Sei que o' orotest.tntes nlo ({IM.

deram diwlna
tnt:mtc lnsp.rado" O! hvroa dos Ma.('.chabcu5 e de To
btM; mu eett�tnen1e nio podem contestar que ce
n ham. pelo menoa, 1a.lor como documento h11torico. c
pQrtanto, s.e:-YIItdo para compt"ov•r que .a 1oterc.enio
do Patriarchu e de Anjos er. doutnna corrente entre
os Hebreu1 Quantt) ao ulu mo te).tO, o de Zaeeh:triu.
esse figur.a. t a mbem na B!bha P1otesHmte-. e. port1JU!),
n da tem que lhe opp6t o sr Alvaro Reis.
Aecresc�. 2 • rulo, nlo ser crivei qu� o prophe·
�� divinamente .nsptn.6o, nnnbulsse ao Otus di, ver
dadc uma tio srngu�.,. f:iiJura de cstylo, qu�J ;,. unagt•
n da pelo sr putor Pois eralo O�:us, se dc1am11n.
do houver"' em lU« mftr.Jia nb'Mioria que os monos
nlo pudusem f0GU pelOS 'fiVOI, haVortl. de tn•p1rar
uma llngúlgcm na quAl semf'!hante fnterc.csslo f6ra
dad• tomo JK'l..,.,cl ? Quen. nAo v� nlst 11111mo
arr.anco do um exoget.a �m apurot �
Quan1o a me acoimar o " P"�' • de hct'o}c, pOI·
qi.lt na ciLada pUSI.IfOnl do Jereml.1 li o qu e s s
n o quer ver oe porque ,pn:flro A 1ua phllnt•masgonta
1nusnAçlo o S-�"ntld? natural do te•to -cumpr�H1'1t rff!·
daru q ue nh e m1nha a .fltcrpretaç6.o. mu ..outua
mcnt: a do p�dre Antonio Pereira de F1guetredo, se
gundo veJO na ed�cao d.a 81b1ia� pubhc.tda em Lisboa
18S4 sob ?5 :ausp1c ot d? Card.e.tt Patr1archo1 dessa
ctd.. de
Nf>t• 187 ..liwla 'I"' .Utl\'"0 ,. ·"''""''�''
t'lr Para lnter.cc:der por e'tc povo, nio me kplact!'.el
tom clle. fll!m o ..maret porquo s6 111 Impede a ,\liil
ob•tinaçlo, lngraUdh e "tbcl dta Nomt!i <�;qui Moyst>.s
o Samucl, porque foram mui IJintoJ, de mui vahmcnto
com Or.JA. mo•trando \lm ardente: zel p il. sa1vaçã
do p(IVO D•qut )o! vé �uc � s.ntos, cmqunto yl.
vos, o depois que silhem �e,_t,. mund'3, p6dem com
.1ua ntmeulo apart.u da um povo a ira de Orvs
Outrosm se c!cve notv que algumu ve.teJ costuma
1'!1 tio grande a gra vid ade d!ls pecca1101 que decJ.ra
On1J que nlo quer ter sw•dade, nem admntir 01 roqo"
do,; que pedem pei�Js pt:eudoro•. p11r1 que nlio ve.
nh"m sobro elfe5 o� !or.us. a.shgo.s •
J� vt poi1, o m-eu .,.ntagont11.-. quo utou em bOa
ompanh11 . r. que • propugnar a mmha Ju•u,!jia Ji tertho
o crudllo traduetor d 81bna e um ponClpe d1 Eg:ra1
C.1hot•ca Trc.s flc:egcs ccndemudot pelo orthodoiCo
putor da tr.a.v�� da Bti1'e1r• 1
Mu porque hereges? Porque. 1.: o ,,. AluM
R��•. t�dos os Ju�tt.)'S do Velho Test•ment!) não ""
v.atn no Céo. rru� 1-1m no Ltmbo, aqu,ud,ndo v1nda
de CHttl!liTO e a doutrin.1 catht�hca e que tórueJ'Ite pn
dern !I<C"f IIIC!t'C-""�ores os Silnt� beat,fic;ados no �o
tln1e1, a petvers o bptrllltiA mu1to mala &c tem a1ts
tr o do quo. ao mundo uthohço
N o puse, p ortan to, tom fund•do protesto 1. In
tlDuaçlo do quo ao dogm& da Gommuahlo dos S4nt01i
.10 corrobor.a o t!ptrtthmo Nlo � verdade; e mala
{ae 1mcnto ath!l o 'o meles de 10 arralgar onde. pelo
!.dto pr nc1p o do IIYro ex mo, cara qual • sua guisa
ntefl)rat.a u Eserlp'uras
So o •G ato dos hctoru esp-nhcos ó. e�mo o ar
ATaro R o 1 e �u acrcdlt.amcs, o grindo tnlmlgo de
D • o do gonero hu��. póde 1. • ter eoruu:• do
que. cem e e ,.,. se er:.1cr.dom protettantoe quo ta·
ho COI
Em a.ua• ep s:o1as rpondcra Venlun. do Ra.uhu)
, P a o n. m ou a Ja.t 1 Ct.r. TO cerea do dut:ezH
t J I. p 110 q C IÓ QO tCU Op&IICUJO COblt"o1 O
e i o &u sw k Luthero cento q uarenta o ao�
.. u foz nt v t o d íibo • Es111 tcum uanc a con
ua Ve hu I 6 f1lla m1 , Alto do quo qual
o:�b10 o esp lt� quo MP rav.a ouoa
C • 10 'I • GAIUt A • C) m dO MUI ha
• b • ob �to do •�·' Amor ...
L ae a • h , pcrtanlo, o ., putor com os r
d�, que ó• f'lt4:noa c om 011Jl contra "1ttJ:t rtus,
I I e p 101 ntc.s
at6 •rn2n

\JJ

opo • da mo.te (•ntaodo o puhna.:mcnte pro.
pugca o lf Alvaro Reli) ot ctp rtt01 rompem. JUU
rel.1.;:!1 • com os w voJ Pata o prov&r acode rr,o com
Etcl I.I(M tX.. �. b •- •Porque o. que estio V•vo•
" bc quo hlo de moner, pcr�:n os morto• rlo aa­
bf:� rna11 111d•, nem �allt por dlanto e11at t�m alguma
roco�pe s porqu�J a aua mcmona flt4)U entre;uo ao
esquec.mento - Tarnbem o amor, o o od10, o as In�
ve 11 p rC'COtnm Jant�.neft1o com 01 mesmos, nem e1le1

f m par'fl nette acwlo, nem tampouco em obra algu·
ma qt:o ta '"' deb.1.\xo do sot·.
1tudo11101 o texto
Nalur tmento devo ubor o 11r pattor quo no Ec�
clo1 tet cumpre com esmero dllccrnlr 01 trcchot em
q o o auaor a mp1e,rocnto eap&o ot prloclplea dos epi·
c as. dot I bert•nos, dos mun .anot, e os pulOS on­

de e.uro a c:orrKt. doult aa. tal qu.�.l a dov la erulnar
m autor dJytftllmele lrup tado ·o ponte (dt:: o com·
e \ dor A P de F•gue1rcdo) est& orn ubot o querer
' g r nes·e Uvro dlv no o que Salomlo notle cs•
eve em none o l!lm peuoa doa libertinos, do quo O-t
:ve do il\l\1 proprla tenlcnça d!tllDgulr qua.ndo cllo

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