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102 MENSAGEM INICIAL O Desafio da Montanha Numa cidade havia uma montanha bastante íngreme e

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102 MENSAGEM INICIAL O Desafio da Montanha Numa cidade havia uma montanha bastante íngreme e pedregosa,

MENSAGEM INICIAL

O Desafio da Montanha

Numa cidade havia uma montanha bastante íngreme e pedregosa, jamais escalada. Três amigos decidiram fazer a sua subida e, por isso, prepararam-se durante alguns dias. Muniram-se de todo o equipamento necessário, como cordas, alimentos e materiais de primeiros socorros. No dia estabelecido iniciaram a aventura, que seria observada por várias pessoas. Um deles, o mais jovem, iniciou a subida fazendo grande alarde, concedendo entrevistas e se declarando, por antecipação, como o mais preparado para atingir o objetivo. Partiu eufórico e venceu os primeiros obstáculos com relativa facilidade. Prosseguiu na escalada e quando já atingia uma determinada altura, em torno de 10% do desafio a percorrer, parou para descansar. Já sentia forte cansaço e em seu corpo já se percebiam as marcas de alguns ferimentos, resultantes do contato com a vegetação nativa e espinhosa que encobria a montanha.

e sentiu um frio

percorrer-lhe a espinha. Estava ainda muito distante do ponto de chegada. Teve medo. O desafio era maior de que suas forças. A distância que faltava percorrer era gigantesca. Desistiu. Acabrunhado, retornou ao ponto de partida deixando no exato ponto onde parou uma placa com os dizeres: É Difícil ! O outro, igualmente jovem, porém mais determinado, foi muito mais além. Enfrentou barreiras e espinhos expôs-se ao vento que era mais forte feriu pés e mãos, desprendeu grandes esforços e atingiu a metade do monte. Só aí parou para

descansar. Estava esgotado e bastante mau tratado.

Só aí parou para descansar. Estava esgotado e bastante mau tratado. Do ponto em que se

Do ponto em que se encontrava, olhou para o alto

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e sentiu calafrios. Era aterrorizador olhar para baixo e ver a altura em que se

e sentiu calafrios. Era aterrorizador olhar para baixo e

ver a altura em que se encontrava. Entristeceu. Já fizera todo aquele esforço e ainda não lograra o êxito desejado. Qualquer deslize ali poderia ser fatal. Sentiu medo. O

desafio era maior do que suas forças. Desistiu. Acabrunhado, retornou ao ponto de partida deixando no exato ponto onde parou uma placa com os dizeres: É Difícil Acreditar Que Cheguei Aqui. O terceiro deles, mais amadurecido e reservado, nada disse, nem prometeu. Iniciou sua caminhada de forma obstinada e segura. Atravessou barreiras e espinhos; superou desafios e deficiências; expôs-se a situações desconfortáveis e dolorosas; experimentou ferimentos nos pés e nas mãos, mas prosseguiu em seu intento. Acreditava que poderia chegar. Nem olhou para cima, nem olhou para baixo. Apenas prosseguiu. de forma determinada e gradual, foi alcançando, passo a passo, seu objetivo. Via apenas uma coisa: o objetivo traçado. Estava com mente colocada bem adiante, no lugar da chegada. E com este ânimo foi superando os obstáculos que surgiam, sem se deixar abater por eles. Após muito esforço e determinação chegou ao topo da montanha. O desafio estava vencido. Lá em cima, radiante com a conquista realizada, escreveu: É Difícil Acreditar Que Cheguei Aqui, Porém Mais Difícil Foi Acreditar Que Poderia Chegar .

Olhou para baixo

Difícil Foi Acreditar Que Poderia Chegar . Olhou para baixo “Aprenda a querer e a procurar.

“Aprenda a querer e a procurar. O desejo é uma força no homem, mas, para que produza seu efeito, exige determinação e ação. O sucesso somente chega para aqueles que se dispõem a alcançá-lo, com firmeza e persistência”.

Melcíades José de Brito

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com firmeza e persistência”. Melcíades José de Brito 4 MENSAGEM FINAL Estrelas do Mar Era uma

MENSAGEM FINAL

Estrelas do Mar

Era uma vez um escritor que morava em uma tranqüila praia, junto de uma colônia de pescadores. Todas as manhãs ele caminhava à beira do mar para se inspirar, e à tarde ficava em casa escrevendo. Certo dia, caminhando na praia, ele viu um vulto que parecia dançar. Ao chegar, reparou que se tratava de um jovem que recolhia estrelas-do-mar da areia da para, uma por uma, jogá-las novamente de volta ao oceano.

“ Por que você está fazendo isso” ? perguntou o escritor.

Por que você está fazendo isso” ? perguntou o escritor. “ Você não vê ! explicou
Por que você está fazendo isso” ? perguntou o escritor. “ Você não vê ! explicou

“ Você não vê ! explicou o jovem A maré está baixa e o sol

está brilhando. Elas irão secar e morrer se ficarem aqui na areia”.

“ Meu jovem, existem milhares de quilômetros de praias por este

mundo afora, e centenas de milhares de estrelas-do-mar espalhadas pela praia. Que diferença faz ? Você joga umas poucas de volta ao oceano. A maioria vai perecer de qualquer forma”. O jovem pegou mais uma estrela na praia, jogou de volta ao oceano e olhou para o escritor.

“ Para essa eu fiz diferença”.

Naquela noite o escritor não conseguiu dormir, nem sequer conseguiu escrever. Pela manhã, voltou à praia, uniu-se ao jovem e juntos começaram a jogar estrelas-do-mar de volta ao oceano. Sejamos, portanto, mais um dos que querem fazer do mundo um lugar melhor.

Sejamos a diferença ! ! !

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100. Um navio se encontra num ponto A, distante 10 milhas de um farol F.

100. Um navio se encontra num ponto A, distante 10 milhas de um farol F. No mesmo instante, outro navio se encontra num ponto B distante 15 milhas do farol, de tal modo que o

ângulo AFˆB = 60 o . Qual é a distância entre os dois navios nesse instante ?

. Qual é a distância entre os dois navios nesse instante ? 100 HISTÓRICO AS GEOMETRIAS

100

é a distância entre os dois navios nesse instante ? 100 HISTÓRICO AS GEOMETRIAS NÃO-EUCLIDIANAS Lobatchevsky

HISTÓRICO

AS GEOMETRIAS NÃO-EUCLIDIANAS

Lobatchevsky & Bolyai

Que é isso, tio Anacleto? Uma empresa multinacional?

Não, nada disso.

Uma companhia de balé russo?

Não, calma, que eu conto essa história. O grande matemático grego Euclides, que viveu entre

330 e 275 a. C

homenagem. Sua grandiosa obra Os Elementos versava sobre geometria e grandezas proporcionais. Porém, sua fama se deve principalmente ao método dedutivo que ele introduziu

na geometria.

Que é método dedutivo, tio?

É todo método que se baseia em princípios gerais. Usando tais princípios e o raciocínio lógico, chega-se a propriedades particulares.

Os princípios gerais de Euclides foram chamados postulados ou axiomas. Um deles, o postulado V, trouxe muitas dúvidas aos matemáticos que sucederam Euclides durante os séculos. O enunciado atual desse postulado deve-se ao matemático escocês Playfair:

criou e desenvolveu a geometria que se chamou mais tarde euclidiana, em sua

a geometria que se chamou mais tarde euclidiana, em sua ―A paralela a uma reta r

―A paralela a uma reta r por um ponto P externo a r é única‖. Euclides

Tudo bem, tio. Mas o que Lobatchevsky e Bolyai têm a ver

com isso tudo ?

Lobatchevsky, ou, para ser mais preciso, Nikolai Ivanovitch

Lobatchevsky, era russo e Janos Bolyai era húngaro. Ambos, por volta de 1830, levantaram a seguinte questão, cada um a seu modo e independentes um do outro:

"Que acontecerá à geometria no caso de se negar o postulado V?"

E assim procederam:

Admitiram todos os outros postulados da geometria euclidiana e, no lugar do postulado V, propuseram:

"Por um ponto P situado fora da reta r existem infinitas retas paralelas à reta r". Lobatchevsky

"Por um ponto P situado fora da reta r existem infinitas retas paralelas à reta r".

LOBATCHEVSKY

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— Mas como é isso, tio? Parece óbvio e se vê com muita clareza que,

Mas como é isso, tio? Parece óbvio e se vê com muita clareza que, no plano, a paralela a uma reta r, por um ponto P não pertencente a ela, é única !!

De fato, Você tem razões para pensar assim; mas entenda o raciocínio provável desses cientistas: a Terra não é plana como a geometria que Euclides criou. Daí, eles imaginaram uma superfície como aquelas que se encontram num vaso para

flores, que tem as bases circulares e a boca com diâmetro maior que o corpo do vaso. Vamos cortar ao meio, de cima a baixo, esse vaso.

Nossa, tio, o vaso cortado parece uma sela de montaria!

— Nossa, tio, o vaso cortado parece uma sela de montaria! — Isso mesmo, Viriato, são
— Nossa, tio, o vaso cortado parece uma sela de montaria! — Isso mesmo, Viriato, são

Isso mesmo, Viriato, são as superfícies do tipo sela que se ajustam ao postulado de Lobatchevsky-Bolyai.

de

Lobatchesky nessa superfície, tal que P AB. Ocorrerá, conforme a figura ao lado, que existem infinitas retas nessa superfície que passa por P e não têm qualquer ponto comum com AB. São "paralelas" no espaço de Lobatchevsky-Bolyai.

— É verdade, tio. Mesmo que o vaso fosse ―grandão‖,

ou até que se prolongasse infinitamente essa superfície - como se faz com o plano de Euclides - as "retas" 1 ,

2 ou 3 nunca encontrariam a AB. Então são mesmo 'paralelas" a AB, não é isso?

Isso mesmo, jovem! Vou lhe mostrar um resultado

surpreendente, inaceitável na geometria euclidiana:

Imagine

que

AB

seja

uma

reta

na geometria euclidiana: Imagine que AB seja uma reta de  1  2  3

de

 1  2  3
 1
 2
 3

A soma dos ângulos internos de um triângulo é sempre menor que 180°.

Nossa! É surpreendente mesmo, tio, mas essa tal de seIa também não serve para resolver os problemas da "medida da Terra", pois a forma da Terra aproximadamente esférica.

Isso mesmo!

Mas essa já é outra história.

6

— Isso mesmo! Mas essa já é outra história. 6 97. A que distância do farol

97. A que distância do farol se encontra o navio B ?

6 97. A que distância do farol se encontra o navio B ? 98. água utilizada

98. água utilizada na casa de um sítio é captada e bombeada do rio para uma caixa - d’água

A

a

50m de distância. A casa está a 80m de distância da caixa - d’água, e o Ângulo formado

pelas direções caixa - d’água - bomba e caixa - d’água – casa é de 60 o . Se se pretende bombear água do mesmo ponto de captação até a casa, quantos metros de encanamento

serão necessários ?

99. Para calcular a distância entre duas árvores situadas nas margens opostas de um rio, nos pontos A e B, um observador que se encontra junto a A afasta-se 20m da margem, na

direção da reta

40m de C, do qual ainda pode ver as árvores.

Tendo verificado que os ângulos DCˆB e BDˆC medem, respectivamente, cerca de 15 o e 120 o , que valor ele encontrou para a distância entre as árvores ?

caminha em linha reta até o ponto D, a

e depois

AB, até o ponto

C

ele encontrou para a distância entre as árvores ? caminha em linha reta até o ponto

99

95. (UFPA) Consideremos as medidas indicadas dos arcos AB. BC e do lado BC. Então

95. (UFPA) Consideremos as medidas indicadas dos arcos AB. BC e do lado BC. Então o lado AB e o raio do círculo medem respectivamente:

Então o lado AB e o raio do círculo medem respectivamente: 96. (FUVEST-SP) O triângulo ABC

96. (FUVEST-SP) O triângulo ABC é equilátero de lado 4; AM = MC = 2, AP = 3 e PB = 1. O perímetro do triângulo APM é:

MC = 2, AP = 3 e PB = 1. O perímetro do triângulo APM é:

98

= 2, AP = 3 e PB = 1. O perímetro do triângulo APM é: 98

Euclides & Riemann

Tio Anacleto chamou os sobrinhos e Ihes disse:

Já que vocês gostaram da história que envolveu Lobatchevsky e Bolyai com o célebre Euclides, vou Ihes contar os resultados das pesquisas de Riemann sobre o mesmo tema. Tomemos inicialmente uma esfera e vamos nos deter só na sua superfície, só na ―casca‖, por assim dizer. Se eu Ihes pedisse para encontrar o menor caminho entre dois pontos A e B da superfície esférica, o que vocês fariam ?

pontos A e B da superfície esférica, o que vocês fariam ? Eu tentaria traçar uma
pontos A e B da superfície esférica, o que vocês fariam ? Eu tentaria traçar uma

Eu tentaria traçar uma "reta" entre A e B; só que ficaria um arco AB disse Erasmo. Quem lhe garante que seu arco AB é o menor caminho? Existem muitos arcos entre A e B. O seu não seria obrigatoriamente o menor disse Viriato.

não seria obrigatoriamente o menor — disse Viriato. — — Muito bem! -disse tio Anacleto. —

Muito bem! -disse tio Anacleto. Observação muito boa, Viriato. Bravo! Diga o que você faria.

Eu fixaria duas pontas de um elástico bem esticado em A e B, e soltaria o elástico. Eu creio que o arco que o elástico determinasse seria o menor caminho entre A e B.

Muito bem pensado,. excluídas as pequenas distorções dessa

experiência física, o procedimento é correto para determinar uma geodésica.

Mas o que é geodésica. tio?

uma geodésica. — Mas o que é geodésica. tio? — Geodésica de uma esfera são círculos
uma geodésica. — Mas o que é geodésica. tio? — Geodésica de uma esfera são círculos

Geodésica de uma esfera são círculos máximos dessa esfera. Os meridianos são geodésicas da Terra. A linha do Equador também é uma geodésica.

7

Generalizando, a geodésica é uma circunferência que, contendo um ponto P da superfície esférica, contém

Generalizando, a geodésica é uma circunferência que, contendo um ponto P da superfície esférica, contém também o ponto Q diametralmente oposto a P.

E O que tem O Sr. Riemann a ver com isso tudo, tio?

É o que eu lhes quero contar. Riemann imaginou uma

geometria cujo universo não fosse o plano de Euclides,

mas, ao contrário, uma superfície esférica, semelhante à da Terra.

Grande idéia a desse Riemann, tio. Grande idéia! E deu certo?

Claro que deu disse Anacleto as geodésicas passaram a ser as retas de Riemann, e ele teve o cuidado de modificar postulado V de Euclides e excluir um postulado de ordem que vigora na geometria euclidiana.

E.como ficou, tio ? perguntaram os meninos.

— Ficou simples. Riemann disse: ―Em primeiro lugar, exclui-se o postulado de ordem de Euclides, que diz:

lugar, exclui -se o postulado de ordem de Euclides, que diz: “Dados três pontos A, B

“Dados três pontos A, B e C sobre uma reta, apenas um deles está entre os outros dois” .

uma reta, apenas um deles está entre os outros dois” . Pois, na reta r, apenas

Pois, na reta r, apenas C está entre A e B, mas na circunferência (reta de Riemann) tanto C está entre A e B, como A está entre B e C.

Depois, substitui-se o postulado V por:

A está entre B e C. Depois, substitui-se o postulado V por: ―Por P não -pertencente

―Por P não-pertencente a uma reta AB (de Riemann) não existe paralela a essa reta‖ . Riemann

De fato, dada a geodésica AE e o ponto P externo a AB, qualquer que seja a geodésica que contém P cortará AE em dois pontos R e S. É só ver na figura. E os resultados dessa geometria de Riemann são muito diferentes, tio? São, sim. Veja a soma dos ângulos internos de um triângulo ABC. Os ângulos A e B são retos. Daí, a soma desses ângulos é sempre maior que dois retos ou 180°. Na verdade completou Anacleto , a soma dos ângulos internos de um triângulo situado sobre uma superfície esférica depende de sua área Mas isso já é uma outra história

depende de sua área Mas isso já é uma outra história Extraído do livro “Matemática Conceitos

Extraído do livro “Matemática Conceitos e Histórias” Autor: Scipione di Pierrô Neto/ Ed. Scipione/ 4ª edição.

Autor: Scipione di Pierrô Neto/ Ed. Scipione/ 4ª edição. 8 92. Calcule o raio da circunferência

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Scipione di Pierrô Neto/ Ed. Scipione/ 4ª edição. 8 92. Calcule o raio da circunferência circunscrita

92. Calcule o raio da circunferência circunscrita ao triângulo ABC.

o raio da circunferência circunscrita ao triângulo ABC. 93. (PUC-SP) A figura mostra um hexágono regular

93. (PUC-SP) A figura mostra um hexágono regular de lado a. A diagonal AB mede:

a)

b)

c)

3 2a d) a 2a 2 a e) 3 a 3
3
2a
d) a
2a
2
a
e)
3
a
3

2

AB mede: a) b) c) 3 2a d) a 2a 2 a e) 3 a 3

94. Na figura abaixo calcule a medida do lado AC do triângulo ABC.

a) b) c) 3 2a d) a 2a 2 a e) 3 a 3 2 94.

97

09. LEI DOS CO-SENOS  No ∆ retângulo BCH, temos: a 2 = h 2

09. LEI DOS CO-SENOS

09. LEI DOS CO-SENOS  No ∆ retângulo BCH, temos: a 2 = h 2 +

No ∆ retângulo BCH, temos:

a 2 = h 2 + (c - m) 2

No retângulo ACH, temos:

b 2 = h 2 + m 2

2 No ∆ retângulo ACH, temos: b 2 = h 2 + m 2 h 2

h 2 = b 2 - m 2

Substituindo, temos:

a 2 = b 2 - m 2

+ (c m) 2

temos: a 2 = b 2 - m 2 + (c – m) 2 a 2

a 2 = b 2 + c 2 2.c.m

No retângulo ACH, temos:

Substituindo, temos:

a 2 = b 2 + c 2 2 . b . c . cos A

cosA

m m
m
m

b

b.cosA

Daí a lei dos co-senos:

Em todo triângulo, o quadrado da medida de um dos lados é igual à soma dos quadrados das medidas dos outros dois lados menos duas vezes o produto das medidas desses dois lados pelo co-seno do ângulo oposto ao primeiro lado.

a 2 = b 2 + c 2

-

2bc . cos A

b 2 = a 2 + c 2 -

2ac . cos B

c 2 = a 2 + b 2 -

2ab . cos C

EXERCÍCIOS

91. No triângulo ABC, calcule a medida do lado AB.

B c 2 = a 2 + b 2 - 2ab . cos C EXERCÍCIOS 91.

96

B c 2 = a 2 + b 2 - 2ab . cos C EXERCÍCIOS 91.
B c 2 = a 2 + b 2 - 2ab . cos C EXERCÍCIOS 91.

9

10 Observe agora:  Traçamos o diâmetro BD.  A ˆ (A ˆ BC) 2

10

10 Observe agora:  Traçamos o diâmetro BD.  A ˆ (A ˆ BC) 2 e

Observe agora:

10 Observe agora:  Traçamos o diâmetro BD.  A ˆ (A ˆ BC) 2 e

Traçamos o diâmetro BD.

Aˆ

(Aˆ

agora:  Traçamos o diâmetro BD.  A ˆ (A ˆ BC) 2 e D ˆ

BC)

2

e Dˆ

e Dˆ

o diâmetro BD.  A ˆ (A ˆ BC) 2 e D ˆ e D ˆ

BC

2

Aˆ Dˆ

são ângulos inscritos)

O triângulo BCD é retângulo (está inscrito numa

semicircunferência) de hipotenusa BD.

No ∆ retângulo BCD, temos:

a 2R sen  3
a
2R
sen Â
3

senDˆ

a sen 2R De 1 , 2
a
senÂ
2R
De
1
,
2
a 2R e 3
a
2R
e
3

temos:

a

a b c 2R

b

a b c 2R

c

a b c 2R

2R

senA

senB

senC

Daí a da lei dos senos:

Em todo triângulo as medidas dos lados são proporcionais aos senos dos ângulos respectivamente opostos e a constante de proporcionalidade é o diâmetro da circunferência circunscrita.

95

c) 51 cm, 30cm e 9cm d) 10 cm, 10 cm e 15 cm RELAÇÕES

c)

51 cm, 30cm e 9cm d) 10 cm, 10 cm e 15 cm RELAÇÕES TRIGONOMÉTRICAS

51 cm,

51 cm, 30cm e 9cm d) 10 cm, 10 cm e 15 cm RELAÇÕES TRIGONOMÉTRICAS NO

30cm e 9cm

d) 10 cm, 10 cm

e

15 cm

RELAÇÕES TRIGONOMÉTRICAS NO TRIÂNGULO QUALQUER

08. LEI DOS SENOS (LEI DE LAMY)

Dado um

Dado um ABC, consideremos a circunferência circunscrita. Seja 0 o centro dela e R o seu

ABC, consideremos a circunferência circunscrita. Seja 0 o centro dela e R o seu

raio:

circunscrita. Seja 0 o centro dela e R o seu raio:  No triângulo BCH 1

No triângulo BCH 1 , temos:

sen C =

h2

a

raio:  No triângulo BCH 1 , temos: sen C = h 2 a h 2

h 2 = a . sen C

No ∆ retângulo ABH 1 , temos:

sen A =

h2

a . sen C No ∆ retângulo ABH 1 , temos: sen A = h 2

h 2 = c . sen A

c

Comparando, temos:

a . sen C = c . sen A

2 = c . sen A c Comparando, temos: a . sen C = c .

a

senA

c . sen A c Comparando, temos: a . sen C = c . sen A

c

senC

No triângulo ACH, temos:

sen C =

h1

b

a senA c senC  No triângulo ACH, temos: sen C = h 1 b h

h 1 = b . sen C

No ∆ retângulo ABH, temos:

h1

c

sen B =

Comparando, temos:

b . sen C = c . sen B

h 1 c sen B = Comparando, temos: b . sen C = c . sen

h 1 = c . sen B

Comparando, temos: b . sen C = c . sen B h 1 = c .

b

temos: b . sen C = c . sen B h 1 = c . sen

c

senB senC

1
1
2
2

De

1
1

e

2
2

concluímos que:

De 1 e 2 concluímos que:

a

a b c

b

a b c

c

senA

senB

senC

94

concluímos que: a b c senA senB senC 94 ÍNDICE   Página 01 - Quadriláteros (definição
concluímos que: a b c senA senB senC 94 ÍNDICE   Página 01 - Quadriláteros (definição

ÍNDICE

 

Página

01 - Quadriláteros (definição e elementos)

13

02 - Classificação dos quadriláteros

14

03 - Elementos notáveis do trapézio

18

04 - Propriedades dos paralelogramos

20

11

12  é agudo  é reto  é obtuso Neste caso, a 2 <

12

12  é agudo  é reto  é obtuso Neste caso, a 2 < b

Â

é

agudo

Â

é

reto

 é obtuso

12  é agudo  é reto  é obtuso Neste caso, a 2 < b

Neste caso, a 2 < b 2 + c 2 pois a 2 = b 2 + c 2 - 2cm

Neste caso, a 2 = b 2 + c 2

Neste outro caso, a 2 > b 2 + c 2 pois a 2 = b 2 + c 2 + 2cm

Conhecendo as medidas dos lados de um triângulo e chamando a maior de a e as outras duas de b e c, classificamos os triângulos em relação aos ângulos, com base nas equivalências abaixo:

a 2 < b 2 + c 2 a 2 = b 2 + c
a 2 < b 2 + c 2
a 2 = b 2 + c 2
a 2 > b 2 + c 2

triângulo acutângulo

triângulo retângulo

triângulo obtusângulo

EXERCÍCIOS

90. Dados os ternos de medidas abaixo, verifique se os mesmos podem ser de lados de um mesmo triângulo e em caso afirmativo, classifique-o quanto aos lados e ângulos:

a)

4 cm, 6 cm

e

8 cm

b) 12 cm, 4 cm

e

8 cm

93

88. Um triângulo tem lados: a = 10, b = 14 e 89. Dado um

88. Um triângulo tem lados: a = 10, b = 14 e

89. Dado um triângulo de lados a = 9, b = 10,

c = 6. Determine a projeção do lado c sobre a:

c = 5,

determine a projeção do lado a sobre b.

07. RECONHECIMENTO DA NATUREZA DE UM TRIÂNGULO QUANTO AOS ÂNGULOS (SÍNTESE DE CLAIRAUT)

Quando conhecemos as medidas dos ângulos internos de um triângulo, podemos identificar esse triângulo, como retângulo, acutângulo ou obtusângulo. Porém, se conhecemos apenas as medidas dos lados, como fazer a identificação?

92

as medidas dos lados, como fazer a identificação? 92 QUADRILÁTEROS 01. QUADRILÁTEROS É todo polígono que

QUADRILÁTEROS

01. QUADRILÁTEROS

É todo polígono que possui apenas quatro lados.

Exemplos:

Quadriláteros convexo

Quadrilátero côncavo

Exemplos: Quadriláteros convexo Quadrilátero côncavo CD DA Quadrilátero ABCD = AB BC Observe que: Os pontos
CD DA
CD
DA

Quadrilátero ABCD = AB

Quadrilátero ABCD = AB BC

BC

Observe que:

Os pontos A, B, C e D são vértices e os segmentos AB, BC, CD e DA são os lados do quadrilátero.

Os vértices A e C, B e D são opostos. Os lados AB e DC, AD e BC são opostos.

Os ângulos Aˆ e Cˆ ,Bˆ e Dˆ são opostos.

Nota:

Em todo quadrilátero convexo sempre teremos.

D = 2

Si = Se = 360º

13

02. CLASSIFICAÇÃO DOS QUADRILÁTEROS I. TRAPÉZIOS: São quadriláteros que possuem dois lados paralelos denominados

02. CLASSIFICAÇÃO DOS QUADRILÁTEROS

02. CLASSIFICAÇÃO DOS QUADRILÁTEROS I. TRAPÉZIOS: São quadriláteros que possuem dois lados paralelos denominados

I. TRAPÉZIOS:

São quadriláteros que possuem dois lados paralelos denominados bases.

que possuem dois lados paralelos denominados bases.  TRAPÉZIO ISÓSCELES AD // BC ABCD é trapézio

TRAPÉZIO ISÓSCELES

AD // BC

AD // BC ABCD é trapézio

ABCD é trapézio

É todo trapézio que possui dois lados não paralelos congruentes entre si.

Trapézio Isósceles
Trapézio
Isósceles

AB // CD

AD BC
AD
BC

Nota:

Em todo trapézio isósceles os ângulos adjacentes a uma mesma base são congruentes.

14

os ângulos adjacentes a uma mesma base são congruentes. 14 85. No triângulo da figura ao

85. No triângulo da figura ao lado, sendo B > 90º, calcule x.

triângulo da figura ao lado, sendo B > 90º, calcule x. 86. Na figura abaixo, determine

86. Na figura abaixo, determine x:

ao lado, sendo B > 90º, calcule x. 86. Na figura abaixo, determine x: 87. Determine

87. Determine x nos casos abaixo:

a)

ao lado, sendo B > 90º, calcule x. 86. Na figura abaixo, determine x: 87. Determine

b)

ao lado, sendo B > 90º, calcule x. 86. Na figura abaixo, determine x: 87. Determine

91

 EXPRESSÃO DO LADO OPOSTO A UM ÂNGULO OBTUSO Na figura ao lado  é

EXPRESSÃO DO LADO OPOSTO A UM ÂNGULO OBTUSO

 EXPRESSÃO DO LADO OPOSTO A UM ÂNGULO OBTUSO Na figura ao lado  é um

Na figura ao lado  é um ângulo obtuso e a é a medida do lado oposto a esse ângulo.

Vamos calcular a medida do lado a oposto ao ângulo obtuso Â. Chamemos de m a projeção de c sobre b. Aplicando o teorema de Pitágoras no triângulo BCD, reto em D, temos:

Como no ∆BDA h 2 = c 2 - m 2

a 2 = h 2 + (b + m) 2 a 2 = h 2 + b 2 +2bm + m 2

, temos:

+ m) 2 a 2 = h 2 + b 2 +2bm + m 2 ,
+ m) 2 a 2 = h 2 + b 2 +2bm + m 2 ,

a 2 = c 2 - m 2 + b 2 + 2bm + m 2 a 2 = c 2 + b 2 + 2bm

Num triângulo obtusângulo, o quadrado da medida do lado oposto ao ângulo obtuso é igual à soma dos quadrados das medidas dos outros dois lados, mais duas vezes o produto da medida de um desses lados pela medida da projeção do outro lado sobre a reta que o contém.

EXERCÍCIOS

84. No triângulo da figura ao lado, sendo  < 90º, calcule x.

da figura ao lado, sendo  < 90º, calcule x. 90  TRAPÉZIO ESCALENO É todo

90

da figura ao lado, sendo  < 90º, calcule x. 90  TRAPÉZIO ESCALENO É todo

TRAPÉZIO ESCALENO

É todo trapézio que possui dois lados não paralelos com medidas diferentes entre si.

Trapézio escaleno
Trapézio
escaleno

TRAPÉZIO RETÂNGULO

AB // CD AD BC
AB // CD
AD
BC

É todo trapézio escaleno que possui um dos lados não paralelos perpendiculares às

bases.

Trapézio retângulo
Trapézio
retângulo

II. PARALELOGRAMOS

AB

AB // DC

AD

AB AB // DC AD DC
AB AB // DC AD DC

DC

Nota:

Todo

trapézio

retângulo

é

trapézio

escaleno.

É todo quadrilátero que possui os lados opostos paralelos entre si.

Paralelogramo
Paralelogramo

AB // CD e BC // AD

15

 RETÂNGULO É todo paralelogramo que possui os ângulos congruentes entre si. (Equiângulo) Retângulo A

RETÂNGULO

É todo paralelogramo que possui os ângulos congruentes entre si. (Equiângulo)

Retângulo
Retângulo

Aˆ

Bˆ Cˆ Dˆ

LOSANGO

É Todo paralelogramo que possui os lados congruentes entre si. (Equilátero)

Losango
Losango

QUADRADO

AB

BCAB CD DA

CDAB BC DA

DAAB BC CD

É todo paralelogramo que possui os ângulos congruentes (é Retângulo) e possui todos os lados congruentes (é Losango).

Quadrado
Quadrado

AB

AB BC A ˆ Bˆ CD DA C ˆ Dˆ

BC

Aˆ

Bˆ

CDAB BC A ˆ Bˆ DA C ˆ Dˆ

AB BC A ˆ Bˆ CD DA C ˆ Dˆ

DA

Cˆ ˆ

Dˆ

Nota:

O quadrado é o polígono regular quatro lados.

16

Nota : O quadrado é o polígono regular quatro lados. 16 06. RELAÇÕES MÉTRICAS NO TRIÂNGULO

06. RELAÇÕES MÉTRICAS NO TRIÂNGULO QUALQUER

EXPRESSÃO DO LADO OPOSTO A UM ÂNGULO AGUDO

Na figura ao lado, Â é um ângulo agudo e a é a medida do lado oposto a esse ângulo.

Vamos calcular a medida do lado a oposto ao ângulo agudo Â.

calcular a medida do lado a oposto ao ângulo agudo Â. Chamando de m a projeção

Chamando de m a projeção de c sobre b e aplicando o teorema de Pitágoras no triângulo BDC, reto em D, temos:

a 2 = h 2 + (b m) a 2 = h 2 + b 2 2bm + m 2

Como no ∆BDA h 2 = c 2 - m 2 , temos:

2

+ m 2 Como no ∆BDA h 2 = c 2 - m 2 , temos:
+ m 2 Como no ∆BDA h 2 = c 2 - m 2 , temos:

a 2 = c 2 - m 2 + b 2 2bm + m 2 a 2 = c 2 + b 2 2bm

O quadrado do lado oposto a um ângulo agudo de um triângulo qualquer é igual à soma dos quadrados dos outros dois lado menos duas vezes o produto de um dos lados pela projeção do outro lado sobre este.

89

82. (FCMS-SP) Na figura, são dados uma circunferência de centro 0 e um quadrado cujo

82. (FCMS-SP) Na figura, são dados uma circunferência de centro 0 e um quadrado cujo lado mede 16cm, tangentes no ponto X. A medida do raio dessa circunferência é, em cm:

ponto X. A medida do raio dessa circunferência é, em cm: 83. Na figura abaixo, temos

83. Na figura abaixo, temos AB = 12cm e BC = 8

é, em cm: 83. Na figura abaixo, temos AB = 12cm e BC = 8 3
é, em cm: 83. Na figura abaixo, temos AB = 12cm e BC = 8 3

3 cm. Qual é a medida do segmento CD ?

88

12cm e BC = 8 3 cm. Qual é a medida do segmento CD ? 88

III. TRAPEZÓIDES:

São quadriláteros que não apresentam paralelismo entre lados.

quadriláteros que não apresentam paralelismo entre lados. Observe que: Todo Quadrilátero que não for trapézio será

Observe que:

Todo Quadrilátero que não for trapézio será um trapezóide.

Na

figura

Quadriláteros.

abaixo

apresentamos

a

distribuição

diagramática

dos

conjuntos

dos

Quadriláteros Convexos
Quadriláteros Convexos

T:

conjunto dos trapézios

L: conjunto dos losangos

P:

conjunto dos paralelogramos

Q: conjunto dos quadrados

R: conjunto dos retângulos

17

03. ELEMENTOS NOTÁVEIS DO TRAPÉZIO a) BASE MÉDIA: ( B m ) É o segmento

03. ELEMENTOS NOTÁVEIS DO TRAPÉZIO

a) BASE MÉDIA: ( B m )

É o segmento que liga os pontos médios dos lados não paralelos do trapézio.

Base Média
Base Média

b) MEDIANA DE EULER: ( M e )

NV

VQ TP

VQ

VQ TP

TP

VQ TP
VT é base média

VT é base média

OT

Nota:

A medida da base média é igual à semi-soma das medidas das bases.

B m =

B

bB m = B 2

2

É o segmento de base média compreendido entre as diagonais do trapézio.

MN é base média

MN é base média RS é mediana de Euler

RS é mediana de Euler

Nota:

A medida da mediana de Euler é igual a semi-diferença absoluta entre as medidas das bases.

M e =

B-b
B-b

2

Mediana de Euler
Mediana de Euler

18

medidas das bases. M e = B-b 2 Mediana de Euler 18 80. Na figura abaixo,

80. Na figura abaixo, o círculo de centro 0 é inscrito no quadrado ABCD; o círculo de centro E tangencia externamente o primeiro e tangencia dois lados consecutivos do quadrado. Dado o lado do quadrado, determine o raio do círculo de centro E.

 do quadrado, determine o raio do círculo de centro E. 81. Do mesmo lado de

81. Do mesmo lado de uma reta são traçados 3 círculos tangentes a reta e tangentes entre si. Sabendo que dois deles têm mesmo raio r (dado), determine o raio do terceiro círculo.

a reta e tangentes entre si. Sabendo que dois deles têm mesmo raio r (dado), determine

87

77. Na figura abaixo calcule o valor de x. 78. Considere um quadrado Q de

77. Na figura abaixo calcule o valor de x.

77. Na figura abaixo calcule o valor de x. 78. Considere um quadrado Q de la

78. Considere um quadrado Q de lado ―a‖ e cinco círculos de mesmo raio r, interiores a Q, dos quais um é concêntrico a Q e tangentes aos outros quatro. Cada um destes quatro tangencia dois lados consecutivos de Q. Dado o lado ―a‖ do quadrado, calcule o raio r dos círculos.

o lado ―a‖ do quadrado, calcule o raio r dos círculos. 79. (UM- SP) A circunferência

79. (UM-SP) A circunferência de raio ―a‖ é tangente às duas semi-circunferência menores e à semi-circunferência maior. Se MN = NP = R, então calcule ―a‖ em função de R.

a
a

86

MN = NP = R, então calcule ―a‖ em função de R. a 86 EXERCÍCIOS 01.

EXERCÍCIOS

01.

Classifique as afirmações em ―V‖ para as verdadeiras ou ―F‖ para as falsas:

0

0

Todo quadrado é losango mas nem todo losango é quadrado.

1

1

Se um quadrilátero não for trapezóide será obrigatoriamente trapézio.

2

2

Se um retângulo for quadrado é necessariamente um losango.

3

3

Todo trapézio retângulo é trapézio escaleno e a recíproca é verdadeira.

4

4

Existe paralelogramo que é quadrado mas não é losango.

 

02.

Classifique as afirmações em ―V‖ para as verdadeiras ou ―F‖ para as falsas:

0

0 Existe trapézio retângulo que é trapézio isósceles.

1

1 Em todo trapézio os ângulos externos adjacentes à base maior são congruentes aos ângulos internos adjacentes à base menor.

2

2 Se um retângulo for losango pode não ser quadrado.

3

3 Se um losango for retângulo será obrigatoriamente um quadrado.

4

4 Existe losango que é quadrado mas não é retângulo.

 

03.

Classifique as afirmações em ―V‖ para as verdadeiras ou ―F‖ para as falsas:

0

0 Se um trapézio não é paralelogramo, ou é trapézio isósceles ou é trapézio escaleno.

1

1 Um quadrilátero pode ser trapézio retângulo e não ser trapézio escaleno.

2

2 Todo retângulo é trapézio.

3

3 Todo trapézio é retângulo.

4

4 Todo trapézio retângulo é retângulo.

04.

Classifique as afirmações em ―V‖ para as verdadeiras ou ―F‖ para as falsas:

0

0 Todo retângulo é trapézio retângulo.

1

1 Todo trapézio retângulo é trapézio mas não é retângulo.

2

2 Todo trapézio retângulo é retângulo mas não é trapézio.

3

3 Se um losango for quadrado obrigatoriamente é retângulo.

4

4 Se um retângulo for quadrado pode não ser losango.

05.

Classifique as afirmações em ―V‖ para as verdadeiras ou ―F‖ para as falsas:

0

0

Todo paralelogramo é polígono irregular.

1

1

Todo trapézio é convexo.

2

2

Todo quadrilátero convexo é um trapézio.

3

3

Todo quadrilátero côncavo é trapezóide.

4

4 Em todo trapézio isósceles os ângulos adjacentes a mesma base são congruentes.

19

04. PROPRIEDADES DOS PARALELOGRAMOS a) PROPRIEDADES GERAIS Em todo paralelogramo sempre teremos:  lados opostos

04. PROPRIEDADES DOS PARALELOGRAMOS

a) PROPRIEDADES GERAIS

Em todo paralelogramo sempre teremos:

lados opostos congruentes

ângulos opostos congruentes

diagonais cortam-se ao meio

DEMONSTRAÇÃO:

Tese : AC AC (LADO COMUM)   ˆ ˆ B AC A CD (ALTERNOS INTERNOS)

Tese:

Tese : AC AC (LADO COMUM)   ˆ ˆ B AC A CD (ALTERNOS INTERNOS) ˆ

AC

AC (LADO COMUM)

AC (LADO COMUM)

 

ˆ

ˆ

B

AC

A CD

(ALTERNOS INTERNOS)

ˆ

ˆ

B

CA

C AD (ALTERNO INTERNOS)

ABC
ABC

ADC

caso ALA.

ˆ B CA C AD (ALTERNO INTERNOS) ABC ADC caso ALA.  LADOS OPOSTOS CONGRUENTES

 LADOS OPOSTOS CONGRUENTES

B

ˆ

AD

B ADLADOS OPOSTOS CONGRUENTES B ˆ AD ˆ ˆ B CD ˆ ˆ ˆ B D  

LADOS OPOSTOS CONGRUENTES B ˆ AD B AD ˆ ˆ B CD ˆ ˆ ˆ B
ˆ ˆ B CD ˆ ˆ ˆ B D
ˆ
ˆ
B CD
ˆ
ˆ
ˆ
B
D
 

ˆ

ˆ

B

CD

A

 C e C e

ÂNGULOS OPOSTOS

CONGRUENTES

C e ÂNGULOS OPOSTOS CONGRUENTES ABM CMD BM caso LAAo. Então :

ABMC e ÂNGULOS OPOSTOS CONGRUENTES CMD BM caso LAAo. Então :

CMD BM
CMD
BM

caso LAAo.

Então :

 e

MD

AM

Então :  e MD AM MC

MC

DIAGONAIS

CORTAM SE

AO

MEIO

c.q.d

AB

CD e BC

AD/ Â

Cˆ

e Bˆ

Dˆ/

Logo :

AB

Logo : AB CD e BC AD

CD

e

BC

AD

AD

20

B ˆ D ˆ / Logo : AB CD e BC AD 20 c) 74. As

c)

ˆ D ˆ / Logo : AB CD e BC AD 20 c) 74. As três

74. As três circunferências de centros A, B e C têm o mesmo raio, igual a 2 cm, e são exteriormente tangentes duas a duas. As retas paralelas r e s são tangentes às circunferências. Calcule a distância entre r e s.

r s
r
s

75. Os raios destas circunferências medem 3cm e 8cm e a distância entre seus centros, 13cm. Calcule a medida de AB.

distância entre seus centros, 13cm. Calcule a medida de AB. 76. A reta é tangente às

76. A reta é tangente às circunferências de centros A e B, que têm 5cm e 3cm de raio, respectivamente. Sendo a distância entre os centros igual a 17cm, calcule a distância entre os pontos de tangência C e D.

Sendo a distância entre os centros igual a 17cm, calcule a distância entre os pontos de

85

APLICAÇÕES DO TEOREMA DE PITÁGORAS Aplicação : Cálculo da medida da diagonal de um quadrado.

APLICAÇÕES

DO

TEOREMA

DE

PITÁGORAS

Aplicação: Cálculo da medida da diagonal de um quadrado.

Aplicação : Cálculo da medida da diagonal de um quadrado. O triângulo ABC é retângulo. Daí:

O triângulo ABC é retângulo. Daí:

d 2 =

um quadrado. O triângulo ABC é retângulo. Daí: d 2 =  2  2 d

2

 2 d 2 2  2 d 2  2
2
d
2
2 
2 d
2
2
d =  2

d = 2

Aplicação: Cálculo da medida da altura da altura de um triângulo eqüilátero.

da medida da altura da altura de um triângulo eqüilátero. O triângulo ABH é retângulo. Daí:

O triângulo ABH é retângulo. Daí:

2

  2 2 h 2  2 h 2 2 4
2
2 h 2
 2
h
2
2
4

2

2

3  2 4
3
2
4
 3  h 2  2 h 2 h
3 
h 2
 2
h
2
h

4

4

2 2 4 2 2 3  2 4  3  h 2  2

h =

 3
3

2

EXERCÍCIOS

73. Determine x nas figuras abaixo.

a)

3 2 EXERCÍCIOS 73. Determine x nas figuras abaixo. a) b) 84 b) PROPRIEDADES ESPECÍFICAS :

b)

2 EXERCÍCIOS 73. Determine x nas figuras abaixo. a) b) 84 b) PROPRIEDADES ESPECÍFICAS : 

84

2 EXERCÍCIOS 73. Determine x nas figuras abaixo. a) b) 84 b) PROPRIEDADES ESPECÍFICAS : 

b) PROPRIEDADES ESPECÍFICAS :

DO RETÂNGULO

Em todo retângulo as diagonais são congruentes.

DEMONSTRAÇÃO

BC AD B C Tese: A B A D ABC ABD caso LAL Então :
BC
AD
B
C
Tese:
A
B
A
D
ABC
ABD
caso LAL
Então :
BD
AC

DIAGONAIS
CONGRUENTES
c.q.d

DO LOSANGO

Em todo losango as diagonais são bissetrizes e perpendiculares entre si.

DEMONSTRAÇÃO

Tese:

AC BD
AC
BD

E DIAGONAIS BISSETRIZES

90 . Logo: as diagonais do losango são perpendiculares. AM é altura AMˆ D
90 .
Logo: as diagonais do losango são perpendiculares.
AM é altura AMˆ D

AM é bissetriz interna Logo: a diagonal do losango é bissetriz.

O ∆ABD é isósceles de base BD e M é ponto médio da base, então:

c.q.d.

21

COROLÁRIO Todo quadrado é paralelogramo,é retângulo e é losango. Um quadrado qualquer tem todas as

COROLÁRIO

Todo quadrado é paralelogramo,é retângulo e é losango. Um quadrado qualquer tem todas as propriedades dos paralelogramos, dos retângulos e dos losangos. Em particular, em qualquer quadrado as diagonais cortam-se ao meio, são congruentes, são perpendiculares. E são bissetrizes dos ângulos internos.

perpendiculares. E são bissetrizes dos ângulos internos. CM BM BD e AC AM AC DM BD.
CM BM BD e AC
CM
BM
BD
e
AC

AM

AC

DM

BD.

EXERCÍCIOS

06. Em um paralelogramo o seu perímetro mede 22 cm, calcule as medidas de seus lados sabendo que o lado maior aumentado de 1 cm tem medida igual ao triplo do lado menor.

07. Em um trapézio a soma da base média com a mediana de Euler é igual a 10. Quanto medem suas bases se a maior é o dobro da menor?

22

Quanto medem suas bases se a maior é o dobro da menor? 22 2ª Relação :

2ª Relação:

ABC AHB
ABC
AHB

AB

BC

AC a b
AC
a b

AH

c

h

ah = bc

Num triângulo retângulo, o produto da medida da hipotenusa pela medida da altura relativa a ela é igual ao produto das medidas dos catetos.

3ª Relação:

ABC AHC
ABC
AHC

HC

AH

BH h m
BH
h
m

AH

n

h

h 2 = mn

Num triângulo, o quadrado da medida da altura relativa à hipotenusa é igual ao produto das medidas dos segmentos que ela determina sobre a hipotenusa.

4ª Relação:

Teorema de Pitágoras

Da 1ª relação, sabemos que:

b 2 = an

e

c 2 = am

Adicionando membro a membro as igualdades, temos:

b 2 + c 2 = an + am

a membro as igualdades, temos: b 2 + c 2 = an + am b 2

b 2 + c 2 = a (n + m)

b 2 + c 2 = an + am b 2 + c 2 = a

b 2 + c 2 = a 2

+ am b 2 + c 2 = a (n + m) b 2 + c

a 2 = b 2 + c 2

Num triângulo retângulo, o quadrado da medida da hipotenusa é igual à soma dos quadrados
Num triângulo retângulo, o quadrado da medida da hipotenusa é igual à soma dos quadrados
Num triângulo retângulo, o quadrado da medida da hipotenusa é igual à soma dos quadrados

Num triângulo retângulo, o quadrado da medida da hipotenusa é igual à soma dos quadrados das medidas dos catetos.

Num triângulo retângulo, o quadrado da medida da hipotenusa é igual à soma dos quadrados das
Num triângulo retângulo, o quadrado da medida da hipotenusa é igual à soma dos quadrados das
Num triângulo retângulo, o quadrado da medida da hipotenusa é igual à soma dos quadrados das
Num triângulo retângulo, o quadrado da medida da hipotenusa é igual à soma dos quadrados das
Num triângulo retângulo, o quadrado da medida da hipotenusa é igual à soma dos quadrados das

83

05. RELAÇÕES MÉTRICAS NO TRIÂNGULO RETÂNGULO Seja o triângulo retângulo: a = medida da hipotenusa

05. RELAÇÕES MÉTRICAS NO TRIÂNGULO RETÂNGULO

Seja o triângulo retângulo:

NO TRIÂNGULO RETÂNGULO Seja o triângulo retângulo: a = medida da hipotenusa BC ; b =

a

= medida da hipotenusa BC ;

b

= medida do cateto AC ;

c

= medida do cateto AB ;

h

= medida da altura AH ;

m

= medida da projeção do cateto AB sobre a hipotenusa ;

n

= medida da projeção do cateto AC sobre a hipotenusa .

Observe que:

projeção do cateto AC sobre a hipotenusa . Observe que : A partir das semelhanças apresentadas,

A partir das semelhanças apresentadas, podemos obter as chamadas relações métricas

no triângulo retângulo:

1ª Relação:

ABC AHB
ABC
AHB

AB

BC

ABC AHC
ABC
AHC

AC

BC

AB a c
AB
a
c

BH

c

m

AC a b
AC
a b

HC

b

n

c 2 = am

b 2 = an

Num triângulo retângulo o quadrado da medida de um cateto é igual ao produto das
Num triângulo retângulo o quadrado da medida de um cateto é igual ao produto das
Num triângulo retângulo o quadrado da medida de um cateto é igual ao produto das

Num triângulo retângulo o quadrado da medida de um cateto é igual ao produto das medidas da hipotenusa e da projeção desse cateto sobre a hipotenusa.

da medida de um cateto é igual ao produto das medidas da hipotenusa e da projeção
da medida de um cateto é igual ao produto das medidas da hipotenusa e da projeção
da medida de um cateto é igual ao produto das medidas da hipotenusa e da projeção
da medida de um cateto é igual ao produto das medidas da hipotenusa e da projeção
da medida de um cateto é igual ao produto das medidas da hipotenusa e da projeção

82

e da projeção desse cateto sobre a hipotenusa. 82 08. Em um trapézio retângulo, a bissetriz

08.

Em um trapézio retângulo, a bissetriz do ângulo reto adjacente à base maior, forma com a bissetriz do ângulo agudo do trapézio, um ângulo de 100º. Quanto mede seu ângulo obtuso?

09.

Verifique a veracidade das afirmativas:

I

II

0

0

Em todo trapézio isósceles os ângulos opostos são suplementares.

1

1

Todo trapézio retângulo é trapézio escaleno.

2

2

Em todo losango as diagonais são perpendiculares.

3

3

As diagonais do retângulo são perpendiculares e congruentes.

4

4

Se um losango tiver diagonais congruentes será um quadrado.

10.

Verifique a veracidade das afirmações abaixo:

I

II

0

0

Se um losango tiver diagonais congruentes será quadrado.

1

1

Se um retângulo tiver diagonais bissetrizes será losango.

2

2

Em todo trapézio isósceles os ângulos adjacentes a uma mesma base são congruentes.

3

3

Existe paralelogramo cujas diagonais são congruentes e não é equiângulo.

4

4

Se um paralelogramo tiver as diagonais perpendiculares é equiângulo.

11.

Verifique a veracidade das afirmações abaixo:

I

II

0

0

Todo quadrado é um paralelogramo.

1

1

Existe losango que é retângulo.

2

2

Se um paralelogramo tiver diagonais congruentes e não perpendiculares jamais será quadrado.

3

3

Todo quadrado é trapézio.

4

4

Todo trapézio isósceles possui os ângulos adjacentes a uma mesma base congruentes.

23

12. Considere as afirmativas: 1) Um paralelogramo que possui as diagonais congruentes é um quadrado.

12. Considere as afirmativas:

1) Um paralelogramo que possui as diagonais congruentes é um quadrado. 2) Um quadrilátero que possui os quatro lados congruentes não é um paralelogramo. 3) Um quadrilátero que possui diagonais perpendiculares é um quadrado. 4) Um quadrilátero que possui diagonais congruentes e perpendiculares é um quadrado.

São verdadeiras:

a) 1 somente

b) 2 somente

c) 2 e 4 somente

d) 1, 2 e 4 somente

e) nenhuma

13. Em um retângulo, uma diagonal forma com um dos lados um ângulo de 40º. Calcule as medidas dos ângulos formados pelas diagonais.

14. O ângulo que uma diagonal de um losango forma com um dos lados é a quinta parte do ângulo formado pela outra diagonal com o mesmo lado. Calcule as medidas dos ângulos desse losango.

15. Em um trapézio, a soma das medidas de dois ângulos consecutivos é igual a 78º, e sua diferença é de 4º. Calcule as medidas dos quatro ângulos desse quadrilátero.

24

as medidas dos quatro ângulos desse quadrilátero. 24 70. Calcular R, raio da circunferência circunscrita ao

70. Calcular R, raio da circunferência circunscrita ao triângulo ABC da figura, sendo AB = 4, AC = 6, AH = 3.

ao triângulo ABC da figura, sendo AB = 4, AC = 6, AH = 3. 71.

71. (UM-SP) O triângulo ABC da figura é equilátero. AM = MB = 5 e CD = 6. O valor de AE é:

é equilátero. AM = MB = 5 e CD = 6. O valor de AE é:

72.(CESGRANRIO-RJ) O losango ADEF está inscrito no triângulo ABC, como mostra a figura. Se

AB = 12 cm, BC = 8 cm

e

AC = 6 cm, o lado do losango mede:

inscrito no triângulo ABC, como mostra a figura. Se AB = 12 cm, BC = 8

81

67. Na figura abaixo, consideremos os quadrados de lados a e b (a > b).

67. Na figura abaixo, consideremos os quadrados de lados a e b (a > b). Calcule o valor de x.

quadrados de lados a e b (a > b). Calcule o valor de x. 68. Num

68. Num retângulo ABCD, os lados AB e BC medem 20 cm e 12 cm, respectivamente. Sabendo-

se que M é o ponto médio do lado AB, calcular EF, distância do ponto E ao lado AB, sendo

E a intersecção da diagonal BD com o segmento CM.

sendo E a intersecção da diagonal BD com o segmento CM. 69. Considere a circunferência circunscrita

69. Considere a circunferência circunscrita a um triângulo ABC. Seja AE um diâmetro desta circunferência AD altura do triângulo. Sendo AB = 6 cm, AC = 10 cm e AE = 30 cm, calcular

a altura AD.

AB = 6 cm, AC = 10 cm e AE = 30 cm, calcular a altura

80

AB = 6 cm, AC = 10 cm e AE = 30 cm, calcular a altura

16.

Em um trapézio retângulo ABCD, as bases AB e CD medem, respectivamente, 21 cm e 12 cm. Sabendo que a medida do ângulo B é igual a 45º, calcule a medida da altura.

17.

Verifique a veracidade das afirmativas:

I

II

0 Todo quadrado é retângulo e é losango.

0

1 O polígono regular de quatro lados é o quadrado.

1

2 Em todo quadrado as diagonais são congruentes, cortam-se ao meio, são bissetrizes e perpendiculares.

2

3 Todo retângulo e todo losango é quadrado.

3

4 Se em um quadrilátero as diagonais forem congruentes e perpendiculares, o mesmo será quadrado.

4

18. Determine os valores de x e y nos casos:

a) pentágono regular e quadrado

4 18. Determine os valores de x e y nos casos: a) pentágono regular e quadrado

b) hexágono regular e quadrado

4 18. Determine os valores de x e y nos casos: a) pentágono regular e quadrado

25

19. Num trapézio isósceles, o ângulo obtuso é 5/4 do ângulo agudo. Calcular o ângulo

19. Num trapézio isósceles, o ângulo obtuso é 5/4 do ângulo agudo. Calcular o ângulo formado pelas bissetrizes dos ângulos adjacentes à base maior.

20. Num trapézio retângulo, a base menor é congruente ao lado oblíquo e a diagonal maior forma com a base maior um ângulo de 25º. Calcule o maior ângulo desse trapézio.

21. (UM-SP) No trapézio ABCD da figura, E e F são pontos médios de AD e BC respectivamente. Sabendo-se que DC = 4 cm e MN = 3 cm, então, a diferença entre os perímetros dos trapézios ABFE e EFCD é igual a:

entre os perímetros dos trapézios ABFE e EFCD é igual a: a) 12 cm b) 9

a) 12 cm

b) 9 cm

c) 6 cm

d) 8 cm

e) 7 cm

26

EFCD é igual a: a) 12 cm b) 9 cm c) 6 cm d) 8 cm

64. DEFG é um quadrado. Dados AB = 8 cm, BC = 20 cm e AD = 2 cm, calcule a medida do lado desse quadrado.

20 cm e AD = 2 cm, calcule a medida do lado desse quadrado. 65. Um

65. Um retângulo, cuja base é o dobro de altura, está inscrito em um triângulo de base 12 cm e altura 9 cm. Calcule a medida do perímetro desse retângulo.

9 cm. Calcule a medida do perímetro desse retângulo. 66. Na figura abaixo, consideremos os quadrados

66. Na figura abaixo, consideremos os quadrados de lados x, 6 e 9. Determine o perímetro do quadrado de lado x.

66. Na figura abaixo, consideremos os quadrados de lados x, 6 e 9. Determine o perímetro

79

EXERCÍCIOS 61. Observe os 8 triângulos abaixo, indique os pares de triângulos semelhantes e o

EXERCÍCIOS

61. Observe os 8 triângulos abaixo, indique os pares de triângulos semelhantes e o caso correspondente.

os pares de triângulos semelhantes e o caso correspondente. 62. é paralelo a DE e os

62. é paralelo a DE e os pontos B, C e E são colineares. Sabendo que AC = 12 cm, AB = 18

AB

cm

e

CD = 10 cm, calcule DE.

= 12 cm, AB = 18 AB cm e CD = 10 cm, calcule DE. 63.

63. ABCD é trapézio. Sabendo que AB = 4 cm, CD = 6 cm e

63. ABCD é trapézio. Sabendo que AB = 4 cm, CD = 6 cm e AE

AE = 2 cm, calcule EC.

78

Sabendo que AB = 4 cm, CD = 6 cm e AE = 2 cm, calcule

22. Sabendo que ABCD é um quadrado e que o triângulo CDE é equilátero. Calcule a medida x do ângulo AEˆD .

é equilátero. Calcule a medida x do ângulo AE ˆ D . 23. Sabendo que ABCD

23. Sabendo que ABCD é um quadrado e que o triângulo BCE é equilátero, calcule a medida x do ângulo AFC.

ˆ D . 23. Sabendo que ABCD é um quadrado e que o triângulo BCE é

27

, do ângulo
, do ângulo

24. (SANTA CASA-87) Na figura, são dados AC = BC e o quadrado BCDE. A medida assinalado é:

a) 75º

b) 60º

c) 50º

d) 45º

e) 30º

D C E A B
D
C
E
A
B

28

é: a) 75º b) 60º c) 50º d) 45º e) 30º D C E A B

2ªCASO: LAL (lado-ângulo-lado) Basta que os triângulos tenham, respectivamente, um ângulo congruente formado por lados proporcionais.

um ângulo congruente formado por lados proporcionais. ∆ ABC ~ ∆PQR , pois AC PR AB

ABC

~ ∆PQR , pois

AC

PR

por lados proporcionais. ∆ ABC ~ ∆PQR , pois AC PR AB PQ E Â Pˆ

AB

PQ

E

Â

Pˆ

.

3ª CASO: LLL (lado-lado-lado) Basta que os triângulos tenham os lados ordenadamente proporcionais.

os triângulos tenham os lados ordenadamente proporcionais. ∆ ABC ~ ∆PQR , pois AB PQ BC

ABC

~ ∆PQR , pois

AB

PQ

ordenadamente proporcionais. ∆ ABC ~ ∆PQR , pois AB PQ BC QR PROPRIEDADES DOS TRIÂNGULOS CA

BC

QR

PROPRIEDADES

DOS

TRIÂNGULOS

~ ∆PQR , pois AB PQ BC QR PROPRIEDADES DOS TRIÂNGULOS CA RP . SEMELHANTES FUNDAMENTAL

CA

RP

.

SEMELHANTES

FUNDAMENTAL - Se uma reta é paralela a um dos lados de um triângulo e

encontra os outros dois lados em pontos distintos, então o triângulo que ela determina é semelhante ao primeiro.

TEOREMA

Demonstração:

 TEOREMA D e m o n s t r a ç ã o : tese

tese: ∆AMN ~ ∆ABC

ˆ

M ˆ N ˆ
M
ˆ
N
ˆ
 

B

ˆ

ALTERNOSINTERNOS

C

Logo, ∆AMN ~ ∆ABC

CASO AA

c.q.d.

77

Se os triângulos ABC e A’B’C’ forem semelhantes  os lados serão proporcionais: AB BC

Se os triângulos ABC

e

A’B’C’

forem semelhantes

Se os triângulos ABC e A’B’C’ forem semelhantes  os lados serão proporcionais: AB BC AC

os lados serão proporcionais:

AB BC AC A B B C A C
AB
BC
AC
A B
B C
A C

as alturas serão proporcionais:

CH

CS

A B B C A C  as alturas serão proporcionais: CH CS K; = K

K;

= K

as medianas serão proporcionais:

CM = K,

CN

etc.

CASOS

OU

CRITÉRIOS

DE

SEMELHANÇAS

DE

TRIÂNGULOS

Para concluir que dois triângulos são semelhantes, não é necessário determinar as medidas de todos os ângulos e lados, pois temos três casos que simplificam a verificação:

1ª CASO: AA (ângulo-ângulo) Basta que haja dois pares de ângulos respectivamente congruentes para que os triângulos sejam semelhantes. O terceiro par será automaticamente de ângulos congruentes.

terceiro par será automaticamente de ângulos congruentes. semelhante ∆ ABC ~ ∆PQR , pois  congruente

semelhante

ABC

par será automaticamente de ângulos congruentes. semelhante ∆ ABC ~ ∆PQR , pois  congruente Pˆ

~

∆PQR , pois Â

congruente Pˆ e Bˆ Q.
congruente
Pˆ e Bˆ
Q.

76

par será automaticamente de ângulos congruentes. semelhante ∆ ABC ~ ∆PQR , pois  congruente Pˆ
par será automaticamente de ângulos congruentes. semelhante ∆ ABC ~ ∆PQR , pois  congruente Pˆ

29

30 Com relação às figuras da página anterior A coca- cola de 290 mℓ e

30

30 Com relação às figuras da página anterior A coca- cola de 290 mℓ e a

Com relação às figuras da página anterior

A coca-cola de 290 mℓ e a de 1ℓ têm garrafas semelhantes ? Justifique sua resposta.

1ℓ têm garrafas semelhantes ? Justifique sua resposta. 04. SEMELHANÇA DE TRIÂNGULOS Definição : Dois

04. SEMELHANÇA DE TRIÂNGULOS

Definição:

Dois

triângulos

são

semelhantes

se,

e

somente

se,

os

três

ângulos

são

ordenadamente congruentes e os lados homólogos são proporcionais.

F Ângulos que se correspondem (congruentes) A ˆ D ˆ B ˆ E ˆ AB
F
Ângulos que se correspondem
(congruentes)
A
ˆ
D
ˆ
B
ˆ
E
ˆ
AB
DE
D
ˆ
F
ˆ
BC
EF
CA
FD
E
D
Lados que se correspondem
(proporcionais)

AB

DE

BC

BC EF

EF

CA FD

FD

K
K
E D Lados que se correspondem (proporcionais) AB DE BC EF CA FD K RAZÃO DE

RAZÃO DE SEMELHANÇA (ESCALA)

75

Os calhambeques são figuras semelhantes . Os mapas do Brasil são figuras semelhantes . PROCESSO

Os calhambeques são figuras semelhantes.

Os mapas do Brasil são figuras semelhantes.

semelhantes . Os mapas do Brasil são figuras semelhantes . PROCESSO PARA CONSTRUÇÃO  HOMOTETIA (SIMILITUDE)

PROCESSO

PARA

CONSTRUÇÃO

HOMOTETIA (SIMILITUDE) DIRETA

DE

FIGURAS

SEMELHANTES

 HOMOTETIA (SIMILITUDE) DIRETA DE FIGURAS SEMELHANTES  HOMOTETIA INVERSA 74 ÍNDICE 01 Circunferência

HOMOTETIA INVERSA

DIRETA DE FIGURAS SEMELHANTES  HOMOTETIA INVERSA 74 ÍNDICE 01 Circunferência (definição e elementos) 02

74

DIRETA DE FIGURAS SEMELHANTES  HOMOTETIA INVERSA 74 ÍNDICE 01 Circunferência (definição e elementos) 02
DIRETA DE FIGURAS SEMELHANTES  HOMOTETIA INVERSA 74 ÍNDICE 01 Circunferência (definição e elementos) 02

ÍNDICE

01 Circunferência (definição e elementos)

02 Posicionamento relativo entre reta e circunferência

03 Posicionamento relativo entre duas circunferências

04 Ângulos na circunferência

05 Arco capaz de um ângulo dado

06 - Teoremas finais

-

-

-

-

-

Página

33

37

38

43

49

51

31

32 03. FIGURAS SEMELHANTES Quando ampliamos, duplicamos ou reduzimos figuras geométricas, obtemos figuras semelhantes.

32

32 03. FIGURAS SEMELHANTES Quando ampliamos, duplicamos ou reduzimos figuras geométricas, obtemos figuras semelhantes.

03. FIGURAS SEMELHANTES

Quando ampliamos, duplicamos ou reduzimos figuras geométricas, obtemos figuras semelhantes. Por exemplo:

geométricas, obtemos figuras semelhantes. Por exemplo: As figuras dadas são denominadas semelhantes por terem a

As figuras dadas são denominadas semelhantes por terem a mesma forma, apesar de terem tamanhos diferentes. No caso de terem o mesmo tamanho, as figuras são congruentes.

73

EXERCÍCIOS 57. Na figura, AS é bissetriz interna do ângulo Â. Calcule x. 58. Na

EXERCÍCIOS

57. Na figura, AS é bissetriz interna do ângulo Â. Calcule x.

Na figura, AS é bissetriz interna do ângulo Â. Calcule x. 58. Na figura, AS é

58. Na figura, AS é bissetriz interna do ângulo Â. Calcule o valor de x.

AS é bissetriz interna do ângulo Â. Calcule o valor de x. 59. Na figura, AD

59. Na figura, AD é bissetriz externa do ângulo Â. Calcule x.

Na figura, AD é bissetriz externa do ângulo Â. Calcule x. 60. No triângulo ABC da

60. No triângulo ABC da figura abaixo, AS é bissetriz interna do ângulo  e AP é bissetriz externa. Calcule a medida do segmento SP.

e AP é bissetriz externa. Calcule a medida do segmento SP. 72 01. CIRCUNFERÊNCIA (Definição e

72

AP é bissetriz externa. Calcule a medida do segmento SP. 72 01. CIRCUNFERÊNCIA (Definição e Elementos)

01. CIRCUNFERÊNCIA (Definição e Elementos)

INTRODUÇÃO

Circunferência e Círculo

Na figura acima, podemos notar que todos os pontos indicados (A, B, C situados a

Na figura acima, podemos notar que todos

os pontos indicados (A, B, C

situados a uma mesma distância do ponto

0.

M) estão

,

No entanto, entre cada dois pontos podemos identificar outros pontos que satisfazem a mesma condição,

No entanto, entre cada dois pontos podemos identificar outros pontos que satisfazem a mesma condição, Assim, se os reunirmos por meio de uma curva contínua, obteremos uma figura que recebe o nome de circunferência.

DEFINIÇÃO

Circunferência é o lugar geométrico (conjunto de pontos) dos pontos de um plano eqüidistantes de um ponto fixo denominado centro.

de uma

circunferência qualquer segmento que tem uma extremidade no centro C e a outra num

ponto da circunferência.

Chama-se

raio

circunferência plano
circunferência
plano
tem uma extremidade no centro C e a outra num ponto da circunferência. Chama-se raio circunferência

raio

33

 REGIÃO INTERNA E REGIÃO EXTERNA d M O < raio d N O >

REGIÃO

INTERNA

E

REGIÃO

EXTERNA

 REGIÃO INTERNA E REGIÃO EXTERNA d M O < raio d N O > raio

d MO < raio

d NO > raio

CÍRCULO

O ponto cuja distância ao

centro da circunferência é menor que o raio recebe o nome de ponto

interno.

O conjunto dos pontos internos é chamado região interna ou interior.

O ponto cuja distância ao

centro da circunferência é maior que o raio recebe o nome de ponto externo.

os

pontos externos a uma circunferência é chamado região

externa ou exterior.

O

conjunto

de

todos

Círculo é a reunião da circunferência com a sua região interior.

é a reunião da circunferência com a sua região interior. O círculo é o lugar geométrico

O círculo é o lugar geométrico dos pontos do plano em que está a circunferência cuja distância ao centro da mesma é menor ou igual ao raio.

34

distância ao centro da mesma é menor ou igual ao raio. 34  TEOREMA Em um

TEOREMA

Em

um

DA

BISSETRIZ

EXTERNA

triângulo

qualquer, a

bissetriz de

um

ângulo externo

divide

o

lado,

externamente, em segmentos proporcionais aos lados adjacentes.

em segmentos proporcionais aos lados adjacentes. x y c b DEMONSTRAÇÃO: Seja ABC um triângulo tal
x y c b
x
y
c
b

DEMONSTRAÇÃO:

Seja ABC um triângulo tal que

BC AC AB = c = a, = b e Pelo vértice C tracemos CE
BC
AC
AB = c
= a,
= b
e
Pelo
vértice
C
tracemos
CE
paralela
à
bissetriz
ˆr
exterior
AS’,
conforme
figura.
Temos:
ˆs =
=
(hipótese)
=
(alternos internos)
ˆr
= ˆs
(correspondentes)
Portanto
O triângulo ACE é isósceles, de base CE.
AC
b .
Logo, AE
BS
BA
Por outro lado, no triângulo BSA, CE sendo paralelo a AS, teremos:
CS
EA

Como BS

x,BSA, CE sendo paralelo a AS, teremos: CS EA Como BS CS y, BA c e

CS

BSA, CE sendo paralelo a AS, teremos: CS EA Como BS x, CS y, BA c

y,

BA

c
c

e

AE

BSA, CE sendo paralelo a AS, teremos: CS EA Como BS x, CS y, BA c

AC

b , temos a tese: , temos a tese:

x y c b
x
y
c
b

c.q.d.

71

02. TEOREMAS DAS BISSETRIZES DO TRIÂNGULO  TEOREMA DA BISSETRIZ INTERNA Em qualquer triângulo, uma

02. TEOREMAS DAS BISSETRIZES DO TRIÂNGULO

TEOREMA DA BISSETRIZ INTERNA

Em qualquer triângulo, uma bissetriz de um ângulo interno divide o lado oposto em segmentos proporcionais aos lados adjacentes.

lado oposto em segmentos proporcionais aos lados adjacentes. x y c b DEMONSTRAÇÃO: Seja ABC um
x y c b
x
y
c
b

DEMONSTRAÇÃO:

aos lados adjacentes. x y c b DEMONSTRAÇÃO: Seja ABC um triângulo tal que BC =

Seja ABC um triângulo tal que

BC

= a,

AC

= b

e

AB = c

Tracemos pelo vértice C do triângulo ABC a paralela

CD à bissetriz interior AS, conforme figura.

Temos:

ˆr ˆs = = =
ˆr
ˆs =
=
=

(hipótese)

(alternos internos)

(correspondentes)

Portanto

O triângulo ACD é isósceles, de base CD.

ˆr

= ˆs

Logo, AD

Por outro lado, no triângulo BCD, AS sendo paralelo a CD, teremos:

lado, no triângulo BCD, AS sendo paralelo a CD, teremos: AC b . BS SC BA

AC

lado, no triângulo BCD, AS sendo paralelo a CD, teremos: AC b . BS SC BA

b .

BS

SC

BCD, AS sendo paralelo a CD, teremos: AC b . BS SC BA AD Como BS

BA

AD

BCD, AS sendo paralelo a CD, teremos: AC b . BS SC BA AD Como BS

Como BS x, temos a tese:

SC

teremos: AC b . BS SC BA AD Como BS x, temos a tese: SC y,

y,

BA

cAC b . BS SC BA AD Como BS x, temos a tese: SC y, BA

x y c b
x
y
c
b

e

AD

BA AD Como BS x, temos a tese: SC y, BA c x y c b

AC

AD Como BS x, temos a tese: SC y, BA c x y c b e

b ,

c.q.,d.

70

temos a tese: SC y, BA c x y c b e AD AC b ,

ELEMENTOS LINEARES DA CIRCUNFERÊNCIA

b , c.q.,d. 70  ELEMENTOS LINEARES DA CIRCUNFERÊNCIA A medida do diâmetro (D) é o

A medida do diâmetro (D) é o dobro da medida do raio (D = 2R). Se a corda for o diâmetro a flecha será o raio.

35

 ARCOS DE CIRCUNFERÊNCIA Dois pontos distintos de uma circunferência dividem-na em duas partes, cada

ARCOS DE CIRCUNFERÊNCIA

Dois pontos distintos de uma circunferência dividem-na em duas partes, cada uma das quais chamada arco.

arco menor

arco maior

cada uma das quais chamada arco . arco menor arco maior Indicação: AB Indicação: AMB Semi-circunferência
Indicação: AB Indicação: AMB Semi-circunferência
Indicação: AB
Indicação: AMB
Semi-circunferência
Indicação: AB Indicação: AMB Semi-circunferência Indicação: AB (lê-se: arco AB) Os pontos A e B são

Indicação: AB

(lê-se: arco AB)

Os pontos A e B são chamados extremos do arco AB. Como existem dois arcos AB numa circunferência, para identificá-los costumamos indicar o arco menor por AB e, para indicar o arco maior, consideramos mais um ponto da circunferência.

Quando

os

extremos

A

e

B

coincidirem

com

os

extremos

de

um

diâmetro, cada um dos arcos será chamado semi-circunferência.

36

, cada um dos arcos será chamado semi-circunferência . 36 c) d) 56. Um feixe de

c)

um dos arcos será chamado semi-circunferência . 36 c) d) 56. Um feixe de 4 paralelas

d)

um dos arcos será chamado semi-circunferência . 36 c) d) 56. Um feixe de 4 paralelas

56. Um feixe de 4 paralelas determina sobre uma transversal três segmentos consecutivos que medem 5 cm, 6 cm e 9 cm. Calcule os comprimentos dos segmentos correspondentes determinados pelo feixe noutra transversal, sabendo que o segmento desta, compreendido entre a primeira e a quarta paralelas, é 60 cm.

feixe noutra transversal, sabendo que o segmento desta, compreendido entre a primeira e a quarta paralelas,

69

Estabelecendo a razão CD A B temos: AB p.x AB p CD q.x CD q

Estabelecendo a razão CD

AB temos:

AB p.x AB p CD q.x CD q
AB
p.x
AB
p
CD
q.x
CD
q

( na figura,

AB 5 CD 4
AB
5
CD
4

)

Conduzindo retas do feixe pelos pontos de divisão de AB e CD temos que.

O

segmento A’B’ fica dividido em p partes congruentes

O

segmento C’D’ fica dividido em q partes congruentes

A’B’ = p . x’ e C’D’ = q . x’

Estabelecendo a razão

A B

CD

, temos

A'B' p.x' A'B' p C'D' q.x' C'D' q
A'B'
p.x'
A'B'
p
C'D'
q.x'
C'D'
q

Comparando as igualdades (1) e (2), vem

( na figura,

AB

CD

A'B'

C'D'

C'D'

EXERCÍCIOS

A'B'

5
5

4

C'D'

)

c.q.d.

55.

Nas figuras a seguir calcule as medidas dos segmentos indicados nos feixes de paralelas sendo a//b//c.

a)

indicados nos feixes de paralelas sendo a//b//c. a) b) 68 02. POSICIONAMENTO RELATIVO ENTRE RETA E

b)

indicados nos feixes de paralelas sendo a//b//c. a) b) 68 02. POSICIONAMENTO RELATIVO ENTRE RETA E

68

indicados nos feixes de paralelas sendo a//b//c. a) b) 68 02. POSICIONAMENTO RELATIVO ENTRE RETA E

02. POSICIONAMENTO RELATIVO ENTRE RETA E CIRCUNFERÊNCIA COPLANARES

Em relação a uma circunferência, uma reta pode assumir as seguintes posições:

Representando por d a distância do centro à reta e por r a medida do
Representando por d a distância do centro à reta e por r a medida do raio, temos:

reta secante

reta tangente

reta exterior

reta secante reta tangente reta exterior d < r d = r d >r   37
reta secante reta tangente reta exterior d < r d = r d >r   37
reta secante reta tangente reta exterior d < r d = r d >r   37

d < r

d = r

d >r

 

37

Toda reta tangente à circunferência é perpendicular ao raio que tem extremidade no ponto de

Toda reta tangente à circunferência é perpendicular ao raio que tem extremidade no ponto de tangência.

ao raio que tem extremidade no ponto de tangência. reta normal passa pelo centro e pelo

reta normal passa

pelo centro e pelo ponto de tangência, contém o raio perpendicular à tangente e é

secante à circunferência.

A

03. POSICIONAMENTO RELATIVO ENTRE DUAS CIRCUNFERÊNCIAS COPLANARES

CIRCUNFERÊNCIAS EXTERIORES

CIRCUNFERÊNCIAS COPLANARES  CIRCUNFERÊNCIAS EXTERIORES d > R + r A distância entre os centros é
d > R + r
d > R + r

A distância entre os centros é maior que a soma dos raios.

38

entre os centros é maior que a soma dos raios. 38 SEGMENTOS PROPORCIONAIS SEMELHANÇA 01. FEIXE

SEGMENTOS PROPORCIONAIS SEMELHANÇA

01. FEIXE DE RETAS PARALELAS (Teorema de Tales)

Um

feixe

de

paralelas

determina

sobre

duas

ou

mais

transversais

segmentos

correspondentes proporcionais.

mais transversais segmentos correspondentes proporcionais. AB BC CD DE AC K A'B'

AB

AB BC CD DE AC K

BC

AB BC CD DE AC K

CD

AB BC CD DE AC K

DE

DE

AC

AB BC CD DE AC K

K

A'B'

B'C'

C'D'

D'E'

A'C'

CONSTANTE DE PROPORCIONALIDADE

CONSTANTE DE PROPORCIONALIDADE
 

onde p

DEMOSTRAÇÃO:

Vamos supor que existe um segmento x que ―cabe‖ p vezes em AB e q vezes em CD,

e

Temos, então AB = p . x

q são números inteiros. (na figura, p = 5 e q = 4)

e

CD = q . x

em AB e q vezes em CD, e Temos, então AB = p . x q

67

66  CIRCUNFERÊNCIAS TANGENTES EXTERIORES d = R + r A distância entre os centros

66

66  CIRCUNFERÊNCIAS TANGENTES EXTERIORES d = R + r A distância entre os centros é

CIRCUNFERÊNCIAS TANGENTES EXTERIORES

66  CIRCUNFERÊNCIAS TANGENTES EXTERIORES d = R + r A distância entre os centros é
d = R + r
d = R + r

A distância entre os centros é igual a soma dos raios.

CIRCUNFERÊNCIAS TANGENTES INTERIORES

a soma dos raios.  CIRCUNFERÊNCIAS TANGENTES INTERIORES  CIRCUNFERÊNCIAS INTERIORES d = |R - r|

CIRCUNFERÊNCIAS INTERIORES

d = |R - r|TANGENTES INTERIORES  CIRCUNFERÊNCIAS INTERIORES A distância entre os centros é igual a diferença absoluta

A distância entre os centros é igual a diferença absoluta dos raios.

entre os centros é igual a diferença absoluta dos raios. 0 < d <|R - r|

0 < d <|R - r|entre os centros é igual a diferença absoluta dos raios. A distância entre os centros é

A distância entre os centros é menor que a diferença absoluta dos raios.

39

 CASO PARTICULAR: CIRCUNFERÊNCIAS CONCÊNTRICAS d = 0 (distância nula)  CIRCUNFERÊNCIAS SECANTES Condição

CASO PARTICULAR: CIRCUNFERÊNCIAS CONCÊNTRICAS

 CASO PARTICULAR: CIRCUNFERÊNCIAS CONCÊNTRICAS d = 0 (distância nula)  CIRCUNFERÊNCIAS SECANTES Condição

d = 0

(distância nula)

CIRCUNFERÊNCIAS SECANTES

d = 0 (distância nula)  CIRCUNFERÊNCIAS SECANTES Condição de existência de um triângulo |R –
Condição de existência de um triângulo
Condição de existência de um triângulo

|R r| < d < R + r

A distância entre os centros é menor que a soma dos raios e maior que a diferença absoluta.

40

que a soma dos raios e maior que a diferença absoluta. 40 ÍNDICE 01 Feixe de
que a soma dos raios e maior que a diferença absoluta. 40 ÍNDICE 01 Feixe de

ÍNDICE

01 Feixe de retas paralelas (Teorema de Tales)

02 Teoremas das bissetrizes interna e externa do triângulo

03 Figuras semelhantes

04 Semelhança de triângulos

05 Relações métricas nos triângulos retângulos

06 Relações métricas em um triângulo qualquer

07 Síntese de Clairaut

08 Lei dos senos

09 - Lei dos cossenos

-

-

-

-

-

-

-

-

Página

67

70