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Controle

Data Elaboração: 11.05.2010.


MED FORCE ASSISTÊNCIA MÉDICA E
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SEGURANÇA DO TRABALHO LTDA. Data Revisão: 11.05.2011
Resp. Técnico: Aerton Reis

ROGRAMA DE

PREVENÇÃO DE

RISCOS

AMBIENTAIS

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INDICE DE REVISÃO DO DOCUMENTO


DATA DA
REVISÃO

REVISÃO

DESCRIÇÃO DA REVISÃO RESPONSÁVEL

11/05/20
00 Emissão do PPRA Aerton dos Reis Pereira
11

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ÍNDICE

01 Introdução Pg.04
02 Objetivos Pg.04
03 Documentos de Referências Pg.04
04 Aplicações Pg.04
05 Definições Pg.05
06 Memória Informativa Pg.06
07 Cronograma de estratégia e metodologia de ação do PPRA Pg. 06
08 Etapas do desenvolvimento do PPRA Pg. 07
8.1 Antecipação e reconhecimento dos riscos Pg. 07
Estabelecimento de prioridades e metas de avaliação e
8.2 Pg. 07
controle
8.3 Avaliação dos riscos e da exposição dos trabalhadores Pg. 08
Implantação de medidas de controle e avaliação de sua
8.4 Pg. 08
eficácia
8.5 Monitoramento da exposição aos riscos Pg. 09
8.6 Registro de manutenção e divulgação de dados do PPRA Pg. 09
09 Responsabilidades Pg. 10
10 Cronograma de ações do PPRA 2010/2011 Pg. 11
11 Cronograma de treinamento Pg. 12
12 Considerações Finais Pg. 12
13 Recomendações Pg. 15
14 Responsáveis pelo PPRA Pg. 16
Anexos

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1. INTRODUÇÃO

O PPRA – Programa de Prevenção de Riscos Ambientais foi criado pelo ministério do trabalho e Emprego
através da portaria 3214/78 NR–09, e representa um documento de grande responsabilidade das empresas no
sentido da prevenção dos riscos ambientais.

A empresa KARIMEX COMPONETES ELETRONICOS LTDA, busca constantemente a melhoria continua de


seu ambiente laboral através da implementação de programas de saúde e segurança, entre eles temos o PPRA
- Programa de Prevenção de Riscos Ambientais, que servirá de suporte para a elaboração do programa de
Saúde Ocupacional PCMSO NR-07.

2.OBJETIVOS:

 GERAL
- Propor medidas visando à identificação e o controle dos riscos ambientais;
- Atender os requisitos da NR- 09 Portaria 3214/78 do M.T.E

 ESPECÍFICO
- Antecipar e reconhecer os riscos;
- Estabelecer propriedade e metas de avaliação e controle;
- Realizar avaliação dos riscos e da exposição dos trabalhadores;
- Estabelecer medidas de controle e avaliação de sua eficácia.
- Realizar o monitoramento da exposição aos riscos.
- Registrar e divulgar os dados.

3- DOCUMENTOS DE REFERÊNCIAS

Portaria 3214/78 do Ministério do Trabalho e Emprego, NR 09.

4.EQUIPAMENTOS UTILIZADOS

Foram utilizados, na coleta de dados quantitativos, os seguintes equipamentos: fabricado conforme Norma
ANSI S1.4, IEC 60.651;
Equipamentos utilizados:
Equipamento: Decibelímetro Digital
Modelo: THDL - 400
Marca: INSTRUTERM
Escala: 35 a 100 dB

Equipamento: Luxímetro Digital


Modelo: THDL - 400
Marca: INSTRUTERM
Escala: 0 a 2000 Lux
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5. DEFINIÇÕES

PPRA – Programa de Prevenção dos Riscos Ambientais

PCMSO – Programa de Controle Médico e Saúde Ocupacional.

NR – Norma Regulamentadora.

EPC – Equipamento de Proteção Coletiva.

EPI – Equipamento de Proteção Individual.

PPR – Programa de Proteção Respiratória.

PCA – Programa de Controle Auditivo.

M.T.E- Ministério do trabalho e emprego

RISCOS AMBIENTAIS - consideram-se riscos ambientais conforme NR 09, os agentes FÍSICOS, QUIMICOS e
BIOLÓGICOS existentes nos ambientes de trabalho que, em função de sua natureza, concentração ou
intensidade e tempo de exposição, são capazes de causar danos à saúde do trabalhador.

AGENTE FÍSICO - Consideram-se agentes físicos as diversas formas de energia a que possam estar expostos
os trabalhadores, tais como: ruído, vibrações, pressões anormais, temperaturas extremas, radiações ionizastes,
radiações ionizastes, bem como o infra-som e o ultra-som.

AGENTE QUÍMICO - Consideram-se agentes químicos as substâncias, compostos ou produtos que possam
penetrar no organismo pela via respiratória, nas formas de poeiras, fumos, névoas, neblinas, gases ou vapores,
ou que, pela natureza da atividade de exposição, possam ter contato ou ser absorvido pelo organismo através
da pele ou por ingestão.

AGENTE BIOLÓGICO - Consideram-se agentes biológicos as bactérias, fungos, bacilos, parasitas,


protozoários, vírus, entre outros.

6. MEMÓRIA INFORMATIVA
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IDENTIFICAÇÃO DA EMPRESA
Razão Social: KARIMEX COMPONETES ELETRONICOS LTDA
CNPJ: 88.938.329/0001-49
Localização: Rua Américo Brasiliense, 2444 Chácara. Santo Antonio
CEP: 04.715-005 – São Paulo/SP
CNAE/Grupo: 46.52-4-00
Grau de risco 01 (um).
Atividade: Comércio Atacadista de Componentes Eletrônicos e Equipamentos de
Telefonia e Comunicação.
Representante da empresa MARGARIDA CAMPELO
(Fone): Fone: 5189-1940
Segunda a sexta, 08h00min às 18h00min com intervalo de 1 hora para
Horário de Trabalho:
almoço
Efetivo Total da Empresa: 46 funcionários (as).

7. CONOGRAMA DE ESTRATÉGIA E METODOLOGIA DE AÇÃO


Nº O QUE? COMO? QUEM? QUANDO? ONDE?
Profissional de
Nos ambientes
Avaliação Avaliação dos segurança, preposto
Antes do início que serão
01 qualitativa dos projetos e postos da Karimex e
das atividades realizadas as
riscos ambientais. de trabalho fiscalização
atividades
governamental

Através da Profissional de
Elaboração do Antes de início
02 pesquisa em segurança do Na Empresa
PPRA das atividades
campo e normas Trabalho.

Nos ambientes
Avaliação que apresentarem
Através de Conforme
quantitativa dos Profissional agentes
03 equipamentos de cronograma de
riscos ambientais qualificado ambientais
medição calibrados ação do PPRA
identificados levantados
qualitativamente.

04 Trabalho de Através de Empresa Conforme No auditório da


sensibilização treinamentos, especializada ou cronograma de empresa.
dos empregados conforme Profissional treinamentos
cronograma de qualificado.
treinamento do

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PPRA

Avaliação da
realização das Um designado pela Nos arquivos e
05 Acompanhamento Semestralmente
atividades do empresa postos de trabalho
PPRA

8. ETAPAS DO DESENVOLVIMENTO DO PPRA:

8.1. ANTECIPAÇÃO E RECONHECIMENTO DOS RISCOS.

O PPRA foi elaborado com base no desenvolvimento das etapas que seguem um programa de Higiene
Ocupacional, que consiste em antecipação, reconhecimento, avaliação, monitoramento e controle dos riscos
ambientais existentes no ambiente de trabalho.

A amplitude e a complexidade do PPRA dependerão da identificação dos riscos ambientais encontrados na fase
da antecipação ou do reconhecimento. Caso não sejam identificados riscos ambientais, o PPRA se resumirá a
fase de antecipação dos riscos, registro e divulgação dos dados encontrados.

8.2 ESTABELECIMENTOS DE PRIORIDADES E METAS DE AVALIAÇÃO E CONTROLE:

PRIORIDADES TÉCNICAS

As Prioridades Técnicas levarão em consideração as condições de risco grave, crítico, moderado e leve.

As prioridades técnicas da KARIMEX COMPONETES ELETRONICOS LTDA, não se enquadra as prioridades


1,2 e 3, se enquadrando apenas a prioridade 4, condições de risco leve. E será tratadas de acordo com o
cronograma de estratégia e metodologia de ação item 7 da pg. 06

Prioridade 1 – Condições de risco grave:


Exposição ocupacional a substâncias carcinogênicas;

Concentração ou intensidade do agente acima do valor máximo ou do valor teto;

Teor de oxigênio inferior a 18%, em volume, para asfixiantes simples;

Registros médicos indicando ocorrência generalizada de patologias em razão de agente.

Prioridade 2 – Condições de risco crítico:

Referências técnicas indicando que o agente pode causar sérios danos à saúde;

Concentração ou intensidade medidas próximo ao limite de tolerância.

Substâncias que possam ser absorvidas também pela pele.

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Prioridade 3 – Condições de risco moderado:

Referências técnicas indicando que o agente apresenta risco moderado à saúde;

Concentrações ou intensidades entre o Nível de Ação e o Limite de Tolerância;

Prioridade 4 – Condições de risco leve:

Referencias técnicas não indica que o agente apresenta danos à saúde. Situações em que habitualmente os
valores de concentrações e intensidades dos agentes físicos ou químicos ficam abaixo do limite de tolerância
do ministério do trabalho.

PRIORIDADES ECONÔMICAS

As Prioridades Econômicas levarão em consideração a capacidade e a disponibilidade de recursos financeiros


na empresa e sua política de investimentos.

PRIORIDADES POR PRAZO DE REALIZAÇÃO

As Prioridades por prazo de realização conjugarão as condições de risco das prioridades técnicas e os valores
das prioridades econômicas.

METAS
Divulgar o PPRA a todos os trabalhadores;
Executar o cronograma de treinamento do PPRA;
Executar o cronograma de ações do PPRA;

8.3 AVALIAÇÃO DOS RISCOS E DA EXPOSIÇÃO DOS TRABALHADORES

Com base na avaliação qualitativa dos ambientes laborais levantou-se os riscos, as fontes geradoras, o tipo de
trajetória, a freqüência de exposição, os possíveis danos a saúde as medidas de controle coletivo e individual,
conforme planilha de antecipação e reconhecimento dos riscos anexo.

Os Trabalhadores que em caso de grave e iminente risco, tem o direito de interromper de imediato as suas
atividades, comunicando o fato ao superior hierárquico direto para que sejam tomadas as devidas providências.

8.4 IMPLANTAÇÃO DE MEDIDAS DE CONTROLE E AVALIAÇÃO DE SUA EFICÁCIA


Sempre que necessário serão adotadas medidas de controle para a unidade em questão, do tipo proteção
coletiva, de caráter administrativo ou equipamento de proteção individual, suficientes para ELIMINAR,
MINIMIZAR ou NEUTRALIZAR os riscos ambientais encontrados nas diversas etapas do PPRA.

As medidas de controle estão descriminadas nas planilhas de antecipação e reconhecimento dos riscos anexa.

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Todos os trabalhadores deste grupo receberão treinamento admissional , visando garantir a execução de suas
atividades com segurança e, além disso, serão realizados treinamentos específicos de acordo com o
cronograma estabelecido no PPRA.

MEDIDAS DE CARÁTER ADMINISTRATIVO


As medidas de caráter administrativo envolvem atividades de organização, limpeza, sinalização e identificação
apropriada, higiene pessoal, controle médico periódico e elaboração de normas de procedimento e instruções
necessárias para o trabalho com segurança.

MEDIDAS EDUCATIVAS

Todos os trabalhadores deste grupo receberão treinamento admissional, visando garantir a execução de suas
atividades com segurança e, além disso, serão realizados treinamentos específicos de acordo com cronograma
estabelecido no PPRA.

8.5 MONITORAMENTO DA EXPOSIÇÃO AOS RISCOS


Para o monitoramento da exposição dos trabalhadores e das medidas de controle deve ser realizada uma
avaliação sistemática e repetitiva da exposição a um dado risco, visando à introdução ou modificação das
medidas de controle, sempre que necessário.

Anualmente será realizada uma análise global do planejamento anual e da eficácia das medidas de controle
estipuladas no mesmo, em conjunto com o departamento médico já que a comprovação da eficiência se fará
através do PCMSO, visando à realização dos ajustes necessários e/ ou estabelecimento de novas metas e/ou
prioridades.

8.6 REGISTRO, MANUTENÇÃO E DIVULGAÇÃO DE DADOS DO PPRA:


 Todas as informações pertinentes ao desenvolvimento e implantação deste Programa de Prevenção de
Riscos Ambientais serão registradas em formulários e relatórios específicos, divulgados para
conhecimento dos trabalhadores conforme cronograma de ação pg.13 e serão discutidos em reuniões
da CIPA. Sua manutenção será assegurada pela empresa, através, de avaliações globais realizadas
anualmente e os documentos serão arquivados e mantidos a disposição da fiscalização pelo período
previsto em legislação, (20 anos); em arquivo identificado na matriz da empresa em São Paulo.

 A empresa tem o seu registro de dados estruturado, de forma a constituir um histórico técnico e
administrativo do desenvolvimento do PPRA.

09. RESPONSABILIDADES:

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DO EMPREGADOR:

 Estabelecer, implementar e assegurar o cumprimento do PPRA como atividade permanente da


empresa, é de competência da Gerencia da empresa apoiar as ações e prover recursos necessários
para implementá-las, assegurando o cumprimento do PPRA.

DO REPRESENTANTE DA SEGURANÇA DO TRABALHO (QUANDO HOUVER):

 Deverá colaborar com a empresa no gerenciamento e implementação deste Programa de Prevenção.


Tanto as ações propostas como as atualizações deste programa deverão ser discutidas em reuniões
Mensais.

DOS TRABALHADORES:

 Participar e colaborar na implantação e execução do PPRA;


 Seguir as orientações recebidas nos treinamentos oferecidos dentro do PPRA;
 Informar ao seu superior hierárquico direto ocorrências que, a seu julgamento, possam implicar risco à
saúde dos trabalhadores.
 Atender as medidas de prevenção estabelecidas na planilha de antecipação e reconhecimento dos
riscos.

DO COORDENADOR DO PROGRAMA:

 Realizar auditoria de atendimento aos itens do PPRA;


 Fazer avaliação global do PPRA;
 Monitoramento das ações do PPRA;

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10. CRONOGRAMA DE AÇÕES DO PPRA:

CRONOGRAMA DE PLANEJAMENTO DO PPRA – 2010 / 2011

ABRI/2011
AGO/2010

MAR/2011
NOV/2010
OUT/2010

DEZ/2010
SET/2010

FEV/2011
MAI/2010

JUN/2010

JAN/2011
JUL/2010
ITEM DE AÇÃO

Antecipação e reconhecimento
dos riscos (Avaliação Qualitativa X X’
dos Riscos)

Adequações dos níveis de


X X
iluminamentos nos setores

Realização de Campanhas de
Segurança X X X X X X

Divulgação do PPRA aos


empregados X

Avaliação global do PPRA


X

Avaliação/Laudo Ergonômica
X

Treinamento e eleição para membro


X
para CIPA, conforme NR 5.6.4.
Treinamento de Brigada de
X
Incêndio
Sinalização fotoluminescente de
X X X
rota de fuga

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11. CRONOGRAMA DE TREINAMENTO PARA MAIO DE 2010 À JUNHO DE 2011

PERÍODO

Responsável

ABRI/2011
AGO/2010

MAR/2011
NOV/2010
OUT/2010

DEZ/2010

FEV/2011
SET/2010
MAI/2010

JUN/2010

JAN/2011
JUL/2010
Nº TREINAMENTO CH

Treinamento eleição para


membro para CIPA, conforme
01 Interno 20 h X
NR 5.6.4.
(Treinamento).
Orientações de Ergonomia
02 (Palestra). Interno 1h X

Treinamento de reconhecimento
03 dos riscos na cozinha Interno 2h X
(Treinamento).
Orientações de 5’ S
04 Interno 1h X
(Palestra).
Prevenção de Combate a
05 Incêndios Externo 2h X
(Treinamento).

Ginástica Laboral
10
06 (Exercício Físico). Interno X
min.

Simulação de evacuação do
07 Prédio Interno 1h X
(Treinamento).

12. CONSIDERAÇÕES FINAIS:

O Objetivo deste documento está direcionado aos riscos ambientais conforme estabelece a Portaria nº.
3214/78, NR 09, no entanto, o ambiente de trabalho apresenta também os riscos ergonômicos e de acidentes,
que são avaliados qualitativamente sendo programadas as devidas avaliações ergonômicas conforme
cronograma de ação do PPRA, página 11, que serão realizadas por profissional legalmente habilitado conforme
determina a NR 17.
Quanto a Avaliação dos Riscos de Acidentes, verificaram-se alguns aspectos comuns destes riscos
referentes às funções por setores conforme tabela abaixo:

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Setores Risco Medidas Prevenção EPI Aplicado

- Queda Mesmo Nível - Aplicação de Extintores de acordo


- Incêndio com as classes de incêndio
Financeiro (extintor CO2). Não se Aplica
- Treinamento Princípio de Combate à
Incêndio.

- Queda Mesmo Nível - Aplicação de Extintores de acordo


com as classes de incêndio
(extintor CO2).
- Incêndio - Treinamento Princípio de Combate à Não se Aplica
Compras
Incêndio.
- Saída de emergência -Retirar mesa próxima a saída de
obstruída por uma emergência e sinalização de
mesa. emergência fotoluminescente.

- Queda Mesmo Nível - Aplicação de Extintores de acordo


com as classes de incêndio Não se Aplica
Vendas - Incêndio (extintor CO2).
- Treinamento Princípio de Combate à
Incêndio.

- Piso escorregadio e - Manter piso seco -Utilizar bota


antiderrapante
queda do -Dobrar atenção próxima a panelas e
mesmo Nível óleos quentes. - Utilizar luva térmica

-Queimadura - Extintor CO2 / PQS

Cozinha - Incêndio - Desobstruir escada de emergência e


instalar sinalização de emergência rota
-Escada de de fuga fotoluminescente.
emergência
obstruída e sem
sinalização rota
de fuga

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- Queda Mesmo Nível - Atenção

- Incêndio - Extintores CO2, PQS e AP 10L


- Treinamento Princípio de Combate à
Incêndio e instalar sinalização de
emergência fotoluminescente.
-Extintor de incêndio
- Retirar ventilador na frente do
Depósito obstruído pelo extintor PQS e instalar sinalização de
ventilador e sem emergência fotoluminescente.
sinalização rota - Exercício laboral
antes da atividade e
de fuga. - Transporta peso conforme sua após e Luvas
- Transporte e capacidade física. pigmentadas.
manuseio de carga e
ferimentos nas mãos

13. RECOMENDAÇÕES LEGAIS:

Cozinha

1 – Instalar telas de proteção nas janelas do refeitório para evitar entrada de mosquitos.

Combate a incêndio

2 – Os extintores e hidrantes não poderão ser encobertos por pilhas de materiais ou qualquer objetos,
conforme NR 23.17.7.
3 – Os engates dos extintores devem está na altura máxima de 1,60 cm, pois os existentes apresentam
altura superior.
4 - Fixa placas de sinalização de saída de emergência (Rota de Fuga) fotoluminescente nos setores e
nas escadas de emergências.

Edificação

5 – Providenciar instalação de luz de presença nas escadas de emergência, pois a lâmpada encontra-se
queimada/inoperante.

Banheiros

6 – Providenciar cesto de lixo com tampa nos banheiros do prédio, conforme NR 24.1.26, línea f.

Ergonomia.

7 – Providenciar cadeiras com apoio de braço, conforme NR 17.3, anexo II.

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14. RESPONSÁVEIS DO PPRA:

RESPONSÁVEL PELA EMPRESA.

___________________________________
Margarida Campelo
Administrativo

RESPONSAVEL TÉCNICO COORDENAÇÃO DO PPRA.

São Paulo, 11 de Maio de 2010.

__________________________________
Aerton dos Reis Pereira
Técnico de Segurança do Trabalho
M.T.E/SP 01268.1
CEL: (11) 9321-3091

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ANEXOS
O Uso do Decibelímetro
O nível de pressão sonora médio foi obtido através de utilização de medidor de leitura instantânea,
Decibelímetro, que avaliou a exposição ao ruído contínuo ou intermitente estando ajustado de forma a operar
no circuito de ponderação “A” e circuito de resposta lenta (slow).

SETOR: Financeiro
Nível de Ruído Tipo de Ruído Limite
Local/Posto de Tempo De Temperatura
Contínuo/
Trabalho dB(A) De Impacto Tolerância ºC
Intermitente
Exposição dB(A)
Mesa
64,5 10 h Contínuo N/C 65,0 25,2
Vinicius
Mesa
58,9 8h Contínuo N/C 65,0 25,3
Beatriz
Mesa
63,7 8h Contínuo N/C 65,0 25,2
Marco Antonio
Mesa
58,8 8h Contínuo N/C 65,0 25,2
Felipe
Mesa
62,5 8h Contínuo N/C 65,0 25,2
Margarida
Mesa
63,6 8h Contínuo N/C 65,0 25,2
Alexandra
Mesa
55,7 4h Intermitente N/C 65,0 25,5
Claudete
Mesa
60,7 8h Contínuo N/C 65,0 25,2
Bruno
Mesa
59,9 8h Contínuo N/C 65,0 25,2
Luiz
Mesa
58,2 3h Intermitente N/C 65,0 25,1
Evaldo
Mesa
55,3 8h Intermitente N/C 65,0 25,1
Bruno Nunes
Mesa
56,2 4h Intermitente N/C 65,0 25,3
Álvaro
NC – Exposição não constatada; NA – Não se Aplica; h – Hora;

SETOR: Financeiro
Nível de
Tipo de Iluminação Nível
Iluminação
Local/Posto de
Tempo Mínimo Observações
Trabalho Artificial/
Lux De Impacto Exigido
Natural
Exposição (Lux)
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Mesa Artificial/
204 10 h Esforço visual 300 Adequar nível de iluminamento
Vinicius Natural
Mesa Artificial/ Lâmpada queimada acima do
213 8h Esforço visual 300
Beatriz Natural posto de trabalho.
Mesa Artificial/
251 8h Esforço visual 300 Adequar nível de iluminamento
Marco Antonio Natural
Mesa Artificial/
245 8h Esforço visual 300 Adequar nível de iluminamento
Felipe Natural
Mesa Artificial/
250 8h Esforço visual 300 Adequar nível de iluminamento
Margarida Natural
Mesa Artificial/
229 8h Esforço visual 300 Adequar nível de iluminamento
Alexandra Natural
Mesa Artificial/ Esforço
217 4h 300 Adequar nível de iluminamento
Claudete Natural visual/desconforto
Mesa Artificial/
204 8h Esforço visual 300 Adequar nível de iluminamento
Bruno Natural
Mesa Artificial/
325 8h NA 300 --------------
Luiz Natural
Mesa Artificial/
324 3h NA 300 -------------
Evaldo Natural
Mesa Artificial/
244 8h Esforço visual 300 Adequar nível de iluminamento
Bruno Nunes Natural
Mesa Artificial/
260 4h Esforço visual 300 Adequar nível de iluminamento
Álvaro Natural
NC – Exposição não constatada; NA – Não se Aplica; h – Hora;

Observações:
Nestes setores os níveis de iluminamento encontram-se abaixo dos valores mínimos fixados, recomendação: estudo
para regularizá-los.

SETORES: Compras / Vendas


Nível de Ruído Tipo de Ruído Limite
Local/Posto de Tempo De Temperatura
Contínuo/
Trabalho dB(A) De Impacto Tolerância ºC
Intermitente
Exposição dB(A)
Mesa
60,1 8h Contínuo N/C 65,0 25,1
Patrícia
Mesa
61,1 8h Contínuo N/C 65,0 25,1
Douglas
Mesa
59,1 8h Contínuo N/C 65,0 25,1
Alexandre
Mesa
57,0 8h Contínuo N/C 65,0 25,1
Lilian
Mesa
56,6 8h Contínuo N/C 65,0 25,5
Elisabete
Mesa
61,4 8h Contínuo N/C 65,0 25,5
Regina
Mesa
57,1 8h Contínuo N/C 65,0 25,5
Silvia
Mesa
59,5 8h Contínuo N/C 65,0 25,5
Cláudia

Rua Manuel Borba, 292 – 8º andar - sala 81 - Santo Amaro – SP - CEP: 04743-011 17
Fone: 5521-1173
Controle
Data Elaboração: 11.05.2010.
MED FORCE ASSISTÊNCIA MÉDICA E
Revisão: 00
SEGURANÇA DO TRABALHO LTDA. Data Revisão: 11.05.2011
Resp. Técnico: Aerton Reis

Mesa
57,2 8h Intermitente N/C 65,0 25,5
Amauri
Mesa
58,5 8h Contínuo N/C 65,0 25,5
Sheila
Mesa
53,3 8h Intermitente N/C 65,0 25,4
Ferreira
Mesa
54,2 8h Intermitente N/C 65,0 25,4
Azor
NC – Exposição não constatada; NA – Não se Aplica; h – Hora;

SETORES: Compras / Vendas


Nível de
Tipo de Iluminação Nível
Iluminação
Local/Posto de
Tempo Mínimo Observações
Trabalho Artificial/
Lux De Impacto Exigido
Natural
Exposição (Lux)
Mesa Artificial/ Esforço
191 8h 300 Adequar nível de iluminamento
Patrícia Natural visual/desconforto
Mesa Artificial/ Esforço Lâmpada queimada acima do
208 8h 300
Douglas Natural visual/desconforto posto de trabalho.
Mesa Artificial/ Esforço
229 8h 300 Adequar nível de iluminamento
Alexandre Natural visual/desconforto
Mesa Artificial/ Esforço Lâmpada queimada acima do
171 8h 300
Lilian Natural visual/desconforto posto de trabalho.
Mesa Artificial/ Esforço
264 8h 300 Adequar nível de iluminamento
Elisabete Natural visual/desconforto
Mesa Artificial/ Esforço
245 8h 300 Adequar nível de iluminamento
Regina Natural visual/desconforto
Mesa Artificial/ Esforço
229 8h 300 Adequar nível de iluminamento
Silvia Natural visual/desconforto
Mesa Artificial/ Esforço
220 8h 300 Adequar nível de iluminamento
Cláudia Natural visual/desconforto
Mesa Artificial/ Esforço
244 8h 300 Adequar nível de iluminamento
Amauri Natural visual/desconforto
Mesa Artificial/ Esforço
248 8h 300 Adequar nível de iluminamento
Sheila Natural visual/desconforto
Mesa Artificial/ Esforço
247 8h 300 Adequar nível de iluminamento
Ferreira Natural visual/desconforto
Mesa Artificial/ Esforço
246 8h 300 Adequar nível de iluminamento
Azor Natural visual/desconforto
NC – Exposição não constatada; NA – Não se Aplica; h – Hora;

Observações:
Nestes setores os níveis de iluminamento encontram-se abaixo dos valores mínimos fixados, recomendação: estudo
para regularizá-los.

SETOR: Gerencia
Nível de Ruído Tipo de Ruído Limite
Local/Posto de Tempo De Temperatura
Contínuo/
Trabalho dB(A) De Impacto Tolerância ºC
Intermitente
Exposição dB(A)

Rua Manuel Borba, 292 – 8º andar - sala 81 - Santo Amaro – SP - CEP: 04743-011 18
Fone: 5521-1173
Controle
Data Elaboração: 11.05.2010.
MED FORCE ASSISTÊNCIA MÉDICA E
Revisão: 00
SEGURANÇA DO TRABALHO LTDA. Data Revisão: 11.05.2011
Resp. Técnico: Aerton Reis

Gerente
52,0 8h Contínuo N/C 65,0 24,8
Augusto
Gerente
50,9 8h Contínuo N/C 65,0 24,7
Renato
Gerente
51,6 8h Contínuo N/C 65,0 24,7
Antônio
Gerente
51,6 8h Contínuo N/C 65,0 24,6
Elcio
Gerente
51,6 8h Contínuo N/C 65,0 23,5
Oswaldo
NC – Exposição não constatada; NA – Não se Aplica; h – Hora;

SETOR: Gerencia
Nível de
Tipo de Iluminação Nível
Iluminação
Local/Posto de
Tempo Mínimo Observações
Trabalho Artificial/
Lux De Impacto Exigido
Natural
Exposição (Lux)
Gerente Artificial Esforço
161 8h 300 Adequar nível de iluminamento
Augusto visual/desconforto
Gerente Artificial/ Esforço
185 8h 300 Adequar nível de iluminamento
Renato Natural visual/desconforto
Gerente Artificial/ Esforço
183 8h 300 Adequar nível de iluminamento
Antônio Natural visual/desconforto
Gerente Artificial/ Esforço
213 8h 300 Adequar nível de iluminamento
Elcio Natural visual/desconforto
Gerente Artificial/ Esforço
423 8h 300 ------------
Oswaldo Natural visual/desconforto
NC – Exposição não constatada; NA – Não se Aplica; h – Hora;

SETOR: Diretoria
Nível de Ruído Tipo de Ruído Limite
Local/Posto de Tempo De Temperatura
Contínuo/
Trabalho dB(A) De Impacto Tolerância ºC
Intermitente
Exposição dB(A)
Mesa
67,0 8h Contínuo N/C 65,0 25,2
Camila
NC – Exposição não constatada; NA – Não se Aplica; h – Hora;
SETOR: Diretoria
Nível de
Tipo de Iluminação Nível
Iluminação
Local/Posto de
Tempo Mínimo Observações
Trabalho Artificial/
Lux De Impacto Exigido
Natural
Exposição (Lux)
Mesa Artificial Esforço
220 8h 300 Adequar nível de iluminamento
Camila visual/desconforto
NC – Exposição não constatada; NA – Não se Aplica; h – Hora;

SETOR: Portaria/Recepção
Nível de Ruído Tipo de Ruído Limite

Rua Manuel Borba, 292 – 8º andar - sala 81 - Santo Amaro – SP - CEP: 04743-011 19
Fone: 5521-1173
Controle
Data Elaboração: 11.05.2010.
MED FORCE ASSISTÊNCIA MÉDICA E
Revisão: 00
SEGURANÇA DO TRABALHO LTDA. Data Revisão: 11.05.2011
Resp. Técnico: Aerton Reis

Tempo De
Local/Posto de Contínuo/ Temperatura
dB(A) De Impacto Tolerância
Trabalho Intermitente ºC
Exposição dB(A)
Graziela 42,7 8h Contínuo N/C 65,0 24,8
Eudes 65,3 8h Contínuo N/C 85,0 23,8
NC – Exposição não constatada; NA – Não se Aplica; h – Hora;

SETOR: Portaria/Recepção
Nível de
Tipo de Iluminação Nível
Iluminação
Local/Posto de
Tempo Mínimo Observações
Trabalho Artificial/
Lux De Impacto Exigido
Natural
Exposição (Lux)
Mesa Artificial Esforço
062 8h 300 Adequar nível de iluminamento
Graziela visual/desconforto
Mesa (Portaria) Artificial/
220 8h NA 300 Adequar nível de iluminamento
Eudes Natural
NC – Exposição não constatada; NA – Não se Aplica; h – Hora;

SETOR: Refeitório
Nível de Ruído Tipo de Ruído Limite
Local/Posto de Tempo De Temperatura
Contínuo/
Trabalho dB(A) De Impacto Tolerância ºC
Intermitente
Exposição dB(A)
Salão 58,2 10 h Contínuo N/C 85,0 24,2
Cozinha 78,1 10 h Contínuo N/C 85,0 24,4
NC – Exposição não constatada; NA – Não se Aplica; h – Hora;

SETOR: Refeitório
Nível de
Tipo de Iluminação Nível
Iluminação
Local/Posto de
Tempo Mínimo Observações
Trabalho Artificial/
Lux De Impacto Exigido
Natural
Exposição (Lux)
Artificial Esforço
Salão 234 10 h 300 Adequar nível de iluminamento
visual/desconforto
Artificial/
Cozinha 449 10 h NA 300 --------------
Natural
NC – Exposição não constatada; NA – Não se Aplica; h – Hora;

SETOR: Depósito
Nível de Ruído Tipo de Ruído Limite
Local/Posto de Tempo De Temperatura
Contínuo/
Trabalho dB(A) De Impacto Tolerância ºC
Intermitente
Exposição dB(A)
Corredor
49,5 8h Contínuo N/C 85,0 23,9
1
Corredor
49,1 8h Contínuo N/C 85,0 24,3
2
Corredor
51,8 8h Contínuo N/C 85,0 24,2
3

Rua Manuel Borba, 292 – 8º andar - sala 81 - Santo Amaro – SP - CEP: 04743-011 20
Fone: 5521-1173
Controle
Data Elaboração: 11.05.2010.
MED FORCE ASSISTÊNCIA MÉDICA E
Revisão: 00
SEGURANÇA DO TRABALHO LTDA. Data Revisão: 11.05.2011
Resp. Técnico: Aerton Reis

Corredor
53,6 8h Contínuo N/C 85,0 24,4
4
Corredor
57,1 8h Contínuo N/C 85,0 24,2
5
Corredor
52,8 8h Contínuo N/C 85,0 23,8
6
Corredor
46,8 8h Contínuo N/C 85,0 23,6
7
Mesa
74,5 8h Contínuo N/C 85,0 23,1
Denílson
Mesa
52,3 8h Contínuo N/C 85,0 23,1
Henrique
Mesa
70,1 8h Contínuo N/C 85,0 23,0
Separação
Recebimento
53,9 8h Contínuo N/C 85,0 23,0
Marcio
NC – Exposição não constatada; NA – Não se Aplica; h – Hora;

SETOR: Depósito
Nível de
Tipo de Iluminação Nível
Iluminação
Local/Posto de
Tempo Mínimo Observações
Trabalho Artificial/
Lux De Impacto Exigido
Natural
Exposição (Lux)
Corredor Artificial Esforço
263 NA 300 Adequar nível de iluminamento
1 visual/desconforto
Corredor Artificial Esforço
265 NA 300 Adequar nível de iluminamento
2 visual/desconforto
Corredor Artificial Esforço
192 NA 300 Lâmpada queimada
3 visual/desconforto
Corredor Artificial Esforço
252 NA 300 Adequar nível de iluminamento
4 visual/desconforto
Corredor Artificial Esforço
196 NA 300 Lâmpada queimada
5 visual/desconforto
Corredor Artificial Esforço
197 NA 300 Lâmpada queimada
6 visual/desconforto
Corredor Artificial Esforço
279 NA 300 Adequar nível de iluminamento
7 visual/desconforto
Mesa Artificial Esforço
211 8h 300 Adequar nível de iluminamento
Denílson visual/desconforto
Mesa Artificial/
350 8h NC 300 Adequar nível de iluminamento
Henrique Natural
Mesa Artificial Lâmpada sem proteção contra
335 8h NC 300
Separação queda.
Recebimento Artificial/ Esforço
263 8h 300 Adequar nível de iluminamento
Marcio Natural visual/desconforto
NC – Exposição não constatada; NA – Não se Aplica; h – Hora;

Rua Manuel Borba, 292 – 8º andar - sala 81 - Santo Amaro – SP - CEP: 04743-011 21
Fone: 5521-1173
Controle
Data Elaboração: 11.05.2010.
MED FORCE ASSISTÊNCIA MÉDICA E
Revisão: 00
SEGURANÇA DO TRABALHO LTDA. Data Revisão: 11.05.2011
Resp. Técnico: Aerton Reis

OBS:
EFEITOS DA ILUMINAÇÃO:
A iluminação inadequada pode determinar o aparecimento de sinais e sintomas oculares,
entres eles: olhos inchados, inflamações das pálpebras e lacrimejamento, sensação de tensão, peso e
desconforto nos olhos, além de sensibilidade à pressão, dores, piscar freqüente e contorções do rosto.
Dores de cabeça e náuseas ocasionais, tonturas, confusão mental, depressão, irritabilidade
e outros sintomas emocionais podem também ser decorrentes de iluminação inadequada.
Estudos sobre uma iluminação adequada dos locais de trabalho mostram vantagens para
empregados e empregadores por: aumento da produção, melhor acabamento do trabalho, diminuição do
desperdício de material, redução do número de acidentes, maior rendimento de pessoas idosas ou portadores
de deficiências visuais, melhor supervisão dos trabalhos e mais ordem e limpeza nos locais de trabalho.

Rua Manuel Borba, 292 – 8º andar - sala 81 - Santo Amaro – SP - CEP: 04743-011 22
Fone: 5521-1173

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