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UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS Escola de Engenharia Civil e Ambiental E E C A -

UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS

Escola de Engenharia Civil e Ambiental

EECA-UFG

de Engenharia Civil e Ambiental E E C A - U F G Portos e Vias

Portos e Vias Navegáveis

e Ambiental E E C A - U F G Portos e Vias Navegáveis Sistema de
e Ambiental E E C A - U F G Portos e Vias Navegáveis Sistema de
e Ambiental E E C A - U F G Portos e Vias Navegáveis Sistema de

Sistema de Transporte Hidroviário

Portos e Vias Navegáveis

Robinson Andrés Giraldo Zuluaga, D.Sc.

Professor do Curso de Engenharia de Transporte Universidade Federal do Goiás - UFG

Tel: (55) (61) 3704-8884

E-mail: zuluaga@ufg.br

Rua Mucuri, S/N - Setor Conde dos Arcos - CEP:74968755 Aparecida de Goiânia, Goiás, Brasil

Visão Sistêmica da Engenharia de Transportes Disciplina: Hidrovias, Portos e Aeroportos - Prof. Eng. Rafael

Visão Sistêmica da Engenharia de Transportes

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Disciplina: Hidrovias, Portos e Aeroportos - Prof. Eng. Rafael José Rorato UNOESC (https://pt.slideshare.net/RafaelJosRorato/hidrovias-portos-e-aeroportos-aula-01-apresentao-jba)

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INTRODUÇÃO • MODAIS DE TRANSPORTE: Rodoviário Ferroviário Aéreo Aquaviário Dutoviário 9

INTRODUÇÃO

INTRODUÇÃO • MODAIS DE TRANSPORTE: Rodoviário Ferroviário Aéreo Aquaviário Dutoviário 9

MODAIS DE TRANSPORTE:

INTRODUÇÃO • MODAIS DE TRANSPORTE: Rodoviário Ferroviário Aéreo Aquaviário Dutoviário 9

Rodoviário

Ferroviário

INTRODUÇÃO • MODAIS DE TRANSPORTE: Rodoviário Ferroviário Aéreo Aquaviário Dutoviário 9

Aéreo

INTRODUÇÃO • MODAIS DE TRANSPORTE: Rodoviário Ferroviário Aéreo Aquaviário Dutoviário 9
INTRODUÇÃO • MODAIS DE TRANSPORTE: Rodoviário Ferroviário Aéreo Aquaviário Dutoviário 9

Aquaviário

Dutoviário

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Visão Sistêmica da Engenharia de Transportes

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DESAFIOS DO SETOR DE TRANSPORTE IMPORTANCIA  Que é meio para as demais atividades 

DESAFIOS DO SETOR DE TRANSPORTE

IMPORTANCIA

DESAFIOS DO SETOR DE TRANSPORTE IMPORTANCIA  Que é meio para as demais atividades  Capaz

Que é meio para as demais atividades

Capaz de quebrar barreiras geográficas e ampliar mercados

Capaz de quebrar barreiras geográficas e ampliar mercados  Estratégico para a composição dos custos da

Estratégico para a composição dos custos da produção nacional

para a composição dos custos da produção nacional QUE TEM COMO REALIDADE  Histórico de baixos

QUE TEM COMO REALIDADE

 Histórico de baixos investimentos  Deficiência em seu planejamento  Existência de diversos gargalos
Histórico de baixos
investimentos
Deficiência em seu
planejamento
Existência de diversos
gargalos burocráticos
Infraestrutura de
baixa qualidade

Dificuldade de operação da multimodalidade

gargalos burocráticos  Infraestrutura de baixa qualidade  Dificuldade de operação da multimodalidade
Histórico de baixo investimento % Investimento público/ PIB 1,8% BAIXO INVESTIMENTO PÚBLICO Dificuldades de execução

Histórico de baixo investimento

% Investimento público/ PIB

1,8%

BAIXO INVESTIMENTO PÚBLICO

Dificuldades de execução orçamentária

PÚBLICO Dificuldades de execução orçamentária Deficiências na implantação das obras    0,29%

Deficiências na implantação das obras

  0,29%
0,29%

1975

 Planejamento inadequado
 Planejamento
inadequado

Em 2014, foram investidos apenas

R$ 15,8 bilhões
R$ 15,8 bilhões

Falta de priorização do transporte

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Disponibilidade de Infraestrutura de Transporte Rodovias pavimentadas Ferrovias Hidrovias Portos O sistema logístico

Disponibilidade de Infraestrutura de Transporte

Rodovias pavimentadas

Ferrovias

Infraestrutura de Transporte Rodovias pavimentadas Ferrovias Hidrovias Portos O sistema logístico atual não propicia
Infraestrutura de Transporte Rodovias pavimentadas Ferrovias Hidrovias Portos O sistema logístico atual não propicia

Hidrovias

de Transporte Rodovias pavimentadas Ferrovias Hidrovias Portos O sistema logístico atual não propicia diversidade

Portos

Transporte Rodovias pavimentadas Ferrovias Hidrovias Portos O sistema logístico atual não propicia diversidade de

O sistema logístico atual não propicia diversidade de

alternativas para o escoamento nas novas fronteiras agrícolas, sobretudo no Centro-Oeste

Matriz de Escoamento: Soja 65,0% 26,0% 9,0% 13,0% 3,0% 20,0% 31,0% 49,0% 84,0% Distribuição inadequada

Matriz de Escoamento: Soja

Matriz de Escoamento: Soja 65,0% 26,0% 9,0% 13,0% 3,0% 20,0% 31,0% 49,0% 84,0% Distribuição inadequada da
Matriz de Escoamento: Soja 65,0% 26,0% 9,0% 13,0% 3,0% 20,0% 31,0% 49,0% 84,0% Distribuição inadequada da
Matriz de Escoamento: Soja 65,0% 26,0% 9,0% 13,0% 3,0% 20,0% 31,0% 49,0% 84,0% Distribuição inadequada da
65,0% 26,0% 9,0% 13,0% 3,0% 20,0%
65,0%
26,0%
9,0%
13,0%
3,0%
20,0%
31,0%
31,0%
Soja 65,0% 26,0% 9,0% 13,0% 3,0% 20,0% 31,0% 49,0% 84,0% Distribuição inadequada da malha + Baixa
Soja 65,0% 26,0% 9,0% 13,0% 3,0% 20,0% 31,0% 49,0% 84,0% Distribuição inadequada da malha + Baixa
Soja 65,0% 26,0% 9,0% 13,0% 3,0% 20,0% 31,0% 49,0% 84,0% Distribuição inadequada da malha + Baixa

49,0%

Soja 65,0% 26,0% 9,0% 13,0% 3,0% 20,0% 31,0% 49,0% 84,0% Distribuição inadequada da malha + Baixa

84,0%

Distribuição

inadequada da

malha

+

Baixa densidade de infraestrutura

=

Matriz

desequilibrada

A viabilização da hidrovia Teles Pires – Tapajós reduziria em cerca de R$ 94 o

A viabilização da hidrovia Teles Pires Tapajós reduziria em cerca de R$ 94 o custo do transporte por tonelada

Benefícios de Novas Rotas: Simulação

– Tapajós reduziria em cerca de R$ 94 o custo do transporte por tonelada Benefícios de
Custo por Modal

Custo por Modal

Custo por Modal
Custo por Modal 32

Custo por Modal

Custo por Modal 32
Navegação Interior: Oferta De Vias Dos cerca de 41 mil km de vias navegáveis no

Navegação Interior: Oferta De Vias

Navegação Interior: Oferta De Vias Dos cerca de 41 mil km de vias navegáveis no Brasil,

Dos cerca de 41 mil km de vias navegáveis no Brasil, apenas

53%

são economicamente navegados

navegação Interior: Principais Entraves Reduzido número de eclusas e inadequado dimensionamento das existentes,

navegação Interior: Principais Entraves

navegação Interior: Principais Entraves Reduzido número de eclusas e inadequado dimensionamento das existentes,

Reduzido número de

eclusas e inadequado

dimensionamento das existentes, priorização de outros usos dos recursos hídricos e a pouca profundidade das hidrovias são obstáculos segundo embarcadores

Portos: principais entraves Equipamentos insuficiente e obsoletos , pouca profundidade dos berços e elevada burocracia

Portos: principais entraves

Portos: principais entraves Equipamentos insuficiente e obsoletos , pouca profundidade dos berços e elevada burocracia

Equipamentos

insuficiente e obsoletos,

pouca profundidade dos berços e elevada burocracia no desembaraço das cargas são entraves relevantes para os embarcadores entrevistados

Da lavoura aos navios em 4 meses Reduzida capacidade estática dos armazéns faz com que

Da lavoura aos navios em 4 meses

Da lavoura aos navios em 4 meses Reduzida capacidade estática dos armazéns faz com que a

Reduzida capacidade estática dos armazéns faz com que a maior

parte da produção de soja destinada à exportação seja transportada

para os portos logo após a colheita

INTRODUÇÃO 37

INTRODUÇÃO

INTRODUÇÃO 37
INTRODUÇÃO 38

INTRODUÇÃO

INTRODUÇÃO 38
INTRODUÇÃO 38
Portos: qualidade da infraestrutura Avaliação de equipamentos e instalações portuárias pelos embarcadores Privados:

Portos: qualidade da infraestrutura

Avaliação de equipamentos e instalações portuárias pelos embarcadores

Privados:
Privados:

Públicos:

100%

insatisfatório

Avaliação das operações portuárias pelos embarcadores

pelos embarcadores Privados: Públicos: 100% insatisfatório Avaliação das operações portuárias pelos embarcadores
pelos embarcadores Privados: Públicos: 100% insatisfatório Avaliação das operações portuárias pelos embarcadores
Sistema de Transporte:Visão Clássica Conjunto de partes (veículos, vias, terminais, plano operacional) que interagem

Sistema de Transporte:Visão Clássica

Conjunto de partes (veículos, vias, terminais, plano operacional) que interagem entre si de modo a promover o deslocamento de pessoas e mercadorias, segundo a vontade dos usuários e regras de controle pré-estabelecidas.

Entradas Sistema de Transporte • Pessoas • Vias • Mercadorias • Terminais • Combustível •
Entradas
Sistema de
Transporte
• Pessoas
• Vias
• Mercadorias
• Terminais
• Combustível
• Veículos
• Materiais
Plano
• Mão-de-obra
Operacional
• etc

E a demanda?

Saídas • Pessoas e mercadorias transportadas • Ruído • Poluição do ar • etc
Saídas
Pessoas e
mercadorias
transportadas
• Ruído
• Poluição do ar
• etc
Sistema de Transporte Constituem um Sistema de Transporte : Via Veículo Usuário Meio ambiente 41

Sistema de Transporte

Constituem um Sistema de Transporte:

Via Veículo Usuário
Via
Veículo
Usuário

Meio ambiente

Sistema de Transporte Hidroviário de Carga  Os principais fatores que diferencia o STH dos

Sistema de Transporte Hidroviário de Carga

Sistema de Transporte Hidroviário de Carga  Os principais fatores que diferencia o STH dos demais
Sistema de Transporte Hidroviário de Carga  Os principais fatores que diferencia o STH dos demais
Sistema de Transporte Hidroviário de Carga  Os principais fatores que diferencia o STH dos demais
Sistema de Transporte Hidroviário de Carga  Os principais fatores que diferencia o STH dos demais

Os principais fatores que diferencia o STH dos demais sistemas estão diretamente relacionados aos elementos via e veículo.

Quando potencialmente navegável, o rio requer baixo investimento para utilização.

Os aspectos morfológicos do rio, tipo e quantidade

de carga são fatores que definirão os tipos de veículos a serem usados.

Possui baixo custo operacional de transporte de cargas quando comparado ou modo rodoviário e ferroviário.

SUA DIVISÃO O transporte hidroviário no Brasil é dividido modalidades fluvial e marítima . O

SUA DIVISÃO

O transporte hidroviário no Brasil é dividido modalidades fluvial e marítima. O transporte marítimo é o mais importante, respondendo por quase 75% do comércio internacional do Brasil. O transporte fluvial é o mais econômico e limpo, no entanto é o menos utilizado no Brasil. Há regiões entretanto, que dependem quase que exclusivamente desta modalidade, como

é o caso da amazônia, onde as distâncias são grandes e as

estradas ou ferrovias inexistem.

desta modalidade, como é o caso da amazônia, onde as distâncias são grandes e as estradas
desta modalidade, como é o caso da amazônia, onde as distâncias são grandes e as estradas
desta modalidade, como é o caso da amazônia, onde as distâncias são grandes e as estradas
FLUVIAL  A navegação fluvial no Brasil está numa posição inferior em relação aos outros

FLUVIAL

A navegação fluvial no Brasil está numa posição inferior em relação aos outros sistemas de transportes.

É considerado o sistema mais barato e

limpo, contudo, o de menor participação no transporte de mercadoria no Brasil. Isto ocorre devido a vários fatores.

Muitos rios do Brasil são de planalto, por exemplo, apresentando-se encachoeirados, portanto, dificultam a navegação. É o caso dos rios Tietê, Paraná,Tocantins e Araguaia.

Outro motivo são os rios de planície facilmente navegáveis (Amazonas, São

Francisco e Paraguai), os quais encontram-

se afastados dos grandes centros econômicos do Brasil.

PROJETOS

dos grandes centros econômicos do Brasil. PROJETOS E xiste também um projeto de ligação das Bacias

Existe também um projeto de ligação das Bacias do Tocantins, Amazonas e Paraná. É a hidrovia

de contorno, que permitirá a

ligação da região Norte do Brasil às regiões Centro-Oeste, Sudeste e Sul, caso implantado.

Navegação Interior 45

Navegação Interior

Navegação Interior 45

45

Navegação Interior

Navegação Interior

Navegação Interior
Navegação Interior 1. Bacia Amazônica - compreende as Hidrovias do Madeira, Solimões, Tapajós e Teles

Navegação Interior

1. Bacia Amazônica - compreende as Hidrovias do Madeira, Solimões, Tapajós e Teles Pires tendo como principais características a movimentação de petróleo e derivados; passageiros; transporte de granéis sólidos (grãos e minérios); e carga geral.

2. Bacia do Nordeste - abrange as Aquavias do Parnaíba, Itapecuru, Mearim e Pindaré. De pequeno porte, mas com potencial para movimentação de volume considerável de mercadorias destinadas à economia de subsistência.

Navegação Interior 3. Bacia do São Francisco - através da Aquavia do São Francisco se

Navegação Interior

3. Bacia do São Francisco - através da Aquavia do São Francisco se transportam cargas de soja em grãos, milho, gipsita, farelo de soja, algodão, polpa de tomate e manganês destinados principalmente à região Nordeste.

4. Bacia do Tocantins e Araguaia - a movimentação de cargas nas Aquavias do Tocantins e Araguaia é ainda incipiente uma vez que as condições de navegabilidade se estendem apenas por um período do ano, e as obras necessárias para viabilizar a implantação definitiva da Aquavia estão, hoje na dependência do licenciamento ambiental.

Navegação Interior 5. Bacia do Paraguai - cargas de soja granulada, reses, cimento, minério de

Navegação Interior

5. Bacia do Paraguai - cargas de soja granulada, reses, cimento, minério de ferro granulado, minério de manganês, fumo e farelo de soja, são cargas transportadas pela Hidrovia do Paraguai, que tem um programa de dragagens periódico para que ofereça navegabilidade e segurança.

6. Tiete - Bacia do Paraná - as principais cargas transportadas na Aquavia Tietê - Paraná são: granel sólido (70%, soja e outros); carga geral (20%, cana e outros); e granel liquido (10%, principalmente álcool).

MARÍTIMO O transporte marítimo é de vital importância para o Brasil em suas relações comerciais.

MARÍTIMO

O transporte marítimo é de vital importância para o Brasil em suas relações comerciais. Desde o Brasil colônia o transporte marítimo tem importância fundamental, pois permitia uma ampla troca comercial (comércio triangular) entre Portugal, Angola e Brasil. Foi também o transporte marítimo que permitiu ao Brasil colônia ganhar relativa autonomia política em relação a Portugal, com a abertura dos portos.

Características do Subsetor Portuário Nacional 40 PORTOS PÚBLICOS • 21 administrados pelas 7 Companhias Docas

Características do Subsetor Portuário Nacional

40 PORTOS PÚBLICOS

21 administrados pelas 7 Companhias Docas pertencentes à União:

- Codesp

- CDRJ

- Codesa

- Codeba

- Codern

- CDC - CDP

18 administrados por Estados e Municípios

01 administrado pela iniciativa privada

Processo de Transporte  Possui sistema de controle de tráfego e navegação marítima  Os

Processo de Transporte

Possui sistema de controle de tráfego e navegação marítima

Os sistemas de tráfego geralmente são oferecidos pelo Governo de cada país

Atualmente alguns Portos são privatizados

Os terminais incluem todos os equipamentos para a carga e descarga dos produtos

alguns Portos são privatizados  Os terminais incluem todos os equipamentos para a carga e descarga
Cabotagem  O transporte de mercadorias através da navegação de cabotagem vem aumentando ao longo

Cabotagem

O transporte de mercadorias através da navegação de cabotagem vem aumentando ao longo dos últimos anos,com grande potencial de crescimento.

O avanço das economias do Norte e Nordeste, que

vêm apresentando altas taxas de crescimento, e o ingresso de mais pessoas na classe C têm criado oportunidades para a cabotagem. Atualmente, mais pessoas consomem alimentos e bebidas, itens de higiene e limpeza, e eletroeletrônicos - notadamente, as mercadorias que mais crescem na cabotagem.

Longo Curso Em 2010, a participação do modal marítimo no comércio exterior brasileiro manteve-se majoritária,

Longo Curso

Em 2010, a participação do modal marítimo no comércio exterior brasileiro manteve-se majoritária, tanto em volume quanto em valor. Nas exportações, o volume transportado por via marítima representou 96% do total, enquanto nas importações o índice alcançou 88%.

o volume transportado por via marítima representou 96% do total, enquanto nas importações o índice alcançou
Exclusividade Este modal é de uso exclusivo de mercadorias?  O principalmente com ligação entre

Exclusividade

Este modal é de uso exclusivo de mercadorias?

O

principalmente com ligação entre o continente as as ilhas costeiras do Brasil. A linha mais comum de transporte de passageiros é a de Natal - Fernando de Noronha. Também existe o transporte intercontinental de passageiros - na maioria das vezes ilegal, principalmente entre o Brasil e a Nigéria.

O Brasil tem os portos marítimos mais movimentados da

destaque

Paranaguá, Rio de Janeiro/Niterói,Vitória e Itaqui (São Luís).

transporte

marítimo

de

passageiros

também

existe,

América

Latina,

portos

de

Santos,

com

aos

Maior Utilização de Portos  O Porto de Manaus , situado à margem esquerda do

Maior Utilização de Portos

O Porto de Manaus, situado à margem esquerda do rio Negro, é o porto fluvial de maior movimento do Brasil e com melhor infraestrutura. Outros portos fluviais relevantes são o de Itajaí, no rio Itajaí-Açu, que transporta principalmente máquinas e commodities,

O porto de Santarém, no rio Amazonas, por onde se transportam principalmente grãos vindos do Centro- Oeste e o de Corumbá, no rio Paraguai, por onde é escoado o minério de manganês extraído de uma área próxima da cidade de Corumbá.

, no rio Paraguai, por onde é escoado o minério de manganês extraído de uma área
Sua Extenção  KM O quilômetros de costa atlântica navegável e milhares de quilômetros de

Sua Extenção

KM

O

quilômetros de costa atlântica navegável e milhares de quilômetros de rios. Apesar de boa parte dos rios navegáveis estarem na

Amazônia, o transporte nessa

região é subaproveitado, por

não haver nessa parte do país mercados produtores e consumidores de peso. Os trechos hidroviários mais importantes, do ponto de vista econômico, encontram-se no Sudeste e no Sul do País.

Brasil

tem mais

de

4

mil

Aproveitamento

O pleno aproveitamento de

outras vias navegáveis dependem da construção de eclusas, grandes obras de dragagem e, principalmente, de portos que possibilitem a integração intermodal. Entre as principais hidrovias brasileiras, destacam-se duas: Hidrovia Tietê-Paraná e a Hidrovia do

Solimões-Amazonas.

Lacustre Navegação lacustre é uma modalidade de transporte realizada em lagos e tem como principal

Lacustre

Navegação lacustre é uma modalidade de transporte realizada em lagos e tem como principal característica a ligação entre cidades e países circunvizinhos. É um modal de transporte bastante restrito em face de serem poucos os lagos navegáveis, especialmente em termos de profundidade.

de transporte bastante restrito em face de serem poucos os lagos navegáveis, especialmente em termos de
de transporte bastante restrito em face de serem poucos os lagos navegáveis, especialmente em termos de
de transporte bastante restrito em face de serem poucos os lagos navegáveis, especialmente em termos de
Sistema de Transporte Hidroviário (STH) É constituído por componentes funcionais que são:  Veículos

Sistema de Transporte Hidroviário (STH)

É constituído por componentes funcionais que são:

Veículos (embarcações)

Vias (rios, canais, lagos)

Terminais (portos, trapiches)

Plano operacional.

Componentes Funcionais de um STH  Veículos  Vias

Componentes Funcionais de um STH

Veículos

Vias

Componentes Funcionais de um STH  Veículos  Vias
Componentes Funcionais de um STH  Veículos  Vias
Componentes Funcionais de um STH  Veículos  Vias
Componentes Funcionais de um STH  Veículos  Vias
Componentes Funcionais de um STH  Terminais  Plano Operacional

Componentes Funcionais de um STH

Terminais

Plano Operacional

Componentes Funcionais de um STH  Terminais  Plano Operacional
Componentes Funcionais de um STH  Terminais  Plano Operacional
Componentes Funcionais de um STH  Terminais  Plano Operacional
Componentes Funcionais de um STH  Terminais  Plano Operacional
Componentes Funcionais de um STH Trapiche de madeira

Componentes Funcionais de um STH

Trapiche de madeira
Trapiche de madeira
Embarcações  A embarcação é considerada um dos elementos principais que constituem o transporte hidroviário.

Embarcações

A embarcação é considerada um dos elementos principais que constituem o transporte hidroviário.

As características geométricas das embarcações afetam a construção de vias e terminais.

A arquitetura naval requer um objetivo bem definido, a sua

criação é para atender uma demanda específica e/ou

determinado serviço (Rawson K.J. et alli, 2002).

Criação de uma Embarcação Representação Simplificada do Processo de Criação de uma Embarcação

Criação de uma Embarcação

Representação Simplificada do Processo de Criação de uma Embarcação

Criação de uma Embarcação Representação Simplificada do Processo de Criação de uma Embarcação
Criação de uma Embarcação Princípio de Arquimedes Flutuabilidade Estabilidade Balanço

Criação de uma Embarcação

Princípio de Arquimedes
Princípio de Arquimedes
Criação de uma Embarcação Princípio de Arquimedes Flutuabilidade Estabilidade Balanço

Flutuabilidade

Estabilidade

Balanço

Criação de uma Embarcação Princípio de Arquimedes

Criação de uma Embarcação

Criação de uma Embarcação Princípio de Arquimedes

Princípio de Arquimedes

Criação de uma Embarcação Princípio de Arquimedes
Criação de uma Embarcação Princípio de Arquimedes

Criação de uma Embarcação

Princípio de Arquimedes
Princípio de
Arquimedes
Variáveis das Embarcações  Flutuabilidade: é a propriedade de um corpo permanecer na superfície da

Variáveis das Embarcações

Flutuabilidade: é a propriedade de um corpo permanecer na superfície da água. Uma embarcação em repouso é submetida à ação de duas forças verticais: o peso próprio da embarcação, agindo verticalmente para baixo, e o empuxo da água, agindo verticalmente para cima, o equilíbrio destas forças permite que a embarcação flutue.

e o empuxo da água, agindo verticalmente para cima, o equilíbrio destas forças permite que a
Variáveis das Embarcações  Linha de flutuação, reserva de flutuabilidade, borda livre, obras vivas e

Variáveis das Embarcações

Linha de flutuação, reserva de flutuabilidade, borda livre, obras vivas e

obras mortas, calado.

Reserva de flutuabilidade
Reserva de flutuabilidade

A borda livre indica a reserva de flutuabilidade.

Calado depende das condições de carregamento.

Variáveis das Embarcações  Estabilidade: entende-se como sendo a capacidade de voltar ao seu estado

Variáveis das Embarcações

Estabilidade: entende-se como sendo a capacidade de voltar ao seu estado de equilíbrio inicial após sofrer uma perturbação através dos ventos, das correntes de água, das ondas ou por outros motivos quaisquer.

Adernado: inclinação para um dos bordos da embarcação

Adriçado: cabo para içar e sustentar a(s) vela(s)

quaisquer. Adernado: inclinação para um dos bordos da embarcação Adriçado: cabo para içar e sustentar a(s)
Variáveis das Embarcações Estabilidade da Embarcação Estivagem: acomodação da carga por contrapeso.

Variáveis das Embarcações

Estabilidade da Embarcação

Variáveis das Embarcações Estabilidade da Embarcação Estivagem: acomodação da carga por contrapeso.
Estivagem: acomodação da carga por contrapeso.
Estivagem: acomodação da carga por
contrapeso.
Variáveis das Embarcações Estabilidade da Embarcação Estivagem: acomodação da carga por contrapeso.
Variáveis das Embarcações Estabilidade da Embarcação Estivagem: acomodação da carga por contrapeso.
Variáveis das Embarcações Estivagem: acomodação da carga por contrapeso.

Variáveis das Embarcações

Estivagem: acomodação da carga por contrapeso.
Estivagem: acomodação da
carga por contrapeso.
Variáveis das Embarcações Estivagem: acomodação da carga por contrapeso.
Variáveis das Embarcações Estivagem: acomodação da carga por contrapeso.
Variáveis das Embarcações  Outro elemento importante ligado à estabilidade é o balanço da embarcação,

Variáveis das Embarcações

Outro elemento importante ligado à estabilidade é o balanço da embarcação, que representa o movimento oscilatório da mesma.

importante ligado à estabilidade é o balanço da embarcação, que representa o movimento oscilatório da mesma.
Hidrovias ou Vias Navegáveis  Durante séculos os rios foram os únicos caminhos verdadeiramente transitável,

Hidrovias ou Vias Navegáveis

Durante séculos os rios foram os

únicos caminhos verdadeiramente transitável, para deslocar as mercadorias e as pessoas.

Os rios podem ser identificados como hidrovias se possuírem características específicas.

São considerados um dos principais componentes de um STH.

hidrovias se possuírem características específicas.  São considerados um dos principais componentes de um STH.
Hidrovias ou Vias Navegáveis  O rio passível de ser considerado como hidrovia deve possuir

Hidrovias ou Vias Navegáveis

O rio passível de ser considerado como hidrovia deve possuir características de navegabilidade, tal como:

profundidade mínima de água

velocidade do fluxo corrente

mínima largura

favorável alinhamento (Almeida, 2007).

Em muitos casos, os rios em seus estados naturais não são considerados ideais para navegação.

Hidrovias ou Vias Navegáveis  Antes de executar obras de melhoria de um rio são

Hidrovias ou Vias Navegáveis

Antes de executar obras de melhoria de um rio são necessários estudos para analisar o seu comportamento:

morfologia do leito do rio

níveis d'água

características de sedimentos

velocidade do fluxo de água

descarga, ondas, erosão e deposição em canal

Hidrovias ou Vias Navegáveis  Além dos estudos básicos citados é preciso projetos sobre dimensões

Hidrovias ou Vias Navegáveis

Além dos estudos básicos citados é preciso projetos sobre dimensões eficientes do canal de navegação, movimento das embarcações, risco ambiental causado pela navegação, análise de segurança e risco.

de navegação, movimento das embarcações, risco ambiental causado pela navegação, análise de segurança e risco.
Hidrovias ou Vias Navegáveis Canal do Panamá (56mil operários; *27mil morreram)

Hidrovias ou Vias Navegáveis

Hidrovias ou Vias Navegáveis Canal do Panamá (56mil operários; *27mil morreram)

Canal do Panamá (56mil operários; *27mil morreram)

Hidrovias ou Vias Navegáveis
Hidrovias ou Vias Navegáveis

Hidrovias ou Vias Navegáveis

Hidrovias ou Vias Navegáveis
Hidrovias ou Vias Navegáveis

Hidrovias ou Vias Navegáveis

Portos e Terminais Hidroviários  São elementos do STH onde os passageiros (ou cargas) tem

Portos e Terminais Hidroviários

São elementos do STH onde os passageiros (ou cargas) tem acesso ao sistema, realizam atividades de embarque e desembarque, e é o local onde efetuam conexões e integrações com os demais modos de transporte (Almeida, 2007).

Para um eficiente dimensionamento de um porto ou terminal hidroviário, existem parâmetros importantes que devem ser definidos, a saber:

embarcação a ser utilizada;

demanda a ser atendida;

frequência ou fluxo de embarcações;

intervalos de atendimento ( headway );

tempo de espera.

Portos e Terminais Hidroviários 83

Portos e Terminais Hidroviários

Portos e Terminais Hidroviários 83
Portos e Terminais Hidroviários 83
Portos e Terminais Hidroviários 83
Plano Operacional  É indispensável que existam estudos sobre pontos de interconexão entre os sistemas

Plano Operacional

É indispensável que existam estudos sobre pontos de interconexão entre os sistemas de transporte terrestre e fluvial.

O transporte hidroviário é economicamente viável numa articulação intermodal de transporte, no qual se tem os modos hidroviário, ferroviário e/ou rodoviário, trabalhando integrados.

Envolvendo a responsabilidade de cada um em garantir que cargas ou passageiros transportados irão cruzar as fronteiras entre modos de maneira segura, efetiva e dentro de um tempo eficiente.

Exercício problemas de transporte relacionados a cada elemento do problema para cada sistema. Um elemento.

Exercício

problemas de

transporte relacionados a cada elemento

do

problema para cada

sistema. Um elemento.

uma

solução possível.

Descreva

quatro

(veículo, terminal,

via,

operação)

Para

cada

problema

identifique

Portos e Vias Navegáveis

Professor: Robinson Andrés Giraldo Zuluaga

Universidade Federal de Goiás

Portos e Vias Navegáveis Professor: Robinson Andrés Giraldo Zuluaga Universidade Federal de Goiás Perguntas?

Perguntas?

Portos e Vias Navegáveis Professor: Robinson Andrés Giraldo Zuluaga Universidade Federal de Goiás Perguntas?

Portos e Vias Navegáveis

Professor: Robinson Andrés Giraldo Zuluaga

Universidade Federal de Goiás

Portos e Vias Navegáveis Professor: Robinson Andrés Giraldo Zuluaga Universidade Federal de Goiás BOM DESCANSO A

BOM DESCANSO

A TODOS!

Portos e Vias Navegáveis Professor: Robinson Andrés Giraldo Zuluaga Universidade Federal de Goiás BOM DESCANSO A