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NORMAS E PROCEDIMENTOS PARA A ELABORAÇÃO DE MONOGRAFIA

CURSOS DE ESPECIALIZAÇÂO

A apresentação de trabalhos acadêmicos tem como base as recomendações da Associação
Brasileira de Normas Técnicas – ABNT e também normas de referências específicas da
Vancouver (Comitê Internacional de Editores de Revistas Médicas – Requisitos uniformes para
originais submetidos a revistas biomédicas).

A estrutura para monografia (trabalhos de conclusão de curso), dissertação e tese compreende
três elementos fundamentais: pré-textuais, textuais e pós-textuais (NBR 14724).

DADOS DA CAPA:
- instituição à qual é submetido;
- nome completo do autor;
- titulo e subtitulo (se houver);
- local (cidade);
- ano do depósito (entrega).

DADOS DA FOLHA DE ROSTO:
- nome completo do autor;
- titulo e (se houver) subtítulo;
- natureza acadêmica do trabalho (monografia, dissertação ou tese);
- instituição à qual é submetido;
- grau pretendido (especialização, mestre ou doutor);
- local (cidade);
- ano.

1

FICHA CATALOGRÁFICA:
Documento de acordo com o Código de Catalogação Anglo-Americano, descrição técnica do
documento.

Modelo Número fornecido
pela Biblioteca
(opcional) Ficha Catalográfica

Cyriaco, Glalco.
C997i Implantação de um centro de parto normal no Hospital Estadual de
Caieiras - Complexo Hospitalar do Juqueri / Glalco Cyriaco.— São Paulo,
2010.
30p.

Orientador: Vanessa Kishima.

Trabalho de Conclusão do Curso - Fundação Dom Cabral; Hospital
Sírio Libanês Instituto de Ensino e Pesquisa.

1. Assistência à saúde. 2. Políticas de Saúde. 3.Parto humanizado. 4.
Saúde da mulher.

DESCRITORES, UNITERMOS OU PALAVRAS-CHAVES:

Os descritores ou palavras-chaves devem ser definidos pelo autor, preferencialmente, de
acordo com os Descritores da BIREME (http://decs.bvs.br/) ou Medical Subject Headings-
MeSH da National Library of Medicine (http://www.ncbi.nlm.nih.gov/mesh)

DIREITOS AUTORAIS:
Formulário com informação do autor, com ciência do orientador, que autoriza ou não a
reprodução total ou parcial do trabalho. (Anexo )

Errata:
Elemento opcional que consiste em uma lista de erros, de qualquer natureza, detectados após
a impressão, com as devidas correções. Deve conter a referencia do trabalho, para facilitar a
sua identificação. Deve ser inserida após a página de rosto. Disposição das informações:

2

. . poderá ser em folha a parte. no qual o autor agradece aqueles quecootribufram cle maneira relevante. Agradecimentos Elemento opcional. 3 . frase ou citação. Alimentos a(s) Institução(ões) responsável (eis) pelo apoio financeiro. quandoda elaboração do trabalho. indicando a autoria da frase. (Anexo 11) Epígrafe Elemento opcional. relacionados ao tema abordado. no qual o autor inclui um pensamento.a(s) palavra(s) errada(s). utilizado pelo autor para homenagem ou dedicação a(s) pessoa(s).número da página e linha(s) em que aparece(m) o(s) erro(s). Dedicatória Elemento opcional..a(s) correção correspondente(s).

lista de tabelas. no máximo. 4 . seções e outras partes do trabalho. quadros e outros).lista de ilustrações (desenhos. 500 palavras.SEQUÊNCIA DOS ITENS ELEMENTOS OBRIGATÓRIOS RESUMO Deve ser informativo e conter a apresentação concisa dos pontos relevantes do trabalho. SUMÁRIO Numeração das principais divisões.lista de símbolos ou fórmulas. organogramas. em cada um deve constar o sumário completo do trabalho (NBR 6027). com o respectivo número da pagina. com as mesmas características do resumo em língua portuguesa.lista de abreviaturas e siglas. . na mesma ordem e grafia do texto. fotografias. ABSTRACT Resumo na versão em inglês deve ser elaborado. Havendo mais de um volume. Deve ser redigido em parágrafo único e conter. fluxogramas. . métodos empregados. gráficos. plantas. novas técnicas. ressaltando o objetivo. mapas. resultados significativos e em sequencia lógica. As listas de tabelas e ilustrações são elaboradas de acordo com a sequencia com que se apresentam no texto. . ELEMENTOS OPCIONAIS LISTAS As listas de abreviaturas e de siglas compõem-se de palavras ou símbolos com seus significados grafados por extenso e relacionados em ordem alfabética. .

para que o experimento/estudo científico possa ser repetido por outros pesquisadores. A introdução é a parte inicial do texto na qual o autor deve incluir o objetivo. o autor deve discutir os dados. e não o método estatístico. a definição e justificativa do tema. hipóteses e propósitos do trabalho. Quando for necessária uma análise estatística.: Deve-se ter especial cuidado para não antecipar os resultados. INTRODUÇÃO E REVISÃO DE LITERATURA “Por que decidi testar esta hipótese e o que li” Podem ser apresentadas em um único capitulo. e não restringir-se apenas a transcrição de pequenos textos. desenvolvimento e conclusão. com clareza e precisão. Questionários e entrevistas podem ser apresentados em anexo. considerados relevantes e que serviram de base a investigação. métodos.ELEMENTOS TEXTUAIS São as partes fundamentais do trabalho. utilizar tabelas para apresentar os dados. deve ser apresentado através de citação ou comentários sobre a literatura. Parte na qual o autor demonstra seu conhecimento sobre dados ou informações já publicadas sobre o seu tema. Obs. materiais e equipamentos utilizados no desenvolvimento do trabalho. 5 . os pacientes. Se necessário. A revisão de literatura é o histórico da evolução científica do tema. Deve ser escrita apresentando comentários e críticas sobre os trabalhos revisados. constituídas por: introdução. MATERIAL E MÉTODOS ou PACIENTES E MÉTODOS ou CASUÍSTICA E MÉTODOS “O que fiz e como fiz” Parte principal do texto que deve demonstrar e descrever.

Os resultados e a discussão. 6 . os resultados e valor da pesquisa são analisados. também. contendo deduções lógicas e correspondentes. que também deverá ser citada. preferindo-se nomes genéricos ou científicos. DISCUSSÃO Na discussão. podem ser apresentados em um único capitulo. A discussão é o mais livre dos itens e o que mais evidencia a vivência do pesquisador. sem interpretações pessoais. em número igual ou superior aos objetivos desejados. Uma boa discussão deve analisar os dados e não recapitular os resultados. evidencia se as metas propostas foram atingidas e devem ser fundamentadas nos resultados e na discussão. A partir da experiência adquirida. os aspectos novos e importantes devem ser enfatizados e fornecer os elementos para as conclusões.Evitar o uso de nomes comerciais de drogas ou substâncias químicas. A especificação e a origem do material podem ser feita no próprio texto ou em nota de rodapé. RESULTADOS Os resultados obtidos devem ser apresentados sistematicamente de forma clara. em ordem lógica e não necessariamente na sequência cronológica dos experimentos. São discutidas as implicações teóricas e possíveis aplicações práticas. criticados e comparados com os dados já existentes na literatura. é permitida a inclusão de novas perspectivas e sugestões de novas pesquisas. CONCLUSÃO (ÕES) Parte final do documento constitui-se em um resumo das descobertas e sua significância. contradições devem ser elucidadas. interpretados. as razões e significados para concordância ou não com outros autores.

de caráter complementar. Os anexos. organizadas alfabeticamente e acompanhadas dos respectivos significados. Glossário Elemento opcional. podendo inclusive. palavras estrangeiras ou de uso restrito adotadas no texto. Anexo 1. ANEXO(S) Elemento opcional constitui-se de suportes elucidativos. de maneira que permita a identificação precisa e minuciosa do documento no todo ou em parte. As referencias são ordenadas de acordo com os sistemas utilizados para as citações no texto. anexo 2 etc. Quando houver mais de um apêndice.ELEMENTOS PÓS-TEXTUAIS São os que complementam o trabalho. Relação das obras consultadas e citadas no texto. são constituídos de suportes elucidativos não essenciais a compreensão do trabalho. Glossário. São constituídos pelas Referências. deve-se identificá-Ios por letras maiúsculas ou números arábicos podendo. vinculados ao tema central do trabalho e indispensáveis a sua compreensão. podem constituir volume a parte. ter cabeçalho próprio. Os formatos e modelos de referências estão exemplificados na seção x. são elaborados pelo autor da publicação. 7 . devem ser designados por letras maiúsculas ou números arábicos. terminologia técnica. podem ser eliminados sem prejuízo ao entendimento. Se muito longos. ter cabeçalho próprio. de caráter informativo. Os mais utilizados são: ordem alfabética. REFERÊNCIAS Elemento obrigatório. inclusive. caso a citação no texto obedeça ao sistema autor- data (ver item xx) ou em ordem numérica crescente pelo sistema numérico (ver item xx) de chamada (NBR 10550). quando mais de um. sendo elaborados ou não pelo autor da obra. Anexo(s) e Índice. Apêndice(s). A paginação deve ser continua até o final do trabalho. APÊNDICES Elemento opcional. Em geral.

e deve ser inserido no final da publicação.Titulo ou Apendice A . classe. devem constar também nos itens Anexos e Apêndices.Titulo Inclusão de artigos de periódicos no trabalho Elemento opcional. O índice pode ser elaborado por: autor.Apendice 1 . a sequência de numeração das páginas serão mantidas até o final do trabalho. que consiste em lista de termos ou palavras ordenadas alfabeticamente ou sistematicamente a partir da qual se localiza um termo ou palavra contida no texto. se necessário. trabalhos submetidos para publicação (no prelo) e. E obrigatório que o Autor da tese participe como primeiro autor em pelo menos um dos trabalhos submetidos para publicação em revista científica. Para estes trabalhos com paginação própria. 8 . As inclusões de trabalhos nas teses e dissertações podem ser: trabalhos publicados. Índice Elemento opcional. as folhas são contadas. título. A partir destes anexos. assunto. Publicação dos dados da dissertação/tese em formato de artigo científico. mas não numeradas. ordem cronológica etc.

recomenda-se: Margem esquerda: 3. Caso sejam numeradas. tamanho 12 para o texto. Páginas divisórias são contadas. As páginas preliminares têm numeração opcional.5 cm). mas não numeradas.)..5 cm. As margens devem facilitar a reprodução e encadernação. com exceção dos dados internacionais de catalogação na publicação que devem vir no verso da folha de rosto. Para as notas de rodapé.25 cm (tabulação padrão) da margem esquerda.7) de preferência branco e as fontes sugeridas são: ―Times New Roman‖ ou ―Arial‖. Sistema de Chamada e Citações no Texto Ambas as normas ABNT e Vancouver permitem citação por sobrenome de autor/data (alfabética) ou numérico.5cm). deve-se usar espaço simples.iv. legendas de figuras. Paginação As páginas devem ser numeradas sequencialmente. Os números devem ser colocados no canto inferior direito. O anverso e o verso da folha de rosto são contados. Recomenda-se que os elementos textuais e pós-textuais sejam digitados ou datilografados no anverso e verso das folhas. em algarismos arábicos. Entre o título do capítulo e o texto deve ser espaço de uma linha (1. iniciando-se a paginação na página seguinte: iii. Cada capítulo deve ser separado por 3 espaços (4.5 cm O texto deve ser digitado em espaço 1. 9 . deve-se utilizar algarismos romanos representados por letras minúsculas (iii. iniciando a partir da INTRODUÇÃO até o final de REFERÊNCIAS. mas não numerados. com alinhamento Justificado.APRESENTAÇÃO FÍSICA: Deve ser utilizado papel A4 (21. título de tabelas e transcrições com mais de três linhas.5 cm Margem superior: 2..0 x 29.5 cm Margem inferior: 2. O início de cada parágrafo deve ser recuado 1. Os elementos pré-textuais devem iniciar no anverso da folha.0 cm Margem direita: 2.

Buchpiguel et al.. A lista de referências deve ser ordenada alfabeticamente. 1981).. de preferência no final da frase.1.... a data deverá ser colocada entre parênteses. etc. sempre que aparecer. Em 2001.. Quando o sobrenome do autor faz parte da redação do texto. devendo seguir a sequência lógica 1.... Velasco et al.2 verificaram em. Sistema numérico Os autores são numerados por ordem de sua citação no texto.. Neste caso.3.. .. a partir del relato de los profesionales14 10 . cardíaca (Katz et al. caso contrário todos os elementos aparecem entre parênteses.. . Baxter e Norman (1979) dosaram. o primeiro número a ele atribuído. Eventualmente a data poderá também fazer parte do texto.. Segundo Carnevale (2000).. deve-se ignorar a ordem alfabética dos autores e a lista de referências bibliográficas deverá ser em ordem numérica.2. Exemplos: Cerri et al. em 1984 detectaramo Schistossoma através..Sistema autor-data As citações de documentos devem ser feitas pelo sobrenome do autor e a data de publicação do trabalho.11.. . O mesmo trabalho mencionado mais de uma vez deverá manter. independentemente da ordem alfabética.13 avaliaram. Vários autores10. sendo colocados sobrescritos ao final da citação ou frase..

br) ou o portal de Journals do PubMed (http://www. considerar a ordem de sequencia numérica (1. por exemplo..nlm.ncbi. utilizar letras minúsculas após o ano para a diferenciação. Os títulos de periódicos deverão ser abreviados de acordo com o Portal de Revistas Científicas em Ciências da Saúde (http://portal.  Se o sistema de chamada for numérico. 11 .gov/nlmcatalog/journals). ao final do trabalho.  Os vários conjuntos de elementos das referências devem ser separados entre si por ―.nih.‖ (ponto) seguido de espaço. O arranjo das referências deve ser feito de acordo com o sistema de chamada adotado no texto.  As referências.2.3.. no sistema autor-data. numérico ou autor-data.  Justificar a margem direita.bvs. Se necessário poderá ser incluído um capítulo denominado Bibliografia Consultada.  Os colchetes ou barras são sinais que podem ser utilizados para a indicação de notas necessárias à melhor identificação dos documentos. 1989a Lopes.). Havendo coincidência de autores e datas:  Se o sistema de chamada for o de autor-data. 1989b Na lista de Referências não devem constar bibliografias não citadas no texto.revistas.REFERÊNCIAS Regras gerais de apresentação:  Manter a margem esquerda da segunda linha em diante sob a primeira letra de entrada. devem ser alfabetadas autor por autor. indicar somente a lista de BIBLIOGRAFIA. Lopes. Caso não haja quaisquer citações no texto. letra por letra. que deverá vir seguido ao de Referências.

entre parênteses no idioma de origem. n.56. KUNTZ. K.M. Lancet. Urinary incontinence in men after formal one-to-one pelvic-floor muscle training following radical prostatectomy or transurethral resection of the prostate (MAPS): two parallel randomised controlled trials.. v..378. Helicobater pylori: revisão. S. n. Bras. Univ.. Artigos com até 3 autores: ELLIOTT. Hosp.O local de publicação do periódico deve ser mencionado. Rev.384-8. Med. Prostate Cancer Prostatic Dis. Artigos com mais de 3 autores: GLAZENER.1.. p. MARUTA.P. Autor Institucional: SOCIEDADE BRASILEIRA DE PNEUMOLOGIA E TISIOLOGIA. Anal Cell Pathol (Amst). et al. T. Rev. WILT. p.270-7.14. et al. v. Assoc.7. Tabagismo: Parte 3. 1997.N. apenas quando for necessário para diferenciar abreviaturas idênticas: J Physiol (London). ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS (ABNT) Nas recomendações da ABNT é necessário destacar o título da revista (publicações seriadas) e o título do livro (monografias e teses). v.4. n. C.328-37. J. L. v.3. J Physiol (Paris).J. Projecting the clinical benefits of adjuvant radiotherapy versus observation and selective salvage radiotherapy after radical prostatectomy: a decision analysis. Artigos com 2 autores: SILVA. p.M. 2010.33- 8. 2011. Med. 2011. n. p.G.9788. 12 .

Discussão de casos clínicos e cirúrgicos: uma importante ferramenta para a atuação do enfermeiro. p. 4th ed. S.V.V. 2010.Artigos eletrônicos sem numeração de página: KANG. et al. RATHMELL. W.. Philadelphia: Lippincott William and Wilkins. J. 13 . Mesmo autor do capítulo e do livro: MENDES. C. A. T.C.). In: SALLUM. 2010. Livro: BRASIL. FÜRBRINGER e SILVA.C. tomo II. ROBINSON. FISHMAN.Y. 119 p. Asian J Androl. Doenças infecciosas e parasitárias: guia de bolso. p. MINISTÉRIO DA SAÚDE. J. Brasília. 2010. 4). Dissertações e Teses: VERGUEIRO.C. (Série B: Textos Básicos de Saúde) SALLUM. W.M. RATHMELL.). Insuficiência renal crônica (IRC)..S. 1661 p. Philadelphia: Lippincott William and Wilkins. J. 2009. (Ed.P. et al.P. PARANHOS.P. (Ed. 2010.M. BALLANTYNE. Disability evaluation in painful conditions. 176p. 4th ed.P. E. RATHMELL. São Paulo: Fundação Antonio Prudente.54. J. Philadelphia: Lippincott William and Wilkins. A..C.Y. Jul 25.. Bonica's management of pain. Discussão de casos clínicos e cirúrgicos: uma importante ferramenta para a atuação do enfermeiro. J.M. PARANHOS. S.M. 2011. J. Pathological findings following radical prostatectomy in patients who are candidates for active surveillance: impact of varying PSA levels. In: FISHMAN.. 2009.. Expressão de proteinas envolvidas na etiopatogenia do linfoma gástrico Malt. 2011. O dilema fragmentação ou integração dos Sistemas de Serviços de Saúde: por Sistemas Integrados de Serviços de Saúde.. S. 4th ed. 448 p.C. Slavador. In: ___. DF.2011. BALLANTYNE. Os grandes dilemas do SUS.C. R. (Ed. J.270-8.. 8a ed. BALLANTYNE.1038/aja. Bonica's management of pain. S. 2008. In: FISHMAN.. Psychological and psychosocial evaluation. Capítulo de Livro: LELIS MAS.C.C. S. São Paulo: Atheneu. STARR. (Saúde Coletiva. São Paulo: Atheneu.).. 430 p.. D.217-24. Secretaria de Vigilância em Saúde. FÜRBRINGER e SILVA. BA: Casa da Qualidade Editora. Bonica's management of pain.I.M. doi:10. TAIT.D.

. A.. World Intelectual Properties Organization . 1997.5. WO 2011011847 (A8). SQUARZONI DALE. Arq. C. A. Pharmaceutical composition for treating medical conditions and a method for treating alimentary disorders and related diseases.69. Constituição (1988). 292p.359-67. 1988..Sem indicação de autoria: II Consenso Brasileiro para o uso da monitorização ambulatorial da pressão arterial. L. Cardiol. 2011. n. Legislação: Brasil. Patente: STERMAN HEIMANN. 14 . Bras.n. 1988. Brasília: Senado Federal. Constituição da República Federativa do Brasil. p. Centro Gráfico. v. DEVI.

O fascículo ou mês devem ser mencionados no caso de publicações que utilizam as estações do ano (primavera. Jang TL. Artigos com 2 autores: Silva JGN. UNIFORM REQUIREMENTS FOR MANUSCRIPTS Nas recomendações do Grupo de Vancouver não há destaque a nenhum elemento da referência. Grant A. 119 p. doi: 10. Urinary incontinence in men after formal one-to-one pelvic-floor muscle training following radical prostatectomy or transurethral resection of the prostate (MAPS): two parallel randomised controlled trials. et al.INTERNATIONAL COMMITTEE OF MEDICAL JOURNAL EDITORS. Rev Med Hosp Univ. 2011. Helicobater pylori: revisão. Asian J Androl. Podendo ser citados apenas o título da revista abreviado.54. 15 . ano da publicação. Artigos com mais de 6 autores citar os seis primeiros e acrescentar ―et al. Cochran C. outono e inverno) ou os meses para indicar o volume ou caso não adotem a paginação contínua por volume. Boachie C. Lee DH. et al. Lancet.2011. Maruta LM.‖: Glazener C.1038/aja. Dorey G. Johnson K. Choi EY. Dissertações e Teses: Vergueiro CSV. volume e páginas inicial e final. Artigos eletrônicos sem numeração de página: Kang DI. Buckley B. verão. Pathological findings following radical prostatectomy in patients who are candidates for active surveillance: impact of varying PSA levels. 2011 Jul 25. 1997. Jeong J. 2008. 7:33-8.378:328-37. São Paulo: Fundação Antonio Prudente. Expressão de proteinas envolvidas na etiopatogenia do linfoma gástrico Malt.

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22(10):1151-68. 2002. Perry W. Rosenthal KS. 2010. Dmochowski RR. J Urol. Discussão de casos clínicos e cirúrgicos: uma importante ferramenta para a atuação do enfermeiro. The reproductive importance of P-type ATPases. J Clin Psychiatry.176(3):1040-4. Rosiglitazone in the treatment of type 2 diabetes mellitus: a critical review. DF. Feifel D. Moutier CY.Cartas.176(6 Pt 1):2749. Drug Alcohol Depend. Kindbom KA. Scarpero HM.66 Suppl 1:S105. Gomelsky A. Artigo re-publicado com correções: Mansharamani M. Retraction in: Feifel D. J Clin Psychiatry. Malinowski JM. Partial retraction of: Starkman JS. Brooner RK. Turker H. Eur Respir J. Starkman JS. Murray PR. Retraction of: Feifel D. J Clin Psychiatry. Bonica's management of pain. resumos e erratas: Tor M. 1661 p. Erratum in: Clin Ther. Kobayashi GS.63(2):169. Brasília. 2002. Rathmell JP. 2002. Livros e Monografias: Brasil. 2009. Chilton BS. Wolder CE. Paranhos WY.20(1):242. International approaches to the prescription of long-term oxygen therapy [letter]. Louis: Mosby. São Paulo: Atheneu.183(1-2):123-6. Fürbringer e Silva SC. Perry W. 2002. Corrected and republished from: Mol Cell Endocrinol. Pfaller MA. 2000. Characteristics of older methadone maintenance (MM) patients [abstract]. Ballantyne JC. Perry W. J Urol. Wolter C. 2000.188(1-2):22-5. 430 p. Lofwall MR. 2006 Sep. Feifel D. Dmochowski RR. St. Gomelsky A. Voiding dysfunction after removal of eroded slings. 2010. Medical microbiology. (Ed. Perry W.61(12):909-11. Moutier CY.23(2):309. Ministério da Saúde. Moutier CY. Safety and tolerability of a rapidly escalating dose-loading regimen for risperidone. 448 p. (Série B: Textos Básicos de Saúde) Sallum AMC. 2001.). Safety and tolerability of a rapidly escalating dose-loading regimen for risperidone. Mol Cell Endocrinol. Moutier CY. 2000. 2006 Dec. J Clin Psychiatry.61(12):909-11. Scarpero HM. 2002. 2001. Bolesta S.63(2):169. 4th ed. 8a ed. Secretaria de Vigilância em Saúde. 17 . Bigelow GE. Strain EC. Philadelphia: Lippincott William and Wilkins. discussion 1149-50. 2002.). Clin Ther. 4th ed. (Ed. Fishman SM.

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