Você está na página 1de 18

MATERIAL SUPLEMENTAR PARA ACOMPANHAR

Eletrônica de Potência

Curso Introdutório

NED MOHAN

Cátedra Oscar A. Schott de Sistemas de Eletrônica de Potência Departamento de Engenharia Elétrica e Computacional University of Minnesota, MN EUA

Tradução

J. R. Souza, PhD

Professor Adjunto da Universidade do Estado do Rio de Janeiro

Revisão Técnica

Walter Denis Cruz Sanchez

Doutor em Engenharia Elétrica, Professor da Universidade Tecnológica Federal do Paraná

Walter Denis Cruz Sanchez Doutor em Engenharia Elétrica, Professor da Universidade Tecnológica Federal do Paraná

O Material Suplementar contém os Apêndices dos Capítulos 3 e 4 traduzidos que acom-

panham a edição original e que podem ser usados como apoio para o livro ELETRÔNI- CA DE POTÊNCIA – CURSO INTRODUTÓRIO, 2014, além dos conteúdos descritos abaixo. O acesso aos materiais suplementares desta edição está sujeito ao cadastramento no site da LTC — LIVROS TÉCNICOS E CIENTÍFICOS EDITORA LTDA.

Material Suplementar compilado/traduzido do website da Wiley & Sons, Inc:

– Apêndice do Capítulo 3 (Apêndice A), acesso livre;

– Apêndice do Capítulo 4 (Apêndice 4B e 4C), acesso livre;

– CUSP Site: página na web de apoio ao livro-texto, em inglês (acesso restrito a docen- tes). Link para acesso: http://cusp.umn.edu/power_electronics.php;

– Ilustrações da obra em formato de apresentação, acesso restrito a docentes;

– Power Electronics Lab User Manual: manual do usuário para utilização do Laboratório de Eletrônica de Potência arquivo em formato (.pdf), em inglês, acesso restrito a docentes;

– PSpice Labs: contém os arquivos de instrução de instalação, manual do usuário do PSpice e o software PSpice TM , em inglês, acesso livre;

– Slides with Figures and Annotations: conteúdo em formato (.pdf) com anotações e figu- ras para uso em sala de aula, em inglês, acesso livre;

– Solutions Manual: arquivo em formato (.pdf) contendo soluções para os problemas do livro-texto, em inglês, acesso restrito a docentes.

Material suplementar Apêndice do Capítulo 3 traduzido do material original: POWER ELECTRONICS: A FIRST COURSE, FIRST EDITION Copyright © 2012 by John Wiley & Sons, Inc. All Rights Reserved. This translation published under license with the original publisher John Wiley & Sons Inc. ISBN: 978-1-118-07480-0

Material suplementar Apêndice do Capítulo 4 traduzido do material original: POWER ELECTRONICS: A FIRST COURSE, FIRST EDITION Copyright © 2012 by John Wiley & Sons, Inc. All Rights Reserved. This translation published under license with the original publisher John Wiley & Sons Inc. ISBN: 978-1-118-07480-0

Obra publicada pela LTC:

ELETRÔNICA DE POTÊNCIA – CURSO INTRODUTÓRIO, 2014 Direitos exclusivos para a língua portuguesa Copyright 2014 by LTC — Livros Técnicos e Científicos Editora Ltda. Uma editora integrante do GEN | Grupo Editorial Nacional

Imagem de Capa: Wayne Green/Corbis

Editoração Eletrônica do material suplementar: Edel

Sumário

CAPíTULO 3

APÊNDICE 3A REPRESENTAçãO MéDIA NO MODO DE CONDUçãO DESCONTíNUA (MCD), 1

3A.1

INTRODUçãO, 1

3A.2

REPRESENTAçãO MÉDIA NO MODO DE CONDUçãO DESCONTÍNUA, 1

3A.2.1

Conversores Abaixador e Abaixador-Elevador, 1

3A.2.2

Conversores Elevadores, 3

3A.3

MODELAGEM MÉDIA EM PSPICE PARA PERTURBAçõES DE GRANDES SINAIS, 4

CAPíTULO 4

APÊNDICE 4B FUNçõES DE TRANSFERÊNCIAS NO MODO DE CONDUçãO CONTíNUA (MCC), 5

4B.1

CONVERSORES ABAIxADORES, 5

4B.2

CONVERSOR ELEVADOR, 6

4B.3

CONVERSOR ABAIxADOR-ELEVADOR, 7

APÊNDICE 4C DEDUçãO DE PARâMETROS DE FUNçõES DE TRANSFERÊNCIAS DO CONTROLADOR, 11

4C.1

FUNçãO DE TRANSFERÊNCIA DO CONTROLADOR COM UM PAR POLO-ZERO, 11

4C.1.1

Frequência em que φ elevador Ocorre, 11

4C.1.2

Dedução das Frequências do Zero e do Polo, 12

4C.1.3

Realização da Função de Transferência do Controlador com um Único Amplificador Operacional, 12

4C.2

FUNçãO DE TRANSFERÊNCIA DO CONTROLADOR COM DOIS PARES POLO-ZERO, 13

CAPíTULO 3 APÊNDICE 3A REPRESENTAçãO MéDIA NO MODO DE CONDUçãO DESCONTíNUA (MCD)

3A.1

INTRODUçãO

Conversores de uma chave, como os conversores CC abaixador (buck), elevador (boost)

e abaixador-elevador (buck-boost) entram no modo de condução descontínua (MCD) em

condições de carga leve. Em MCD, a corrente no indutor se torna zero em um intervalo

finito durante um ciclo de chaveamento. No modo de condução contínua (MCC), a chave

do bloco básico tem duas posições, para cima e para baixo. Em MCD, a chave tem outra

posição (no meio), resultando em três subestados de circuito durante um ciclo de chavea- mento. A análise a seguir mostra que a representação média de conversores de uma chave em

MCD consiste em um transformador ideal (como em MCC) aumentado por fontes de ten-

são e corrente dependentes. Tal representação permite uma transição suave entre os modos contínuo e descontínuo.

3A.2

3A.2.1

REPRESENTAçãO MéDIA NO MODO DE CONDUçãO DESCONTíNUA

Conversores Abaixador e Abaixador-Elevador

O bloco básico, com a chave e o diodo nas posições apropriadas para os conversores abai-

xador e abaixador-elevador, é mostrado na Figura 3A.1a. As correntes i cp e i vp e a tensão

v cp são mostradas na Figura 3A.1b, em que v L2 é a tensão no segundo terminal do indutor,

como definido na Figura 3A.1a. A razão de trabalho da chave, controlada pelo CI-PWM,

é definida como d. A corrente no indutor flui pelo diodo durante d off,1 e permanece zero durante d off,2 . Com base nas tensões no circuito da Figura 3A.1a e nas formas de onda da Figura 3A.1b, temos

(3A.1)

(3A.1)

e

(3A.2)

(3A.2)

Das Equações 3A.1 e 3A.2, temos

(3A.3)

(3A.3)

2

Apêndice 3A

em que,

2 Apêndice 3A em que, (3A.4) é uma constante em termos da indutância e da frequência

(3A.4)

é uma constante em termos da indutância e da frequência de chaveamento f s = 1/T s . O circuito equivalente médio é mostrado na Figura 3A.28a, na qual o transformador

ideal com razão de espira 1:d é aumentado por duas fontes dependentes i k e v k . As expres- sões para essas fontes dependentes podem ser calculadas com facilidade, como mostrado

a seguir:

No modelo da Figura 3A.28a,

como mostrado a seguir: No modelo da Figura 3A.28a, (3A.5) Das formas de onda na Figura

(3A.5)

Das formas de onda na Figura 3A.1b,

da Figura 3A.28a, (3A.5) Das formas de onda na Figura 3A.1b, (3A.6) Substituindo por v p

(3A.6)

Substituindo por vp , da Equação 3A.6, e (d + d off,1 ), da Equação 3A.3, na Equação 3A.5, obtemos:

(3A.7)

(3A.7)

Para calcular v k na Figura 3.28a, a média da tensão na porta de corrente é

(3A.8)

(3A.8)

Da Figura 3A.2,

(3A.9)

(3A.9)

na porta de corrente é (3A.8) Da Figura 3A.2, (3A.9) FIGURA 3A.1 (a) Bloco básico, (b)

FIGURA 3A.1

(a) Bloco básico, (b) Formas de onda.

Representação Média no Modo de Condução Descontínua (MCD)

3

Substituindo a Equação 3A.8 e a Equação 3A.3 na Equação 3A.9, obtemos

Equação 3A.8 e a Equação 3A.3 na Equação 3A.9, obtemos (3A.10) Na transição de MCD para

(3A.10)

Na transição de MCD para MCC, i k e v k devem ir a zero simultaneamente no modelo da Figura 3.28a. O valor crítico da corrente no limite entre MCD e MCC, da Equação 3A.7 para i k ou Equação 3A.10 para v k , é

3A.7 para i k ou Equação 3A.10 para v k , é (3A.11) 3A.2.1.1 Expressões para

(3A.11)

3A.2.1.1 Expressões para Conversores Abaixadores

A análise anterior é geral, aplicável tanto a conversores abaixadores como a conversores abaixadores-elevadores. Especificamente para conversores abaixadores, V vp = V in , v L2 =

0 e
0 e

cp =

L . Portanto,

= V i n , v L 2 = 0 e c p = L .
= V i n , v L 2 = 0 e c p = L .

e

V i n , v L 2 = 0 e c p = L . Portanto,

3A.2.1.2

Em conversores abaixadores-elevadores, V vp = V in +

Expressões para Conversores Abaixadores-Elevadores

n + Expressões para Conversores Abaixadores-Elevadores 0 , v L 2 = 0 e c p

0 , v L2 =

0 e
0 e

cp =

Abaixadores-Elevadores 0 , v L 2 = 0 e c p = e 3A.2.2 Conversores Elevadores
Abaixadores-Elevadores 0 , v L 2 = 0 e c p = e 3A.2.2 Conversores Elevadores

e

Abaixadores-Elevadores 0 , v L 2 = 0 e c p = e 3A.2.2 Conversores Elevadores

3A.2.2

Conversores Elevadores

(3A.12a)

(3A.12b)

(3A.12c)

L . Portanto,

(3A.13a)

(3A.13b)

(3A.13c)

A representação média para conversores elevadores operando em MCD é mostrada na Fi- gura 3A.28b. Uma análise similar como a dos conversores abaixadores e abaixadores- elevadores resulta nas seguintes equações:

similar como a dos conversores abaixadores e abaixadores- elevadores resulta nas seguintes equações: (3A.14a) (3A.14b)
similar como a dos conversores abaixadores e abaixadores- elevadores resulta nas seguintes equações: (3A.14a) (3A.14b)

(3A.14a)

(3A.14b)

4

Apêndice 3A

e

3A.3

4 Apêndice 3A e 3A.3 MODELAGEM MéDIA EM PSPICE PARA PERTURBAçõES DE GRANDES SINAIS (3A.14c) Para

MODELAGEM MéDIA EM PSPICE PARA PERTURBAçõES DE GRANDES SINAIS

(3A.14c)

Para manter a generalidade, a fim de que os modelos em PSpice sejam válidos tanto em MCC como em MCD, as fontes dependentes na Figura A3.28a e Figura A3.28b podem ser representadas por expressões condicionais, que as façam ir a zero em MCC.

CAPíTULO 4 APÊNDICE 4B FUNçõES DE TRANSFERÊNCIAS NO MODO DE CONDUçãO CONTíNUA (MCC)

Nesta seção, deduziremos a função de transferência em MCC.

seção, deduziremos a função de transferência em MCC. 4B.1 CONvERSORES ABAIxADORES , para os três conversores

4B.1

CONvERSORES ABAIxADORES

, para os três conversores operando

Da Figura A4.7, o diagrama de pequenos sinais para um conversor abaixador é mostrado na Figura 4B.1. Definimos a impedância do estágio de saída Z os como a combinação paralela do capacitor de filtragem e da resistência de carga,

do capacitor de filtragem e da resistência de carga, (4B.1) Em um conversor prático, r 

(4B.1)

Em um conversor prático, r R e, portanto, R + r R. Usando esta hipótese na Equa- ção 4B.1,

R + r ≃ R . Usando esta hipótese na Equa- ção 4B.1, (4B.2) FIGURA 4B.1

(4B.2)

≃ R . Usando esta hipótese na Equa- ção 4B.1, (4B.2) FIGURA 4B.1 Circuito equivalente do

FIGURA 4B.1

Circuito equivalente do conversor abaixador médio.

Definimos Z eff como a soma da impedância do indutor de filtragem sL com a impedância do estágio de saída Z os :

f como a soma da impedância do indutor de filtragem sL com a impedância do estágio

(4B.3)

6

Apêndice 4B

Assim, na Figura 4B.1, por divisão de tensão:

Apêndice 4B Assim, na Figura 4B.1, por divisão de tensão: 4B.2 CONvERSOR ELEvADOR (4B.4) Da Figura

4B.2

CONvERSOR ELEvADOR

(4B.4)

Da Figura 4.7, o diagrama de pequenos sinais de um conversor elevador é mostrado na Figura 4B.2a. Nesse circuito, os valores do ponto de operação em estado estacionário CC podem ser calculados da seguinte forma:

estacionário CC podem ser calculados da seguinte forma: (4B.5) FIGURA 4B.2 Circuito equivalente de um conversor

(4B.5)

CC podem ser calculados da seguinte forma: (4B.5) FIGURA 4B.2 Circuito equivalente de um conversor elevador
CC podem ser calculados da seguinte forma: (4B.5) FIGURA 4B.2 Circuito equivalente de um conversor elevador

Funções de Transferências no Modo de Condução Contínua (MCC)

7

Igualando as potências de entrada e de saída,

(MCC) 7 Igualando as potências de entrada e de saída, Substituindo a Equação 4B.5 na Equação

Substituindo a Equação 4B.5 na Equação 4B.6,

de saída, Substituindo a Equação 4B.5 na Equação 4B.6, (4B.6) (4B.7) Na Figura 4B.2a, o subcircuito

(4B.6)

(4B.7)

Na Figura 4B.2a, o subcircuito à esquerda dos terminais marcados pode ser substituído pelo equivalente Norton, como mostrado na Figura 4B.2b. O subcircuito à esquerda do transformador na Figura 4B.2b pode ser transformado para a direita, como mostrado na Figura 4B.2c, em que

para a direita, como mostrado na Figura 4B.2c, em que (4B.8) As duas fontes de corrente

(4B.8)

As duas fontes de corrente na Figura 4B.2c podem ser combinadas, e usando o equiva- lente Thevenin, a tensão equivalente na Figura 4B.2d é:

lente Thevenin, a tensão equivalente na Figura 4B.2d é: (4B.9) Usando a tensão equivalente na Equação

(4B.9)

Usando a tensão equivalente na Equação 4B.9 e aplicando a divisão de tensão no cir- cuito da Figura 4B.2d,

a divisão de tensão no cir- cuito da Figura 4B.2d, 4B.3 CONvERSOR ABAIxADOR-ELEvADOR (4B.10) Da Figura

4B.3

CONvERSOR ABAIxADOR-ELEvADOR

(4B.10)

Da Figura 4.7, o diagrama de pequenos sinais de um conversor abaixador-elevador é mos- trado na Figura 4B.3a. Primeiramente, calcularemos os valores das grandezas necessárias no ponto de operação de estado estacionário CC. Em um conversor abaixador-elevador,

estado estacionário CC. Em um conversor abaixador-elevador, Igualando as potências de entrada e de saída, logo

Igualando as potências de entrada e de saída,

logo

Como, J L = I o + I in ,

potências de entrada e de saída, logo Como, J L = I o + I i

(4B.11)

(4B.12)

(4B.13)

(4B.14)

(4B.15)

8

Apêndice 4B

Considerando o subcircuito à esquerda dos terminais marcados na Figura 4B.3a e dese- nhado na Figura 4B.3b,

em que

na Figura 4B.3a e dese- nhado na Figura 4B.3b, em que (4B.16) (4B.17) Em geral, as

(4B.16)

(4B.17)

Em geral, as Equações 4B.16 e 4B.17 são válidas somente se i 1 = i 2 = 0. Portanto, na Figura 4B.3b,

se i 1 = i 2 = 0. Portanto, na Figura 4B.3b, (4B.18) Curto-circuitando os terminais,

(4B.18)

Curto-circuitando os terminais, como indicado na Figura 4B.3c,

Na Figura 4B.3c,

terminais, como indicado na Figura 4B.3c, Na Figura 4B.3c, (4B.19) (4B.20) FIGURA 4B.3 Circuito equivalente do
terminais, como indicado na Figura 4B.3c, Na Figura 4B.3c, (4B.19) (4B.20) FIGURA 4B.3 Circuito equivalente do

(4B.19)

(4B.20)

indicado na Figura 4B.3c, Na Figura 4B.3c, (4B.19) (4B.20) FIGURA 4B.3 Circuito equivalente do conversor abaixador
indicado na Figura 4B.3c, Na Figura 4B.3c, (4B.19) (4B.20) FIGURA 4B.3 Circuito equivalente do conversor abaixador
indicado na Figura 4B.3c, Na Figura 4B.3c, (4B.19) (4B.20) FIGURA 4B.3 Circuito equivalente do conversor abaixador

Funções de Transferências no Modo de Condução Contínua (MCC)

9

Substituindo a Equação 4B.20 na Equação 4B.19,

(MCC) 9 Substituindo a Equação 4B.20 na Equação 4B.19, (4B.21) Das Figuras 4B.3b e 4B.3c e

(4B.21)

Das Figuras 4B.3b e 4B.3c e Equações 4B.18 e 4B.21, a impedância Thevenin à esquer- da dos terminais marcados na Figura 4B.3a é

à esquer- da dos terminais marcados na Figura 4B.3a é em que, (4B.22) (4B.23) (4B.24) Com

em que,

esquer- da dos terminais marcados na Figura 4B.3a é em que, (4B.22) (4B.23) (4B.24) Com o
esquer- da dos terminais marcados na Figura 4B.3a é em que, (4B.22) (4B.23) (4B.24) Com o

(4B.22)

(4B.23)

(4B.24)

Com o equivalente Thevenin, o circuito da Figura 4B.3a pode ser desenhado como na Figura 4B.4a.

da Figura 4B.3a pode ser desenhado como na Figura 4B.4a. FIGURA 4B.4a Circuito equivalente do conversor

FIGURA 4B.4a

Circuito equivalente do conversor abaixador-elevador médio.

O subcircuito à esquerda dos terminais marcados pode ser representado pelo equivalente Norton, como na Figura 4B.4b.

representado pelo equivalente Norton, como na Figura 4B.4b. FIGURA 4B.4b Circuito equivalente do conversor abaixador -

FIGURA 4B.4b

Circuito equivalente do conversor abaixador-elevador médio.

Combinando as fontes de corrente e representando o subcircuito na Figura 4B.4b pelo equivalente Thevenin, como na Figura 4B.4c,

fontes de corrente e representando o subcircuito na Figura 4B.4b pelo equivalente Thevenin, como na Figura

(4B.25)

10

Apêndice 4B

10 Apêndice 4B Figura 4B.4c Circuito equivalente do conversor abaixador - elevador médio. Logo, (4B.26)

Figura 4B.4c

Circuito equivalente do conversor abaixador-elevador médio.

Logo,

10 Apêndice 4B Figura 4B.4c Circuito equivalente do conversor abaixador - elevador médio. Logo, (4B.26)

(4B.26)

APÊNDICE 4C DEDUçãO DE PARâMETROS DE FUNçõES DE TRANSFERÊNCIAS DO CONTROLADOR

4C.1

FUNçãO DE TRANSFERÊNCIA DO CONTROLADOR COM UM PAR POLO-ZERO

A função de transferência do controlador dada a seguir consiste em um polo na origem e

um par polo-zero para prover elevação de fase:

na origem e um par polo-zero para prover elevação de fase: (4C.1a) Para analisar esta função

(4C.1a)

Para analisar esta função de transferência, o polo na origem pode ser omitido, pois

sabemos que introduz uma fase de 90°; assim, definimos outra função de transferência

como:

em que

definimos outra função de transferência como: em que 4C.1.1 Frequência em que φ e l e
definimos outra função de transferência como: em que 4C.1.1 Frequência em que φ e l e

4C.1.1

Frequência em que φ elevador Ocorre

(4C.1b)

(4C.2)

O máximo ângulo φ elevador provido pelo controlador ocorre na média geométrica das fre-

quências do zero e do polo, como mostrado a seguir. (Fazemos esta frequência de média geométrica coincidir com ω = ω c , em que ω c é a frequência de ganho unitário.) Para deter- minar a frequência em que φ elevador ocorre, igualamos a zero a derivada do ângulo de fase:

que φ e l e v a d o r ocorre, igualamos a zero a derivada

Logo,

que φ e l e v a d o r ocorre, igualamos a zero a derivada

ou

que φ e l e v a d o r ocorre, igualamos a zero a derivada

(4C.3)

(4C.4)

(4C.5)

12

Apêndice 4C

Da Equação 4C.5,

12 Apêndice 4C Da Equação 4C.5, (4C.6) que mostra que o ângulo de fase da função

(4C.6)

que mostra que o ângulo de fase da função de transferência do controlador alcança seu máximo na frequência dada pela média geométrica.

4C.1.2

Dedução das Frequências do Zero e do Polo

Substituindo a Equação 4C.6 na Equação 4C.2,

 
  (4C.7)

(4C.7)

ou

 
  (4C.8)

(4C.8)

 

Notemos que tan 1 x = cot 1

  Notemos que tan − 1 x = cot − 1 e tan − 1 y

e tan 1 y + cot 1 y =

. Portanto, na Equação 4C.8,

. Portanto, na Equação 4C.8,

(4C.9)

(4C.9)

Definiremos uma variável intermediária, denominada fator K, como

 
  (4C.10)

(4C.10)

 

Resolvendo as Equações 4C.9 e 4C.10

 
 
  (4C.11)

(4C.11)

ou

 
  (4C.12)

(4C.12)

4C.1.2

Realização da Função de Transferência do Controlador com um Único Amplificador Operacional

A função de transferência do controlador na Equação 4C.1 pode ser realizada por um cir- cuito com um único amplificador operacional, como mostrado a seguir.

um único amplificador operacional, como mostrado a seguir. FIGURA 4C.1 Implementação do controlador de − G

FIGURA 4C.1

Implementação do controlador de G c (s), usando a Equação 4C.1a, por

um amp-op.

Dedução de Parâmetros de Funções de Transferências do Controlador

13

Na Figura 4C.1, obtendo a relação entrada-saída e comparando-a com a função de trans- ferência na Equação 4C.1, temos

com a função de trans- ferência na Equação 4C.1, temos Da Equação 4C.13, em termos de

Da Equação 4C.13, em termos de R 1 :

4C.1, temos Da Equação 4C.13, em termos de R 1 : (4C.13) (4C.14) 4C.2 FUNçãO DE

(4C.13)

(4C.14)

4C.2

FUNçãO DE TRANSFERÊNCIA DO CONTROLADOR COM DOIS PARES POLO-ZERO

A função de transferência dada a seguir consiste em um polo na origem e dois pares polo- zero para prover elevação de fase:

e dois pares polo- zero para prover elevação de fase: (4C.15) Para analisar esta função de

(4C.15)

Para analisar esta função de transferência, o polo na origem pode ser omitido, pois sabemos que introduz uma fase de 90°; assim, definimos outra função de transferência como:

 
  (4C.16)

(4C.16)

em que

 
  (4C.17)

(4C.17)

Uma dedução similar à da Seção 4C.1 mostra que a fase é máxima na frequência f c dada pela média geométrica das frequências do polo e do zero, como na Seção 4C.1.

das frequências do polo e do zero, como na Seção 4C.1. A seguir, usamos a identidade

A seguir, usamos a identidade trigonométrica

Seção 4C.1. A seguir, usamos a identidade trigonométrica (4C.18) (4C.19) e, das Equações 4C.17 e 4C.18,

(4C.18)

(4C.19)

e, das Equações 4C.17 e 4C.18, na frequência ω c , a elevação de fase é

(4C.18) (4C.19) e, das Equações 4C.17 e 4C.18, na frequência ω c , a elevação de
(4C.18) (4C.19) e, das Equações 4C.17 e 4C.18, na frequência ω c , a elevação de

(4C.20)

(4C.21)

14

Apêndice 4C

Definindo K elevador como

Apêndice 4C Definindo K e l e v a d o r como e usando as

e usando as Equações 4C.20 e 4C.21

v a d o r como e usando as Equações 4C.20 e 4C.21 (4C.22) (4C.23) FIGURA
v a d o r como e usando as Equações 4C.20 e 4C.21 (4C.22) (4C.23) FIGURA

(4C.22)

(4C.23)

FIGURA 4C.2

Implementação do controlador de G c (s), usando a Equação 4C.15, por

um amp-op.

A função de transferência do controlador na Equação 4C.15 pode ser realizada por um circuito com um único amplificador operacional, como mostrado a seguir:

Na Figura 4C.2, obtendo a relação entrada-saída e comparando-a com a função de trans- ferência na Equação 4C.15, temos, em termos de R 1 :

e comparando-a com a função de trans- ferência na Equação 4C.15, temos, em termos de R

(4C.24)