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PNar ME lg td NIVEL B1 Livro do Aluno «| ) PORTUGUES xxi Livro do Aluno Autora Ana Tavares Direcgao Renato Borges de Sousa Colaboragao ‘Ana Dias Filipe Ribeiro Carlos Alvarenga (Unidade 11) Alberto Oliveira Pinto (Unidade 12) LIDEL Lidel - edigdes técnicas, Ida LISBOA - PORTO ‘e-mall:lide!@iidel,pt http:/wwwlidel.pt (Lidel On-tine) (ate seguro cartfendo pia Thar) eer SSS COMPONENTES DO METODO NiVEL 1 NIVEL 2 NIVEL 3 Livro do Aluno Livro do Aluno Livro do Aluno Caderno de Exercicios Caderno de Exercicios Caderno de Exercicios Livro do Professor Livro do Professor Livro do Professor CD-Audio CD-Audio CD-Audio EDIQAO E DISTRIBUIGAO {ue ide - ego een, Ka ESCRITORIOS: Fis. Esti, 169 Dio. - 1088-057 Lisboa Iroc 21 oe 1418 haraigee Fomagsonanutng 21 S61 1a db fomacaoStl paket adel Ex Unga 21 511 2 coprmraninaaiont [Uta de Autor 21 dst 1449 eieoesploaidel pt | LVRARIAS: USBOK: Avo Pri da Vii, 14 - 1000247 Liston Tl. 21558) 418 Fax 218173259 arai@ ot Copyright © Sotembeo 2005 Lidal = Edge Técnicas, Lda Cage de capa elyout: Imagem Final, Lda Tagdes: Ne Lopes: Fotograis: lle Rao, Jodo Oivers e Teresa Olvera Adaplacdo de capa » pagnagio: Mila Ato Gren, Léa. Impressio e acabament: Rolo & Fines Il S.A. ‘Sepa lag n* 25120%/05 IseN 976-072.757-940-3 fa tour mace ma wing, st pina ¢ rar tpn rea ana of eSotigo Go Oro ce Aa eabdece que 6 cee pido por a 8 ototpa sem auorengso cot eropetice ‘Sretn pboar Roan ce tees imposeitas der bsograi en pats = prianta, aus& evecare paca ararodueo, no todo sm pat, proses cra som autrzngo Ex PORTUGUES XXII Portugués XX! - Intermédio destina-se a alunos que pretendem aprofundar os seus conhecimentos na lingua portuguesa. Este terceiro livro inclui, a nivel gramatical, os tempos essenciais do Conjuntivo, e desenvolve as areas lexicais relacionadas com 0s problemas e situagées da sociedade em que vivemos actualmente. Tal como no segundo livro, também este apresenta, no final, duas Unidades que se centram nos paises de expressao portuguesa, como sao os casos de alguns paises africanos, Timor-Leste e o Brasil, com 0 objectivo de alargar os conhecimentos dos alunos em relagao & cultura e as diferengas linguisticas e de pronincia ai existentes. A exis- téncia de um Caderno de Exercicios permite que o aluno trabalhe as areas grama- ticais e lexicais que surgem nas aulas e alargue os seus conhecimentos e podera ser utilizado em casa, como trabalho complementar, tendo o professor a Possibilidade de tornar as aulas mais interactivas, continuando sempre a privilegiar a oralidade. 0 Portugués XXI- 3 6 um material que tem uma grande preocupagao pelo desen- volvimento da compreenséo e da expressao oral do aluno, estimulando o debate e a troca de opinides, embora no esqueca a importancia da compreensao e da expresso escrita, tendo quase sempre como base textos auténticos retirados da imprensa escrita. Os temas abordados sao bastante variados e de interesse actual: ecologia e proble- mas ambientais; emigragao e imigragao; emprego e desemprego; planos e ambigées; @ procura da felicidade; os sem-abrigo; as novas tecnologias e as criangas; as mensagens SMS; organizagées de trabalho voluntario; a Unido Europeia; icones de Portugal; 0 envelhecimento da populagao; o sucesso da imprensa gratuita. No final deste nivel, o aluno nao sé ficara a conhecer muitos aspectos que se rela- cionam com a vida cultural e social portuguesa, como se deverd sentir apto para: compreender diferentes tipos de textos de imprensa; apresentar os seus pontos de vista e defender opiniées; intervir em trocas comunicativas préprias de relagées so- ciais; compreender folhetos publicitarios; compreender comunicagées, experiéncias, entrevistas @ didlogos a nivel oral; intervir em conversas sobre temas da actualida- de, expressando opinides e sentiments; compreender e elaborar diferentes tipos de textos escritos. \* © CD-Audio visa ajudar 0 aluno a desenvolver a sua capacidade de compreensao oral e a trabalhar a prontincia e a ortografia. Tunplee Geran Apresentar-se + Dar e pedir informa- * [dentificagio e caracterizagiio + Palavras compostas (formacao e plural) + Aventuagio de palavras ‘goes de eardcter pes-| pessoal * Revistio do Imperative | ] feel priftaiinal’e |='Activiledes.on Wasa tenes | de ocupago dos | tempo livre verbais | *Conhecer | !mp0s livres * Qualidades e | pessoas" |* Conhecer ¢ apresen-| _defeitos | tar figuras conhecidas| # Deserigdo fisica e * Comentar textos da | _psicoldgica Pig.9 | imprensaescrita | ¢ Provérbios 5 = + Falar de sonhos O | Pas * Conhecer provérbios | portugueses * Compreender textos | * Separacio e recicla- |* Presente do * Palavras da imprensa escrita | gem do lixo Conjuntivo homéfonas Q sobre os temas da se- | * Poluigdo: causas ¢ | ¢ Infinitive Pessoal / 5 paracio ¢ eciclagem | consequéncias Presente do "Nao 1 lixo e poluigao Conjuntivo ‘ acredito que * Compreensio oral © ‘0 que Indo separes o| escrita de noticias nerd | sobre 0 tema feliz + Expressar diivida, * Expressar opinitio Pagias | Apresentar sugestes Pag. para obtencao de um| melhor meio-ambiente + Conhecer a realidade|# Emigragio, imigra- |# Presente do *# Acentuagio ¢ da emigragdo, da (co e migragao: Conjuntivo pronincia 5 imigragao eda mi- | See sragao em Portugal * Compreender entre- | | conseaue "Hé quanto | vistas e testemunhos) * C2505 de sucesso e "Vai tempo vives | na imprensa eserita | de insucesso na ia ‘em | * Comparar a situagdo | emigracao | past Portugal?” | ‘© Portugal com a do|« Entrevistas ¢ = seu pats testemunhos + Compreensio oral e escrita de entrevista Expressar opiniiio Pig. Expressar deseo, sen- timento e aprovacio Unidade de Unidad Revisio 1 Revisi Pig. uagao de * Conhecer melhor Por! ® Portugal continental |* Verbos derivados, « Palavras parsnimas e ‘as j ‘ugal continental eilhas) ¢ ilhas: geografiae | de: fazer: pir: pedir;| palavras homdfones | * Compreendere comen-| outras informages | _ ter; ver vir *# Acentuagioe | tarperspectivasde | de interesse © Verbos dar, fieare | prontineia Vida diferentes * Viver numa ilha: | passar, seguidos de "Yamos para|* Falar sobre os wspectos| _vantagens preposigao | | fora cd | muisinteressantes do | desvantagens merop” | scupats * Expresses | « Comprocrderosignit-| idiomaticas cado de expresses _ diomsticas comuns Pig, 98 | « Expressar opi | * Compreensio oral de F | uma lenda agoriana vas | * Compreender ¢ comen-| * Textos da imprensa |* Futuro do ifonas | lartextosciticase gr] eserita sobre os Conjuntivo proniineia os daimprensa cerita | portugueses ea _|# Presente do * Conhever dacos sobre 0) felicidade Conjuntivo + Futuro tema os portugieses € a6 A vida num mundo | do Conjuntivo | [tO que é que), Mlcidate | com pressa (artigo FP noe fag | * Compara a sigan em) Cy izes?” |, Pavetomadeseups!. Noticias de rédio | | fettzes? a oticias | * Expressaropiniioe 1. Ditados populares angumentar : | «Taga cbjetvos de vida | | Pig. 67 | Expressarcondicio em | relagao ao futuro | © Compreencer noticias j de radio woe ff * Conhecer costumes, | # Costumes, tadigdes e| # Palavras derivadas | © Diferentes sons das via } tradigies © produtos por prefixagtioe | vogais a, e, | 6 {tpicos portigueses por aufixagao | «+ Falar do tema em destinos = relagdo ao seu pas — | Viggone | | ai wma | + Conpreenderecomenat « estos publicitérios Dica e um | grticse textos inform} ” Ge ene hana IB | apascanra thn ets 2 iin] « Faerenges on | daimprensaeserita i jf) rawerr |. gamers, | itt | textos publictérios da. | _ Comparagdes tees rea do turismo + Sinénimos P| Pas 79 | Falarde férias e de des-| | tincs de viagens mas | comuns no seu pas | | Unidad de Revisio 2 | | Pag. 95 ] "Ese \compréssemos| luma revista?" Pig. 99 [uolce Gena + Conhecer a sito dos semeabrign em Parga + Conhecer orznizagies de trabalho voluntétio em Portugal © Compreencer grifcos, otic e enna sobre fotema do desempreg * Compreensi oral de festemunhes de expe- riéneias de vida dfs + Expressar condigies + Expressar opiniao * Os sem-abrigo * 0 desemprego sociagdes de solidariedade social Trabalho voluntario * Sindnimos * Imperfeito do Conjuntivo + Se+ Imperfeito do, Conjuntivo + Condicional | Imperfeito do Indicativo *Palavras com | prontineia diferente | da letra 0, no singular e no plural | "0s | | sed boa + Comprocrelerecomentar * Os jovens e as novas |* Pretérito maisque- | ¢ Diferentes pronin- textos daimprensiesctia| —teenologias 2. Um dos colegas do Vaseo em Madrid fez-lhe algumas perguntas. Complete o didlogo. No final, ouga-o ¢ verifique se as suas perguntas coincidem com as que ouviu no didlogo. Colega: Vaseo: Chamo-me Vasco. Colega: Vaseo: ude Braganca. Colega: E nee Vasco: Fica no norte do pats. Colega: Va Nao, agora vivo nos arredores de Lisboa, porque trabalho na capital. (Colegn, 2s 3 Sou hancétio Escolhi Madrid porque no conhecia esta cidade. Fico um més, Cheguei ontem. E uma boa ideia. Podemo-nos encontrar logo 2 noite ¢ assim conhecemo-nos todos melhor. Colega: Vasco: Encontramo-nos aqui a porta da escola as 20:30. 0 que achas? Colega: Vaseo: Entio, até logo e niio te esquegas do guarda-chuva. Ouvi dizer que esta noite vai cho bastante: 5- Junte um ele: direita ¢ forme palavras compostas. Exemplo: guarda-chuva ento da esquerda com um da flor peixe obra naseido guarda rolhas espada porta ministro 1 a 4 4. couve & 6 7 8 reeém prima quinta democrata view latas 4. primeiro I. social costas TL saca feira Re abre presidente L. Leia os texto: 6- Conhega algumas personagens famosas. an relatives a figuras conhecidas de diferentes areas. na fotografia e justifique a sua escolha. Paula Rego nasceu em Lisboa, mas desde cedo estabeleceu um elo de ligacao com a Inglaterra ao ir estudar para a Slade School of Art, 1961 na I Exposigo Gulbenkian, Du- écadas, Paula Rego viveu entre Portugal ea de Londres. Revelou-se zante eerea de duas Inglaterra. Para além da meméria dos afectos e dos lugares, Paula Rego tamb se inspira em hist6rias que podem virda literatura, de lendas ou de narrativas para criangas. Sio muitas as exposig@es in- dividuais, bem como colectivas ¢ os prémios conquistados. Em 1990 foi nomeada primeira artista da National Gallery de Londres. AAs suas obras encontram-se expostas, nomeadamente, no British Museum, na National Gallery, na National Portrait Gallery, na Tate Gallery, na Fundagao Calou: Sulbenkian de Lisboa, no Museu de Arte Modema de Sintra e no Museu de Arte Contemporfinea de Serralves, no Port. Maria Joao Pires nasceu em Lisboa. Actuou em piblico pela primeira vez aos 4 anos e aos 5 anos deu 0 seu primeiro recital. Fez © curso do Conservatério Nacional, tomando-se professora de piano, Estagiou na Alemanha e em 1970 conquista o 1" Prémio no C todo © mundo, distinguindo-se como i ‘gravago integral das sonatas de Mozart foi distinguida com trés prestigio mios internacionais. Em 2002, a UNESCO io de Miisica 2002. Actualment escola de mésica situada em Belga wcurso Internacional Beethoven. ‘Tem realizado concertos por rete de Mozart. A sua atribui dirige a sua , no centro de Portugal. 1a Lopes nasceu na Iiha da Madeira, mas foi em Lisboa que abriu uma loja com colecgdes de vérios criadores de moda interna- cionais, no infeio da década de 90, Em 1992, nasce a marca Fétima Lopes. Em 1994, comeca a expor as suas colecgdes em Paris, onde abriria uma loja um ano depois. Em 2001, recebe o prémio "Popu- laridade 2000" da "Look Elite". Ainda no mesmo ano, € convidada intemacional da semana da Moda da Coreia do Sul "Prét-a-Porter Busan". Jé em 2002, reeebe 0 prémio "Prestfgio 2001" da Unido de Associagies do Comén 0 € Servigas e © prémio "Homenagem de Carreira". Em 2003, é eleita Personalidade do Ano pela revista "Saher". Actualmente, com vérias las no pats, Fétima Lopes, euja ‘marca também se encontra em pecas de joalharia e de poreelana, constitui uma referencia essencial na moda portuguesa. Siza Vieira nasceu em Matosinhos. Estudou na Escola d Belas-Artes do Porto, tendo realizado importantes obras nas décadas de 50 e 60. A partir de 1976 € convidado aq. yf desenvolver projectos. no trangeiro, onde ganha bastante prestigio. E a cle que se deve 0 projecto de reconstrugdo de Chiado, o Pavilhao de Portugal na Expo 98 e o Museu de Arte Contempordnea da Fundagio de Serralves. Galardoado intimeras vezes, destacam- internacional der Rohe, 1988, o prémio Pritzker, 1992 € icnal de Arquitectura de Veneza, em 2002. © prémio Mies v: © Leo de Ouro da Jodo Lobo Antunes nasceu em Lishoa ¢ licenciou-se em Medi- cina pela Universidade de Lisboa, Entre 1971 ¢ 1984 esteve nos Estados Unidos onde trabalhou no Departamento de Neurocirurgia do Instituto de Neurologia de Nova Torque, sendo nomeado professor associado da Neurocirurgia da Universidade de Columbia. Regressou a Portugal em 1984 como professor Catedrético de Neurocirurgia da Faculdade de Medicina de 1ou 0 prémio Pfizer e em 1996 0 prémia n publicados artigos cientfficos, ensaios e trés livros. Pessoa. ‘Te José Saramago nasceu na Golega. No seu primeiro emprego foi serralheiro. mecni desenhador, funciondrio pi o, tendo depois exercido as profissies de ico, editor, tradutor e jornalista Publicou o seu primeiro livro em 1947, tendo estado depois sem publicar até 1966. Entre 1972 ¢ 1973, fez parte da redacgo do jornal "Didrio de Lisboa", onde foi comentador politico. De Abril a Novembro de 1975 foi director-adjunto do "Didrio de Noticias" Desde entao, dedicou-se & actividade politica e & literatura, sen do autor de erénicas, contos, poemas, ensaios politicos, pegas de teatro e romances. Levantado do Chao, 1980, valeu-Ihe o prémio Cidade de Lisboa e a obra Memorial do Convento, 1982, foi ya lardoada com o prémio Pen Clube Portugués ¢ o prémio Munici- pio de Lisboa. Em 1985 recebeu 0 prémio Camoes ¢ em 1998 0 Prémio Nobel da Literatura. 2. Apresente aos seus colegas uma figura famosa no seu pais, = Fale da sua actividade, tendo os textos que leu como exemplo ® para a sua apresentagio. eee un Escola de B, Mudar de Vida antes obras nas convidado a fanha bastante reconstrugao do ) Museu de Arte 1 internacional Pritzker, 1992 em 2002. ‘iou-se em Medi- 1984 esteve nos de Neuroci sendo nomeado hniversidade de como professor le Medicina de 11996 0 prémio ‘eivo emprego foi 's profissies de for e jor fado depois sem da redacgao do blitico, De Abril tio de Noticias" Miteratura, sen- Iticos, pecas de leuthe o prémio fo, 1982, foi ga- prémio Muniet- Jes e-em 1998 o cael I- Leia o texto e, em seguida, responda as perguntas. ‘Trocar um emprego por uma aventura pode abrir as portas & realizagio pessoal. Jé alguma vex sentiu que 0 seu destino era outro? Que tracou metas e planos de acordo com objectives que, na verdade, nio satisfaziam em pleno a sua forma de ser? Por vezes, vivemos uma vida a conquistar fazem as sonhos que na realidade nito satis nossas verdadeiras paixies. E apesar de nos congratularmos com os sonhos que realizé- ‘mos, surgem-nos oportunidades inesperadas, que nos permitem viver do que realmente xostamos. Entio, se?... E por que niio? O que é que se tem a perder? O medo inicial da mudanca é natural, mas vale a pena pensar bem: pode tratar-se da maior oportunidade para viver a vida E quem ni arrisea... Marta, 27 anos, (ex) assistente de direegiio "Nunca pensei que um dos meus passatempos pudesse um dia vir a tornar-se a minha vida.”, conta Marta Rodrigues de 27 anos. "Tanto mais, que ndo estava insatisfeita com as fungdes que desempenhava na empresa”. Alegre e divertida, esta jovem de Lishoa sempre teve em mente uma carreira ligada @ comunicagdo, Assim, nem hesitou quando acabou a faculdade ¢ the ofereceram o cargo de cassistente de direeco numa empresa multinacional. Em relagito aos seus amigos e conhecidos, Marta considerava-se bafejada pela sorte: continuava ‘a viver em casa dos pais, com quem mantinha um bom relacionamento, 0 ambiente de trabalho era 6ptimo e profissionalmente sentia-se realizada. Além disso, sobrava-the tempo para ir ao ci- nema ¢ @ praia e, sobretudo, para se dedicar a um dos seus hobbies de erianca: a confecgao de brincos, colares ¢ anéis, que faziam as delicias das amigas. "Desde mitida que gosto de traba~ thos manuais. E uma maneira de me abstrair do que me rodeia”. Bijutaria como negécio Marta encarava o seu passatempo como uma brincadeira, até conhecer Ricardo, o seu actual namorado. Ainda mais do que as amigas, ele sempre lhe estimulou a veia eriativa, "Comegou ‘a perguntar-me porque é que eu ndo levava a brineadeira wm pouco mais a srio e criava o meu proprio negécio." Inicialmente nao deu qualquer importéncia a ideia: trocar um emprego sdlido com possibilidades de promogdo, por um sonho de mitida? Nem pensar! "Quando fiz 25 anos, o Ricardo fez-me uma surpresa. Levou-me a um centro comercial, perto da casa dos meus pais. Nao fazia a ménima ideia do que ele pretendia. Se ealhar queria oferecer-me uma prenda...". Nao. 0 namorado da Marta p6-la diante da oportunidade da sua rida, obrigando-a a tomar uma decisio. "Pardmos em frente de uma loja para alugar e ele disse-me: "Estd aqui o espaco ideal para o teu negdcio de bijutaria". Fiquei sem saber 0 que dizer". Depois de uma primeira reaccdo negativa, Marta viveu a anguistia da diivida, Mas depois ‘pensou: por que ndo arriscar? Os pais ajudaram-na a decidir. Foi ainda hesitante que ‘apresenton a carta de demissio, Mas assim que sain da empresa, resolve que ndo voltaria a olhar para tras, "Foi uma mudanga de 180°, Tive de aprender a montar e a gerir 0 negécio. O dia de trabalho {é ndo acaba as 19 horas, mas vai para casa comigo, ¢ os fins-de-semana dekxaram de ser de descanso.” Arrependida? "Nem pensar. E outra forma de me sentir feliz ¢ realizada." in Consigo 1.0 que acha da atitude da Marta? 2. Seria capaz de tomar uma decisdo do mesmo tipo? 3. Que mudanga pensa que seria capaz de fazer? 4, Conhece alguém que num certo momento da sua vida decidiu mudar radicalmente de carreira profissional? Conte 0 caso que conhece. §. Sonhos, quem os ndo tem? Tem algum sonho que considere diffeil de realizar? 2- No texto pode encontrar o inicio de um provérbio muito Ene conhecido, que qualquer portugués saberia terminar. 0 seu actual "Comegou leriava 0 mew -g0 silido alugar e ele saber 0 que Mas depois sitante que io woltaria a de trabalho Jam de ser de in Consigo icalmente de llizar? Explique o seu significado e, em seguida, forme provérbios com os elementos das duas colunas. Tente explicar o sentido de cada um deles. 1 Quemeore | & que dois a por gosto voar. & Devagar b. vai a Roma. 1 Acavalo (quem tem um dado olho € rei. 4, Quem tudo | & nto se olha o quer dente 5. Quemtem | @ nao morde. boca 6. Cao que ladra| f. nao faz 0 rmonge. 1. Amoreom | ndo cansa, 1 Emterrade | I tudo perde. egos 4. Ohabito i. se paga. IL Mais vale um | |. se vai ao péssaro na longe. mio | 3- Ouca o texto e responda as perguntas. 1. Quais eram os objectivos iniciais do Pedro? 2 Quantos filhos tem o Pedro? 1. Qual era a profissdo dele? 4. Como 6 que ele passava os fins-de-semana? §. O que o desafiou a mudar de profissio? 6. O que é que ele faz agora? 1. Como 6 que ele agora passa os fins-de-semana? C. Acentuacio e Pronincia =o = =o I- Oiga as palavras e coloque os acentos nas que considera que <> necessitam. 0 4 contemporaneo chapeu conteudo indice e A barbaro contem: orfa conve 1. dorminhoco repos cumplice mantem ae dificilmente mantem 3 4 2- Ouga as palavras e acentue as que devem ser acentuadas. q ; contem contem contem retem tem tem 1 ‘depor por por e provem provem provem . de de deem B. repoe repor repoem 5 mantemos mantinhamos ‘mantem ee ere APENDICE * F GRANATICAL : fe 6 Palavras Compostas A. Formagao 1+ substantive + substantive: peixe-espada 2+ substantive + adjective: amor-perfeito 8* adjective + substantive: curto-circuito 4* adjective + adjective: surdo-mudo S* numeral + substantive: primeiro-ministro = ._ 6® substantive + preposicio + substantive: estrela-do-mar | 7» verbo + substantive: saca-rolhas rl 8 advérbio + substantive: bem-parecido El B. Plural Ld le Se uma palavra é composta por dois substantivos, dois adjectivos ou por LJ numeral + substantive, normalmente ambos se flexionam no plural: Exemplos: ‘© surdo-mudo / 0s surdos- © primeiro-ministro / os primeiros-ministros Excepcaes: : ‘mapas-mundo; palavras-chave belas-artes; boas-festas (36 se usam no plural) Ze Se uma palavra composta 6 formada por substantive + adjective ou por adjectivo + substantivo, ambos se flexionam no plural: Exemplos: . 0 cofre-forte / 0s cofres-fortes o alto-relevo / 0s altos-relevos Excepgies: meia-idade; terceira-idade (86 se usam no singular) fl 6 P fl E USES ae ’ C No MATICAL 8* Se numa palavra composta os elementos estio ligados por uma preposigiio, s6 0 primeiro vai para o plural: Exemplos: ‘ chapéu-de-sol / os chapéus-de-sol a estrela-do-mar / as estrelas-do-mar 4 Se uma palavra composta ¢ formada por verbo ou palavra invaridvel + adjectivo, substantivo ou verbo, s6 a segunda palayra vai para o plural: Exemplos: ‘ guarda-chuva / os puarda- ‘ ex-presidente / os ex-presidentes huvas 5 Algumas palavras compostas tém a mesma forma no singular e no plural: Exemplos: los saca-rolhas ‘olos para-quedas ofos arranha-céus ofos salva-vidas posigdo, 36 0 {+ adjectivo, ural: “NAO ACREDITO QUE NAO SEPAR A. Néo acredito que nio separes o Lixo. 2- Repl Tod: 1- no <> A Guida esta em casa do irmio e descobre que ele nio E222 === d& muita importaneia & questio da separacao do lixo. Lo o diélogo entre os dois irmios. Guida: Onde tens 0 caixote do lixo? Joao: — Esté af a direita do fogio. Guida: Nao acredito que tu nao facas a separagao do lixo. Tens tudo dentro do mesmo saco. Jofo: Nao tenho muita paciéncia para essas coisas, embora saiba que devia fazé-lo. Guida: Desculpa 14, mas ndo acho que seja uma questo de paciéneia. & imprescindfvel que todos fagam um esforgo por separar o lixo. Joo: Sabes que eu as vezes até separo o papel e o vidro, mas depois. 1.0 no sei o que fazer com o resto. Acho que devia haver mais 4 informagdo sobre este assunto. Guida: Af talvez tenhas radio. Mas, de qualquer I forma, este tema jé é abordado nas escolas. E fol possivel que uma crianga de 10 anos saiba 4 mais do que tu. 4 Joiio: — Achas?! 1 2. Antes de ler, responda as perguntas sobre © didlogo. 1. Porque é que o Joao nao faz sempre a separacao do lixo? 2. Que tipo de lixo é que por vezes 0 Jos separa? J. Qual foi a reacgto da Guida? 4. Qual foi a justifieagao que o Joao deu para nao fazer a separagio de todo o lixe que produz? 5. Segundo o didlogo, é posstvel acreditar que as novas geragBes vio ser mais respon- sdveis em clagao a este assunto? Porqué? 6. Como é no seu pats? Hé regras ¢ multas para os que nao fazem a separagio do lixo? ® ee EE “NAO ACREDITO QUE NAO SEPARES O LIXO. co. 2- Repare nas seguintes frases do didlogo. Todas as formas verbais se encontram no Presente do Conjuntivo. 1.0 Presente do Conjuntivo forma-se exactamente como a forma vocé do Imperative. Complete 0 quadro com as formas do Presente do Conjuntivo dos verbos que se encontram conjugados na 1* pessoa do Presente do Indicative. Presente | Presente do do Indicative | Conjuntivo mudo mude fago face digo ponho velo venho visto trago | ‘ougo ldo 0 lixo que | durmo | peco |mais respon- perco hago do lixo? 2. Completa agora o quadro com as formas dos verbos irregulares. Verbos irregulares | estar ir dar =| querer | saber | haver ela queira = saiba haja vamos a deem zs 3-0 Presente do Conjuntivo usa-se depois de: 1. Expressées impessoais + que Complete as frases, conjugando os verbos no Presente do Conjuntic a. E possfvel que tu (ter) mais cuidado? b. E importante que nés____(Separar) 0 lixo. (. E essencial que os professores (dar) bons conselhos. . Nao 6 facil que todos (obter) informagies correctas. 8. Nao € provavel que nés (conseguir) convencer todas as pessoas. Volte a escrever as frases retirando 0 que. eee ee ee a ) Conjuntive. “NAO ACREDITO QUE NAO SEPARES O LIXO.” 2. Talves...; Oxald...; Deus queira que... Complete as frases, conjugando os verbos no Presente do Conjuntivo. |. Oxali as pessoas (ter) mais cuidado. Talvez a publicidade (ajudar) a methorar a situaga. Deus queira que as futuras geragdes (ser) diferentes ‘Talver no futuro as pessoas (colaborar) mais Oxalé a CAmara Municipal —_ (fazer) mais publicidade. 8. Conjungdes: embora; mesmo que; caso; sem que; até que; antes que; para que; a fim de que... Complete as frases, conjugando os verbos no Presente do Conjuntivo. |. Todos temos de colaborar para que (poder) ter um mundo melhor. ‘Vou por o lixo Ié fora antes que (passat) 0 camiao do lixo. Mesmo que (dar) mais trabalho, todos devemos fazer a separagao do lixo. Embora todos desenvolvidos so os que mais poluem. (estar) mais conscientes do problema, os pafses mais Os portugueses ndo colaborardo, sem que (haver) multas pesadas para 0s que no cumpram as regras. Volte a eserever os verbos (a., b., do, €.) no Infinitive Pessoal, fazendo as alteragées necessérias. a 4 t. 4. Verbos que expressam opiniiio, quando se encontram na forma negativa. Complete as frases, conjugando 0s verbos no Presente do Conjuntivo [Nao pensamos que este problema (resolver-se) facilmente, Nao acredito que (haver) um empenhamento sério por parte das autoridades. . Ele ni julga que eu (conseguir) chegar a horas. |. Nao me parece que se (poder) convencer as pessoas a ter mais cuidado. Nao creio que Portugal (ex) © pais mais poluide 1. Leia os seguintes textos. sistema de embalagem em Portugal vai ser mais cexigente, de forma a cumprir as metas da Unio Europeia. Recolha selectiva mais eficaz das ‘embalagens de vidro, plistico e cartao e um valor de contrapautida mais elevado e justo, pago aos sistemas municipais que fazem 0 tratamento do lixo, so dois pontos importantes da nova licenca dda Sociedade Ponto Verde (SPV) que permitirao ‘aumentar os niveis de reeielagem. ASPV 6 aempresa que fz a gestdo do sistema de embalagens em Portugal, desde que estas sio produridas até serem recicladas. A forma de calcular 0 valor que os sistemas recebem por fazerem a recolha e o tratamento dos lixos ser mais justa, mas também mais exigente, pois haveré objectivos concretos para cada sistema e estes serdo recompensados consoante ‘odesempenho. Plistico é 0 material mais dificil de reciclar 0 plastico ¢ o material mais dificil de reciclar em Portugal, havendo ainda uma grande parte deste resfduo que nao 6 encaminhado para a reciclagem. A situagdo tem varias causas. Por um lado, existe uma dificuldade téenica real de tratamento de alguns plisticas, mas esta ndo ¢ a tnica razao. 0 facto de nio existrem empresas com essa tecnologia especifica dispontvel no nosso pats e ainda a impossibi- lidade de escoamento dos produtos reciclados a partir desses residuos, por falta de mercado, s6 acentuam 0 problema. A sociedade Ponto Verde esté a trabalhar no sentido de encontrar solugies téenicas para tratar este material encontrar mereado para 0 escoar. [Na separacdio doméstica ds lixos também hai, de resto, algo a fazer. & que muitos plisticas eolocados no contentor respectivo estdo sus e possuem pedacos de matéria onginica, aumentando assim a dificuldade da sua reciclagem. NAO ACREDITO NAO SEPARES O Cidadios vio pagar mais por tratamento do lixo ‘No futuro, os cidadios teri de pagar mais para terem uma gestao dos resfduos mais efieaz e ecoldgica. Esta éa tese que os especialistas portugueses em matéria de resfduos defendem actualment 0 principio terico do poluidor-pagador jéesté em vigor em muitos patses da Unido Europeia, mas em Portugal ainda uma realidad pouco consistente, embora inevitavel. A longo prazo, os cidados pagario consoante 0 volume de lixo {que prduzirem. Os que demonstrarem compostamentos mais ecol6gicos ~ por exemplo, separando correctamente 0 lio ~ serio recompensados, ‘A taxa que as autarquias eobram aos munfeipes pelo tratamento do lixo é actualmente estipulada pelas e@maras e cobrada na factura da égua, “Aquele valor € calculado em fungo do tamanho do aglomerado familiar mas, normalmente, no é suficiente para suportar as despesas que as efaras tém em recolher lixo e tralélo Conjuntivo. btoridades, (Os tempos mudaram ¢ 0 sistema complicou-se bastante, sendo agora necessério recolher e tratar selectivamente os residuos ¢ envis-los para a reciclagem, ‘Aeonsciéncia ambiental dos cidadaos portugueses ainda ndo é suficientemente profunda, mas o futuro terd de passar bo. ur uma responsabilizagdo do cidadio, defenderam os especialistas reunidos em Berlim no Congress0 Europeu de Reciclagem, e por uma discriminagio positiva dos que se esforcam por fazer a separagao dos lixos in Didrio de Noticias 2. Responda e desenvolva as seguintes questées. 1. Como se processa a reciclagem do lixo no seu pats? 2 Concorda que aqueles que produzem mais lixe devem pagar mais? melhor? 1. Acredita que a separagiio do Lixo ¢ a reciclagem so essenciais para um ambie _§- Leia a seguinte publicidade. (ol arecicerdercupe_—.cabaedeernerowe gars [D awerseve uc oa cae rg ign sraen vet. vo eters que oupa 1 cas de ceria Dba 1 cies de oichas bodes vid ogre a ctanes leas 1 frascon de doce pre bare 1 reveise 1 fracas de ems 1 poco de te D.pmcotes de wirno en 1 laa be 6 acentuam 0 ooooo este material & 1 logures qos il 1 se conserves no contentor sa reciclagem. Pca sno hee’ io a poo |. Esta listagem da separacao dos produtos comprados é similar A que se processa no seu pats? 2. Complete a lista de ecopontos, acrescentando mais produtos que considerar adequados B. Poluigio: um problema a resolver I- 0 Diério de Noticias publicou no dia 13 de Novembro de 2004 uma entrevista a John Hinton sobre o problema da poluic#o sonora. 1. Leia a entrevista. [eee x ; ‘As pessoas tondem a fugi desses locals quentes? Minientrevista [Nao penso que fujam, porque ou vom e sabem que existe ruldo,Fo- em maida polugdo doar, que nfo John Hinton se vée que pode serum problema ESPECIALISTAEM ACUSTICA ‘rave, como na G@-Bretanha, onde hi mapas dest tipo de poluigdo ‘que afectam o prego dascasas. ‘ ices do Sula Europe obo Cidadesdo Sul Titttcssqueneconte? Sig: eonecm vat daEuropasio — Ssrtsouclennneste Maisruidosas crs torernrioen tiene pretties Arrolinciadowitego riod: Goneedotio ombunrocunae Tocomopincpafoedentes tment coos ep seatashiede cm oie incite taoaute logs mr coos tor ceaatans case neuopean aati reciinativn oie aemamr ac eat ec, siguistiietog weiner’ sectGaycnte eee usta otopavttianaane. - Shanes moeeaemgpnane. sigan Ooanosonecouint ain ake canooniovt Sentai tea ons’ _lgipacnamarsventces i tcuiead Memes < Seasearomenoran aeroparies que se sobrepéem. des portuguesas om tormos de Porque équeascartasderuido ruido? ‘sa0 importantes paraoplanes- _ Sabemos que 19%dapopuiagsose mento? encorivasuleta a um uso superior Aludam aidentificarsloceis quen- 65 decile. zemos estos em ‘ese reas que hoje s80calmas.e Londres ¢em Birmingham quere- ‘que podem edevemserpreserva-_velaramno pimelro caso 14% 0 as, porque seestoaperdarem segundo 12,5 50 para otrétego 0 Yoda a Europa. Podemse proteger dave, Podemos deur deta que ‘omumplanodedesemvelvimento, as cidades portuguesas sao mais, Impedingo actividades udosas,cu _paruhentas euma causa é queer - echandoas estradss.o triogo, di _Portugalas zonas de maior cresc rigndoo para eutes locas. mento'sio ao pé de estradas, oque em ingiaterrae em outros paises ro acontece da mesmamancira. in Didrio de Noticias 2. Responda as seguintes questées e justifique as suas opinide: (Sanam 1. 0 que é que, na sua opiniao, provoca mais poluigao sonora? m alto nivel de poluigao sonora pode ter nas pessoas 2. Quais sao as consequéncias que vrar adequados. rro de ma da ter nas pessoas? 2- Observe a lista dos principais poluidores publi- cada na revista Visio, a 7 de Outubro de 2004. NAO ACREDITO NAO SE Cee Stress Ansidedade — Depressao Inritabilidade Outros J. J4 alguma ver se sentiu afectado pela poluigdo sonora? 4. Concorda que as cidades dos patses do Sul da Europa so mais ruidosas que as do Norte? 5. Qual ¢, na sua opinido, a situagdo no seu pats? O ‘top’ da poluigao —— 1. Ficou surpreendidofa com a posig&o de alguns dos pafses que constam da lista? 2. 0 que deveria, na sua opinido, ser feito para que se atingisse um baixo nivel de poluigao, a fim de garantir as futuras geraci um ambiente melhor? 3. Que tipo de consequéncias tém surgido devido a este excessive nivel de poluigao do ambiente? 4, Nao ha duivida que estamos mais conscientes da necessidade de cuidar melhor do nosso ambiente. Faga uma lista do que deveria e do que nao se deveria fazer para proteger 0 @ nosso planeta, a noticia e responda as questées. Qual é a cidade classifieada como mais ruidosa a nivel nacional? Que factores contribuem para essa classificagao? Quais as consequéncias mais comuns para as pessoas afectadas por essa situagio? Qual € a consequéncia possivel quando se verifica uma exposigio continua ao rufdo? C. Ortografia e Pronincia Existem palavras que tém a mesma pronincia, mas que se eserevem conforme o seu significado. No primeiro grupo a iferenca ortografica reside no 0 ou u. No segundo grupo a diferenga consiste no e ou i. Ouga cada grupo, repita as palavras e explique a diferenga de significado. Use 0 cionério sempre que for necessirio. assolar acular bocal bucal estofar cestular moral mural roido ruido soar ‘suar area ria pedo pitio despensa dispensa elegivel ilegivel deserigio discrigio emigragio imigragaio por io oserevem tenga de é Presente do Conjuntivo Verbos regulares Forma-se a partir da I* pessoa do singular do Presente do Indicativo, substituindo a. terminagio -0 por: Verbos regulares t ~ =a voeé, ela, ele -e a ni cemos camo vocés, elas, eles -em -am Verbos irregulares Verbos irregulares ir | dar [est ser | saber | querer | haver eu wi de__| exten [sje] sada | queira 2 w cs aes_[-estejas_[ sejas | saibas | queiras | _— a d__| esteja__| seja | saiba | queira | hale 165 vamos] démos| estejamos| sejamos| saibamos| queiramos| _~ voots, elas, eles | vo déem | estejam | sejam | saibam | queiram | — 0 Presente do Conjuntivo usa-se depois de: Ie Expressdes impessoais: E possivel que... Exemplos: E importante que... E necessirio que... FE conveniente que... biartvivel ache E possivel que venham amanha. E provavel que v4 ao Porto. E importante que levem os livros. E conve e que reserves os bilhetes. E necessirio que entregues o livto 2+ Verbos ou expressdes de opinido na negativa: pensar que, erer que, julgar que, acreditar que, parecer que... Exemplos: Nao acredito que cheguem a horas. Nao penso que o trabalho esteja pronto amanha. Nao me parece que queiram ir connoseo. 8° Talvez; Oxal Deus queira que Exemplos: ‘Talvex v4 ao cinema hoje & noite, Oxald nao chova este fim-le : eas; mesmo que; a ndo ser que; a menos que; antes que; sem que; embora; ainda que; se bem que; até que... Exemplos: Embora esteja doente, vou trabalhar. Nao posso ir contigo a nao ser que saia mais cedo. Caso tenhas tempo, telefona-me. Nao resolvas nada até que o banco te dé uma resposta. Mesmo que o filme comece tarde, vamos ao cinema. “HA QUANTO TEMPO VIVES EM PORTUGAL | e, julgar que, | ites que; sem A. Hd quanto tempo vives em Portugal? I- © Igor 6 um emigrante ucraniano a quem um jornalista fez uma entrevista sobre a sua vinda para Portugal ¢ a sua experiéncia neste pais. 1. Antes de ler a entrevista, ouga-a e responda as seguintes perguntas. 1.0 que aconteceu ao pai do Igor? 2. Por que razdo 6 que a mae veio para Portugal? 5. Quais foram os trabalhos que a mae arranjou? 4. Porque € que o Igor decidiu vir para Portugal? 5. Como 6 que o Igor entrou em Portugal? §. Qual foi o seu primeiro trabalho em Portugal? 1. Porque & que ele teve dificuldade em conseguir a renovagao do seu visto de permanéneia? 8.0 Igor pensa voltar para a Ucrdnia? 2. Leia a entrevista ¢ confirme as informagies que | (como eventualmente nio compreendeu. Ha quanto tempo vives em Portugal? 4 quase quatro anos, = Quantos anos tens? ho 22 anos. uma Porque é que eseolheste este pats? neste + O meu pai jé tinha vindo em 1999, mas infelizmente morreu atropelado e a minha mae veio no ano 2000 para pagar o dinheiro que tinham emprestado ao meu pai. Primeiro, ela arranjou um trabalho de empregada doméstica, mas agora é porteira e assim ficou com uma casa onde mora. ‘Como eu vivia sozinho na Ucré Jornalista: Foi di Igor: Ha quem dliga que no ¢ fécil, mas para mim nao foi muito complicado, Entrei com um visto decidi deixar os meus estudos para vir ter com a minha mie. entrar em Portugal? de turista e em Novembro de 2002 consegui uma autorizagao de permanéncia por um ano, Jornalista: Foi dificil arranjar um trabalho? Igor: meu primeiro trabalho foi na McDonalds. Depois trabalhei como soldador, mas como no | tinha um contrato de trabalho foi diffeil conseguir a renovagao do meu visto de permanéncia. | ‘Mas com 0 apoio da Associagao Solidariedade Imigrante, resolvi a situagao. BS HTornaista: | Igor: Sinceramente, prefiro que eu e a minha mie fiquemos aqui a viver definitivamente, Trei um ensas voltar para a Uerdnia? | curso de informatica ¢ tenho esperanga de encontrar um trabalho de que goste e que me | permita melhorar 0 meu nivel de vida. Tiveste dificuldades para aprender a falar portugues? Na minha opinio, quem quer que decida ir viver para um pa‘s diferente, tem sempre que aprender a Iigua desse pafs. Nao achei muito dificil aprender a falar esta Iingua, mas tive sempre muitas ajudas de algumas organizacies. Claro que nio é uma lingua fil, mas acho que agora jé falo bastante hem. Jomalista: Concordo contigo. Desejo-te muita sorte para o teu futuro em Portugal Igor: Obrigado. (4a. eae] |. Repare nas seguintes frases da entrevista, sublinhe as formas verbais sto de que se encontram no Presente do Conjuntivo ¢ tente explicar a razio para o seu uso. Nee 2. Agora confirme se as suas explicagdes coineidem com as seguintes regras. O Presente do Conjuntivo usa-se depois de: a) hé quem... b) verbos que expressam: divida, ordem, desejo, sentimento, pedido, aprovagio, etc.; gostar que... preferir que. agradecer que. lamentar que... querer que... permitir que. ter pena que, pedir que... proibir que. sentir que... concordar qu duvidar que. ©) um pronome relative, com um antecedente indefinido; d) expresses com: © que quer que; quem quer que; como quer que; onde quer que; quando quer que; ... Também depois de quer...quer... ontimento, quer. tes los como quer 8. Complete as frases com os verbos no Presente do Conjuntivo. 1 Oaernereprar urntcernn cue Hieportarse quetereeal 3.Oxald ele 4,Duvidamos que eles 5. Bla nao quer candidatar-se, embora eu (itertaneenci cnc: 1 Detest que as pessoas 4. Lamentamos que eles nao U.Podes contar comigo, caso 1. Deus queira que tu TEE impossfvel que eles Ti. Podes telefonar-me quando quer que H.Bles nao acreditam que eu ] 18 Sinto-me sempre cansado, mesmo que (olhar) pa (gastar) pouco. (falar) bem portugues. (ex) sorte no novo emprego. (conseguir) chegar a horas, {achar) que ela devia fazé-lo. (aumentar) o salério. mim por ter 0 cabelo comprido. (dar) o hordvio da noite. er) admitidos. {(precisar) de alguma coisa (er) chamada para a entrevista, (ficar) em Portugal por muito tempo. (queree. (falar) russo, ___ (dormir) oito horas. 8 4. Responda oralmente as seguintes perguntas, . Faves 0 trabalho para amanha? seguindo o exemplo. Tens tempo para estudar? Eles trazem o carro logo? Ele sabe a que horas é a entrevista? Ela dé a notfeia ao Igor? Os teus amigos vém ao encontro? 0 director ja estaré na sala? O teste sera difteil? 0 Igor prefere fiear em Portugal? A mae do Igor fiea com o filho? 1. Leia o seguinte texto, retirado da revista Cais, uma publicagio de apoio aos sem-abrigo. Portugal Da emigragio & imigeagio ‘As migragées ndo tém época ou era, Desde sempre, os homens migraram de uns lugares para outros em busea de melhores condigées de vida, qualquer que fosse a natureza desse melhoramento. Também no que a Portugal diz respeito, a partir da época dos Descobrimentos, 0s portugueses wutras paragens o sustento, a liberdade ou a fortuna. passaram a procurar Nos iltimos cinco séculos, a didspora portuguesa atingi todos os continent milhes de compatriotas vivem fora de Portugal. No entanto, no final do séeulo XX 0 movimento migratério assumiu novamente o sentido inverso. Durante todo este perfodo, a emigragdo foi uma constante na sociedade portuguesa, até ao princfpio da década de 70 do século XX. Na origem dessa situagio estiveram aspectos econsmicos, politicos e sociais, quer extemos, quer internos ao pats. Portugal que foi, durante séculos, porto de partida para todo o mundo, ha cerca de duas e tornando mais cerca de cinco décadas © meia, embora com mais intensidade nos tltimos quatro anos, foi~ um porto de chegada do que de parti ‘Ao satisfazer parte das necessidades do pafs em mio-de-obra através da imigrago, a sociedade portuguesa enfrenta hoje em dia um verdadeiro teste & sua capacidade de integragio e de assimilagdo das diferengas, com a eoexisténcia satisfatéria para todas as partes, apés s6culos de emigragdes continuas. Seré que o pafs passa neste teste de movimento inverso? O ulturalismo é, sem daivida, um desafio dificil para o qual nem sempre se esta preparado. mul in Revista Cais, Marco 2008 EM PORTUGAL?*® VIVES iol 2. Verifique a informagio do quadro que se segue, para que possa fiear com uma ideia mais clara sobre a origem dos imigrantes legais residentes em Portugal. Universo Total de Imigrantes Legais residentes em Portugal 405580 Tugares para urea desse | portuguese brea de cinco léculo XX 0 esa, até a0 fam aspectos 8. Responda as seguintes perguntas. trea de duas 1. Justifique 0 titulo do artigo que leu: Da emigragao 4 imigragao. (mando mais 2. Como é a situagao no seu pats? Faga uma comparagdo € tente fazer uma pequena nigrantes, para que os seus colegas escadads lista ordenada dos paises de origem dos possam ter uma ideia dos grupos mais representativos a 5. Como 6 que, na sua opinido, e ainda relativamente ao seu pafs, os imigrantes sto preparado, integrados na sociedade e no mundo do trabalho? Quais sdo as maiores dificuldades? Margo 2003 imigragdo na Unido Europeia ajuda a eriar riqueza? @ 4. Considera qu 4- |. Leia os testemunhos destes 8 imigrantes. storms romrucueis be Wiens tou cd dois ans, adele! «Vinh 4S anos pormetves __heguel om 2000 Edo ‘and impor Portugal as brs je sou more {Bicep cas condesséo tts anos comece!atabahar omésten Amina fing, de 18 oes Agta paraeestangeto | nas dbrax Agora tana nama anos joo. v6 Io serio epordo. meu Tae de plticon O portage ‘goa bom abate Pane acabar iso al mas quer fine oitente mado ata mas Jomtr ane earcde vanes eae. fora fa ‘veri para ou aie ‘mbar dag am ‘oma Risin. ‘da Europa» tempo» ara ate } . sro. 9 ea a @ ‘vm para ug a gore. ova «Flom 1990 qu cheek ‘Sounfavor da miedo deo sto om Portugal imal 20 ‘erformopio de ado oj he ‘Ants esta Potlar ‘ue aga maori 0 Ps nex. Taboos numa onpress volute. Aadaptaeo nfofel _Améca, Quando vim asso Guew erin Pree, {mages mas eae por be ‘Sie Améco pao gestae deeb, agore hi maton oreo es que umina tmapotin No ‘otra Tarp Imigarios Mosque ftharseeu. Aut ‘Nomar cons enti porn ‘unr em Pert Someupars ma ‘aa portage © fssemetenent como meu rc cries ecole af tomes eu Sect & hk ‘ome iene d : Fe. in Diério de Noticias & 2. Agora responda as pergunta 1. Quais os que esto contentes com a sua situagao? Porque? 2 Quuis os que pretendem regressar ao seu pats? Porque? 5. Quais os que pretendem procurar outro pats? Porque? B. Emigrantes portugqueses de sucesso 1 . |. E vem 0 dia em que o sonho se torna realidade. Jovens portugueses KK com menos de 30 anos provam que, com um bocadinho de sorte e algum talento, é possivel emigrar para outro pais e aleangar 0 sucesso. Veja os casos destes jovens que fizeram a capa da revista Visio de 21 de Outubro de 2004, @ Seem Ago bana numa ae pistos.O ports Elmasquve =~ Ge =2 nfetugatna mat de 20, es mar col pr ab ‘gota Ne tome + de Noti portugueses 0 de sorte e aleangar o bla Vistio de ani Eon a ves No Uso, on fr fn Gato de Empress (MB). Uma maqueta de quatro erighals do gue DADE 250 23 anos era anda banda do garage impressinouosprodutres da ins PROFISSAO Voslsta ta dcogrific americana. A bands rock portuguesa graou nos ‘uit da banda ees por onde passaram grand astrels musicals. Esper agua int ‘sinrum contrat com uma eitaraameieans Undiaocerno de ume on Vseucachow se 4 caragem envio um el par famovo Hel Par. is “apts rspodaraie om ours mesos, oou-sresponsia bla sal VIP pr grandes bangutese pelos menus esenalzads fe grandes estes de Hliywend, como Johny Depp. ical ‘Dodias Cathrine Zt Jone, Brace Wills Mele Pt (Os cos oa ein da gn rapa, fh de pls IDADE 7 aos ‘abe verano, sfuarames térates a mares dling itera PROFISSAO Manequim Secrets Ha és meses, quando reabe o conte ara aba em {a agbcia de modsins Novalorus a manequin portuguesa ago esol «aise td ox ‘ra sina um coat de excuse cam a Vitoria Soret. ‘parr dste ms serda cara damarc de cosmieos MAC Mandow 6 curio para um ste nove-eruino © ntgau a fain do poets quegatou este ana ocarcurse do Museu de j ‘re Moderna do Nova lrque (NOMA). 0 project do aguiact partagte esti em exe ne Contr de rte Contempornea PSI {de Maes, om Gunns ® Fi Z. Responda as seguintes perguntas. |. Qual dos easos de sucesso considera que dependeu mais do factor sorte e qual aquel que, para si, 0 talento foi mais importante? 2. Que adjectivos utilizaria para classificar estes portugueses? L nhece algum ou alguns casos de sucesso de estrangeiros que imigraram para o seu pats Futebolistas? Cozinheiros? Modelos? = 2- Mas nem s6 de emigrantes ¢ imigrantes nos falam os jornais, as revis televisio. Muitos siio aqueles que, dentro do seu pais, mudam de cidade, + ou aldeia em busca de wi a vida melhor. Leia este pequeno excerto de u reportagem da Noticias Magazine sobre aqueles que, tendo vindo do cam para a capital, encontraram um pedago de terra para culti ry tentan Preservar um pouco a vida rural que deixaram para tras. Hortas de Lisboa Chegaram a capital Tihas de legumes, er- para fugir da vida vas... © alguma feli- agricola, mas 0 cidade, que até coragao falou im alto:' de enxada na mao, & sombra de prédios ¢ estadios, cultivam hortas em Lisboa, ® be qual aquele para o seu pats? as revistas € de cidade, vil xeerto de w indo do cam ivar, tentand “HA Ee José dos Santos, natural de Idanha- -a-Nova, onde foi "nascido e criado até & tropa", deixou um dia a terra que o viu crescer “para procurar emprego ¢ fugir ao trabalho duro". Curiosamente, a trabalho do campo, jé no na provin- cia, mas em plena cidade de A horta de José dos Santos meira de muitas que ainda sobre vem em Benfica, por entre 0 barulho dos autocarros ¢ a poluigio dos tubos aria por voltar ao necou a cultivar ali, jé la de vinte anos, foi num "bocado dispensado por um vizinho" 1. Comente a situagao apresentada nesta report MPO VIVES 2 i A Vinha para a horta "nas folgas e nas tardes, depois dos tumnos", cumpridas nas eargas ¢ descargas da TAP, onde trabalhon durante 25 anos. "A gente tem de estar em algum lado para ir ganhando alum", explica, enco- Ihendo os ombros com ar resignado. Depois da reforma, que eonquistou aos sessenta anos, niio perdeu o hé- bito nem a vontade. Pelo contrario, comes cedo e a fiear mais tempo. Cultiva couves, nabos, pimentos, tomates e alfaces. Mas também salsa, hortela e ervilhas. No fundo, "um bocadinho de tudo" o que € preciso lé em casa. a vir mi in Noticias Magazine 2. Existem no seu pafs situagdes semelhantes as que silo referidas neste texto? 8. Ouga a experiéncia do Nelson Ferreira como imigrante S2=====355= fe em Portugal. pre sonhei em ter uma empresa, uma loja, qualquer coisa do énero... € vou lutar por isso." Nelson Ferreira De onde sio os pais do Nelson? Onde nasceu o Nelson? que é que ele precisa de fazer para ter a nacionalidade portuguesa? Porque é que ele teve de deixar de estudar arquitectura? Qual é 0 trabalho dele agora? . Qual é o grande desejo do Nelson para o fut C. Acentuacio e Pronincia rdo com o que onvin, consider “ Ouga as palavras ¢ acentue aquelas que, d necessitarem de um acento. pode para varias falamos caia sabia vem sai pais tentamos contraria avo de sai saia duvida mas viu, considera | é Presente do Conjuntivo 0 Presente do Conjuntivo usa-se depois de: I Expressdes ¢ verbos de desejo, emogio, diivida, sentimento, ordem, aut proibigxo. Exemplos: Duvido que eles renham cé no fim-de-semana. Espero que voces passem no exame. Lamento que no possas ir 3 festa, Queres que te telefone mais tarde? Agradeco que sejam pontuais. Preferimos que voces fiquem conosco. Desejo que tudo corra bem. Receio que eles nao saibam 0 caminho. Sugiro que vamos a Sintra ‘Tenho pena que nao queiras visitar 0 museu. Tenho medo que nio gostem da nossa proposta. 2» Antecedente indefinido numa frase relativa: Exemplos: Quero comprar uma casa que tenhar jardim. Conheces alguém que fale russo? Nota: Quero comprar a eas que tem jardim. 8+ Quem quer que; onde quer que; 0 que quer que; quando quer ques qualquer ques quer...quer... Exemplos: Onde quer que esteja, se Quem quer que venha, seri bem-vindo, ‘A quem quer que contes isso, ninguém vai acreditar. 0 que quer que faca, fé-lo bem. Para onde quer que vd, diverte-se sempre Por onde quer que vao, hi sempre transito. Qualquer que sea a vossa decisdo, contem comigo. Quer queiras quer no, tens de fazer o exame. -se bem. =o = - N N 40 Ha quem... Exemplos: Ha quem emigre na inftncia, Ha quem tenha problemas com a autorizagao de residéncia, Hai quem prefira viver no estrangeiro Ha quem viva longe da famflia © dos amigos. Nota: Hé + substantive + Indicativo: Exemplos: Ha pessoas que emigram na infancia. Ha portugueses que nunca riajaram. Ha emigrantes que nunca se adaptaram ao novo pats. | UNIDADE DE REVISAO 1 |. Faca frases com as palavras dadas, conjugando os verbos que se encontram no Infinitivo no tempo adequado e acrescente as preposigdes € artigos que faltam. |. Ultimamente / eu / ir / gindsio / segundas e sextas 2. Talver /o Igor / manter / 0 mesmo hordrio 3. Quando eu / ser / erianga / nao haver /tantos imigrantes / minha cidade 4, Dirigir-se / recepgao / ¢ entregar Ii a sua inserigdo, se nao se importa 5. Dantes / ninguém / fazer / reciclagem / lixo 6. Ao/ entrar / centro comercial / é melhor / voces / esperar / nés / porta do cinema 7. B aconselhavel que todos / esforgar-se / a proteccao / ambiente 8. Ontem eu / pir /o carvo / a garagem onde tu / por / quando / viver / Lisboa 9. Quando ela / cl egar/ Portugal / a mie jé Ihe / arranjar / um trabalho 10. Duvido que eles / conseguir / uma autorizagio de residéncia 2. Junte as duas frases com a expressdo que se encontra entre paréntesis € faga as alteragdes necessdrias. 1. Amana chove. Nao vou contigo ao passeio. (caso) 2, Tiras um curso técnico. Consegues um bom emprego. (para que) } 3. Primeiro termino este trabalho. Depois telefono-lhes. (depois de) | 4. Aprendes « falar portugues. Arranjas um trabalho em Portugal. (sem que) 5, Ele trabalha muito, ‘ana pouco. (embora) 6. Nao levo 0 carro, Esté pouco trnsito, (mesmo que) 7. Ela tem o curso de arquitectura. Trabalha num centro comercial. (apesar de) 8, Primeiro acabamos o projecto. Depois chegam os clientes. (antes que) 3. Infinitivo — Conjuntivo. Conjugue no Presente do Conjuntivo os verbos que se encontram no Infinitivo Pessoal, fazendo as alteragdes necessérias. 1. Apesar de ser dificil, tenho a certeza que ela vai passar no exame. 2. Liga-me, no easo de teres alguma dévida. 3. Vou chamar o empregadlo para me trazer a conta. 0s bilhetes com antecedéne! E aconselhavel voeés comprare 5. Aguardem na sala de espera até vos chamarem. 6. Ajudem-me a preparar a sala, antes de os convidados comegarem a chegar. prefertvel o senhor ir de taxi. 8. Nao consegues um trabalho nessa empresa, sem saberes falar bem inglés. 9. ‘Traz a méquina de caleular, para podermos fazer estas contas. 10. Basta voces chegarem ao aeroporto com uma hora de antecedéncia. . Indicativo ou Conjuntivo? Conjugue os verbos no Presente do Indicative ou no Present . 1. Nao conheces ninguém que me __ (poder) ajudar? 2. Vamos ver o filme que (estar) na sala 1? 3. Nao me parece que eles __ (fazer) esse trabalho por esse prego, 4. E provavel que o autocarro_______(atrasar-se), porque (estar) imenso transito, 5. Bevidente que muitos imigrantes (ter) muitas dificuldades de integragao. 6. Duvido que eles ja (saber) a que horas (er) a entrevista, 7. Ble acha que esta casa __(ser) boa, mas prefere uma que Gear) mais perto do centro, 8. Hoje nio__(haver) aulas, embora no (ser) feriado. 9. Oxalé as proximas geragies (preocupar-se) mais com o meio-ambiente. 10. Ele nao gosta que as pessoas Ihe (dizer) que (conduzit) demasiado depressa. WL Quer (estar) frio, quer (fazer) calor, ele nunca veste um 12. Ha pessoas que _______(gostar) muito desse actor, mas também (haves) quem (dizer) que ele nao sabe representar. 5.C gue se 5. Complete 0 quadro. permanecer a catreia exigir reciclar recolher: Ee recompensar ‘a poluigao ee ‘despender 6. Escreva duas palavras a partir da palavra dada, seguindo o exemplo. limpar — limpo — a limpeza emigrar ~ receber — scompanhar ~ distinguir ~ hesitar ~ 9 0u no seleccionar = eumprir = dif sujar - Sn 7. Complete 0 quadro com sinénimos. | (estar) imenso ° 0 wafego a ina L_ ficar) ‘consoante actualmente. Ee elevado ambiente, cara (conduzir) aoe estipulado See ‘continuo no entanto a fortuna residir 8. Escreva no plural. chapéu-de-sol quarta-feira surdo-mudo guarda-roupa porta-vo7, caminho-de-ferro pisca-pisca recém-nascido “VAMOS PARA FORA CA DENTRO?” <1. Ouga o didlogo antes de o ler. A. Vamos para fova ch dentro? Sara: Vou tirar uns dias de férias na semana da Péscoa. Que tal irmos fazer uma viagem nessa semana? Tu também tens férias nessa semana, nao tens? Claudia: Tenho. Mas estis a pensar viajar para outro pafs? E que eu nflo estou com muito dinheiro. Sara: Ah! Isso parece que é um problema * geral. Nao! Estava a pensar em ir, como cles dizem, para fora e4 dentro, Podfamos ir até ao Norte, ao G s, por exemplo. Ou, no caso de o tempo estar hom, podfamos ir para o Algarve ou para a costa alentejana. Vi na Internet ¢ prevéem que vamos ter uma Péscoa com sol Cliudia: Também dava para irmos até a Madeira ou aos Agores. Acho que néo fica muito caro ¢ eu nunea fui nem a um lado, nem a outro. Sara: Olha, eu também nao. uma boa ideia, Claudia: A Marta ficou de me telefonar logo a noite. Vou perguntar-lhe se ela nao quer vir connoseo, caso nio tenha nenhum trabalho muito importante em maos. Ela s6 pensa no trabalho! Sara: Boa ideia. Temos 6 que passar a convidé-la mais vezes. LExplique o significado de "ir para fora ca dentro". 2. Escreva trés perguntas sobre o didlogo para fazer aos seus colegas ‘eae . aaa, Eee t 2 “VAMOS PARA FORA CA DENTRO 2- Repare nas expressées retiradas do texto. Lesmmee peertrene ados com diferentes E Os verbos dar, ficar e passar podem ser u' preposigdes, que mudam o seu significado: A. B. c. dar com ficar com passar a dar-se com fiear em (néio) passar de dar para ficar de passar-se em dar por fiear para passar para ficar por passar por Complete as frases com a preposicdo adequada. A. 1. Ontem nao dei © eaminho para a nova escola. 2.0 meu marido é tao distrafdo! Imagina que mudei os sofiis da sala e ele chegou, sentou-se como habitualmente a ver televisio e nfio dew nada, ano quer vir mos, Ela s6 3. 0s alunos dio-se muito 4. Ajamela do meu quarto da 5. Nao da §. 0 meu carro nao dé a nova professora. um jardim enorme. ir contigo hoje. Tenho imenso trabalho. evar tanta bagagem como o teu. 1. A Eduarda ja esté atrasada, Ficou 4. Eles ficam 2. Quando saio de manha, a cama fiea sempre Lisboa durante cinco dias e depois ainda vao visitar 0 Porto. 4. Vais de férias amanha? Quem & que vai fiear 5. Hoje jé nfo fago mais nada. Este relatorio fica nte. chegar As cinco horas e jd sio cinco & fazer. o teu gato? ‘amanhi. 2. No domingo passei Atcass seaseane a 5. Japassa dormir no carro, 1. A Teresa teve umas notas muito boas. Passou se exactamente 4, Estés com um ar cansado. Tens de passar «as 22:00 e ainda no encontrémos o hotel. Estou a ver que ficamos a ‘0 11° ano com uma média alta, tie tu no me viste. a minha rua, trabalhar menos. Sea 3- Os verbos ter, ver, vir, por, fazer e pedir estiio na origem de outros que seguem as mesmas regras de conjugagio. vir a Taner pedir manter | rever convir desfazer T ospedir-se ee |e, es aces | kes Fae aaa Complete as frases, conjugando os verbos entre paréntes' |. F necessario que os passageiros —____ (manter) a ealma até que o metro volte a funcio 2. Ontem a polfeia _______ (deter) os ladrées que tinham assaltado a minha loja 3. 0 que é que —_____ (conte) esta mala para estar tao pesada? 4. Ontem, mal cheguei a casa, _____(rever) os verbos e o vocabulario que aprendemos nai 5. Esse economista jé tinha ____ (prever) a descida das taxas de juro. 6. Achas que este quarto —________(convir) aos teus amigos ou ser muito caro? 1. Ele _____{intervir) na discussao para acalmar os animos. 4. Este vinho ____(provir) de uma regidio perto da cidade do Porto 4. 0 empregado dessa firma jé —_______(repor) o dinheiro que admitiu ter roubado? I. 0 meu director ____ (propor)-me uma viagem & Madeira para vistar os nossos cliente ilha. , Eu ____(supor) que o voo para S. Miguel demora cerca de2 horas, mas ni tenho a cet Te. Acabaste de chegar e jé —_______ (desfazer) as malas todas? 13, Passei uns dias nesse hotel nas férias da Péscoa, mas © servigo nfio me (satis muito, 14. Nés ____ (refazer) 0 project de acordo com as novas regras. (despedir-se) dos avés e vio para a cama. 16. Nao hé quem 0 _____ (impedir) de tirar férias sempre no més de Agosto. cA DENTRO?” PARA FORA “VAMOS 4. 1. Preste atengiio A expressio retirada do jélogo e tente explieé-la por outras palavras. 2.Relacione as seguintes expressdes idiomaticas explicagées da direita. |_ nao conseguir dormir 8. Tente imaginar situages em que possa utilizar as expressdes anteriores. bado? | nossos clientes ee 8. Portugal: 0 Continente e as tlhas |. Leia os textos © fique a conhecer um pouco mais de Portugal. Minho ‘Tris-ox-Montes ¢ Alto Doure Douro Litoral Beira Litoral Beira Alta Beira Baixa Estremadura Ribatejo Alto Alentejo i “VAMOS PARA FO i is Portugal & um pais que s no extremo sul da Europa. Banhado pelo Oceano Atlaintico ¢ com um clima temperado, existem, no ¢ Portugal é constituido por uma parte continental e por dois arquipélagos: o da Madeira e o dos Agores A sua populagao de cerca de dex milhes de habitantes e possui zonas geograficas bem definidas, quer a rel da paisagem, quer a nivel da arquitectura A zona costeira portuguesa € extensa, com praias de areia branea, | 0 resto do pats contrasta entre o vere das montanhas do norte com as suas casas de pera, © as planicies do Alentejo com as tipicas casas brancas. A Madeira e 08 Agores tm identidades proprias, result meio do Atlantico ies da sua localizagao geogrifica no Wha da Madeira Chamada de "Pérola do Atlantico", a Ilha da Madeira é um verdadeiro parafso natural, cuja riqueza © beleza a tomaram um importante destino turistico. Banhada por guas da corrente do Golfo, com Verses quentes ¢ Invernos ves, € um destino de férias para todo o ano. Sendo a maior iha do arquipélago, a Madeira distingue-se da outra ilha habitada, Porto Santo, nao s6 pelo tamanho ¢ caracterfsticas naturais, como também pela maior oferta cultural ¢ turistica de que dispée. O arquipélago é também constituide pelas Ihas Desertas Ihas Selvagens, ambas desabitadas por falta de agua. Na Madeira poder encontrar paisagens naturais tnicas, ainda com Tocais de vegetagao indfgena, tendo a possibilidade de contemplar a beleza da natureza e desfrutar de caminhadas ou, para os mais arojados, passeios de montanhismo. AA posicdo geogréfica © o seu caricter montanhoso propiciam um clima ameno. As temperaturas médias so muito suaves, de 22°C no Verdo e 16°C no Inverno, a par de uma humidade moderada. A dgua do mar é igualmente temperada por influéncia da corrente quente do Golfo, apresentando médias de 22°C no Verio € 18°C no Inverno. Um terreno fértil ¢ uma fauna maritima abundante possibilitam & Madeira oferecer uma gastronomia variada, saudivel e apetitosa Recomendam-se os filetes de peixe-espada preto, os bifes de atum de eseabeche, assim como a tradicional espetada em pau de Jouro, acompanhada pelo saboroso milho frito. Descoberta em 1418, a Ilha da Madeira continua a ser um ponto de atracc#o e de descoberta inesgotavel. Visitar a Madeira é proporcionar a si mesmo umas férias de sonho, Ithas dos Agores 1a do Norte ¢ a Europa, tres Em pleno Oceano Atla grupos de ilhas de origem vulednica formam o Arquipélago dos Agores. Hé quem afirme que estas ilhas faziam parte da misteriosa e lendaria Atlantida. Montanhas e vales tranquilos cobertos de exuberante vegetagio, a alojadas em crateras de vuledes extintos, lagoas de enorme bel pieos imponentes e cavernas misteriosas, nascentes de dgua que 4 contrastar com campos cuidadosamente cultivados, confe! este arquipélago uma variedade paisagistica rara 0 clima 6 temperado e suave, nao havendo grandes variagaes da temperatura do ar, que atinge valores médios de oe 13°C no Inverno. A temperatura da gua do mar nao sofre grandes oscilando entre os 17°C e os 24°C. alteragie Trata-se de um dos melhores locais do mundo para observar ceticeos ou explorar o fundo das éguas cristalinas, Os Agores tém para oferecer, em conjunto com uma imponente beleza natural que cativa 0 turista € um vasto leque de actividades Tigadas a0 mar. 2. Fale aos seus colegas do seu pais, nao esquecendo os Gee seguintes aspectos: =p « territério + localizagio geografiea + paisagem + temperatura « ¢idades importantes actividades econémicas + pring + gastronomia 2- Conheca a visio de duas mulheres naseidas nas ilhas, para 222555 que possa perceber a sensagio de se viver rodeado de mar por todos os lados. Em seguida, responda as perguntas. Agua e fogo Luz Henriques tem 46 anos, 6 artista plastica e professora de Educagio Visual e Teenolégica. Nascida em Camara de Lobos, na Wha da Madeira, vila piscat6ria, sente o mar de duas formas: uma perdida na infancia, onde 0 oceano era esperanga, um mar de sonhos escondidos para lé do horizonte. A outra, mais adulta, onde o mar ¢ j "um intruso", mas ainda capaz de alterar o seu destino. "Com 0 tempo percebemos melhor o significado do facto de uma ilha ser uma porgao de terra cercada de mar por todos os lados". Ironicamente, 6 quando Luz se fecha no seu atelier que mais viaja para outros lugares, outros mundos. "A minha intimidade com os materiais a minha maneita de combater esta sensago de claustrofobia que se cola.a pele". Como se sente isso? "Quando se encontra a mesma pessoa cinco vezes no mesmo dia, por exemplo". Questiona-se, por vezes: "Que mal fizemos nés ao destino para continuarmos aqui?" Nao ha resposta clara. E seria até injusto. "Jé passdmos além do bésico, temos auto-estima e uma qualidade de vida melhor do que no continente, Todos sofremos dos males de fiear nesta terra, 86 que uns disfargam melhor do que outros. J tive muitas ‘oportunidades e continuo preparada para sair. Mas ainda no consegui, falta qualquer coisa.” in Noticias Magazine FORA DENTRO?” “VAMOS PARA 0 acoriano ¢ « insularidade... Luisa Amaral tem 45 anos, é professora de Filosofia e de Psicologia e € psicoterapeuta. Nasceu numa pequena vila de S. Miguel, nos Agores, de onde saiu aos 18 anos. Vive em Lisboa desde 1980. Pedimos-Ihe que nos falasse de como se sente um agoriano, longe do local onde nasceu. "S6 posso falar por mim. Sinto a minha terra de origem como um parafso que perdi, A sua beleza natural, os seus costumes € os seus rituais religiosos fazem-me imensa falta. A espontaneidade das suas gentes, também, A ilha funciona como o lugar aonde tem que retornar frequentemente para repor energias € para nos reestruturarmes. Muitas vezes considero a hipétese de_um regresso definitive mas, como qualquer emigrante ou como qualquer exilado, sei que esse regresso 6 apenas ideal. A saudade que sinto pela ilha © pela sua tranquilidade assemetha-se & nostalgia que qualquer um sente pela infaineia e pela inocéncia perdidas. Muitas vezes sinto que ndo pertenco efectivamente a nenhum lugar mas, como qualquer cidadao do universo, vivo o dia-a-dia, criando e vivendo as minhas circunsténcias, Formei aqui a minha famflia e vivo feliz porque os horizontes sao mais alargados do que nos Agores. Li, paradoxalmente, o mar dé-nos o infinito, mas também nos confina a pequenes da terra As montanhas sao belas mas podem dar a sensagio de sufoco. Acabamos por conhecer, de perto, muita gente, correndo 0 risco de desejar maior privacidade. Por outro lado, a proximidade das gentes que nos conhecem desde sempre, reconforta-nos e deixa-nos uma agradlavel sensagio de proteecio. Mas falta a ilha o cosmopolitisme a que me habituei. Faltam também livrarias e inieiativas culturais que, para mim, se tornaram imprescindveis. Muitos dos meus amigos esto em Lisboa. Enfim, a minha vida organizou-se e4. Necessito ir aos Acores mais do que uma vez por ano, 0 que de facto acontece. Regresso renovada, ‘mas ndo como quem faz uma viagem turfstica. E antes um retorno a mim prépria. E deixa lantas saudades que, secretamente, como todos os acorianos, sei que hei-de voltar, para sempren." Luisa Amaral 1. Refira, por palavras suas, os sentimentos que os dois testemunhos realgam. 2 Ja sentiu a necessidade de partir da sua terra natal em busca de novas experiéncias, de um mundo novo? 1. Quais as vantagens e as desvantagens de se viver num local onde todos se conhecem Sente-se melhor no meio do anonimato de uma grande dade? € onde quase tudo se partilha? cidade, ou prefere o ambiente de uma pequena lo “UNIDAD E 3- Ouga uma lenda sobre a origem dos Acores e, em seguida, (S2=======555 as perguntas. 1. Qual era a razdo para a tristeza do rei 2 0 que é que essa tristeza provocava no re 4. Qual foi a visdo que o rei um dia teve? 4. Qual era a condicao imposta para o rei ter uma filha? 5. Porque que um dia o rei ficou tao furioso? 6. © que aconteceu ao seu reino? C. Ortogvafia e Pronincia 1- Em cada par, assinale a palavra que ouviu. contem assar azar compra-mos compramos saf sai viveram viverao pode pode sé 38 contém contém 2- Ouca os pares de palavras ¢ preste atengio 4 diferenga da pronieia. Em seguida, leia-as. 3- Repare nas entre as seguintes palayras. crengas de proniincia e refira a diferenga de significado [ colher colher para para molho molho cor cor duivida duvida fabrica fabrica omineia. ignificado 0 Verbos Derivados Os verbos fazer, pér, pedir, ter, ver e vir sio irregulares e, como tal, os seus derivados conjugam-se da mesma forma. le Fazer Satisfazer: agradar, ser sufierente (Os resultados do test Tilo me satisfizeram. perfaner: totalizar A viagem ¢ 0 Seguro perfazem a quantia de 550 euros. refazer: Taver novamente “Tivemos de refazer as contas. reaver Ela ainda nao se refez da morte do pai. 2° Por [eompor: criar, ajustar Antigamente compiinhamos poemas ¢ letras de misica. Rui, compoe a gravatal compor-se: ser conslituido por 0 programa para hoje compoe-se de actividades culturais. ‘opor-se: nilo concordar com Eles opuseramese a decisio do colega. propor: sugerir Proponho que adie 105-0 jantar. ‘supor: presumir Suponho que queiras sair logo a noite. 3° Pedir Nota: Os verbos derivades de pér nao so acentuados no Infinitive. Fadeus despedir-se: Despedi-me dos meus colegas hi meia hora ispensar os servigos de alguém ‘A empresa ja despediu 50 trabalhadores. + no autorizar; obstruir Tmpediram-me de falar sobre 0 assiinto. 0 acidente impediu a circulagio. 40 Ter O livro eontém exercicios dilicels. deter: di jorar, prender Nio vos detenho por mais tempo. A policia deteve os dois ladries. Durante a discussiio, mantive a calma. ‘conseguir Obtivemos um desconto optimo. 5° Ver rever: ver de novo ‘Revi os meus colegas da escola naquele jantar prever: supor Como ja previamos, 0 voo foi cancelado. 6° Vir convire ser atl Convém marcarmos & reuniao para o mais cedo possivel provir: descender; ter origem em_| 0 Pedro provém de uma familia do norte. intervirs interferir Eles intervieram varias vezes no debate. NOS FAZ FELIZES?” ieee A. O que é que wos faz felizes? Sl. Antes de ler, oiga o diélogo e responda is (BESS SEE EESTES perguntas. Lufs: Ja reparaste na quantidade de livros Carlos: J, ja reparei. Olha aquele ali: "A que agora se escrevem com o objectivo de ajudar as pessoas a serem felizes? arte de ser feliz". Quando a minha prima fizer anos, vou oferecer-lho. Vejo-a sempre a ler livros deste género. Estés a falar daquela tua prima que eu conheci no teu jantar de anos? Carlos: Sim, a Beatriz. Anda sempre com depressiio e, enti, além de tomar anti-depressivos, faz G Li G: ioga, reiki eu sei Id. E se fores ao quarto dela, s6 ves livros de auto-ajuda: “Como néo ter stress”; “Encontre a felicidade”. unis: De facto, hi pessoas que nunca conseguem sentir-se felizes. Nao conseguem encarar ‘um problema de uma forma positiva. De qualquer modo, o conceito de fe muito de pessoa para pessoa. De Além disso, ser completamente feliz também deve ser impossivel, ereio eu ‘arlos: Nao leste um artigo no jornal de ontem sobre os portugueses ¢ a felicidade? suis: Nao, 0 que € que dizia? tarlos: Olha, segundo um estudo que fizeram, os portugueses, apesar de se sentirem dade varia nde do que cada um considera mais importante insatisfeitos, sentem-se felizes com a vida. Luis: Ah, 6? Bo que 6 que nos faz felizes? G L tarlos: Parece que para os portugueses 6 mais importante equilibrada do que uma vida profissional intensa e ganhar muito dinheiro. Olha, faco parte desse grupo. Anda, mas é, beber uma cervejinha ¢ vais ver que também er tempo livre e uma vida familiar nos vamos sentir mais felizes. Carlos: Embora. 25 1, De que género de livros é que os dois amigos estavam a falar? 2. Porque € que a prima do Carlos 1é esse género de livros? 3.0 estudo sobre os portugueses ¢ a felicidade 6 optimista? 4. Segundo esse mesmo estudo, 0 que é que para os portugueses é mais importante para que se sintam felizes? 5. Concorda com essa posigao? “0 QUE E QUE NO) ja EA es O78 es 2-Repare nas frases do didlogo: —_ 0 Futuro do Conjuntivo forma-se a partir da 3" pessoa do plural do P.P.S., retirando a terminagio —am e acrescentando as seguintes terminagoes: falar cu tw es cle fssivos faz ns mos mo no ter eles ____em Bae Forme o Futuro do Conjuntivo a partir do Pretérito Perfeito importante. k Simples dos verbos que se encontram dentro do quadro: f sentirem = Futuro do Conjuntivo (da familiar ai ae au ir eles eu FEenken estar [eles eu dar eles eu | fazer eles eu dizer eles eu irazer eles eu ver les eu eles ew les eu eles ew eles cu {portante me querer | cles eu 3-0 Futuro do Conjuntivo usa-se: aa sia 4 - O 1. Depois de determinadas conjungées/locugées para expressar uma aecio 1. relativa ao futuro. Complete as frases com os verbos no Futuro do Conjuntivo. Vou comprar um livro para a Beatriz, quando (ie) a livraria, Se voces {(preferir), podemos fazer o jantar lé em casa. Assim que (nés — chegar) a casa, vou-me deitar. Estou cansadissima. Telefona-me, sempre qu ir) a Lisboa. Logo que vocés (saber) quando estreia esse filme, digam-me. Nao deves ir trabalhar, enquanto te (Gentir) doente, ‘Vou fazer essa sobremesa exactamente como tu me (dizer). Marcaremos a viagem conforme os senhores (querer). 2. Depois dos pronomes relatives que, quem e onde para expressar uma situagio eventual no futuro. Complete as frases com os verbos no Futuro do Conjuntivo. 1. Convida para a festa quem tu (querer). 2. Vou ver o filme que vocés (escolher). 3. Quem nao (chegar) a horas, ja nfo poderé entrar. 4. Vou aonde tu (e) 3.Presente do Conjuntive + elemento de ligagio + Futuro do Conjuntivo (repetigéo do verbo na mesma pessoa). Complete as frases com os verbos no Futuro do Conjuntivo. 1. Vé conde . encontro-o sempre a falar ao telemével. 2. Nao sei onde esto as minhas chaves, Mas estejam onde ., hei-de encontré-las. SiGheguen eyes lacs Fatcoal avert anlar? asta 4. Venha quem seri bem recebido. §. Coma o que , tudo me engorda. §. Vas por onde , esta hora encontras sempre muito transit. 1. Sejam quate as consequéncias, et nfo vou aceitar o nova horério. 4. Ganhe 0 que , ele gasta logo tudo. @ | Atssima, a) pressar uma 0 Conjuntivo 1. Sabe 0 que a mai ele 3 QUE 4-0 que nos faz felizes? sobre a felicidade. Existird uma receita para ser feliz? Eis © que centenas de cientistas, das mais diversas reas, deeidiram investigar numa sociedade que pede, com urgéncia, uma "revolugao de alegria’, 0 Valor da Amizade Uma das mais importantes descobertas dos cientistas diz. respeito ao peso das relagies afeetivas na nossa felicidade. Onde se vive, quanto se ganha e até o estado de satide tém efeitos limitados na satisfacdo com a vida, quando comparados com a existéncia de relacionamentos pessoais fortes. Um estudo da Associagao Americana de Psicologia, envolvendo 24 mil pessoas, indiea que os casados tém tendéncia para serem mais felizes que os solieirs. Ser porque trés em cada quatro casados dizem ver no compa” nheiro 0 melhor amigo? A amizade, concluram os investigadores, é 0 tipo de relagio que mais contribui para a Felicidade. Por isso, avisam: este deve sero grande valor a preservar e a cultivar nas nossas vidas. O que importa realgar, jé que, na voragem dos dias, as pessoas se esquecem, frequentemente, de reservar tempo para alimentar este tipo de relagdes e diminuem, cada vez mais, 0 seu creo de amigos. Dinheiro? Nao... Desde a Grécia antiga que o homem quer entender, qualificar e descosificar 0 bem-estar sujectivo—o nome eientifico que as investiga- dores utilizam para falar de felicidade. Jé @ DUE FAZ FELIZE das pessoas valoriza para que possam ser felizes? Se no sabe, leia 0s artigos que dio conta dos resultados de uma investigagiio Scrates defendia que a chave da felicidade es- tuya em minimizar a ansiedade através de uma :mudanga das nessas atitudes e erengas. Mas no explicou como fazé-lo. Fa maioria sega © caminho mais fl: 0 de tentar "eompré-la" Poderé um carro, uma casa ou um niimero de sorte na lotaria garantir a felicidade etema? O. «que os investigadores conelusram & que "o di- nheiro nfo tra felicidade", o que pode ser ve- rificado "quando comparamos os niveis de sa tisfacio com os de rendimento € eonstatamos que, apesar de tudo, os nossas nives de satis aco se mantém estagnados". Porque, afinal, esta obsessio pelo dinheiro? Se hoje vivemos muito methor do que hi 30 ‘anos ~ temos mais casas, carros ¢ milhies de tcleméveis -, porque dispararam as taxas de depressio, o indice de divércios, o ntimero de suiesdios? Gostar do que se faz € igualmente importante, Viirias investigagies comprovam que quem no é feliz no trabalho dificilmente consegue ser feliz noutras éreas da sua vida, Pequenos nadas © que as pessoas identificam como aquilo que as poder fazer felizes niio mudow nas tltimas décadas. 0 importante ¢ ter satide, um bom emprego, amor, familia e amigos € viver com alegria e pas. interior. Para 0 con- seguir, temos de aprender a dar valor as pe- ‘quenas coisas da vida. A cultivar e encontrar tempo para fazer 0 que nos dé prazer ~ ouvir insiea, ler ou jardinar. 2) in Revista Visio (texto adaptado) heey 2 2. Sera que os portu; Conhega os resultad Insatisfeitos mas felizes? « Portugueses dizem-se bastante felizes. Para a maioria dos portugueses, o Estado em nada contribui para a sua felicidade. Apesar disso, a maioria dos portugueses considera-se bastante felizes ¢, numa escala de zero a dez, situam o indice médio dessa felicidade num ‘generoso oito. 0 retrato é tragado pela APEME (Area de Planeamento ¢ Estudos de Mercado), onde se conclui também que os investigadores cien- tificos merecem 0 reconhecimento de serem ‘08 que mais contribuem para o bem-estar de cada um, Partindo de um inquérito telefonieo a 1092 individuos, o estudo "Consumidores Portugue- ses: Um Roteiro para a Felicidade” traga um ccensrio de optimismo (42% dos inquiridos ga s da mesma inves! ueses se consideram felizes? gaciio feita em Portugal. rante ser "bastante optimista") e mostra como 8 portugueses se confessam mais interess- dos em ter mais tempo livre do que em ganhar dinheiro e em ter a vida familiar mais equili brada, ao invés de uma vida profissional intensa. Apesar do optimismo, 0 documento aponta tam- ‘ém os grandes receios nacionais: assegurar 0 futuro dos filhos, a pobreza e o desemprego, 0 ‘estado da satide em Portugal, o terrorismo e a corrupgiio. Estas foram, pela ordem apresen- tada, a6 tinieas preocupagies que, na mesma ceseala de zero a dez, reeolheram um indice médio de respostas superior a quatro. Moda, politica e publicidade sAo, por esta ordem, 08 temas que menos preocupam os inquiridos. in Diério de Noticias QUE E FAZ FELIZES?” QUE NOS 8. Sara] L 1. Ficou surpreendida com alguma informagao ou resultado? 2 Imagine que era alvo deste estudo, Qual seria a sua posig#o? Considera-se salisfeito ou insatisfeito? Feliz ou infeliz? O que mais contribui para a sua felicidade? Quais sto os seus prineipais objectives na vida? J. Verifique se 0 seu pats se encontra incluido na lista dos resultados. Tente justificar a sua posigto e refira quais sero os objectivos de vida que as pessoas mais valorizam, fazendo uma lista ordenada, de acordo com a importancia que considera ser atribufda a cada um. es A lista de objectives de vida para os portugueses pode servir como referéncia para a elaboragdo da nova lista (Oneccratiaenin 1 2 3 + 5 6. 7 ® fora como 5 Finteressa- 10 B. Uma soctedade com pressa femprego, 0 hovismo ea apresen- ; na mesma um indice Moda, corlem, os iridos. |- Leia o artigo sobre uma “doenga" da sociedade moderna que todos conhecemos bem: 0 virus da pressa. Noticias A Ameaga do Virus da Pressa Othamos constantemente para o relégi amo-nos de que nao temos tempo para nada, queremos tudo o mais rapido possivel, vemos tudo a girar 4 nossa volta a. uma velocidade estonteante ¢ ficamos frustrados por nio termos pedalada para acompanhar o ritmo... Seré que fomos "atacados pelo mal da pressa", apanhados por uma "epidemia" galopante & eseala mundial? Estamos cada vez, mais acelerados, ¢ um facto! Acordamos ao som do despertador, engolimos qualquer coisa rapidamente, corremos para ndo perder o autocarro ou agarramo-nos ao volante, com 0 pé a fundo no acelerador, na va tentativa de serpentear 0 trdnsito, deixamos os misidos ensonados no colégio, trabalhamos a contra-relégio a pensar na hora da saida, no fim-de~ semana, nas férias... Queremos ser os melhores, 0s mais répidos, 08 mais bem sucedidos, mas © que aleangamos nfo passa, tantas vezes, de um enorme cansago ¢ de uma amarga sensagio de frustragiio, Sentimo-nos exaustos e impotentes perante tudo aquilo que gostariamos de fazer, de ter, de conhecer... ¢ culpamo-nos por no conseguirmos dar a devida atengiio aqueles de quem mais gostamos, por ndo sermos eapazes de acompanhar a torrente de noticias que todos toda "¢... por parecermos lentos ¢ ignorantes, num mundo que se move a uma velocidade vertiginosa, ‘8 dias nos entram pelos olhos dentro, por nfioestarmos a par dos filmes ou dos livros q Os novos aceleradores do tempo. ‘Vooé é daqueles que prime o botdo do "fecho da porta" do elevador s6 para nfo ter de esperar -egundos? Entio poderé fazer parte do grupo de pessoas designadas por personalidade tipo "As pessoas do Tipo A caminham depressa ¢ comem depressa. Terminam as frases que iamos. Sentem remorsos por se descontrafrem. Tentam realizar duas ou mais tarefas a0 ‘mesmo tempo". A verdade 6 que a sociedade moderna e a poderosa ind vez mais a "padecermos" do mal da pressa. A. ria que a sustenta nos instigam cada Nio perdemos a oportunidade de substituir © computador por outro mais répido, os jogos lectin so cada vex mais exigentes e desafiam a nossa velocidade mental, os servigos noticiosos reclamam a nossa atengo miltipla ao exibirem vérias informagées em simulténeo, (0s antincios publicitérios recorrem a téenicas sofisticadas e estio cada vez mais compactos.. bere, QUE NOS FAZ FEL aes Munidos de telecomandos, saltamos de canal em canal, revelando impaciéneia face a instantes de pausa ou a longos planos cinematograficos. As campanhas de marketing, com o poderoso apelo ao consumo, tomaram-se especialistas em nos fazer envelhecer mais depressa, Estivamos em pleno Yerdo, com temperaturas de 40 graus, ¢ jd as lojas colocavam & venda a coleegio de Inverno. Lembra-se? Ainda 0 ano leetivo nto linha terminado, jé Iiamos por todo o lado "Encomende aqui os seus livros escolares"... Ainda ‘o bebé esta no quentinho da barriga da mae, j4 os pais andam a procura de um infantério para assegurar que o novo rebento tenha entrada imediata aos trés meses de idade!!! Nunea corremos tanto como hoje. Nunea a nossa civilizagao foi to marcada pela velocidade, pelo ritmo, pela sincronizagao e pelo desejo imperioso de controlar o tempo. O desenvolvimento das redes de transportes ¢ de comunicagées permitem-nos realizar auténticos "milagres", alguns inimagindveis ha poucos anos... Conseguimos em poucas horas percorrer distancia que antes demoravam dias, semanas ou até varios anos! Podemos estar permanentemente contactaveis através do telemével, enviar mensagens eseritas em fracgies de segundo, estabelecer ligagies para qualquer parte do mundo via Internet, assistir na TV ao desencadear de guerras ou outros acontecimentos “notéveis". A evolugio tecnolégica procura dar-nos respostas em "tempo real", encurtando distancias, tentando abolir as barreiras do espago © do tempo. E nio psira de nos surpreender todos os dias. Quanto mais depressa... Mais devagae! Lembramo-nos deste ditado popular, mas s6 depois de entornarmos 0 café, que [tempo ‘engolimos enquanto calgamos os sapatos ¢ falamos a0 telefone! Estamos constantemente em sa volta multitarefa (como gostam de dizer os “especialistas") € nem 0 acto de dormir (a pausa Ja para regeneradora, por exceléncia) escapa a esta tensio, ao ser induzido, tantas vezes, por Inhados tranquilizantes ¢ perturbado por rufdos e outras formas de poluigdo. Pensar, reflectir, observar, ficar em siléncio, fazer "nada", mais parece um luxo do que uma golimos necessidade basica do ser humano. A economia modema vive obeecada por poupar tempo, por volante, produzir mais e mais, gastando cada vez menos. | mitidos Aescolha é nossa. Se tivermos tempo para isso! Esté na nossa mao parar para viver. fim-de- fos, mas in Noticias Magazine lensagdo flefazer, bles de (Gare) hie todos hie "toda 1 Considera que pensar, reflectir, observar, ficar em sil€ncio ou nao fazer nada, é ba uma um luxo ou uma necessidade bésica do ser humano? oas esto 2 Este "virus da pressa" € uma ameaga no seu pais? Sente que as pe: sempre com pressa ¢ a olhar para 0 relégio? Sente que as pessoas nao tém capacidade de parar e nao fazer nada por algum tempo? 1. De que modo que voce coexiste com este "virus"? 4. Enumere algumas das consequéncias negativas que este tipo de "vida" nos pode provocar. 5. Em portugues existem varios ditados populares que nos transmitem uma filosofia de, Cc bem diferente. & Lembra-se de algum ditado popular, na sua lingua, que também reflict: este modo diferente de ver a vida? 2-Ouga trés curtas noticias de radio e resuma em S2====0502 <<» poueas palavras 0 contetido de cada uma. Notieia 2 Notieia 3 FAZ FELIZ E NOS filosofia de vid C Ortografia e Pronincia Coloque os respectives acentos nas palavras que devem ser acentuadas graficamente. Em seguida, ouga as palavras para que possa confirmar a acentuagio. bém reflicta raiz saida pontape lapis falamos caracter gas area util facilmente ruido intimo sotao lampada anel elegancia refem compor detem heroi abriamos aguear 4 E NDICE MATICAL : ; 6 Futuro do Conjuntivo : Forma-se a partir da 3* pessoa do Plural do PPS., substituindo a terminagio -am_ por: ea comprar m Tizeres | woot, ela, ele quiser . nds Tormos voots, elas, eles tiverem 7 0 Futuro do Conjuntivo usa-se nos seguintes casos: I+ Para expressar uma acgio ou intengo no futuro depois de: quando, assim que, logo que, enquanto, sempre que, todas as vezes que. Exemplos: Assim que chegarem, telefon: wo vou trabalhar. a Quando vieres a Lisboa, avisa. ‘ . Sempre que for ao Algarve, hei-de visitar Lagos, f | me 2 Para formular hipsteses que se podem coneretizar no futuro. f Exemplo: k Se tiver tempo, passo pelo banco. Se forem ao Porto, visitem a Sé. 3* Para expressar concessao, utilizando: Presente do Conjuntivo + elemento de_ ligacao + Futuro do Conjuntivo. $ Exemplos: Venha quem rier, tera de esperar. Digas o que disseres, tu nio tens razao. Vas por onde fores, vais apanhar transito : 4* Depois de quem e onde sem antecedente expresso e de que com antecedente expresso, Exemplos: Quem quiser ir a Madrid, tem de marcar a viagem rapidamente. Fico onde voeés fiearem. Podes pedir 0 que quiseres. ; - @ bea. SB ee a Unidade antecedente So ee ee A. Vai uma bica e um pastel de nata? I- A Celes <> passa duas semanas de férias em Portugal. tem uma amiga francesa, a Nathalie, que todos os anos 1. Ani de ler, ouga o diélogo entre as duas. Nathali npre que venho a Portugal, delicio-me com os vossos pratos de bacalhau. Adoro bacalhau. Celeste: Eu também gosto de bacalhau. Mas no Verdo prefiro umas sardinhas assadas com batatas e salada, Nathalie: Também gosto. muito de sardinhas assadas. Mas 0 meu problema quando estou aqui de férias sdo os doces. Engordo sempre, pelo menos, dois quilos, durante as férias em Portugal Celeste: Ve li! Fs magra como um espeto! $6 te faz bem vir a Portugal e engordar uns quilos. Mas, de facto, os portugueses muito gulosos. Ha sempre uma desculpa para um cafezinho ¢ um bolite. Mas eu sei que tu também gostas das nossas sopas. Pois gosto. Sempre que vou jantar a casa dos teus pais a tua mae faz umas sopas fantésticas Geleste: Olha, j4 sto onze horas. Ainda falta muito tempo para o almogo. Vai uma bica ¢ um pastel de 2. Responda as seguintes perguntas: 1. Que pratos ¢ que a Nathalie refere que gosta? 2 Qual 0 problema para a Nathalie sempre que passa férias em Portugal? Porque? 4. Porque é que a Celeste diz que os portugueses so gulosos? 4. Como até ao almoco ainda falta algum tempo, o que é que elas decidem fazer? 8. Agora leia o texto. E ® Na Iingua portuguesa fazem- algumas comparagées para atribuir qualidades ou defeitos As pessoas. anos Relacione os adjectives que se encontram & esquerda com cada um substantivos da coluna a direita. Os desenhos poderio ajudé-lo a compreender as comparagies. peapelaleama 8 ee |. -um tomate ie vaidose como: -um touro See leenemeoms: uma porta piescotcame ~uum espeto ieeletio camo: = uma lesma eked icine 2 a um burro Act come, ee ~um pote pees perttieoma 2 ans ae PTET um ello -acal pmicomiG 5 oe ~chumbo. Afortgieomn: | ee -uma alface |= pesado como uma raposa «line ppemcttgrane Ne um péro NIDADE 6 2.Tente imaginar situagdes em que possa aplicar eada === comparagio © escreva frases que exemplifiquem o seu Exemplo: al i. 1, 1. Leia o texto. No pais ainda sobrevivem tradigdes, artesanato produtos regionais, numa époea em que a globalizagio apaga muito das identidades nacionais. Pastéis de Belém, ha, queijo da Serra, doces algarvios, 0 fado, rgadas de touros — uma viagem & nossa iconografia. Procurar © tipico em Portugal niio é complicado. Basta sair das estradas principais, subir as serras ou vasculhar bem os centros urbanos. Tradigdes que se mantém, segredos “VAL UMA BICA E UM PASTEL DE NATA? que passam de avés para netos, habitos de viver e de estar que se arrastam no tempo. Pode ser um monumento, um doce, um prato, uma festa ou simplesmente uma peca de artesanato. Mas vamos rever alguns produtos que, por serem tio populares, se transformaram em simbolos do Pais. Bacalhau: um prato diferente para todos os dias O bacalhau seco e salgado, com que se preparam mais de 300 pratos diferentes, tomou-se impres- cindivel na casa de muitos portugueses. Pastéis de bacalhau, bacalhau com grio, bacalhau com natas, bacalhau a Bris, bacalhau a Gomes de Sé € tantos outros, so pratos que fazem parte da lista de muitos restaurantes. Pode nao ser ‘um amor a pr neira vista (ou prova), mas quando se comega a gostar de hacalhau, nio se passa sem ele, sendo um dos pratos tradicionais da ceia de Natal. Café para todos os gostos 0s estrangeiros bem precisam de consultar um dicionério, ou melhor, ter um intérprete ao lado, para conseguirem descodifi 1 as varias formas possiveis de pedir um café. O site oficial do Turismo de Portugal di uma ajudinha, ao enunciar as dez maneiras mais referidas: a jé famosa bica (expressio tipica de Lisboa) ou 0 cimbalino (termo usado no Porto), a bica escaldada, o café curto ou italiana, 0 carioca (café com mais dgua servido numa chavena pequena), 0 café abatanado (com mais agua, servido numa chévena maior), 0 garoto (ite em chaivena pequena com um pingo de café), o galdo (café com leite servido num do numa na grande), 0 neseafé (saqueta de café soltivel e égua a ferver A parte, para o cliente misturar). Uff, 6 de ler ficamos confusos... Nao admira que os turistas se sintam meio perdidos quando olham para a ementa, copo de vidro alto), a meia de leite (café com leite ser in Noticias Magazine 0 Império do pastel de nata Sdo raras as pastelarias que nao exibem nas suas vitrinas 0 famoso e delicioso pastel de nata. Tao famoso que j@ passou a nossa fronteira e se vende em P Coreia, ete, levado por imigrantes portugueses que fizeram sucesso com a ses to diferentes como os Estados Unidos, Inglaterra, Filipinas, Franga, venda dos nossos past Muitos dos que visitam Lisboa reservam uma tarde para ir a Belém e, no meio de uma visita aos monumentos da zona, dio um salto a pastelaria que, desde 1837, vende os pastéis de B receita se mantém em segredo até hoje. Que ndo se diga que sto pastéis de nata, "porque a diferenga 6 de cem por cento", garante o mestre Ramiro, hé 30 anos a trabalhar na Fabrica de Pastéis de Be ‘Uma sopa quentinha no Inverno e umas sardinhas assada no Verio Uma sopa qui de sopa nao tém jentinha cai sempre bem no Inverno ¢ as variedades m. E-s6 preciso alguma imaginagio. Contudo, {quem quiser comer a sopa mais tipica, tem de provar 0 caldo verde com uma rodela de chourigo. ‘A demonstrar que os portugueses ndio passam sem a sua sopa ests 6 éxito que as casas de sopas tém tido; casas, eujo prato principal a sopa em boa quantidade e a fumegar. Jé no Verio, o cheiro a sardinhas assadas invade as ruas ¢ hé que ‘acabando-se © Vergo, acabam-se 3 aproveitar bem, pois, sardinhas. | | i uns produtos da érea alimentar que se torns Ficou a conhecer alg ‘inhe simbolos de Portugal. Muitos outros se poderiam referir: 0 vi Porto, 0 queijo da Serra e de Serpa, © touro, o cavalo Lusitano, of de Barcelos, o Mosteiro dos Jerénimos, a Ponte 25 de Abril, o Cat de S. Jorge, o mosteiro da Batalha, o Santuario de Fatima, ete. Pense no seu pais ¢ refira os associados, mesmo que, por vezes, simbolos que mais frequentemente Ihe sejam s6 para turistas. 4-Existem palavras derivadas por prefixacGo e outras por sufixacao. 1. Junte um dos prefixes a cada palavra base e forme uma nova palavra. Quando o prefixe serve para transformar a palayra base em verbo, tera de alterar também a sua terminagio. Prefixos Palavra base Nova palavra in- participar at Tegal a posigio montar hhonesto pre- doente ox: Ter des- possfvel ane responsével velho visdo contente feliz has assadas fs variedades ao. Contudo, yar o ealdo ua sopa esta {ato principal fuas e ha que fabam-se as e tornar: ro vinho sitano, o gi “VAI UMA BICA E UM PAS Lewy, 2.Para cada sufixo encontre uma palavra base para que possa formar uma nova palavra derivada por sufixacdo. Palavra base Sufixos ‘Nova palayra sano (nacionalidade) ~@s (nacionalidade) “fio (nacionalidade) -mente (advérbio) -ciro (profissdo) -oF (profissao) sta (profissio) jar (verbo) tar (verbo) sever (verbo) a (Loja) 1¢a (Substantive) ~¢iio (substantive) ~dade (substantive) -gem (substantivo) ~fneia (substantivo) ~Eneia (substantivo) ex (substantive) ~eza (substantive) 1 (adjectivo) ~080 (adjectivo) =al (adjectivo) 5- No seu pais é habitual as pessoas formarem uma fila segundo a ordem de chegada, esperando calmamente pela sua vez, quer para serem atendidas em lojas ou servigos piblicos, quer para entrarem num autocarro? Em Portugal, a fila ou bicha é um habito nacional que as pessoas aprenderam a respeitar desde criangas. Por todo o lado se podem ver bichas de pessoas que aguardam a sua vez para algo. SUNIDADE I. Leia a eréniea eritiea e bastante irénica sobre este costume nacional, publicada na Noticias Magazine. al ame UMA BICA E al Isto da modernizacao da admini tem muitas vantagens, mas tamb coisas boas. Por exemplo, o direito a estar numa bicha e a conviver com 0 parceiro da frente © com 0 de tris. Muitos de nés sempre viveram com bichas e hé habitos que eusta perder. Para muitos cidadaos solitérios deste pats, a possibilidade de dar dois dedos de conversa, ‘enquanto esperam pela sua vex de chegar a um qualquer baledo de atendimento, constitui_um verdadeiro ogsis no deserto do siléncio em que vivem; a pouco e poueo, a maior rapidex de alguns servigos e 0 facto de 0 acesso ao wimento ser através de senhas retiradas de uma maquineta veio retirar essa possibilidade. Jé para nao falar do acesso via Internet. Porém, de vex em quando, Ii van ys ten oportunidade de matar saudades de uma bicha a antiga portuguesa. Mas, de facto, no somos todos iguais. Nem numa bieha! Quando ela 6 longa, o siltimo a chegar trax uma cara de enfado. Nessa altura, achamo-nos mais fracos, mais. vulneréveis, ¢ olhamos com ve esto colocados a cabeca do pelatio; de fragilidade s6 comega a ser ultrapassado 2.Explique por outras palavras retiradas do texto. dar dois dedos de conversa... quando, finalmente, ganhamos 0 estatuto de pentiltimo; deixamos de ter a visibilidade que é originada pelo facto de sermos o tanso li do fim Ficamos um pouco mais animados, i_medi 1c vio chegando os novatos 2 retaguarda ¢ que neles vamos observando a mesma reac¢ao que tivemos, momentos antes. A certa altura, mais hora menos hora, verificamos que estamos a chegar a meio caminho e ganhamos novo alento; comegamos a olhar para os de tris ja com uma certa ironia e, quando nos viramos para a frente, no sentimos de forma tao acentuada o peso da hierarquia na bicha. Ao passarmos a ter mais individuos para tris do que para a frente adquirimos o estatuto de veteranos, Ja s6 tornamos a baixar os olhos quando alguém sai da repartic’e com 0 assunto resolvido, Finalmente, ao alcangarmos a posigdo ni uum naquele longo cordiio humano, toma olhar para tris € sente-se, por um momento, a inveja de dezenas e dezenas dos nossos concidados, unidos no mesmo desejo: estar no nosso lugar! Ora niio abundam oportunidades destas na vida das pessoas. (Texto adaptado) Vaseo Prazeres, médico in Noticias Magazine o sentido das seguintes frases .- constitui um verdadeiro ofsis no deserto de siléncio em que vivem.. - aqueles que estio eolocados a cabega do pelotio; .- ganhamos novo alento; L é. 4 4. ... a'medida que vaio chegando os novatos a retaguarda. 5. 6. . adquirimos 0 estatuto de veteranos. 3.A que é que o autor se refere quando no final diz que abundam oportunidades destas na vida das pessoas." "se nia 2 ae eee 4.Relacione cada palavra da coluna da esquerda com a que, na coluna da direita, tem um significado mais préximo. 6 1 a a M0. 1 = enfado = bicha = habito = vulnersvel = veneragao = tanso = retaguarda = alento ~ indivfduo Te. ~ estatuto B. Férias? 56 ew Agosto. no entanto -adoracao (. -atnds pessoa 8. -posigiio fila §. -aborrecimento h-costume i -sensfvel |, -animo | -idiota, M. -atitude I. Leia o artigo do Didrio de Noticias. Agosto 6 0 més eleito para descansar, nos sectores ptiblico e privado. O Pats para. A'Comida &mareagio de eins pat ee ano comes [pe ai con a ef ©. apata intale-se etre Ino fet, feamdo. ae steulamente anestesiodo em psto-o més ceo pao des- tat gut se bli, Prfitsionus como os bomb rs, 08, médicos ou os trabalha- { dores do sector do turismo - de * quem se espera disponibilidade tase a mutes tos, Beano Decutieetiat onde rts een sete Pint Mm oarog Spi mae perfodas detempo -chega 4 per fame un Alizee que a paralisagto é tal Fates ag es {As peseas jf exo habituadas Mier dogs te bane pi nes prt an petal re es, ‘Teresa Andrade, adiantando que jor nimew ir oe nena @ Un dls, tes mas fate, pene com ocala xo (ee *Pa estar cm fh, lores de tin eis cn ge ot fas fechams, jsf aqua reponse rind qu obom ati i te neha eee {e realngr Ago que Pa ‘fap: le ae Se for feckel dae el {isi stn pos dein wo. pn a eis {pin [ices amcor neatnges Apsliesr snd login pr tia es Pent a) ) cbprealv taut ua eet Cpe nos stances nchor darts Pam Auge Pgs, mei do Cosel Nacional da CGT, Portugueses fazem tudo para — gozar férias nos meses de Vera¢ Sie cet dias no ano seguint oa Tata aoe acres fee nun i ae i Rui Oliveira e Costa Cat Ree acu ar seers ReREearssecasene wo 2] Fo Prins Font > ma Dan de fr ear de exis mm materia fais na po bbamais cing) tle “e-em ler fra dso Be Indus or usar te Peis ana Costa di ie da UGH) eae a 100 ‘a hotola ‘turismo, 2. Desenvolva as seguintes questies. 2- Analise 0 quadro estatistico, referente aos vai Apontamento Docentes obrigados @parar em Agosto Enquantotodos tam por tirar fertsnomésde Agta classe Ahocente he mposta esa po ‘aura deseans. Os profess res sto obrigados a trar esse més porque perododeavalia (es seestende até ao final de Sulho e,em Setembro, ba que ‘omegara prepara novo ano lectivo,expleaapsiosloga Te resi Andrade flando agora na ‘alia de professors «ido ‘storedzapessibilidadedego- sarférasnoutraalturadoanon, Sulina. Os xdvogads vivern uma situoedosemethant, 1. A situagao no seu pats ¢ semelhante a exposta no artigo que acabou de ler? Refira as semelhangas e as diferengas, 2 Acha que se deveria fazer algo para mudar esta situagao? Ou ser melhor haver um més 1m que existe uma maior concentragdo dle pessoas em férias? Quai silo as vantagens e as desvantagens deste facto’ 4. J visitou alguma grande cidade num més em que a grande maioria dos seus habitantes de férias? 4. Quando é que costuma tirar exis? Ta tem um més fixo? s destinos de Gare] férias escolhidos pelos portugueses. Em seguida, tente chegar a uma cone siio em relagio aos destinos mais procurados no seu pais, justificando essas preferéneias. eS ees al 000 707 000 900 Europeia 497 500 575 500 513.100 534.900 Zona Euro 462 500 335 500 490300 522.500 Fora da Unite Europeia 160 500 131 700 160700231 000 Principais destinos (5): Alemanha 38 08 06 Espanha 53,3 59.7 Franga 82 63 76 Reino Unido 6 52 16 Fonte: INE - Inquérito & Procura Turfstica dos Residentes, ® D Hy g 3- Ouca 4 textos publicitarios turisticos relatives a paises on === Ce» cidades e, em seguida, responda as questdes sobre cada um CP deles. eae Ay qua Tp to A pal Durante quanto tempo € que a promogao 6 vélida? a Em que tipo de hotel se podera ficar? Qual é 0 prego da viagem? As eriangas pagam o mesmo que os adultos? Justifique. 0 prego inclui o transporte do aeroporto para o hotel? ‘ r e Em que época é que a promogao ¢ valida? 0 cruzeiro $6 inelui as ilhas gregas? 0 vo de Lisboa para Veneza ¢ gratuito? Justifique Os restaurantes a bordo $6 esto abertos durante 0 dia? Justifique. . Que tipo de desportos € que se podem praticar a bordo do navio? T |. Em que meses ¢ que a promogao é valida? # Por quanto fiea a viagem a Londres? 0 prego inelui pequeno-almogo, almogo e jantar? ri A promogao refere-se a hotéis de luxo? rel 0 cliente pode partir em qualquer dia da semana? Justifique. doce optat T today con | A que capital europeia se refere a promoca0? 1. A que tipo de hotéis se aplica a promogao? |. Entre que pregos varia a promogio da agéncia? Até que idade é que as eriangas podem heneficiar do desconto? C. Pronincta ie & As vogais a, ¢ © @ podem ter diferentes sons. Sublinhe as palayras que contém o som indicado em cada coluna, Em seguida, ouga as palavras com atengio e verifique se assinalou as silabas eorrectas. a [al pa [e] aluno calmo / caro / para / tarde / favor / alto / saber / alegre / lado / barulho / ‘espago / partir / caso / cidade / dia / gasto / dado / facto / claro / ano / significado / activo / anel / trabalho abre / face / saco / arte / adoro e iI [e] pé [>] de [e] vé repetido / pressa / festa / restaurante / vieste / ela / medir / sucesso / repetir / reparar / relagio geral / terra / jude / belo / devagar / escuro / aquela / desporto / janela / eabega / pega / letra / galeria / chega resto / mesa / cedo / lemos / eles / leve / fazer / medir / tristeza / problema / dela / pena / certo / pessoa / ser [9] 36 [o] avd [u] morada derrota /ironia / nota / doce /loja / provar f pobre / ‘optar / cobra / flor / obra / toda / social / normal / por / ‘sopa / demora / boca / ovo / hora / nome / cofre / sonho / sol / troca / povo / rolha / lho / mostro / Agosto / dormir / olhar / correr / procura / costume / coser / coragem / tornar / hotel origem / ocidental / época colecgio / moda / postal / todo / poeta / porta temporal / cola / policia 0 Palavras derivadas As palayras derivadas formam-se acrescentando um prefixo ou um sufixo & palavra primitiva, Is Prefixos Significado negasiio om Exemplos: Houve uma grande mudanga na empresa. Qual € a diferenga entre os livros? Ji estudaste a formagiio das palavras compostas? Queremos prestar homenagem aos nossos eolegas. Preocupamo-nos com o desenvolvimento da nossa agricultura Eles deram-nos este presente com muita ternura. Fui muito feliz na minha infin ia para lidar com A bondade rara nos nossos dias. 0 trabalho foi realizado com uma grande lenti ‘A Ilha da Madeira tem paisagens de grande bel Eles receberam a noticia com muita alegria. Onde 6 que vou por toda esta papelada? gas. 2+ Sufixos usados na formacio de adjectives: Sufixe ~al -0s0, qualidade, estado Exemplos: Como é 0 teu ambiente escolar? Esta revista 6 mensal ou semestral? Foi um trabalho penoso. Corer é muito saudiivel. Estés disponivel na terca-feira? 3® Sufixos usados na formagio de verbos: Sufixo Significado wars -er; -ir acco cer inicio da acgao tars -izar realizagao da acco Exemplos: Vamos inangurar a escola. Queres conhecer 0 novo parque amanha? ‘Temos de dividir o trabalho por todos. A Raquel esta a envelhecer imenso. Vamos e litar 0 cheque na sua conta, lizar 0 projecto? . ® f Quem € que vai re I 2 3. 4 5. 6 a 8 2. Col UNIDADE DE REVISAO 2 I. Infinitivo Pessoal ou no Futuro do Conjuntivo? Complete as frases com os verbos no Futuro do Conjuntivo ou no Infinitive Pessoal. 1. Quando (vi) a Lisboa, venham visitar-me, 2. Apesar de ja (Ger) muito tarde, podes telefonar-Ihe. 3. Eaconselhavel tu (comprar) os bilhetes com antecedéncia. 4. No caso de (vir) antes da hora, podes esperar por n6s no bar da entrada. 5. Se cet) 0 Jodo, diz-me. 6. Quando _____———__(acabar) estas sardinhas, pedimos umas améijoas. 7. do (cair) de casa, comegou a chover e tivemos de voltar para trés para ) buscar os chapéus-de-chuva, 8. que (querer) irao cinema e nao (ter) companhia, me e eu vou contigo. 9. Ele no comprou essas ealgas por (Ger) demasiado caras. 10. Faga o que (fazer), cle nunca esté contente com 0 meu trabalho. II. Nao podem entrar nesse pats sem ___(ter) um visto, 12. Entrego-te o relatério quando tu me (dizer). 1B, Voces ficam na minha casa enquanto _ {estar) no Porto. 14, Scré necessério 0 senhor (ler) uma autorizagdo de residéncia, se (querer) arranjar trabalho em Portugal. 15. Basta {(nés~ chegar) ao aeroporto uma hora antes de 0 avid {partir 16. Antes de (decidir) para onde vais de férias, devias ir a uma agéneia de 17. Eu telefono-te, logo que (saber) a hora de chegada do avitio, 18. Se_______ (por) canela no pastel de nata, vais ver que ainda vai 19. E conveniente voces (reservar) uma mesa no caso de (querer) ir jantar a esse restaurante. 20. Quem (trazer) carro para esta zona amanha a tarde, vai ter dificuldade em circular, pois vai haver uma manifestagiio de estudantes em frente do Ministério da Edueagao. 2. Complete 0 quadro. Subst Verbo a pressa alrasarse feli inserito consumir Satistazer 3. Junte as frases com as expresses que se encontram entre paréntesis e faca as alteracées necessdrias. |. Bstdis nervosa. Faz ioga. (no caso de) 2. Voeés vaio ao Porto, Visitem as caves de vinho. (quando) 3. 0 salério é baixo. Mas eu aceito esse trabalho. (mesmo que) 4, Nao gostas de bacalhau Mas tens de provar este bacalhau com natas. (apesar de) 5. Vimos tarde. Nao vos acordamos. (se) 6. O senhor tem férias em Agosto. Serd dificil arranjar um quarto nesse hotel. (caso) 4, Complete com os verbos no Indicativo, Imperativo, Conjuntivo ou no Infinitivo Pessoal. 1 ter F claro que tu razio. Nao acho que tu______razao. Apesar de razao, tens de manter-te calmo. 2. tirae No caso de ias em Agosto, vamos gastar muito mais din! Se férias em Agosto, vamos gastar muito mais dinkeiro. Caso férias em Agosto, vamos gastar muito mais dinheir. 3. ver Ao 0 pais, as eriangas desataram a correr. Quando_____0s pais, as eriangas desataram a correr. Quando 0s pais dele, digam-me. 4. vit - Meus senhores, mais cedo amanha para a reunitio, Quando eu para easa, encontrei a tua irma Visitem-me, quando «a Lisboa outra vez S. pr Nao estejas ao sol, sem protector solar. Nao te deixo ir para o sol, enquanto nao chapéu. A tua mie quer que 6 chapéu na eabega, alteragdes 6. estar Acho que eles ja Nao acredito que eles ja fem casa a esta hora. Se eles nao fem casa até as 22:00, vio perder o prinefpio do filme. Pp 7. fazer que , ele nunea gosta do meu trabalho. Paula, Tista das compras, antes de ires ao supermercado. E 0 Anténio esté furioso contigo. O que é que The 2 8. dizer - FE necessario que ela me © que aconteceu. E necessério ela que aconteceu. Fiquei surpreendida quando ela me que acontecen, 5. Complete 0 quadro com palavras que tenham um sentido contrario. B abundante # sonho # habitado # - Fiquena tranquilo # rar # diminuir # acclerar # Tentidio # pesado sovina Talador # 6. Complete as frases com as preposigdes que faltam, contraindo-as com o artigo quando for necessirio, | Ele njio consegue guardar um segredo. Dé sempre a lingua ‘os dentes, Nao deves confiar le. 2, Eusei que tinha ficado____ir__o cinema contigo, mas hoje preferia fiear ‘casa. Pode ficar amanha? 3. Jé passa as nove horas. Vamos jantar? Ja tenho a barriga dar horas. 4. Ontem sonhei _____ 0 Anténio, aquele colega nosso que falava 0s cotovelos & quem tu estavas sempre iscutir, Nao te davas nada bem le. 5. Deseulpa, mas nao concordo nada que disseste Claudia a frente de toda a gente. 6. Peco deseulpa no poder estar na reuniio hoje, mas tenho uma consulta mareada essa hora. @ 7. Complete 0 quadtro. Substantive Adjective paisagistica 0 vuledio belo mmisterioso ‘apetitose lendério ‘@ injustica obcecado a perturbagio ‘ranquilizante © sabor a corrupgtio intenso 8. Lembra-se das expressdes idiomaticas que aprendeu? Relacione coluna da esquerda com um da coluna da direita. um elemento da pregar I a quentes Todor B. de fome 3. costae de mercador meter Tolho Scunha om miios 6. owvidos T de cotovelo 7ter 8 loreer 8 brago, ho nariz A. Ese comprassemos uma revista? | 1 I- Olhe para a fotografia e veja se sabe que tipo de revista é que o homer 4. a com o colete amarelo esti a vender. 1. O Rolf é um alemio que fala fluentemente portugués e que fica === surpreendido ao ver pela primeira vez esse homem na rua. Ouga o Rolf: — Que vender? Ea CAIs. CAIS? F uma revista sobre barcos? Peart) Clie petawi titan ceryteia cere Ll associagiio que se chama CAIS ¢ que tem como objectivo apoiar as pessoas que no tém casa, 0s sem-abrigo. Rolf: Por acaso tenho reparado que a noite hi muitas pessoas que dorm chamam? Sem-abrig Sim, chamam- n nas Tuas. Como é que se e sem-abrigo, Segundo uma revista que li, na Unido Europeia existem mais de 4 milhies de pessoas sem tecto e cerca de 10% das pessoas sem casa dorme na rua. Rolf: Se od cessas revistas da CAIS? Filipe: vendida pelos sem-abrigo nao s6 portugueses, mas também imigrantes que, assim, . 4 podem receber uma parte do dinheiro das vendas e que funciona como um salério. | Eun “a volvides, ndo tém o direito a ter uma casa. Era bom que vivésscmos numa soci nprego diminutsse, talver essa situagiio melhorasse. E quem 6 que vende boa iniciativa. E horrivel pensar que ha tantas pessoas que, em pafses de: lad mais justa, em que todos tivessem um mfnimo de condigées para viver eam dignidade E se comprassemos uma revista? Sei ail ir para alguma coisa de 2. Antes de ler o didlogo, responda as seguintes S2===su=mam perguntas e teste a sua compreensio oral. 1. Que tipo de revista é que o homem esté a vender? 2.0 que significa a expresso sem-abrigo? Seno J. Quem vende as revistas da associagao CAIS? o homem 4. As pessoas que vendem estas revistas recebem algum dinheiro? 5. Segundo a revista que o Filipe leu, quantas pessoas é que se caleula que nao tém casa na Unido Europeia? 6. Qual é, na opinido do Rolf, uma das situagdes que dao origem ao aumento de sem-abrigo? 8. Agora leia o diélogo. = 2. 1. Repare nas seguintes frase do diélogo. cade vende O Imperfeito do Conjuntivo forma-se a partir da 3" pessoa do plural do E Pretérito Perfeito Simples do Indicativo (P.P.S.), a que se retira a termi- E. nagio —ram e se acrescentam as seguintes terminagoes. dade lade, jade Imperfeito do es Conjuntivo cles falaram [cu falasse tu falasses cle falasse nds faléssemos eles falassem. Infinitive ; Imperfeito do Conjuntivo ir eles eu ser eles eu ter eles eu | estar eles eu } dar eles eu fazer eles eu dizer eles on trazer eles eu querer eles eu saber eles eu | haver | | poder eles eu | por eles eu ver eles eu vir eles eu 2. Usa-se 0 Imperfeito do Conjuntivo: a) para expressar um desejo com pouca ou nenhuma probalidade de concretizagio; | b) em frases comparativas, traduzindo factos irreaiss | | | Exemplo: Exemplo: c) para expressar uma condigio irreal, imaginéria ou hipotética em_ relagio ao presente ou ao futuro; Exemplo: @ s eed EMOS UMA REVIS \ 4) nos mesmos casos em que se usa o Presente do Conjuntivo, quando © verbo da oragio principal esta no passado; Exemplo: ©) para introduzir uma proposta ou sugestio. Exemplo: ] 3. Complete as frases com os verbos no PEaSSaasumngenace™ mperfeito do Conjuntivo. 1. Oxalé este ano ele me —____ (dar) um aumento de salério, mas ja sei que isso no vai acontecer. 2 Secles 3. Ela fala, como se —_____ (aber) sempre mais do que os outros. 4 4. (ter) um trabalho, ndo estariam a viver na rua, 1 Se tu ___ (ler) 0 jomnal, jé saberias o que se passou. Mesmo que n nessa Faculdade. (querer) fazer esse curso, no terfamos média para entrar 6. Est imenso calor! E como se (nés) (estar) em pleno Verao. ade de 1. Escolhi um hotel que no —_____ (ser) muito caro. 4. A professora pediu-nos que —___(trazer) 0s diciongrios. 4. Preferia que ele nao ____ (ir) almogar connoseo. Nao gosto nada dele. 10. Era methor que voeés —_____ (vir) mais cedo amanha. I. Sempre duvidei que ela —____ (conseguir) passar no exame e parece que tinha Td. Agradecia que o senhor me *) 0 seu nome completo ¢ o seu enderego. |] 13. Gostava de comprar um carro que (gastar) menos gasolina do que este. V4. Estou cheio de fome. E se nés (ir) almogar? 16. Ele ficaria contente se (fazer) a festa de aniversério 4 em casa. 18. Talvez —__ (er) mais facil ele arranjar um emprego se (fazer) um | curso profissional htiea em 1. 0 professor quis que eu _____(mudar) de lugar. Ih. Se naio ___ (estar) a chover, podfamos ir a pé. 18. Quando ela era crianga, a mae ficava sempre ao pé dela até que ela (adormecer). 20. Eu agradecia-te se tu me (poder) substituir amanha. Tenho o meu filho doente. 4. Imagine-se em cada uma das situa: seguem © complete as frases. 1. Eu faria uma viagem a volta do mundo, se a. Se eu estivesse desempregado/a, 3. Eu gostava que me ajudassem, se 4. Se eu tivesse um bareo, 5. Eu praticaria um desporto radi u encontrasse um se rigo a dormir & minha porta, 1. Todos nés serfamos mais felizes 4. Se eu tivesse de trabalhar fora do meu pats, IN. Se eu fosse assaltado/a na rua & noite, ® Pe ae ao 1. Leia o a um pouco mais sobre a associagio CAIS. Dez anos da CAIS Muitos os véem na rua, de colete fluorescente a dizer CAIS (abreviatura de Circulo de Apoio & Integragiio dos Sem-abrigo), com uma revista na mio que tentam vender aos automobilistas parados nos semaforos e is pessoas que passam nas ruas, ou saem do metro. Foi hi dex anos que surgiu para dar um projecto digno de vida a quem nio 0 tinha, Ao dignificar o vendedor, pela qualidade do produto que vende pela possibilidade de fazer um ordenado, permite-Ihe gostar mais de si mesmo ¢ atrever-se a ir mais longe. Maria Paula tem 44 anos. Durante 15 a toxicodependéneia orientou todas as suas opebes € influenciou os seus caminhos. Durante um ano chegou a viver num carro abandonado, Mas, como ela diz, "fecha-se uma porta e abrem-se vérias janelas." Conheceu a revista CAIS © pediu que Ihe fosse permitida a yenda da revista, Foi af que comegou uma nova etapa na sua vida, Hé quase oito anos que Maria Paula Tavares é vendedora da revista CAIS. Quase tantos anos como a idade da propria associago na qual a revista tem origem. Nascida em 1994, a CAIS é uma associacao de solidariedade social, sem fins lucrativos, que quer apoiar a reinsergiio das pessoas ou grupos exclufdos. Setenta por cento do valor das vendas da revista fica para o vendedor. Diferente de todas as outras 0 inicio nao foi facil. Henrique Pinto, director da revista, recorda os primeiros tempos, Jembrando que houve momentos complicados, em que, devido a falta de n chegou a nao ser editada em alguns meses. Mas se antes a tiragem se situava entre os dois € os cinco mil exemplares, hoje esto perto dos quarenta mil. E quando se fala em crescimento ¢ transformagies, Maria Paula responde imediatamente: "Uma casa. Consegui ter uma casa, através do dinheiro que juntei e da ajuda da Camara Municipal de Lisboa. Além disso, consegui tirar um curso de Informatica. Mas conseguir emprego & muito complicado, Importante também ¢ que, depois de comecar a vender revistas, conheci ‘muitas pessoas diferentes comecei a ser acarinhada, 0 que foi fantastico. Apesar de dependerem da ajuda de patrocinadores, as importantes, como congressos, produgiio de estudos . a revista conseguiram eriar algumas e livros, organizagao de eampeonatos de futebol de sem-abrigo, entre outras. Henrique Pinto quer, no entanto, que fique claro que a ajuda que pretendem dar se relaciona com uma atitude de longo prazo, em que o que é importante é a velha méxima de no dar o peixe, mas ensinar a pescar, ou seja, educar para a vida activa in Noticias Magazine o da revista Noticias Magazine e fique a conhecer [===] 2. Responda as perguntas sobre o artigo que Bt acabou de ler. . - 0 1. Quais sio os objectivos da Associagao CAIS? i! a 2. Depois de ler o testemunho da Maria Paula Tavares, acha que, de facto, o trabalho desta | associagao pode aumentar a auto-estima daqueles que se encontram em situagies dificeis 1 | como a que ela vivia? De que forma? | 1. Explique o significado das seguintes frases: De ... "possibilidade de fazer um ordenado permite-lhe gostar mais de si mesmo e atrever-se a A icin age so "fecha-se uma porta ¢ abrem-se vérias janelas." Ataxi “nao dar o peixe, mas ensinar a pescar.” Sous 8. Desenvolva as seguintes questées. cat diosa] 1. Qual 6 a sua opinido sobre esta associago? | 2. Pense no seu pais e, mais coneretamente, na sua cidade, Existem muitos sem-abrigo? Que tipo de she pessoas & que, na generalidade, se encontram nesta situagio? Boat J. Sahe se no seu pais existe uma associagio como a CAIS? Que tipo de ajuda é que estas pesos tbat recebem? exc 4. Quais stio, na sua opiniio, os factores que mais contribuem para o aumento de pessoas sem-abrigo? 4 5. O que se poderia fazer para diminuir ou, mesmo, acabar com esta situagiio? ig 6. Em Portugal existem vérias iniciativas com o objective de ajudar, nao s6 0s sem-abrigo, como a jas com problemas econdmicos. 0 Banco Alimentar contra a fome & um bom exemplo dessa Mais tivas € muitas sto as pessoas que voluntariamente nelas participam, como pode verifica, Ateaofim endo esta pequena noticia que demonstra bem o envolvimento da populagto, em ger ais 6m paint fisticn a BANCO ALIMENTAR SUPERA EXPECTATIVAS: eal Arecolha de alimentos realizada no fim- ‘ugal ter -de-semana pelo Banco Alimentar supe- ad row as expectativas e aumentou 7,5 por comosnit cento relativamente a Maio de 2004. Os 10.500 voluntarios recolheram mais de mil toneladas de alimentos em 527 su- 2, perficies comerciais. in Metro A Quercus, Associagdo Nacional de Defesa e Conservagiio da Natureza, é uma outra organizagio de trabalho voluntério bastante conhecida em Portugal. Os estatutos desta associagdio sto claros ao instituir que nenhum membro dirigente é remunerado, Assim, & ‘excepedo de algum pessoal administrativo, todo o trabalho desenvolvido por esta organizagiio tem cardcter voluntério, Conhece algumas organizagies de trabalho voluntério que no seu pafs apoiem as pessoas que, por variados motivos, precisem de ajuda? Quais so e em que dreas € que elas oferecem ajuda? @ ue tipo de 1s pessoas omabrigo? p, como as, plo dessas, e verificar, outra desta sim, 2 fizagao sque, o mundo. ‘opesempneco em Portugal SSdeve comecara diminuir fm 2008, Ate Id, a taxa vat ‘manterseacimadossete por ‘cento,actualmente rest tls, apesardosector privado Iresiar170mil posto de ra batho, este ano. sta fol a ideiatransmitida pelo mi nistro dos Estados e Final ‘is,Campose Cha. ontem, ‘hoPariamento, Destes 170 mil postos de trabathoque serdocriados,0 mministo diz que devem ser frvde igus xabors yrs deine, Aiisosanesemizn ening doen prqetemasoramorcaemctapecoeds, | Unt rtndor outa plana em scree Gamantnatomeceenchanenetaes | SSeecprinmenamvaaaee | rok un operant onpeeaon ‘race nse entcoune ue fimedespedsne a ‘an citar ecm que eels rnc cuter Theses toe Hee tausnacumemareasiodene py ‘eso, Nocatlogo da empresa que fandow em conjunto comes dais amigos Inicereade so sugestes prs programas deentetenimentoelazee Niosio nem '50.stomesmo soo. ara todos or oso, pra todas as idades pars toon oF oso || desemanasejaavador strona, ree || oedss aprendaadaneartangoou fazer Margarida Momentos sono, de ventura, de relax, deemocto,de palo ede prazer €sber ‘other Eporsma manbs, um di, om im- res poy oe rnd sejapor re or cozinheir,D}, "bartender plow de Férmul 1, merputhe com tubaroes. visite ‘Titanic no funde doar bingue aos as {elo no Breese com ooo arcs pa Seiede alto, dehlicpero,slte de prs ‘apocia,seja eerie por tm dco ‘mosecostuma dizer, oc6uolimite pars ‘ontava de pescarem alto mar? De mostrar glfiahos 40s ‘Feu fils? Deo ensina afer rafting” Ou“rappel"? Secathar preferecxpermentarsentira gravid no eat zero eflutuar dent de uma nave espacial, qual Laika 08 enti tata desi, um SPA mimarse por um dacom todo ‘aque tem direit, Ou enorar ose gusnéa Toupacom 3 ‘dade um estuta Ores detzooa imaginar is io | exegueso im-desemsna depois de ima semana mito chi tasemdeir, porque reo parr fechada em cast aver filmes que} iu cinco ves ea ze eochete contra 33 p> ‘redes,asemana queseseyue serdainda mals cinzentae pe Sadado ques anterioe Portugal hi algumas empress fundadas por Ants ios que quiseram seguir um sonboemudardevida. ‘Mude tame asa experiment os programas quelhe ‘ferecem estas empresas Porquenem $0 de plo vite oo ‘meme forma como nos divrtinas também diz mito de ‘ns. Elembrese qe, sao tem dinheir para pacar n0 fate ondevveuomiliondso Onassis st porque quase nin gud tem, pode optarpor um cur de covinhatiandess ‘uum romdntic pastiode“ride ca”. O que precisa 0- in Metro Ci dif qu ast 1. E voce? O que faria se estivesse desempregado? 2 Acha que a empresa do Ant6nio teria sucesso no seu pats? hito 1. Imagine que se dirigia & empresa do Anténio para escolher um programa de entreteni e lazer, Se tivesse essa oportunidad, quais seriam os programas que gostaria de escolher? stos 8- Joao Antunes, vendedor da revista CAIS, tem cinquenta ([Sompreeness ore] > anos e a sua vida nao foi facil. Ouga o seu testemunho € pee teste a sua compreensio oral, respondendo as perguntas. dos |. Por que rardo é que Jodo Antunes nao pode ter um trabalho 4 quantos anos é que ele vende a revista? |. O que é que ele fazia para ganhar dinkeiro antes de ser vendedor da revista CAIS? |. O Joao vivia na rua antes de trabalhar para a associagao CAIS? |. Com esta nova actividade, os problemas econémicos do Joao acabaram por completo? C. Pronincta > Em alguns casos, a letra ona silaba téniea 6 pronunciada de forma diferente no singular e no plural. Sublinhe as palavras em que acha que isso acontece. Em seguida, ouga-as com atengao e verifique se assinalou as opgées correctas. ‘ovo ~ ovos jogo - jogos povo - povos moda - modas porto - portos fogo - fogos doce - doces nota - notas hora - acordo - olho ~ sogro - sogros sogra - sogras HDICE ’ MATICAL : Ape GRA Imperfeito do Conjuntivo Forma-se a partir da 3* pessoa do plural do P. substituindo a terminagio —ram por PPS. Tmperfeito do Conjuntive ‘les falaramm en falaase tu falanses le falasse ds faliissemos eles falassem: 0 Imperfeito do Conjuntivo usa-se nos seguintes casos: Is Nos mesmos casos em que se usa o Presente do Conjuntivo quando o verbo da oragao principal esta no pasado. ra bom que eles chegassem a tempo. Era natural que estivesses cansado. Era melhor que mareassem 0 voo esta semana, Convinha que fosse Preferia que vi a0 médico mais depressa possivel. Jéssemos 0 Museu do Azulejo. *Fui a escola para que me dessem o certificado. *Embora quisesse ler tudo, no fui capaz. *Ainda que es se mau tempo, fomos dar um passcio. Notas Quando o verbo da oragao principal esté no PAR.S., 0 Imperfeito do Conjuntivo indica uma acgao que se res Ze Para expressar uma condigao irreal, imaginéria ou hipotética em relacdo ao presente e a0 futuro, Se + Imperfeito do Conjuntivo + Imperfeito do In ivo / Condicional Exemplos: Se tivesse tempo, ia/iria convosco. Se pudesse, fazia/faria uma viagem. Se fOssemos de comboio, chegdvamos/chegariamos ds 14:00. Q . a a por ragiio luntivo fente © Die Atl =o == N Ei M CAL =o => 3+ Para expressar um desejo com pouca ou nenhuma probabilidade de concretizacao.. Exemplos: Quem me dera que nao chovesse no fim-de-semana. Oxaldé amanhi fosse sexta-feira. Tomara que j4 estivéssemos de férias. 4+ Em frases comparativas para expressar factos irreais. Exemplos: Eles falam como se fossem especialistas no assunto. Ela agiu como se estivesse muito interessada no nosso trabalho. 5e Para fazer sugesties. Exemplos: Ese féssemos ao Chiado? Ese jantassemos fora amanhi a noite? “UNIDAD A. Manda-lhe um SMS. 2 1 1- 0 Luis é um jovem com 16 anos ¢ esté em casa a falar com os amigos no Messenger, quando o André chega & sua easa. 1. Ouga 0 didlogo. André: i, com quem é que estés a falar? Luis: Tis bom? Com 0 Bernardo, a Catarina, 0 Nuno e a Carolina. André: E se féssemos logo ao cinema? ver E uma boa. Vou perguntarlhes se eles vet querem ir, André: E, pena o Joao ndo estar no messenger, Co jo também The dizia Luis: Nao faz mal. Manda-the um SMS e pergunta-Ihe. André: Olha, 0 Joao diz que nao pode. Se Ihe tivéssemos dito mais cedo, nao tinha com- binado outro programa para hoje Fica para a préxima. Olha, eles vio todos. A Catarina vai ver na net que filmes estdo nas Amoreiras ¢ daqui a uma hora falamos outra ver no messenger. Entretanto, vai um joguinho na playstation? Quero a desforra de ontem, André: Tou a ver que se nao te tivesse ganho ontem, néo me tinhas dito para vir ed a casa hoje. Luis: Deixa-te de conversa ¢ anda mas é jogar. 1 2. Antes de ler o texto, responda as perguntas: Exe 3. 0 André fala com o Joao no messenger? Porque? 4. Que aparetho 6 que o André usa para falar com o Jodo? 5. Porque 6 que o Joo niio vai com eles ao cinema? F. Como é que a Catarina vai saber que filmes esto noe cinemas do Centro Comercial das “4 Amoreiras? 1. Qual ¢0 prin 1 jogar na playstation com 0 amigo? ipal razio pela qual o Luts 8. Agora leia 0 diélogo. das eee Wi © Pretérito mais-que-perfeito composto do Conjuntivo forma verbo auxiliar ter no Imperfeito do Conjuntivo ¢ 0 Participio Passado do verbo principal. se com 0 Complete 0 quadro com os yerbos conjugados neste tempo. fazer por 2.0 Pretérito mais-que-perfeito composto do Conjuntivo usa-se para falar de accdes irreais que nao se concretizaram no passado a. em frases condicionais b. em frases exelamativas Exemplos: 3. Complete as frases conjugando os verbos no mais: ito com do Conjuntivo. 1. Quem me dera que eu —_____ (encontrar) o Joti na Universidade, Mas acho que ele esta de férias. 2. Se ____ (it) as ced tinhas visto o que se passou. 1. Sends (Ler) mais tempo, terfamos visitado os teus pais. Se eu no (deixar) 0 telemével em casa, tinha-te enviado uma mensagem. Nés tinhamos-te dito, se —______ (ir) ao cinema, Se os pais nfo _________(instalar) o messenger, ela nio passava tanto ter computador. Se vocés —_____ (vir) ed a casa ontem, tinham jantado connosco. Eu tinha-the oferecido um telemével novo no Natal, se ele —____ (ter) boas notas. Era bom que eles —___ (ver) 0 programa de ontem. Ele nio teria chegado tio tarde, se —_______ (vir) de carro. 4.Podemos ter frases condicionais que expressam situagdes hipotéticas com possibilidade de concretizagio diferente: a) hipétese ainda possivel no futuro; b) hipétese nao verificada no presente, ou com pouca possi concretizagio no futuro; Exemplo: ©) hipétese que nio se verificou no passado. Exemplo: > uma apo ao boas gies le de 1 (ver) a Teresa, dizsthe que eu Ihe telefono logo & noite. a. (morar) em Lisboa, ia de metro para o trabalho. i (ter) dinheiro, comprivamos este telemével. 4 (estar) em casa a essa hora, teria visto esse filme. §. Se na proxima semana eu _________ (ter) algum tempo livre, vamos almogar juntos. 6. Secu ___ (aber) a que horas comega o filme, dizia-te. 1. Se (p61) carro na garagem, nao tens que andar & procura de lugar: 8. Se ___ (ir) & aula de ontem, terfamos tirado essa divida. §. Se nao —____(chover) amanha, podemos ir & praia. I. Sendo _______(haver) Internet, os jovens passariam menos horas em frente a0 computador. Il, Se —___ (poder) ir convoseo, mando-te um SMS. Te Se eles nfo __________ (pasar) tantas horas a jogar playstation, teriam tido mais tempo para estudar para o teste. 3- Concorda que os jovens de hoje sio uma geragio que ["°™ Reams | pode ser considerada como digital, devido ao seu perfeito relacionamento com as novas tecnologias? Leia o texto e analise os resultados de um estudo sobre 0s jovens e a sua dependéneia das novas tecnologias. Estas so algumas das conelusdes de um trabalho que teve como objectivo pereeber como é que 0s jovens universitérios, entre os 18 os 22 anos, ocupam o seu tempo, € como utilizam e se relacionam com as novas tecnologias. 0 estudo nao deixa diividas sobre as alteragies ocorridas no relacionamento dos jovens com tecnologia ao longo destas duas tltimas décadas. A maioria dos inquiridos afirma utilizar as TICs (Teenologias de Informagiio e Comunicacao) para pesquisar e trabalhar. Percebe-se que € ao fim-de-semana que os jovens dedicam mais tempo as consolas, teleméveis e computadores, chegando o tempo de utilizacao a atingir as sete horas no caso do computador, contra eineo horas durante a semana. Muitas mais que aquelas que dedicam aos estudos ¢ desporto: durante a semana nao ultrapassam as 2,5 horas ¢ a pratica de desporto no excede a 1,5 hora, em média. A internet 6, para esses jovens, facilitadora de relacionamentos mas, em contrapartida, é um meio eriador de dependéncia do qual ¢ preciso tirar "férias" de vez em quando. s autores do estudo concluem que as TICS "obrigaram & reorganizago dos quotidianos dos jovens" da chamada geracdo digital, que revela "grande dependéncia" da utilizagao do telemével ou do computador. in Visto 4- Estamos viciados em SMS. Esta foi a conclusio Jovens tecnolégicos i ‘vcr min nr et om ne 22 ‘ovat trams ene ee ‘Sone estem mca ‘eoscoIntemet Telesio ERE =. a studo Re .. “elevisor no quarto ‘ sehen a 1. Ficou surpreendido/a com alguma informacao presente no texto ou no estudo? 2. Refira quais as vantagens ¢ as desvantagens deste relacionamento com as novas tecnologias de informagio ¢ comunicagio, 3. A nova geragio no seu pais também pode ser considerada como digital? Acha que haveria algumas diferengas se 0 estudo fosse realizado no seu pafs, mais coneretamente, numa grande cidade? Os resultados seriam diferentes com jovens do interior ou de um meio rural? do primeiro estudo sobre mensagens eseritas em Portugal. Muitos portugueses dificilmente passam um dia sem mandar ou receber um SMS. Analise os resultados desse estudo e, em seguida, responda as perguntas. E, se tiver amigos portugueses e quiser comunicar com eles, envie-lhes um SMS... SIS in Nowa Gente logias rural? 1. Os jovens do seu pais sio também grandes utilizadores deste servigo? 2. Imagine que Ihe pediam para responder As questées do estudo realizado em Portugal. Qu seriam as suas resposta 8. Sera que consegue compreender os SMS que muitos jovens enviam uns aos outros? Algumas mensagens siio diffceis de entender, parecendo cédigos para decifrar. Leia estas 7 mensagens, tente compreend@- Jas © esereva-as em portugués correcto. §- A dependéncia que 0s nossos jovens evidenciam em relagio & televisio ¢ a outros meios de comunicagio 6 uma situagio que preocupa muitas pessoas. Este foi o tema de um debate, em que se analisaram as consequéncias negativas que esta dependéncia pode provocar, Leia o artigo ¢, em seguida, responda as questoes. Censura na TY, a bem da familia Especialistas em ensino, familia ¢ meios de comunicacio reuniram-se em Lisboa para identificar o que vai mal com 0s nossos mitidos. Joo Vasco Almeida Sera que, se dentro do limite democritico houvesse censura na televisdo para proteger 0s mais novos, isso seria accitavel? Esta foi uma das questdes apresentadas nos debates, que duraram dois dias, e que juntaram ‘vérios entendidos nas matérias. HG muito tempo que se alterou o triangulo familia, comunidade e escola, onde a erianga estava inserida, Agora hd que contar com um novo vértice: os meios de comunicagdo social © a sua importaneia na vida dos mais novos. ATV ha muito que foi ultrapassada pelos novos meios de eo "Falamos sobre os peri- gos da TV, mas sabemos o que é um SMS? Um MMS? Ou o que é um "chat"?", questionou um pedagogo presente nos debates que nos alertou: "Hoje hd termos como "chatat” ou a expressio ‘como "Tubal" ou a frase comercial "i9"** que deturpam a lingua ¢ n6s nao temos resposta nem dindmica para as compreender. As criangas estio agarradas aos computadores, & internet, onde no 6 possivel fazer censura. Que respostas temos para estes novos meios? Como se comportariio os educadores perante estes cendrios recentfssimos?", questionou. No entanto, Maria de Jesus Barroso sublinhou que todos 0s meios tém "um papel fundamental na formagao dos mais jovens" e que os érgios de comunicagdo social devem assumir "uma espe- cial responsabilidade nessa formagao, uma vez que so, cada ver mais, montra de modelos que os jovens seguem". in Focus Setabal 1. Concorda com a existéneia de algum tipo de censura na televistio como forma de proteceto dos seus possiveis efeitos negativos sobre eriangas e jovens? Jue influéncias negativas so referidas no texto, em relagao & TV © aos novos meios de eal r ‘comunicagao? 1. Se tivesse filhos ainda criangas ou jovens acha que exercia algum tipo de censura? para ram tava peri onde ‘arto ental espe- bque lecgaio fos de 1- O mundo aos 18 anos vari B. O mundo aos 18 anos conforme o pais de origem, a cultura, a religiio, ete. Varios »s factores que influenciam a forma como 0s jovens véem o mundo nesta idade. 1. Leia o texto © fique a conhecer como é 0 mundo para os jovens portugueses aos 18 anos. 0 Mundo aos 18 anos Individualistas ¢ consumistas, cultivam mais 0 corpo do que os livros. Nao passam sem as novas teenologias, Mas tambéi siio capazes de sentimentos mais nobres. metade dos 375 mil novos ¢ Henrique Botequilha Bem-vindos a terra de ninguém. Tém 18 anos, ja nao mas ainda no so adultos. Geragio rasea, gerago x, gera uusaram varios termos para definir esta categor nifo tém valores, so ego‘stas, indisciplinados ¢ incapazes de assumir uma causa colectiva, Idealistas, sonhadores, radicais sao caracterfsticas associadas aos jovens. Mas o que o presente mostra é que cada vez mais tém os pés bem assentes na terra A maioria olha, espreita para a que os jovens frente vé muito pouco. O futuro abre-se em perspectivas modestas, quase sempre associadas a situagio perante o trabalho, Escolhe-se um caminho e caminha-se. Um passo de cada vez Cultiva-se a imagem jovem, 0 corpo formatado nos gindsios, as novas tecnologias sempre presentes, safdas nocturmas sem hora de regresso, A entrada no mundo laboral vai-se adiando e, com cla, 0 fim da adoleseéncia, Os jovens saem cada vez mais tarde do lar dos pais; quando casam, j4 esto, em média, perto dos 30 e os filhos so poucos e tardios. Consumidores obsessivos, adoram marcas ¢ as marcas adoram-nos. Poucos deverdo conhecer melhor esta idade do que os publicitérios. Encomendam-se 0s estudes eos modos de vida so passados a pente fino. Assim se fica a saber que 0 carro & um parceiro indispensével, os CDs io mais comprados do que 0s livros, os Geulos de sol aderegos importantes. As meninas preocupam-se cada vex mais cedo com 0 vestusrio e com 0 corpo, enquanto argumentos de sedi. Os rapazes entregam-se a um Look cool, prolongando-o. Todos frequentam centros ‘comerciais: 9 em cada 10 recorrem a eles como ocupagao dos tempos livres. As novas tecnologias tomam-se imprescindiveis. 0 computador ¢ a internet fazem parte da vida dda maioria dos jovens e da quase totalidade dos estudantes. Estaremos mesmo 3 beira da dependéncia da net Sair & rua sem telemével € hoje mesmo que sair sem um sapato, Estes jovens clientes dao importancia & marca, ao design e & funcionalidade do equipamento, slo os eampedes do SMS e de jogos, videos, toques e mi Em casa, a playstation também tem o protagonismo, na intimidade do quarto: mais de meio milhao de consolas vendidas em Portugal, dirigidas a uma média etéria de 20 anos. Enum ‘mundo em que o computador € o telemével vio impondo a sua lei, ndo deixa de ser curioso que a TV mantenha um lugar igual nas atengies. ees No entanto, também importante conviver. Do convivio fiz-se a festa, do encontro uma celebragdo sem limites. As redes de amizade sao sélidas ~ a mesma tribo ¢ a mesma onda, Hi vérias maneiras de se chegar aos 18 anos e outras tantas de se sair deles. Maiores de idade, com certeza; talvez sejam adultos. Sonhadores, sempre. Quando nio temos 18, desejamos li chegar. Quando chegamos s6 queremos voltar atrés. in Visio (OOUE NT in Visio 2. Responda as perguntas: 1. Como pode definir os jovens de 18 anos de que o texto nos fala? 2, Penee em sm 18 unos: em que espoetos 6 que se diferencia se reve em relagio a imagem apresentada? 5. im que aspecias & que os jovens no seu pats alo diferentes dos portugueses? 4, No artigo, as jovens siio chamados de egoistas, individualistas, consumistas indi ciplinados € ineapazes de assumir uma atitude colectiva. Concorda com a atribuigio destas caracteristicas? 5. Considera que, de acordo com a informagio, o que mais preocupa os jovens portugueses coincide com o que mais preoeupa os jovens do seu pats? @ fle, gem dos ‘sas 2- A noite, os bares e discotecas das cidades portuguesas enchem-se de jovens (e nao s6) em busea de diversiio e convivio. A oferta é variada e muitas sio as discotecas que funcionam até de madrugada. 0 exagerado consumo do alcool por parte de muitos jovens estudantes, que vivem a noite de forma, por vezes, excessiva, é para algumas pessoas responsivel pelo insucesso escolar que se verifiea em muitos estabelecimentos de ensino secundirio ¢ superior. Faga uma breve viagem, proporcionada pela revista Visio, aos santuarios nocturnos das cinco prineipais cidades portuguesas, e, em seguida, conhega a polémica opiniio do Reitor da Universidade Catélica de Lisboa. “hisy-ol, vodka eum Bacar PoRTASFECHADAS: 6 bar fncora a6 r6s;mas quem ji idee daa (A O triunfo da Republica uns amon 6536 guNes PONTO DE EACONTHD: Praga a CORD: Em Gas de ats aeadinica Meplen io bates anualnanie ae marcas eISCOTECAS/AViaLatnae Remix ‘eda de Soa! ‘So a mae populares ‘RIDA. estudete uverstios __ALTERNATIN Fstas antares nas Preterm acervjsenquanto os 0 rebless (esldnss de staat) Srcundinspectam ne sors bce madras LISBOA Da noite se faz manha eee eines acnyanceanceinemuineag ceipst Soon Sai ores gyms hon Doers amvtesemoe afer nec sa Scenetsciatinnsrere Mat Saas pa ey alma Doses raemboger mas us smaon corn Seba Aso Sort, ca uouagte Acadia, Abeta dada 6 Malt Fecha re nmants Sth derumecsce ‘MECOTeCH ehh mana cade, SUENTES)ARTUAS,oetuantar piers triers Onrmai ro ‘Sham sg dns 0 paosos ® 0 Reitor da Universidade Catélica de Lisboa estabeleceu uma relagio directa entre estas noitadas ¢ o insucesso escolar. Avisando que ia assinalar "um facto muito falado e que ninguém tem a coragem de denunciar", o reitor disse que "hoje, em todas as eidades universitarias de Portugal, existe uma auléntica indkistria da noite que exerce uma fortssima pressao sobre os ‘estudantes universitarios ¢ 6 responsével por um clima de menor investimento no estudo e na aplicagio geral”. Para este docente e socidlogo, "os podleres puiblicos tém de tomar medidas sobre os hordrios da indiistria da noite", sob pena, avisa, de se "pagar a factura” nas geragBes futuras. in Visio 1. Concorda com a opinite do reitor? Em que aspectos? 2. Faga uma apresentagdo da noite na sua cidade, tal como é feita para as cidades portuguesas. 3. Em Portugal é proibido vender dlcool a menores de 16 anos. No entanto, sabe-se que em algumas discotecas nfo se cumpre a risea essa lei. E no seu pafs como &? 3- Ouga algumas informagées sobre experiéneias e modos de <<» vida diferentes de cinco jovens, Em comum, s6 tém 0 facto de terem 18 anos. Teste a sua compreensio oral ¢ responda as perguntas. 1. 0 que € que a Sofia estuda? 2. Porque € que ela ganhou o prémio de melhor aluna do secundario? 4. A Sofia mudou os seus passatempos depois de fazer 18 anos? 4. Onde é que o José Luis trabalhou no Verio? §. 0 que 6 que ele fez com o dinheiro que ganhou? 6. Como € que ele passa o tempo livre? 1. 0 T6 26 ainda esté a estudar? 8, 0 que é que ele quer mudar aos 18 anos? 4. Que profissao € que ele quer ter? Il. Até que ano de escolaridade é que 0 Roberto estudou? Tl. O que que ele faz para ganhar dinheiro? 12. Qual 6 0 sonho do Roberto? pri Lae Th. Que curso é que o Bernardo esté a tirar? V4. Como ocupa ele o tempo livre? 15. Dos cinco jovens, quais € que considera que tiveram um pereurso de vida mais diferente? & Ovtografia e@ Pronincta Coloque as palavras dadas na coluna adequada de acordo com a prondneia da letra x. Em seguida, ouga as palavras e verifique se fex a opcio correcta. taxi / maximo / conexio / xaile/ exemplo / mexer / xadrex / taxa /xisto/ aproximar / faixa / eixo J sexo I hexigono / exame / extinto/ enxame /roxo | enxaguar / luxo / puxar / experiéncia / éxito / maxilar / sexual / extinguir a, | 0 Pretérito mais-que-perfeito composto do Conjuntivo é Forma-se com o verbo auxiliar ter conjugado no Imperfeito do Conjuntivo e 0 Particfpio Passado do verbo principal. eu Tivesse feito tu tivesses dito vocé/elalele tivesse comido nos. ivéssemos ganho voeés/elas/eles | tivessem ido. 0 Pretérito mais-que-perfeito composto do Conjuntivo usa-se para falar de acgdes que no se concretizaram no pasado Ie em frases condicionais: Se + Pretérito mais-que-perfeito composto do Conjuntivo + Pretérito ‘mais-que-perfeito composto do Indicativo /* Condicional Pretérito Exemplos: Se tivesse tido tempo, tinha/teria ido convosco. Se tivesses esperado por mim, tinhas/terias aprendido a usar o messenger Se ndio tivesses desligado o telemével, tinhavferias visto a minha mensagem. Nota: Q Condicional Pretérito forma-se com o verbo auxiliar ter no Condicional 0 Participio Passado do verbo principal. a 2+ em oragdes exclamativas: s Exemplos: : is jd ndo havia bilhetes. Oral cle tivesse estudado mais para 0 exame. Teve uma nota muito baixa. Quem me dera que tivéssemos ido ao concerto, Oralé tivesse escothido outro hotel. Aquele era péssimo. WDICE - , MATICAL ivo é Frases condicionais niicipio As frases condicionais podem expressar situagdes hipotéticas com diferentes | possibilidades de coneretizagio, Ie Hipotese ainda possfvel no futuro: Se + Futuro do Conjuntivo + Presente do Indicativo Futuro do Indicativo Imperativo Exemplos: I Se voces vierem a Lisboa no domingo, almogamos juntos. Ens Se sair mais cedo, passo/passarei pelo centro comercial. Se reservares 0 voo pela internet, pagas/pagards menos. 2+ Hipotese nao verificada no presente, ou com pouca possibilidade de concretizagaio 4 no futuro: Se + Imperfeito do Conjuntivo + Imperfeito do Indicativo Condicional Exemplos: Se voc@s viessem a Lisboa, almogdvamos/almogarfamos juntos. Se saisse mais cedo, ainda passava/passaria pelo centro comercial Se reservasses 0 voo pela internet, poupavas/pouparias dinheiro 3* Hipstese que nao se verificou no pasado: Se + Pretérito mais-que-perfeito composto do Conjuntivo + Pretérito mais-que-perfeito composto do Indicativo | Condicional Pretérito Exemplos: 4 Se tivessem vindo a ishoa no domingo, tinhamos/tertamos almogado juntos. Se tivesse saido mais cedo, tinha/eria passado pelo centro comercial. Se tivesses reservado 0 voo pela internet, tinhas/erias pago menos. Unidade > A. A tua avé é estudante?! 2- 1- A Helena esta a estudar em casa de uma amiga, a Joana. 1. Ouga o didlogo entre as duas. Hel naz A minha av6 tel ynou-me a perguntar-me se eu a podia ir buscar a Universidade porque tem o carro na oficina. Joana: Ela 6 professora? Helena: Nao, é estudante. q Joana: A tua avé é estudante?! Quantos anos tem ela? Helena: 72 anos q Joana: _E é estudante?! Em que universidade? Helena: Na Universidade Intemacional da Terceira dade. Desde que se reformou que ela inventa sempre novas actividades. Agora anda nesta universidade © gosta imenso, Para ela, a melhor forma de uma pessoa ndo envelhecer 6 manter-se activa, Joana: Ela 6 capaz de ter razio. A minha av6 passa o tempo a ver televisdo e ests sempre a falar de doengas. Helena: Ah! Acho que a minha ndo tem tempo de ver televiso. Ou vai ao ginésio, ou vai jogar Pa aaa ear ariel tetera Tea aera Q tenho que ir, Ela disce-me que lhe mandasce um toque para o telemével quanda 4 estivesse a chegar. Nao a posso fazer esperar. Ela odeia esperar. Tehau! Joana: Tehau! E na préxima ver que formos jogar ténis, pergunta & tua avé se também quer ir. 2. Antes de ler o didlogo, responda as perguntas e teste ==5=SsnS Tsai a sua compreensio oral: 1. Porque € que a Helena tem que sair? 2. A avé da Helena é professora da Universidade? 4. Como pode definir a avé da Helena? 4.4 av6 da Joana ¢ tao activa como a avé da Helena? 0 fin é qua» avo da Helenk dient 6. Conhece alguém como a avé da Helena? 8. Agora leia o didlogo. 1. Repare nas seguintes frases do diélogo: As duas frases se no discurso indirecto. No discurso directo, ou seja, no momento em que foram ditas pela avé da Helena, as frases seriam diferentes. Quando reproduzimos 0 que alguém nos disse, temos que fazer algumas alteragées. Preste atengio aos seguintes exemplos: encontran O que é que ela disse? (Quando chegar, ‘mando-the tourme se eu tinka visto a av6 ehegasse, the oe ‘no dia seguinte seria a6 Ihe 2. Agora passe as seguintes frases para o discurso indirecto e diga 0 que cla disse. L.- "Sente-se e esteja a vontade."" Ela disse-me que. 2.- "Tem que se inserever até a proxima sexta-feira." 3.- "Quando me reformar, também quero ser como a tua aus". 4.-"A que horas € que « vais buscar?" §.- "Embora tenha muito trabalho, hoje vou sair uma hora mais cedo,” £- "Estarei a porta do cinema as vito horas." 1 "Telefona para a Joana e diz-lhe que hoje nio posso ir a casa dela.” 8 "A reuniao pode ficar para amanha?" 4. "Ontem nao vim a escola porque estive doente." W.- *Podestelefonar-me sempre que quiseres." I1.- "Bu vow ao gindsio, mesmo que me sinta cansad.” T= "A minha avé nao quer que eu hoje aw buscar.” 3- Repare na seguinte frase do dislogo: a a Neste exemplo, se nio introduz uma condigio, mas uma interrogativa indirecta, Por essa razio, 0 verbo encontra-se no Indicative. 0 mesmo se passa com outras palavras quando tém essa mesma fungio: | en int qu Complete as frases com verbos no Indicativo ou no Conjuntivo. | |. Eu ndo sei se amanhé ela ______ aula. Se ela nao ____— aula, eu levorlhe os apontamentos. ter Quando eu ______ tempo, havemos de ir ao einema. Eles perguntaram-me quando é que eu —_______— tempo livre. poder J. Preciso de saber se vocés __________ vir mais tarde. ‘Serd melhor, se —_______—_. vir mais cedo. dar |. Sei perfeitamente quem _____ esta eontribuigaio para o lar de idosos, Ficaremos agradecidos a quem quer que uma contribuigo. dizer You ver no diciondrio como se _____ essa palavra em portugues. Se nds ______ essa palavra em portugués, a professora ficava contente. querer . Nao sabemos onde é que eles —_____ ir jantar. ‘Vamos jantar onde ela comer —__— o que ___., nao consigo emagrecer. Diz-me Id o que vocés ______— ontem no jantar de despedida do T6. estar Sabes onde —___ 05 meus éculos? eu hei-de encontré-los. 4. E se ______ todos dar uma volta? Nao era uma boa ideia? Pergunta-lhes conosco. Sostava imenso de saber quem a minha mala no chao. Ficarei aborrecida com quem quer que —_____outra vez a minha mala no chao. 4-Conhega dois casos de pessoas que, embora tenham entrado na terceira idade, mantém uma actividade fisiea e intelectual que Ihes permite envelhecer com mais qualidade. Velhos ¢ muito aetivos ‘Aos 92 anos, 0 engenheiro reformado Eberto Manuel de Miranda agarra todos os dias na sua maleta, certfica-se que nio se esqueceu dos éculos de leitura, chama o seu motorista ¢ vai para ‘trabalho, Passa oito horas rodeado de papéis num gabinete da Universidade Intemacional para «a Terceira Idade, em Lisboa, que fandou ha 26 anos com a ajuda da mulher e de um professor francés. Usa o telemével como qualquer mivido e vai todos os anos ao estrangeiro. "Parar de trabalhar seria suieidio", diz, enquanto cumprimenta muitas alunas sexagengrias que o tratam por "senhor reitor" Ficar em casa nao Ih passa pela cabega: "Nao quero ser como muitos velhos que no fazem nada e vivem a queixar-se de dores em todos os cantos. melhor é manter qualquer actividade, para se fazer uma gindstica intelectual e fisica" Vanessa Amaro / in Focus Italiano, Espanhol, Cultura geral, Informética, Canto coral... Apenas algumas disciplinas que Laura Rosa frequenta na universidade. | primeira vista, nao se reconhece aqui grande novidade. Mas Laura Rosa tem 72 anos, uma filha e dois netos. Eo local é a Universidade para a Terceira Idade. Tudo porque Laura, depois de se ter reformado, “tinha muito tempo dispontvel e fiear em casa estava fora de questio. E foi 6ptimo! Além de conhecer muitas pessoas interessantes, contribui em muito para levar mais tempo a envelhecer. Ja se sabe, se o espirito esté bem..." Por isso, aconselha vivamente uma actividade que $6 abandonaré, garante, "quando jé ndo conseguir descer as escadas, Para estar aqui nao é preciso ter um curso, nem o liceu. Basta querer. E as pessoas deviam frequentar esta universidade em lugar de fiear nos eentros de dia a fazer eroché. Obriga-as a sair de casa, o que € muito importante, até para se libertarem de alguns problemas que, muitas vezes, existem $6 na eabeca”, Laura faz até parte da tuna da universidade. Nas palavras da propria: Porto — quanto mais velha, melhor". wo-me como o vinho do Maria Joio Vieira / in Noticias Magazine 1. Concorda que a continuagdo da actividade fisica e intelectual ajuda a envelhecer com qualidade? Porque? 2c nhece alguma pessoa que se possa comparar aos casos dos dois idosos dos artigos? 1.0 que é que, na sua opinido, é essencial para envelhecer com qualidade, para além da actividade fisica ¢ intelectual? 4. Como se imagina quando estiver inclufdo no grupo da terceira idade? Se j4 esté nese grupo, 0 que faz para se manter em forma? 5- Portugal esta a envelhecer. 1. Analise 08 grificos sobre a evolucgio e © envelhecimento da populagio portuguesa e, em seguida, leia o texto. ‘Umpaisaenvelhecer? = 4 rats 9s jovens. Em 40 anos, ee umeni | anos eles 13 velas, As mulheres: * er Espa doin sa oso Gln somo pnd nami, WOMEN Our Bloanee muvnens ToL on ‘saronlll losanos See sarc Mise =; ee =; pe ACAMINHO DOS TRES MILHOES en de 200 abun 17 mi ée oss. Sendo a pois pop, ester wt st a teh en 205 {Jd nao é dificil encontrar pessoas com mais de 65 anos de idade em plena actividade laboral, ‘mesmo que de forma nao oficial. Num futuro muito préximo, trio que ser a maioria para garantir ‘asustentabilidade da seguranca social. Portugal esté a envelhecer cada vex mais ¢ a diminuir em termos de populagao. De acordo com o censo de 2001, existiam no pais pouco mais de 10 milhibes de habitantes, Em 2025, serio 7 milhdes e em 2050, 5 milhoes. Em 45 anos, a esperanga de vida vai aumentar seis anos, o que fard que, pela primeira vez, a distincia entre o ntimero de jovens ‘ede idosos seja vertiginosa. Segundo o relatério anual de 2003 do Conselho da Europa, em 2050 quase dois teryos da populagdo de Portugal teré mais de 65 anos. Mas send que 0 Pafs ests preparado para o "boom" dos velhos? A sociéloga ¢ demégrafa Ana Fernandes afirma que nao, "Nenhuma politica esté a ser pensada ‘longo prazo. Tem de haver muito mais estrutura para que Portugal seja capaz de sustentar esta ‘evolugdo gradual da idade. Se nada for feito, o futuro das geracdes actuais pode ser catastrdfico aponta, A especialista em questdes demograficas faz em poucos minutos uma lista do que deveria ser feito, "Sdo precisas transformagées em todas as reas, especialmente da sade, seguranca social, na sociedade e até na arquitectura". [A sate vai ser o caleanhar de Aquiles do Governo portugues, quando os rapazes que hoje tema 20 unos atingirem os 70. De acordo com Ana Femandes, devem-se comegar a testar novas politicas de consultas domiciidrias e de hospitais que trabalhem com a prevengao de doencas ¢ no apenas tratem delas. "E preciso pensar num esquema que, de forma geral, promova um ‘cuidado integrado do idoso tanto agora quanto mais para a frente. Também se devem criar condigdes para que os idosos se movimentem ¢ nfo tenham tempo para pensar no que no interessa", Vanessa Amaro / in Focus 2. Desenvolva as seguintes questdes: 1. Quais sao as principais razdes que estdo na origem do envelhecimento da populagao que se verifica em tantos paises? 2. Que problemas é que este facto levanta na sociedade? 1. De que modo é que as futuras geragies poderdo ser, como diz a socidloga Ana Fernandes, afectadas? 4. "Sao precisas transformagdes em todas as dreas, especialmente na sadde, seguranga social, na sociedade ¢ até na arquitectura”. Que transformagdes acha que deveriam ser realizadas face a esta situagio nas diferentes dreas referidas? 5. 0 envelhecimento da populagdo é um facto preocupante no seu pats? Que medidas tém sido tomadas e que consequéncias € que este fenémeno esta a provocar na sociedade? SS ™ © fique a saber até que idade = eeniersis InstrugGes Comece com 87 anas CConsoant a suas rosposts is perguntas) seguintes,aicione ou subtraa o nimero correspondent d ans, fortemente nas fam Em caso afirmativ acon 10 03 Be 6-Existem varias expressdes idiomdticas Sa para expressar dificuldade ou facilidade a 1. sero ealeanhar de Aquiles| ser o problema mais difteil 2. verse grego encontrar dificuldades para fazer algo 8. dar dgua pela barba diz-se de algo complicado ou trabalhoso A, ser canja ser muito féeil diz-se de algo que nao se compreende ‘encontrar-se numa situagao difell ou perante um dilema diz-se de algo que pensamos estar garantido 8. ser um bico de obra algo muito diffe Pense em situagées em que possa aplicar cada uma das expressdes idiomdticas do quadro. ee eer = B. Beleza e juventude, a quanto obrigas. 1- Muitas so as pessoas que recorrem a cirurgias plasticas e a varios outros tratamentos, quer em busca de um ideal de beleza, quer na Inta contra as manifestagées fisieas do envelhecimento. 1. Leia © texto e, se pensava que sé as mulheres se preocupam com 0 seu corpo, fique a saber que esta enganado. Hayera alguém mais belo do que eu? 0 acesso expedito ao erédito ¢ o principal responsdvel pela banalizagao das plisticas ~ das linhas criadas pela inddstria cosmética, até as facilidades da banca (por exemplo, pode pagar-se quatro mil euros no espaco de ‘cinco anos, em prestagdes mensais de 60 euros). Na franca expansdio da cirurgia plistica, os hhomens representam ja cerea de um terco dos clientes. Para ficarem mais bonitos, eles langam-se na corrida ao microtransplante (j4 niio 6 dos earecas que elas gostam mais), 3s abdominoplastias ¢ lipoaspiragées (a moda da barriguinha esta ou). A resposta do segmento feminino, essa, & ‘maciga, ¢ com clientes eada vex mais novas fe sem discriminagies de estrato social. Antes marcada pela corrida desenfreada a {gndsios, nutricionistas e médicos, a febre de Verio, hoje, também arde com a entrega voluntéria ao universo das cirurgias plistieas. Muitas vezes, persegue-se um ideal, fazendo f que o nariz perfito, a barriga lisa ou a cara sem rugas tragam consigo uma personalidade nova ou um novo amor. Com a entrada na chamada crise da meia-idade, 0 culto da imagem atinge 0 seu auge e as téeni- eas cintrgicas ganham 0 estatuto de aliadas milagrosas. Os pedidos so mais frequentes entre os 35 e os 55, geralmente apés uma separaco, morte de um familiar ou por motivos laboras. Os efeitos do tempo — ¢ dos estilos de vida — conduzem, quase inevitavelmente, & tentagio das, medidas drésticas, sobretudo quando a exposicao piblica é um instrumento de trabalho, Enquanto uns recorrem & cirurgia pléstica para ficarem mais belos e mais jovens, outros nio dis- pensam o bronze artificial no solério mais priximo (maioria homens entre 0s 16 € os 30 anos), alheios as contra-indicagies e &s recomendages da Organizacio Mundial de Satide, que reco mengla a interdigdo destes espagos a menores. Clara Soares / in Visto (texto adaptado)