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Declaração de Conflitos de Interesse • Nada a declarar. •Elias Fernando Miziara - DF
Declaração de Conflitos de Interesse
• Nada a declarar.
•Elias Fernando Miziara - DF

MR – A biologia viral na indução do câncer por HPV

Epidemiologia no Brasil

Dr. Elias Fernando Miziara

Lesâo provocada por HPV

Lesâo provocada por HPV

Lesâo provocada por HPV Lesâo provocada por HPV HPV no colo uterino forma aplanada

HPV no colo uterino forma aplanada

HPV na mão forma condilomatosa

HPV na mão forma condilomatosa

HPV no freio da língua forma condilomatosa

HPV no freio da língua forma condilomatosa

HPV no pênis forma condilomatosa

HPV no pênis forma condilomatosa

Condiloma perianal

Condiloma perianal

HPV no colo uterino forma condilomatosa

HPV no colo uterino forma condilomatosa

HPV vulva forma condilomatosa

HPV vulva forma condilomatosa

HPV na parede vaginal forma condilomatosa

HPV na parede vaginal forma condilomatosa

HPV na vulva forma condilomatosa

HPV na vulva forma condilomatosa

HPV na vulva - forma condilomatosa

HPV na vulva - forma condilomatosa

HPV na vulva HPV na vulva
HPV na vulva
HPV na vulva
Colo Colo uterino uterino Infec Infecçãçãoo pelo pelo HPV/ HPV/ CCââncer ncer dodo colo colo dodo
Colo Colo uterino uterino Infec Infecçãçãoo pelo pelo HPV/ HPV/ CCââncer ncer dodo colo colo dodo
Colo Colo uterino uterino Infec Infecçãçãoo pelo pelo HPV/ HPV/ CCââncer ncer dodo colo colo dodo
Colo Colo uterino uterino Infec Infecçãçãoo pelo pelo HPV/ HPV/ CCââncer ncer dodo colo colo dodo
Colo Colo uterino uterino Infec Infecçãçãoo pelo pelo HPV/ HPV/ CCââncer ncer dodo colo colo dodo
Colo
Colo uterino
uterino
Infec
Infecçãçãoo pelo
pelo HPV/
HPV/
CCââncer
ncer dodo colo
colo dodo
normal
normal
NIC
NIC aa 11
úútero/NIC
tero/NIC 2/NIC
2/NIC 33
Novas partículas virais
infecciosas
Liberação
perinuclear
Partículas virais
(coilocitose)
infecciosas
Epissomo
DNA viral integrado

a NIC= neoplasia intra-epitelial cervical

Adaptado de Goodman A, Wilbur DC. N Engl J Med 2003;349:1555–1564.

Elimina Eliminaçãçãoo dos dos vvíírus rus –– ccéélulas lulas epiteliais epiteliais Superf Superfíície cie dodo colo
Elimina
Eliminaçãçãoo dos
dos vvíírus
rus ––
ccéélulas
lulas epiteliais
epiteliais
Superf
Superfíície
cie dodo colo
colo dodo úútero
tero
sobreca
sobrecarregada
rregadass
Camada
Camada
Ajunta
Ajuntammento
ento viral
viral
escamosa
escamosa
(L1
(L1 ee L2)
L2)
madura
madura
Replica
Replicaçãçãoo dodo DNA
DNA
Camada
Camada
•.
••
escamosa
escamosa
viral
viral (E6
(E6 ee E7)
E7)
•.
.•
• .
DNA
DNA viral
viral epissomal
epissomal
CCéélulas
lulas
nono nnúúcleo
cleo da
da ccéélula
lula
parabasais
parabasais
• .
.
(E1
(E1 ee E2,
E2, E6
E6 ee E7)
.
E7)
CCéélulas
lulas basais
Infec
basais
Infecçãçãoo das
das
(t(trroonc
nco)
o)
ccéélulas
lulas basais
basais
(E1
(E1 ee
E2)
E2)
Membrana
Membrana bbaasal
sal
Epit
Epitééliolio normal
normal
Epit
Epitééliolio infectado
infectado

Adaptado de Frazer IH. Nature Rev Immunol 2004;4:46–54.

PREVALÊNCIA

PREVALÊNCIA DODO HPV

HPV

Estudos de caso-controle (IARC = 9 países)

Estudos de caso-controle (IARC = 9 países)

• • 2288 2288 casos casos de de carcinoma carcinoma escamoso escamoso

• • 141 141 casos casos de de adenocarcinoma adenocarcinoma

• • 2513 2513 casos-controle casos-controle

DNA-HPV PRESENTE EM 90-98% DOS CASOS

DNA-HPV PRESENTE EM 90-98% DOS CASOS

Bosch FX, 2001

PREVALÊNCIA

PREVALÊNCIA DODO HPV

HPV

NA POPULAÇÃO GERAL (40 ANOS)

NA POPULAÇÃO GERAL (40 ANOS)

• • Espanha Espanha = = 5% 5%

• • Brasil, Brasil, Colômbia, Colômbia, Tailândia, Tailândia, Filipinas Filipinas = = 13-20% 13-20%

• • Europa Europa e e EUA EUA = = < < 10% 10%

Bosch FX, 1995

Bosch FX, 1995

NAS MULHERES COM CIN

NAS MULHERES COM CIN

• • 80-90% 80-90%

Schiffman M, 1993

Schiffman M, 1993

CARCINOGÊNESE

CARCINOGÊNESE

CARCINOGÊNESE CERVICAL

CERVICAL

CERVICAL

• • Alta Alta prevalência prevalência de de infecção infecção HPV-induzida HPV-induzida

em mulheres sexualmente ativas;

em mulheres sexualmente ativas;

• • Infecção Infecção por por HPV HPV oncogênico oncogênico é é fator fator

necessário para a gênese do câncer cervical;

necessário para a gênese do câncer cervical;

??
??

Pequena fração de mulheres

Pequena fração de mulheres

infectadas com HPV oncogênicos

infectadas com HPV oncogênicos

cursarão com HSIL/câncer

cursarão com HSIL/câncer

CARCINOGÊNESE

CARCINOGÊNESE

CARCINOGÊNESE CERVICAL

CERVICAL

CERVICAL

CO-FATORES AMBIENTAIS

CO-FATORES AMBIENTAIS

CO-FATORES RELACIONADOS AO HOSPEDEIRO

CO-FATORES RELACIONADOS AO HOSPEDEIRO

CO-FATORES RELACIONADOS AO HPV

CO-FATORES RELACIONADOS AO HPV

CARCINOGÊNESE

CARCINOGÊNESE CERVICAL

CERVICAL

CO-FATORES AMBIENTAIS

CO-FATORES AMBIENTAIS

• • Paridade Paridade

• • ACO ACO

• • Fumo Fumo

• • Co-infecção Co-infecção com com HIV HIV

• • DST DST (Chlamydia, (Chlamydia, HSV HSV 2) 2)

• • Dieta Dieta

Castellsagué

Castellsagué X,

X, 2001 2001

CARCINOGÊNESE

CARCINOGÊNESE CERVICAL

CERVICAL

CO-FATORES RELACIONADOS AO HOSPEDEIRO

CO-FATORES RELACIONADOS AO HOSPEDEIRO

Co-fatores relacionados à resposta imunológica

Co-fatores relacionados à resposta imunológica

(imunidade celular)

(imunidade celular)

Genética - HLA (human leukocyte antigens)

Genética - HLA (human leukocyte antigens)

CARCINOGÊNESE CARCINOGÊNESE CERVICAL CERVICAL CO-FATORES RELACIONADOS AO HOSPEDEIRO CO-FATORES RELACIONADOS AO HOSPEDEIRO • Co-fatores relacionados à

Persistência dada infecção

Persistência

infecção viral

viral

Castellsagué

Castellsagué X,

X, 2001;

2001; Cox

Cox JJ T,

T, 2001

2001

CARCINOGÊNESE

CARCINOGÊNESE CERVICAL

CERVICAL

CO-FATORES RELACIONADOS AO HPV

CO-FATORES RELACIONADOS AO HPV

Genotipo

Genotipo

HPV- variante

HPV- variante

Integração viral

Integração viral

Co-infecção com outros tipos de HPV

Co-infecção com outros tipos de HPV

Carga viral

Carga viral

Castellsagué

Castellsagué X,

X, 2001

2001

OÃ OÃ

ESS

R R R GE GE GE R R R ESS

SE S

MODELO SIMPLIFICADO

MODELO

SIMPLIFICADO DEDE zur

zur Hausen

Hausen

HPV HPV HPV CO-FATORES CO-FATORES PROGRESS PROGRESS PROGRESS OÃ OÃ OÃ
HPV
HPV
HPV
CO-FATORES
CO-FATORES
PROGRESS
PROGRESS
PROGRESS OÃ OÃ OÃ

CÉLULA

CÉLULA

CÉLULA NORMAL

NORMAL

NORMAL

CÉLULA

CÉLULA

CÉLULA MODIFICADA

MODIFICADA

MODIFICADA

DISPLASIA

DISPLASIA

DISPLASIA

CACACA INININ SITU

SITU

SITU

CACACA INVASOR

INVASOR

INVASOR

OÃ OÃ OÃ ESS R R R GE GE GE R R R ESS SE S

CICLO LÍTICO

CICLO

CICLO

LÍTICO

LÍTICO VIRAL

VIRAL

VIRAL

NÃO

NÃO--PERMISSIVA

PERMISSIVA

PERMISSIVA

PERMISSIVA

(MULTIPLICAÇÃO

(MULTIPLICAÇÃO

VIRAL)

VIRAL)

CÉLULA

CÉLULA BASAL

BASAL

CICLO LÍTICO CICLO CICLO LÍTICO LÍTICO VIRAL VIRAL VIRAL NÃO NÃO-- PERMISSIVA PERMISSIVA PERMISSIVA PERMISSIVA (MULTIPLICAÇÃO

(MICROTRAUMATISMO)

(MICROTRAUMATISMO)

CICLO LÍTICO CICLO CICLO LÍTICO LÍTICO VIRAL VIRAL VIRAL NÃO NÃO-- PERMISSIVA PERMISSIVA PERMISSIVA PERMISSIVA (MULTIPLICAÇÃO
CICLO LÍTICO CICLO CICLO LÍTICO LÍTICO VIRAL VIRAL VIRAL NÃO NÃO-- PERMISSIVA PERMISSIVA PERMISSIVA PERMISSIVA (MULTIPLICAÇÃO

MULTIPLICAÇÃO

MULTIPLICAÇÃO

CELULAR

CELULAR

CICLO LÍTICO CICLO CICLO LÍTICO LÍTICO VIRAL VIRAL VIRAL NÃO NÃO-- PERMISSIVA PERMISSIVA PERMISSIVA PERMISSIVA (MULTIPLICAÇÃO

MATURAÇÃO

MATURAÇÃO

CELULAR

CELULAR

CICLO LÍTICO CICLO CICLO LÍTICO LÍTICO VIRAL VIRAL VIRAL NÃO NÃO-- PERMISSIVA PERMISSIVA PERMISSIVA PERMISSIVA (MULTIPLICAÇÃO

VÍRION

VÍRION

INFECÇÃO

INFECÇÃO HPV

HPV--INDUZIDA

INDUZIDA

INFECÇÃO CLÍNICA

INFECÇÃO

CLÍNICA

HPV HPV NÃO NÃO--
HPV
HPV NÃO
NÃO--

ONCOGÊNICO

ONCOGÊNICO

DNA DNA VIRAL VIRAL
DNA
DNA VIRAL
VIRAL

EPISSOMAL

EPISSOMAL

INFECÇÃO INFECÇÃO HPV HPV - - INDUZIDA INDUZIDA INFECÇÃO CLÍNICA INFECÇÃO CLÍNICA HPV HPV NÃO NÃO--

LESÕES

LESÕES

TÍPICAS

TÍPICAS

INFECÇÃO

INFECÇÃO

INFECÇÃO

INFECÇÃO

SUB--CLÍNICA

SUB

CLÍNICA

SUB-- CLÍNICA SUB CLÍNICA HPV HPV LATENTE LATENTE

HPV

HPV

LATENTE

LATENTE

 

ONCOGÊNICO

ONCOGÊNICO

SUB-- CLÍNICA SUB CLÍNICA HPV HPV LATENTE LATENTE ONCOGÊNICO ONCOGÊNICO DNA VIRAL DNA VIRAL INTEGRADO INTEGRADO

DNA VIRAL

DNA

VIRAL

INTEGRADO

INTEGRADO

SUB-- CLÍNICA SUB CLÍNICA HPV HPV LATENTE LATENTE ONCOGÊNICO ONCOGÊNICO DNA VIRAL DNA VIRAL INTEGRADO INTEGRADO
SUB-- CLÍNICA SUB CLÍNICA HPV HPV LATENTE LATENTE ONCOGÊNICO ONCOGÊNICO DNA VIRAL DNA VIRAL INTEGRADO INTEGRADO

LESÕES

LESÕES

ATÍPICAS

ATÍPICAS

AUSÊNCIA

AUSÊNCIA

DE LESÃO

DE LESÃO

HPV

HPV

LATE REGION (L1 e L2) – genes que

LATE REGION (L1 e L2) – genes que

codificam as proteínas que compõem o

codificam as proteínas que compõem o

capsídeo viral.

capsídeo viral.

EARLY REGION

EARLY REGION

E1 – replicação viral

E1 – replicação viral

HPV HPV • LATE REGION (L1 e L2) – genes que • LATE REGION (L1 e

E2 – regulação da transcrição viral

E2 – regulação da transcrição viral

INFECÇÃO

INFECÇÃO

VIRAL

VIRAL

E6 – liga-se à ptn p53, levando à degradação

E6 – liga-se à ptn p53, levando à degradação

E7 – liga-se à ptn pRb, levando à degradação

E7 – liga-se à ptn pRb, levando à degradação

HPV HPV • LATE REGION (L1 e L2) – genes que • LATE REGION (L1 e

POTENCIAL ONCOGÊNICO

POTENCIAL

ONCOGÊNICO VIRAL

VIRAL

GENES SUPRESSORES

GENES

SUPRESSORES DEDE TUMORES

TUMORES

São genes antiproliferativos

São genes antiproliferativos

Exercem controle negativo sobre o ciclo

Exercem controle negativo sobre o ciclo

celular

celular

Perdem função por mutação, deleção de

Perdem função por mutação, deleção de

cromossomas ou inativação

cromossomas ou inativação

P53 - cromossoma 17

P53 - cromossoma 17

PRb - cromossoma 13

PRb - cromossoma 13

Ação da p53

Ação da p53

frente ao DNA

frente ao DNA

danificado

danificado

DNA danificado ↑ níveis da proteína p53 Mecanismo Parada do ciclo na fase G1 APOPTOSE Traduzido
DNA danificado
↑ níveis da proteína p53
Mecanismo
Parada do ciclo na fase G1
APOPTOSE
Traduzido de Levine AJ. Scientific American SCIENCE &

MEDICINE,2:28,1995.

Ação da p53

Ação da p53

mutada frente

mutada frente

ao DNA

ao DNA

danificado

danificado

DNA danificado proteína p53 MUTADA Não ocorre Não há parada do ciclo na fase G1, célula
DNA danificado
proteína p53 MUTADA
Não
ocorre
Não há parada
do ciclo na fase
G1, célula entra
na fase S do
ciclo
APOPTOSE
DNA não pode ser reparado

Traduzido e adaptado de Levine AJ. Scientific American SCIENCE &

MEDICINE,2:28,1995.

AA inativação

inativação das

das proteínas

proteínas p53

p53 ee pRb

pRb

pelas pelas proteínas proteínas E6 E6 ee E7 E7 dodo HPV HPV Rb E2F-DP1 E7 HPV
pelas
pelas proteínas
proteínas E6
E6 ee E7
E7 dodo HPV
HPV
Rb E2F-DP1
E7 HPV
Sequestro de Rb
pela E7
ativado
Transcrição dos
genes da fase S
p53 inativada
e degradada
As células infectadas não
entram em apoptose,
continuando no ciclo celular
E6 HPV
Nucleotídios
Enzimas

Levine AJ,

Levine

AJ, 1995

1995

Integração viral

Integração

viral

HPV EPISSOMAL

HPV

EPISSOMAL

HPV INTEGRADO

HPV

INTEGRADO

Integração viral Integração viral HPV EPISSOMAL HPV INTEGRADO HPV INTEGRADO DNA VIRAL DNA VIRAL viral CROMOSSOMA

DNA VIRAL

DNA

VIRAL

Integração viral Integração viral HPV EPISSOMAL HPV INTEGRADO HPV INTEGRADO DNA VIRAL DNA VIRAL viral CROMOSSOMA

viral

Integração viral Integração viral HPV EPISSOMAL HPV INTEGRADO HPV INTEGRADO DNA VIRAL DNA VIRAL viral CROMOSSOMA

CROMOSSOMA

CROMOSSOMA

HOSPEDEIRO

HOSPEDEIRO

Linearização DNA

Linearização

DNA viral

E1 E1 ee E2 E2 E6 E6 ee E7 E7
E1
E1 ee E2
E2
E6
E6 ee E7
E7
Integração viral Integração viral HPV EPISSOMAL HPV INTEGRADO HPV INTEGRADO DNA VIRAL DNA VIRAL viral CROMOSSOMA

p53

p53 ee Rb

Rb

Integração viral Integração viral HPV EPISSOMAL HPV INTEGRADO HPV INTEGRADO DNA VIRAL DNA VIRAL viral CROMOSSOMA

E1 ee E2

E1

E2

Integração viral Integração viral HPV EPISSOMAL HPV INTEGRADO HPV INTEGRADO DNA VIRAL DNA VIRAL viral CROMOSSOMA

E6

E6 ee E7

E7

MATURAÇÃO

MATURAÇÃO CELULAR

CELULAR

CÉLULA

CÉLULA INDIFERENCIADA

INDIFERENCIADA

FORMAÇÃO CAPSÍDEO FORMAÇÃO CAPSÍDEO (L1 VIRAL e e L2) NAS CÉLS. CÉLS. SUPERFICIAIS SUPERFICIAIS LESÃO LESÃO

FORMAÇÃO CAPSÍDEO

FORMAÇÃO

CAPSÍDEO

VIRAL (L1

VIRAL

(L1 ee L2)

L2) NAS

NAS

CÉLS.

CÉLS. SUPERFICIAIS

SUPERFICIAIS

CÉLS. CÉLS. SUPERFICIAIS SUPERFICIAIS

LESÃO

LESÃO BENIGNA

BENIGNA

Integração viral Integração viral HPV EPISSOMAL HPV INTEGRADO HPV INTEGRADO DNA VIRAL DNA VIRAL viral CROMOSSOMA

AUSÊNCIA

AUSÊNCIA DE

DE PTN

PTN TARDIA

TARDIA

Integração viral Integração viral HPV EPISSOMAL HPV INTEGRADO HPV INTEGRADO DNA VIRAL DNA VIRAL viral CROMOSSOMA

CÉLULA

CÉLULA

CÉLULA TRANSFORMADA

TRANSFORMADA

TRANSFORMADA

Integração viral Integração viral HPV EPISSOMAL HPV INTEGRADO HPV INTEGRADO DNA VIRAL DNA VIRAL viral CROMOSSOMA

LESÃO

LESÃO MALIGNA

MALIGNA

HPV - ESTUDOS DE COORTE

HPV - ESTUDOS DE COORTE

CONCLUSÕES

CONCLUSÕES

Os HPV oncogênicos estão presentes em cerca

Os HPV oncogênicos estão presentes em cerca

de 85% das lesões de baixo grau.

de 85% das lesões de baixo grau.

O HPV 16 variante desencadeia maior persistência de

O HPV 16 variante desencadeia maior persistência de

infecção quando comparado ao HPV 16

infecção quando comparado ao HPV 16

Lesões de Alto Grau.

Lesões de Alto Grau.

HPV - ESTUDOS DE COORTE HPV - ESTUDOS DE COORTE CONCLUSÕES CONCLUSÕES • Os HPV oncogênicos

HPV é necessário p/ o desenvolvimento e persistência

HPV é necessário p/ o desenvolvimento e persistência

das CIN.

das CIN.

A infecção por HPV não confere imunidade contra

A infecção por HPV não confere imunidade contra

nova infecção (mesmo tipo ou tipo diferente).

nova infecção (mesmo tipo ou tipo diferente).

Tempo de persistência da infecção por HPV de alto-

Tempo de persistência da infecção por HPV de alto-

risco é de 8 meses. Para o HPV 16 é o dobro do tempo.

risco é de 8 meses. Para o HPV 16 é o dobro do tempo.

Dos mais de 35 tipos de HPV que acometem o trato

Dos mais de 35 tipos de HPV que acometem o trato

genital inferior, 10 (16, 18, 31, 33, 35 , 45, 51, 52 , 58 e

genital inferior, 10 (16, 18, 31, 33, 35 , 45, 51, 52 , 58 e

59) estão relacionados c/ o câncer cervical, c/ RR > 30.

59) estão relacionados c/ o câncer cervical, c/ RR > 30.

Desaparecimento do HPV prediz a regressão das CIN.

Desaparecimento do HPV prediz a regressão das CIN.

A infecção por HPV precede em 10-15 anos o

A infecção por HPV precede em 10-15 anos o

surgimento do câncer cervical.

surgimento do câncer cervical.

Bosch, FX,

Bosch,

FX, 2001;

2001; Cox,

Cox, JT,

JT, 2001;

2001; Castellsagué

Castellsagué X,

X, 2001

2001

Segundo a OMS, cerca de meio milhão de mulheres desenvolvem Câncer cervical por ano, em todo
Segundo a OMS, cerca de meio milhão de mulheres desenvolvem Câncer cervical por ano, em todo
Segundo a OMS, cerca de meio milhão de mulheres desenvolvem Câncer cervical por ano, em todo
Segundo a OMS, cerca de meio milhão de mulheres desenvolvem Câncer cervical por ano, em todo
Segundo a OMS, cerca de meio milhão de mulheres desenvolvem Câncer cervical por ano, em todo
Segundo a OMS, cerca de meio milhão de mulheres desenvolvem Câncer cervical por ano, em todo

Segundo a OMS, cerca de meio milhão

Segundo a OMS, cerca de meio milhão de mulheres desenvolvem Câncer cervical por ano, em todo
Segundo a OMS, cerca de meio milhão de mulheres desenvolvem Câncer cervical por ano, em todo
Segundo a OMS, cerca de meio milhão de mulheres desenvolvem Câncer cervical por ano, em todo

de mulheres desenvolvem Câncer

cervical por ano, em todo o mundo.

Destas, mais de 250.000 morrerão da

deste Câncer prevenível.

Segundo a OMS, cerca de meio milhão de mulheres desenvolvem Câncer cervical por ano, em todo
MORTALIDADE NO BRASIL
MORTALIDADE NO BRASIL

Taxa (bruta e padronizada) de Mortalidade por Câncer de Colo

de Útero - 1980-1996

6,00 5,00 4,00 3,00 2,00 1,00 0,00 taxas
6,00
5,00
4,00
3,00
2,00
1,00
0,00
taxas

1980 1981 1982 1983

1984 1985 1986 1987 1988 1989 1990 1991 1992

Anos

1993 1994 1995 1996

Taxa Padronizada(1)

Taxa Padronizada(2)

Taxa Bruta

Taxa Padronizada(1) Taxa Padronizada(2) Taxa Bruta
Taxa Padronizada(1) Taxa Padronizada(2) Taxa Bruta
Taxa Padronizada(1) Taxa Padronizada(2) Taxa Bruta

anos e mais

5 a 14 15 anos

a 54 55 anos

a 34 35 anos

a 24 25 anos

75 anos

a 64 65 anos

a 44 45 anos

a 74

Distribuição dodo númer

Distribuição

númeroo médio

médio de

de óbitos

óbitos por

por câncer

câncer dodo colo

colo dodo úte

útero,

ro,

conforme aa faixa

conforme

faixa etária,

etária, para

para oo período

período compreendido

compreendido entre

entre 1996

1996 ee 1998.

1998.

900 800 700 600 500 400 300 200 100 0 Número médio de óbitos
900
800
700
600
500
400
300
200
100
0
Número médio de óbitos

Faixa Etária

Incidences rates for Cervical Cancer per 100.000 women

By regions –1999 (estimates )

North 43,86 Northeast 33,14 Middle Middle west west 30,34 Southeast 18,23 South 26,72
North
43,86
Northeast
33,14
Middle
Middle west
west
30,34
Southeast
18,23
South
26,72

ATUALIDADE

1- A maioria dos casos de Câncer Cervical apresenta

seqüência gênica do HPV, de onde hoje se diz não

existir CC sem HPV.

2- Todos os Programas de Prevenção de CC são fun-

mentados no Teste de Papanicolaou, que é o único

projeto efetivamente testado e aprovado.

3- Há diferentes métodos para o Teste de Papanicolaou,

sendo que o convencional ainda é o mais usado. A

Citologia em Meio Líquido vem assumindo cada vez

este papel, agora em associação com a CH.

EFM-SBC

•• •• • • • • •• EDUCAÇÃO SEXUAL DOMÉSTICA EE NAS ESCOLAS CONSCIENTIZAÇÃO POPULACIONAL RELAÇÃO
•• •• • • • • •• EDUCAÇÃO SEXUAL DOMÉSTICA EE NAS ESCOLAS CONSCIENTIZAÇÃO POPULACIONAL RELAÇÃO

••

••

••

EDUCAÇÃO

EDUCAÇÃO SEXUAL

SEXUAL DOMÉSTICA

DOMÉSTICA EE NAS

NAS ESCOLAS

ESCOLAS

CONSCIENTIZAÇÃO

CONSCIENTIZAÇÃO POPULACIONAL

POPULACIONAL

RELAÇÃO

RELAÇÃO HPV

HPV EE CÂNCER

CÂNCER

IMPORTÂNCIA

IMPORTÂNCIA DA

DA PREVENÇÃO

PREVENÇÃO

MANUTENÇÃO

MANUTENÇÃO EE PERIODICIDADE

PERIODICIDADE DODO PAPANICOLAOU

PAPANICOLAOU

VACINAÇÃO

VACINAÇÃO COMO

COMO PREVENÇÃO

PREVENÇÃO PRIMÁRIA

PRIMÁRIA

DEVE HAVER

DEVE

HAVER UMUM ESFORÇO

ESFORÇO CONJUNTO

CONJUNTO NA

NA ESTRATÉGIA

ESTRATÉGIA

DA PREVENÇÃO

DA

PREVENÇÃO PRIMÁRIA

PRIMÁRIA EE SECUNDÁRIA

SECUNDÁRIA DODO CACA

CERVICAL

CERVICAL

•• aa real Qual eficácia aa longo prazo •• Deve ser aplicado dose de reforço necessário

••

Qual aa real

Qual

real eficácia

eficácia aa longo

longo prazo

prazo

•• Deve

Deve ser

ser aplicado

aplicado dose

dose de

de reforço

reforço

•• aa real Qual eficácia aa longo prazo •• Deve ser aplicado dose de reforço necessário

Será necessário

Será

na vacina

na

vacina

•• aa real Qual eficácia aa longo prazo •• Deve ser aplicado dose de reforço necessário

Quais

necessário aa inclusão

inclusão de

de outros

outros tipos

tipos de

de HPV

HPV

•• aa real Qual eficácia aa longo prazo •• Deve ser aplicado dose de reforço necessário

••

Quais os

os benefícios

benefícios de

de vacinar

vacinar mulheres

•• aa real Qual eficácia aa longo prazo •• Deve ser aplicado dose de reforço necessário

mulheres adultas

adultas

••

•• Porque

••

Porque não

não vacinar

vacinar também

também homens

homens

•• aa real Qual eficácia aa longo prazo •• Deve ser aplicado dose de reforço necessário

Qual oo impacto

Qual

impacto sócio

sócio--econômico

econômico

(( aceitação

aceitação ee custo

custo atual

atual ))

MUITO OBRIGADO!