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Overview Oracle GoldenGate

Oracle GoldenGate Provê captura de baixo impacto, roteamento, transformação e entrega da transação de banco

Oracle GoldenGate

Oracle GoldenGate Provê captura de baixo impacto, roteamento, transformação e entrega da transação de banco de

Provê captura de baixo impacto, roteamento, transformação e entrega da transação

de banco de dados em ambientes heterogêneos praticamente em real-time.

transformação e entrega da transação de banco de dados em ambientes heterogêneos praticamente em real-time.
transformação e entrega da transação de banco de dados em ambientes heterogêneos praticamente em real-time.
 É um produto de middleware, desenhado para trabalhar em ambientes heterogêneos e com diferentes

É um produto de middleware, desenhado para trabalhar em ambientes heterogêneos e com diferentes bancos de dados.

Transporta somente as transações confirmadas existentes nos redo logs (archives), permitindo assim uma latência menor (menos de um segundo). Os dados podem ser filtrados para mover somente alguns schemas, tabelas ou linhas. Replica comandos DDL também.

Utiliza uma rede TCP/IP comum.

Utiliza seu próprio CSN (Commit Sequence Number) para identificar a transação, que se baseia no SCN (System Change Number) do Oracle Database.

Possui seu próprio sistema de arquivos de checkpoint para manter a integridade transacional.

Em ambientes que possuem soluções de disaster recovery (standby database) ele transporta as transações, porém não têm a capacidade de realizar um “automatic failover” como um Oracle DataGuard.

as transações, porém não têm a capacidade de realizar um “automatic failover” como um Oracle DataGuard.
as transações, porém não têm a capacidade de realizar um “automatic failover” como um Oracle DataGuard.
Topologias possíveis – Oracle GoldenGate

Topologias possíveis Oracle GoldenGate

Topologias possíveis – Oracle GoldenGate
Topologias possíveis – Oracle GoldenGate
Topologias possíveis – Oracle GoldenGate
Soluções do Oracle GoldenGate para o Oracle Database  Elimina o down-time em upgrades, migrações

Soluções do Oracle GoldenGate para o Oracle Database

Elimina o down-time em upgrades, migrações e manutenções de aplicações ou banco de dados.

Minimiza o risco com uma opção de fallback.

migrações e manutenções de aplicações ou banco de dados.  Minimiza o risco com uma opção
migrações e manutenções de aplicações ou banco de dados.  Minimiza o risco com uma opção
migrações e manutenções de aplicações ou banco de dados.  Minimiza o risco com uma opção
 Melhora a performance de um sistema produtivo criando uma replica onde é possível destinar

Melhora a performance de um sistema produtivo criando uma replica onde é possível destinar consultas pesadas pra essa segunda plataforma.

de um sistema produtivo criando uma replica onde é possível destinar consultas pesadas pra essa segunda
de um sistema produtivo criando uma replica onde é possível destinar consultas pesadas pra essa segunda
de um sistema produtivo criando uma replica onde é possível destinar consultas pesadas pra essa segunda
 Disponibilidade contínua em paradas planejadas ou não.

Disponibilidade contínua em paradas planejadas ou não.

 Disponibilidade contínua em paradas planejadas ou não.
 Disponibilidade contínua em paradas planejadas ou não.
 Disponibilidade contínua em paradas planejadas ou não.
Componentes básicos do Oracle GoldenGate  Manager  Extract  Trails ou Extract files 

Componentes básicos do Oracle GoldenGate

Componentes básicos do Oracle GoldenGate  Manager  Extract  Trails ou Extract files  Data

Manager

Extract

Trails ou Extract files Data Pump

Replicat

Componentes básicos do Oracle GoldenGate  Manager  Extract  Trails ou Extract files  Data
Manager => Processo que controla as ações de start, stop, monitoração do status e restart

Manager => Processo que controla as ações de start, stop, monitoração do status e restart dos outros processos (extract e replicat); report de erros e eventos.

Exemplo: Você pode iniciar o manager, usa-lo para iniciar o extract, e então reinicia-lo sem afetar a operação do processo de extract.

iniciar o manager, usa-lo para iniciar o extract, e então reinicia-lo sem afetar a operação do
iniciar o manager, usa-lo para iniciar o extract, e então reinicia-lo sem afetar a operação do
Extract => Transações “ commitadas ” são capturadas (e podem ser filtradas) através da leitura

Extract

=> Transações “commitadas” são capturadas (e podem ser filtradas) através da leitura dos redo logs.

Extract => Transações “ commitadas ” são capturadas (e podem ser filtradas) através da leitura dos
Extract => Transações “ commitadas ” são capturadas (e podem ser filtradas) através da leitura dos
Extract => Transações “ commitadas ” são capturadas (e podem ser filtradas) através da leitura dos
Trail => Depois de capturar, o Oracle GoldenGate converte as transações em um arquivo. (

Trail => Depois de capturar, o Oracle GoldenGate converte as transações em um arquivo. (trail file). Usando trail files na origem e no destino, mantêm a integridade de dados mesmo em caso de alguma falha sistêmica, do servidor, da rede

na origem e no destino, mantêm a integridade de dados mesmo em caso de alguma falha
na origem e no destino, mantêm a integridade de dados mesmo em caso de alguma falha
na origem e no destino, mantêm a integridade de dados mesmo em caso de alguma falha
Data Pump => É um processo de extract usado para enviar os dados para o

Data Pump => É um processo de extract usado para enviar os dados para o destino. (opcional, mas altamente recomendável)

=> É um processo de extract usado para enviar os dados para o destino. (opcional, mas
=> É um processo de extract usado para enviar os dados para o destino. (opcional, mas
=> É um processo de extract usado para enviar os dados para o destino. (opcional, mas
 O dado pode (ou não) ser comprimido e/ou criptografado para envio ao destino. 

O dado pode (ou não) ser comprimido e/ou criptografado para envio ao destino.

É roteado do trail file via rede TCP/IP (IPv4 ou IPv6) não tendo limitação de distância.

envio ao destino.  É roteado do trail file via rede TCP/IP (IPv4 ou IPv6) não
envio ao destino.  É roteado do trail file via rede TCP/IP (IPv4 ou IPv6) não
envio ao destino.  É roteado do trail file via rede TCP/IP (IPv4 ou IPv6) não
Replicat => Aplica os dados com integridade transacional, transformando o dado se solicitado. As transações

Replicat => Aplica os dados com integridade transacional, transformando o dado se solicitado. As transações enfileiradas no trail file são aplicadas através de chamadas SQL nativas.

o dado se solicitado. As transações enfileiradas no trail file são aplicadas através de chamadas SQL
o dado se solicitado. As transações enfileiradas no trail file são aplicadas através de chamadas SQL
o dado se solicitado. As transações enfileiradas no trail file são aplicadas através de chamadas SQL
GGSCI (GoldenGate Software Command Interface)  Processos (Extract ou Replicat) são adicionados e iniciados usando

GGSCI

(GoldenGate Software Command Interface)

Processos (Extract ou Replicat) são adicionados e iniciados usando essa console.

É usada para editarmos comandos para monitorar, configurar e controlar os grupos de processo.

usando essa console.  É usada para editarmos comandos para monitorar, configurar e controlar os grupos
usando essa console.  É usada para editarmos comandos para monitorar, configurar e controlar os grupos
usando essa console.  É usada para editarmos comandos para monitorar, configurar e controlar os grupos
Process Groups  É o conjunto formado pelo processo (Extract ou Replicat), seu arquivo de

Process Groups

É o conjunto formado pelo processo (Extract ou Replicat), seu arquivo de parâmetros

(*.prm), seu arquivo de checkpoint e qualquer outro arquivo associado ao processo. Tais como:

Report (*.rpt), Discard (*.dsc) e Column Definition (*.def) .

Criamos grupos através da console GGSCI, editando os comandos Add Extract e Add Replicat.

Definition (*.def) .  Criamos grupos através da console GGSCI, editando os comandos Add Extract e
Definition (*.def) .  Criamos grupos através da console GGSCI, editando os comandos Add Extract e
Definition (*.def) .  Criamos grupos através da console GGSCI, editando os comandos Add Extract e
Parameter files  A maior parte das funcionalidades do Oracle GoldenGate é controlada pelo uso

Parameter files

A maior parte das funcionalidades do Oracle GoldenGate é controlada pelo uso de parâmetros mantidos em arquivos texto. Existem dois tipos:

GLOBALS (único) armazena parâmetros relacionados a instância do OGG como um todo. Localiza-se no <OGG_HOME>/GLOBALS.

Runtime parameter files (vários) diretamente ligados aos processos Extract e Replicat. Sobrepõe as configurações do arquivo GLOBALS.

Por padrão, os arquivos são mantidos no diretório dirprm, localizado no home da instalação .

no diretório dirprm , localizado no home da instalação .  Os arquivos *.prm possibilitam o

Os arquivos *.prm possibilitam o controle de vários aspectos da sincronização do GoldenGate, como seleção e mapeamento dos dados, DDL, resolução de erros, logging entre outros.

da sincronização do GoldenGate, como seleção e mapeamento dos dados, DDL, resolução de erros, logging entre
da sincronização do GoldenGate, como seleção e mapeamento dos dados, DDL, resolução de erros, logging entre
Exemplo de arquivo de parâmetro

Exemplo de arquivo de parâmetro

Exemplo de arquivo de parâmetro
Exemplo de arquivo de parâmetro
Exemplo de arquivo de parâmetro
Checkpoints
Checkpoints

Checkpoints

Checkpoints
Checkpoints
 Os processos (extract e replicat) salvam as informações de sincronização em um arquivo (checkpoint

Os processos (extract e replicat) salvam as informações de sincronização em um arquivo (checkpoint file), que armazena a última posição de leitura e gravação daquele processo.

Assegura que os dados marcados para serem sincronizados são extraídos, prevenindo uma

extração redundante. Também garante que os dados sejam processados no destino na mesma

ordem de atualização ocorrida na origem.

Previne a perda de dados caso o sistema, a rede, ou algum processo do Oracle GoldenGate precise ser reiniciado.

Os arquivos de checkpoint são mantidos no subdiretório dirchk, abaixo do home da instalação.

ser reiniciado.  Os arquivos de checkpoint são mantidos no subdiretório dirchk , abaixo do home
ser reiniciado.  Os arquivos de checkpoint são mantidos no subdiretório dirchk , abaixo do home
ser reiniciado.  Os arquivos de checkpoint são mantidos no subdiretório dirchk , abaixo do home
Commit Sequence Number (CSN)  Identificador criado para o Oracle GoldenGate reconhecer a transação de

Commit Sequence Number (CSN)

Identificador criado para o Oracle GoldenGate reconhecer a transação de origem, com o propósito de manter a consistência da operação e a integridade dos dados.

Cada SGBD gera o seu identificador para determinar a efetivação da transação no database.

O CSN pega essa mesma informação e representa internamente como uma série de bytes.

Diferente dos SGBD’s, o CSN é processado de maneira independente do database.

como uma série de bytes.  Diferente dos SGBD’s , o CSN é processado de maneira
como uma série de bytes.  Diferente dos SGBD’s , o CSN é processado de maneira
Pré-requisitos para a Instalação do Oracle GoldenGate  Memória => Depende da quantidade de processos

Pré-requisitos para a Instalação do Oracle GoldenGate

Memória => Depende da quantidade de processos rodando concorrentemente.

Pra cada processo (extract e replicat) são necessários de 25 a 55 MB.

Obs.: Cada instalação do OGG 12c suporta até 5000 processos.

Disco => De 450 a 800MB. Para os trail files é recomendável que seja designado um disco separado. O tamanho padrão de cada trail file é de 100MB, mas para otimizar espaço podemos utilizar o parâmetro PurgeOldExtracts definido no processo Manager.

Rede => Configurar para usar o TCP/IP, incluindo DNS. (suporta IPv6 por padrão) Configurar uma porta para a comunicação entre o Manager e os outros processos. Configurar um range de portas para a comunicação local do OGG.

Sistema operacional => Em sistemas Unix/Linux é importante criar um usuário pra ser o dono da instalação. Ex.: oggusr

operacional => Em sistemas Unix/Linux é importante criar um usuário pra ser o dono da instalação.
operacional => Em sistemas Unix/Linux é importante criar um usuário pra ser o dono da instalação.
Pré-requisitos para a Instalação do Oracle GoldenGate  Banco de dados => É recomendável a

Pré-requisitos para a Instalação do Oracle GoldenGate

Banco de dados => É recomendável a criação de um schema específico para o OGG tanto na

origem como no destino.

Banco de dados => É recomendável a criação de um schema específico para o OGG tanto
Banco de dados => É recomendável a criação de um schema específico para o OGG tanto
Banco de dados => É recomendável a criação de um schema específico para o OGG tanto
Banco de dados => É recomendável a criação de um schema específico para o OGG tanto
Pré-requisitos para a Instalação do Oracle GoldenGate Que possua as permissões listadas abaixo: Além de

Pré-requisitos para a Instalação do Oracle GoldenGate

Que possua as permissões listadas abaixo:

Oracle GoldenGate Que possua as permissões listadas abaixo: Além de executar a procedure GRANT_ADMIN_PRIVILEGE,

Além de executar a procedure GRANT_ADMIN_PRIVILEGE, tornando-o administrador .

Que possua as permissões listadas abaixo: Além de executar a procedure GRANT_ADMIN_PRIVILEGE, tornando-o administrador .
Que possua as permissões listadas abaixo: Além de executar a procedure GRANT_ADMIN_PRIVILEGE, tornando-o administrador .
Que possua as permissões listadas abaixo: Além de executar a procedure GRANT_ADMIN_PRIVILEGE, tornando-o administrador .
Pré-requisitos para a Instalação do Oracle GoldenGate  Na versão 12c do OGG, podemos setar

Pré-requisitos para a Instalação do Oracle GoldenGate

Na versão 12c do OGG, podemos setar o parâmetro ENABLE_GOLDENGATE_REPLICATION no init.ora.

Obs.: Responsável por habilitar alguns serviços do RDBMS utilizados pelo OGG. Ex.: Serviço de leitura dos redos utilizado pelo Extract.

Ex.: Serviço de leitura dos redos utilizado pelo Extract.  Aumentar o tempo de retenção da

Aumentar o tempo de retenção da UNDO.

pelo Extract.  Aumentar o tempo de retenção da UNDO.  Habilitar o SUPPLEMENTAL LOG e

Habilitar o SUPPLEMENTAL LOG e FORCE LOGGING no âmbito do database. Obs.: O supplemental log adiciona uma coluna dentro do redo log file para identificar unicamente uma linha que sofre um update, por exemplo. (Habilita o log das chaves) O force logging assegura que todas as mudanças feitas no banco serão capturadas e disponibilizadas para recuperação nos redo logs. Sobrepondo qualquer configuração de usuário ou claúsula de storage.

disponibilizadas para recuperação nos redo logs. Sobrepondo qualquer configuração de usuário ou claúsula de storage.
disponibilizadas para recuperação nos redo logs. Sobrepondo qualquer configuração de usuário ou claúsula de storage.
disponibilizadas para recuperação nos redo logs. Sobrepondo qualquer configuração de usuário ou claúsula de storage.
Instalando o Oracle GoldenGate 12c 1. Realizar o download do OGG no site http://edelivery.oracle.com 2.

Instalando o Oracle GoldenGate 12c

1. Realizar o download do OGG no site http://edelivery.oracle.com

2. Descompactar o arquivo .zip em um diretório.

3. Executar o ./runInstaller .

.zip em um diretório. 3. Executar o ./runInstaller .  Na tela de instalação serão solicitadas

Na tela de instalação serão solicitadas somente três informações:

1. Versão do Oracle que será utilizado (11g ou 12c).

2. O diretório destino da instalação (OGG_HOME). (Definir a variável OGG_HOME no profile do usuário)

(Definir a variável OGG_HOME no profile do usuário) 3. Opção de iniciar o processo Manager após
Configurando o Oracle GoldenGate

Configurando o Oracle GoldenGate

Configurando o Oracle GoldenGate
Configurando o Oracle GoldenGate
Configurando o Oracle GoldenGate
Preparando o ambiente  Após a instalação criamos os subdiretórios necessários ao OGG usando a

Preparando o ambiente

Após a instalação criamos os subdiretórios necessários ao OGG usando a console GGSCI.

Preparando o ambiente  Após a instalação criamos os subdiretórios necessários ao OGG usando a console
Preparando o ambiente  Após a instalação criamos os subdiretórios necessários ao OGG usando a console
Preparando o ambiente  Após a instalação criamos os subdiretórios necessários ao OGG usando a console
Preparando o ambiente  Após a instalação criamos os subdiretórios necessários ao OGG usando a console
Preparando o ambiente  Habilitar o supplemental logging no nível da tabela via GGSCI. GGSCI

Preparando o ambiente

Habilitar o supplemental logging no nível da tabela via GGSCI.

o supplemental logging no nível da tabela via GGSCI. GGSCI > dblogin userid oggusr password ora123cle

GGSCI > dblogin userid oggusr password ora123cle Successfully logged into database.

GGSCI > ADD TRANDATA SCHEMA.TABELA ALLCOLS

GGSCI > ADD TRANDATA SCHEMA2.TABELA ALLCOLS

GGSCI > ADD TRANDATA SCHEMA2.TABELA2 ALLCOLS

Habilitar o archive logging no database como uma segunda opção de fonte das informações, no caso dos redo logs “reciclarem” antes do Extract finalizar a captura.

opção de fonte das informações, no caso dos redo logs “reciclarem” antes do Extract finalizar a
opção de fonte das informações, no caso dos redo logs “reciclarem” antes do Extract finalizar a
Configurando o Manager  Como visto anteriormente, processo responsável por iniciar, parar, monitorar status ,

Configurando o Manager

Como visto anteriormente, processo responsável por iniciar, parar, monitorar status , gerenciar recursos, configurar parâmetros, report de erros, gerenciar trail files

Os parâmetros do Manager são configurados no arquivo mgr.prm no diretório dirprm.

Criar o arquivo de parâmetros usando o GGSCI:

Manager são configurados no arquivo mgr.prm no diretório dirprm. • Criar o arquivo de parâmetros usando
Manager são configurados no arquivo mgr.prm no diretório dirprm. • Criar o arquivo de parâmetros usando
Manager são configurados no arquivo mgr.prm no diretório dirprm. • Criar o arquivo de parâmetros usando
Manager são configurados no arquivo mgr.prm no diretório dirprm. • Criar o arquivo de parâmetros usando
• Iniciar o Manager: • Verificar qual porta o Manager está usando:

Iniciar o Manager:

• Iniciar o Manager: • Verificar qual porta o Manager está usando:
• Iniciar o Manager: • Verificar qual porta o Manager está usando:

Verificar qual porta o Manager está usando:

• Iniciar o Manager: • Verificar qual porta o Manager está usando:
• Iniciar o Manager: • Verificar qual porta o Manager está usando:
• Iniciar o Manager: • Verificar qual porta o Manager está usando:
Configurando o Extract  Captura todas as mudanças efetuadas nos objetos em que foi habilitado

Configurando o Extract

Configurando o Extract  Captura todas as mudanças efetuadas nos objetos em que foi habilitado o

Captura todas as mudanças efetuadas nos objetos em que foi habilitado o sincronismo.

Armazena as alterações até que receba o commit ou rollback. Caso receba o rollback, o Extract descarta os dados. Quando o commit é recebido, envia os dados da transação para o trail para ser

enviado ao destino. Todos os registros de log da transação são gravados no trail como uma unidade

sequencial organizada. Esse desenho assegura velocidade e integridade de dados.

são gravados no trail como uma unidade sequencial organizada. Esse desenho assegura velocidade e integridade de
são gravados no trail como uma unidade sequencial organizada. Esse desenho assegura velocidade e integridade de
Adicionando um Extract - Exemplos 1. Na primeira instrução, criamos um Extract group chamado finance

Adicionando um Extract - Exemplos

Adicionando um Extract - Exemplos 1. Na primeira instrução, criamos um Extract group chamado finance que

1. Na primeira instrução, criamos um Extract group chamado finance que extrai alterações dos transaction logs (redo logs). Inicia a extração dos registros gerados a partir do momento que adicionamos o Extract.

2. Na segunda, criamos o Extract group chamado atms que extraí as alterações dos transaction logs.

Inicia a extração com registros gerados a partir das 8:00 da manhã de 31 de janeiro de 2013.

3. Na terceira, criamos um Data pump Extract group chamado pump que lê os arquivos de trail gerados no caminho c:\ggs\dirdat\lt .

criamos um Data pump Extract group chamado pump que lê os arquivos de trail gerados no
criamos um Data pump Extract group chamado pump que lê os arquivos de trail gerados no
Editando Parâmetros - Extract  Para editarmos o arquivo de parâmetro de um Extract group

Editando Parâmetros - Extract

Para editarmos o arquivo de parâmetro de um Extract group, digitamos o seguinte comando:

de um Extract group , digitamos o seguinte comando:  Então podemos modificar os parâmetros no

Então podemos modificar os parâmetros no arquivo. Obs.: No Linux, o editor padrão é o vi.

o seguinte comando:  Então podemos modificar os parâmetros no arquivo. Obs.: No Linux, o editor
o seguinte comando:  Então podemos modificar os parâmetros no arquivo. Obs.: No Linux, o editor
o seguinte comando:  Então podemos modificar os parâmetros no arquivo. Obs.: No Linux, o editor
Data Pump  É um processo Extract que envia/grava as transações para um único ou

Data Pump

É um processo Extract que envia/grava as transações para um único ou múltiplos arquivos de trail remoto. (Não confundir com Oracle Data Pump)

O Data Pump :

- Lê de um Local Trail.

- Pode manipular os dados caso seja necessário.

- Envia os dados para um ou mais alvos.

Ele é vantajoso para :

- Garantir contra falhas na rede ou nos servidores destino.

- Dividir o processo de filtragem e transformação dos dados.

- Consolidar dados de múltiplas fontes para um destino central.

- Sincronizar uma fonte de dados com múltiplos destinos.

- Consolidar dados de múltiplas fontes para um destino central. - Sincronizar uma fonte de dados
- Consolidar dados de múltiplas fontes para um destino central. - Sincronizar uma fonte de dados
Overview Trails  São usados no OGG para suportar a extração e replicação contínuas. 

Overview Trails

São usados no OGG para suportar a extração e replicação contínuas.

O trail pode existir no sistema de origem e no destino também.

Somente um processo Extract pode gravar para um trail file.

Trail files são armazenados no subdiretório dirdat

Processos que leêm o trail file:

Data pump Extract

Replicat

são armazenados no subdiretório dirdat  Processos que leêm o trail file: • Data pump Extract
são armazenados no subdiretório dirdat  Processos que leêm o trail file: • Data pump Extract
Initial Load (primeira carga)

Initial Load

(primeira carga)

Initial Load (primeira carga)
Initial Load (primeira carga)
Initial Load (primeira carga)
Initial Load (primeira carga)  Utilizando o database (Oracle) : • Export / Import ,

Initial Load

(primeira carga)

Utilizando o database (Oracle) :

Export / Import , Oracle Data Pump, RMAN (duplicate).

Utilizando OGG :

File to replicat : Extract grava para um arquivo e então o Replicat carrega via SQL.

File to database utility : Extract grava para um arquivo em formato ASCII para então o utilitário efetuar a carga.

Direct load : Extract grava diretamente para o Replicat, que carrega via SQL.

Direct bulk load : (Somente Oracle) Extract grava diretamente para o Replicat, que carrega através da API do SQL*Loader.

Obs.: Essas características são interessantes para tabelas relativamente pequenas e para ambientes heterogêneos. (Ex.: Oracle => DB2)

são interessantes para tabelas relativamente pequenas e para ambientes heterogêneos. (Ex.: Oracle => DB2)
são interessantes para tabelas relativamente pequenas e para ambientes heterogêneos. (Ex.: Oracle => DB2)
Configurando o Replicat

Configurando o Replicat

Configurando o Replicat
Configurando o Replicat
Configurando o Replicat
Overview Replicat  O processo Replicat roda no sistema de destino da atualização.  Múltiplos

Overview Replicat

O processo Replicat roda no sistema de destino da atualização.

Múltiplos processos Replicat podem ser utilizados com múltiplos Extract em paralelo para aumentar a produtividade.

O Replicat pode:

Ler dados dos trails do OGG.

Realizar a filtragem dos dados pela tabela, por linha ou operação.

Realizar a transformação dos dados.

OGG. • Realizar a filtragem dos dados pela tabela, por linha ou operação. • Realizar a
OGG. • Realizar a filtragem dos dados pela tabela, por linha ou operação. • Realizar a
OGG. • Realizar a filtragem dos dados pela tabela, por linha ou operação. • Realizar a
Linha de produtos – Oracle GoldenGate  Oracle GoldenGate Veridata => Add-on capaz de validar

Linha de produtos Oracle GoldenGate

Oracle GoldenGate Veridata => Add-on capaz de validar dados entre sistemas replicados.

Management Pack for Oracle GoldenGate:

Oracle GoldenGate Director => Ferramenta que provê de forma visual uma maneira de definir, configurar e gerenciar os processos do Oracle GoldenGate.

Oracle GoldenGate Monitor => Ferramenta Web que mostra as configurações, estatísticas, histórico e alertas dos processos do Oracle GoldenGate.

Ferramenta Web que mostra as configurações, estatísticas, histórico e alertas dos processos do Oracle GoldenGate.
Ferramenta Web que mostra as configurações, estatísticas, histórico e alertas dos processos do Oracle GoldenGate.
PARA UM MUNDO COMPLEXO, SOLUÇÕES ÚNICAS
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