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Sábado restaurado
Texto: Lourenço Gonzales

Daniel 8: 12
“...e lançou a Verdade por terra; fez isso e prosperou.”
A Verdade, como já dissemos, é:
DEUS (Isa. 65:16);
JESUS CRISTO (João 14:6);
ESPÍRITO SANTO (João 16:13);
BÍBLIA (João 17:17);
OS 10 MANDAMENTOS (Sal. 119:142).

Portanto: Negar ou matar a Cristo; usurpar o lugar de Deus; olvidar a atuação do Espírito Santo; substituir a
Bíblia e modificar a Lei Moral é “lançar a Verdade por terra.”

Quando Daniel profetizou isso (600 a.C.), a verdade estava de pé.


Ou seja:
- Os judeus foram separados como nação eleita para ser a luz dos povos.
- O templo era a Igreja (Êxo. 25:8).
- O evangelho era o Sistema Sacrifical que prefigurava o Messias, e a Lei Moral era a norma de conduta.
- O Espírito Santo, embora atuante, não fora dado de forma clara, o que só ocorreu no Pentecostes ao ser
Jesus glorificado no Céu pelo Pai (João 17:5).
No Pentecostes se deu a obra inaugural do Espírito Santo como sucessor de Jesus.
Os anos se passaram. O Messias chegou, e mataram-nO.
Mas, no ano:
31 d.C. (morte de Cristo) a Verdade estava de pé.

58 d.C. Ainda permanecia de pé sustentada por Paulo (Atos 20:29 e 30).

62 d.C. Paulo adverte veementemente: II Tess. 2:3 e 4


- (O apóstolo define quem tentaria contra a Verdade para lançá-la por terra).
100 d.C. Morre João, o último dos apóstolos. A Verdade ainda está de pé.

200/300 d.C. Ainda permanece de pé, toda a Verdade de Deus.

321 d.C. Ocorre a conversão nominal do imperador Constantino ao cristianismo (apenas uma manobra
política para lhe assegurar a permanência no governo).
Em 7/3/321 d.C. celebra ele o famoso edito dominical que iria abrir a porta às leis dominicais futuras (veja
este decreto na página nº 96). Posteriormente afirmou: “Juntar-se à igreja ou perder a vida.”
364 d.C. No Concílio de Laodicéia a Igreja Romana transferiu definitivamente a solenidade do Sábado para o
domingo.

503/508 d.C. Nestes anos, consolidou-se a posição religiosa de apostasia total. Abria-se o caminho para a
“abominação assoladora”. O papado contava com o apoio eclesiástico (no Sínodo de 503 d.C. em Roma, o
Papa foi declarado como o substituto de Deus não podendo ser julgado por pessoa alguma).
Recebeu também o apoio civil (503 a 508 d.C.) através de Clóvis (Clodoveu) rei dos Francos que, aceitando o
cristianismo por influência de sua esposa cristã, Clotil de, torna-se ardoroso defensor do papado, lutando
contra todos os povos hostís ao Papa. Isto lhe valeu o título de “filho mais velho da Igreja Católica”.
533 d.C. Justiniano, imperador de Roma Oriental, com sede em Constantinopla, declara o papa como o
“cabeça de todas as igrejas”, passando o papado a dominar a Europa.

538 d.C. Exatamente neste ano foi expulso de Roma o último poder opositor do papado – os Ostrogodos. Com
sua queda desenvolveu-se notadamente a supremacia papal. Virgílio, bispo de Roma, torna-se o 1º papa com
jurisdição temporal. A verdade que, paulatinamente, já vinha sendo modificada, sob este poder, seria,

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