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Manual do Proprietário e Garantia FIRE 150
Manual do Proprietário e Garantia FIRE 150

Manual do Proprietário e Garantia

FIRE 150

FIRE 150

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FIRE 150

Obrigado por adquirir os produtos SHINERAY. Temos o prazer em dar boas vindas à família de proprietários de moto- cicletas SHINERAY. Como você já sabe, o desempenho e a durabilidade da sua motocicleta depende da maneira como é utilizado e como são feitas as manutenções periódicas.

Este manual o ajudará a familiarizar-se com todas as características, operação e manutenções necessárias para manter sua motocicleta sempre conservado, minimizando as falhas e prolongando sua vida útil.

Antes de utilizar a motocicleta, leia cuidadosamente todo “ Manual do Proprietário e Garantia” e guarde-o para consultá- lo, sempre que necessário.

Qualquer produto está sujeito à novas melhorias, que podem causar alguma diferença entre o mesmo e o “ Manual do Proprietário e Garantia”.

Em caso de dúvidas, consulte sua concessionária autorizada SHINERAY DO BRASIL mais próxima, que estará à dis- posição para atendê-lo, proporcionando alta qualidade na assistência técnica, manutenção e demais serviços.

SHINERAY MOTOS DO BRASIL

CD – Centro de Distribuição – Cabo de Santo Agostinho/PE Av. Refibras, 238 Cabo de Santo Agostinho – PE – CEP54505-000 www.shineray.com.br sac@shineraydobrasil.com.br 1º Edição– 05/2014

FIRE 150

FIRE 150

MANUAL DO PROPRIETÁRIO

Antes de utilizar a motocicleta, leia cuidadosamente todo este “Manual do

Proprietário e Garantia”. Para sua segurança e garantia da vida

útil da sua motocicleta, siga atenta-

mente as instruções contidas neste“

Manual do Proprietário e Garantia”.

A inobservância destas instruções

causará ferimentos graves e sérios acidentes. Aparecem neste “Manual do Proprietário e Garantia” as seguintes

palavras:

ATENÇÃO

É utilizada para informá-lo de possíveis riscos de acidente, com danos a motocicleta se as orientações não forem seguidas.

CUIDADO

Além da possibilidade de danos a motocicleta, indica também risco ao piloto, se as instruções não forem seguidas.

NOTA

É utilizada para indicar impor- tantes informações e sugestões de operação da motocicleta.

Todas as informações e especifica- ções constantes neste “Manual do

Proprietário e Garantia” são válidas para

a época da impressão.

RESPONSABILIDADE PELAS MANUTENÇÕES PERIÓDICAS

A responsabilidade pela realização das manutenções periódicas descritas neste “Manual do Proprietário e Garantia” é do proprietário da motocicleta. Se a motocicleta for submetido à condições severas de utilização, au- mente a frequência das manutenções.

A SHINERAY DO BRASIL se reserva

o direito de alterar, em qualquer mo-

mento, as características do veículo sem prévio aviso e sem obrigação de qual- quer espécie.

Este manual aplica-se ao modelo FIRE 150 e contém informações sobre todos os equipamentos da motocicleta.

Caso você venda sua motocicleta,

entregue este “Manual do Proprietário

e Garantia”, pois o futuro proprietário poderá necessitar.

FIRE 150 ESPECIFICAÇÕES E RUÍDOS EMISSÃO DE GASES
FIRE 150
ESPECIFICAÇÕES E RUÍDOS
EMISSÃO DE GASES

A SHINERAY DO BRASIL preocupa-se com a preservação do meio ambiente, buscando incessantemente

a melhoria de seus produtos, desde a fabricação, utilizando materiais compatíveis com o meio ambiente, reduzindo

percentualmente gases poluentes emitidos pelo escapamento. Atendendo as determinações do Programa de Controle de Poluição do Ar por Motocicletas e Similares - PROMOT. (PROMOT = é a nova Lei que limita emissão de poluentes).

 

EMISSÃO DE GASES

 

MODELO: FIRE 150

CO

HC

NOX

CO2

COM.L.

(g/Km)

(g/Km)

(g/Km)

(g/ Km)

(%rpm)

Ensaio 08MW094

1,36

0,19

0,09

57,28

0,00/1438

Valores de Homologação

1,36

0,19

0,09

57,28

0,00/1438

Limites Máximos (1) (2)

2,0

0,8

0,15

(3)

6,0 / -

ESPECIFICAÇÕES E RUÍDOS

(dB = decibel, unidade de medida do nível de ruído). Valor medido com a velocidade da motocicleta parada, conforme

NBR9714.

Mantendo sua motocicleta regulada de acordo com as instruções do fabricante, você estará contribuindo para a melhoria

das condições do meio ambiente, além de garantir o correto desempenho da sua motocicleta. Só utilize peças originais da

SHINERAY DO BRASIL. Em conformidade com legislação vigente, poluição sonora por veículos automotores, o limite máximo de ruído para fiscal- ização em circulação é:

MARCA / MODELO

CONDIÇÕES

NIVEIS DE RUÍDO dB (A)

 

Ensaios em 3ª marcha

OBTIDO

 

LIMITE

SHINERAY /

     

FIRE 150

 

74,4

77,0

CONAMA 02/93

Rotação 4250 rpm

95,2

98,2

PARA FISCALIZAÇÃO

FIRE 150

FIRE 150

FIRE 150

FIRE 150

ÍNDICE

Especificações

01
01

Antes de conduzir a motocicleta

02
02

Instrumentos e controles

03
03

Partida e funcionamento

04
04

Manutenção e pequenos reparos

05
05

Limpeza e conservação

06
06

Garantia e manutenção

07
07
FIRE 150

FIRE 150

FIRE 150

FIRE 150

ESPECIFICAÇÕES

1.1) Especificações técnicas

10

1.2) Identificação da motocicleta

11

01
01
FIRE 150 1.1. ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS   ITENS DADOS COMPRIMENTO TOTAL 2010 mm DIMENSÕES

FIRE 150

1.1. ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS

 

ITENS

DADOS

COMPRIMENTO TOTAL

2010

mm

DIMENSÕES

LARGURA TOTAL

800

mm

ALTURA TOTAL

1110

mm

ALTURA DO ASSENTO

810

mm

 

DISTÂNCIA ENTRE-EIXOS

1330

mm

DISTÂNCIA DO SOLO

200

mm

 

1ª MARCHA

3,076

2ª MARCHA

1,789

TRANSMISSÃO

3ª MARCHA

1,304

4ª MARCHA

1,091

 

5ª MARCHA

0,937

TRANSMISSÃO FINAL

2,80

 

TIPO DO MOTOR

Monocilindrico, 4 T, 2 válvulas, OHC

DIÂMETRO x CURSO

62,0 x 49,5 mm

CILINDRADA

149,0 cm³

POTÊNCIA MÁXIMA

11,3 cv/ 7500 rpm

MOTOR

TORQUE MÁXIMO

12,5 N.m / 6000 rpm

VELA DE IGNIÇÃO / FOLGA

NGK DPR8EA-9 / 0,6 - 0,7mm

FOLGA DAS VÁLVULAS

Admissão = 0,03 - 0,08 mm

Escape = 0,03 - 0,08 mm

ROTAÇÃO DA MARCHA-LENTA

1.500 +- 150 rpm

RODAS

RODA DIANTEIRA / ARO

2.75 - 18’’

RODA TRASEIRA / ARO

3,00 - 18’’

 

ITENS

 

DADOS

BATERIA

12V / 5,0 Ah

PARTIDA

Elétrica / Pedal

IGNIÇÃO

CDI (Ignição por Descarga Capacitiva)

SISTEMA ELÉTRICO

FUSÍVEL

 

15,0 A

FAROL (ALTO/BAIXO)

12V - 35W / 35W

LANTERNA / LUZ DE FREIO

12V

- 5 / 21W

 

LUZ DA SINALEIRA (PISCA)

12

- 10W x 4

INDICADOR DAS LUZES DA SINALEIRA (PISCA)

12V - 1,7W x 2

LUZES - PAINEL DE INSTRUMENTOS

12V - 3W x 2

INDICADOR DE FAROL ALTO

12

V - 1,7W

 

PESO SECO

 

110kg

CARGA MÁXIMA

150kg (incluindo condutor)

CAPACIDADES

ÓLEO DO MOTOR RECOMENDADO

1100 ml / API SL - JASO MA 20W50

TANQUE DE COMBUSTÍVEL

 

15 litros

 

VELOCIDADE MÁXIMA

 

85 km/h

DISTÂNCIA DE FRENAGEM

7 m (a 30km/h)

FREIOS

DIANTEIRO

Disco (Ø=240 mm)

TRASEIRO

Tambor (Ø = 130mm)

SUSPENSÃO

DIANTEIRA

GARFO TELESCÓPICO

TRASEIRA

DUPLO AMORTECIMENTO

FIRE 150

FIRE 150

1.2. IDENTIFICAÇÃO

DA MOTOCICLETA

Nº DE IDENTIFICAÇÃO DO MOTOR

Nº DE IDENTIFICAÇÃO DO VEÍCULO (VIN) OU CHASSI

O número do chassi e o número do

O

número do motor está gravado na

A identificação oficial de sua motocicleta

motor são necessários para o regis-

parte inferior esquerda da carcaça do

é

feita pelo número do chassi (VIN).

tro da motocicleta, para solicitação de

motor. Este número deve ser utilizado

O

número do chassi está na parte supe-

peças e também como referência para

como referência para solicitação de

rior do chassi. Anote o número do chas-

encontrá-la em caso de furto/roubo.

peças de reposição. Anote o número

si

de sua motocicleta no quadro abaixo.

Nunca guarde os documentos na moto-

do

motor do sua motocicleta no quadro

cicleta.

abaixo.

 

NÚMERO DO MOTOR

motor do sua motocicleta no quadro cicleta. abaixo.   NÚMERO DO MOTOR NÚMERO DO VEÍCULO (CHASSI)
motor do sua motocicleta no quadro cicleta. abaixo.   NÚMERO DO MOTOR NÚMERO DO VEÍCULO (CHASSI)

NÚMERO DO VEÍCULO (CHASSI)

motor do sua motocicleta no quadro cicleta. abaixo.   NÚMERO DO MOTOR NÚMERO DO VEÍCULO (CHASSI)
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FIRE 150

ANTES DE CONDUZIR A MOTOCICLETA

2.1)

Antes de conduzir a motocicleta

14

2.2)

Conduzindo com segurança

14

2.3)

Equipamentos de segurança

17

2
2
FIRE 150 2.1. ANTES DE CONDUZIR A MOTOCICLETA Este manual contém orientações so- bre a

FIRE 150

2.1. ANTES DE CONDUZIR A MOTOCICLETA

Este manual contém orientações so- bre a utilização correta, manuten- ção preventiva e como conduzir sua motocicleta com segurança. Para sua comodidade e segurança, leia atenta- mente as informações contidas neste manual.

2.2. CONDUZINDO

COM SEGURANÇA

Os itens apresentados neste manual são bastante básicos, portanto, assegure-se de estar bem familiarizado com as op- erações de condução da motocicleta. Sempre conduza com atenção e habi- lidade, sendo prudente e evitando aci- dentes.

1. Sempre realize uma inspeção prévia antes de dar partida no motor. Previna-se contra aciden- tes e danos a motocicleta. Muitos acidentes são causados por moto- ciclistas inexperientes, pilote so- mente se for habilitado.

2. Antes de tudo, obedeça as Leis Nacionais de Trânsito.

• Esta motocicleta tem capacidade para transportar apenas o piloto e um passageiro.

CUIDADO

Conduzir uma motocicleta requer certos cuidados para garantir sua segurança e a dos demais. Conheça os requisitos básicos de segurança antes de pilotar sua motocicleta.

3. Velocidade excessiva é a cau- sa comum de vários acidentes. Observe os limites de velocidade e não pilote em velocidade superior a que as condições permitem;

4. Sinalize sempre que for mudar de faixa ou fizer uma conversão;

5. Outros motoristas podem ser surpreendidos pelo tamanho e a manobrabilidade de uma moto- cicleta.

6. Mantenha sempre as duas mãos firmes no guidão e os pés bem apoiados nos pedais. O passageiro deve segurar-se com as duas mãos no motorista e manter seus pés bem apoiados nas pedaleiras.

FIRE 150

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7.

Evite ser surpreendido por outro motorista. Tenha muita atenção em cruzamentos, entra- das e saídas de vias (expressas ou rodovias) e estacionamentos.

8.

Sempre use o capacete. Evite

contato com o escapamento e o

motor quando estiverem quentes.

9. Na maioria dos acidentes

entre

automóveis e motocicletas,

o

motorista do automóvel não

o motociclista, portanto:

Trafegue

ligado na posição (baixo);

sempre

com

o

farol

• Use roupas e capacete de cores

sempre com o farol • Use roupas e capacete de cores Dirija com boa postura Boa

Dirija com boa postura

• Use roupas e capacete de cores Dirija com boa postura Boa postura e dirigir corretamente

Boa postura e dirigir corretamente são

requisitos básicos ao pilotar uma Moto- cicleta.

• Olhos: Não fixe os olhos em um só ponto, olhe o todo;

• Ombros: Não fique tenso, procure

relaxar;

• Braços: Mantenha os braços para dentro;

• Mãos: Mantenha as mãos no guidão de forma que possa operar

os instrumentos facilmente;

claras

e visíveis, principalmente à

noite;

• Cintura: Mantenha uma postura suave com os braços e ombros

• Posicione-se de maneira que

o motorista do automóvel à sua

frente possa vê-lo claramente;

• Evite áreas onde o motorista possa ter dificuldade de enxergá-

lo, os chamados “pontos-cegos”.

relaxados.

• Pés: Mantenha os pés sobre os pedais.

Partida do motorrelaxados. • Pés: Mantenha os pés sobre os pedais. Olhe ao redor antes de colocar a

Pés: Mantenha os pés sobre os pedais. Partida do motor Olhe ao redor antes de colocar

Olhe ao redor antes de colocar a moto- cicleta em funcionamento.

1. Sente-se no assento tire a motoci- cleta do cavalete, gire a chave até

a posição

;
;

2. Ponha a marcha na posição NEU- TRO;

3. Dê partida com o pedal ou pressio- ne o botão de partida.

4. Verifique as condições em sua volta, acione o indicador de

direção (seta) informando

à

direção que vai seguir e saia de- vagar.

CUIDADO

Verifique se o cavalete está com- pletamente recolhido. A moto- cicleta poderá sofrer uma queda caso o cavalete esteja baixado.

Iniciando a curvapoderá sofrer uma queda caso o cavalete esteja baixado. O princípio básico para fazer uma curva

uma queda caso o cavalete esteja baixado. Iniciando a curva O princípio básico para fazer uma

O princípio básico para fazer uma curva é compensar simultaneamente a gravidade e a força centrífuga.

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FIRE 150 A influência da velocidade A força centrífuga é inversamente pro- porcional ao raio da

A influência da velocidade

FIRE 150 A influência da velocidade A força centrífuga é inversamente pro- porcional ao raio da

A força centrífuga é inversamente pro-

porcional ao raio da curva e aumenta em proporção direta ao quadrado da velocidade. Para reduzir a força centrífuga, reduza a velocidade antes de iniciar a curva.

centrífuga, reduza a velocidade antes de iniciar a curva. Postura correta para fazer uma curva Existem

Postura correta para fazer uma curva

de iniciar a curva. Postura correta para fazer uma curva Existem 3 posturas para a pilotagem

Existem 3 posturas para a pilotagem de uma motocicleta. Mantenha a cabeça ereta olhando para a curva.

1.Inclinação natural

Nesse procedimento o piloto e a mo- tocicleta devem permanecer alinhados com a mesma inclinação. Esta é uma postura básica, a mais correta e natural possível.

2.Inclinação para dentro

Neste procedimento o corpo do piloto deverá inclinar-se um pouco mais que

a motocicleta. Nesta condição o piloto

terá vantagens para vencer uma curva,

seja em pista seca ou molhada, porque

o contato com o solo será ideal, embora

deva tomar um pouco mais de cuidado, porque a visão à frente será prejudi-

cada.

3.Inclinação para fora

Neste procedimento o piloto deverá inclinar o corpo no sentido contrário ao da inclinação da motocicleta. Nesta condição, o piloto vencerá com mais fa- cilidade curvas muito fechadas ou em superfícies irregulares, mantendo uma boa visibilidade.

em superfícies irregulares, mantendo uma boa visibilidade. Como fazer a curva Desacelere e acione os freios

Como fazer a curva

mantendo uma boa visibilidade. Como fazer a curva Desacelere e acione os freios dianteiro e traseiro

Desacelere e acione os freios dianteiro e traseiro simultaneamente;

Inicie a curva lentamente, inclinado para a direção de dentro da curva. Acelere lentamente e gradualmente.

de dentro da curva. Acelere lentamente e gradualmente. Prudência ao fazer a curva fazer uma curva.

Prudência ao fazer a curva

lentamente e gradualmente. Prudência ao fazer a curva fazer uma curva. Não fique posi - cionado

fazer uma curva. Não fique posi- cionado muito próximo do lado de dentro da curva.

Princípio básico (atrito com o solo)
Princípio básico
(atrito com o solo)

A frenagem da motocicleta de-

pende do atrito entre os pneus e

o solo. Pisos molhados ou úmi-

dos apresentarão um coeficiente de atrito inferior ao apresentado quando seco e aumentará a dis- tância da frenagem.

CUIDADO

A motocicleta não para imediata- mente ao aplicar os freios. Pilote com atenção e tente antecipar suas reações.

• Não faça uma curva junto a um veículo muito grande;

• Mantenha-se dentro da área de visibilidade do motorista do outro veículo;

• O motorista de um veículo maior não poderá vê-lo nas áreas sem

visibilidade;

• Os pneus de um veículo longo se deslocam mais para dentro ao

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FIRE 150

FIRE 150 Como parar • Desacelere o motor e reduza a marcha. • Não incline a

Como parar

FIRE 150 Como parar • Desacelere o motor e reduza a marcha. • Não incline a

• Desacelere o motor e reduza a marcha.

• Não incline a motocicleta.

• Pare aplicando simultaneamente os freios dianteiro e traseiro.

2.3. EQUIPAMENTO DE SEGURANÇA

freios dianteiro e traseiro. 2.3. EQUIPAMENTO DE SEGURANÇA Capacete A maioria dos acidentes fatais de motociclistas

Capacete

A maioria dos acidentes fatais de

motociclistas deve-se a ferimentos na

cabeça. Sempre use o capacete.

Roupas

a ferimentos na cabeça. Sempre use o capacete . Roupas Modificações Alterações relacionadas à estrutura da

Modificações

na cabeça. Sempre use o capacete . Roupas Modificações Alterações relacionadas à estrutura da motocicleta, seu

Alterações relacionadas à estrutura da

motocicleta, seu sistema de escape ou o uso não convencional, provocaráModificações Alterações relacionadas à estrutura da diminuição da segurança e ruídos eleva- dos que

diminuição da segurança e ruídos eleva- dos que acabarão reduzindo a vida útil da motocicleta. Além de serem ilegais, estas alterações causarão a perda da

garantia da motocicleta.de serem ilegais, estas alterações causarão a perda da Energia de impacto Previna-se contra acidentes, aprenden-

alterações causarão a perda da garantia da motocicleta. Energia de impacto Previna-se contra acidentes, aprenden- do
alterações causarão a perda da garantia da motocicleta. Energia de impacto Previna-se contra acidentes, aprenden- do

Energia de impacto

Previna-se contra acidentes, aprenden- do a frear com precisão. A energia de impacto aumenta direta e proporciona- lmente conforme o peso da motocicleta e o quadrado da velocidade. No caso de colisão à 50 km/h contra um muro, o impacto será equivalente a uma queda livre de uma altura de 10 metros.

A utilização de jaqueta, botas (ou

calçados) de couro, luvas, calça com- prida, etc. é muito importante para uma condução segura e para protegê-lo e/ou reduzir ferimentos em geral (o passageiro precisa da mesma proteção).

• Use jaqueta de cor clara e viva, de tecido resistente ou couro, calça comprida, botas (ou calçados) de couro, luvas e capacete com viseira. Evite usar roupas muito folgadas ou que atrapalhem a pilotagem, pois poderão ficar pre- sas nas manoplas / alavancas, pedais / pedaleiras ou corrente da transmissão / rodas, provocando acidentes graves.

CUIDADO Modificações na motocicleta ou a remoção de peças do equipa- mento original podem reduzir a segurança da motocicleta, além de infringir normas de trânsito. Obedeça todas as normas que

regulamentam o uso de equipa- mentos e acessórios.

FIRE 150

FIRE 150

FIRE 150 Cargas 4. Fixe firmemente a carga a ser transportada e verifique a fixação com

Cargas

FIRE 150 Cargas 4. Fixe firmemente a carga a ser transportada e verifique a fixação com

4.

Fixe firmemente a carga a ser transportada e verifique a fixação com frequência.

 

CUIDADO

Evite acidentes, tenha cuidado ao instalar acessórios ou cargas em sua motocicleta. Acessórios

CAPACIDADE DE CARGA:

e

cargas reduzem a estabilidade,

150 kg (incluindo piloto, passageiro, carga e acessórios).

desempenho e segurança de sua motocicleta. Tenha muito cuidado

ao

conduzí-lo sob essas condições.

 
 

O

design da motocicleta exige

O design da motocicleta exige Vibrações

Vibrações

O design da motocicleta exige Vibrações

uma distribuição dos produtos

 

de determinadas extensões a serem transportados, buscando

Os movimentos dos componentes internos do motor podem causar vibra-

o

equilíbrio dos produtos. O ar-

ções e ruídos durante o funcionamento. As vibrações também podem surgir ao pilotar em pistas irregulares e devido à aerodinâmica.

ranjo inadequado dos produtos afeta perigosamente o desem-

penho e a estabilidade do veículo.

A

SHINERAY não terá nenhuma

responsabilidade com o fato acima mencionado.

 

NOTA

 

Essas vibrações são caracte rísticas normais da motocicleta e,

portanto, não são cobertas pela garantia.

1. Mantenha o peso da carga próximo ao centro de gravidade da moto- cicleta. Afastando a carga do cen- tro de gravidade da motocicleta afetará a dirigibilidade.

2. Ajuste a pressão dos pneus levan- do em conta o peso adicional.

3. Não fixe nenhum objeto no guidão ou nos amortecedores dian- teiros, isto reduzirá a resposta da direção.

CUIDADO

Cuidado ao pilotar com acessórios ou carga. Eles podem prejudicar a estabilidade e o desempenho da motocicleta.

CUIDADO

As vibrações podem causar o afrouxamento de porcas, parafu- sos e fixadores, afetando a segu- rança especialmente após pilotar em pistas irregulares. Verifique frequentemente o aperto de todos os fixadores. Siga rigorosamente o plano de manutenção preventi- va e use somente peças genuínas SHINERAY.

preventi- va e use somente peças genuínas SHINERAY. Estacionando Use o cavalete central ou o cavalete

Estacionando

va e use somente peças genuínas SHINERAY. Estacionando Use o cavalete central ou o cavalete lateral

Use o cavalete central ou o cavalete lateral para estacionar a motocicleta. Estacione em lugar plano e firme, com o guidão voltado para a esquerda. O motocicleta poderá tombar caso:

Seja estacionado com o guidão voltado para a direita; Seja estacionado em lugares inclinados, arenosos, acidentados ou em superfícies não consistentes. Caso seja necessário parar em lugares instáveis, assegure-se de estacioná-lo de maneira segura, apoiando a roda dianteira para evitar que tombe.

FIRE 150

FIRE 150

INSTRUMENTOS E CONTROLES

3.1) Instrumentos e controles 20 3.2) Painel de instrumentos 23 3.3) Interruptor de ignição 24 3.4) Registro do tanque de combustível 24 3.5) Abastecimento 25 3.6) Interruptores 26 3.7) Trava do guidão 27 3.8) Ferramentas 27

3
3
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FIRE 150

3.1. INSTRUMENTOS E CONTROLES

1 2 3 4 5 6
1
2
3
4 5
6

7

8

9

10

1. AMORTECEDOR TRASEIRO LADO DIREITO

2. RABETA

3. ASSENTO

4. ESPELHO RETROVISOR LADO DIREITO

5. PARALAMA DIANTEIRO

6. RODA DIANTEIRA

7.

ESCAPAMENTO

8.

PEDALEIRA TRASEIRA DIREITA

9.

CAVALETE CENTRAL

10.

PEDAL DE FREIO TRASEIRO

FIRE 150

FIRE 150

INSTRUMENTOS E CONTROLES

1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 1. FAROL 7. CAVALETE LATERAL
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
1. FAROL
7.
CAVALETE LATERAL

2. ESPELHO RETROVISOR LADO ESQUERDO

3. TANQUE DE COMBUSTÍVEL

4. LANTERNA TRASEIRA

5. PARALAMA TRASEIRO

6. PEDAL DE MARCHA

8.

PEDALEIRA TRASEIRA ESQUERDA

9.

PROTETOR DA CORRENTE

10.

RODA TRASEIRA

FIRE 150

FIRE 150

INSTRUMENTOS E CONTROLES

3

1 2 4 5 6 7 8 9
1
2
4
5
6
7
8
9

1. ESPELHO RETROVISOR ESQUERDO

7.

INTERRUPTOR DE PARTIDA

2. PAINEL DE INSTRUMENTO

8.

MANOPLA DIREITA (ACELERADOR)

3. ESPELHO RETROVISOR DIREITO

9.

MANETE DE FREIO DIANTEIRO

4. MANETE DE EMBREAGEM

5. MANOPLA ESQUERDA

6. INTERRUPTOR DO FAROL

FIRE 150

FIRE 150

3.2. PAINEL DE INSTRUMENTOS

1

2

3

4

3

5

7 6
7
6

1. VELOCIMETRO

Indica a velocidade da motocicleta em quilômetros por hora durante o per- curso.

2. HODÔMETRO TOTAL

Indica a distância total percorrida pela

motocicleta em quilômetros.

3. INDICADOR DE DI-

REÇÃO A luz indicadora (sinaleira) esquerda ou direita acende intermitentemente quan- do o interruptor de setas é posicionado para a esquerda ou para a direita.

4. INDICADOR DE FAROL ALTO:

A luz indicadora de farol alto per-

manecerá acesa enquanto o interruptor

estiver posicionado no farol alto.

5.

INDICADOR DE COMBUSTÍVEL

O

ponteiro na marca “F” (full) indica

que o tanque está cheio e na marca “E” (empty) que o tanque está vazio.

6. HODÔMETRO PARCIAL

Indica a distância percorrida pela mo- tocicleta parcialmente em quilômetros.

7. INDICADOR DO NEUTRO

Indica que o câmbio está na posição NEUTRO.

FIRE 150

FIRE 150

3.3. INTERRUPTOR DE IGNIÇÃO

FIRE 150 3.3. INTERRUPTOR DE IGNIÇÃO LIGA / DESLIGA TODO O SISTEMA ELÉTRICO DA MOTOCICLETA. POSIÇÃO

LIGA / DESLIGA TODO O SISTEMA ELÉTRICO DA MOTOCICLETA.

POSIÇÃO

FUNÇÃO

OBS.

 

Liga todo

A chave não

o

sistema

pode ser removida.

ON

elétrico.

 

Desliga todo

 

chave

o

sistema

A

OFF

elétrico.

pode ser

removida.

   

A

chave

LOCK

 

Trava o

guidão.

pode ser

removida

CUIDADO

• Não gire a chave de ignição enquanto estiver conduzindo, isto provocará graves aciden- tes.

• O sistema elétrico per- manecerá desligado com a chave na posição OFF.

• Gire a chave de ignição para a posição ON somente com a motocicleta parada.

• Ao retirar-se da motocicleta, trave o guidão e leve a chave consigo.

• Deixar a chave de ignição na posição ON com o motor desligado, descarregará a bateria.

CUIDADO

Antes de deixar a motocicleta, as- segure de ter travado o guidão, forçando-o para a esquerda e para

a direita. Procure estacionar em

local adequado evitando transtor- nos ao tráfego.

3.4. REGISTRO DO TANQUE DE COMBUSTÍVEL

O volume interno do tanque é de 15

litros, incluindo a reserva de aproxi-

madamente 2 litros. O registro está localizado na parte inferior esquerda

do tanque de combustível e possui três

posições.

Nesta posição o registro do

nesta posição toda vez que des- ligar a motocicleta.e possui três posições. Nesta posição o registro do tanque estará fechado.Deixe Nesta posição o combustível

tanque estará fechado.Deixe

Nesta posição o combustível flu- irá normalmente para o carbura dor. O registro deve ser mantido

nesta posição sempre que a mo-normalmente para o carbura dor. O registro deve ser mantido tocicleta estiver em uso. Coloque o

tocicleta estiver em uso.

Coloque o registro nesta posição quando atingir a reserva. Após colocar o registro nesta posição reabasteça o mais rápido pos- sível.normalmente para o carbura dor. O registro deve ser mantido nesta posição sempre que a mo-

FIRE 150 REGISTRO DO TANQUE DE COMBUSTÍVEL 3.5. ABASTECIMENTO Para abrir a tampa do tanque,

FIRE 150

REGISTRO DO TANQUE DE COMBUSTÍVEL

REGISTRO DO TANQUE DE COMBUSTÍVEL

3.5. ABASTECIMENTO

Para abrir a tampa do tanque, mova

a capa da tampa, coloque a chave na

fechadura e gire-a no sentido horário. Abasteça até atingir o nível indicado. Com a chave na fechadura da tampa, feche-a pressionando-a para baixo e gi- rando a chave no sentido anti-horário.

A capacidade do tanque de combustí-

vel é de 15 litros incluindo a “reserva” (2 litros).

TAMPA DO TANQUE DE COMBUSTÍVEL

TAMPA DO TANQUE DE COMBUSTÍVEL

NOTA

O combustível só poderá ser

utilizado quando a quantidade

normal esgotar. Neste caso,

o reabastecimento deve ser o

mais rápido possível, pois só restará aproximadamente 2 li- tros de combustível para uso.

CUIDADO

A gasolina é altamente inflamável.

Abasteça em local bem ventilado e com o motor desligado. Não acenda cigarro na área em que está sendo feito o abastecimento.

E não permita a presença de faís-

cas ou chamas. Se o combustível ultrapassar o nível indicado, o excesso escoará pelo respiro da

tampa. Certifique-se que a tampa está fechada corretamente. Evite

o contato da gasolina com as par-

tes pintadas da motocicleta pois

danificará a pintura.

NÍVEL DO TANQUE DE COMBUSTÍVEL

NÍVEL DO TANQUE DE COMBUSTÍVEL

FIRE 150

FIRE 150

3.6. INTERRUPTORES

1 2 3 4

1

2

3

4

1. INTERRUPTOR DO FAROL

2. INTERRUPTOR DAS SINALEIRAS

3. INTERRUPTOR DA BUZINA

4. INTERRUPTOR FAROL ALTO/BAIXO

POSIÇÃO DOS

 

INTERRUPTORES

FUNÇÃO

LADO ESQUERDO

Farol Alto / Farol Baixo
Farol Alto / Farol Baixo
Farol Alto / Farol Baixo

Farol Alto / Farol Baixo

Indicador da Sinaleira
Indicador da Sinaleira

Indicador da Sinaleira

Buzina

Buzina

Os instrumentos e o farol acendem.

Os instrumentos e o farol acendem.

 
   
 

Acende a lanterna

 
  Desliga tudo

Desliga tudo

    Acende a lanterna   Desliga tudo INTERRUPTOR DIREITO 1 1. INTERRUPTOR DE PARTIDA POSIÇÃO

INTERRUPTOR DIREITO

a lanterna   Desliga tudo INTERRUPTOR DIREITO 1 1. INTERRUPTOR DE PARTIDA POSIÇÃO DOS  
1

1

1. INTERRUPTOR DE PARTIDA

POSIÇÃO DOS

 

INTERRUPTORES

FUNÇÃO

LADO DIREITO

Interruptor

Interruptor

de partida

FIRE 150

FIRE 150

3.7. TRAVA DO GUIDÃO

Para travarFIRE 150 3.7. TRAVA DO GUIDÃO 1. Vire o guidão totalmente para a esquerda. 2. Introduza

1. Vire o guidão totalmente para a esquerda.

2. Introduza a chave na ignição.

3. Pressione a chave e gire-a no sen- tido anti-horário.

4. Retire a chave.

5. Posicione o bloqueio de ignição na posição SHUT.

5. Posicione o bloqueio de ignição na posição SHUT. Para destravar 1. Introduza a chave do

Para destravar

1. Introduza a chave do desbloqueio que se localiza na parte superior da chave da ignição, no desblo- queio da ignição e gire no sentido horario.

2. Pressione a chave da ignição e gire-a no sentido horário.

TRAVA DO GUIDÃO

da ignição e gire-a no sentido horário. TRAVA DO GUIDÃO BLOQUEIO DE IGNIÇÃO 3.8. FERRAMENTAS 1

BLOQUEIO DE

IGNIÇÃO

3.8. FERRAMENTAS

1 2 3 4 5 6 7
1
2
3
4
5
6
7

1. chave combinada 10x12 mm

2. chave combinada 14x17 mm

3. chave de vela

4. chave de fenda

5. chave Philips

6. cabo de extensão

7. bolsa de ferramentas

As ferramentas que acompanham sua motocicleta ficam embaixo do assento, juntamente com o “Manual do Propri- etário e Garantia”.

CHAVE DO DESBLOQUEIO DA IGNIÇÃO

juntamente com o “Manual do Propri- etário e Garantia”. CHAVE DO DESBLOQUEIO DA IGNIÇÃO CHAVE DE

CHAVE DE IGNIÇÃO

FIRE 150

FIRE 150

FIRE 150

FIRE 150

PARTIDA E FUNCIONAMENTO

4.1) Verificações antes de conduzir 30 4.2) Partida 30 4.3) Amaciamento do motor 31 4.4) Transmissão 32 4.5) Frenagens 33 4.6) Estacionamento 33 4.7) Pneus 34

4
4
FIRE 150

FIRE 150

4.1. VERIFICAÇÕES ANTES DE CONDUZIR

4.2. PARTIDA

FIRE 150 4.1. VERIFICAÇÕES ANTES DE CONDUZIR 4.2. PARTIDA Partida com o motor quente 1. Veja

Partida com o motor quente

ANTES DE CONDUZIR 4.2. PARTIDA Partida com o motor quente 1. Veja se o registro está

1. Veja se o registro está em ON.

Os itens abaixo exigem apenas alguns

 
Os itens abaixo exigem apenas alguns   Partida com o motor frio

Partida com o motor frio

Os itens abaixo exigem apenas alguns   Partida com o motor frio

minutos de verificação. Caso necessite

 

2. Coloque a ignição em ON.

de alguma manutenção, procure a con-

1.

Puxe a alavanca do afogador.

 

cessionária SHINERAY mais próxima.

 

3. Posicione a marcha em neutro (N),

Toda vez que for utilizar sua motocicleta verifique:

2.

Gire o acelerador em 1/8 a 1/4 de volta.

observe no painel.

 
 

4. Impulsione então o pedal de

1.

Nível do óleo do motor;

3.

Posicione a chave de ignição em ON.

partida ou botão de partida.

2.

Nível do combustível;

5. Verifique se

o

cavalete está

 

4.

Assegure-se que a transmissão

completamente recolhido e saia

3.

Sistema de freio (altura do pedal do freio traseiro, folga do manete

está em neutro (N).

 

lentamente.

de freio dianteiro).

5.

Coloque o registro do tanque de combustível na posição “ON”.

4.

Pneus (pressão e desgaste).

 

6.

Pressione o pedal de partida ou o

 

5.

Acelerador (funcionamento da manopla, condições dos cabo e

botão de partida.

 

suas folgas).

7.

Gire lentamente o acelerador para aumentar a rotação do motor.

 

6.

Corrente de transmissão (condição e folga).

8.

Volte a alavanca do afogador para a posição normal, depois que o

7.

Sistema elétrico (verifique se o farol, as lanternas, as sinaleiras e demais luzes acendem).

motor estiver suficientemente aquecido.

 

9.

Verifique se o cavalete está com-

8.

Retrovisores (ajuste-os).

pletamente recolhido e saia lenta- mente.

9.

Posição do registro do tanque de combustível.

FIRE 150 CUIDADO Só dê a partida no motor após ter certeza que a transmissão

FIRE 150

FIRE 150 CUIDADO Só dê a partida no motor após ter certeza que a transmissão está

CUIDADO

Só dê a partida no motor após ter certeza que a transmissão está em neutro (N). Caso contrário se aci- dentará. Acelerar desnecessaria- mente (especialmente em rota- ções elevadas) danificará o motor.

em rota- ções elevadas) danificará o motor. Procedimentos para desligar o motor 1. Solte o acelerador

Procedimentos para desligar o motor

danificará o motor. Procedimentos para desligar o motor 1. Solte o acelerador para reduzir a rotação

1. Solte o acelerador para reduzir a rotação do motor.

2. Posicione a transmissão em neutro (N).

3. Posicione a chave de ignição em OFF.

4. Coloque o registro do tanque de combustível em “OFF”.

Coloque o registro do tanque de combustível em “OFF”. O motor não pega 1. Verifique se

O motor não pega

do tanque de combustível em “OFF”. O motor não pega 1. Verifique se há combustível suficiente

1. Verifique se há combustível suficiente no tanque.

2. Verifique se foi dada a partida conforme as instruções do manual.

3. Se sua motocicleta tiver partida elétrica, verifique se o motor de partida funciona corretamente.

4. Se o motor de partida não estiver funcionando corretamente, a ba- teria poderá estar descarregada.

4.3. AMACIAMENTO DO MOTOR

Os cuidados com o amaciamento durante os primeiros 500 km de uso, prolongarão consideravelmente a vida

útil da motocicleta, além de aumentar seu desempenho. As recomendações abaixo aplicam-se a

toda vida útil do motor e não apenas ao período de amaciamento.

Não force o motor.

 

Evite acelerações bruscas.

 

Não ultrapasse as velocidades máximas para cada marcha.

Use as marchas adequadas.

 
   

ATENÇÃO

 

Se

o

motor

for

operado

em

rotações

muito

altas,

será

seriamente danificado.

FIRE 150

FIRE 150

4.4. TRANSMISSÃO

FIRE 150 4.4. TRANSMISSÃO Mudanças de marchas • Com o motor em neutro, pres- sione o

Mudanças de marchas

FIRE 150 4.4. TRANSMISSÃO Mudanças de marchas • Com o motor em neutro, pres- sione o

• Com o motor em neutro, pres- sione o manete da embreagem e posicione o pedal de câmbio na posição 1ª marcha.

• Acelere gradualmente e solte lentamente o manete da embrea- gem, com uma boa coordenação entre as duas operações para as- segurar uma saída natural.

• Quando a motocicleta atingir um ponto de equilíbrio (velocidade moderada), diminua a aceleração, pressione novamente o manete da embreagem e posicione o pedal de câmbio na posição 2ª marcha. Repita esta operação para mudar sucessivamente para 3ª, 4ª e 5ª marchas.

Cada vez que você pressionar o pedal do câmbio mudará para a marcha seguinte, na ordem (1-N-2-3-4-5). O pedal sem- pre retorna à posição original quando é liberado.

sem- pre retorna à posição original quando é liberado. Redução de marchas Acelerações fortes, por exemplo,

Redução de marchas

posição original quando é liberado. Redução de marchas Acelerações fortes, por exemplo, ao ul- trapassar outros

Acelerações fortes, por exemplo, ao ul- trapassar outros veículos, poderão ser obtidas reduzindo-se a marcha.

5 4 3 2 N 1
5
4
3
2
N
1

ATENÇÃO

Não faça nenhuma mudança de marcha sem pressionar o ma-

nete da embreagem ou reduzir

a aceleração, isso danificará

o motor e o câmbio. Não reduza

as marchas com o motor em alta

rotação, pois além de sobrecar-

regar a transmissão e forçar o

motor, haverá o risco de travar a

roda traseira, causando a perda de controle da motocicleta. Evite acelerações desnecessárias. Desta

forma estará economizando com- bustível e aumentando a vida útil da motocicleta. Ao observar a pre- sença de ruídos estranhos ao con- duzir, leve a motocicleta para uma inspeção em uma concessionária autorizada SHINERAY DO BRASIL.

FIRE 150

FIRE 150

4.5. FRENAGENS

FIRE 150 4.5. FRENAGENS Como aplicar o freio • Procure sempre frear a motocicleta com os

Como aplicar o freio

FIRE 150 4.5. FRENAGENS Como aplicar o freio • Procure sempre frear a motocicleta com os

• Procure sempre frear a motocicleta com os freios dianteiro e traseiro simultaneamente.

• Acione os freios dianteiro e traseiro de forma progressiva, ao mesmo tempo em que reduz as marchas.

• Evite freadas bruscas e desne- cessárias. Pressione a embreagem antes de parar completamente a motocicleta.

CUIDADO

A utilização independente dos

freios (dianteiro ou traseiro), reduz a eficiência de frenagem, aumentando consequentemente a

distância percorrida e dificultan-

do o controle da motocicleta. Ao

conduzir a motocicleta em pistas molhadas, ou em pistas de areia (terra), a segurança será redu- zida. Os movimentos deverão ser cuidadosos em tais condições.

CUIDADO

Ao conduzir em declives acentua- dos, utilize o freio motor, redu-

zindo as marchas corretamente ao mesmo tempo em que aplica ambos os freios. A aplicação prolongada dos freios irá super-

aquecê-los diminuindo sua eficiên- cia. Após conduzir em pistas mo- lhadas ou sob chuva, verifique as condições dos freios, freando aos

poucos, em baixa velocidade e em local seguro.

4.6. ESTACIONAMENTO

Ao parar a motocicleta, coloque a transmissão em neutro. Desligue a ignição e retire a chave do interruptor. Use o cavalete central ou lateral para apoiá-la.

ATENÇÃO

Ao estacionar, pare em local plano

e firme. Trave o guidão. Ao esta-

cionar em locais inclinados, apoie

a roda dianteira, evitando pos-

síveis quedas. Evite furtos, sem- pre trave o guidão ao estacionar. Lembre-se de retirar a chave de ignição do interruptor. Sempre

que possível estacione em local fechado e protegido. Tenha sem- pre em seu poder os documentos

da motocicleta.

FIRE 150 4.7. PNEUS A pressão correta dos pneus influi dire - tamente na estabilidade

FIRE 150

4.7. PNEUS

A pressão correta dos pneus influi dire- tamente na estabilidade e conforto na condução da Motocicleta, além de ga- rantir uma maior durabilidade. Verifique

a pressão dos pneus (frios) antes de

utilizar a motocicleta. Verifique se não

há rachaduras ou objetos encravados na

banda de rodagem dos pneus. Existem vários indicadores de desgaste distribuídos em vários pontos da banda de rodagem dos pneus.

CONDIÇÃO

PILOTO

PILOTO E

PASSAGEIRO

Pressão do pneu frio kpa(psi)

Traseiro: 225 (33)

Dianteiro: 200 (29)

Dianteiro: 225 (33)

Traseiro: 250 (36)

Dianteiro: 200 (29) Dianteiro: 225 (33) Traseiro: 250 (36) CUIDADO Não tente reparar um pneu seriamente
Dianteiro: 200 (29) Dianteiro: 225 (33) Traseiro: 250 (36) CUIDADO Não tente reparar um pneu seriamente

CUIDADO

Não tente reparar um pneu seriamente danificado. A confi- abilidade será reduzida. Pneus com pressão incorreta sofrem desgaste prematuro além de afetarem a dirigibilidade e se- gurança da motocicleta. Trafegar com pneus muito desgastados é perigoso pois sua aderência será muito reduzida, prejudicando a tração e dirigibilidade da moto- cicleta. Utilizar pneus com medi- das diferentes das recomendadas afetará negativamente a dirigi- bilidade da motocicleta. Troque os pneus assim que os sulcos da ban- da de rodagem atingirem o limite de desgaste.

dirigi- bilidade da motocicleta. Troque os pneus assim que os sulcos da ban- da de rodagem
dirigi- bilidade da motocicleta. Troque os pneus assim que os sulcos da ban- da de rodagem
FIRE 150

FIRE 150

MANUTENÇÃO E PEQUENOS REPAROS

5.1) Manutenção

5.2) Embreagem 36

5.3) Óleo do motor 37

5.4) Vela de ignição 5.5) Filtro de ar

5.6) Regulagem da marcha lenta 40 5.7) Corrente de transmissão 41 5.8) Fluido de freio 42

5.9) Freios

5.10) Remoção das rodas 44

5.11)Bateria 44 5.12)Fusível 45

36

38

39

43

5
5
FIRE 150

FIRE 150

5.1. MANUTENÇÃO

Sempre que precisar de um serviço de manutenção, lembre-se que sua con- cessionária SHINERAY DO BRASIL é quem tem o melhor conhecimento sobre sua motocicleta e está mais bem equi- pada, podendo oferecer todos os ser- viços de manutenção necessários à sua motocicleta.

ATENÇÃO

O plano de manutenção neste

“Manual do Proprietário e Garan- tia” foi baseado em motocicletas submetidas a condições normais

de uso. Se sua motocicleta for uti-

lizada sob condições severas ou

adversas, necessitará de serviços

de manutenção mais frequentes

do que o especificado.

Procure sua concessionária autorizada SHINERAY DO BRASIL para determi- nar os intervalos corretos de acordo com sua forma de utilização.

CUIDADO

Os gases do escape contêm monóxido de carbono. Não faça manutenção com o motor ligado em local onde não haja boa ventilação. Mantenha a motocicleta em lugar plano e sólido, bem apoiado no cavalete. Evite contato com o motor e o es- cape sempre que estiver com o motor ligado e mesmo após des- ligá-lo.

Retire a chave da ignição após desligar o motor. Para fazer a manutenção utilize ferramentas apropriadas.

5.2. EMBREAGEM

manutenção utilize ferramentas apropriadas. 5.2. EMBREAGEM Ajuste da embreagem O ajuste da embreagem é necessário

Ajuste da embreagem

ferramentas apropriadas. 5.2. EMBREAGEM Ajuste da embreagem O ajuste da embreagem é necessário quando as trocas

O ajuste da embreagem é necessário

quando as trocas de marcha apresenta- rem deficiência ou quando a rotação do

motor não for proporcional à velocidade

da motocicleta. Neste caso, os discos da

embreagem patinam sem transmitir a potência do motor à roda traseira. A em- breagem deve ser ajustada com o motor desligado. A folga correta do manete da embreagem é de 10~20 mm, medida

da extremidade do manete, conforme a ilustração. Pequenos ajustes podem ser obtidos através do regulador na parte superior posicionado próximo à articu- lação da alavanca.

10~20mm
10~20mm

MANETE DE EMBREAGEM

AJUSTE DA EMBREAGEM

AJUSTE DA EMBREAGEM

FIRE 150 5.3. ÓLEO DO MOTOR Nível de óleo do motor Verifique diariamente o nível

FIRE 150

5.3. ÓLEO DO MOTOR

FIRE 150 5.3. ÓLEO DO MOTOR Nível de óleo do motor Verifique diariamente o nível de

Nível de óleo do motor

FIRE 150 5.3. ÓLEO DO MOTOR Nível de óleo do motor Verifique diariamente o nível de

Verifique diariamente o nível de óleo do motor antes de colocá-lo em funciona- mento.

1. Apoie a motocicleta no cavalete central em local plano.

2. Ligue

deixe-o

funcionando em neutro por alguns minutos.

o

motor

e

3. Desligue o motor, espere de 2 à 3 minutos. Retire a vareta medidora, que está parafusada e limpe-a com um pano seco.

4. Recoloque a vareta no motor sem rosqueá-la. Retire-a novamente e verifique o nível do óleo.

5. O nível do óleo deve estar entre as marcas inferior e superior da va- reta, se necessário adicione.

6. Reinstale a vareta, ligue o motor e verifique se há vazamentos.

CUIDADO

Após desligar o motor, o escape e o motor estarão muito quentes, evite o contato para não se quei- mar.

VARETA MEDIDORA

VARETA MEDIDORA

NÍVEL SUPERIOR NÍVEL INFERIOR
NÍVEL SUPERIOR
NÍVEL INFERIOR
quei- mar. VARETA MEDIDORA NÍVEL SUPERIOR NÍVEL INFERIOR Troca de óleo O óleo desempenha um papel

Troca de óleo

MEDIDORA NÍVEL SUPERIOR NÍVEL INFERIOR Troca de óleo O óleo desempenha um papel muito importante na

O óleo desempenha um papel muito importante na operação do motor e, por essa razão é necessário verificar o óleo diariamente, e trocá-lo a cada 1.000 km de uso. Para troca-lo, procure a concessionária SHINERAY mais próxima.

CUIDADO

Se o motor funcionar com pouco

óleo, sofrerá sérios danos. Veri- fique diariamente o nível do óleo e complete se necessário. Só utilize óleo com especificação SAE 20W /50 JASO-MA. O uso de aditivo

é desnecessário e não recomen-

dado.

CUIDADO

O óleo usado pode causar câncer

se permanecer em contato com

a pele por períodos prolongados,

apesar desse perigo só existir se

manuseado diariamente, lave bem as mãos com sabão e água imedi- atamente após o manuseio.

37

FIRE 150

FIRE 150

5.4. VELA DE IGNIÇÃO

FIRE 150 5.4. VELA DE IGNIÇÃO Sempre utilize a vela de ignição recomendada: NGK DPR8EA-9 Verificação

Sempre utilize a vela de ignição recomendada:NGK DPR8EA-9

Sempre utilize a vela de ignição recomendada: NGK DPR8EA-9 Verificação da vela 1. Retire o cabo

Verificação da vela

de ignição recomendada: NGK DPR8EA-9 Verificação da vela 1. Retire o cabo e remova a vela.

1. Retire o cabo e remova a vela.

2. Limpe toda a vela de ignição ou troque-a se estiver corroída ou muito suja.

3. Regule

a

folga

0,6~0,7 mm.

da

vela

4. Deve ser utilizada a vela recomendada.

entre:

acima

ATENÇÃO

A vela deve ser apertada correta- mente. Se ficar folgada causará o superaquecimento do motor, dani- ficando-o. Enquanto que uma vela muito apertada danificará a rosca de fixação. Nunca utilize uma vela de grau térmico diferente ao espe- cificado pela SHINERAY, isso cau- sará sérios danos ao motor.

FIRE 150

FIRE 150

5.5. FILTRO DE AR

InspeçãoFIRE 150 5.5. FILTRO DE AR Verifique se o filtro de ar está contami - nado

FIRE 150 5.5. FILTRO DE AR Inspeção Verifique se o filtro de ar está contami -

Verifique se o filtro de ar está contami- nado ou obstruído. O elemento do filtro de ar deve ser limpo a cada 4.000 km. Caso o elemento do filtro de ar esteja deteriorado ou deformado, deverá ser substituído.

Remoçãoesteja deteriorado ou deformado, deverá ser substituído. 1. Remova os parafusos da tampa lateral esquerda. 2.

ou deformado, deverá ser substituído. Remoção 1. Remova os parafusos da tampa lateral esquerda. 2. Abra

1. Remova os parafusos da tampa lateral esquerda.

2. Abra e remova a tampa.

3. Puxe a presilha de fixação e remo- va o elemento do filtro de ar.

FILTRO DE AR

FILTRO DE AR

Limpeza 1. Limpe o filtro de ar e a presilha de fixação com querosene e
Limpeza
1. Limpe o
filtro de ar e a presilha
de fixação com querosene e deixe-
os secar completamente.

2. Umedeça o elemento do filtro de ar com óleo para transmissão (SAE 90) até satura-lo e retire o excesso espremendo-o.

3. limpe o interior da carcaça do filtro

de ar e reinstale o elemento.

interior da carcaça do filtro de ar e reinstale o elemento. Montagem Execute os procedimentos de

Montagem

da carcaça do filtro de ar e reinstale o elemento. Montagem Execute os procedimentos de remoção

Execute os procedimentos de remoção na ordem inversa.

CUIDADO

No caso de utilização da motoci- cleta em regiões com muita poei- ra, será necessário limpar o filtro de ar com maior frequência.

ATENÇÃO

O filtro de ar deve estar intacto ou o motor sugará a poeira e a su- jeira, encurtando sua vida útil.

Se o elemento do filtro de ar for mal instalado, haverá entrada di- reta de poeira e contaminantes no motor, acarretando diminuição de potência e danos. Durante as la-

vagens da motocicleta evite jogar água diretamente na carcaça do filtro de ar. Não utilize gasolina ou solventes muito inflamáveis para limpar o elemento e a caixa do fil- tro de ar, pois podem provocar in- cêndios ou explosões.

FIRE 150 Ajuste do cabo do acelerador Assegure que a porca de ajuste do cabo

FIRE 150

FIRE 150 Ajuste do cabo do acelerador Assegure que a porca de ajuste do cabo do

Ajuste do cabo do acelerador

FIRE 150 Ajuste do cabo do acelerador Assegure que a porca de ajuste do cabo do

Assegure que a porca de ajuste do cabo do acelerador funciona normalmente. Verifique se a manopla do acelerador se movimenta livremente. Folga livre ne- cessária: 2~6 mm. Se a manopla não girar livremente, ajuste-a.

2~6 mm. Se a manopla não girar livremente, ajuste-a. 5.6. REGULAGEM DA MARCHA - LENTA ATENÇÃO

5.6. REGULAGEM DA MARCHA - LENTA

ATENÇÃO

Para uma boa regulagem da rotação da marcha-lenta, o mo- tor deve estar adequadamente aquecido. Deixe-o funcionando em marcha - lenta por 2~3 minutos.

Com a motocicleta no cavalete cen- tral, aqueça o motor até a temperatura normal de operação.

1. Gire o parafuso do carburador até obter a rotação especificada. Marcha - lenta 1.500 ± 150 rpm.

a rotação especificada. Marcha - lenta 1.500 ± 150 rpm. PARAFUSO DE AJUSTE DA MARCHA- LENTA

PARAFUSO DE AJUSTE DA MARCHA- LENTA

MARCHA-LENTA 1.500 ± 150 rpm.

Se a folga estiver incorreta, siga as instruções abaixo:

Desaperte a contraporca e gire a porca de ajuste no sentido desejado a fim de diminuir ou aumentar a folga e reaperte a contraporca em seguida.

ATENÇÃO

Após ajustar, ligue o motor e verifique novamente o movi- mento livre da manopla. Repita o procedimento de ajuste quantas vezes forem necessárias.

2. Acelere levemente para ver se há alteração na rotação da marcha- lenta

CUIDADO

A marcha-lenta deve ser ajusta- da com o motor quente. Ajuste a marcha-lenta no valor recomenda- do, através do parafuso de ajuste e com a moto no cavalete central em piso nivelado.

FIRE 150

FIRE 150

5.7. CORRENTE DE TRANSMISSÃO

A vida útil da corrente de transmissão

de sua motocicleta depende de ajustes e lubrificações. Manutenções inadequa- das provocarão danos ou desgaste pre- maturo da corrente, pinhão e coroa. Verifique o sistema de transmissão de

sua motocicleta diariamente e efetue as manutenções recomendadas pelo plano de manutenção. Quando a motocicleta

é utilizada em regiões de muita poeira, os serviços de manutenções devem ser mais frequentes.

os serviços de manutenções devem ser mais frequentes. Inspeção da corrente Ajuste da folga da corrente

Inspeção da corrente

devem ser mais frequentes. Inspeção da corrente Ajuste da folga da corrente 1. Apoie a motocicleta

Ajuste da folga da corrente

Inspeção da corrente Ajuste da folga da corrente 1. Apoie a motocicleta no cavalete central com

1. Apoie a motocicleta no cavalete

central com o motor desligado e a transmissão em neutro.

2. Pressionando com as mãos a par-

te central da corrente, meça sua folga. Folga recomendada: 15~20

mm.

3. Gire a roda traseira e veja se a fol-

ga se mantém constante em toda a extensão da corrente. Se houver folga em uma região e tensão em outra, a corrente deve ser substi- tuída, há o engripamento de al- guns elos por falta de lubrificação.

4. Girando novamente a roda tra- seira, faça uma inspeção visual na corrente, coroa e pinhão. Veja se há roletes danificados, pinos frouxos, elos presos, danificados, desgaste excessivo, dentes dani- ficados, quebrados ou excessiva- mente desgastados, etc.

5. Lubrifique a corrente caso esteja com elos presos, oxidados ou en- gripados. Se a lubrificação não resolver o problema deverá ser substituido o conjunto de trans- missão (coroa, corrente e pinhão)

Siga o procedimento abaixo para ajustar a folga da corrente.

1. Com o motor desligado e a trans-

missão em neutro apoie a moto- cicleta no cavalete central.

2. Solte a porca do eixo traseiro sem retirá-la completamente.

3. Ajuste a folga da corrente con- forme o especificado, girando a porca de ajuste (sentido horário para diminuir a folga, e sentido anti-horário para aumentar a fol- ga). A corrente deve apresentar uma folga entre 15~25 mm.

para aumentar a fol- ga). A corrente deve apresentar uma folga entre 15~25 mm. PARAFUSO DE

PARAFUSO DE AJUSTE DA FOLGA DA CORRENTE

FIRE 150

FIRE 150

NOTA

Sempre substitua o conjunto (corrente, coroa e pinhão), caso contrário haverá desgaste prema- turo do componente novo.

CUIDADO Após o ajuste, a marca dos dois reguladores da corrente devem coincidir com as marcas gravadas na balança para correta centra- lização da roda traseira.

na balança para correta centra- lização da roda traseira. Limpeza e lubrificação Antes de lubrificar a

Limpeza e lubrificação Antes de lubrificar a corrente limpe- a com solvente não inflamável e deixe-a secar completamente. Para a lubrificação, recomenda-se a utilização de óleo especial para correntes. Aplique o lubrificante de maneira que penetre bem em todos os elos, pinos, roletes e placas da corrente.

NOTA

Não coloque muito lubrificante, pois além de favorecer o acúmulo de poeira e areia, com o movi- mento da corrente, ele espirrará por toda a motocicleta, inclusive no pneu, podendo provocar um acidente. O lubrificante indicado é o específico para uso em trans- missão SAE 90.

é o específico para uso em trans - missão SAE 90. 5.8. FLUIDO DE FREIO Inspeção

5.8. FLUIDO DE FREIO

para uso em trans - missão SAE 90. 5.8. FLUIDO DE FREIO Inspeção do nível de

Inspeção do nível de fluido

SAE 90. 5.8. FLUIDO DE FREIO Inspeção do nível de fluido Apoie a motocicleta no cavalete

Apoie a motocicleta no cavalete central

e em piso nivelado. Faça a verificação

do fluido de freio. Verifique se o nível do fluido de freio no reservatório está acima da marca “Inferior” (Lower). Caso

o nível do fluido de freio esteja próximo

da marca “Inferior”, deverá ser comple- tado até atingir a marca de nível “Supe- rior” (Upper). Esta motocicleta possui freio dian- teiro à disco e de acionamento hidráu- lico. Conforme as pastilhas do freio se desgastam, o nível do fluido do freio no reservatório fica mais baixo. Não existem ajustes a serem feitos. O desgaste das pastilhas e o nível do fluido do freio devem ser verifica-

dos com frequência. Inspecione se há vazamentos de fluido no sistema. Se a folga da alavanca ou do pedal do freio for excessiva e o desgaste das pas- tilhas não ultrapassar o limite de des- gaste, é provavel que exista ar no siste- ma. Verifique o sistema de freio de sua motocicleta em uma Concessionária SHINERAY.

freio de sua motocicleta em uma Concessionária SHINERAY. VISOR DO NÍVEL DO FLUIDO DE FREIO CUIDADO

VISOR DO NÍVEL DO FLUIDO DE FREIO

CUIDADO

O fluido de freio é corrosivo e

causa irritações na pele. Evite o contato com a pele e os olhos. Em caso de contato lave rapidamente com água abundante e procure um médico. Certifique-se que o reservatório

de fluido de freio está na posição

horizontal antes de remover a tampa e completar o fluido.

FIRE 150 5.9. FREIOS Inspeção dos freios Acione os freios dianteiro e traseiro, respectivamente, e
FIRE 150
5.9. FREIOS
Inspeção dos freios
Acione os freios dianteiro e traseiro,
respectivamente, e verifique se as pas-
tilha do freio dianteiro e as lonas do freio
traseiro estão desgastados. A substitu-
ição deve ser feita nas concessionárias
autorizadas e recomendamos que sejam
utilizadas peças originais SHINERAY.
20~30mm
Ajuste do manete de freio
SISTEMA DE FREIO DIANTEIRO
Ajuste do freio traseiro
PEDAL DO FREIO TRASEIRO
O manete de freio deve ter um movi-
mento livre de 10~20mm conforme a
ilustração.
A motocicleta deve ser apoiado no cava-
lete central.
1. O pedal do freio deve ter uma folga
de 20~30mm conforme a ilustra-
ção.
10~20mm
2. Se for necessário ajustar, gire
a porca de ajuste no sentido
horário para reduzir e no sentido
anti-horário para aumentar a fol-
ga do pedal do freio.

MANETE DE FREIO DIANTEIRO

FIRE 150

FIRE 150

5.10. REMOÇÃO DAS RODAS

Roda traseira
Roda traseira
Roda dianteira
Roda dianteira

1. Apoie a motocicleta no cavalete central em local plano e coloque um suporte ou um macaco sob o motor, deixando a roda dianteira suspensa.

2. Remova o cabo do velocímetro.

3. Solte a contraporca e retire o eixo e a roda.

4. Para a montagem, execute os pro- cedimentos de remoção na ordem inversa.

5.

Após a montagem, acione o freio algumas vezes para ver se a roda gira suavemente.

RODA DIANTEIRA

RODA DIANTEIRA

1. Apoie a motocicleta no cavalete central, em local plano.

2. Remova as contraporcas e as por-

cas de ajuste da corrente de trans- missão.

3. Remova a porca do eixo traseiro.

4. Empurre a roda traseira para fren- te e retire a corrente de transmis- são da coroa.

5. Remova o eixo traseiro e a roda

traseira.

6. Instale a roda traseira na ordem

inversa da remoção.

6. Instale a roda traseira na ordem inversa da remoção. RODA TRASEIRA 5.11. BATERIA Para ter

RODA TRASEIRA

5.11. BATERIA

Para ter acesso à bateria:

1. Remova a tampa do lado direito.

2. Limpe o pó e a corrosão da super- fície da bateria.

3. Coloque a bateria nivelada e veja

o nível de eletrólito da bateria, se estiver baixo complete com água destilada até o nível superior.

Feche bem as tampas da bateria.

4. Se o terminal da bateria estiver

muito corroído, a bateria deve ser substituída.

CUIDADO

Remova primeiro o terminal negativo (-) e depois o terminal positivo (+). Remova a bateria. Na reinstalação assegure que o terminal positivo (+) seja co- nectado primeiro, e depois o ter- minal negativo (-). Evite qualquer contato do terminal positivo com o chassi.

CUIDADO

Mantenha o interruptor de ignição na posição “OFF” ao remover a ba- teria. Evite curto circuito e aciden- tes. Mantenha o tubo do respiro desconectado.

FIRE 150 CUIDADO Terminal Terminal Mantenha o interruptor de ignição na posição “Off’’ para remover

FIRE 150

CUIDADO Terminal Terminal Mantenha o interruptor de ignição na posição “Off’’ para remover o fusível.
CUIDADO
Terminal
Terminal
Mantenha o interruptor de ignição
na posição “Off’’ para remover o
fusível. Evite curto-circuito e aci-
dentes.
NOTA
Tenha sempre um fusível reserva
na motocicleta. Ele será útil no
caso de uma pane no sistema.

ATENÇÃO

Nunca exceda a marca superior do nível do líquido eletrolítico ao adicionar água destilada. Caso contrário ocorrerá sobrefluxo e corrosão. A bateria contém ácido sulfúrico. Evite contato da solução da bateria com a pele ou os olhos. Havendo contato com a solução da bateria, lave a região com água abundante. Havendo ingestão, tome grande quantidade de leite de magnésia e procure assistência médica imediatamente. A bateria produz gases explosivos. Man- tenha longe de faísca, chamas ou cigarros. Mantenha o local onde a bateria estiver recebendo carga bem ventilado. Só utilize água destilada para completar o nível de eletrólito. A utilização de água comum ou solução, danifica a ba- teria.

Positivo (+)

Negativo (-)

Linha de nível (inferior)

Linha de nível (superior)

5.12. FUSÍVEL

A queima frequênte do fusível in- dica sobrecarga ou curto-circuito no sistema elétrico. Se isso ocorrer, pro- cure uma Concessionária Autorizada SHINERAY para fazer os reparos necessários. Posicione a chave de

ignição em “OFF”. Deve ser utilizado um fusível de 15A. O suporte do fusível está localizado no lado esquerdo. Abra

a tampa, remova o fusível queimado

acima da bateria e coloque um novo. Se

o fusível queimar outra vez, isso indica

que deve haver outro problema na parte elétrica.

FUSÍVEL 15A

FUSÍVEL 15A

CUIDADO

Nunca use um fusível acima de 15A e não substitua o fusível por outro material condutor. Este pro- cedimento causará sérios danos ao sistema elétrico de sua moto- cicleta. Não force as presilhas de

fixação do fusível ao retirar ou instalar o mesmo. Haverá a pos-

sibilidade de mau contato gerando problemas ao sistema elétrico da motocicleta.

FIRE 150

FIRE 150

LIMPEZA E CONSERVAÇÃO

6.1) Limpeza e conservação 47 6.2) Armazenamento 48

6
6
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6.1. LIMPEZA E CONSERVAÇÃO

ATENÇÃO

Nunca lave sua motocicleta sob sol forte ou com o motor quente.

Limpe sua motocicleta regularmente para manter uma boa aparência e pro- teger a pintura, além de aumentar sua durabilidade e facilitar a verificação de qualquer dano ou vazamento de óleo.

1. Faça uma mistura de água e querosene e aplique no motor, carburador, tubo de escape, rodas,

suporte lateral e cavalete central para remover os resíduos de óleo

e graxa. Manchas de piche são

removidas com querosene puro.

2. Enxágue com água em abundân- cia.

3. Com um pano ou esponja macia

e sabão de coco, lave o tanque

de combustível, o assento, os paralamas e as tampas laterais.

4. Enxugue sua motocicleta com um pano macio. Remova peque- nos riscos na pintura com cera de polimento.

5.

6.

7.

A aplicação de polidor deve ser

feita com um pano macio ou algodão e através de movimentos circulares. Nas peças pintadas e cromadas utilize um polidor que não contenha abrasivos.

Logo após a limpeza, lubrifique

a corrente da transmissão e o cabo do acelerador.

Ligue o motor e deixe-o funcio- nando por alguns minutos.

NOTA

Para não riscar a pintura, evite remover poeira com pano seco. Não use detergentes que possam

danificar a pintura.

ATENÇÃO

Lavar a motocicleta com água em alta pressão, pode danificar alguns componentes, portanto, evite isso. Evite pulverizar água

em alta pressão diretamente nos

seguintes componentes: cubos

das rodas, saída do escapamen- to, tanque de combustível, parte

inferior do assento, carburador,

trava do guidão, interruptor de ignição, painel de instrumentos e interruptores. A eficiência dos freios será afetada logo após a lavagem. Tome cuidado nas primeiras freadas. Após a lavagem, verifique as condições de frenagem dirigindo em local seguro à baixa velocidade. Se necessário ajuste ou repare. Se as condições não forem ideais, acione o freio levemente até secar. Durante a limpeza. Evite que a água escorra para dentro do escape, pois causará problemas na partida.

FIRE 150 combustível até o nível desejado. 6.2. ARMAZENAMENTO Para armazenar a motocicleta por um

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combustível até o nível desejado. 6.2. ARMAZENAMENTO
combustível até o nível desejado.
6.2. ARMAZENAMENTO

Para armazenar a motocicleta por um longo período de tempo, deve se prestar muita atenção para evitar umi- dade, luz solar e chuva, e proteger a motocicleta de danos desnecessários. Deve-se executar um exame minun- cioso naquelas partes mais importantes e seus subconjuntos antes do armaze- namento.

1. Troque o óleo.

2. Lubrifique a corrente.

3. Drene o combustível do tanque e do carburador (se a motocicleta não for ser utilizada por mais de um mês, todo combustível deve ser drenado), posicione o registro do tanque em “OFF” e coloque uma solução anti-corrosiva, em seguida feche o tanque com a tampa.

Limpe a motocicleta, borrife agente protetor nas peças pinta- das e aplique anti-ferrugem nas peças vulneráveis.

6. Encha os pneus se necessário e ar- mazene a motocicleta com as duas rodas suspensas do piso.

7. Cubra a motocicleta com uma capa protetora.

ATENÇÃO

A chave de ignição deve estar na

posição “OFF” antes de pressionar

o

pedal de partida. Para proteger

o

sistema de ignição, a vela deve

ser recolocada no lugar e aterrada.

Recolocação em serviço

1. Remova a capa protetora e limpe a motocicleta.

5. Antes de conduzir, teste a moto- cicleta em baixa velocidade e em local seguro.

CUIDADO

O combustível é inflamável, o motor deve ser desligado antes do abastecimento ou drenagem do combustível e é terminantemente proibido fumar no local de abas-

tecimento.

4. Retire a vela, coloque cerca de 15~20 ml de óleo limpo no cilindro, pressione repetitivamente o pedal de partida e finalmente recoloque a vela.

5. Retire a bateria e coloque-a em local escuro, fresco e arejado. É recomendado que a bateria seja recarregada uma vez por mês.

2. Troque o óleo se a motocicleta tiver sido armazenada por mais de quatro meses.

3. Recarregue

a

bateria

e

recoloque-a na motocicleta.

4. Drene a solução anti-corrosi-

tanque de combustível.

Em seguida, reabasteça com

va

do

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MANUAL BÁSICO DE SEGURANÇA NO TRÂNSITO

FIRE 150 MANUAL BÁSICO DE SEGURANÇA NO TRÂNSITO 7.1) Normas gerais de circulação 50 7.2) Infração

7.1) Normas gerais de circulação

50

7.2) Infração e penalidade

55

7.3) Renovação da carteira

56

7.4) Direção defensiva

57

7.5) Noções de primeiros socoros

75

7.6) Conceitos e definições legais

91

7.7) Sinalização

97

7.5) Noções de primeiros socoros 75 7.6) Conceitos e definições legais 91 7.7) Sinalização 97 49
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7.1 NORMAS GERAIS DE CIRCULAÇÃO

Detalhadas pelo Código de Trânsito Brasileiro (CTB) em mais de 40 artigos, as Normas Gerais de Circulação e Con- duta merecem atenção especial de to- dos os usuários da via.

Algumas dessas normas podem ser apli- cadas com o simples uso do bom senso ou da boa educação. Entre essas de- stacamos as que advertem os usuários quanto a atos que possam constituir riscos ou obstáculos para o trânsito de veículos, pessoas e animais, além de danos à propriedade pública ou privada.

Entretanto, bom senso apenas não é suficiente para o restante das normas.

A maior parte delas exige do usuário o

conhecimento da legislação específica e

a disposição de se pautar por ela.

Resumo das normas

Nas páginas que seguem, procuramos apresentar de forma condensada um apanhado das principais normas de cir- culação, agrupando-as segundo temas de interesse para mais fácil fixação.

Seguir corretamente as determinações implica um processo de aprendizagem e permanente reaprendizagem.

Dê uma boa leitura eprocure memorizar

Fácil, não? Mas lem-

o

que lhe parecer mais importante. Mas

bre-se: em vias com

guarde este Manual para referência fu- tura. Quando o assunto é trânsito, con-

mais de uma pista, os veículos mais len-

fiar só na memória pode custar caro.

tos têm a preferência

Vamos começar pelas recomendações mais gerais e obrigatórias.

de uso da faixa da direita. Já a faixa da esquerda é reservada para ultrapassagens

Deveres do condutor

para os veículos de maior velocidade.

e

do condutor para os veículos de maior velocidade. e • Ter pleno domínio de seu veículo

• Ter pleno domínio de seu veículo a

todo momento, dirigindo-o com atenção

e cuidados indispensáveis à segurança do trânsito;

• Verificar a existência e as boas

condições de funcionamento dos equi- pamentos de uso obrigatório;

• Certificar-se de que há combustível

suficiente para percorrer o percurso de-

sejado.

Quem tem a preferência?

Atenção aqui. Em vias nas quais não há sinalização específica, tem a preferên-

cia:

• Quem estiver transitando pela rodo-

via, quando apenas um fluxo for proveniente de auto-estrada; • Quem estiver circulando uma ro- tatória; e

• Quem vier pela direita do condutor, nos demais casos.

Mas as regras de preferência não param

por aí. Também têm prioridade de des- locamento os veículos destinados a so-

corro de incêndio e salvamento, os de

polícia, os de fiscalização de trân-sito

e as ambulâncias, bem como veículos

precedidos de batedores. E a prioridade

se estende também ao estacionamento

e parada desses veículos.

Mas há algumas coisas a observar. Para poder exercer a preferência, é preciso que os dispositivos de alarme sonoro e iluminação vermelha intermitente — in- dicativos de urgência — estejam acio-

nados. Se for esse o caso:

• Deixe livre a passagem à sua esquer-

da. Desloque-se à direita e até mesmo pare, se necessário. Vidas podem estar em jogo;

• Se Você for pedestre, aguarde no

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passeio ao ouvir o alarme sonoro. Só atravesse a rua quando o veículo já tiver passado por ali.

ALERTA! Veículos de prestadores de serviços de utilidade pública (companhias de água, luz, es- goto,

ALERTA!

Veículos de prestadores de serviços de utilidade pública (companhias de água, luz, es- goto, telefone, etc.) também têm prioridade de parada e es- tacionamento no local em que estiverem trabalhando. Mas o local deve estar sinalizado, se- gundo as normas do CONTRAN

Na maior parte das vezes, a circulação de veículos pelas vias públicas deve ser feita pelo lado direito.

pelas vias públicas deve ser feita pelo lado direito. Mas às vezes é preciso deslocar-se lat-

Mas às vezes é preciso deslocar-se lat- eralmente, para trocar de pista ou fazer uma conversão à direita ou à esquerda. Nesse caso, sinalize com bastante an- tecedência sua intenção.

Para virar à direita, por exemplo, faça uso das setas e aproxime-se tanto quanto possível da margem direita da via enquanto reduz gradualmente sua velocidade.

direita da via enquanto reduz gradualmente sua velocidade. Na hora de ultrapassar, também é pre- ciso

Na hora de ultrapassar, também é pre- ciso tomar alguns cuidados. Vejamos.

Ultrapassagens

Aqui chegamos a um ponto realmente delicado. Asultrapassagens são uma das principais causas de acidentes e precisam ser realizadas com toda a prudência e segundo procedimentos regulamenta-res.

Algumas regras básicas

1. Ultrapasse sempre pela esquerda e

apenas nos trechos permitidos.

2. Nunca ultrapasse no acostamento

das estra-das. Esse espaço é destinado a paradas e saí-das de emergência.

3. Se outro veículo o estiver ultrapas-

sando ou tiver sinalizado seu desejo de fazê-Io, dê a preferência. Aguarde sua vez.

4. Certifique-se de que a faixa da es- querda está livre, e de que há espaço suficiente para a manobra.

5. Sinalize sempre com antecedência

sua in-tenção de ultrapassar. Ligue a seta ou faça os gestos convencionais de

braço.

6. Guarde distância em relação a quem

está ultrapassando. Nada de “tirar finin-

ho”. Deixe um espaço lateral de segu- rança.

7. Sinalize de volta, antes de voltar à

faixa da direita.

está

sendo ultrapassado, mantenha constan- te sua velocidade. Se estiver na faixa da esquerda, venha para a da direita,

8.

Se

Você

sinalizando correta- mente.

para a da direita, 8. Se Você sinalizando correta- mente. 9. Ao ultrapassar um ônibus que

9. Ao ultrapassar um ônibus que esteja

parado, reduza a velocidade e preste

muita atenção. Passageiros poderão

estar desembarcando ou correndo para tomar a condução.

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ALERTA! Os veículos pesados devem, quando circulam em fila, permitir espaço suficiente entre si para

ALERTA! Os veículos pesados devem, quando circulam em fila, permitir espaço suficiente entre si para que outros veículos os possam ultrapassar por etapas. Tenha em mente que os veículos mais pesados são responsáveis pela segurança dos mais leves; os motorizados, pela segurança dos não motorizados; e todos, pela proteção dos pedestres

Proibido ultrapassar

A menos que haja sinalização específica permitindo a manobra, jamais ultra- passe nas seguintes situações:

1. Sobre pontes ou viadutos.

2. Em travessias de pedestres.

3. Nas passagens de nível.

4. Nos cruzamentos ou em sua proximi-

dade.

5. Em trechos sinuosos ou em aclives

sem visibilidade suficiente.

6. Nas áreas de perímetro urbano das

rodovias.

suficiente. 6. Nas áreas de perímetro urbano das rodovias. Uso de luzes e faróis O uso

Uso de luzes e faróis

O uso das luzes do veículo deve ter em

conta o seguinte:

•Luz baixa - durante a noite e no inte- rior de túneis sem iluminação pública durante o dia.

• Luz alta - nas vias não iluminadas, ex- ceto ao cruzar com outro veículo ou ao segui-lo.

• Luz alta e baixa - (intermitente) por

curto período de tempo, com o objetivo

de advertir outros usuários da via de sua

intenção de ultrapassar o veículo que vai à frente, ou sinalizar quanto à existência de risco à segurança de quem vem em sentido contrário.

• Lanternas - sob chuva forte, neblina,

cerração ou à noite, quando o veículo

estiver parado para embarque ou de-

sembarque, carga ou descarga.

• Pisca-alerta - em imobilizações ou em

situação de emergência.

• Luz de placa - durante a noite, em cir-

culação.

ALERTA! Veículos de transporte coletivo regular de passageiros, quando circulam em faixas especiais, devem manter

ALERTA!

Veículos de transporte coletivo regular de passageiros, quando circulam em faixas especiais, devem manter as luzes baixas acesas de dia e de noite. Isso se

aplica também aos ciclos motor-

izados, em qualquer situação.

Pode buzinar?

Pode. Mas só “de leve”. Em ‘toques

breves’, como diz o Código. Assim mes- mo, só se deve buzinar nas seguintes situações:

• Para fazer as advertências necessárias

a fim de evitar acidentes;

• Fora das áreas urbanas, para adver-

tir outro condutor de sua intenção de

ultrapassá-lo.

Olho no velocímetro

Diz o ditado que quem tem pressa vai

devagar. Mas quando a pressa é mesmo grande todo o mundo quer correr além da conta.

Cuidado! A velocidade é outro grande fator de risco de acidentes de trânsito. Além disso, determina, em proporção direta, a gravidade das ocorrências.

FIRE 150

FIRE 150

Alguns motoristas acreditam que a velo- cidades mais altas podem se livrar com mais facilidade de algumas situações difíceis no trânsito. E que trafegar deva- gar demais é mais perigoso que andar depressa.

Mas não é assim. Reduzir a velocidade é

o primeiro procedimento a se tomar na

tentativa de evitar acidentes.

A velocidade máxima permitida para cada via é indicada por meio de placas. Onde não existir sinalização, vale o se- guinte

Em vias urbanas:

• 80 km/h nas vias de trânsito rápido.

• 60 km/h nas vias arteriais.

• 40 km/h nas vias coletoras.

• 30 km/h nas vias locais.

Em rodovias:

• 110 km/h para automóveis e camio-

netas.

• 90 km/h para ônibus e microônibus.

• 80 km/h para os demais veículos.

e microônibus. • 80 km/h para os demais veículos. ALERTA! Para estradas não pavimenta- das, a
ALERTA! Para estradas não pavimenta- das, a velocidade máxima é de 60km/h.

ALERTA!

Para estradas não pavimenta- das, a velocidade máxima é de

60km/h.

O motorista consciente, porém, mais do

que observar a sinalização e os limites

de velocidade, deve regular sua própria velocidade — dentro desses limites — segundo as condições de segurança da via, do veículo e da carga, adaptando-se também às condições meteorológicas e

à intensidade do trânsito.

Faça isso e Você estará sempre seguro.

E livre de multas por excesso de velo-

cidade.

No mais, use o bom senso. Não fique

“empacando” os outros sem causa jus- tificada, transitando a velocidades inco- mumentes baixas.

E para reduzir sua velocidade, sinalize

com antecedência. Evite freadas brus-

cas, a não ser em caso de emergência.

Reduza a velocidade sempre que se aproximar de um cruzamento ou em áreas de perímetro urbano nas rodovias.

Parar e estacionar

Vamos ao básico: pare sempre fora da pista. Se, numa emergência, tiver que parar o veículo no leito viário, providen- cie a imediata sinalização.

Em locais de estacionamento proibido, a parada deve ser suficiente apenas para embarque e desembarque de pas- sageiros. E só nos casos em que o pro- cedimento não interfira com o fluxo de veículos ou pedestres. O desembarque de passageiros deve se dar sempre pelo

lado da calçada, exceto para o condutor do veículo.

Para carga e descarga, o veículo deve ser mantido paralelo à pista, junto ao meio-fio, de preferência nos estaciona- mentos.

ALERTA! o parar o veículo, certifique-se de que isso não constitui risco para os ocupantes

ALERTA!

o parar o veículo, certifique-se de que isso não constitui risco para os ocupantes e demais usuários da via.

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Veículos de tração animal

Devem ser conduzidos pela pista da di- reita, junto ao meio fio ou acostamento, sempre que não houver faixa especial para tal fim, e conforme normas de cir- culação ditadas pelo órgão de trânsito.

Duas rodas

Motociclistas e pilotos de ciclomotores

e motonetas devem seguir algumas re-

gras básicas:

• Usar sempre o capacete, com viseira

ou óculos protetores;

• Segurar o guidom com as duas mãos;

• Usar vestuário de proteção, conforme

as especificações do Contran. Isso vale

também para os passageiros.

ALERTA! É proibido trafegar de motocicle- ta nas vias de maior velocidade. O motociclista deve

ALERTA!

É proibido trafegar de motocicle-

ta

nas vias de maior velocidade.

O

motociclista deve se manter

sempre na faixa da direita, de preferência no centro da faixa. Andar de moto sobre calçadas nem pensar.

Parar e estacionar

Motocicletas e outros veículos motor- izados de duas rodas devem ser esta- cionados perpendicularmente à guia da

calçada. A não ser que haja sinalização específica determinando outra coisa.

Bicicletas

O ideal é mesmo a ciclovia. Mas onde

não existir, o ciclista deve transitar na pista de rolamento, em seu bordo di- reito, e no mesmo sentido do fluxo de veículos.

A autoridade de trânsito pode autorizar

a circulação de bicicletas em sentido

contrário ao do fluxo dos veículos, desde que em trecho dotado de ciclofaixa.

A bicicleta tem preferência sobre os

veículos motorizados. Mas o ciclista também precisa tomar seus cuidados. Deve trajar roupas claras e sinalizar com antecedência todos os seus movi- mentos.

Siga o exemplo dos ciclistas profission-

ais, que geralmente levam esses aspec- tos a sério.

- ais, que geralmente levam esses aspec- tos a sério. Segurança Para dicas mais precisas sobre

Segurança

Para dicas mais precisas sobre como

evitar acidentes, consulte o capítulo Direção defensiva. Mas nunca é demais repisar algumas dicas básicas:

1. Crianças menores de 10 anos devem

estar sempre no banco de trás e devida-

mente atadas por cintos de segurança. Crianças menores de 3 anos devem es- tar em assentos especiais.

2. O uso de cinto de segurança é ob-

rigatório em todas as vias do território

nacional.

3. Veículos que não se desloquem so-

bre pneus não podem circular em vias

públicas pavimentadas, salvo em casos especiais e com a devida autorização.

Bem, agora Você já tem uma boa idéia do que apresenta o Código de Trânsito Brasileiro em termos de normas de circulação. Se houver dúvida na inter- pretação ou no entendimento de algum termo, consulte o capítulo 6 Conceitos e definições legais. O ideal é que Você procure ler o Código em sua totalidade. Informação nunca é demais.

e definições legais. O ideal é que Você procure ler o Código em sua totalidade. Informação
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ALERTA! O Código de Trânsito Brasileiro é disponível no site do Departa- mento Nacional de