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PPRA

– PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE

RISCOS AMBIENTAIS –

DOCUMENTO BASE DO PPRA

Cliente:PETROBRÁS S.A. -REGAP

REFINARIA GABRIEL PASSOS

Executante:CITAR EMPRESA

Contrato Jurídico Nº:ESPECIFICAR CONFORME,
ESPECIFICAR CONTRATO JURÍDICO
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Nº Data Histórico das Alterações Revisado Aprovado
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Elaborado por: Nome / Cargo: Assinatura:
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Aprovado por: Nome / Cargo: Assinatura:
Data:

EMPRESA:

Início da Vigência Término da Vigência

........../........./......... ........../........./.......

DADOS DA SUBCONTRATADA:

Razão Social:

CNPJ:

CNAE: Grau de Risco:

Atividade:

Nº de empregados: Masculino : Feminino:

Endereço:

Bairro: Município:

CEP: Estado:

Telefone: Fax:

OBS.: SERÁ UTILIZADO O CAMPO DA SUBCONTRATADA
APENAS SE O PPRA FOR DA SUBCONTRATADA. CASO
CONTRÁRIO FAVOR EXCLUIR ITEM.
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DADOS DA CONTRATADA:

Razão Social:

CNPJ:

CNAE: Grau de Risco:

Atividade:

Nº de empregados: Masculino : Feminino:

Endereço:

Bairro: Município:

CEP: Estado:

Telefone: Fax:

DADOS DA CONTRATANTE:

Razão Social: PETRÓLEO BRASILEIRO S.A

CNPJ: 33000167/009320

CNAE: 19.21-7 Grau de Risco: 3

Atividade: Refino de Petróleo
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DADOS DO CONTRATO:

Objeto do contrato:

Número do Contrato:
Vigência do Contrato:
Fiscal: Setor:
Email fiscal:

DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES :

Descrição da Atividade:

Jornada de Trabalho:

LOCAL DA ATIVIDADE:

Local da execução da atividade: PETROLEO BRASILEIRO S/A REGAP
Endereço: Avenida Refinaria Gabriel Passos, nº 690. Bairro: Distrito Industrial Paulo
Camilo Sul - Betim- Minas Gerais, CEP – 32.669-205.

1. OBJETIVO

Este PPRA visa fundamentalmente à preservação da saúde e integridade física
dos trabalhadores da empresa XXXX, através das fases de antecipação,
reconhecimento, avaliação e controle dos riscos ambientais existentes ou que
venham a existir no ambiente de trabalho.

2. ABRANGÊNCIA

2.1 Aplica-se a todas as áreas e às atividades da empresa. (nome da empresa)

2.1.2 Atividades e operações desde a etapa de concepção e planejamento,
durante todo o seu andamento e até o seu encerramento;

3. DOCUMENTOS LEGAIS, DE REFERÊNCIA E COMPLEMENTARES.

Portaria 3214/78 do MTE e suas Normas Regulamentadoras.
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Anexo III – Exigências de SMS para Empresas Contratadas

4. DEFINIÇÕES E SIGLAS

4.1. Definições

Para fins deste Padrão aplicam-se as seguintes definições:

Análise global - é requisito legal da NR-9, descrito no item 9.2.1.1 e consiste
na avaliação do desenvolvimento do PPRA, para a realização dos ajustes
necessários e estabelecimento de novas metas e prioridades.

Avaliação dos riscos ocupacionais - Envolve basicamente a análise,
organização e sistematização dos dados obtidos na caracterização dos
riscos, através do agrupamento e articulação destas informações em
grupos de exposição similares, de seus respectivos perfis de exposição e
do grau de certeza atribuído a esta avaliação, segundo a qualidade,
quantidade, exatidão e precisão dos dados obtidos e analisados.

Desempenho – resultados mensuráveis do sistema de gestão de saúde e
segurança relativos ao controle dos riscos de saúde e segurança da
organização, baseado em sua política e objetivos de saúde e segurança.
nota: A medição do desempenho inclui a avaliação das atividades e resultados
da gestão de saúde e segurança.

Estratégia – planejamento para utilizar-se de maneira eficiente os recursos
disponíveis para alcançar uma meta.

Fator de risco – situação ou fonte potencial de dano em termos de acidentes
pessoais, doença, danos materiais, danos ao ambiente de trabalho, ao meio
ambiente ou a combinação dos mesmos.

Instalação - Edificações, conjunto de equipamentos e de componentes
instalados numa determinada área de propriedade do Sistema Petrobras ou
sob sua responsabilidade. Inclui canteiros de obra e frentes de trabalho.
Meta – requisito de desempenho detalhado, quantificado, aplicável ao PPRA
resultante dos objetivos.

Metodologia – estudo dos métodos e especialmente os métodos da ciência, ou
seja, é o caminho pelo qual se chega a um resultado fixado de modo
deliberado e refletido.

Plano de Ação - plano para o PPRA conforme descrito no item 9.2.1 da NR-9
e nos termos deste padrão.
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Higiene Ocupacional: É a ciência e arte devotada à antecipação,
reconhecimento, avaliação e controle dos fatores ambientais e tensões
originados no local de trabalho, que podem causar doenças, comprometimento
à saúde e ao bem estar, ou desconforto significante e influência entre os
trabalhadores, ou membros de uma comunidade.
Monitoramento: É o processo periódico e sistemático de avaliação ambiental.

GHE – Grupo Homogêneo de Exposição corresponde a um grupo de
trabalhadores que experimentam exposição semelhante, de forma que o
resultado fornecido pela avaliação da exposição de qualquer trabalhador do
grupo seja representativo da exposição do restante dos trabalhadores do
mesmo grupo.
Podendo-se utilizar outras siglas como GHER, GESR – Grupo Homogêneo de
Exposição ao Risco ou Grupo de Exposição Similar ao Risco.
Essa definição é de suma importância no subsídio aos trabalhos de Higiene
Ocupacional (na realização das avaliações pessoais), pois, nas fases de
reconhecimento e avaliação são exigidos critérios técnicos que mais se
aproximem da realidade, minimizando as “incertezas” nos resultados das
avaliações ambientais e, conseqüentemente, melhor desempenho no
julgamento de “Grau de Risco”.
Cada grupo definido deverá ser analisado quanto às atribuições realizadas,
locais de trabalho, agentes agressivos existentes, bem como a condição de
exposição aos riscos ocupacionais, classificando-os de acordo com a
freqüência de exposição (% do tempo exposto ao agente);

OBS: Algumas características importantes que deverão ser consideradas na
definição dos GHE:

-Tempo de exposição;
- Local de Trabalho (Áreas e setores);
- Período de trabalho (Ex: turno das 07:30 às 15:30);
- Cargos e funções ocupadas;
- Tarefas e atividades executadas;
- Agentes agressivos;
- Freqüência do Trabalho: repetitivo (rotinas) e não repetitivo (situações
esporádicas);

4.2. Siglas

ABHO - Associação Brasileira de Higiene Ocupacional
ACGIH - American Conference of Governmental Industrial Hygienists
AIHA - American Industrial Hygienists Association
APR-HO - Análise Preliminar de Riscos para Higiene Ocupacional
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ASO – Atestado de Saúde Ocupacional
CIPA - Comissão Interna de Prevenção de Acidentes
DDSMS - Diálogo Diário de Segurança, Meio Ambiente e Saúde
EPI – Equipamento de Proteção Individual
FUNDACENTRO – Fundação Jorge Duprat Figueiredo de Medicina e
Segurança do Trabalho
HO – Higiene Ocupacional
IOHA - International Occupational Hygienists Association
LEO – Limite de Exposição Ocupacional
NIOSH - National Institute for Occupational Safety and Health
OIT – Organização Internacional do Trabalho
OMS – Organização Mundial de Saúde
PCA - Programa de Conservação Auditiva
PCMSO - Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional
PPEOB - Programa de Prevenção da Exposição Ocupacional ao Benzeno,
conforme Anexo 13-A da NR-15.
PPR - Programa de Proteção Respiratória, conforme Instrução Normativa no.1
da DSST, de 11.04.1994.
PPRA - Programa de Prevenção de Riscos Ambientais tal como definido pela
NR-9 do MTE.
SMS - Segurança, Meio Ambiente e Saúde.
SIPAT - Semana Interna de Prevenção de Acidentes de Trabalho.
GHER – Grupo Homogêneo de Exposição ao Risco.

5. PRINCÍPIOS E INTEGRAÇÃO

5.3 O PPRA é considerado como parte integrante do conjunto das iniciativas da
Contratada no campo da preservação da saúde e da integridade física dos
trabalhadores, através da integração como:

PCMSO – Programa de Controle Medico e Saúde Ocupacional
PPEOB – Programa de Prevenção da Exposição Ocupacional ao Benzeno
PCA – Programa de Conservação Auditiva
PPR – Programa de Proteção Respiratória
PCMAT – Programa de Condições e Meio Ambiente de Trabalho.
MVUE – Melhor Estimativa da Média (tradução)
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6. RESPONSABILIDADE E AUTORIDADE

6.1. Compete ao empregador da empresa
a) Dar recursos para Implantar, implementar e manter o PPRA;
b) Nomear o Coordenador do PPRA indicando-o em documento;
c) Aprovar o Documento Base e os Planos de Ação de cada exercício;
e) Promover a análise global do andamento do PPRA em base mínima anual.

6.2. Compete ao coordenador da empresa
a) Coordenar as ações do Programa de Prevenção de Riscos Ambientais;
b) Gerar, atualizar e manter os documentos e registros do PPRA.
c) Elaborar o documento para a análise global do programa;
d) Elaborar o Plano de Ação;
e) Informar ao Coordenador do PCMSO quanto a resultados de
reconhecimento e avaliações de agentes ambientais.

6.3. Compete aos Gerentes, Coordenadores, Líderes de Projetos e
Supervisores (Cada contratada adaptar à sua estrutura):
a) Desenvolver o Plano de Ação previsto na área de sua competência;
b) Acompanhar a implementação de medidas de controle de riscos ambientais
em suas atividades até a sua conclusão;
c) Assegurar que a atividade de antecipação de riscos ambientais seja
desenvolvida.
d) Divulgar em sua área de competência os dados do PPRA de acordo com o
previsto na NR-9 e NR-1.

6.4. Compete ao SESMT da empresa contratada, ou pessoa indicada para o
cumprimento das exigências relativas as atividades de segurança (conforme
anexo III Item 5.9.4)
a) Analisar e encaminhar a documentação para a reunião de análise global do
PPRA;
b) Participar da reunião de análise global do PPRA;
c) Apresentar a análise global e o Plano de Ação para a CIPA;

6.5. Compete ao Coordenador do PCMSO:
a) Desenvolver o PCMSO de acordo com os dados do PPRA;
b) Comunicar ao Coordenador do PPRA a existência de alterações de
indicadores biológicos de exposição por GHE ou queixas dos trabalhadores,
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promovendo a integração entre os programas e retroalimentação quanto à
eficácia de medidas de controle adotadas;

6.6 Compete a CIPA:
a) Colaborar para o desenvolvimento e implementação do PPRA;

6.7. Compete aos Trabalhadores:
a) Cumprir as recomendações oriundas do PPRA;
b) Participar de treinamentos relativos ao PPRA;
c) Tomar conhecimento dos riscos ambientais existentes em seu local de
trabalho e das medidas preventivas para o seu controle;
d) Comunicar à sua supervisão imediata a percepção de novos riscos
ambientais em seu local de trabalho;
e) Zelar pelo bom funcionamento dos equipamentos de controle de riscos
ambientais implementados em sua área, informando à supervisão quando
ocorrer qualquer falha ou degradação;
f) Colaborar com o processo de melhoria contínua dos ambientes de trabalho;
g) Utilizar os EPIs recomendados;
f) Elaborar e revisar procedimentos de prevenção da exposição aos riscos
ambientais.

7. DESENVOLVIMENTO DO PPRA

7.1 Elementos para Desenvolvimento

7.1.1 identificação e caracterização dos riscos ambientais (Físicos, Químicos e
Biológicos).

7.1.2 estabelecimento de metas e prioridades para avaliação ambiental.

7.1.3 execução das avaliações ambientais

7.1.4 estudo e estabelecimento de prioridades de ações de controle

7.1.5 implantação e implementação das medidas de controle e avaliação de
sua eficácia

7.1.6 registro e divulgação dos dados
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7.2 Requisitos Técnicos

7.2.1 Critérios para priorização das avaliações dos riscos

Os critérios adotados para estimar e julgar a tolerabilidade dos riscos são
iguais ou mais restritivos que o padrão legal, e têm como finalidade a
priorização de ações e a redução ao máximo possível das exposições,
considerando as viabilidades técnicas e econômicas.
O risco é estimado em função da probabilidade de ocorrência e gravidade de
ocorrência de danos, combinando-se as estimativas da probabilidade com
estimativas da gravidade do dano potencial. São propostas cinco categorias de
riscos:

 Risco Trivial
 Risco Tolerável
 Risco Moderado
 Risco Substancial
 Risco Não Tolerável

A metodologia adotada para estudos dos riscos ocupacionais está descrita no
procedimento: “Critérios para a priorização de avaliações quantitativas”. Como
segue abaixo:

PROCEDIMENTO PARA PRIORIZAÇÃO DE AVALIAÇÕES QUANTITATIVAS

O critério proposto para ser utilizado para priorizar os riscos de cada GHE é o
da combinação da probabilidade de exposição e do potencial de dano a saúde.

Fazer a gradação da probabilidade de exposição, atribuindo um índice de
significância (S) variando de 1 a 4. Para definir o índice S usar os critérios
relacionados a seguir (apresentados detalhadamente na Tabela 1) e a seguinte
pergunta:
“Qual a chance (probabilidade) que o trabalhador exposto tem de sofrer uma
lesão ou desenvolver uma doença se as condições de trabalho permanecerem
iguais às presente no momento?”

Critérios para definir o valor de S:

 S definido a partir do perfil de exposição qualitativo, quando não
forem possíveis ou disponíveis dados quantitativos. Quanto maior a
exposição (relação entre a intensidade ou concentração, duração e
freqüência), maior será a probabilidade de ocorrência do dano e
maior o valor de S.
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Tabela 1 - Critérios para valoração da significância da exposição (S)
S
Índice de CRITÉRIO UTILIZADO
Significância Perfil de exposição qualitativo
da exposição
1 Exposição baixa: contato não freqüente com o agente ou freqüente a
baixíssimas concentrações / intensidades.
Exposição moderada:
2
contato freqüente com o agente em baixas concentrações / intensidades
ou contato não freqüente a altas concentrações / intensidades.
3 Exposição significativa:
contato freqüente com o agente em altas concentrações / intensidades.
Exposição alta:
4
contato freqüente com o agente em concentrações / intensidades
elevadíssima.

A graduação do potencial do agente de causar danos é feita, utilizando critérios
relacionados a seguir:

 o potencial carcinogênico, mutagênico e teratogênico de agentes físicos
e químicos;
 o potencial de danos agudos e crônicos dos agentes físicos;
 o potencial de agentes químicos de causar danos locais quando em
contato com olhos e pele;
 o valor do TLVs para contaminantes atmosféricos, pois quanto menor for
o valor do TLVs maior será o potencial do agente de causar danos.
Utilizar este critério apenas se não for possível definir a severidade ou
gravidade do efeito crítico (para gases e vapores, utilizar os valores em
ppm e para particulados, utilizar os valores em mg/m3).
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Tabela 2 - CRITÉRIOS PARA GRADUAÇÃO DA GRAVIDADE EM FUNÇÃO DO POTENCIAL DO AGENTE DE CAUSAR
DANOS.
CRITÉRIO UTILIZADO
G Potencial carcinogênico, mutagênico Potencial de danos, agudos Potencial de danos locais por TLVs (ACGIH)-
ou teratogênico (Ag. químicos e e crônicos (agentes físicos) contato com olhos e pele Contaminantes
físicos) (Agentes químicos) atmosféricos
Gás / vapor ou
Particulado
Agentes sob suspeita de ser Lesão ou doença leve, com Agente classificado como
carcinogênico, mutagênico ou efeitos reversíveis irritante leve para a pele, olhos e
1  10
teratogênico mas os dados existentes levemente prejudiciais ou mucosas. > 500 ppm
mg/m3
são insufici- entes para classificar. sem efeitos adversos
(Grupo A4 da ACGIH) conhecidos.
Agente carcinogênico, teratogênico ou Lesão ou doença sérias, Agente classificado como
mutagênico confirmado para animais. com efeitos reversíveis irritante para mucosas, olhos, 101 a 500 > 1 e <10
2
(Grupo A3 da ACGIH) severos e prejudiciais. pele e sistema respiratório ppm mg/m3
superior
Agente carcinogênico, teratogênico ou Lesão ou doença críticas, Agente altamente irritante ou
mutagênico suspeito para seres com efeitos irreversíveis corrosivo para mucosas, pele,
humanos. severos e prejudiciais que sistema respiratório e digestivo, 11 a 100 0,1 e  1
3
(Grupo A2 da ACGIH) podem limitar a capacidade resultando em lesões ppm mg/m3
funcional. irreversíveis limitantes da
capacidade funcional.
Agente carcinogênico, teratogênico ou Lesão ou doença Agente com efeito cáustico ou
mutagênico confirmado para seres corrosivo severo sobre a pele,
incapacitante ou fatal.
humanos. mucosa e olhos (ameaça causar  0,1
4  10 ppm
(Grupo A1 da ACGIH) perda da visão), podendo mg/m3
resultar em morte ou lesões
incapacitantes.
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Definir a categoria do risco para cada tipo de exposição ou contato / dano
potencial a partir dos valores dos índices de significância (S) e gravidade (G), utilizando
a matriz apresentada na Tabela 3 que define a categoria de risco correspondente.
Registrar essa categoria de risco no campo correspondente da planilha de
Reconhecimento e Avaliação de Riscos.

Tabela 3 - Matriz de Risco para Estimar o Nível de Risco

RISCO RISCO RISCO RISCO
4
MODERADO SUBSTANCIAL SUBSTANCIAL NÃO
TOLERÁVEL
C B B
S A
I
G 3 RISCO RISCO RISCO RISCO
N TOLERÁVEL MODERADO SUBSTANCIAL SUBSTANCIAL
I
F D C B B
I
C RISCO RISCO RISCO RISCO
2
 TOLERÁVEL MODERADO MODERADO SUBSTANCIAL
N
D C C B
C
I RISCO RISCO RISCO RISCO
A 1
TRIVIAL TOLERÁVEL TOLERÁVEL MODERADO
(S) E D D C

1 2 3 4

G r a v i d a d e (G)
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PRIORIDADE DA AVALIAÇÃO

A ADOTAR MEDIDAS DE CONTROLE

B REALIZAR AVALIAÇÃO EM ATÉ 12 MESES ou 50% DO PERÍODO DO CONTRATO.

C REALIZAR AVALIAÇÃO EM ATÉ 24 MESES ou 75% DO PERÍODO DO CONTRATO.

D REALIZAR AVALIAÇÃO EM ATÉ 36 MESES ou 90% DO PERÍODO DO CONTRATO.

E NÃO AVALIAR

Observações:

Situações a serem consideradas na priorização dos agentes:

 Estudos epidemiológicos do PCMSO;
 Solicitações do poder público (DRT, Min. Público, órgão ambiental);
 Auditorias de certificação;
 CIPA e Sindicato;
 Considerar determinados agentes, como asbesto, que apresentam, pelos efeitos
que causam, potencial de gravidade significativo, sendo enquadrados no grau 4
da Tabela 2;
 Benzeno que tem legislação específica;
 Substancias manuseada em ambientes com “ventilação local exaustora - VLE”
(exemplos: capelas e coifas em laboratórios) não devem ser consideradas para
fins deste procedimento, desde que seja garantido o funcionamento adequado da
VLE;

7.2.2 Matriz de Conclusão do reconhecimento aos Agentes de Risco identificados.
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Utilizar a planilha abaixo como forma de registrar as informações obtidas no
reconhecimento identificando: grupos homogêneos ou cargo, fonte geradora do agente e
sua localização (onde ocorre),meio de propagação, controle existente aplicado ao
agente, números de exposto, e os dados obtidos nos critérios para priorização das
avaliações dos riscos, dados obtidos em avaliações quantitativa e a ação que será
tomada sobre o agente. Exemplo:
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RECONHECIMENTO DE RISCO – ANÁLISE QUALITATIVA.
CARGO
Descrição da Atividade: AVALIAÇÃO
Fonte Avaliação
Meio de Controle N° de Grau de AÇÃO
Risco /Agente Geradora/ Signif. Grav. quantitativ
Propagação existente expostos Risco ADOTADA
Local a
Trivial (1,1)
Tolerável (1,2),
Máquinas e (2,1), (1,3), (1,3)
Monitoramento,
equipamentos Moderado (1,4),
(2,2), (2,3), (3,2), Treinamentos
Ruído de processo/ ar EPI 2 2 2 (4,1), A avaliar
quanto ao uso de
Físico Unidades de Substancial
(2,4), (3,4), (3,3), EPI´s, ,
Processo (4,3), (4,2), Não
________ Tolerável (4,4)
Trivial (1,1)
Tolerável (1,2), 1monitoramento no
(2,1), (1,3), (1,3)
Moderado (1,4),
prazo de 24
Fumos de Processo de EPI e (2,2), (2,3), (3,2), meses.
ar 2 2 2 (4,1), A avaliar
Químico solda solda/Oficinas Exaustão Treinamento
Substancial
(2,4), (3,4), (3,3), quanto ao uso de
(4,3), (4,2), Não máscaras
Tolerável (4,4)

Biológico inexistente --- --- --- --- --- --- ---
Danos à saúde:
Ruído Perda auditiva.......
Fumos
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7.2.3 ESTABELECIMENTO DOS GRUPOS HOMOGÊNEOS DE EXPOSIÇÃO – GHE

São os grupos de trabalhadores que experimentam uma exposição semelhante, de
forma que, o resultado fornecido pela avaliação da exposição de qualquer trabalhador
do grupo seja representativo da exposição do restante.

Cargos / Número Agentes de Risco
GHE Setor
Funções Empregados Físico Químico Biológico
Tornearia Auxiliar de Tornearia 01
torneiro 05 Ruído
Poeira -
Torneiro Calor
mecânico
Limpeza Auxiliar de Conservação 01
torneiro 05
Torneiro 04
mecânico 08 Microoganismos
- -
Auxiliar Patogênicos
Administrativo
Auxiliar de
escritório
Administrativo I Auxiliar Administrativ 04
Administrativo o 08
- -
Auxiliar de
escritório
Administrativo II Encarregado de Administrativ 01
DP o 02
- - Não reconhecidos
Supervisor
Administrativo

A definição dos GHE´S que a empresa está relacionando será a referência para
avaliação ambiental.

Obrigatório realizar pelo menos 01 avaliação ambiental para cada agente de seu
respectivo GHE.
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8. Fluxograma da obra e/ou atividade

Maquinas e Riscos Local dos Medidas de
Etapas da obra
equipamentos utilizados decorrentes trabalhos controle
Exemplo: Caminhão Munck, stropos,
EPIs. básicos,
1ª.fase - mobilização do cintas, alavancas e pés de
Físico Canteiro nº...
canteiro cabra
2ª. fase: instalação do Caminhão Munck, Guindaste,
EPIs. básicos,
canteiro avançado nas frentes Lixadeira e Furadeira, chaves
Físico Unidade....
de trabalho de fenda e alicate
3ª. fase: instalação de Caminhão Munck, cintas e EPIs. básicos,
máquinas de solda stropos Físico Unidade...
4ª. fase: serviços de soldagem EPIs. básicos,
Máquinas de solda Físico
de metais Unidade...
5ª. fase:....... ...... ........ ...... .......

9. EPI - Equipamento de Proteção Individual

Descrever procedimento sobre EPI, quanto a uso, fornecimento, higienização,
guarda, conservação, manutenção e reposição de EPI´s ou anexar.

9.1 EPI por Função/Cargo
óculos de Segurança
bota de segurança

protetor auricular

luva de raspa

luva de PVC

Função/ Cargo
Capacete

Ajudante X X X X X
Almoxarife X X X X X
Aux. Administrativo
Engenheiro Mecânico X
Operador de máquina X
Supervisor

10. Estratégia e periodicidade de avaliação ambiental
10.1 . CRONOGRAMA DE AÇÕES
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Com base no reconhecimento e no critério para priorização das avaliações dos riscos, a
empresa deverá registrar em um cronograma de ação os prazos para a realização das
avaliações das exposições dos riscos ambientais. Neste cronograma poderão ser
colocadas outras ações que a empresa julgar necessário, como exemplo: Treinamentos,
palestras apresentações de resultados para CIPA, etc...

Data
Ação Metodologia de Ação Prioridade Responsável
Previsto Realizado
Antecipação dos riscos Identificar, analisar e descrever as NOME DA mm/aa
ambientais atividades reconhecidas como EMPRESA OU Junto com o
Alta
agressivas à saúde por exposição NOME DO documento
e/ou contato. PREPOSTO base
Reconhecimento de riscos Identificar riscos através de:
ambientais. inspeções nos postos de trabalho;
NOME DA mm/aa
entrevistas; características das
EMPRESA OU Junto com o
atividades; produtos e materiais Alta
NOME DO documento
utilizados; identificação das fontes
PREPOSTO base
geradoras e do número de
trabalhadores expostos; etc.
Realizar avaliação Avaliar os riscos reconhecidos nos mm/aa
qualitativa e quantitativa ambientes de trabalho, utilizando-se PRAZO
NOME DA
dos riscos PPRA / AQ de técnicas e equipamentos que MÁXIMO
EMPRESA OU
garantam a confiabilidade da análise. Alta DE 45 DIAS
NOME DO
APÓS O
PREPOSTO
INICIO DO
CONTRATO
Estabelecer as ações e Determinar as ações que deverão ser
NOME DA
investimentos necessários adotadas de modo a viabilizar a
EMPRESA OU
ao controle dos riscos atenuação ou neutralização do Média mm/aa
NOME DO
avaliados. impacto dos riscos à saúde dos
PREPOSTO
trabalhadores.
Elaborar procedimentos Descrever os procedimentos de NOME DA
específicos e divulgar segurança a serem cumpridos no EMPRESA OU
Média mm/aa
quando necessário. desenvolvimento das atividades, NOME DO
incluindo uso dos EPIs e EPCs. PREPOSTO
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ANO
ATIVIDADES
1- Fornecer medidas de controle dos riscos
ambientais reconhecidos no PPRA
2- Realizar treinamento de segurança seguintes
assuntos:
 Procedimentos quanto a uso,
fornecimento, higienização, guarda,
conservação, manutenção e reposição
e descarte de EPI´s
 Proteção respiratória;
 Proteção auditiva;
 Ergonomia (postura correta no trabalho
e levantamento e transporte manual de
peso).
3- Informar aos funcionários os riscos levantados
neste PPRA
4- Divulgar e discutir o PPRA na reunião da CIPA
quando existente na empresa
5- Estabelecer DDS - Diálogo Diário de
Segurança, com devido registro de presença
6- Exames médicos de saúde (exames periódicos)
7- Estabelecer um programa de inspeções de
equipamentos e ferramentas.
8- Avaliação do desenvolvimento do Programa
9- Treinamento de CIPA ou designado.
10- Análise Global do PPRA

 Para contratos com período superior a 12 meses a análise global deverá ser programada para data de vencimento do
programa.
 Para os contratos com período inferior a 12 meses a análise global deverá ser programada para 15 dias antes do término do
contrato.
 Descrever formato dia/mês/ano dentro do quadrinho
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10.2. Implementação e Execução das Atividades

A avaliação quantitativa é realizada através de serviço próprio ou contratado e é
conduzida por um especialista para:

a) comprovar o controle da exposição ou a inexistência dos riscos identificados na etapa
de reconhecimento e caracterização dos mesmos.

b) dimensionar a exposição dos trabalhadores.

c) subsidiar a implantação das medidas de controle.

d) atender requisito legal

Este item estará contemplado no documento de avaliação quantitativa denominado AQ,
conforme data de realização estabelecida no cronograma do PPRA. E deverá ser
entregue ao SAF BASE DE ÁLCOOL para análise.

10.3. Antecipação de Riscos Ambientais

10.3.1. As ocorrências previsíveis de riscos ambientais devem ser antecipadas pela
análise estruturada para novos projetos, modificações, novos equipamentos, alterações
de processos e inclusão de novos materiais nas atividades da instalação.
10.3.2. A etapa de antecipação dos riscos deve ocorrer desde as fases de concepção do
projeto até o seu detalhamento

10.4. Reconhecimento de Riscos Ambientais

O Reconhecimento abrangente e detalhado de riscos ambientais é realizado em todos
os processos e atividades, no âmbito da instalação, tendo sua conclusão registrada
através da Matriz de “Reconhecimento de risco – Avaliação Qualitativa“ aos Agentes de
Risco identificados, que é o formato para reconhecimento de riscos ambientais.

10.5. Avaliação de Riscos Ambientais
O planejamento das avaliações dos riscos ambientais deve estar descrito no
“Planejamento Anual de Ações do PPRA – Plano de Ação” do ano vigente.
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10.6. Implantação de Medidas de Controle de Riscos Ambientais
10.6.1. As ações de controle sobre riscos ambientais podem ocorrer em qualquer etapa
do processo do PPRA (antecipação, reconhecimento ou avaliação), e devem ser
adotadas e ter sua prioridade definida com base no “PROCEDIMENTO PARA
PRIORIZAÇÃO DE AVALIAÇÕES QUANTITATIVAS”.

10.6.2 As medidas de controle são adotadas para a eliminação ou a minimização dos
riscos sempre que:

a) identificados na fase de antecipação, e sejam caracterizados como risco potencial à
saúde;
b) constatados na fase de reconhecimento, e sejam caracterizados como risco evidente
à saúde;
c) os resultados das avaliações quantitativas da exposição dos trabalhadores
excederem os valores de limites de exposição ocupacional previstos na NR-15 ou, na
ausência destes, os valores de limites de exposição ocupacional adotados pela ACGIH –
American Conference of Governmental Industrial Higyenists, ou aqueles que venham a
ser estabelecidos em negociação coletiva de trabalho, desde que mais rigorosos do que
os critérios técnicos legais estabelecidos;

d) ficar caracterizado, através do controle médico da saúde, o nexo causal entre danos
observados à saúde dos trabalhadores e a exposição ocupacional;

10.6.3 O estudo, desenvolvimento e implementação de medidas de proteção coletiva
obedecerão a seguinte hierarquia:

a) Medidas que eliminem ou reduzam a utilização ou a formação de agentes prejudiciais
a saúde;
b) medidas que previnam a liberação ou disseminação dos agentes no ambiente de
trabalho;

c) medidas que reduzam os níveis ou a concentração dos agentes no ambiente de
trabalho.

10.6.3.1 Quando da implementação de medidas de caráter coletivo, esta será
acompanhada de treinamento dos trabalhadores quanto aos procedimentos que
assegurem a sua eficiência e de informação sobre as eventuais limitações de proteção
que ofereçam.

10.6.4 Quando for comprovada a inviabilidade da adoção de medidas de proteção
coletiva, ou quando estas não forem suficientes ou encontrarem em fase de estudo,
planejamento ou implantação, ou ainda em caráter complementar ou emergencial, serão
adotadas outras medidas, obedecendo-se a seguinte hierarquia:
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a) medidas de caráter administrativo ou de organização do trabalho
b) utilização de equipamentos de proteção individual – EPI, com treinamento dos
usuários.

10.7. Monitoramento Periódico de Agentes Ambientais

10.7.1. A periodicidade de monitoramento de riscos ambientais será definida no
“PROCEDIMENTO PARA PRIORIZAÇÃO DE AVALIAÇÕES QUANTITATIVAS” e os
métodos de controle revisados até que a exposição ao agente ambiental seja
considerada tolerável.

10.7.2. Para agentes ambientais que possuem estratégia de amostragem e
periodicidade de monitoramento definidos em legislação específica, seguir o exigido na
mesma. (Por exemplo, Benzeno, Anexo 13-A da NR-15)

11. DIVULGAÇÃO DO PPRA E DOS SEUS DADOS

11.1. O PPRA é documentalmente estabelecido através, dos seus anuários e de
documentos complementares, como citados neste padrão.
11.2. O PPRA deve ser divulgado e seus dados acessíveis na forma apropriada e
suficiente segundo o item 9.5 da NR-9 e das demais provisões legais constantes na NR-
11.3. São exemplos de divulgação:
a) DDSMS - diálogo diário de segurança, meio ambiente e saúde;
b) Apresentação e discussão na CIPA (requisito da NR-9)
c) SIPAT
d) Palestras
e) Reuniões.

12. PLANO DE AÇÃO DO PPRA

12.1. O Plano de Ação contem metas gerais e específicas e possui:
a) Cronograma de Avaliação de Agentes Ambientais, segundo os resultados das fases
de antecipação e reconhecimento;
b) Cronograma de Ações de Controle de Riscos Ambientais, quando aplicável.

13. ANUÁRIOS DO PPRA, REGISTROS E MANUTENÇÃO DOS DADOS
OCUPACIONAIS

13.1. A partir do documento-base original, são elaborados, a cada exercício, os Anuários
do PPRA, que o complementam e o integram, os quais devem conter:
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a) Plano de Ação do Exercício com os Cronogramas de Avaliação e Controle dos
Riscos;
b) Os resultados de Avaliações Ambientais, documentadas segundo relatórios técnicos
específicos, com as devidas remissões de atualização de documentos anteriores,
quando aplicável;
c) Todos os registros da estrutura de documentação do período;
d) Todos os Projetos relativos às ações de controle sobre os riscos ambientais;
e) Atas de reuniões, atos administrativos e registros de inspeções legais.
13.2. O Documento Base e os Anuários do PPRA devem existir em meio físico, podendo
ainda existir em meio eletrônico, com as devidas remissões para os documentos
citados.
13.3. Constituem-se registros do PPRA toda documentação técnica, cientifica e
administrativa do seu desenvolvimento, os quais fazem parte dos registros de SMS da
Unidade.
13.4. Os registros do PPRA devem ser mantidos por um período de pelo menos 20
anos.
13.5. A manutenção dos dados do PPRA deverá ser cumulativa, não se descartando
nenhum dado anterior, a partir da vigência do documento base original.
13.6. Todos os dados ambientais novos serão agregados ao histórico pré-existente, por
exercício(anual). A documentação técnica (relatórios, avaliações, projetos de controle,
recomendações de melhorias) deve atualizar a anterior, que será mantida, explicitando-
se a data e vigência das novas condições.
13.7 Todas as avaliações realizadas, serão acompanhadas de um dossiê onde
constarão as seguintes informações:

 Estratégias e metodologias
 Planilhas de Riscos
 Relatórios e resultados de avaliações de risco e monitoramento ambiental
 Indicação de medidas de controle necessárias
 Medidas de controle existentes e implementadas

14. AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO

14.1. A Coordenação do PPRA deve promover, em conjunto com o empregador, análise
global do desempenho do programa, pelo menos uma vez ao ano.
14.2. Avaliar o grau de atendimento do Plano de Ação e definir as correções
necessárias, assim como as novas metas para o plano de ação e os cronogramas do
exercício seguinte.
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15. ASSINATURAS

15.1 Responsável pela elaboração do PPRA:

___________________________
Nome:
Profissão:
Registro conselho de classe:

15.2 Coordenador do PPRA.

_______________________________
Nome:
Responsável pela implantação do PPRA

16. LOCAL E DATA

ORIENTAÇÕES:

1-Todas as páginas do PPRA deverão ser rubricadas pelo responsável pela
elaboração do programa, a rubrica deverá ser identificada através de
carimbo contendo no mínimo o nome do responsável pela elaboração e o nº
do seu registro (o carimbo deve estar legível).

2- Inserir cópia da ata de reunião realizada com o SAF REGAP.

3 - O documento que é entregue digitalizado deverá ser idêntico ao
entregue em meio físico, a incompatibilidade entre os programas gera
pendência.
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4 - Ao ser identificado manuseio de produto químico nas atividades
correlacionadas às funções expostas apresentar em anexo no PPRA as
FISPQ para verificação da composição do produto e enviar as FISPQ para
andremussel@petrobras.com.br para uma análise da FISPQ pela CHO em
conformidade com os requisitos da legislação vigente.

5 - Caso o programa seja elaborado por engenheiro anexar ART e
comprovante de pagamento ao PPRA. Preencher todos os campos
existentes na ART, no campo dados da OBRA/SERVIÇO colocar o
endereço do local onde os serviços serão realizados.

6 - OBS: QUALQUER ALTERAÇÃO OU INCLUSÃO DE INFORMAÇÕES
NO PROGRAMA DEVERÁ SER FEITA ATRAVÉS DE ADENDO. PARA
INCLUSÃO DE FUNÇÕES SOLICITAR MODELO DE ADENDO AO SAF
ATRAVÉS DO EMAIL saf_seguranca@armprevine.com.br

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