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Estratégia Mensal

28/04/2017

Estratégia Mensal - Maio

Ibovespa fecha abril praticamente estável. Em um mês de noticiário político intenso no Brasil e algumas tensões geopolíticas no exterior, o Ibovespa mostrou volatilidade, mas acabou recuperando o fôlego na última semana e encerrando abril com ligeira valorização de 0,65%.

Índices

Performance

Abril

2017

Ibovespa

0,6%

8,6%

Dow Jones

1,3%

5,7%

S&P 500

0,9%

6,0%

FTSE 100

-1,6%

1,2%

PCAC

2,8%

8,9%

DAX

1,0%

8,6%

Font e: Bloomberg

O principal tema no Brasil continua sendo a aprovação das medidas para o ajuste fiscal. O mês de abril foi marcado pela aprovação da Reforma Trabalhista que, sobretudo, foi um importante termômetro para o governo identificar sua capacidade em aprovar outras medidas importantes, especialmente a Reforma da Previdência. Com início de

votação na Câmara previsto para as primeiras semanas de maio, a votação da PEC da Previdência será o principal direcionador para os mercados locais. Seguimos acreditando no avanço da Reforma, entretanto, reconhecemos a importância de uma análise macro, ou seja, qual será o tamanho da eficiência financeira da Reforma após todas as mudanças feitas (no final deste relatório abordamos o assunto “qual é o real impacto da reforma de previdência? ”).

No ambiente externo, tensões geopolíticas, reforma tributária nos Estados Unidos e eleições na Europa seguirão atraindo as atenções. Uma recente onda de conflitos envolvendo diversos países deixou os investidores em alerta sobre os possíveis impactos na economia global. Já na Europa, o resultado do primeiro turno das eleições presidenciais da França trouxe um ambiente mais calmo para os investidores, refletindo as expectativas sobre o resultado final (a ser definido dia 7 de maio), que, segundo pesquisas, não deverá provocar mudanças mais radicais em relação à política externa (neste caso, o principal risco avaliado seria a saída da França da União Europeia, o chamado Frexit). Por fim, houve na última semana de abril a apresentação de uma reforma tributária nos EUA, com redução nos impostos para empresas e mudanças tributárias para indivíduos. Agora, a capacidade do governo em aprovar tal proposta no Congresso será monitorada de perto pelos investidores.

Visão de longo prazo para a bolsa brasileira segue positiva. Reiteramos os pilares que nos levam a uma visão construtiva sobre ativos de risco no Brasil, incluindo as expectativas da continuidade da queda dos juros, crescimento do PIB e o ajuste fiscal das contas públicas. Em nossas Carteiras Recomendadas, seguimos com uma estratégia de maior seletividade, dando agora um foco maior em empresas mais ligadas à retomada da economia doméstica. Continuamos combinando em nossa estratégia a exposição de ações ligadas a setores exportadores, com ações sensíveis a cortes nas taxas de juros e micro reformas. Sugerimos ainda algumas alternativas mais sensíveis à economia doméstica, com posições relacionadas a bancos e ações de consumo.

Performance Histórica

 

2006

2007

2008

2009

2010

2011

2012

2013

2014

2015

2016

2017

abr/17

Ibovespa

32,9%

43,6%

-41,1%

82,7%

1,0%

-18,1%

7,4%

-15,5% -2,9%

-13,3%

38,9%

8,6%

0,6%

Arrojada

33,3%

41,6%

-55,7%

124,4%

19,0%

-13,6% 17,7% 17,4%

11,9%

-7,9%

37,2%

0,8%

-5,7%

Dividendos

37,2%

47,2%

-19,3%

52,0%

39,0%

26,8%

20,2%

3,5%

11,1%

-23,3%

21,1%

0,4%

-1,1%

Top 10

-

-

-

123,2%

28,5%

-13,6% 33,7% 15,3%

4,5%

-3,0%

28,5%

3,9%

-4,1%

Fonte: Bradesco BBI

Estratégia – Pessoas Físicas

José Cataldo*

Aloisio Lemos

Ricardo França

Renato Chanes

Flavia Meireles

*Analista responsável principal pelo conteúdo do relatório e pelo cumprimento do disposto no Art.16 da Instrução CVM 483/10.

responsável principal pelo conteúdo do relatório e pelo cumprimento do disposto no Art.16 da Instrução CVM

Estratégia Mensal

Conteúdo

28/04/2017

Gráficos Mensais

3

Carteiras Recomendadas

4

Carteira Top 10

4

Carteira Dividendos

9

Carteira Arrojada

12

Visão Macroeconômica

13

Projeções Econômicas

14

Carteira Dividendos 9 Carteira Arrojada 12 Visão Macroeconômica 13 Projeções Econômicas 14

Estratégia Mensal

Gráficos Mensais

28/04/2017

IBOVESPA

P/L próximos 12 meses Média 05 anos e 01 Desv. Padrão 15,0 14,0 13,0 12,0
P/L próximos 12 meses
Média 05 anos e 01 Desv. Padrão
15,0
14,0
13,0
12,0
11,0
10,0
9,0
8,0
7,0

Fonte: Bloomberg, Bradesco BBI

Petróleo - Brent

120

Brent US$/bbl

90 60 30
90
60
30

Fonte: Bloomberg, Bradesco BBI

Fluxo de Investidores Estrangeiros

Capital Externo (R$ bi) Ibovespa 66.662 7 .0 0 00 64.984 65.403 64.925 64.671 12
Capital Externo (R$ bi)
Ibovespa
66.662
7 .0
0 00
64.984
65.403
64.925 64.671
12
57.901 61.906
60.227
57.308 58.367
54.477
6 .0
0 00
10
51.527
49.051
8
5 .0
0 00
6,2
6
4,6
4 .0
0 00
4,5
4
3,0
2,2
3 .0
0 00
2
0,5
0,6
2 .0
0 00
-1
-0,1
-0,7
-1,4
1 .0
0 00
-1,8
-3
-2,5
-3,1
-5
0
Fonte: Bloomberg

Minério de Ferro

120

Minério Iron Ore US$/MT

90 60 30
90
60
30

Fonte: Bloomberg, Bradesco BBI

-3,1 -5 0 Fonte: Bloomberg Minério de Ferro 120 Minério Iron Ore US$/MT 90 60 30

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28/04/2017

Carteiras Recomendadas

O Ibovespa registrou alta de 0,65% no mês de abril, tendo sido beneficiada pelo ganho de 2,6% da última semana. Entre

as Carteiras Recomendadas a melhor performance coube à Carteira Dividendos (-1,1%) e a pior à Carteira Arrojada (- 5,7%), explicada pela desvalorização expressiva das ações das estatais estaduais Cesp PNB e Cemig PN. Estas ações

juntamente com Copasa ON e Usiminas PNA impactaram de forma negativa também a carteira Top 10 (-4,1%).

Carteira Top 10

Em abril, a Carteira Top 10 teve seu desempenho afetado pela desvalorização das ações das empresas

de serviços públicos de controle estatal, quais sejam:

CMIG4, CESP6 e CSMG3. Com relação as ações da Cemig, a queda esteve relacionada à falta de notícias acerca da venda de ativos, condição importante para

a redução do seu elevado nível de alavancagem. A

Copasa, por sua vez, anunciou revisão tarifária que

frustrou a expectativa dos investidores. Com relação

à Cesp, apesar da desvalorização recente, seguimos

confiantes na sua provável privatização esperada para o segundo semestre de 2017, o que justifica a manutenção do ativo na carteira sugerida para maio.

a manutenção do ativo na carteira sugerida para maio. No mês de maio, optamos por reduzir

No mês de maio, optamos por reduzir a exposição ao setor de serviços públicos em nosso portfólio de recomendações, excluindo temporariamente as ações PN da Cemig e as ON da Copasa, indicando em substituição as ações da small cap Iochpe-Maxion ON, bem como as ações ON da Lojas Renner para compor a Carteira Top 10. Os demais ativos foram mantidos. Desta forma, ficamos mais expostos ao tema crescimento econômico doméstico.

Empresa

Ticker

Recomendação

Vol. Méd

Peso na

 

Preço

Potencial de

 

P/L

EV/EBITDA

Yield

3m R$ mn

carteira

Último

Alvo

Valorização

2017

2018

2017

2018

2017E

Banco do Brasil

BBAS3

COMPRA

232,1

10,0%

R$ 32,85

R$ 39,00

18,7%

7,7

6,0

-

-

3,9%

BM&Fbovespa

BVMF3

COMPRA

237,7

10,0%

R$ 19,01

R$ 23,00

21,0%

24,5

24,8

23,5

20,7

3,1%

Iochpe - Maxion

MYPK3

COMPRA

13,1

10,0%

R$ 16,71

R$ 21,00

25,7%

12,4

8,7

5,6

4,9

2,0%

Cesp

CESP6

COMPRA

23,9

10,0%

R$ 18,10

R$ 24,00

24,4%

44,3

24,4

12,3

9,2

2,0%

Lojas Renner

LREN3

COMPRA

68,9

10,0%

R$ 29,58

R$ 30,00

1,4%

25,1

20,0

12,8

10,8

1,0%

Itaú

ITUB4

NEUTRO

440,4

10,0%

R$ 39,26

R$ 42,00

7,0%

2,1

2,0

-

-

3,9%

Klabin

KLBN11

NEUTRO

38,8

10,0%

R$ 15,80

R$ 16,00

1,3%

20,2

19,7

10,0

9,4

4,9%

Petrobras

PETR4

COMPRA

571,3

10,0%

R$ 13,97

R$ 20,00

43,2%

7,2

5,4

5,4

4,8

0,0%

Suzano

SUZB5

NEUTRO

50,1

10,0%

R$ 13,41

R$ 15,00

11,9%

8,8

10,2

6,4

6,6

1,6%

Usiminas

USIM5

COMPRA

74,9

10,0%

R$ 4,26

R$ 6,50

52,6%

neg

-

8,7

5,8

-

Fonte: Bloomberg; Bradesco BBI

COMPRA 74,9 10,0% R$ 4,26 R$ 6,50 52,6% neg - 8,7 5,8 - Fonte: Bloomberg; Bradesco

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28/04/2017

Banco do Brasil (BBAS3)

Recomendação: COMPRA Preço-alvo: R$ 39,00

O Banco do Brasil divulgou direcionadores para 2017, que nos parecem mais

importantes que o próprio resultado (fraco) do ano passado. Foi apontada a possibilidade de lucro líquido entre R$ 9,5 e 12,5 bilhões (ROE entre 11% e 13,5%, ante

8,4% no 4T16 anualizado). Acreditamos na tendência de recuperação da rentabilidade

ao longo desse ano, à medida em que o Resultado da Intermediação Financeira progrida

gradualmente, as provisões para perdas recuem e as iniciativas voltadas à redução de despesas se mostrem efetivas. Sobre a carteira de crédito, avanços na estrutura de capital do banco podem levar ao crescimento entre 1% e 4% no ano, em linha com os pares privados. No final de 2016, o Banco do Brasil anunciou medidas estruturais, como fechamento de agências e plano de aposentadoria incentivada para ajustar o quadro de pessoal. Este conjunto de fatores nos deixa confiantes de que o banco federal está numa direção correta, estimulando nossa recomendação de Compra para BBAS3.

BM&FBovespa (BVMF3)

vários direcionadores no sentido favorável para a empresa. Após um longo período

de

movimento fraco de operações de abertura de capital no Brasil (IPO – Initial Public

Recomendação: COMPRA Preço-alvo: R$ 23,00

Offering, na sigla em inglês), vemos novos fatores que poderão impulsionar investimentos privados, beneficiando diretamente o giro de negócios do segmento Bovespa (parte da BM&FBovespa voltada para o mercado de ações), assim como também é o caso dos negócios com títulos de renda fixa. Além disso, a conclusão do processo de integração entre as empresas de liquidação e custódia (câmaras de compensação, ou clearings) de ações e futuros pode liberar um volume significativo de operações, levando ao crescimento do giro de negócios nos mercados futuros. O processo de incorporação da Cetip, recém-concluído com êxito, também deve trazer ganhos potenciais de sinergia e atratividade para BVMF3.

Cesp (CESP6)

Atualmente o principal direcionador para as ações da CESP é o processo de privatização (CESP6 possui 100% de tag along). Nosso preço-alvo de R$ 24,00 reflete a privatização da empresa, cuja probabilidade aumentou tendo em vista recentes declarações de autoridades do Estado de São Paulo. Observamos que nosso cenário base

Recomendação: COMPRA Preço-alvo: R$ 24,00

de

privatização não inclui a extensão das concessões, a qual estimamos que adicionaria

R$

6,00 ao nosso preço-alvo (para R$ 30,00), mesmo com a CESP pagando uma taxa

para a extensão da concessão (estimamos essa taxa em cerca de R$ 1,5 bilhão). O principal risco para nosso cenário de privatização está relacionado à sensibilidade

política. É importante mencionar que o preço-alvo cairia para R$ 14,00/ação caso o processo de privatização não ocorra.

É importante mencionar que o preço-alvo cairia para R$ 14,00/ação caso o processo de privatização não

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28/04/2017

Itaú Unibanco (ITUB4)

Recomendação: NEUTRA Preço-alvo: R$ 42,00

Vemos o investimento em ações do Itaú Unibanco como positivo, mesmo considerando uma atividade de crédito ainda crescendo em ritmo moderado em 2017 (+4%, após queda de 11,5% em 2016). O Itaú continua reduzindo sua exposição ao segmento corporativo e acreditamos que deve ser bem conservador este ano. Por outro lado, se observa uma melhora geral da qualidade dos ativos do banco, levando a uma expectativa de redução significativa nas despesas com provisões para perdas. Estimamos crescimento de lucro do Itaú de 15% em 2017, mantendo o retorno sobre o patrimônio líquido (ROE) no patamar próximo de 20% ao ano, o que pode ser visto como amplamente satisfatório em qualquer cenário econômico, sobretudo na atual fase da economia brasileira.

Klabin (KLBN11)

Recomendação: NEUTRA Preço-alvo: 16,00

Após um período prolongado de perdas em bolsa, as units da Klabin tiveram recuperação recente e mostram potencial de continuidade desse movimento, por duas razões básicas:

(i) chance de alguma desvalorização cambial; e (ii) recomposição de preços dos produtos. Em paralelo, o mercado tende a antecipar um movimento de retomada da atividade econômica brasileira, ainda que de forma moderada. A escolha por Klabin dentro do setor se deve à sua forte ligação com a atividade econômica doméstica, além de estar expandindo com sucesso sua base de clientes de cartão para os mercados asiáticos. No segmento de celulose, já iniciou as vendas da sua unidade Puma, que agrega importante contribuição para as receitas da empresa.

de celulose, já iniciou as vendas da sua unidade Puma, que agrega importante contribuição para as

Estratégia Mensal

28/04/2017

Lojas Renner (LREN3)

Recomendação: COMPRA Preço-alvo: R$ 30,00

Acreditamos que as ações da Lojas Renner sejam uma boa forma de capturar o movimento de retomada da econômica doméstica. A empresa, já no 1T17, reportou crescimento das vendas mais forte do que o esperado, tendência positiva que deve perdurar ao longo dos próximos trimestres, dada a boa capacidade de execução da empresa. Ressaltamos que a empresa tem entre seus direcionadores a queda dos juros (elevando o poder de consumo), a melhor do sentimento do consumidor e os indicadores de atividade, tais como as vendas no varejo. Entre os riscos, elencamos um atraso na retomada econômica e os riscos de execução.

Iochpe-Maxion (MYPK3)

Recomendação: COMPRA Preço-alvo: R$ 21,00

Em nossa visão, a empresa tem sido capaz de se beneficiar do crescimento da produção automotiva no Brasil. Esperamos que a empresa continue se beneficiando de uma produção mais forte no País em 2017, já que a Anfavea indica crescimento de 12% (em linha com nossa estimativa), o que poderá ser refletido inicialmente nos resultados do 1T17 (previstos para o próximo dia 11/05, após o fechamento de mercado). Paralelamente, a empresa vem reduzindo o risco do seu balanço e estimamos que a relação Dívida Líquida/Ebitda passe de 3,3x em 2016 para algo próximo a 2,1x em 2017 (abaixo da chamada “zona de conforto” de 2,5x para este indicador). Por fim, no final do mês de abril, foi aprovado um programa de recompra de até 300 mil ações ordinárias no prazo máximo de seis meses.

Petrobras (PETR4)

Recomendação: COMPRA Preço-alvo: R$ 20,00

Seguimos com uma visão otimista para Petrobras no longo prazo. Temos notado um ambiente regulatório mais favorável, incluindo a atual política de preço para os combustíveis, enquanto, do ponto de vista da companhia, o processo de redução dos gastos de manutenção, menores investimentos e o plano de desinvestimento (venda de ativos) são direcionadores fundamentais para a melhoria da estrutura de capital. A empresa também vem conseguindo solucionar alguns dos processos judicias nos Estados Unidos, chegando a acordos com valores abaixo do esperado. Outro ponto importante é a expectativa de manutenção dos preços do petróleo, tendo por base o acordo para redução da produção entre membros da Opep (Organização dos Países Exportadores de Petróleo). Entre os possíveis fatores de riscos, elencamos: (i) os demais processos judiciais nos Estados Unidos; (ii) maior deterioração no cenário doméstico; (iii) queda nos preços do petróleo; (iv) potenciais paralizações na produção; e (v) atrasos nos processos de desinvestimentos. Tudo considerado, acreditamos que as ações da Petrobras ainda proporcionam boa relação risco x retorno, e que justifica nossa recomendação para composição da carteira.

ainda proporcionam boa relação risco x retorno, e que justifica nossa recomendação para composição da carteira.

Estratégia Mensal

28/04/2017

Suzano (SUZB5)

Recomendação: NEUTRA Preço-alvo: R$ 15,00

Os principais direcionadores que justificam a inclusão das ações da Suzano são: (i) expansão do negócio de papel, propiciando reajustes nos preços ao longo do primeiro

semestre, enquanto os custos devem permanecer controlados; (ii) os custos de produção

de celulose começam a cair, resultando em menores valores de custo caixa (da ordem de

4%) em termos reais em 2017; (iii) expectativa de avanços de governança, com a

potencial unificação das classes de ações ordinárias e preferenciais, o que conduziria a uma revisão global das recomendações sobre a empresa; e (iv) um eventual repique na cotação

do dólar, após a queda da moeda no primeiro quadrimestre. No lado negativo, espera-se

que os preços da celulose caiam na segunda metade do ano, possivelmente pressionando

as margens da divisão de celulose.

Usiminas (USIM5)

Recomendação: COMPRA Preço-alvo: R$ 6,50

A empresa deve continuar com uma sólida capacidade de precificação em 2017.

Atualmente opera com cerca de 60% de utilização da capacidade em suas laminadoras, o que fornece um espaço significativo para a diluição dos custos fixos no futuro. Além disso,

projetamos forte desalavancagem nos próximos dois anos, salientando que o processo de queda das taxas de juros a beneficia, uma vez que a dívida da Usiminas é 70% indexada à Selic. O principal risco à nossa tese de investimentos envolve a maior deterioração da economia doméstica, atrasando a recuperação econômica.

nossa tese de investimentos envolve a maior deterioração da economia doméstica, atrasando a recuperação econômica.

Estratégia Mensal

Carteira Dividendos

Focada na alta previsibilidade do fluxo de caixa gerado pelas empresas de sua composição, a carteira é a mais indicada para o investidor com perfil conservador. Ressaltamos a expectativa de retorno médio via dividendos de 6,4% para 2017 (medida pelo dividend yield médio da carteira).

No mês de abril a Carteira Dividendos teve desempenho inferior ao Ibovespa, basicamente penalizada ainda pelo desempenho das ações da Sanepar, cujo processo de revisão tarifária continuou gerando um movimento de realização de lucros. No contraponto, as ações ON da Cielo mostraram-se uma escolha acertada para a carteira de dividendos, dada a sua sólida e forte geração de caixa, associada a resultados equilibrados.

28/04/2017

de caixa, associada a resultados equilibrados. 28/04/2017 Para o mês de maio, optamos por retirar as

Para o mês de maio, optamos por retirar as ações PN da Sanepar, retornando com as ações PN da Telefônica Brasil (VIVT4).

Empresa

Ticker

Recomendação

Vol. Méd 3m R$ mn

Peso na

 

Preço

Potencial de

 

P/L

EV/EBITDA

Yield

carteira

Último

Alvo

Valorização

2017

2018

2017

2018

2017E

AES Tietê

TIET11

NEUTRO

14,1

20,0%

R$ 13,49

R$ 17,70

31,2%

9,2

8,8

5,3

5,1

10,8%

Ambev

ABEV3

COMPRA

200,5

20,0%

R$ 18,26

R$ 21,00

15,0%

20,9

18,2

12,1

10,7

4,4%

BM&Fbovespa

BVMF3

COMPRA

237,7

20,0%

R$ 19,01

R$ 23,00

21,0%

24,5

24,8

23,5

20,7

3,1%

Telefônica Brasil

VIVT4

NEUTRO

79,6

20,0%

R$ 47,29

R$ 52,00

10,0%

13,9

12,0

5,6

5,1

7,2%

Cielo

CIEL3

COMPRA

188,9

20,0%

R$ 24,10

R$ 29,00

20,3%

14,8

13,6

11,6

10,3

6,7%

Fonte: Bloomberg; Bradesco BBI

188,9 20,0% R$ 24,10 R$ 29,00 20,3% 14,8 13,6 11,6 10,3 6,7% Fonte: Bloomberg; Bradesco BBI

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28/04/2017

AES Tietê (TIET11)

Recomendação: NEUTRA Preço-alvo: R$ 17,70

Vemos a empresa como uma clássica pagadora de dividendos, adequada para investidores com foco no médio/longo prazo, oferecendo um retorno via dividendos dos mais elevadas entre as demais empresas de geração. A empresa se beneficiou do melhor momento para a venda de energia do longo prazo e negociou boa parte da energia que estava descontratada a partir de 2016, quando expirou o contrato com a AES Eletropaulo. Com isso, a empresa já reduziu significativamente a sua exposição ao mercado spot. Outro direcionador positivo é a queda dos juros no longo prazo. Um dos principais riscos que enxergamos é uma piora na situação hidrológica do país, uma vez que a AES Tietê é 100% exposta a geração hidrelétrica. Em nossa visão, o recente movimento de desvalorização das units abriu espaço para formação de novas posições.

Ambev (ABEV3)

Recomendação: COMPRA Preço-alvo: R$ 21,00

A Ambev possui posição de liderança, marcas bem estabelecidas, fortes fundamentos e características que fazem da ação uma opção defensiva. Entre os principais direcionadores para as ações, podemos destacar: (i) apesar dos desafios de volume em 2016, a companhia deve apresentar alguma retomada de crescimento em 2017, tendo em vista perspectivas de melhora da economia; (ii) a empresa distribui todo o caixa que gera na forma de dividendos; (iii) o ativo se encontra com um valuation atrativo. Os principais riscos são: (i) uma piora na situação macroeconômica; (ii) aumento dos custos das matérias-primas; e (iii) aumento da tributação sobre os lucros no exterior.

BM&FBovespa (BVMF3)

Recomendação: COMPRA Preço-alvo: R$ 23,00

Há vários direcionadores no sentido favorável para a empresa. Após um longo período de movimento fraco de operações de abertura de capital no Brasil (IPO – Initial Public Offering, na sigla em inglês), vemos novos fatores que poderão impulsionar investimentos privados, beneficiando diretamente o giro de negócios do segmento Bovespa (parte da BM&FBovespa voltada para o mercado de ações), assim como também é o caso dos negócios com títulos de renda fixa. Além disso, a conclusão do processo de integração entre as empresas de liquidação e custódia (câmaras de compensação, ou clearings) de ações e futuros pode liberar um volume significativo de operações, levando ao crescimento do giro de negócios nos mercados futuros. O processo de incorporação da Cetip, recém-concluído com êxito, também deve trazer ganhos potenciais de sinergia e atratividade para BVMF3.

da Cetip, recém-concluído com êxito, também deve trazer ganhos potenciais de sinergia e atratividade para BVMF3.

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28/04/2017

Telefônica Vivo (VIVT4)

Recomendação: NEUTRA Preço-alvo: R$ 52,00

A Telefônica Brasil destaca-se como uma boa opção para carteiras com foco em Dividendos. Em seu último resultado, do 4T16, a empresa mostrou números sólidos, em função do bom controle dos custos e ganhos de sinergia. Tal tendência deve ser observada mais uma vez no resultado do 1T17, quando seu crescimento da receita de serviços deverá acelerar, com base nos aumentos de preços, forte adição de usuários no segmento pós-pago e recuperação gradual no segmento pré-pago. Por outro lado, o negócio fixo deve levar mais tempo para recuperar. Com isso, o crescimento do Ebitda deverá continuar em cerca de 7% nos próximos trimestres, sem grandes surpresas. Entre os riscos, destacamos: (i) o lançamento por parte de competidores de novos planos mais atraentes em termos de preços; (ii) sinergias relacionadas à GVT podendo ser menores que as nossas expectativas, tendo em vista o risco de execução; e (iii) retomada da economia mais lenta que o esperado.

Cielo (CIEL3)

Recomendação: COMPRA Preço-alvo: R$ 29,00

Trata-se de uma empresa sólida e forte geradora de caixa. Apesar dos efeitos trazidos pela atividade econômica mais fraca, com reflexos no varejo e no segmento de cartões, a Cielo tem comprovado sua resiliência e mantido um padrão bastante equilibrado de resultados (lucro pouco superior a R$ 1 bilhão nos dois últimos trimestres). Após diversas notícias no final de 2016, a discussão sobre a mudança no ciclo de pagamentos foi interrompida (estamos nos referido ao que foi comentado sobre encurtamento do prazo de repasse aos lojistas). No último trimestre de 2016, o crescimento das receitas da Cielo Brasil manteve o ritmo de 6% em base anual. Os volumes com operações de crédito e débito desaceleraram no trimestre, mas ainda tiveram crescimento perto de dois dígitos em base anual (9,4%). Em paralelo a estes fatores, vale destacar a manutenção de boa perspectiva em termos de distribuição de lucros, o que credencia CIEL3 como um papel bastante adequado para a Carteira Dividendos.

em termos de distribuição de lucros, o que credencia CIEL3 como um papel bastante adequado para

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Carteira Arrojada

Constituída por cinco ações, é a carteira que normalmente apresenta o maior nível de risco e também o maior potencial de valorização em um cenário positivo para a bolsa.

Em abril, a Carteira Arrojada registrou queda mais acentuada que as demais e teve como principal destaque negativo as ações PN da Cemig e PNB da Cesp.

Para maio, retiramos as ações PNA da Usiminas

(USIM5), BMF&Bovespa ON (BVMF3) e as PN da

Cemig (CMIG4) e incluímos em seus lugares:

Magazine Luiza ON (MGLU3), Lojas Renner ON

(LREN3) e Iochpe-Maxion ON (MYPK3), ficando

mais expostos ao tema crescimento econômico.

28/04/2017

mais expostos ao tema crescimento econômico. 28/04/2017 Empresa Ticker Recomendação Vol. Méd 3m R$ mn

Empresa

Ticker

Recomendação

Vol. Méd 3m R$ mn

Peso na

Preço

Potencial de

 

P/L

EV/EBITDA

Yield

carteira

Último

Alvo

Valorização

2017

2018

2017

2018

2017E

Banco do Brasil

BBAS3

COMPRA

232,1

20,0%

R$ 32,85

R$ 39,00

18,7%

7,7

6,0

-

-

3,9%

Iochpe - Maxion

MYPK3

COMPRA

13,1

20,0%

R$ 16,71

R$ 21,00

25,7%

12,4

8,7

5,6

4,9

2,0%

Magazine Luiza

MGLU3

COMPRA

17,0

20,0%

R$ 222,79

R$ 205,00

-8,0%

22,0

15,7

5,9

5,5

1,1%

CESP

CESP6

COMPRA

23,9

20,0%

R$ 18,10

R$ 24,00

24,4%

44,3

24,4

12,3

9,2

2,0%

Lojas Renner

LREN3

COMPRA

68,9

20,0%

R$ 29,58

R$ 30,00

1,4%

25,1

20,0

12,8

10,8

1,0%

Fonte: Bloomberg; Bradesco BBI

Magazine Luiza (MGLU3)

Recomendação: COMPRA

Preço-alvo: R$ 205,00

A empresa está liderando o varejo multi-canal no segmento de eletrônicos, conquistando

significativa participação de mercado. Seu negócio está estruturalmente bem ajustado ao

crescimento on-line (lojas 50% menores que as da concorrência e os canais on-line / off-

line sempre foram integrados). A empresa está operando em um segmento com

significativa demanda reprimida (vendas unitárias de geladeiras, por exemplo, estão

abaixo dos níveis de reposição). Trata-se de uma empresa ainda com potencial de

crescimento e de desenvolvimento de negócios não explorados (como Market Place no

seu site). A despeito do rali recente, a ação MGLU3 ainda nos parece adequada para a

composição de portfólios diversificados e com foco no cenário do mercado doméstico.

nos parece adequada para a composição de portfólios diversificados e com foco no cenário do mercado

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Visão Macroeconômica

Qual é o real impacto da Reforma de Previdência?

28/04/2017

Todos nós temos visto na mídia a intensa discussão sobre a tramitação da Reforma da Previdência no Congresso e as diversas mudanças no texto propostas por parlamentares. Entre essas mudanças já aceitas pelo governo estão a redução da idade mínima de aposentadoria para as mulheres, para os trabalhadores rurais e para benefícios assistenciais, uma regra de transição mais suave, flexibilizações nas pensões por morte, entre outras. Segundo as estimativas do governo, apenas 25% da reforma foi perdida com essas mudanças. Mas qual é a conta feita para chegar neste número? Da seguinte forma: segundo os cálculos atuariais do governo, a despesa com previdência acumulada na próxima década seria R$ 800 bilhões menor com a Reforma da Previdência do que sem nenhuma reforma. Os mesmos modelos apontam que, com as regras modificadas até agora, R$ 200 bilhões desta economia (os 25%) estariam perdidos. Mas qual a implicação deste número? Afinal, a pergunta que queremos fazer é a de como a Reforma da Previdência vai afetar o cumprimento da PEC dos gastos ao longo do tempo e quais as implicações para o endividamento do governo no longo prazo. O problema em fazer comparações deste tipo é de que o contrafactual (ou seja, não haver nenhuma reforma), não é uma opção viável. Sem nenhuma Reforma da Previdência, não teremos recuperação econômica, e as contas do governo não se equilibrarão, simples assim.

Uma outra maneira de olhar o problema é em termos de despesas como proporção do PIB, que costuma ser a forma

predileta dos economistas. Hoje gastamos 9% do PIB somente com aposentadorias dos trabalhadores do setor privado (RGPS) e benefícios assistenciais (BPC/LOAS). Este número, segundo estimativas oficiais, deve atingir 11% nos próximos

10 anos se nada for feito (e claro, continuaria subindo nos próximos 20, 30, 40 anos

fosse aprovada sem mudanças, este valor se manteria praticamente constante em 9% nestes 10 anos. Com as mudanças anunciadas até agora, essa razão subiria para 9,5%. E qual o problema em projetar os gastos da Previdência como % do PIB? O problema é que não sabemos ao certo quanto o PIB vai crescer nos próximos anos. Tais projeções da Previdência estão considerando implicitamente um crescimento médio anual do PIB de 2,8% nos próximos 10 anos. Se o PIB não crescer tudo isso (no caso de não implementarmos várias reformas para aumentar a eficiência da economia que vão além da Previdência e da reforma trabalhista), os gastos como proporção do PIB serão maiores. Ou seja, a imprecisão inerente nas projeções do PIB coloca mais incerteza sobre a trajetória dos gastos da Previdência.

Em um cenário onde a reforma

).

A maneira como preferimos olhar os gastos da Previdência é em termos de crescimento real, ou seja, acima da inflação. O motivo é simples: assim falamos a mesma língua da PEC dos gastos, que limita os gastos do governo em termos reais também. E quais seriam as implicações da Reforma da Previdência para o cumprimento do teto dos gastos? Segundo nossas projeções, os gastos da Previdência devem subir não menos que 2,6% ao ano acima da inflação na próxima década se a reforma não sofrer mais mudanças e se o governo rever a regra de reajuste do salário mínimo para os próximos anos (que hoje indexa o salário mínimo ao crescimento do PIB). Hoje, estes gastos representam pouco menos da metade do orçamento do Governo Federal. Ora, se a PEC dos gastos estipula que os gastos totais do governo não devam crescer acima da inflação, algo deverá ser cortado para que a conta feche, correto? O problema é que nem toda a outra metade do orçamento pode ser cortada. Por exemplo, a PEC dos gastos estipula que gastos com saúde e educação não podem ser reduzidos. Na verdade, somente 1/3 do orçamento será passível de cortes para compensar o crescimento natural das despesas da Previdência, mesmo com a reforma aprovada. Fazendo as contas, teremos que cortar essa parte do orçamento em pelo menos 40% nos próximos 10 anos para que a PEC seja cumprida por todo este período. Não será uma tarefa fácil. Ou seja, mesmo com a Reforma da Previdência sendo aprovada, o tema ajuste fiscal deverá ser um dos mais relevantes nos cadernos de economia e de política dos jornais por muitos anos à frente.

Dalton Gardimam Economista Chefe Tarik Migliorini Economista

e de política dos jornais por muitos anos à frente . Dalton Gardimam Economista Chefe Tarik

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Projeções Econômicas

28/04/2017

 

Projeções Econômicas

 

Indicador

2011

2012

2013

2014

2015

2016

2017E

2018E

Crescimento Real do PIB (%)

2,7

1,0

2,5

0,5

-3,8

-3,6

-0,2

2,8

Taxa de câmbio - Final (R$/US$)

1,88

2,04

2,34

2,66

3,90

3,26

3,50

3,65

IPCA (% aa)

6,50

5,84

5,90

6,40

10,70

6,30

4,20

4,50

Meta SELIC - Final (%)

11,00

7,25

10,00

11,75

14,25

13,75

9,00

9,00

Fonte: Bradesco BBI

4,50 Meta SELIC - Final (%) 11,00 7,25 10,00 11,75 14,25 13,75 9,00 9,00 Fonte: Bradesco

Estratégia Mensal

28/04/2017

Este relatório foi preparado pelas equipes de análise de investimentos da Ágora Corretora de Títulos e Valores Mobiliários S.A. (“Ágora”) bem como da Bradesco S.A. Corretora de Títulos e Valores Mobiliários (“Bradesco Corretora”), sociedades controladas pelo Banco Bradesco BBI S.A. (“BBI”). O presente relatório se destina ao uso exclusivo do destinatário, não podendo ser, no todo ou em parte, copiado, reproduzido ou distribuído a qualquer pessoa sem a expressa autorização da Ágora e da Bradesco Corretora.

Este relatório é distribuído somente com o objetivo de prover informações e não representa uma oferta de compra e venda ou solicitação de compra e venda de qualquer instrumento financeiro. As informações contidas neste relatório são consideradas confiáveis na data de sua publicação. Entretanto, as informações aqui contidas não representam por parte da Ágora ou da Bradesco Corretora garantia de exatidão dos dados factuais utilizados. As opiniões, estimativas, projeções e premissas relevantes contidas neste relatório são baseadas em julgamento do(s) analista(s) de investimento envolvido(s) na sua elaboração (“analistas de investimento”) e são, portanto, sujeitas a modificações sem aviso prévio em decorrência de alterações nas condições de mercado.

O Relatório Estratégia Mensal, contendo as Carteiras Recomendadas por analistas da Ágora e Bradesco Corretora e que é divulgado no último dia útil de

cada mês, contém ativos financeiros que poderão ser utilizados por gestores de carteiras do Grupo Bradesco ou por gestores de clubes de investimentos

administrados por empresas do grupo Bradesco, no próximo dia útil subsequente à sua divulgação. Destacamos que todas as informações presentes nos relatórios seguem políticas internas de Compliance, e portanto são divulgadas simultaneamente para toda a base de clientes, incluindo clubes de investimento ou empresas do Grupo Bradesco.

Declarações nos termos do art. 18 da Instrução CVM 483, referentes às empresas cobertas pelos analistas de investimento da Ágora e Bradesco Corretora:

O Banco Bradesco S.A. tem participação acionária indireta, por meio de suas subsidiárias, acima de 5% nas empresas Cielo S.A. e Fleury S.A

BRADESPAR S.A., cujo grupo controlador é composto pelos mesmos acionistas que controlam o Bradesco, tem participação acima de 5% na VALE S.A

A

Ágora, Bradesco Corretora, Bradesco BBI e demais empresas do grupo Bradesco têm interesses financeiros e comerciais relevantes em relação ao emissor ou aos valores mobiliários objeto de análise.

O Bradesco BBI está participando como coordenador na oferta de distribuição pública de ações da Azul Linhas Aéreas Brasileiras S.A., e de debêntures da

Concessionária do Sistema Anhanguera-Bandeirantes S.A. Autoban.

Nos últimos 12 meses, o Bradesco BBI participou como coordenador nas ofertas públicas de distribuição de títulos e valores mobiliários das companhias:

Sanepar, Comgás, Rumo Logística e Energisa.

Nos últimos 12 meses, a Ágora e/ou a Bradesco Corretora participaram, como instituições intermediárias, das ofertas públicas de títulos e valores mobiliários das companhias: Comgás, Energisa, Rumo Logística, Lojas Americanas, Movida e Instituto Hermes Pardini.

A Bradesco Corretora recebe remuneração por serviços prestados como formador de mercado de ações da Fomento Economico Mexicano FEMSA (FMXB34),

Vanguarda Agro S.A. (VAGR3), Helbor Empreendimentos S.A. (HBOR3) e Alpargatas S.A. (ALPA4).

Mexicano FEMSA (FMXB34), Vanguarda Agro S.A. (VAGR3), Helbor Empreendimentos S.A. (HBOR3) e Alpargatas S.A. (ALPA4).

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ANÁLISE DE INVESTIMENTOS

28/04/2017

Diretor de Research

Daniel Altman, CFA

daniel.altman@bradescobbi.com

Economista-chefe

Dalton Gardimam

dalton.gardiman@bradescobbi.com.br

Estrategista de Análise Varejo

José Francisco Cataldo Ferreira, CNPI

+55 11 2178 5468

jose.cataldo@bradescobbi.com.br

Analista de Investimentos Sênior

Aloisio Villeth Lemos, CNPI

+55 21 2529 0807

aloisio.lemos@agorainvest.com.br

Analistas de Investimentos

Ricardo Faria França, CNPI

+55 11 2178 4202

ricardo.franca@bradescobbi.com.br

Renato Cesar Chanes, CNPI

+55 11 2178 4063

renato.chanes@bradescobbi.com.br

Analista Gráfico

Maurício A. Camargo, CNPI-T

+55 11 2178 4213

mauricio.a.camargo@bradescobbi.com.br

Assistente de Análise

Flávia Andrade Meireles

+55 11 2178 4210

flavia.meireles@bradescobbi.com.br

Jéssica Feitosa

+55 11 2178 4126

jessica.feitosa@bradescobbi.com.br

ÁGORA CORRETORA

MESA DE OPERAÇÕES – REGIÃO METROPOLITANA (RJ e SP)

4004-8282

MESA DE OPERAÇÕES – DEMAIS REGIÕES DO BRASIL

0800 724 8282

MESA DE OPERAÇÕES – LIGAÇÕES INTERNACIONAIS

+55 21 2529-0810

– DEMAIS REGIÕES DO BRASIL 0800 724 8282 MESA DE OPERAÇÕES – LIGAÇÕES INTERNACIONAIS +55 21