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Submissão: 05/07/2016

Aceite: 27/09/2016
Publicação: 01/12/2016

ETNOBOTÂNICA
DOI 10.5935/2446-4775.20160012

Estudos etnobotânicos em comunidades indígenas
no Brasil

Ethnobotanists studies in indigenous communities in Brazil

1ROCHA, Rebeca; 2MARISCO, Gabriele*.

1
Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia, Departamento de Ciências Biológicas Campus de Vitória da Conquista, BA, Brasil.
2
Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia, Departamento de Ciências Naturais Laboratório de Microbiologia, Campus de Vitória da
Conquista – BA, Brasil.

*Correspondência: gabrielemarisco@uesb.edu.br

Resumo
As plantas são usadas tradicionalmente por várias comunidades indígenas, com potencial medicinal, gerando
conhecimento sobre seu uso. A etnobotânica é a ciência que visa resgatar esse conhecimento. Diante disso,
este trabalho objetivou discutir dados de estudos etnobotânicos realizados no Brasil com comunidades
indígenas, com enfoque em plantas medicinais. Foi realizada uma pesquisa bibliográfica, utilizando as
ferramentas de busca PubMed, Portal de Periódicos Capes e Google Acadêmico. Trinta artigos foram
selecionados seguindo critérios de inclusão. A região nordeste apresentou o maior número de estudos, em
contraste com a região Norte do país, onde poucos trabalhos foram realizados. Foram contabilizados 1541
informantes indígenas, citando aproximadamente 2000 plantas, cujas principais formas de uso das plantas foram
o chá e infusão. As doenças mais tratadas estão relacionadas com doenças do aparelho digestivo independente
da região do Brasil. A Comunicação com os índios e acesso às aldeias foram algumas dificuldades citadas nos
estudos indígenas realizados no Brasil. Diante disso, sugere-se que mais estudos etnobotânicos com
comunidades indígenas sejam feitos para contribuir com: a manutenção e preservação do conhecimento
indígena; conhecer a biodiversidade das plantas usadas; bem como intensificar a pesquisa de produtos de
origem natural com aplicação medicinal.

Palavras-chave: Biodiversidade. Conhecimento tradicional. Plantas medicinais.

Abstract
Medicinal plants are traditionally used by various indigenous communities, with medicinal potential, generating
knowledge about their use. Ethnobotany is the science that seeks to rescue this knowledge. Thus, this study
aimed at discussing the data from ethnobotanical studies done in Brazil on indigenous communities. The
bibliographic search was performed using search tools such as PubMed, Capes and Google Scholar. Thirty
articles were selected according to the inclusion criteria. The Northeast had the highest number of studies, in

Revista Fitos, Rio de Janeiro, Vol, 10(2), 95-219, Abr-Jun 2016 155

Este conhecimento. que se identifica e é reconhecido como da relação existente entre o ser humano e as plantas membro de um grupo étnico e seus caracteres (VIU et al. SALES. Medicinal plants. sendo (CARVALHO et al.. 2011). O ser RODRIGUES e CARLINI. principalmente em aliviar e até mesmo curar doenças. where few studies have been conducted. várias plantas utilizadas. descendentes no Brasil encontra-se em perigo. a maior e tradicionais com as plantas. 2010). possuem identificadas e atualmente são utilizadas como eficiência de cura terapêutica e apresentam produtos psicoativos (SILVA e ANDRADE. 2007). Keywords: Biodiversity. 2010). The communication with the Indians and the inaccessibility to their villages have been some difficulties cited in indigenous studies from Brazil. independently of the studied region. and to intensify research on natural products with medicinal application. considerando que os indígenas conhecimento sobre o uso das plantas possuem uma gama de conhecimentos ainda não (RODRIGUES. citing about 2000 plants. de métodos adquiridos através de determinada modo que. importância cultural (HOEFFEL et al. 2009. are made to contribute with the maintenance and preservation of indigenous knowledge. 2003. o conhecimento dos índios e seus biodiversidade é significativo (SANDES e CASTRO. 2002. e são rituais. 2010). ALMEIDA. Estudos etnobotânicos em comunidades indígenas no Brasil 156 Rebeca Rocha. estas sejam proveitosas para a sociedade no decorrer do tempo (OLIVEIRA. comunidades.. foram pesquisadas por grupos de tradicionalmente utilizadas por comunidades psicofarmacologia experimental no Brasil. várias etnias e culturais diferem da sociedade nacional (BRASIL. a respeito denominado de tradicional. 2000). 2011). from which the main ways of use them were the tea and infusion form. Gabriele Marisco . de diligências produtivas menos predatórias. it is suggested that more ethnobotanical studies. to know the biodiversity of plants used. Boa parte do conhecimento tradicional que se tem Introdução das plantas medicinais.. em destaque os indígenas.contrast to the north of the country. assim. 2011). Therefore. fonte empírica e existente de sabedoria é de grande importância. 2014). 2011). índio é qualquer indivíduo que é oriundo e possui ancestralidade pré- A etnobotânica é a ciência que pesquisa os aspectos colombiana. As plantas medicinais são usadas para precaver. refere-se à soma de de maneiras de como cuidar da biodiversidade. devido à introdução de diferentes culturas vindas de SANTOS. 2007). conhecer a relação das comunidades mesmos podem ser considerados como. There were observed 1541 indigenous informants. De acordo com o Estatuto Indígena. Assim. Traditional knowledge. plantas. ARAÚJO e BATISTA. provavelmente se origina a partir dos indígenas (LINDENMAIER e PUTZKE. pois o uso terapêutico dessas (SANTOS. ARAÚJO e BATISTA. isso 2011. ALBUQUERQUE e CAVALCANTI. os Desse modo. The most treated diseases were related to dysfunctions of the digestive tract. mais segura. totalmente conhecidos por pesquisadores. estas plantas. regarding indigenous communities. bem como o conhecimento sobre a Entretanto. compreensão dos ecossistemas e desenvolvimento de forma hereditária (DIEGUES. foram acumulando um grande 1973). humano apresenta uma relação com as plantas tão antiga quanto a sua própria história (ALMEIDA.

Abr-Jun 2016 157 . Vol. Rio de Janeiro. Esse trabalho foi realizado através de uma pesquisa bibliográfica. Sendo assim. Sendo realizado o agrupamento das palavras- chave da seguinte forma: Uso de plantas medicinais. (ALMEIDA. 95-219. Nordeste. doenças mais tratadas com plantas. ser perdido plantas medicinais no Brasil. formas de Os trabalhos encontrados foram analisados e preparo. podendo haver um risco iminente etnobotânica com índios no Brasil. Revista Fitos. realizados medicinais. tão importante. nos medicinais. Sudeste e considerando a região territorial em que o estudo foi Centro-oeste do Brasil. “plantas medicinais” e entre os anos 1989 a 2015. publicados “etnobotânica”. “Brasil”. Foram utilizadas as Resultados e discussão ferramentas de busca PubMed.outros países. bem como ressaltar a importância desses categorizados seguindo os padrões de inclusão. a fim de ampliar o conhecimento das no Brasil e publicados até o ano 2015. Etnobotânica com deste conhecimento. As palavras-chave. 10(2). “índios”. usadas. buscando os estudos sobre etnobotânica em comunidades indígenas. realizados em comunidades indígenas idiomas português e inglês. FIGURA 1: Distribuição dos estudos etnobotânicos realizados no território brasileiro. foram em todo território brasileiro (FIGURA 1). realizado. Portal de Periódicos Foram selecionados 30 estudos com plantas Capes e Google Acadêmico. Sul. As doenças citadas nos estudos foram classificadas de acordo com o Código de Materiais e Métodos Classificação Internacional de Doenças e Problemas Relacionados à Saúde (CID 10) (WHO. 2011). 2010). este trabalho apresenta e discute dados de levantamentos de Como critério de inclusão foram escolhidos os estudos etnobotânicos realizados no Brasil em estudos etnobotânicos com enfoque em plantas de comunidades indígenas com enfoque em plantas uso medicinal em populações indígenas. estudos nas regiões Norte. “uso”.

691. é possível observar dados contrastantes. bem como poucos grupos (HOEFFEL et al. ecossistemas distintos fornecem ampla diversidade de elementos. 2010). com número Grande do Sul e Pernambuco. Isso provavelmente se populacional da região norte de 305.. com 74. estarem dentro dos nordeste com 208. a região justifica por estes três estados. possuindo proveito para várias finalidades (BRANDÃO et al. pode-se destacar que embora a região Sul.945 (BRASIL. 2001). considerando a vasta biodiversidade que se tem no Brasil (MING e GROSSI.960. a população indígena era de Com relação aos estados que mais apresentaram 817. e a região Sul declaram indígenas no território brasileiro (BRASIL.. podemos observar a importância desses Nordeste foi a que se destacou. BRASIL. o que relação ao número de indígenas e número de potencializa a realização de estudos etnobotânicos. auxiliar o na região Norte pode ser devido à dificuldade de manejo e viabilizar a conservação de áreas naturais acesso às tribos indígenas. A maioria dos estudos com comunidades indígenas Considerando o número de residentes indígenas com teve como objetivo verificar se os índios mantêm o a quantidade de estudos realizados por regiões do seu conhecimento tradicional na utilização de Brasil. baseando 2012). com enfoque em plantas medicinais realizados em comunidades indígenas. Diante disso. Rio (FUNAI. pois a preservação do conhecimento Sul (FIGURA 2). Pois. que diferem na sua estrutura química. Rio Grande do Norte. Acre. podemos citar o Mato Grosso do Sul.Segundo o Censo 2010. Estudos etnobotânicos em comunidades indígenas no Brasil 158 Rebeca Rocha. seguida da região Nordeste e Contabilizou-se 1541 informantes indígenas. Alagoas. 2012). As comunidades indígenas estudos etnobotânicos com enfoque em plantas estão distribuídas em todo território brasileiro medicinais. 2012). Piauí. Neste Centro-Oeste (BRASIL. aumentem. Rio de Janeiro. pois plantas como cura medicinal. Roraima e Sergipe) e o Distrito Federal não tiveram nenhum estudo indígena publicado. e nessa distribuição. estudos etnobotânicos nas cinco regiões brasileiras (FIGURA 2). Espirito Santo. Além disso. na qual a região Sul se indígenas do Brasil (BRASIL. Minas FIGURA 2: Distribuição regional dos estudos etnobotânicos Gerais. seguida da região estudos. Gabriele Marisco .873. nessas regiões brasileiras. número de plantas citadas usadas como medicinais (n=809). de pesquisa nessa temática na região. 2016).494. a região Centro-Oeste com que apresentam maior número de pessoas que se 130. Esse número escasso de estudos cultural de populações pode. Treze estados brasileiros (Amapá. pode se perceber diferenças em apresentarem maior acessibilidade. entretanto a região sentido. seja a Foram citadas aproximadamente 2000 plantas nos região com o menor número de comunidades estudos selecionados. a região Sudeste com 97.963 (BRASIL. indígenas no Brasil. 2012). Portanto. 2010). por dispor de grupos de pesquisa na área. seguida da região Nordeste (n=718). Mato Grosso. também. ocupa o destacou perante as demais no que se refere ao maior segundo lugar no número de estudos etnobotânicos. 2016. Rondônia. ressaltamos a importância de que os estudos. 2011). Goiás. e identificar as a região Norte é a região com maior número de tribos doenças mais tratadas com as mesmas.

seguidas 2012). 2010). Os estudos com comunidades indígenas fazem uso de costumes do homem branco como o apresentaram dificuldades para seu desenvolvimento. 10(2). para o local em que as plantas medicinais são 2002. a língua que é diferente do português. TRAVASSOS e AMARAL. Entretanto. outras formas de uso também foram citadas do aparelho respiratório. citada para o uso. Abr-Jun 2016 159 . visto que muitos outras culturas sobre os indígenas favorece para Revista Fitos. Vol. como: maceração. dentre outros (SARTORI e como falta de entendimento das perguntas. 2013). 2015. relatadas em todas as regiões brasileiras. dificuldade SANCHES. TRAVASSOS e AMARAL. acesso à internet. alguns estudos concluíram que mesmo necessitando em algumas vezes de intérprete (SILVA.Chá e infusão foram as principais formas de uso de As doenças mais tratadas com plantas medicinais plantas para fins medicinais por indígenas. 2011). ZYMOM. nas comunidades indígenas estão relacionadas a independente da região brasileira. FIGURA 3: Doenças mais tratadas com o uso de plantas medicinais nas comunidades indígenas. 2010. 2002) e até Putzke (2011).. e da categoria sintomas e com menor frequência. conhecimento não se perde. COAN e MATIAS. corroborando assim com Lindenmaier e (COUTINHO. a distância da aldeia interferência (COUTINHO. acesso as aldeias em determinados locais é seu conhecimento sobre as plantas não sofre dificultoso (HAVERROTH. corroborando com doenças do aparelho digestivo. de elaboração de respostas (LEITE e MARINHO. mas pode ser disponibilidade de medicamentos alopáticos adicionado. 95-219. as quais foram outros estudos (PEREIRA et al. 2014). 1997). Rio de Janeiro. A folha foi a parte da planta mais como dor de cabeça e febre (FIGURA 3). considerando que a folha é a parte da planta mais fácil de ser encontrada (SILVA et al. visto que encontradas (MENDES. 2008). PORSCH.. tintura sinais gerais que está relacionada com sintomas alcoólica e decocção. onde afirmam que a influência de mesmo a aculturação dos indígenas. Alguns autores já vêm afirmando isso. os indígenas possuindo contato com “os brancos” o 2003).

já que em: 23 de Março de 2016. M. G. Isso Presidência da República.C.M. primeiras considerações com nordeste e sul. C. Quem são? [Link] Acesso em: 21 apresentaram nenhum estudo científico nessa de Março de 2016. Q. uso comprovação do real potencial das plantas utilizadas tradicional de plantas medicinais e produção de como medicinais pelos indígenas. A. G. Anais do XIV Seminário sobre a Economia Mineira. em Geografia Vagner Alves Silva pela elaboração Aspectos da legislação no controle dos do mapa. V. S. Campus de Vitória da Conquista-BA. Índios etnobotânicos com enfoque em plantas medicinais no Brasil . N. Rio de Janeiro. sugere-se que mais estudos BRASIL. Gabriele Marisco . B. C. Fundação Nacional do Índio – FUNAI.F. BRASIL. Instituto Socioambiental – ISA. 221p. D. temática. 2011. Ao Graduado T. E. até de Março de 2016. Biodiversidade.Z. Povos estados brasileiros e o Distrito Federal não indígenas no Brasil. contribuir com a manutenção e preservação do conhecimento indígena e dos recursos vegetais. Acesso em: 26 de Junho de 2015... [Link] Agradecimentos À Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia.F.adição de outras plantas de diferentes localidades Referências geográficas em seu conhecimento. Os indígenas no Censo por estudos etnobotânicos com indígenas foram Demográfico 2010. treze BRASIL. modo de uso e finalidade de uso. M.F. MONTE-MOR.L. medicamentos fitoterápicos. ISSN: 1678-3824. A. ISBN 978-85-232-07865-7. BARATELLI. SALIMENHA. Plantas medicinais. utilizadas. Dispõe sobre o Estatuto do Índio.Quem São? [Link].. esses estudos favorecem para preservação do conhecimento indígena bem como para estudos BRASIL.. 2010. Acesso em: 16 propriedades terapêuticas das plantas citadas. GRAEL. SCALON. como colaborar com as pesquisa com produtos de R.P. Minas Gerais. 26-32. [Link] Estudos etnobotânicos em comunidades indígenas no Brasil 160 Rebeca Rocha. Acesso pode ser considerado de grande importância. ALMEIDA. Casa Civil.11. PAULA-SOUZA. Entretanto. NETTO. [Link].IBGE. Revista T&C Amazônia. 2012. L... para SANTOS. p. G. CARVALHO. J. Amazonas. bem como maior acessibilidade às comunidades. Manaus. Instituto Brasileiro de Geografia e As regiões do território brasileiro que se destacaram Estatística-IBGE. Decreto-Lei no 6. Instituto Brasileiro de Geografia e fitoquímicos e farmacológicos a fim de avaliar as Estatística. A. S. 3ª ed. de 19 de dezembro indígenas têm trazido informações sobre as plantas de 1973... de que estas regiões apresentam maior número de [Link].001. FUCAPI. Considerações finais [Link] Os estudos etnobotânicos com comunidades BRASIL. S. NUNES. mesmo o seu potencial toxicológico. SHUQAIR. diante disso. fitoterápicos em minas gerais. 2007. bem BRANDÃO. origem natural com aplicação medicinal. n. EDUFBA: Salvador. [Link]. M. Censo 2010. Acesso em: 21 de em comunidades indígenas sejam feitos para Março de 2016.. M. isso provavelmente se deve ao fato base no quesito cor ou raça.. ano v. M. grupos de pesquisa nesta temática.

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