outros. combinada à desconfiança nas ins. No imaginário popular. o que pode gerar Não à toa. reali. Adjunto da Linha de Pesquisa em Estudos Organizacionais da Escola de Administração de Empresas de São Paulo da FGV. polícia políticos e o Congresso Nacional. há a imagem de violência estão entre as instituições menos confiáveis que está atrelada às polícias brasileiras. Ela eleva a sensação de insegurança e a evidência de que o modelo de segurança também faz com que as pessoas evitem procurar pública brasileiro precisa de reformas urgentes. principal- do país. o Instituto Galloup mostrou interrompida. Queremos”.

107 .

108 .

parte 2 Sob Fogo Cruzado: um padrão inaceitável de atuação das polícias brasileiras 109 .

Desde o início de 2013. muitas Secretarias de Segurança Pública não registram informações objetivas como o número de óbitos. Mesmo entre os que enviaram. qualificar ao máximo as informações contidas nas tabelas. nem mesmo as instâncias es- taduais têm consenso sobre as categorias que utilizam. tentou-se. Em vários casos. Por exemplo. seus relacionamentos e o desempenho de sua profissão. os dados apresentados neste texto tratam apenas da morte violenta de policiais no exercício de suas funções e fora dele. Sob Fogo Cruzado I: vitimização de policiais militares e civis brasileiros Edinilsa Ramos de Souza 1 Maria Cecília de Souza Minayo 2 1 Pesquisadora do Claves/Fundação Oswaldo Cruz. Introdução O conceito de vitimização. o Fórum Brasileiro de Segurança Pública tem solicitado às Secretarias Estaduais de Segurança Pública e Defesa Social que produzam uma série histórica de vitimização e letalidade policial. começaram a apontá-los corretamente apenas nos últimos dois a três anos. ainda assim. dar-lhes coerência e realizar uma análise descritiva. refere-se a policiais que sofrem le- sões e traumas no exercício da profissão e às consequências que os fatos traumáticos trazem para si. ainda que preliminar. Apesar da importância do conhecimento dos problemas da vitimização para as instituições poli- ciais – uma vez que suas consequências afetam sua missão constitucional de proteger a sociedade e de investigar e prevenir crimes e delinquências – apenas muito recentemente o tema entrou na agenda da Segurança Pública. Assim. de modo amplo e abrangente. não sabem como seus dados são gerados nem confiam neles. os dados apresentados pelos Estados à Secretaria Nacional de Segurança Pública (Se- nasp) sobre a morte de policiais em serviço ou fora dele mostram-se pouco consistentes. sua família. e outras. Contudo. outras o fazem de forma intermitente. Os órgãos que não enviaram os dados até agosto foram acionados pela lei de acesso à informação e. ainda. neste trabalho. 2 Pesquisadora Titular do Claves/Fundação Oswaldo Cruz. Nesse contexto. existem divergências quanto ao uso de categorias e quanto ao que foi informado ao Sistema Nacional de Estatísticas em Segurança Pública e Justiça Criminal (SINESPJC) nos últimos anos. para sua saúde. outros ainda incluíram “policiais que tiveram morte natural em serviço”. Editora científica da revista Ciência & Saúde coletiva da Associação Brasileira de Saúde Coletiva. Não foi tarefa fácil. 110 . alguns Estados simplesmente enviaram informações sobre “policiais mortos em serviço”. outros informaram adicionalmente os que morreram nos seus dias de folga. de modo a im- pedir a comparação dos dados. alguns se omitiram. o que prejudica o mapeamento correto dos óbitos em confronto. confusa. Ou seja.

como é o caso das grandes cida- mântico tradicionalmente centrado na palavra des no Brasil. ser vivo sacrificado para satisfazer os desejos do aos registros de lesões e traumas físicos e de alguma divindade. 111 . por suas famílias. tarefa da consequência de sua missão constitucional ou Senasp que deveria servir ao planejamento vol. que algumas situações tornam esses profissionais mais vulneráveis: treinamento para o confronto. Também se sabe. inadequadas condições de trabalho. Diante do fato de que os dados de mor. dos armamentos e das estratégias de ação. tentativas de homicídio. apontam-se dequadas condições de trabalho. embates com gangues de delinquentes armados e prontos para o combate de vida ou morte. Nos espaços sociais complexos e Vitimização faz parte de um campo se. por estudos nacionais e internacionais. quentes armados e prontos para o combate de vida ou morte. muitos acabam por ferir ou ma- “vítima” e seu sentido se origina de milenares tar – involuntariamente ou não – pessoas ino- Também se sabe. a consolidação dos dados. gurança pública que morrem por causa e em Assim. breus. embates com gangues de delin- vida relevância no âmbito da segurança pública. diz respeito aos agentes de se- prejuízos ao seu desempenho. frontos e traumas. a contextualização do conceito de viti. conflituosos. O que é vitimização profissional e qual a Os agentes policiais também atuam como importância de conhecê-la agressores. culturas e civilizações. os quais provocam tanto sofrimento zação profissional” é de origem mais recente ao efetivo das corporações e trazem tantos e. o termo designava o questiona-se a respeito do cuidado dispensa. buscando-se extrair deles as vulneráveis: treinamento para o confronto. gias de ação. lesões por arma de fogo ou arma mização profissional e o que esse fenômeno branca. tes. con. acidentes. Já a expressão “vitimi- mentais. que algu- dade. precariedade das viaturas. que se materializa em mor- dutória. ela é Neste texto. traumas. precariedade possibilidades de ação diante da vitimização de das viaturas. apresenta-se. agressão física. fica totalmente prejudicada. agressão psicológica e pode trazer de prejuízo tanto para as pessoas. discutem-se os dados apresentados em mas situações tornam esses profissionais mais algumas tabelas. estudos nacionais e internacionais. alvo de vitimização. cio de sua profissão. de forma intro. dos armamentos e das estraté- policiais. como a dos antigos he- talidade não são informados adequadamente. sofrem agravos físicos e emocionais no exercí- tado para a redução de mortes. um tema que ainda não recebeu a de. ina- conclusões possíveis. Historicamente. suas corporações e para a socie. e por fim. Desde que existe polícia no mundo. neste texto.

cial e habitar os mesmos bairros que os delin. quando visto à luz da vitimologia. sentimentos de agentes: 112 . dos amigos e das organizações profissionais. dos para fortalecer atitudes machistas e de en- gicas que afetam seu ego. não raro. o que lhes atitudes ligadas à vitimização por parte desses provoca perda de autoestima. 2012).. 2008. serviço. rígidos e quentes (SOUZA et al. Reagem melhor os agentes com personalidade vasivos do que os cidadãos a quem servem. risco de vitimização estão: a natureza do even- Contribui para essa vulnerabilidade o fato de to. e a única culpada (MENDELSOHN. sintomas depressivos. Muitos chegam a incorporar certo ci- eles são forçados a reconhecer que alguém nismo que os distancia de qualquer apoio so- conseguiu invadir seu espaço de poder e de cial e psicológico (VIEIRA et al. 2005). 2013. Por isso. jovens.. flexível e que sabem lidar com as dificuldades. Segundo Reiser e Geiger (1984). e mental. a mais culpada que ele. 2005. 1976). SOUZA et al. Morrem em proporções muito mais elevadas Também influi muito a cultura que é incutida na que eles e quando sofrem lesões físicas ine. (“coping”) e o apoio que recebe. sensa- no desempenho da atividade profissional. Os policiais são treina- vitavelmente são vítimas de sequelas psicoló. os ção de ansiedade. Por exemplo.. que têm escasso apoio da família. a menos culpada do que o agressor. psicológico e de que são invulneráveis. do policial a situações estressantes que têm nal fortalece seu sentimento de insegurança. saem ilesos. SOUZA et al. e executar suspeitos nos confrontos ou por vingança. sobretudo contra determinados grupos sociais como os pobres. Fora do trabalho. Sua primeira reação é de que “isso et al. Quando vítimas. Apesar da percepção aguçada dos riscos. atitudes defensivas. a capacidade pessoal de enfrentamento boa parte deles possuir a mesma condição so. Embora haja muitas diferenciações no éthos e na dinâmica operacional das duas corporações brasileiras (polícia civil e polícia militar). 1956. elas se assemelham na frequência do risco que correm e na iminência de vitimizar alguém (MINAYO & Adorno. MINAYO autonomia. 2012). tes costumam passar por traumas mais in. a tão culpada quanto ele. forte controle go externo do que no trabalho. Historicamente. mesmo quando es. 2007. É muito comum os durecimento do caráter como mecanismos de policiais terem a ilusão de que controlam tudo sobrevivência diante do risco físico. dos colegas.. Mesmo nos confrontos em que protegem. reagem pior os muito perfeccionistas. os policiais brasileiros são conhecidos por ex- cederem seu poder e agirem com truculência. Entre os fatores que influenciam a reação condem suas insígnias. particularmente emocional e supressão de afetos lhes cobram nos trajetos para casa e nos dias de descanso: seu preço e deixam marcas (CARLIER et al. culpa e. centes ou suspeitas. medo de novas lesões e da policiais têm normas e procedimentos que os própria morte. morrem mais policiais nas folgas do que em 1997). Eis algumas não poderia ter acontecido comigo”. são mais vítimas do peri. negros e moradores das áreas populares. a identidade profissio. o policial brasileiro se enquadra em todas as categorias de vítima: a completamente inocen- te. formação profissional. os agen. Assim.

• desenvolvimento do chamado “efeito flashback”.. • desenvolvimento de sintomas depressivos. 2007. • alteração da consciência: frequentemente. 2005. hipersen- sibilidade.. pois além de intervir nas suas relações conjugais ou de parcerias. MINAYO et al. tanto por parte das corporações como dos agentes.. • interferência na vida sexual. perda de apetite e desejos de ficar só ou de alienar-se. 1984. 2012. ao mesmo tempo. Alguns casos derivam para o cinis- mo. 2005. 1984). pela falta entendimento das consequências associadas ao elevado estresse decorrente da vitimização (MINAYO et al. • desenvolvimento de uma forma de estresse que debilita. que para muitos é algo extremamente doloroso. ansiedade e choro são manifestações de fraqueza e devem ser reprimidas.. sentimentos de culpa. ou seja. como se houvesse sobre eles uma "sentença de morte" antecipada. REISER & GEI- GER. 2007).. 113 . KELLEY. • dificuldades para lidar com a situação de vitimização. 2007). insônia. tem o poder de atingir seus sentimen- tos de virilidade (MINAYO et al. o descrédito e a raiva da instituição e dos colegas (SOUZA et al. • sentimento de urgência da vida. COSTA et al. pesadelos. fadiga crônica. cujos sinais são. em situações de elevado risco. perda de energia.• negação do perigo por considerar que medo. 2007). 1984). problemas que são agudizados pelo enfrentamento de novos fatos traumáticos (SOUZA et al. levando- -os a desenvolver doenças psicossomáticas. 2007). sobretudo. deprime e tolhe a ação. MINAYO et al. Os riscos iminentes provocam hipervigilância e. perda de controle sobre vários aspectos da realidade (REISER & GEIGER. a presentificação obsessiva de fatos traumáticos. 2005.. o que ocorre frequentemente com policiais envolvidos em tiroteios com vítimas ou quando morrem colegas de profissão ou pessoas inocentes (REISER & GEISER. os policiais rea- lizam ações que um indivíduo não faria em estado normal..

esse número Pública e Defesa Social. de seu horário de serviço. Roraima e Rondônia).000. minal (SINESPJC). Entretanto oito Esta- Estatísticas em Segurança Pública e Justiça Cri. em 2012. folga entre 2000 e 2012. dados recebidos até 7 de outubro de 2013 Sua Com relação às mortes de policiais civis coleta envolveu um esforço para complemen.000. buscando-os em distintas fontes des federativas as informavam em 2000 (Dis- como as Secretarias Estaduais de Segurança trito Federal e Pará). Bahia. para o quatro deles continuam sem fazê-lo (Acre. em 2012.64/100. entre os quais 535 Rio Grande do Norte e Sergipe). Espírito Santo. entre os quais 202 (22. e contou com financiamento Amapá. Distrito Federal e Pará). Rio de Janeiro e Rio Grande do mortes em serviço no período.7%) óbitos ocor- Paraíba. ciais civis mortos em serviço em apenas três Entre os policiais civis foram informadas 299 Estados (Pará. 21 unida. Ceará. entre as vitimização nesses três últimos anos foi de quais dez passaram a disponibilizar tal dado nos 143. Maranhão. Antes de apresentar as taxas de mortes vio- O número de policiais militares mortos lentas que foram calculadas. Além desses. Goiás. tos pelo menos mais 802 policiais militares fora Espírito Santo. Maranhão. e correspondem aos de Janeiro. Em 2012. Rondônia e Roraima). ção nesse último período foi de 60. (23. Paraíba. ocorridas fora de serviço.14/100. Paraíba. Em 2012. 114 . havia informação sobre os poli. o núme. Rondônia. 98 (26. ocorreram nos últimos três anos. não é possível afirmar se nove delas (Alagoas. entre as quais sete o fizeram nos últimos dois Para os 366 que morreram quando estavam de ou três anos (Alagoas. Acre. TABELA 01 · Número de unidades federativas.11/100. ção de 373. é importante men- fora de seu horário de serviço foi informado cionar que a série histórica no período analisado em 2000 por somente três unidades federati.000. Rio Grande do maior ou se há sub-registro nos outros Estados. foram ainda mor- últimos dois ou três anos (Alagoas. entre as quais 71 Sul) e no Distrito Federal. 901 óbitos de policiais militares em serviço no ral informavam o número de policiais militares período 2000-2012. A taxa de ro subiu para 23 unidades federativas. Goiás. Ceará. Rio de Janeiro. por disponibilidade de dados sobre mortes de policiais militares e civis. Piauí. Cinco reram nos últimos três anos.7%) nos últimos três anos. Rio período de 2000 a 2012. Apenas os Estados de Amapá. Rio de Para o conjunto do país são informados Janeiro. Rio da Open Society Foundation. o Sistema Nacional de cresceu para 19 Estados. e em aos demais.4%) mortos em serviço em 2000. Paraná e Rio Grande do Norte). com taxa de vitimiza- Em 2000. Maranhão. Pará. Embora tenha crescido o As informações a seguir referem-se aos 26 número de Estados que informam tais mortes. apenas duas unida- tar os dados. Ceará.30/100.7%) perderam a vida nos últimos três anos. apresentou distintos comportamentos. Goi. Paraná. Alguns vas (Amapá. quando estavam de folga. Minas Gerais. Brasil. Estados exibiram números elevados em relação esse total passou a ser de 22 unidades. 2000-2012 Mortes de Policiais Militares Mortes de Policiais Civis Ano Em serviço Fora de serviço Em serviço Fora de serviço 2000 5 3 4 2 2012 23 22 21 19 Não disponibilizam dados 3 4 5 8 Mortes violentas de policiais civis e militares Norte e Sergipe) esse dado é divulgado há ape- no exercício e em consequência da profissão nas dois ou três anos. Grande do Sul. Roraima). o que corresponde Estados nunca forneceram seus dados (Acre. Estados brasileiros e ao Distrito Federal. Amapá. isso se deve ao fato de possuírem vitimização ás. dos ainda não apresentam seus dados (Acre. porém. a taxa de 87. A taxa de vitimiza- des federativas passaram a divulgar tais dados. Paraná.000. Roraima nunca informaram sobre estas mortes. Rondônia e (66. e Rio Grande do Sul e o Distrito Fede. Piauí.

. . ...Em alguns Estados não se registraram mortes vas às mortes de policiais militares e civis.11 - São Paulo 52.. ... . Rio de Janeiro 85. Tocantins . (2) Inclui apenas os dados de policiais mortos na capital.04 . serviço”.36 Minas Gerais 8.2 93.) Informação não disponível.29 49. .92 205. 98..84 .11 200.. Rondônia .91 .13 ..11 . 175...75 Ceará 27.01 .92 73. 93.62 65.35 142.98 . ..65 Rio Grande do Sul 20..11 417. multiplicado por 100....09 16. Dessa forma.83 427.78 .000.32 209. quando eles se encontram fora do serviço. talvez por isso se consi.75 69.. ..97 .61 138. dados à Senasp.82 Mato Grosso 90.36 49. Santa Catarina 10.. ...43 99.. Sistema Nacional de Estatísticas em Segurança Pública e Justiça Criminal (SINESPJC)/Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp). tendo número de mortes já nos primeiros envios de em vista todas as limitações já mencionadas..37 . a Secretaria de Segurança do Estado não contabiliza os dados de policiais mortos.04 .. 115 . 62..18 20... SESP/RR.94 137.89 34..56 136.95 196. gundo as condições “em serviço” e “fora de derassem desobrigados a fornecer essa infor. Teresina. torna-se difícil Entretanto. .65 Mato Grosso do Sul 34. .86 Pernambuco 20.1 - Fonte: Secretarias Estaduais de Segurança Pública e Defesa Social.11 209. Há ainda os casos de elevado realizar qualquer análise mais robusta.93 Paraíba 21. Alagoas . ao mostrarem que belecer a comparabilidade entre os Estados. Amazonas . 702.51 ..GAB/SEC. Unidades federativas...94 39.04 171. TABELA 02 · Taxas (1) de policiais militares e civis mortos em serviço e fora de serviço.38 134.. 47.. Fórum Brasileiro de Segurança Pública.10 134.. (. o risco de morrer dos policiais é mais elevado A Tabela 2 traz as taxas dos Estados relati. (1) Total de mortes de 2010 a 2012 dividido pela média do efetivo policial. Distrito Federal 34.98 121..35 52. (-) Fenômeno inexistente. 34.12 - Pará 105. . e corroborar outros estudos.77 214.9 - Espírito Santo ... .24 Paraná 293.73 142. 42.. Rio Grande do Norte 41.. (3) Segundo Ofício nº 039/2013.53 Piauí (2) 65...06 61. 2010-2012 EM SERVIÇO FORA DE SERVIÇO Unidade Federativa Policial Militar Policial Civil Policial Militar Policial Civil Acre ...75 Bahia 34. Goiás 8. A fragilidade dos dados não permite mação à Senasp.. 71. 46..58 Sergipe .44 974.93 ... Amapá 28.. . Roraima(3) .28 .. ..26 .. os dados parecem ser consistentes identificar qualquer forma de tendência e esta.34 Maranhão 13. .65 175.. .. 63. .....89 118. 41. se- violentas de policiais..

as bém os que as enviam de maneira intermiten. persistir nele. há os de instâncias coletivas de reflexão e de avalia- que as fornecem de forma confusa. reconhecendo seus direitos como Apesar de todo o esforço da Senasp de trabalhadores e cidadãos. é importante su- aos 12 anos contemplados pelo estudo. prevenir e an- tecipar os efeitos da vitimização com cuidados Para finalizar é preciso tecer algumas con. indicando principalmente tores. Conclusões experiências. pação ou dupla jornada. os policiais também estão morrendo mesmos. pois mesmo com a fragilidade quando não morre. Enquanto a sociedade instituir normas para padronizar a linguagem reclama da letalidade produzida por eles contra a desses registros e instituir fluxo de envio dos população. à vitimização: a excessiva rotatividade. vitimizados. Esse ser tratado como vítima e não como um fraco. observa-se que as informações de vi. to assinala em vários momentos talvez se deva Não se admite mais. especializados promovidos pela corporação e siderações sobre a relevância dos registros das pela sociedade. riscos e a importância da missão. é importante saber que. Em referência Por parte das corporações. é possível prever. Tudo isso dificulta e impede que se tenha rárias excessivas e a dupla vinculação de ocu- uma visão nacional da vitimização dos policiais. a ideia de que por vocação ou por na formulação das políticas e para as ações treinamento. perar os fatores institucionais que predispõem tados que nunca enviaram suas informações. as corporações sobretudo porque eles trazem informações que e a sociedade tomem consciência da importân- podem subsidiar as políticas de prevenção de cia de diminuir a vitimização e tratar os agentes vitimização. violentamente em elevadas proporções. o imediatismo da atuação. É fundamental que o policial. ção do trabalho. Apesar dessas deficiências. ma pode dificultar a adequação e prejudicar a A precariedade da informação que este tex. chefes e psicólogos que atuam nas cor- a necessidade de melhoria dos processos de porações devem saber que o recalque do trau- notificação. Enquanto a sociedade reclama da letalidade produzida por eles contra a população. 116 . esforço permitiu obter-se alguma informação a Mesmo quando o policial não pede ajuda. as cargas ho- te. mortes em decorrência das atividades laborais. há Es. os policiais também estão morrendo violentamente em elevadas proporções. eficácia e a eficiência das ações de segurança. os agentes – mesmo os de gru- de prevenção. condições precárias de trabalho. é importante Apesar de este texto realçar os dados so- reconhecer o esforço realizado pela Senasp e bre mortes violentas. o número insuficiente talvez a categoria de trabalhadores em maior de agentes e os salários incompatíveis com os risco de morte e adoecimento. a falta há os que as possuem e não as mandam. ges- respeito do assunto. No entanto. mediante toda a literatura à pouca importância histórica que lhe é dada existente. segundo estudos e pos de elite – têm superpoderes. timização são pouco valorizadas. o agente envolvido em si- dos dados é visível o crescimento do número tuação de vitimização entra em crise e deve de Estados que passaram a informá-los. e há tam.

M. M.4 . Sep.28.. MENDELSOHN. Estresse: diagnóstico dos policiais gurança na missão policial. namericana de Salud Publica.1976. p.7.PIRES.E.. sofrimento psíquico de policiais militares da neiro.R. I. Riscos percebidos e vitimização de poli. 2005.Referências bibliográficas CARLIER. n. B.org.. LAMBERTS. S. Ciência & Saúde Co- militares em uma cidade brasileira. M. ONU. J.1984. E. MINAYO. 2012. v. p. v.C. Ré. COSTA. 2008. E..R. vue Internationale de Criminologie et de Police Technique.B. J.3. 95-110. p. rary society´s trends. 15. Journal of nervous & mental disease. Victimology..R. Resolução nº40/34. de 29 de Novembro de 1985. p. B.C. n.br>. O processo de traba- ciais na (in)segurança pública. P. Fatores associados ao NO. Revista Pa.. E. Ciência & Saúde Coletiva. v. SOUZA.B. P. SILVA. em: 06 dez. S. Disponí. v. v. n.S. VIEIRA. H. Rio de Ja. p.21.17. R.O. Police officer as victim.S. GERSONS. M. SOUZA.1297-1311. cidade do Rio de Janeiro. M. p. SOUZA.8. Victimology and contempo. p. Saúde de Pública. GUIMARÃES MINAYO. Missão prevenir e proteger.N. 18. v. E. 1985. 2012. Risck factors for posttraumatic stress – Symp- tomatology in police officers: a prospective analysis. Editora Fiocruz. n. 585-599. 8-18.S. REISER.4. n..C. J.B.R.. Assembleia Geral.185. Acesso Poder. n. M. lativos às Vítimas da Criminalidade e de Abuso de vel em: < http//www. Risco e (in) se- RA. v. Cadernos de Saúde Pública. 23. risco como profissão: morbimortalidade vinculada ao MENDELSOHN.C. FERES. ACCIOLY JUNIOR. T.11.. E SILVA.315-323.jurisway. adorno.10.S. Cadernos de Saú.1.11. p. Evolução histórica da vítima e o Declaração dos Princípios Básicos de Justiça Re- surgimento da vitimologia.2767-2779. MINAYO.. 2007.4988-506. OLIVEI. 1956. v. letiva. e Sociedade. CONSTANTI- NO.M. ce..S... trabalho.. n. B.4.217- 222. 117 . v. M. CONSTANTI. SOUZA.1997. ORGANIZAÇÃO DAS NAÇÕES UNIDAS (ONU). lho do militar estadual e a saúde mental. International p. S. MINAYO.917-928.. Policial. GEIGER.C.161-170. p. Journal. 2013. v. 2007. M. Une nouvelle branche de la Professional psychology: research and practi- science bio-psycho-sociale: la victimologie. Juris way. p. MINAYO. 2008.

se não tuições para pensarmos as respostas públicas avançarmos em uma agenda de reformas para os dilemas do modelo de democracia e estruturais. Pelo contrário. paz. na verdade falar de padrões operacionais e de letalidade na o que se pretende é discutir padrões opera. Uma polí. Todavia. fortalecer ção de um modelo de desenvolvimento social. sem polícias. é importante deixar explícito que. polícias brasileiras. ça pública. diação e administração de conflitos. o FBSP redobra da Constituição Federal. mas podemos apostar que tais Dito de outro modo. das Instituições e da Democracia (DIEST) do IPEA e membro do Fórum Brasileiro de Segurança Pública. Em uma parceria com a Open Society a sociedade. manutenção da ordem aqueles que buscam discuti-lo com forte pública. ação policial é falar da importância destas insti- cionais das polícias e demonstrar que. na pres- e garantia de direitos da população. pelo Artigo 5º mização na ação das polícias. 118 . as polícias mais perderão do que desenvolvimento do Brasil atual. portanto. Sob fogo cruzado II: letalidade da ação policial Samira Bueno 1 Daniel Cerqueira 2 Renato Sérgio de Lima 3 1 Secretaria-executiva do Fórum Brasileiro de Segurança Pública. contenção de grupos violentos. organizações criminosas. ganharão em manterem taxas elevadas de Não podemos acreditar em uma sociedade mortes em suas intervenções. de an. Pública (FBSP) iniciou neste ano de 2013 Só desta forma é que conseguiremos fazer um amplo levantamento sobre letalidade e frente aos dilemas impostos pela multiplicida- vitimização na ação policial no Brasil e suas de de conflitos sociais que o mundo contem- consequências para as políticas de seguran. que muitas vezes veem controle de distúrbios. Ao compilar dados sobre letalidade e viti- não autoriza o Estado a matar e é. uma polícia que gera confiança e Foudation. a qual. 2 Diretor de Estudos e Políticas do Estado. estruturado na defesa tal aposta e investe na transparência. sobretudo. entre ou- temão. o debate aqui proposto instituições sejam eixos estratégicos e de indu- não é ideológico e visa. as polícias enquanto instituições que valorizam econômico e cultural baseado no respeito e na o respeito ao primado da Lei. o Fórum Brasileiro de Segurança não temor. 3 Membro do Conselho de Administração do Fórum Brasileiro de Segurança Pública. tação de contas e no controle como instrumen- cia forte é uma polícia que respeita e defende tos de fortalecimento destas organizações. no Brasil. o FBSP não se coloca a intervenção das polícias é ampla e. contra as polícias. ao tros. porâneo nos impõe: prevenção da violência. A pauta de temas e esferas que exigem buscar esses dados. me- desconforto e desconfiança. Trata-se de um tema tabu para as criminalidade urbana.

Chevigny licial remete ao debate sobre a existência de (1991) sugere que quando a proporção de civis métricas e critérios capazes de determinar se mortos é maior do que 10. ração da letalidade policial ocupa um não lugar 119 .Uso da Força e Disponibilidade de Dados plos. pela polícia correspondem a um elevado per- O primeiro critério parte do pressuposto de centual do total de homicídios. (2) a razão entre civis feridos e civis mor.6% do total de homicídios dolosos registra- aceitável de uso da força letal pela polícia. pode-se supor que o poder de letali- Por esses padrões. mas dos em todo o país no período de cinco anos. Bittner (2003) balha com a proporção de 4 civis mortos para argumenta que não existe um critério único e cada policial morto. contrário. a polícia está abu- a força empregada em determinada situação sando do uso da força letal. no Brasil. Como exem. Do abusando do uso da força letal. Segundo Loche (2010) existe uma tes de civis fruto da ação policial representam dificuldade normativa em estabelecer o grau 3. lidade haja um número maior de civis feridos mente utilizados para aferir se a polícia está do que mortos como fruto da ação policial. razão entre civis feridos sivo na atividade policial. o número de civis mortos pela polícia e o total tos pela polícia. três critérios são usual. O terceiro critério refere-se à relação entre tos. existem e mortos. sugere que em situações de norma- padrões internacionais de uso da força comu. o FBI trabalha com a proporção de 12 ci- A discussão sobre letalidade na ação po. pode inferir-se que. dade da polícia não esteja sendo usado apenas mente utilizados para aferir o uso da força letal: para proteção dos cidadãos. Cano (1997) tra- foi necessária ou apropriada. Entretanto. Quando as mortes cometidas dolosos. realizados nos EUA demonstram que as mor- cricionário. vis mortos para cada policial morto. (3) a proporção de civis mortos de homicídios dolosos registrados em determi- pelas polícias em relação ao total de homicídios nado território. O segundo critério. quando o número de civis mortos é muito que a polícia está cometendo excessos no uso maior do que o de policiais. Segundo Loche (2010). universal capaz de isolar o que é ou não exces. então é provável da força letal. estudos que a polícia esteja abusando de seu poder dis. há também tentativas de estabelecer uma ratio Contudo. (1) a relação entre civis mortos e policiais mor. o fato é que a mensu- capaz de mensurar o excesso.

obteve ao final a inexistência de consensos acerca do que se 74 instrumentos preenchidos. de Segurança Pública. mesmo não constituem um tipo criminal específico e em casos em que tudo indicava tratar-se de um são. Fórum Brasileiro de Segurança Pública. homicídio ou lesão corporal seguido de morte. parar legalmente o agente policial. 2009). resistência com morte do opositor. TABELA 01 · Nome recebido pelas ocorrências letais de civis em ações policiais. uma taxa de quer contar quando se fala em violência poli. Mi.teorica. que po- análise de indicadores criminais. Para tentar mitigar o risco dessas distorções. a pesquisa en- todo o país sobre o processo de produção e controu oito denominações distintas. nas políticas públicas. homicídio. “homicídio decorrente de intervenção policial”. Isto porque. 16 das Polícias Para tentar conhecer melhor tal realida. 25 das Polícias Civis e mos estatísticas confiáveis sobre tais mortes 22 das Polícias Militares. crimes de homicídio – tipifi. não te.8 dispon- existe crime se o agente o pratica em estado do sobre a abolição das designações “resistência de necessidade. ou mesmo execução. dem ser verificadas na tabela 1. homicídio com motivação enfrentamento com a polícia. no ano de 2011 o Fórum Brasileiro de mente a corporação mais comumente envol- Segurança Pública realizou pesquisa com os vida em ocorrências como esta. esta ocorrência é normalmente regis. Se a ação é importante do ponto de vista simbó- plementada como um mecanismo para am. a taxa de tação das políticas de segurança pública e nos preenchimento foi muito menor: 20 respostas padrões operacionais das polícias brasileiras. ou ainda seguida de morte” e “autos de resistência” nos em estrito cumprimento de dever legal ou no registros policiais. de questões relacionadas às ocorrências le- pacto dessas mortes no desenho e implemen. ocorrências designadas como “resistência se- licial atirou em legítima defesa. cuja maior evidência é aplicada a 81 respondentes. por instituição Nome da ocorrência envolvendo civis em ações policiais SSP PC Total N % N % N % Resistência seguida de morte 9 45 5 31 14 39 Autos de resistência 3 15 3 19 6 17 Morte em confronto 5 25 5 31 10 28 Outros (1) 3 15 3 19 6 16 Total 20 100 16 100 36 100 Fonte: Ministério da Justiça/Secretaria Nacional de Segurança Pública. em dezembro de 2012 a Secretaria de Direitos Segundo o artigo 23 do mesmo código. principalmente se a rotina indicar que não há in- trada como “resistência seguida de morte” ou vestigação e acompanhamento adequado das “auto de resistência”. (1) A categoria outros inclui: homicídio. se o registro ocorrências com resultado morte envolvendo é prontamente realizado utilizando estas cate. sugerindo sua substituição por exercício regular de direito. lico. Embora esta nomenclatura tenha sido im. resistência/pessoas mortas Frente a esse quadro percebe-se que. no eixo e. Os “autos de guida de morte” passaram a ser utilizadas com resistência”/”resistência seguida de morte” muita frequência por algumas polícias. A pesquisa. a mesma quando um civil é morto por um agente do pode ceder espaço para graves distorções. em legítima defesa. policiais (Nascimento et al. das Secretarias de Segurança. Termo de Parceria 752962/2010. na prática há dúvidas se terá a capacidade 120 . parte-se do pressuposto de que o po. não Humanos (SDH) publicou a resolução n. métricas capazes de avaliar o im. Entretanto. mente praticados com “exclusão de ilicitude”. Estado. utilizada para registrar as situações em que ci- litar e Secretarias de Segurança Pública de vis são mortos pelas polícias. Civis e nenhuma das Polícias Militares. Fato é que as gorias. cados no artigo 121 do Código Penal . tais de civis fruto de ações policiais. tampouco. Na ausência desses consensos. resposta de 91% das quais 27 de Secretarias cial. gestores responsáveis pela produção das Quando questionados sobre a categoria estatísticas criminais das Polícias Civil. Projeto Gestão e Disseminação de Dados na Política Nacional de Segurança Pública. na realidade. justa- de.

. manos para os profissionais que nelas atuam. via de regra. quando questionados sobre quando se analisa os mecanismos de controle os entraves ao bom resultado do trabalho das interno e externo que teriam o papel de coibir Corregedorias. Federal tem a missão de controle externo da vestigado.. Além disso. Pesquisa realizada por Lemgruber et inquéritos policiais e pouca atenção é dada à al no ano de 2002 demonstrou que a maioria qualidade da investigação. eles não atividade policial. O tema da letalidade dos praças da PM e a totalidade dos detetives é visto como um assunto afeito à esfera opera- da PC entrevistados afirmou não ter nenhum cional (e por isso de competência exclusiva das interesse em trabalhar na Corregedoria (Lem. não tinha rança Pública sobre mecanismos de contro- prédio ou orçamento próprio. O quadro é ainda do controle interno. desenvolvido pelo Fórum Brasileiro de Segu- te delas possuía autonomia restrita. recebem nenhum adicional nos vencimentos No caso do MP. diversos entrevistados reclamaram apenas 11 tem acesso aos dados de letalida- sobre as resistências enfrentadas no cotidiano. que pela Constituição no futuro. serem subordinados de algum in. ouvidorias de polícia existentes no Brasil hoje. 2003. o problema reside na legislação brasileira. polícias) e não se transforma em eixo político gruber et al. formações sobre mortes de civis por policiais. os entrevistados alegaram que excessos. 2013). estudo ros de todo o país demonstrou que a maior par.100). (.de impactar nos índices de letalidade policial ou ainda disseram que o órgão não age de forma mesmo fortalecer a apuração desses crimes. Já no âmbito do controle externo. além disso. nistério Público (MP). tais profissionais correm o risco de. Militares. apresentando le das polícias demonstrou que. para executar a tarefa de Segurança Pública. Técnicas e Corpos de Bombei. imparcial e baseia-se na presunção da culpa. Em complemento. em 16 dos 18 Outro fator que dificulta sensivelmente estados. de policial em seus estados (Fórum Brasileiro dentro das instituições. pp. métricas capazes de avaliar o impacto dessas mortes no desenho e implementação das políticas de segurança pública e nos padrões operacionais das polícias brasileiras. mas também com os policiais. Esta questão ganha ainda mais destaque Paradoxalmente. dentre as 18 ainda infraestrutura limitada e falta de efetivo. o tema da letalidade Por exemplo. mais grave na medida em que.) não temos estatísticas confiáveis sobre tais mortes e. estudo produzido por Cano cessivamente frouxa não apenas com os crimi- & Duarte (2011) nas corregedorias das Polícias nosos. Os entrevistados ou estratégico das instituições e dos Governos. ex- Nesse sentido. 121 . Civis. as polícias e secretarias de segurança a efetividade da atuação das corregedorias não têm obrigação de enviar às ouvidorias in- é a ausência de uma política de recursos hu. a preocupação fica excessiva- e são percebidos como “inquisidores” pelos mente focada no formalismo processual dos colegas. tampouco. como não possuem estabilidade policial não é adequadamente tratado pelo Mi- no setor. nem pelo Poder Judiciário.

Aqueles que não enviaram os dados após a coleta das informações. Se reportou em todos os anos (1). o FBSP coletou os dados referen. Estados. A classificação referente ao segundo indicador variou de 1 a 4 a depender se o número de vezes (anos) em que o total de mortes perpetradas por policiais segundo o informe das secretarias de segurança pública foi inferior ao número do SIM em 0. 4 a 7 vezes. ainda assim. e 8 a 11 vezes. Os números indicaram uma baixa qualida- tes ao tema do Sistema Nacional de Estatísti. gerido forçar a relevância de se investir na produção de TABELA 02 · Qualidade na Transparência de Informações sobre Mortes Perpetradas por Policiais Classificação quanto a não Classificação quanto aos dados Grau de Unidade Federativa apresentar informações desde reportados pelas SSPs serem Transparência 2007 inferiores aos do SIM Alta Amazonas 1 1 Alta Distrito Federal 1 1 Alta Mato Grosso 1 1 Alta Rio de Janeiro 1 1 Alta Rio Grande do Sul 1 1 Alta São Paulo 1 1 Alta Amapá 1 2 Alta Pernambuco 1 2 Média Mato Grosso do Sul 1 3 Média Minas Gerais 1 3 Média Santa Catarina 1 3 Média Tocantins 1 3 Média Sergipe 2 3 Média Rio Grande do Norte 3 1 Média Acre 3 2 Média Alagoas 3 2 Média Espírito Santo 3 2 Média Paraiba 3 2 Média Piauí 3 2 Média Rondônia 3 2 Baixa Bahia 3 3 Baixa Pará 3 3 Baixa Maranhão 3 4 Baixa Paraná 3 4 Baixa Roraima 4 2 Baixa Ceará 4 3 Baixa Goiás 4 3 Fonte: MS/SVS/DASIS (Sistema de Informações sobre Mortalidade – SIM) e informações enviadas pelas Secretarias Estaduais de Segurança Pública e/ou Defesa Social. série histórica com os dados dos últimos doze solicitando as informações diretamente aos anos das ocorrências relacionadas. A nota referente ao primeiro indicador foi baseada na informação sobre o número de vezes (anos) em que a unidade federativa não deixou de reportar o dado desde 2007. se não reportou 1 ou 2 vezes (2). e se não reportou 5 ou 6 vezes (4). Elaboração dos autores. os Estados não atenderam das mortes causadas por intervenção policial no aos pedidos. de Segurança Pública compilou um conjunto A proposta deste esforço era estruturar uma de dados sobre vitimização e letalidade policial. No entanto. respectivamente. senão reportou de 3 a 4 vezes (3). país. 122 . constatou-se vá- até agosto de 2013 foram acionados por meio rias lacunas de dados que não nos autorizavam a da Lei de Acesso à Informação. o Fórum Brasileiro do Ministério da Justiça. Avaliando os dados levantados pelo FBSP pela Secretaria Nacional de Segurança Pública Desde janeiro de 2013. SINESPJC. de das informações disponíveis e estariam a re- cas em Segurança Pública (SINESPJC). Nos casos em considerar os números obtidos como um retrato que. 1 a 3 vezes.

dados mais fidedignos e confiáveis. chamada “intervenções legais e operações de
Mesmo com problemas de registro e não guerra”. Este dado não é considerado dos mais
oferecendo condições para serem tomados confiáveis dentro do sistema de saúde, mas,
como um retrato completo da letalidade da quando registrado pelo hospital, no mínimo de-
ação policial, os dados compilados foram tra- veria gerar o registro de um boletim de ocorrên-
tados de modo a explicitar e separar questões cia com a indicação do fato de que um policial
metodológicas, afeitas à forma como são pro- foi o autor da ação. Portanto, quando o dado da
duzidos, e questões substantivas, sobre o nível saúde é superior ao registrado pela polícia, a si-
de letalidade da ação policial no Brasil. tuação é ainda mais grave e denota a fragilidade
Por esse procedimento, os dados informa- destes registros pelas instituições de segurança
dos pelas polícias foram cotejados com aqueles pública no Estado.
sistematizados pelo Ministério da Saúde, na Considerando a fragilidade dos dados cole-
ideia de que a comparação entre os dois siste- tados, pretendeu-se elaborar uma metodologia
mas permite validar os dados informados – já simples para estimar a qualidade da transparên-
que um dado informado em um sistema deveria cia de informações sobre mortes perpetradas
constar obrigatoriamente do outro sistema. Ade- pelas polícias Civil e Militar de todo o país. Para
mais, as Unidades da Federação foram separa- estabelecer a comparação com os dados do sis-
das em grupos de transparência estimada dos tema de saúde, optamos por agregar as ocor-
dados de letalidade fornecidos, à semelhança rências das duas polícias em todos os Estados.
da metodologia que o FBSP aplica para as es- Assim, a nota referente ao primeiro indica-
tatísticas criminais. Cabe destacar que, no caso dor foi baseada na informação sobre o número
do registro da Segurança Pública, foram consi- de vezes (anos) em que a unidade federativa
derados apenas os casos classificados como não deixou de reportar o dado ao SINESPJC en-
“morte em confronto”, ou seja, casos em que tre 2007 e 2010: se reportou em todos os anos
os policiais estavam em serviço. As demais ca- (1); se não reportou 1 ou 2 vezes (2); senão re-
tegorias, tais como homicídios e lesão corporal portou de 3 a 4 vezes (3); e se não reportou 5
seguida de morte, dentre outras, não puderam ou 6 vezes (4).
ser mapeadas em todos os Estados e, portan- Já a classificação referente ao segundo in-
to, não foram incluídas na comparação.Como já dicador variou de 1 a 4, a depender se o núme-
mencionado, para a construção de tais grupos ro de vezes (anos) em que o total de mortes
considerou-se a diferença entre SINESPJC e perpetradas por policiais segundo o informe
o Sistema de Informações sobre Mortalidade das secretarias de segurança pública foi infe-
(SIM) – Datasus. Parte-se do pressuposto de rior ao número do SIM/Datasus em 0 (1); 1 a
que, quando uma vítima chega ao hospital ferida 3 vezes (2); 4 a 7 vezes (3); e 8 a 11 vezes (4),
ou morta em decorrência de ação policial, este respectivamente.
fato deve ser informado ao hospital, que regis- A partir destes indicadores, os dados cole-
tra o fato no SIM/Datasus na categoria Y35-Y36 tados podem ser verificados na tabela a seguir:

123

TABELA 03 · Pessoas mortas em confronto com Polícias Civis e Militares em serviço
Unidades da Federação – 2000-2012

Grau de Unidades
2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012
Transparência (1) da Federação

Brasil 1040 1083 1547 2028 1616 1452 1689 1901 1729 1824 2031 1803 1890

Amapá (2) (3) ... ... ... 1 ... ... ... 1 ... 8 11 14 12
Amazonas ... ... ... ... 1 4 2 0 4 9 9 7 5
Distrito Federal - 3 7 5 2 2 - 1 5 4 3 - -
Mato Grosso (4)
... ... ... ... - 4 11 9 3 10 6 10 7
Alta
Pernambuco ... ... ... ... 17 24 13 22 40 40 30 24 32
Rio de Janeiro 427 592 900 1195 983 1098 1063 1330 1137 1048 855 523 415
Rio Grande do Sul (5) 18 28 26 40 30 13 49 56 44 58 56 40 67
São Paulo 595 460 610 785 573 300 546 401 397 543 510 461 563

Acre (6) ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... 2 4
Alagoas (6) ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... 2 26
Espírito Santo ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... 16 15 23
Mato Grosso do Sul ... - 4 2 7 2 3 10 4 4 3 2 2
Minas Gerais ... ... ... ... ... ... ... 56 39 36 35 42 ...
Paraíba ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... 13 24
Média
Piauí (6) ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... 7 4
Rio Grande do Norte ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... 21 21
Rondônia (6) ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... 2 4
Santa Catarina ... ... ... ... ... 1 1 5 37 37 54 53 69
Sergipe ... ... ... ... ... ... ... ... 16 24 12 10 25
Tocantins ... ... ... ... 3 4 1 10 3 3 5 3 7

Bahia (6) ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... 307 284 344
Ceará (6) ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... 9
Goiás ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... 42 -
Baixa Maranhão (6)
... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... 1 11
Pará ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... 78 49
Paraná (6)
... ... ... ... ... ... ... ... ... ... 119 147 167
Roraima (7) ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ...

Fonte: Secretarias Estaduais de Segurança Pública e Defesa Social; Sistema Nacional de Estatísticas em Segurança Pública (SINESPJC) / Secretaria
Nacional de Segurança Pública (SENASP); Fórum Brasileiro de Segurança Pública.
(1) Grupo segundo qualidade estimada dos dados, conforme detalhado no estudo.
(2) Os dados da Polícia Militar do AP não incluem as informações dos 11º BPM e 12º BPM.
(3) Os dados da Polícia Militar foram consolidados com base nas informações recebidas diretamente do Estado; os dados da Polícia Civil foram
coletados do Sistema Nacional de Estatísticas em Segurança Pública .(SINESPJC)
(4) Os dados do período compreendido entre 2005 e 2011 foram coletados diretamento do Estado; o dado de 2012 foi extraído do Sistema Nacional
de Estatísticas em Segurança Pública (SINESPJC).
(5) O dado do ano de 2012 foi extraído do Sistema Nacional de Estatísticas em Segurança Pública (SINESPJC).
(6) Dados extraídos do Sistema Nacional de Estatísticas em Segurança Pública (SINESPJC).
(7) Segundo Ofício nº 039/2013- GAB/SEC. SESP/RR, a Secretaria de Segurança do Estado não contabiliza estas informações.
(...) Informação não disponível.
(-) Fenômeno inexistente.
Nota: O estudo considerou os dados recebidos até 15 de outubro de 2013.

124

TABELA 04 · Comparativo do total de
mortos em confronto com as polícias
Brasil e Estados Unidos – 2007-2012

Ano Brasil EUA Razão

2007 1.901 398 4,8
Conclusão 2008 1.729 378 4,6
Com base na metodologia proposta, a pri- 2009 1.824 414 4,4
meira avaliação possível é que apenas 8 Uni- 2010 2.031 397 5,1
dades da Federação tiveram seu dados de le- 2011 1.803 404 4,5
talidade na ação policial considerados como de 2012 1.890 410 4,6
alta qualidade para os dois indicadores segundo
o grau de transparência (AM, DF, MT, RJ, RS, Fonte: Secretarias Estaduais de Segurança Pública e
SP, AP e PE). As demais unidades da federação Defesa Social; Sistema Nacional de Estatísticas em
não puderam ter seus dados validados e, por- Segurança Pública (SINESPJC) / Secretaria Nacional
tanto, existe a possibilidade ainda maior des- de Segurança Pública (SENASP); Criminal Justice
tes estarem subnotificados, o que exigiria por Information Services Division; Annual Firearms Discharge
parte dos Governos, em especial do Ministério Report; Fórum Brasileiro de Segurança Pública.
da Justiça, um esforço de coordenação para
que este problema não seja desconsiderado
quando da implementação efetiva do Sistema dados sejam precários, apontam para um pro-
Nacional de Informações de Segurança Públi- blema muito sério com relação ao padrão opera-
ca, Prisionais e sobre Drogas - SINESP, criado cional das polícias brasileiras.
pela Lei nº 12.681, de 4 de julho de 2012. A Para afastar qualquer dúvida sobre o signi-
boa notícia é que a legislação que cria o referi- ficado desses dados e a título de comparação,
do sistema condiciona o repasse de verbas aos nos EUA, país com um número muito maior de
Estados à alimentação do sistema, sendo que armas de fogo em circulação e com população
o termo de adesão ao Sinesp inclui as ocorrên- 60% maior que a brasileira, o número total de
cias relacionadas à vitimização e letalidade poli- civis mortos pelas polícias em todo o ano de
cial como de preenchimento obrigatório para as 2012 foi de 410, segundo dados do Criminal
polícias estaduais. Justice Information Services Division do FBI.
Em termos substantivos, não obstante as Adicionalmente, de acordo com o “Annual
limitações indicadas na qualidade dos dados, a Firearms Discharge Report” do Departamento
conclusão é que o balanço alcançado pelo levan- de Polícia de Nova Iorque, utilizando-se apenas
tamento do FBSP é bastante triste: consideran- as informações referentes à cidade de Nova
do apenas os dados do ano de 2012, verificamos Iorque - uma metrópole muito violenta que, nos
que ao menos 5 pessoas morrem vítimas da anos 1990, logrou reduzir suas taxas de homi-
intervenção policial no Brasil todos os dias, cídios e se transformou em exemplo a ser se-
ou seja, ao menos 1.890 vidas foram tiradas guido no mundo - percebemos que em 1971 a
pela ação das polícias civis e militares em si- Polícia daquela cidade atirou em 314 pessoas e
tuações de “confronto”. Se considerarmos a matou 93. No ano de 2011, esta mesma polí-
série histórica proposta pelo estudo, o resultado cia, responsável por prover segurança públi-
é o mesmo: utilizando os dados dos anos 2000 ca em uma cidade com cerca de 8,2 milhões
até 2012, em média 4,9 pessoas morrem todos de habitantes atirou em apenas 24 pessoas
os dias por intervenções policiais. e matou somente 8. Já no município de São
Estes dados consideram apenas as mortes Paulo, com cerca de 11 milhões de habitan-
em confronto, ou seja, aquelas praticadas em tes, no mesmo ano as polícias Civil e Militar
serviço. Se incluirmos aí os casos em que civis mataram, juntas, 242 pessoas; no Rio de Ja-
são mortos por policiais fora de serviço, muitas neiro, município com cerca de 6 milhões de
vezes quando estão fazendo o “bico”, o núme- habitantes, no mesmo ano as duas polícias
ro é ainda mais expressivo. Assim, ainda que os mataram, juntas, 283 pessoas.

125

ca do Sul e Venezuela.189. 45. PC em serviço 13.9 (1) Por 100 mil habitantes para a taxa de homicídio e por PM e PC (em serviço e fora) 72.7 Fórum Brasileiro de Segurança Pública. como é o caso de México. 1 1.915 2009 2011 Reino Unido 15 10 1 9. Police Memorial.205. Cuerpo de Investigaciones Científicas.09 311. Procuradoria Geral da República do México. Sistema Nacional de Estatísticas em PM em serviço 17..882 2006 2010 (.361. Trata-se de um assunto central todos os anos em decorrência da intervenção para polícias. em hipótese alguma que o tema da letalidade tificados. não se justifica dos frágeis e. Banco Mundial. cuja tirem claramente.. como uma agenda interditada na segurança pú- hoje. e identificarem mudanças mortalidade se dá especialmente fora de servi. As informações aqui apresentadas policial continue a ser tratado como um tabu.) Informação não disponível Fontes: Secretarias Estaduais de Segurança Pública e Defesa Social. ainda mais nossa análise sobre o padrão de atu.016.651 2012 2011 República Dominicana 268 62 25 10. Ou seja. Os dados de vitimização policial reforçam segurança pública brasileiro está em colapso. na evidência empírica de que o modelo de segurança pública do Brasil.8 Segurança Pública e Justiça Criminal (SINESPJC) / PM fora de serviço 58.7 119.797 2010 2011 África do Sul 706 . PC fora de serviço 42. Brasil .1 efetivo policial para os demais. 126 .. 30. TABELA 06 · Homicídios.. internacionais.587. Penales y Criminalisticas (CICPC). podem estar subno. Áfri- de vitimização policial também são considera. sob fogo cruzado: morrem muitos civis blica brasileira. mas também muitos policiais. os dados que o brasileiro. Statistiques Canada.1 27. portanto.976.. SINESPJC. letalidade e vitimização policial países selecionados – 2006-2012 Ano de referência Ano de referência com policiais em Policiais mortos Pessoas mortas vitimização e em confronto dos dados de em serviço População da taxa de letalidade homicídio homicídio Taxas de serviço País Brasil 1890 89 24. verificamos que as polícias bra- dade por homicídio de um policial no Brasil sileiras matam mais do que a de países com é três vezes superior à taxa de homicídio de índices de criminalidade similares. Anistia Internacional..7 Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp).3 Defesa Social. Fórum Brasileiro de Segurança Pública.816 2012 2012 México 1652 740 23. ou até piores um cidadão comum.5 33. Independent Police Investigative Directorate. Independent Police Complaints Comission (IPCC).9 51.726.190. Em uma breve comparação com dados ação das polícias brasileiras: a taxa de mortali. governos e sociedade civil discu- policial.233 2011 2011 Canadá . revelam que polícia e sociedade encontram-se. TABELA 05 · Taxas de mortalidade por homicídio (população total e policiais Civis e Militares).2012 Brasil Taxa (1) Fonte: Secretarias Estaduais de Segurança Pública e Homicídio nacional 24.. UNODC Crime Statistics. urgentes nos padrões de atuação das forças de ço..307 2013 2011 Venezuela 704 . Não obstante.530 2012 2012 EUA 410 95 4. FBI.3 193.

. The use of lethal force by police in Rio de Janeiro. São Paulo. GRILLO. C. Belo Horizonte: 2011.. USP. Revista do Núcleo de Pós-Graduação e Pesquisa em Ciên- cias Sociais/Universidade Federal de Sergipe Nº 1 (1998). LOCHE. Julita. 2003. DUARTE. Série Dossiê NEV. Panorama das ouvidorias estaduais de Segurança Pública e Defesa Social . 1991. MUSUMECI. Núcleo de Estudos da Violência. 2010. Ignacio. A letalidade de ação policial: parâmetros para análise. P. Caxam- bu. n. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo. LEMGRUBER. (Relatório de pesquisa).Referências Bibliográficas BITTNER. CANO. São Paulo: Record. Aspectos do trabalho policial. NERI. Trad./dez. FÓRUM BRASILEIRO DE SEGURANÇA PÚ- BLICA. Leonarda. Rio de Janeiro. N. p: 10. Ignacio. n. A. CANO. NASCIMENTO. Quem vigia os vigias? Um estu- do sobre o controle externo da policia no Brasil. 33º Encontro Anual da ANPOCS. Police Deadly Force as Social Control: Jamaica. outubro de 2009. A. Adriana. São Cristóvão-SE. Amêndola Pinheiro. CHEVIGNY. 17 jul. Brazil and Argentina... E. CANO. 2003. São Paulo. Análise das atividades correicionais no Brasil. 2013. Ignacio. 2011. Thais Lemos. São Paulo.. FÓRUM BRASILEIRO DE SEGURANÇA PÚ- BLICA. Autos com ou sem resistência: Uma análise dos inquéritos de homicídios cometidos por po- liciais. Egon.2. In: TOMO. 127 . Rio de Janeiro. NPPCS/UFS. Diagnóstico dos sistemas estaduais de segurança pública.C. Ana Luísa. ISER. 1997.

128 .

parte 3 Apêndice Metodológico 129 .

transparência dos dados. trabalhar com dados georreferenciados. Este é um ideal a ser alcançado e nenhum estado atualmente. abordando dimensões relacionadas à qualidade da informação. cobertura e forma Pública.) Finalmente. ano 6. Estimando a qualidade das estatísticas criminais A metodologia de estimação de qualidade dos dados criminais produzidos pelos Estados foi desenvolvida a partir das respostas recebidas dos gestores estaduais do SINESPJC. O formulário aplicado continha cerca 1 O estudo metodológico de 30 variáveis. neste modelo ideal. fluxos e prazos para o envio de estatísticas. permitir a contabilização de incidentes e de vítimas e separar adequadamente os diversos tipos de autores (crianças e ado- lescentes. de forma periódica e o mais desagregado possível. que conte com recursos como checagem automática de inconsistências e tabelas de auxílio ao preenchimento dos campos fechados. o órgão de produção das estatísticas dever contar com quantidade adequada de funcionários. Os dados. O preenchimento das informações deve ser feito através de sistema informatizado especializado. responsáveis pela produção das estatísticas pelas Unidades da Federação1. devem ser tornados públicos. contar com um setor de controle de qualidade e dispor de regulamentação que estabeleça os indicadores. os incidentes podem ser regis- trados pelas vítimas pela internet e o setor deve contar com fontes alternativas ao Boletim de Ocorrência para a análise criminal. de coleta. Senasp. Este formulário refletia o que se entende como “tipo ideal” de procedimentos para que as informações fossem produzidas com qualidade. atende a todos estes requisitos. O setor deve adotar procedimentos de controle para checar a consistência das informações. o setor realiza reuniões de análise e planejamento com base nas evidências coletadas. como estrutura completo pode ser acessado no Anuário Brasileiro de Segurança do órgão de estatística. com esta- tísticos na equipe. A contagem de casos deve se basear na maior quantidade possível de ocorrências. definições e usos das estatísticas dentro e fora das instituições policiais. No entanto. policiais. 2012. os estados foram divididos entre os que se aproximam mais ou menos 130 . na prática. há um sistema de metas e recompensas para as unidades que atingem as metas estipuladas e os dados desagregados são disponibilizados para as polícias. alguns se aproximam mais e outros menos deste “tipo-ideal”. neste modelo ideal. procedimentos de controle. Com base nas respostas ao formulário. comunidade acadêmica e população. etc. por sua vez. A cobertura dos incidentes deve ser a mais ampla possível. Em linhas gerais. permitir a correção posterior das informações e ser fiscalizado por algum órgão externo.

por reavaliar a distribuição em relação a alimen- ticamente significantes entre os dois grupos de tação do SINESPJC. Ainda que envolva algum grau de escolha A metodologia de estimação de qualidade e arbitrariedade. dos estados brasileiros em dois grandes grupos. optou-se pela apresentação das não. prejudicando os Numa primeira dimensão. numa subdivisão da internet para notificação de crimes e outros desses grupos. realizada com critérios exteriores forma de louvar o trabalho desempenhado por a área de segurança pública. rança Pública e Justiça Criminal (SINESPJC). de estados mais homogêneos. fonte dos dados de análise e outros o número de vítimas. Os resultados podem ser estados em termos de qualidade da informação. para além do obstante esta primeira tentativa de homogenei- desenvolvimento de uma metodologia de esti. Mas. zação. separam os homicídios dos confrontos com a Procuramos neste estudo fazer uma divisão polícia enquanto outros somam ambos os tipos. divulgação e uso de informações numa grande e única categoria. influindo na taxa de notificação de crimes. que aparecem ração foram divididas em grupos de boa ou baixa como mais violentos. estados com maior cobertura. Entretanto. subdividindo-os em outros dois a partir com procedimentos para evitar a duplicidade do preenchimento adequado ou não do SINES.deste modelo por meio de uma análise de cluster O objetivo final era facilitar comparações de em dois estágios. Alguns contabilizam os atos infracionais por sua de acordo com os procedimentos de qualidade natureza e outros jogam os atos infracionais de produção. como anteriores. o FBSP optou existem de fato diferenças relevantes e estatis. Alguns criminalidade da publicação. um segundo objetivo também como os estados produzem suas estatísticas: a impactou a posição relativa dessas Unidades. numa ocorrência e outros apenas os principais. Alguns contam o incidente como unidade de do Ministério da Justiça. não De forma complementar. Alguns permitem o uso qualidade dos dados. comparando grupos em termos de coesão e separação. as Unidades da Fede. cobertura da coleta é desigual. acreditamos que a classificação dos dados desenvolvida é bianual e deverá ser seja superior a metodologia utilizada nos anuários atualizada no ano de 2014. No entanto. verificados na tabela da página seguinte: 131 . PJC. Alguns contam criminais. Mostramos que diversos Estados desde então. de casos e outros não. os resultados da pesquisa mostram que mação da qualidade dos dados das 27 Unidades ainda existem diferenças importantes na forma da Federação. Unidades de acordo com o grau de alimentação Alguns contabilizam todos os crimes cometidos do Sistema Nacional de Estatística de Segu. de modo a agrupar os estamos desempenho mais justas.

Grupos de Estados segundo qualidade dos dados Unidades da Federação   Acre alta qualidade Alagoas alta qualidade Amazonas alta qualidade Bahia alta qualidade Ceará alta qualidade Distrito Federal alta qualidade Espírito Santo alta qualidade Goiás alta qualidade Mato Grosso alta qualidade Grupo 1 Mato Grosso do Sul alta qualidade Minas Gerais alta qualidade Pará alta qualidade Alimenta o Paraíba alta qualidade SINESPJC adequadamente Paraná alta qualidade Pernambuco alta qualidade Rio de Janeiro alta qualidade Rio Grande do Sul alta qualidade São Paulo alta qualidade Sergipe alta qualidade       Maranhão baixa qualidade Piauí baixa qualidade Rondônia baixa qualidade Grupo 2 Roraima baixa qualidade Santa Catarina baixa qualidade Tocantins baixa qualidade         Grupo 3 Rio Grande do Norte alta qualidade Não alimenta o SINESPJC       adequadamente Grupo 4 Amapá baixa qualidade 132 .

SPDCA. 2009 e 2012. Ministério da Saúde – MS.Fontes dos Dados Publicados na Edição 2013 do Anuário Brasileiro de Segurança Pública Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde Secretaria de Estado se Segurança Pública – AM – DATASUS. Secretaria de Segurança Pública – BA Escola de Direito de São Paulo da Fundação Getúlio Secretaria de Segurança Pública – MT Vargas – FGV. Sistema Secretaria de Estado de Segurança Pública. Secretaria de Segurança Pública – SE Pesquisa de Informações Básicas Municipais 2002.TO Secretaria de Estado da Segurança Pública – SC Secretaria do Tesouro Nacional – STN. Secretaria de Segurança Pública – PI Gerencia de Justiça. Ministério da Fazenda – MF. Justiça e Cidadania . Segurança Pública e Cidadania – MA Secretaria de Segurança Pública – RJ Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE. Secretaria de Segurança Pública – SP Secretaria da Segurança Pública – PB Secretaria de Segurança Pública e da Defesa Social – RN Secretaria da Segurança Pública – RS Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social – CE Secretaria de Defesa Social – PE Secretaria de Segurança Pública e Justiça – GO Secretaria de Estado da Justiça e Segurança Pública – AP Secretaria de Segurança.PR Nacional de Estatísticas em Segurança Pública e Justiça Criminal – SINESPJC. Secretaria de Estado de Segurança Pública – PA Secretaria Nacional de Segurança Pública. Índice de Confiança na Justiça Brasileira - ICJBrasil. Secretaria de Justiça e Segurança Pública – MS Departamento Penitenciário Nacional – DEPEN.RO Secretaria de Estado da Segurança Pública – RR Secretaria de Segurança. Defesa e Cidadania .2012 e 2013. 2006. 2004. Secretaria de Estado e Segurança pública . Secretaria de Estado da Segurança Pública e defesa Social – ES Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República – SEDH/PR/Subsecretaria de Promoção Secretaria de Estado de defesa Social – AL dos Direitos da Criança e do Adolescente . Ministério da Justiça – MJ. Pesquisa Perfil das Instituições de Segurança Pública.AC 133 . Levantamento nacional do atendimento socioeducativo Secretaria de Estado de Defesa Social – MG ao adolescente em conflito com a lei. Secretaria de Estado de Segurança Pública – DF Secretaria Nacional de Segurança Pública. 2012.

br/anuario .Os projetos do Fórum Brasileiro de Segurança Pública recebem o apoio de OPEN SOCIETY FOUNDATIONS acesse a versão digital: www.org.forumseguranca.

br .org.   Rua Mario de Alencar.forumseguranca. n° 103 Vila Madalena · São Paulo · SP · Brasil CEP: 05436-090 tel/fax: 55 11 3081-0925 www.

br . n° 103 ISSN 1983-7364 Vila Madalena · São Paulo · SP · Brasil 07 CEP: 05436-090 tel/fax: 55 11 3081-0925 9 771983 736002 www.   Rua Mario de Alencar.forumseguranca.org.

Sign up to vote on this title
UsefulNot useful