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Públio Athayde

Adequação retórico-arquitetônica da
Paróquia de Nossa Senhora do Pilar de Ouro Preto

Ouro Preto
2007

http://pathayde.multiply.com
pathayde@hotmail.com ©Públio Athayde
2

Sumário
Índice de imagens....................................................................................................................................... 3

1 Apresentação .................................................................................................................................... 5

2 Orientação das fachadas .................................................................................................................. 8

3 Visão e visibilidade ......................................................................................................................... 12

3.1 Igreja de Nossa Senhora do Pilar........................................................................................... 13

3.2 Capela de São Miguel e Almas ............................................................................................... 15

3.3 Igreja de Nossa Senhora do Carmo........................................................................................ 16

3.4 Igreja de Nossa Senhora do Rosário ...................................................................................... 17

3.5 Igreja de Nossa Senhora das Mercês e Misericórdia ............................................................. 18

3.6 Igreja de São Francisco de Paulo .......................................................................................... 19

3.7 Igreja de São José................................................................................................................... 21

4 Comparação e análise .................................................................................................................... 22

5 Bibliografia ..................................................................................................................................... 24

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Índice de imagens

Foto 1 - Igreja de Nossa Senhora do Pilar (Fonte na imagem)......................................... 8


Foto 2 - Capela de São Miguel e Almas (Fonte na imagem)............................................ 9
Foto 3 - Igreja de Nossa Senhora do Carmo (Fonte na imagem) ..................................... 9
Foto 4 - Igreja de Nossa Senhora do Rosário (Fonte na imagem) .................................. 10
Foto 5 - Igreja de Nossa Senhora das Mercês (Fonte na imagem) ................................. 10
Foto 6 - Igreja de São Francisco de Paulo (Fonte na imagem)....................................... 11
Foto 7 - Igreja de São José (Fonte na imagem) .............................................................. 11
Foto 8 -Matriz, de N.S. Do pilar em primeiro plano, vista para o vale. ......................... 14
Foto 9 - Vale do Pilar, com a Matriz assinalada (face NE). ........................................... 14
Foto 10 - Pilar, com a Matriz assinalada (vista do fundo e lado NE do vale) ................ 15
Foto 11 - S. Miguel e Almas, vista da cumeeira............................................................. 15
Foto 12 - S. Miguel e Almas e vale a sua frente............................................................. 16
Foto 13 - N.S. Carmo, vista lateral. ............................................................................... 16
Foto 14 - N. S. Carmo, vista frontal................................................................................ 16
Foto 15 - N.S. do Carmo e entorno................................................................................. 17
Foto 16 - N.S. do Rosário, vista de fundo....................................................................... 17
Foto 17 - N. S. do Rosário e entorno. ............................................................................. 17
Foto 18 - N.S. Rosário, áreas de visibilidade.................................................................. 18
Foto 19 - N.S Mercês e entorno...................................................................................... 18
Foto 20 - N.S. Mercês e seu campo visual...................................................................... 19
Foto 21 - S. F. de Paulo e campo visual. ........................................................................ 19
Foto 22 - S.F. de Paulo, vista da cumeeira. .................................................................... 20
Foto 23 - S. F. de Paulo, campo visual. .......................................................................... 20
Foto 24 - S. José, área de visão....................................................................................... 21
Foto 25 - São José, vegetação do entorno....................................................................... 21
Foto 26 - S. José, área de visibilidade............................................................................. 21

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1 Apresentação

Apresentarei e discutirei aqui alguns aspectos topográficos e de visibilidade dos

templos católicos da Paróquia de Nossa Senhora do Pilar de Ouro Preto em função dos

critérios de edificação preconizados pelas Constituições Primeiras do Arcebispado da

Bahia e relativizados pela topografia local e outras condicionantes locais.

No período colonial, a paisagem urbana estava vinculada à presença dos

religiosos, uma vez que cada ordem religiosa, irmandade ou confraria dominava uma

parcela do território, sendo esta dominação de base econômica e ideológica, exercida

pela religião católica.1

Cumprirá sempre lembrar a cidade como “o lugar onde se articulam o social e

sua representação”2, lembremo-nos ainda de que a maior parte dos templos a que nos

referimos foi edificada sob a égide de concepções ilustradas decorrentes da reconstrução

de Lisboa devida ao terremoto de 1 de nov. de 1555.3

A recomendação geral era de que os templos tivessem a fachada orientada a

Oeste4, e que o templo ficasse em local destacado e imponente, preferencialmente numa

elevação.5 Mas em Ouro Preto, o relevo montanhoso e a ocupação sem planejamento

formal (como hoje é entendido) criaram condições práticas que requereram desvios

dessas orientações, principalmente no que se refere à orientação das fachadas. As

1
FRIDMAN e MACEDO 2007.
2
ROSANVALLON, 1995:12.
3
CARVALHO, 2003:27.
4
VIDE, 1720:L4,T17,688.
5
VIDE, 1720:L4,T17,687.
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6

posições de destaque ocupadas pelos templos na paisagem geral da cidade são relativas,

como será demonstrado.

Ilustração 1- Const. Prim. do Arceb. da Bahia, Livro 4, Tit. 17; 687.

Ilustração 2 - Referências das Constituições


Primeiras a sua base jurídica.

A norma de referência para a observação foram

as Constituições Primeiras do Arcebispado da Bahia,

promulgadas em 1707. Regras baseadas nas tradições

bíblicas, nas Constituições Portuguesas e nas diretrizes

do Concílio Tridentino, de forma adaptada à situação

colonial. Como tal, constituíram-se adequadamente aos

interesses de Portugal e da Igreja, contribuindo para a

manutenção da ordem social e dos privilégios e foram,

ao lado da Mesa de Consciência e Ordens e do

Conselho Ultramarino, as diretrizes jurídicas e ideológicas para confirmar e legitimar o


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7

sistema de poder imposto pelo Estado Absolutista e pela Igreja – parte deste Estado,

visando a perpetuação do quadro social.6

As povoações instaladas na colônia portuguesa da América, na região das Minas

Gerais inclusive, integravam o corpus do Estado, sua infra-estrutura se subordinava à

ideologia daquela república teológica, o especo subordinando-se ao imaginário:

“Nas vilas e cidades coloniais (...) as transformações citadinas


se inseriram em uma perspectiva mais ampla: além de objetivarem a
promoção de um bem-estar aos súditos, eram parte de uma política
colonizadora de afirmação da soberania real sobre a região colonial,
dentro da qual a cidade – enquanto um espaço essencialmente
marcado pela sua função política – possuía uma relevância
fundamental.”7

Cada aspecto da urbe deveria se adequar, isto é se articular ao conjunto político e

religioso, com todas suas implicações físicas e metafísicas em concerto. Um “concerto

barroco” de pedras e dogmas sob a regência sincrônica da coroa e das mitras.

6
CASIMIRO, 2007 (a).
7
CARVALHO, 200:/35-6.
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2 Orientação das fachadas

Nenhuma das fachadas dos templos da Paróquia de Nossa Senhora do Pilar tem

a orientação na direção Oeste, como Preconizado. Isso fica demonstrado nas fotos que

se seguem, nas quais a orientação foi assinalada com seta vermelha. Para

homogeneidade, todas as fotos estão orientadas no mesmo sentido, Norte no sentido

normal da leitura. A altitude da tomada das imagens foi uniformizada em cerca de

1524m (5000ft), de forma a proporcionar referência padronizada de dimensão.

Para as observações foram utilizadas imagens obtidas pelo Google Earth, com

interferências destacando os aspectos de interesse.

Foto 1 - Igreja de Nossa Senhora do Pilar (Fonte na imagem)

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Foto 2 - Capela de São Miguel e Almas (Fonte na imagem)

Foto 3 - Igreja de Nossa Senhora do Carmo (Fonte na imagem)

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10

Foto 4 - Igreja de Nossa Senhora do Rosário (Fonte na imagem)

Foto 5 - Igreja de Nossa Senhora das Mercês (Fonte na imagem)

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11

Foto 6 - Igreja de São Francisco de Paulo (Fonte na imagem)

Foto 7 - Igreja de São José (Fonte na imagem)

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3 Visão e visibilidade

Outro critério que deveria ser observado pelos edificadores seria o da posição de

destaque no cenário urbano. A altitude da situação do templo em relação aos demais

pontos da cidade é um dos aspectos que determina a valorização de sua posição. Outras

questões que se consideravam certamente seriam: a visão da paisagem a partir do

templo, principalmente de sua frente e entorno, assim como a visibilidade da edificação

da área de maior relevância para a maior parte do segmento da comunidade responsável

pela ereção do prédio.

Segundo Blikstein8, a verticalidade e tudo que a ela se associa (em pé, alto, etc)

por exemplo, é sinal de valorização, meliorativo. Indica superioridade, majestade.

Contrariamente, a horizontalidade tem conotação pejorativa, via de regra. Deprecia-se o

que está caído, deitado, abaixo. Outros vieses interpretativos seriam a frontalidade

contra a posteridade, retidão contra tortuosidade, claro contra escuro. Esses padrões ou

“óculos sociais”, como os chama A. Schaff9, são estereótipos do campo semântico deste

tipo de documento. Através deles vemos a realidade e interpretamos o dado intertextual.

“Os vários elementos, estruturas e estilemas trabalhavam sempre em função de

uma cena ou de uma imagem principal, de um rito principal, de um argumento principal

a ser ressaltado”.10 Desta maneira, as decisões não se tomavam em função de uma regra

positiva, ou de um preceito. Era o conjunto de argumentos, ou o resultado teológico e

8
BLIKSTEIN, 1985:61.
9
SCHAFF, 1974.
10
BASTOS, 2006(b).: 13.
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13

político resultante do confronto de argumentos que determinaria uma decisão em

qualquer aspecto de uma edificação.

3.1 Igreja de Nossa Senhora do Pilar

Curiosamente, a Matriz da Paróquia está situada no vale, na cota mais baixa

dentre todas as edificações religiosas da freguesia. Esse fato contraria as expectativas,

principalmente considerado fato de que, quando de sua edificação, assim como à época

de sua reforma que lhe inverteu a direção de fachada, ainda havia baixíssima ocupação

de seu entorno e várias elevações disponíveis.

Ilustração 3 - Const. Prim. do Arceb. da Bahia, Livro 4, Tit. 17; 688.

Questões de natureza geológica, muito além do objetivo deste curto trabalho,

certamente podem ter determinado a escolha do sítio para a construção. Indicação nesse

sentido é a instabilidade do solo na elevação que fica mais perto da Igreja, patente face

os deslizamentos da década de 1970 e conseqüentes trabalhos de movimentação de solo

que foram necessários para estabilizar a encosta.

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Outra leitura que pode ser feita é a de que todo o vale do Pilar é um anfiteatro

em cujo centro a Matriz se situa. Uma inversão, portanto, da norma pretendida, mas

respeitando-lhe o princípio de evidenciação. Trata-se de um caso de interpretação

principiológica da regra, mais que um confronto. O teatro sacro que tanto caracteriza a

representação do discreto e do conveniente tem aqui a sua expressão física,

ultrapassando as metáforas da retórica para alcançar a topografia urbana.

Foto 8 -Matriz, de N.S. Do pilar em primeiro plano, vista para o vale.

Observe-se que, pela


posição ocupada pelo templo,
ele é visível a partir da maior
parte da área habitada, quase
toda sua imediação e mesmo
até bem além.

Foto 9 - Vale do Pilar, com a


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Matriz assinalada (face NE).

Por este outro

ângulo se pode ver toda a

área do Vale que a foto

anterior não mostra por

causa do relevo, região da

qual se vê a Matriz de

grande parte dos pontos de

observação.

Foto 10 - Pilar, com a Matriz assinalada (vista do fundo e lado NE do vale)

3.2 Capela de São Miguel e Almas

Foto 11 - S. Miguel e Almas, vista da cumeeira.

Também conhecido

como Igreja do Bom Jesus, este

templo é o que tem menor

visão e visibilidade dentre

todos os analisados. Situa-se

em local elevado, mas

circunstancialmente a maior

parte da área habitada a sua

frente encontra-se em um vale que fica invisível para um

observador situado no adro da igreja, já que esta está Vale fora do campo
visual.
recuada em relação à borda da depressão. Este templo,

relativamente mais modesto, tem proporcionais visão e visibilidade.

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Foto 12 - S. Miguel e Almas e vale a sua frente.

Indicação da área habitada, a frente do templo, da qual não se tem nenhuma

visão ou visibilidade da edificação.

3.3 Igreja de Nossa Senhora do Carmo

Tem a visão e visibilidade dentre as mais destacadas da cidade, como se pode


observar pelas imagens seguintes.

Foto 13 - N.S. Carmo, vista lateral.

Foto 14 - N. S. Carmo, vista frontal.


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A imagem que se segue destaca alguns dos pontos de onde se tem boa

visibilidade da igreja. Pode-se observar que são algumas das áreas mais valorizadas da

cidade e onde a concentração de população é elevada.

Foto 15 - N.S. do Carmo e entorno.

3.4 Igreja de Nossa Senhora do Rosário

Foto 16 - N.S. do Rosário, vista de fundo.

Foto 17 - N. S. do Rosário e entorno.


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Este templo, apesar de se situar em um largo bem amplo, não tem grande

visibilidade nem se tem dele vista muito boa. Sua situação topográfica se impõe na

proximidade, mas a distância relativamente pequena a igreja já não pode ser vista, tanto

em função dos obstáculos naturais quanto das outras edificações, muitas das quais não

existiam ao tempo de construção da igreja original, sobre a qual foi edificada a atual.

Foto 18 - N.S. Rosário, áreas de visibilidade.

3.5 Igreja de Nossa Senhora das Mercês e Misericórdia

Foto 19 - N.S Mercês e entorno.

Tem grande visão e visibilidade,

destacando-se na paisagem, apesar de ser

um templo relativamente modesto em sua

dimensão. Por se situar em uma encosta

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bem íngreme, vasta área na vertente permaneceu desocupada. Sua situação topográfica

requereu dispendiosas obras para contenção da encosta em que se situa e que tanto lhe

destaca a vista. A área em seu campo visual é das mais nobres da cidade e densamente

habitada. Praticamente todo o centro histórico da Paróquia está incluído.

Foto 20 - N.S. Mercês e seu campo visual.

3.6 Igreja de São Francisco de Paulo

Foto 21 - S. F. de Paulo e campo


visual.

Este é, certamente, o

templo que tem melhor visão da

Paróquia. Situa-se no ponto mais

elevado da área e bem à beira da

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20

elevação. Foi o primeiro a ter iluminação externa que lhe destacasse a vista, à noite.

Toda a área em que esta igreja se destaca é de elevada taxa de ocupação de alto valor.

Foto 22 - S.F. de Paulo, vista da cumeeira.

Foto 23 - S. F. de Paulo, campo visual.

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3.7 Igreja de São José

Situada na mesma encosta em que está São Francisco, em cota bem inferior,

encontra-se ainda parcialmente oculta pela vegetação de seu entorno. É templo de

tamanho inferior à maioria e infelizmente a delicadeza de sua arquitetura não é vista

com o destaque que seria desejável. Certamente boa parte dos obstáculos a sua

visibilidade são posteriores à ereção do templo.

Foto 24 - S. José, área de visão.

Foto 25 - São José, vegetação do entorno.

Foto 26 - S. José, área de visibilidade.

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4 Comparação e análise

Observa-se que o cânone referente à orientação dos templos, nos casos

estudados, não foi seguido. Todos apresentam desvio de, no mínimo, 40º da direção

preconizada.

No entanto, o sentido teológico da norma se submeteu à idéia de destacar o

templo na paisagem, pelo que pude observar. Todos os templos foram construídos em

área de destaque, elevações na maioria. O templo situado em cota mais baixa,

curiosamente, é a Matriz, mas ela se situa no vértice do vale, como palco de um

theatrum sacrum. A interpretação feita na prática é conivente ao sentido da

fundamentação teológica e retórica, ainda que contradiga a topografia e orientação

espacial, o que é coerente e esperável para o século XVIII11. A ordem foi mantida em

função da finalidade.

A interpretação dos arquitetos dos templos foi correta, hierarquizando

adequadamente as normas quanto a sua racionalidade e as edificações segundo suas

finalidades.

A ordem sagrada foi sempre mantida, os critérios coevos de decência,

capacidade, aparato, grandeza – decoro, em uma palavra 12 – foram mantidos,

independentemente de qualquer observação que coteje meramente o dado físico e o

direito canônico positivo do século XVIII. Retórica é um conjunto de argumentos

articulados, inclusive em Direito e Arquitetura. A retórica se prende à sua finalidade,

11
BASTOS, 2006(b):2.
12
BASTOS, s.n.t. passim.
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como as edificações se prendem ao solo, por seus alicerces. Assim, a retórica teológica

se funda em sua base aristotélica e não em princípios cartesianos que poderiam ser

invocados em análise apriorística e eivada de equívocos diacrônicos.

O quadro a seguir apresenta sinoticamente os dados observados.

São S.
N.S. do N.S. N.S. do N.S.
Templo Miguel Francisco S. José
Pilar Carmo Rosário Mercês
e Almas de Paulo
Altitude 1075m 1130m 1125m 1099m 1140m 1146m 1097m
Norte:

Norma:

Visibilidade média baixa alta baixa alta altíssima média


Visão alta baixa média baixa média altíssima média
Quadro 1 - Sinopse das observações.

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5 Bibliografia

CASIMIRO, Ana Palmira Bittencourt Santos. Constituições Primeiras do Arcebispado


da Bahia: Educação, Lei, Ordem e Justiça no Brasil Colonial. Acesso em 23 de janeiro
de 2007 a
< http://www.histedbr.fae.unicamp.br/navegando/artigos_frames/artigo_005.html>.
BASTOS, Rodrigo Almeida. Retórica e Arquitetura colonial luso-brasileira no século
XVII. II Encontro de História da Arte, Cmpinas, 27 de março de 2006.
BASTOS, Rodrigo Almeida. A ordem sagrada da cidade colonial: teológica retórica e
formação das povoações na capitania de Minas Gerais no século XVIII. IV Seminário
do Barroco Ibero-Americano. Ouro Preto, novembro de 2006.
BASTOS, Rodrigo Almeida. A ordem sagrada da república colonial. Mímeo, s.n.t.

BOSCHI, Caio César. Os Leigos e o Poder. Irmandades leigas e política colonizadora


em Minas Gerais. São Paulo: Ática, 1986.

VIDE, Dom Sebastião Monteiro da. Constituições Primeiras do Arcebispado da


Bahia. Coimbra: Real Collegio das Artes da Comp. de Jesus, 1720.
BLIKSTEIN, I. Kaspar Hauser ou A fabricação da realidade. São Paulo: Cultrix, 1985.
SCHAFF, A. Langage et Conaissance. Paris: Anthopos, 1974.
CARVALHO, Marieta Pinheiro de. Uma idéia de cidade ilustrada as transformações
urbanas da nova corte portuguesa (1808-1821). UERJ, 2003. Dissertação de
Mestrado.
ROSANVALLON, Pierre. Por uma História Conceitual do Político (nota de trabalho). In:
Revista Brasileira de História. São Paulo, 15(30). 1995.
FRIDMAN, Fania e MACEDO Valter L. A ordem urbana religiosa no Rio de Janeiro
colonial. Acesso em 23 de janeiro de 2007 a
<http://www.ifch.unicamp.br/ciec/revista/artigos/dossie2.pdf>

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