Você está na página 1de 10
 
 

A SAÚDE NO ESTADO

A SAÚDE NO ESTADO

Matérias Jornalísticas - Destaques nos principais jornais e websites

Matérias Jornalísticas - Destaques nos principais jornais e websites
NO ESTADO Matérias Jornalísticas - Destaques nos principais jornais e websites 24 de maio de 2017
NO ESTADO Matérias Jornalísticas - Destaques nos principais jornais e websites 24 de maio de 2017

24 de maio de 2017 (Quarta-Feira)

NO ESTADO Matérias Jornalísticas - Destaques nos principais jornais e websites 24 de maio de 2017
NO ESTADO Matérias Jornalísticas - Destaques nos principais jornais e websites 24 de maio de 2017
NO ESTADO Matérias Jornalísticas - Destaques nos principais jornais e websites 24 de maio de 2017
Menos da metade da população se vacinou contra a gripe Campanha vai até esta sexta-feira

Menos da metade da população se vacinou contra a gripe Campanha vai até esta sexta-feira (26). Por: Portal ORM 23 de Maio de 2017 às 13:09 Atualizado em 23 de Maio de 2017 às 16:40 Segundo dados divulgados nesta terça-feira (23) pela Secretaria de Saúde do município de Santarém, apenas 54,7% das 80 mil pessoas que fazem parte do público-alvo para a vacinação de gripe receberam a imunização. A campanha nacional de vacinação contra gripe começou no dia 17 de abril e vai até esta sexta-feira (26). As doses das vacinas estão disponíveis em todas as 42 Unidades Básicas de Saúde da zona rural e urbana da cidade. Para receber a vacina, é necessário apresentar a carteira de vacinação e a declaração para o caso de professores. É a primeira vez que os profissionais da rede pública e privada são inseridos no público alvo, com direito a receber a imunização gratuitamente no SUS. As pessoas que recebem a vacina pelo SUS são: crianças de 6 meses a menores que 5 anos (quatro anos, 11 meses e 29 dias), gestantes, puérperas (mulheres que estão no período de até 45 dias após o parto), idosos (a partir de 60 anos), profissionais da saúde, povos indígenas, pessoas privadas de liberdade e funcionários do sistema prisional, portadores de doenças crônicas e outras doenças que comprometam a imunidade e professores de escolas públicas ou privadas. A vacina disponível protege contra os três subtipos do vírus da gripe que mais circularam no país: A/H1N1; A/H3N2 e influenza B. De acordo com o ministério da Saúde, 60 milhões de doses de vacinas foram adquiridas, das quais 21,1 milhões de doses já foram distribuídas aos estados.

Campanhas pedem doações de medula e sangue Quarta-Feira, 24/05/2017, 09:00:06 Campanhas pedem doações de medula

Campanhas pedem doações de medula e sangue

Quarta-Feira, 24/05/2017, 09:00:06

Campanhas pedem doações de medula e sangue Nesta semana, a Fundação Centro de Hemoterapia e Hematologia do Pará (Hemopa) preparou duas campanhas externas de doação de

sangue e cadastro de medula óssea, uma com sala montada e a outra com a unidade móvel. As ações serão nesta quarta e quinta-feira, nos bairros do Guamá e Campina. Essas campanhas são estratégias que o Hemopa utiliza para aproximar o voluntário da doação de sangue. Segundo a gerente de captação do Hemopa, Juciara Farias, as campanhas externas devem proporcionar aumento de 20% no número de doadores, neste ano. “Com elas, vencemos todas as dificuldades de acesso ao Hemopa. Vamos ao doador, ao invés dele vir até a gente”, conta Juciara.

A primeira campanha da semana, no dia 24 de maio, será no Lar Fabiano de Cristo, que fica na Travessa Barão de Igarapé Miri. Para a

iniciativa, o Hemopa vai levar toda a sua estrutura para o local: salas de triagem, de consulta médica e coleta. O atendimento aos doadores será de 8h às 16h. A estimativa é mobilizar 80 voluntários.

A segunda será realizada no dia 25, quando a unidade de coleta móvel vai estar na Avenida Presidente Vargas, em frente ao banco do

Brasil. A ação será de 8h ao meio dia, com expectativa de 50 voluntários. Para ser um doador de sangue, basta ter entre 16 e 69 anos (menores devem estar acompanhados do responsável legal), ter mais de 50

kg, estar bem de saúde e portar documento de identificação original e com foto. Os homens podem doar com intervalo de cada dois meses

e as mulheres a cada três meses.

Serviço: As campanhas externas de doação de sangue e cadastro de medula óssea do Hemopa serão dia 24, no Lar Fabiano de Cristo (Travessa Barão de Igarapé Miri, 527), de 8h às 16h; e dia 25, na Avenida Presidente Vargas, em frente ao banco do Brasil, de 8h ao meio dia.

Hemopa realiza campanhas externas de doação de sangue 24/05/2017 09:14h Nesta semana, a Fundação Centro

Hemopa realiza campanhas externas de doação de sangue

24/05/2017 09:14h

Nesta semana, a Fundação Centro de Hemoterapia e Hematologia do Pará (Hemopa) preparou duas campanhas externas de doação de sangue e cadastro de medula óssea, uma com sala montada e a outra com a unidade móvel. As ações serão realizadas nesta quarta e quinta-feira, 24 e 25, nos bairros do Guamá e Campina. Segundo a gerente de captação do Hemopa, Juciara Farias, as campanhas externas devem proporcionar aumento de 20% no número de

doadores, neste ano. “Com elas, vencemos todas as dificuldades de acesso ao Hemopa. Vamos ao doador, ao invés dele vir até a gente”, conta Juciara.

A primeira campanha da semana, realizada nesta quarta-feira, 24, será no Lar Fabiano de Cristo, que fica na Travessa Barão de Igarapé

Miri. Para a iniciativa, o Hemopa vai levar toda a sua estrutura para o local: salas de triagem, de consulta médica e coleta. O atendimento aos doadores será de 8h às 16h. A estimativa é mobilizar 80 voluntários.

A segunda será realizada nesta quinta, dia 25, quando a unidade de coleta móvel vai estar na Avenida Presidente Vargas, em frente ao

Banco do Brasil. A ação será de 8h ao meio dia, com expectativa de 50 voluntários. Para ser um doador de sangue, basta ter entre 16 e 69 anos (menores devem estar acompanhados do responsável legal), ter mais de 50

kg, estar bem de saúde e portar documento de identificação original e com foto. Os homens podem doar com intervalo de dois meses e as mulheres a cada três meses.

Serviço:

As campanhas externas de doação de sangue e cadastro de medula óssea do Hemopa serão realizadas nesta quarta, dia 24, no Lar Fabiano de Cristo (Travessa Barão de Igarapé Miri, 527), de 8h às 16h; e nesta quinta, dia 25, na Avenida Presidente Vargas, em frente ao

Banco do Brasil, de 8h ao meio dia.

Por Jaqueline Menezes

Encontro debate incentivo à doação de leite materno

O encontro entre maternidades acontece pela primeira vez dentro da programação da semana comemorativa e foi elaborado pela coordenação da saúde da criança do Estado

23/05/2017 19:33h

A Fundação Santa Casa de Misericórdia do Pará recebeu representantes de sete maternidades da região metropolitana de Belém ligadas à

Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa), durante o Encontro de Maternidades, na tarde desta terça-feira (23). O debate em torno de incentivos à amamentação e coleta de leite fez parte da IV Semana Estadual de Doação de Leite Materno, que traz como tema “ A que

ponto estamos comprometidos, envolvidos e disponíveis com a doação de leite materno?”.

A semana Estadual de Doação de Leite Materno começou no dia 19 de maio e vai até o dia 25. O encontro entre maternidades acontece

pela primeira vez dentro da programação da semana comemorativa e foi elaborado pela coordenação da saúde da criança do Estado. “Esse encontro foi extremamente importante para a gente apresentar a Rede Amigo da Criança a essas maternidades, divulgando as

políticas de atenção integral à saúde da criança e incentivando a criação de mais salas de coleta”, reforçou Ana Cristina Guzzo, coordenadora estadual de Saúde da Criança. Na região metropolitana de Belém, seis hospitais integram a Rede Amigos da Criança, que possui um trabalho permanente e efetivo de incentivo às boas práticas de maternidade. Um dos objetivos do encontro foi aumentar a criação de salas de coleta e apoio à mulher trabalhadora que amamenta. Atualmente, existem 12 dessas salas nos hospitais paraenses: 9 em Belém e 3 em Bragança.

A Santa Casa realiza de 860 a 900 partos por mês e 20% das crianças nascidas são prematuras e precisam da doação de leite. Com a

realização dessa Semana Estadual e os incentivos à coleta nos hospitais do Estado, a meta é aumentar a quantidade de leite recebido. “Atualmente, conseguimos atender a 1/3 das crianças prematuras na Santa Casa. Mas, queremos chegar, até julho, a um aumento de 30%, quando então iremos rever a meta e avaliar de que forma poderemos articular para melhorar ainda mais esse atendimento”, disse Cynara Souza, coordenadora do banco de leite da Santa Casa.

Por Syanne Neno

Quadrilha junina proporciona inclusão através da dança A Oficina de Dança Inclusiva tem como público-alvo

Quadrilha junina proporciona inclusão através da dança

A Oficina de Dança Inclusiva tem como público-alvo pessoas com deficiência física, intelectual ou auditiva, além de bailarinos

interessados na temática da dança inclusiva

23/05/2017 18:27h

Mônica Ferreira, 31, tem síndrome de Down. Quando ela não participa da “Oficina de Dança Inclusiva” ela entra em depressão e começa a

apresentar problemas de saúde. Nas terças e quintas-feiras, das 14 às 16 horas, a aluna vai para Casa das Artes e junto com mais 45 integrantes forma a quadrilha inclusiva, um projeto do Governo do Estado através da Fundação Cultural do Pará (FCP).

A avó de Mônica Ferreira, a aposentada Oswaldina Neris, de 68 anos, comenta que há um ano a neta participa da dança inclusiva. “Ela tem

problema de coração e de tireoidismo, mas quando ela dança ela se transforma e os sintomas desaparecem”, destaca. Ela ingressou na dança inclusiva aconselhada pelo médico por causa da depressão.

A Oficina de Dança Inclusiva tem como público-alvo pessoas com deficiência física, intelectual ou auditiva, além de bailarinos interessados na

temática da dança inclusiva.

A estudante universitária de pedagogia Aline Soares, 39 anos, é deficiente visual, e também participa da oficina. “Aqui eu tenho inclusão, alegria e

conheço muitos amigos. Eu aconselho para todos os meus colegas que puderam participar que procurem a Fundação Cultural do Pará”, afirma.

O cadeirante Walter Mendes, 41 anos, não perde nenhuma aula. Ele comenta que dançar funciona como fisioterapia para ele e traz muitos

benefícios para sua saúde. “Traz um ânimo melhor no dia a dia e me dá mais disposição para viver a vida. Eu fico na expectativa do dias de aula, assim como todos meus amigos”, destaca.

A professora de dança Vitória Araújo, é instrutora da quadrilha inclusiva e conta que descobriu neste projeto uma nova forma de alegria dos

participantes. “É gratificante ver o retorno e o carinho que estas pessoas transmitem”, comenta.

A quadrilha inclusiva irá se apresentar no Arraial das Artes do Curro Velho da FCP, no dia 17 de junho, e no Arraial de Todos os Santos da

Fundação Cultural do Pará que será realizado junto com o XIV Concurso Estadual de Quadrilhas Juninas, de 16 de junho a 01 de julho de 2017, na Praça do Povo do Centur.

Por Márcio Flexa

Infecção hospitalar é tema de encontro no Ophir Loyola

O Hospital Ophir Loyola e a Sespa promoveram o “Encontro Estadual das Comissões de Controle de Infecções Hospitalares -

Integrando Saberes”,

23/05/2017 15:56h

A cada ano, cerca de 100 mil pessoas morrem de infecção hospitalar no Brasil, segundo dados da Associação Nacional de Biossegurança

(ANBio). Esse problema atinge instituições públicas e privadas, mas pode ser evitado com cuidados que devem ser obrigatórios na rotina de qualquer hospital e colocados em prática pelos funcionários antes de darem início às atividades, dentre os quais incluem uma medida simples e importante: a higienização correta das mãos.

Para compartilhar experiências sobre o controle e a prevenção de infecções relacionadas à assistência à saúde, o Hospital Ophir Loyola (HOL) e

a Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa) promoveram, nesta terça-feira (23), o “Encontro Estadual das Comissões de Controle de Infecções Hospitalares - Integrando Saberes”, no auditório Luiz Geolás do HOL.

A programação fez alusão ao Dia Nacional de Controle de Infecção Hospitalar comemorado em 15 de maio, e também homenageou a criação da

primeira Comissão de Controle de Infecção Hospitalar (CCIH) do Pará pelo hospital Ophir Loyola, na época do Hospital dos Servidores do Estado

e Instituto Ophir Loyola, em 1984. Somente em anos posteriores, mais precisamente em 1998, o Ministério da Saúde por meio da portaria nº

2.616 obrigou todos os hospitais a possuírem uma CCIH. Atual diretor clínico do hospital, o médico Alberto Ferreira foi o primeiro presidente da CCIH do Pará. Segundo ele, à época, após o plantão no Centro de Terapia Intensiva notou que o serviço não teria a qualidade esperada sem uma equipe especializada, a qual foi enviada para outro estado para obter o conhecimento necessário. “A primeira comissão foi instituída e precisava conscientizar os servidores do hospital sobre a temática e contar com toda uma estrutura administrativa. Enfrentamos as dificuldades, implementamos as mudanças e hoje temos uma CCIH estruturada e atuante”, disse. Alberto Ferreira destacou que o controle da infecção hospitalar implica num processo de educação contínuo que requer rigor na avaliação dos Indicadores de Infecções Relacionadas à Saúde (IRAS) e a colaboração de todos para a obtenção de uma taxa de infecção aceitável. “O hospital é um lugar onde existem áreas altamente suscetíveis para uma taxa de infecção hospitalar elevada, tais como as unidades de

urgência e emergência, centro cirúrgico, áreas cruciais, nas quais devem ser aplicadas todas as medidas preventivas para evitar problemas sérios não só aos pacientes, mas para administração como o aumento no tempo de internação e mais custos com antimicrobianos”, enfatizou.

O Ministério da Saúde aponta as infecções hospitalares como um risco significativo à saúde. Em casos mais graves, as consequências podem ser

fatais, a prevenção e o controle envolvem medidas de qualificação de assistência hospitalar, da vigilância sanitária e outras, tomadas no âmbito do estado, do município e de cada hospital. Segundo o infectologista Rhomero Souza, a infecção hospitalar é uma complicação que pode ocorrer em pessoas de todas as idades que passaram por internação ou procedimento hospitalar. Para tanto é admitida toda manifestação clínica de infecção que se apresentar cerca de 48 horas após a admissão no hospital. “Dentre as infecções mais comuns estão as do trato respiratório, do trato urinário, da corrente sanguínea e de sítio cirúrgico. O diagnóstico deve ocorre a partir das manifestações clínicas, laboratoriais e de imagem”, informou. Algumas medidas simples como a higienização das mãos são de fundamental importância para impedir uma infecção, mas existem cuidados mais específicos como, por exemplo, o controle ambiental e de material hospitalar, a vigilância da sonda vesical e a cautela com o uso prévio de

antibiótico.

A CCIH executa atividades estratégicas de prevenção e ações a partir da vigilância epidemiológica em todos os setores do Hospital, vigilância

microbiológica realizada diariamente, controle do uso de antimicrobianos realizado com base nas fichas de notificação e dados de consumos da farmácia. Também são elaboradas e implementadas rotinas de prevenção, diagnóstico e tratamento de infecção hospitalar.

A programação integrou os profissionais atuantes nas CCIH’s dos hospitais com leitos de Unidade de Terapia Intensiva e da Vigilância Sanitária

Estadual e trouxe temáticas como higienização das mãos, limpeza e desinfecção de ambiente na presença de germes multirresistente, análises e interpretação e indicadores de IRAS, precauções e isolamento. Na ocasião, os membros da primeira CCIH estadual foram homenageados pelas contribuições com a qualidade da assistência e biossegurança dos pacientes.

Por Leila Cruz

Bombeiros da Vida” leva orientação a detentas da Susipe Na ocasião, as mães receberam demonstração

Bombeiros da Vida” leva orientação a detentas da Susipe

Na ocasião, as mães receberam demonstração de como se tira o leite, que é através da técnica de ordenha

23/05/2017 15:42h

O leite materno é fundamental para a saúde de qualquer bebê, em especial aqueles que não puderam ser amamentados pela própria mãe ao

nascer e estão na UTI de um hospital. E foi pensando em salvar vidas e captar novas doadoras que o Projeto Bombeiros da Vida esteve, nesta

terça-feira (23), com as detentas custodiadas pela Superintendência do Sistema Penitenciário do Estado (Susipe), na Unidade Materno Infantil (UMI), em Ananindeua.

A visita foi uma iniciativa da Susipe, com o objetivo de apresentar o projeto as detentas, incentivá-las a doação e assim colaborar com a IV

Semana Estadual de Doação de Leite Materno promovida pela Fundação Santa Casa de Misericórdia do Pará, que enfrenta baixa nos estoques do banco de leite.

Atualmente, a UMI possui seis lactantes e duas grávidas. Elas assistiram a um vídeo com informações sobre o “Bombeiros da Vida” e que também sensibiliza as mães sobre a importância da doação do leite materno. "Em um primeiro momento nós explicamos o passo a passo do projeto, destacamos o objetivo, mostramos o quanto é importante esse ato e no final explicamos como fazer para se cadastrar e se tornar uma doadora. Nós deixamos claro para as mães que querem doar, que os bebês delas precisam estar nutridos, ganhando peso, bem de saúde e a mãe tenha excedente de leite, para que assim elas possam ser doadoras", destacou a cabo Késia Lima. Posteriormente, as mães receberam um kit orientação, que contém uma touca para colocar na cabeça, uma máscara para colocar no rosto e um pote de vidro para colocar o leite. "Na primeira visita nós fazemos a demonstração de como se tira o leite, que é através da técnica de ordenha; mostramos a massagem da mama como é feita; como ela irá usar o material de proteção e como ela vai fazer para manusear o leite, assim que retirado do seio. Na semana seguinte nós iremos voltar para recolher o leite que for doado”, informou a militar.

A detenta Carla Mayara, de 25 anos, está com um bebê de 4 meses e gostou da ação. “Eu já passei por muitos problemas com meus outros 3

filhos, porque não conseguia amamentá-los e com esse agora eu estou conseguindo e tem até de sobra, como meu filho está muito bem nutrido, eu quero ajudar outras pessoas que também precisam", revelou a detenta.

O leite coletado para doação pode ficar até 7 dias refrigerado, no pote de vidro previamente esterilizado pela mãe. Quando chega na Santa Casa

ele passa por um rigoroso controle de qualidade, até servir de alimento para algum bebê que esteja precisando.

“Há toda uma técnica desde o armazenamento até o transporte do leite. Quando o leite chega na Santa Casa vai para a sala de recepção de leite

in natura, lá ele passa pelo processo de registro e pasteurização, depois pelo controle de qualidade, onde serão analisados quais os leites mais

gordurosos e menos gordurosos, níveis de proteína e assim eles poderão saber qual vai para cada criança”, explicou a cabo Késia Lima.

O projeto Bombeiros da Vida foi criado pelo Ministério da Saúde e implantado em 2002, em Belém, através de uma parceria entre o banco de leite

da Fundação Santa Casa de Misericórdia e o Corpo de Bombeiros do Pará.

A ideia é aumentar e complementar a coleta de leite materno, para contribuir com o estoque de leite da Santa Casa. “Nossa missão maior é salvar

vidas. Hoje, atendemos 170 leitos da UTI neonatal e nós somos responsáveis por 78% do leite que entra. Nós fazemos a coleta externa e interna

das pacientes internadas na unidade. Visitamos 55 bairros da Região Metropolitana de Belém, incluindo o distrito de Icoaraci e também a ilha de Mosqueiro. No total são feitos mais de 1.000 atendimentos mensais”, informou a militar.

A detenta Raimunda dos Santos Magno, de 41 anos, deu à luz as primeiras gêmeas da UMI há quase dois meses e ela já passou pela

experiência de não conseguir amamentar a própria filha. "Quando ela nasceu não conseguia mamar e ficou na UTI neonatal por algum tempo. Foi um sofrimento ver a minha filha naquela situação, eu não sabia o que fazer para ela mamar e ela estava perdendo peso. Foi então que ela começou a receber o leite doado pelo ‘Bombeiros da Vida’. E assim como um dia alguém salvou a vida da minha filha, eu também quero fazer isso por outra pessoa agora", reforçou Raimunda dos Santos.

O médico pediatra da Susipe, Paulo Pureza, ressalta o quanto o leite materno é importante nos primeiros meses de vida. "Até os seis meses de

vida é fundamental que o bebê receba somente o leite materno, pois ele irá suprir todas as necessidades nutricionais da criança, evitando assim doenças como a desidratação, infecções gastrointestinais, problemas respiratórios e raquitismo. Até as doenças mais simples podem ser evitadas

como a cólica e o estresse”, detalhou o profissional. Serviço: quem quiser receber a visita do Projeto Bombeiros da Vida e se tornar uma doadora de leite materno, pode ligar para os números 4009- 0375 ou 4009-2212.

Por Timoteo Lopes

Vacinas depois dos 60 anos23/05/2017 - 17:41 Vacinas depois dos 60 anos: o que é

Vacinas depois dos 60 anos23/05/2017 - 17:41 Vacinas depois dos 60 anos: o que é importante saber

De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a população idosa do nosso país vai corresponder a 66,5 milhões de pessoas em 2050 — isso é mais do que o triplo dos 19,6 milhões atuais. O IBGE estima ainda que o grupo vai ultrapassar o de menores de 14 anos. Pensando nesse crescimento, a Sociedade Brasileira de Imunização (SBIm) criou a campanha Quem é Sênior Vacina, focada no pessoal com mais de 60 anos.

O site traz recomendações, explicações, depoimentos, dados e até um mapa para localizar a Unidade Básica de Saúde (UBS) mais

próxima. Apesar das orientações, é importante conversar com um médico, já que só ele é capaz de avaliar as necessidades e riscos para cada paciente. Confira abaixo informações sobre algumas das principais vacinas indicadas pela SBIm para os idosos:

Doenças pneumocócicas

Uma a cada quatro ou cinco pessoas acima de 65 anos infectadas pela Streptococcus pneumoniae morre. Essa bactéria, mais conhecida como pneumococos, causa, entre outras doenças, pneumonia e meningite. No caso da última, a letalidade nos idosos chega a 80%. Mesmo entre os que não morrem, sequelas neurológica são comuns.

Ambas essas doenças podem ser prevenidas com uma simples picada. Mas atenção: para os mais velhos, a vacina só está à disposição em clínicas privadas.

Gripe

O envelhecimento é acompanhado de uma queda natural de imunidade, o que torna essa doença mais prevalente em quem já possui

idade avançada. Só para ter uma ideia, até 71,2% das mortes causadas pelo vírus influenza nos Estados Unidos aconteceram em maiores de 65 anos.

Segundo um estudo dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças, também nos Estados Unidos, a vacina preveniu 40 mil óbitos por

lá entre 2005 e 2014. Ela está disponível no Brasil gratuitamente nos postos de saúde.

Herpes-zóster

Essa doença, resultado de uma reativação tardia do vírus da catapora, gera dores excruciantes que podem se tornar crônicas. O incômodo é tanto que está associado à depressão.

Segundo uma pesquisa publicada no periódico BMC Geriatrics, a perspectiva é que as ocorrências aumentem em 3,74% por ano até 2030. Então é melhor se prevenir: a vacina tem eficácia de cerca de 60% contra o surgimento da enfermidade e de 70% contra a da dor crônica. Contudo, está disponível apenas na rede privada.

Hepatite B

Ela pode deflagrar cirrose e câncer de fígado — enfermidades responsáveis por 686 mil mortes todos os anos. E essa infecção está se alastrando entre os mais velhos, principalmente os do sexo masculino. Em 2002, eram 2,8 homens acometidos a cada 100 mil pessoas. Já em 2015, o número saltou para 11,4.

A vacina existe e está disponível gratuitamente. Mas só para quem possui menos de 49 anos de idade.

Difteria, Tétano e Coqueluche

A vacina tríplice bacteriana acelular do tipo adulto, ou dTpa, protege contra as três encrencas citadas acima. Apesar de as estatísticas

atuais não apontarem uma alta taxa de infecção entre adultos, especula-se que, em parte, isso seja resultado da ausência de sintomas aparentes. Em outras palavras, muitas pessoas podem ter sido invadidas por esses micro-organismos e não saber disso. A principal questão, nesse caso, é proteger os mais novos — mais especificamente os menores de seis meses.

(Fonte:DOL)