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FACULDADE ANHANGUERA DE TAUBATÉ - UNIDADE I

PEDAGOGIA
DISCIPLINA DE DIDÁTICA

AVALIAÇÃO DE AULA PRÁTICA
PROFESSOR CLAYTON SANTOS

TAUBATÉ
2014

AULA PRÁTICA
APRESENTAÇÃO DE UMA AULA PRÁTICA PELOS ALUNOS.

FINALIDADES DA APRESENTAÇÃO:
Desenvolver:
 habilidades para falar em público
 autoconfiança
 iniciativa
 liderança

ENSINAR não é transmitir conhecimento, mas levar o aprendente a uma busca contínua
por sua autonomia cognitiva, criticidade e socialização.

APRENDER é
 tomar conhecimento
 reter na memória, mediante o estudo, a observação, a pesquisa e a experiência
 aplicar na vida o conhecimento adquirido

AVALIAÇÃO DO APRENDIZADO:
É a verificação do aproveitamento do aluno em relação ao conteúdo aprendido.
Pode ser feita a partir de pré-teste e pós-teste ou mesmo pela observação do aluno quanto ao
cumprimento efetivo de suas tarefas.
Na Disciplina de Didática o aluno será avaliado por meio de apresentação em dupla de uma
aula com duração máxima de 15 minutos.

PLANO DE AULA
PLANO DE AULA
É uma planilha que contém o roteiro da aula;
Tem por finalidade, assegurar a organização, a orientação e objetividade na apresentação;
É dividido em:
 Cabeçalho: identifica o Plano de Aula;
 Introdução: destinada a preparar a apresentação;
 Desenvolvimento: consta o que se quer transmitir aos alunos, mais importante;
 Conclusão: parte final da apresentação (A bibliografia está inserida na conclusão, deve
constar do plano de aula, mas, não faz parte da apresentação oral).

INTRODUÇÃO
Destina-se a obter a atenção do aluno;
Tem duração de aproximadamente 1/5 do tempo da apresentação (3 minutos);
Aborda:
 resumo da aula anterior;
 o assunto da aula;
 tópicos da aula;
 objetivo(s) da aula;
 incentivação (motivação) inicial.

PLANO DE AULA - DIVISÕES
PLANO DE AULA

O Plano de Aula é destinado a explicações detalhadas da aula que será exposta;
Tem duração de aproximadamente 3/5 do tempo da apresentação (9 minutos);
Uma aula poderá ser desenvolvida de acordo com os seguintes métodos:
 Aula Expositiva;
 Exposição ou Visitas;
 Dissertação ou Resumo;
 Projeção de Filmes;
 Seminário;
 Ciclo de Palestras;
 Discussão com a classe;
 Resolução de Exercícios;
 Estudo de Caso;
 Aulas Práticas;
 Estudo Dirigido.

MÉTODOS DE DESENVOLVIMENTO DE AULA
ABORDAGEM
OBJETIVO DE
MÉTODO CARACTERÍSTICAS DE
APRENDIZADO
APRENDIZADO
Transmissão de
conhecimento;
 Introdução de um
determinado assunto;
 Criação da atenção
Aula para o assunto Aluno  Disseminação de
Expositiva introduzido; (agente passivo) conhecimento atualizado.
 Transmissão de
experiências e
observações pessoais;
sintetizar ou concluir um
assunto.
 Executa-se uma
visita a uma indústria, um
escritório, bolsa de
valores, onde todos  Disseminação de
Exposição podem ouvir as conhecimento atualizado;
Aluno
e explicações dos  Desenvolvimento da
(agente passivo e ativo)
visitas profissionais ou do habilidade dos alunos em
professor, ao mesmo gerar idéias e evidências.
tempo em que conhecem
fluxo de documentos,
forma de execução etc.

3

 Presença de um  Disseminação de profissional convidado conhecimento atualizado. rotina cotidiana. opinião ou conclusão  Facilitar o acerca do assunto. Ciclo pelo professor para Aluno  Facilitar o de Palestras proferir uma palestra (agente passivo) desenvolvimento pessoal sobre algum assunto da dos alunos. execução de uma  Desenvolvimento da dissertação ou resumo habilidade dos alunos em após alguma atividade testar suas idéias e Dissertação relacionada à exposição Aluno evidências. Aluno habilidade dos alunos em em  Ao final da aula.  Desenvolvimento da capacidade para utilizar  Consiste na idéias e informações.  Desenvolvimento da capacidade dos alunos de planejar e gerir seu próprio aprendizado. leituras prévias a aulas  Desenvolvimento da expositivas ou mesmo capacidade dos alunos de após essas aulas. para Aluno evidências.  Desenvolvimento da habilidade dos alunos em  Complemento das testar suas idéias e Resolução aulas expositivas.  Desenvolvimento da  Aplicação de capacidade para utilizar conhecimentos obtidos idéias e informações. desenvolvimento pessoal dos alunos  Desenvolvimento da capacidade para utilizar idéias e informações. o (agente ativo) testar suas idéias e Classe professor pode dar sua evidências. cientificamente  facilitar o desenvolvi- mento pessoal dos Al. planejar e gerir seu próprio aprendizado. 4 . de fixar e compreender o (agente ativo)  Facilitar o Exercícios ensino teórico. ou ou visitas ou outra (agente ativo)  Desenvolvimento da Resumo atividade.  Desenvolvimento da  Procedimento capacidade para utilizar didático que consiste em idéias e informações. após uma leitura ou  Desenvolvimento da Discussão exposição. habilidade dos alunos em  Resumos de gerar idéias e evidências. Projeção de  Projetar filmes ou Aluno  Disseminação de filmes palestras (agente passivo) conhecimento atualizado. levar o aluno a pesquisar  Desenvolvimento da Aluno Seminário a respeito de um tema (agente ativo) habilidade dos alunos em com a finalidade de testar suas idéias e apresentá-lo e discuti-lo evidências. desenvolvimento pessoal dos alunos.

decorrendo de tal fato a apresentação dos próximos da lista de chamada. não mais a nota máxima na apresentação. 3. na questão da nota de avaliação. CONCLUSÃO DA AULA  Parte final da apresentação. conteúdo de aulas  Desenvolvimento da Aulas expositivas ou teóricas. mas deve ser inserida no plano de aula).  verificação imediata: formulação de 3 perguntas aos alunos. onde é verificado o aprendizado e revistos os pontos essenciais da aula.  Desenvolvimento da capacidade para utilizar  Fixação do idéias e informações.  Tema: preferencialmente ligado à carreira da Educação.2 alunos por aula. ensino discussão em grupo  Desenvolvimento da capacidade dos alunos de planejar e gerir seu próprio aprendizado.  O aluno que. 2. Os materiais externos trazidos para o enriquecimento da aula valorizam a apresentação. de processo eletrônico. no dia de sua apresentação..  Materiais didáticos: uso de pelo menos 2 (dois) dos materiais didáticos listados na apostila.  Consiste na  Desenvolvimento da Estudo orientação aos alunos no Aluno capacidade dos alunos de Dirigido estudo de determinado (agente ativo) planejar e gerir seu próprio conteúdo aprendizado.  Tem duração de aproximadamente 1/5 do tempo da apresentação (3 minutos). obviamente.  Aborda:  resumo geral da aula. Aluno habilidade dos alunos em Práticas  Utilização de (agente ativo) testar suas idéias e laboratório ou algum tipo evidências. Caso o fato se repita 5 .  O professor. não pode participar. de qualquer apresentação.  bibliografia (não precisa ser citada durante a aula. mas sim 2/3 de seu valor. de forma crescente (1.  espaço aberto para perguntas dos alunos. mas não podem ser considerados como materiais didáticos. Estudo de  Apresentação  Desenvolvimento da Caso sucinta de uma situação Aluno habilidade dos alunos em aplicado ao real ou fictícia para (agente ativo) gerar idéias e evidências.  Facilitar o desenvolvimento pessoal dos alunos. REGRAS DAS APRESENTAÇÕES: Seguem listadas algumas observações que deverão ser seguidas para que haja a padronização das aulas e avaliações na matéria de Didática:  Apresentação avaliada: 1 aula com duração de 15 (quinze) minutos . direta ou indiretamente.  Desenvolvimento da capacidade para utilizar idéias e informações.  A sequência das apresentações é a da lista de chamada.). não estiver preparado.  As vistas de notas e comentários das apresentações serão feitas somente após a apresentação do último aluno.. 4. terá como ponto de partida.

No Brasil. multimídia MÉTODO 3 MIN. j. PLANO DE AULA (modelo exemplo) FACULDADE ANHANGUERA DE TAUBATÉ – UNIDADE I PLANO DE AULA CURSO: PEDAGOGIA LOCAL DA AULA: MATÉRIA: SÉRIE/ANO: UNIDADE DIDÁTICA: ROUPA: PROFESSOR: TEMPO TOTAL: 15 MINUTOS ATIVIDADES DO ACIONAMENTO TEMPO DISTRIBUIÇÃO DOS ASSUNTOS PROFESSOR E DOS MATERIAIS DO ALUNO DIDÁTICOS 1. INTRODUÇÃO: a. a JICA possui 3 escritórios. Retroprojetor e. DESENVOLVIMENTO: a. h. Japão. MÉTODO 9 MIN show) g. Aparelho 2) Motivar os alunos a estudarem línguas estrangeiras.com o mesmo aluno. b. a saber: em Brasília. A Agência Matriz fica na cidade de Tokyo – Japão. Possui 1200 funcionários japoneses e 500 estrangeiros fora do Japão. INCENTIVAÇÃO INICIAL: Um aluno entra na sala de aula com a farda de instrução do Corpo de Bombeiros de Tokyo – Japão. A JICA é vinculada ao Ministério das Relações Exteriores do Governo Japonês. 2. É a maior colônia Japonesa fora do Japão. de Som e. A Importância do Estudo de língua estrangeira: O Inglês é Quadro Branco ou considerado uma língua Internacional. No Brasil existe mais de 1 milhão e 300 mil descendentes EXPOSITIVO de japoneses. Aparelho de 2) As relações da Polícia Militar com a JICA. c. salvo os casos devidamente justificados ou por afastamentos legais. (data show) d. por intermédio dessa Lousa língua temos acesso direto aos Estados Unidos da América. RESUMO DA AULA ANTERIOR: Cursos da ATM University – Texas – EUA. OBJETIVOS: EXPOSITIVO 1) Apresentar a Agência Japonesa de Cooperação Internacional. durante a execução de parte do “mix” das músicas “I CAN´T GET NO (SATISFATION)” – de Mick Jagger e Keith Richards e "A RAINHA DA NOITE” – da Ópera “A FLAUTA MÁGICA” de Wolfgang Amadeus Mozart. 6 . i. Belém e São Paulo. por meio dessa segunda língua temos acesso à Espanha. d. ASSUNTO DA AULA: Agência Japonesa de Cooperação Internacional (JICA). A relação da Polícia Militar com o Governo Japonês por intermédio da JICA é muito importante: mais de 20 Oficiais já receberam treinamento gratuito no Japão. É um órgão que possui escritórios em 50 países. b. Austrália e outros Países. Grã-Bretanha. Retroprojetor c. A relação do Brasil com Japão é de grande relevância. Canadá. haja Aparelho de vista que mais da metade de toda a cooperação técnica gratuita multimídia (data que o Brasil recebe vem do Japão. f. a nota será zero. TÓPICOS: 1) Explicar a Importância da JICA. O Espanhol é também considerada uma língua muito importante. América Latina e Sul dos Estados Unidos.

6) “Tokyo Fire Academy” – History – Japão. 3) Músicas “I CAN´T GET NO (SATISFATION)” – de Mick Jagger e Keith Richard e “A RAINHA DA NOITE” – da Ópera “A FLAUTA MÁGICA” de Wolfgang Amadeus Mozart. CONCLUSÃO: a. 3) Qual é a principal condição para se freqüentar um curso no Japão? Resposta: Falar e escrever fluentemente a língua Inglesa ou Japonesa. 2) Em quais cidades há escritório de representação da JICA? Resposta: Brasília. d. Projetor de b. 7 .Brasil. 2) Jornal “Polícia Comunitária” da Polícia Militar do Estado de São Paulo. 2) O fato acima relatado é facilitado por meio de treinamento gratuito. RESUMO FINAL DA AULA: Na aula de hoje nós tratamos dos seguintes assuntos: 1) O aperfeiçoamento técnico no exterior é muito importante. 3. 4) “Imagens do Japão” – Consulado Japonês em São Paulo. a exemplo do Governo Japonês. Belém e São Paulo. BIBLIOGRAFIA: 1) Folhetos da JICA – Japan International Cooperation Agency. ESPAÇO ABERTO PARA PERGUNTAS DOS MÉTODO Multimídia 3 minutos ALUNOS AO PROFESSOR: EXPOSITIVO c. VERIFICAÇÃO IMEDIATA (PERGUNTAS DO Folhetos PROFESSOR PARA OS ALUNOS): 1) Quantos integrantes da Polícia Militar do Estado de São Paulo já foram fazer treinamento gratuito no Japão? Resposta: Aproximadamente 20. e só se pode realizá-lo mediante o conhecimento de língua estrangeira. 5) “Os Ex-bolsistas da JICA” – JICA . 3) A importância da JICA e as relações do Governo Brasileiro com essa Instituição.

0 0.3 0.0 0.1 0.3 0.4 0. FACULDADE ANHANGUERA DE TAUBATÉ – UNIDADE I PEDAGOGIA 2014 DISCIPLINA DE DIDÁTICA – PROF.0 0.0 0.5 Faz verificação imediata 18 0.4 0.2 0.0 0.2 0.2 0.2 0.0 0.3 0.2 0.3 0.1 0.3 0.5 Mantém contato visual 8 0.5 Demonstra domínio do assunto da aula 12 0.4 0.5 Varia a intensidade da voz 6 0.2 0.4 0.5 Faz incentivação(motivação) inicial 4 0.5 Informa o objetivo da aula 3 0.5 Desperta o interesse e facilita a participação 14 0.1 0.3 0.3 0.0 0.4 0.0 0.2 0.3 0.3 0.5 Consegue atingir o objetivo proposto 19 0.4 0.3 0.2 0.0 0.4 0.4 0.0 0. CLAYTON A AVALIADO : Nome :__________________________________________ nº_______ Pel _______ AVALIADOR:_________________________________________________________________ Resumo da aula anterior 1 0.4 0.1 0.2 0.1 0.3 0.4 0.5 Gesticula normalmente .1 0.5 Faz resumo final da aula 17 0.3 0.1 0.4 0.2 0.3 Bom 0.4 0.0 0.5 Elaboração e utilização dos materiais didáticos 16 0.3 0.4 0.5 Mantém o ritmo da fala 7 0.2 0.3 0.0 Inexistente 0.1 0.4 0.2 0.2 0.0 0.5 Fala com linguagem isenta de erros e vícios 5 0.1 0.2 0.2 0.0 0.4 0.5 Apresentação pessoal 13 0.3 0.4 0.5 Excelente 8 .1 0.0 0.1 0.1 0.4 0.2 0.0 0.2 0.4 0.3 0.0 0.5 Informa o assunto e tópicos da aula 2 0.0 0.1 0.5 Utiliza adequadamente o tempo 20 0.3 0.5 Movimenta-se com naturalidade 10 0.1 0.1 0.5 Não demonstra nervosismo 15 0.4 0.1 0.5 Nível de explanação 11 0.1 0.5 CONCEITOS NOTA VISTO DO ALUNO 0.0 0.0 0.2 0.1 0.4 0.1 0.1 0.2 Regular 0.1 Insuficiente 0. evitando vícios 9 0.2 0.4 Muito Bom 0.3 0.2 0.3 0.0 0.3 0.

O Treinamento de Criatividade é desenvolvido da seguinte forma: O instrutor da matéria traz consigo por volta de mais de 40 cartões em forma de baralho. De repente. da mão dói instrutor e. da mudança de atitudes e pensamentos. passa a discursar sobre o conteúdo do cartão por 2 minutos. Os materiais didáticos proporcionam ao docente a atratividade necessária para que ele consiga expor com êxito sua matéria. A arte de ensinar ou instruir somente terá êxito se o professor conseguir que seu aluno entenda e aceite aquilo que diz. Para conseguir atingir seu objetivo.150 ). Tão condicionado estava a dar aula utilizando apenas “saliva e giz” que nem lhe ocorreu chamar a atenção de seus alunos para o fato de que estavam diante do fenômeno da fotossíntese. Confecção manuseio e Utilização dos diversos tipos de Materiais Didáticos. É a arte do convencimento. Então. o homem tem se utilizado do recurso visual para se relacionar com o mundo. resolveu afastar o vaso que continha a folhagem para que a cortina pudesse ser fechada”. Didática Geral. O treinamento de criatividade serve para aguçar a rapidez de pensamento e da imaginação e a perspicácia do aluno na formação de respostas rápidas perante situações inéditas. em aula. devemos ter em mente que o ser humano toma conhecimento do mundo exterior por meio dos cinco sentidos. imediatamente. Desde as pinturas nas cavernas. o professor. ininterruptamente. R. Projetor de Slides). Um aluno por vez se posta diante da classe e escolhe um cartão. Utilidade e versatilidade. com a ajuda de alguns alunos. Quanto à utilização dos materiais didáticos. um problema: a luz do sol que entrava pela janela atrapalhava a visão de alguns alunos que. Quadro branco. que prender atenção de seu aluno para aquilo que ele julgar importante. p. AULAS 4 a 6 . dessa maneira. “Assim como esse professor perdeu a extraordinária oportunidade de ilustrar com um fato concreto suas explicações. C.MATERIAIS DIDÁTICOS INTRODUÇÃO “Um professor de Ciências falava a seus alunos sobre a fotossíntese. Projetor de Multimídia. Apresentação dos principais Materiais Didáticos disponíveis na PMESP: (Quadro Negro (lousa). Vídeo. Treinamento de Criatividade e Treinamento Comportamental perante o público (utilização de cartões com figuras 03 h/a – tempo de apresentação: 2 minutos por aluno). Aparelho de Som. frase ou palavra. descrição. Retroprojetor. Editora Ática.( Fleming. não conseguiam ler o que o professor escrevia no quadro de giz. 03 h/a Vantagens e desvantagens dos Materiais Didáticos. in Piletti. S. mas um dos galhos da enorme folhagem que enfeitava a sala impediu que a cortina fosse totalmente fechada. necessariamente. Resolvido o problema. o professor continuou tranqüilamente falando sobre fotossíntese e escrevendo suas explicações no quadro de giz. o professor tem. dentre outros.TREINAMENTO DE CRIATIVIDADE E RACIOCÍNIO RÁPIDO TREINAMENTO DE CRIATIVIDADE Treinamento de criatividade e raciocínio rápido perante o público (utilização de cartões com figuras – tempo de apresentação: 2 minutos por aluno). 1985. sendo que cada cartão possui uma figura. Álbum Seriado (flip chart). AULA 7 . Ignorar a força desse recurso e as novidades tecnológicas é alienar-se da 9 . comprovando o fenômeno que estavam estudando. todos nós corremos o mesmo risco se tivermos a mesma visão demasiado ‘estreita’ dos recursos de ensino”. Alguém tentou fechar a cortina. O galho da folhagem crescera voltado para a janela em busca da luz.

Por isso devemos estimular nos alunos certos comportamentos que aumentem a sua receptividade. a percepção. que não seja conhecido suficientemente de forma a poder empregá-lo corretamente. a sua participação ativa. Nunca se deve utilizar um MD.  Economizar tempo na apresentação. Por isso é importante empregar métodos de ensino que utilizem simultaneamente os sentidos humanos.  Desenvolver a experimentação concreta e. economizando tempo.  Nunca se deve utilizar um MD. Para que os MD/MAEI realmente colaborem no sentido de melhorar a aprendizagem.  Permitir a fixação da aprendizagem. só porque está na moda. por que não recorrer à força dos recursos audiovisuais para facilitar a comunicação? AS PESQUISAS REVELAM QUE APRENDEMOS: 1% por meio do paladar 1.  Ilustrar noções mais abstratas. Concluímos. 10 . por meio desses dados. que os cinco sentidos não têm a mesma importância para a aprendizagem.5% por meio do olfato 11% por meio da audição 83% por meio da visão E RETEMOS: 20% do que ouvimos 30% do que vemos 50% do que vemos e ouvimos 70% do que ouvimos e logo discutimos 90% do que ouvimos. dinheiro e energia.  Aproximar o aluno da realidade  Visualizar ou concretizar os conteúdos da aprendizagem. na sua utilização devem ser observados alguns critérios e princípios. realizamos e logo discutimos Concluímos.modernidade. Vejamos os principais:  Ao selecionar um MD.  Favorecer o desenvolvimento da capacidade de observação. tais como a atenção. os Materiais Didáticos (MD) ou Meios Auxiliares de Ensino e Instrução (MAEI) colaboram para:  Motivar e despertar o interesse dos alunos. o interesse. vemos. deve-se ter em vista os objetivos a serem alcançados. também.  A eficácia dos recursos dependerá da interação entre eles e o aluno. que a percepção por de um sentido isolado é menos eficaz do que a percepção por meio de dois ou mais sentidos.5% por meio do tato 3. etc.  Oferecer informações e dados. Quando usamos de maneira adequada. Se pudermos acelerar a troca de informações.

o professor não dispõe desse tempo. afinal são meros apoios para transmissão da sua mensagem. limpo e arejado. mas nunca sem conhecê-los. o interesse. que outras.  O tempo disponível é outro fator importante que deve ser considerado.  Visualizar ou concretizar os conteúdos da aprendizagem.  Economizar tempo na apresentação. etc. COMO PRODUZIR UM BOM VISUAL:  Apropriado para a circunstância.  A eficácia dos recursos dependerá da interação entre eles e o aluno.  Preciso e eficiente. Vejamos os principais:  Ao selecionar um MD. Então.  Na escolha dos recursos deve-se levar em conta a natureza da matéria ensinada. A preparação e utilização dos recursos exigem determinado tempo e.  Oferecer informações e dados. é diferente da do álbum seriado. por exemplo. a percepção. realmente colaborem no sentido de melhorar a aprendizagem. tais como: utilizar recursos que exijam menos tempo. 11 . só porque está na moda. por exemplo.  A eficácia depende também das características dos próprios recursos. com relação às funções que podem exercer no processo de aprendizagem. Quando usamos de maneira adequada.  As condições ambientais podem facilitar ou. que não seja conhecido suficientemente de forma a poder empregá-lo corretamente.  Claro. A função de um mural. com relação às funções que podem exercer no processo de aprendizagem. projetor de slides ou vídeo. Algumas matérias exigem maior utilização de MD. UTILIZAÇÃO Para que os MD. que outras. é diferente da do álbum seriado. por exemplo.  Ilustrar noções mais abstratas. deve-se ter em vista os objetivos a serem alcançados. solicitar a ajuda dos alunos para preparar certos recursos. Os recursos estão disponíveis justamente para que você os utilize com moderação e eficácia. tais como a atenção. exclui a possibilidade de utilização de retroprojetor.  Nunca se deve utilizar um MD. etc. Nunca se deve utilizar um MD. e não a mensagem propriamente dita.  Desenvolver a experimentação concreta e.  A eficácia depende também das características dos próprios recursos. os MD/MAEI colaboram para:  Motivar e despertar o interesse dos alunos. ao contrário.  Permitir a fixação da aprendizagem. deverá buscar outras alternativas. muitas vezes.  Visível para todos ouvintes. solicitar a ajuda de outros profissionais.  Na escolha dos recursos deve-se levar em conta a natureza da matéria ensinada. A inexistência de tomadas de energia elétrica.  Aproximar o aluno da realidade. Por isso devemos estimular nos alunos certos comportamentos que aumentem a sua receptividade. Algumas matérias exigem maior utilização de MD.  Esclarecedor sobre o assunto.  Favorecer o desenvolvimento da capacidade de observação. na sua utilização devem ser observados alguns critérios e princípios. a sua participação ativa. A função de um mural. dificultar a utilização de certos recursos.

VIDEO CASSETE RECORDER  APARELHO DE SOM Para ter maior êxito em sua aula. tais como: utilizar recursos que exijam menos tempo .  Limpeza: antes de iniciar a exposição e no seu término. e no decorrer da exposição devem ser apagados os elementos de interesse momentâneos. o professor não dispõe desse tempo. por exemplo.  O tempo disponível é outro fator importante que deve ser considerado. ao contrário. dificultar a utilização de certos recursos.  Correção gramatical na escrita de palavras estrangeiras e de termos técnicos. Então. o docente deverá tomar alguns cuidados quando da confecção de textos. separar o quadros para dados essenciais e secundários. projetor de slides ou vídeo.  Ordem. A inexistência de tomadas de energia elétrica. deverá buscar outras alternativas. etc. DVD. muitas vezes.  a utilização dos quadros é quase sempre sincrônica ao do desenvolvimento da exposição. 12 . pelo espaçamento adequado de letras e palavras. TIPOS DE MATERIAIS DIDÁTICOS  QUADRO DE GIZ (LOUSA)  QUADRO BRANCO  CARTAZ  FLIP CHART (ÁLBUM SERIADO)  FOLHETOS  MODELOS  RETROPROJETOR  PROJETOR DE MULTIMÍDIA  VIDEOCASSETE.D. pela sua forma clara e simples. em qualquer que seja o M. A preparação e utilização dos recursos exige determinado tempo e. DVD PLAYER. exclui a possibilidade de utilização de retroprojetor. QUADRO DE GIZ (quadro negro ou lousa) e o QUADRO BRANCO Algumas normas didáticas para o uso dos quadros são:  Legibilidade. solicitar a ajuda dos alunos para preparar certos recursos. escolhido para sua apresentação. solicitar a ajuda de outros profissionais.  As condições ambientais podem facilitar ou. ou proporcionar uma visão perfeita da subordinação dos dados secundários aos essenciais (planejar). garantida pelo tamanho de letras. Ainda outras normas:  título da exposição deve ser escrito no início.

 o pincel deve ser adequado para não danificar a superfície do quadro  -não serve como tela de projeção. para ganhar tempo. no início da exposição podem-se lançar os dados ou itens essenciais. deixando espaço para preenchimento dos dados secundários no decorrer da exposição. CARTAZ  Coloque um título  Faça legendas  Escreva com letras legíveis  Limite a quantidade de tamanhos de letras  Crie frases curtas  Use poucas linhas  Use cores  Apresente apenas uma idéia em cada visual  Utilize apenas uma ilustração em cada visual 13 . Vantagens do Quadro de Giz  disponível em quase todos os locais  desenvolvimento progressivo durante a aula  facilmente apagável  fácil participação do aluno  encontra-se em qualquer sala de aula  é fácil de usar  a platéia está familiarizada Desvantagens do Quadro de Giz  maçante quando usado em demasia  prática exigida para o “layout”  facilmente desordenável  tendência a escrever fora de nível  -suja as mãos do comunicador  -o pó de giz pode causar alergia  -só funciona em platéias pequenas  imagem antiquada e encontra-se quase em desuso Vantagens do Quadro Branco  disponível em quase todos os locais  desenvolvimento progressivo durante a aula  facilmente apagável  fácil participação do aluno  evita o ruído e a sujeira causados pelo giz  encontra-se em qualquer sala de aula  é fácil de usar  a platéia está familiarizada com o recurso Desvantagens do Quadro branco  maçante quando usado em demasia  prática exigida para o “layout”  facilmente desordenável  tendência a escrever fora de nível  a escrita mancha facilmente o quadro  dependendo da iluminação. pois sua película de proteção deteriora com a luz excessiva. a visibilidade pode ser prejudicada.  mas.

que pode ser adaptado à maioria dos ambientes.  Se pretender utilizar visuais preparados com antecedência e produzir outros durante a apresentação. no instante de apresentar o visual. antes de mudar de assunto. esse é um procedimento simples de ser adotado. use dois flip charts. É um recurso prático. vire a folha 14 . pois. desenhos e tabelas. um para cada atividade. FLIP CHART (ÁLBUM SERIADO) O flip chart é um recurso visual constituído de um bloco de folhas preso na extremidade superior. Orientação para o uso do flip chart  Deixe preparado antecipadamente todo o visual que consumir muito tempo de elaboração. em especial nas salas de treinamento de empresas ou pequenos escritórios. Com o flip chart. O seu uso é generalizado. como gráficos. apoiado numa estrutura sobre cavalete.  Depois que fizer uso de todos os dados do visual.  Retire tudo o que for dispensável ou incompatível com a mensagem Título Recomendável: PRODUÇÃO DE VEÍCULOS Título Desaconselhável: PRODUÇÃO NACIONAL DE VEÍCULOS NOS ÚLTIMOS Vantagens 5 ANOS  durabilidade  economia  facilmente de transportar quando pequeno Desvantagens  limitação a pequenos auditórios  dificuldades para transportar quando utilizado em auditórios amplo. bastará dobrar sobre o cavalete a folha que o está protegendo. flexível e econômico.

 informalismo e espontaneidade. cópia de transparências.  não exige iluminação especial. material complementar para futuras consultas.  Se entre um visual e outro você for discorrer sobre informações que não necessitem da ajuda deles. Podem conter parte da matéria apresentada. Desvantagens  limita-se às pequenas audiências  exige boa caligrafia e rapidez na escrita FOLHETO Os folhetos são papeis impressos com informações sobre o conteúdo da apresentação. slides. ou instruções para exercícios de prática ou fixação. todos os dados transmitidos.  permite interação. roteiros.sobre o cavalete se ela distrair a atenção do público.  ideal para improvisações. Vantagens  Facilita compreender o conteúdo da matéria  Mais uma contribuição que da satisfação ou ouvinte  Em alguns casos pode evitar perguntas Desvantagens  Caso o numero de folhetos não for suficiente  Caso o material a ser distribuído não estiver no nível de sua apresentação  Caso não seja distribuído em momento oportuno 15 . um resumo. deixe uma folha em branco separando-os. a fim de não desviar a atenção dos ouvintes para as mensagens já transmitidas ou para as que ainda serão apresentadas. Vantagens  equipamento barato.

possibilita que o feixe luminoso sofra uma deflexão de 90º. pense sempre na pessoa que ocupa o último lugar da sala de aula. logo abaixo da lâmina que serve de suporte ao material transparente. faça-a para o grupo e não para você mesmo. Entre a fonte luminosa e a lente de Fresnel existe um filtro de calor. Usualmente. é necessário que se deixe o ventilador ligado. Vantagens  facilidade para fazer transparências  o apresentador olha a turma de frente  facilmente disponível  colorido ou preto-e-branco  sala iluminada  baixo custo  portátil e durável  dá segurança ao apresentador por impedir o esquecimento de um ponto importante Desvantagens  se a apresentação for extensa. O sistema de objetiva está colocado na cabeça do retroprojetor e é composto. O sistema óptico é composto de uma lente de Fresnel. Este é o sistema condensador. até que a lâmpada esfrie. O sistema de ventilação é composto por um ventilador que tem interruptor independente da lâmpada. em plástico. após o uso do aparelho. o sistema de duas lentes e um espelho plano. O refletor é fixo no aparelho e dirige o feixe de luz para cima. pode causar sonolência nos participantes. Em alguns aparelhos é controlado por relé térmico de desliga automaticamente quando é atingido um nível razoável de temperatura. A lâmpada (sistema de iluminação) é geralmente de potência entre 600W e 1. que deve ser colocada atrás do aparelho. dirigindo-o para a tela.000W. com filamento de tungstênio- halogênio. Nos retroprojetores que não possuem esse sistema. montada a uma distância razoável da lâmpada. Alguns retroprojetores possuem rolos que são adaptados a suas laterais e que permitem fazer correr o material a ser projetado (sistema de transporte).  exige familiaridade com o equipamento TRANSPARÊNCIA Ao fazer uma apresentação. AULA 8 – MATERIAIS DIDÁTICOS (continuação) RETROPROJETOR O retroprojetor apresenta os elementos básicos dos projetores de transparências. 16 . se ela estiver enxergando sua apresentação. além de permitir que seja recriada a imagem.

Em todo original escreva com letras grandes e legíveis. disquetes. sem ter que perguntar ao colega do lado. A área da transparência que contiver as informações a serem divulgadas não poderá ser maior que 190 x 230 mm. necessitando o expositor realizar um movimento de subida ou descida da transparência. todos saberão de que assunto se trata a aula. Desvantagens  custo de aquisição do equipamento  nem sempre disponível em locais de apresentação  sala deve ficar de preferência no escuro  exige conhecimento de operação de softwares de apresentação  exige conhecimento de técnicas de apresentação VIDEO-CASSETE 17 .  para grandes audiências  o arquivo de trabalho por ser gravado em pen drive. cd. pois assim. do contrário as informações não aparecerão na imagem projetada de uma única vez. o que poderá prejudicar a apresentação. dando preferência às letras maiúsculas de contorno cheio e bem definido. Dê destaque especial aos títulos. inclusive via Internet. PROJETOR DE MULTIMÍDIA (Data Show) Vantagens  apresentação direta do computador  transmite na tela da TV  permite alterações até mesmo na hora  fácil transporte (com note book)  permite uso de cores  permite maior movimentação do instrutor  permite uso individual (auto-instrução).certamente. os demais componentes da platéia também o estarão.

 Podem-se armazenar mais dados em um disco de DVD do que em uma fita de videocassete.  Antes de usar uma fita de vídeo.  Prefira passar o filme no início ou no final da apresentação.  Alcança até 720 linhas de resolução.  O disco de DVD é de fácil manuseio.  Se contar com a ajuda de um operador. Possui o recurso de censura para as cenas proibidas para menores de idade. certifique-se de que ele conheça bem a seqüência da apresentação e saiba o momento certo de interromper e pôr o filme em movimento.  O primeiro aparelho de DVD foi lançado no Brasil em 24/08 de 1997. possibilitando maior nitidez. que permite armazenar várias horas de áudio e vídeo de altíssima qualidade.  Teste todos os aparelhos e acerte o volume do som antes da apresentação.  Ensaie sua apresentação com o uso do vídeo para saber o momento adequado de pôr o filme. para não passar a idéia de uma produção caseira e amadora. o que não acontece em uma fita de videocassete. interrompê-lo e optar pelo melhor ritmo da fala.  como em um CD. O resultado é superior àquilo que acostumamos ver e ouvir nas transmissões de TV e nas fitas de vídeo. pois o sistema é controlado por faixas Século XXI. assista a ela do princípio ao fim para ver se não possui defeitos. a gravação e a reprodução do DVD são feitas por meio de raio laser e com tecnologia digital. Lembre-se que o filme basta por si e pode desviar o interesse do público da comunicação do orador.  Verifique se o monitor a ser utilizado permite que as imagens sejam vistas por todos os ouvintes. Ela apenas dev e ser interrompida para a inclusão de um filme se for muito necessário.  Como no CD. Tem capacidade para reter até 8 dublagens e 32 legendas de diferentes idiomas. Orientação para o uso do videocassete  Elabore filmes com boa qualidade. Dicionário: DVD = Digital Versatile Disk (é o disco digital com filme) DVD PLAYER = Digital Versatile Disk Player (é o aparelho que “toca” do DVD) CD = compact disk (é o disco digital com músicas ou dados) CD PLAYER = compact disk player (é o “tocador” de CD) VHS = Vídeo Home System = é a fita de vídeo-cassete VHF = Very High Frequency = é a qualidade de um aparelho que possui alta freqüência STEREO SYSTEM = Aparelho de som estéreo HI-FI = High Fidelity = alta fidelidade 18 . DVD PLAYER É um CD “condensado”. a tecnologia não pára de avançar e a onda do momento é o DVD.

porém não é multidimensional (só apresenta som e não imagens).  prende a atenção do grupo. quer seja pelo impacto quer pela emoção.  dá sono na platéia APARELHO DE SOM Vantagens:  é dinâmico. nem tente revender. para não violar os direitos exclusivos do produtor e do distribuidor licenciados do áudio (artigo 184 do código penal).Vantagens  é dinâmico e multidimensional  ótimo instrumento de discussão  cria maior envolvimento do grupo com o tema  impacto visual imediato Desvantagens  esteja atento às restrições legais. não faça cópias de filmes comerciais ou de treinamentos. alugar ou transmiti-las por rádio. nem tente revender. não faça cópias de gravações comerciais ou de treinamentos.  ótimo instrumento de apoio. para não violar os direitos exclusivos do produtor e do distribuidor licenciados do audiovisual (artigo 184 do código penal*).  não usa o sentido da visão  dá sono na platéia. auxilia no envolvimento do grupo com o tema. portanto. portanto. não é permitido o empréstimo de filmes de treinamento. AULA 9 – MATERIAIS DIDÁTICOS (continuação) PROJETOR DE SLIDES DE 35 mm 19 . Desvantagens:  esteja atento às restrições legais. alugar ou transmiti- las pela tv.

para o instrutor. Postura. Teoria da Comunicação: Ambientação à plataforma. o que significa que não se pode fazer um slide por vez. VOZ: Subdivide-se em:  TONALIDADE  ÊNFASE  TIMBRE  INTENSIDADE TONALIDADE: É o grau de acuidade ou gravidade da voz. Ênfase.1.  -desencoraja a participação do público por seu formalismo  -quando estão no carrossel do projetor. Intensidade). É um equipamento simples. que provocam forte impacto no público e mostram com exatidão os detalhes das informações. Aparência. transmitindo e recebendo idéias. A comunicação (Oral e Corporal). A Expressão Corporal (Contato Visual. Articulação. A Voz (Tonalidade. desde as salas de aula até as mais importantes conferências e apresentações científicas. com capacidade para abrigar até oitenta slides. bastante utilizado. Depende do número de 20 . pois amplia na tela imagens reais. EXPRESSÃO ORAL e 1. como as fotografias.1. Correção da 02 h/a Linguagem.COMUNICAÇÃO: Conceito: é o processo pelo qual o homem se relaciona com outras pessoas. Movimentação.TEORIA DA COMUNICAÇÃO I – AMBIENTAÇÃO À PLATAFORMA 1. Desvantagens  requer salas escuras. AULA 10 . O tipo mais usado é o "carrossel". EXPRESSÃO ORAL: Divide-se em duas partes distintas denominadas: VOZ e FALA. em: 1. A comunicação se divide. Definição da Comunicação. que permitem a fusão de imagens e promovem um verdadeiro espetáculo para o público. Timbre. O projetor de slides é um recurso visual muito útil e persuasivo. Vantagens As principais vantagens desse recurso visual são:  a luz dá mais realismo às imagens  é fácil de manusear  não exige computador. Facilidade de Expressão). Algumas apresentações chegam a usar dezoito e até mais projetores sincronizados.2. impressões e imagens. não é mais possível mudar a ordem. exceto quando feitos num programa de apresentação e reproduzidos no birô de editoração. Regras Gerais da Gesticulação.  -exige roteiro  -precisa de cuidados contra umidade  a revelação do dispositivo (filme próprio para slides) só é feita no rolo inteiro. EXPRESSÃO CORPORAL 1. Fisionomia. Gesticulação). A Fala (Ritmo. impedindo o contato visual com a platéia.

Nas palavras mais longas. Em qualquer palavra a sílaba de maior ênfase é a que soa mais clara e mais alta. a ênfase exige que não se considere apenas a sílaba tônica. CORREÇÃO DE LINGUAGEM: Falar corretamente. Depende da nossa facilidade de pronunciar as palavras. cochichar. Gosto das coisas CLARAS. ForÇUdo. janeiro). Erros de português desmoralizam o instrutor. trazer. falar baixo. Exemplo: “levá”. a maior ou menor distância ou volume propriamente dito. Exemplos: Eu ABSOLUTAMENTE não permito que você vá esta semana. ÊNFASE: É a energia da voz a vitalidade das palavras. “janero” (em vez de levar. Fique ESPERTO de que não havia outra solução. seja ela o tema que for. Assim como a palavra tem sua sílaba tônica. caFÉ. uma ou mais palavras que pedem maior ênfase ao serem enunciadas: a expressividade depende da ênfase correta na palavra certa. Exemplos: VaRANda. “trazê”. que pedem uma ênfase menor. Exemplo: A diferença do ritmo das palavras de um radialista de futebol pelo rádio e muito mais veloz que o ritmo das palavras de um radialista de futebol pela TV. gritar. voz de mulheres (geralmente agudas). em uma frase existem. O SUCESSO NAS APRESENTAÇÕES FORMAS DE SE FAZER A INCENTIVAÇÃO (MOTIVAÇÃO) INICIAL A Incentivação inicial destina-se a obter a atenção dos alunos para a importância do assunto a ser abordado. Exemplos: Falar alto. A facilidade com que transmitimos nossas idéias. Isto é MENTIRA! TIMBRE: È a qualidade da voz que permite distinguir sons da mesma altura e intensidade. Para toda aula. FALA: Subdivide-se em:  RITMO  ARTICULAÇÃO  CORREÇÃO DE LINGUAGEM  FACILIDADE DE EXPRESSÃO RITMO: É a cadência com que falamos. FACILIDADE DE EXPRESSÃO: É a fluência verbal. o professor necessita despertar o interesse nos alunos 21 . sussurrar. Depende das cordas vocais e da caixa de ressonância. Exemplos: Voz de homens (geralmente graves).vibrações das cordas vocais num determinado tempo. Exemplo: É a diferença de timbre que diferencia as falas do Cid Moreira e do Gil Gomes. Exemplos: consTItuiÇÃO. INTENSIDADE: É o grau de audibilidade da voz. feLIciDADE. Pode ser grave ou agudo. Depende da energia empregada e pode ser forte ou fraca. mas também as subtônicas. que perde prestígio diante dos alunos. A colocação correta da sílaba tônica é o primeiro passo para a ênfase porque a força e a vida das palavras estão na sua tônica. ARTICULAÇÃO: Corresponde a emissão completa das palavras em todos os seus sons.

Administre a tensão e o medo. relacionado como o assunto da aula. Utilize o recurso do CHA-: busque Conhecimentos. treine Habilidades e tenha Atitudes mentais positivas para uma comunicação eficaz. Caso contrário esse item ficará prejudicado na Avaliação do aluno. 6. que nada mais é um incentivo inicial. oferecemos um resumo dos principais tópicos e alguns lembretes importantes tratados aqui. apresentar e vender idéias devem ser as metas do profissional que busca o sucesso. Mantenha-se atualizado culturalmente. promover disputa entre os grupos de alunos. Desempenhe os papéis de planejador. 22 . demonstrando que a matéria não é difícil. durante curto espaço de tempo. 5. mostrar por meio de argumentação oral a importância daquela matéria que será ministrada na aula. para tanto necessita de motivação.  Êxito inicial. aproximadamente 2 a 3 minutos. Divida a apresentação em três etapas: Introdução. ler em sala de aula um texto atual que trate do assunto da aula. Pratique uma comunicação voltada para os resultados. propor questões ou problemas de fácil solução. propor problemas de difícil solução. No uso das técnicas descritas acima. de preferência que mostre a sua utilidade (projetar um filme ou slide como documentário). oferecendo recompensas e prêmios. Existem várias formas de incentivação inicial. propor um tema ou questão para debater em grupo.  Leitura de um pequeno texto. que torne evidente aos alunos a falta de conhecimento da matéria a ser ensinada. preparando-se mental e fisicamente. Planeje a apresentação:  O que comunicar? (o tema/conteúdo)  Para quê? (os objetivos)  Para quem? (o público alvo)  Como? (as técnicas de apresentação)  Quanto tempo? (a duração)  Quando? (a data)  Onde? (o local) 4. CAMINHOS PARA APRESENTAÇÕES EFICAZES Para concluir. efetivamente. 7.  Persuasão oral.  Comentário de um texto. ou seja. DURANTE A APRESENTAÇÃO 1. Fale com a platéia. 3. Visualize uma apresentação bem sucedida. Desenvolvimento e Conclusão. ou entre os próprios alunos. e não para a platéia. comunicador e avaliador da apresentação.  Participação ativa. veremos algumas delas:  Correlação com o real. o OBJETIVO tem de ser atingido.  Competição. 2.para aquele assunto. Desenvolver métodos e técnicas de persuasão. um start para levar a aula ao sucesso ou ao fracasso.  Insucesso inicial. comentar um artigo ou pedir aos alunos que comentem. um roteiro seguro para garantir a excelência nas suas comunicações. ensaiando e praticando sempre. tem que haver. 2. ANTES DA APRESENTAÇÃO 1. contar um caso ou citar um exemplo verídico sobre o assunto a ser ensinado na aula. a INCENTIVAÇÃO (MOTIVAÇÃO) INICIAL. e que verse sobre o tema da aula. Harmonize o conteúdo e a forma da mensagem. 8.

 não ouvir a platéia ou demonstrar preconceitos. “tipo assim”.  ser irônico e sarcástico.  apresentar-se sem estar preparado. NA COMUNICAÇÃO VERBAL EVITE:  respirar mal.  manipular a platéia. NA COMUNICAÇÃO INTERPESSOAL EVITE:  usar a comunicação como forma de poder. o local e o meio mais oportuno para transmitir determinadas mensagens.  engolir esses e erres.  ser inflexível.  não controlar o tempo da exposição.  tentar enganar a platéia falando do que não conhece. “acho que” e outros.  expressar-se sem objetividade e clareza.  falar como robô.  pronunciar mal as palavras.  usar argumentos inconscientes. “percebe?”.  revelar preferências pessoais.  baixar a voz no final das frases. ”certo?”.  perder-se nos detalhes.  não destacar as idéias principais.  pronunciar errado termos estrangeiros.  embolar as palavras.  falar com estridência.  organizar mal as idéias e a apresentação. “entendeu?”.  receber as perguntas da platéia como se fossem ofensas pessoais.  falar muito baixo ou muito alto. “né”. “a gente”.  subestimar a importância do processo de sinergia (cooperação) 23 .  parecer egocêntrico. atos ou palavras incoerentes.  ter gestos.  ser prolixo ou monossilábico. ”é isso aí!”.  cometer erros gramaticais. em tom monocórdio. arrogante ou subserviente.  não aliar a técnica à naturalidade na comunicação.  ignorar a etiqueta empresarial.  dizer que vai “roubar o tempo” dos espectadores.  não levar em conta o momento.  esquecer o valor da empatia.  ignorar a linguagem corporal dos espectadores.  usar termos técnicos para público leigo.  não saber administrar conflitos interpessoais.  contar piadas e usar chavões.  chegar atrasado.  usar citações em excesso e vocabulário inadequado.  desculpar-se por estar despreparado.  usar vícios de linguagem como “ta”.  falar muito depressa ou muito devagar. “ok”.

 Não fique triturando giz enquanto fala. além de olhar e controlar a turma. túnicas e jaquetas.2. se desvencilhar de sua timidez e propor perguntas e fazer comentários. Quando em pé. EXPRESSÃO CORPORAL: Divide-se em seis partes distintas denominadas:  CONTATO VISUAL  APARÊNCIA  POSTURA  FISIONOMIA  MOVIMENTAÇÃO  GESTICULAÇÃO CONTATO VISUAL: Devemos olhar francamente para os alunos.  Evite ficar abotoando e desabotoando a camisa. Sabemos que a roupa não faz o instrutor. MOVIMENTAÇÃO: O instrutor deve movimentar-se sempre. APARÊNCIA: A maneira de se vestir (cabelo. GESTICULAÇÃO: Consiste no movimento constante dos braços e das mãos. na expressividade do gesto. O aluno sentirá.  Evite os “tiques” e gestos repetidos. falar com todo o corpo. AULA 11 . chão. assim o aluno sente que o instrutor está falando com ele. ao aluno tímido. teto. apagador ou giz. O olhar permite ao instrutor saber o que cada aluno está fazendo e facilita o seu controle sobre a turma. evitando olhares constantes para as janelas. com a aproximação do instrutor. O instrutor deve “falar com as mãos”. a grandeza da idéia do instrutor.  Evite coçar-se. pois permite atrair a atenção de cada aluno. variando os estímulos. Mas ajuda sobremaneira.  Não gesticule com a ponteira. paletó. A gesticulação reforça e ajuda a prender a atenção do aluno. Devemos nos lembrar que a atenção dos alunos depende muito da simpatia despertada pelo instrutor. Evite deixar chaveiros balançando ou pendendo no bolso. vê os alunos e é visto melhor por eles. barba.  Evite ficar colocando e tirando os óculos constantemente. prendendo a sua atenção. sapato. de modo a obter a atenção dos alunos e a variar a sua imagem.  Não permaneça com as mãos para trás. A movimentação do instrutor deve ser natural. ALGUMAS REGRAS GERAIS DA GESTICULAÇÃO:  Evite as mãos nos bolsos. bigode.TEORIA DA COMUNICAÇÃO (continuação) 1.  Não brinque com chaveiros. cinto. gerando segurança e interesse. A gesticulação deve ser expressiva para que a comunicação se efetive melhor. fardamento limpo e passado etc) é muito importante. 24 . ele respira melhor. Devemos olhar para toda a turma e para cada aluno individualmente. A movimentação permite ainda. FISIONOMIA: A fisionomia deve ser tranqüila e irradiar simpatia. POSTURA: É a posição constante ou variada do instrutor. Um instrutor não pode ministrar aula expositiva sentado. O instrutor jamais deverá sentar-se sobre a mesa ou encostar-se nas paredes.

barulhos de reformas. AULA 13 . DINÂMICA DE GRUPO: ABRIGO SUBTERRÂNEO. DEVANEIO: Capricho da imaginação por parte do instrutor ou do aluno. 2. Basquetebol (em vez de Basketball). educação. 4. Exemplo: Discursos eleitorais de muitos políticos (se fala muito. fantasia. AULA 12 . PALAVRA AGRADÁVEL: É a palavra que soa perfeitamente bem aos nossos ouvidos. devendo um dos alunos de cada grupo ir à frente do pelotão e explicar as escolhas feitas pela maioria do grupo. emocional etc. Use a palavra distinta checando seus significados. Desconforto. carteira desconfortável. frio. 5. OBSTÁCULOS DEVIDO A LINGUAGEM: A mesma palavra pode ter diversos sentidos. tornando dessa forma bem claro e compreensível o nosso pensamento. Barreiras Verbais. Exemplos: Estande (em vez de Stand). mas pouco se aproveita). DESCONFORTO: Pode ser ocasionado pelo calor. Devaneio. 25 . Características das palavras: Palavra Correta. 02 h/a Verbalismo: Desinteresse. DESINTERESSE DOS ALUNOS: Em razão da matéria ser complexa ou má transmissão do assunto por parte do docente. Bloqueios à Comunicação: Obstáculos devido à personalidade. O aluno poderá estar desligado da aula (no mundo da lua). PALAVRA DISTINTA: È aquela que traduz perfeitamente a idéia ou sentimento que queremos exteriorizar. 6. Exemplo: Discursos inflamados e carregados de paixões. mal iluminada etc. OBSTÁCULOS DEVIDO À PERSONALIDADE: Nascem dos preconceitos. sala insalubre.CARACTERÍSTICAS DAS PALAVRAS E DINÂMICA DE GRUPO PALAVRA CORRETA: É a palavra cuja formação depende da exata observância das regras que regem a pronúncia brasileira. industriário (tem sentido diferente de industrial).BLOQUEIOS À COMUNICAÇÃO Os Bloqueios à Comunicação são obstáculos que o homem encontra para entender ou se fazer entender. Obstáculos devido à linguagem. Palavra Distinta. hereditariedade. estado fisiológico. Palavra Agradável. Exemplo: O bebê está sujo (em vez de o bebê fez cocô). São eles: 1. Entrega em domicílio (em vez de Delivery). sonhos irreais. divagações (assuntos fora do contexto). Falar demais. em termos de som emitido. Exemplos: Imoral (tem sentido diferente de amoral). Deverá ser distribuída uma folha para cada aluno com o texto (ABRIGO SUBTERRÂNEO) para ser lido e feitas as escolhas contidas no exercício. experiências individuais. delírios. por isso a linguagem deve ser manejada com cuidado. Trocadilhos infames nas músicas de forró. O exercício será desenvolvido em grupos de 5 ou 6 alunos que lerão e decidirão sobre o exercício proposto. VERBALISMO: Utilização de palavreado abstrato e sem sentido. 3. Exemplos: A cachorra de sua irmã pariu ontem.

2. buscando a participação ativa. pelo debate que poderá provocar. 7. Técnicas de Perguntas: Pergunta Geral. 4.  Obter atenção de um aluno desatento. Se o aluno responder corretamente.  Verificar o conhecimento de um determinado aluno. PERGUNTA REDISTRIBUIDA: Consiste em repetir a pergunta feita por algum aluno. 6. Se nenhum aluno responder.  Aumentar a participação. a outro aluno. Ouça a resposta do aluno.  Demonstrar a irreverência de uma pergunta.  Permitir ao aluno que sabe. AULA 14 . forçando o próprio aluno a respondê-la. 3. e pode ser utilizada para:  Verificar o conhecimento de um aluno em particular. ETAPAS DA TÉCNICA DE PERGUNTAS: 1. Se o aluno responder errado. ELOGIE e REPITA a resposta para o grupo. REPITA com DESTAQUE a resposta certa. 2. solicite a resposta a outro aluno. 7. 4. 3. PERGUNTA REVERSA: Consiste em pedir a resposta ou opinião ao próprio aluno que faz a pergunta e serve para:  O instrutor ganhar tempo para pensar na resposta.  Demonstrar a uma turma a irreverência de uma pergunta feita. Faça a pergunta.  Obter opiniões (favoráveis ou não) para um ponto de vista.  Ganhar tempo para pensar na resposta. demonstrar seu conhecimento como deseja ao fazer a pergunta. ao procurar a resposta entre os próprios alunos. carentes de conteúdo. ao transferir a pergunta para um deles.TÉCNICAS DE PERGUNTAS 1. 5. BARREIRAS VERBAIS: Expressões que demonstram dúvida quanto à inteligência do interlocutor. Etapas da Técnica de 01 h/a Perguntas. PERGUNTA DIRIGIDA: É feita a um determinado aluno. solicite a opinião de um aluno. 5. Espere para que todos possam pensar na resposta.  Obter a atenção de um aluno desatento. Pergunta Reversa: Pergunta Redistribuída.  Cortar a conversa lateral de dois alunos. 26 . PERGUNTA GERAL: É feita a toda turma de forma geral e tem a finalidade de:  Despertar o interesse e o raciocínio da turma.  Obter a opinião favorável ou esclarecedora de um aluno. ou mesmo à classe e serve para:  Aumentar a participação de toda a turma. chamando-o pelo nome.  Fazer uma verificação global dos alunos. dirigindo-se a um deles.  Cortar a conversa entre dois alunos. Exemplo: Uso contínuo de uma língua estrangeira que a platéia não tem o domínio – Demonstrações forçadas e posudas de suposto conhecimento muito superior do instrutor.  Iniciar um debate.

Eco. Solecismo. “Andá” (andar). BARBARISMO: Grifo ou pronúncia de uma palavra em desacordo com a norma culta. “Pedro é mais velho de mim” (Italianismo). Preciosismo ou Prolixidade. 5. “comê” (comer). “O jogo resultou admirável” (Espanholismo). “Foi evitada uma efusão de sangue inútil” . 11. Neologismo. “Beijou na boca dela”. NEOLOGISMO: criação desnecessária de palavras novas. “Vossa Mercê vai pescar”. Ambigüidade ou Anfibologia. CACÓFATO: Mau som produzido pela junção de palavras. (Eu viela?) "Eu amo ela" (Eu a moela?) “Não tenho pretensão acerca dela”.(Em vez de efusão inútil de sangue) 27 .VÍCIOS DE LINGUAGEM 1. ARCAÍSMO: Utilização de palavras que já caíram em desuso. “Eu vi ela”. menino!” 6. VULGARISMO: É o uso lingüístico popular em contraposição às doutrinas da linguagem culta da mesma região. Pleonasmo Vicioso. “rítimo” (ritmo). ECO: Repetição de um som numa seqüência de palavras. “Subir pra cima” . PLEONASMO VICIOSO: repetição desnecessária de palavras para expressar uma idéia. AMBIGÜIDADE ou ANFIBOLOGIA: Deixar a frase com mais de um sentido. “Gratuíto” (em vez de gratuito) “Rítimo” (em vez de ritmo) “Cirquito” (em vez de circuito) 2. SOLECISMO: Desvio da norma em relação à sintaxe. 9. Vulgarismo. “os aluno” (os alunos) AULA 16 . AULA 15 .“Entra pra dentro. “O ministro se considerava imexível” 7. Rotacismo. Obscuridade. “Fazem dois anos que não nos vemos” (em vez de faz) “Haverão três pessoas te esperando” 3. “O menino viu o incêndio da escola” 4. ESTRANGEIRISMO: Todo e qualquer emprego de palavras e expressões e construções estrangeiras em nosso idioma. Tautologia. Arcaísmo. Lambdacismo. Vícios de Linguagem: Barbarismo. 02 h/a Hipértese. “Saltar aos olhos” (Francesismo).VÍCIOS DE LINGUAGEM (continuação) 10. Gerundismo. OBSCURIDADE: Vício de linguagem que consiste em construir a frase de tal modo que o sentido se torne obscuro. Estrangeirismo. “A decisão da eleição não causou comoção na população. Cacófato ou Cacofonia.” 8.

Usa-se com prejuízo da naturalidade do estilo. “drento” (em vez de dentro). Expressamente proibido 12. Relações bilaterais entre 2 países 19. TAUTOLOGIA A tautologia é um vício de linguagem que consiste em dizer. Encarar de frente 32. Anexo (a) junto a carta 23. “desvariar” (em vez de desvairar) 14. se disser o nome da cidade em seguida) 18. Certeza absoluta 4. Sintomas indicativos 16. conjecturalmente (supostamente opinando) 7. “Folte” (em vez de Forte). A razão é porque 21. Vandalismo criminoso 26. Acabamento final 3. “estar gastando”. Comprovadamente certo 28 . Sugiro. A seu critério pessoal 28. Interromper de uma vez 22. Exemplo: junto a ela. É aquilo que o povo chama de “falar difícil” . 9 e 10 inclusive 8. Como prêmio extra 9. Em caráter esporádico (exporadicamente) 11. HIPÉRTESE: É a transposição de som de uma sílaba para outra da mesma palavra. Terminantemente proibido 13. “Trigue” (Em vez de tigre). Vereador da cidade (Vereador da cidade de Santo André = está correto. Detalhes minuciosos 20. “Crássico” (em vez de clássico). sempre a mesma coisa. repetindo desnecessariamente a idéia. ou com. Exultar de alegria 31. Todos foram unânimes 27. 13. 12. Em duas metades iguais 14. LAMBDACISMO: É Vício de linguagem que consiste na toca do “R” pelo “L” “Talde” (em vez de Tarde). Palavra de honra 29. Destaque excepcional 15. “O fulvo e voluptuoso rajá celeste derramará os fugitivos esplendores” “Dar-te-ei sobejas alegrias que jamais porventura tenhas abrigado na face da terra”. ROTACISMO: É Vício de linguagem que consiste na toca do “L” pelo “R” “Cráudio” (em vez de Cláudio). Número exato 5. Elo de ligação 2. com ela) 10. Nos dias 8. Superávit positivo 25. 16. De sua livre escolha 24. Juntamente com (o correto é junto a. por formas diversas. Conviver junto (viver com) 30. Há anos atrás 17. Quantia exata 6. PRECIOSISMO ou PROLIXIDADE: Expressão rebuscada. ou. 15. Exemplos: 1.

com. Através de (sempre que possível utilize: por meio de.br/artigos.htm [3] http://www.html 29 .asp?cod=332ASP007 [7] http://www.. Multidão de pessoas 35... Escolha opcional 44. Surpresa inesperada 41. estadual. Abertura inaugural 51.htm [4] http://falabonito.br/mediatraining/para_refletir/exame. Sentido significativo 49... da PMESP .php?op=polemica/docs/transferirtransferindo [2] http://www.[2] 1 [1] http://www. Atrás da retaguarda 47. por vezes.marcosbagno.com. Voltar atrás 50. Gritar/ Bradar bem alto 55. Fato real 34. cujo emprego é relativamente recente no português.[1] A concordância da construção com a sintaxe do português não é ponto pacífico.terra. Colaborar com uma ajuda / auxílio 58.[2][3][4]1 O Gerundismo foi estigmatizado graças ao seu emprego constantemente impreciso semanticamente e ao preconceito lingüístico.portrasdasletras. Individualidade inigualável 61.scritta. Colocar algo em seu respectivo lugar 43. GERUNDISMO Gerundismo é uma locução verbal que consiste no uso sistemático de verbos no gerúndio.englishpage.. particularmente o brasileiro. Propriedade característica 56.com. A nível de (no âmbito do CFAP. Empréstimo temporário 39. Demasiadamente excessivo 60. Compartilhar conosco 40.com/verbpage/futurecontinuous. Com absoluta correção/ exatidão 59. considerada um vício de linguagem. Medidas extremas de último caso 65. Retornar de novo 37. Exceder demais 63. por intermédio de. Obra-prima principal 54.com.na esfera federal.com. Continua a permanecer (permanece) 45. Planejar antecipadamente 48.) 66.htm [6] http://observatorio..ultimosegundo. 33.br/istoe/1922/entrevista/1922_vermelhas_01.wordpress. Passatempo passageiro 46. Freqüentar constantemente 38. Amanhecer o dia 36. sendo.) 17.com/2007/01/22/gerundio-e-gerundismo/ [5] http://www. Pode possivelmente ocorrer 52. Completamente vazio 42. Preconceito intolerante 64. Abusar demais 62. Comparecer em pessoa 57.br/pdtl2/sub.ig. Última versão definitiva 53.br/for_sirio_estarndo.

o mesmo sendo necessário nas traduções do futuro contínuo.[6] 2 [1] http://www.com.com. cuja significação é determinada pelo auxiliar. A presença maciça da construção num dos setores que mais emprega no Brasil contribuiu fortemente para a disseminação do gerundismo.scritta.[3] Outra vertente afirma ser mera coincidência que o português e inglês compartilhem da mesma construção como forma válida de expressar o futuro.html 30 . ou simultaneidade. estigmatizou seu uso e provocou muita polêmica quanto a sua correção.br/mediatraining/para_refletir/exame.com. ocorre.com/verbpage/futurecontinuous. normalmente. buscar clareza de expressão. não usar uma construção que é desagradável ao cliente.marcosbagno.[1] O emprego excessivo do recurso.br/istoe/1922/entrevista/1922_vermelhas_01. tal qual "Estaremos jogando futebol na tarde de amanhã". enquanto um grupo de pessoas brinca.htm [4] http://falabonito.englishpage. entre outros. O abuso do gerúndio.htm [3] http://www. corretamente. um processo que terá uma duração ou estará em curso. Já a expressão "A vida foi passando" denota uma ação durativa realizada progressivamente.[6] que hoje encontra-se nos diversos níveis sociais e até mesmo em falas do então Ministro da Saúde José Serra. trabalhará.[3][4] O emprego correto do gerúndio em expressões de ações futuras ocorre quando realmente se pretende exprimir uma ação durativa. período durante o qual eles. uma das formas infinitivas do verbo.br/for_sirio_estarndo.com. ou gerundismo.br/pdtl2/sub.br/artigos.[3][5][6] sem atenção para a semântica e sintaxe originais[7] e ao fato de que este tempo verbal inglês é construído com o particípio presente (gerúndio).2 Ocorrência e disseminação A construção é particular do português brasileiro.php?op=polemica/docs/transferirtransferindo [2] http://www. Origem: O gerundismo pode ter tido sua origem em traduções literais do inglês de expressões empregando o futuro contínuo desta língua.asp?cod=332ASP007 [7] http://www.[1] Sintaxe O gerúndio exprime uma ação em curso ou simultânea.[2] Recentemente operadores de telemarketing passaram a receber orientação para evitar gerundismos em virtude de diversos fatores tais como tornar-se conclusivo evitando ser ambíguo. esquecendo-se da caracterização durativa acarretada pelo uso do gerúndio. uma vez que em Portugal costuma-se substituir o gerúndio pela construção a + infinitivo ("estou cantando" por "estou a cantar"). que muitas vezes deve ser traduzido para o infinitivo português e não para o seu gerúndio:[3] "Walking [particípio presente ou gerúndio] is to live [infinitivo]" é corretamente traduzido para "Andar é viver" e não para "Andando é viver".terra.wordpress. por exemplo. neste mesmo período (duração de tempo). uma construção perifrástica cuja finalidade seja exprimir continuidade ou progressividade.com. o sujeito da frase.htm [6] http://observatorio. como em "Eu estarei trabalhando enquanto eles brincam". na tentativa de expressar ações de execução imediata no tempo futuro com emprego do verbo auxiliar (normalmente estar) e o gerúndio.com/2007/01/22/gerundio-e-gerundismo/ [5] http://www. "vamos estar publicando". ou a idéia de progressão indefinida. que pronunciou numa entrevista: "outra vacina que vamos estar aplicando amanhã". especialmente por operadores de telemarketing. perfeitamente caracterizadas pelo uso do gerúndio:[3][4][5] Na primeira frase um grupo de pessoas jogarão futebol durante a tarde de amanhã.[4] A frase "Estou almoçando" indica que estou executando a ação durativa de almoçar neste exato e rigoroso momento. Sua combinação com verbos auxiliares define uma ação durativa. tais como "vou estar telefonando".ig. considerando-a semântica e gramaticalmente correta.ultimosegundo.portrasdasletras. No exemplo acima a tradução correta do gerúndio inglês é dada pelo infinitivo português. estarão jogando. A segunda frase indica que.

Devemos transmitir exatamente o que nos foi passado. 3 Quais são os cuidados que devemos ter ao emitir uma mensagem ou ordem? Resposta: Checar se o receptor da mensagem entendeu plenamente o que foi transmitido. Devemos juntar à mensagem que vamos transmitir a outrem observações de terceiros e conclusões individuais? Resposta: Não. vai se distorcendo e se vai criando. sem intervenção do instrutor. A eficiência da mensagem escrita é maior do que a mensagem transmitida “boca-a- boca”? Resposta: Com certeza. AULA 18 . a fim de se verificar a fidelidade na transmissão dos dados recebidos pelo contador do momento. muitas vezes. Dê preferência às ordens escritas. Dinâmica de Grupo: “Quem conta um conto aumenta um ponto”. (A importância da fidelidade na transmissão de mensagens) OBSERVAÇÃO: Esse exercício é um exemplo que poderá ser substituído por outro exercício de Dinâmica de Grupo ou matéria à critério do instrutor. (PARTE B: 50% do efetivo da sala de aula – continuação da mesma estória) Continuação do exercício anterior.DINÂMICA DE GRUPO (continuação) Dinâmica de Grupo: “Quem conta um conto aumenta um ponto”. 1.DINÂMICA DE GRUPO Dinâmica de Grupo: “Quem conta um conto aumenta um ponto”. uma nova e diferenciada versão. a cada aluno. A estória. principalmente se a ordem for de caráter duradouro. O instrutor lhe mostra um quadro de uma paisagem com alguns personagens e lhe conta uma história a respeito do cenário estampado no quadro. a eficiência da mensagem escrita é maior do que a mensagem transmitida “boca-a-boca”. por meio da versão do 1º aluno. cheque se o seu conteúdo. Os alunos vão se sucedendo. 01 h/a 31 . jamais. nas diversas fases de transmissão não foi deturpado. Apresentação do vídeo: “Motivando com criatividade” de Daniel Godri. que adentra a sala de aula e toma conhecimento da história contada pelo instrutor. (A importância da fidelidade na transmissão de mensagens) OBSERVAÇÃO: Esse exercício é um exemplo que poderá ser substituído por outro exercício de Dinâmica de Grupo ou matéria à critério do instrutor. 02 h/a AULA 17 . 2. pode fazer perguntas a quem está contando. ao longo do exercício não pode fazer correções na estória. de preferência com as mesmas palavras. ou se for repassada por meio de vários intermediários (vários = mais que 2). A ordem deve ser direcionada à pessoa ou órgão específico. obviamente. (PARTE A: 50% do efetivo da sala de aula) A sala de aula é esvaziada e apenas o aluno nº 1 da lista de chamada do pelotão permanece na sala de aula. Após a mensagem ou a ordem ser transmitida. com características. ou se a ordem está sendo cumprida fielmente de acordo com o texto inicial (existe a possibilidade de existir interpretações diversas do conteúdo das mensagens). Após esse feito. é chamado o aluno nº 2 da lista de chamada. passando a estória boca-a-boca. porém. porém. intrigantes. O instrutor.

É um vídeo cujo teor chama atenção para os valores maiores da vida. 3. 4. não pode participar. na questão da nota de avaliação. Demonstra domínio do assunto da aula 13. LTS. indo muito além dos nossos limites.. salvo. mas não podem ser considerados como materiais didáticos. obviamente. não podendo haver troca entre os alunos das datas de apresentação. 2. Gesticula normalmente.  O aluno que. luto etc. Movimenta-se com naturalidade 11. os casos devidamente justificados ou por afastamentos regulamentares. a nota 8.  O itens a serem avaliados e que devem estar presentes na apresentação são os seguintes: 1. Ritmo da fala 8. da seguinte forma:  duração de 15 (quinze) minutos . como. dentre eles as relações interpessoais. AULA 19 .0 (oito).0 (dez).  Tema: preferencialmente ligado à carreira policial-militar. obviamente. Os materiais externos trazidos para o enriquecimento da aula valorizam a apresentação. A incentivação (motivação) inicial 5. na busca de soluções para os problemas que muitas das vezes são criados por nós. exceto o data-show do CFAP. 16 h/a AULA 20 a 35 . É um chamamento à meditação e à criatividade. Linguagem isenta de erros e vícios 6. que deveriam ser sempre amistosas. Apresentação das Aulas Avaliadas pelos alunos (15 minutos por aluno – 2 (dois) alunos por tempo de aula. terá como ponto de partida. Apresentação pessoal 14. evitando vícios 10. decorrendo de tal fato a apresentação dos próximos da lista de chamada. O assunto e tópicos da aula 3. direta ou indiretamente. Caso o fato se repita com o mesmo aluno. no dia de sua apresentação. O vídeo sinaliza a importância da busca pela paz e exercício da gratidão por todas as riquezas que temos e dispomos no transcorrer de nossas vidas.2 alunos por aula.APRESENTAÇÃO DAS AULAS AVALIADAS Apresentação das Aulas Avaliadas: Cada aluno apresentará uma aula avaliada. Contato visual 9. de forma crescente (1. O objetivo da aula 4. não estiver preparado.). por exemplo.MOTIVANDO COM CRIATIVIDADE Apresentação do vídeo: “Motivando com criatividade” de Daniel Godri.. a nota a ser atribuída à VC é zero.  Materiais didáticos: uso de pelo menos 2 (dois) dos materiais didáticos listados na apostila.  Os comentários das apresentações serão feitos somente após a apresentação do último aluno. tem a finalidade de despertar o interesse da platéia pelo valor da vida. Finalidade: A apresentação do vídeo “Motivando com criatividade”. Intensidade da voz 7. de Daniel Godri.  A seqüência das apresentações é a da lista de chamada. de qualquer apresentação. Desperta o interesse e facilita a participação 32 .  O instrutor. Resumo da aula anterior 2. Nível de explanação 12. não mais a nota 10. O prazer em viver e perdoar o seu semelhante e como ser positivamente criativo. mas sim.

MOTIVAÇÃO EM DOSE DUPLA A aula 35 . Não demonstra nervosismo 16. fica reduzido o número de apresentações de aulas dos alunos. Utiliza adequadamente o tempo AULA 35 (OPCIONAL) . O prazer em viver e perdoar o seu semelhante. Faz resumo final da aula 18. 15. de Daniel Godri e Daniel Godri Júnior. Elaboração e utilização dos materiais didáticos 17. Consegue atingir o objetivo proposto 20. 33 . O vídeo sinaliza a importância da prática do perdão como um fator de renascimento diário. Apresentação das Folhas de Avaliação e comentários dos erros cometidos pelos alunos e apresentação de sugestões e maneiras apropriadas da obtenção do sucesso pleno nas apresentações.AULA DEVOLUTIVA . conseqüentemente. tem a finalidade de despertar o interesse da platéia pelo valor da vida. Apresentação da correção das aulas avaliadas e comentários dos erros cometidos pelos alunos 01 h/a AULA 36 .O SUCESSO PLENO NAS APRESENTAÇÕES Aula Devolutiva. Faz verificação imediata 19. Finalidade: A apresentação do vídeo “Motivação em dose dupla”.Opcional é de grande valor e serve inclusive para aproveitar o tempo em pelotões cujo número de desligados é alto e.

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