Você está na página 1de 27
O GUIA PRÁTICO DA MIGRAÇÃO PARA A NUVEM
O GUIA PRÁTICO
DA MIGRAÇÃO
PARA A NUVEM
SUMÁRIO 1. Saiba as diferenças entre IaaS, PaaS e SaaS 4 2. Escolha o que
SUMÁRIO 1. Saiba as diferenças entre IaaS, PaaS e SaaS 4 2. Escolha o que

SUMÁRIO

SUMÁRIO 1. Saiba as diferenças entre IaaS, PaaS e SaaS 4 2. Escolha o que deve
SUMÁRIO 1. Saiba as diferenças entre IaaS, PaaS e SaaS 4 2. Escolha o que deve

1. Saiba as diferenças entre IaaS, PaaS e SaaS

4

2. Escolha o que deve e o que não deve ir para a nuvem

6

3. Defina suas configurações de processamento

7

4. Escolha o fornecedor de Cloud

8

5. Programe uma migração

9

6. Faça testes em ambientes de homologação

10

7. Configure backups automáticos

11

INTRODUÇÃO Cada vez mais a adoção de soluções em nuvem tem feito parte das estratégias

INTRODUÇÃO

INTRODUÇÃO Cada vez mais a adoção de soluções em nuvem tem feito parte das estratégias de

Cada vez mais a adoção de soluções em nuvem tem feito parte das estratégias de TI, comunicação e conectividade das empresas que migram suas aplicações de gestão, banco de dados, emails, entre outros, para algum provedor de cloud. Prova disso é que segundo o Gartner, até 2017 a Cloud Computing irá movimentar mais de US$ 670 bilhões em todo o mundo.

Planejamento é a palavra chave para uma migração segura. Elaborar um plano de ação estratégico, que deixe claro quais são os objetivos e as necessidades que o negócio demanda de um servidor virtual são essenciais para dar início a essa transição entre servidores físicos e a nuvem. Existem muitos tipos de serviços disponíveis, com configurações e características específicas que visam atender as mais diferentes necessidades das clientes.

Diante disso, se você tem interesse em migrar os serviços da sua empresa para a nuvem, as vantagens certamente serão significativas. Entretanto, é importante conhecer e dominar os oito passos que mostraremos a seguir para que o processo de migração aconteça tranquilamente e o seu negócio desfrute de todos os benefícios de uma solução de cloud.

SAIBA AS DIFERENÇAS ENTRE IAAS, PAAS E SAAS

Quando nos referimos sobre Cloud Computing, geralmente estamos falando a respeito de uma das três camadas que compõem a tecnologia de computação na nuvem. Entender o que é possível fazer em cada uma dessas camadas é essencial para reconhecer em quais delas suas aplicações serão melhor suportadas. Conheça um pouco mais sobre IaaS, PaaS e SaaS e planeje a migração da sua empresa para nuvem de forma acertada.

1

04
04
1.
1.

SAIBA AS DIFERENÇAS ENTRE IAAS, PAAS E SAAS

IaaS (Infraestrutura como Serviço)

O IaaS é camada que está na base da estrutura da Cloud Computing. Ela representa a parte física da infraestrutura de TI, como servidores, Data Centers, hardwares, entre outros, que tornam possível a transmissão, armazenamento e o processamento de dados de forma eficiente através da internet. Neste modelo, o cliente contrata a infraestrutura como serviço, ou seja, ele faz a contratação de servidores virtuais, e outros equipamentos que compõem a estrutura básica de tecnologia, ao invés de fazer a compra desses dispositivos. A cobrança é sempre baseada em fatores, como o número de servidores alugados, quantidade de dados trafegados, total de dados armazenados, entre outros recursos disponibilizados pelos fornecedores de IaaS.

Em geral, existem no mercado três formas de contratação de uma infraestrutura como serviço, que são:

Nuvem pública: Nesse modelo o serviço é prestado por um provedor a todos os tipos de clientes, sejam eles usuários comuns ou empresas. Esse fornecedor tem como responsabilidade garantir a hospedagem, manutenção, gerenciamento e proteção dos dados, e a cobrança é baseada na utilização feita pelo usuário dos recursos ofertados (pay-per-use). Como é um espaço compartilhado, na nuvem pública é possível ter total controle apenas do que a sua empresa registra na nuvem, não sendo possível monitorar as ações dos demais usuários. Por isso, se você trabalha com um grande volume de dados confidenciais talvez esse modelo não seja a melhor opção, pois a segurança pode ser mais vulnerável.

05
05
1.
1.

SAIBA AS DIFERENÇAS ENTRE IAAS, PAAS E SAAS

IaaS (Infraestrutura como Serviço)

Nuvem privada: Nesse modelo o serviço é oferecido

para atender as necessidades e demandas específicas de

um negócio, pois possui alta capacidade de customização

de servidores e Data Centers, o que torna mais eficiente

e simples as operações que são baseadas na

infraestrutura de TI. Aqui não há o compartilhamento dos recursos de TI contratados, apenas a empresa contratante ou um grupo de pessoas pré-determinado pode ter acesso aos dados armazenados. Essa pode ser uma boa opção se o objetivo da corporação for oferecer maior estabilidade para as aplicações armazenadas, garantindo total controle sobre o espaço adquirido e com menor risco de sofrer com ameaças de terceiros.

Nuvem híbrida: Com esse modelo, é possível utilizar em simultâneo tanto a nuvem pública quanto a nuvem privada, pois os dois ambientes funcionam de forma independente mas conectam entre si quando preciso. Se a sua empresa, por exemplo, lida com um alto volume de informações sigilosas elas podem ser hospedadas em uma nuvem privada, enquanto as demais aplicações, que precisam ter seus dados expostos, podem utilizar o ambiente de nuvem público. Segundo uma pesquisa divulgada RightScale, empresa especializada em gerenciamento de nuvem, o modelo híbrido tem sido o mais utilizado no mundo corporativo.

06
06
1.
1.

SAIBA AS DIFERENÇAS ENTRE IAAS, PAAS E SAAS

PaaS (Plataforma como Serviço)

O PaaS é a segunda camada de tecnologia do Cloud

Computing, e oferece ao usuário uma plataforma

completa para que ele consiga fazer o desenvolvimento

de aplicativos que serão ofertados na nuvem. O provedor

viabiliza toda a infraestrutura, armazenamento e comunicação necessários para o desenvolvimento, deixando o profissional livre para se preocupar exclusivamente com a execução da aplicação.

As principais características de uma plataforma como serviço são: ambiente totalmente voltado para desenvolvimento, teste e implementação de aplicações; arquitetura que permite a vários usuários acesso ao aplicativo de forma simultânea; balanceamento de carga

e failover; integração eficiente com serviços web e base

de

dados; ferramentas que lidam com o gerenciamento

de

assinaturas e segurança integrada.

07
07
1.
1.

SAIBA AS DIFERENÇAS ENTRE IAAS, PAAS E SAAS

SaaS (Software como Serviço)

A última camada, e talvez a mais difundida quando

falamos de Cloud Computing, é o SaaS. Isso porque as aplicações mais populares que conhecemos hoje, como Office 365 e Skype, estão alocadas nessa camada da tecnologia de computação em nuvem. O SaaS atua como um modelo de distribuição de softwares em que os aplicativos são hospedados por um provedor e distribuído por meio da internet sem a necessidade de instalação direta nos dispositivos dos clientes. Assim, não é preciso que o usuário se preocupe em instalar software, configurar rede ou comprar licença de programas: basta apenas pagar um valor, ou muitas vezes nem isso, para começar a usar um aplicativo como serviço.

As principais características de um software como serviço

são: acesso a aplicação totalmente pela internet; despreocupação com compra de licenças de uso ou atualizações e a presença de APIs (Application Programming Interfaces) que permitem integrações externas.

08
08

ESCOLHA O QUE DEVE E O QUE NÃO DEVE IR PARA A NUVEM

Ao tomar a decisão de usar a computação em nuvem, a primeira ação que o gestor deve ter é traçar quais são as estratégias e os motivos de adotar uma solução de cloud. Essa é uma atitude muito importante, pois é ela quem irá determinar qual o melhor caminho a seguir.

Nem todas as aplicações precisam ou devem estar na nuvem. Dependendo do foco do negócio e dos produtos ou serviços ofertados, há inclusive a necessidade de ter parte dos dados armazenados em servidores locais. E talvez o principal motivo que pode determinar na escolha do que deve ou não ir para a nuvem está baseado na necessidade e disponibilidade de acesso a essas informações.

2

09
09
2.
2.

ESCOLHA O QUE DEVE E O QUE NÃO DEVE IR PARA A NUVEM

A disponibilidade de internet pode ser considerada uma das grandes adversidades relacionadas a Cloud Computing. Quando o assunto é o acesso aos serviços na nuvem através da web, muitas vezes uma questão importante acaba passando desapercebido: E a qualidade da internet para acessar esses serviços? Vale lembrar que aplicações críticas podem demandar um link com alta disponibilidade de internet, e se a sua rede de dados não estiver preparada para isso o acesso às informações se tornará uma dor diária na sua empresa, podendo render até perdas para a empresa.

Uma usina de cana de açúcar, por exemplo, precisa conseguir estabelecer bem um paralelo entre quais aplicações podem ou não estar na nuvem. Isso porque, normalmente essas empresas estão localizadas em regiões mais afastadas dos centros urbanos, onde o sinal de internet muitas vezes não consegue alcançar certa estabilidade. Nesse caso, é preciso entender quais as necessidades de acesso por parte dos colaboradores e o que é indispensável para o bom andamento do negócio,

pois a indisponibilidade da internet pode implicar em perda de acesso aos dados gerando prejuízos para a corporação.

Em segmentos, como o mencionado acima, uma boa alternativa para contar com os benefícios de uma solução de cloud mas sem prejuízos é a adoção da TI híbrida. Com ela é possível migrar parte da infraestrutura para a nuvem e manter serviços considerados críticos em servidores internos. Assim, é possível que a empresa tenha o melhor dos dois mundos, sem abrir mão de qualidade e eficiência do negócio.

10
10

DEFINA SUAS CONFIGURAÇÕES DE PROCESSAMENTO

Devido ao caráter flexível que as soluções de cloud apresentam, as configurações de processamento não são uma preocupação latente quando o assunto é a migração para a nuvem. Durante o planejamento de migração, deve-se levar em conta qual será a demanda de armazenamento e processamento necessário para suportar as aplicações a serem levadas para a nuvem, e a partir disso fazer a contratação desse espaço no provedor escolhido.

Mas isso não quer dizer que esse plano contratado não possa ser alterado, caso seja necessário. Isso porque um dos grandes benefícios da Cloud Computing é justamente a escalabilidade que as plataformas oferecem aos clientes. De acordo com a demanda, é possível fazer upgrade ou downgrade de espaço e capacidade de processamento, o que torna a solução em nuvem completamente elástica.

3

11
11

ESCOLHA O FORNECEDOR DE CLOUD

A escolha do fornecedor é uma decisão muito importante quando a decisão de migrar para a nuvem é tomada. O mercado está cheio de provedores, por isso é imprenscindível que o gestor analise com cuidado e tranquilidade todas as opções disponível, e leve em conta algumas questões que serão mostradas a seguir para auxiliar nesse processo de escolha.

4

12
12
4.
4.

ESCOLHA O FORNECEDOR DE CLOUD

A empresa existe há quanto tempo no mercado? O tempo de existência de uma empresa passa confiança e segurança de que o serviço contratado será entregue

com qualidade e eficiência, pois do contrário o provedor

já estaria queimado no mercado.

Tem hospedagem no país? Alguns sistemas transacionais, como ERP e CRM, necessitam de baixa latência para funcionar corretamente, e quando a hospedagem não está no mesmo país um acordo de nível de serviço relacionado a latência não é garantido. Além disso, com a flutuação da taxa de câmbio do dólar, pagar em moeda nacional por um serviço de hospedagem brasileiro é mais atrativo.

Como é o atendimento e suporte? O atendimento próximo e o suporte ao cliente são fatores fundamentais

para a decisão de qual provedor escolher. É essencial que

a empresa contratada ofereça suporte técnico 24h em

todos os dias da semana. Além disso, é preciso que exista uma equipe qualificada para realizar o atendimento e resolver os possíveis problemas que possam surgir.

13
13
4.
4.

ESCOLHA O FORNECEDOR DE CLOUD

Será fácil migrar os dados para a nuvem? Esse é um dos pontos mais críticos que envolvem esse processo de escolha, por isso é extremamente relevante que as empresas verifiquem se os provedores oferecem ferramentas e suporte que torne esse processo seguro e tranquilo. a proteção das informações da empresa.

O Datacenter é seguro? A segurança física e lógica de um Datacenter são muito importantes e que precisam ser levadas em conta no momento da escolha de um provedor de cloud. A manutenção preventiva, com adaptações e trocas periódicas de equipamentos, proteção contra danos, como incêndios e descargas elétricas, a refrigeração do ambiente onde estão os servidores estão instalados e o controle de acesso ao Datacenter são essenciais para a garantia da segurança física. Em relação a segurança lógica, a redundância, que garante a vitalidade das informações em caso de parada nas operações ou desastres naturais, e a criptografia de dados, que assegura o acesso restrito apenas aos destinatários e emissores dos arquivos, é primordial para a proteção das informações da empresa.

14
14

PROGRAME UMA MIGRAÇÃO

Uma migração para a nuvem pode ter riscos e incertezas, por isso é muito importante mapear as estratégias e preparar a equipe de TI para que nada dê errado ao longo desse processo. É preciso que as empresas estejam preparadas e vislumbrem o efeito em cadeia que uma migração como essa gera, desde os sistemas internos até os usuários finais dos produtos ou serviços oferecidos.

Primeiramente, é necessário entender a arquitetura de tecnologia da empresa antes de iniciar qualquer migração para uma solução de cloud, pois a avaliação de compatibilidade das aplicações já existentes com o novo provedor é essencial para o prosseguimento da transferência de servidores. Além disso, é preciso estar atento com o desempenho e a portabilidade dos

5

15
15
5.
5.

PROGRAME UMA MIGRAÇÃO

processamento e armazenamento, a banda de internet disponível na empresa pode impedir o bom desempenho da aplicação. Já no que diz respeito a portabilidade, embora muitas vezes seja tranquilo migrar um servidor para a nuvem, algumas aplicações podem ter dependências externas, como acesso a um banco de dados SQL Server, que complicam a conclusão de uma migração.

Depois de entender a arquitetura, é preciso programar e comunicar essa migração com antecedência mínima de 3 a 6 meses a todas as pessoas que fazem parte do negócio. Normalmente, os colaboradores e clientes acessam os serviços e tem acesso aos dados que estão armazenados no servidor local da empresa. Se não for planejada e bem comunicada, uma migração pode acarretar efeitos colaterais negativos, como indisponibilidade de serviços, prejuízos financeiros e perda de informações.

Uma boa forma de migrar as aplicações sem transtornos a nenhuma das partes é entender quais são os serviços oferecidos e quem os utiliza para planejar a configuração dos mesmos serviços no novo provedor. Depois disso, o próximo passo é fazer a transferência gradual de toda a carga de acessos entre os servidores físico e virtual. Essa transferência gradual é importante para que todos os possíveis impactados pela migração sejam comunicados e os serviços continuem funcionando, sem indisponibilidades inesperadas. Em seguida, já será possível realizar a transferência desses serviços até que toda a carga seja migrada para o novo provedor de cloud.

16
16

FAÇA TESTES EM AMBIENTES DE HOMOLOGAÇÃO

É muito importante existir a separação entre os ambientes de produção e homologação, pois é ela quem irá garantir que a aplicação contenha poucos, ou até mesmo nenhum, problemas de funcionamento. Nos ambientes de homologação a produtividade da equipe de TI não é afetada, ou seja, os profissionais podem seguir o trabalho de desenvolvimento com a garantia de que o resultado alcançado até aquele momento está sendo testado de forma segura.

6

17
17
6.
6.

FAÇA TESTES EM AMBIENTES DE HOMOLOGAÇÃO

Ao longo do processo de desenvolvimento de aplicações, cada item e funcionalidade devem ser testados sob o maior cenário de situações possíveis para que a experiência do usuário final seja satisfatória. Nesse sentido, a escalabilidade de soluções em nuvem se torna uma ferramenta ainda mais eficiente, pois sempre que necessário, é possível subir uma nova instância apenas com as configurações necessárias e que foram observadas durante os testes.

É possível ainda utilizar essa estrutura em ambientes separados para a simulação de funcionalidades avançadas. Um exemplo disso é testar a necessidade do balanceamento de cargas para distribuir igualmente a carga de trabalho entre duas ou mais instâncias. Essa ação é fundamental para otimizar o uso de recursos, aumentando assim o desempenho e diminuindo o tempo de resposta das aplicações.

18
18

CONFIGURE BACKUPS AUTOMÁTICOS

O backup é parte fundamental dos pilares de segurança da informação em projetos de TI e está além de ser a realização de uma simples cópia de arquivos em HD externo. É preciso que exista uma rotina de backups dentro das empresas com testes de verificação de integridade e práticas cotidianas de restauração. Por isso, um bom planejamento, que envolva concepção, manutenção e armazenamento de mídias se faz necessário para backups eficientes.

7

19
19
7.
7.

CONFIGURE BACKUPS AUTOMÁTICOS

Com a migração para uma solução de computação na nuvem, essa rotina não deve ser deixada de lado. É muito importante que além dos backups automáticos, geralmente oferecidos pelos provedores de cloud, também sejam feitas cópias de segurança adicionais. A maior parte dos provedores dos serviços de backups em nuvem utilizam o modelo pay-per-use, o que reduz os custos e elimina a necessidade de provisionar altas aquisições de recursos de armazenamento.

A realização de diversas cópias de segurança também aumentam o poder de resposta da empresa diante de qualquer falha de funcionamento. Se salvas em ambientes offline, a confiabilidade é ainda maior, já que os snapshots (registros da condição do banco de dados em um dado momento) podem ser utilizados para a recuperação de informações mesmo sem uma conexão de internet disponível.

20
20

COMECE A ATIVAR SEUS AMBIENTES EM NUVEM DE FORMA GRADUAL

O ideal é que os ambientes em nuvem comecem a ser ativados gradualmente, a fim de evitar perdas ou problemas de incompatibilidade e desempenho inesperados durante o processo de migração. A sugestão é que inicialmente essa ativação dos ambientes virtuais comece pela migração de conteúdo, como o banco de dados, por exemplo.

8

21
21
8.
8.

COMECE A ATIVAR SEUS AMBIENTES EM NUVEM DE FORMA GRADUAL

Após a realização das configurações iniciais e com os

ambientes liberados para teste, todas as funcionalidades da solução contratada já estarão disponíveis e poderão ser testadas. Essa fase de teste nos ambientes em nuvem

é muito interessante, pois caso alguma funcionalidade

não esteja apresentando bom desempenho ou ainda falte alguma customização do novo ambiente é possível alterá-las sem afetar as aplicações.

Algo muito importante que deve ser levado em consideração são os testes funcionais que podem ser feitos com os colaboradores dentro da própria empresa.

Essa prática pode facilitar a percepção de possíveis falhas

e antever pontos de contato ruins que possam existir

entre as aplicações e os usuários. Esse tempo investido em testes pode fazer toda a diferença para um projeto de migração bem sucedido.

22
22

CONCLUSÃO

A nuvem é um caminho natural para as empresas que desejam usar a seu favor recursos como escalabilidade, segurança física e lógica de dados, redução de custos, performance e foco no que realmente é importante. Esses benefícios podem ser estratégicos para os negócios que pretendem sair na frente e ganhar vantagem em relação aos seus concorrentes. Em maior nível, com migração total da infraestrutura de TI, ou menor, com migração parcial dos dados, esse será uma saída cada vez mais atrativa para alcançar uma diferenciação no mercado competitivo que temos hoje.

Ainda não há padrões para manutenção de uma estrutura de tecnologia na nuvem, porém existem certas rotinas que permitem o uso do cloud de maneira estável e segura, como vimos ao longo desse ebook. Com o monitoramento das ferramentas, a atualização de configurações baseada nas demandas e atenção ao planejamento inicialmente realizado, as empresas tem a garantia de estarem optando pela solução que melhor se encaixa ao perfil do negócio.

O conhecimento profundo da realidade e

necessidades do negócio, além de um bom entendimento sobre como funciona a Cloud Computing são as chaves do sucesso de uma

migração segura para a nuvem. Sabemos que não é

fácil romper a barreira do tradicional, representada

pelos servidores físicos, mas essa atitude é capaz de render frutos que podem potencializar ainda mais o seu negócio.

ELASTIC CLOUD Servidor em nuvem com o atendimento que o Magazine Luiza recomenda. Acesse: cloudalgartelecom.com.br

ELASTIC CLOUD

Servidor em nuvem com o atendimento que o Magazine Luiza recomenda.

Acesse: cloudalgartelecom.com.br

"A Algar Telecom não faz um simples acompanhamento de business, é uma empresa que entende e valoriza o cliente".

Garbim, Gerente de Infra e Operações de TI Magazine Luiza

é uma empresa que entende e valoriza o cliente". Garbim, Gerente de Infra e Operações de

SOBRE A ALGAR TELECOM

A Algar Telecom é uma empresa de telecomunicações

100% brasileira e com práticas ambientais reconhecidas

no mercado. A companhia oferece telefonia fixa, celular,

internet, comunicação de dados, TV por assinatura, código 12 para ligações de longa distância (nacional e internacional), data center, Cloud Computing, gerenciamento de redes e segurança e videoconferência.

Está presente nas principais regiões do Brasil, atendendo mais de um milhão de clientes (pessoas físicas e clientes

corporativos) nos estados de São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Goiás, Mato Grosso do Sul, Paraná, Rio Grande

do Sul e Distrito Federal.

A sustentabilidade e a inovação permeiam toda a

organização, desde o desenvolvimento de tecnologia de ponta até a estrutura de rede com menor consumo de energia. O atendimento próximo é o principal diferencial

da Algar Telecom, que busca sempre as melhores formas

de relacionamento. Em 2016, o índice de satisfação dos clientes corporativos chegou a 94%, a melhor marca entre empresas de Telecomunicações.

18
18
Links consultados: http://blogbrasil.comstor.com/bid/282879/Cloud-Computing-Nuvens-H-bridas-Pr ivadas-e-P-blicas

Links consultados:

http://blogbrasil.comstor.com/bid/282879/Cloud-Computing-Nuvens-H-bridas-Pr

ivadas-e-P-blicas

https://antonioricardo.org/2013/03/28/o-que-e-saas-iaas-e-paas-em-cloud-comp

uting-conceitos-basicos/

http://www.cloudmarket.com.br/blog/cloud-computing/iaas-paas-e-saas-descubr

a-agora-tudo-sobre-os-3-modelos-de-nuvem/

http://www.cloudmarket.com.br/blog/artigos/cloud-computing-importancia-da-q

ualidade-de-internet/

https://www.trezo.com.br/5-dicas-para-voce-migrar-suas-aplicacoes-para-a-nuve

m/

http://searchcloudcomputing.techtarget.com/essentialguide/A-comprehensive-lo

ok-at-the-path-to-cloud-migrations

http://searchcloudcomputing.techtarget.com/feature/To-cloud-or-not-to-cloud-

Whats-your-cloud-migration-strategy

http://www.gartner.com/newsroom/id/1684114

http://www.mandic.com.br/downloads/ebooks/ebook_migracao-para-cloud-co

mputing-aplicacoes-para-nuvem-Mandic.pdf