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NORMA ABNT NBR

BRASILEIRA 5419-2
Primeira edição
22.05.2015

Válida a partir de
22.06.2015

Proteção contra descargas atmosféricas
Parte 2: Gerenciamento de risco

O
Lightning protection
Part 2: Risk management

IV
US

)
ÃO
L


Exemplar para uso exclusivo - UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ - UFC - 07.272.636/0001-31

C

OD
C
EX

PR
F
RE
U
A
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A
ID
US

IB
RO
(P

ICS 91.120.40 ISBN 978-85-07-05502-0

Número de referência
ABNT NBR 5419-2:2015
104 páginas

© ABNT 2015
Nota: Este procedimento é cópia não controlada quando impresso. É válido o documento disponível na Intranet Corporativa. Somente para uso interno

ABNT NBR 5419-2:2015

O
IV
US

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ÃO
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Exemplar para uso exclusivo - UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ - UFC - 07.272.636/0001-31

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ID
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ABNT NBR 5419-2:2015

Sumário Página

Prefácio................................................................................................................................................ix
Introdução............................................................................................................................................xi
1 Escopo.................................................................................................................................1
2 Referências normativas......................................................................................................1
3 Termos, definições, símbolos e abreviaturas...................................................................2
3.1 Termos e definições............................................................................................................2
3.2 Símbolos e abreviaturas.....................................................................................................9
4 Interpretação dos termos.................................................................................................14
4.1 Danos e perdas..................................................................................................................14

O
4.1.1 Fontes dos danos..............................................................................................................14
4.1.2 Tipos de danos..................................................................................................................14

IV
4.1.3 Tipos de perdas.................................................................................................................14
4.2 Riscos e componentes de risco......................................................................................15
US
4.2.1 Risco...................................................................................................................................15
4.2.2 Componentes de risco para uma estrutura devido às descargas atmosféricas na

)
estrutura.............................................................................................................................16

ÃO
4.2.3 Componentes de risco para uma estrutura devido às descargas atmosféricas perto
L


Exemplar para uso exclusivo - UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ - UFC - 07.272.636/0001-31

da estrutura........................................................................................................................16
C

4.2.4 Componentes de risco para uma estrutura devido às descargas atmosféricas a uma
OD
C

linha conectada à estrutura..............................................................................................16
EX

PR
F

4.2.5 Componentes de risco para uma estrutura devido às descargas atmosféricas perto
RE

de uma linha conectada à estrutura................................................................................17
U

4.3 Composição dos componentes de risco........................................................................17
A

5 Gerenciamento de risco...................................................................................................19
O

A

5.1 Procedimento básico........................................................................................................19
ID

5.2 Estrutura a ser considerada para análise de risco........................................................19
US

IB

5.3 Risco tolerável RT....................................................................................................................................20
RO

5.4 Procedimento específico para avaliar a necessidade de proteção..............................20
(P

5.5 Procedimento para avaliar o custo da eficiência da proteção......................................21
5.6 Medidas de proteção.........................................................................................................23
5.7 Seleção das medidas de proteção...................................................................................24
6 Análise dos componentes de risco.................................................................................24
6.1 Equação básica.................................................................................................................24
6.2 Análise dos componentes de risco devido às descargas atmosféricas na estrutura (S1)..25
6.3 Análise dos componentes de risco devido às descargas atmosféricas perto da
estrutura (S2).....................................................................................................................25
6.4 Análise dos componentes de risco devido às descargas atmosféricas em uma linha
conectada à estrutura (S3)...............................................................................................25
6.5 Análise dos componentes de risco devido às descargas atmosféricas perto de uma
linha conectada à estrutura (S4)......................................................................................26
6.6 Sumário dos componentes de risco...............................................................................27

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.636/0001-31 atmosféricas perto da estrutura.......................................................................38 U Anexo B (informativo) Avaliação da probabilidade PX de danos......8 Dividindo uma linha em seções SL.............36 A..................9..41 B.2...................272...................................................................................................................1................... ABNT NBR 5419-2:2015 6............32 A............................2 Estrutura com zona única......................................5 Número de eventos perigosos NDJ para uma estrutura adjacente.................................1 Estrutura retangular...............37 EX PR F A.......................31 O A.............................. Somente para uso interno ....................................30 Anexo A (informativo) Análise do numero anual N de eventos perigosos............10 Análise de custo-benefício para perda econômica (L4).........2 Estrutura como uma parte de uma edificação..................41 (P B.................9 Análise dos componentes de risco em uma estrutura com zonas ZS...........................2...................Todos os direitos reservados Nota: Este procedimento é cópia não controlada quando impresso................................2....................................40 A B....................................................................................................................3 Probabilidade PB de uma descarga atmosférica em uma estrutura causar danos RO físicos................7 Probabilidade PV de uma descarga atmosférica em uma linha causar danos físicos.5 Probabilidade PM de uma descarga atmosférica perto de uma estrutura causar falha em sistemas internos............................1 Geral.....4 Número de eventos perigosos ND para a estrutura........................................................................................2....................................................................................................................29 6....................... É válido o documento disponível na Intranet Corporativa....3 Estrutura multizona.......3 Localização relativa da estrutura...........................................................28 6......................................................................5 Avaliação do número médio anual de eventos perigosos NI devido a descargas RE atmosféricas perto da linha...................................7 Dividindo a estrutura em zonas ZS.....................................2.......................................32 IV A.........................................45 B...................................................2 Estrutura com forma complexa.......................................................................................................................34 US A.................31 A............................................................9..........................................................8 Probabilidade PW de uma descarga atmosférica em uma linha causar falha de sistemas internos.....UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ .........................................36 C OD C A...........48 Anexo C (informativo) Análise de quantidade de perda LX...............................36 ) ÃO A..............................9............................31 A........................................................1 Geral...9 Probabilidade PZ de uma descarga atmosférica perto de uma linha que entra na estrutura causar falha dos sistemas internos.......................................................40 US IB B..........4 Probabilidade PC de uma descarga atmosférica em uma estrutura causar falha a sistemas internos..............29 6...1 Critério geral.....29 6....UFC ........................2 Probabilidade PA de uma descarga atmosférica em uma estrutura causar ferimentos ID a seres vivos por meio de choque elétrico......40 O A B..31 A.............................................................2........50 iv © ABNT 2015 ..........4 Avaliação do número médio anual de eventos perigosos NL devido a descargas atmosféricas na linha.....................................................................................................2 Análise do número médio anual de eventos perigosos ND devido a descargas atmosféricas na estrutura e NDJ em uma estrutura adjacente....48 B.......................1 Determinação da área de exposição equivalente AD......................07................................................................................................50 C............................................................................................28 6......1.............1 Geral............................35 A.........3 Avaliação do número médio anual de eventos perigosos NM devido a descargas L UÇ Exemplar para uso exclusivo ....................................................29 6....47 B...................................43 B.......2...6 Probabilidade PU de uma descarga atmosférica em uma linha causar ferimentos a seres vivos por choque elétrico....................................................................................

.........................................................................................07.4 Hospital................5 Bloco de apartamentos..89 ID E............1 – Área de exposição equivalente AD de uma estrutura isolada........2..........5.....................4...5 Perda inaceitável de patrimônio cultural (L3)..........................................................................84 U E.77 EX PR F E...................................................23 Figura A..................................2 Casa de campo.....................................................2 Definição das zonas em uma casa de campo.........1 Dados relevantes e características.................................................272......................61 E......................4.....................................33 © ABNT 2015 ..............................56 Anexo D (informativo) Avaliação dos custos das perdas...............................................1 Considerações sobre os dados apresentados relacionados à densidade de descargas atmosféricas......................1 Características e dados relevantes..................................................................96 F..................636/0001-31 E.6 Perda econômica (L4)...........................50 C.........................66 IV E.3...............4.............................................6 Risco R4 – Análise de custo-benefício........................65 E........2.........3 Cálculo das quantidades relevantes...............................................69 ) ÃO E........................61 E.........................3 Perda de vida humana (L1).....................................5 Risco R1 – Seleção das medidas de proteção.....................87 O A E...................................75 C OD C E........................3 Edifício de escritórios....................85 A E................2......74 E.......2 Definição das zonas em um bloco de apartamentos................................................................56 C..........................................................5 Risco R1 – Seleção das medidas de proteção...................................................4 Risco R1 – Decisão da necessidade de proteção.....59 Anexo E (informativo) Estudo de caso...................4.............................96 Bibliografia...........................................................................................................................2 Definição das zonas em um edifício de escritórios................................................................67 US E...................................4 Risco R1 – Determinação da necessidade de proteção.......................................75 L UÇ Exemplar para uso exclusivo ...103 Figuras Figura 1 – Procedimento para decisão da necessidade da proteção e para selecionar as medidas de proteção..........................................3................22 Figura 2 – Procedimento para avaliação da eficiência do custo das medidas de proteção...............61 E....................................................................................5................................Todos os direitos reservados v Nota: Este procedimento é cópia não controlada quando impresso.....................................63 O E.......................68 E.........................62 E.............93 (P E..........................................91 US IB E.......................................................5....94 Anexo F (informativo) Densidade de descargas atmosféricas NG.50 C.....4.......4.....................................3...................................................................... ABNT NBR 5419-2:2015 C............................2..........3 Cálculo das quantidades relevantes........5 Risco R1 – Seleção das medidas de proteção....................................1 Dados relevantes e características................... Somente para uso interno ..................................91 RO E.1 Dados relevantes e características.................79 RE E...........................................................................4 Risco R1 – Decisão da necessidade de proteção...........................................................................4 Perda inaceitável de serviço ao público (L2).......................3...........................76 E....................................................................................2 Definição das zonas em um hospital.....3...........................................32 Figura A............................2 – Estrutura com forma complexa............66 E.................................2 Quantidade relativa média da perda por evento perigoso..................55 C..............3 Cálculo das quantidades relevantes..................................................................................................3 Risco R1 – Seleção das medidas de proteção................................1 Geral...................... É válido o documento disponível na Intranet Corporativa....................................UFC ...........2....................................UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ .........................................

....................................................................91 Figura F......................................................98 IV Figura F......5 – Áreas de exposição equivalentes (AD...............................................42 Tabela B...................................................20 Tabela 5 – Parâmetros relevantes para avaliação dos componentes de risco............................................4 – Bloco de apartamentos....................1 – Fator de localização da estrutura CD....39 Figura E.............................................35 Figura A...........................3 – Densidade de descargas atmosféricas NG – Mapa da região nordeste (descargas atmosféricas/km2/ano)..................................................................................3 – Hospital.....................................................18 US IB Tabela 3 – Fatores que influenciam os componentes de risco............................UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ ...................................................................................................38 Tabela B......................41 Tabela B.......................100 ) ÃO Figura F....................................................1 – Densidade de descargas atmosféricas NG – Mapa do Brasil (descargas atmosféricas/km2/ano)......................................................4 – Densidade de descargas atmosféricas NG – Mapa da região centro-oeste (descargas atmosféricas/km2/ano)...............38 Tabela A............................................................................................2 – Fator de instalação da linha CI........102 EX PR F Tabelas RE U Tabela 1 – Fontes de danos..............................UFC ................... Somente para uso interno ....67 Figura E.......................... É válido o documento disponível na Intranet Corporativa.....................97 O Figura F....................................................................................................36 Tabela A................................3 – Valores de probabilidade de PSPD em função do NP para o qual os DPS foram projetados......................................................................... AM......................................18 RO Tabela 4 – Valores típicos de risco tolerável RT....... ABNT NBR 5419-2:2015 Figura A................07............................................... tipos de danos e tipos de perdas de acordo com o ponto de impacto................99 US Figura F............................37 Tabela A.............................................101 L UÇ Exemplar para uso exclusivo ................................26 (P Tabela 6 – Componentes de risco para diferentes tipos de danos e fontes de danos..................4 – Fator ambiental da linha CE.....272........40 Tabela B......................................................1 – Casa de campo.............................................61 Figura E.........................................................................4 – Estrutura a ser considerada para a avaliação para a área de exposição equivalente AD................................6 – Densidade de descargas atmosféricas NG – Mapa da região sul C OD C (descargas atmosféricas/km2/ano)....................4 – Valores dos fatores CLD e CLI dependendo das condições de blindagem aterramento e isolamento................................................77 Figura E................................27 Tabela A.........................................2 – Edifício de escritórios.............2 – Valores de probabilidade PB dependendo das medidas de proteção para reduzir danos físicos......................................................15 A O Tabela 2 – Componentes de risco a serem considerados para cada tipo de perda em uma A ID estrutura...2 – Densidade de descargas atmosféricas NG – Mapa da região norte (descargas atmosféricas/km2/ano)..........3 – Fator tipo de linha CT..Todos os direitos reservados Nota: Este procedimento é cópia não controlada quando impresso.....................636/0001-31 Figura F...................................... AL).........................................................3 – Diferentes métodos para determinar a área de exposição equivalente para uma dada estrutura......5 – Densidade de descargas atmosféricas NG – Mapa da região Sudeste (descargas atmosféricas/km2/ano)...............................................1 – Valores de probabilidade PTA de uma descarga atmosférica em uma estrutura causar choque a seres vivos devido a tensões de toque e de passo perigosas.........................................................................................................................................................................42 vi © ABNT 2015 .................34 Figura A................................................................................... AI......................

...70 Tabela E.......10 – Tipo de perda L3: valor médio típico de LF ...........................................................2 – Casa de campo: linha de energia.................................2 – Tipo de perda L1: Valores médios típicos de LT........................... É válido o documento disponível na Intranet Corporativa...................55 C OD C Tabela C.........10 – Edifício de escritórios: linha de energia...........6 – Valores da probabilidade PTU de uma descarga atmosférica em uma linha que adentre a estrutura causar choque a seres vivos devido a tensões de toque perigosas...Todos os direitos reservados vii Nota: Este procedimento é cópia não controlada quando impresso.......46 Tabela B...............53 US Tabela C.......67 Tabela E.............................1 – Tipo de perda L1: Valores da perda para cada zona........................................8 – Casa de campo: componentes de risco relevantes ao risco R1 para a estrutura protegida.......................53 IV Tabela C......................... ABNT NBR 5419-2:2015 Tabela B.........4 – Casa de campo: fator válido para a zona Z2 (dentro da casa)...................................65 RO Tabela E......6 – Casa de campo: número esperado anual de eventos perigosos....................................................UFC ..................................636/0001-31 Tabela C...................................................................13 – Edifício de escritórios: fatores válidos para zona Z1 (entrada da área externa)......272................62 O A Tabela E.....54 Tabela C....47 Tabela B............................72 Tabela E......................................................................................73 Tabela E..............................................................5 – Fator de redução rf em função do risco de incêndio ou explosão na estrutura............. LF e LO...........11 – Tipo de perda L4: valores de perda de cada zona..................4 – Fator de redução rp em função das providências tomadas para reduzir as consequências de um incêndio .................................... Somente para uso interno ...........................3 – Fator de redução rt em função do tipo da superfície do solo ou piso...........52 Tabela C.................................................................................................14 – Edifício de escritórios: fatores válidos para zona Z2 (jardim externo)...............7 – Tipo de perda L2: valores de perda para cada zona.71 Tabela E......9 – Tipo de perda L3: valores de perda para cada zona..12 – Edifício de escritórios: distribuição das pessoas nas zonas..................62 A Tabela E.................................57 RE Tabela C............7 – Casa de campo: risco R1 para estrutura não protegida (valores × 10-5).71 Tabela E...................................................58 U Tabela E.56 EX PR F Tabela C.8 – Tipo de perda L2: valores médios típicos de LF e LO..........17 – Edifício de escritórios: fatores válidos para zona Z5 (centro de informática)............................................................UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ ..................3 – Casa de campo: linha de sinal...............9 – Valores da probabilidade PLI dependendo do tipo da linha e da tensão suportável de impulso UW dos equipamentos......66 Tabela E..6 – Fator hz aumentando a quantidade relativa de perda na presença de um perigo ) ÃO especial ..........................................55 L UÇ Exemplar para uso exclusivo ................................68 Tabela E.63 ID Tabela E...................7 – Valor da probabilidade PEB em função do NP para o qual os DPS foram projetados............................................................................................................................49 Tabela C....................16 – Edifício de escritórios: fatores válidos para zona Z4 (escritórios)...................................................... LF e LO............18 – Edifício de escritórios: áreas de exposição equivalentes da estrutura e das linhas...........65 (P Tabela E.......46 Tabela B............15 – Edifício de escritórios: fatores válidos para zona Z3 (arquivos)......12 – Tipo de perda L4: valores médios típicos de LT...............................9 – Edifício de escritórios: características da estrutura e do meio ambiente..............................72 Tabela E...............................5 – Casa de campo: áreas de exposição equivalente da estrutura e linhas.........45 Tabela B...........1 – Casa de campo: características da estrutura e meio ambiente.....8 – Valores da probabilidade PLD dependendo da resistência RS da blindagem do cabo e da tensão suportável de impulso UW do equipamento......................................53 Tabela C...................................07...........68 Tabela E......................................64 US IB Tabela E....................74 © ABNT 2015 .5 – Valor do fator KS3 dependendo da fiação interna...........56 Tabela C.........51 O Tabela C.............

....82 Tabela E.....81 Tabela E.34 – Hospital: risco R1 para estrutura protegida de acordo com a solução 1 (valores × 10-5).............................................................90 RE Tabela E....40 – Hospital: economia anual monetária (valores em $)........42 – Bloco de apartamentos: linha de energia..................30 – Hospital: áreas de exposição equivalentes da estrutura e linhas..........19 – Edifício de escritórios: Número anual de eventos perigosos esperados.........................................................76 Tabela E.............................23 – Hospital: linha de energia..636/0001-31 Tabela E...................85 IV Tabela E...............................................81 Tabela E..272............91 A Tabela E....78 Tabela E...............................................43 – Bloco de apartamentos: linha de sinal.....................75 Tabela E.80 Tabela E..............................28 – Hospital: fatores válidos para zona Z3 (bloco cirúrgico)..............................................92 ID Tabela E..............90 EX PR F Tabela E......................UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ ......38 – Hospital: taxas relevantes às medidas de proteção..........33 – Hospital: risco R1 para a estrutura sem proteção (values × 10-5)...............Todos os direitos reservados Nota: Este procedimento é cópia não controlada quando impresso......................25 – Hospital: distribuição das pessoas e dos valores econômicos nas zonas................41 – Bloco de apartamentos: características ambientais e globais da estrutura..................21 – Edifício de escritórios: risco R1 para estrutura protegida (valores × 10-5).....22 – Hospital: características ambientais e globais da estrutura......................86 US Tabela E.31 – Hospital: número anual de eventos perigosos esperados..........................................44 – Bloco de apartamentos: fatores válidos para zona Z2 (dentro da edificação)......................... É válido o documento disponível na Intranet Corporativa................................................93 US IB Tabela E.........35 – Hospital: risco R1 para a estrutura protegida de acordo com a solução 2 (valores × 10-5)..........88 L UÇ Exemplar para uso exclusivo ......85 Tabela E...............................83 O Tabela E........................75 Tabela E....39 – Hospital: custo CP e CPM das medidas de proteção (valores em $).................................................................37 – Hospital: custo de perda CL(não protegida) e CRL(protegida)........................................36 – Hospital: Risco R1 para estruturas protegidas conforme a solução c) C OD C (valores × 10-5)..............86 Tabela E................. Somente para uso interno ....90 U Tabela E..........32 – Hospital: risco R1 – Valores da probabilidade P para a estrutura sem proteção...............27 – Hospital: fatores válidos para zona Z2 (bloco de apartamentos)..............UFC ..........20 – Edifício de escritórios: risco R1 para estruturas não protegidas (valores × 10–5).............77 Tabela E....24 – Hospital: linha de sinal...29 – Hospital: fatores válidos para a zona Z4 (Unidade de Terapia Intensiva)...........26 – Hospital: fatores válidos para zona Z1 (fora do edifício).........78 Tabela E....89 Tabela E..............................45 – Bloco de apartamentos: Risco R1 para um bloco de apartamentos dependendo (P das medidas de proteção................................................................95 viii © ABNT 2015 ............94 RO Tabela E...........07...........................................92 O A Tabela E............................. ABNT NBR 5419-2:2015 Tabela E.................88 ) ÃO Tabela E......................

às normas para fornecimento de energia estabelecidas pelas autoridades reguladoras e pelas RE U empresas distribuidoras de eletricidade.08. de 12.Todos os direitos reservados ix Nota: Este procedimento é cópia não controlada quando impresso. os Órgãos responsáveis pelos Regulamentos Técnicos podem determinar outras datas para exigência dos requisitos desta Norma. A A ABNT NBR 5419. EX PR F As instalações elétricas cobertas pela ABNT NBR 5419 estão sujeitas também. cujo conteúdo é de responsabilidade dos Comitês Brasileiros (ABNT/CB). formadas pelas partes interessadas no tema objeto da normalização. A ABNT chama a atenção para que. O Projeto ) ÃO circulou em Consulta Nacional conforme Edital nº 08. L UÇ Exemplar para uso exclusivo . apesar de ter sido solicitada manifestação sobre eventuais direitos de patentes durante a Consulta Nacional. (P —— Parte 3: Danos físicos a estruturas e perigos à vida —— Parte 4: Sistemas elétricos e eletrônicos internos na estrutura O Escopo desta Norma Brasileira em inglês é o seguinte: Scope This part of ABNT NBR 5419 is applicable to risk assessment for a structure due to lightning flashes to earth. IV Nestes casos. ABNT NBR 5419-3 e ABNT NBR 5419-4 C OD C cancelam e substituem a(s) ABNT NBR 5419:2005. sob o título geral “Proteção contra descargas atmosféricas”. US A ABNT NBR 5419-2 foi elaborada no Comitê Brasileiro de Eletricidade (ABNT/CB-03).10). independentemente de sua data de entrada em vigor. Somente para uso interno .636/0001-31 Esta parte da ABNT NBR 5419 e as ABNT NBR 5419-1.UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ . Once an upper tolerable limit for the risk has been selected.2014 a 10. naquilo que for perti- nente. Os Documentos Técnicos ABNT são elaborados conforme as regras da Diretiva ABNT.279. de 14 de maio de 1996).2014. As Normas Brasileiras.10-100/2. this procedure allows the selection of appropriate protection measures to be adopted to reduce the risk to or below the tolerable limit.UFC . © ABNT 2015 . pela Comissão de Estudo de Proteção contra Descargas Atmosféricas (CE-03:064. Parte 2. estes podem ocorrer e devem ser comunicados à ABNT O a qualquer momento (Lei nº 9. tem previsão O A de conter as seguintes partes: ID US IB —— Parte 1: Princípios gerais. É válido o documento disponível na Intranet Corporativa. ABNT NBR 5419-2:2015 Prefácio A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) é o Foro Nacional de Normalização. RO —— Parte 2: Gerenciamento de risco. dos Organismos de Normalização Setorial (ABNT/ONS) e das Comissões de Estudo Especiais (ABNT/CEE).272.07.12. com o número de Projeto 03:064. são elaboradas por Comissões de Estudo (CE). Ressalta-se que Normas Brasileiras podem ser objeto de citação em Regulamentos Técnicos. Its purpose is to provide a procedure for the evaluation of such a risk.

07. ships and offshore platforms.636/0001-31 C OD C EX PR F RE U A O A ID US IB RO (P x © ABNT 2015 . NOTE Usually these systems obey special regulations made by specific authorities. high pressure underground pipelines. aircraft.272.UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ .Todos os direitos reservados Nota: Este procedimento é cópia não controlada quando impresso. The applicability of this part of ABNT NBR 5419 may have restrictions especially in the protection of human life when it is based on indirect effects of lightning. ABNT NBR 5419-2:2015 ABNT NBR 5419 applies to all projects and new facilities. This part of ABNT NBR 5419 does not apply to rail systems. É válido o documento disponível na Intranet Corporativa. pipes and supply lines and telecommunications placed outside the structure.UFC . vehicles. Somente para uso interno . O IV US ) ÃO L UÇ Exemplar para uso exclusivo . as well as those in case of inspection or building refit. do not conform “as built” original documentation.

© ABNT 2015 . ABNT NBR 5419-2:2015 Introdução Descargas atmosféricas para a terra podem ser perigosas para as estruturas e para as linhas de energia e de sinal. NOTA O mau funcionamento dos sistemas eletroeletrônicos não é coberto pela serie ABNT NBR 5419. —— falhas aos sistemas eletroeletrônicos associados. Para tanto. Os perigos para uma estrutura podem resultar em: —— danos à estrutura e ao seu conteúdo. deve ser determinado pela análise US de risco. EX PR F —— a quantidade média das perdas causadas.07. e em qual medida. É válido o documento disponível na Intranet Corporativa. depende de: L UÇ Exemplar para uso exclusivo .272. diretas às linhas conectadas (linhas de energia. assim como as descargas atmosféricas diretas à estrutura ou à linha.UFC . linhas de teleco- US IB municações) ou perto das linhas. recomenda-se consultar a IEC 61000-4-5. RE U As descargas atmosféricas que influenciam a estrutura podem ser divididas em: A O —— descargas diretas à estrutura.Todos os direitos reservados xi Nota: Este procedimento é cópia não controlada quando impresso. RO Descargas atmosféricas diretas à estrutura ou a uma linha conectada podem causar danos físicos (P e perigo à vida. ) O risco. A ID —— descargas próximas à estrutura. definido por esta Norma como a provável perda média anual em uma estrutura devido ÃO às descargas atmosféricas. Somente para uso interno . —— ferimentos a seres vivos dentro ou perto das estruturas. C OD C —— a probabilidade de dano por uma das descargas atmosféricas que influenciam. Entretanto.636/0001-31 —— o número anual de descargas atmosféricas que influenciam a estrutura. as falhas causadas pelas sobretensões atmosféricas nas instalações do usuário e nas linhas de suprimento de energia podem também gerar sobretensões do tipo chaveamento nas instalações. O Os efeitos consequentes dos danos e falhas podem ser estendidos às vizinhanças da estrutura ou podem envolver o meio ambiente. IV Para reduzir as perdas devido às descargas atmosféricas. Descargas atmosféricas próximas à estrutura ou à linha. Quando estas são necessárias. podem ser necessárias medidas de proteção. podem causar falhas dos sistemas eletroeletrônicos devido às sobre- tensões resultantes do acoplamento resistivo e indutivo destes sistemas com a corrente da descarga atmosférica.UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ .

UFC .07.636/0001-31 C OD C EX PR F RE U A O A ID US IB RO (P xii © ABNT 2015 . US ) ÃO L UÇ Exemplar para uso exclusivo .272. A quantidade média da perda consequente depende da extensão dos danos e dos efeitos consequentes. É válido o documento disponível na Intranet Corporativa. A probabilidade de danos devido à descarga atmosférica depende da estrutura. assim como da densidade de descargas atmosféricas para a terra na região onde estão localizadas a estrutura e as linhas. ABNT NBR 5419-2:2015 O número das descargas atmosféricas que influenciam a estrutura depende das dimensões e das características das estruturas e das linhas conectadas. assim como do tipo e da eficiência das medidas de proteção efetuadas. O efeito das medidas de proteção resulta das características de cada medida de proteção e pode O reduzir as probabilidades de danos ou a quantidade média da perda consequente. A decisão de prover uma proteção contra descargas atmosféricas pode ser tomada independentemente IV do resultado da análise de risco. onde exista o desejo de que não haja este. das linhas conectadas. os quais podem ocorrer como resultado de uma descarga atmosférica.Todos os direitos reservados Nota: Este procedimento é cópia não controlada quando impresso. e das características da corrente da descarga atmosférica. Somente para uso interno . das características do ambiente da estrutura e das linhas.UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ .

Insulation coordination for equipment within low-voltage systems – Part 1: Principles. O A ID ABNT NBR 5419-1:2015. Para referências datadas.272.636/0001-31 específicas. tubulações subterrâneas de alta pressão. Proteção contra descargas atmosféricas – Parte 3: Danos físicos a estruturas RO e perigos à vida (P ABNT NBR 5419-4:2015. A aplicam-se as edições mais recentes do referido documento (incluindo emendas).Todos os direitos reservados 1 Nota: Este procedimento é cópia não controlada quando impresso. Vocabulário eletrotécnico internacional – Parte 426: Equipamentos para atmosferas explosivas ABNT NBR IEC 60079-10-1. Atmosferas explosivas – Parte 10-2: Classificação de áreas – Atmosferas de poeiras combustíveis IEC 60664-1. ÃO L UÇ NOTA Usualmente. aplicam-se somente as edições citadas. C OD C EX PR 2 Referências normativas F RE U Os documentos relacionados a seguir são indispensáveis à aplicação deste documento. Somente para uso interno . veículos. requirements and tests © ABNT 2015 . Proteção contra descargas atmosféricas – Parte 4: Sistemas elétricos e eletrônicos internos na estrutura ABNT NBR IEC 60050-426. IV A aplicabilidade desta Parte da ABNT NBR 5419 pode ter restrições especialmente na proteção da vida humana quando for baseada em efeitos indiretos de descargas atmosféricas. Uma vez que um limite superior tolerável para o risco foi escolhido. É válido o documento disponível na Intranet Corporativa. este procedimento permite a escolha das medidas de proteção apropriadas a serem adotadas para reduzir o risco ao limite O ou abaixo do limite tolerável. aviões. Proteção contra descargas atmosféricas – Parte 1: Princípios gerais US IB ABNT NBR 5419-3:2015. NORMA BRASILEIRA ABNT NBR 5419-2:2015 Proteção contra descargas atmosféricas Parte 2: Gerenciamento de risco 1 Escopo Esta Parte da ABNT NBR 5419 estabelece os requisitos para análise de risco em uma estrutura devido às descargas atmosféricas para a terra. Esta Parte da ABNT NBR 5419 tem o proposito de fornecer um procedimento para a avaliação de tais riscos. tubulações e linhas de energia ) e de sinais colocados fora da estrutura. Atmosferas explosivas – Parte 10-1: Classificação de áreas – Atmosferas explosivas de gás ABNT NBR IEC 60079-10-2.UFC . Para referências não datadas. estes sistemas obedecem a regulamentos especiais elaborados por autoridades Exemplar para uso exclusivo .07. navios e plataformas offshore.UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ . US Esta Parte da ABNT NBR 5419 não se aplica a sistemas ferroviários.

1 Termos e definições 3. ou um objeto elevado (por exemplo: estrutura. serviços. 2 © ABNT 2015 . símbolos e abreviaturas. Somente para uso interno . etc.1.8 ponto de impacto (point of strike) ponto onde uma descarga atmosférica atinge a terra.1. árvore. 3. Para os efeitos deste documento. ABNT NBR 5419-2:2015 3 Termos.272. definições. aplicam-se os seguintes termos. RO 3.5 UÇ Exemplar para uso exclusivo .1. 3.UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ .1 descarga atmosférica para a terra (lightning flash to earth) descarga elétrica de origem atmosférica entre nuvem e terra.2 descarga atmosférica descendente (downward flash) O descarga atmosférica iniciada por um líder descendente de uma nuvem para terra 3. com um intervalo de tempo típico entre eles de cerca de 50 ms NOTA Existem relatos de eventos que têm algumas dezenas de componentes com intervalos entre eles entre 10 ms e 250 ms.1.636/0001-31 componente curta da descarga atmosférica (short stroke) C OD C parte de uma descarga atmosférica para a terra que corresponde a um impulso de corrente EX PR F NOTA A corrente em questão tem um tempo para o meio valor T2 tipicamente inferior a 2 ms. SPDA.3 IV descarga atmosférica ascendente (upward flash) descarga atmosférica iniciada por um líder ascendente de uma estrutura aterrada para uma nuvem US 3.07.1.UFC . consistindo em um ou mais compo- nentes da descarga atmosférica 3.7 (P múltiplos componentes da descarga atmosférica (multiple strokes) descarga atmosférica para a terra que consiste em média de 3 a 4 componentes. RE U 3.1.6 componente longa da descarga atmosférica (long stroke) A parte de uma descarga atmosférica para terra que corresponde a componente da corrente de O A continuidade ID US IB NOTA A duração Tlongo (intervalo entre o valor 10 % na frente ao valor 10 % na cauda) desta corrente de continuidade é tipicamente superior a 2 ms e menor que 1 s. definições.1.Todos os direitos reservados Nota: Este procedimento é cópia não controlada quando impresso. símbolos e abreviaturas.1.4 componente da descarga atmosférica (lightning stroke) ) ÃO descarga elétrica singela de uma descarga atmosférica para a terra L 3.) NOTA Uma descarga atmosférica para a terra pode ter diversos pontos de impacto. É válido o documento disponível na Intranet Corporativa.

1. Somente para uso interno .272.2.17 nível de tensão nominal suportável de impulso Uw tensão suportável de impulso definida pelo fabricante de um equipamento ou de uma parte dele.9 corrente da descarga atmosférica i corrente que flui no ponto de impacto 3. A O A 3.14 EX PR F ambiente urbano área com alta densidade de edificações ou comunidades densamente populosas com edifícios altos RE U NOTA O centro de uma cidade é um exemplo de um ambiente urbano. nucleares etc.07.16 ambiente rural área com baixa densidade de edificações NOTA A zona rural (sítios e fazendas) é um exemplo de um ambiente rural. modificada] NOTA Para os efeitos desta Norma.1.1. 3.1. É válido o documento disponível na Intranet Corporativa.636/0001-31 estruturas que podem causar emissões biológicas. químicas ou radioativas como consequência C de uma descarga atmosférica (como plantas químicas.UFC .Todos os direitos reservados 3 Nota: Este procedimento é cópia não controlada quando impresso.1. petroquímicas. © ABNT 2015 . (P 3.15 ID ambiente suburbano US IB área com uma densidade média de edificações RO NOTA A periferia de uma cidade é um exemplo de um ambiente suburbano. caracterizando a capacidade de suportabilidade específica da sua isolação contra sobretensões (transitórias) [IEC 60664-1:2007.11 estrutura a ser protegida estrutura para qual a proteção é necessária contra os efeitos das descargas atmosféricas de acordo O com esta Norma NOTA A estrutura a ser protegida pode ser uma parte de uma estrutura maior.13 estruturas perigosas ao meio ambiente L UÇ Exemplar para uso exclusivo . IV 3.9.10 valor de pico da corrente I máximo valor da corrente de descarga atmosférica 3.12 estruturas com risco de explosões US estruturas contendo materiais sólidos explosivos ou zonas perigosas determinadas de acordo com a ABNT NBR IEC 60079-10-1 e ABNT NBR IEC 60079-10-2 ) ÃO 3.1. ABNT NBR 5419-2:2015 3. somente a tensão suportável entre condutores vivos e a terra é considerada.1. definição 3.) OD C 3.UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ .1.1.

1.Todos os direitos reservados Nota: Este procedimento é cópia não controlada quando impresso.UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ . por exemplo.1.1.22 linhas de sinais IV US linhas utilizadas para comunicação entre equipamentos que podem ser instalados em estruturas separadas.25 US IB descarga atmosférica na estrutura (lightning flash to a structure) RO descarga atmosférica que atinge uma estrutura a ser protegida (P 3. aos equipamentos C OD C eletrônicos e elétricos localizados nesta.18 sistema elétrico sistema que incorpora componentes de fornecimento de energia em baixa tensão 3.28 descarga atmosférica perto de uma linha (lightning flash near a line) descarga atmosférica que atinge perto o suficiente de uma linha conectada à estrutura a ser protegida que pode causar sobretensões perigosas 4 © ABNT 2015 . dentro de uma estrutura.07. equipamentos eletrônicos de sinais. controladores microprocessados.1.1. ABNT NBR 5419-2:2015 3. sistemas de rádio 3. sistemas de instrumentação. Somente para uso interno .1. É válido o documento disponível na Intranet Corporativa. por exemplo.27 descarga atmosférica direta a uma linha (lightning flash to a line) descarga atmosférica que atinge uma linha conectada à estrutura a ser protegida 3.1.19 sistema eletrônico sistema que incorpora os componentes de uma instalação elétrica de sinal.272.1.26 descarga atmosférica perto de uma estrutura (lightning flash near a structure) descarga atmosférica que atinge perto o suficiente de uma estrutura a ser protegida que pode causar sobretensões perigosas 3.1.21 linha linha de energia ou linha de sinal conectada à estrutura a ser protegida 3.UFC .24 RE U evento perigoso descarga atmosférica direta ou perto da estrutura a ser protegida ou direta ou perto de uma linha A conectada à estrutura a ser protegida que pode causar danos O A ID 3. como as linhas telefônicas e as linhas de dados ) ÃO 3.20 sistemas internos sistemas elétricos e eletrônicos dentro de uma estrutura O 3.636/0001-31 linhas de energia linhas de transmissão que fornecem energia elétrica.1.1. os quadros elétricos de baixa tensão (BT) ou alta tensão (AT) EX PR F 3.23 L UÇ Exemplar para uso exclusivo .

devido a tensões de toque e de passo causadas pelas descargas atmosféricas NOTA Embora os seres vivos possam se ferir de outras maneiras.35 US IB nó RO ponto de uma linha a partir do qual a propagação do surto pode ser assumido como irrisória (P EXEMPLO O ponto em um ramal de distribuição de uma linha de energia no transformador AT/BT ou em uma subestação de energia. incluindo perda da vida.UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ . © ABNT 2015 . a estação de sinal ou um equipamento (por exemplo. térmicos.30 número de eventos perigosos devido à descarga atmosférica direta a uma linha NL número médio anual esperado de eventos perigosos devido à descarga atmosférica direta a uma linha 3.1. o multiplexador ou um equipamento xDSL) em uma linha de sinal.31 número de eventos perigosos devido à descarga atmosférica perto de uma estrutura O NM número médio anual esperado de eventos perigosos devido à descarga atmosférica perto de uma estrutura 3. 3. indutivo e capacitivo. É válido o documento disponível na Intranet Corporativa. químicos ou explosivos da descarga atmosférica 3.29 número de eventos perigosos devido à descarga atmosférica direta a uma estrutura ND número médio anual esperado de eventos perigosos devido à descarga atmosférica direta a uma estrutura 3. que criem surtos e campos eletromagnéticos RE U 3.636/0001-31 3.UFC .1.1.1.1. nesta Parte da ABNT NBR 5419. Somente para uso interno .Todos os direitos reservados 5 Nota: Este procedimento é cópia não controlada quando impresso.37 ferimentos a seres vivos ferimentos.272.1. em pessoas ou animais.07. o termo “ferimentos a seres vivos” está limitado às ameaças devido ao choque elétrico (tipo de dano D1). ABNT NBR 5419-2:2015 3.1.33 C pulso eletromagnético devido às descargas atmosféricas (lightning electromagnetic impulse) OD C LEMP todos os efeitos eletromagnéticos provocados pelas correntes das descargas atmosféricas via acopla- EX PR F mento resistivo.1.36 danos físicos danos a uma estrutura (ou a seu conteúdo) devido aos efeitos mecânicos.34 surto A O efeito transitório causado por LEMP que aparece na forma de sobretensão e/ou sobrecorrente A ID 3.1.32 IV número de eventos perigosos devido à descarga atmosférica perto de uma linha US NI ) número médio anual esperado de eventos perigosos devido à descarga atmosférica perto de uma ÃO linha L UÇ Exemplar para uso exclusivo .

1. ou dentro.38 falhas de sistemas eletroeletrônicos danos permanentes de sistemas eletroeletrônicos devido aos LEMP 3.07.1.1. 6 © ABNT 2015 .1.1.1.636/0001-31 RX C risco parcial que depende da fonte e do tipo de dano OD C 3.Todos os direitos reservados Nota: Este procedimento é cópia não controlada quando impresso.42 componente de risco L UÇ Exemplar para uso exclusivo . em relação US ao valor total (pessoas e bens) da estrutura a ser protegida ) ÃO 3. É válido o documento disponível na Intranet Corporativa.1.39 probabilidade de dano PX probabilidade de um evento perigoso causar danos na.46 zona de proteção contra descarga atmosférica “raio” (lightning protection zone .UFC . relativo a um valor (pessoas e bens) de uma estrutura a ser protegida 3.LPZ) ZPR zona onde o ambiente eletromagnético causado pelo raio é definido NOTA O limite de um ZPR não é necessariamente um limite físico (por exemplo.43 EX PR F risco tolerável RT RE U valor máximo do risco que pode ser tolerável para a estrutura a ser protegida A 3.41 IV risco R valor da perda média anual provável (pessoas e bens) devido à descarga atmosférica. da estrutura a ser protegida 3.45 seção de uma linha SL parte de uma linha com características homogêneas onde somente um conjunto de parâmetros está envolvido na taxa de um componente de risco 3. ABNT NBR 5419-2:2015 3.44 O A zona de uma estrutura ID ZS US IB parte de uma estrutura com características homogêneas onde somente um conjunto de parâmetros RO está envolvido na taxa de um componente de risco (P 3.UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ .1. Somente para uso interno . piso e teto). paredes.1.40 perda LX quantidade média de perda (pessoas e bens) consequente a um tipo específico de dano devido a um O evento perigoso.272.

de concreto com arma- dura de aço interconectada ou duto metálico) 3. ABNT NBR 5419-2:2015 3. OD C 3.54 duto (para cabos) protegido contra descargas atmosféricas duto (para cabos) de baixa resistividade em contato com o solo (por exemplo.1.52 US IB blindagem magnética RO tela metálica. O A ID 3.1. utilizada para reduzir falhas dos sistemas eletroeletrônicos (P 3. Contém pelo menos um componente não linear © ABNT 2015 .UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ . incluindo seus sistemas internos e conteúdo.Todos os direitos reservados 7 Nota: Este procedimento é cópia não controlada quando impresso.47 nível de proteção contra descargas atmosféricas (lightning protection level) NP número associado a um conjunto de parâmetros da corrente da descarga atmosférica para garantir que os valores especificados em projeto não estão superdimensionados ou subdimensionados quando da ocorrência de uma descarga atmosférica NOTA O nível de proteção contra descargas atmosféricas é utilizado para projetar as medidas de proteção de acordo com o conjunto relevante de parâmetros da corrente da descarga atmosférica.UFC . em geral consistindo em um SPDA e MPS US 3.49 proteção contra descargas atmosféricas IV PDA sistema completo para proteção de estruturas contra as descargas atmosféricas. com o objetivo de reduzir os riscos O 3.51 EX PR F medidas de proteção contra surtos (LEMP protection measures) MPS RE U medidas a serem tomadas para proteger os sistemas internos contra os efeitos dos LEMP A NOTA É uma parte da proteção contra descargas atmosféricas.07.1. ou parte dela. assim como as pessoas.1.1. que envolve a estrutura a ser protegida.53 cabo protegido contra descargas atmosféricas cabo especial com aumento de isolamento dielétrico.1. 3. Somente para uso interno . cujo revestimento metálico está em contínuo contato com o solo diretamente ou por meio de cobertura plástica condutora 3. em forma de malha ou contínua.272.55 dispositivo de proteção contra surto DPS dispositivo destinado a limitar as sobretensões e desviar correntes de surto.1. É válido o documento disponível na Intranet Corporativa.1.48 medidas de proteção medidas a serem adotadas na estrutura a ser protegida.1.50 ) sistema de proteção contra descargas atmosféricas ÃO SPDA sistema utilizado para reduzir danos físicos devido às descargas atmosféricas em uma estrutura L UÇ Exemplar para uso exclusivo .636/0001-31 C NOTA Consiste nos sistemas externo e interno de proteção contra descargas atmosféricas.

UFC .1. coordenados e instalados para formar um conjunto que visa reduzir falhas nos sistemas internos 3. NOTA 2 Indicações da frequência de ocorrência e duração podem ser obtidas das normas relativas a indústrias ou aplicações específicas. Isto irá compreender a duração total da ocorrência mais o tempo levado para que a atmosfera inflamável se disperse depois da ocorrência ter cessado.59 UÇ Exemplar para uso exclusivo . 3.272. NOTA 2 As características de suportabilidade isolante destes dispositivos são adequadas para esta apli- O cação intrinsecamente ou por meio de DPS.58 ligação equipotencial para descargas atmosféricas (lightning equipotential bonding) EB US ligação ao SPDA de partes metálicas separadas.1.UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ .07. É válido o documento disponível na Intranet Corporativa.62 zona 20 local no qual uma atmosfera explosiva. vapor ou névoa não é provável de ocorrer em operação normal mas. para reduzir diferenças de potenciais causadas pelas ) correntes das descargas atmosféricas ÃO L 3. Somente para uso interno .60 zona 1 A local no qual uma atmosfera explosiva consistindo em uma mistura de ar e substâncias O A inflamáveis em forma de gás. na forma de nuvem de poeira combustível no ar. ABNT NBR 5419-2:2015 3.1. se isto acontecer.636/0001-31 zona 0 C OD C local no qual uma atmosfera explosiva consistindo em uma mistura de ar e substâncias inflamáveis em forma de gás.1. vapor ou névoa está presente continuamente ou por longos períodos ou frequentemente EX PR F (ver ABNT NBR IEC 60050-426) RE U 3. está presente continuamente ou por longos períodos ou frequentemente (ver ABNT NBR IEC 60079-10-2) 8 © ABNT 2015 .Todos os direitos reservados Nota: Este procedimento é cópia não controlada quando impresso. vapor ou névoa pode ocorrer em operação normal ocasionalmente ID (ver ABNT NBR IEC 60050-426) US IB 3.61 RO zona 2 (P local no qual uma atmosfera explosiva consistindo em uma mistura de ar e substâncias inflamáveis em forma de gás.1. a palavra “persistir” significa o tempo total durante o qual a atmosfera inflamável irá existir. irá persistir somente por períodos curtos NOTA 1 Nesta definição.1.56 sistema coordenado de DPS DPS adequadamente selecionados. cabos de fibras ópticas não metalizados e optoisoladores. IV 3. por conexões condutoras diretas ou por meio de dispositivos de proteção contra surtos.57 interfaces isolantes dispositivos que são capazes de reduzir surtos conduzidos nas linhas que adentram as zonas de proteção contra raios (ZPR) NOTA 1 Estas incluem transformadores de isolação com grade aterrada entre enrolamentos.1.

272.64 zona 22 local no qual uma atmosfera explosiva.63 zona 21 local no qual uma atmosfera explosiva. aterramento e condições de isolação da linha para descargas atmosféricas na linha CLI Fator dependente da blindagem.UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ . É válido o documento disponível na Intranet Corporativa. pode ocorrer em operação normal ocasionalmente (ver ABNT NBR IEC 60079-10-2) 3. Somente para uso interno . não é provável de ocorrer em operação normal.2 Símbolos e abreviaturas O a Taxa de amortização AD Área de exposição equivalente para descargas atmosféricas a uma estrutura isolada ADJ IV Área de exposição equivalente para descargas atmosféricas a uma estrutura adjacente US AD´ Área de exposição equivalente atribuída a uma saliência elevada na cobertura ) AI Área de exposição equivalente para descargas atmosféricas perto de uma linha ÃO L AL UÇ Área de exposição equivalente para descargas atmosféricas em uma linha Exemplar para uso exclusivo .07. aterramento e condições de isolação da linha para descargas atmosféricas perto da linha CLZ Custo das perdas em uma zona CP Custo das medidas de proteção CPM Custo anual das medidas de proteção selecionadas CRL Custo anual de perdas residuais CRLZ Custo de perdas residuais em uma zona © ABNT 2015 .636/0001-31 C OD C AM Área de exposição equivalente para descargas atmosféricas perto de uma estrutura EX PR B Edificação F RE U CD Fator de localização A CDJ Fator de localização de uma estrutura adjacente O A ID CE Fator ambiental US IB CI Fator de instalação de uma linha RO CL Custo anual das perdas totais na ausência de medidas de proteção (P CLD Fator dependente da blindagem.1. mas se isto ocorrer. na forma de nuvem de poeira combustível no ar.1. na forma de nuvem de poeira combustível no ar. irá persistir somente por um período curto (ver ABNT NBR IEC 60079-10-2) 3. ABNT NBR 5419-2:2015 3.UFC .Todos os direitos reservados 9 Nota: Este procedimento é cópia não controlada quando impresso.

É válido o documento disponível na Intranet Corporativa. ABNT NBR 5419-2:2015 CT Fator de tipo de linha para um transformador AT/BT na linha ca Valor dos animais em uma zona. em espécie cs Valor dos sistemas internos (incluindo suas atividades) em uma zona.Todos os direitos reservados Nota: Este procedimento é cópia não controlada quando impresso. em espécie IV D1 Ferimentos a seres vivos por choque elétrico D2 Danos físicos US D3 Falhas de sistemas eletroeletrônicos ) ÃO hz Fator de aumento de perda quando um perigo especial está presente L UÇ Exemplar para uso exclusivo .UFC . em espécie cc Valor do conteúdo em uma zona.272.636/0001-31 H Altura da estrutura C OD C HJ Altura de uma estrutura adjacente EX PR F i Taxa de juros RE U KMS Fator relevante ao desempenho das medidas de proteção contra LEMP A O KS1 Fator relevante à efetividade da blindagem por malha de uma estrutura A ID KS2 Fator relevante à efetividade da blindagem por malha dos campos internos de uma estrutura US IB RO KS3 Fator relevante às características do cabeamento interno (P KS4 Fator relevante à tensão suportável de impulso de um sistema L Comprimento da estrutura La Comprimento da estrutura adjacente LA Perda relacionada aos ferimentos a seres vivos por choque elétrico (descargas atmosféricas à estrutura) LB Perda em uma estrutura relacionada a danos físicos (descargas atmosféricas à estrutura) LL Comprimento de uma seção da linha LC Perda relacionada à falha dos sistemas internos (descargas atmosféricas à estrutura) LE Perda adicional quando os danos envolvem estruturas ao redor 10 © ABNT 2015 . em espécie ct Valor total da estrutura.07. Somente para uso interno .UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ . em espécie O cz Valor do patrimônio cultural em uma zona. em espécie cb Valor do edifício relevante a zona. em espécie ce Valor total dos bens em locais perigosos fora da estrutura.

ABNT NBR 5419-2:2015 LF Perda em uma estrutura devido a danos físicos LFE Perda devido a danos físicos fora da estrutura LFT Perda total devido a danos físicos dentro e fora da estrutura L M Perda relacionada à falha de sistemas internos (descargas atmosféricas perto da estrutura) Lo Perda em uma estrutura devido à falha de sistemas internos LT Perda devido a ferimentos por choque elétrico LU Perda relacionada a ferimentos de seres vivos por choque elétrico (descargas atmosféricas na linha) O LV Perda em uma estrutura devido a danos físicos (descargas atmosféricas na linha) IV LW Perda devido à falha de sistemas internos (descargas atmosféricas na linha) US LX Perda consequente a danos relevantes à estrutura ) LZ Perda relacionada à falha de sistemas internos (descargas atmosféricas perto da linha) ÃO L1 Perda de vida humana L UÇ Exemplar para uso exclusivo .272. Somente para uso interno . É válido o documento disponível na Intranet Corporativa.07.UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ .636/0001-31 C L2 Perda de serviço ao público OD C L3 Perda de patrimônio cultural EX PR F RE L4 Perda de valor econômico U m Taxa de manutenção A O A NX Número de eventos perigosos por ano ID US IB ND Número de eventos perigosos devido às descargas atmosféricas em uma estrutura RO NDJ Número de eventos perigosos devido às descargas atmosféricas em uma estrutura adjacente (P NG Densidade de descargas atmosféricas para a terra NI Número de eventos perigosos devido às descargas atmosféricas perto de uma linha NL Número de eventos perigosos devido às descargas atmosféricas a uma linha N M Número de eventos perigosos devido às descargas atmosféricas perto de uma estrutura nz Número de possíveis pessoas em perigo (vitimas ou usuários não servidos) nt Número total de pessoas (ou usuários atendidos) esperado P Probabilidade de danos PA Probabilidade de ferimentos de seres vivos por choque elétrico (descargas atmosféricas à estrutura) © ABNT 2015 .UFC .Todos os direitos reservados 11 Nota: Este procedimento é cópia não controlada quando impresso.

Somente para uso interno . cabeamento e da tensão suportável IV do equipamento PSPD Probabilidade de reduzir PC .07.Todos os direitos reservados Nota: Este procedimento é cópia não controlada quando impresso.636/0001-31 PU Probabilidade de ferimentos de seres vivos por choque elétrico (descargas atmosféricas perto da linha conectada) C OD C PV Probabilidade de danos físicos à estrutura (descargas atmosféricas perto da linha conectada) EX PR F PW Probabilidade de falha de sistemas internos (descargas atmosféricas na linha conectada) RE U PX Probabilidade de danos relevantes à estrutura (descargas atmosféricas à estrutura) A O A PZ Probabilidade de falha de sistemas internos (descargas atmosféricas perto da linha conectada) ID US IB rt Fator de redução associado ao tipo de superfície do solo RO rf Fator redutor de perda dependente do risco de incêndio (P rp Fator redutor de perda devido às precauções contra incêndio R Risco RA Componente de risco (ferimentos a seres vivos – descarga atmosférica na estrutura) RB Componente de risco (danos físicos na estrutura – descarga atmosférica na estrutura) R C Componente de risco (falha dos sistemas internos – descarga atmosférica na estrutura) R M Componente de risco (falha dos sistemas internos – descarga atmosférica perto da estrutura) RS Resistência da blindagem por unidade de comprimento de um cabo RT Risco tolerável 12 © ABNT 2015 . PV e PW dependendo das características da linha e da tensão suportável do equipamento (descargas atmosféricas na linha conectada) PLI Probabilidade de reduzir PZ dependendo das características da linha e da tensão suportável do equipamento (descargas atmosféricas perto da linha conectada) PM Probabilidade de falha de sistemas internos (descargas atmosféricas perto da linha conectada) O PMSI Probabilidade de reduzir PM dependendo da blindagem. PM. ABNT NBR 5419-2:2015 PB Probabilidade de danos físicos à estrutura (descargas atmosféricas à estrutura) PC Probabilidade de falha de sistemas internos (descargas atmosféricas à estrutura) PEB Probabilidade de reduzir PU e PV dependendo das características da linha e da tensão suportável do equipamento quando EB (ligação equipotencial) é instalada PLD Probabilidade de reduzir PU . PW e PZ quando um sistema coordenado de DPS está US instalado ) PTA Probabilidade de reduzir PA dependendo das medidas de proteção contra tensões de toque ÃO e passo L UÇ Exemplar para uso exclusivo .UFC .272.UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ . É válido o documento disponível na Intranet Corporativa.

É válido o documento disponível na Intranet Corporativa. em horas por ano.07. em horas por ano. Somente para uso interno .Todos os direitos reservados 13 Nota: Este procedimento é cópia não controlada quando impresso.636/0001-31 SL Seção de uma linha C OD C S1 Fonte de dano – descargas atmosféricas na estrutura EX PR F S2 Fonte de dano – descargas atmosféricas perto da estrutura RE U S3 Fonte de dano – descargas atmosféricas na linha A O S4 Fonte de dano – descargas atmosféricas perto da linha A ID te Tempo. ABNT NBR 5419-2:2015 RU Componente de risco (ferimentos a seres vivos – descarga atmosférica na linha conectada) RV Componente de risco (danos físicos na estrutura – descarga atmosférica na linha conectada) RW Componente de risco (falha dos sistemas internos – descarga atmosférica na linha conectada) RX Componente de risco para uma estrutura RZ Componente de risco (falha dos sistemas internos – descarga atmosférica perto da linha) R 1 Risco de perda de vida humana em uma estrutura R 2 Risco de perda de serviço ao público em uma estrutura O R 3 Risco de perda de patrimônio cultural em uma estrutura IV R 4 Risco de perda de valor econômico em uma estrutura R´4 Risco R4 quando medidas de proteção forem adotadas US S Estrutura ) ÃO S Economia anual de dinheiro L UÇ Exemplar para uso exclusivo .272. que pessoas estão presentes em um local perigoso (P TD Dias de tempestades por ano UW Tensão suportável nominal de impulso de um sistema w Largura da malha W Largura da estrutura WJ Largura da estrutura adjacente X Identificador subscrito do componente de risco relevante ZS Zonas de uma estrutura © ABNT 2015 .UFC . da presença de pessoas em locais perigosos fora da estrutura US IB RO tz Tempo.UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ .

1.1 Danos e perdas 4. F RE U  b) D2: danos físicos.1 Fontes dos danos A corrente da descarga atmosférica é a principal fonte de dano.636/0001-31 de danos os quais aparecem como consequência das descargas atmosféricas. Os seguintes tipos de perdas devem ser levados em consideração (ver Tabela 1):  a) L1: perda de vida humana (incluindo ferimentos permanentes).  c) L3: perda de patrimônio cultural. sozinho ou em combinação com outros. É válido o documento disponível na Intranet Corporativa.UFC .2 Tipos de danos IV US A descarga atmosférica pode causar danos dependendo das características da estrutura a ser prote- gida. ÃO L Para aplicações práticas desta análise de risco.  b) S2: descargas atmosféricas perto da estrutura.  d) L4: perda de valores econômicos (estrutura.1.  b) L2: perda de serviço ao público.UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ . O  d) S4: descargas atmosféricas perto da linha.07.1. conteúdos e aplicações. As seguintes fontes são distintas pelo ponto de impacto (ver Tabela 1):  a) S1: descargas atmosféricas na estrutura. Podem envolver também as estruturas ao redor IB ou o meio ambiente (por exemplo.3 Tipos de perdas (P Cada tipo de dano. RO 4. O tipo de perda pode acontecer dependendo das características da própria estrutura e do seu conteúdo. Somente para uso interno . Eles são os seguintes C OD C (ver Tabela 1): EX PR  a) D1: ferimentos aos seres vivos por choque elétrico.272. é usual distinguir entre três tipos básicos UÇ Exemplar para uso exclusivo . 4. pode produzir diferentes perdas consequentes em uma estrutura a ser protegida.Todos os direitos reservados Nota: Este procedimento é cópia não controlada quando impresso.  c) S3: descargas atmosféricas na linha. ) tipo de serviço e medidas de proteção existentes. emissões químicas ou radioativas). A  c) D3: falhas de sistemas eletroeletrônicos. Algumas das características mais importantes são: tipo de construção. 14 © ABNT 2015 . O A ID Os danos a uma estrutura devido às descargas atmosféricas podem ser limitados a uma parte US da estrutura ou pode se estender a estrutura inteira. e perdas de atividades). conteúdo. ABNT NBR 5419-2:2015 4 Interpretação dos termos 4.

L3. É válido o documento disponível na Intranet Corporativa. tipos de danos e tipos de perdas de acordo com o ponto de impacto Descarga atmosférica Estrutura Ponto de impacto Fonte de danos Tipo de danos Tipo de perdas D1 L1.  b) R2: risco de perda de serviço ao público. L4 L UÇ Exemplar para uso exclusivo . O A b Somente para estruturas com risco de explosão ou para hospitais ou outras estruturas onde falhas ID de sistemas internos podem imediatamente colocar em perigo a vida humana. L2.07.UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ .2 Riscos e componentes de risco (P 4. Os riscos a serem avaliados em uma estrutura devem ser como a seguir:  a) R1: risco de perda de vida humana (incluindo ferimentos permanentes).272. o risco resultante deve ser avaliado. L4 O S2 D3 L1 b. L4 a ) S3 D2 L1. L2 . L4 D3 L1 b. L4 ÃO D3 L1 b. R. L4 a S1 D2 L1. Somente para uso interno .1 Risco O risco.2.Todos os direitos reservados 15 Nota: Este procedimento é cópia não controlada quando impresso. L2.  c) R3: risco de perda de patrimônio cultural. US IB RO 4. L4 IV US D1 L1.  d) R4: risco de perda de valores econômicos.UFC . Para cada tipo de perda que pode aparecer na estrutura. L2. © ABNT 2015 .636/0001-31 C OD C EX PR L1b. L4 F S4 D3 RE U A a Somente para propriedades onde animais possam ser perdidos. é um valor relativo a uma provável perda anual média. L3. ABNT NBR 5419-2:2015 Tabela 1 – Fontes de danos. L2. L2.

Perdas do tipo L2 e L4 podem ocorrer em todos os casos junto com o tipo L1.2.UFC . nos casos de estruturas com risco L de explosão. L2.07. É válido o documento disponível na Intranet Corporativa. Perdas do tipo L2 e L4 podem ocorrer em todos os casos. perdas do tipo L4 com possíveis perdas de animais podem também ocorrer. Recomenda-se que estes casos também sejam considerados utilizando os princípios desta Parte da ABNT NBR 5419. nos casos de estruturas com risco A de explosão. as perdas do tipo L4 com possíveis perdas de animais podem também aumentar. Perda de tipo L1 e. os quais podem também colocar em perigo o meio US ambiente.  c) RW: componente relativo a falhas de sistemas internos causados por sobretensões induzidas nas linhas que entram na estrutura e transmitidas a esta. e hospitais ou outras estruturas onde falhas de sistemas internos possam imediata- O A mente colocar em perigo a vida humana.636/0001-31 imediatamente colocar em perigo a vida humana. Cada risco. L3 e L4) podem ocorrer. Perda do tipo L1 e.2. Somente para uso interno . NOTA 1 As linhas consideradas nesta análise são somente aquelas que entram na estrutura. 4. Perdas do tipo L2 ÃO e L4 podem ocorrer em todos os casos junto com o tipo L1.Todos os direitos reservados Nota: Este procedimento é cópia não controlada quando impresso. no caso de propriedades agrícolas. Ao calcular um risco.2.2 Componentes de risco para uma estrutura devido às descargas atmosféricas na estrutura  a) RA: componente relativo a ferimentos aos seres vivos causados por choque elétrico devido às tensões de toque e passo dentro da estrutura e fora nas zonas até 3 m ao redor dos condutores de descidas. 16 © ABNT 2015 .3 Componentes de risco para uma estrutura devido às descargas atmosféricas perto EX PR da estrutura F RE U —— RM: componente relativo a falhas de sistemas internos causados por LEMP. Todos os tipos de perdas (L1. C OD C 4.272. IV  b) RB: componente relativo a danos físicos causados por centelhamentos perigosos dentro da estrutura iniciando incêndio ou explosão. L3 e L4) podem aumentar. ABNT NBR 5419-2:2015 Para avaliar os riscos. e hospitais ou outras estruturas onde falhas de sistemas internos possam UÇ Exemplar para uso exclusivo . pessoas podem estar em perigo por descargas atmosféricas diretas O (por exemplo. os componentes de risco podem ser agrupados de acordo com as fontes de danos e os tipos de danos.4 Componentes de risco para uma estrutura devido às descargas atmosféricas a uma linha conectada à estrutura RO  a) RU: componente relativo a ferimentos aos seres vivos causados por choque elétrico devido às (P tensões de toque e passo dentro da estrutura. NOTA Em estruturas especiais.  b) RV: componente relativo a danos físicos (incêndio ou explosão iniciados por centelhamentos perigosos entre instalações externas e partes metálicas geralmente no ponto de entrada da linha na estrutura) devido à corrente da descarga atmosférica transmitida ou ao longo das linhas.UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ . ID US IB 4. nos casos de estruturas com risco de explosão. )  c) RC: componente relativo a falhas de sistemas internos causados por LEMP. no nível superior de estacionamentos ou estádios). e hospitais ou outras estruturas onde falhas de sistemas internos possam imediatamente colocar em perigo a vida humana. L2. junto com o tipo L1. R. é a soma dos seus componentes de risco. os relevantes componentes de risco (riscos parciais dependem da fonte e do tipo de dano) devem ser definidos e calculados. no caso de estruturas contendo animais vivos. R. Todos os tipos de perdas (L1.

4. junto com o tipo L1. recomenda-se que este tipo de ameaça também seja considerado.Todos os direitos reservados 17 Nota: Este procedimento é cópia não controlada quando impresso. RE U  b) R2: Risco de perdas de serviço ao público: A O A R2 = RB2 + RC2 + RM2 + RV2 + RW2 + RZ2 (2) ID US IB  c) R3: Risco de perdas de patrimônio cultural: RO R3 = RB3 + RV3 (3) (P  d) R4: Risco de perdas de valor econômico: R4= RA4 2 + RB4 + RC4 + RM4 + RU4 2 + RV4 + RW4 + RZ4 (4) 2 Somente para propriedades onde animais possam ser perdidos.07. © ABNT 2015 . Perdas do tipo L2 e L4 podem ocorrer em todos os casos. Somente para uso interno .5 Componentes de risco para uma estrutura devido às descargas atmosféricas perto de uma linha conectada à estrutura .272. nos casos de estruturas com risco de explosão. Se o barramento de equipotencialização não existir. 4. Os componentes de risco que correspondem a cada tipo de perda são também agrupados na Tabela 2. ou perto de. Se o barramento IV de equipotencialização não existir.3 Composição dos componentes de risco US Os componentes de risco a serem considerados para cada tipo de perda na estrutura são listados ) a seguir: ÃO  a) R1: Risco de perda de vida humana: L UÇ Exemplar para uso exclusivo . tubulações não são consideradas como uma fonte de danos.UFC .RZ: componente relativo a falhas de sistemas internos causados por sobretensões induzidas nas linhas que entram na estrutura e transmitidas a esta. uma vez que existe a interligação ao barramento de equipotencialização. ABNT NBR 5419-2:2015 NOTA 2 Descargas atmosféricas em.636/0001-31 R1= RA1+ RB1+ RC1 1 + RM1 1 + RU1 + RV1 + RW1 1 + RZ1 1 C (1) OD C 1 Somente para estruturas com risco de explosão e para hospitais com equipamentos elétricos EX PR F para salvar vidas ou outras estruturas quando a falha dos sistemas internos imediatamente possa por em perigo a vida humana. O NOTA 2 Descargas atmosféricas em ou perto de tubulações não são consideradas como uma fonte de danos. uma vez que existe a interligação ao barramento de equipotencialização. NOTA 1 As linhas consideradas nesta análise são somente aquelas que entram na estrutura. e hospitais ou outras estruturas onde falhas de sistemas internos possam imediatamente colocar em perigo a vida humana. recomenda-se que este tipo de ameaça também seja considerado.2.UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ . É válido o documento disponível na Intranet Corporativa.

ÃO b Somente para propriedades onde animais possam ser perdidos. isolamento. É válido o documento disponível na Intranet Corporativa. Somente para uso interno . ABNT NBR 5419-2:2015 Tabela 2 – Componentes de risco a serem considerados para cada tipo de perda em uma estrutura Descarga Descarga Descarga Descarga atmosférica atmosférica perto atmosférica Fonte de atmosférica na em uma linha de uma linha perto da danos estrutura conectada conectada estrutura S1 à estrutura à estrutura S2 S3 S4 Componente de RA RB RC RM RU RV RW RZ risco Risco para cada tipo de perda O R1 * * *a *a * * *a *a IV R2 * * * * * * R3 * * R4 *b * * * *b * * * US a Somente para estruturas com risco de explosão e para hospitais ou outras estruturas quando a falha ) dos sistemas internos imediatamente possam colocar em perigo a vida humana. EX PR F Tabela 3 – Fatores que influenciam os componentes de risco RE U Características da estrutura ou dos A sistemas internos RA RB RC RM RU RV RW RZ O A (medidas de proteção) ID US IB Área de exposição X X X X X X X X RO equivalente Resistividade da superfície (P X do solo Resistividade do piso X X Restrições físicas.UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ . L UÇ Exemplar para uso exclusivo . X X equipotencialização do solo SPDA X X X Xa Xb Xb Ligação ao DPS X X X X Interfaces isolantes Xc Xc X X X X Sistema coordenado de X X X X DPS 18 © ABNT 2015 .Todos os direitos reservados Nota: Este procedimento é cópia não controlada quando impresso.636/0001-31 Características da estrutura e de possíveis medidas de proteção que influenciam os componentes C OD C de risco para uma estrutura são dados na Tabela 3.UFC .07.272. avisos visíveis.

por meio da comparação dos riscos R1.UFC .UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ .07. R2 e R3 com os riscos toleráveis RT. (P  b) identificação de todos os tipos de perdas na estrutura e os correspondentes riscos relevantes R (R1 a R4).  c) avaliação do risco R para cada tipo de perda R1 a R4.2 Estrutura a ser considerada para análise de risco A estrutura a ser considerada inclui:  a) a própria estrutura. 5.1 Procedimento básico US IB RO  a) identificação da estrutura a ser protegida e suas características.Todos os direitos reservados 19 Nota: Este procedimento é cópia não controlada quando impresso. Neste caso.272.  e) avaliação da eficiência do custo da proteção pela comparação do custo total das perdas com ou sem as medidas de proteção. Somente para uso interno . c Somente se eles pertencem ao equipamento. EX PR b F Devido a ligações equipotenciais.636/0001-31 Tensão suportável de X X X X X X impulso C OD C a Somente para SPDA tipo malha externa. ABNT NBR 5419-2:2015 Tabela 3 (continuação) Características da estrutura ou dos sistemas internos RA RB RC RM RU RV RW RZ (medidas de proteção) Blindagem espacial X X Blindagem de linhas X X X X externas Blindagem de linhas X X internas O Precauções de roteamento X X Sistema de X IV equipotencialização Precauções contra X X US incêndios Sensores de fogo X X ) ÃO Perigos especiais X X L UÇ Exemplar para uso exclusivo . É válido o documento disponível na Intranet Corporativa. a avaliação dos componentes de risco R4 deve ser feita no sentido de avaliar tais custos (ver Anexo D). © ABNT 2015 .  d) avaliação da necessidade de proteção. RE U A O 5 Gerenciamento de risco A ID 5.

Somente para uso interno . R2 e R3 devem ser considerados na avaliação RO da necessidade da proteção contra as descargas atmosféricas.  c) cálculo do risco total R (ver 4. para perda de valor econômico (L4). (P Para cada tipo de risco a ser considerado. medidas de proteção devem ser adotadas no sentido de reduzir R ≤ RT para todos os riscos aos quais a estrutura está sujeita. Se os dados para esta análise não estão disponíveis.UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ . são fornecidos na Tabela 4. É válido o documento disponível na Intranet Corporativa. US Tabela 4 – Valores típicos de risco tolerável RT ) Tipo de perda RT (y–1) ÃO L1 Perda de vida humana ou ferimentos permanentes 10–5 L UÇ Exemplar para uso exclusivo .7).07.  d) identificação dos riscos toleráveis RT. o valor representativo de risco tolerável RT = 10–3 pode ser utilizado. Se R > RT.UFC . A proteção não inclui as linhas conectadas fora da estrutura.3 Risco tolerável RT O É de responsabilidade da autoridade que tenha jurisdição identificar o valor do risco tolerável. Se R ≤ RT. IV Valores representativos de risco tolerável RT.Todos os direitos reservados Nota: Este procedimento é cópia não controlada quando impresso.  e) o meio ambiente afetado por danos na estrutura. os riscos R1. ABNT NBR 5419-2:2015  b) as instalações na estrutura.  c) o conteúdo da estrutura. 5. os seguintes passos devem ser tomados:  a) identificação dos componentes RX que compõe o risco. a rotina a ser seguida é a comparação custo/ RE U benefício dada no Anexo D. A O A 5.  b) cálculo dos componentes de risco identificados RX.3).272. NOTA A estrutura a ser considerada pode ser subdividida em várias zonas (ver 6.  d) as pessoas na estrutura ou nas zonas até 3 m para fora da estrutura. onde as descargas atmosféricas envolvem perdas de vida humana ou perda de valores sociais ou culturais.4 Procedimento específico para avaliar a necessidade de proteção ID US IB De acordo com ABNT NBR 5419-1.  e) comparação do risco R com o valor do risco tolerável RT.636/0001-31 L2 Perda de serviço ao público 10–3 C OD C L3 Perda de patrimônio cultural 10–4 EX PR F Em princípio. a proteção contra a descarga atmosférica não é necessária. 20 © ABNT 2015 .

NOTA Onde o dano à estrutura devido à descarga atmosférica possa também envolver as estruturas ao IV redor ou o meio ambiente (por exemplo. o uso de uma proteção contra descargas atmosféricas nível I é permitida em todos os casos.5 Procedimento para avaliar o custo da eficiência da proteção ) ÃO Além da necessidade da proteção contra descargas atmosféricas da estrutura. Por exemplo. as autoridades que tenham jurisdição podem permitir SPDA nível III onde houver uma baixa frequência de atividade atmosférica e/ou a baixa sensibilidade O dos conteúdos da estrutura garanta isto. medidas de proteção adicionais para a estrutura e medidas apropriadas para estas zonas podem ser exigidas pelas autoridades que tenham jurisdição.  i) cálculo do custo anual CPM das medidas de proteção selecionadas. (P  d) cálculo do custo anual CL da perda total na ausência das medidas de proteção. pelo menos um SPDA classe II deve ser adotado.07. pode ser muito útil a L UÇ verificação dos benefícios econômicos da instalação das medidas de proteção no sentido de reduzir Exemplar para uso exclusivo . © ABNT 2015 .  e) adoção das medidas de proteção selecionadas.636/0001-31 as perdas econômicas L4.272. RE U O procedimento para verificar o custo da eficiência da proteção requer: A  a) identificação dos componentes RX que compõem o risco R4.  h) cálculo do custo anual total CRL das perdas residuais com a presença das medidas de proteção selecionadas.Todos os direitos reservados 21 Nota: Este procedimento é cópia não controlada quando impresso. O A  b) cálculo dos componentes de risco identificados RX na ausência de novas/adicionais medidas ID de proteção. ABNT NBR 5419-2:2015 O procedimento para avaliar a necessidade de proteção está descrito na Figura 1. Exceções ao uso de proteção contra descargas atmosféricas nível II podem ser permitidas quando tecnicamente justificadas e autorizadas pela autoridade que tenha jurisdição. É válido o documento disponível na Intranet Corporativa.  f) cálculo dos componentes de risco RX com a presença das medidas de proteção selecionadas. o proprietário deve ser informado e o mais alto nível de proteção deve ser providenciado para a instalação.  g) cálculo do custo anual das perdas residuais devido a cada componente de risco RX na estrutura protegida. No caso em que o risco não possa ser reduzido a um nível tolerável.UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ . US IB RO  c) cálculo do custo anual de perdas devido a cada componente de risco RX. Em complemento. emissões químicas ou radioativas). C OD C A análise dos componentes de risco R4 permite ao usuário avaliar o custo da perda econômica com EX PR F ou sem as medidas de proteção adotadas (ver Anexo D). Somente para uso interno .  j) comparação dos custos. US 5. especialmente nos casos em que o meio ambiente ou o conteúdo dentro da estrutura são excepcionalmente sensíveis aos efeitos das descargas atmosféricas. Onde a proteção contra descargas atmosféricas for exigida pela autoridade que tenha jurisdição para estruturas com risco de explosão.UFC .

R M. Identificar a estrutura a ser protegida O Identificar os tipos de perdas relevantes à estrutura IV US ) Para cada tipo de perda. R Z L UÇ Exemplar para uso exclusivo .636/0001-31 Não C R > RT Estrutura protegida OD C Sim EX PR F RE Necessita proteção U A O A Há SPDA Sim Há MPS Sim ID instalado? instaladas? US IB Calcular novos valores das RO Não componentes de risco Não Não (P RA+ RB+ RU + RV> R T a Sim Instalar um tipo de SPDA Instalar MPS Instalar outras medidas de adequado adequadas proteção b a Se RA + RB < RT. Figura 1 – Procedimento para decisão da necessidade da proteção e para selecionar as medidas de proteção 22 © ABNT 2015 . É válido o documento disponível na Intranet Corporativa. as medidas de proteção podem provar a economia monetária durante a vida da estrutura. R C.07. b Ver Tabela 3. Se CL ≥ CRL + CPM.272. neste caso DPS de acordo com a ABNT NBR 5419-4 são suficientes. identificar e calcular os componentes de risco ÃO R A.UFC . R W. O procedimento para avaliar a eficiência do custo da proteção está mostrado na Figura 2. ABNT NBR 5419-2:2015 Se CL < CRL + CPM. um SPDA completo não é necessário.UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ . R U. R B. Somente para uso interno . Pode ser útil avaliar algumas variações da combinação das medidas de proteção para achar a solução ótima em relação à eficiência do custo. a proteção contra descargas atmosféricas pode ser julgada não tendo custo eficiente.Todos os direitos reservados Nota: Este procedimento é cópia não controlada quando impresso. R V.

ABNT NBR 5419-2:2015 Identificar os valores da: � estrutura e das suas atividades.07. � instalações internas. © ABNT 2015 .UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ .UFC . Somente para uso interno .6 Medidas de proteção Medidas de proteção são direcionadas para reduzir o risco de acordo com o tipo de dano. Medidas de proteção devem ser consideradas efetivas somente se elas estiverem conforme os requisitos das seguintes normas:  a) ABNT NBR 5419-3 para proteção contra ferimentos de seres vivos e danos físicos à estrutura. Calcular todos os componentes de risco RX relevantes O Calcular o custo anual CL da perda total e o custo CRL da perda residual em presença das medidas de IV proteção (ver Anexo D) US ) ÃO Calcular o custo anual CPM das L medidas de proteção selecionadas UÇ Exemplar para uso exclusivo .Todos os direitos reservados 23 Nota: Este procedimento é cópia não controlada quando impresso.272.636/0001-31 C OD C EX PR F RE U Não é eficiente o custo das Sim CPM + CRL > CL medidas de proteção A adotadas O A ID US IB Não RO O custo das medidas de proteção (P adotadas é eficiente Figura 2 – Procedimento para avaliação da eficiência do custo das medidas de proteção 5.  b) ABNT NBR 5419-4 para proteção contra falhas de sistemas eletroeletrônicos. É válido o documento disponível na Intranet Corporativa.

individualmente ou em combinação. Para cada tipo de perda. o tipo de serviço fornecido ao público.2. das linhas conectadas e das medidas de proteção existentes. faz com que a condição R ≤ RT seja mantida. levando também em consideração O os aspectos econômicos. A solução a ser adotada deve ser selecionada em função dos aspectos técnicos e econômicos. como descrito em 4.2. RW e RZ. Em qualquer caso. ID US IB O número NX de eventos perigosos é afetado pela densidade de descargas atmosféricas para a terra (NG) e pelas características físicas da estrutura a ser protegida.UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ . NOTA Quando o dano à estrutura devido à descarga atmosférica também envolver estruturas nas redon- dezas ou ao meio ambiente (por exemplo. RU. ABNT NBR 5419-2:2015 5. Um procedimento simplificado para a seleção das medidas de proteção é dado no diagrama de fluxo da Figura 1. 4. pode ser expressa pela seguinte equação geral: L UÇ Exemplar para uso exclusivo . Parâmetros críticos devem ser identificados com o objetivo de determinar as medidas mais eficientes para reduzir o risco R. RV. RM. A perda consequente LX é afetada pelo uso para o qual a estrutura foi projetada.07. 4. a frequência das pessoas. Somente para uso interno . o instalador ou o projetista deve identificar os componentes de risco mais críticos e reduzi-los. É válido o documento disponível na Intranet Corporativa. o valor dos bens afetados pelos danos e as medidas providenciadas para limitar a quantidade de perdas. 24 © ABNT 2015 .5. A O A LX é a perda consequente (ver também Anexo C). RE U PX é a probabilidade de dano à estrutura (ver também Anexo B).4 e 4. recomenda-se que a perda consequente seja adicionada ao valor de LX.636/0001-31 RX = NX × PX × LX (5) C OD C onde EX PR F NX é o número de eventos perigosos por ano (ver também Anexo A).3. emissões químicas ou radioativas). linhas conectadas RO e o solo.2. (P A probabilidade de dano PX é afetada pelas características da estrutura a ser protegida.2. 6 Análise dos componentes de risco IV US 6. há um número de medidas de proteção que.272. RB.2. RC.Todos os direitos reservados Nota: Este procedimento é cópia não controlada quando impresso.7 Seleção das medidas de proteção A seleção da maioria das medidas de proteção adequadas deve ser feita pelo projetista de acordo com a participação de cada componente de risco no risco total R e de acordo com aspectos técnicos e econômicos das diferentes medidas de proteção.1 Equação básica ) ÃO Cada componente de risco RA. sua vizinhança.UFC .

RV e RW são a soma dos valores relevantes de RU. as seguintes equações são aplicáveis:  a) componente relacionado a ferimentos a seres vivos por choque elétrico (D1) RA = ND × PA × LA (6)  b) componente relacionado a danos físicos (D2) RB = ND × PB × LB (7)  c) componente relacionado à falha de sistemas internos (D3) O RC = ND × PC × LC (8) IV Parâmetros para avaliar estes componentes de risco são dados na Tabela 5.272. Se a linha tiver mais de uma seção (ver 6. US 6. RV e RW para cada seção da linha. os valores de RU. É válido o documento disponível na Intranet Corporativa.2 Análise dos componentes de risco devido às descargas atmosféricas na estrutura (S1) Para a avaliação dos componentes de risco devido às descargas atmosféricas na estrutura.3 Análise dos componentes de risco devido às descargas atmosféricas perto da estrutura (S2) ) ÃO Para a avaliação dos componentes de risco devido às descargas atmosféricas perto da estrutura.8). NDJ pode ser desprezado. U 6. As seções a serem consideradas são aquelas entre a estrutura e o primeiro nó.UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ . © ABNT 2015 . Somente para uso interno . L a seguinte equação é aplicável: UÇ Exemplar para uso exclusivo .636/0001-31 C OD C —— componente relacionado à falha dos sistemas internos (D3): EX PR RM = NM × PM × LM (9) F RE Parâmetros para avaliar estes componentes de risco são dados na Tabela 5.4 Análise dos componentes de risco devido às descargas atmosféricas em uma A O linha conectada à estrutura (S3) A ID Para a avaliação dos componentes de risco devido às descargas atmosféricas em uma linha US IB conectada à estrutura.07. ABNT NBR 5419-2:2015 6.UFC . Parâmetros para avaliar estes componentes de risco são dados na Tabela 5. as seguintes equações são aplicáveis: RO  a) componente relacionado a ferimentos a seres vivos por choque elétrico (D1) (P RU = (NL + NDJ) × PU × LU (10)  b) componente relacionado a danos físicos (D2) RV = (NL + NDJ) × PV × LV (11)  c) componente relacionado à falha dos sistemas internos (D3) RW = (NL + NDJ) × PW × LW (12) NOTA 1 Em muitos casos.Todos os direitos reservados 25 Nota: Este procedimento é cópia não controlada quando impresso.

ou seja.8).2 Probabilidade de uma descarga atmosférica na estrutura causar PA —— ferimentos a seres vivos por choque elétrico B.5) A. linha não blindada versus linha blindada. L UÇ Exemplar para uso exclusivo .).3 PC —— falha de sistemas internos B. a seguinte equação é aplicável: —— componente relacionado à falha dos sistemas internos (D3): US RZ = NI × PZ × LZ (13) ) ÃO Parâmetros para avaliar estes componentes de risco são dados na Tabela 5. ABNT NBR 5419-2:2015 No caso de uma estrutura com mais de uma linha conectada com diferente roteamento.4 Probabilidade de uma descarga atmosférica perto da estrutura causar PM —— falha de sistemas internos B. As seções a serem consideradas são aquelas entre a estrutura e o primeiro nó. linha de energia em baixa tensão versus linha de energia em alta tensão com transformador AT/BT etc. É válido o documento disponível na Intranet Corporativa. 6. No caso de uma estrutura com mais de uma linha conectada com o mesmo roteamento.2 RO NM —— perto da estrutura A. a linha com os valores mais altos de NL e NI conectado ao sistema interno com os menores valores de UW (linha de sinal versus linha de energia.UFC . a área sobreposta é considerada somente uma vez. o cálculo deve ser feito somente para a linha com as piores características.5 26 © ABNT 2015 .UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ .4 NI —— perto de uma linha conectada à estrutura A.5 Análise dos componentes de risco devido às descargas atmosféricas perto de uma linha conectada à estrutura (S4) O Para a avaliação dos componentes de risco devido às descargas atmosféricas perto de uma linha IV conectada à estrutura. o valor de RZ é a soma dos componentes relevantes C OD C de RZ para cada seção da linha.3 (P NL —— em uma linha conectada à estrutura A.636/0001-31 Se a linha tiver mais de uma seção (ver 6.272.2 PB —— danos físicos B.5 NDJ —— a uma estrutura adjacente (ver Figura A. EX PR F RE Tabela 5 – Parâmetros relevantes para avaliação dos componentes de risco U Valor de acordo com A Símbolo Denominação a Seção O A ID Número médio anual de eventos perigosos devido às descargas atmosféricas US IB ND —— à estrutura A.07. os cálculos devem ser feitos para cada linha. NOTA 2 No caso de linhas para as quais exita uma sobreposição da área de exposição equivalente. Somente para uso interno .Todos os direitos reservados Nota: Este procedimento é cópia não controlada quando impresso.

3.4. C. RE U 6.). ABNT NBR 5419-2:2015 Tabela 5 (continuação) Valor de acordo com Símbolo Denominação a Seção Probabilidade de uma descarga atmosférica em uma linha causar PU —— ferimentos a seres vivos por choque elétrico B. os cálculos ÃO devem ser feitos para cada linha. linha de energia em baixa tensão versus F linha de energia em alta tensão com transformador AT/BT etc. o cálculo C OD C deve ser feito somente para a linha com as piores características.272. ou seja. C.6 PV —— danos físicos B. Somente para uso interno . C.5.4. L UÇ Exemplar para uso exclusivo .3.UFC . US IB RO Tabela 6 – Componentes de risco para diferentes tipos de danos e fontes de danos Fonte de danos (P S4 S1 S2 S3 Danos Descarga Descarga Descarga Descarga atmosférica atmosférica atmosférica perto atmosférica na perto da linha na estrutura da estrutura linha conectada conectada D1 Ferimentos a seres RA= ND × PA RU = (NL + NDJ) vivos devido a × LA × PU × LU choque elétrico D2 RB = ND × PB RV = (NL + NDJ) Danos físicos × LB × PV × LV D3 RC= ND × PC RM = NM × PM × RW = (NL + NDJ) RZ = NI × PZ × Falha de sistemas × LC LM × PW × LW LZ eletroeletrônicos © ABNT 2015 .6 Sumário dos componentes de risco A O A Os componentes de risco para estruturas estão descritos na Tabela 6 de acordo com os tipos diferentes ID de danos e diferentes fontes de danos.7 PW —— falha de sistemas internos B.Todos os direitos reservados 27 Nota: Este procedimento é cópia não controlada quando impresso.6 ) No caso de uma estrutura com mais de uma linha conectada com roteamento diferente.UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ . C.9 O Perda devido a LA = LU —— ferimentos a seres vivos por choque elétrico C.07.6 US LC = LM = LW = LZ —— falha de sistemas internos C.636/0001-31 No caso de uma estrutura com mais de uma linha conectada com o mesmo roteamento. C.3 LB= LV —— danos físicos IV C.8 Probabilidade de uma descarga atmosférica perto de uma linha causar PZ —— falha de sistemas internos B. É válido o documento disponível na Intranet Corporativa. a linha com os valores mais altos de NL e NI conectado ao sistema interno com os menores valores de UW (linha de sinal versus EX PR linha de energia. linha não blindada versus linha blindada.

Se mais de um valor de um parâmetro existir em uma seção. a linha RO pode ser dividida em seções SL. resistência da blindagem). ou pode assumir ser. É válido o documento disponível na Intranet Corporativa. O A 6. O risco total R da estrutura é a soma dos componentes de risco relevantes para as zonas ZS que constituem a estrutura. o valor que leve ao mais alto valor de risco deve ser assumido. Somente para uso interno . RE U NOTA As zonas ZS de acordo com esta Parte da ABNT NBR 5419 podem ser ZPR alinhadas com A a ABNT NBR 5419-4. IV US  b) Zonas adicionais podem ser definidas de acordo com: ) —— leiaute dos sistemas internos (componentes de risco RC e RM). a linha pode ser. —— blindagem espacial (componentes de risco RC e RM). 28 © ABNT 2015 .  c) características da linha (blindada ou não blindada. ou pode assumir ser. cada componente de risco deve ser avaliado para cada zona ZS. a estrutura pode ser. CE. EX PR A divisão da estrutura em zonas ZS deve levar em conta a exequibilidade da implementação da maioria F das medidas de proteção adequadas. ABNT NBR 5419-2:2015 Se a estrutura for dividida em zonas ZS (ver 6.7). Entretanto. O —— compartimentos à prova de fogo (componentes de risco RB e RV).  a) Zonas ZS são principalmente definidas por: —— tipo de solo ou piso (componentes de risco RA e RU).UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ .636/0001-31 C OD C —— valores de perdas LX (todos componentes de risco). UÇ Exemplar para uso exclusivo . (P Para todos os componentes de riscos. seções SL são principalmente definidas por:  a) tipo da linha (aérea ou enterrada). uma seção única. elas podem ser diferentes também das ZPR.07. a estrutura pode ser dividida em zonas ZS cada uma com características homogêneas. Entretanto.272. linha.Todos os direitos reservados Nota: Este procedimento é cópia não controlada quando impresso. uma zona única. ÃO L —— medidas de proteção existentes ou a serem instaladas (todos componentes de risco).UFC .7 Dividindo a estrutura em zonas ZS Para avaliar cada componente de risco. CT).  b) fatores que afetem a área de exposição equivalente (CD. Entretanto. ou perto da. 6.8 Dividindo uma linha em seções SL ID US IB Para avaliar cada componente de risco devido a uma descarga atmosférica na.

—— parâmetros relevantes à probabilidade P de danos devem ser avaliados de acordo com o Anexo B. É válido o documento disponível na Intranet Corporativa. (P Definir a estrutura com uma zona única pode levar a medidas de proteção caras porque cada medida deve ser estendida à estrutura completa.… EX PR F —— parâmetros relevantes à quantidade L de perdas deve ser avaliado de acordo com o Anexo C. somente um valor deve ser fixado em cada zona IV para cada parâmetro envolvido.UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ . O risco para a estrutura é a soma dos riscos relevantes de todas as zonas da estrutura.9. O risco R é a soma RO dos componentes de risco RX desta zona. se mais de um sistema interno é envolvido em uma zona. valores de PC e PM são dados por: ) ÃO ●● PC = 1 – (1 – PC1) × (1 – PC2) × (1 – PC3) (14) L UÇ Exemplar para uso exclusivo . RW e RZ.1 Critério geral Para a avaliação dos componentes de risco e a seleção dos parâmetros relevantes envolvidos.UFC . se mais de um valor de qualquer outro parâmetro existir em uma A zona. o risco é a soma de todos os componentes de risco relevantes na zona. Quando mais de um valor é aplicável. Dividir a estrutura em zonas permite ao projetista levar em conta as características de cada parte da estrutura na avaliação dos componentes de risco e selecionar as medidas de proteção mais adequadas trabalhadas zona a zona.07.2 Estrutura com zona única US IB Neste caso. ABNT NBR 5419-2:2015 6. © ABNT 2015 . o maior deles deve ser escolhido.272.Todos os direitos reservados 29 Nota: Este procedimento é cópia não controlada quando impresso. as seguintes regras são aplicadas: —— parâmetros relevantes ao número N de eventos perigosos devem ser avaliados de acordo com o Anexo A. 6. a estrutura é dividida em zonas múltiplas ZS. Somente para uso interno . RU. O A ID 6. o valor do parâmetro que levar ao mais alto valor de risco deve ser assumido. 2. 3. Entretanto: O —— para componentes RA. US —— para componentes RC e RM.3 Estrutura multizona Neste caso. RE U Com exceção feita para PC e PM.636/0001-31 ●● PM = 1 – (1 – PM1) × (1 – PM2) × (1 – PM3) (15) C OD C onde PCi e PMi são parâmetros relevantes ao sistema interno i = 1.9. reduzindo o custo total da proteção contra as descargas atmosféricas.9. RB. em cada zona. somente uma zona ZS fictícia da estrutura completa é definida.9 Análise dos componentes de risco em uma estrutura com zonas ZS 6. RV.

o valor representativo ÃO do risco tolerável RT = 10-3 pode ser utilizado. É válido o documento disponível na Intranet Corporativa. sendo útil para avaliar uma justificativa econômica na adoção das medidas de proteção no sentido de reduzir o risco R4 de perda econômica. O  d) uma parte de uma instalação interna. Se os dados para esta análise não forem disponíveis.272.UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ . o custo das medidas de proteção e a possível economia devem ser avaliados de ) acordo com o Anexo D.10 Análise de custo-benefício para perda econômica (L4) Queira ou não queira. L UÇ Exemplar para uso exclusivo .  b) uma parte da estrutura. IV  e) uma parte de um equipamento. Somente para uso interno .  f) o conteúdo da estrutura. existe a necessidade de determinar a proteção para reduzir os riscos R1. US O custo de perdas.  c) uma instalação interna.07. e R3. R2.Todos os direitos reservados Nota: Este procedimento é cópia não controlada quando impresso.636/0001-31 C OD C EX PR F RE U A O A ID US IB RO (P 30 © ABNT 2015 . Os itens para os quais a avaliação de risco R4 deve ser feita podem ser definidos para:  a) a estrutura completa.UFC . ABNT NBR 5419-2:2015 6.

(P —— descargas atmosféricas perto da estrutura. ID US IB Eventos que podem ser considerados como perigosos para uma estrutura a ser protegida são: RO —— descargas atmosféricas na estrutura.Todos os direitos reservados 31 Nota: Este procedimento é cópia não controlada quando impresso. disponibilizou os dados de NG de duas formas: L UÇ Exemplar para uso exclusivo . pode ser estimado por: RE U NG ≈ 0.07. IV A densidade de descargas atmosféricas para a terra NG é o número de descargas atmosféricas por km2 por ano.1 Geral O número médio anual N de eventos perigosos devido às descargas atmosféricas que influenciam a estrutura a ser protegida depende da atividade atmosférica da região onde a estrutura está localizada O e das características físicas da estrutura.inpe. o INPE (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais). ) ÃO No Brasil. —— descargas atmosféricas perto de uma linha conectada à estrutura. levando em conta os fatores de correção para as características físicas da estrutura.1 Determinação da área de exposição equivalente AD Para estruturas isoladas em solos planos. por meio do Grupo de Eletricidade Atmosférica.br/webelat/ABNT_NBR5419_Ng EX PR F NOTA Se um mapa NG não estiver disponível. deve-se multiplicar a densidade de descargas atmosféricas para a terra NG pela área de exposição equivalente da estrutura. ABNT NBR 5419-2:2015 Anexo A (informativo) Análise do numero anual N de eventos perigosos A.UFC . —— descargas atmosféricas em uma linha conectada à estrutura.2. a área de exposição equivalente AD é a área definida pela intersecção entre a superfície do solo com uma linha reta de inclinação 1 para 3 a qual passa pelas © ABNT 2015 .2 Análise do número médio anual de eventos perigosos ND devido a descargas atmosféricas na estrutura e NDJ em uma estrutura adjacente A. Para calcular o número N.1) A O A onde TD é o número de dias de tempestades por ano (o qual pode ser obtido dos mapas isocerâunicos).636/0001-31 —— Mapas impressos: Brasil e as cinco regiões brasileiras (ver Anexo F) C OD C —— Link na internet: http://www.UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ .1 TD (A.272. Somente para uso interno . —— descargas atmosféricas em outra estrutura na qual a linha da primeira está conectada. É válido o documento disponível na Intranet Corporativa. Este valor é disponível nas redes de localização de descargas atmosféricas para a terra US em diversas áreas no mundo. A.

W e H são expressos em metros (ver Figura A.07. A.1 Estrutura retangular Para uma estrutura retangular isolada com comprimento L.1.2 Estrutura com forma complexa Se a estrutura tiver uma forma complexa. tomando a altura mínima HMÍN da estrutura.3).2. como saliências elevadas na cobertura (ver Figura A. ABNT NBR 5419-2:2015 partes mais altas da estrutura (tocando-a nestes pontos) e rotacionando ao redor dela. AD´ pode ser calculada por: AD´ = π × (3 ×HP)2 (A. H 1:3 O IV US ) 3H ÃO L UÇ Exemplar para uso exclusivo .3) onde HP é a altura da saliência.2).1.2) onde L.UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ . um método gráfico deve ser utilizado para avaliar AD (ver Figura A. Somente para uso interno .272. É válido o documento disponível na Intranet Corporativa.UFC . a área de exposição equivalente é dada por: AD = L × W + 2 × (3 × H) × (L + W) + π × (3 × H)2 (A.2. 32 © ABNT 2015 .636/0001-31 C OD C W EX PR F L RE U A O A ID US IB RO IEC 2637/10 Figura A.2). Um valor aproximado aceitável para a área de exposição equivalente é o maior valor entre a área de exposição equivalente ADMÍN avaliada pela Equação (A. largura W.1).Todos os direitos reservados Nota: Este procedimento é cópia não controlada quando impresso. A determinação do valor de AD pode ser obtida graficamente ou matematicamente. e altura H em um solo plano.1 – Área de exposição equivalente AD de uma estrutura isolada (P A. e a área de exposição equivalente atribuída à saliência elevada na cobertura AD´.

UFC .272.2 – Estrutura com forma complexa RE U A O A ID US IB RO (P © ABNT 2015 .Todos os direitos reservados 33 Nota: Este procedimento é cópia não controlada quando impresso. ABNT NBR 5419-2:2015 HP = H MÁX = 40 HMÍN = 25 O L = 70 IV 8 US W = 30 ) 8 ÃO L UÇ Exemplar para uso exclusivo . Somente para uso interno .636/0001-31 C OD C IEC 2638/10 EX PR F Figura A.07. É válido o documento disponível na Intranet Corporativa.UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ .

3 – Diferentes métodos para determinar a área de exposição equivalente US IB para uma dada estrutura RO A.Todos os direitos reservados Nota: Este procedimento é cópia não controlada quando impresso.2 Estrutura como uma parte de uma edificação (P Quando a estrutura S a ser considerada consiste em apenas uma parte de um edifício B. É válido o documento disponível na Intranet Corporativa.2) C OD C EX PR A’D F Saliência com H = HP = HMÁX Equação (A.UFC . as dimensões da estrutura S pode ser utilizada na avaliação de AD.2. desde que as seguintes condições sejam respeitadas (ver Figura A.UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ . é protegida por meio de DPS instalados no ponto de entrada destas linhas na estrutura ou por meio de outra medida de proteção equivalente.636/0001-31 ADMÍN Estrutura retangular com H = HMÍN Equação (A. ABNT NBR 5419-2:2015 3HMÍN O 3HP = 3HMÁX IV US ) ÃO L UÇ Exemplar para uso exclusivo .  b) o edifício B não tem risco de explosão.3) RE U AD Área de exposição equivalente determinada por um A método gráfico O A IEC 2639/10 ID Figura A. Somente para uso interno .  c) a propagação de fogo entre a estrutura S e outras partes da edificação B pode ser retida por meio de paredes com resistência ao fogo de 120 min (REI 120) ou por meio de outras medidas de proteção equivalentes.4):  a) a estrutura S é uma parte vertical separada do edifício B.  d) a propagação de sobretensões ao longo das linhas comuns. 34 © ABNT 2015 . se existirem.07.272.

s.272.636/0001-31 parte do edifício para a qual a proteção não é considerada (avaliação de AD não é C OD C B B necessária) 5 6 EX i. 7 1 1 S B S O B 4.s.1).UFC . 5. deve ser levada em consideração pelo fator de localização CD (ver Tabela A. PR A F S estrutura a ser considerada para a análise de risco (dimensões de S deve ser utilizada RE para a avaliação de AD) U A separação REI ≥ 120 O A separação REI < 120 ID US IB B B A equipamento RO 7 8 i.s. 6.07. É válido o documento disponível na Intranet Corporativa. Somente para uso interno .UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ . 2. compensada pelas estruturas ao redor ou uma localização exposta. B 2 1. ABNT NBR 5419-2:2015 Quando estas condições não puderem ser preenchidas. Uma avaliação mais precisa da influência dos objetos ao redor pode ser obtida considerando a altura relativa da estrutura em relação aos objetos nas cercanias ou o solo dentro de uma distância de 3 x H da estrutura e assumindo CD = 1. 3.Todos os direitos reservados 35 Nota: Este procedimento é cópia não controlada quando impresso. 8 3 4 IV B US Legenda ) B edifício ou parte dele para qual a proteção ÃO é considerada (avaliação de AD é necessária) L UÇ Exemplar para uso exclusivo . as dimensões da edificação inteira B devem ser utilizadas.3 Localização relativa da estrutura A localização relativa da estrutura. i.s.4 – Estrutura a ser considerada para a avaliação para a área de exposição equivalente AD A. i. sistema interno A A (P DPS Figura A. © ABNT 2015 .2.

expressa em metro quadrado (P (m2) (ver Figura A.5 Número de eventos perigosos NDJ para uma estrutura adjacente EX PR F A. pode ser avaliada como RE U o produto: A NDJ = NG × ADJ × CDJ × CT ×10–6 (A.2.2. CT é o fator tipo de linha (ver Tabela A.6) onde NG é a densidade de descargas atmosféricas para a terra (1/km2 × ano).636/0001-31 C OD C A. RO ADJ é a área de exposição equivalente da estrutura adjacente. A.6 O número médio anual de eventos perigosos devido à descarga atmosférica direta a uma estrutura conectada na extremidade de uma linha. é a área de exposição equivalente da estrutura.4 Número de eventos perigosos ND para a estrutura ND pode ser avaliado como o produto: O ND = NG × AD × CD × 10–6 (A.5).25 Estrutura cercada por objetos da mesma altura ou mais baixos 0.2. ABNT NBR 5419-2:2015 Tabela A.5 e Figura A.UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ .1).1 – Fator de localização da estrutura CD Localização relativa CD Estrutura cercada por objetos mais altos 0. É válido o documento disponível na Intranet Corporativa.5). NDJ (ver 6.UFC .3).3 Avaliação do número médio anual de eventos perigosos NM devido a descargas atmosféricas perto da estrutura NM pode ser avaliado como o produto: NM = NG × AM × 10-6 (A. expressa em metro quadrado (m2) ) AD ÃO (ver Figura A.5 Estrutura isolada: nenhum outro objeto nas vizinhanças 1 Estrutura isolada no topo de uma colina ou monte 2 A. 36 © ABNT 2015 .4) IV onde US NG é a densidade de descargas atmosféricas para a terra (1/km2 × ano). Somente para uso interno .272.1).5) O A ID onde US IB NG é a densidade de descargas atmosféricas para a terra (1/km2 × ano).5).07. CDJ é o fator de localização da estrutura adjacente (ver Tabela A. UÇ Exemplar para uso exclusivo . L CD é o fator de localização da estrutura (ver Tabela A.Todos os direitos reservados Nota: Este procedimento é cópia não controlada quando impresso.

ABNT NBR 5419-2:2015 AM é a área de exposição equivalente de descargas atmosféricas que atingem perto da estru- tura. (ver Figura A. © ABNT 2015 . Tabela A.UFC . ÃO NG L AL UÇ é a área de exposição equivalente de descargas atmosféricas que atingem a linha.4). expressa em metro quadrado (m2). expresso em metros (m).2). expressa Exemplar para uso exclusivo .272. pode ser assumido LL = 1 000 m. ) é a densidade de descargas atmosféricas para a terra (1/km2 × ano). A O A Com a área de exposição equivalente para a linha: ID US IB AL = 40 × LL (A. EX PR F CT é o fator tipo de linha (ver Tabela A.01 malha de aterramento (ABNT NBR 5419-4:2015.Todos os direitos reservados 37 Nota: Este procedimento é cópia não controlada quando impresso.2 – Fator de instalação da linha CI Roteamento CI Aéreo 1 Enterrado 0. 5. Somente para uso interno . RE U CE é o fator ambiental (ver Tabela A.8) onde IV US NL é o número de sobretensões de amplitude não inferior a 1 kV (1/ano) na seção da linha.3). A área de exposição equivalente AM que se estende a uma linha localizada a uma distância de 500 m do perímetro da estrutura (ver Figura A.07.UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ .5). o valor de NL pode ser O avaliado por: NL = NG × AL × CI × CE × CT × 10–6 (A. Para cada seção da linha.2).7) A. Onde o comprimento da seção da linha é desconhecido.4 Avaliação do número médio anual de eventos perigosos NL devido a descargas atmosféricas na linha Uma linha pode consistir em diversas seções.9) RO onde (P LL é o comprimento da seção da linha. C OD C CI é o fator de instalação da linha (ver Tabela A.5 Cabos enterrados instalados completamente dentro de uma 0. É válido o documento disponível na Intranet Corporativa.636/0001-31 em metro quadrado (m2).5): AM = 2 × 500 × (L + W) + π × 5002 (A.

5).2).UFC . Com a área de exposição equivalente para descargas atmosféricas perto da linha AI = 4 000 × LL (A.2 Tabela A.1 IV Urbano com edifícios mais altos que 20 m. US quanto maior a resistividade do solo. (P NG é a densidade de descargas atmosféricas para a terra (1/km2 × ano).07. CI é o fator de instalação (ver Tabela A. 38 © ABNT 2015 . AI é a área de exposição equivalente de descargas atmosféricas para a terra perto da linha.272. expressa em metro quadrado (m2) (ver Figura A.5 Avaliação do número médio anual de eventos perigosos NI devido EX PR F a descargas atmosféricas perto da linha RE U Uma linha pode consistir em diversas seções. 0.3 – Fator tipo de linha CT Instalação CT Linha de energia ou sinal 1 Linha de energia em AT (com transformador AT/BT) 0. o valor de NI pode ser avaliado por A O NI = NG × AI × CI × CE × CT × 10–6 A (A.5 O Urbano 0. ) ÃO NOTA 2 Maiores informações sobre a área de exposição equivalente AI para linhas de sinal podem ser L encontradas na ITU-T Recomendação K.4 – Fator ambiental da linha CE Ambiente CE Rural 1 Suburbano 0.636/0001-31 C OD C A. Em geral.UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ .3). CT é o fator tipo da linha (ver Tabela A. UÇ Exemplar para uso exclusivo .01 NOTA 1 A resistividade do solo afeta a área de exposição equivalente AL de seções enterradas.2 é baseada em ρ = 400 Ωm. CE é o fator ambiental (ver Tabela A.4). O fator de instalação da Tabela A. É válido o documento disponível na Intranet Corporativa.10) ID onde US IB RO NI é o número de sobretensões de amplitude não inferior a 1 kV (1/ano) na seção da linha. ABNT NBR 5419-2:2015 Tabela A. Somente para uso interno . maior a área de exposição equivalente (AL proporcional a √ρ).11) onde LL é o comprimento da seção da linha. Para cada seção da linha.47. expresso em metros (m).Todos os direitos reservados Nota: Este procedimento é cópia não controlada quando impresso.

5 – Áreas de exposição equivalentes (AD. ABNT NBR 5419-2:2015 Quando o comprimento da seção da linha for desconhecido.UFC . para linhas de sinais. e na ITU-T Recomendação K.46.07.272. NOTA Uma avaliação mais precisa de AI pode ser encontrada na Electra n. 161 e 162. AI. 3H AD AI 40 m 4 000 m ADJ H HJ L AL LJ O WJ W IV AM 500 m LL US ) IEC 2641/10 ÃO Figura A. para linhas de energia. Somente para uso interno .Todos os direitos reservados 39 Nota: Este procedimento é cópia não controlada quando impresso. pode ser assumido LL = 1 000 m.UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ . AM. AL) L UÇ Exemplar para uso exclusivo . É válido o documento disponível na Intranet Corporativa.636/0001-31 C OD C EX PR F RE U A O A ID US IB RO (P © ABNT 2015 .

UFC . ABNT NBR 5419-2:2015 Anexo B (informativo) Avaliação da probabilidade PX de danos B.636/0001-31 C OD C B.2.1 – Valores de probabilidade PTA de uma descarga atmosférica em uma estrutura causar choque a seres vivos devido a tensões de toque e de passo perigosas Medida de proteção adicional PTA Nenhuma medida de proteção 1 Avisos de alerta 10–1 Isolação elétrica (por exemplo. Valores de PTA são obtidos na Tabela B. Valores de PB são obtidos na Tabela B. como as (P listadas na Tabela B.272. Tabela B. ) Valores de probabilidades PX menores que 1 podem ser escolhidos somente se a medida ou ÃO característica é valida para a estrutura completa ou zona da estrutura (ZS) a ser protegida e para todos L os equipamentos pertinentes.1 Geral As probabilidades fornecidas neste Anexo são válidas se as medidas de proteção estiverem de acordo com: O  a) ABNT NBR 5419-3 para medidas de proteção para reduzir ferimentos a seres vivos e reduzir danos físicos. de pelo menos 3 mm de polietileno reticulado 10–2 das partes expostas (por exemplo.2 Probabilidade PA de uma descarga atmosférica em uma estrutura causar EX PR F ferimentos a seres vivos por meio de choque elétrico RE U Os valores de probabilidade PA de choque a seres vivos devido à tensão de toque e passo devido a uma descarga atmosférica em uma estrutura dependem do SPDA adotado e das medidas de pro- A teção adicionais adotadas: O A ID PA = PTA × PB (B.07. IV  b) ABNT NBR 5419-4 para medidas de proteção para reduzir falhas de sistemas internos.1. se tecnicamente justificados. condutores de descidas) Equipotencialização efetiva do solo 10–2 Restrições físicas ou estrutura do edifício utilizada como subsistema de descida 0 40 © ABNT 2015 . É válido o documento disponível na Intranet Corporativa. PB depende do nível de proteção contra descargas atmosféricas (NP) para o qual o SPDA de acordo com o ABNT NBR 5419-3 foi projetado. US Outros valores podem ser escolhidos.1) US IB onde RO PTA depende das medidas de proteção adicionais contra tensões de toque e passo. Somente para uso interno .UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ .Todos os direitos reservados Nota: Este procedimento é cópia não controlada quando impresso. UÇ Exemplar para uso exclusivo .1.

4 Probabilidade PC de uma descarga atmosférica em uma estrutura causar falha a sistemas internos Um sistema coordenado de DPS é adequado como uma medida de proteção para reduzir PC.2 – Valores de probabilidade PB dependendo das medidas de proteção para reduzir danos físicos US Características da estrutura Classe do SPDA PB ) ÃO Estrutura não protegida por SPDA _ 1 L IV UÇ 0.1 e 8. com proteção completa RO de qualquer instalação na cobertura contra descargas atmosféricas 0. US IB possivelmente incluindo componentes naturais.2.272.2 Exemplar para uso exclusivo . 8. Somente para uso interno . © ABNT 2015 .3 Probabilidade PB de uma descarga atmosférica em uma estrutura causar danos físicos Um SPDA é adequado como medida de proteção para reduzir PB. onde os requisitos de interligação e aterramento conforme a ABNT NBR 5419-3 estiverem satisfeitos. ver ABNT NBR 5419-3:2015. incluindo aquelas de DPS para ligação equipotencial para descarga atmosférica.636/0001-31 C III 0. B.Todos os direitos reservados 41 Nota: Este procedimento é cópia não controlada quando impresso. IV Tabela B.2. são descritas na ABNT NBR 5419-3.UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ .07.01 A O subsistema de descida natural A ID Estrutura com cobertura metálica e um subsistema de captação.1 OD C Estrutura protegida por SPDA II 0. NOTA 2 Para maiores informações. O Os valores de probabilidade PB de danos físicos por uma descarga atmosférica em uma estrutura. o valor de PTA é o produto dos valores correspondentes. É válido o documento disponível na Intranet Corporativa. NOTA 1 Medidas de proteção são efetivas na redução de PA somente para estruturas protegidas por um SPDA ou estruturas metálicas contínuas ou com estrutura de concreto armado atuando como um SPDA natural.02 RE U Estrutura com subsistema de captação conforme SPDA classe I e uma estrutura metálica contínua ou de concreto armado atuando como um 0. B. em função do nível de proteção contra descargas atmosféricas (NP).UFC .05 EX PR F I 0. se baseados em uma investigação detalhada considerando os requisitos de dimensionamento e critérios de intercepção definidos na ABNT NBR 5419-1.2 são possíveis. NOTA 2 As características do SPDA. ABNT NBR 5419-2:2015 Se mais que uma medida for tomada.001 diretas e uma estrutura metálica contínua ou de concreto armado (P atuando como um subsistema de descidas natural NOTA 1 Valores de PB diferentes daqueles fornecidos na Tabela B. são obtidos na Tabela B.

02 I 0. CLD é um fator que depende das condições da blindagem.636/0001-31 NOTA 1 Um sistema de DPS coordenado é efetivo na redução de PC somente em estruturas protegidas C por um SPDA ou estruturas com colunas metálicas contínuas ou com colunas de concreto armado atuando OD C como um SPDA natural. É válido o documento disponível na Intranet Corporativa.3. Valores de CLD são fornecidos na Tabela B. Somente para uso interno . Anexo E O A e ABNT NBR 5419-4:2015. US IB Tabela B. Tabela A.05 US II 0. menor nível de proteção UP etc. EX PR F NOTA 2 Os valores de PSPD podem ser reduzidos para os DPS que tenham características melhores RE U de proteção (maior corrente nominal IN.2) PSPD depende do sistema coordenado de DPS conforme a ABNT NBR 5419-4 e do nível de proteção contra descargas atmosféricas (NP) para o qual os DPS foram projetados. Tabela B.4. aterramento e isolamento da linha a qual o sistema interno está conectado.3 (energia ou sinal) equipamento Blindagem não interligada ao mesmo Linha aérea blindada barramento de equipotencialização que o 1 0.005 – 0.Todos os direitos reservados Nota: Este procedimento é cópia não controlada quando impresso. Valores de PSPD são fornecidos na Tabela B.4 – Valores dos fatores CLD e CLI dependendo das condições de blindagem RO aterramento e isolamento (P Tipo de linha externa Conexão na entrada CLD CLI Linha aérea não blindada Indefinida 1 1 Linha enterrada não blindada Indefinida 1 1 Linha de energia com neutro Nenhuma 1 0.UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ .001 L UÇ Exemplar para uso exclusivo .2 multiaterrado Blindagem não interligada ao mesmo Linha enterrada blindada barramento de equipotencialização que o 1 0.3 – Valores de probabilidade de PSPD em função do NP para o qual os DPS foram projetados O NP PSPD IV Nenhum sistema de DPS coordenado 1 III-IV 0.UFC . Anexo D ou a divisão da corrente da descarga atmosférica).272. ABNT NBR 5419-2:2015 A probabilidade PC de uma descarga atmosférica em uma estrutura causar falha dos sistemas inter- nos é dada por: PC = PSPD × CLD (B.) comparados com os requisitos definidos para NP I nos locais relevantes da instalação (ver ABNT NBR 5419-1:2015. Os mesmos anexos ID podem ser utilizados para DPS que tenham maiores probabilidades PSPD.07.3 para A informação das probabilidades de corrente da descarga atmosférica e ABNT NBR 5419-1:2015. onde os requisitos de interligação e aterramento descritos na ABNT NBR 5419-3 forem satisfeitos.1 (energia ou sinal) equipamento Linha enterrada blindada Blindagem interligada ao mesmo barramento 1 0 (energia ou sinal) de equipotencialização que o equipamento 42 © ABNT 2015 .01 ) ÃO NOTA 2 0.

ou C OD C —— conectados a linhas externas por meio de interfaces isolantes. Quando um sistema coordenado de DPS conforme os requisitos da ABNT NBR 5419-4 não for instalado. A um sistema coordenado de DPS de acordo com a ABNT NBR 5419-4 não é necessário para reduzir Pc.UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ . o valor de PM deve ser dado por: PM = PSPD × PMS (B.4 (continuação) Tipo de linha externa Conexão na entrada CLD CLI Linha aérea blindada Blindagem interligada ao mesmo barramento 1 0 (energia ou sinal) de equipotencialização que o equipamento Cabo protegido contra descargas atmosféricas ou cabeamento em dutos Blindagem interligada ao mesmo barramento para cabos protegido contra 0 0 de equipotencialização que o equipamento descargas atmosféricas. interligados no mesmo barramento de equipotencialização que os equipamentos. precauções de roteamento. CLD = 1 pode ser assumido. eletrodutos metálicos ou tubos metálicos O Sem conexões com linhas externas (sistemas (Nenhuma linha externa) 0 0 independentes) IV Interfaces isolantes de acordo com a Qualquer tipo 0 0 ABNT NBR 5419-4 US NOTA 3 Na avaliação da probabilidade PC. Quando um sistema coordenado de DPS conforme os requisitos da ABNT NBR 5419-4 estiver instalado. o valor de PM deve ser igual ao valor de PMS.4 referem-se aos sistemas internos ) blindados. eletrodutos metálicos ou tubos metálicos. para sistemas internos não blindados. Somente para uso interno . É válido o documento disponível na Intranet Corporativa. interfaces isolantes e sistemas coordenados de DPS são adequados como medidas de proteção para reduzir PM.272.Todos os direitos reservados 43 Nota: Este procedimento é cópia não controlada quando impresso. O A desde que a tensão induzida UI não for maior que a tensão suportável Uw do sistema interno (UI ≤ Uw). blindagens com malha.636/0001-31 —— não conectados a linhas externas (sistemas independentes).UFC . ÃO NOTA 4 Para sistemas internos não blindados: L UÇ Exemplar para uso exclusivo .07. US IB RO B. A probabilidade PM de uma descarga atmosférica perto de uma estrutura causar falha em sistemas internos depende das medidas de proteção contra surtos (MPS) adotadas. valores de CLD da Tabela B. tensão suportável aumen- tada. Anexo A. ou EX PR F —— conectados a linhas externas consistindo em cabo protegido contra descargas atmosféricas ou sistemas RE U com cabeamento em dutos para cabos protegido contra descargas atmosféricas. ABNT NBR 5419-2:2015 Tabela B.5 Probabilidade PM de uma descarga atmosférica perto de uma estrutura (P causar falha em sistemas internos Um SPDA em malha. ID Para avaliação da tensão induzida UI ver ABNT NBR 5419-4:2015.3) © ABNT 2015 .

fatores KS1 e KS2 para SPDA ou blindagem tipo malha espacial podem ser avaliado como OD C KS1 = 0.UFC .UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ . NOTA 2 Os valores máximos de KS1 e KS2 são limitados a 1. O A ou o espaçamento entre as estruturas de concreto armado atuando como um SPDA natural. ou dos condutores A de descidas do SPDA tipo malha ou o espaçamento entre as colunas metálicas da estrutura. em uma distância de segurança do limite da malha no mínimo igual à largura da C malha wm. SPDA ou outra blindagem na interface ZPR 0/1. L UÇ Exemplar para uso exclusivo . ou cabos de fibra óptica ou acoplamento óptico for utilizado.636/0001-31 Dentro de uma ZPR. KS3 leva em consideração as características da fiação interna (ver Tabela B.6) U onde wm1 (m) e wm2 (m) são as larguras da blindagem em forma de grade. ID Para blindagens metálicas contínuas com espessura não inferior a 0. os valores de KS1 e KS2 devem ser maiores.12 × wm1 (B. PM = 1 deve ser assumido.2 wm. É válido o documento disponível na Intranet Corporativa.5) EX PR F KS2 = 0. ÃO PMS = 0 deve ser assumido. KS1 = KS2 = 10–4. ABNT NBR 5419-2:2015 Para sistemas internos com equipamentos não conformes com a suportabilidade de tensão dados nas normas específicas de produto. Por exemplo. o valor final de KS2 é o produto dos KS2 resultantes de cada ZPR. Para uma cascata de ZPR. (P Onde o laço de indução estiver passando próximo aos condutores do limite da malha da ZPR a uma distância da blindagem menor que a distância de segurança.272. Somente para uso interno .1 mm.1 wm a 0.Todos os direitos reservados Nota: Este procedimento é cópia não controlada quando impresso. Os valores de PMS são obtidos do produto: PMS = (KS1 × KS2 × KS3 × KS4)2 (B.12 × wm2 RE (B. KS2 leva em consideração a eficiência da blindagem por malha de blindagem interna a estrutura O na interface ZPR X/Y (X > 0. US IB RO NOTA 1 Onde uma rede de equipotencialização tipo malha for utilizada de acordo com a ABNT NBR 5419-4. valores de KS1 e KS2 podem ser repartidos ao meio. US Quando equipamento provido com interfaces isolantes consistindo em transformadores de isolação ) com grade aterrada entre enrolamentos.07. IV KS4 leva em consideração a tensão suportável de impulso do sistema a ser protegido. Y > 1).4) onde KS1 leva em consideração a eficiência da blindagem por malha da estrutura. 44 © ABNT 2015 .5). os valores de KS1 e KS2 devem ser dobrados onde a distância para a blindagem varia de 0.

ABNT NBR 5419-2:2015

Tabela B.5 – Valor do fator KS3 dependendo da fiação interna
Tipo de fiação interna KS3
Cabo não blindado – sem preocupação no
1
roteamento no sentido de evitar laçosa
Cabo não blindado – preocupação no
0,2
roteamento no sentido de evitar grandes laçosb
Cabo não blindado – preocupação no
0,01
roteamento no sentido de evitar laçosc
Cabos blindados e cabos instalados em
0,000 1
eletrodutos metálicosd
a Condutores em laço com diferentes roteamentos em grandes edifícios (área do laço da ordem de 50 m2).

O
b Condutores em laço roteados em um mesmo eletroduto ou condutores em laço com diferentes roteamentos
em edifícios pequenos (área do laço da ordem de 10 m2).
c Condutores em laço roteados em um mesmo cabo (área do laço da ordem de 0,5 m2).

IV
d Blindados e eletrodutos metálicos interligados a um barramento de equipotencialização em ambas
extremidades e equipamentos estão conectados no mesmo barramento equipotencialização.
US
O fator KS4 é avaliado como:

)
ÃO
KS4 = 1/UW (B.7)
L

onde UÇ
Exemplar para uso exclusivo - UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ - UFC - 07.272.636/0001-31

C

OD
C
Uw é a tensão suportável nominal de impulso do sistema a ser protegido, expressa em quilovolts
(kV).
EX

PR
F

NOTA 3 O valor máximo de KS4 é limitado a 1.
RE
U

Se existirem equipamentos com níveis diferentes de tensão suportável a impulso em um sistema
interno, o fator KS4 correspondente ao menor nível de tensão suportável de impulso deve ser escolhido.
A
O

A
ID

B.6 Probabilidade PU de uma descarga atmosférica em uma linha causar
US

IB

ferimentos a seres vivos por choque elétrico
RO

Os valores de probabilidade PU de ferimentos a seres vivos dentro da estrutura devido à tensão
(P

de toque por uma descarga atmosférica em uma linha que adentra à estrutura dependem das carac-
terísticas da blindagem da linha, da tensão suportável de impulso dos sistemas internos conectados
à linha, das medidas de proteção como restrições físicas ou avisos visíveis de alerta e interfaces
isolantes ou DPS utilizados para ligação equipotencial na entrada da linha de acordo com a
ABNT NBR 5419-3.
NOTA 1 Um sistema coordenado de DPS de acordo com a ABNT NBR 5419-4 não é necessário para
reduzir PU; neste caso, DPS de acordo com a ABNT NBR 5419-3 são suficientes.

O valor de PU é dado por:

PU = PTU × PEB × PLD × CLD (B.8)

onde

PTU depende das medidas de proteção contra tensões de toque, como restrições físicas
ou avisos visíveis de alerta. Valores de PTU são dados na Tabela B.6;

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Nota: Este procedimento é cópia não controlada quando impresso. É válido o documento disponível na Intranet Corporativa. Somente para uso interno

ABNT NBR 5419-2:2015

PEB depende das ligações equipotenciais para descargas atmosféricas (EB) conforme a
ABNT NBR 5419-3 e do nível de proteção contra descargas atmosféricas (NP) para o qual
o DPS foi projetado. Valores de PEB são dados na Tabela B.7;

PLD é a probabilidade de falha de sistemas internos devido a uma descargas atmosféricas
na linha conectada dependendo das características da linha. Valores de PLD são dados
na Tabela B.8;

CLD é um fator que depende da blindagem, do aterramento e das condições da isolação
da linha. Valores de CLD são dados na Tabela B.4.

NOTA 2 Quando DPS de acordo com a ABNT NBR 5419-3 são instalados para ligação equipotencial
na entrada da linha, aterramento e interligação de acordo com a ABNT NBR 5419-4 podem aumentar
a proteção.

O
Tabela B.6 – Valores da probabilidade PTU de uma descarga atmosférica em uma linha que

IV
adentre a estrutura causar choque a seres vivos devido a tensões de toque perigosas
Medida de proteção PTU
US
Nenhuma medida de proteção 1

)
10–1

ÃO
Avisos visíveis de alerta
10–2
L

Isolação elétrica UÇ
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Restrições físicas
C

0
OD
C
EX

PR

NOTA 3 Se mais de uma medida for tomada, o valor de PTU será o produto dos valores correspondentes.
F
RE
U

Tabela B.7 – Valor da probabilidade PEB em função do NP para o qual os DPS foram
projetados
A
O

NP PEB
A
ID

Sem DPS 1
US

IB

III-IV 0,05
RO

II 0,02
(P

I 0,01
NOTA 4 0,005 – 0,001

NOTA 4 Os valores de PEB podem ser reduzidos para DPS que tenham melhores características
de proteção (correntes nominais maiores IN, níveis de proteção menores UP etc.) comparados com os requi-
sitos definidos para NP I nos locais relevantes da instalação (ver ABNT NBR 5419-1:2015, Tabela A.3,
para informações da probabilidade de correntes de descargas atmosféricas, e ABNT NBR 5419-1:2015,
Anexo E, e ABNT NBR 5419-4, Anexo D, para divisão da corrente da descarga atmosférica). Os mesmos
anexos podem ser utilizados para DPS que tenha probabilidades maiores que PEB.

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Tabela B.8 – Valores da probabilidade PLD dependendo da resistência RS da blindagem
do cabo e da tensão suportável de impulso UW do equipamento
Tipo Condições do roteamento, blindagem Tensão suportável UW em kV
da linha e interligação 1 1,5 2,5 4 6
Linha aérea ou enterrada, não blindada ou
com a blindagem não interligada ao mesmo
1 1 1 1 1
barramento de equipotencialização do
equipamento
Blindada aérea 5Ω/km < RS
Linhas de 1 1 0,95 0,9 0,8
ou enterrada ≤ 20 Ω/km
energia ou sinal cuja blindagem 1Ω/km < RS ≤ 5 Ω/km 0,9 0,8 0,6 0,3 0,1

O
está interligada
ao mesmo
barramento de

IV
RS ≤ 1 Ω/km 0,6 0,4 0,2 0,04 0,02
equipotencialização
do equipamento
US
NOTA 5 Em áreas suburbanas/urbanas, uma linha de energia em BT utiliza tipicamente cabos não

)
blindados enterrados enquanto que uma linha de sinal utiliza cabos blindados enterrados (com um mínimo

ÃO
de 20 condutores, uma resistência da blindagem de 5 Ω/km, diâmetros do fio de cobre de 0,6 mm).
Em áreas rurais, uma linha de energia em BT utiliza cabos aéreos não blindados enquanto que as linhas
L


de sinal utilizam cabos não blindados aéreos (diâmetro do fio de cobre: 1 mm). Uma linha de energia de AT
Exemplar para uso exclusivo - UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ - UFC - 07.272.636/0001-31

enterrada utiliza tipicamente um cabo blindado com uma resistência da blindagem da ordem de 1 Ω/km
C

OD
C
a 5 Ω/km.
EX

PR
F

B.7 Probabilidade PV de uma descarga atmosférica em uma linha causar danos
RE
U

físicos
A

Os valores da probabilidade PV de danos físicos devido a uma descarga atmosférica em uma linha
O

A

que adentra a estrutura dependem das características da blindagem da linha, da tensão suportável
ID

de impulso dos sistemas internos conectados à linha e das interfaces isolantes ou dos DPS instalados
US

IB

para as ligações equipotenciais na entrada da linha de acordo com a ABNT NBR 5419-3.
RO

NOTA Um sistema coordenado de DPS de acordo com a ABNT NBR 5419-4 não é necessário para
reduzir PV; neste caso, DPS de acordo com a ABNT NBR 5419-3 são suficientes.
(P

O valor de PV é dado por:

PV = PEB × PLD × CLD (B.9)

onde

PEB depende da ligação equipotencial para descarga atmosférica (EB) conforme
a ABNT NBR 5419-3 e o nível de proteção contra descargas atmosféricas (NP) para o qual
os DPS foram projetados. Valores de PEB são dados na Tabela B.7;

PLD é a probabilidade de falha de sistemas internos devido a uma descarga atmosférica em
uma linha conectada dependendo das características da linha. Valores de PLD são dados
na Tabela B.8;

CLD é um fator que depende da blindagem, aterramento e condições de isolação da linha. Valores
de CLD são dados na Tabela B.4.

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Nota: Este procedimento é cópia não controlada quando impresso. É válido o documento disponível na Intranet Corporativa. Somente para uso interno

IV Valores de PSPD são dados na Tabela B. Valores de PLI são dados na Tabela B.10) onde O PSPD depende do sistema coordenado de DPS de acordo com a ABNT NBR 5419-4 e o nível de proteção contra descargas atmosféricas (NP) para o qual os DPS foram projetados.07.UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ .9. Valores de CLI são dados na Tabela B. CLI é um fator que depende das condições da blindagem. A O da tensão suportável de impulso do sistema conectado à linha e das interfaces isolantes ou do sistema A coordenado de DPS instalado. ) ÃO CLD é um fator que depende das condições da blindagem. do aterramento e da isolação da linha.UFC .272.3. É válido o documento disponível na Intranet Corporativa. C OD C B.9 Probabilidade PZ de uma descarga atmosférica perto de uma linha que EX PR F entra na estrutura causar falha dos sistemas internos RE U Os valores de probabilidade PZ de uma descarga atmosférica perto de uma linha que entra na estrutura causar falha de sistemas internos dependem das características da blindagem da linha.3. PLD é a probabilidade de falha de sistemas internos devido a uma descarga atmosférica US em uma linha conectada dependendo das características da linha. Valores de PLD são dados na Tabela B. PLI é a probabilidade de falha de sistemas internos devido a uma descarga atmosférica perto de uma linha conectada dependendo das características da linha e dos equipamentos. O valor de PW é dado por: PW = PSPD × PLD × CLD (B. 48 © ABNT 2015 . Somente para uso interno . ABNT NBR 5419-2:2015 B. ID US IB O valor de PZ é dado por: RO PZ = PSPD × PLI × CLI (B.4. da tensão suportável de impulso dos sistemas internos conectados à linha e das interfaces isolantes ou do sistema coordenado de DPS instalado.4. do aterramento e da isolação L UÇ Exemplar para uso exclusivo .8.8 Probabilidade PW de uma descarga atmosférica em uma linha causar falha de sistemas internos Os valores da probabilidade PW de uma descarga atmosférica em uma linha que adentra a estrutura causar uma falha dos sistemas internos dependem das características da blindagem da linha.636/0001-31 da linha. Valores de CLD são dados na Tabela B.11) (P onde PSPD depende do sistema coordenado de DPS de acordo com a ABNT NBR 5419-4 e do nível de proteção contra descargas atmosféricas (NP) para o qual os DPS foram projetados. Valores de PSPD são dados na Tabela B.Todos os direitos reservados Nota: Este procedimento é cópia não controlada quando impresso.

Somente para uso interno .3 0.5 2.UFC . ABNT NBR 5419-2:2015 Tabela B. para linhas de sinais.636/0001-31 C OD C EX PR F RE U A O A ID US IB RO (P © ABNT 2015 . e na ITU-T Recomendação K.5 0.Todos os direitos reservados 49 Nota: Este procedimento é cópia não controlada quando impresso.272.6 0.08 0.07.1 Linhas de sinais 1 0. É válido o documento disponível na Intranet Corporativa. para linhas de energia.16 0.04 NOTA Avaliações mais precisas de PLI podem ser encontradas na IEC/TR 62066:2002.5 4 6 Linhas de energia 1 0. O IV US ) ÃO L UÇ Exemplar para uso exclusivo .2 0.UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ .9 – Valores da probabilidade PLI dependendo do tipo da linha e da tensão suportável de impulso UW dos equipamentos Tensão suportável UW em kV Tipo da linha 1 1.46.

O A  b) L2 (perda de serviço público): o número de usuários não servidos. Estas são levadas em conta pelos fatores de aumento (hz) e diminuição (rt. para cada tipo de perda.636/0001-31 C OD C A perda LX se refere à quantidade relativa média de um tipo particular de dano para um evento perigoso causado por uma descarga atmosférica. C.UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ . Somente para uso interno . US NOTA 2 É recomendável que as equações dadas neste Anexo sejam utilizadas como fonte primária dos valores para LX. e. incluindo ferimento permanente): o número de pessoas em perigo A (vítimas). EX PR F O valor de perda LX varia com o tipo de perda considerada: RE U  a) L1 (perda de vida humana. a estrutura (incluindo (P suas atividades). 50 © ABNT 2015 . rf). Os valores médios típicos da perda LX de uma estrutura O dados neste Anexo são valores meramente propostos pela IEC e adotados nesta Norma.1. ABNT NBR 5419-2:2015 Anexo C (informativo) Análise de quantidade de perda LX C.3 Perda de vida humana (L1) O valor de perda LX para cada zona pode ser determinado de acordo com a Tabela C. conteúdo e sistemas internos. considerando a sua extensão e os efeitos. É válido o documento disponível na Intranet Corporativa. emissões químicas ou radioativas). RO  d) L4 (perda de valores econômicos): o valor econômico em perigo de animais.UFC . considerando que:  a) a perda de vida humana é afetada pelas características da zona. ID US IB  c) L3 (perda de patrimônio cultural): o valor econômico em perigo da estrutura e conteúdo. com o tipo de dano (D1.Todos os direitos reservados Nota: Este procedimento é cópia não controlada quando impresso.1 Geral Recomenda-se que os valores de quantidade de perda LX sejam avaliados e fixados pelo projetista de SPDA (ou o proprietário da estrutura). ) ÃO L C.2 Quantidade relativa média da perda por evento perigoso UÇ Exemplar para uso exclusivo .07.272. rp. Recomenda-se que a perda LX seja determinada para cada zona da estrutura na qual ela foi dividida. uma avaliação mais detalhada de LX que leve em conta esta perda adicional pode ser utilizada. NOTA 1 Quando um dano a uma estrutura devido à descarga atmosférica possa também envolver estruturas IV nas redondezas ou o meio ambiente (por exemplo. D2 e D3) causando a perda.

ABNT NBR 5419-2:2015

 b) o valor máximo da perda em uma zona pode ser reduzido pela relação entre o número de pessoas
na zona (nz) versus o número total de pessoas (nt) na estrutura inteira;

 c) o tempo em horas por ano, durante o qual as pessoas estão presentes na zona (tz), se este for
menor que um total de 8 760 h de um ano, também irá reduzir a perda.

Tabela C.1 – Tipo de perda L1: Valores da perda para cada zona
Tipo de dano Perda típica Equação
D1 LA = rt × LT × nZ / nt × tz / 8 760 (C.1)
D1 LU = rt × LT × nZ / nt × tz/8 760 (C.2)
D2 LB = LV = rp × rf × hz ×LF × nZ / nt × tz / 8 760 (C.3)

O
D3 LC = LM = LW = LZ = LO × nZ / nt × tz / 8 760 (C.4)

onde
IV
US
LT é número relativo médio típico de vítimas feridas por choque elétrico (D1) devido a um
evento perigoso (ver Tabela C.2);

)
ÃO
LF é número relativo médio típico de vítimas por danos físicos (D2) devido a um evento perigoso
L

(ver Tabela C.2); UÇ
Exemplar para uso exclusivo - UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ - UFC - 07.272.636/0001-31

C

OD
C
LO é número relativo médio típico de vítimas por falha de sistemas internos (D3) devido a um
evento perigoso (ver Tabela C.2);
EX

PR
F

rt é um fator de redução da perda de vida humana dependendo do tipo do solo ou piso
RE
U

(ver Tabela C.3);
A

rp é um fator de redução da perda devido a danos físicos dependendo das providências
O

A

tomadas para reduzir as consequências do incêndio (ver Tabela C.4);
ID
US

rf é um fator de redução da perda devido a danos físicos dependendo do risco de incêndio ou
IB

do risco de explosão da estrutura (ver Tabela C.5);
RO

hz é um fator de aumento da perda devido a danos físicos quando um perigo especial estiver
(P

presente (ver Tabela C.6);

nz é o número de pessoas na zona;

nt é o número total de pessoas na estrutura;

tz é o tempo, durante o qual as pessoas estão presentes na zona, expresso em horas por ano.

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Tabela C.2 – Tipo de perda L1: Valores médios típicos de LT, LF e LO
Valor de perda
Tipos de danos Tipo da estrutura
típico
D1
LT 10–2 Todos os tipos
ferimentos
10–1 Risco de explosão
10–1 Hospital, hotel, escola, edifício cívico
D2
LF 5 × 10–2 Entretenimento publico, igreja, museu
danos físicos
2 × 10–2 Industrial, comercial

O
10–2 Outros
10–1 Risco de explosão

IV
D3
Unidade de terapia intensiva e bloco
falhas de LO 10–2
cirúrgico de hospital
sistemas internos
US
10–3 Outras partes de hospital

)
ÃO
NOTA 1 Os valores da Tabela C.2 se referem ao atendimento contínuo de pessoas na estrutura.
L


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NOTA 2 No caso de uma estrutura com risco de explosão, os valores para LF e LO podem necessitar
C

de uma avaliação mais detalhada, considerando o tipo de estrutura, risco de explosão, o conceito de zona
OD
C
de áreas perigosas e as medidas para encontrar o risco.
EX

PR
F

Quando o dano a estrutura devido às descargas atmosféricas envolver estruturas nas redondezas
ou o meio ambiente (por exemplo, emissões químicas ou radioativas), perdas adicionais (LE) podem
RE
U

ser consideradas para avaliar a perda total (LFT):
A

LFT = LF + LE (C.5)
O

A
ID

onde
US

IB
RO

LE = LFE × te/ 8 760 (C.6)
(P

LFE sendo a perda devido a danos físicos fora da estrutura;
te sendo o tempo da presença de pessoas nos lugares perigosos fora da estrutura.
NOTA 3 Se valores de LFE e te forem desconhecidos, recomenda-se que LFE e te/8 760 = 1 sejam assumidos.

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Tabela C.3 – Fator de redução rt em função do tipo da superfície do solo ou piso
Resistência de contato
Tipo de superfície b rt
kΩa
Agricultura, concreto ≤1 10–2
Marmore, cerâmica 1 – 10 10–3
Cascalho, tapete, carpete 10 – 100 10–4
Asfalto, linóleo, madeira ≥ 100 10–5
a Valores medidos entre um eletrodo de 400 cm2 comprimido com uma força uniforme de 500 N e um ponto
considerado no infinito.
b Uma camada de material isolante, por exemplo, asfalto, de 5 cm de espessura (ou uma camada de

O
cascalho de 15 cm de espessura) geralmente reduz o perigo a um nível tolerável.

IV
Tabela C.4 – Fator de redução rp em função das providências tomadas para reduzir
as consequências de um incêndio
US
Providências rp

)
Nenhuma providência 1

ÃO
Uma das seguintes providências: extintores, instalações fixas operadas
L


manualmente, instalações de alarme manuais, hidrantes, compartimentos à prova 0,5
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de fogo, rotas de escape
C

OD
C
Uma das seguintes providências: instalações fixas operadas automaticamente,
0,2
instalações de alarme automático a
EX

PR
F

a Somente se protegidas contra sobretensões e outros danos e se os bombeiros puderem chegar em
RE

menos de 10 min.
U
A

Se mais de uma providência tiver sido tomada, recomenda-se que o valor de rp seja tomado com
O

A

o menor dos valores relevantes.
ID
US

IB

Em estruturas com risco de explosão, rp = 1 para todos os casos.
RO

Tabela C.5 – Fator de redução rf em função do risco de incêndio ou explosão na estrutura
(P

Quantidade
Risco rf
de risco
Zonas 0, 20 e explosivos sólidos 1
Explosão Zonas 1, 21 10–1
Zonas 2, 22 10–3
Alto 10–1
Incêndio Normal 10–2
Baixo 10–3
Explosão ou incêndio Nenhum 0

NOTA 4 No caso de uma estrutura com risco de explosão, o valor para rf pode necessitar de uma avaliação
mais detalhada.

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uma estrutura limitada a dois andares 2 e número de pessoas não superior a 100) (P Nível médio de pânico (por exemplo.6 – Fator hz aumentando a quantidade relativa de perda na presença A de um perigo especial O A Tipo de perigo especial ID hz US IB Sem perigo especial 1 RO Baixo nível de pânico (por exemplo. forem protegidos contra sobretensões F para evitar centelhamentos perigosos. ABNT NBR 5419-2:2015 NOTA 5 Estruturas com alto risco de incêndio podem ser assumidas como sendo estruturas feitas de materiais combustíveis ou estruturas com coberturas feitas com materiais combustíveis ou estruturas com uma carga específica de incêndio maior que 800 MJ/m2. se existirem. a condição c) é respeitada quando o abrigo.272. estruturas designadas para eventos culturais 10 ou esportivos com um número de participantes maior que 1 000 pessoas) 54 © ABNT 2015 . estrutura com pessoas imobilizadas. atuar seguramente sem perfuração ou problemas EX PR de pontos quentes. É válido o documento disponível na Intranet Corporativa. UÇ Exemplar para uso exclusivo . Somente para uso interno . RE U Tabela C.UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ . 5 hospitais) Alto nível de pânico (por exemplo. e sistemas internos dentro do abrigo. NOTA 6 Estruturas com um risco normal de incêndio podem ser assumidas como estruturas com uma carga específica de incêndio entre 800 MJ/m2 e 400 MJ/m2.Todos os direitos reservados Nota: Este procedimento é cópia não controlada quando impresso. ou estruturas contendo somente uma pequena quantidade de material combustível. ) ÃO  c) a zona não possa ser atingida diretamente por uma descarga atmosférica e os centelhamentos L perigosos na zona forem evitados. NOTA 7 Estruturas com um risco baixo de incêndio podem ser assumidas como estruturas com uma carga específica de incêndio menor que 400 MJ/m2.636/0001-31 C OD C NOTA 10 Para zonas perigosas fechadas dentro de abrigos metálicos. como um subsistema de captação natural. US  b) o volume da atmosfera explosiva for desprezível de acordo com a ABNT NBR IEC 60079-10-1 e ABNT NBR IEC 60079-10-2.1 h/ano.07. estruturas designadas para eventos culturais ou esportivos com um número de participantes entre 100 e 1 000 5 pessoas) Dificuldade de evacuação (por exemplo.UFC . NOTA 8 Carga específica de incêndio é a relação da energia da quantidade total do material combustível em uma estrutura e a superfície total da estrutura. O NOTA 9 Para os propósitos da ABNT NBR 5419-2 não é recomendado que estruturas contendo zonas perigosas ou contendo materiais explosivos sólidos sejam assumidas como estruturas com risco de explosão se qualquer uma das seguintes condições for preenchida: IV  a) o tempo de presença da substância explosiva for menor que 0.

7. resultante da falha de sistemas OD C internos (D3) devido a um evento perigoso (ver Tabela C.636/0001-31 C LO é o número relativo médio típico de usuários não servidos. U A rf é um fator de redução da perda devido a danos físicos dependendo do risco de incêndio (ver O Tabela C. Estas levam em consideração os fatores de redução (rf.5). EX PR F rp é um fator de redução da perda devido a danos físicos dependendo das providências RE tomadas para reduzir as consequências de incêndio (ver Tabela C.7 – Tipo de perda L2: valores de perda para cada zona O Tipo de dano Perda típica Equação IV D2 LB = LV = rp × rf × LF × nz/nt (C.272. fornecimento de energia falhas de sistemas LO internos 10–3 TV.UFC . UÇ Exemplar para uso exclusivo .8) US onde ) ÃO LF é o número relativo médio típico de usuários não servidos.7) D3 LC = LM = LW = LZ = LO × nz/nt (C.  b) o valor máximo de perda devido a dano na zona deve ser reduzido pela relação entre o número de usuários servidos pela zona (nz) versus o número total de usuários (nt) servidos pela estrutura inteira. água.4).8).8). A ID nz é o número de usuários servidos pela zona. resultante do dano físico (D2) L devido a um evento perigoso (ver Tabela C.UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ . Tabela C. considerando que:  a) perda de serviço ao publico é afetada pelas características da zona da estrutura. É válido o documento disponível na Intranet Corporativa. rp). linhas de sinais D3 10–2 Gás. linhas de sinais © ABNT 2015 . ABNT NBR 5419-2:2015 C.8 – Tipo de perda L2: valores médios típicos de LF e LO Valor da perda Tipo de dano Tipo de serviço típica D2 10–1 Gás.4 Perda inaceitável de serviço ao público (L2) O valor de perda LX para cada zona pode ser determinado de acordo com a Tabela C. água.Todos os direitos reservados 55 Nota: Este procedimento é cópia não controlada quando impresso.07. fornecimento de energia LF danos físicos 10–2 TV. (P Tabela C. US IB RO nt é o número total de usuários servidos pela estrutura. Somente para uso interno .

rf).272. rp.9.07. RE U cz é o valor do patrimônio cultural na zona.9 – Tipo de perda L3: valores de perda para cada zona Tipo de dano Valor típico da perda Equação O D2 LB = LV = rp × rf × LF × cz / ct (C. Estas levam em consideração os fatores de redução (rf. C OD C rf é um fator de redução da perda devido a danos físicos dependendo do risco de incêndio EX PR F (ver Tabela C. O A ID Tabela C. A ct é o valor total da edificação e conteúdo da estrutura (soma de todas as zonas). Tabela C.10 – Tipo de perda L3: valor médio típico de LF US IB Tipo de dano Valor típico de perda Tipo de estrutura ou zona RO D2 (P LF 10–1 Museus. 56 © ABNT 2015 . galerias danos físicos C. O valor relevante da zona depende do tipo de dano: —— D1 (ferimentos de animais devido a choque): ca (somente valor de animais).  b) o valor máximo da perda devido a danos na zona deve ser reduzido pela relação entre o valor relevante na zona versus o valor total (ct) da estrutura completa (animais. ABNT NBR 5419-2:2015 C. Estas levam em conside- ração os fatores de redução (rt.9) IV danos físicos onde US LF é o valor relativo médio típico de todos os valores atingidos pelos danos físicos (D2) devido ) ÃO a um evento perigoso (ver Tabela C.Todos os direitos reservados Nota: Este procedimento é cópia não controlada quando impresso.636/0001-31 tomadas para reduzir as consequências de incêndio (ver Tabela C. conteúdo e sistemas internos incluindo suas atividades).5 Perda inaceitável de patrimônio cultural (L3) Recomenda-se que o valor de perda LX para cada zona seja determinado de acordo com a Tabela C.4).6 Perda econômica (L4) O valor de perda LX para cada zona pode ser determinado de acordo com a Tabela C.10). L rp UÇ é um fator de redução da perda devido a danos físicos dependendo das providências Exemplar para uso exclusivo . rp). É válido o documento disponível na Intranet Corporativa.11. considerando que:  a) a perda de patrimônio cultural é afetada pelas características da zona. conside- rando que:  a) perda de valores econômicos é afetada pelas características da zona.  b) o valor máximo da perda devido a danos na zona deve ser reduzido pela relação entre o valor da zona (cz) versus o valor total (ct) da estrutura completa (edificação e conteúdo).UFC .5). edificação.UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ . Somente para uso interno .

11) D2 LB = LV = rp × rf × LF × (ca + cb + cc + cs) / ct a (C. RE U rt é um fator de redução da perda de animais dependendo do tipo do solo ou piso (ver A Tabela C.5). ABNT NBR 5419-2:2015 —— D2 (danos físicos): ca + cb + cc + cs (total de todos valores).13) O a As relações ca / ct e (ca + cb + cc + cs) / ct e cs / ct devem somente ser consideradas nas equações (C.3).10.636/0001-31 LF é o valor relativo médio típico de todos os valores atingidos pelos danos físicos (D2) devido C OD C a um evento perigoso (ver Tabela C. No caso IV de utilizar um valor representativo para o risco tolerável R4 de acordo com a Tabela 4. L UÇ Exemplar para uso exclusivo .10) – (C. RO rf é um fator de redução da perda devido a danos físicos dependendo do risco de incêndio ou (P do risco de explosão na estrutura (ver Tabela C.UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ . É válido o documento disponível na Intranet Corporativa.11 – Tipo de perda L4: valores de perda de cada zona Tipo de danos Perda típica Equação D1 LA = rt × LT × ca / ct a (C. as relações não podem ser levadas em consideração. edificação.UFC . ct é o valor total da estrutura (soma de todas as zonas para animais. US onde ) ÃO LT é o valor relativo médio típico de todos valores danificados por choque elétrico (D1) devido a um evento perigoso (ver Tabela C.12). cb é o valor da edificação relevante à zona.10) D1 LU = rt × LT × ca / ct a (C.07. ca é o valor dos animais na zona.12). cc é o valor do conteúdo da zona.12) D3 LC = LM = LW = LZ = LO × cs / ct a (C. Nestes casos. © ABNT 2015 .13). conteúdo e sistemas internos incluindo suas atividades). cs é o valor dos sistemas internos incluindo suas atividades na zona. se a análise de risco for conduzida de acordo com 6.272. EX PR F LO é o valor relativo médio típico de todos os valores danificados pela falha de sistemas internos (D3) devido a um evento perigoso (ver Tabela C. Tabela C.12).4). O A ID rp é um fator de redução da perda devido a danos físicos dependendo das providências tomadas US IB para reduzir as consequências de incêndio (ver Tabela C. Somente para uso interno . usando o Anexo D.Todos os direitos reservados 57 Nota: Este procedimento é cópia não controlada quando impresso. —— D3 (falha de sistemas internos): cs (valor dos sistemas internos e suas atividades). as relações devem ser substituídas pelo valor 1.

entretenimento internos 10–3 público ) 10–4 ÃO Outros L UÇ Exemplar para uso exclusivo . o risco de explosão. o conceito OD C de zona de áreas perigosas e as medidas para determinar o risco etc. ABNT NBR 5419-2:2015 Tabela C. hotel. onde considerações do tipo de estrutura. 58 © ABNT 2015 . escritório. NOTA 2 Se o valor de LFE for desconhecido.UFC . são endereçadas. agricultura D2 LF Hotel.5 Hospital. industrial. comercial US Museu. agricultura.15) (P LFE é a perda devido a danos físicos fora da estrutura.07. museu.636/0001-31 NOTA 1 Nas estruturas onde existe um risco de explosão. igreja. industrial.2 comercial O 10–1 Outros 10–1 Risco de explosão D3 falha de sistemas LO 10–2 IV Hospital. Somente para uso interno .12 – Tipo de perda L4: valores médios típicos de LT. igreja. É válido o documento disponível na Intranet Corporativa.14) O A ID onde US IB RO LE = LFE × ce / ct (C. EX PR F Quando um dano a estrutura devido às descargas atmosféricas envolve as estruturas nas vizinhanças ou o meio ambiente (por exemplo.272.Todos os direitos reservados Nota: Este procedimento é cópia não controlada quando impresso. LFE = 1 pode ser assumido. entretenimento público. escola. escritório. danos físicos 0. LF e LO Valor de Tipo de danos Tipo de estrutura perda típico D1 ferimento devido LT 10–2 Todos os tipos onde somente animais estão presentes a choque 1 Risco de explosão 0. ce é o total dos valores em perigo localizados fora da estrutura. os valores para LF e LO podem necessitar C de uma avaliação mais detalhada. escola.UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ . perdas adicionais (LE) devem RE U ser levadas em consideração para avaliar a perda total ( LFT): A LFT = LF + LE (C. emissões químicas ou radioativas).

sem as medidas de proteção.07. i é a taxa de juros.1) onde O R4Z é o risco relacionado à perda de valor na zona.2) ÃO onde L UÇ Exemplar para uso exclusivo .636/0001-31 C R4 = ∑ R4Z é o risco relacionado à perda de valor.UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ . sem as medidas de proteção.4) onde R’4 = ∑ R’4Z é o risco relacionado à perda de valor em uma estrutura. É válido o documento disponível na Intranet Corporativa. ABNT NBR 5419-2:2015 Anexo D (informativo) Avaliação dos custos das perdas O custo da perda CLZ em uma zona pode ser calculado pela seguinte equação: CLZ = R4Z × ct (D. sem medidas de proteção. pode ser RO calculado por meio da equação: (P CRL = ∑ CRLZ = R’4 × ct (D.5) onde CP é o custo das medidas de proteção.272. conteúdo e sistemas internos incluindo suas atividades em espécie). US O custo total de perdas CL em uma estrutura pode ser calculado pela seguinte equação: ) CL = ∑ CLZ = R4 × ct (D. sem as medidas de proteção. edificação. US IB O custo total CRL de perda residual em uma estrutura. OD C O custo CRLZ de perdas residuais em uma zona apesar das medidas de proteção pode ser calculado EX PR F por meio da equação: RE U CRLZ = R’4Z × ct (D. © ABNT 2015 . O custo anual CPM das medidas de proteção pode ser calculado por meio da equação: CPM = CP × (i + a + m) (D. apesar das medidas de proteção.Todos os direitos reservados 59 Nota: Este procedimento é cópia não controlada quando impresso. Somente para uso interno . IV ct é o valor total da estrutura (animais.3) A onde O A ID R’4Z é o risco relacionado à perda de valor na zona.UFC .

UFC .6) A proteção é justificada se o valor econômico anual for SM > 0. É válido o documento disponível na Intranet Corporativa.272. m é a taxa de manutenção.07. O valor econômico anual SM.636/0001-31 C OD C EX PR F RE U A O A ID US IB RO (P 60 © ABNT 2015 . O IV US ) ÃO L UÇ Exemplar para uso exclusivo . é: SM = CL – (CPM + CRL) (D.Todos os direitos reservados Nota: Este procedimento é cópia não controlada quando impresso. Somente para uso interno . em espécie. ABNT NBR 5419-2:2015 a é a taxa de amortização.UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ .

US IB RB. um hospital e um bloco de apartamentos são desenvolvidos com o objetivo de mostrar: O  a) como calcular o risco e determinar a necessidade de proteção. US  d) o método de seleção por meio de diferentes soluções de proteção considerando a eficiência de custo. IV  c) o efeito das diferentes medidas de proteção para diminuir os riscos.Todos os direitos reservados 61 Nota: Este procedimento é cópia não controlada quando impresso.272. estudos de casos relevantes a uma casa de campo.UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ . ) ÃO NOTA Este Anexo apresenta dados hipotéticos para todos os casos.  b) a contribuição dos diferentes componentes de risco ao risco total. A O A Isto é requisito para a avaliação da necessidade de proteção.1 – Casa de campo © ABNT 2015 .2 Casa de campo PR F RE É considerado como um primeiro estudo de caso uma casa de campo (Figura E. É válido o documento disponível na Intranet Corporativa. As medidas de proteção adequadas para mitigar estes riscos devem ser selecionadas. o risco R4 para perda econômica (L4) não é considerada. Não UÇ Exemplar para uso exclusivo . A intenção é fornecer informações L sobre a avaliação de risco no sentido de ilustrar os princípios contidos nesta Parte da ABNT NBR 5419.1).1 Geral Neste anexo. Isto implica na necessidade de se ID determinar somente o risco R1 para perda de vida humana (L1) com os componentes de risco RA. U Perda de vida humana (L1) e perda econômica (L4) são relevantes para este tipo de estrutura. C OD C EX E.UFC . (P Seguindo a decisão tomada pelo proprietário que uma avaliação econômica não é requerida. ABNT NBR 5419-2:2015 Anexo E (informativo) Estudo de caso E.636/0001-31 tem a intenção de endereçar os aspectos únicos das condições que existem em todos os meios ou sistemas. RU e RV (de acordo com a Tabela 2) e para comparar com o risco RT = 10-5 (de acordo com a RO Tabela 4). Somente para uso interno .07. um edifício de escritórios. Linha de sinal (aérea) H=6m 1:3 Z1 Z1 Z2 Linha de energia (enterrada) LL = 1 000 m W = 20 m L L= 1 000 m IEC 2642/10 Legenda Z1 lado de fora Z2 cômodos Figura E.

07.4 Blindagem da linha Não blindada RS – Tabela B.1 Tensão suportável do sistema UW 2. A densidade de descargas atmosféricas para a terra é NG = 4 descargas atmosféricas por quilometro quadrado por ano. ABNT NBR 5419-2:2015 E. aterramento. Cinco pessoas vivem na casa.5 Tabela A. HJ – Fator de localização da estrutura Nenhuma CDJ – Tabela A. WJ. porque se assume que não haverá nenhuma pessoa fora da casa durante a tempestade. W.4 CLI 1 Estrutura adjacente Nenhuma LJ.1 Dados relevantes e características A casa de campo está localizada em um território plano e sem nenhuma estrutura nas vizinhanças.7 EX PR Blindagem espacial externa Nenhuma KS1 1 Equação (B.636/0001-31 SPDA Nenhum PB 1 Tabela B.2. Somente para uso interno .272.3.8 CLD 1 Blindagem. Dados para a casa e redondeza são dados na Tabela E.2 – Casa de campo: linha de energia A Parâmetros de entrada Comentário Símbolo Valor Referência O A ID Comprimento (m) a LL 1 000 US IB Fator de Instalação Enterrada CI 0.1.UFC .Todos os direitos reservados Nota: Este procedimento é cópia não controlada quando impresso. Dados para as linhas que adentram e seus sistemas internos conectados são dados para linha de energia na Tabela E. 20.UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ . H 15. 6 ) Fator de localização da ÃO Estrutura isolada CD 1 Tabela A.2 e para linhas de sinais na Tabela E.2 C OD C Ligação equipotencial Nenhuma PEB 1 Tabela B.1 estrutura L UÇ Exemplar para uso exclusivo .2 RO Fator tipo da linha Linha BT CT 1 Tabela A.5) F RE U Tabela E.3 (P Fator ambiental Rural CE 1 Tabela A. isolação Nenhuma Tabela B.1 – Casa de campo: características da estrutura e meio ambiente O Parâmetros de entrada Comentário Símbolo Valor Referência IV Densidade de descargas atmosféricas para a terra NG 4. Tabela E. Este é também o número total de pessoas a serem consideradas.0 (1/km2/ano) US Dimensões da estrutura (m) L. É válido o documento disponível na Intranet Corporativa.5 interno (kV) 62 © ABNT 2015 .

5 sistema interno (kV) A O A KS4 0. Entretanto. Porque RA é a componente de risco somente fora da casa. ABNT NBR 5419-2:2015 Tabela E.1 estrutura RE U Tensão suportável do UW 1.4 Blindagem da linha Não blindada RS – Tabela B.07.7) Parâmetros PLD 1 Tabela B.9 a Como o comprimento LL da seção da linha é desconhecido.9 RO a Como o comprimento LL da seção da linha é desconhecido. HJ – EX Fator de localização da PR F Estrutura isolada CDJ – Tabela A.2. a zona Z1 pode ser desconsiderada completamente. LL = 1 000 m é assumido (ver A.8 ) ÃO Blindagem. (P E.5).2 Fator tipo da linha Linha de sinais CT 1 Tabela A.Todos os direitos reservados 63 Nota: Este procedimento é cópia não controlada quando impresso.3 US Fator do ambiente Rural CE 1 Tabela A. é assumida que nenhuma pessoa está fora da casa. o risco de choque em pessoas RA = 0.5). LL = 1 000  m é assumido (ver A.636/0001-31 CLI 1 C OD C Estrutura adjacente Nenhuma LJ.272.UFC .3 Tabela B.4 e A.67 Equação (B.8 resultantes PLI 0.7) ID Parâmetros PLD 1 Tabela B.4 isolação Exemplar para uso exclusivo . Tabela E.2 (continuação) Parâmetros de entrada Comentário Símbolo Valor Referência KS4 0. É válido o documento disponível na Intranet Corporativa.5 Tabela B.3 – Casa de campo: linha de sinal Parâmetros de entrada Comentário Símbolo Valor Referência O Comprimento (m) a LL 1 000 m IV Fator de Instalação Aérea CI 1 Tabela A. Somente para uso interno .8 US IB resultantes PLI 0. aterramento.4 e A. © ABNT 2015 .  b) Z2 (dentro da casa). WJ.2 Definição das zonas em uma casa de campo As seguintes zonas principais podem ser definidas:  a) Z1 (fora da casa).UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ . CLD 1 L Nenhuma UÇ Tabela B. Para zona Z1.4 Equação (B.

UFC .Todos os direitos reservados Nota: Este procedimento é cópia não controlada quando impresso.4 – Casa de campo: fator válido para a zona Z2 (dentro da casa) Parâmetros de entrada Comentário Símbolo Valor Referência IV Tipo de piso Linóleo rt 10-5 Tabela C. O Tabela E.6) RE U Não blindada A (laço dos condutores Fiação interna KS3 0.2 Tabela B.5 Telecom > 10 m2) DPS Nenhuma PSPD 1 Tabela B.3 Proteção contra choque US (descarga atmosférica Nenhuma PTA 1 Tabela B. —— perdas são assumidas como constantes em toda a casa e correspondem aos valores médios típicos da Tabela C. somente uma zona Z2 é definida levando em consideração que: —— ambos sistemas internos (energia e telecom) se estendem através da casa.6 nenhum D1: devido à tensão LT 10-2 de toque e passo L1: perda de vida humana D2: devido a danos LF 10-1 Tabela C. ABNT NBR 5419-2:2015 Dentro da casa.3 coordenados Perigo especial: hz 1 Tabela C.5 EX Proteção contra incêndio Nenhuma rp 1 Tabela C. É válido o documento disponível na Intranet Corporativa.5 O em um mesmo A Energia ID eletroduto) US IB DPS Nenhuma PSPD 1 Tabela B.272.4 PR F Blindagem espacial interna Nenhuma KS2 1 Equação (B.UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ .4.1.2 físicos D3: devido a falhas LO – de sistemas internos 64 © ABNT 2015 .6 L UÇ Exemplar para uso exclusivo . O fator resultante válido para zona Z2 é reportado na Tabela E. Somente para uso interno . —— nenhuma blindagem espacial existe.1 na estrutura) ) ÃO Proteção contra choque (descarga atmosférica Nenhuma PTU 1 Tabela B.3 RO coordenados Não blindada (P Fiação interna (grandes laços KS3 1 Tabela B.636/0001-31 na linha) C OD C Risco de incêndio Baixo rf 10-3 Tabela C. —— a estrutura é um compartimento único à prova de fogo.07.

00 × 106 (A.636/0001-31 Estrutura × (3 × H)2 C OD C AM – (A. ABNT NBR 5419-2:2015 Tabela E.8) NL/T = NG × AL/T × CI/T × CE/T × CT/T × 10–6 Linha NI/T 16 (A.10) NI/P = NG × AI/P × CI/P × CE/P × CT/P × 10–6 energia NDJ/P 0 (A.4) ND = NG × AD × CD × 10–6 Estrutura NM – (A.11) AL/T = 4 000 × LL ID ADJ/T 0 (A. É válido o documento disponível na Intranet Corporativa.58 × 103 (A.2) Parâmetros resultantes LB 10-4 Equação (C.3) O E.3 Cálculo das quantidades relevantes Cálculos são dados na Tabela E.5 – Casa de campo: áreas de exposição equivalente da estrutura e linhas Resultado Referência ) Símbolo Equação m2 ÃO Equação L AD = L × W + 2 × (3 × H) × (L + W) + π AD 2.2) UÇ Exemplar para uso exclusivo .5) Nenhuma estrutura adjacente © ABNT 2015 .00 × 10–2 (A.272. Somente para uso interno .2) Nenhuma estrutura adjacente US IB RO Tabela E.00 × 104 (A.5) Nenhuma estrutura adjacente NL/T 1. US Tabela E.00 (A.2) Nenhuma estrutura adjacente A Linha AL/T 4.4 (continuação) Parâmetros de entrada Comentário Símbolo Valor Referência Fator para pessoas na nz/nt × tz/8 760 = 5/5 × – 1 zona 8 760/8 760 LA 10-7 Equação (C.7) Não relevante AL/P 4.11) AL/P = 4 000 × LL energia RE U ADJ/P 0 (A.00 × 106 (A.60 × 10–1 (A.6 para IV o número esperado de eventos perigosos.6 – Casa de campo: número esperado anual de eventos perigosos (P Resultado Referência Símbolo Equação 1/ ano Equação ND 1.Todos os direitos reservados 65 Nota: Este procedimento é cópia não controlada quando impresso.9) AL/P = 40 × LL EX PR F Linha de AI/P 4.8) NL/P = NG × AL/P × CI/P × CE/P × CT/P × 10–6 Linha de NI/P 8.UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ .2.5 para a área de exposição equivalente e na Tabela E.00 × 104 (A.6) Não relevante NL/P 8.3) LV 10-4 Equação (C.10) NI/T = NG × AI/T × CI/T × CE/T × CT/T ×10–6 Telecom NDJ/T 0 (A.07.03 × 10–2 (A.9) AL/T = 40 × LL O A Telecom AI/T 4.1) LU 10-7 Equação (C.UFC .

05 e os valores de PU e PV pelo mesmo fator.8. ID US IB  b) componente RB (descargas atmosféricas na estrutura) de 4 %.7 – Casa de campo: risco R1 para estrutura não protegida (valores × 10-5) Símbolo Z1 Z2 Estrutura O D1 RA – ≈0 ≈0 IV Ferimento RU = RU/P + RU/T 0.636/0001-31 C OD C Porque R1 = 2.51 R1 = 2. De acordo com a Tabela B.7. novos valores de componentes de risco são obtidos. as contribuições principais ao valor de risco são dadas por: A O A  a) componente RV (descargas atmosféricas na linha) de 96 %. Utilizando estes valores nas equações.07.2. ABNT NBR 5419-2:2015 E.103 0. De acordo com as Tabelas B.272.40 ) Total – 2.40 2. Somente para uso interno .103 Danos US físicos RV = RV/P + RV/T 2. 66 © ABNT 2015 . Medidas adequadas incluem: —— instalação de DPS de NP IV na entrada da linha (ligação equipotencial para descargas atmosféricas) para proteger ambas as linhas de energia e telefones na casa.4 Risco R1 – Determinação da necessidade de proteção O risco R1 pode ser expresso de acordo com a Equação (1) por meio da seguinte soma de componentes: R1 = RA + RB + RU/P + RV/P + RU/T + RV/T Componentes de risco devem ser avaliados de acordo com a Tabela 6. —— instalação de um SPDA de classe IV (incluindo as ligações equipotenciais de descargas atmosféricas obrigatórias).002 0.Todos os direitos reservados Nota: Este procedimento é cópia não controlada quando impresso.7 Tabela E.7 isto reduz o valor de PEB (devido aos DPS nas linhas conectadas) de 1 a 0. as medidas de proteção que influenciam os componentes (P RV e RB devem ser consideradas.5 Risco R1 – Seleção das medidas de proteção U De acordo com a Tabela E.2. Componentes envolvidos e avaliação do risco total são dados na Tabela E. É válido o documento disponível na Intranet Corporativa. PR F RE E. RO Para reduzir o risco R1 a um valor tolerável.002 D2 RB 0.51 ÃO R1 > RT : proteção contra descargas Tolerável RT = 1 L atmosféricas é requeridaUÇ Exemplar para uso exclusivo .7 isto reduz o valor de PB de 1 a 0.2 e o valor de PEB (devido ao DPS nas linhas conectadas) de 1 a 0.UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ . como mostrados na Tabela E.2 e B. a proteção contra descargas atmosfé- EX ricas para a estrutura é requerida.UFC .51×10–5 é superior ao valor tolerável RT = 10–5.05 e finalmente os valores de PU e PV pelo mesmo fator.

US E.8 – Casa de campo: componentes de risco relevantes ao risco R1 para a estrutura protegida Resultado caso a) Resultado caso b) Tipo de danos Símbolo × (10–5) × (10–5) D1 RA ≈0 ≈0 Ferimentos devido a RU = RU/P + RU/T ≈0 ≈0 choque D2 RB 0.223 0.103 0.021 Danos físicos RV 0.120 O Total R1 0. Isto implica a determinação de somente o risco OD C R1 para perda de vida humana (L1) com os componentes de risco RA. RU e RV (de acordo com EX a Tabela 2) e para compará-los com o risco tolerável RT = 10–5 (de acordo com a Tabela 4). um edifício de escritórios com um arquivo. O A ID US Linha de energia (aérea) IB H = 25 m RO Z3 Z4 Z5 Z1 Z2 (P Linha de sinal (enterrada) LL = 200 m W = 40 m L L = 1 000 m IEC 2643/10 Legenda Z1 entrada (fora da edificação) Z2 jardim (interno) Z3 arquivo Z4 escritórios Z5 centro de informática Figura E. o risco A R4 para perdas econômicas (L4) não é considerado.120 0. ou abaixo do. Somente para uso interno . Medidas PR F de proteção adequadas devem ser selecionadas para reduzir o risco ao.07. RE U Seguindo a decisão tomada pelo proprietário onde a avaliação econômica não foi requisitada.2).2 – Edifício de escritórios © ABNT 2015 .3 Edifício de escritórios ) Como um segundo estudo de caso.141 IV A escolha da solução é decidida por fatores técnicos e econômicos.UFC . ABNT NBR 5419-2:2015 Tabela E. É válido o documento disponível na Intranet Corporativa.636/0001-31 Perda de vida humana (L1) e perda econômica (L4) são relevantes para este tipo de estrutura e são C requisitos para avaliação da necessidade de proteção. RB. risco tolerável.Todos os direitos reservados 67 Nota: Este procedimento é cópia não controlada quando impresso.UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ . escritórios e um centro ÃO de informática é considerado (Figura E.272. L UÇ Exemplar para uso exclusivo .

25 US Estrutura Fator de localização da estrutura CD 1 Tabela A. aterramento. É válido o documento disponível na Intranet Corporativa.7 Exemplar para uso exclusivo .1 Características e dados relevantes O edifício de escritórios está localizado em um território plano sem estruturas nas redondezas.5 (kV) 68 © ABNT 2015 .2 US IB RO Fator tipo de linha Linha BT CT 1 Tabela A. Dados para a edificação e sua vizinhança são dados na Tabela E. H 20.9 – Edifício de escritórios: características da estrutura e do meio ambiente O Parâmetros de entrada Comentário Símbolo Valor Referência Densidade de descargas atmosféricas NG 4. Somente para uso interno .4 CLI 1 Estrutura adjacente Nenhuma LJ.4 (P Blindagem da linha Não blindada RS – Tabela B. ABNT NBR 5419-2:2015 E.07. A densidade de descargas atmosféricas para a terra NG = 4 descargas atmosféricas por quilômetro quadrado por ano.3 Fator ambiental Rural CE 1 Tabela A. Tabela E. WJ.272.636/0001-31 C Blindagem espacial externa Nenhuma KS1 1 Equação (B.1 isolada ) ÃO SPDA Nenhum PB 1 Tabela B.8 (Ω/km) CLD 1 Blindagem.UFC .10 e para linhas de sinais na Tabela E.1 adjacente Tensão suportável dos sistemas internos UW 2.3. isolação Nenhuma Tabela B.11.2 L Ligação equipotencial Nenhuma PEB UÇ 1 Tabela B. 40.10 – Edifício de escritórios: linha de energia RE U Parâmetros de entrada Comentário Símbolo Valor Referência A Comprimento O LL 200 A m ID Fator de instalação Aéreo CI 1 Tabela A.Todos os direitos reservados Nota: Este procedimento é cópia não controlada quando impresso.UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ .0 IV para a terra (1/km2/ano) Dimensões da estrutura (m) L.5) OD C EX PR F Tabela E. Dados para as linhas que adentram o edifício e suas conexões com os sistemas internos são dados para linhas de energia na Tabela E. HJ – Fator de localização da estrutura Nenhuma CDJ – Tabela A. W.9.

8 (Ω/km) ) Blindagem. ABNT NBR 5419-2:2015 Tabela E.7) Parâmetros PLD 1 Tabela B.5 Tabela B.  b) Z2 (jardim externo).  e) Z5 (centro de informática). É válido o documento disponível na Intranet Corporativa.3 IV Fator ambiental Rural CE 1 Tabela A.5 kV A O A KS4 0.UFC . © ABNT 2015 .  d) Z4 (escritórios).1 EX estrutura adjacente PR F Tensão suportável dos RE U sistemas internos UW 1.Todos os direitos reservados 69 Nota: Este procedimento é cópia não controlada quando impresso.4 Blindagem da linha US Não blindada RS – Tabela B.7) ID Parâmetros PLD 1 Tabela B.272. WJ.5 Tabela A.2 Fator tipo de linha Linha de sinal CT 1 Tabela A. Somente para uso interno .11 – Edifício de escritórios: linha de sinal Parâmetros de entrada Comentário Símbolo Valor Referência Comprimento LL 1 000 (m) O Fator de instalação Enterrada CI 0. aterramento. CLD 1 ÃO Nenhuma Tabela B.8 US IB resultantes RO PLI 0.9 Tabela E.9 (P E.  c) Z3 (arquivo).3 Tabela B.UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ .10 (continuação) KS4 0.2 Definição das zonas em um edifício de escritórios As seguintes zonas são definidas:  a) Z1 (entrada área fora da edificação).4 Equação (B.67 Equação (B.07.636/0001-31 Estrutura adjacente Nenhuma LJ.4 isolação CLI 1 L UÇ Exemplar para uso exclusivo .8 resultantes PLI 0. HJ – C OD C Fator de localização da Nenhuma CDJ – Tabela A.3.

O O número de pessoas relacionadas a cada zona é diferente. Estes valores serão utilizados mais tarde para subdividir os valores de perda total em frações para cada zona. Z3.636/0001-31 Z2 (jardim externo) 2 8 760 C OD C Z3 (arquivo) 20 8 760 EX PR F Z4 (escritórios) 160 8 760 RE U Z5 (centro de informática) 14 8 760 Total nt = 200 – A O A ID Seguindo a avaliação pelo projetista de SPDA.UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ .272. Nas diferentes zonas interna e externa do edifício de escritórios.07. (P —— LT = 10-2 (dentro da estrutura).1) para a estrutura completa são: RO —— LT = 10-2 (fora da estrutura).13 a E. —— LF = 0. —— a estrutura é dividida em dois compartimentos separados à prova de fogo: o primeiro é o arquivo (Z3) e o segundo são os escritórios juntos com o centro de informática (Z4 e Z5). —— não há nenhuma blindagem espacial. US Tabela E. no jardim externo e dentro da estrutura. Somente para uso interno . 70 © ABNT 2015 . é considerado um número total de 200 pessoas.12 – Edifício de escritórios: distribuição das pessoas nas zonas ) Zona Número de pessoas Tempo da presença ÃO L Z1 (entrada área fora da edificação) 4 8 760 UÇ Exemplar para uso exclusivo .02 classificado como “edifício comercial”. há sistemas internos conectados à energia assim como às linhas de sinais. É válido o documento disponível na Intranet Corporativa. Os valores globais foram reduzidos para cada zona de acordo com o número de pessoas em perigo na zona individual relacionada ao número total de pessoas consideradas. As características resultantes das zonas Z1 a Z5 são dadas nas Tabelas E. os valores médios típicos da quantidade relativa US IB de perdas por ano relevante ao risco R1 (ver Tabela C.17.12.UFC . A distribuição dentro de cada zona IV individual está mostrada na Tabela E. Z4 e Z5. —— em todas as zonas internas. ABNT NBR 5419-2:2015 Levando em conta que: —— o tipo de superfície é diferente na entrada da área externa.Todos os direitos reservados Nota: Este procedimento é cópia não controlada quando impresso.

01 na zona © ABNT 2015 .UFC .5 Proteção contra Nenhuma rp 1 Tabela C.14 – Edifício de escritórios: fatores válidos para zona Z2 (jardim externo) U Parâmetros A Comentário Símbolo Valor Referência de entrada O A 10–2 ID Superfície do piso Grama rt Tabela C.13 – Edifício de escritórios: fatores válidos para zona Z1 (entrada da área externa) Parâmetros de Comentário Símbolo Valor Referência entrada Supefície do piso Mármore rt 10–3 Tabela C.272.3 US IB Proteção contra cerca PTA 0 Tabela B.3 Proteção contra Nenhuma PTA 1 Tabela B.6 D1: devido à tensão de toque e de US LT 10–2 L1: perda de vida passo ) humana D2: devido a danos físicos LF – Tabela C.1 choque Risco de incêndio Nenhum rf 0 Tabela C.4 incêndio O Blindagem Equação Nenhuma KS2 1 espacial interna (B.5 (P Proteção contra Nenhuma rp 1 Tabela C.07.1 RO choque Risco de incêndio Nenhum rf 0 Tabela C.02 pessoas na zona EX PR F RE Tabela E.2 ÃO D3: devido à falha de sistemas L LO UÇ – Exemplar para uso exclusivo .UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ . É válido o documento disponível na Intranet Corporativa. Somente para uso interno .636/0001-31 internos C OD C Fator para nz/nt × tz/8 760 = 4/200 × 8 760/8 760 – 0.4 incêndio Blindagem espacial Nenhuma KS2 1 Equação (B. ABNT NBR 5419-2:2015 Tabela E.6) interna Perigo especial: nenhum hz 1 Tabela C.6 D1: devido à tensão de toque LT 10–2 L1: perda de vida e de passo humana D2: devido a danos físicos LF – Tabela C.2 D3: devido à falha de sistemas LO – internos Fator para pessoas nz/nt × tz/8 760 = 2/200 × 8 760/8 760 – 0.6) IV Perigo especial: nenhum hz 1 Tabela C.Todos os direitos reservados 71 Nota: Este procedimento é cópia não controlada quando impresso.

5 laço no mesmo eletroduto) Energia ) DPS ÃO Nenhum PSPD 1 Tabela B.272.07.02 Tabela C.6 na linha) Risco de incêndio Alto rf 10–1 Tabela C.2 US IB D3: devido à falha de sistemas LO – RO internos Fator para pessoas em nz/nt × tz/8 760 = 20/200 × (P – 0.1 na estrutura) Proteção contra choque (descarga atmosférica Nenhuma PTU 1 Tabela B.Todos os direitos reservados Nota: Este procedimento é cópia não controlada quando impresso.5 O Proteção contra incêndio Nenhuma rp 1 Tabela C.5 >10 m2) C OD C Telecom DPS Nenhum PSPD 1 Tabela B.6 U D1: devido à tensão de toque e 10–2 A LT de passo O A L1: perda de vida humana ID D2: devido a danos físicos LF 0.6) Não blindada (condutores do US Fiação interna KS3 0.3 EX PR coordenados F RE Perigo especial: baixo panico hz 2 Tabela C.2 Tabela B.UFC .4 Blindagem espacial Equação IV Nenhuma KS2 1 interna (B.3 coordenados L UÇ Exemplar para uso exclusivo .3 Proteção contra choque (descarga atmosférica Nenhuma PTA 1 Tabela B. Somente para uso interno .10 perigo 8 760/8 760 Tabela E.6 na linha) 72 © ABNT 2015 . É válido o documento disponível na Intranet Corporativa.1 na estrutura) Proteção contra choque (descarga atmosférica Nenhuma PTU 1 Tabela B. ABNT NBR 5419-2:2015 Tabela E.15 – Edifício de escritórios: fatores válidos para zona Z3 (arquivos) Parâmetros de entrada Comentário Símbolo Valor Referência Tipo de piso Linóleo rt 10–5 Tabela C.UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ .636/0001-31 Não blindada (grandes laços Fiação interna KS3 1 Tabela B.3 Proteção contra choque (descarga atmosférica Nenhuma PTA 1 Tabela B.16 – Edifício de escritórios: fatores válidos para zona Z4 (escritórios) Parâmetros de entrada Comentário Símbolo Valor Referência Tipo de piso Linóleo rt 10–5 Tabela C.

2 Tabela B.6 (descarga atmosférica na linha) Risco de incêndio Baixo rf 10–3 Tabela C.5 Proteção contra incêndio Nenhuma rp 1 Tabela C.6) Não blindada (condutores do Não blindada (condutores do KS3 0.5 Proteção contra incêndio Nenhuma rp 1 Tabela C.4 Equação Blindagem espacial interna Nenhuma KS2 1 (B.UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ .02 Tabela C.272. É válido o documento disponível na Intranet Corporativa.Todos os direitos reservados 73 Nota: Este procedimento é cópia não controlada quando impresso.80 U zona 8 760/8 760 A O A Tabela E.1 na estrutura) Proteção contra choque Nenhuma PTU 1 Tabela B.17 – Edifício de escritórios: fatores válidos para zona Z5 (centro de informática) ID Parâmetros de entrada Comentário Símbolo Valor Referência US IB Tipo de piso Linóleo rt 10–5 Tabela C.636/0001-31 D2: devido a danos físicos LF 0.6) interna Fiação Não blindada (condutores do KS3 0.3 coordenados US Perigo especial: baixo panico hz 2 Tabela C.5 interna laço no mesmo eletroduto) Energia DPS Nenhum PSPD 1 Tabela B.5 laço no mesmo laço no mesmo eletroduto) Energia eletroduto) DPS Nenhum PSPD 1 Tabela B.3 RO Proteção contra choque (P (descarga atmosférica Nenhuma PTA 1 Tabela B.3 coordenados © ABNT 2015 .2 C OD C D3: devido à falha de LO – sistemas internos EX PR F Fator para pessoas na nz/nt × tz/8 760 = 160/200 × RE – 0.UFC .07.3 coordenados O Fiação Não blindada (grandes laços KS3 1 Tabela B.2 Tabela B.4 Blindagem espacial Nenhuma KS2 1 Equação (B.6 ) ÃO D1: devido à tensão de toque LT 10–2 e de passo L L1: perda de vida humana UÇ Exemplar para uso exclusivo .5 interna > 10 m2) IV Telecom DPS Nenhum PSPD 1 Tabela B. ABNT NBR 5419-2:2015 Tabela E.16 (continuação) Parâmetros de entrada Comentário Símbolo Valor Referência Risco de incêndio Baixo rf 10–3 Tabela C. Somente para uso interno .

UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ .07 × 8 760/8 760 US ) E.02 Tabela C.6 D1: devido à tensão de LT 10–2 toque e de passo L1: perda de vida humana D2: devido a danos físicos LF 0.3.18 para as áreas de exposição equivalentes e na Tabela E. Somente para uso interno .17 (continuação) Parâmetros de entrada Comentário Símbolo Valor Referência Não blindada (grandes laços Fiação interna KS3 1 Tabela B.3 Cálculo das quantidades relevantes ÃO L UÇ Cálculos são dados na Tabela E.11) Não relevante de sinal ADA/T 0 (A.00 × 106 (A.Todos os direitos reservados Nota: Este procedimento é cópia não controlada quando impresso.7) Não relevante US IB AL/P 8.2) O (3 × H)2 A Estrutura ID AM – (A.9) AL/P = 40 × LL Linha AI/T 4. C OD C Tabela E.3 coordenados Perigo especial: baixo panico hz 2 Tabela C.00 × 103 (A.272.2 O D3: devido à falha de LO – IV sistemas internos nz/nt × tz/8 760 = 14/200 Fator para pessoas na zona – 0.2) Nenhuma estrutura adjacente 74 © ABNT 2015 .00 × 104 (A.75 × 104 (A.9) AL/P = 40 × LL RO Linha de AI/P 8.00 × 105 (A.11) Não relevante energia (P ADA/P 0 (A.5 > 10 m2) Telecom DPS Nenhum PSPD 1 Tabela B. É válido o documento disponível na Intranet Corporativa.UFC .18 – Edifício de escritórios: áreas de exposição equivalentes da estrutura e das linhas EX PR F Resultado Referência RE Símbolo Equação U m2 Equação A AD = L × W + 2 × (3 × H) × (L + W) + π × AD 2.07.636/0001-31 número de eventos perigosos esperados. ABNT NBR 5419-2:2015 Tabela E.19 para Exemplar para uso exclusivo .2) Nenhuma estrutura adjacente AL/T 4.

65 × 10–5 é maior que o valor tolerável RT = 10–5. Ligação equipotencial para descargas © ABNT 2015 .272.031 4.062 R1 = 9.20). ABNT NBR 5419-2:2015 Tabela E.6) Não relevante NL/P 3.002 0 ≈0 0.10) Não relevante de sinal NDA/T 0 (A.870 RO Total 0.07.5) Nenhuma estrutura adjacente NL/T 8.8) NL/P = NG × AL/P × CI/P × CE/P × CT/P × 10–6 Linha de NI/P 3.3.20 – Edifício de escritórios: risco R1 para estruturas não protegidas UÇ Exemplar para uso exclusivo .19 – Edifício de escritórios: Número anual de eventos perigosos esperados Resultado Referência Símbolo Equação 1 / ano Equação ND 1.20 (A.352 0.3.5) Nenhuma estrutura adjacente E.395 0.002 0 8.876 0. E. Estes componentes de risco dominantes podem ser reduzidos: —— provendo ao edifício completo com um SPDA de acordo com a ABNT NBR 5419-3 reduzindo o componente RB por meio da probabilidade PB.00 (A.10 × 10–1 (A.712 0.UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ . ) ÃO L Tabela E.10) Não relevante Energia NDA/P 0 (A.480 0.4) ND = NG × AD × CD ×10–6 Estrutura NM – (A.636/0001-31 (valores × 10–5) C OD C Tipo de Símbolo Z1 Z2 Z3 Z4 Z5 Estrutura danos EX PR F D1 RA 0.031 4.8) NL/T = NG × AL/T × CI/T × CE/T × CT/T × 10–6 O Linha NI/T 8.003 RE U Ferimentos devido RU = RU/P + RU/T ≈0 0.4 Risco R1 – Decisão da necessidade de proteção IV US Valores de componentes de risco para estruturas não protegidas são relatados na Tabela E.UFC . a proteção contra descargas atmosféricas é necessária.00 × 10–2 (A.358 0. Somente para uso interno .001 A a choque O A D2 RB 4.001 ≈0 0.001 ≈0 0.5 Risco R1 – Seleção das medidas de proteção O risco R1 na estrutura é principalmente concentrado na zona Z3 devido aos danos físicos causados pela descarga atmosférica que atinge a estrutura ou as linhas conectadas (componentes RB ≈ 49 % e RV ≈ 50 % juntos cobrem 99 % do risco total) (ver Tabela E.Todos os direitos reservados 75 Nota: Este procedimento é cópia não controlada quando impresso.20 × 10–2 (A.65 (P R1 > RT: proteção contra descargas Tolerável RT = 1 atmosférica é necessária Porque R1 = 9. É válido o documento disponível na Intranet Corporativa.778 ID Danos US IB físicos RV = RV/P + RV/T 4.20.

636/0001-31 ●● proteger o edifício com um SPDA classe IV de acordo com a ABNT NBR 5419-3. Isto irá reduzir somente os componentes RU e RV por meio da probabilidade PEB. sistema automático de detecção de incêndio etc. Combinando elementos diferentes destas medidas de proteção.664 0. O A ID Para ambas as soluções. um bloco de operação e uma unidade de terapia intensiva.089 0.4 Hospital Como um caso mais complexo. US ●● este SPDA inclui a interligação equipotencial de descargas atmosféricas obrigatória na entrada com DPS projetados para NP III (PEB = 0. os valores de risco da Tabela E.053 0. Instalar A um sistema manual na zona Z3 (arquivo) (rp = 0. A solução a ser adotada está sujeita a ambos os critérios: melhor solução técnica e solução de melhor custo efetivo. EX PR F ●● este SPDA inclui a interligação equipotencial de descargas atmosféricas obrigatória na entrada com DPS projetados para NP IV (PEB = 0. as seguintes soluções podem ser adotadas: O —— Solução 1: IV ●● proteger o edifício com um SPDA classe III de acordo com a ABNT NBR 5419-3.008 R1 = 0. É válido o documento disponível na Intranet Corporativa.UFC .722 RT = 1 R 1 ≤ RT Solução 2 ≈0 0 0. ABNT NBR 5419-2:2015 atmosféricas na entrada – um requisito obrigatório de SPDA – reduzindo também os componentes RU e RV por meio da probabilidade PEB.005 R1 = 0. 76 © ABNT 2015 .21 RO Tabela E.2).1).UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ . Isto irá reduzir os componentes RB e RV por meio da redução do fator rp.05) e reduzir componentes RU e RV.20 irá mudar a valores reduzidos relatados US IB na Tabela E.Todos os direitos reservados Nota: Este procedimento é cópia não controlada quando impresso.07.552 0. ) ÃO —— Solução 2: L UÇ Exemplar para uso exclusivo . RE U ●● utilizar sistemas de extinção de incêndio (ou detecção) para reduzir componentes RB e RV.05) e reduzir componentes RU e RV.21 – Edifício de escritórios: risco R1 para estrutura protegida (P (valores × 10-5) Z1 Z2 Z3 Z4 Z5 Total Tolerável Resultado Solução 1 ≈0 0 0. para reduzir a componente RB (PB = 0. este estudo considera as facilidades de um hospital normal com um bloco de quartos. —— provendo uma ligação equipotencial para descargas atmosféricas de acordo com a ABNT NBR 5419-3 na entrada da edificação.5).). Somente para uso interno .272. para reduzir C OD C a componente RB (PB = 0. —— provendo a zona Z3 (arquivo) com medidas de proteção contra as consequências de incêndio (como extintores. E.648 RT = 1 R 1 ≤ RT Ambas as soluções reduzem o risco para valores abaixo do tolerável.

para linha de energia.07. na Tabela E. H 50. estes são requisitos para avaliação dos riscos R1 e R4. U A Dados para o edifício e suas redondezas são dados na Tabela E.UFC .2 Ligação equipotencial Nenhuma PEB 1 Tabela B.1 Dados relevantes e características OD C EX O hospital está localizado em um território plano sem nenhuma estrutura nas redondezas.22. para linha de sinal. A densidade PR F de descargas atmosféricas para a terra é NG = 4 descargas atmosféricas por quilômetro quadrado RE por ano. Somente para uso interno . na Tabela E.0 (1/km2/ano) Dimensões da estrutura (m) L. W. US IB RO Tabela E. 10 Fator de localização da Estrutura isolada CD 1 Tabela A.272.Todos os direitos reservados 77 Nota: Este procedimento é cópia não controlada quando impresso.4.636/0001-31 C E.UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ .5) © ABNT 2015 .1 estrutura SPDA Nenhum PB 1 Tabela B. 150. É válido o documento disponível na Intranet Corporativa.22 – Hospital: características ambientais e globais da estrutura (P Parâmetro de entrada Comentário Símbolo Valor Referência Densidade de descargas atmosféricas para a terra NG 4.7 Blindagem espacial externa Nenhuma KS1 1 Equação (B. O A ID Dados para as linhas que adentram a estrutura e seus sistemas internos conectados são dados.23.3 – Hospital UÇ Exemplar para uso exclusivo . e. ABNT NBR 5419-2:2015 As perdas de vida humana (L1) e das perdas econômicas (L4) são relevantes para este tipo de hospital e são necessárias para avaliar a necessidade de proteção e para a eficiência do custo das medidas de proteção. Z4 H = 10 m Z2 Z3 Z1 Z1 Linha de sinal Linha de energia (enterrada) (enterrada) LL= 500 m W = 150 m LL = 300 m O IEC 2644/10 Legenda Z1 externa IV US Z2 bloco de quartos Z3 bloco de operação ) ÃO Z4 unidade de terapia intensiva L Figura E.24.

aterramento. interligada a mesma Tabela B.7) RE Parâmetros resultantes PLD 0. WJ.2 Tabela A.2 Tabela B.07.4 Linha blindada interligada Blindagem da linha ao mesmo barramento de RS RS ≤ 1 Tabela B.5 Tabela A.9 A O A ID Tabela E.4 Linha blindada Blindagem da linha interligada a mesma RS 1 < RS ≤ 5 Tabela B. ao mesmo barramento de IV Tabela B.UFC .2 Fator tipo de linha Linha de sinal CT 1 Tabela A.Todos os direitos reservados Nota: Este procedimento é cópia não controlada quando impresso.636/0001-31 C Tensão suportável dos OD C UW 2. Estrutura adjacente Nenhuma – HJ ) ÃO Fator de localização Nenhum CDJ – Tabela A.5 Tabela A.UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ .4 aterramento.5 sistemas internos (kV) EX PR F KS4 0. É válido o documento disponível na Intranet Corporativa.4 isolação barra de interligação CLI 0 que o equipamento 78 © ABNT 2015 . ABNT NBR 5419-2:2015 Tabela E.8 (Ω/km) barra de interligação que o equipamento Linha blindada CLD 1 Blindagem.4 Equação (B. isolação equipotencialização que o CLI 0 equipamento US LJ.3 Fator ambiental Suburbano CE 0.2 Fator tipo de linha AT(com transformador AT/BT) CT 0.8 (Ω/km) equipotencialização que o equipamento O Linha blindada interligada CLD 1 Blindagem.24 – Hospital: linha de sinal US IB Parâmetro de entrada Comentário Símbolo Valor Referência RO Comprimento LL 300 (P (m) Fator de instalação Enterrado CI 0.3 Fator ambiental Suburbano CE 0.1 L da estrutura adjacente UÇ Exemplar para uso exclusivo .3 Tabela B.8 U PLI 0.272.5 Tabela A.23 – Hospital: linha de energia Parâmetro de entrada Comentário Símbolo Valor Referência Comprimento (m) LL 500 Fator de Instalação Enterrado CI 0. Somente para uso interno .5 Tabela A.

Estrutura adjacente LJ. Somente para uso interno .25.24 (continuação) Parâmetro de entrada Comentário Símbolo Valor Referência Comprimento.UFC .9 E. —— não existe blindagem espacial. O número de pessoas.8 Tabela B. WJ. EX PR F  d) Z4 (unidade de terapia intensiva). C OD C  c) Z3 (bloco cirúrgico).8 PLI 0.67 Equação (B. ABNT NBR 5419-2:2015 Tabela E.272.1 estrutura adjacente Tensão suportável dos sistemas internos UW 1.636/0001-31  b) Z2 (bloco de apartamentos). Estes valores serão utilizados mais tarde para subdividir os valores de perda total dentro de cada fração para cada zona.2 Definição das zonas em um hospital IV US As seguintes zonas foram definidas: ) ÃO  a) Z1 (externa ao edifício). RO —— em todas as zonas internas Z2. 30.07.4.UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ . o tempo de presença e os valores econômicos relativos a cada zona são diferentes. HJ 20. RE U Levando em conta o seguinte: A O —— o tipo de superfície é diferente fora da estrutura em comparação com o interior do edifício. um número total de 1 000 pessoas deve ser considerado. Nas diferentes zonas. 5 altura Fator de localização da Estrutura isolada CDJ 1 Tabela A. e uma blindagem espacial pode ser adotada como medida de proteção. A distribuição dentro de cada zona individual e os valores totais são mostrados na Tabela E. L UÇ Exemplar para uso exclusivo .Todos os direitos reservados 79 Nota: Este procedimento é cópia não controlada quando impresso. separados: o primeiro é o bloco de apartamentos US IB (Z2) e o segundo é o bloco cirúrgico junto com a UTI (Z3 e Z4).5 Tabela B. existem sistemas internos conectados à energia assim (P como linhas de sinais. A ID —— existem dois compartimentos à prova de fogo.7) O Parâmetros resultantes PLD 0. —— a unidade de terapia intensiva contém muitos sistemas eletrônicos sensíveis. largura. dentro e fora do hospital. É válido o documento disponível na Intranet Corporativa.5 (kV) KS4 0. Z3 e Z4. © ABNT 2015 .

conteúdo.13). Z3. US —— LT = 10-2 nas zonas Z2. EX PR F —— LO = 10-2 na zona Z3 (bloco cirúrgico) e zona Z4 (UTI).Todos os direitos reservados Nota: Este procedimento é cópia não controlada quando impresso.272.5 nas zonas Z2.26 a E.UFC .4).11) a (C.29. os valores de perda básicos de acordo com a Tabela C. Z4 dentro da estrutura devido à dificuldade de evacuação. Somente para uso interno . levando em consideração o valor em perigo na zona individual relativo ao valor total da estrutura (animais.5 79. O valor em perigo em uma zona individual depende do tipo de dano: —— D1 (ferimentos por choque elétrico): valor ca de animais somente. edificação. Z4 dentro da estrutura.9 5. C OD C —— LO = 10-3 na zona Z2 (bloco de apartamentos).1) A a (C. seguindo a avaliação do projetista de SPDA.UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ . Z3.6 são os seguintes: —— LT = 10-2 na zona Z1 fora da estrutura.2 e o fator de IV acréscimo para perigos especiais de acordo com a Tabela C. ) ÃO —— LF = 10-1 nas zonas Z2. sistemas internos e atividades) considerado. —— D3 (falha de sistema interno): valor cs dos sistemas internos e suas atividades somente. RE U Estes valores de perdas básicos foram reduzidos para cada zona de acordo com as Equações (C.5 8.0 2. (P —— LF = 0. Z3.636/0001-31 —— hz = 5 nas zonas Z2. levando em consideração o número de pessoas em perigo em cada zona individual em relação O A ao número total de pessoas considerado e o tempo durante o qual as pessoas estão presentes.0 O Para risco R1. Z4 dentro da estrutura. É válido o documento disponível na Intranet Corporativa. As características resultantes das zonas Z1 a Z4 são fornecidas nas Tabelas E. ABNT NBR 5419-2:2015 Tabela E.12 são os seguintes: RO —— LT = 0 nenhum animal em perigo. L UÇ Exemplar para uso exclusivo . Z4 dentro da estrutura. Z4 dentro da estrutura Estes valores de perda básicos foram reduzidos para cada zona de acordo com as Equações (C.1 Total nt = 1 000 – 0 73 7 10 90.1 1.4 Z4 (UTI) 5 8 760 – 1 0. ID US IB Para risco R4. —— LO = 10-2 nas zonas Z2. 80 © ABNT 2015 . Z3. os valores de perda básicos (valores médios típicos da quantidade relativa de perda por ano) de acordo com a Tabela C.25 – Hospital: distribuição das pessoas e dos valores econômicos nas zonas Tempo Valores econômicos em $ x 106 Número de Sistemas Zona de Animais Edifício Conteúdo Total presença internos pessoas ca cb cc ct (h/a) cs Z1 (externa) 10 8 760 – – – – – Z2 (bloco de aptos) 950 8 760 – 70 6 3. —— D2 (danos físicos): soma de todos os valores ca + cb + cc + cs. Z3.5 Z3 (bloco cirúrgico) 35 8 760 – 2 0.07.

272.Todos os direitos reservados 81 Nota: Este procedimento é cópia não controlada quando impresso. ABNT NBR 5419-2:2015 Tabela E.3 Proteção contra choque A O (descarga atmosférica Nenhuma PTA 1 Tabela B.3 coordenados © ABNT 2015 .2 Tabela B. Somente para uso interno .26 – Hospital: fatores válidos para zona Z1 (fora do edifício) Parâmetros de Comentário Símbolo Valor Referência entrada Supefície do Concreto rt 10–2 Tabela C.3 piso Proteção contra Nenhuma PTA 1 Tabela B.4 incêndio O Blindagem Equação Nenhuma KS2 1 espacial interna (B.6) IV Perigo especial: nenhum hz 1 Tabela C.5 incêndio Proteção contra Nenhuma rp 1 Tabela C.4 Blindagem espacial Equação Nenhuma KS2 1 interna (B.07. É válido o documento disponível na Intranet Corporativa.5 L1: perda de D1: devido à tensão de toque e de passo LT 10–2 vida humana D2: devido a danos físicos LF 0 Tabela C.UFC .27 – Hospital: fatores válidos para zona Z2 (bloco de apartamentos) EX PR Parâmetros de entrada Comentário Símbolo Valor Referência F RE U Tipo de piso Linóleo rt 10–5 Tabela C.UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ .5 laço no mesmo eletroduto) Energia DPS Nenhum PSPD 1 Tabela B.2 US D3: devido à falha de sistemas internos LO 0 ) Fator para ÃO n / n × t / 8 760 = 10 /1 000 × 8 760 / 8 760 – 0.636/0001-31 C OD C Tabela E.6) Não blindada (condutores do Fiação interna KS3 0.1 A na estrutura) ID US IB Proteção contra choque RO (descarga atmosférica Nenhuma PTU 1 Tabela B.1 choque Risco de Nenhum rf 0 Tabela C.01 pessoas na zona z t z L UÇ Exemplar para uso exclusivo .5 Proteção contra incêndio Nenhuma rp 1 Tabela C.9 na linha) (P Risco de incêndio Ordinário rf 10–2 Tabela C.

3 RO Proteção contra choque (P (descarga atmosférica Nenhuma PTA 1 Tabela B.5 / 90 OD C L4: Perda econômica Tabela C.5 Energia eletroduto) DPS coordenados Nenhum PSPD 1 Tabela B.UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ .UFC .5 Proteção contra incêndio Nenhuma rp 1 Tabela C.2 IV D3: devido à falha de sistemas LO 10–3 internos US Fator para pessoas na nz / nt × tz / 8 760 = 950 / 1 000 – 0. Somente para uso interno .27 (continuação) Parâmetros de entrada Comentário Símbolo Valor Referência Não blindada (condutores do Fiação interna KS3 0.5 L UÇ Exemplar para uso exclusivo .3 82 © ABNT 2015 .272.5 / 90 – 0. É válido o documento disponível na Intranet Corporativa.3 coordenados Perigo especial: dificuldade de hz 5 Tabela C.01 Tabela B.039 U A O Tabela E.883 C = 79.636/0001-31 D2: Fator ca + cb + cc + cs)/ ct – 0.28 – Hospital: fatores válidos para zona Z3 (bloco cirúrgico) A ID Parâmetros de entrada Comentário Símbolo Valor Referência US IB Tipo de piso Linóleo rt 10–5 Tabela C.95 zona × 8 760 / 8 760 ) ÃO D2: devido a danos físicos LF 0.Todos os direitos reservados Nota: Este procedimento é cópia não controlada quando impresso.12 D3: devido à falha de sistemas LO 10–2 EX PR F internos RE D3: Fator cs / ct = 3.1 na estrutura) Proteção contra choque (descarga atmosférica Nenhuma PTU 1 Tabela B.6 evacuação D1: devido à tensão de toque LT 10–2 O L1: perda de vida humana e de passo D2: devido a danos físicos LF 10–1 Tabela C.2 Tabela B.6) Não blindada (condutores Fiação interna do laço no mesmo KS3 0.4 Equação Blindagem espacial interna Nenhuma KS2 1 (B. ABNT NBR 5419-2:2015 Tabela E.9 na linha) Risco de incêndio Baixo rf 10–3 Tabela C.5 laço no mesmo eletroduto) Telecom DPS Nenhum PSPD 1 Tabela B.07.

035 1 000 × 8 760 / 8 760 ) D2: devido a danos físicos LF 0.636/0001-31 / ct = 8.5 Telecom eletroduto) DPS coordenados Nenhum PSPD 1 Tabela B.12 C OD C D3: devido à falha de LO 10–2 sistemas internos EX PR F D3: Fator cs / ct = 5.6 de evacuação D1: devido à tensão de LT 10–2 L1: perda de vida humana toque e de passo O D2: devido a danos físicos LF 10–1 Tabela C.3 Perigo especial: dificuldade hz 5 Tabela C.3 Proteção contra choque (P (descarga atmosférica Nenhuma PTA 1 Tabela B. Somente para uso interno .Todos os direitos reservados 83 Nota: Este procedimento é cópia não controlada quando impresso. ABNT NBR 5419-2:2015 Tabela E.5 ÃO D2: Fator (ca + cb + cc + cs) L UÇ– 0.9 na linha) Risco de incêndio Baixo rf 10–3 Tabela C.4 incêndio Blindagem espacial Equação Nenhuma KS2 1 interna (B.UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ .272.5 Proteção contra Nenhuma rp 1 Tabela C.4 / 90 L4: perda econômica Tabela C.093 Exemplar para uso exclusivo . É válido o documento disponível na Intranet Corporativa.5 / 90 – 0.UFC .29 – Hospital: fatores válidos para a zona Z4 (Unidade de Terapia Intensiva) O A ID Parâmetros de Comentário Símbolo Valor Referência entrada US IB RO Tipo de piso Linóleo rt 10–5 Tabela C.07.2 IV D3: devido à falha de LO 10–2 sistemas internos nz / nt × tz / 8 760 = 35 / US Fator para pessoas na zona – 0.28 (continuação) Parâmetros de entrada Comentário Símbolo Valor Referência Não blindada (condutores Fiação interna do laço no mesmo KS3 0.6) © ABNT 2015 .061 RE U A Tabela E.01 Tabela B.1 na estrutura) Proteção contra choque (descarga atmosférica Nenhuma PTU 1 Tabela B.

31 para o número de eventos perigosos esperados.5 laço no mesmo eletroduto) Telecom DPS Nenhum PSPD 1 Tabela B.5 laço no mesmo eletroduto) Energia DPS Nenhum PSPD 1 Tabela B.5 EX PR F D2: Fator (ca + cb + cc + cs) / – 0.UFC .30 para as áreas de exposição equivalente e na Tabela E.12 D3: devido à falha de A LO 10–2 O sistemas internos A ID D3: Fator cs / ct = 1. Somente para uso interno .2 ) D3: devido à falha de ÃO LO 10–2 sistemas internos L UÇ Exemplar para uso exclusivo . ABNT NBR 5419-2:2015 Tabela E.272.Todos os direitos reservados Nota: Este procedimento é cópia não controlada quando impresso.3 coordenados O Perigo especial: dificuldade hz 5 Tabela C.4.1 / 90 L4: perda econômica Tabela C.011 US IB RO E.29 (continuação) Parâmetros de entrada Comentário Símbolo Valor Referência Não blindada (condutores do Fiação interna KS3 0.6 de evacuação L1: perda de vida humana