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Manejo e instalações para cria de bezerros leiteiros

Categoria : Bovinocultura leiteira Publicado por Rafael Azevedo em 21/10/2008

Manejo e instalações para cria de bezerros leiteiros

Rafael Alves de Azevedo1 Rejane Castro Fernandes1 Prof Otaviano de Souza Pires Jr. 2 Prof Eduardo Robson Duarte2 1Alunos de Graduação em Zootecnia ICA/UFMG 2Professores do ICA/UFMG

Introdução As atividades mais importantes dentro da exploração leiteira, tendo em vista uma reposição de fêmeas com maiores características propícias a produção de leite, são a criação e o processo de seleção dos bezerros. O processo de seleção busca, nas novas gerações, melhorar desempenho dos animais dentro das características selecionadas com os melhores critérios. Atualmente, em sistemas de criação de rebanhos leiteiros, busca-se melhor eficiência de produção, levando em conta os custos de produção e otimização de todos os fatores que os envolvem. Um deles é a criação de bezerras, fase em que os animais não possuem uma produção direta e retorno de capital rápido, sendo de grande importância estudar formas de diminuir seus custos de produção com manejo que melhore sua eficiência, viabilizando a criação e diluindo os custos fixos da propriedade. Uma boa criação de bezerras, sem dúvida, é o primeiro passo para o sucesso na exploração leiteira. Como nessa atividade a fêmea responde por grande parte da produção, a criação das bezerras até a desmama assume importância fundamental, porque a melhoria genética e reprodutiva do rebanho depende da rápida substituição de fêmeas mais velhas por animais jovens e de potencial produtivo mais elevado. (LOPES, 1998). Esse período de cria é basicamente curto e não necessita de grande investimento financeiro, pois os animais sobrevivem de leite e com uma dieta formada por pequenas quantidades de um bom volumoso e de concentrado. O que torna esse investimento essencial para a criação é o fato do animal apresentar um desenvolvimento rápido, garantindo um ganho expressivo nas fases seguintes da criação, formando um animal precoce e produtivo.

Pré-parto Antes de iniciar os cuidados com a vaca já gestante, é muito importante adotar um programa de escolha de qual vaca e qual touro devem ser utilizados para produzir um melhor bezerro, pois não adianta uma vaca produzir uma bezerra, sendo que esta não possui nenhuma característica genética para a produção de leite. Na seleção de boas matrizes, devem ser considerados, principalmente, os registros da produção leiteira. No caso dos reprodutores, considera a produção das mães, irmãs e filhas sendo que através da produção das filhas que se realiza o teste de progênie, o modo mais eficiente da avaliação de reprodutores.(SILVA, 2006). Ao se escolher um sêmen de um touro para a inseminação artificial, este deve ser aprovado pela

central de inseminação, e quando não for adotada a inseminação artificial, o produtor deve ter em mãos um touro reconhecido geneticamente, pois não adianta este possuir somente beleza racial. Partindo-se do princípio que todo produtor está sempre procurando melhorar geneticamente seu rebanho, utilizando sêmen ou cobrindo suas vacas com animais melhoradores, é de se esperar que os animais nascidos tenham maior potencial para a produção de leite. Assim, quanto mais cedo estes animais entrarem em produção, substituindo os mais velhos e menos produtivos, rapidamente

o melhoramento genético será incorporado ao rebanho, resultando em maior

produtividade.(FAJARDO, 2005). Os cuidados com a cria de bezerros iniciam-se desde os três últimos meses de gestação da vaca, pois nesse período o feto possui um maior grau de exigências nutricionais e, em contrapartida, a vaca não consegue se alimentar de uma grande quantidade de volumoso. Por isto, a alimentação da gestante deve ser balanceada, principalmente em energia, minerais e vitaminas. Essa prática além de ser benéfica para o bezerro e para a vaca, serve também de preparo para a futura produtora de leite, quando, em geral, ela passa a receber quantidades crescentes de ração balanceada. Mas antes de tudo devemos ter uma grande atenção com o período em que a vaca poderá ter sua lactação anterior interrompida, que deve ocorrer em média 60 dias antes do parto. Caso isto não aconteça, ela terá a sua próxima lactação comprometida, porque existe a necessidade de um descanso fisiológico da glândula mamária entre uma lactação e a outra. A produção de colostro estará parcialmente comprometida se a vaca tiver um pequeno descanso antes do parto ou totalmente comprometido quando o descanso não ocorrer. É recomendável que 20 dias antes do parto, a vaca seja separada em um piquete maternidade, um

local de fácil localização, nunca abaixo das outras instalações, pequeno, seco, limpo, bem drenado

e de preferência com uma gramínea de boa qualidade, isso porque a gestante necessita de um local calmo e isolado dos demais animais para poder parir, pois o estresse ou acidentes com outros animais nesse período pode gerar problemas no parto. Esse local também deve possuir um bom sombreamento com 6m2 por animal, disponibilidade de cochos para água e ração e um espaço para circulação de 0,70 x 2,00 m por vaca. Uma boa vaca preste a parir deve estar com um escore corporal bom, sem ser muito magra e sem ser muito gorda. É fundamental administrar vermífugos 10 a 20 dias antes do parto.

Cuidados no parto Parto é considerado como o momento em que a vaca pare o bezerro e elimina a placenta. Antes de

iniciar esse processo, a vaca começa a ficar inquieta, anda, contrai as costas, deita e levanta, diminui a ingestão de comida e geralmente se afasta do rebanho para procurar um local para o parto.

É um momento de muito estresse onde podem aparecer inúmeros problemas para os quais se deve

ficar atento, pois 2% dos bezerros nascem mortos por causa de partos difíceis ou partos distócicos, problemas que acontecem no momento desse processo que atrapalham o desenvolvimento normal

do mesmo. Aproximadamente 2% dos bezerros nascem vivos e morrem na primeira semana de vida devida também a partos distócicos. Em condições normais o parto tem duração entre 30 minutos e 4 horas, após 1 ou 2 horas de intensas contrações, os pés dianteiros do bezerro devem aparecer. Quando ultrapassar esse tempo

e for observado uma dificuldade e cansaço da vaca em expelir o bezerro, será necessário ajudá-la.

Sendo importante lavar e desinfetar as mãos, braços, a vulva da vaca e todo o equipamento que será utilizado. Já a expulsão da placenta ocorre de 4 a 8 horas após o parto, não devendo ultrapassar 8 horas, o que é indicativo de retenção de placenta. As principais causas para a retenção de placenta são: partos distócicos, intervenção no parto sem assepsia, intervenção antecipada no parto, doenças como brucelose, leptospirose, listeriose, vibriose, e deficiências nutricionais de vitamina A, selênio e outros elementos.

Sempre que ocorre retenção de placenta, a vaca apresenta a região posterior suja, com liquido de odor desagradável, que é expulso após contrações sem sucesso para tentar eliminar a placenta ou quando se deita. Muitas vezes ela fica com pedaços de placenta expostos. Uma vaca com este quadro clínico poderá ter a produção de leite reduzida, febre, falta de apetite, septicemia, mastite e pode ter evolução para a morte. Vacas muito gordas ou muito magras apresentam maior risco de problemas de parto; as gordas por apresentarem contrações mais fracas e as magras podem não ter a energia necessária para o trabalho de parto. As maiorias das vacas que parem facilmente permanecem deitadas até o nascimento do bezerro. Finalizando o parto o animal se levanta, resultando o rompimento do cordão umbilical. Estudos indicam que partos com as vacas em pé resultaram em maior taxa de mortalidade de bezerros (16,1%) em relação às que pariram deitadas (4,2%). O fato de a vaca parir em pé pode estar relacionado às causas ambientais como a presença de cães ou urubus no pasto, à dificuldade de parto (bezerro fraco, muito grande, condição corporal não adequada da vaca) e à inexperiência da vaca (novilhas jovens).

Cuidados com o recém-nascido Assim que ocorrer o parto, o bezerro deve receber uma atenção maior, pois ele está totalmente entregue a infecções via cordão umbilical, enfrentando uma das fases mais perigosas de toda a sua vida. Uma boa higiene é necessária removendo as membranas fetais das narinas e da boca. O corte do coto umbilical a 4 dedos abaixo da inserção torna-se necessário somente quando o cordão estiver grande. Dentro de 3 dias seguintes, no mínimo, é necessário fazer sua desinfecção diariamente com iodo de 5 a 10%. Os bezerros recém-nascidos estão em desvantagem na defesa de doenças. Eles não somente estão altamente estressados, mas suas defesas imunológicas são mínimas até que ele comece a ingerir o colostro. O animal tem uma porta aberta para seu sistema circulatório no cordão umbilical. A infecção do cordão umbilical pode resultar rapidamente em doença com septicemias (entrada de bactérias na corrente sangüínea) e morte. É de fundamental importância minimizar o potencial de infecção do cordão umbilical através da assepsia do umbigo. Infelizmente, uma recente pesquisa realizada nos EUA revelou que apenas 47% dos bezerros têm seu umbigo curado adequadamente. Estudos têm mostrado que a mortalidade dos bezerros é reduzida quando o umbigo é imerso em anti-séptico logo após o nascimento. Portanto, esta deve ser uma prática consistente de manejo por todos produtores de leite.(ROBERTO, 2002) O bezerro deve permanecer com a mãe pelo menos 2 dias após o nascimento, pode ser no piquete maternidade mesmo, pois é um local tranqüilo e limpo. Esta pratica aumenta significativamente a ingestão de colostro.

Fornecimento do colostro Na placenta dos ruminantes não ocorre à passagem de anticorpos para o feto durante a gestação, então a ingestão de colostro torna-se essencial para que os bezerros obtenham proteção contra diversos agentes infecciosos presentes no ambiente. A administração do colostro deve ocorrer dentro das primeiras 21 horas de vida, sendo melhor estimular o bezerro o quanto antes possível. O colostro, leite produzido pela vaca durante 3 ou 4 dias após o parto, será o alimento que garante a sobrevivência do bezerro após o nascimento, pois eles nascem sem nenhuma proteção contra agentes causadores de doenças.

Após 24 horas do nascimento, o trato digestório do animal perde eficiência na absorção de globulinas e a concentração das mesmas no colostro também cai (SILVA, 2006). O colostro não precisa ser fornecido, necessariamente, pela vaca que pariu o bezerro. Deve-se ter na propriedade um banco de colostro. Para isso, é necessário um freezer para congelar o alimento

em sacos plásticos ou garrafas de plástico com capacidade para um ou dois litros. A vida útil do colostro congelado é de até 180 dias. Deve-se, no entanto, ter bastante atenção ao descongelar o produto. O descongelamento tem que ser feito em banho-maria até que o produto atinja 37ºC (ou seja, permaneça suportável na pele). Esquentá-lo demais pode significar a perda de suas propriedades.

Identificação do bezerro

A correta identificação dos bezerros é fundamental para o gerenciamento da fazenda, pois facilita a

detecção de pontos críticos e permite a tomada de decisões sobre o manejo, descarte de vacas pouco produtivas e seleção de futuros reprodutores. O número de identificação deve ser de fácil

leitura e deve permanecer inalterado. Métodos de identificação incluem:

• Colar ou faixa de pescoço com número (EX: 3/5/07)

• Brinco de plástico;

• Tatuagem de tinta;

• Marca a frio ou a quente

Outros cuidados Terminando os cuidados fundamentais para a saúde do bezerro, iniciam-se os cuidados com a ficha zootécnica do animal, anotando o dia de nascimento, quem são o pai e a mãe, o peso de nascimento e a verificação se as fêmeas possuem tetas extramamárias para serem retiradas. Após

24 a 48 horas de vida, separa-se o bezerro de sua mãe, o levando para um local protegido, onde ficará até o período de desaleitamento. O importante é garantir a permanência dos bezerros com as mães no mínimo nas primeiras doze horas após o nascimento, o que lhes possibilita as mamadas do primeiro colostro em maior freqüência e em maior quantidade.

Descorna

A descorna consiste na remoção dos chifres dos bovinos. É uma prática bastante simples e de grande importância na exploração leiteira. O momento mais indicado para descornar um bezerro é quando o botão cornual ainda não é fixo, ou seja, ainda não está implantado no crânio. Como vantagens tem-se a redução de acidentes entre animais ou com os criadores, uma maior uniformidade do plantel e os animais tornam-se mais dóceis. A descorna dos bezerros pode ser feita com produtos químicos (bastão de hidróxido de potássio ou hidróxido de sódio) ou a ferro quente.(SILVA, 2006). A descorna a ferro quente deve ser muito bem realizada devido aos grandes perigos que ela pode acometer na hora do manuseio do ferro quente, há casos em que o animal pode até ficar cego. Outro ponto importante é o cuidado com a ferida que fica aberta após alguns dias da descorna, pois haverá formação de uma crosta que dentro de alguns dias estará cicatrizada. Caso ocorra algum acidente e arrancar esta crosta, poderá ocorrer sangramento tornando-se uma porta para entrada de miíases, por isso é muito importante a inspeção desses animais até que a ferida seja cicatrizada, com a utilização de uma pomada cicatrizante.

Instalações para bezerros leiteiros A escolha da melhor instalação para bezerras a ser criada dentro de uma propriedade não pode ser determinada isoladamente de outros fatores da fazenda. A forma de aleitamento ou a escolha de formação de animais precoces interferem muito na escolha de uma melhor instalação. Um bom bezerreiro deve ser localizado perto do curral de ordenha e acima deste, deve ser simples

e funcional, apresentar dimensões corretas, tem que favorecer a entrada de raios solares e uma proteção contra correntes de ar frio e não conter umidade excessiva.

Instalações para bezerros são muitas vezes deixadas em segundo plano nos sistemas de produção leiteiros. Na verdade, não existe uma instalação ideal, que seja eficiente para as diferentes condições de operação de bovinocultura leiteira. Algumas características das instalações, como edificações que diminuam a difusão de enfermidades, que facilitem ao máximo a limpeza, a desinfecção e o bom manejo dos animais, diminuindo significativamente os níveis de mortalidade, são condições altamente desejáveis.(MACHADO; FARONI; PAULETTI; BESSI, 2001). Os bezerreiros geralmente fazem parte do corpo dos estábulos clássicos e das salas de ordenha,

quando a ordenha é feita com o bezerro ao pé. Entretanto devem ser separados, principalmente se o aleitamento for artificial. As baias podem ser individuais ou coletivas, com piso de cimento ou ripado, devem dar acesso ao solário ou piquete gramado.

O uso de abrigos individuais como as gaiolas, são recomendas pela facilidade de manejo, limpeza,

desinfecção e baixo custo. Além disso, os animais apresentam menos problemas sanitários, menor

mortalidade e maior consumo de ração. No sistema convencional, os bezerros são criados até a idade de 2 meses em baias individuais

fixas, com área de 1,50 a 1,80 m2 por animal. As baias são localizadas no interior de um galpão, cujas divisórias externas são de alvenaria com 15 cm de espessura, de placas pré-moldadas ou de madeira, com altura de 1,40 a 1,80 m; as divisórias internas são de alvenaria, de perfis metálicos ou de placas pré-moldadas com uma altura de 1,00 a 1,40 m. As baias têm piso elevado ao nível do solo, pavimentado ou não. A estrutura do telhado do galpão é comumente apoiada em pilares de concreto, alvenaria ou pré-moldados. A melhor cobertura é a feita com telhas de barro. O dimensionamento desse bezerreiro depende do tamanho do plantel e do manejo adotado.

O sistema convencional constitui o melhor sistema de criação de bezerros em termos de conforto

térmico, desde que adotados bons materiais de construção a técnicas construtivas adequadas. Em instalações com piso de alvenaria, recomenda-se a utilização de algum tipo de cama como a palha, serragem, casca de árvore a talos de milho ou trigo. Este material deve ser periodicamente removido e trocado por outro de forma que o local possa ser mantido limpo, desinfectado e seco.

Sistema de abrigos individuais Outro sistema adotado ultimamente consiste em utilização de abrigos individuais móveis para criação de bezerros com idade entre 1 e 60 dias, sendo que, após essa idade eles passam para baias coletivas do tipo mencionado anteriormente. Os abrigos são locados em piquetes próximos ao estábulo, onde os bezerros são contidos por meio de correntes e coleiras, ou por meio de um cercado (solário), geralmente feito de tela de arame. A área deve ser bem drenada, protegida dos ventos e exposta ao sol no inverno. Além disso, o local deve ter um ligeiro desnível para permitir o escoamento dos dejetos e restos alimentares, que normalmente ficam acumulados tornando o ambiente desagradável. Os abrigos individuais devem estar distantes pelo menos 2,00 m um do outro e a 15,00 m de qualquer outro abrigo de animais domésticos, para evitar contágio em caso de doença. Os abrigos devem ficar direcionados para o lado do sol nascente, devido aos efeitos benéficos dos raios solares sobre a saúde dos animais e sobre sua higienização. A construção destes abrigos é simples e de baixo custo. Podem ser construídos de madeira compensada (Madeirit com 12 mm de espessura), fixando as chapas sobre uma armação de sarrafos de madeira de 4 cm por 4cm, com área do piso igual a 1,20m por 1,65m com a altura de 1,50m. A madeira é considerada boa material em termos de conforto térmico para animais jovens. É importante frisar que qualquer um dos sistemas pode apresentar resultados satisfatórios, mas, o criador deve ficar atento para os aspectos de controle de doenças e de higiene nas instalações. Por exemplo, a técnica de desinfetar o bezerreiro cada vez que um novo bezerro é instalado, é válida para qualquer dos sistemas, pois ajuda a reduzir o índice de incidência de doenças infeciosas que aumentam a taxa de mortalidade de bezerros, um dos grandes problemas enfrentado pela maioria

dos produtores de hoje. Outro exemplo é a utilização do manejo de casinhas individuais, onde em um terreno inclinado, o bezerro mais novo, sempre deve estar em uma casinha acima do bezerro mais velho, evitando a transmissão de doenças e casos de alagamento causados por chuvas.

Referências Bibliográficas LOPES, Marcos Aurélio; VIEIRA, F. Paulo. Criação de bezerros leiteiros. São Paulo: Funep, 1998.

69p.

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224p.

MACHADO, Raul Neto; FARONI, Carlos Eduardo; PAULETTI, Patrícia; BESSI, Rosana. Levantamento do manejo de bovinos leiteiros recém-nascidos: desempenho e aquisição de proteção passiva. Disponível em:

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