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Jf / Problems Cs Engenharia Mecanica Estatica Mais de 630 problemas resolvidos = Explanac6es concisas de todos os conceitos = Inclui triada ortogonal de vetores unitarios, resultante de sistemas de forcas distribuidas, dos sistemas nao coplanares de for: do diagrama de cortantes e declividade do diagrama de momentos E.W. Nelson, C.L. Best, W.G. McLean, Merle C. Potter E. W. NELSON graduou-se como B.S.M.E. e M.Adm.E. pela New York University. Ensinou Engenharia Mecanica na Faculdade de Lafayette e, mais tarde, integrou a consultoria em engenharia da Wester Electric Company (atualmente Lucent Technologies). Aposentado, deixou a Western Electric, ¢ atualmente € membro da Sociedade Americana de En- genharia Mecanica. Detém o titulo de Professional Engineer e é membro de Tau Beta Pi e Pi Tau Sigma, CHARLES L. BEST ¢ professor emérito da Faculdade de Engenharia de Lafayette. Graduou-se B.S.M.E. em Princeton, M.S. em Matematica pelo Instituto Politéenico do Brooklyn e é Ph.D. em Mecdniea Aplicada pelo Istituto Poitenico «da Virgina. E coautor de dois vos de Engenharia Mecnica ede outro de programagio em FORTRAN, para estudantes de engenharia, Emembro da Tau Beta W. G. MeLEAN ¢ diretor emérito da Faculdade de Engenharia de Lafayette, Graduou-se B.S.M.E, pela Faculdade de Lafayette e SoM. pela Brown University. E Eng. D. honorério da Faculdade de Lafayette. E coautor de dois livros em ‘engenharia mecfinica, ex-presidente da Sociedade de Profissionais de Engenharia da Pennsylvania e participante ativo nos comités de normalizago ¢ padronizagio da Sociedade Americana de Engenharia Mecdnica. Detém 0 titulo de Pro fessional Engineer e é membro de Phi Beta Kappa e de Tau Beta Pi. MERLE C. POTTER graduou-se B.S. ¢ MS. pela Universidade Tecnolsgica de Michigan, B.S. e Ph.D. pela Univer- sidade de Michigan, E autor de livros em Mecinica dos Fluidos, Termodindmica, Ciéneias do Calor, EquagSes Diferen- ciais, Matematica Avangada em Engenharia e Resisténeia eos Materiais,além de revisor téenico de inimeros cadernos de exames para engenheiros. Suas pesquisas envolvem estabilidade de escoamento de fluidos € t6picos relacionados 2 ‘energia, Além de receber viros prémios na drea do ensino, a ASME o premiou com a Medalha de Ouro James Harty Potter em 2008. E professor emeérto de Engenharia Mectinica na Universidade Estadual de Michigan e continua a escre- ver ejogar golf TOR, aR ag aa eRe. — 0 namaro™ E57. Engenharia mecinica {recurso eletrOnico]: esttiea/E, W, Nelson . et al]: tradugdo: Jose Benaque Rubert:revisio téenica: Walter Libardi, ~ Dados eletrnicos, - Porto Alegre Bookman, 2013 (Colegio Schaum) Ealtado tamipém como livro impresso em 2013, ISBN 978-85-8260-043-6 1. Engenharia mecinica. 2, Estitica I. Nelson, E,W. DU 6215312 ‘Catalogago na publicagdo: Ana Paula M. Magnus —-CRB 10/2052 E. W. Nelson W. G. McLean Engenheiro Supervisor Aposentado Diretor Emérito de Engenharia Western Electric Company Faculdade de Lafayette Charles L. Best Merle C. Potter Professor Emérito Professor Emérito de Engenharia Mecanica Facufdade de Lafayette Universidade Estadual de Michigan Engenharia Mecanica Estatica ‘Tradugio Jose Benaque Rubert Doutor em Engenharia Civil pela Universidade de So Paulo Doutorem Programa Sanduiche pela Université Poltéenica de Catalunya Intemational Center For Numerical Meth Professor adjunto coordenador do curso de Engenharia Mecinica da UFSCAR Revis Walter Libardi Doutor em Engenharia Civil pela Universidade de Sio Paulo Pés-Doutor pela Northwestern University/USA, Professor associado do Departamento de Engenharia de MateriaivUFSCAR 10 t6enica Versio impressa desta obra: 2013 2013, ‘Obra originalmente publicada sob o titulo Setaaumn’s Outline of Engineering Mechanics: States ISBN 007 1632379/9780071632379 (Original edition copyright ©2010, The McGraw-Hill Companies.Inc., New York, New York 10020 Al rights reserve. Portuguese language translation copyright ©2013 Bookman Companhia Editora Lida., a Grupo A Educagio S.A. company. Al rights reserved. Gerente editorial: Arsinha Jacques Affonso Colaboraram nesta edigao: Coordenadora editorial: Denise Weber Nowaczyk Capa: VS Digital (arte sobre capa original) Leitura final: Maria Eduarda Fet Tabajara Editoragio eletrinicu: Techbooks Reservados todos os direitos de publieagio, em lingua portuguesa, & BOOKMAN EDITORA LTDA., uma empresa do GRUPO A EDUCAGAO S.A. Ay. Jeronimo de Ornelas, 670 ~ Santana ‘9000-340 ~ Porto Alegre ~ RS Fone: (51) 3027-7000” Fax: (51) 3027-7070 E proibida a duplicacao ou reprodusio deste volume, no todo ou em parte, sob quaisquer formas ou por quaisquer meios (eletOnico, mecinico, sravagao, otoedpia, distribuigo na Web «© outros), sem petmissdo expressa da Eiitora, Unidad S30 Paulo Av. Embaixador Macedo Soares, 10.735 ~ Vila Anasticio ~ 05095-0835 ~ Sao Paulo ~ SP Fone: (11) 3665-1100 Fax: (11) 3667-1333 lho 5 ~ Cond. Espace Center ‘SAC 0800 703-3444 — wows grupoa.com.br IMPRESSO NO BRASIL. PRINTED IN BRAZIL. Prefacio Este livro se destina a complementar os textos tradicionais, principalmente ajudando estudantes de engenharia e de ciéncias a aprofundar o conhecimento ¢ a proficiéncia em Estitica, Ele se baseia na convicgaio que os autores tém de que uma boa quantidade de exereicios resolvidos € uma das melhores formas de esclarecer os prine‘pios, Embora este livro ndo se relacione precisamente com qualquer outro texto, os autores sentem que ele pode ser um valioso complemento para todos eles As edigdes anteriores deste livro foram muitos bem aceitas. Esta ediglo utiliza apenas unidades do SI. Os auto- res procuraram usar conhecimentos de matemitica acessiveis a estudantes de nivel intermedirio. Portanto, a abor- sagem yetoral éuilzada apenas em capitals ond el simpli a pat tesrca ea solugdo de problemas, Por ‘outro lado, nio hesitamos em utilizar 0 método escalar,jé que ele redunda em solugdes perf para a maioria dos problemas. O capitulo 1 é uma revisio completa das operagGes vetoriais e definigées minimas necessérias para todo o livro, ¢ aplicagdes deste capitulo introdut6rio so feitas a0 longo de todo liv. 0s tépicos dos capitulos eorrespondem ao material frequentemente estudado em cursos de Estiica tradicio- nais. Cada capitulo comega com definigdes e principios pertinentes. O material do texto € sezuido por conjuntos selesionados de problemas esolvidos ¢de problemas complementares, Qs problemas resolvidos ilustram e am- pliam a teoria, apresentam métodos de andlise, proporcionam exemplos praticos e colocam detalhes dos pontos, importantes, habilitando o estudante a aplicar de forma correta e contivel os prineipios bisieos. Virias dedugdes de formulas sio derivadas nas solugdes dos problemas resolvidos. Os muitos problemas complementares destinam- se a revisar os contetidos abordados em cada capitulo. Ori 4 primeira parte de Eng Schaum's. Tomou-se a decisio de separar a Estética ¢ a Dindmica em dois livros, porque os curriculos das cursos de engenharia oferecem essas disciplinas separadamente. O material sobre momentos de primeira e segunda ordem dos dois titimos capitulos geralmente incluem-se:na disciplina de Estétiea, mas so utilizados quando se estuda a “Resistencia dos Materia” e a “Dinimiea’. A incluso deste material na diseiplina de “Estética” poupa tempo em amas as disciplinas. Ele pode ou nio estar inclufdo em uma disciplina de esttic Na primeira edi sadeceram a Paul B. Eaton e a J. Warrem Gillon. Na segunda edigio, os auto- res receberam criticas ¢ sugestdes tteis de Charles L. Best ¢ de John W. McNabb, Ainda naquela edi, Larry Freed e Paull Gary verificaram a solugio dos problemas. Para esta quinta edigio, os autores agradecem William Best por verificar as soluges dos novos problemas e por revisar 0 novo material adicionado. Pela digitacio dos manuscritos da terceira e quarta edigdes, estamos em débito com Elizabeth Bullock nalmente, este livro er nharia Mecdnica Extatica ¢ Dindmica, da Colegio 10,08 autores: E,W. Nelson C.L. Best W.G. McLean MC. Potter CAPITULO 1 CAPITULO 2 CAPITULO 3 CAPITULO 4 CAPITULO 5 CAPITULO 6 Vetores 1.1 Definigdes 1.2 Adigdo de vetores 1.3 Subtragio de vetor 14 Vetor zer0 15 Composigiio de vetores 1,6 — Multplicagao de vetores por escalares 1.7 Trfada ortogonal de vetores unitérios 18 Vetor posigao 19 Produto escalar 1.10 © produto vetorial LI] Céleulo vetorial 1.12 Unidades e dimensdes Operagées com Forgas 21 23 26 ‘0 momento de uma forga Oconjugado ‘0 momento de um conjugado Substituindo uma fore Sistemas de forgas coplanares Notas Resultantes dos Sistemas Coplanares de Forgas 3 33 34 35 Forgas coplanares Sistemas concorrentes Sistemas paralelos Sistemas ndo concorrentes e no paralelos Resultantes de sistemas de forgas distribuidas Resultantes dos Sistemas nao Coplanares de Forgas 41 42 43 44 4s Equi sil 53 Sistemas de forgas ndio coplanares Resultantes das Forgas de um sistema naio coplanar Sistema concorrente Sistemas paralelos Sistema ndo concorrente, nfo paralelo brio de Sistemas de Forgas Coplanares Equilibrio de sistemas de forgas cop Elementos de dupla-forga Sistemas concorrentes Sistemas paralelos Sistemas no concorrentes e nao paralelos Observagdes ~ diagramas de corpo livre ibrio de Sistemas de For¢as nao Coplanares Equilibrio de sist Sistemas concorrentes nas de forgas néio coplanares 1 1 1 3 3 4 4 5 68 69 98 98 98 <-> CAPITULO 7 CAPITULO 8 CAPITULO @ susno 63. Sistema paralelo 6A Sistemas nio concorrentese no paralelos Treligas e Cabos TL Treligase cabos 72 Treligas 73° Cabos Esforcos em Vigas 8.1 Vigas 82 Tipos de vigas, 83 Cortante e momento 84 Diagramas de cortante e momento 85. Declividade do diagrama de cortantes 8.6 Variagdo na cortante 8.7 Declividade do diagrama de momentos 8.8 Variagdo no momento Atrito 9.1 Conceitos gerais 9.2 Leis do atrito 9.3, Macaco de parafuso 94 Correia de atritoe cintas de freio 9.5 Resisténcia a0 rolamento CAPITULO 10 Trabalho Virtual CAPITULO 11 10.1 Deslocamento virtuale trabalho virtual 10.2 Equilibrio 10.3 Equilibrio estavel 10.4 Equilibrio instavel 10.5 Equilibrio neutro 10.6 Resumno do equilibrio Centroides e Momentos de Primeira Ordem ILI Centroide de uma segio composta 11.2 Centroide de quantidades continuas 11.3 Teorema de Pappus Guldinus 114 Centro de pressio CAPITULO 12 Momentos de Inércia APENDICE A APENDICE B INDICE 12.1 Momento de inéreia de uma érea 12.2 Momento de inéteia polar de uma dea 12.3. Produto de inéreia de uma érea 124 Teorema dos eixos paralelos 125 Areas compostas 12.6 Sistemas de eixos rotacionados 12.7. Cireulo de Mohr 12.8 Momento de inéreia de massa 129° Produto de inéreia de massa 12.10 Teorema dos cixos paralelos para a massa 12.11 Massa composta Ul Momentos de Primeira Ordem e Centroides lades em SI 98 99 118 ns us 9 139 139 139 139 140 140 141 14 141 150 150 151 151 152 152 184 184 Ist 184 185 185 136 199 19 19 200 201 235 235, 235, 236 236 27 237 238 238 239 239 Vetores 1.1 DEFINIGOES Grandezas escalares possuem apenas magnitude: o tempo, o volume, a enengia, a massa, a densidade e o trabalho so alguns exemplos, Escalares somam-se pelo método algébrico usual, por exemplo, 28 +75 = 9s; 14 kg — Ske = 9 kg. Grandezas vetoriais possuem magnitude e direcio"; os exemplos sio a forca, 0 deslocamento, a velocidade. Um vetor é representado por uma seta e um seu comprimento nla a magnitude do vetor. O simbolo que indica um vetor & formatado em nk cmplo, PA mag- epresentada por [P| ou P. Frequentemente, em manuscritos, usaremos P. Um veror livre pode ser trasladado para qualquer posigZo no espago desde que se mantenham a mesma dirego ce magnitude, ‘Um vetor deslizante pode ser posicionado em qualquer ponto ao Tongo da sua linha de agio, Pelo principio da transmissibilidade, 0s efeitos externos de um vetor deslizante permanecem os mesmos. Um veror fixo deve permanecer sempre no mesmo ponto de aplicagao. Um vetor unitdrio € um vetor cujo comprimento € a unidade. Ele & representado por i, n, ou na form cerita por i, fi Onnegativo de um vetor P é um vetor ~P que tem a mesma magnitude e a mesma diregao, porém o seu sentido ulo dado, A orientafio da seta indica 0 sentido, ito, por € 0 oposto, A resultante de um sistema de vetores € a menor quantidade possivel de vetores que pode substituir um sistema dado, 1.2 ADIGAO DE VETORES (a) A regra do paralelogramo determina que a resultante R de dois vetores Pe Q é a diagonal do paralelogramo do qual P e Q slo os lados adjacentes. Os trés vetores, P, Qe R, si Pe Q silo também denominados componentes de R. 10 concorrentes, como mostra a Fig. I-1(a), a, | Figura 1-1 Adicao de vetores. * Entende-se que a dirego inelui 0 Angulo que a Tinka de ago do vetor forma com a referencia dada eo sentido do vetor 30 Jongo dessa linha de agio, EB eicnsrn tccincac scien (b) Se 0s lados do paralelogramo da Fig. 1-1(a) forem perpendiculares, os vetores Pe Q serio chamados de com- ponentes retangulares do vetor R. As componente’ retangulares esto ilustradas na Fig, 1-1(b). As magnitudes das componentes retangulares so dadas por Q=Reos 6 a aay P = Reos(90° ~ 6) = Rsen d (0) Regra do tringulo. Posicione a origem de um vetor na extremidade da seta do outro vetor. O vetor resultante seri obtido unindo a origem do primeiro vetor & extremidade da seta do segundo vetor. A regra do tridngulo resulta da regra do paralelogramo, os lados opostos do paralelogramo sio vetores livres, conforme mostra a Fig. 1-2 Figura 1-2 A egta do triangulo. (d) A adigdo de vetores & comutativa; ie.,P +Q=Q +P. 1.3 SUBTRACAO DE VETOR A subtragdo de um vetor é efetuada adicionando o negativo desse vetor: P-Q=P+(-Q 2) Note também que P+ Q)= P-Q 1.4. VETOR ZERO O ve1or zerv€ obtido quando um vetor € subtraido de si mesmo; ic, P — P = 0, Também é chamado de vetor nulo, 1.5 COMPOSIGAO DE VETORES A composigdo de vetores & 0 processo pelo qual se determina a resultante de um sistema de vetores. Um polfgono de vetores & desenhado posicionando a origem de cada vetor na extremidade da seta do vetor precedente, conforme ‘mostrado na Fig. 1-3. A resultante é obtida conectando a origem do primeiro vetor & seta do tiltimo vetor. Como serd mostrado adiante, nem todos os sistemas de vetores reduzem-se a um tinico vetor. Uma vez. que a ordem na «qual os vetores sao dispostos ¢ imaterial, para trés vetores P, Qe S dados, verifica-se que R=P+Q4S=P4+Q+S =P+(Q+S)=(P+5)+Q (3) Carmo + Veores © <> A equagiio dada pode ser estendida para qualquer niimero de vetores. Figura 1-3 Composicao de vetores. 1.6 MULTIPLICAGAO DE VETORES POR ESCALARES (a) 0 produto de um yetor P por um escalar m & 0 vetor mP cuja magnitude ¢ || vezes a magnitude do vetor Pe set orientado de acordo ou em oposicio a P, dependendo de m ser postivo ov negativo. (b) Outras operagdes com os escalares men sio (nb mP = mP + nP- m(P + Q) minP) (a) 1.7. TRIADA ORTOGONAL DE VETORES UNITARIOS Uma rriada ortogonal de vetores unitérios i,j e k é formada por vetores unitérios nas diregdes dos eixos x, ye: respectivamente, Um conjunio de eixos dextrorso & mostrado na Fig. 1-4 Ovvetor P € escrito como P= + P+ Pe as onde Pi, Pyje Pk sto as componentes de P nas diregbes dos eixos x, ye z, respectivamente, conforme mostrado na Fig. Observe que Py £05 8,, Py= Pecos 8, P.= P cos 6. econ tecitoce estica f p= Figura 1-4 Vetores unitarios I, Jk. Figura 1-5 Componentes do vetor P. 1.8 VETOR POSICAO. O vetor posigda F de um ponto (x, y, 2) no espago & escrito como reaityj tok a6) onde r = yiP Fy +H, ver Fig. 1-6. 1.9 PRODUTO ESCALAR produto escalar de dois vetores Pe Q, denotado por P+ Q, é uma quantidade escalar e ¢ definida pelo produto dos médulos dos dois vetores e do cosseno do dngulo 8 entre eles (ver Fig, 1-7). Portanto, P+Q=PQcos8 ay Figura 1-6 0 vetor posicao F. Figura 1-7 0 angulo 8 entre os vetores. Casio 1 + Veroxes © <> As regras a seguir aplicam-se aos seguintes produtos escalares, onde m & escalar: P-Q=Q-P P-(Q+S) *Q+P°S 3 P+Q-S+T) +(S+T)+Q-(S+T)=P-S+P*+T+Q-S+Q-T m(P + Q) = (mP)+ Q = P+(mQ) Desde que i,j ¢ k sejam ortogonais, ej =f-k=J-k = ({1)e0890" =0 o iei=jej=k-k =(1)(1)cos0” Também, se P= Pit Pj + Pike Q = Qa + O45 + O.k.emta0 P-Q=P.Q, + P,Q, + PO: (1.10) PP=P=P4R4P As magnitudes das componentes do vetor P na direcio dos eixos retangulares pode ser escrita por Pp=Pri Py=P+j PL=Pok aay e, exemplificando, Pit Pri + Pek) i= Pe +0+0=Py ‘Analogamente, a magnitude de uma componente de P em qualquer direcio L pode ser dada por Pe,. onde e, €0 vetor unitirio na direcdo L. (Alguns autores utilizam u para designar vetores unitirios.) A Fig. 1-8 mostra um plano que passa pela origem A e outro plano que passa pela seta B de um vetor P, ambos 0s planos perpendiculares A diregio L. Os planos interceptam a linha L nos pontos Ce D. O vetor CD & componente de P na diregio Le sua magnitude seri igual a P+ €, = Pe, cos 8 AplicagSes desses prineipios podem ser encontradas nos Problemas 1.15 e 1.16. Figura 1-8 Componente de P na diregao de uma linha, 1.10 © PRODUTOVETORIAL 0 produto verorial de dois vetores P e Q, denotado por P x Q,é um vetor R cujo médulo € dado pelo produto dos mdulos dos dois vetores e o seno do Angulo entre eles. O vetor R = P x Q é normal ao plano que contém Pe Q, EB ccccnsstecitucn:Esrirca com diregdo e sentido dados pela regra da mio direita quando aplicada girando de P para Q segundo 0 menor &ngu- lo Bentre eles. Assim, se € € um vetor unitiio que dé a diregaio de R= P x Q, 0 prexuto vetorial pode ser escrito R=PxQ=(POsene 0< 8 = 180 (1.12) A Figura 1-9 indica P x Q= ~ Q x P (no comutativa). @ o Voxrerxg Figura 1-9 Produto vetorial entre dois vetores. As seguintes regras aplicam-se aos produtos vetoriais, com m escalar: Px(Q+S)=PxQ+PxS P+ Q)xS+T)=PxS+N+Qx S41) ae PxS+PxT+QxS+QxT : m(P x Q) = (mP) x Q = P x (nrQ) ‘Uma vez que i, je k sio ortogonais, ixisjxjokxk=0 au ixj ixk=i kxisj eseP= Pi +P G+ PKe Q=Qi+Q,5+ O-kentio ik Px Q= (P,Q. P.Q))i+ (P.O. ~ P.O + (P.O, ~ P,Q.) Py P. (15) @ ara a demonstragdo desse produto vetorial, veja o Problema 1.12, 1.11 CALCULOVETORIAL (@) A diferenciagdo de um vetor P que varia com rel seguinte forma, Facamos P = P(); isto €, P é uma funeao do tempo 1. Um acréscimo AP em Pa medida que o tempo vai det para (1 + At) é dado por io a uma grandeza escalar, assim como 0 tempo, € feita da AP = PU+ An - PCO Entao. ae ap a, AP +40) dt ano At ny (1.16) Casio 1 + Veroxes. | —____< > Se P(s) = Pai + P,j + Pk, onde P,, Py € P- sto fungbes do tempo f teremos AP gg Pet APDL+ (Py + APIA + (P. + APIK— Pu - Pyj Pk ar = dim ry = ji APEHARG+ AP _dPL Pe dP. =a a alata As sepuintes operages sero vidas: d dP dQ art? aia d aP dQ ae Og Oh (18) d aP aQ fex@=Fxarex® d dP dd . gp) = 6 + 42P onde uma fongioescalar der () A integracao de um vetor P que varia com relagio a uma grandeza escalar, da conforme segue. Seja P = P(): isto €, P & uma fungao do tempo t. Ei im como o tempo f, seri efetua- [rode [car nir racer Padvei[ Pdr] Poa 9) 1.12 UNIDADES E DIMENSOES No estudo da mecinica, as caraeteristicas de um corpo ¢ seus movimentos podem ser descritas em termos de um, conjunto bisico de grandezas designadas por dimensOes. Nos Estados Unidos, os engenbeiros geralmente empre~ ‘gam um sistema gravitacional baseado nas dimensdes de forca, comprimento e tempo. Em muitos paises, usa-se 0 sistema absoluto no qual as dimensoes consideradas so a massa, 0 comprimento ¢ 0 tempo. Existe uma tendéncia dde que também nos Estados Unidos cresga o uso deste segundo sistema, ‘Ambos 0s sistemas derivam da segunda lei de Newton sobre o movimento, a qual escreve-se como R=ma (1.20) onde R é a resultante de todas as forgas que atuam em uma particula, a éa aceleragdo da particula, ¢ m é uma cons tante de proporcionalidade chamada de massa 0 Sistema Internacional (SI) No Sistema Internacional (S1)*a unidade de massa é 0 kilograma (kg), unidade de comprimento é o metro (m)e a unidade de tempo € o segundo (s). A unidade de forga & 0 Newton (N), que € definida como sendo a forga que acelera uma massa de um kilograma a um metro por segundo ao quadrado (ms*), Portanto IN = (1kg) (1 m/s*) = Lkg m/s? (21) 1m aerOnimo para Systéme International d'Unités (sistema mético internacional modernizado). scons tccincac sien ‘A massa de um 1 kg que cai livremente proxima a superficie terestre experimenta uma aceleraclo gravitacio- nal que varia de ponto para ponto. Neste livro, assumiremos um valor médio igual a 9,80 m/s?, Portanto, a forga sravitacional que atua em | kg de massa vem a ser W = mg = (1 kgX9,80 m/s?) = 9,80 kg - m/s? = 9,80N (1.22) [Naturalmente, os problemas da estitica envolvem forgas; mas, nos problemas, a massa dada em quilogramas no € uma forga. A forga gravitacional agindo na massa é o que devemos utilizar. Em todo trabalho onde a massa esta envolvida, o estudante deve lemibrar-se de multiplicar a massa em quilogramas por 9,80 mis" para obtera forga _gravitacional em newtons. Uma massa de 5 kg é submetida a uma forca gravitacional de 5 x 9,8 = 49 N. Ao resolver os problemas da esttica, a massa pode no ser mencionada. F importante notar que a massa em 4uilogramas ¢ uma constante para um dado corpo. Na superficie da Lua, a mesma massa dada softer a ago de ‘uma forga gravitacional de cerca de um sexto daquela observada na Terra, O estudante deve notar também que, no SI, 0 milimetro (mm) € a unidade padrao para designar medidas de ccomprimento em desenhios de engenharia, O uso dos centimetros ¢ tolerado no sistema SI e ser usado quando for conveniente representar medidas com menos zeros, Além disso, um espago em branco deve ser deixado entre 0 _timero e o simbolo da unidade, isto €, 2,85 mm, no 2.85mm. Ao usar cinco ou mais algarismos, represente-os, «em grupos de trés, comegando a partir do ponto que separa os decimais assim como em 12.830 008. Nao use las no SL. Um niimero com quatro algarismos pode ser escrito sem o espagamento mencionado desde que ele nao faca parte de uma coluna onde hi niimeros com cinco ou mais algarismos. ‘Tabelas com as unidades do SI, prefixos do SI fatores de conversio para o sistema métrico moderno (SI) es- {0 inclufdas no apendice A. Nesta sexta edigio, todos os problemas estdo formulados em unidades do SI Terminamas esta segio com comentérios sobre algarismos significativos. Na maior parte dos eilculos esta envolvida alguma propriedade dos materiais. As forgas que agem nos elementos estruturais € nas maquinas que sio de interesse para a Estética sio determinadas por meio desses célculos. As propriedades dos materiais sao forneci- das em geral com quatro algarismos significativos e eventualmente com trés, Como consequéncia, os dados forne- Cidos nos problemas sio precisos até oterceiro algarismo significativo ou, possivelmente, até o quarto digito signi- ficativo. Portanto, ndo é apropriado exprimir as respostas com cinco ou mais algarismos significativos. Nossos cleulos serio tao precisos quanto os algarismos significativos minimos. Por exemplo, usamos a acelerago da sravidade dada por 9,80 mvs", apenas tres digitos significaivos. Uma dimensio igual a 10 mm € considerada pre isa até trés ou no maximo quatro algarismos significativos. E frequentemente aceitivel exprimir as respostas uti= lizando quatro algarismos significativos, mas nao cinco ou seis. O uso de calculadoras pode fornecer até oito. O engenheito geralmente nao trabalha com cinco ou seis algarismos significativos. Observe que se o primeiro digito significativo em uma resposta for 1, ele ndo sera considerado como algarismo significative, ou seja, 124.8 ter és algarismos significativos. Problemas Resolvidos 1.1 Encontre, no plano, a resultante de uma forga de 300 N a 30° e de uma forea de ~250 N a 90° utilizando 0 étodo do paralelogramo. Veja a Fig. 1-10(a). Adicionalmente, determine 0 Angulo a entre a resultante e 0 €ixo y. (Os Angulos so sempre medidos no sentido anti-hordrio com inicio no eixo x positive.) Solugdo Desenhe tm esquema do problema, ni necessariamente em escala. © sinal menos indica que a forga de 250 N age na diregio de uma linha que Forma 90” a contar da origem. Iso & equivalente a uma forga positiva de 250 N na direglo de ‘uma linha que forma 270° com a mesma origem, de acordo com o prinejpio da transmissibilidade, ‘Como mostrado na Fig. 1-10{b), posicione a extremidade inicial dos dois vetores em urn mesmo ponto. Complete © paralelogramo. Considere 0 tingulo cujo lado esténo eixo y, na Fig. 1-10(b)- Os lados desse tringulo slo R, 250. 300. 0 ngulo entre os lados de 250 e 300 € 60°. Aplicando a lei ds cossenos, 100" + 250" ~ 2(300)250) 0860". R 78.3 Agora, aplicando a lei dos senos, 300 Sena sen 607 Casio 1 + Veroxes. © <> Observago: Se as forgas ¢ 0s ngulos forem desenhados em escala, a intensidade de Re ngulo a poderio ser medi- dos no desenho, 250 300 Sy @ o Figura 1-10 1.2. Use a lei do trigngulo para o Problema 1.1. Veja a Fig. 1-11 Solucao. E indiferente qual vetor ser escolhido primeiro. Use a forga de 300 N. A seta desse vetor, posicione a extremidade do vetor orga de 250 N. Desenhe a resultant iniciando na extremidade do vetor forga de 300 N e terminando na seta do vetorforga de 250 N, Usilizando o tiingulo mostrado, os resultados sero os mesmos daqueles do Problema 1.1 Figura 1-11 13 A resultante de duas forgas no plano é 400 N a 120°, conforme mostrado na Fig. 1-12. Uma das forgas & de 200 N a 20°, Determine a forga Fe 0 angulo a. Solugao. Escolha um ponte pelo qual assem resultante ea forga de 200 N dada, Desene a forgu que can dada e da resultante, Essa forga representa a incégnita F resultado ¢ obtido aplicando as leis da trigonometria. O angulo entre Re a forga de 200 N & 100°, e, pela Lei dos Cossenos, a forga F desconhecida & as seta da forga Figura 1-12 icons tccincac sien Entio, pela lei dos Senos, o Angulo a & determinades 477 _ 200 » Sen107 sen” 1.4 Em um plano, subtraia a forga de 130 N a 60° da forga de 280 N a 320°. Veja a Fig. 1-13, Solugao | forga de 280 N a 320° adicione w negativa da forga de 130 N a 60". A resultant éobtid conforme segue: BP = 280° + 130" ~ 20280130) 08 100°. R= 329 A.Lei dos Senos nos permite encontrar a 329130 Sen 100° ~Sen a= 29) Portanto,R forma com o eixo.x um ngulo de ~ 62.9°. Figura 1-13 Determine a resultante do seguinte sistema coplanar de forgas: 26 N a 10°; 39 N a 114°; 63 Na 183°: 57N 261°, Vejaa Fig. 1-14, Solugao Este problema pode ser resolvide utilizando a nogio de componentes retangulares. Decomponha cada forga na Fig. 1-14 nas suas componentes.xe y. Uma vez que todas as componentes em x so colineares, elas podem ser adicionudas algebricamente, assim como as componentes em y. Agora, se as componentes em xe y orem somadas, as duas somas formario as componentes xy da resultante. Portanto 26cas 10° + 39¢0s 114° + 630s 183° + $7.08261 N Ry = 26 sen 10° + 39sen 114° + 63 sen 183° +57 sen 261° = —19,5 Casio 1 + Vetoes. © <> ON SIN Figura 1-14 igual a 10 N na diregdo OH. A forga F atua a 60° do eixo 1.6 NaFig. 1-15, a componente retangular da forga F x positiv. Qual € 0 médulo da forea? Solugao ‘A componente de F na ditegio OH & F eos 0. Assi 10.35 N F eos 15° = 10, Figura 1-15 1.7 Um bloco de 80 kg € posicionado em um plano inclinado de 20° com a horizental. Qual é a componente _gravitacional (a) normal ao plano inclinado ¢ a (b) paralela ao plano inclinado? Veja a Fig. 1-16. Figura 1-16 EB crccrusuntecitncn:Escirca Solugao (@) A componente normal forma um dngulo de 20° com o veto forgagravitacional (0 peso), 0 qual tem médalo de '80(9,8) = 784 N. A componente normal é F, = T8Ac0820 (®) A componente paralela & Fy = 784.c0s 70" LBA forga P de 235 N atua formando um Angulo de 60° com a horizontal em um bloco que repousa em um, plano inclinado de 22°. Determine (a) as componentes vertical e horizontal de P e () as componentes de P perpendicular ¢ contida no plano, Veja a Fig, 1-17(a) Solugao (@) A componente P, sua para a esquerdae vale Py = 2850860" A componente vertical P,atua para cima e vale P, = 238 sen 60) cconforme mostrado na Fig. 1-17(b) () A componente Pj paralela ao plano & Py = 235.c0s(60' — 22°) = 185N agindo para cima no plano: A componente P normal ao plano & Py =235sen 38 145 cconforme mostrado na Fig. 1-17(@). 235N « ” © Figura 1-17 19. Astrés forgas mostradas na Fig. 1-18 produzem uma forga resultante de 20 N atuando para cima, na diregao doeixo y. Determine o médulo de F e P. Solucao. Para que a resultante seja uma forga de 20 N para cima, na direglo do eixo y.R, ‘componentes em.x deve ser igual a componente x da resultante: 20. Como a soma das Ry = P0830" — 90 c05 405 ET rccnusmtecitucn: Esririca 1.11 Determine as componentes x, ye z da orga de 100 N que passa pela origem e pelo ponto (2, 4, 1). Expri- ma o vetor em termos dos vetores unitiios i, Je K. Solugao (0s cossenos dretore da linha de ago da forga so 08 0, . 0437 cos, 0873 cos. = 0,381 Vor +(aP +0 Assim, Py = 43,7 N, Py = “87.3 N, P.= 218. O vetor PE P= 43,71 ~ 87,3) 421.8kN 1.12. Mostre que o produto vetorial entre dois vetores P e Q pode ser escrito como ik PxQ=|—R, PP. Q ®% @ Solugao Escreva os vetores dados na forma de suas componentese expands o produto vetorial para obler Px Q=(Pi+ Pit Pik) x (Q4+Q,5+ 0:8) (PLO x 1+ (PaO) x5 + (PLO xk +P, QdI x E+ (PQA xT + PQ) x + (P.QuK 1+ (PLO) x 5+ (P.OIK Xk Masi xb=Jxjokxk=O:elx jokes xt =k.ete. Assim, Px Q = (P.Q,)k = (P.0.)) — PyQ)K + (P/O. (P.O) = (P.O Esses termos podem ser agrupados como Px Q=(P,Q.~P.Q+ (P.O, — POM + (P.O, ~ P,QIK ‘una forma de um determinant como jk PxQa|P, BP. 2 a Seja cuidadoso e observe que as componentes escalares do primeiro vetor Pno produto vetoral devem ser escri- ‘sna linha do meio do determinant, 1.13 A forca F = 2,631 + 4,28) — 5,92k N atua passando pela origem. Qual é o médulo dessa forga e qual 0 Angulo que ela forma com os eixos x, ye 2? Solugao 1d 115 116 17 118 Casio 1 + Vetoes. © <5 F> Encontre o produto escalar de P = 4,82i — 2,33} + 5.47kNeQ= 2,814 ~ 6.095 + 1,12k m. Solugao P6Q= PQ. + PO, +P.Q. = (4.82281) + (-2.33)(—6.09) + (SAT) 672N-m Determine 0 vetor unitério e, para a reta L com origem no ponto (2, 3,0) e que passa pelo ponto (—2, 4, 6). Em seguida, determine a projecio do vetor P = 24 + 3j — k na direglo da retaL. Solugao. segmento de reta L varia de +2 a ~2 na diregdo x, ou uma variagio de ~4. A variago na diregao y €4 Variagdo na diregio de = € 6 — 0 = 6.0 vetor unitirio & = at oe 0.5491 40,1375 + 0.823K A projegio de P, entdo,¢ Pe, = 2(-0,549) + 3(0,137) — 100,823) = -141 101 — 8) + 14K N na diregdo da reta L com origem no ponto (2, Determine a projegio da forca e que passa pelo ponto (5, 2, 4). Solugao 0 vetr unio na diego dara Lé VETO = 02901 +0672) —0677k A projegio de Pem Lé 101 ~ 8} + 14k) «(0.291 + 0.677) - 0.677) = 2,90 ~5.42—9,48 = -12.0N (0 sinall menos indiea que a projeso esté no sentido oposto ao da orientagio de Encontze o produto vetorial de P= 2,85i + 4,67j ~ 8,09k me Q +4405 + 533KN, Solucao. ijk) |i Gok PxQ=/Pe Py P. 467-809) Q 2, 0.| [283 446 53, = (4.67)53.3) ~ (44.6)(—8.09)] ~ j(2.85)53.3) ~ 28.3)(-8.09)] + KI2.85\44,6) — (28,314,671 = 1249 + 361) — j(152 + 229) + K(127 — 132) = 6104 ~ 381) ~ SKN-m Determine a derivada no tempo do vetor posigio r = si + 6y°j ~ 3k, onde i,j, k slo vetores fixos, Solugao ‘A derivada no tempo 6 at _ ds, sy dv, de ey sayy Eq aah aS ae ER crccrusmtecitucn:Esrinca 1.19 Determine a integral no tempo do tempo 1, = 1s até 0 tempo ts = 3 s do vetor velocidade v= Fi +29 —k m/s onde i,j ek sio vetores fixes, Solugiio 424) — kya tj] max] a= 8.6714 8.0) — 2.00% Problemas Complementares 1.20 Determine a resultant das forges coplanares 100 N a 0° € 200 Na Resp, DANO. = 64 1.21. Determine a resultant das forgis coplanares 32 N 2 20° © 64 N a 1 Resp, 33,0N.0,= 18 1.22 Enconte a resultant ds forges copanares 80 N Resp. WON, 0,= 687° 1.23 Encontre a resultante das forgas concorrentes e coplanares 120 N a 78° € 70 a 293°, Resp. 741 N.0.=452° 1.24 A resulante de dus forgas coplanaes ¢ 18 N a 30°, Se uma das forgas 6 28 N°, determine a outa Resp. 15,3 N, 144" 1.25 A resulante de dus forgas coplanaes & 36 N a 45°, Se uma das forgas € 24 N 0°, determine a outa Resp. 255N,87° 1.26. resultane de dus forgas coplanares &50 N a 143°, Uma das forgas & 120 N a 238°, determine a forga desconhecida Resp. 134N,0,= 796° 1.27 A resultante de dua forgas, uma na diregio positva do ixo xe a outra na dreso positiva do cio y, € 100 N a 50° no sentido anti-hrdro a pats da direc positiva do eixo. Quis so as dus orga? Resp. Ry=O43N. Ry = 76.6N 1.28 Uma forga de 120.N tem uma componente retangular de 84 N agindo na drego de uma linha que faz-com o eixo posi- tivo de.* um Angulo de 20° no sentido anti-hordvi. Qual 60 dngulo que a forga de 120 N faz com o eo positiva de x? Resp. 656° 1.29 Determine a resulante das forgas coplanares: 6 N a 38; 12.Na 73°: 18 Na67? €24 Na 131° Resp. SON, 0,=91° 1.30 Determine a resultante das orgs coplanares:20/N a 0%; 200N a 30°; 20 N a 60": 20/N a 90%; 20 Na 120°; 20 N a 150" Resp. 17.2N.0,= 15" 1.31. Determine adnieaforga que pode substi seguint sistema de forgas coplanares: 120 N a 30"; 200 N a 110°; 340.N 180% 170.N a 240°: 80 N a 304P, Resp. 351,175 Casio 1 + Veroxes. | —____ 1.32 Enconire a dnica forca que substiul o seguinte sistema coplanar de Forgas: 180 Na 78°; 320N a 143"; 485 N a 249°; 98 Na 305°; 251 Na 84° Resp. 321.171 1.33 Um trené é puxado por una forga de 100 N por um plano inelinad que forma com a horizontal um éngulo de 30°. Qual < acomponente da lorsa que efetivamente puxa o trend? Qual é a camponente que tende & levuntaro tend na vertical? Resp. Py 166N, P,= SON 1.34 Determine a resultante das seguintes forgas coplanares: 15 N a 30"; $5 Na 80"; 90 N a 210°; 130 N a 260°. Resp. 136N,8,= 235° 1.35 Um automovel vig com velocidade constante por um tine em rampa de 1%% de inclinago. Se © automével mais os passageiros pesam 12.4 kN, qual deverd sera forga motriz provida pelo motor capaz de superar a componente da forga ‘ravitacional que age na diregio da parte mais baixa do tine!” Resp. 24N 1.36 Um poste telenico & suportado por um cabo fixo no seu topo e puxade por um homem que the aplica uma fonga de 800 N, Se onguloentreo cabo eo poste € 50°, quais sero as componentes vertical e horizontal doesforgo aplicado ao poste? SN 1.37 Um barco é conduzide através de um canal por um cabo horizontal que forma um Sngulo de 10° com a costa. Se 0 es- Forgo no cabo é de 200 N, encontre a forga que tende a mover o bareo na diregao do canal Resp. 197N 1.38. Exprima em termos dos vetores unitirios i, je ka forga de 200 N que se origina no ponto (2,5, ~3) passa pelo ponto 3.20. Resp. F=— 1411 —84,9) +113kN Sai — 6.6) + 58k 433) —20KN, Fy = 14 5.2) —29KNe Fy 1.39 Determine a resultante das trés forgas Fy 1N. que concorrem no ponto (2,2, -5) Resp, R + 0,3k Neem (2,2, -S) 1.40 A potia mostrada na Fig. 1-20 ¢ livre para deslizar pelo cabo de suport. Sea pola suporta um peso de 160.N, qual ser ‘oesforgo no cabo? Resp, T=24N Figura 1-20 141. Dois cabos suportam um peso de 500 N, conforme mostrado na Fig. Resp. Typ =433N, Tye = 250N 1 Determine 0 esforgo em cada cabo. Jsoow Figura 1-21 icons tccincac sien 142 Qual éa forea P, horizontal, necessiria para manier o peso W de 10 N na posigfo mostrada na Fig. 1-22? Resp. P=325N Figura 1-22 1.43 Uma particula carregada, em repouso, esti submetida a agio de outras ts particulas caregadas. A forga exercida por dduas das paticulas€ mostrada na Fig 1-23. Determine a intensidade ea diregio daterceira forga, Resp. F = 0147, 0, = 768° 0408 20] 0.20N Figura 1-23 144 Determine a resultante das Forgas coplanares 200 N a 0° e 400 N a 90" Resp. 448,N, da resutante neste problema deveri ser igual uo dobro daquela do Problema 1-20, 0 angulo permaneceré o mesmo.) 1, = 64°. (Uma vez que as foreas do Problema I-20 foram muliplicadas pelo esealar 2, a intensidade 145 Qual o vetor que deverd ser adicionado a0 vetor F Resp. 30N, 0, = 240° 10 N a 60" para obser o vetor nul? 1146. No instante de tempo 1 = 2's, um ponto que se move em uma curva tem as coordenadas 3, 3s, a8 eoordenadas do ponto sio (1, ~2, 0), Qual €a mudanga na posigdo do vetor? Resp, Ae =~ 2143)-2k 5,2), No instante de tempo 147 Determine o produto escalar de P Resp. +2 42) ke Q=—314 6) 2k 148. Enconite o produto escalar de P Resp. —14SN-m 212i + 8.15] — 428k Ne Q = 6.294 ~ 8.93) —10.5k m, 149 Determine o produto vetorial dos vetores do Problem 1.47. Resp, Px Q= 2+ 11) + 30k Casio 1 + Veroxes © <5 > 1.80 Determine o produto vetoral de P= Resp. ~124i + 12.5) - 37.6 4 8.15) — 428k Ne Q = 2.294 — 8.93) 10.5. 1.51. Determine a derivada em relagio ao tempo de P AP ds, dy a Rep. T= Git2G- Gk x 152 SeP=2i+37j-mhkeQaat+Ai+e mastre que d 2 GP -Q) = 41+ 80 Verifique o resultado usando w ry a -O4P a 1.53. No problem: interior, mostre que {exQ (8° +204 Verifique o resultado usando F Q+Px Qf xg 1.84 Determine os produtos escalares entre os seguintes vetores P Q Resp. (a) 31-2) + 8k -i-3j 2B (®) 0864 +029) - 037K 1.291 ~ 8.26) +4.0k -277 (©) ai4 jk did +k ad — be ef 1.85. Determine os produtos vetorais entre os seguintes vetores P 2 Resp. (@) 31-2) +8k ~i-2)-3k 221+] —8k (®) 0861 +029) - 037K 1.291 ~ 8.26) +408 =1,901 ~ 3,92) 7.48 (©) ai+ bj k di ej tik (of echt — Cf + edi — (ae + bik 1.56 Determine a componente do vetor Q = 10% — 20) ~ 20 na dirego do seemento de reta que ini pelo ponto (1, 0,5). Resp. ~ M72 em (2,3, —2)e passa 1.57 Determine a componente do vetor P «© passa pelo ponto (1,0, 5p. Resp. Ppa +159 521 — 2,63] + 0,83k na diregio do segmento de ret que inicia em (2, 3, ~2) 1.58 Dados 0s ytores P= seja 9 12} Resp. P,= 05 + 3), determine o valor de P, para que 0 produto vetorial dos dois vetores 1.59 Diados os vetoes 10 i+ Pe! =k, determine o valor de P. para que o produto escalar dos dois vetores sea 14 Resp. P. icons tccincac scien 1.60 Exprima os vetores mostrados na Pig, 1-24 na notagdo ijk. Resp. (a)P = 223i + 306) — 129k; (b) Q= +751 + 50] — 43,3k: (e) 8 = +1441 + 1299 + 524K. Pe sony @ o Figura 1-24 Operagdes com Forgas 2.1 O MOMENTO DE UMA FORCA O momento M de uma forga F em relacio a0 ponto 0 & o produto vetorial M =r x F, onde r é 0 vetor posigio. relativa ao ponto O de qualquer ponto P na linha de ago da forga F. Fisicamente, M representa a tendéncia que a forca F tem de rotacionar o corpo (no qual ela atua) em torno de um eixo que passa por Oe é perpendicular a0 plano que contém a forca F e o vetor posi Figura 2-1. © momento M de uma forca F. Se 0s eixos x, y¢ z sto desenhados passando por O, conforme mostrado na Fig. 2-1 raxityjtek F=Ri+hj+hk M=Mit+Mj+Mk en ©, por definigio, 22) a maw EB rconsrn tccincac scien Expandindo o determinante, Fy) + Fiz — Fa) + K(x — Fey) 23) ‘Comparando essa expressdo para M com aquela mostrada acima, observa-se que M=Fy-Rz My Fx M,=Fyx- Fy 4) As quantidades escalares M,,.M, eM. so as intensidades dos momentos resps eixos x, ye z pelo ponto 0. Veja os Problemas 2.3 Note que M, pode ser obtido fazendo o produto escalar do momento M pelo vetor unitirio i orientado segundo ocixo x, Portanto, sda forca F em relagio aos M. (Mi + M,j + Mik) +i = M,(1) + M,(0) + M0) = My 25) Analogamente, a intensidade do momento da forea F em relago a um eixo L que passa por 0 é a componente scalar de M na diregio de L. Ela pode ser obtida realizando o produto escalar de M pelo vetor unitério e, orienta do segundo L, Portanto, Mr =Mre 2.6) 2.2 OCONJUGADO Um conjugado consiste em um par de forcas paralelas e de mesma intensidade, mas com sentidos opostos. Obvia- mente, a soma das componentes dessas duas forgas, em qualquer direedo, € zero. Essas duas forgas nao tendem a transladar 0 corpo, mas @ rotacionsi-lo, 2.3 O MOMENTO DE UM CONJUGADO. © momento de um conjugado em relagio a qualquer ponto O € a soma dos momentos em relagio a O das duas forgas que formam 0 binério. O momento do binério mostrado na Fig. 2-2 ¢ Mean x F+ry x (-F)=(6) —1y) x F=axF en Figura 2-2 © momento de um binatio. Gaviruio2 + OPenacces com Foncas ©

Portanto, M é um vetor perpendicular ao plano que contém as duas forcas (a estd no mesmo plano). Por defi- nigio de produto vetorial, a intensidade de M ¢ fa X F] = aF sen 0. Uma ver que d, a distincia perpendicular entre as duas forgas do conjugado, é igual a a sen 0, a intensidade de M é M=Fa 2.8) Conjugados obedecem as leis dos vetores. Qualquer conjugado M pode ser escrito como M = My i++ My + M-k, onde M,, M, e M,sfo as intensidades das componentes. Observe que 0 ponto O pode ser qualquer um; consequentemente, o momento de um conjugado independe da escolha desse ponto 0. 2.4 SUBSTITUINDO UMA FORGA Uma forga F atuando em um ponto P pode ser substitufda por (a) uma forga igual e de mesma direedo atuando em {qualquer ponto O e (b) um conjugado M = r x F, onde r € 0 vetor posigio de P em relagio a O. Veja os Problemas 211e 2.12. 2.5 SISTEMAS DE FORCAS COPLANARES ‘Sistemas coplanares de forgas ocorrem em muitos problemas de mecani conveniente ao lidar com problemas de duas dimensdes. |O tratamento na forma escalar seguinte 1. Omomento Mo de uma forga em relagio a um ponto O em um plano que contém essa forea & 0 momento es- calar dessa forga em relago a um eixo que passa pelo ponto ¢ € perpendicular ao plano. Consequentemente, 0 momento é o produto de uma (a) forca por uma (5) distincia medida na perpendicular entre o ponto e a linha de ago da forga. E usual atribuir 0 sinal positivo ao momento se a forga tende a girar no sentido horério em relagio ao ponto. Veja 0 Problema 2.1. 2. O teorema de Varignon estabelece que o momento de uma forga em relagio a qualquer ponto ¢ igual, algebri- camente, i soma dos momentos de suas componentes em relagio a esse ponto. Veja o Problema 2.2. 3. O momento de um conjugado no mudara se (a) 0 conjugado for rotacionado ou trasladado em seu proprio plano, se (b) conjugado for transterido para um plano paralelo, ou se (c) a intensidade da forga for alterada, desde que 0 brago de momento sejaalterado para que a intensidade do momento seja a mesma. 4. Um conjugado e uma forga no mesmo plano, ou em planos paralelos, podem ser substituidos por uma tinica forga de mesma intensidade e sentido, paralela a forga dada. Veja o Problema 2.9. ‘5. Uma forga pode ser substituida por (a) outra forga, de mesma intensidade e orientaglo, aplicada em qualquer ponto e (b) um conjugado situado no mesmo plano que a forga e o ponto escolhido. Veja o Problema 2.11 2.6 NOTAS Em alguns dos problemas resolvidos so utilizadas equagGes vetoriais, mas em outros problemas so utilizadas equagdes escalares. Nas figuras, 0s vetores so identificados pelas suas intensidades quando sua orientagao é Gbvia Note também que, no sistema SI, as unidades de momento sio os newton-metros (N - m).. I rconsnn tccincac ren Problemas Resolvidos 2.1. Determine © momento de uma forga de 20 N em relagio a um ponto O dado. Veja a Fig, 2-3. ote Figura 2-3 Solugao ‘Trace pelo ponto O um segmento de rela OD perpendicular lina de ago da forga de 20 N. Seu comprimento.é5 cos 30° 33 m. O momento da forga em relagio a O (precisamente em relagdo a um eixo perpendicular ao plano xy que passa por 0), portant, M=-20% 433, 86,6N-m (© inal de menos ¢ usado porque o sentido de rotagdo observado a partir da extremidade postiva do eixo = (no mostrado) & horavo, 2.2. Resolva o Problema 2.1 utilizando o teorema de Varignon. Veja a Fig. 2-4 Figura 2-4 Solugao Usando este teorema, a forga de 20 N é substituida pelas suas componentes retangulares paralelas aos eixos x e y € atuando no ponto que for mais conveniente ao longo de sua linha de gio, ‘Se-0 ponte B ¢ escolhido no eixo x, é evidente que a componente + no produziré momento em relagio a 0.0 da forga de 20 N em relaio a O serd fungZo apenas do momento de sua componente orientada segundo 0 M=-1732x5 86,6N-m Caviru.o2 + Orcracces com Fongas = <-> Se forescolhido um ponto A no eixo y entio a componente y nfo produziré momento em relagio ao ponte 0.0 momento da forga de 20 N em rlagio a O sera apenas o momento de ua componente em relagio 8 0,08 M =-10 x 8,66 = —86,6N-m 2.3. Uma forga de 100 N ¢ orientada na diregdo da reta que une os pontos (2, 0, 4) me (5,1, 1) m. Quai serio ‘0s momentos dessas Forgas em relagdo aos eixos x, ye £? Solucao [Na Fig. 2-5, forga de 100 N &a diagonal do paralelepipedo cujos lados so paralelos 0s eixos. Os lads representam as components da fora, yy ag, Figura 2-5 © comprimento do fado x é 5 ~ 2 = 3 m, o comprimento do lado y € 1 ~ 0= 1 me o comprimento do lado = € 3 m, Isso significa que a componente F. tem sentido contririo ao da orientagdo do eixo = comprimento do lado x ‘comprimento da diagonal 8,7 ‘Analogamen 1 Fp=e x 10=29N, = vp Para determinar o momento da forga de 100 N em relagio ao eixo x, determine 6 momento de suas componentes «em relagio a esse eixo. Por inspect, a inica componente que produz momento em relagioa esse eixo é F,. Assim, My para a forga de 100 N € 0 momento da forga F, em relagdo ao eixo x € My = —22,9 x4 =—91,6N-m (© sinal de menos indica que a otagio que P, produz-& horéria em relagio ao eixo x quando vista a partir da ex- tnemidade postiva do cxo ‘Ao deerminar momento cm ela ao eixo y, note que F; é parla ao cixo ye no produziré momento em relago a ese cto. No entanto, ambas, Fe F devem ser consideradas.E melhor dterminar 0 sinal do momento por inspegio em ver de strbuirsinais para as componentese para as distincis. Poranto, My = 68,7 24.687 x4 12N-m Por razdes semelhantes ulizando apenas F, (uma vez que F€ paralela ao eixo z« F,interceptao eixo 2), M,= 2.9% 458N-m EB rccnusmtecitucn:Esrirca 24 25 Repita o Problema 2.3 utilizando o produto vetorial que define momento. ‘Solugao [No Problema 2.3, F = 68,71 + 22,9] ~ 68,7k. O vetor r 60 vetor posigto de qualquer ponto sobre a linha de agio de F em relago origem. Se usamnos 0 ponto (2, 0, 4).¥) = 21+ Oj + 4k. Entio, ij ok MenxF=/2 0 4 68.7 22.9 ~68.7 = 0 — 4(22,9)] ~ 2168.7) — 4(68,7)] + KI222,9) — 0) 91,64 +412} +45,8KN +m ‘Da mesma forma, uilizando © ponto (5. 1, 1) na linha de agdo de F, rp = Si-+J + k,entto jk soto4 68,7 22.9 ~687 i—1(68,7) — 22,9(1)] ~ j[5¢—68,7) — 1(68,7)] + W{5(22,9) — 68.7(1)] 91,61 + 412) +45,8kN-m MenxF= ‘Os momentos esealares em relagd0 aos eixos x, y€ 2 Slo 0s coeficientes dos vetoresunitirios Determine o momento da forga F = 2i + 3] — kN atuando no ponto (3,1, 1) € na diregio de uma reta que passa pelos pontos (2, 5, -2) ¢ (3, —1, 1). As coordenadas sio dadas em metros, Solugao © brago do momento F de uma forga pose ser obtdo utlizando um vetor posigo com origem em qualquer ponto sobre A linha de ago dessa forga. Considerando 0 ponto (2, 5, -2),0 vetor r = i — 4j + 3k. O momento M em relagao 30 Ponto escolhido € i M=rxF=|1 —4 3 |=-si+7j+1Ik Agora, anne =~ Var + 6F +0F ‘© momento de F em relagdo i reta€ a componente de M na direc dessa rea 4 tak My = Moe, = (51-4 75+ 11k) SES ' vie ‘Se o brago do momento ¢ escothido com origem em (3, —1, 1), 0 brago seri r = 2j.O momento M é ijk MarxF=|0 20 23 Assim, 0 momento de Mem relagio& eta é Mee, = (21-40) 4k) Gaviruio 2 + OPenacces com Foncas =< 72> 2.6 Determine o momento da forga P eujas componentes retangulares sfo P, = 22 N, P, =23N, P.=7N, atuando no ponto (1, ~L, ~2). Obtenha o momento em relagdo a reta que passa pela origem e pelo ponto (3 =1,0). As coordenadas esto em metros. Solucao P= 22423) + 7KN © brago do momento, r= (I= Oi + (-1 = Oi + (-2 -0k=1- J -2km, ii MarxF=|1 0-1 51j-+45kN-m ne 2.7 O conjugado de momento 60 N - mage no plano do papel. Indique esse conjugado com (a) forgas de 10 N (b) forgas de 30 N. Solugao [Em (a) o brago de momento deverser de 6 m, enquanto que em (b devers ser de 2m, ( sentido de rotagio deverd ser ant-hordrio, uma vez que o momento & positive. As forgas parallas posderio ser dadas com qualquer ingulo, conforme mostrado na Fig. 2-6 ss ~ - oy o Figura 26 2.8 Combine 0 conjugado My = 20.N-m com o conjugado Mz = —50 N-m, ambos no mesmo plano. Weja Fig. 27, Figura 2-7 Solucao Eevidente que forgascolineares eancelam-se, fieando das forgas de 10 N distantes 3 m entre si. © conjugado resultan- te€ — 30.N- m, resultado que também pode ser obtido por uma adigio algebrica M=M,4M)=20~50=~30N-m icons tccincac sien 2.9 Substitua o conjugado de momento ~ 100 N - me a forga vertical de $0 N atuando na origem, conforme mostrado na Fig. 2-8(a), por uma snica forga, Qual deverd ser a posiglo dessa forga tnica? Solugao Na Fig. 2-8(0), conjugado ¢representado por duasforgas igus € opostas de $0 N distantes 2 mina diregio perpendi- cular. Uma das forgs do eonjugado est alinhada com a forga dada de 50 N na origem, Essas dus forgas se cancelam, deixando apenas uma forga de 50 N para cima e agindo a m a esquerda da origem, SON 100N-m « ” Figura 2.8 2.10 Combine uma forga de 30 N a 60° com um conjugado de 50 N - m no mesmo plano. Veja a Fig. 2-9. 30N Daa sini forga Figura 2-9 ‘Solugao Um conjugado nio pode ser reduzido a um sistema mais si conjugado com forgas de 30 N de forma que uma de suas forgas sejacolinear a forga dada de 30 N, mas e ‘post. Por inspegio, as forgas colineates anulam-se,restando apenas uma iregdo da forga original, mas a uma distancia de 1,67 m desta, es, mas pode ser combinado & outra forga. Desenhe o sentide a forga de 30 N paralela e na mesma Gariruio 2 + OPenacces com Foncas © $< E> 2.11 Conforme mostrado na Fig. 2-10, um conjugado My de 20 N - m atua no plano xy, um conjugado Ms de 40 N + mage no plano yz € um conjugado Ms de — 55 N - m age no plano xz. Determine 0 conjugado resultant 55N-m My Figura 2-10 Solugao © conjugado M; épositivae ata no plano xy. Quando observado a partir da extremidade positiva do eixo zee tende a irarno sentido anti-horirio em relagio ao eixo =, Pela regra da mio direta, cle sed epresentado por um vetor ao longo ddocixo zpostivo, Utlizando est tipo de racioenio, os ts conjugados So representados na figura Somando vetrialmente, iso a = 20? + 40? + (557 = 70,9N-m Esses sio os cossenos dretores do conjugado M. O conjugado age em um plano perpendicular a esse vetor Utlizande a notwgio vetoral, © conjugado M pode ser escrito como {de onde se pode obter a intensidade de M igual & determinada acima. 2.12 Um tubo de 2 cm de didimetro esté submetido a uma forga de 250 N aplicada verticalmente para baixo em relagdio a uma haste distante 14 em do eixo do tubo. Substitua a forga de 250 N por (1) uma forga na extre- Imidade do tubo que produz momento e (2) um conjugado que distorce o eixo, submetendo-o a toredo. Quais, sero 0s momentos da forga e do conjugado? Veja a Fig. 2-11 (a). me 206m 250 gm 250 250 GON @ ® Figura 2-11 icons tccincac scien 213 244 Solugao Posicione das forgas verticais de 25 N com sentidos conrétios passando pelo centro do tubo, conforme mostrado na Fig. 2-1166). Ass forgas continuario a serequvalentes& orga original ‘A Forga para cima combinada com aforga original forma 0 conjuzado M=250 0,14 =35N-m Esse conjugado tende a tore o tubo no sentido anti-horirio em relagio ao eixe x ‘A outra forga de 250 N para haixo no tubo produziei um momento M-=250 x 020 ~50N-m cm relagio a0 cixoz Resolva o Problema 2.12 determinando 0 momento da forga de 250 N em relagio ao ponto 0. Solugao (© vet0r posigio do ponto de aplicagio da forga de 250 N com relagio & origem & Portanto, © momento da forga de 250 N em relagdo A origem & 121+ 0.14K. A forga P= —250} [0 — 0] + K(0.2(-250) — 0] — 50k N-m Isto esté de acondo com os resultados do Problema 2.12. © guincho mostrado na Fig. 2-12 esté no nivel do solo. O eixo x passa pelos pontos de contato das rodas traseiras com o Solo, o eixo ¥ € paralelo linha de centro ¢ 0 eixo = € vertical, conforme mostrado. O assento (plataforma) do guincho esta 1 m acima do solo. Para fins priticos, o piv6 na parte de baixo da lanca pode ser considerado no assento do guincho e a 2 m do centro da cabine, O centro da cabine esté sobre a linha de centro e 5 ma frente (@ esquerda) do eixo traseiro. A langa de 16 m forma um dnguto de 60° com 0 assento do guincho em um plano vertical, a cabine e a langa estio giradas horizontalmente de 45° em relagio & linha de centro que passa pelo assento, Considerou-se a distincia entre os pontos de contato das rodas traseiras igual a2,6 m. Determine © momento de giro da forga de 40 kN em relagZo ao eixo x. s0kN CGaviruto2 + OPeracces com Foncas =< a> Solucao Em relagio origem 0 dos eixos, as coordenadas do cento dacabine sto (—1,3, ~5, 1}. As eoordenadas do fundo da Tanga so (—1,3 + 2 sen 45°, —3 + 200s 45°, 1) ou (0,114, ~3.47 1). As coordenadas do topo da langa sto (0.114 +16 0860" sen 45°, -3.47 + 16.608 60° cos 45°, 1 + 16 sen 0°) ou (5.77, 219, 14.86) ‘© momento do peso de 40 kN em relacio ao ponto 0 & k 14.86 40 Marx 8161+ 231 (© coeficente escalar do termo i&o momento em relago 40 efx x, Portanto M, momento ¢ horirio em relaglo ao eixo x quando em vist lateral 87,6 KN -m, Além do que, 0 Problemas Complementares 2s 216 2a7 218, 29, 20 221 Em cada caso, encontre © momento da forga F em relagdo & origem, Utilize o teorema de Varignon, Angulo deF.com —_Coordenadas do ponto Intensidade de F a horizontal de aplicagao de F Resposta 20N 30" 6m T9N-m oan 40° am TIN-m ISN 237° 6-2) m =193N-m o8N 4s Dm 10,0283 N-m 4kN 90° (0,20) m 0 96N 60" @2)m 236N-m [No Problema 2.15, use a definigdo de momento via produto vetorial (M resposta seré acompanhada do vetor uniério k, A intensidade do momento nio se alterar ‘Uma forga de $0 N estéorientada segundo a reta que vai de (8,2, 3) ma Janes das Forgas em relagio aos eixos x, 'e2? Resp. My=137N-m,My=— 167 Nm, M,=—255N-m 6,5) m. Quais sero os momentos esea- Dada a forga P = 32,44 — 20,3) + 9.9K N atuando na origem, encontre © momento em relacio i reta que passa pelos pontos (0, ~1, 3)€ (3, 1, 1). As eoordenadas esto em metro. Resp. M=—882N-m {Uma forge atua na origem. As componentes retangulares dessa forga Sio P, = 68,7 N, P, = 22.9 N, P. = ~68.7 N. Determine 0 momento da forga P em relagdo 2 reta que passa pelos pontos (1,0, 1) (4, 4, —1). As coordenadas sio Resp. M=—137N-m Combine My =20N-m, Ms Resp. M S0N-me dts 178 N - matuando no mesmo plano ou em plano paralo, 18.N -m, todos no mesmo plano, ‘Suibstitua a forga vertical para baixo de 270 N atuando na origem por um forga vertical de 270 N atuando em x ‘ais um conjugado. Qual € a intensidade e orientagio desse conjugado? Resp, M==135Nem Sem EB ccccnustecitucn:Esrirca 2.22 Determine o vetorresultante dost conjugados 16 N -m, ~45 N-m, 120.N--m que agem respectivamente nos planos Resp. M = 129.2N--m,cos , = ~0.348, c0s 8, = 0.929, cos 8, = 0,124 ou ~45i +120) + 16k N-m. 223 Adicione o conjugado M = 304 ~ 20j + 35k Nm ao conjugado resultante do Problema 2.22. Resp. M=—15i+ 100) +SIkN-m 2.24 As forgas de 24.N aplicadas aos vértices A e B do paralelepipedo mostrado na Fig. 2-13 atuam ao longo dos lados AE BF, respectivamente. Mostre que 0 conjugado dado pode ser substtueo por um conjunto de Forgas verticals de 18. N para cima no ponto Ce para baixo no poato D. cs > 7m 2aN A G iso F Figura 2-13 2.25 Substtua o conjunto de forgas paralelas mostrado na Fig. 2-14 por uma tnica forga. Qual é a intensidade, a orientagio ce aposigdo dessa forga? Resp. SON, vertical e para cima, aplicada a 0,75 m a esquerda de A 20N 20N Figura 2-14 2.26 Uma barra horizontal de 8 m de comprimento est solicitada por uma forga vertical de 12 N na extremidade direita, cconforme mostrado na Fig, 2-15, Mostre que isso ¢ equivalente a uma Forga vertical para baixo de 12 N agindo ma ex- ‘remidade esquerda acompanhada de um conjugado horirio de 96 N =m. Caviruio2 + Ovcracoes com Fongas © ~ Mp para determinar Ge, portanto, a linha de agdo de . Se ¥< F = 0, o conjugado resultant, se existir um, ter a intensidade > Mo, src tccincac sien 3.4 SISTEMAS NAO CONCORRENTES E NAO PARALELOS A resultante poder ser (a) uma tnica forea R, (b) um conjugado no plano do sistema ou em um plano paralelo a este, ou (c) zero. Algebricamente, 2 2 xe RaJDAP HER) ean ake (DAY HOA) aa a3) onde 2° F,, © Fy = somas algébrieas das componentes x ¢ y, respectivamente, das forgas do sistema = ng ge restate form como 6x0 ara determina a ina dea da org estate, empregase a eqasio Ra=YMo 4) onde = um ponto de referéneia no plano 4 = distincia perpengiclar do ponto de referéncia O & resultante R a = momento de R em relagdo.a 0 Mo = soma algébrica dos momentos das forgas do sistema em relagdo ao ponto O Observe que, embora R =0, pode haver um conjugado cuja magnitude seja > Mo, 3.5 RESULTANTES DE SISTEMAS DE FORCAS DISTRIBUIDAS Um sistema de forgas distribuidas caracteriza-se quando no € possivel representar as forgas por vetores indivi- duais agindo em pontos especificos no espago: elas clevem ser representadas por um niimero infinito de vetores, cada um como fungio do ponto no qual a forga atua. Considere o sistema de forgas distribudas coplanares (pari lelas) mostrado na Fig. 3-1. As unidades para w(x) serdo, por exemplo, N/m. A resultante R do sistema de foreas e sua posigdo podem ser determinadas por integragio, Portanto, ef meds © Ri= | nina as) s Problemas de 3.13 a 3.15 sao exemplos espec we as ola Figura 3-1 Um sistema de forcas distribuidas, Caviruio 3 + ResurmTes 008 Sisteuns CopLananes 0€ Fongas | ——___~- Problemas Resolvidos 341 Determine a resultante do sistema de forgas concorrentes mostrado na Fig. 3-2(a), Ison 1808) wo o Figura 3-2 Solucéo Encontre as components « ¢y de cada uma das quatro forgas dadas, Some algebricamente as components em x para determinar > F,. Encontre ) F, utilizando as componentes em y, As informagdes podem ser mais claramente organi- 2zadas na forma de uma tabea, FORCA cos send, FE 5 150 0866 05001299 75.0 200 0866 0500-1732 1000 80 =0500 -0866 40,0 -69,2 180 0707-0707 12,3, 1273, DA = 440, DH = 215 A resultante & mostrada na Fig. 3-200) 3.2. Determine a resultante do sistema de forcas mostrado na Fig. 3-3(a). Note que a declividade da linha da aio de cada forga estd indicada na figura. on @ o Figura 3-3