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Neoenergia

Coelba

Celpe

Cosern

Termope

Itapebi

Afluente

1
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL
CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS
ITR - INFORMAÇÕES TRIMESTRAIS Data-Base - 30/06/2010 Legislação Societária
EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS

O REGISTRO NA CVM NÃO IMPLICA QUALQUER APRECIAÇÃO SOBRE A COMPANHIA , SENDO OS SEUS
ADMINISTRADORES RESPONSÁVEIS PELA VERACIDADE DAS INFORMAÇÕES PRESTADAS.

01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

01553-9 NEOENERGIA S.A. 01.083.200/0001-18


4 - NIRE

33300266003

01.02 - SEDE

1 - ENDEREÇO COMPLETO 2 - BAIRRO OU DISTRITO

PRAIA DO FLAMENGO,78 - 3º ANDAR FLAMENGO


3 - CEP 4 - MUNICÍPIO 5 - UF

22210-030 RIO DE JANEIRO RJ


6 - DDD 7 - TELEFONE 8 - TELEFONE 9 - TELEFONE 10 - TELEX

21 3235-9800 - -
11 - DDD 12 - FAX 13 - FAX 14 - FAX

21 3235-9882 - -
15 - E-MAIL

icarvalho@neoenergia.com

01.03 - DIRETOR DE RELAÇÕES COM INVESTIDORES (Endereço para Correspondência com a Companhia)

1 - NOME

ERIK DA COSTA BREYER


2 - ENDEREÇO COMPLETO 3 - BAIRRO OU DISTRITO

PRAIA DO FLAMENGO,78 - 3º ANDAR FLAMENGO


4 - CEP 5 - MUNICÍPIO 6 - UF

22210-030 RIO DE JANEIRO RJ


7 - DDD 8 - TELEFONE 9 - TELEFONE 10 - TELEFONE 11 - TELEX

21 3235-9800 - -
12 - DDD 13 - FAX 14 - FAX 15 - FAX

21 3235-9882 - -
16 - E-MAIL

ebreyer@neoenergia.com

01.04 - REFERÊNCIA / AUDITOR

EXERCÍCIO SOCIAL EM CURSO TRIMESTRE ATUAL TRIMESTRE ANTERIOR

1 - INÍCIO 2 - TÉRMINO 3 - NÚMERO 4 - INÍCIO 5 - TÉRMINO 6 - NÚMERO 7 - INÍCIO 8 - TÉRMINO

01/01/2010 31/12/2010 2 01/04/2010 30/06/2010 1 01/01/2010 31/03/2010


9 - NOME/RAZÃO SOCIAL DO AUDITOR 10 - CÓDIGO CVM

ERNEST&YOUNG AUDITORES INDEPENDENTES 00471-5


11 - NOME DO RESPONSÁVEL TÉCNICO 12 - CPF DO RESP. TÉCNICO

PAULO JOSE MACHADO 014.319.648-08

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01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

01553-9 NEOENERGIA S.A. 01.083.200/0001-18

01.05 - COMPOSIÇÃO DO CAPITAL SOCIAL

Número de Ações
1 - TRIMESTRE ATUAL 2 - TRIMESTRE ANTERIOR 3 - IGUAL TRIMESTRE EX. ANTERIOR

(Mil) 30/06/2010 31/03/2010 30/06/2009


Do Capital Integralizado
1 - Ordinárias 5.850.636 5.850.636 5.850.636
2 - Preferenciais 0 0 0
3 - Total 5.850.636 5.850.636 5.850.636
Em Tesouraria
4 - Ordinárias 0 0 0
5 - Preferenciais 0 0 0
6 - Total 0 0 0

01.06 - CARACTERÍSTICAS DA EMPRESA

1 - TIPO DE EMPRESA

Empresa Comercial, Industrial e Outras


2 - TIPO DE SITUAÇÃO

Operacional
3 - NATUREZA DO CONTROLE ACIONÁRIO

Privada Nacional
4 - CÓDIGO ATIVIDADE

3120 - Emp. Adm. Part. - Energia Elétrica


5 - ATIVIDADE PRINCIPAL
PARTICIPAÇÃO EM OUTRAS SOCIEDADES

6 - TIPO DE CONSOLIDADO

Total
7 - TIPO DO RELATÓRIO DOS AUDITORES

Sem Ressalva

01.07 - SOCIEDADES NÃO INCLUÍDAS NAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS CONSOLIDADAS

1 - ITEM 2 - CNPJ 3 - DENOMINAÇÃO SOCIAL

01.08 - PROVENTOS EM DINHEIRO DELIBERADOS E/OU PAGOS DURANTE E APÓS O TRIMESTRE

1 - ITEM 2 - EVENTO 3 - APROVAÇÃO 4 - PROVENTO 5 - INÍCIO PGTO. 6 - ESPÉCIE E 7 - VALOR DO PROVENTO P/ AÇÃO
CLASSE DE
AÇÃO

01 RCA 18/03/2010 Juros Sobre Capital Próprio 16/06/2010 ON 0,0160895328


02 RD 14/06/2010 Juros Sobre Capital Próprio 15/09/2010 ON 0,0170921589

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01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

- . . / -

01.09 - CAPITAL SOCIAL SUBSCRITO E ALTERAÇÕES NO EXERCÍCIO SOCIAL EM CURSO

1- ITEM 2 - DATA DA 3 - VALOR DO CAPITAL SOCIAL 4 - VALOR DA ALTERAÇÃO 5 - ORIGEM DA ALTERAÇÃO 7 - QUANTIDADE DE AÇÕES EMITIDAS 8 - PREÇO DA AÇÃO NA
ALTERAÇÃO EMISSÃO
(Reais Mil) (Reais Mil) (Mil)
(Reais)

01.10 - DIRETOR DE RELAÇÕES COM INVESTIDORES

1 - DATA 2 - ASSINATURA

30/07/2010

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01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

01553-9 NEOENERGIA S.A. 01.083.200/0001-18

02.01 - BALANÇO PATRIMONIAL ATIVO (Reais Mil)

1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 3 - 30/06/2010 4 - 31/03/2010

1 Ativo Total 9.916.232 9.798.852


1.01 Ativo Circulante 2.888.406 3.205.289
1.01.01 Disponibilidades 2.341.033 1.942.342
1.01.01.01 Numerário Disponível 114 87
1.01.01.02 Aplicações Financeiras 2.340.919 1.942.255
1.01.02 Créditos 547.028 1.262.570
1.01.02.01 Clientes 0 0
1.01.02.01.01 Títulos a Receber 0 0
1.01.02.02 Créditos Diversos 547.028 1.262.570
1.01.02.02.01 Dividendos e JSCP a receber 375.123 1.086.592
1.01.02.02.02 Títulos e valores mobiliários 40.812 39.925
1.01.02.02.03 Fundos vinculados 72.285 71.130
1.01.02.02.04 Tributos e contribuições sociais 58.808 64.923
1.01.03 Estoques 0 0
1.01.04 Outros 345 377
1.02 Ativo Não Circulante 7.027.826 6.593.563
1.02.01 Ativo Realizável a Longo Prazo 277.207 165.052
1.02.01.01 Créditos Diversos 122.406 42.835
1.02.01.01.01 Depósitos judiciais 96.249 18.933
1.02.01.01.02 Tributos e contrbuições sociais 0 0
1.02.01.01.03 Trbutos contribuições sociais diferidos 26.157 23.902
1.02.01.02 Créditos com Pessoas Ligadas 142.186 109.602
1.02.01.02.01 Com Coligadas e Equiparadas 0 0
1.02.01.02.02 Com Controladas 142.186 109.602
1.02.01.02.03 Com Outras Pessoas Ligadas 0 0
1.02.01.03 Outros 12.615 12.615
1.02.02 Ativo Permanente 6.750.619 6.428.511
1.02.02.01 Investimentos 6.713.146 6.390.806
1.02.02.01.01 Participações Coligadas/Equiparadas 0 0
1.02.02.01.02 Participações Coligadas/Equiparadas-Ágio 0 0
1.02.02.01.03 Participações em Controladas 6.713.146 6.390.806
1.02.02.01.04 Participações em Controladas - Ágio 0 0
1.02.02.01.05 Outros Investimentos 0 0
1.02.02.02 Imobilizado 859 898
1.02.02.03 Intangível 7.596 6.569
1.02.02.04 Diferido 29.018 30.238

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01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

01553-9 NEOENERGIA S.A. 01.083.200/0001-18

02.02 - BALANÇO PATRIMONIAL PASSIVO (Reais Mil)

1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 3 - 30/06/2010 4 - 31/03/2010

2 Passivo Total 9.916.232 9.798.852


2.01 Passivo Circulante 184.647 396.267
2.01.01 Empréstimos e Financiamentos 0 0
2.01.02 Debêntures 0 0
2.01.03 Fornecedores 665 834
2.01.04 Impostos, Taxas e Contribuições 93.781 81.219
2.01.04.01 Tributos e contribuições sociais 93.781 81.219
2.01.05 Dividendos a Pagar 90.140 313.947
2.01.05.01 Dividendos a pagar 0 103.200
2.01.05.02 Juros sobre capital próprio 90.140 210.747
2.01.06 Provisões 0 0
2.01.07 Dívidas com Pessoas Ligadas 1 1
2.01.07.01 Controladas 1 1
2.01.08 Outros 60 266
2.01.08.01 Obrigações Estimadas 0 331
2.01.08.02 Folha de pagamento 51 (74)
2.01.08.03 Outros 9 9
2.02 Passivo Não Circulante 662 662
2.02.01 Passivo Exigível a Longo Prazo 662 662
2.02.01.01 Empréstimos e Financiamentos 0 0
2.02.01.02 Debêntures 0 0
2.02.01.03 Provisões 494 494
2.02.01.03.01 Provisão para contingência 494 494
2.02.01.04 Dívidas com Pessoas Ligadas 0 0
2.02.01.05 Adiantamento para Futuro Aumento Capital 0 0
2.02.01.06 Outros 168 168
2.03 Resultados de Exercícios Futuros 0 0
2.05 Patrimônio Líquido 9.730.923 9.401.923
2.05.01 Capital Social Realizado 4.739.025 4.739.025
2.05.02 Reservas de Capital 2.288 2.288
2.05.03 Reservas de Reavaliação 0 0
2.05.03.01 Ativos Próprios 0 0
2.05.03.02 Controladas/Coligadas e Equiparadas 0 0
2.05.04 Reservas de Lucro 4.393.408 4.393.408
2.05.04.01 Legal 327.201 327.201
2.05.04.02 Estatutária 0 0
2.05.04.03 Para Contingências 0 0
2.05.04.04 De Lucros a Realizar 0 0
2.05.04.05 Retenção de Lucros 4.066.207 4.066.207
2.05.04.06 Especial p/ Dividendos Não Distribuídos 0 0
2.05.04.07 Outras Reservas de Lucro 0 0

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01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

01553-9 NEOENERGIA S.A. 01.083.200/0001-18

02.02 - BALANÇO PATRIMONIAL PASSIVO (Reais Mil)

1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 3 -30/06/2010 4 -31/03/2010

2.05.05 Ajustes de Avaliação Patrimonial 0 0


2.05.05.01 Ajustes de Títulos e Valores Mobiliários 0 0
2.05.05.02 Ajustes Acumulados de Conversão 0 0
2.05.05.03 Ajustes de Combinação de Negócios 0 0
2.05.06 Lucros/Prejuízos Acumulados 596.202 267.202
2.05.07 Adiantamento para Futuro Aumento Capital 0 0

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01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

01553-9 NEOENERGIA S.A. 01.083.200/0001-18

03.01 - DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO (Reais Mil)

1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 3 - 01/04/2010 a 30/06/2010 4 - 01/01/2010 a 30/06/2010 5 - 01/04/2009 a 30/06/2009 6 - 01/01/2009 a 30/06/2009

3.01 Receita Bruta de Vendas e/ou Serviços 0 159 0 0


3.01.01 Outras receitas operacionais 0 159 0 0
3.02 Deduções da Receita Bruta 0 (53) 0 0
3.02.01 PIS 0 (9) 0 0
3.02.02 COFINS 0 (44) 0 0
3.03 Receita Líquida de Vendas e/ou Serviços 0 106 0 0
3.04 Custo de Bens e/ou Serviços Vendidos 0 0 0 0
3.05 Resultado Bruto 0 106 0 0
3.06 Despesas/Receitas Operacionais 326.744 598.219 221.059 503.799
3.06.01 Com Vendas 0 0 0 0
3.06.02 Gerais e Administrativas (2.972) (9.151) (1.136) (7.938)
3.06.02.01 Pessoal e Honorários (1.257) (3.872) (815) (3.009)
3.06.02.02 Material (3) (6) 0 0
3.06.02.03 Serviços de Terceiros (1.117) (4.205) (1.048) (4.777)
3.06.02.04 Depreciação e Amortização (50) (100) (44) (88)
3.06.02.05 Arrendamento e Aluguéis (4) (7) 1 (3)
3.06.02.06 Tributos (219) (372) 0 (235)
3.06.02.07 Outras Despesas (322) (589) 770 174
3.06.03 Financeiras (67.546) (123.686) (105.846) (102.696)
3.06.03.01 Receitas Financeiras 54.679 97.464 44.136 94.429
3.06.03.01.01 Renda de Aplicação Financeira 52.187 92.684 39.520 87.017
3.06.03.01.02 Juros, comissões e Acréscimos moratório 2.485 4.773 4.616 7.412
3.06.03.01.03 Outras Receitas Financeiras 7 7 0 0
3.06.03.02 Despesas Financeiras (122.225) (221.150) (149.982) (197.125)
3.06.03.02.01 Juros sobre capital próprio (100.000) (194.134) (139.057) (184.293)
3.06.03.02.02 Outras despesas financeiras (22.225) (27.016) (10.925) (12.832)
3.06.04 Outras Receitas Operacionais (1) 176 0 0

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01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

01553-9 NEOENERGIA S.A. 01.083.200/0001-18

03.01 - DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO (Reais Mil)

1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 3 - 01/04/2010 a 30/06/2010 4 - 01/01/2010 a 30/06/2010 5 - 01/04/2009 a 30/06/2009 6 - 01/01/2009 a 30/06/2009

3.06.04.01 Receita na alienação de bens e direitos (1) 176 0 0


3.06.05 Outras Despesas Operacionais 0 0 0 0
3.06.06 Resultado da Equivalência Patrimonial 397.263 730.880 328.041 614.433
3.06.06.01 Equivalência Patrimonial 422.744 781.843 354.834 668.019
3.06.06.02 Amortização do ágio/deságio, líquida (25.481) (50.963) (26.793) (53.586)
3.06.06.03 Prov. p/ desvalorização do investimento 0 0 0 0
3.07 Resultado Operacional 326.744 598.325 221.059 503.799
3.08 Resultado Não Operacional 0 0 0 0
3.08.01 Receitas 0 0 0 0
3.08.02 Despesas 0 0 0 0
3.09 Resultado Antes Tributação/Participações 326.744 598.325 221.059 503.799
3.10 Provisão para IR e Contribuição Social 0 (5.588) (3.124) (3.124)
3.10.01 Imposto de Renda corrente 0 (4.116) (2.296) (2.296)
3.10.02 Contribuição social corrente 0 (1.472) (828) (828)
3.10.03 Amortização ágio e reversão PMIPL 0 0 0 0
3.11 IR Diferido 2.256 3.465 3.124 3.124
3.11.01 IR Diferido 1.659 2.548 2.296 2.296
3.11.02 CSLL Diferido 597 917 828 828
3.11.03 Amortização ágio e reversão PMIPL 0 0 0 0
3.12 Participações/Contribuições Estatutárias 0 0 0 0
3.12.01 Participações 0 0 0 0
3.12.02 Contribuições 0 0 0 0
3.13 Reversão dos Juros sobre Capital Próprio 100.000 194.134 139.057 184.293
3.15 Lucro/Prejuízo do Período 429.000 790.336 360.116 688.092

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01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

01553-9 NEOENERGIA S.A. 01.083.200/0001-18

03.01 - DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO (Reais Mil)

1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 3 - 01/04/2010 a 30/06/2010 4 - 01/01/2010 a 30/06/2010 5 - 01/04/2009 a 30/06/2009 6 - 01/01/2009 a 30/06/2009

NÚMERO AÇÕES, EX-TESOURARIA (Mil) 5.850.636 5.850.636 5.850.636 5.850.636


LUCRO POR AÇÃO (Reais) 0,07333 0,13509 0,06155 0,11761
PREJUÍZO POR AÇÃO (Reais)

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01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

01553-9 NEOENERGIA S.A. 01.083.200/0001-18

04.01 - DEMONSTRAÇÃO DO FLUXO DE CAIXA - METODO INDIRETO (Reais Mil)

1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 3 - 01/04/2010 a 30/06/2010 4 - 01/01/2010 a 30/06/2010 5 - 01/04/2009 a 30/06/2009 6 - 01/01/2009 a 30/06/2009

4.01 Caixa Líquido Atividades Operacionais 745.931 868.402 413.926 468.121

4.01.01 Caixa Gerado nas Operações 31.175 58.552 29.363 69.667

4.01.01.01 Lucro Líquido 429.000 790.336 360.116 688.092

4.01.01.02 Depreciação e Amortização 1.270 2.540 1.263 2.527

4.01.01.03 Ativo Regulatório 0 0 0 0

4.01.01.04 Passivo Regulatório 0 0 0 0

4.01.01.05 Amortização de Ágio - líquida 25.481 50.963 26.793 53.586

4.01.01.06 Var monet, camb. e juros de LP. líquidas (1.746) (3.233) (3.441) (5.572)

4.01.01.07 Var monet, camb. e juros de CP. líquidas 0 0 0 0

4.01.01.08 Valor residual do ativo permanente baixa 0 0 0 0

4.01.01.09 Tributos e contrib. sociais diferidos 0 0 0 0

4.01.01.10 Prov. Conting. Cíveis/ fiscais/ trab. 0 0 0 0

4.01.01.11 Provisões para devedores duvidosos 0 0 0 0

4.01.01.12 Equivalência Patrimonial (422.744) (781.843) (354.834) (668.019)

4.01.01.13 Outras receitas e desp. financ. líquidas (86) (211) (534) (947)

4.01.02 Variações nos Ativos e Passivos 714.756 809.850 384.563 398.454

4.01.02.01 Empresas controladas e coligadas 1 29 (142) (4.897)

4.01.02.02 Títulos a Receber 0 0 0 0

4.01.02.03 Depósitos Judiciais (77.316) (77.316) 440 440

4.01.02.04 Tributos e contribuições sociais 6.115 23.931 (11.539) (12.950)

4.01.02.05 Títulos e valores mobiliários (886) (1.680) (33.670) (37.505)

4.01.02.06 Recebimento de JCP e Dividendos 787.891 877.887 424.987 457.447

4.01.02.07 Tributos e contribuições diferidos (2.255) (3.480) (3.124) (3.124)

4.01.02.08 Outros Ativos (1.123) (2.198) (893) (2.746)

4.01.02.09 Fornecedores (169) (328) 350 (2.507)

4.01.02.10 Folha de pagamento 126 11 0 0

4.01.02.11 Encargos da dívida e swap 0 0 0 0

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EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS

01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

01553-9 NEOENERGIA S.A. 01.083.200/0001-18

04.01 - DEMONSTRAÇÃO DO FLUXO DE CAIXA - METODO INDIRETO (Reais Mil)

1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 3 -01/04/2010 a 30/06/2010 4 -01/01/2010 a 30/06/2010 5 - 01/04/2009 a 30/06/200901/04/20096a- 30/06/2009


01/01/2009 a 30/06/200901/01/2009 a 30/06/2009

4.01.02.12 Taxas regulamentares 0 0 0 0

4.01.02.13 Tributos e contribuições sociais 12.562 12.136 18.814 19.324

4.01.02.14 Obrigações estimadas (331) 0 3.113 3.143

4.01.02.15 Coligadas controladas e controladora (9.860) (19.142) (13.711) (18.171)

4.01.02.16 Adiantamentos Recebidos 0 0 0 0

4.01.02.17 Outras contas a pagar 1 0 (62) 0

4.01.03 Outros 0 0 0 0

4.02 Caixa Líquido Atividades de Investimento (2.537) (5.687) (5.699) (6.006)

4.02.01 Em Investimentos (1.500) (3.200) (2.866) (3.011)

4.02.02 No Imobilizado e intangível (1.037) (2.487) (2.833) (2.995)

4.02.03 No Diferido 0 0 0 0

4.02.04 Integralização do capital 0 0 0 0

4.03 Caixa Líquido Atividades Financiamento (344.703) (382.885) (199.627) (269.766)

4.03.01 Empréstimos e financiamentos obtidos 0 0 0 0

4.03.02 Pagtos de empréstimos e financiamentos 0 0 0 0

4.03.03 Pagamento de debêntures 0 0 0 0

4.03.04 Obrigações Vinculadas 0 0 0 0

4.03.05 Pagamento de dividendos (103.200) (103.200) (120.342) (120.342)

4.03.06 Pgto de Juros sobre capital próprio (210.747) (210.747) (86.408) (86.408)

4.03.07 Redução de capital 0 0 0 0

4.03.08 Adiant. para futuro aumento de capital (31.040) (72.264) (50.580) (60.126)

4.03.09 Coligadas e controladas 284 3.326 57.703 (2.890)

4.04 Variação Cambial s/ Caixa e Equivalentes 0 0 0 0

4.05 Aumento(Redução) de Caixa e Equivalentes 398.691 479.830 208.600 192.349

4.05.01 Saldo Inicial de Caixa e Equivalentes 1.942.342 1.861.203 1.570.533 1.586.784

4.05.02 Saldo Final de Caixa e Equivalentes 2.341.033 2.341.033 1.779.133 1.779.133

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ITR - INFORMAÇÕES TRIMESTRAIS Data-Base - 30/06/2010 Legislação Societária
EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS

01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

01553-9 NEOENERGIA S.A. 01.083.200/0001-18

05.01 - DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO DE 01/04/2010 a 30/06/2010 (Reais Mil)
1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 3 - CAPITAL SOCIAL 4 - RESERVAS DE 5 - RESERVAS DE 6 - RESERVAS DE 7 - LUCROS/ PREJUÍZOS 8 - AJUSTES DE 9 - TOTAL PATRIMÔNIO
CAPITAL REAVALIAÇÃO LUCRO ACUMULADOS AVALIAÇÃO LÍQUIDO
PATRIMONIAL

5.01 Saldo Inicial 4.739.025 2.288 0 4.393.408 0 0 9.134.721

5.02 Ajustes de Exercícios Anteriores 0 0 0 0 0 0 0

5.03 Saldo Ajustado 4.739.025 2.288 0 4.393.408 0 0 9.134.721

5.04 Lucro / Prejuízo do Período 0 0 0 0 429.000 0 429.000

5.05 Destinações 0 0 0 0 (100.000) 0 (100.000)

5.05.01 Dividendos 0 0 0 0 0 0 0

5.05.02 Juros sobre Capital Próprio 0 0 0 0 (100.000) 0 (100.000)

5.05.03 Outras Destinações 0 0 0 0 0 0 0

5.06 Realização de Reservas de Lucros 0 0 0 0 0 0 0

5.07 Ajustes de Avaliação Patrimonial 0 0 0 0 0 0 0

5.07.01 Ajustes de Títulos e Valores Mobiliários 0 0 0 0 0 0 0

5.07.02 Ajustes Acumulados de Conversão 0 0 0 0 0 0 0

5.07.03 Ajustes de Combinação de Negócios 0 0 0 0 0 0 0

5.08 Aumento/Redução do Capital Social 0 0 0 0 0 0 0

5.09 Constituição/Realização Reservas Capital 0 0 0 0 0 0 0

5.10 Ações em Tesouraria 0 0 0 0 0 0 0

5.11 Outras Transações de Capital 0 0 0 0 0 0 0

5.12 Outros 0 0 0 0 0 0 0

5.13 Saldo Final 4.739.025 2.288 0 4.393.408 329.000 0 9.463.721

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01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

01553-9 NEOENERGIA S.A. 01.083.200/0001-18

05.02 - DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO DE 01/01/2010 a 30/06/2010 (Reais Mil)
1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 3 - CAPITAL SOCIAL 4 - RESERVAS DE 5 - RESERVAS DE 6 - RESERVAS DE 7 - LUCROS/ PREJUÍZOS 8 - AJUSTES DE 9 - TOTAL PATRIMÔNIO
CAPITAL REAVALIAÇÃO LUCRO ACUMULADOS AVALIAÇÃO LÍQUIDO
PATRIMONIAL

5.01 Saldo Inicial 4.739.025 2.288 0 4.393.408 0 0 9.134.721

5.02 Ajustes de Exercícios Anteriores 0 0 0 0 0 0 0

5.03 Saldo Ajustado 4.739.025 2.288 0 4.393.408 0 0 9.134.721

5.04 Lucro / Prejuízo do Período 0 0 0 0 790.336 0 790.336

5.05 Destinações 0 0 0 0 (194.134) 0 (194.134)

5.05.01 Dividendos 0 0 0 0 0 0 0

5.05.02 Juros sobre Capital Próprio 0 0 0 0 (194.134) 0 (194.134)

5.05.03 Outras Destinações 0 0 0 0 0 0 0

5.06 Realização de Reservas de Lucros 0 0 0 0 0 0 0

5.07 Ajustes de Avaliação Patrimonial 0 0 0 0 0 0 0

5.07.01 Ajustes de Títulos e Valores Mobiliários 0 0 0 0 0 0 0

5.07.02 Ajustes Acumulados de Conversão 0 0 0 0 0 0 0

5.07.03 Ajustes de Combinação de Negócios 0 0 0 0 0 0 0

5.08 Aumento/Redução do Capital Social 0 0 0 0 0 0 0

5.09 Constituição/Realização Reservas Capital 0 0 0 0 0 0 0

5.10 Ações em Tesouraria 0 0 0 0 0 0 0

5.11 Outras Transações de Capital 0 0 0 0 0 0 0

5.12 Outros 0 0 0 0 0 0 0

5.13 Saldo Final 4.739.025 2.288 0 4.393.408 596.202 0 9.730.923

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01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

01553-9 NEOENERGIA S.A. 01.083.200/0001-18

08.01 - BALANÇO PATRIMONIAL ATIVO CONSOLIDADO (Reais Mil)

1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 3 - 30/06/2010 4 - 31/03/2010

1 Ativo Total 18.444.487 17.855.044


1.01 Ativo Circulante 6.242.231 5.969.659
1.01.01 Disponibilidades 3.039.548 2.929.048
1.01.02 Créditos 2.968.772 2.784.090
1.01.02.01 Clientes 1.840.723 1.796.367
1.01.02.01.01 Consumidores, concess e permissionárias 1.938.827 1.887.061
1.01.02.01.02 Títulos a Receber 78.344 72.288
1.01.02.01.03 (-) Provisão p/crédito de liq. duvidosa (176.448) (162.982)
1.01.02.02 Créditos Diversos 1.128.049 987.723
1.01.02.02.01 Ativos Regulatórios 188.331 247.808
1.01.02.02.02 Fundos Vinculados 86.833 83.132
1.01.02.02.03 Serviço em Curso 115.665 94.276
1.01.02.02.04 Títulos e valores mobiliários 277.737 162.280
1.01.02.02.05 Tributos e contribuições sociais 319.307 257.328
1.01.02.02.06 Tributos contribuições sociais diferidos 54.339 53.008
1.01.02.02.07 Benefício fiscal - ágio incorporado 52.719 53.096
1.01.02.02.08 Coligadas, controladas e controladora 1.807 0
1.01.02.02.09 Despesas pagas antecipadamente 31.311 36.795
1.01.03 Estoques 15.746 17.738
1.01.04 Outros 218.165 238.783
1.01.04.01 Outros Créditos 218.165 238.783
1.02 Ativo Não Circulante 12.202.256 11.885.385
1.02.01 Ativo Realizável a Longo Prazo 2.233.348 2.120.880
1.02.01.01 Créditos Diversos 2.155.993 2.044.179
1.02.01.01.01 Consumidores, concess e permissionárias 650.575 607.910
1.02.01.01.02 Títulos a receber 312.155 316.091
1.02.01.01.03 (-) Provisão p/crédito de liq. duvidosa (13.370) (11.508)
1.02.01.01.04 Ativos Regulatórios 19.020 9.589
1.02.01.01.05 Fundos vinculados 33.970 32.487
1.02.01.01.06 Depósitos judiciais 202.905 121.933
1.02.01.01.07 Títulos e valores mobiliários 146.480 158.877
1.02.01.01.08 Tributos e contribuições sociais 80.556 78.550
1.02.01.01.09 Tributos contribuições sociais diferidos 148.009 141.453
1.02.01.01.10 Benefício fiscal - ágio incorporado 572.189 585.180
1.02.01.01.11 Bens e direitos destinados a alienação 3.244 3.357
1.02.01.01.12 Despesas pagas antecipadamente 260 260
1.02.01.02 Créditos com Pessoas Ligadas 29.224 28.532
1.02.01.02.01 Com Coligadas e Equiparadas 0 0
1.02.01.02.02 Com Controladas 29.224 28.532
1.02.01.02.03 Com Outras Pessoas Ligadas 0 0
1.02.01.03 Outros 48.131 48.169

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01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

01553-9 NEOENERGIA S.A. 01.083.200/0001-18

08.01 - BALANÇO PATRIMONIAL ATIVO CONSOLIDADO (Reais Mil)

1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 3 -30/06/2010 4 -31/03/2010

1.02.01.03.01 Outros créditos 48.131 48.169


1.02.02 Ativo Permanente 9.968.908 9.764.505
1.02.02.01 Investimentos 17.752 18.344
1.02.02.01.01 Participações Coligadas/Equiparadas 0 0
1.02.02.01.02 Participações em Controladas 0 0
1.02.02.01.03 Outros Investimentos 17.752 18.344
1.02.02.02 Imobilizado 8.072.922 7.870.185
1.02.02.03 Intangível 1.695.782 1.684.687
1.02.02.04 Diferido 182.452 191.289

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ITR - INFORMAÇÕES TRIMESTRAIS Data-Base - 30/06/2010 Legislação Societária
EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS

01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

01553-9 NEOENERGIA S.A. 01.083.200/0001-18

08.02 - BALANÇO PATRIMONIAL PASSIVO CONSOLIDADO (Reais Mil)

1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 3 - 30/06/2010 4 - 31/03/2010

2 Passivo Total 18.444.487 17.855.044


2.01 Passivo Circulante 2.803.167 3.091.300
2.01.01 Empréstimos e Financiamentos 493.311 533.645
2.01.01.01 Empréstimos Financ. e encargos de dívida 493.311 533.645
2.01.02 Debêntures 394.389 313.883
2.01.02.01 Debêntures e encargos 394.389 313.883
2.01.03 Fornecedores 599.769 617.446
2.01.04 Impostos, Taxas e Contribuições 339.718 357.415
2.01.04.01 Tributos e contribuições sociais 335.249 341.403
2.01.04.02 Tributos contribuições sociais diferidas 4.469 16.012
2.01.05 Dividendos a Pagar 104.027 437.628
2.01.05.01 Dividendos a pagar 3.399 207.833
2.01.05.02 Juros sobre capital próprio 100.628 229.795
2.01.06 Provisões 49.428 48.077
2.01.06.01 Provisões para contingências 49.428 48.077
2.01.07 Dívidas com Pessoas Ligadas 6.344 4.798
2.01.07.01 Coligadas, controladas e controladora 6.344 4.798
2.01.08 Outros 816.181 778.408
2.01.08.01 Passivos regulatórios 215.895 299.340
2.01.08.02 Folha de pagamento 6.162 16.093
2.01.08.03 Taxas regulamentares 208.284 177.029
2.01.08.04 Entidade de previdência privada 12.828 15.196
2.01.08.05 Obrigações estimadas 188.392 110.842
2.01.08.06 Adiantamentos recebidos 37.851 34.480
2.01.08.07 Consumidores devolução baixa renda 160 160
2.01.08.08 Outros contas a pagar 146.609 125.268
2.02 Passivo Não Circulante 5.119.287 4.659.893
2.02.01 Passivo Exigível a Longo Prazo 5.119.287 4.659.893
2.02.01.01 Empréstimos e Financiamentos 3.302.433 2.628.635
2.02.01.02 Debêntures 1.323.711 1.588.389
2.02.01.03 Provisões 81.547 71.871
2.02.01.03.01 Provisão para contingências 81.547 71.871
2.02.01.04 Dívidas com Pessoas Ligadas 296 0
2.02.01.04.01 Coligadas, controladas e controladora 296 0
2.02.01.05 Adiantamento para Futuro Aumento Capital 1.694 1.694
2.02.01.06 Outros 409.606 369.304
2.02.01.06.01 Fornecedores 7.893 5.856
2.02.01.06.02 Passivos regulatórios 87.117 35.286
2.02.01.06.03 Taxas regulamentares 85.161 83.510
2.02.01.06.04 Entidade de previdência privada 179.420 179.169
2.02.01.06.05 Tributos e contribuições sociais 29.041 28.855

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ITR - INFORMAÇÕES TRIMESTRAIS Data-Base - 30/06/2010 Legislação Societária
EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS

01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

01553-9 NEOENERGIA S.A. 01.083.200/0001-18

08.02 - BALANÇO PATRIMONIAL PASSIVO CONSOLIDADO (Reais Mil)

1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 3 -30/06/2010 4 -31/03/2010

2.02.01.06.06 Tributos contribuições sociais diferidos 8.345 4.980


2.02.01.06.07 Parcelamento de tributos e contribuições 0 0
2.02.01.06.08 Adiantamentos recebidos 0 0
2.02.01.06.09 Obrigações estimadas 2.003 2.003
2.02.01.06.10 Outras contas a pagar 10.626 29.645
2.03 Resultados de Exercícios Futuros 0 0
2.04 Part. de Acionistas Não Controladores 791.110 701.928
2.05 Patrimônio Líquido 9.730.923 9.401.923
2.05.01 Capital Social Realizado 4.739.025 4.739.025
2.05.02 Reservas de Capital 2.288 2.288
2.05.03 Reservas de Reavaliação 0 0
2.05.03.01 Ativos Próprios 0 0
2.05.03.02 Controladas/Coligadas e Equiparadas 0 0
2.05.04 Reservas de Lucro 4.393.408 4.393.408
2.05.04.01 Legal 327.201 327.201
2.05.04.02 Estatutária 0 0
2.05.04.03 Para Contingências 0 0
2.05.04.04 De Lucros a Realizar 0 0
2.05.04.05 Retenção de Lucros 4.066.207 4.066.207
2.05.04.06 Especial p/ Dividendos Não Distribuídos 0 0
2.05.04.07 Outras Reservas de Lucro 0 0
2.05.05 Ajustes de Avaliação Patrimonial 0 0
2.05.05.01 Ajustes de Títulos e Valores Mobiliários 0 0
2.05.05.02 Ajustes Acumulados de Conversão 0 0
2.05.05.03 Ajustes de Combinação de Negócios 0 0
2.05.06 Lucros/Prejuízos Acumulados 596.202 267.202
2.05.07 Adiantamento para Futuro Aumento Capital 0 0

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EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS

01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

01553-9 NEOENERGIA S.A. 01.083.200/0001-18

09.01 - DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO CONSOLIDADO (Reais Mil)

1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 3 - 01/04/2010 a 30/06/2010 4 - 01/01/2010 a 30/06/2010 5 - 01/04/2009 a 30/06/2009 6 - 01/01/2009 a 30/06/2009

3.01 Receita Bruta de Vendas e/ou Serviços 2.869.270 5.608.560 2.477.820 4.988.323
3.02 Deduções da Receita Bruta (991.145) (1.920.910) (810.979) (1.650.984)
3.03 Receita Líquida de Vendas e/ou Serviços 1.878.125 3.687.650 1.666.841 3.337.339
3.04 Custo de Bens e/ou Serviços Vendidos (1.020.329) (2.108.670) (995.089) (2.014.991)
3.05 Resultado Bruto 857.796 1.578.980 671.752 1.322.348
3.06 Despesas/Receitas Operacionais (272.262) (507.705) (191.231) (382.755)
3.06.01 Com Vendas (81.367) (165.111) (70.443) (150.527)
3.06.02 Gerais e Administrativas (115.238) (222.161) (89.901) (183.171)
3.06.03 Financeiras (48.206) (64.353) (3.364) 12.103
3.06.03.01 Receitas Financeiras 174.840 354.392 213.098 386.912
3.06.03.01.01 Renda de Aplicações Financeiras 83.960 150.039 62.351 134.495
3.06.03.01.02 Juros, comissões e acréscimo moratório 31.751 62.337 33.708 64.586
3.06.03.01.03 Remun. financ. dos ativos regulatórios 3.971 11.160 12.549 4.602
3.06.03.01.04 Variação monetária 11.305 24.369 10.190 37.368
3.06.03.01.05 Variação cambial 11.598 27.725 63.675 80.367
3.06.03.01.06 Operações de swap 17.583 45.523 8.980 29.875
3.06.03.01.07 Outras Receitas Financeiras 14.672 33.239 21.645 35.619
3.06.03.02 Despesas Financeiras (223.046) (418.745) (216.462) (374.809)
3.06.03.02.01 Encargos de dívida (95.991) (181.710) (89.947) (191.090)
3.06.03.02.02 Remun. financ. dos passivos regulatórios (5.649) (15.145) (11.617) (574)
3.06.03.02.03 Variação Monetária (26.830) (53.816) (20.535) (34.987)
3.06.03.02.04 Variação Cambial (14.395) (37.361) 0 (11.908)
3.06.03.02.05 Operação de Swap (25.368) (53.598) (74.751) (102.110)
3.06.03.02.07 Outras Despesas Financeiras (54.813) (77.115) (19.612) (34.140)
3.06.04 Outras Receitas Operacionais 452 778 529 711
3.06.04.01 Receita alienação/ desativação bens/dire 452 778 529 711
3.06.05 Outras Despesas Operacionais (2.422) (5.895) (1.259) (8.285)

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ITR - INFORMAÇÕES TRIMESTRAIS Data-Base - 30/06/2010 Legislação Societária
EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS

01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

01553-9 NEOENERGIA S.A. 01.083.200/0001-18

09.01 - DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO CONSOLIDADO (Reais Mil)

1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 3 - 01/04/2010 a 30/06/2010 4 - 01/01/2010 a 30/06/2010 5 - 01/04/2009 a 30/06/2009 6 - 01/01/2009 a 30/06/2009

3.06.05.01 Despesa alienação/desativação bens/direi (2.422) (5.895) (1.259) (8.285)


3.06.06 Resultado da Equivalência Patrimonial (25.481) (50.963) (26.793) (53.586)
3.06.06.01 Resultado de Equivalência Patrimonial 0 0 0 0
3.06.06.02 Amortização do Ágio (25.481) (50.963) (26.793) (53.586)
3.06.06.03 Prov. p/ desvalorização do investimento 0 0 0 0
3.07 Resultado Operacional 585.534 1.071.275 480.521 939.593
3.08 Resultado Não Operacional 0 0 0 0
3.08.01 Receitas 0 0 0 0
3.08.02 Despesas 0 0 0 0
3.09 Resultado Antes Tributação/Participações 585.534 1.071.275 480.521 939.593
3.10 Provisão para IR e Contribuição Social (80.228) (154.467) (63.204) (124.443)
3.10.01 Imposto de renda corrente (117.034) (228.242) (93.603) (195.711)
3.10.02 Contribuição social corrente (43.402) (84.332) (34.054) (70.829)
3.10.03 Imposto de renda incentivo - SUDENE 80.208 158.107 64.453 142.097
3.11 IR Diferido 29 (1.271) 8.642 (6.952)
3.11.01 IR Diferido 9.851 18.205 16.696 15.573
3.11.02 CSLL Diferido 3.546 7.279 6.017 5.621
3.11.03 Amortização ágio e reversão PMIPL (13.368) (26.755) (14.071) (28.146)
3.12 Participações/Contribuições Estatutárias 0 0 0 0
3.12.01 Participações 0 0 0 0
3.12.02 Contribuições 0 0 0 0
3.13 Reversão dos Juros sobre Capital Próprio 0 0 0 0
3.14 Part. de Acionistas Não Controladores (76.335) (125.201) (65.843) (120.106)
3.15 Lucro/Prejuízo do Período 429.000 790.336 360.116 688.092

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01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

01553-9 NEOENERGIA S.A. 01.083.200/0001-18

09.01 - DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO CONSOLIDADO (Reais Mil)

1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 3 - 01/04/2010 a 30/06/2010 4 - 01/01/2010 a 30/06/2010 5 - 01/04/2009 a 30/06/2009 6 - 01/01/2009 a 30/06/2009

NÚMERO AÇÕES, EX-TESOURARIA (Mil) 5.850.636 5.850.636 5.850.636 5.850.636


LUCRO POR AÇÃO (Reais) 0,07333 0,13509 0,06155 0,11761
PREJUÍZO POR AÇÃO (Reais)

30/07/2010 16:31:08 Pág: 20


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01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

01553-9 NEOENERGIA S.A. 01.083.200/0001-18

10.01 - DEMONSTRAÇÃO DO FLUXO DE CAIXA CONSOLIDADO - METODO INDIRETO (Reais Mil)

1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 3 - 01/04/2010 a 30/06/2010 4 - 01/01/2010 a 30/06/2010 5 - 01/04/2009 a 30/06/2009 6 - 01/01/2009 a 30/06/2009

4.01 Caixa Líquido Atividades Operacionais 541.644 1.183.111 630.283 1.165.088

4.01.01 Caixa Gerado nas Operações 773.692 1.532.945 733.956 1.334.243

4.01.01.01 Lucro Líquido 429.000 790.336 360.116 688.092

4.01.01.02 Depreciação e Amortização 124.021 234.947 105.124 211.098

4.01.01.03 Ativo Regulatório 6.907 105.542 17.542 (30.078)

4.01.01.04 Passivo Regulatório 14.492 33.879 89.282 125.557

4.01.01.05 Amortização de Ágio - líquida 38.849 77.718 40.863 81.732

4.01.01.06 Var monet, camb. e juros de LP. líquidas 5.973 12.426 (22.317) (36.843)

4.01.01.07 Var monet, camb. e juros de CP. líquidas 79.711 165.824 96.617 183.849

4.01.01.08 Valor residual ativo permanente baixados 1.780 4.530 2.537 13.018

4.01.01.09 Tributos e contrib. sociais dferidos (9.460) (24.820) (22.559) (28.943)

4.01.01.10 Prov. Conting. Cíveis/ fiscais/ trab. (349) 706 932 (808)

4.01.01.11 Prov. p/ajuste ao valor de realiza - RTE 0 0 0 7.247

4.01.01.12 Provisão para devedores duvidosos 6.519 6.867 457 1.110

4.01.01.13 Participações Minoritárias 76.335 125.201 65.843 120.106

4.01.01.14 Equivalência patrimonial 0 0 0 0

4.01.01.15 Outras receitas e desp financ. líquidas (86) (211) (534) (947)

4.01.01.16 Ajustes de exercícios anteriores 0 0 53 53

4.01.02 Variações nos Ativos e Passivos (232.048) (349.834) (103.673) (169.155)

4.01.02.01 Consumidores. conces. e permissionárias (95.775) (150.166) (30.297) (79.478)

4.01.02.02 Títulos a Receber 16.912 (6.369) (3.470) 16.748

4.01.02.03 Depósitos Judiciais (80.115) (81.392) (3.135) (9.027)

4.01.02.04 Tributos e contribuições sociais (65.396) (104.122) (70.874) (122.184)

4.01.02.05 Títulos e valores mobiliários (103.874) (115.937) (28.178) (27.279)

4.01.02.06 Serviço em curso (21.388) (80.067) (4.654) (4.229)

4.01.02.07 Despesas pagas antecipadamente 5.471 (2.486) 1.258 (8.685)

4.01.02.08 Fundos vinculados 2.970 (4.296) (3.113) (5.915)

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01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

01553-9 NEOENERGIA S.A. 01.083.200/0001-18

10.01 - DEMONSTRAÇÃO DO FLUXO DE CAIXA CONSOLIDADO - METODO INDIRETO (Reais Mil)

1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 3 -01/04/2010 a 30/06/2010 4 -01/01/2010 a 30/06/2010 5 - 01/04/2009 a 30/06/200901/04/20096a- 30/06/2009


01/01/2009 a 30/06/200901/01/2009 a 30/06/2009

4.01.02.09 Outros Ativos (3.205) (20.410) (9.347) (5.915)

4.01.02.10 Fornecedores (33.263) (2.830) (13.973) (32.706)

4.01.02.11 Folha de pagamento (9.947) (3.554) (11.585) (2.982)

4.01.02.12 Encargos da dívida e swap (6.905) (4.086) 9.134 13.563

4.01.02.13 Taxa regulamentares 31.383 116.979 9.932 (26.398)

4.01.02.14 Tributos e contribuições sociais (3.612) (47.396) 2.504 40.693

4.01.02.15 Obrigações estimadas 78.609 91.242 72.913 102.843

4.01.02.16 Empréstimos e financiamentos 41.732 60.314 3.203 4.932

4.01.02.17 Adiantamentos recebidos 4.362 12.657 6.570 13.148

4.01.02.18 Entidade de previdência privada (7.208) (16.986) (2.492) (6.609)

4.01.02.19 Provisões para contingiências 6.412 14.541 795 1.845

4.01.02.20 Outras contas a pagar 10.789 (5.470) (28.864) (31.520)

4.01.03 Outros 0 0 0 0

4.02 Caixa Líquido Atividades de Investimento (433.544) (886.365) (470.553) (931.350)

4.02.01 Em Investimentos 105 (145) 5.698 (236)

4.02.02 No Imobilizado e Intangível (433.763) (886.377) (468.742) (912.123)

4.02.03 Integralização de capital 0 0 0 0

4.02.04 No Diferido 1 0 (7.509) (18.991)

4.02.05 Bens e direitos destinados a alienação 113 157 0 0

4.03 Caixa Líquido Atividades Financiamento 2.400 113.158 (286.762) (426.263)

4.03.01 Empréstimos e financiamentos obtidos 744.832 810.859 193.404 282.848

4.03.02 Pagamentos de empréstimos, financ.e swap (212.936) (310.307) (157.177) (354.323)

4.03.03 Pagamento de debêntures (205.195) (245.800) (95.160) (135.313)

4.03.04 Obrigações vinculadas 110.224 293.599 79.089 87.617

4.03.05 Pagamento de dividendos 0 0 0 0

4.03.06 Pgto de Dividendos e JSCP (434.525) (435.193) (306.918) (307.092)

4.03.07 Redução de capital 0 0 0 0

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01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

01553-9 NEOENERGIA S.A. 01.083.200/0001-18

10.01 - DEMONSTRAÇÃO DO FLUXO DE CAIXA CONSOLIDADO - METODO INDIRETO (Reais Mil)

1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 3 -01/04/2010 a 30/06/2010 4 -01/01/2010 a 30/06/2010 5 - 01/04/2009 a 30/06/200901/04/20096a- 30/06/200901/04/2009


01/01/2009 a 30/06/200901/01/2009
a 30/06/2009 a 30/06/200901/01/20

4.03.08 Debêntures emitidas 0 0 0 0

4.03.09 Empréstimos com partes relacionadas 0 0 0 0

4.03.10 Adiant. para futuro aumento de capital 0 0 0 0

4.04 Variação Cambial s/ Caixa e Equivalentes 0 0 0 0

4.05 Aumento(Redução) de Caixa e Equivalentes 110.500 409.904 (127.032) (192.525)

4.05.01 Saldo Inicial de Caixa e Equivalentes 2.929.048 2.629.644 2.356.033 2.421.526

4.05.02 Saldo Final de Caixa e Equivalentes 3.039.548 3.039.548 2.229.001 2.229.001

30/07/2010 16:31:08 Pág: 23


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01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

01553-9 NEOENERGIA S.A. 01.083.200/0001-18

11.01 - DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO CONSOLIDADO DE 01/04/2010 a 30/06/2010 (Reais Mil)
1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 3 - CAPITAL SOCIAL 4 - RESERVAS DE 5 - RESERVAS DE 6 - RESERVAS DE 7 - LUCROS/ PREJUÍZOS 8 - AJUSTES DE 9 - TOTAL PATRIMÔNIO
CAPITAL REAVALIAÇÃO LUCRO ACUMULADOS AVALIAÇÃO LÍQUIDO
PATRIMONIAL

5.01 Saldo Inicial 4.739.025 2.288 0 4.393.408 0 0 9.134.721

5.02 Ajustes de Exercícios Anteriores 0 0 0 0 0 0 0

5.03 Saldo Ajustado 4.739.025 2.288 0 4.393.408 0 0 9.134.721

5.04 Lucro / Prejuízo do Período 0 0 0 0 429.000 0 429.000

5.05 Destinações 0 0 0 0 (100.000) 0 (100.000)

5.05.01 Dividendos 0 0 0 0 0 0 0

5.05.02 Juros sobre Capital Próprio 0 0 0 0 (100.000) 0 (100.000)

5.05.03 Outras Destinações 0 0 0 0 0 0 0

5.06 Realização de Reservas de Lucros 0 0 0 0 0 0 0

5.07 Ajustes de Avaliação Patrimonial 0 0 0 0 0 0 0

5.07.01 Ajustes de Títulos e Valores Mobiliários 0 0 0 0 0 0 0

5.07.02 Ajustes Acumulados de Conversão 0 0 0 0 0 0 0

5.07.03 Ajustes de Combinação de Negócios 0 0 0 0 0 0 0

5.08 Aumento/Redução do Capital Social 0 0 0 0 0 0 0

5.09 Constituição/Realização Reservas Capital 0 0 0 0 0 0 0

5.10 Ações em Tesouraria 0 0 0 0 0 0 0

5.11 Outras Transações de Capital 0 0 0 0 0 0 0

5.12 Outros 0 0 0 0 0 0 0

5.13 Saldo Final 4.739.025 2.288 0 4.393.408 329.000 0 9.463.721

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01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

01553-9 NEOENERGIA S.A. 01.083.200/0001-18

11.02 - DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO CONSOLIDADO DE 01/01/2010 a 30/06/2010 (Reais Mil)
1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 3 - CAPITAL SOCIAL 4 - RESERVAS DE 5 - RESERVAS DE 6 - RESERVAS DE 7 - LUCROS/ PREJUÍZOS 8 - AJUSTES DE 9 - TOTAL PATRIMÔNIO
CAPITAL REAVALIAÇÃO LUCRO ACUMULADOS AVALIAÇÃO LÍQUIDO
PATRIMONIAL

5.01 Saldo Inicial 4.739.025 2.288 0 4.393.408 0 0 9.134.721

5.02 Ajustes de Exercícios Anteriores 0 0 0 0 0 0 0

5.03 Saldo Ajustado 4.739.025 2.288 0 4.393.408 0 0 9.134.721

5.04 Lucro / Prejuízo do Período 0 0 0 0 790.336 0 790.336

5.05 Destinações 0 0 0 0 (194.134) 0 (194.134)

5.05.01 Dividendos 0 0 0 0 0 0 0

5.05.02 Juros sobre Capital Próprio 0 0 0 0 (194.134) 0 (194.134)

5.05.03 Outras Destinações 0 0 0 0 0 0 0

5.06 Realização de Reservas de Lucros 0 0 0 0 0 0 0

5.07 Ajustes de Avaliação Patrimonial 0 0 0 0 0 0 0

5.07.01 Ajustes de Títulos e Valores Mobiliários 0 0 0 0 0 0 0

5.07.02 Ajustes Acumulados de Conversão 0 0 0 0 0 0 0

5.07.03 Ajustes de Combinação de Negócios 0 0 0 0 0 0 0

5.08 Aumento/Redução do Capital Social 0 0 0 0 0 0 0

5.09 Constituição/Realização Reservas Capital 0 0 0 0 0 0 0

5.10 Ações em Tesouraria 0 0 0 0 0 0 0

5.11 Outras Transações de Capital 0 0 0 0 0 0 0

5.12 Outros 0 0 0 0 0 0 0

5.13 Saldo Final 4.739.025 2.288 0 4.393.408 596.202 0 9.730.923

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

1. CONTEXTO OPERACIONAL

A NEOENERGIA S.A. (“NEOENERGIA” ou “Companhia”) é uma sociedade por ações de capital


aberto, constituída com o objetivo principal de atuar como holding, participando no capital de
outras sociedades dedicadas às atividades de distribuição, transmissão, geração e comercialização
de energia elétrica.

A Companhia possui participações diretas e indiretas nas seguintes controladas e controlada em


conjunto, segregadas por atividade de negócio:

Percentual da Participação (%)


30/06/10 31/03/10
Empresas Controladas Ref Direta Indireta Direta Indireta
DISTRIBUIÇÃO
COELBA 87,84 - 87,84 -
CELPE 89,65 - 89,65 -
COSERN 84,45 - 84,45 -
GERAÇÃO
AFLUENTE GERAÇÃO 87,84 - 87,84 -
BAGUARI I 99,99 0,01 99,99 0,01
BAHIA PCH I (a) 99,99 0,01 99,99 0,01
ENERGÉTICA ÁGUAS DA PEDRA (a) 51,00 - 51,00 -
GERAÇÃO CIII 99,99 0,01 99,99 0,01
GOIÁS SUL (a) 99,99 0,01 99,99 0,01
ITAPEBI 42,00 - 42,00 -
RIO PCH I 75,00 - 75,00 -
TERMOAÇU 23,13 - 25,20 -
TERMOPERNAMBUCO 99,99 0,01 99,99 0,01
GERAÇÃO CÉU AZUL (a) 99,99 0,01 99,99 0,01
TRANSMISSÃO
AFLUENTE TRANSMISSÃO 87,84 - 87,84 -
SE NARANDIBA (a) 99,99 0,01 99,99 0,01
COMERCIALIZAÇÃO
NC ENERGIA 100,00 - 100,00 -
OUTROS
NEOINVEST 99,99 0,01 99,99 0,01
NEOSERV (Antiga TERMO NC) (b) 1,00 99,00 1,00 99,00

Sociedades de Propósito Específico ("SPEs") Direta Indireta Direta Indireta


Garter Properties INC. 100,00 - 100,00 -
BB Polo 28 Fundo de Investimento Renda Fixa 100,00 - 100,00 -
Ancona Renda Fixa Fundo de Investimento 100,00 - 100,00 -
Fundo de Investimento Bilbao 100,00 - 100,00 -
Santander Fundo de Investimento Rio de Janeiro Referenciado DI 100,00 - 100,00 -
Bradesco Fundo de Investimento Referenciado DI Recife 100,00 - 100,00 -

(a) Empresas constituídas para construção de novos empreendimentos em geração ou


transmissão, os quais se encontram em fase pré-operacional.

(b) Participação através da NC Energia. Vide nota explicativa nº 20.

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

2. CONCESSÕES

DISTRIBUIÇÃO Número de Municípios Localidade Data de Concessão Data de Vencimento


COELBA 415 Estado da Bahia 08/08/1997 07/08/2027
CELPE 184 Estado de Pernambuco 30/03/2000 30/03/2030
CELPE 1 Distrito de Fernando de Noronha 30/03/2000 30/03/2030
CELPE 1 Estado da Paraíba 30/03/2000 30/03/2030
COSERN 167 Estado do Rio Grande do Norte 31/12/1997 30/12/2027

COMERCIALIZAÇÃO Localidade Data de Autorização


NC ENERGIA Rio de Janeiro 16/08/2000

Capacidade Energia Energia Data da


Data de
Geração em Operação Tipo de Usina Localidade Instalada Assegurada Contratada Concessão/A
Vencimento
(MW) * (MWmed) * (Mwmed) utorização

COELBA
Belmonte Termelétrica - UTE Belmonte - BA 1,5 MW Somente em 29/08/05 Indeterminado
Ilha Grande Termelétrica - UTE Camamu - BA 1,7 MW 1,2 MW 1,2 MW 08/08/97 07/08/27

AFLUENTE
Alto Fêmeas I Hidrelétrica - PCH Rio das Fêmeas - São Desidério - BA
10 MW 9,5 MW 9,5 MW 08/08/97 07/08/27
Presidente Goulart Hidrelétrica - PCH Rio Correntina - BA 8 MW 6,9 MW 6,9 MW 08/08/97 07/08/27

ITAPEBI Hidrelétrica - UHE Rio Jequitinhonha - BA 450 MW 214,3 MW 214,3 MW 28/05/99 27/05/34

TERMOPERNAMBUCO Termelétrica - UTE Complexo Portuário do Suape - PE 637,5 MW 490,6 MW 455 MW 15/12/00 18/12/30

CELPE
Fernando de Noronha Térmica a diesel Distrito de Fernando de Noronha - PE 4,08 MW 1,6 MW 21/12/89 21/12/19

TERMOAÇU Termelétrica - UTE Alto do Rodrigues - RN 368 MW 331 MW 266 MW 09/07/01 08/07/31

RIO PCH I
Pedra do Garrafão Hidrelétrica - PCH Rio Itabapoana - RJ 19 MW 11,31 MW 11 MW 17/12/02 16/12/32
Pirapetinga Hidrelétrica - PCH Rio Itabapoana - RJ 20 MW 11,51 MW 11 MW 17/12/02 16/12/32

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


Capacidade Energia Energia Data da
Data de
Geração em Construção Tipo de Usina Localidade Instalada Assegurada Contratada Concessão/A
Vencimento
(MW) * (MWmed) * (Mwmed) utorização

GOIAS SUL
Nova Aurora Hidrelétrica - PCH Rio Veríssimo - GO 21 MW 12,37 MW 12 MW 17/02/04 16/02/34
Goiandira Hidrelétrica - PCH Rio Veríssimo - GO 27 MW 17,09 MW 16 MW 17/12/02 16/12/32

BAGUARI I Hidrelétrica - UHE Rio Doce - MG 140 MW 81,4 MW 77 MW 15/08/06 15/08/41

GERAÇÃO CIII
Corumbá III Hidrelétrica - UHE Rio Corumbá - GO 93,6 MW 50,9 MW 50,9 MW 07/11/01 06/11/36

DARDANELOS Hidrelétrica - UHE Rio Aripuanã - MT 261 MW 154,9 MW 147 MW 28/06/07 28/06/42

BAHIA PCH I Hidrelétrica - PCH Rio das Fêmeas - BA 25 MW 19,6 MW 19 MW 09/12/99 09/12/99

BAIXO IGUAÇU Hidrelétrica - UHE Rio Iguaçu - PR 350 MW 172,8 MW 121 MW 30/06/05 04/08/40

3. ATIVIDADES NÃO VINCULADAS À CONCESSÃO DO SERVIÇO PÚBLICO DE


ENERGIA ELÉTRICA

As controladas Coelba, Celpe, Afluente Transmissão, Termope e Itapebi possuem bens originários
do ativo imobilizado, classificados como outros investimentos, ainda que de valor de pequena
relevância, utilizados na obtenção de renda.

4. APRESENTAÇÃO DAS INFORMAÇÕES TRIMESTRAIS

O Comitê de Pronunciamentos Contábeis emitiu e a CVM aprovou ao longo do exercício de 2009


diversos pronunciamentos contábeis alinhados com as Normas Internacionais de Contabilidade
(IFRS) emitidas pelo IASB – International Accounting Standards Board, com vigência para os
exercícios sociais iniciados a partir de 1º de janeiro de 2010 com aplicação retroativa a 2009 para
fins de comparabilidade.

Entretanto, conforme facultado pela Deliberação CVM n◦ 603, de 10 de novembro de 2009, a


Companhia optou por apresentar as Informações Trimestrais – ITR de 2010 de acordo com as
normas contábeis vigentes até 31 de dezembro de 2009. Sendo assim, as informações trimestrais
estão sendo apresentadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil (BRGAAP), as
quais incluem as disposições da Lei das Sociedades por Ações, conjugada com a legislação
específica aplicada às concessionárias do serviço público de energia elétrica, editada pela Agência
Nacional de Energia Elétrica – ANEEL, normas e procedimentos contábeis emitidos pela Comissão
de Valores Mobiliários – CVM e as normas e procedimentos contábeis emitidos pelo Comitê de
Pronunciamentos Contábeis – CPC vigentes até 31 de dezembro de 2009.

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


A Administração da Companhia, no seu melhor julgamento, apresenta abaixo um breve descritivo
das possíveis alterações nas práticas contábeis anteriormente adotadas, para as informações
trimestrais de 30 de junho de 2010:

• Interpretação Técnica ICPC 01, aprovada pela Deliberação CVM n◦ 611 em 22 de dezembro
de 2009 estabelece os princípios gerais sobre o reconhecimento e a mensuração das
obrigações e os respectivos direitos dos contratos de concessão, onde a remuneração
recebida ou a receber pela concessionária deve ser registrada pelo seu valor justo,
correspondendo à direitos sobre um ativo financeiro e/ou um ativo intangível.

 Nos termos do contrato de concessão, a Companhia atua como prestador de serviço e


constrói e melhora a infra-estrutura (serviços de construção ou melhoria) usada para
prestar um serviço público e opera e mantém essa infra-estrutura (serviços de
operação) durante determinado prazo. Dessa forma, no alcance desta Interpretação, a
Companhia deve registrar e mensurar a receita dos serviços que presta de acordo com
os Pronunciamentos Técnicos CPC 17 – Contratos de Construção e CPC 30 - Receitas.

O impacto mais provável nas demonstrações contábeis será a transferência dos saldos
do Ativo Imobilizado e de Obrigações Especiais para (a) o Ativo Intangível referente
ao direito da cobrança de tarifa dos consumidores (direito de exploração da concessão),
e/ou (b) eventual registro de um Ativo Financeiro, representando o direito
incondicional da Companhia de recebimento de caixa.

A Companhia tem participado de discussões e debates com outros agentes do setor


elétrico, órgãos reguladores e associações da classe contábil sobre aspectos para
aplicação prática da referida instrução técnica.

Considerando a extensão da complexidade das alterações requeridas por esta


interpretação técnica, a Companhia entende que não é possível, no cenário atual,
quantificar com segurança os impactos da adoção da Interpretação ICPC nº 01.

• Pronunciamento CPC 17 – Contratos de Construção, aprovado pela deliberação CVM n˚ 576


em 05 de junho de 2009, que estabelece o tratamento contábil das receitas e despesas
associadas a contratos de construção.

 A aplicabilidade desse pronunciamento contábil está diretamente relacionada à


dissolução de dúvidas oriundas da Interpretação Técnica ICPC 01, visto que o
reconhecimento dessa receita não está previsto no ambiente tarifário regulatório. Dessa
forma, a Companhia entende que não é possível, no cenário atual, quantificar com
segurança os impactos da adoção do referido pronunciamento.

• Pronunciamento CPC 20 – Custos de Empréstimos, aprovado pela deliberação CVM n˚ 577


em 05 de junho de 2009, que discute a capitalização de custos de empréstimos que são
diretamente atribuíveis à aquisição, construção ou produção de um ativo qualificável.

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


 A Companhia já adota a prática de capitalizar custos de empréstimos diretamente
atribuíveis a ativos qualificáveis, porém está avaliando a possibilidade de adotar o
critério de capitalização de encargos financeiros captados genericamente, porém
utilizados na obtenção de ativos qualificáveis, considerando que o montante de custos
de empréstimos elegíveis à capitalização deve estar vinculado à sua realização via
tarifa de energia elétrica. Dessa forma, o referido Pronunciamento Técnico poderá
produzir impactos sobre suas demonstrações financeiras, dependendo da opção a ser
avaliada pela Administração da Companhia ao longo de 2010.

• Pronunciamento CPC 21 – Demonstração Intermediária, aprovado pela deliberação CVM n˚


581 em 31 de julho de 2009, que orienta sobre o conteúdo mínimo de uma demonstração
contábil intermediária e os diversos aspectos de reconhecimento e mensuração das transações
e eventos contábeis.

 A Administração da Companhia espera que essa norma produza alterações sobre o


volume de informações a serem divulgados em suas Informações Trimestrais – ITRs,
dado que tais ITRs serão preparadas em bases sintetizadas.

• Pronunciamento CPC 24 – Evento Subsequente, aprovado pela deliberação CVM n˚ 593 em


15 de setembro de 2009, que estabelece quando a entidade deve ajustar suas demonstrações
contábeis com respeito aos eventos subsequentes ao período contábil de referência e quais as
informações que a entidade deve divulgar sobre os eventos subsequentes que tenham gerado
ou não ajustes nas demonstrações.

 O principal impacto na aplicação dessa norma refere-se contabilização de dividendos.


De acordo com a mesma, ao final do exercício a Companhia deverá reconhecer como
passivo somente o dividendo mínimo obrigatório estabelecido em seu Estatuto ou,
quando esse for omisso, aquele determinado na Lei 6.404. Dividendos adicionais ao
mínimo serão registrados como passivo na medida em que forem aprovados pelos
órgãos competentes da Companhia, conforme disposto no “ICPC 08 Contabilização da
Proposta de Pagamento de Dividendos”.

Em 31 de dezembro de 2009, a Companhia registrou de acordo com as práticas


contábeis vigentes, a proposta da Administração para distribuição de dividendos no
valor de R$ 103.200. Essa proposta está superior ao mínimo obrigatório, portanto, de
acordo com o referido Pronunciamento Técnico, o valor excedente ao mínimo
obrigatório deverá ser reclassificado do passivo para conta específica no patrimônio
líquido em 2009 para fins de divulgação de números comparativos ao exercício de
2010.

• Pronunciamento CPC 25 – Provisão e Passivo e Ativo Contingentes, aprovado pela


Deliberação CVM n˚ 594 em 15 de setembro de 2009, cujo objetivo é assegurar que sejam
aplicados os critérios de reconhecimento e as bases de mensuração apropriadas a provisões e

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


passivos e ativos contingentes, além de determinar aspectos de divulgação dessas
informações;

 A Companhia, conforme requerido pela Deliberação CVM n˚ 489, de 03 de outubro de


2005, já efetuava as contabilizações e divulgações aplicando os conceitos de provisão,
passivos e ativos contingentes inseridos no referido pronunciamento, e por esse motivo
não espera mudanças significativas nas práticas contábeis já adotadas.

• Pronunciamento CPC 26 - Apresentação das Demonstrações Contábeis, aprovado pela


deliberação CVM n˚ 595 em 15 de setembro de 2009, o qual define a base para a
apresentação de demonstrações contábeis em consonância com a nova estrutura conceitual,
no sentido de assegurar a comparabilidade, tanto com as demonstrações contábeis de
períodos anteriores da entidade, quanto com as demonstrações contábeis de outras entidades.

 A Companhia entende que o referido Pronunciamento Técnico produzirá impactos


sobre a apresentação de suas demonstrações financeiras, uma vez que define
extensivos requerimentos de divulgação sobre políticas contábeis e a introdução
“Outros Resultados Abrangentes” nas Demonstrações do Resultado e da Mutação do
Patrimônio Líquido e a segregação da parcela de acionistas controladores e não
controladores nestas peças, prática essa que deverá ser aplicada pela Companhia nas
demonstrações financeiras a serem preparadas em 2010 (incluindo as demonstrações
contábeis do período comparativo).

• Pronunciamento CPC 27 – Ativo Imobilizado aprovado pela Deliberação CVM n˚ 583 em 31


de julho de 2009, cujo objetivo é estabelecer o reconhecimento inicial e os principais pontos a
serem considerados na contabilização de um ativo imobilizado, incluindo a composição dos
custos e métodos permitidos para o cálculo da depreciação. Este pronunciamento deve ser
analisado em conjunto com a Interpretação ICPC 10 “Entendimento sobre os
Pronunciamentos Técnicos CPC 27 e CPC 28”.

 A Companhia entende que este pronunciamento contábil terá impacto apenas sobre os
bens que não serão reversíveis ao final do contrato de concessão, ou seja, aqueles que
geralmente são utilizados na consecução de atividades suporte e/ou administrativas e
estão sob pleno domínio da concessionária, conforme preceituam as normas
regulatórias que tratam da matéria. Nesse contexto se enquadram: softwares,
hardwares, terrenos administrativos, edificações, obras civis e benfeitorias
administrativas, máquinas e equipamentos administrativos, veículos, e móveis e
utensílios.

A principal mudança em relação à prática atual é o requerimento de dedução do valor


residual estimado dos ativos imobilizados para cômputo da depreciação. Atualmente a
Companhia efetua a depreciação dos ativos pelo seu custo de formação integral sem
deduzir o valor residual estimado, com isso, a despesa de depreciação advinda dos bens
existentes em 01/01/2010 será reduzida nas próximas demonstrações contábeis.

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• Pronunciamento CPC 28 – Propriedade para Investimento, aprovado pela deliberação CVM
n˚ 584 em 31 de julho de 2009, que prescreve o tratamento contábil e respectivas divulgações
às propriedades destinadas à obtenção de renda ou à valorização comercial, ou a ambos.

 As controladas Coelba, Celpe, Afluente Transmissão, Termope e Itapebi possuem bens


imóveis classificados nas demonstrações contábeis de 30/06/2010 como propriedades
para investimento, no montante de R$ 7.021, mensurados ao custo de aquisição e
líquido da depreciação acumulada, e não espera que esse pronunciamento contábil
produza impactos relevantes sobre suas demonstrações contábeis.

• Pronunciamento CPC 30 – Receitas, aprovado pela deliberação CVM n˚ 597 em 15 de


setembro de 2009, que determina como a entidade deve mensurar reconhecer e divulgar
informações sobre receitas provenientes de certos tipos de transações e eventos.

 Esse Pronunciamento Técnico define que, para fins de divulgação na demonstração do


resultado, a receita inclui somente os ingressos brutos de benefícios econômicos,
portanto as quantias cobradas por conta de terceiros, tais como tributos sobre vendas,
não são benefícios econômicos, assim, são excluídos da receita. Este Pronunciamento
Técnico requer uma divulgação em Nota Explicativa da “receita bruta tributável”
reconciliada com a receita apresentada na demonstração do resultado. O principal
reflexo de divulgação nas demonstrações financeiras se refere à apresentação da receita
na demonstração do resultado líquida de quantias cobradas por conta de terceiros
decorrente dos impactos sobre as vendas.

A Companhia não espera que o referido Pronunciamento Técnico produza impactos


relevantes sobre suas demonstrações contábeis, uma vez que sua prática contábil de
reconhecimento de receita converge com a prática contábil requerida por este CPC.

• Pronunciamento CPC 31 - Ativo Não-Circulante Mantido Para Venda e Operação


Descontinuada, aprovado pela deliberação CVM n˚ 598 em 15 de setembro de 2009, cujo
objetivo é especificar a contabilização de ativos não-circulantes colocados à venda e a
apresentação e divulgação de operações descontinuadas.

 As controladas Coelba e Celpe possuem bens imóveis destinados à venda no montante


de R$ 3.244, em 30/06/2010, consequentemente não espera que esse pronunciamento
contábil produza impactos relevantes sobre suas demonstrações contábeis.

• Pronunciamento CPC 32 - Tributos sobre o Lucro, aprovado pela Deliberação CVM n˚ 599
em 15 de setembro de 2009, o qual estabelece o tratamento contábil referente aos tributos
incidentes sobre o lucro.

 A Administração da Companhia não espera que essa norma produza impactos


relevantes sobre suas demonstrações contábeis, uma vez que sua prática contábil em
relação aos tributos sobre o lucro, na forma do Imposto de Renda da Contribuição

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


Social sobre o Lucro Líquido, corrente e diferido, está alinhada com a prática contábil
requerida por este CPC.

• Pronunciamento CPC 33 – Benefícios a Empregados, aprovado pela Deliberação CVM n˚


600 em 07 de outubro de 2009, o qual dá orientações sobre o reconhecimento, a mensuração
e a evidenciação dos benefícios concedidos aos empregados.

 A Companhia efetua as contabilizações e divulgações conforme requerido pela


Instrução 371/00 da CVM, referente à avaliação e registro de benefícios pós-emprego.
Os demais assuntos tratados no referido CPC não impactam de forma significativa suas
demonstrações contábeis.

• Pronunciamento CPC 37 – Adoção Inicial das Normas Internacionais de Contabilidade,


aprovado pela Deliberação CVM n˚ 609 em 22 de dezembro de 2009, cujo objetivo é o de
garantir que as primeiras demonstrações contábeis consolidadas de uma entidade, elaboradas
conforme as normas internacionais de contabilidade emitidas pelo IASB – International
Accounting Standards Board, contenham informações de alta qualidade; e que sejam
transparentes para os usuários e comparáveis em relação a todos os períodos apresentados;
proporcionem um ponto de partida adequado para as contabilizações de acordo com as
IFRSs; e possam ser geradas a um custo que não supere os seus benefícios. Adicionalmente,
dispõe sobre as circunstâncias em que é necessária ou é vedada aplicação retroativa dos
IFRS.

 A Companhia prevê um maior volume de informações a serem divulgadas no balanço


de abertura na data de transição para o IFRS, de forma que as conciliações incluam
detalhes suficientes para o pleno entendimento dos ajustes efetuados em decorrência da
mudança de política contábil (adoção do IFRS) e de que forma eles afetaram a posição
patrimonial (balanço patrimonial), o desempenho econômico (demonstração do
resultado) e o desempenho financeiro (demonstração dos fluxos de caixa), em relação
às práticas que vinha adotando.

• Pronunciamentos CPC´s 38, 39 e 40 – Instrumentos Financeiros: Reconhecimento e


Mensuração, Apresentação, Evidenciação, aprovados pela Deliberação CVM n˚ 604 em 19 de
novembro de 2009, os quais disciplinam, respectivamente, o reconhecimento e a mensuração
de operações realizadas com instrumentos financeiros, incluindo derivativos, e o
procedimento aplicável ao reconhecimento contábil das operações de hedge; os princípios
para a apresentação de instrumentos financeiros como passivo ou patrimônio líquido e para
compensação de ativos financeiros e passivos financeiros; e a necessidade de divulgações
detalhadas sobre os instrumentos financeiros para a situação financeira e patrimonial da
Companhia e seu desempenho.

O CPC 38 introduz uma série de novos conceitos que não constam do CPC 14, substituído
pela OCPC 03 Instrumentos Financeiros: Reconhecimento, Mensuração e Evidenciação,
aprovado pelo Ofício-Circular CVM/SNC/SEP nº. 03/2009, de 19 de novembro de 2009. Os

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


principais itens não cobertos no CPC 14 são os derivativos embutidos, o desreconhecimento
de ativos e passivos financeiros e provisão para perdas ao valor recuperável (impairment).

 A Companhia já efetuava as contabilizações e divulgações conforme requerido pelo


Pronunciamento CPC nº 14 e os novos conceitos englobados por esses novos
pronunciamentos não impactam de forma significativa suas demonstrações contábeis.

• Pronunciamento CPC 43 – Adoção Inicial dos Pronunciamentos Técnicos CPC 15 a 40,


aprovado pela Deliberação CVM n˚ 610 em 22 de dezembro de 2009, cujo objetivo é
fornecer as diretrizes necessárias para que as demonstrações contábeis individuais de uma
entidade, elaboradas de acordo com os Pronunciamentos Técnicos, Interpretações e
Orientações do CPC, possam estar em conformidade com as normas internacionais de
contabilidade emitidas pelo IASB – International Accounting Standards Board.

 A Companhia entende que o referido pronunciamento está diretamente relacionado


com o Pronunciamento CPC 37 - Adoção Inicial das Normas Internacionais de
Contabilidade, de forma que as opções adotadas para fins do Pronunciamento CPC 37
serão também adotadas para fins do Pronunciamento CPC 43, como forma de
minimizar eventuais diferenças entre as demonstrações contábeis individuais da
Companhia e consolidada dos acionistas controladores.

Adicionalmente, a informação contábil para o trimestre findo em 30 de junho de 2009 foi


reclassificada, quando aplicável, para fins de melhor apresentação e manutenção da uniformidade
na comparabilidade. A comparação entre os saldos apresentados e os saldos reclassificados para
fins de comparabilidade, está demonstrada a seguir:

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


31/03/10
Balanço Patrimonial Publicado Reclassificado
Ativo Total 17.843.180 17.855.044
Ativo Circulante 5.889.784 5.969.659
Ativos regulatórios 179.392 247.808
Outros créditos 227.324 238.783
Ativo Não Circulante 11.953.396 11.885.385
Ativos regulatórios 77.603 9.589
Títulos e Valores Mobiliários 191.175 158.877
Fundos vinculados 189 32.487
Depósitos Judiciais 117.777 121.933
Imobilizado 7.874.339 7.870.185
Passivo Total 17.843.180 17.855.044
Passivo Circulante 3.000.693 3.091.299
Fornecedores 622.244 617.446
Passivos regulatórios 220.195 299.340
Coligadas, controladas e controladoras - 4.798
Outras contas a pagar 113.807 125.267
Passivo Não Circulante 4.738.636 4.659.893
Tributos e contribuições diferidos 6.121 4.980
Passivos regulatórios 114.029 35.286
Obrigações estimadas 862 2.003

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


01/04/09 a 30/06/09 01/01/09 a 30/06/09
Demonstração de Resultado Publicado Reclassificado Publicado Reclassificado

Receita Bruta de Vendas e/ou Serviços 2.481.237 2.477.820 4.991.746 4.988.323


Fornecimento de energia elétrica 875.673 925.275 1.903.043 2.012.057
Energia Elétrica Curto Prazo – CCEE 23.709 23.709 57.511 57.511
Disponibilização do sistema de distribuição 1.499.078 1.500.220 2.859.485 2.860.989
Subvenção à tarifa social baixa renda 123.523 - 239.402 -
Receita de ativo regulatório (6.281) - (5.829) -
Reversão da recomposição tarifária de
racionamento (10.648) - (25.994) -
Reversão da energia livre racionamento 1.275 - (7.343) -
Receita (reversão) revisão tarifária (56.811) - (89.759) -
Parcela de ajuste Transmissão 3.102 - 3.464 -
Encargos - CBEE (6) - (13) -
Outras 28.623 28.617 57.779 57.766

Deduções da Receita Bruta (812.562) (810.978) (1.652.568) (1.650.984)


PIS (40.979) (41.686) (85.583) (85.583)
COFINS (193.204) (192.302) (392.886) (392.886)
ICMS (474.912) (475.108) (961.094) (961.094)
Conta de Desenvolvimento Energético - CDE (13.172) (13.183) (25.224) (25.235)
Conta de Consumo de Combústivel - CCC (52.151) (50.556) (109.033) (107.438)
Outras (38.144) (38.142) (78.748) (78.748)

Receita Líquida de Vendas e/ou Serviços 1.668.675 1.666.842 3.339.178 3.337.339

Custos e Despesas Operacionais (1.157.263) (1.155.432) (2.350.528) (2.348.689)


Custo com energia elétrica (798.120) (796.280) (1.601.366) (1.599.526)
Custo de operação (192.384) (194.149) (406.087) (407.847)
Custo de serviço prestado (4.659) (4.659) (7.618) (7.618)
Com vendas (72.217) (70.443) (152.301) (150.527)
Gerais e administrativas (89.883) (89.901) (183.156) (183.171)

Resultado Financeiro (3.366) (3.366) 12.103 12.103

Resultado na Alienação/Desat. Bens/Direitos - (730) - (7.574)


Resultado de participações societárias (27.884) (26.793) (55.768) (53.586)
Lucro antes do imposto de renda e
contribuição social 480.162 480.522 944.985 939.593
Resultado não operacional (729) - (7.573) -
Imposto de Renda e Contribuição Social (53.475) (54.564) (129.214) (131.395)
Participações minoritárias (65.842) (65.842) (120.106) (120.106)

Lucro do Período 360.116 360.116 688.092 688.092

5. PROCEDIMENTOS DE CONSOLIDAÇÃO

As informações trimestrais foram preparadas de acordo com as normas estabelecidas pela Instrução
n° 247 de 27 de março de 1996 da CVM e incluem a Neoenergia, suas controladas e controlada em
conjunto.

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


As demonstrações contábeis da controlada em conjunto Termoaçu, foram consolidadas com base no
método de consolidação proporcional, aplicável sobre cada componente das demonstrações
contábeis da investida.

Os principais procedimentos de consolidação são:

• Eliminação dos saldos das contas de ativos e passivos entre as empresas consolidadas;

• Eliminação das participações no capital, reservas e lucros acumulados das empresas


consolidadas;

• Eliminação dos saldos de receitas e despesas decorrentes de negócios entre as empresas.

Para fins de apresentação das demonstrações contábeis consolidadas, o ágio pago pela Neoenergia
S.A. na aquisição de investimentos, o qual é atribuído a concessão, foi classificado no ativo
intangível.

Os balanços patrimoniais, em 30 de junho de 2010 e 31 de março de 2010 e as demonstrações do


resultado para os trimestres findos em 30 de junho de 2010 e 2009 (reclassificados, quando
aplicável), da controlada em conjunto Termoaçu, estão assim compostos, de forma condensada:

Balanços Patrimoniais
TERMOAÇU
30/06/10 31/03/10
Ativo 787.845 786.780
Circulante 55.802 46.940
Não Circulante 732.043 739.840

Passivo 787.845 786.780


Circulante 74.689 75.487
Patrimônio Líquido 713.156 711.293

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Demonstração do Resultado
TERMOAÇU
30/06/10 30/06/09
Receita operacional líquida 23.488 50.975
Custo de bens e serviços vendidos (12.271) (39.666)
Resultado bruto 11.217 11.309
Receitas (despesas) operacionais (4.767) (6.036)
Resultado do serviço 6.450 5.273
Receita (despesas) financeiras (388) 2.859
Resultado operacional 6.062 8.132
Resultado antes do imposto de renda e contribuição
social 6.062 8.132
Imposto de renda e contribuição social (2.205) (2.668)
Lucro líquido do exercício 3.857 5.464

6. CAIXA E EQUIVALENTE DE CAIXA

Controladora Consolidado
Saldos Saldos
30/06/10 31/03/10 30/06/10 31/03/10
Caixa e Depósitos bancários à vista 114 87 45.415 45.240
Aplicações Financeiras:
Certificado de Depósito Bancário (CDB) 284.737 - 358.915 99.955
Fundos de investimento 2.056.182 1.942.255 2.635.218 2.783.803
Carteira de Clientes - - - 50
2.341.033 1.942.342 3.039.548 2.929.048

Caixa e equivalentes de caixa incluem caixa, depósitos bancários à vista e aplicações financeiras de
curto prazo, os quais são registrados pelos valores de custo acrescidos dos rendimentos auferidos
até as datas dos balanços, que não excedem o seu valor de mercado ou de realização.

As aplicações financeiras correspondem a operações realizadas com instituições que operam no


mercado financeiro nacional e contratadas em condições e taxas normais de mercado, tendo como
característica alta liquidez, baixo risco de crédito e remuneração pela variação do Certificado de
Depósito Interbancário (CDI) a taxas que variam de 96% a 103%.

7. CONSUMIDORES, CONCESSIONÁRIAS E PERMISSIONÁRIAS

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Consolidado
Saldos vencidos Total PCLD
Saldos Até 90 Mais de 90
vincendos dias dias 30/06/10 31/03/10 30/06/10 31/03/10

Setor Privado
Residencial 766.128 243.672 56.553 1.066.353 1.010.849 (38.237) (32.016)
Industrial 181.518 67.336 76.604 325.458 324.517 (52.094) (48.908)
Comercial, serviços e outras 263.864 67.503 29.977 361.344 368.939 (22.973) (21.663)
Rural 60.831 21.299 43.893 126.023 119.053 (21.769) (21.775)
1.272.341 399.810 207.027 1.879.178 1.823.358 (135.073) (124.362)
Setor Público
Poder Público
Federal 13.794 3.277 2.617 19.688 17.662 (420) (435)
Estadual 17.955 8.449 4.953 31.357 35.998 (1.968) (2.001)
Municipal 20.402 19.147 6.678 46.227 42.108 (930) (1.066)
52.151 30.873 14.248 97.272 95.768 (3.318) (3.502)
Iluminação pública 30.545 14.876 6.186 51.607 46.484 (2.269) (3.122)
Serviço público 56.547 10.385 11.197 78.129 75.115 (9.139) (8.768)
Fornecimento não faturado 225.326 - - 225.326 218.732 - -

Subtotal - Consumidores 1.636.910 455.944 238.658 2.331.512 2.259.457 (149.799) (139.754)


Câmara de Comercialização de
Energia Elétrica - CCEE (a) 651 - 68.742 69.393 68.175 - -
Acréscimos moratórios 15.612 16.816 43.229 75.657 67.741 (808) (2.194)
Serviços prestados a terceiros 215 2.296 9.607 12.118 10.786 - -
Disponibilização do sistema de
Transmissão e Distribuição 25.943 116 106 26.165 26.188 - -
Suprimento 249 - - 249 269 - -
Outros créditos 19.090 9.918 45.300 74.308 62.355 (2.118) (1.674)
Total 1.698.670 485.090 405.642 2.589.402 2.494.971 (152.725) (143.622)
Ativo Circulante 1.938.827 1.887.061 (152.725) (143.622)
Ativo Não Circulante 650.575 607.910 - -

As contas a receber de longo prazo representam os valores resultantes da consolidação de


parcelamento de débitos de contas de fornecimento de energia vencidos de consumidores
inadimplentes e com vencimento futuro, cobrados em contas de energia. Incluem juros e multa
calculados pró-rata temporis.

(a) Câmara de Comercialização de Energia Elétrica - CCEE

Os valores correspondentes às operações junto a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica -


CCEE, foram registrados levando-se em consideração informações divulgadas pela mesma.

As operações de venda de “energia de curto prazo” no âmbito da CCEE, (Mercado Atacadista de


Energia – MAE, a época) do período de setembro de 2000 a dezembro de 2002 vinculados a
processos judiciais em andamento movidos por agentes do setor que contestam a contabilização da
CCEE no período. As controladas Coelba, Celpe, Cosern e NC Energia geraram um direito de
crédito.

As controladas não constituíram provisão para créditos de liquidação duvidosa sobre os saldos
vinculados aos litígios por entender que os valores serão integralmente recebidos seja dos devedores
que questionaram os créditos judicialmente ou de outras empresas que vierem a ser indicadas pela
CCEE.

Outros créditos

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Na controlada Termopernambuco refere-se aos contratos de fornecimento de energia no montante
de 390 MWh com a Celpe e 65 MWh com a Coelba, com vigência até 2023 e aos valores de
reparação da Petrobrás, oriundos da compra de energia elétrica no âmbito da CCEE. De acordo com
os contratos de compra e venda de energia elétrica firmados com a Celpe e Coelba, a demanda
contratada será diretamente proporcional ao número de horas do mês.

8. TÍTULOS A RECEBER

Referem-se aos parcelamentos de débitos financeiros, oriundos de contas de fornecimento de


energia em atraso, de órgãos públicos e débitos diversos (agentes arrecadadores, aluguéis, custas
processuais, etc.).

Consolidado
Total
Saldos Vencidos Reclassificado PCLD
Vincendos Até 90 dias Mais 90 dias 30/06/10 31/03/10 30/06/10 31/03/10

Setor público 342.385 3.427 6.557 352.369 359.597 (15.827) (9.381)


Setor privado 30.803 1.337 5.990 38.130 28.782 (18.435) (19.053)
Total 373.188 4.764 12.547 390.499 388.379 (34.262) (28.434)
Ativo Circulante 78.344 72.288 (21.283) (17.317)
Ativo Não Circulante 312.155 316.091 (12.979) (11.117)

Os parcelamentos de débito incluem juros e atualizações monetárias, taxas, prazos e indexadores


comuns de mercado, e os valores, líquidos da PCLD são considerados recuperáveis pela
Administração das controladas.

Do saldo total de títulos a receber, o montante de R$ 144.460 (R$ 145.656 em março de 2010),
refere-se ao alongamento da dívida da Companhia de Águas e Esgotos do Rio Grande do Norte –
CAERN, conforme Instrumento Particular de Reconhecimento, Consolidação, Pagamento e
Parcelamento de Débito nº. 2016/CCE/2004 e CD 0066/2007.

9. PROVISÃO PARA CRÉDITO DE LIQUIDAÇÃO DUVIDOSA – PCLD

A provisão para créditos de liquidação duvidosa foi constituída de acordo com as normas do
Manual de Contabilidade do Serviço Público de Energia Elétrica da ANEEL e após criteriosa
análise das contas a receber vencidas, sendo considerada pela Administração das controladas
suficiente para cobrir eventuais perdas na realização dos valores a receber, inclusive títulos a
receber.

Para fins fiscais, o excesso de provisão calculado em relação aos termos dos artigos 9º e 10º da Lei
nº 9.430/96, está adicionado ao lucro real e à base de cálculo da contribuição social sobre o lucro
líquido – CSLL.

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Consolidado
30/06/10 31/03/10
Consumidores, concessionárias e permissionárias (152.725) (143.622)
Títulos a receber (34.262) (28.434)
Outros créditos (2.831) (2.434)
Total (189.818) (174.490)
Ativo Circulante (176.448) (162.982)
Ativo Não Circulante (13.370) (11.508)

A mutação da provisão para crédito de liquidação duvidosa está demonstrada a seguir:

Consolidado
Saldo Baixados Saldo
Adições Reversões
31/03/10 Reserva 30/06/10
Consumidores, concessionárias e permissionárias (143.622) (121.011) 111.147 761 (152.725)
Títulos a receber (28.434) (11.417) 5.589 - (34.262)
Outros créditos (2.434) (6.924) 6.527 - (2.831)
Total (174.490) (139.352) 123.263 761 (189.818)

Ativo Circulante (162.982) (176.448)


Ativo Não Circulante (11.508) (13.370)

10. ATIVOS E PASSIVOS REGULATÓRIOS

A ANEEL, através da Resolução Homologatória nº 971 de 19 de abril de 2010, publicada no Diário


Oficial da União do dia 20 de abril de 2010 para a Controlada Coelba, Resolução Homologatória nº
972 de 19 de abril de 2010, publicada no Diário Oficial da União do dia 20 de abril de 2010 para a
Controlada Cosern, Resolução Homologatória nº 973 de 27 de abril de 2010, publicada no Diário
Oficial da União do dia 29 de abril de 2010 para a Controlada Celpe, homologou o resultado do
Reajuste Tarifário anual das controladas, conforme demonstrado abaixo:

30/07/2010 16:31:10 Pág: 41


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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


30/06/10
Ref. Coelba Celpe Cosern

Receita Anual (RA0) (1) 3.748.056 2.524.859 943.240

Encargos Setoriais 398.287 270.092 115.289


Compra de Energia Elétrica 1.681.553 1.250.300 463.221
Transporte de Energia 252.784 163.727 75.585
Parcela A 2.332.624 1.684.119 654.095

Remuneração Bruta de Capital - Parcela B 1.575.901 916.698 357.505

Receita Requerida (Parcela A +B) (2) 3.908.525 2.600.817 1.011.600


CVA (36.338) (23.221) (12.812)
Componentes Financeiros 93.039 9.078 25.910
Subsídios Tarifários 71.553 85.309 14.196

Total Comp. Financeiros e Subsídios (3) 128.254 71.166 27.294

Reajuste Econômico [ (2) / (1) ] (4) 4,28% 3,01% 7,25%


Componentes Financeiros e Subsídios [ (3) / (2) ] (5) 3,28% 2,74% 2,70%
Reajuste Tarifário Total [ (4) + (5) ] 7,56% 5,74% 9,95%

Reajuste Percebido pelo Consumidor (*) 5,02% -8,70% 7,09%

(*) Representa o efeito médio percebido pelo consumidor em decorrência da retirada da base
tarifária de componentes financeiros que haviam sido adicionados no reajuste tarifário anterior.

Em abril de 2010, a controlada Celpe e a ANEEL celebraram o 4º. Termo Aditivo ao Contrato de
Concessão de Serviço Público de Distribuição de Energia Elétrica e controlada Cosern celebrou o
3º. Termo Aditivo ao Contrato de Concessão de Serviço Público de Distribuição de Energia
Elétrica alterando os procedimentos de cálculo do reajuste anual das tarifas, com efeitos a partir de
fevereiro de 2010, no sentido de eliminar o efeito tarifário causado pela metodologia de reajuste
originalmente prevista no contrato e assegurar a neutralidade dos custos da Parcela “A”, relativos
aos encargos setoriais especificados em subcláusula própria do referido aditivo.

Os saldos dos ativos e passivos regulatórios em 30 de junho de 2010 e 31 de março de 2010 estão
assim demonstrados:

30/07/2010 16:31:10 Pág: 42


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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


Consolidado
Ativo
Reclassificado
30/06/10 31/03/10
Não Não
Ref. Circulante Circulante Total Circulante Circulante Total

Acordo Geral do Setor Elétrico: (a)


Recomposição Tarifária Extraordinária - RTE (a.1) 1.272 - 1.272 10.421 - 10.421
Energia Livre (a.2) 6.004 - 6.004 8.019 - 8.019
Valores Tarifários Não Gerenciáveis a Compensar da "Parcela A" (a.3) 30.172 - 30.172 29.667 - 29.667

Conta de Compensação de Itens da Parcela A – CVA (b) 72.757 12.651 85.408 120.208 6.433 126.641

Componentes Financeiros: (c)


Programa Social Luz Para Todos (c.1) 32.551 - 32.551 921 - 921
Neutralidade Parcela A - Encargos Setoriais (c.2) 1.315 144 1.459 - - -
Repasse de Sobrecontratação de Energia (c.3) 17.765 3.843 21.608 36.834 2.616 39.450
Exposição CCEAR entre Submercados (c.4) 827 - 827 1.027 - 1.027
Garantias de Leilão 568 86 654 223 31 254
Parcela de Ajuste Conexão 38 - 38 270 - 270
Parcela de Ajuste Rede Básica Fronteira 731 - 731 86 - 86
Ajuste Concatenação dos CUSDs 714 - 714 (12) - (12)
Ajuste P&D, Efic. Energ., e Ressarc. ICMS Sistema Isolado 4.832 - 4.832 - - -
Compra de energia (c.5) 6.932 - 6.932 10.173 - 10.173
Ajuste IRT 2010 4.242 - 4.242 - - -
Outros 100 9 109 46 - 46

Reposicionamento Tarifário: (d) (3.986) - (3.986) 10.232 - 10.232

Subsídios Tarifários:
Subsídio Baixa Renda 2.844 615 3.459 6.756 - 6.756
Subsídio Irrigação/Aquicultura 1.073 - 1.073 4.343 - 4.343
Subsídio Fontes Incentivadas 6.372 1.222 7.594 8.146 319 8.465
Subsídio Autoprodutores 1.208 450 1.658 448 190 638

TOTAL ATIVO 188.331 19.020 207.351 247.808 9.589 257.397

Consolidado
Passivo
Reclassificado
30/06/10 31/03/10
Não Não
Ref. Circulante Circulante Total Circulante Circulante Total

Acordo Geral do Setor Elétrico: (a)


Energia Livre (a.1) 36.025 16.660 52.685 36.788 16.297 53.085
Valores Tarifários Não Gerenciáveis a Compensar da "Parcela A" 7.387 - 7.387 7.348 - 7.348

Conta de Compensação de Itens da Parcela A – CVA (b) 138.627 52.804 191.431 219.693 16.090 235.783

Componentes Financeiros: (c)


Neutralidade Parcela A - Encargos Setoriais (c.2) 5.350 5.131 10.481 - - -
Repasse de Sobrecontratação de Energia (c.3) 11.966 7.189 19.155 20.421 2.674 23.095
Exposição CCEAR entre Submercados (c.4) 147 312 459 794 - 794
Parcela de Ajuste Conexão 501 - 501 5 - 5
Parcela de Ajuste Rede Básica Fronteira 1.564 - 1.564 54 - 54
Ajuste Conexão Exclusiva A1 1.585 - 1.585 56 - 56
Ajuste IRT 2009 - - - 2.565 - 2.565
Outros 778 - 778 441 - 441

Subsídios Tarifários:
Subsídio Baixa Renda 1.653 4.265 5.918 2.626 - 2.626
Subsídio Irrigação/Aquicultura 3.021 676 3.697 4.731 225 4.956
Subsídio Fontes Incentivadas 379 80 459 557 - 557
Subsídio Autoprodutores 4.811 - 4.811 344 - 344
Subsídio Cooperativas 2.101 - 2.101 2.917 - 2.917

TOTAL PASSIVO 215.895 87.117 303.012 299.340 35.286 334.626

(a) Acordo Geral do Setor Elétrico

O Governo Federal, por meio da Câmara de Gestão da Crise de Energia Elétrica – GCE, e as
concessionárias distribuidoras e geradoras de energia elétrica celebraram em 2001, o “Acordo Geral
do Setor Elétrico”, definindo os critérios para recomposição das receitas e perdas extraordinárias

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


relativas ao período de vigência do Programa Emergencial de Redução do Consumo de Energia
Elétrica, que ocorreu através de adicional tarifário nas contas de fornecimento de energia. Sendo na
controlada Cosern em 2,9% nas contas faturadas aos consumidores da classe residencial (exceto
subclasse residencial baixa renda) iluminação pública e rural e de 7,9% para as demais classes
consumidoras.

Os principais itens constantes do Acordo Geral do Setor Elétrico estão demonstrados a seguir:

(a.1) Recomposição Tarifária Extraordinária – RTE

A Resolução ANEEL nº. 001, de 12 de janeiro de 2004, alterou o prazo máximo de recuperação
para 102 meses, excluindo deste prazo a recuperação dos valores financeiros de itens da “Parcela
A”, relativos ao período de 1º de janeiro a 25 de outubro de 2001. Este prazo extinguiu-se em
junho de 2010.

Em obediência a Resolução Normativa ANEEL nº. 387, de 15 de dezembro de 2009, que


estabelece a metodologia de cálculo dos saldos da Energia Livre e da Perda de Receita após o
encerramento da cobrança da Recomposição Tarifária Extraordinária – RTE nas tarifas de
fornecimento, a controlada Cosern está efetuando o recálculo dos valores residuais da
Recomposição Tarifária Extraordinária – RTE e Energia Livre, e procederá os devidos ajustes
contábeis até o final do exercício.

A controlada Cosern mantém registrada provisão para perda na realização da RTE no valor de
R$ 42.133 (R$ 42.133, em 31 de março de 2010).

O quadro abaixo demonstra a movimentação do saldo do trimestre:

Consolidado
Saldos em 31 de março de 2010 10.421
Remuneração financeira 1.573
(-) Amortização / Reversão (10.722)
Saldos em 30 de junho de 2010 1.272
Ativo Circulante 1.272
Ativo Não Circulante -

(a.2) Energia Livre

A Energia Livre é a parcela das despesas com a compra de energia no âmbito do CCEE, realizadas
pelas concessionárias, permissionárias e autorizadas de geração e de distribuição até dezembro de
2002, decorrentes da redução da geração de energia elétrica nas usinas participantes do Mecanismo
de Realocação de Energia - MRE e consideradas nos denominados contratos iniciais e equivalentes.

A ANEEL estabeleceu os procedimentos para a recuperação e repasse aos geradores, a partir de


fevereiro de 2003, dos valores de energia livre calculados com a aplicação de 18,1719% sobre a
arrecadação da RTE, posteriormente alterada em março de 2004, para 19,4527%.

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

A Resolução ANEEL n˚ 001, de 12 de janeiro de 2004, estabeleceu o prazo máximo de


permanência da RTE (Perda de Receita e Energia Livre) nas tarifas de fornecimento de energia
elétrica em 74 meses, encerrado em fevereiro de 2008 para a controlada Coelba, o qual foi
insuficiente para a recuperação integral do ativo.

Os valores contabilizados pelas controladas Coelba, Celpe e Cosern em 30 de junho de 2010 e 31 de


março de 2010 como energia livre, têm a seguinte composição:

Consolidado
Ativo Passivo
Não Não
Circulante Circulante Circulante Circulante
Saldos em 31 de março de 2010 8.019 - 36.788 16.297
Encargos 42 - - -
(-) Amortização / Reversão (2.521) - (2.017) -
Remuneração financeira 464 - 1.254 363
Saldos em 30 de junho de 2010 6.004 - 36.025 16.660

Segue o demonstrativo analítico do passivo de energia livre a pagar, por Geradora:

Consolidado
Reclassificado
30/06/10 31/03/10
AES Tiete S/A 3.418 3.439
Centrais Elétricas Cahoeira Dourada S/A - CDSA 1.210 1.214
Companhia Estadual de Energia Elétrica - CEEE 1.652 1.671
Companhia Energética de São Paulo - CESP 10.354 10.418
Companhia Energética de Minas Gerais - CEMIG 14.041 14.110
Companhia Hidrelétrica do São Francisco - CHESF 14.975 15.047
Duke Energy Internacional -Geração Paranapanema S/A - DUKE 2.771 2.785
Centrais Elétricas do Norte do Brasil S/A - ELETRONORTE 4.387 4.407
Furnas Centrais Elétricas S/A - FURNAS 11.166 11.231
Outros 5.369 5.421
Subtotal 69.343 69.743
(-) Provisão para ajuste ao valor de realização (16.658) (16.658)
Total 52.685 53.085
Passivo Circulante 36.025 36.788
Passivo Não Circulante 16.660 16.297

(a.3) Valores Tarifários Não Gerenciáveis a Compensar da "Parcela A"

A Resolução ANEEL nº 90, de 18 de fevereiro de 2002, definiu os itens da “Parcela A”, referente
ao período compreendido entre 1º de janeiro e 25 de outubro de 2001, bem como a forma de

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


remuneração econômica, mediante a incorporação dos efeitos financeiros, e o período para a
recuperação tarifária.

Para a controlada Cosern, estes valores foram homologados através da Resolução nº. 482, de 29 de
agosto de 2002, os quais serão recuperados através de adicional tarifário nas contas faturadas, sendo
2,9% para consumidores da classe residencial (exceto subclasse baixa renda) iluminação pública e
rural e de 7,9% para as demais classes consumidoras, contados a partir de 27 de dezembro de 2001,
após a conclusão da RTE. Mediante a Resolução nº. 1, de 12 de janeiro de 2004, foi excluído o
prazo máximo de recuperação dos valores financeiros de itens da “Parcela A”.

Consolidado
Ativo Passivo
Saldos em 31 de março de 2010 29.667 7.348
Remuneração financeira 584 88
(-) Amortização - (49)
(-) Transferências (79) -
Saldos em 30 de junho de 2010 30.172 7.387
Circulante 30.172 7.387
Não Circulante - -

Consolidado
Circulante
Ativo Passivo
Subvenção para conta de consumo de combustível - CCC 4.056 -
Reserva global de reversão - RGR - 1.312
Taxa de fiscalização do serviço de energia elétrica - TFSEE 2.069 6.075
Tarifa de utilização do sistema de transmissão - TUST 7.580 -
Energia comprada para revenda 16.467 -
Saldos em 30 de junho de 2010 30.172 7.387

Saldos em 31 de março de 2010 29.667 7.348

(b) Conta de compensação de Itens da Parcela “A” - CVA

A Portaria Interministerial dos Ministros de Estado da Fazenda e de Minas e Energia nº 25, de 24


de janeiro de 2002, estabeleceu a Conta de Compensação de Variação de Valores de Itens da
“Parcela A” – CVA, com o propósito de registrar as variações de custos, negativas ou positivas,
ocorridas no período entre reajustes tarifários anuais, relativos aos itens previstos nos contratos de
concessão de distribuição de energia elétrica.

Os saldos de ativos e passivos de CVA, segregados por competência, estão assim demonstrados:

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Ativo
Período Circulante Não circulante Total
De 23 de março de 2008 a 22 de março de 2009 9.576 - 9.576
De 23 de março de 2009 a 22 de março de 2010 35.700 - 35.700
De 23 de março de 2010 a 22 de março de 2011 4.743 5.083 9.826
De 01 de abril de 2009 a 31 de março de 2010 21.225 - 21.225
De 01 de abril de 2010 a 31 de março de 2011 1.513 7.568 9.081
Saldos em 30 de junho de 2010 72.757 12.651 85.408

Saldos em 31 de março de 2010 120.208 6.433 126.641

Passivo
Período Circulante Não circulante Total
De 23 de março de 2008 a 22 de março de 2009 17.182 - 17.182
De 23 de março de 2009 a 22 de março de 2010 62.299 - 62.299
De 23 de março de 2010 a 22 de março de 2011 15.083 25.949 41.032
De 01 de abril de 2009 a 31 de março de 2010 38.692 - 38.692
De 01 de abril de 2010 a 31 de março de 2011 5.371 26.855 32.226
Saldos em 30 de junho de 2010 138.627 52.804 191.431

Saldos em 31 de março de 2010 219.693 16.090 235.783

Segue abaixo a movimentação das CVA´s ativa e passiva no ano:

Consolidado
ATIVO
Saldos em Saldos em
CVA 31/03/10 Remuneração Constituição Amortização 30/06/10
Encargos Setoriais -
CCC 63.698 1.021 2.072 (21.962) 44.828
CDE 2.512 52 311 (626) 2.249
ESS 5.692 (303) 5.960 (8.937) 2.412
PROINFA 5.068 91 888 (1.669) 4.377
Transmissão
Transporte de Energia 38.882 901 2.042 (10.214) 31.611

Energia Elétrica Comprada 10.789 865 3.329 (15.052) (69)

TOTAL ATIVO 126.641 2.627 14.601 (58.461) 85.408

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Consolidado
PASSIVO
Saldos em Saldos em
CVA 31/03/10 Remuneração Constituição Amortização 30/06/10
Encargos Setoriais -
CCC 9.126 133 2.601 (9.126) 2.734
CDE - 29 397 (97) 329
ESS 64.998 868 4.007 (19.677) 50.196
PROINFA 1 172 828 (104) 897
Transmissão
Transporte de Energia 1.326 - 703 (1.342) 687
Energia Elétrica Comprada 160.332 2.249 25.982 (51.975) 136.588
TOTAL ATIVO 235.783 3.451 34.518 (82.321) 191.431

(c) Componentes Financeiros

(c.1) Programa Luz para todos

A Resolução Normativa ANEEL n◦ 294, de 11 de dezembro de 2007 estabeleceu a metodologia


aplicável e os procedimentos de repasse tarifário dos déficits incorridos pelas concessionárias de
energia elétrica em função da execução do Programa Luz Para Todos.

A movimentação dos saldos no trimestre está assim demonstrada:

Ativo
Saldos em 31 de março de 2010 921
Constituição 52.534
Remuneração financeira 604
(-) Amortização (21.508)
Saldos em 30 de junho de 2010 32.551
Circulante 32.551
Não Circulante -

(c.2) Neutralidade da Parcela A - Encargos Setoriais

Em abril de 2010, a Companhia e a ANEEL celebraram o 4º. Termo Aditivo ao Contrato de


Concessão de Serviço Público de Distribuição de Energia Elétrica alterando os procedimentos de
cálculo do reajuste anual das tarifas, com efeitos a partir de fevereiro de 2010, no sentido de
eliminar o efeito tarifário causado pela metodologia de reajuste originalmente prevista no contrato e
assegurar a neutralidade dos custos da Parcela “A”, relativos aos encargos setoriais especificados
em subcláusula própria do referido aditivo.

(c.3) Repasse de Sobrecontratação de Energia

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O Decreto n° 5.163, de 30 de julho de 2004, em seu art. 38, determina que no repasse dos custos de
aquisição de energia elétrica às tarifas dos consumidores finais, a ANEEL deverá considerar até
103% (cento e três por cento) do montante total de energia elétrica contratada em relação à carga
anual de fornecimento do agente de distribuição. Este repasse foi regulamentado pela Resolução
ANEEL nº 255, de 6 de março de 2007.

A movimentação dos saldos no trimestre está assim demonstrada:

Consolidado
Ativo Passivo
Saldos em 31 de março de 2010 39.450 23.095
Constituição 5.999 12.804
Remuneração 134 142
Amortização (23.975) (16.886)
Saldos em 30 de junho de 2010 21.608 19.155
Circulante 17.765 11.966
Não Circulante 3.843 7.189

(c.4) Exposição Financeira

O Decreto nº 5.163, de 30 de julho de 2004, em seu art. 28, trata que as eventuais diferenças de
preços no mercado de curto prazo da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica - CCEE serão
repassadas pelos agentes de distribuição aos consumidores.

A movimentação dos saldos no trimestre está assim demonstrada:

Ativo Passivo
Saldos em 31 de março de 2010 1.027 794
Constituição 94 205
Adição - 189
Remuneração financeira 73 (41)
(-) Amortização (367) (688)
Saldos em 30 de junho de 2010 827 459

Circulante 827 147


Não Circulante - 312

(c.5) Compra de Energia

Com a entrada em operação, em maio de 2004, da usina termoelétrica Termopernambuco, a


controlada Celpe solicitou a ANEEL um reajuste tarifário extraordinário visando à cobertura dos
custos adicionais com a compra de energia.

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


Em reunião pública deliberativa, realizada em 8 de novembro de 2004, a diretoria da ANEEL
reconheceu o direito da controlada Celpe ao repasse dos custos adicionais com compra de energia
elétrica da Termopernambuco, desde a entrada em operação comercial dessa usina, por meio de
constituição de ativo regulatório.

Pela Resolução Homologatória nº 112, de 2005 a Diretoria da ANEEL decidiu pelo recebimento em
4 parcelas deste ativo, reconhecido pelo Despacho ANEEL nº 892, de 08 de novembro de 2004.

(d) Reposicionamento Tarifário

A ANEEL, através da Resolução Homologatória nº 112, de 2005, complementada pela Resolução


Homologatória nº 326, de 28 de abril de 2006, definiu o resultado final da primeira revisão tarifária
periódica da controlada Celpe, ocorrida em abril de 2005, fixando o reposicionamento tarifário em
23,57% o qual seria aplicado de forma escalonada pelo mecanismo denominado por Delta PB.
Assim, foi aplicado em 2005 o reposicionamento de 12,5 %, e nos reajuste subsequentes aplicado
parcela adicional de receita a Parcela B, visando compensar esse diferimento. Nos reajustes de 2006
e 2007 foram incorporadas essas parcelas.

Na revisão tarifária 2009 na controlada Celpe, por meio da Resolução Homologatória nº 815 de
28/04/2009, a ANEEL publicou as tarifas considerando a última parcela do diferimento do
reposicionamento tarifário de 2005 (Delta PB) e do ativo regulatório referente à compra de energia
(Termopernambuco). Isto em atendimento à decisão liminar proferida pelo MM. Juiz Substituto da
9ª Vara Federal da Seção Judiciária do Distrito Federal, que determinou a inclusão imediata da
última parcela desses dois ativos nas tarifas. Houve, temporariamente, a suspensão da referida
decisão liminar pelo Superior Tribunal de Justiça - STJ, a partir de 27 de maio de 2009, entretanto
em 09 de julho de 2009, o Supremo Tribunal Federal- STF, reestabeleceu a decisão liminar da 9ª
Vara Federal, permitindo a controlada Celpe praticar tarifas que consideravam as últimas parcelas
dos referidos ativos. Em 20 de agosto de 2009, em sentença da 9ª Vara Federal da Seção Judiciária
do Distrito Federal, houve julgamento do mérito da ação, no qual foi reconhecido o direito da
CELPE de continuar aplicando as tarifas homologadas pela ANEEL constantes nos anexos VII e
VIII da Resolução Homologatória nº 815/2009, as quais consideram os efeitos da decisão liminar

Consolidado
Ativo
Saldos em 31 de março de 2010 10.232
(-) Amortização (14.218)
Saldos em 30 de junho de 2010 (3.986)
Ativo Circulante (3.986)
Ativo Não Circulante -

11. TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


Consolidado
Agente Tipo de Reclassificado
Financeiro Ref. aplicação Vencimento Indexador 30/06/10 31/03/10
Banco do Brasil (1) (3) Fundo de Investimento mar-13 Variável 6.452 6.351
Banco Nordeste do Brasil (1) Carteira de clientes/CDI Diversos CDI 42.425 37.310
Banco Nordeste do Brasil CDB jan-13 CDI 12.515 12.257
Banco Nordeste do Brasil CDB Diversos CDI 28.487 27.894
Banco Nordeste do Brasil (1) CDB (*) CDI 16.494 16.150
Banco Nordeste do Brasil (1) CDB jan-14 CDI 10.243 10.032
Banco Nordeste do Brasil (1) CDB ago/10 CDI 14.002 17.903
Banco Bradesco CDB fev-11 CDI 5 4
Banco Bradesco (2) CDB (*) CDI 1.944 1.253
Banco Bradesco CDB (*) CDI 129 149
Banco Bradesco (2) Fundo Recife (*) CDI 150 1.902
Banco Bradesco Fundo de Investimento (*) CDI 4.370 2.722
Banco Bradesco (2) CDB/CDI Diversos CDI 4.094 3.202
Banco Santander (1) CDB/CDI (*) CDI 11.337 11.096
Banco do Brasil CDB mar-13 CDI 21.351 20.879
Banco do Brasil (1) Fundo de Investimento jul-10 CDI 19.791 25.603
Banco do Brasil Fundo de Investimento out-15 CDI 37.769 36.763
Banco do Brasil Fundo de Investimento (*) CDI 17.249 16.982
Banco Itaú Títulos Públicos set-13 Selic 40.812 39.925
Banco Itaú CDB diversos CDI 9.275 9.076
Banco Votorantim CDB diversos CDI 7.576 7.412
Banco Votorantim (2) CDB dez-10 CDI 117.747 15.875
Outros - 417
Total 424.217 321.157
Ativo Circulante 277.737 162.280
Ativo Não Circulante 146.480 158.877

(1) Constituem reservas reais para garantia de empréstimos junto às instituições financeiras.
(2) Constituem garantia para contrato de energia.
(3) Fundo de Investimento Exclusivo do Grupo Neoenergia, tendo a Companhia como
participante. Sua carteira é composta principalmente de LTN – Letras do Tesouro
Nacional, LFT – Letras Financeiras do Tesouro e CDB’s – Certificados de Depósitos
Bancários.
(*) Aplicações com liquidez sem vencimento pré-determinado.

12. TRIBUTOS E CONTRIBUIÇÕES SOCIAIS

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


Controladora
Ativo Passivo
Ref. 30/06/10 31/03/10 30/06/10 31/03/10
Imposto de Renda - IR (1) 12.215 18.546 10.091 9.507
Contribuição Social - CSLL (1) 195 461 - -
ICMS (2) - - 2 2
PIS (3) 4.978 4.917 9.712 12.528
COFINS (3) 37.401 37.034 72.896 57.703
INSS - - 752 1.231
FGTS - - 21 18
IOF 3.435 3.381 266 219
ISS 21 21 - 1
Outros 563 563 41 10
Total 58.808 64.923 93.781 81.219
Circulante 58.808 64.923 93.781 81.219
Não Circulante - - - -

Consolidado
Ativo Passivo
Ref. 30/06/10 31/03/10 30/06/10 31/03/10
Imposto de Renda - IR (1) 83.315 60.710 37.671 37.890
Contribuição Social - CSLL (1) 78.472 41.936 382 242
ICMS (2) 154.680 151.994 151.842 166.978
PIS (3) 9.509 9.202 22.605 25.700
COFINS (3) 62.822 61.191 127.193 113.471
INSS 4.000 3.770 8.441 9.312
FGTS - - 1.912 1.822
IOF 3.435 3.383 266 219
ISS 571 653 3.570 3.464
REFIS (4) 2.413 2.413 - -
Outros 646 626 10.408 11.160
Total 399.863 335.878 364.290 370.258
Circulante 319.307 257.328 335.249 341.403
Não Circulante 80.556 78.550 29.041 28.855

(1) O ativo de Imposto de Renda (IR) e Contribuição Social Sobre Lucro Líquido (CSLL)
antecipados correspondem, principalmente, aos montantes recolhidos, quando das apurações
tributárias mensais, nos termos do artigo 2° da Lei nº 9.430, de 27 de dezembro de 1996, além das
antecipações de aplicações financeiras, retenção de órgãos públicos, retenção na fonte referente a
serviços prestados e saldo negativo do Imposto de Renda – IR e base de cálculo negativa da CSLL.

O passivo corresponde ao Imposto de Renda Retido na Fonte (IRRF) incidente sobre faturas a pagar
a fornecedores, e nas controladas Coelba, Celpe e Cosern incluem ainda o IRRF sobre os Juros
sobre Capital Próprio, em favor da Neoenergia, depositado em juízo, conforme nota explicativa nº
17.

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

(2) O Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) ativo está composto da seguinte
forma:

30/06/10 31/03/10
Créditos a Receber ICMS CIAP 25.623 26.584
Saldo Ajustado 25.623 26.584

(2.1) ICMS a recuperar sobre Ativo Permanente (CIAP) decorrente das aquisições de bens
destinados ao ativo imobilizado, registrado com base na Lei Complementar nº. 102, de 11 de julho
de 2000, e ajustado a valor presente conforme Deliberação CVM nº. 564, de 17 de dezembro de
2008, que aprova o Pronunciamento Técnico CPC nº 12.

(3) PIS e COFINS a compensar decorrente do regime de apuração não-cumulativo estabelecido


pelas Leis nº 10.637/02 e nº 10.833/03, respectivamente, apuração mensal, das retenções/
antecipações de órgãos públicos e ajuste dos créditos provenientes de encargos de depreciação de
máquinas e equipamentos e gastos com materiais aplicados na atividade de prestação de serviços,
conforme disposto no Parecer SRFB COSIT nº. 27/2008. Inclui ainda o crédito relativo ao
alargamento da base do PIS e da COFINS provenientes da inconstitucionalidade da lei nº 9.718/98,
conforme mencionado na nota explicativa nº 30.2 – Contingências ativas fiscais.

(4) Crédito decorrente do pagamento de parcelas adicionais a título de Recuperação Fiscal (REFIS),
devido à Receita Federal alegar que existe uma diferença entre o valor do débito parcelado
consolidado e o declarado pela controlada Coelba, correspondente às multas moratórias calculadas
sobre o IRPJ, CSSL e FINSOCIAL. A controlada discorda da cobrança e impetrou Agravo de
Instrumento e obteve a suspensão da exigibilidade do crédito tributário. Caso a decisão do mérito
da demanda judicial seja favorável, a controlada procederá à compensação do valor pago à maior.
Vide nota explicativa nº 30.1 – Contingências Passivas Fiscais.

13. TRIBUTOS E CONTRIBUIÇÕES SOCIAIS DIFERIDOS

As controladas Coelba, Celpe, Cosern, Termope, Itapebi e Afluente registraram os tributos e


contribuições sociais diferidos, calculados sobre a receita de recomposição tarifária extraordinária,
energia livre e ajustes decorrentes do RTT, para o passivo e para o ativo sobre as diferenças
temporárias.

A Neoenergia registrou os tributos e contribuições sociais diferidos sobre diferenças temporárias.

Os efeitos financeiros desses tributos e contribuições ocorrerão no momento da realização. O IR é


calculado à alíquota de 15%, considerando o adicional de 10%, a CSLL, o PIS e a COFINS estão
constituídos, respectivamente as alíquotas de 9%, 1,65% e 7,6%.

Na Afluente o PIS e a COFINS estão constituídos, respectivamente às alíquotas de 0,65% e 3,0%,

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


as quais são aplicáveis aos contribuintes que elegeram ao regime cumulativo, como é o caso dessa
controlada.

Consolidado
Ativo

30/06/10 31/03/10
Base de Tributo Base de Tributo
cálculo diferido cálculo diferido
Imposto de Renda
Diferenças Temporárias 595.218 148.765 572.007 142.964
595.218 148.765 572.007 142.964
Contribuição Social
Diferenças Temporárias 595.218 53.583 572.007 51.497
595.218 53.583 572.007 51.497
Total 202.348 194.461
Circulante 54.339 53.008
Não Circulante 148.009 141.453

Consolidado
Passivo
Reclassificado
30/06/10 31/03/10
Base de Tributo Base de Tributo
cálculo diferido cálculo diferido
Imposto de Renda
Diferenças Temporárias 36.605 9.155 52.772 13.164
36.605 9.155 52.772 13.164
Contribuição Social
Diferenças Temporárias 36.605 3.257 52.772 4.749
36.605 3.257 52.772 4.749
PIS
Diferenças Temporárias 4.366 71 33.286 550
4.366 71 33.286 550
COFINS
Diferenças Temporárias 4.366 331 33.286 2.529
4.366 331 33.286 2.529
Total 12.814 20.992
Circulante 4.469 16.012
Não Circulante 8.345 4.980

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

A base de cálculo das diferenças temporárias é composta como segue:

Consolidado Consolidado
30/06/10 31/03/10
Ativo IR CSLL IR CSLL
Provisão para créditos de liquidação duvidosa 83.536 83.536 77.802 77.802
Provisão para passivo atuarial 190.368 190.368 192.524 192.524
Provisão para demissão voluntária 871 871 528 528
Provisão Desvalorização de ativos financeiros 5.000 5.000 5.000 5.000
Provisão para contingências 194.581 194.581 181.350 181.350
Provisão Agente Arrecadador 2.098 2.098 2.098 2.098
Provisão PLR 13.824 13.824 6.786 6.786
Desconto Autoprodutor de Energia 9.358 9.358 9.358 9.358
Ajuste a valor presente ICMS a recuperar (CIAP) 3.760 3.760 5.181 5.181
Pis/Cofins diferidos 83 83 2.847 2.847
Aplicação do "Hedge Accounting" - - 1.314 1.314
Depreciação indedutível (Provisão para contingências
ambientais) 4.466 4.466 4.320 4.320
Outros 87.273 87.273 82.899 82.899
Total Ativo 595.218 595.218 572.007 572.007

Consolidado
30/06/10
Passivo IR CSLL PIS COFINS
Recomposição tarifária extraordinária 960 960 960 960
Reposicionamento tarifário (3.986) (3.986) (3.986) (3.986)
Energia livre - - 460 460
Precatório Finsocial 13.422 13.422 - -
Compra de energia 6.932 6.932 6.932 6.932
Outros 19.277 19.277 - -
Total Passivo 36.605 36.605 4.366 4.366

Consolidado
31/03/10
Passivo IR CSLL PIS COFINS
Recomposição tarifária extraordinária 13.647 13.647 10.627 10.627
Reposicionamento tarifário 9.970 9.970 9.970 9.970
Energia livre - - 2.517 2.517
Precatório Finsocial 13.249 13.249 - -
Compra de energia 10.172 10.172 10.172 10.172
Outros 5.734 5.734 - -
Total Passivo 52.772 52.772 33.286 33.286

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

Estudos técnicos de viabilidade, apreciados e aprovados pelos Conselhos de Administração e


apreciados pelo Fiscal da Companhia e de suas controladas, indicam a plena recuperação dos
valores de impostos diferidos reconhecidos como definido pela Instrução CVM nº 371, de 27 de
junho de 2002 e correspondem às melhores estimativas da Administração sobre a evolução futura
das controladas e do mercado que as mesmas operam, cuja expectativa de realização dos créditos
fiscais está representada a seguir:

Consolidado
Expectativa de Realização 2010 2011 2012 2013 2014 2015-2017 Total
Imposto de Renda 33.714 45.202 34.843 4.328 4.020 26.657 148.764
Contribuição Social 12.149 16.273 12.545 1.557 1.443 9.617 53.584
45.863 61.475 47.388 5.885 5.463 36.274 202.348

Como a base tributável do imposto de renda e da contribuição social sobre o lucro líquido decorre
não apenas do lucro que pode ser gerado, mas também da existência de receitas não tributáveis,
despesas não dedutíveis, incentivos fiscais e outras variáveis, não existe uma correlação imediata
entre o lucro líquido da Companhia e suas controladas e o resultado de imposto de renda e
contribuição social. Portanto, a expectativa da utilização dos créditos fiscais não deve ser tomada
como único indicativo de resultados futuros da Companhia e suas controladas.

A seguir é apresentada reconciliação da (receita) despesa dos tributos sobre a renda divulgados e os
montantes calculados pela aplicação das alíquotas oficiais em 30 de junho de 2010 e 2009.

Controladora
30/06/10 30/06/09
IR CSLL IR CSLL
Lucro contábil antes do imposto de renda e contribuição 598.325 598.325 503.798 503.798
Amortização do ágio e reversão da PMIPL
Lucro antes do imposto de renda e contribuição social 598.325 598.325 503.798 503.798
Alíquota do imposto de renda e contribuição social 25% 9% 25% 9%
Imposto de renda e contribuição social às alíquotas da 149.581 53.849 125.950 45.342
Ajustes ao lucro líquido que afetam o resultado fiscal do
(+) Adições
Amortização Ágio Participação Societária 12.741 4.587 13.391 4.823
Perda de Equivalência Patrimonial - - 441 161
JSCP 29.436 10.597 30.034 9.897
Outras Adições 3.169 1.141 2.785 1.007
Subtotal Adições 45.346 16.325 46.651 15.888

(-) Exclusões
Equivalência Patrimonial (195.461) (70.366) (167.440) (60.283)
Outras Exclusões (1.034) (363) (5.161) (947)
Subtotal Exclusões (196.495) (70.729) (172.601) (61.230)

Imposto de renda e contribuição social no período (1.568) (555) (0) (0)

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

Consolidado
30/06/10 30/06/09
IR CSLL IR CSLL
Lucro contábil antes do imposto de renda e contribuição social 1.071.275 1.071.275 939.593 939.593
Amortização do ágio e reversão da PMIPL (26.755) (26.755) (28.146) (28.146)
Lucro antes do imposto de renda e contribuição social 1.044.520 1.044.520 911.447 911.447
Alíquota do imposto de renda e contribuição social 25% 9% 25% 9%
Imposto de renda e contribuição social às alíquotas da legislação 261.130 94.007 227.862 82.030

Ajustes ao lucro líquido que afetam o resultado fiscal do período:


(+) Adições
Amortização Ágio Participação Societária 12.741 4.587 13.391 4.823
Perda de Equivalência Patrimonial - - 441 161
JSCP 29.436 10.597 30.034 9.897
Juros sobre Obras em Andamento - JOA - 8 - 29
Contribuições e Doações 399 143 298 112
Multas Indedutíveis 639 231 843 304
Depreciação Veículos Executivos 226 82 207 75
Excesso Despesas Previdenciárias 1.512 544 1.339 482
Outras Adições 118.717 42.371 93.280 33.801
Subtotal Adições 163.670 58.563 139.833 49.684

(-) Exclusões
Equivalência Patrimonial (195.461) (70.366) (167.350) (60.251)
Reversão da Provisão do Ágio (7.762) (2.795) (14.847) (2.903)
Reversão da PMIPL (5.213) (1.651) (5.597) (2.015)
Incentivo Fiscal SUDENE (158.106) - (135.312) -
Incentivos Audiovisual/Rouanet e PAT (2.294) - (781) -
Outras Exclusões (4.033) (704) (5.767) (1.337)
Subtotal Exclusões (372.869) (75.516) (329.654) (66.506)

Imposto de renda e contribuição social no período 51.931 77.054 38.041 65.208

Regime Tributário de Transição

A Medida Provisória nº 449/2008, de 03 de dezembro de 2008 convertida na Lei nº 11.941/09,


instituiu o RTT - Regime Tributário de Transição, que tem como objetivo neutralizar os impactos
dos novos métodos e critérios contábeis introduzidos pela Lei nº 11.638/07, na apuração das bases
de cálculos de tributos federais.

A aplicação do RTT foi opcional para o ano de 2008 e 2009 e obrigatória a partir de 2010 para às
pessoas jurídicas sujeitas ao Imposto de Renda da Pessoa Jurídica (“IRPJ”) de acordo com a
sistemática de lucro real ou de lucro presumido.

A Neoenergia e suas controladas efetuaram sua opção pela adoção do RTT na Declaração de
Informações Econômico-Fiscais da Pessoa Jurídica de 2009 (“DIPJ”) ano-calendário 2008 e

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


adicionalmente em 30 de novembro de 2009 efetuou a elaboração do Controle Fiscal Contábil de
Transição (FCONT) criado pela Instrução Normativa nº 949/2009 da Receita Federal do Brasil.

14. FUNDOS VINCULADOS

Consolidado
Reclassificado
Ref. 30/06/10 31/03/10
BNDES 41.135 38.360
Cauções (1) 73.925 72.644
Outros 5.743 4.615
Total 120.803 115.619
Ativo Circulante 86.833 83.132
Ativo Não Circulante 33.970 32.487

(1) Cauções - A Neoenergia S.A. assinou, em agosto de 2008, contrato de compra e venda para
aquisição das PCH’s Areia e Água Limpa e conforme cláusula contratual foi efetuado depósito em
conta caução do preço integral contratado. O contrato de caução deverá ser válido e permanecer em
vigor até a data de pagamento do preço e por um prazo mínimo de 2 (dois) anos, a partir da data de
assinatura desse instrumento.

15. BENEFÍCIO FISCAL - ÁGIO INCORPORADO

O ágio tem como fundamento econômico a perspectiva de resultados durante o prazo de exploração
da concessão e tem origem na aquisição do direito de concessão delegado pelo Poder Público, nos
termos da alínea b, do § 2º, do artigo 14 da Instrução CVM nº 247, de 27 de março de 1996, com as
alterações introduzidas pela Instrução CVM nº 285 de 31 de julho de 1998.

Com o objetivo de evitar que a amortização do ágio afete de forma negativa o fluxo de dividendos
aos acionistas, foi constituída uma provisão para manutenção da integridade do patrimônio líquido
de sua incorporadora (PMIPL), de acordo com o estabelecido na Instrução CVM nº 349, de 06 de
março de 2001.

A amortização do ágio, líquida da reversão da provisão e do crédito fiscal correspondente, resulta


em efeito nulo no resultado do exercício e, conseqüentemente, na base de cálculo dos dividendos
mínimos obrigatórios.

Objetivando uma melhor apresentação da situação financeira e patrimonial das controladas nas
demonstrações contábeis consolidadas, o valor líquido total de R$ 624.908 (R$ 638.276 em 31 de

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


março de 2010), que, em essência, representa o crédito fiscal, foi classificado no balanço no ativo
circulante e no ativo não circulante – realizável a longo prazo como benefício fiscal ágio
incorporado, com base na expectativa de sua realização.

Os registros contábeis mantidos para fins societários e fiscais das controladas apresentam contas
específicas relacionadas com ágio incorporado, provisão para manutenção da integridade do
patrimônio líquido e amortização, reversão e crédito fiscal correspondentes, cujos saldos em 30 de
junho de 2010 e 31 de março de 2010 são como segue:

Ágio - incorporado 3.443.491


Provisão Constituída (2.272.705)
Benefício fiscal 1.170.786
Amortização acumulada (1.566.210)
Reversão acumulada 1.033.700
Saldos em 31 de março de 2010 638.276
Amortização (39.321)
Reversão 25.953
Saldos em 30 de junho de 2010 624.908
Ativo Circulante 52.719
Ativo Não Circulante 572.189

O ágio está sendo amortizado pelo período remanescente de exploração da concessão, desde junho
de 2000, em 319 parcelas mensais para COELBA, agosto de 2001, em 336 parcelas mensais para
CELPE, dezembro de 2000, em 325 parcelas mensais para COSERN, maio de 2004, 248 parcelas
mensais para TERMOPERNAMBUCO e dezembro de 2006, em 325 parcelas mensais para
ITAPEBI e segundo a projeção anual de rentabilidade futura, como determina a Resolução ANEEL
nº 195, de 07 de junho de 2000 para COELBA, nº 192, de 31 de maio de 2001 para CELPE, nº 474,
de 30 de novembro de 2000 para COSERN.

O Despacho nº 2.250, de 20 de dezembro de 2005, alterou a curva autorizada para a amortização do


ágio na COELBA.

A curva autorizada por meio da Resolução ANEEL nº. 474, de 30 de novembro de 2000, para a
amortização dos ágios nas controladas, estão assim composta:

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Curvas de amortização de ágio
Ano COELBA COSERN CELPE TERMOPE ITAPEBI Ano COELBA COSERN CELPE TERMOPE ITAPEBI
2009 0,05250 0,04118 0,04397 0,06640 0,10740 2022 0,03130 0,02666 0,02140 0,01220 0,00986
2010 0,04930 0,04133 0,04184 0,05830 0,09702 2023 0,02970 0,02551 0,02045 0,01010 0,00847
2011 0,04930 0,03983 0,04033 0,05320 0,08710 2024 0,02820 0,02442 0,01860 0,00830 0,00727
2012 0,04750 0,03842 0,03641 0,04640 0,07771 2025 0,02680 0,02336 0,01773 0,00625
2013 0,04420 0,03705 0,03480 0,04010 0,06660 2026 0,02540 0,02235 0,01690 0,00536
2014 0,04350 0,03741 0,03342 0,03510 0,05944 2027 0,02138 0,01690 0,00461
2015 0,04340 0,03575 0,03202 0,03100 0,05205 2028 0,01476 0,00396
2016 0,04180 0,03430 0,02918 0,02630 0,04534 2029 0,00340
2017 0,04010 0,03289 0,02798 0,02270 0,02878 2030 0,00292
2018 0,03790 0,03153 0,02682 0,02100 0,01883 2031 0,00250
2019 0,03680 0,03022 0,02573 0,01820 0,01558 2032 0,00215
2020 0,03480 0,02907 0,02335 0,01580 0,01338 2033 0,00185
2021 0,03280 0,02784 0,02238 0,01380 0,01149

16. ESTOQUES

Estão classificados neste grupo os materiais e equipamentos em almoxarifado.

Consolidado
30/06/10 31/03/10
Estoque total 136.182 128.366
Imobilizado em curso - Material em Depósito (120.436) (110.628)
Total 15.746 17.738

17. DEPÓSITOS JUDICIAIS

Estão classificados neste grupo os depósitos judiciais recursais à disposição do juízo para permitir a
interposição de recurso, nos termos da lei, sem contingência passiva provisionada.

Consolidado
Reclassificado
Ref. 30/06/10 31/03/10
Trabalhistas 27.300 26.232
Cíveis 12.114 11.640
Fiscais:
IRRF sobre Juros sobre capital próprio (1) 17.453 17.405
Pis/Cofins sobre Juros sobre capital próprio (2) 76.886 -
Outros 64.995 62.500
Outros 4.157 4.156
Total 202.905 121.933
Ativo Não Circulante 202.905 121.933

(1) As controladas Coelba, Celpe e Cosern acolheram determinação judicial, emanada de Mandado
de Segurança individual impetrado pela Neoenergia S.A. (Guaraniana à época), processo nº
2002.5101000216/4, na qual as controladas foram oficiadas a depositar os valores do imposto de

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


renda retido na fonte – IRRF, incidente sobre os Juros sobre Capital Próprio – JSCP, lançado em
dezembro de 2001 nas empresas Coelba, Celpe e Cosern, em favor da Neoenergia S.A., que
deveriam ser recolhidos à Receita Federal. O referido depósito está atualizado com base na taxa
SELIC.

A controlada Termopernambuco também mantém, depósito em juízo de R$ 5.621 até o julgamento


final do mérito, referente ao IRRF incidente sobre a fatura de nº 200.000.0087, emitida em outubro
de 2002, relativo à prestação de serviço da Iberdrola Energia S.A.

Os demais depósitos judiciais estão apresentados de forma dedutiva, retificando o saldo das
provisões para contingências passivas a que se referem (vide nota explicativa n° 30.1).

(2) Em 2006, a Neoenergia impetrou o mandado de segurança nº 2005.51.01.009039-0 visando


impedir a cobrança de créditos tributários de PIS/COFINS que supostamente deixaram de ser
recolhidos sobre o recebimento de juros sobre capital próprio (JCP) sendo proferida sentença nos
autos do referido processo concedendo a segurança para declarar o direito da Neoenergia de não
recolher as contribuições de PIS e COFINS sobre os valores recebidos a título de juros sobre capital
próprio e de suas controladas e coligadas, bem como à compensação das parcelas recolhidas
indevidamente nos últimos 10 anos, tendo a Fazenda Nacional interposto recurso de apelação. Em
12/04/2010, a 4ª Turma Especializada do Tribunal Regional Federal da 2ª Região deu provimento
ao recurso de apelação da União e à remessa necessária, para reformar a sentença favorável à
Neoenergia proferida nos autos do referido mandado de segurança. A Neoenergia efetuou o
depósito judicial do valor do PIS no montante de R$ 8.719 e da COFINS no montante de R$
68.167, devidamente atualizado, nos termos do artigo 63, §2º da Lei nº 9.430/96.

18. DESPESAS PAGAS ANTECIPADAMENTE

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Consolidado
Ref. 30/06/10 31/03/10
Encargos Financeiros 1.431 15
Prêmio seguro 2.526 4.997
PROINFA 10.548 10.548
PIS/COFINS Cumulatividade 6.394 8.167
Copergás - Take or Pay (1) 7.503 7.502
Plano de Saúde - 2.637
Vale transporte 371 823
Vale refeição/alimentação 2.073 678
Outros 725 1.688
Total 31.571 37.055
Ativo Circulante 31.311 36.795
Ativo Não Circulante 260 260

(1) Refere-se ao saldo remanescente das quantidades pagas e não retiradas de gás, as quais a
controlada Termopernambuco poderá recuperar durante a vigência do contrato, até o último mês do
sétimo ano seguinte ao da apuração da quantidade paga e não retirada.

19. OUTROS CRÉDITOS

Controladora Consolidado
Reclassificado
Ref. 30/06/10 31/03/10 30/06/10 31/03/10
Subvenção à baixa renda - tarifa social (1) - - 113.333 119.051
Adiantamentos a Empregados 121 153 4.210 5.066
Adiantamentos a Fornecedores (2) 11.324 11.324 40.608 65.739
Serviços Prestados a Terceiros - - 9.324 12.710
RGR a compensar - - 1.079 1.667
Precatório - Finsocial (3) - - 13.422 13.249
Desativações em Curso - - 10.667 10.576
Dispêndios a Reembolsar em Curso (4) - - 25.947 24.496
Cobrança extra judicial - - 27 27
Outros créditos a receber 1.515 1.515 47.679 34.371
Total 12.960 12.992 266.296 286.952
Ativo Circulante 345 377 218.165 238.783
Ativo Não Circulante 12.615 12.615 48.131 48.169

(1) O Governo Federal, através da Lei nº 10.438 de 26 de abril de 2002, determinou a aplicação da
tarifa social de baixa renda, com impacto significativo na receita operacional das controladas
Coelba, Celpe e Cosern.

Por meio do Decreto Presidencial nº 4.538, de 23 de dezembro de 2002, foram definidas as fontes
para concessão de subvenção econômica com a finalidade de contribuir para a modicidade da tarifa
de fornecimento de energia elétrica aos consumidores finais integrantes da subclasse residencial

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baixa renda, decorrente dos novos critérios estabelecidos no art.1º da Lei nº 10.438, de 26 de abril
de 2002, e conforme o estabelecido no art. 5º da Lei nº 10.604, de 17 de dezembro de 2002.

(2) Em 2 de outubro de 2009, a controlada Cosern assinou Acordo de Transferência de Bens


Elétricos com as Cooperativas de Eletrificação Rural CERVAL, CERMOL, CERPAL, CERTRIL e
CERPOL, tendo como intervenientes a ANEEL e a ARSEP. O objeto do acordo é a aquisição e
incorporação com transferência de gestão operacional, por parte da controlada, dos acervos elétricos
de propriedade das Cooperativas, bem como a quitação de dívidas das Cooperativas, relativas ao
fornecimento de energia elétrica, para com a controlada Cosern, assim como para pôr fim a todos os
litígios entre as Partes.

A controlada Cosern pagará pelos ativos o valor apurado conforme avaliação efetuada por empresa
credenciada pela ANEEL, e com base em parâmetros oferecidos pela ANEEL e utilizados nas
revisões tarifárias da controlada. Como parte do acordo, a Cosern adiantou às referidas cooperativas
o montante de R$ 15.000, registrado como outros créditos. O laudo de avaliação emitido como
resultado do trabalho será homologado pela ANEEL que se compromete, já no próximo
reposicionamento tarifário, recalcular o fator X referente ao segundo ciclo tarifário da controlada
tendo em vista a incorporação dos ativos das Cooperativas.

Na data da liquidação da operação, a controlada Cosern pagará a diferença entre o valor resultante da
avaliação dos ativos e o valor da dívida das Cooperativas, descontado também o adiantamento
efetuado. Nenhum ajuste contábil foi incluído nas demonstrações contábeis da controlada decorrente
desse assunto.

(3) Precatórios Federais expedidos em julho de 2003 pela controlada Coelba, no valor de R$
18.776, com expectativa de realização do saldo, que depende de aprovação em Lei de Orçamento
Anual – LOA, em 10 (dez) prestações anuais, iguais e sucessivas, com acréscimo de juros legais, já
tendo sido liberadas as cinco primeiras parcelas anuais.

(4) Referem-se a gastos efetuados em obras de construção/instalação do padrão de entrada e do kit


de baixa renda do Programa Luz para Todos, a serem reembolsáveis pelos beneficiários.

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20. INVESTIMENTOS

Informações sobre as investidas


Ações possuídas Participação Lucro/Prejuízo
(em milhares) no capital Capital Patrimônio Líquido
Investidas Ref. Data-base Ordinárias Preferenciais Integralizado % Realizado Líquido no período
30/06/10 98.122 67.179 87,84 542.163 2.135.398 409.130
COELBA
30/06/09 98.122 67.179 87,84 542.163 1.929.576 349.395
30/06/10 66.023 864 89,65 590.174 1.577.742 207.108
CELPE
30/06/09 66.023 864 89,65 590.174 1.503.481 235.214
30/06/10 110.782 31.153 84,45 179.787 679.468 111.638
COSERN
30/06/09 110.782 31.153 84,45 179.787 606.079 68.810
30/06/10 214.570 - 100,00 214.570 427.015 62.539
TERMOPE
30/06/09 214.570 - 100,00 214.570 379.057 44.354
30/06/10 290.047 - 23,13 699.737 713.156 3.856
TERMOAÇU (1)
30/06/09 290.047 - 25,20 669.997 678.368 5.464
30/06/10 13.600 - 100,00 13.600 36.508 20.676
NC ENERGIA
30/06/09 13.600 - 100,00 13.600 24.127 8.314
30/06/10 44.100 - 42,00 105.000 306.759 60.723
ITAPEBI
30/06/09 44.100 - 42,00 105.000 290.906 71.813
30/06/10 1 - 100,00 726 2.155 1.333
NEOSERV (2)
30/06/09 1 - 100,00 726 322 (363)
AFLUENTE (3) 30/06/09 9.812 6.718 87,84 94.000 107.609 11.711
AFLUENTE GERAÇÃO (4) 30/06/10 98 67 87,84 30.916 40.457 4.222
AFLUENTE TRANSMISSÃO (5) 30/06/10 55.416 - 87,84 63.084 75.748 11.579
(6) 30/06/10 87.133 - 100,00 87.133 90.499 7.250
BAGUARI I
30/06/09 76.000 - 100,00 76.000 75.802 (198)
(7) 30/06/10 109.643 - 100,00 109.643 106.599 (2.607)
GOIAS SUL
30/06/09 109.643 - 100,00 48.000 47.676 (324)
30/06/10 133.622 - 100,00 128.566 134.187 5.792
GERAÇÃO C III (8)
30/06/09 70.265 - 100,00 70.265 70.113 (152)
30/06/10 145.557 - 51,00 253.000 249.274 (1.484)
AGUAS DA PEDRA (9)
30/06/09 145.557 - 51,00 253.000 253.000 -
30/06/10 74.166 - 75,00 105.951 102.369 996
RIO PCH I (10)
30/06/09 74.166 - 75,00 50.514 48.518 (1.998)
30/06/10 49.174 - 100,00 49.174 56.115 6.900
BAHIA PCH I (11)
30/06/09 49.174 - 100,00 161 (41) (202)
30/06/10 21.600 - 100,00 21.600 21.576 16
NEOINVEST
30/06/09 1 - 100,00 -
30/06/10 1 - 100,00 - 59 (5)
GARTER
30/06/09 1 - 100,00 - 74 (6)
30/06/10 16.000 - 100,00 16.000 15.961 (28)
SE NARANDIBA
30/06/09 1 - 100,00 2.645 2.644 (1)
30/06/10 1 - 100,00 366 102 (236)
GERAÇÃO CÉU AZUL
30/06/09 1 - 100,00 366 362 (4)

(1) TERMOAÇU

A Termoaçu é uma usina termelétrica que tem como acionistas a Neoenergia e a Petrobrás. A
energia elétrica gerada é destinada a suprir as distribuidoras de energia elétrica do Grupo

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


Neoenergia e o vapor é usado pela Petrobrás para injeção contínua nos seus poços de petróleo,
aumentando sua produção na região.

Em 18 de abril de 2005 foi firmado um Acordo de Acionistas que ratificou a transferência da gestão
do projeto Termoaçu para a Petrobras, motivo pelo qual essa empresa foi consolidada na
Neoenergia proporcionalmente ao percentual de participação. O investimento da Neoenergia na
Termoaçu continuará sendo avaliado pelo método da equivalência patrimonial.

Em 08 de setembro de 2008, em razão de impasse em relação às condições comerciais da


Termoaçu, os acionistas decidiram iniciar procedimento arbitral e firmaram um Acordo de
Cooperação, garantindo o início da operação e estabelecendo disposições transitórias até a
conclusão do processo. Como parte do Acordo de Cooperação, foi firmado contrato de locação pela
Termoaçu à Petrobras, que deverá explorar, operar e manter as instalações da Usina.

As partes acordaram que a decisão do tribunal arbitral deverá retroagir para abranger no cálculo da
condenação o período de vigência do Acordo de Cooperação.

O saldo do investimento líquido é composto como segue:

Consolidado
30/06/10 31/03/10
Investimentos - ações 257.875 257.444
Ágio 31.738 31.738
(-) Provisão p/perda (49.186) (49.186)
Investimento líquido 240.427 239.996

A Administração, baseada no plano de negócios do projeto e considerando o atual estágio do


processo arbitral, não prevê perdas adicionais às já registradas.

(2) NEOENERGIA SERVIÇOS

Em 08 de novembro de 2001, a Companhia, em sociedade com a NC Energia S.A. constituiu a


Termo NC Ltda., que a partir de 12 de julho de 2007 adotou a razão social de Neoenergia Serviços
LTDA - NEOSERV. A Companhia detém em conjunto com a NC Energia 100% do capital total da
NEOSERV.

(3) AFLUENTE

A Afluente Geração e Transmissão de Energia Elétrica S.A. foi constituída em 31 de agosto de


2005, atendendo a segregação de atividades na Companhia de Eletricidade do Estado da Bahia –
Coelba no processo de desverticalização do setor elétrico brasileiro, determinado pelo Governo
Federal e em atendimento ao contrato de concessão firmado entre a Coelba e a Agência Nacional de

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


Energia Elétrica – ANEEL, que anui com a versão patrimonial e conseqüentemente transfere a
concessão de geração e transmissão de energia elétrica para uma empresa subsidiária.

A controlada comunicou, através de fato relevante, publicado em 16 de janeiro de 2009, que os


diretores da Afluente e da Imanisse Participações S.A. (“Imanisse”), ambas controladas pela
Neoenergia S.A., celebraram Protocolo e Justificação de Cisão Parcial da Afluente (“Protocolo de
Cisão”), tendo por objeto a reestruturação societária da Afluente, mediante a cisão parcial dos ativos
e passivos relacionados a atividade de transmissão desta controlada, e a incorporação desta parcela
cindida pela Imanisse.

Em reunião de Diretoria da Agência Nacional de Energia Elétrica - ANEEL, realizada no dia 1º de


dezembro de 2009, foi aprovado o Processo de Cisão da Afluente.

A cisão parcial da Afluente-G, com a absorção da parcela cindida de seu patrimônio pela Afluente-
T (atual denominação social da Imanisse Participações S.A.) foi submetida à deliberação de
seus acionistas em 29 de dezembro de 2009 e aprovada em Assembléia Geral Extraordinária de
cada uma destas companhias.

(4) AFLUENTE GERAÇÃO

Em 15 de janeiro de 2009 a controlada celebrou com a Afluente Transmissão de Energia Elétrica


S.A. (“Afluente-T”, anteriormente denominada Imanisse Participações S.A.) Protocolo de
Justificação de Cisão Parcial, com o objetivo de efetuar a segregação das suas atividades de geração
e transmissão de energia elétrica (“Reestruturação Societária”), anteriormente exercidas
integralmente pela controlada. A cisão parcial e a conseqüente incorporação da parcela cindida de
seu patrimônio líquido pela Afluente-T teve como data-base 30 de novembro de 2008, e esteve
sujeita à obtenção de prévia aprovação da Reestruturação Societária pela Agência Nacional de
Energia Elétrica (“ANEEL”), antes da qual todos os seus efeitos permaneceram suspensos.

No dia 1° de dezembro de 2009 a ANEEL, através da Resolução Autorizativa n.º 2.219, anuiu a
transferência das concessões de transmissão, da controlada, com a versão de todos os ativos de
transmissão, descritos no Contrato de Concessão de Transmissão, e passivos a ele vinculados, para
a Afluente-T.

Em 29 de dezembro de 2009 a Assembléia Geral Extraordinária da Afluente-G aprovou o


Protocolo de Justificação de Cisão Parcial, a redução do capital social da Afluente-G em R$
63.084, em virtude do acervo líquido vertido, e o novo objeto social da controlada em virtude da
cisão parcial.

Atualmente a controlada tem por objeto social (i) estudar, planejar, projetar, construir, operar,
manter e explorar sistemas de geração de energia elétrica e serviços correlatos que lhe venham a ser
concedidos ou autorizados por qualquer título de direito, (ii) atividades associadas ao serviço de
energia elétrica, podendo administrar sistemas de geração de energia pertencente ao Estado, à União
ou ao Município, prestar serviços técnicos de sua especialidade; (iii) participar em outras

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


sociedades, como sócia, acionista ou quotista; (iv) formar consórcios ou qualquer outro tipo de
colaboração empresarial; (v) explorar a concessão do Serviço Público de Geração.

O Protocolo de Justificação de Cisão Parcial da controlada determina que todas as variações


patrimoniais posteriores à data-base da cisão parcial fossem diretamente alocadas e/ou apropriadas à
Afluente-G ou à Afluente-T, conforme digam respeito, respectivamente às atividades de geração ou
transmissão de energia elétrica. Consequentemente, em 21 de janeiro de 2010 foi emitido Laudo de
Avaliação do Patrimônio Líquido Contábil da Afluente-G na data-base 29 de dezembro de 2009,
detalhando o patrimônio líquido contábil da Afluente-G antes e após a cisão parcial dos seus ativos
e passivos para a Afluente-T, bem como as variações patrimoniais posteriores à data-base da cisão
parcial, após aprovação pela Agência Nacional de Energia Elétrica – ANEEL e pela Administração
da controlada cindida.

(5) AFLUENTE TRANSMISSÃO

No dia 1° de dezembro de 2009 a ANEEL, através da Resolução Autorizativa n.º 2.219, anuiu a
transferência das concessões de transmissão, da Afluente-G&T, com a versão de todos os ativos de
transmissão, descritos no Contrato de Concessão de Transmissão, e passivos a ele vinculados, para
Afluente-T.

Em 29 de dezembro de 2009 as Assembléias Gerais Extraordinárias da Afluente-G&T e da


Afluente-T aprovaram o Protocolo de Justificação de Cisão Parcial, o aumento do capital social da
Afluente-T em R$ 63.084, em virtude do acervo líquido vertido, e o novo objeto social da
controlada em virtude da cisão parcial.

Atualmente a controlada tem por objeto social desenvolver, dentre outras, atividades de estudo,
planejamento, projeção, construção, operação, manutenção e exploração de sistemas de transmissão
de energia elétrica, linhas, subestações e centros de controle, bem como da respectiva infra-estrutura
e serviços ligados a essas atividades.

O Protocolo de Justificação de Cisão Parcial da Afluente-G&T determina que todas as variações


patrimoniais posteriores à data-base da cisão parcial fossem diretamente alocadas e/ou apropriadas à
Afluente-G&T ou à Afluente-T, conforme digam respeito, respectivamente às atividades de geração
ou transmissão de energia elétrica. Consequentemente, em 21 de janeiro de 2010 foi emitido Laudo
de Avaliação do Patrimônio Líquido Contábil da Afluente-G&T na data-base 29 de dezembro de
2009, detalhando o patrimônio líquido contábil da Afluente-G&T antes e após a cisão parcial dos
seus ativos e passivos para a Afluente-T, bem como as variações patrimoniais posteriores à data-
base da cisão parcial, após aprovação pela Agência Nacional de Energia Elétrica – ANEEL e pela
Administração da controlada cindida.

(6) BAGUARI I

A Baguari I Geração de Energia S.A. foi constituída em 11 de janeiro de 2006, com o propósito de
participar do Consórcio UHE Baguari, com participação de 51% da Neoenergia, e onde participam
também a SPE (49%) formada por CEMIG e Furnas. O Consórcio UHE Baguari é responsável pela
construção e operação da UHE Baguari, empreendimento localizado no rio Doce, no estado de

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


Minas Gerais. A energia será gerada através de quatro unidades geradoras, totalizando uma
capacidade instalada de 140 MW e energia assegurada de 81,4 MW médios. As obras para a
implantação da UHE se iniciaram em 10 de maio de 2007, e sua entrada em operação comercial
ocorreu em 09 de setembro de 2009. O investimento total previsto é de R$ 527 milhões no projeto,
financiado 33% de recursos próprios e 67% de terceiros, dos quais aproximadamente R$ 269
milhões são de responsabilidade do Grupo Neoenergia.

(7) GOIÁS SUL

A Goiás Sul foi criada com o propósito de construir, operar e manter a PCH Goiandira e a PCH
Nova Aurora, ambas localizadas no Rio Veríssimo, Goiás. A energia será gerada através de quatro
unidades geradoras sendo duas para a PCH Goiandira (27 MW) e duas para a PCH Nova Aurora
(21 MW). A energia assegurada total é de 29,47 MW médios, sendo 17,09 MW médios para
Goiandira e 12,37 MW médios para Nova Aurora. As obras para a implantação das PCHs se
iniciaram em 31 de julho de 2007. A previsão para entrada em operação comercial das PCHs da
Nova Aurora e de Goiandira está prevista para abril de 2010. O investimento previsto é de R$ 246
milhões que serão financiados com 61% de recursos de terceiros e 39% de recursos próprios.

(8) GERAÇÃO C III

A Geração C III S.A. foi constituída com o propósito de participar do Consórcio Empreendedor
Corumbá III, com a participação de 60%, onde também participam do consórcio a Companhia
Energética de Brasília (CEB) e a Companhia Energética de Goiás (CELG). O Consórcio
Empreendedor Corumbá IIII é responsável pela construção e operação da UHE Corumbá III,
empreendimento localizado no rio Corumbá, no Estado de Goiás. A energia será gerada através de
duas unidades geradoras, totalizando uma capacidade instalada de 93,6 MH e energia assegurada de
50,9 MW médios. As obras para implantação da UHE se iniciaram em 31 de agosto de 2007, e sua
entrada em operação comercial ocorreu em 24 de outubro de 2009. O investimento total previsto é
de R$ 426 milhões, financiado numa proporção de 59% de recursos de terceiros e 41% de recursos
próprios, dos quais aproximadamente R$ 255 milhões são de responsabilidade do Grupo
Neoenergia.

(9) ENERGÉTICA ÁGUAS DA PEDRA (DARDANELOS)

A Neoenergia adquiriu no leilão de energia nº 004/06, promovido pela Agência Nacional de Energia
Elétrica (ANEEL) no dia 10 de outubro de 2006, a concessão para construção da Usina Hidrelétrica
(UHE) de Dardanelos, no rio Aripuanã, no estado do Mato Grosso.

O novo negócio foi conquistado pelo Consórcio Aripuanã, formado pela Neoenergia, Companhia
Hidroelétrica do São Francisco (CHESF), ELETRONORTE, e pela Construtora Norberto
Odebrecht (CNO). Posteriormente a Neoenergia assumiu a investimento da CNO, ampliando sua
participação no Consórcio para 51%.

De acordo com o cronograma de construção está prevista a entrada em operação para o primeiro
semestre de 2010.

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

(10) RIO PCH I

A Rio PCH I foi constituída em 26 de janeiro de 2007, onde a Neoenergia tem participação
majoritária em 75% e os 25% restantes pertencem à Performance Centrais Hidrelétricas Ltda., onde
estão implantadas as Pequenas Centrais Elétricas de Pirapetinga (20MW) e Pedra do Garrafão (19
MW), no rio Itabapoana, divisa dos estado do Rio de Janeiro e Espírito Santo. A PCH Pirapetinga
iniciou as operações por intermédio do acionamento de suas turbinas de 10.000 kW cada,
totalizando 20.000 kW, no mês de agosto de 2009. No mês de setembro de 2009 entraram em
operação as duas turbinas de 9.500 kW, totalizando 19.000 kW, da PCH Pedra do Garrafão. Neste
momento, a Rio PCH I passou a operar com o total de sua capacidade instalada, que é de 39 MW e
sua energia assegurada é de 25,1 MW/ano.

(11) BAHIA PCH I

A Bahia PCH I foi criada com o propósito de construir, operar e manter a Pequena Central
Hidrelétrica (PCH) Sítio Grande, localizada no Rio das Fêmeas, município de São Desidério – BA.
A energia será gerada através de duas unidades geradoras que terão potência instalada de 25 MW.
Sua licença de instalação foi obtida em 03 de agosto de 2007 e sua entrada em operação comercial
está prevista para Julho de 2010, com venda de energia à partir de dezembro de 2009 para sustentar
o lastro do início do período de suprimento, conforme contrato bilateral. O investimento no
empreendimento é da ordem de R$ 169 milhões, financiados em uma proporção de 59% para
recursos de terceiros e 41% para recursos próprios.

Apresentamos abaixo a movimentação do saldo de investimentos:

Saldos em 31 Saldos em 30
de março de Aumento de Equivalência Amortização Dividendos e de junho de
2010 capital patrimonial de ágio JSCP 2010
COELBA 2.184.703 - 199.937 (9.098) (23.571) 2.351.971
CELPE 1.879.091 - 103.571 (10.229) (37.912) 1.934.521
COSERN 737.637 - 60.398 (4.042) (7.411) 786.582
TERMOPE 453.987 - 12.983 (1.257) (5.636) 460.077
ITAPEBI 144.577 - 17.851 (855) (1.598) 159.975
AFLUENTE 94.826 - 7.305 - (53) 102.078
BAGUARI I 86.724 - 3.775 - - 90.499
GOIAS SUL 107.690 - (1.092) - - 106.598
TERMOAÇU 239.995 - 431 - - 240.426
NEOSERV 17 - 5 - - 22
GERAÇÃO CIII 131.068 - 3.119 - - 134.187
RIO PCH I 87.762 - 1.064 - - 88.826
AGUAS DA PEDRA 127.562 - (432) - - 127.130
NC ENERGIA 26.148 - 10.605 - (245) 36.508
BAHIA PCH I 52.698 - 3.417 - - 56.115
SE NARANDIBA 15.972 - (11) - - 15.961
GERAÇÃO CÉU AZUL 293 - (191) - - 102
NEOINVEST 20.063 1.500 13 - - 21.576
GARTER (7) - (2) - - (9)
TOTAL 6.390.806 1.500 422.746 (25.481) (76.425) 6.713.146

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

21. IMOBILIZADO

Por atividade, o imobilizado consolidado está constituído da seguinte forma:

Consolidado
30/06/10 31/03/10
Taxas anuais Reclassificado
médias (-) Obrigações
ponderadas Depreciação Vinculadas a
de depreciação amortização Concessão Valor Valor
(%) Custo acumulada Subtotal Líquida Líquido Líquido
Em serviço
Geração 3 a 6,8 2.401.659 (409.771) 1.991.888 - 1.991.888 1.852.091
Transmissão 2,72 104.846 (31.029) 73.817 (15.472) 58.345 57.323
Distribuição 4,46 a 4,82 9.534.127 (3.526.416) 6.007.711 (1.971.506) 4.036.205 3.996.440
Comercialização 4,15 a 9,43 45.022 (30.484) 14.538 - 14.538 14.465
Administração 5,41 a 16,89 238.878 (153.820) 85.058 - 85.058 86.136
Subtotal 12.324.532 (4.151.520) 8.173.012 (1.986.978) 6.186.034 6.006.455

Em curso
Geração 1.239.188 - 1.239.188 - 1.239.188 1.321.600
Transmissão 40.015 - 40.015 - 40.015 38.874
Distribuição 949.656 - 949.656 (351.476) 598.180 497.106
Comercialização 1.661 - 1.661 - 1.661 1.459
Administração 7.844 - 7.844 - 7.844 4.691
Subtotal 2.238.364 - 2.238.364 (351.476) 1.886.888 1.863.730

Total 14.562.896 (4.151.520) 10.411.376 (2.338.454) 8.072.922 7.870.185

De acordo com os artigos nº s 63 e 64 do Decreto n° 41.019, de 26 de fevereiro de 1957, os bens e


instalações utilizados na sub-transmissão, distribuição e comercialização de energia elétrica são
vinculados a estes serviços, não podendo ser retirados, alienados, cedidos ou dados em garantia
hipotecária, sem a prévia e expressa autorização do Órgão Regulador.

A ANEEL, através do ofício nº 459/2001 - SFF/ANEEL, de 26/06/2001, autorizou a doação dos


direitos emergentes, bens e instalações da concessão em garantia ao cumprimento das obrigações
assumidas pela Companhia e suas controladas no âmbito do financiamento direto, repasse e emissão
de debêntures na controlada Itapebi.

A mutação do ativo imobilizado está demonstrada abaixo:

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Consolidado
Reclassificado
Saldos em Transferências Saldos em
31/03/10 Adições Baixas Capitalização Outros 30/06/10
EM SERVIÇO
Custo
Geração 2.242.795 87 - 139.601 19.176 2.401.659
Transmissão 102.897 1.879 - 70 - 104.846
Distribuição 9.352.419 - (8.447) 190.155 - 9.534.127
Comercialização 44.340 109 (153) 726 - 45.022
Administração 237.741 30 (1.809) 2.916 - 238.878
Subtotal 11.980.192 2.105 (10.409) 333.468 19.176 12.324.532

(-) Depreciação
Geração (390.704) (19.067) - - - (409.771)
Transmissão (30.102) (927) - - - (31.029)
Distribuição (3.430.805) (102.401) 6.790 - - (3.526.416)
Comercialização (29.875) (763) 154 - - (30.484)
Administração (151.605) (3.892) 1.677 - - (153.820)
Subtotal (4.033.091) (127.050) 8.621 - - (4.151.520)

Total em serviço 7.947.101 (124.945) (1.788) 333.468 19.176 8.173.012

EM CURSO
Geração 1.321.600 76.439 - (139.675) (19.176) 1.239.188
Transmissão 38.874 2.106 - (70) (895) 40.015
Distribuição 819.930 320.488 (346) (190.155) (261) 949.656
Comercialização 1.459 284 - (82) - 1.661
Administração 4.691 7.081 - (3.926) (2) 7.844
Subtotal 2.186.554 406.398 (346) (333.908) (20.334) 2.238.364

Total Imobilizado 10.133.655 281.453 (2.134) (440) (1.158) 10.411.376

Obrigações Vinculadas à Concessão do Serviço Público de Energia Elétrica

As obrigações especiais (não remuneradas) representam as contribuições da União, dos Estados,


dos Municípios e dos Consumidores, bem como as doações não condicionadas a qualquer retorno
em favor do doador e as subvenções destinadas a investimentos na concessão do serviço público de
energia elétrica na atividade de distribuição e foram corrigidas monetariamente até 31 de dezembro
de 1995.

Conforme Resolução Normativa ANEEL nº. 234, de 31/10/2006, as obrigações especiais devem ser
amortizadas às mesmas taxas de depreciação do imobilizado, usando-se uma taxa média, a partir do
segundo ciclo de revisão tarifária periódica (nas controladas, a partir de abril de 2008). A taxa
média anual de amortização das obrigações especiais é de 4,91 a 5,15%.

A mutação das obrigações especiais das controladas Coelba, Celpe, Cosern e Afluente é a seguinte:

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

Saldos em Saldos em
31/03/10 Adições Baixas Transferências 30/06/10
Em serviço
Custo
Transmissão (15.472) - - - (15.472)
Distribuição (2.088.394) (6.281) 44 (66.413) (2.161.044)
Subtotal (2.103.866) (6.281) 44 (66.413) (2.176.516)

(-) Amortização
Distribuição 163.220 26.318 - - 189.538
Subtotal 163.220 26.318 - - 189.538
Total em Serviço (1.940.646) 20.037 44 (66.413) (1.986.978)

Em curso
Distribuição (322.824) (104.181) 9.116 66.413 (351.476)
Subtotal (322.824) (104.181) 9.116 66.413 (351.476)

Total (2.263.470) (84.144) 9.160 - (2.338.454)

Plano Nacional de Universalização do Acesso e Uso da Energia Elétrica

A ANEEL, por meio da Resolução nº 223, de 29 de abril de 2003 e alterações posteriores,


estabeleceu as condições gerais para elaboração dos Planos de Universalização de Energia Elétrica
visando o atendimento de novas unidades consumidoras. A Lei nº 10.762 de 11 de novembro de
2003 alterou a prioridade de atendimento aos municípios dando ênfase aos municípios com menor
índice de eletrificação e de desenvolvimento humano (IDH), limitando esses atendimentos a apenas
novas unidades, ligadas em baixa tensão (inferior a 2,3 KV), com carga instalada de até 50 KW.

• COELBA

No segundo trimestre de 2010 a Companhia investiu R$ 56.121 na realização de novas ligações


Urbanas e Rurais, (R$ 30.366 no 1º. Trimestre de 2010), não abrangidas pelo Programa Luz para
Todos, interligando 94.017 novos consumidores (48.499 no 1º. Trimestre de 2010) ao seu sistema
de distribuição.

Programa Luz Para Todos

O Decreto Presidencial nº 4.873, de 11 de novembro de 2003, alterado pelo Decreto nº 6.442, de 25


de abril de 2008, institui o Programa Nacional de Universalização do Acesso e Uso da Energia
Elétrica - "LUZ PARA TODOS", destinado a propiciar, até o ano de 2010, o atendimento em
energia elétrica à parcela da população do meio rural brasileiro que ainda não possui acesso a esse
serviço público.

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


As controladas são signatárias dos contratos abaixo relacionados, com as seguintes especificações:

• COELBA - Contratos: 1a Tranche - ECFS 013/2004 e 11/SEINFRA/04 assinados em


30/06/04 e 04/10/04, 2a Tranche - ECFS 095/2005 e 12/SEINFRA/06 assinado em 03/10/05, 3a
Tranche – ECFS 153/2006 assinado em 03/08/06, 4a Tranche – ECFS 185/2007 assinado em
06/08/07, 5ª Tranche - ECFS 239/2008 e 015/SEINFRA/08 assinado em 03/09/2008 e a 6ª Tranche
– ECFS 277/2009 assinado em 23/11/2009.

• CELPE - Contratos: 1a Tranche - ECFS 018/2004 assinado em 02/06/04, 2a Tranche -


ECFS 115/2005 assinado em 08/11/05 e 3ª Tranche – ECFS 223/2008 assinado em 22/09/2008.

• COSERN - Contratos: 1a Tranche - ECFS 003/2004 assinado em 16/06/04, 2a Tranche -


ECFS 119/2005 assinado em 09/11/05, 3a Tranche – ECFS 148/2006 assinado em 27/06/06, 4ª
Tranche – ECFS 229/2008 assinado em 21/08/2008 e 5ª Tranche ECFS 225/2008 assinado em
26/05/08.

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


Consolidado
Total em
30/06/10
PARTICIPAÇÕES
Parcela subvencionada (Eletrobras CDE) 1.943.109
Parcela financiada (Eletrobras RGR) 370.269
Parcela financiada pelo Estado 250.407
Parcela financiada (Município) 9.666
Parcela Controladas (C) 902.804
Total do Programa (A) 3.476.255

INGRESSOS DE RECURSOS
Eletrobrás (CDE) 1.442.145
Eletrobrás (RGR) 294.727
Pelo Estado 174.290
Municípios 9.666
Ingresso realizado (B) 1.920.828

DIFERENÇA ENTRE O REALIZADO E O CONTRATADO/ GLOSA


Eletrobrás (100.088)
Estado (45.568)
Total Glosas (D) (145.656)

GASTOS INCORRIDOS
Gastos Incorridos (CDE, RGR, Estado e Controladas) 2.650.702
Pagamentos a Eletrobrás 45.706
Total dos gastos 2.696.408

BALANÇO
Total a receber do programa (A-C+D) 2.427.795
Ingressos realizado (B) 1.920.828
Ingressos à realizar 506.967

NÚMERO DE LIGAÇÕES
Ligações em execução (E) 530.672
Percentual de avanço físico 87,2%
Ligação à contratar (F) 78.243
Ligação à contratar (G) 8.365
Ligações totais do programa (E+ F) 608.915

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

22. INTANGÍVEL

Por atividade, o intangível consolidado está constituído da seguinte forma:

Consolidado
30/06/10 31/03/10
Taxas anuais
médias
ponderadas
de amortização Amortização Valor Valor
(%) Custo acumulada Líquido Líquido
Em serviço
Geração 20 829 (516) 313 318
Transmissão 20 2.865 (197) 2.668 2.353
Distribuição 4,92 a 20 130.085 (91.393) 38.692 40.996
Comercialização 19,62 a 20 266.694 (61.839) 204.855 1.063
Administração 16,99 a 20 228.561 (102.578) 125.983 17.004
Subtotal 629.034 (256.523) 372.511 61.734
Em curso
Geração - - - -
Transmissão - - - -
Distribuição 6.818 - 6.818 5.741
Comercialização 947 - 947 938
Administração 32.058 - 32.058 331.390
Subtotal 39.823 - 39.823 338.069
Ágio por expectativa de resultado na
exploração de concessão - Direitos de
Concessão 2.290.762 (1.007.314) 1.283.448 1.284.884

Total 2.959.619 (1.263.837) 1.695.782 1.684.687

Estão classificados nesse grupo os direitos de uso de software de e direitos de passagem/faixas de


servidão.

Direitos de uso de software são licenças de direito de propriedade intelectual, constituídos por
gastos realizados com a aquisição das licenças e demais gastos com serviços complementares à
utilização produtiva de softwares, desvinculados de equipamentos tangíveis (hardware), e são
amortizados linearmente, de acordo com a vida útil estimada do software.

Faixas de servidão são direitos de passagem para linhas de transmissão associadas à distribuição na
área de concessão das controladas, e em áreas urbanas e rurais particulares, constituídos por
indenização em favor do proprietário do imóvel. Como direitos de passagens são permanentes não
há amortização.

O ágio por expectativa de resultado na exploração das concessões – Direitos de concessão, tem
origem na aquisição do direito de concessão delegado pelo Poder Público, nos termos da alínea b,
do $ 2º, do artigo 14 da Instrução CVM nº 247, de 27 de março de 1996, com as alterações
introduzidas pela Instrução CVM nº 285 de 31 de julho de 1998.

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


A amortização do intangível está sendo contabilizada no resultado na rubrica de depreciação e
amortização.

A mutação do ativo intangível está demonstrada abaixo:

Saldos em Transferências Saldos em


31/03/10 Adições Baixas Capitalização Outros 30/06/10
EM SERVIÇO
Custo
Geração 829 - - - - 829
Transmissão 2.549 8 - 308 - 2.865
Distribuição 130.085 - - - - 130.085
Comercialização 55.711 - - 164.482 46.501 266.694
Administração 113.817 - - 161.245 (46.501) 228.561
Subtotal 302.991 8 - 326.035 - 629.034

(-) Amortização
Geração (511) (5) - - - (516)
Transmissão (196) (1) - - - (197)
Distribuição (89.089) (2.304) - - - (91.393)
Comercialização (54.648) (6.416) - - (775) (61.839)
Administração (96.813) (6.540) - - 775 (102.578)
Subtotal (241.257) (15.266) - - - (256.523)

Total em serviço 61.734 (15.258) - 326.035 - 372.511

EM CURSO
Geração - 308 - (308) - -
Transmissão - - - - - -
Distribuição 5.741 1.077 - - - 6.818
Comercialização 938 9 - - - 947
Administração 331.390 25.683 - (325.291) 276 32.058
Subtotal 338.069 27.077 - (325.599) 276 39.823

Ágio por expectativa de resultado na


exploração de concessão - Direitos de
Concessão 1.284.884 (1.436) 1.283.448

TOTAL INTANGÍVEL 1.684.687 11.819 (1.436) 436 276 1.695.782

23. DIFERIDO

Controladora Consolidado
30/06/10 31/03/10 30/06/10 31/03/10
Despesas pré-operacionais 10.316 10.316 34.041 34.044
Despesas gerais e administrativas - - 297.912 297.912
Despesas tributárias - - 7.458 7.458
Despesas financeiras 48.790 48.790 49.957 49.957
Ágio na Aquisição de Investimentos - - - -
(-) Amortização (30.088) (28.868) (206.916) (198.082)
Total 29.018 30.238 182.452 191.289

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


As despesas diferidas referem-se às despesas pré-operacionais das controladas do segmento de
geração e foram incorridas em períodos anteriores a entrada em operação da respectiva geradora.
Essas despesas pré-operacionais são amortizadas a partir do início da operação comercial das
controladas.

Durante o período de 1º de janeiro a 15 de maio de 2004, quando a controlada Termopernambuco


estava em fase pré-operacional, foram registradas no diferido despesas com gás consumido durante
o período de comissionamento e testes da usina e despesas com a utilização da linha de transmissão.

Estes custos referem-se a gastos de preparação na fase pré-operacional de implantação da usina.


Conforme facultado pela Deliberação CVM nº 565, que aprovou o pronunciamento técnico CPC nº
13, a administração da controlada avaliou que tais ativos não devem ser reclassificados em outras
rubricas e serão mantidos no diferido até sua completa amortização, estando sujeitos a análise de
recuperação conforme o pronunciamento técnico CPC nº 01.

24. FORNECEDORES

A Composição do saldo em 30 de junho de 2010 e 31 de março de 2010 é como segue:

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


Consolidado
Reclassificado
30/06/10 31/03/10
Fornecedores de Energia Elétrica:
CHESF 35.144 34.055
CCEE 10.932 18.473
CEEE 11.964 11.534
CESP 27.598 28.910
CEMIG GERAÇÃO 15.807 17.196
COPEL GERAÇÃO 15.712 16.298
CGTEE 2.756 3.111
CANDEIAS 383 276
DUKE 4.455 5.290
ELETRONORTE 13.688 13.896
EMAE 1.284 1.328
ENERGEST 1.398 1.450
ENGUIA 669 638
FURNAS 61.257 60.429
LIGHT 3.866 3.969
CPFL 6.209 3.505
PETROBRAS 36.442 35.645
USINA XAVANTES 46 52
UTE DAIA 146 138
VOTENER 1.087 750
TRACTEBEL 22.640 18.049
FONTES ALTERNATIVAS 552 23.150
COLIGADAS
Termopernambuco 4 -
Itapebi - 1.260
NC Energia 151 246
Coelba 44 -
Celpe - 2
Termoaçu 8.654 9.721
Iberdrola Energia do Brasil 1.197 854
Outros 39.777 20.685
Subtotal 323.862 330.910
Encargos de Uso da Rede 64.533 60.421
Materiais e Serviços 219.267 231.971
Total 607.662 623.302
Passivo Circulante 599.769 617.446
Passivo Não Circulante 7.893 5.856

25. EMPRÉSTIMOS, FINANCIAMENTOS E ENCARGOS

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

Consolidado
Taxa Encargos Principal Total
Composição da dívida Efetiva Circulante Não Circulante Circulante Não Circulante 30/06/10 31/03/10
Moeda nacional
União - BNDES/ Eletrobrás TJLP + 9,16% a.a. - - - - - 36.216
Subtotal / IGPM + 9,16% - - - - - 36.216

Banco do Nordeste 10% a.a. 61 - 10.923 26.397 37.381 40.062


Subtotal 61 - 10.923 26.397 37.381 40.062

BNB 10% a 10,50% a.a. / 729 - 65.854 273.533 340.116 353.505


(-) Custos de transação TJLP + 3,21% a.a. - - (503) (1.219) (1.722) (1.853)
Subtotal 729 - 65.351 272.314 338.394 351.652

BNB 6 10% a 10,11% a.a. 43 - - 134.422 134.465 134.493


(-) Custos de transação - BNB 6 - - (114) (288) (402) (8)
Subtotal 43 - (114) 134.134 134.063 134.485

BNDES 4,25% a 4,50% a.a. 2.936 11.054 132.395 1.376.544 1.522.929 1.492.674
(-) Custos de transação / TJPL + 2,12% a - - (600) (2.600) (3.200) (3.350)
Subtotal 3,12% a.a. 2.936 11.054 131.795 1.373.944 1.519.729 1.489.324

BNDES Emergencial Selic + 1% a.a. 107 - 22.963 - 23.070 28.213


Subtotal 107 - 22.963 - 23.070 28.213

BNDES FINEM 2,12% a 8,06% a.a. 1.207 - 138.878 188.352 328.437 336.689
(-) Custos de transação / TJLP + 3,12% a - - (59) (106) (165) (181)
Subtotal 4,30% a.a. 1.207 - 138.819 188.246 328.272 336.508

Eletrobrás 5% a 5,45% a.a. 9 - 56.892 269.548 326.449 331.324


(-) Custos de transação - - (91) (467) (558) (423)
Subtotal 9 - 56.801 269.081 325.891 330.901

FINEP TJLP + 2% a 5% 163 - 4.999 71.225 76.387 78.098


(-) Custos de transação a.a. / 5% a 5,27% - - (150) (494) (644) (687)
Subtotal a.a. 163 - 4.849 70.731 75.743 77.411

Banco do Brasil 12,15% a 15,6% 11.356 2.667 - 695.000 709.023 -


(-) Custos de transação a.a. / CDI + 1% a.a. - - (2.954) (11.252) (14.206) -
Subtotal 11.356 2.667 (2.954) 683.748 694.817 -

Outros 2% a.a. / 5,5% a.a. - - 18 59 77 81


Subtotal - - 18 59 77 81

Operações com Swap - - - (540) (540) -

Total moeda nacional 16.611 13.721 428.451 3.018.114 3.476.897 2.824.853

Moeda estrangeira

Banco Interamericano VC + 3% a.a. 21 - 2.660 - 2.681 2.689


Desenvolvimento – BID
Subtotal 21 - 2.660 - 2.681 2.689

Kreditanstalt fur Wiederaufbau – 2% a.a. / 4,5% a.a. -


KfW - 1.104 6.450 7.554 8.919
Subtotal - - 1.104 6.450 7.554 8.919

Títulos Externos Libor + 1,87% a.a. - - 7.697 252.336 260.033 262.950


(-) Custos de transação - - - - - (594)
Subtotal - - 7.697 252.336 260.033 262.356

Operações com Swap - - 36.767 11.812 48.579 63.463

Total moeda estrangeira 21 - 48.228 270.598 318.847 337.427

Total 16.632 13.721 476.679 3.288.712 3.795.744 3.162.280

(a) Captações de recursos no trimestre:

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


• Coelba

Em abril de 2010 a controlada recebeu R$ 2.260 do Banco Nacional de Desenvolvimento


Econômico e Social – BNDES, referente ao financiamento dos investimentos realizados em 2009,
provenientes do Contrato de Financiamento Mediante Abertura de Limite de Crédito Rotativo,
assinado em Março de 2009 e aditado em Novembro de 2009.

Em abril de 2010 a controlada recebeu R$ 300.000 mil do Banco do Brasil, referente a


financiamento do capital de giro da empresa, proveniente de Nota de Crédito Comercial (NCC)
com prazo de 5 anos, a ser amortizado em prestação única na data do vencimento, com custo de
CDI + 1% a.a e juros pagos semestralmente.

Em maio de 2010 a controlada recebeu R$ 100.000 mil do Banco do Brasil, referente a


financiamento do capital de giro da empresa, proveniente de Nota de Crédito Comercial (NCC)
com prazo de 4 anos, a ser amortizado em prestação única na data do vencimento, com custo de
12,149% a.a e juros pagos juntamente com a prestação do principal. Em contexto com essa
operação foi contratado swap de proteção de taxa de juros para este financiamento, trocando a taxa
pré-fixada por 99,50% da taxa DI.

Em junho de 2010 foram renegociados os Títulos Externos no montante de US$ 150.000, junto a
um Sindicato de Bancos liderado pelo Citibank e o Banco do Brasil, alongando o seu prazo para
junho de 2015, a serem amortizados em 3 parcelas semestrais a partir de Junho de 2014, com custo
de libor + 1,875% a.a e juros pagos semestralmente. Em conexão com esta operação foi contratado
swap de proteção cambial no valor de US$ 21.429 junto ao Citibank para complementar os swaps
existentes.

• Celpe

Em Abril de 2010 a controlada recebeu R$ 21.475 mil do Banco Nacional de Desenvolvimento


Econômico e Social – BNDES, referente ao financiamento dos investimentos realizados em 2009,
provenientes do Contrato de Financiamento Mediante Abertura de Limite de Crédito Rotativo,
assinado em março de 2009 e aditado em março de 2010.

Em Maio de 2010 a controlada recebeu R$ 145.000 mil do Banco do Brasil, referente a


financiamento do capital de giro da empresa, provenientes de Notas de Crédito Comercial (NCC).
Também foi contratado um swap para o valor do financiamento de R$ 145.000 mil junto ao Banco
do Brasil.

Em Junho de 2010 a controlada liquidou antecipadamente o contrato de financiamento com a


União; Liquidou antecipadamente a 1ª emissão de debêntures; e antecipou a parcela da 2ª emissão
de debêntures (1ª série).

• Cosern

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


No segundo trimestre de 2010 a controlada realizou captação de recursos junto ao Banco do Brasil,
totalizando R$ 150.000 mil, através das Notas de Crédito Comercial – NCC nº. 342.901.057, no
valor de R$ 97.000 mil em 4 de maio de 2010, e NCC nº. 20/00852-X, no valor de R$ 53.000 mil em
6 de maio de 2010. Também foi contratado um swap para o financiamento de R$ 53.000 mil junto ao
Banco do Brasil.

(b) Condições Restritivas Financeiras (covenants):

• Coelba

Os contratos mantidos com o BNDES/FINEM e os Títulos Externos contêm claúsulas restritivas


que requerem a manutenção de determinados índices financeiros com parâmetros pré estabelecidos,
como segue:

BNDES FINEM 2006 - Endividamento Financeiro/EBITDA menor ou igual a 2,5 até 2010 e
Endividamento Financeiro Líquido / (Endividamento Líquido + PL) menor ou igual a 0,55.

FINEM 2007 - Endividamento Financeiro/EBITDA menor ou igual a 1,60 até 2012 e


Endividamento Financeiro Líquido /(Endividamento Líquido + PL) menor ou igual a 0,60 até 2012.

Títulos Externos - Dívida Líquida/EBITDA menor ou igual a 3 e EBITDA/Resultado Financeiro


maior ou igual a 2.

Nas informações trimestrais encerradas em 30 de junho de 2010 e 31 de março de 2010, as


controladas atingiram todos os índices requeridos contratual.

Condições contratuais dos empréstimos das controladas em 30 de junho de 2010:

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


Data de
Fonte Assinatura Moeda Objetivo Juros Swap Vencimento Garantias
BB REN MN - BNDES 01/03/94 R$ Pgto BNDES TJLP + 9,16% a.a. Não aplicável 2014 Contrato Liquidado
BB REN MN -
01/03/94 R$ Pgto Eletrobrás IGPM + 9,16% a.a. Não aplicável 2014 Contrato Liquidado
ELETROBRÁS
Programa de Expansão e Melhoramento do
Sistema de Transmissão e Distribuição de Aval Governo do Estado/Federal e
BID 23/03/86 US$ 3,0% a.a.+ vc CDI - 6% a.a. 2011
Energia Elétrica do Estado da Bahia - 2ª Fiança Bancária
Etapa
Centralização recebíveis, Hipoteca,
BNB 29/11/04 R$ Programa de Investimentos em Distribuição 10% a.a. Não aplicável 2012 Fundo de Liquidez e Aval
Neoenergia
Fiança Bancária, Aval Neoenergia e
BNB 1 30/11/04 R$ Eletrificação 10% a.a. Não aplicável 2013
Aplicação Financeira.
Fiança Bancária, Aval Neoenergia e
BNB 3 29/12/05 R$ Eletrificação 10% a.a. Não aplicável 2012
Aplicação Financeira.
Recebíveis, Aval Neoenergia e
BNB 6 27/06/08 R$ Eletrificação 10% a.a. Não aplicável 2016
Aplicação Financeira.
Centralização recebíveis, Fundo de
BNB IV 27/06/08 R$ Investimentos nos sistemas de linhas e redes 10% a.a. Não aplicável 2016
Liquidez e Aval Neoenergia
Melhoramento em Redes de Transmissão e Centralização recebíveis, Fundo de
BNB V 22/08/08 R$ 10% a.a. Não aplicável 2016
Distribuição Liquidez e Aval Neoenergia
BNDES 24/12/01 R$ Construção da UHE Itapebi TJLP + 4,50% a.a. Não aplicável 2013 Conta Reserva
BNDES 24/12/01 R$ Construção da UHE Itapebi TJLP + 4,25% a.a. Não aplicável 2013 Conta Reserva
BNDES 30/06/05 R$ Construção Usina 6,625% a.a. acima da TJLP Não aplicável 2015
Aval Neoenergia e Fundo de
BNDES 6 FINEM (A) 01/12/06 R$ Expansão/Melhoramento de Redes TJLP + 4,3% a.a. Não aplicável 2011
Investimento.
Aval Neoenergia e Fundo de
BNDES 6 FINEM (B) 01/12/06 R$ Expansão/Melhoramento de Redes TJLP + 4,3% a.a. Não aplicável 2012
Investimento.
Aval Neoenergia e Fundo de
BNDES 6 FINEM (C) 01/12/06 R$ Expansão/Melhoramento de Redes TJLP + 4,3% a.a. Não aplicável 2013
Investimento.
Emergencial de Redução do Consumo de
BNDES/ Emergencial 14/02/02 R$ SELIC + 1% a.a. Não aplicável 2010 Recebíveis
Energia Elétrica
Sub-Transmissão e Distribuição de Energia
BNDES/FINEM 04/10/06 R$ TJLP + 4,30% a.a. Não aplicável 2011 Aval Neoenergia e Conta Reserva
Elétrica
Sub-Transmissão e Distribuição de Energia
BNDES/FINEM 12/12/07 R$ TJLP + 3,30% a.a. Não aplicável 2012 Aval Neoenergia e Conta Reserva
Elétrica
TJLP + 2,12 aa TJLP +
BNDES/FINEM 16/03/09 R$ Distribuição de Energia Elétrica Não aplicável 2015
3,12% a.a. 4,50% aa
TJLP + 2,12 aa /TJLP +
BNDES/FINEM 16/03/09 R$ Distribuição de Energia Elétrica Não aplicável 2015 Aval Neoenergia
3,12% a.a. / 4,50% aa
Receita Própria, Aval Governo do
CEF/COHAB Diversos R$ Eletrificação Conj. Habitacional TR + 2 a 5,5% a.a. Não aplicável 2014
Estado e Fiança Bancária.
ECF 0018 UFIR 01/07/04 R$ Universalização UFIR + 6% a.a. Não aplicável 2016 Receita Própria.
ECF 0115 UFIR 17/11/05 R$ Universalização UFIR + 6% a.a. Não aplicável 2016 Receita Própria.
ECF 1983 UFIR 11/02/00 R$ Eletrificação Rural UFIR + 6% a.a. Não aplicável 2012 Receita Própria.
Expansão das Linhas e Redes de
ELETROBRÁS 1999 a 2009 R$ 5% a.a Não aplicável 2022 Nota Promissória e Receita Própria
Distribuição e Luz Para Todos
Expansão de linhas e redes de distribuição,
ELETROBRÁS 2001 a 2009 R$ linhas de transmissão e aquisição de 6 a 9 % a.a. Não aplicável 2018 Recebíveis
medidores
Investimento em Distribuição e Eficiência
FINEP 23/12/04 R$ TJLP + 5% a. a. Não aplicável 2011 Aval Neoenergia.
Energética
Otimização e desempenho da rede de
FINEP 23/12/04 R$ TJLP + 5% a.a. Não aplicável 2011
distribuição e programas comunitários
Investimento em Distribuição e Eficiência
FINEP 23/12/04 R$ TJLP + 5% a.a. Não aplicável 2011 Aval Neoenergia
Energética
FINEP 14/10/09 R$ Pesquisa e Desenvolvimento (TJLP-6%) + 5% a a Não aplicável 2018 Aval Neoenergia.
FINEP 14/10/09 R$ Projeto de Inovação TJLP + 5% a.a. Não aplicável 2018 Aval Neoenergia
Aval Governo do Estado/Federal e
KFW 1 29/05/96 EURO Distribuição Rural/Se's/Lt's 2% a.a. 72,5% do CDI 2026
Fiança Bancária.
Aval Governo do Estado/Federal e
KFW 2 29/05/96 EURO Distribuição Rural/Se's/Lt's 4,5% a.a. 92% do CDI 2016
Fiança Bancária.
106,75% / 107,25% /
TÍTULOS EXTERNOS 28/12/05 US$ Investimentos em Distribuição Libor + 1,875% a.a. + vc 101,61% / 101,72% / 2015 Sem garantia
103,27% do CDI
BB nº 342.901.057 04/05/10 R$ Capital de Giro CDI + 1% aa Não aplicável 2015 Sem garantia
BB nº 20/00852-X 06/05/10 R$ Capital de Giro/Renegociação de Dívida 12,149% aa 99,5% do CDI 2014 Sem garantia
BNDES 7 - FINEM (C3) 23/12/09 R$ Expansão/Melhoramento de Redes TJLP + 2,12% aa Não aplicável 2015 Aval Neoenergia
BNDES 7 - FINEM (D3) 23/12/09 R$ Expansão/Melhoramento de Redes TJLP + 3,12% aa Não aplicável 2015 Aval Neoenergia

Para alguns empréstimos foram dadas garantias de receita própria, cessão condicional de contratos,
penhor dos direitos relacionados à concessão, manutenção de conta reserva e aval da Neoenergia
S.A..

O total devido em moeda nacional e em moeda estrangeira do consolidado desdobra-se da seguinte

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


forma:

Consolidado
30/06/10 31/03/10
Moeda Nacional R$ % R$ %
Juros pré-fixados 846.955 24,4% 520.402 18,4%
UFIR 325.892 9,4% 330.904 11,7%
IGP-M - 0,0% 31.642 1,1%
TJLP 1.883.802 54,2% 1.913.610 67,7%
TR 77 0,0% 81 0,0%
CDI 397.101 11,4% - 0,0%
SELIC 23.070 0,7% 28.214 1,0%
Total 3.476.897 2.824.853
Principal 3.446.565 2.807.630
Encargos 30.332 17.223

Consolidado
30/06/10 31/03/10
Moeda de Moeda de
Moeda Estrangeira Origem R$ % Origem R$ %
Dólar norte americano 172.737 311.185 97,6% 184.425 328.487 97,4%
Euro 3.427 7.662 2,4% 3.705 8.940 2,6%
Total 318.847 337.427
Principal 318.826 336.330
Encargos 21 1.097

As principais moedas e indexadores utilizados para atualização dos empréstimos e financiamentos


tiveram as seguintes variações nos trimestres findos em 30 de junho de 2010 e 2009:

Variação %
Moeda / Indexador 30/06/10 30/06/09
EURO (8,44) (10,99)
Dólar norte-americano 1,15 (15,70)
IGP-M 2,84 (0,31)
FINEL 0,56 (0,06)
TJLP 2,96 1,53
CDI 2,22 2,37
SELIC 3,28 2,39
TR 0,11 0,43

Os vencimentos das parcelas a longo prazo são os seguintes:

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


Consolidado
30/06/10 31/03/10
Custos Custos
Dívida Transação Total Líquido Dívida Transação Total Líquido
2011 236.561 (1.690) 234.871 426.816 (609) 426.207
2012 418.247 (3.301) 414.946 478.566 (661) 477.905
2013 283.687 (3.216) 280.471 331.768 (477) 331.291
2014 725.095 (2.507) 722.588 246.499 (367) 246.132
2015 692.854 (2.838) 690.016 215.975 (282) 215.693
Após 2015 959.815 (274) 959.541 919.652 (285) 919.367
Total 3.316.259 (13.826) 3.302.433 2.619.276 (2.681) 2.616.595

A mutações de empréstimos e financiamentos é a seguinte:


Consolidado
Moeda nacional Moeda estrangeira
Passivo Não Passivo Não
Circulante Circulante Circulante Circulante Total
Saldos em 31 de março de 2010 441.806 2.383.047 103.880 233.547 3.162.280
Ingressos 5.017 761.894 - - 766.911
Encargos 53.389 16.831 1.084 - 71.304
Variação monetária e cambial 279 351 389 1.597 2.616
Swap - (540) 6.485 (2.604) 3.341
Efeito cumulativo marcação a mercado - - (5) (3.681) (3.686)
Transferências 116.263 (116.263) (45.106) 45.106 -
Amortizações e pagamentos de juros (170.779) - (22.439) - (193.218)
(-) Custos de Transação (913) (13.485) 3.961 (3.367) (13.804)
Saldos em 30 de junho de 2010 445.062 3.031.835 48.249 270.598 3.795.744

26. DEBÊNTURES E ENCARGOS

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


Consolidado
30/06/10 31/03/10
Encargos Principal
Quantidade
de Títulos Não
Empresa Debêntures Série Emitidos Remuneração Taxa Efetiva Swap Circulante Circulante Circulante Total Total
COELBA 3ª Emissão Única 3.000 V.C. + 10,8% 956 6.297 15.040 22.293 21.581
(-) Custos de transação - (161) (213) (374) (419)
Subtotal - 3ª Emissão 11,62% IGPM + 13,95% a.a.
956 6.136 14.827 21.919 21.162
5ª Emissão 1ª 8.608 CDI +1,4% a.a. - - - - 17.765
(-) Custos de transação - - - - (12)
Subtotal - 5ª Emissão 10,79% Não aplicável. - - - - 17.753
5ª Emissão 2ª 10.000 IGPM + 10,8% 1.633 100.000 - 101.633 111.200
(-) Custos de transação - (163) - (163) (207)
Subtotal - 5ª Emissão 10,90% Não aplicável. 1.633 99.837 - 101.470 110.993
6ª Emissão Única 35.392 CDI + 0,6% a.a. 2.832 78.649 275.271 356.752 364.276
(-) Custos de transação - (638) (961) (1.599) (1.773)
Subtotal - 6ª Emissão 11,52% Não aplicável. 2.832 78.011 274.310 355.153 362.503

CELPE 1ª Emissão Única - Variação CDI + - - - - 87.606


(-) Custos de transação 1,7% a.a. - - - - (2.539)
Subtotal - 1ª Emissão 17,11% Não aplicável - - - - 85.067
2ª Emissão 1ª - 108,5% do CDI 5.308 48.980 244.898 299.186 347.773
(-) Custos de transação - (1.365) (1.306) (2.671) (3.092)
Subtotal - 2ª Emissão 15,27% Não aplicável 5.308 47.615 243.592 296.515 344.681
2ª Emissão 2ª - Variação IGPM 3.749 - 38.213 41.962 39.778
(-) Custos de transação + 10,95% a.a. - (30) (3) (33) (41)
Subtotal - 2ª Emissão 18,62% Não aplicável 3.749 (30) 38.210 41.929 39.737
3ª Emissão Única - 105% do CDI 479 - 170.000 170.479 170.410
(-) Custos de transação - (208) (151) (359) (411)
Subtotal - 3ª Emissão 13,67% Não aplicável 479 (208) 169.849 170.120 169.999

COSERN 4ª Emissão Única - CDI + 0,6% a.a 1.309 36.352 127.248 164.909 168.387
(-) Custos de transação - (394) (694) (1.088) (1.188)
Subtotal - 4ª Emissão 11,50% Não aplicável 1.309 35.958 126.554 163.821 167.199

TERMOPE 2ª emissão 1ª 40.000 105% CDI a.a CDI + 0,50% a.a. 2.562 48.001 352.000 402.563 402.371
(-) Custos de transação - (181) (1.326) (1.507) (1.507)
Subtotal - 2ª emissão Não aplicável 2.562 47.820 350.674 401.056 400.864

ITAPEBI 2ª Emissão 1ª 8.750 IGPM + 9,50% a.a. IGPM + 9,71% a.a. 361 23.287 26.613 50.261 73.250
(-) Custos de transação - - - - (170)
Subtotal - 2ª Emissão Não aplicável 361 23.287 26.613 50.261 73.080
2ª Emissão 2ª 8.750 IGPM + 9,50% a.a. IGPM + 9,70% a.a. 3.731 20.488 49.603 73.821 70.206
(-) Custos de transação - (149) (195) (344) (208)
Subtotal - 2ª Emissão Não aplicável 3.731 20.339 49.407 73.477 69.998
Subtotal 22.920 358.765 1.294.036 1.675.721 1.863.036

Operações com Swap - 12.704 29.675 42.379 39.236

Total 22.920 371.469 1.323.711 1.718.100 1.902.272

(a) Condições Restritivas Financeiras (covenants):

• Coelba

As escrituras de emissões das debêntures prevêem a manutenção de índices de endividamento e


cobertura de juros com parâmetros pré estabelecidos, como segue: Dívida Líquida/EBITDA menor
ou igual a 3 e EBITDA/Resultado Financeiro maior ou igual a 2.

• Cosern

As escrituras de emissões das debêntures prevêem a manutenção de índices de endividamento e


cobertura de juros com parâmetros pré estabelecidos, como segue: Dívida Líquida/EBITDA menor
ou igual a 3 e EBITDA/Resultado Financeiro maior ou igual a 2.

Nas informações trimestrais encerradas em 30 de junho e 31 de março de 2010, as controladas


atingiram todos os índices requeridos contratualmente.

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

(b) Garantias:

Para a 3ª. Emissão de debêntures nas empresas Coelba e Celpe foram dadas garantias de receita
própria e aval do acionista controlador.

Os vencimentos das parcelas a longo prazo consolidados são os seguintes:

Consolidado
30/06/10 31/03/10
Custos Custos
Debêntures Total Líquido Debêntures Total Líquido
Transação Transação
2011 290.747 (1.046) 289.701 499.235 (1.786) 497.449
2012 462.217 (1.830) 460.387 472.054 (2.189) 469.865
2013 335.261 (1.386) 333.875 346.781 (1.828) 344.953
2014 240.335 (587) 239.748 253.023 (1.035) 251.988
2015 - - - 12.256 (307) 11.949
Após 2015 - - - 12.256 (307) 11.949
Total 1.328.560 (4.849) 1.323.711 1.595.605 (7.452) 1.588.153

A mutação das debêntures é a seguinte:

Moeda nacional
Passivo
Circulante Não Circulante Total
Saldos em 31 de março de 2010 313.883 1.588.389 1.902.272
Ingressos - - -
Encargos 43.210 - 43.210
Variação monetária e cambial 1.320 6.639 7.959
Swap 954 2.130 3.084
Efeito cumulativo marcação a mercado - (49) (49)
Transferências 275.332 (275.332) -
Amortizações e pagamentos de juros (240.689) - (240.689)
(-) Custos de transação 379 1.934 2.313
Saldos em 30 de junho de 2010 394.389 1.323.711 1.718.100

27. TAXAS REGULAMENTARES

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Consolidado
Ref. 30/06/10 31/03/10
Reserva Global de Reversão – RGR 11.363 8.208
Conta de Consumo de Combustível – CCC 30.312 21.806
Conta de Desenvolvimento Energético - CDE 4.992 4.992
Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - FNDCT 3.286 3.341
Empresa de Pesquisa Energética - EPE 1.499 1.525
Pesquisa e Desenvolvimento - P&D 86.807 87.682
Programa de Eficientização Energética - PEE (1) 138.891 128.206
Taxa de Fiscalização Serviço Público de Energia Elétrica – TFSEE (1) 1.748 1.764
Compensação Financeira pela utilização de Recursos Hídricos - CFURH 302 1.722
Encargo do Serviço do Sistema - ESS 3.787 1.293
Encargo do Consumidor - Tesouro Nacional (2) 10.458 -
Total 293.445 260.539
Passivo Circulante 208.284 177.029
Passivo Não Circulante 85.161 83.510

(1) As controladas Coelba, Celpe e Cosern reconheceram os passivos relacionados a valores já


faturados em tarifas (1% da Receita Operacional Líquida), mas ainda não aplicados nos Programas
de Eficientização Energética – PEE e Pesquisa e Desenvolvimento – P&D, atualizados
mensalmente, a partir do 2º. mês subseqüente ao seu reconhecimento até o momento de sua efetiva
realização, com base na Taxa SELIC, conforme as Resoluções ANEEL n˚s. 300/2008 e 316/2008.

(2) A Lei n ˚ 9.991 de 24 de julho de 2000 que dispõe sobre a realização de investimentos em
pesquisa e desenvolvimento e em eficiência energética por parte das empresas concessionárias,
permissionárias e autorizadas do setor de energia elétrica foi alterada pela Lei n˚ 12.111, de 9 de
dezembro de 2009, visando a criação de um novo encargo setorial para ressarcimento de Estados e
Municípios que tiveram perda de receita decorrente da arrecadação do ICMS incidente sobre os
combustíveis fósseis utilizados na geração de energia, em decorrência da interligação dos
respectivos sistemas isolados ao Sistema Interligado Nacional. O novo encargo equivale a 0,30%
(trinta centésimos por cento) da receita operacional líquida das controladas Coelba, Celpe e Cosern
e vigerá até 31 de dezembro de 2012.

28. DIVIDENDOS E JUROS SOBRE O CAPITAL PRÓPRIO

Em reunião do Conselho de Administração realizada em 14 de junho de 2010, foi aprovada a


declaração de juros sobre capital, referente ao 2º trimestre de 2010 da seguinte forma:

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Valor por ação
Deliberação Provento Valor deliberado ON
2010
RCA de 18 de março de 2010 JSCP 94.134 16,0895328
AGO de 30 de março de 2010 Dividendos 103.200 17,6391181
RD de 14 de junho de 2010 JSCP 100.000 17,0921589
297.334

2009
RCA de 29 de junho de 2009. JSCP 14.364 0,0835569
RCA de 30 de setembro de 2009. JSCP 11.148 0,0648491
RCA de 30 de setembro de 2009. Dividendo 39.500 0,2297757
RCA de 18 de dezembro de 2009 JSCP 8.274 0,0481307
73.286

A formação dos saldos é como segue:

Controladora
Saldos em 31 de março de 2010 313.947
Dividendos e Juros sobre o Capital Próprio:
Declarados 100.000
Imposto de renda retido na fonte - IRRF (9.860)
Pagos no período (313.947)
Saldos em 30 de junho de 2010 90.140

29. OBRIGAÇÕES ESTIMADAS

Consolidado
Reclassificado
30/06/10 31/03/10
Imposto de Renda 53.531 26.213
Contribuição Social 76.650 38.340
Provisões Férias e 13° salário 29.746 27.899
Encargos Sobre Provisões de Férias e 13° salário 12.409 10.432
Provisão PLR 15.365 7.056
Outros 2.694 2.905
Total 190.395 112.845
Passivo Circulante 188.392 110.842
Passivo Não Circulante 2.003 2.003

30. CONTINGÊNCIAS

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30.1. CONTINGÊNCIAS PASSIVAS

As provisões constituídas para contingências passivas e líquidas dos depósitos judiciais


correspondentes, estão compostas como segue:

Consolidado
30/06/10 31/03/10
(-) Depósitos Provisão Provisão
Contingências Judiciais Líquida Líquida
Trabalhistas 90.990 (53.793) 37.197 32.452
Cíveis 86.255 (20.784) 65.471 65.750
Fiscais 18.202 (8.388) 9.814 3.300
Ambientais 19.352 (859) 18.493 18.446
Total 214.799 (83.824) 130.975 119.948
Passivo circulante 49.428 48.077
Passivo Não Circulante 81.547 71.871

Contingências
Trabalhistas Cíveis Fiscais Ambientais Total
Saldos em 31 de março de 2010 87.694 83.524 11.544 19.291 202.053
Constituição 13.493 7.154 6.696 - 27.343
Baixas/reversao (12.083) (7.440) (260) - (19.783)
Remuneração 1.886 3.017 222 61 5.186
Saldos em 30 de junho de 2010 90.990 86.255 18.202 19.352 214.799

A Administração da Companhia e suas controladas consubstanciada na opinião de seus consultores


legais quanto à possibilidade de êxito nas diversas demandas judiciais, entende que as provisões
constituídas registradas no balanço são suficientes para cobrir prováveis perdas com tais causas.

Trabalhistas

Referem-se a ações movidas por ex-empregados contra as controladas, envolvendo a cobrança de


horas-extras, adicional de periculosidade, equiparação/reenquadramento salarial, discussão sobre
plano de cargos e salários e outras, e também, ações movidas por ex-empregados de seus
empreiteiros (responsabilidade subsidiária e/ou solidária) envolvendo cobrança de parcelas
indenizatórias e outras.

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Valor Expectativa Valor Provisionado
Contingência Trabalhista
Atualizado Instância de Perda 30/06/10 31/03/10
Ex-empregados da Companhia 38.689 1ª, 2ª e 3ª Provável 38.945 40.613
122.350 1ª, 2ª e 3ª Possível - -
32.175 1ª, 2ª e 3ª Remota - -

Ex-empregados de Empreiteiras 38.910 1ª, 2ª e 3ª Provável 38.910 34.885


104.086 1ª, 2ª e 3ª Possível - -
73.302 1ª, 2ª e 3ª Remota - -

Empregados 13.135 1ª, 2ª e 3ª Provável 13.135 12.196


41.466 1ª, 2ª e 3ª Possível - -
1.134 1ª, 2ª e 3ª Remota - -
Total 465.247 90.990 87.694

Os valores foram atualizados monetariamente pela variação da Taxa Referencial (TR) índice de
atualização de processos trabalhistas divulgado pelo Conselho Superior da Justiça do Trabalho,
acrescidos de juros de 1% a.m.

Cíveis

Referem-se à ações de natureza comercial e indenizatória, movidas por pessoas físicas e pessoas
jurídicas, envolvendo repetição de indébito, danos materiais e/ou danos morais.

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Valor Expectativa Valor Provisionado
Contingência Cível
Atualizado Instância de Perda 30/06/10 31/03/10
26.531 1ª, 2ª e 3ª Provável 26.531 28.009
Clientes – Tarifas Plano
4.151 1ª, 2ª e 3ª Possível - -
Cruzado
2.937 1ª, 2ª e 3ª Remota - -

Indenização por perdas 36.489 1ª, 2ª e 3ª Provável 36.490 33.363


274.922 1ª, 2ª e 3ª Possível - -
24.381 1ª, 2ª e 3ª Remota - -

Acidente terceiros/trabalho 7.542 1ª, 2ª e 3ª Provável 7.542 7.314


51.830 1ª, 2ª e 3ª Possível - -
1.460 1ª, 2ª e 3ª Remota - -

Comerc. Energia e produtos 2.472 1ª, 2ª e 3ª Provável 2.472 2.087


23.758 1ª, 2ª e 3ª Possível - -
468 1ª, 2ª e 3ª Remota - -

Irregularidade de consumo 5.463 1ª, 2ª e 3ª Provável 5.463 5.550


52.144 1ª, 2ª e 3ª Possível - -
2.454 1ª, 2ª e 3ª Remota - -

Empréstimo compulsório 12 1ª, 2ª e 3ª Provável 12 12


1.326 1ª, 2ª e 3ª Possível - -
69 1ª, 2ª e 3ª Remota - -

Iluminação pública 3.404 1ª, 2ª e 3ª Possível - -


1.176 1ª, 2ª e 3ª Remota - -

Negativação SPC e Serasa - 1ª, 2ª e 3ª Provável - 9

Societário Ações 2.222 1ª, 2ª e 3ª Provável 2.222 2.129


1 1ª, 2ª e 3ª Possível - -

12 1ª, 2ª e 3ª Provável 12 12
Racionamento de Energia
1.545 1ª, 2ª e 3ª Possível - -
Elertrica
9 1ª, 2ª e 3ª Remota - -

Outras 5.511 1ª, 2ª e 3ª Provável 5.511 5.039


64.406 1ª, 2ª e 3ª Possível - -
2.699 1ª, 2ª e 3ª Remota - -
Total 599.394 86.255 83.524

Nas controladas, os valores foram atualizados monetariamente pela variação do INPC, acrescidos
de juros de 1% a.m.

Clientes – Plano Cruzado - Ações movidas por alguns consumidores industriais e comerciais
questionando a legalidade da majoração da tarifa de energia elétrica ocorrida na vigência do Plano

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Cruzado, conforme portarias nº 38 e 45 do DNAEE, de 27 de janeiro e de 4 de março, ambas de
1986, e pleiteando a restituição de valores envolvidos.

Indenização por Perdas – Referem-se a diversas ações indenizatórias movidas por pessoas físicas e
jurídicas em função das atividades das Concessionárias. As ações envolvem pedidos de
ressarcimento de danos morais e materiais em virtude de suspensão de fornecimento de energia e
queima de equipamentos, bem como pedido de ressarcimento por descumprimento contratual.

Acidente terceiros/trabalho – Referem-se a diversas ações cíveis movidas por pessoas físicas, nas
quais a Companhia e suas controladas são ré, envolvendo danos morais e/ou danos materiais.

Comercialização de Energia, Serviços e Produtos - Referem-se a diversas ações cíveis e comerciais


movidas por pessoas físicas e jurídicas, nas quais as controladas são ré, envolvendo repetição de
indébito, revisão de débito de consumo medido e não medido (irregularidade de consumo),
cancelamento de débito, restabelecimento do fornecimento de energia elétrica, anulação de dívida
com pedido de tutela antecipada, execução de título judicial, declaratória de inexistência de débito.

Outras – Diversas ações movidas por pessoas físicas e jurídicas envolvendo repetição de indébito,
revisão de débito de consumo medido e não medido (irregularidade de consumo), cancelamento de
débito, restabelecimento do fornecimento de energia elétrica, anulação de dívida, litígios com
agentes arrecadadores de contas de energia elétrica, bem como demanda relativa à multa contratual
com fornecedores de energia elétrica e serviços e outros.

Fiscais

Referem-se a ações tributárias e impugnações de cobranças, intimações e autos de infração fiscal.

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Contingência Fiscal Valor Expectativa Valor Provisionado
Atualizado Instância de Perda 30/06/10 31/03/10
ICMS 121 1ª, 2ª e 3ª Provável 121 118
144.262 1ª, 2ª e 3ª Possível - -

ISS 2.543 1ª, 2ª e 3ª Provável 2.241 2.226


53.030 1ª, 2ª e 3ª Possível - -
1.639 1ª, 2ª e 3ª Remota - -

CPMF 2.587 1ª, 2ª e 3ª Possível - -


3.915 1ª, 2ª e 3ª Remota - -

CSLL 3.636 1ª, 2ª e 3ª Provável 1.956 184


29.373 1ª, 2ª e 3ª Possível - -

TLF/IPTU 2.231 1ª, 2ª e 3ª Possível - -


266 1ª, 2ª e 3ª Remota - -

REFIS 14.716 1ª, 2ª e 3ª Possível - -

PIS/COFINS 73.082 1ª, 2ª e 3ª Possível - -


557 1ª, 2ª e 3ª Remota - -

COFINS 3.610 1ª, 2ª e 3ª Provável 372 372


15.046 1ª, 2ª e 3ª Possível - -
16.847 1ª, 2ª e 3ª Remota - -

IRPJ 10.594 1ª, 2ª e 3ª Provável 5.413 490


726.330 1ª, 2ª e 3ª Possível - -
7.637 1ª, 2ª e 3ª Remota - -

INSS 4.214 1ª, 2ª e 3ª Provável 4.214 4.349


7.134 1ª, 2ª e 3ª Possível - -

ITD S/Doações recebidas 3 1ª, 2ª e 3ª Provável 3 3


1.805 1ª, 2ª e 3ª Possível - -
1.962 1ª, 2ª e 3ª Remota - -

CIDE 4.139 1ª, 2ª e 3ª Possível - -


371 1ª, 2ª e 3ª Remota - -

Taxas Diversas 8.599 Administrativa Possível - -


3.719 Administrativa Remota - -

Incentivo Fiscal Sudene 26.702 Judicial Possível - -

Outras 3.882 1ª, 2ª e 3ª Provável 3.882 3.802


57.308 1ª, 2ª e 3ª Possível - -
622 1ª, 2ª e 3ª Remota - -
Total 1.232.482 18.202 11.544

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Os valores foram atualizados monetariamente pela variação da taxa SELIC.

ICMS - Diversas ações movidas pelos municípios do Rio Grande do Norte objetivando a nulidade
da remissão do ICMS para a Cosern antes da privatização da empresa, compreendendo o período de
março de 1989 a junho de 1996. No caso das ações envolvendo a remissão do ICMS, os consultores
legais entendem que a maior parte dos valores cobrados já se encontram prescritos. Por outro lado,
a responsabilidade por indenizar os municípios seria do Governo do Estado do Rio Grande do
Norte. É possível alguma condenação para a controlada, em virtude do não recolhimento do ICMS
no período supracitado, desde que o crédito não esteja atingido pela decadência ou prescrição.
Entretanto, os valores ainda não são passíveis de estimativa considerando a fase atual dos
processos. Na Celpe refere-se a autuação que ensejou a discussão sobre o valor do desconto,
mediante o limite da legislação em vigor permitido e, autuação sobre isenções. Na controlada
Coelba, refere-se aos Autos de Infração lavrados contra a controlada em dezembro de 2007 e agosto
de 2008, no montante de R$ 121, decorrente da utilização indevida de crédito de ICMS sobre
produtos adquiridos para integrar o ativo imobilizado no período de 2002 a 2006. A controlada
reconheceu parcialmente a procedência do auto e recolheu o valor que entendeu como devido. A
diferença remanescente foi objeto de impugnação administrativa, todavia, por inexistirem
precedentes jurisprudenciais sobre a tese articulada na defesa, decidiu-se proceder à contabilização
da referida contingência. Esgotada a discussão na via administrativa, a controlada propôs ação
ordinária com pedido de tutela antecipada, no entanto, para manter a suspensão de exigibilidade do
crédito tributário foi necessário a realização do depósito judicial equivalente a R$ 4.549. Além do
auto de infração que realizou a glosa do crédito do ICMS, no montante de R$ 2.805, aproveitado
decorrente da aquisição de bens de informática e móveis destinados ao ativo permanente. A Coelba
entende que o crédito é legítimo, portanto, está realizando impugnação na esfera administrativa. O
auto de infração lavrado em dezembro de 2009, no montante de R$ 1.079, em virtude da
fiscalização não aceitar os motivos dos cancelamentos de notas fiscais de contas de energia elétrica,
apesar de terem ocorrido dentro do prazo de cinco anos. A controlada entende que as anulações de
faturas, retificações ou cancelamentos seguiram a legislação tributária aplicável e sempre
decorreram de procedimentos internos ou de decisões judiciais e, desta forma está realizando
impugnação na esfera administrativa.

ISS – Na controlada Coelba apresentou impugnação aos autos de infração, e constituiu a provisão
contábil dos processos em que não existem jurisprudências favoráveis a tese. Os processos que
existem jurisprudências favoráveis estão classificadas como possíveis e não houve constituição de
provisão. Aproveitando a anistia concedida pelo Município de Salvador através da Lei nº 7.727/09,
a Coelba quitou, em dezembro de 2009, autos de infração classificados como perda provável,
equivalente a R$ 413, eliminado a contingência relativa ao ISS. Na controlada Celpe, refere-se a
discussão sobre a não-exigibilidade de créditos relativos a autos de infração lavrados pela Prefeitura
do Recife e algumas prefeituras de cidades do interior do estado, exigindo ISS sobre serviços
taxados e serviços prestados por terceiros. Na controlada Cosern, refere-se a autos de infração

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


lavrados pela Prefeitura de Natal e algumas prefeituras de cidades do interior do Estado, exigindo
ISS sobre serviço prestado por terceiros.

CPMF – Na controlada Coelba, refere-se a auto de infração cobrando a CPMF sobre os pagamentos
de tributos com vencimentos no período de setembro de 1998 a agosto de 2002, realizados através
do SIAFI (Sistema Integrado de Administração Financeira do Governo Federal). A controlada
procedeu à impugnação do auto de infração, juntando os extratos bancários que comprovam a
incidência da CPMF sobre os pagamentos realizados. Entretanto o processo administrativo foi
julgado procedente em primeira instância. A controlada impetrou recurso para o Conselho de
Contribuintes em junho de 2007, pendente de julgamento.

CSLL – Na controlada Coelba, refere-se ao auto de infração do ano calendário 2003, em virtude da
exclusão depreciação IPC/BTNF adicionada indevidamente em anos anteriores na base de cálculo
da CSLL. A controlada Coelba entende ser indevida a sanção realizada pelo Fisco Federal, por isso,
apresentou impugnação administrativa.

REFIS – Referente ao parcelamento alternativo REFIS, na controlada Coelba, com vigência de


cinco anos e que teve a última parcela paga em março de 2005. Entretanto, a Receita Federal alega
que existe uma diferença entre o valor do débito consolidado e o declarado pela controlada,
correspondente às multas moratórias calculadas sobre o IRPJ, CSLL e FINSOCIAL que estavam
com a exigibilidade suspensa. A controlada impetrou Ação Anulatória com pedido de Antecipação
de Tutela, com objetivo de extinguir o saldo devedor exigido e a suspensão da exigibilidade do
crédito tributário. Porém, o pleito foi indeferido pelo juízo de primeiro grau ensejando recurso à
instância superior, no qual a controlada obteve a suspensão da exigibilidade do crédito tributário até
que haja o julgamento do mérito da ação. Em dezembro de 2009, o juízo do primeiro grau proferiu
sentença, acolhendo parcialmente o pedido da controlada. Em decorrência foi interposto o recurso
de Apelação para o Tribunal Regional Federal. Concomitantemente, foi proposta e deferida pelo
TRF, medida cautelar visando a manutenção da suspensão da exigibilidade do crédito tributário.

PIS/COFINS – Correspondem a Autos de Infração e a Indeferimento de créditos contra a controlada


Coelba, como segue abaixo:

• Auto de infração lavrado em março de 2005, no montante de R$ 32.905 (valor atualizado),


cobrando o recolhimento das contribuições ao PIS e COFINS sobre as receitas decorrentes dos
contratos de “hedge – swap”, referente aos exercícios de 2000 a 2002, segundo o regime de
competência contábil. A controlada apresentou impugnação a essa cobrança por entender que esses
contratos são acessórios aos contratos de empréstimos e, portanto, somente seriam devidas as
citadas contribuições quando da liquidação dos contratos segundo o regime de caixa. Para
promoção do recurso administrativo foi requerido que a controlada efetuasse depósito recursal de
30% do valor questionado.

• Indeferimento de Crédito pela Receita Federal de pedido de compensação de débitos fiscais


com créditos de PIS e COFINS ano-calendário 2002, no montante de R$ 19.410 (valor atualizado),
sob o argumento que a Coelba foi autuada em decorrência da não tributação das receitas de “hedge
– swap”, nas bases de cálculo do PIS e COFINS. A controlada impetrou recurso à Câmara Superior

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


de Recursos do Conselho de Contribuintes, restabelecendo a suspensão da exigibilidade do crédito
tributário. Enquanto o auto de infração mencionado no item anterior não transitar em julgado, não
pode a Receita Federal indeferir o pedido de compensação sob o argumento de inexistência de
crédito tributário.

• Notificação fiscal decorrente da glosa de retenções fonte efetuada por órgãos públicos ano-
calendário 2002, no montante de R$ 175 (valor atualizado). A controlada apresentou impugnação
referente à glosa efetuada e aguarda decisão administrativa.

COFINS – Refere-se ao processo judicial argüindo pela Cosern a exclusão da multa de mora do
parcelamento da COFINS. A decisão do STJ não tem sido favorável à tese da denúncia espontânea
em parcelamento de débitos. Na Coelba, refere-se ao Auto de Infração lavrado em agosto de 2003
questionando o pagamento dos débitos de COFINS, referente aos meses de novembro e dezembro
de 1998 e janeiro a fevereiro de 1999. Esses valores foram compensados com crédito de IRRF,
pleiteado através do processo 10580.007.291/98-41, porém não foi observado o rito formal de
compensação que é a utilização da Declaração de Compensação. Não obstante a controlada
protocolou defesa judicial sob o argumento de que a forma não deve prevalecer sobre a essência, ou
seja, o mero descumprimento de formalidades acessórias não deve prejudicar créditos fiscais
legítimos (princípio da essência sobre a forma). Processo aguardando julgamento do mérito. Na
Celpe, os procedimentos resultantes de autuação fiscal, pela Secretaria da Receita Federal,
envolvendo a Contribuição para Financiamento da Seguridade Social – COFINS, ainda estão em
julgamento perante as instâncias administrativas fiscais.

IRPJ - Refere-se a autos de infração contra a Celpe, nos quais se discute lucro inflacionário
acumulado, realizado em valor inferior ao limite mínimo obrigatório, compensação e antecipação,
todos ainda em julgamento perante as instâncias administrativas fiscais. O incremento ocorrido no
trimestre refere-se à constituição de provisão relativa a não incidência de IRPJ e CSLL sobre os
juros e multa de mora para o qual obtivemos decisão liminar nos autos do Mandado de Segurança
n.º 0000050-30.2010.4.05.8300. Na controlada Coelba, refere-se a auto de infração do ano-
calendário 2003, motivado pela falta de retenção do IRRF incidente sobre os juros sobre capital
distribuído para a Guaraniana, no montante de R$ 12.503 (valor atualizado). A controlada entende
ser indevida a sanção realizada pelo Fisco Federal, por entender que seu procedimento está
lastreado nas disposições contidas no Parecer Normativo nº 01/2002. Em decorrência, apresentou
impugnação e aguarda decisão administrativa. Além da notificação fiscal recepcionada em setembro
de 2008, no montante de R$ 1.070 (valor atualizado), decorrente de processos de compensação de
créditos tributários referente a saldo negativo de IRPJ ano-calendário 2004 com débitos diversos.
Desse montante, a Receita Federal não homologou apenas a compensação no valor de R$ 689
referente à compensação de débito de IRPJ, competência janeiro de 2004 com saldo negativo
apurado em dezembro desse mesmo período. A controlada impetrou recurso administrativo e
aguarda decisão.

INSS - Autos de infração em relação às contribuições sociais não recolhidas pelos prestadores de
serviços. Na controlada Coelba, referem-se a notificações Fiscais de Lançamento de Débito –
NFLD lavradas pelo INSS, referentes aos exercícios de 1998 e 1999, sob a alegação de que a
controlada não apresentou os comprovantes de recolhimento das contribuições previdenciárias

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devidas pelas empresas que lhes prestou serviços. A controlada apresentou impugnação
argumentando que a imputação do débito só pode ocorrer após a constatação de descumprimento da
obrigação pelo devedor principal, mas, como em alguns processos não possui em arquivo a
documentação comprobatória exigida pelo INSS, conservadoramente, realizou a provisão dos
respectivos valores. Em relação aos processos que a controlada possui a documentação suporte
exigida pelo FISCO, não houve constituição de provisão. Com o advento da Lei nº 11.941/09 que
instituiu o novo REFIS Federal, a controlada pagou em dezembro de 2009, o montante de R$ 402
relativo a diversos autos de infração classificados como perda provável.

ITD - Auto de infração cobrando o pagamento do imposto sobre as doações de rede elétrica, bem
como sobre a participação financeira do consumidor. Na controlada Coelba refere-se aos autos de
infração lavrados em 2005, 2006, 2007 e 2008 pela SEFAZ-BA, referentes às competências de
2000, 2001, 2002 e 2003 cobrando o pagamento do imposto sobre a doação de rede elétrica e
participação financeira do consumidor, onde a mesma protocolou impugnação administrativa junto
a SEFAZ-BA em relação a todos os autos de infração. Em junho de 2009, a Coelba foi notificada do
julgamento administrativo em relação ao ano base 2000, onde o auto de infração foi julgado
improcedente pelo CONSEF. Em relação aos demais períodos os recursos ainda estão pendentes de
julgamento.

CIDE - Auto de infração pela falta de recolhimento. Na controlada Coelba, refere-se ao auto de
infração da Contribuição de Intervenção do Domínio Econômico - CIDE lavrado em maio de 2003
sob a alegação de falta de recolhimento da CIDE no período de janeiro de 2001 a setembro de 2002.
A controlada apresentou impugnação administrativa sob o argumento de que no período autuado
não ocorreu o fato gerador da CIDE sobre as operações efetuadas, mas, apesar dos argumentos, o
lançamento tributário foi considerado procedente. Em janeiro de 2007 a controlada ingressou com
recurso no Conselho de Contribuintes, o qual está pendente de julgamento. E ao Despacho
Decisório que indeferiu o pedido de compensação de débito de CIDE, do ano-calendário 2003, com
crédito da mesma contribuição apurado em dezembro de 2001. A SRF alegou que não conseguiu
visualizar a existência do crédito fiscal informado nas obrigações acessórias (DCTF) e indeferiu o
processo. A controlada impetrou recurso administrativo em setembro de 2008.

Taxas diversas – Refere-se a notificações fiscais envolvendo taxa de licença para ocupação de áreas
em vias e logradouros públicos e processos judiciais contra a cobrança na conta de energia elétrica
de uma taxa para custear a manutenção da iluminação pública.

Incentivo Fiscal Sudene – Mandado de segurança impetrado pela controlada Coelba contra solução
de consulta emitida pela Receita Federal, que contraria o procedimento adotado quanto à exclusão
da provisão para manutenção da integridade do patrimônio líquido no cálculo do lucro da
exploração, que é o meio para apurar o incentivo fiscal SUDENE. Corresponde aos fatos geradores
de 2003 a maio de 2010. Visando manter a exigibilidade do crédito tributário, a Coelba efetua
depósito judicial no montante integral da divergência.

Outras – Diversos processos fiscais tais como, questionamento de consumidor contra a cobrança de
tributos em conta de energia, honorários advocatícios de processos fiscais, etc. Inclui ainda
procedimento resultante de autuação fiscal contra a Celpe, pela Secretaria da Receita Federal,

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envolvendo a CSLL e outros tributos, ainda em julgamento perante as instâncias administrativas
fiscais e na controlada Cosern referem-se a demandas em esfera administrativa ou judicial que
envolvem matérias não enquadradas nas hipóteses anteriores, ou que digam respeito a mais de uma
exação fiscal.

Ambiental

Valor Expectativa Valor Provisionado


Contingência Ambiental Atualizado Instância de Perda 30/06/10 31/03/10
Licença Ambiental 19.352 1ª, 2ª e 3ª Provável 19.352 19.291
Total 19.352 19.352 19.291

A Administração da Itapebi firmou, em 21 de novembro de 2002, acordo com o autor da ação


popular, impetrada em setembro de 2002, e com o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos
Recursos Naturais Renováveis – IBAMA, visando definir a compensação adicional de impactos
sócio-ambientais decorrentes da implantação do empreendimento denominado Usina Hidrelétrica de
Itapebi. As deliberações contidas no acordo, compreendem, dentre outras: elaboração de estudos,
regularização fundiária das unidades, elaboração de plano de manejo e proteção. Esse acordo foi
valorizado em R$ 8.042 e provisionado no balanço de 31 de dezembro de 2002.

Como condicionante da licença de operação do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente – IBAMA, a


controlada desenvolveu novos projetos definindo medidas ambientais compensatórias da exploração
do potencial hidrelétrico relacionadas à aquisição de terras, assessoria ambiental, assessoria jurídica,
administração do meio ambiente, incluindo consolidação, monitoramento e proteção ambiental. O
custo orçado destes projetos foi estimado em R$ 12.868 e encontra-se registrado contabilmente.

30.2. CONTINGÊNCIAS ATIVAS

Fiscais

PIS/COFINS (Alargamento da Base de Cálculo) – A Companhia e suas controladas Coelba,


Cosern, Celpe e Itapebi impetraram Mandado de Segurança com pedido de Liminar, em 2004, em
curso no Tribunal Regional Federal – 1ª. Região, argüindo a inconstitucionalidade da Lei nº
9.718/98, que incluiu na base de cálculo do PIS e da COFINS as receitas derivadas de operações
financeiras. O montante total estimado de crédito a valores históricos é de R$ 64.639.

Consubstanciado na opinião dos consultores jurídicos da Companhia, que atribuem uma


probabilidade de ganho praticamente certa para a ação judicial da Neoenergia e sua controlada
Cosern conforme definido no Comunicado Técnico nº 05/2009 do Ibracon. Sendo assim, de acordo
com a Deliberação CVM nº 489/05, o montante estimado de crédito pleiteado a valor nominal,
corresponde a R$ 28.467, mais atualização monetária no montante de R$ 59.495 até 31 de
dezembro de 2009, foram registrados contabilmente no grupo de tributos e contribuições sociais no
ativo não circulante.

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Com relação ao crédito da Coelba, Celpe e Itapebi, na opinião da Administração, o critério


estabelecido pela Deliberação CVM nº 489/05 para qualificar a probabilidade de ganho como
praticamente certa ainda não foi atendido, razão pela qual o montante de R$ 55.695 não foi
registrado contabilmente. Na avaliação da Administração com base na opinião de seus consultores
jurídicos externos, a probabilidade de desfecho favorável da ação judicial da Coelba, Celpe e
Itapebi é provável.

31. OUTRAS CONTAS A PAGAR

Consolidado
Reclassificado
Ref 30/06/10 31/03/10
Consumidores (1) 51.914 42.078
Empregados - Adiantamento Acordo Coletivo 88 9
Plano de Saúde (Fundo de Reserva) (2) 15.744 15.227
iluminação pública - COSIP 9.667 13.655
Empréstimos compulsórios - ELETROBRÁS 485 512
Convênios 28 250
Adiantamento Estado - 951
Caução em Garantia (3) 44.833 38.487
FGTS Conta Empresa 336 336
Encargos CBEE 2.324 2.385
Taxa Iluminação Pública - TIP 13.989 12.940
Outras 17.827 28.083
Total 157.235 154.913
Passivo circulante 146.609 125.268
Passivo Não Circulante 10.626 29.645

(1) Obrigações perante consumidores de energia elétrica decorrentes de antecipação de recursos


para construção de obras em municípios ainda não universalizados, contas pagas em duplicidade,
ajustes de faturamento e outros.

(2) Fundo de Reserva constituído por contribuições sob a forma de pré-pagamento para o Plano de
Saúde Bradesco da controlada Coelba, por parte da controlada e participantes (empregados ativos,
empregados da FAELBA e assistidos – empregados inativos, aposentados e pensionistas), para
atender as despesas futuras com a assistência médica (ambulatorial e hospitalar) e odontológica, de
seus participantes (titulares e dependentes). O saldo é atualizado mensalmente pela variação de
100% do CDI.

(3) Garantia constituída em espécie para assegurar o cumprimento dos contratos, tanto no que diz
respeito a suas clausulas operacionais, como na obrigatoriedade do pagamento dos encargos dos
empregados das empresas fornecedoras de serviços.

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32. PATRIMÔNIO LÍQUIDO

Capital Social

O capital social em 30 de junho de 2010 e 31 de março de 2010, subscrito e integralizado é de R$


4.739.025.

A composição do capital social realizado por classe de ações (sem valor nominal) e principais
acionistas é a seguinte:

Lote de mil ações


Ações Ordinárias
Acionistas Única %
Iberdrola Energia S A 2.281.748 39,00%
Previ-Caixa de Prev. dos Func. do Banco do Brasil 1.301.396 22,24%
521 Participações S A 1.048.751 17,93%
BB - Banco de Investimentos S A 515.362 8,81%
Fundo Mútuo Inv. em ações Cart. Liv - BB Ações Price 379.521 6,48%
Fundo Mútuo Inv. em ações Cart. Liv - BB Carteira Livre I 323.858 5,54%
Total 5.850.636 100,00%

R$ Mil
Ações Ordinárias
Acionistas Única %
Iberdrola Energia S A 1.848.220 39,00%
Previ-Caixa de Prev. dos Func. do Banco do Brasil 1.054.133 22,24%
521 Participações S A 849.490 17,93%
BB - Banco de Investimentos S A 417.444 8,81%
Fundo Mútuo Inv. em ações Cart. Liv - BB Ações Price 307.412 6,48%
Fundo Mútuo Inv. em ações Cart. Liv - BB Carteira Livre I 262.326 5,54%
Total 4.739.025 100,00%

Reserva de Lucro

Reserva de Incentivo Fiscal

A legislação do imposto de renda possibilita que as empresas situadas na Região Nordeste, e que
atuam no setor de infra-estrutura, reduzam o valor do imposto de renda devido para fins de
investimentos em projetos de ampliação da sua capacidade instalada, conforme determina o artigo
551, § 3º, do Decreto nº 3.000, de 26 de março de 1999.

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Em atendimento à Lei nº 11.638/07 e CPC nº 07, o valor correspondente ao incentivo SUDENE
apurado a partir da vigência da Lei foi contabilizado no resultado do trimestre, e posteriormente
será transferido para a reserva de lucro devendo somente ser utilizado para aumento de capital
social ou para eventual absorção de prejuízos contábeis conforme previsto no artigo 545 do
Regulamento de Imposto de Renda.

Por conta disso, as controladas Coelba, Cosern, Celpe, Itapebi e Termopernambuco formalizaram
pleito à SUDENE e obtiveram o deferimento da redução do imposto de renda e adicionais,
conforme a seguir:

Empresa Laudo constitutivo nº Redução


COELBA 0144/2005 75%
COELBA 0039/2002 25%
CELPE 0155/2005 75%
CELPE 0039/2002 25%
COSERN 0148/2005 75%
COSERN 0038/2002 25%
ITAPEBI 0307/2003 75%
TERMOPE 0118/2005 75%
TERMOPE 0119/2005 75%

A COELBA, CELPE, COSERN, ITAPEBI e TERMOPERNAMBUCO apuraram, respectivamente


até 30 de junho de 2010, os valores de R$ 74.040, R$ 15.034, R$ 21.045, R$ 11.940 e R$ 10.324
(R$ 61.452, R$ 21.087, R$ 7.321, R$ 14.028 e R$ 6.784 em 30 de junho de 2009 respectivamente)
de incentivo fiscal SUDENE, calculados com base no Lucro da Exploração. Conforme discutido na
nota 4, em atendimento aos requerimentos da Lei nº 11.638/07 o efeito do benefício fiscal passou a
ser contabilizado no resultado do exercício das controladas. As controladas excluem esse efeito para
fins e cálculo dos dividendos, conforme permitido para Lei nº 11.638/07.

Reserva Legal

A reserva legal é calculada com base em 5% de seu lucro líquido conforme previsto na legislação
em vigor, limitada a 20% do capital social.

Reserva de Retenção de Lucros

A Lei das S.A. permite às sociedades reterem parcela do lucro líquido do exercício, prevista em
orçamento de capital, previamente aprovado pela Assembléia Geral.

Em 30 de junho de 2010, a Neoenegia S.A. mantém em seu patrimônio líquido Reserva de


Retenção de Lucros, no montante de R$ 4.660.609 (R$ 4.066.206 em 31 de março de 2010) a qual
foi constituída de acordo com o artigo nº 196 da Lei das S.A, visando a realização de investimentos
futuros.

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33. FORNECIMENTO E SUPRIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA

A Composição do fornecimento de energia elétrica, por classe de consumidores é a seguinte:

Consolidado
Nº de consumidores MWh (*) R$
30/06/10 30/06/09 30/06/10 30/06/09 30/06/10 30/06/09
Reclassificado
Consumidores:
Residencial 7.719.436 7.302.149 5.290.333 4.772.497 1.355.810 1.293.973
Industrial 40.142 38.252 3.014.328 3.215.956 876.614 882.336
Comercial 570.553 541.378 2.831.855 2.632.395 1.229.107 1.112.342
Rural 436.502 412.070 911.387 764.054 188.482 147.180
Poder Público 77.449 74.542 689.956 626.321 280.891 245.008
Iluminação Pública 25.690 25.491 627.835 627.077 133.355 130.989
Serviço Público 11.065 10.100 781.080 744.942 200.306 186.931
Consumo Próprio 660 704 15.997 17.031 - -
Suprimento 183 104 5.793.834 4.520.371 733.646 690.867
Fornecimento não faturado - - - - 14.290 4.753
Transferência para atividade de - - - - (2.793.921) (2.795.202)
distribuição
Subtotal 8.881.680 8.404.790 19.956.605 17.920.644 2.218.580 1.899.177

Acordo Geral do Setor Elétrico - - - - (25.134) (33.337)


Conta de Compensação de Variação de
Valores de Itens da Parcela A – CVA - - - - (714) (3.611)
Componentes Financeiros - - - - 1.009 (48.112)
Subsídios Tarifários - - - - (5.261) 3.389
Reposicionamento Tarifário - - - - (57.266) (44.849)
Subvenção à tarifa social baixa renda - - - - 254.272 239.400
Total 8.881.680 8.404.790 19.956.605 17.920.644 2.385.486 2.012.057

34. DISPONIBILIZAÇÃO DO SISTEMA DE DISTRIBUIÇÃO

A receita com Tarifa de Uso do Sistema de Distribuição – TUSD refere-se basicamente a venda de
energia para consumidores livres com a cobrança de tarifa pelo uso da rede de distribuição.

Consolidado
Reclassificado
Disponibilização do sistema de transmissão e distribuição Ref. 30/06/10 30/06/09
Receita de Uso da Rede Básica / Sistema de Conexão 130.892 64.280
Parcela de Ajuste - Revisão Tarifária da Transmissão (1.564) 1.316
Componentes Financeiros (946) 188
Transfer. Atividade de Comercialização (Consumidores Cativos) (1) 3.020.433 2.795.205
Total 3.148.815 2.860.989

(1) Em atendimento ao Despacho ANEEL nº 1.618 de 23/04/2008, as controladas Coelba, Celpe e

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Cosern efetuaram a segregação da receita de comercialização e distribuição utilizando uma “TUSD
média” calculada a partir da TUSD homologada para consumidores cativos.

35. COMPRA E VENDA DE ENERGIA DE CURTO PRAZO NO ÂMBITO DA CCEE

Nos trimestres findos em 30 de junho de 2010 e 2009 a Companhia efetuou a comercialização de


energia de curto prazo no âmbito da CCEE conforme demonstrado a seguir:

Consolidado
Reclassificado
30/06/10 30/06/09
Compra MWh (1) R$ MWh (1) R$
CCEE (*) 1.690.686 30.721 1.779.936 169.144
Ajustes - 4.790 349 (3.144)
Subtotal 1.690.686 35.511 1.780.285 166.000
Contratos Bilaterais 961.149 45.835 - -
Total 2.651.835 81.346 1.780.285 166.000

Consolidado
30/06/10 30/06/09
Reclassificado
Venda MWh (1) R$ MWh (1) R$
CCEE (*) 510.166 13.281 814.625 53.411
Ajustes - (12.158) 7.780 4.100
Subtotal 510.166 1.123 822.405 57.511
Contratos Bilaterais 312.748 12.177 - -
Total 822.914 13.300 822.405 57.511

(*) Compra e venda estimada referente aos meses de maio e junho de 2010 .

Os montantes de receitas/despesas, faturados e/ou pagos pelas concessionárias que tiveram


excedente/falta de energia comercializados no âmbito da Câmara de Comercialização de Energia
Elétrica – CCEE, foram referendados pelas controladas.

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

36. RESULTADO OPERACIONAL

Os custos e as despesas operacionais têm a seguinte composição por natureza de gasto:


Consolidado
Reclassificado
30/06/10 30/06/09

Custos de Bens e Despesas com Despesas Gerais e


Serviços Vendidos vendas Administrativas Total Total
Receita Operacional Líquida 3.687.650 3.337.339
Custos / Despesas Operacionais -
Pessoal (79.838) (51.106) (71.279) (202.223) (193.981)
Administradores - - (8.273) (8.273) (7.536)
Entidade de previdência privada (4.937) (2.146) (5.565) (12.648) (8.921)
Material (11.034) (952) (1.366) (13.352) (10.758)
Combustível para produção de energia (59.818) - - (59.818) (30.011)
Serviços de terceiros (111.920) (78.430) (71.696) (262.046) (217.308)
Taxa de fiscalização serviço energia elétrica–TFSEE (5.883) (3.351) - (9.234) (9.053)
Outorga da concessão pela utilização do bem público (1.254) - - (1.254) (632)
Compensação Financeira Recursos Hídricos - CFRH (3.682) - - (3.682) (3.720)
Energia elétrica comprada para revenda (1.340.822) - - (1.340.822) (1.378.452)
Encargos de uso do sistema transmissão (262.473) - - (262.473) (221.074)
Depreciação e amortização (192.773) (7.868) (29.168) (229.809) (204.740)
Arrendamentos e alugueis (1.710) (389) (2.669) (4.768) (5.329)
Tributos (2.126) (1.485) (2.020) (5.631) (4.336)
Provisões Líquidas - PCLD (26.927) (13.878) - (40.805) (18.826)
Provisões Líquidas - Contingências - - (4.509) (4.509) (9.452)
Provisão para perda RTE - (877) - (877) 330
Provisão para perda Energia Livre - (307) - (307) 4.058
Outros (3.473) (4.322) (25.616) (33.411) (28.948)
Total custos / despesas operacionais (2.108.670) (165.111) (222.161) (2.495.942) (2.348.689)
Resultado do Serviço 1.191.708 988.650
Resultado Financeiro (64.353) 12.103
Resultado na Alienação/Desativação de Bens e Direitos (5.117) (7.574)
Equivalência Patrimonial / Amortização do Ágio (50.963) (53.586)
Lucro antes do imposto de renda e contribuição social 1.071.275 939.593

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

37. SALDOS E TRANSAÇÕES COM PARTES RELACIONADAS


Controladora

30/06/10 31/03/10 30/06/09


Empresas Ref Natureza de Operação Ativo Passivo Resultado Ativo Passivo Resultado

COELBA (1) AFAC 1.694 - - 1.694 - -


Dividendos e JSCP 269.575 - - 534.941 - -
Outros 11 - - 11 - -
Total Coelba 271.280 - - 536.646 - -

CELPE Dividendos e JSCP 18.997 - - 165.633 - -


Total Celpe 18.997 - - 165.633 - -

COSERN Dividendos e JSCP 7.409 - - 203.494 - -


Total Cosern 7.409 - - 203.494 - -

TERMOPERNAMBUCO Dividendos e JSCP 46.820 - - 108.829 - -


Outros 2 1 - 2 - -
Total Termopernambuco 46.822 1 - 108.831 - -

TERMOAÇU (2) Contrato de Mutuo 35.444 - - 34.467 - -


Total Termoaçu 35.444 - - 34.467 - -

ITAPEBI Dividendos e JSCP 3.196 - - 33.680 - -


Outros 2 - - 2 - -
Total Itapebi 3.198 - - 33.682 - -

GERAÇÃO CIII (1) AFAC 4.770 - - 4.770 - -


Contrato de Mutuo 13.410 - - 13.106 - -
Outros 13 - - 13 - -
Total Geração CIII 18.193 - - 17.889 - -

NC ENERGIA Dividendos e JSCP 28.343 - - 28.098 - -


Outros 4 - - 4 - -
Total NC Energia 28.347 - - 28.102 - -

AFLUENTE Dividendos e JSCP - - - 11.134 - -


Total Afluente - - - 11.134 - -

NEOENERGIA (1) AFAC 7 - - 7 - -


SERVIÇOS Dividendos e JSCP 18 - - 18 - -
Total Neoenergia Seviços 25 - - 25 - -

GARTER (1) AFAC 2 - - 2 - -


Total Garter 2 - - 2 - -

BAGUARI I Outros 6 - - 6 - -
Total Baguari I 6 - - 6 - -

BAHIA PCH I (1) AFAC 19.810 - - 12.490 - -


Dividendos e JSCP 765 - - 765 - -
Outros 1 - - 1 - -
Total Bahia PCH I 20.576 - - 13.256 - -

BAHIA PCH II (1) AFAC 878 - - 878 - -


Outros 2 - - 2 - -
Total Bahia PCH II 880 - - 880 - -

BAHIA PCH III Outros 2 - - 2 - -


Total Bahia PCH III 2 - - 2 - -

RIO PCH I Outros 10 - - 10 - -


Total Rio PCH I 10 - - 10 - -

NEOINVEST Outros 96 - - 96 - -
Total Neoinvest 96 - - 96 - -

GOIAS SUL (1) AFAC 41.555 - - 22.225 - -


Outros 5 - - 5 - -
Total Goiás Sul 41.560 - - 22.230 - -

GERAÇÃO CÉU AZUL (1) AFAC 3.135 - - 2.070 - -


Outros 139 - - 139 - -
Total Geração Céu Azul 3.274 - - 2.209 - -

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

Controladora
30/06/10 31/03/10 30/06/09
Empresas Ref Natureza de Operação Ativo Passivo Resultado Ativo Passivo Resultado

Iberdrola Energia S.A. Dividendos e JSCP - 33.150 (75.712) - 117.563 (71.874)


Total Iberdrola Energia - 33.150 (75.712) - 117.563 (71.874)

521 Participações S.A. Dividendos e JSCP - 15.237 (34.799) - 61.602 (33.035)


Total 521 Participações - 15.237 (34.799) - 61.602 (33.035)

Previ - Caixa de Prev. dos Dividendos e JSCP - 22.244 (43.183) - 75.035 (40.994)
Fundos do BB Total Previ / Banco do Brasil - 22.244 (43.183) - 75.035 (40.994)

BB - Banco do Brasil Dividendos e JSCP - 7.487 (17.101) - 19.191 (16.234)


Investimentos S.A. Total Banco do Brasil Invest. - 7.487 (17.101) - 19.191 (16.234)

Fundo Mútuo Invest. em Dividendos e JSCP - 6.487 (12.593) - 21.882 (11.955)


Ações Cart. Livre - BB Total BB Ações Price - 6.487 (12.593) - 21.882 (11.955)

Fundo Mútuo Invest. em Dividendos e JSCP - 5.535 (10.746) - 18.673 (10.201)


Ações Cart. Livre - BB Total BB Carteira Livre I - 5.535 (10.746) - 18.673 (10.201)
Carteira Livre I

Partes Relacionadas Consolidado


Reclassificado
30/06/10 31/03/10 30/06/09
Empresas Ref Natureza de Operação Ativo Passivo Resultado Ativo Passivo Resultado

Fundação Coelba de Previdência Constituição Patronal - - (811) - - (580)


Complementar - Faelba - - (811) - - (580)

Celpos (3) Contrato de Mútuo - 152.595 (10.093) - 152.551 (8.614)


Outras - 39.653 (844) - 39.221 (707)
- 192.248 (10.937) - 191.772 (9.321)

Amara Brasil Prestação de serviço - - - - 795 -


(4) Prestação de serviço (almoxarifado) - 220 (1.361) - 420 (1.548)
Reembolso de despesa - - - - - 60
- 220 (1.361) - 1.215 (1.488)

Iberdrola Energia S.A. Dividendos e juros sobre capital próprio - 37.010 (75.712) - 178.992 (71.874)
Prestação de serviço - - - - 795 -
Reembolso de despesa - - - 136 - -
Outras - 1.085 - - - -
- 38.095 (75.712) 136 179.787 (71.874)

Iberdrola Generation (5) Prestação de serviço - 1.940 (18.930) - 3.557 (8.911)


- 1.940 (18.930) - 3.557 (8.911)

Iberdrola Energia do Brasil Prestação de serviço 34 - - 34 31 (1.078)


34 - - 34 31 (1.078)

521 Participações S.A. Dividendos e juros sobre capital próprio - 15.237 (34.799) - 61.602 (33.035)
- 15.237 (34.799) - 61.602 (33.035)

Previ - Caixa de Prev. Dos Fund. do


BB Dividendos
Outras e juros sobre capital próprio - 22.974 (43.183) - 85.041 (40.994)
- 22.974 (43.183) - 85.041 (40.994)

BB - Banco de Investimentos S.A. Dividendos e juros sobre capital próprio - 7.487 (17.101) - 19.191 (16.234)
- 7.487 (17.101) - 19.191 (16.234)

Fundo Mútuo Invest. em Ações Cart.


Livre - BB Ações Price Dividendos e juros sobre capital próprio - 6.487 (12.593) - 21.882 (11.955)
- 6.487 (12.593) - 21.882 (11.955)

Fundo Mútuo Invest. em Ações Cart. Dividendos e juros sobre capital próprio - 5.535 (10.746) - 18.673 (10.201)
Livre - BB Carteira Livre I - 5.535 (10.746) - 18.673 (10.201)

Termoaçu Contrato de Mútuo 27.246 - - 26.495 - -


27.246 - - 26.495 - -

Afluente Geração Reembolso de despesas - 2.440 - - - -


- 2.440 - - - -

Termopernambuco Reembolso de despesas - - - 4.798 - -


- - - 4.798 - -

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

(1) Referem-se aos adiantamentos para futuro aumento de capital efetuados pela Neoenergia.

(2) Refere-se à operação de mútuo efetuada em 01 de dezembro de 2004, atualizado pelo IGP-M,
ao adiantamento para futuro aumento de capital e à assunção das dívidas da Termoaçu com
empresas do Grupo conforme Termo de Compromisso assinado entre os Sócios.

(3) Ref. ao contrato de benefício da controlada Celpe com a Celpos, com vigência até dezembro de
2023, corrigido pelo INPC + 6% a.a.

(4) Refere-se à administração e logística de almoxarifado prestado pela Amara às controladas do


grupo Neoenergia, corrigido anualmente pela IPCA, com diversos contratos com vigência até
2011.

(5) Refere-se ao acordo de serviços de operação e manutenção – “O&M” da controlada


Termopernambuco, com ajuste anual com base na variação do IGP-M.

A Administração da Companhia entende que todas as operações comerciais realizadas cm partes


relacionadas estão em condições usuais de mercado.

A remuneração total dos administradores para o trimestre findo em 30 de junho de 2010 é R$


3.872 (R$ 3.009 em 30 de junho de 2009) na controladora e no consolidado nos montante de R$
8.614 (R$ 7.188), o qual é considerada benefício de curto prazo. A Companhia mantém ainda
benefícios usuais de mercado para rescisões de contratos de trabalho.

38. INSTRUMENTOS FINANCEIROS

Em atendimento à Deliberação CVM nº 566, de 17 de dezembro de 2008, que aprovou o


Pronunciamento Técnico CPC nº 14, e à Instrução CVM nº 475, de 17 de dezembro de 2008, a
Companhia efetuou uma avaliação de seus instrumentos financeiros, inclusive os derivativos.

Considerações gerais:

Em 30 de junho de 2010, os principais instrumentos financeiros estão descritos a seguir:

• Caixa e Equivalentes de caixa – são classificadas como destinadas à negociação. O


valor de mercado está refletido nos valores registrados nos balanços patrimoniais.

• Títulos e valores mobiliários – são classificados como mantidos até o vencimento, e


registrados contabilmente pelo custo amortizado. Os valores registrados equivalem, na data
do balanço, aos seus valores de mercado.

• Consumidores, Concessionárias e Permissionárias e Títulos a Receber – decorrem


diretamente das operações da Companhia, são classificados como empréstimos e recebíveis

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


e, estão registrados pelos seus valores originais, sujeitos a provisão para perdas e ajuste a
valor presente, quando aplicável.

• Fornecedores – decorrem diretamente das operações da Companhia e são classificados


como passivos financeiros não mensurados ao valor justo.

• Empréstimos, financiamentos e debêntures:

O principal propósito desse instrumento financeiro é gerar recursos para financiar os programas de
expansão da Companhia e eventualmente gerenciar as necessidades de seus fluxos de caixa no curto
prazo.

 Empréstimos e financiamentos em moeda nacional Banco do Brasil (NCC) – é


considerado como item objeto de hedge, de acordo com a metodologia de contabilidade
de operação hedge (hedge accounting), e está contabilizado pelo seu valor de mercado.
O valor justo é calculado projetando os fluxos futuros da operação (ativo e passivo)
utilizando o custo da ponta passiva do seu swap. O empréstimo em moeda nacional
captado no Banco do Brasil (NCC) pelas distribuidoras foram no montante de R$
298.000 mil. (Coelba R$ 100.000 mil, Celpe R$ 145.000 mil e Cosern R$ 53.000 mil).

 Demais Empréstimos, financiamentos em moeda nacional – são classificados como


passivos financeiros não mensurados ao valor justo, e estão contabilizados pelos
seus valores contratuais, e atualizados pela taxa efetiva de juros da operação. Os
valores de mercado destes empréstimos são equivalentes aos seus valores contábeis.
Trata-se de instrumentos financeiros com características oriundas de fontes de
financiamento específicas para financiamento de investimentos em distribuição de
energia, com custos subsidiados, atrelados à TJLP – Taxa de Juros do Longo Prazo
ou com taxas pré-fixadas, e do capital de giro da Companhia, com custos atrelados à
CDI – Certificado de Depósito Interbancário.

 Debêntures em moeda nacional – são classificados como passivos financeiros não


mensurados ao valor justo, e estão contabilizados pelos seus valores contratuais, e
atualizados pela taxa efetiva de juros da operação. Para fins de divulgação, as
debêntures tiveram seus valores de mercado calculados com base em taxas de mercado
secundário da própria dívida ou dívida equivalente, divulgadas pela ANDIMA, sendo
utilizado como projeção dos seus indicadores as curvas de BM&F em vigor na data do
balanço.

 Empréstimos e financiamentos em moeda estrangeira e debêntures em moeda


nacional indexadas a variação cambial – coerentes com a política financeira do Grupo
Neoenergia são considerados como itens objeto de hedge, de acordo com a
metodologia de contabilidade de operação hedge (hedge accounting), e estão
contabilizados pelos seus valores de mercado. Os valores justos são calculados

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projetando os fluxos futuros das operações (ativo e passivo) utilizando o custo da ponta
passiva dos seus swaps.

• Instrumentos financeiros derivativos

 Operações com derivativos para proteção contra variações cambiais – têm por objetivo a
proteção contra variações cambiais nas captações realizadas em moeda estrangeira e
moeda nacional indexadas a variação cambial, sem nenhum caráter especulativo.

 Operação com derivativo para troca de taxa de juros – consiste na troca do resultado
financeiro apurado pela aplicação de taxa pré-fixada, equivalente aos juros de um
empréstimo, pelo resultado financeiro apurado pela aplicação, sobre o mesmo valor, de
percentual da taxa DI, sem nenhum caráter especulativo.

Dessa forma, são considerados como instrumentos de hedge, de acordo com a


metodologia de contabilidade de operação hedge (hedge accounting), e estão
contabilizados pelos seus valores de mercado. Os valores justos são calculados
projetando os fluxos futuros das operações (ativo e passivo) utilizando as curvas da
BM&F e trazendo esses fluxos a valor presente utilizando o custo da ponta passiva dos
seus swaps.

Os valores contábeis e de mercado dos instrumentos financeiros da Companhia em 30 de junho de


2010 e 31 de março de 2010 são como segue:
30/06/10 31/03/10
Categoria Contábil Mercado Contábil Mercado
Ativo
Caixa e equivalentes de caixa Mantido para negociação 3.039.548 3.039.458 2.929.048 2.929.048
Títulos e valores mobiliários Mantidos até o vencimento 424.217 424.217 321.157 321.157
Consumidores, Conc. e Perm. (a) Empréstimos e recebíveis 2.436.677 2.436.677 2.351.349 2.351.349
Títulos a receber (a) Empréstimos e recebíveis 468.842 468.842 483.078 483.078
Fundos Vinculados Empréstimos e recebíveis 120.803 120.803 115.619 115.619

Passivo
Empréstimo em moeda nacional Banco do Brasil (NCC) Objeto de hedge (1.798.868) (1.798.868) (1.474.122) (1.474.122)
Demais Empréstimos e financiamentos em moeda nacional Não mensurado ao valor justo (1.679.168) (1.679.168) (1.350.731) (1.350.731)
Debêntures em moeda nacional Não mensurado ao valor justo (1.653.201) (1.764.188) (1.841.874) (1.822.598)
Empréstimos, financ. e debêntures em moeda estrangeira Objeto de hedge (292.187) (292.187) (295.127) (295.127)
Instrumentos financeiros derivativos Destinados a hedge (hedge accounting ) (90.417) (90.417) (102.699) (102.699)

(a) Líquidos da provisão para créditos de liquidação duvidosa - PCLD

A Companhia e suas controladas possuem instrumentos derivativos com objetivo de


proteção econômica e financeira contra a variação cambial utilizando swap dólar para CDI,
swap Euro para CDI e IGP-M e troca de taxa de juros utilizando swap de taxa pré-fixada
para CDI, conforme descrito a seguir:

 Foram contratadas operações de “hedge” para a totalidade do endividamento com


exposição cambial, de forma que os ganhos e perdas dessas operações decorrentes da

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


variação cambial sejam compensados pelos ganhos e perdas equivalentes das dívidas
em moeda estrangeira.

 Foi contratada operação de “hedge” para o empréstimo em moeda nacional Banco do


Brasil (NCC), de forma que o resultado financeiro apurado pela aplicação de taxa pré-
fixada seja trocado pelo resultado financeiro apurado pela aplicação, sobre o mesmo
valor, de 99,5% da taxa DI.

A política da do Grupo Neoenergia não permite a contratação de derivativos exóticos, bem


como a utilização de instrumentos financeiros derivativos com propósitos especulativos.

As operações de “hedge” são contratadas para a totalidade do endividamento em moeda


estrangeira, de forma que os ganhos e perdas dessas operações decorrentes da variação cambial
sejam compensados pelos ganhos e perdas equivalentes das dívidas em moeda estrangeira.

Os contratos de derivativos vigentes em 30 de junho de 2010 e 31 de março de 2010 são como


segue:

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


Valores de Referência
Efeito
Moeda Estrangeira Moeda Local Valor Justo
30/06/10
Valor a
Data de
Data dos receber/rece
Descrição Contraparte Venciment Posição 30/06/10 31/03/10 30/06/10 31/03/10 30/06/10 31/03/10
Contratos bido - a
o
pagar/pago
Contratos de swaps:

Swap
Ativa USD + 3,446% a.a. USD 1.084 USD 1.084 R$ 2.110 R$ 2.110 2.681 2.689
Banco Votorantim 12/01/01 22/03/11
Passiva CDI - 6% a.a. 4.738 4.706
(2.057) (2.017) (40)
Swap
Ativa USD 6M LIBOR + 1%a.a. USD 150.000 USD 150.000 R$ 310.086 R$ 317.315 263.962 263.042
Bancos ABN 11/07/06 e
26/06/13 106,75% e 107,25%
AMRO e Citibank 26/06/09
Passiva do CDI e 101,61% 310.337 324.442
(46.375) (61.400) (4.744)
Swap
Ativa USD + 13,4853% a.a. USD 7.356 USD 7.356 R$ 22.231 R$ 22.231 22.300 21.587
Banco Votorantim 30/07/04 27/01/14
Passiva IGPM + 13,95% a.a 64.678 60.822
(42.378) (39.235) -
Swap
Ativa Banco Citibank 30/06/08 30/06/26 Euro + 2% a.a USD 0 USD 0 R$ 959 R$ 959 857 940
Passiva 72,5% do CDI 930 955
(73) (15) (3.216)
Swap
Ativa Banco Citibank 30/06/08 30/06/16 Euro + 4% a.a USD 0 USD 0 R$ 7.895 R$ 7.895 6.696 7.964
Passiva 92% do CDI 7.243 7.944
(547) 20 (547)
Swap
Ativa Banco do Brasil 06/05/10 14/04/14 12,149 a.a USD 0 USD 0 R$ 298.000 R$ - 303.201 -
Passiva 99,5% do CDI 302.149 -
1.052 - 699
Contrato a Termo:

Comprada Itaú BBA 29/03/10 05/04/10 Dólar USD 0 USD 3.017 R$ - 5.467 - 5.415
Vendida Reais - 5.467
- (52) (127)
NDF
Comprada Itaú BBA 05/04/10 12/04/10 Dólar USD 3.017 USD 0 R$ 5.330 - - -
Vendida Reais - -
- - 18
NDF
Comprada Itaú BBA 12/04/10 28/04/10 Dólar USD 3.017 USD 0 R$ 5.326 - - -
Vendida Reais - -
- - (18)
NDF
Comprada Itaú BBA 28/04/10 05/05/10 Dólar USD 3.017 USD 0 R$ 5.309 - - -
Vendida Reais - -
- - (12)
NDF
Comprada Itaú BBA 05/05/10 20/05/10 Dólar USD 3.017 USD 0 R$ 5.445 - - -
Vendida Reais - -
- - 96
NDF
Comprada Itaú BBA 20/05/10 27/05/10 Dólar USD 3.017 USD 0 R$ 5.719 - - -
Vendida Reais - -
- - (148)
NDF
Comprada Itaú BBA 27/05/10 11/06/10 Dólar USD 3.017 USD 0 R$ 5.543 - - -
Vendida Reais - -
- - (58)
NDF
Comprada Itaú BBA 30/06/10 30/07/10 Dólar USD 3.017 USD 0 R$ 5.485 - 2.738 -
Vendida Reais 2.738 -
- - -
NDF
Comprada HSBC 29/06/10 28/12/10 Dólar USD 5.130 USD 0 R$ 9.678 - 9.137 -
Vendida Reais 9.176 -
(39) - (39)
Total (90.417) (102.699) (8.136)

Consoante com o facultado pela Deliberação CVM nº 566, de 17 de dezembro de 2008, que
aprovou o pronunciamento técnico CPC nº 14, a Companhia e suas controladas contabilizaram os
instrumentos derivativos de acordo com a metodologia de contabilidade de operação hedge (hedge
accounting). Por essa metodologia, os impactos na variação do valor justo dos derivativos utilizados

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


como instrumento de hedge são reconhecidos no resultado de acordo com o reconhecimento do item
que é objeto de hedge. Os hedges das controladas foram avaliados como efetivos.

Os derivativos das controladas (instrumentos de hedge) e as dívidas em moeda estrangeira das


controladas e o empréstimo do Banco do Brasil (NCC) R$ 206.000 mil (respectivos itens objeto de
hedge) foram ajustados ao valor justo. A valorização ou a desvalorização do valor justo do
instrumento destinado a hedge e do item objeto de hedge foram registradas em contrapartida da
conta de receita ou despesa financeira, no resultado do exercício.

Fatores de Risco:

• Riscos financeiros

 Risco de Variação Cambial

Esse risco decorre da possibilidade da perda por conta de elevação nas taxas de câmbio, que
aumentem os saldos de passivo de empréstimos e financiamentos em moeda estrangeira e das
debêntures em moeda nacional indexadas a variação cambial captadas no mercado. A Companhia,
visando assegurar que oscilações significativas nas cotações das moedas a que está sujeito seu
passivo com exposição cambial não afetem seu resultado e fluxo de caixa, possui em 30 de junho
de 2010, operações de “hedge” cambial, representando 100% do endividamento com exposição
cambial.

• Coelba

No trimestre findo em 30 de junho de 2010 a controlada Coelba apurou um resultado negativo nas
operações de “hedge” cambial no montante de R$ 7.965 (R$ 64.249 resultado negativo em 30 de
junho de 2009).

• Cosern

No trimestre findo em 30 de junho de 2010 a controlada Cosern apurou um resultado negativo nas
operações de “hedge” cambial no montante de R$ 883 (R$ 1.269, resultado negativo em 30 de
junho de 2009).

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

Vide abaixo análise de sensibilidade do risco taxa de câmbio, demonstrando os efeitos no resultado
da variação nos cenários:

Risco de Variação Cambial 30/06/10

R$ Mil
Cenário
Operação Risco Cenário (II) Cenário (III)
Provável

ATIVOS E PASSIVOS FINANCEIROS


BID USD (2.681) (3.352) (4.022)
Swap Ponta Ativa - BID USD 2.681 3.351 4.021
Títulos Externos USD (260.033) (325.041) (390.050)
Swap Ponta Ativa - Títulos Externos USD 263.962 329.952 395.942
3ª Emissão Debêntures USD (22.293) (27.866) (33.439)
Swap Ponta Ativa - 3ª Emissão Debêntures USD 22.300 27.875 33.451
NDF Ponta Ativa - Títulos Externos USD 9.137 11.422 13.706
KFW 1 EUR 49 (166) (380)
Swap Ponta Ativa - KFW 1 EUR (49) 166 380
KFW 2 EUR 574 (1.100) (2.774)
Swap Ponta Ativa - KFW 2 EUR (574) 1.100 2.774
NDF Ponta Ativa USD - (684) (1.368)

Referência para ATIVOS E PASSIVOS Apreciação da taxa em 25% 50%


Dolar USD/R$ 1,802 2,252 2,702
Euro EUR/R$ 2,204 2,755 3,306

 Risco de encargos de dívida

Este risco é oriundo da possibilidade da Companhia e suas controladas virem a incorrer em perdas
por conta de flutuações nas taxas de juros ou outros indexadores de dívida, que aumentem as
despesas financeiras relativas a empréstimos e financiamentos captados no mercado. A Companhia
e suas controladas, com o objetivo de acompanhar a taxa de juros do mercado refletida no CDI e
reduzir sua exposição a taxas pré-fixadas, contratou derivativo utilizando swap de taxa pré-fixada
para CDI. Ainda assim, a Companhia e suas controladas monitora continuamente as taxas de juros
de mercado com o objetivo de avaliar a eventual necessidade de contratação de proteção contra o
risco de volatilidade dessas taxas.

• Coelba

No trimestre findo em 30 de junho de 2010 a controlada Coelba apurou um resultado positivo na


operação de “hedge” de taxa de juros no montante de R$ 353.

• Cosern

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

No trimestre findo em 30 de junho de 2010 a controlada Cosern apurou um resultado positivo na


operação de “hedge” de taxa de juros no montante de R$ 187.

Vide abaixo análise de sensibilidade do risco de encargos de dívida, demonstrando o efeito no


resultado das variações nos cenários:

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

Risco de Deterioração dos Encargos Financeiros 30/06/10


R$ Mil
Cenário
Operação Risco Cenário (II) Cenário (III)
Provável

ATIVOS FINANCEIROS
Aplicações financeiras CDI 2.502.681 2.518.680 2.534.677
Títulos e valores mobiliários CDI 227.307 229.810 232.314

PASSIVOS FINANCEIROS
Empréstimos, Financiamentos e Debêntures
BNDES/FINEM TJLP (218.942) (222.313) (228.446)
BNDES Emergencial SELIC (659) (785) (910)
FINEP TJLP (39.292) (39.082) (39.330)
Banco do Brasil CDI (308.829) (311.017) (313.204)
1ª Emissão Debêntures CDI (7.939) (9.564) (11.189)
2ª Emissão Debêntures - 1ª série CDI (17.231) (21.033) (24.835)
2ª Emissão Debêntures - 1ª série IGPM (5.551) (6.187) (6.822)
2ª Emissão Debêntures - 2ª série IGPM (7.571) (9.006) (10.441)
3ª Emissão Debêntures CDI (3.955) (4.881) (5.807)
4ª Emissão Debêntures CDI (3.925) (4.813) (5.700)
5ª Emissão Debêntures - 2ª série IGPM (101.633) (102.332) (103.030)
6ª Emissão Debêntures CDI (356.780) (358.713) (360.646)
BB REN MN - BNDES TJLP (258) (258) (258)
BB REN MN - ELETROBRAS IGPM (258) (258) (258)

Derivativos
Swap Ponta Passiva - BID CDI (4.738) (4.763) (4.789)
Swap Ponta Passiva - Títulos Externos CDI (310.337) (312.019) (313.700)
Swap Ponta Passiva - 3ª Emissão Debêntures IGPM (64.678) (65.123) (65.568)
Swap Ponta Passiva - Banco do Brasil CDI (101.392) (101.942) (102.491)
Swap Ponta Passiva - KFW 1 CDI (316) (355) (394)
Swap Ponta Passiva - KFW 2 CDI (2.019) (2.022) (2.024)
Swap Ponta Passiva - BB AGRO CDI (2.206) (2.500) (2.794)

Referência para ATIVOS FINANCEIROS Apreciação da taxa em 25% 50%


CDI (%) 2,22 2,78 3,33

Referência para PASSIVOS FINANCEIROS Apreciação da taxa em 25% 50%


TJLP % 0,11 0,14 0,16
TR % 2,84 3,54 4,25
IGPM % 2,22 2,78 3,33
CDI % 2,22 2,78 3,33
SELIC % 2,23 2,78 3,34

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Risco de Deterioração das Receitas Financeiras 30/06/10
R$ Mil
Cenário
Operação Risco Cenário (II) Cenário (III)
Provável

ATIVOS FINANCEIROS
Aplicações financeiras CDI 2.488.625 2.475.433 2.476.296
Títulos e valores mobiliários CDI 223.176 222.223 225.401

PASSIVOS FINANCEIROS
Empréstimos, Financiamentos e Debêntures
1ª Emissão Debêntures CDI - - (1.636)
2ª Emissão Debêntures - 1ª série CDI - - (17.231)
3ª Emissão Debêntures CDI - - (3.955)
4ª Emissão Debêntures CDI (3.925) (3.037) (2.150)
6ª Emissão Debêntures CDI (356.752) (354.819) (352.886)
BNB CDI - - -
Swap Ponta Passiva - BB AGRO CDI (308.829) (306.642) (304.455)

Derivativos
Swap Ponta Passiva - BID CDI (4.738) (4.712) (4.686)
Swap Ponta Passiva - Títulos Externos CDI (310.337) (308.656) (306.974)
Swap Ponta Passiva - Banco do Brasil CDI (101.392) (100.843) (100.294)
Swap Ponta Passiva - KFW 1 CDI - - (30)
Swap Ponta Passiva - KFW 2 CDI - - (316)
Swap Ponta Passiva - BB AGRO CDI (187) 104 (1.624)

Referência para ATIVOS FINANCEIROS Apreciação da taxa em 25% 50%


CDI (%) 2,22 2,78 3,33

Referência para PASSIVOS FINANCEIROS Apreciação da taxa em 25% 50%


TJLP % 0,11 0,14 0,16
TR % 2,84 3,54 4,25
IGPM % 2,22 2,78 3,33
CDI % 2,22 2,78 3,33
SELIC % 2,23 2,78 3,34

Essas análises de sensibilidade têm por objetivo ilustrar a sensibilidade a mudanças em variáveis de
mercado nos instrumentos financeiros da Companhia e suas controladas. As análises de
sensibilidade acima demonstradas são estabelecidas com o uso de premissas e pressupostos em
relação a eventos futuros. A Administração da Companhia e de suas controladas revisam
regularmente essas estimativas e premissas utilizadas nos cálculos. Não obstante, a liquidação das
transações envolvendo essas estimativas poderá resultar em valores diferentes dos estimados devido
à subjetividade inerente ao processo utilizado na preparação dessas análises.

• Riscos operacionais

 Risco de crédito

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


O risco surge da possibilidade da Companhia e suas controladas virem a incorrer em perdas
resultantes da dificuldade de recebimento de valores faturados a seus consumidores, concessionárias
e permissionárias. Para reduzir esse tipo de risco e para auxiliar no gerenciamento do risco de
inadimplência, a Companhia monitora as contas a receber de consumidores realizando diversas
ações de cobrança, incluindo a interrupção do fornecimento, caso o consumidor deixe de realizar
seus pagamentos. No caso de consumidores o risco de crédito é baixo devido à grande pulverização
da carteira.

 Risco de vencimento antecipado

As controladas possuem contratos de empréstimos, financiamentos e debêntures com cláusulas


restritas que, em geral, requerem a manutenção de índices econômico-financeiros em determinados
níveis (“covenants” financeiros). O descumprimento dessas restrições pode implicar em vencimento
antecipado da dívida (vide notas explicativas nºs 25 e 26).

 Risco quanto à escassez de energia

O Sistema Elétrico Brasileiro é abastecido predominantemente pela geração hidrelétrica. Um


período prolongado de escassez de chuva, durante a estação úmida, reduzirá o volume de água nos
reservatórios dessas usinas, trazendo como conseqüência o aumento no custo na aquisição de
energia no mercado de curto prazo e na elevação dos valores de Encargos de Sistema em
decorrência do despacho das usinas termelétricas. Numa situação extrema poderá ser adotado um
programa de racionamento, que implicaria em redução de receita. No entanto, considerando os
níveis atuais dos reservatórios e as últimas simulações efetuadas, o Operador Nacional de Sistema
Elétrico – ONS não prevê para os próximos anos um novo programa de racionamento.

39. ARRENDAMENTO

A controlada Termopernambuco tem contrato de arrendamento para o complexo industrial portuário


com duração de 25 anos e custo mensal de R$ 170 (atualizado com base na variação do IGP-M
calculada pela Fundação Getúlio Vargas) representando um custo total de R$ 44.400.

Em 2007, atendendo a solicitação do Governo do Estado de Pernambuco, foi realizado o projeto de


deslocamento da Linha de Transmissão de 230 kV da Termopernambuco, no trecho entre a UTE
Termopernambuco e Pirapama, sendo construídas 10 novas torres e 5,5 km de linhas. As torres
antigas encontravam-se na nova área destinada a Refinaria Abreu e Lima da Petrobrás.

A assinatura de um aditivo ao contrato de arrendamento entre SUAPE e a controlada viabilizou a


execução das obras da linha de transmissão por parte da Companhia, com ressarcimento por parte
de SUAPE na ordem de 80%.

Em atendimento à Deliberação CVM 554, que aprova o Pronunciamento Técnico CPC 06, os
pagamentos mínimos futuros são como abaixo:

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


2010 375
2011 2.044
2012 2.044
2013 2.044
2014 2.044
Após 2014 20.435
Total 28.986

40. EVENTOS SUBSEQUENTES

A Neoenergia ingressou no Consórcio Norte Energia, com a participação de 10%, através de sua
subsidiária Bolzano Participações, para a construção da usina hidrelétrica Belo Monte, que será
construída no Rio Xingu, no Estado Pará. Sua potência instalada será de 11.233 MW.

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07.01 - COMENTÁRIO DO DESEMPENHO DA COMPANHIA NO TRIMESTRE

A NEOENERGIA, na qualidade de empresa holding, não possui geração de caixa próprio,


portanto, para gerir seus investimentos, depende diretamente do resultado das operações
de suas controladas, dos recursos provenientes de seus acionistas e recursos captados
no mercado financeiro.

O lucro líquido do segundo trimestre de 2010 foi de R$ 429.000 mil, representando um


desvio positivo de R$ 68.884 mil e de 19,13% em relação à igual período de 2009.

Os principais fatores que exerceram efeitos significativos no resultado da controladora no


segundo trimestre de 2010 estão descritos a seguir:

Resultado de Participações:

Equivalência Patrimonial

Controladas 2º TRIM/2010 2º TRIM/2009

Distribuidoras:
COELBA 199.937 154.796
CELPE 103.571 112.359
COSERN 60.398 30.791
Subtotal 363.906 297.946

Geradoras:
ITAPEBI 17.851 16.773
TERMOPE 12.983 29.922
TERMOAÇU 431 689
AFLUENTE 7.305 5.741
RIO PCH I 1.063 291
GERAÇÃO CIII 3.120 (152)
GOIÁS SUL (1.091) (324)
BAGUARI I 3.775 (198)
BAHIA PCH I 3.416 (202)
AGUAS DA PEDRA (432) -
GERAÇÃO CÉU AZUL (192) -
Subtotal 48.229 52.540

Comercializadora:
NC Energia 10.605 4.347

Outras participações 4 2
TOTAL 422.744 354.835

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07.01 - COMENTÁRIO DO DESEMPENHO DA COMPANHIA NO TRIMESTRE

Maior resultado com participações em controladas de R$ 67.909 mil no segundo trimestre


de 2010 em relação à igual período do ano anterior, explicado principalmente pelos
seguintes fatores:

• Reajuste tarifário médio para os consumidores de 5,54%, conforme Resolução


Homologatória ANEEL nº 971, de 19 de abril de 2010 na Coelba, 5,74%, conforme
Resolução Homologatória ANEEL nº 973 de 27 de abril de 2010 na Celpe e
9,95%, conforme Resolução Homologatória ANEEL nº. 972 de 19 de abril de 2010
na Cosern.
• Crescimento do consumo de energia elétrica em MWh em quase todas as classes
em relação ao mesmo período de 2009; ocasionado principalmente pelo aumento
do consumo da classe residencial devido ao crescimento populacional e às altas
temperaturas verificadas no segundo trimestre de 2010, e também da classe rural
devido principalmente a ausência de chuvas e maior necessidade de irrigação
artificial.
• Redução na compra de energia em função das reduções dos contratos de energia
existente, através de Mecanismo de Compensação de sobra e Déficit – MCSD,
devido a migração de grandes consumidores para o mercado livre.
• Distribuição de Juros sobre Capital Próprio no semestre de 2009 ter se realizado
totalmente em junho, enquanto neste ano foi distribuído no 1º e no 2º trimestre.

Amortização do ágio:

Controladas 2º TRIM/2010 2º TRIM/2009

Distribuidoras:
COELBA 9.098 10.490
CELPE 10.229 10.986
COSERN 4.042 4.029
23.369 25.505
Geradoras:
TERMOPE 1.257 1.431
ITAPEBI 855 948
2.112 2.379

Total 25.481 27.884

30/07/2010 16:31:13 Pág: 120


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07.01 - COMENTÁRIO DO DESEMPENHO DA COMPANHIA NO TRIMESTRE

A amortização do ágio relacionado às distribuidoras e geradoras apresentou desvio


positivo de R$ 2.403 mil e é calculada através das curvas autorizadas pela ANEEL, de
acordo com a perspectiva de resultados durante o prazo de exploração da concessão.

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EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS Data-Base - 30/06/2010

01553-9 NEOENERGIA S.A. 01.083.200/0001-18

12.01 - COMENTÁRIO DO DESEMPENHO CONSOLIDADO NO TRIMESTRE

A NEOENERGIA, como holding de controle não operacional, depende diretamente do


resultado das operações de suas empresas controladas. No segundo trimestre de 2010,
as empresas controladas da NEOENERGIA apresentaram o seguinte desempenho:

1. DESEMPENHO OPERACIONAL DAS CONTROLADAS:

1.1. Distribuidoras:

a) Evolução do número de clientes:

Evolução do número de clientes ativos


Variação Vertical Variação Horizontal
Descrição 30/06/10 30/06/09 30/06/10 30/06/09 30/06/10
Residencial 7.786.494 7.422.602 86,83% 86,81% 363.892 4,90%
Industrial 40.692 39.485 0,45% 0,46% 1.207 3,06%
Comercial 576.634 555.358 6,43% 6,50% 21.276 3,83%
Rural 447.658 421.239 4,99% 4,93% 26.419 6,27%
Poder Público 77.695 74.976 0,87% 0,88% 2.719 3,63%
Iluminação Pública 26.071 25.478 0,29% 0,30% 593 2,33%
Serviço Público 11.286 10.203 0,13% 0,12% 1.083 10,61%
Subtotal 8.966.530 8.549.341 99,99% 99,99% 417.189 4,88%
Consumo Próprio 1.138 837 0,01% 0,01% 301 35,96%
Suprimento 40 40 0,00% 0,00% - 0,00%
Total 8.967.708 8.550.218 100,00% 100,00% 417.490 4,88%

Em junho de 2010, o número consolidado de clientes, das controladas COELBA, CELPE


e COSERN, apresentou um crescimento de 4,88% em relação ao mesmo período do ano
anterior.

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12.01 - COMENTÁRIO DO DESEMPENHO CONSOLIDADO NO TRIMESTRE

Participação do número de clientes


por classe de consumo

Iluminação Pública
Poder Público 0,29% Serviço Público
0,87% 0,13%
Rural
4,99%
Comercial Consumo Próprio
6,43% 0,01%

Industrial
0,45%

Residencial
86,83%

b) Consumo Faturado:

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12.01 - COMENTÁRIO DO DESEMPENHO CONSOLIDADO NO TRIMESTRE


Evolução das Vendas por classe em MWh
2º Trim. Variação Vertical % Variação Horizontal
30/06/10 30/06/09 2º Trim/10 2º Trim/09 2º Trim/10 - 2º Trim/09
Residencial 2.644.500 2.384.266 37,24% 35,71% 260.234 10,91%
Industrial 1.520.010 1.621.097 21,40% 24,28% (101.087) -6,24%
Comercial 1.396.913 1.306.472 19,67% 19,57% 90.441 6,92%
Rural 467.861 341.500 6,59% 5,12% 126.361 37,00%
Poder Público 358.011 322.559 5,04% 4,83% 35.452 10,99%
Iluminação Pública 316.774 320.109 4,46% 4,79% (3.335) -1,04%
Serviço Público 389.319 371.574 5,48% 5,57% 17.746 4,78%
Subtotal 7.093.388 6.667.576 99,88% 99,87% 425.811 6,39%
Consumo Próprio 8.463- 8.456- 0,12% 0,13% 8- 0,09%
Suprimento - 16 0,00% 0,00% (16) 0,00%
Total 7.101.851 6.676.048 100,00% 100,00% 425.803 6,38%

No segundo trimestre de 2010, o fornecimento consolidado de energia elétrica das


distribuidoras foi de 7.101.851 MWh (6.676.048 MWh no segundo trimestre de 2009)
apresentando um aumento de 6,38%.

c) Balanço Energético Consolidado – Distribuidoras:

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12.01 - COMENTÁRIO DO DESEMPENHO CONSOLIDADO NO TRIMESTRE


LEILÃO ENERGIA EXISTENTE % CONTRATOS MERCADO PROPRIO % RESIDENCIAL %
4.280.316 51,0295% 8.387.926 7.101.852 81,4596% 2.644.501 37,2368%
4.564.761 54,7211% 8.341.864 6.676.031 85,7969% 2.384.266 35,7138%

ITAPEBI % GERAÇÃO PRÓPRIA INJETADA MERCADO LIVRE % IND USTR IAL %


468.031 5,5798% 3.293 8.718.248 497.001 5,7007% 1.520.010 21,4030%
468.031 5,6106% 2.824 7.781.202 137.799 1,7709% 1.621.096 24,2823%

TERMOPE % PERDAS REDE BÁSICA PERDA DISTRIBUIÇÃO % COMERCIAL %


993.720 11,8470% (192.462) 1.119.276 12,8383% 1.396.913 19,6697%
993.720 11,9124% (207.581) 967.273 12,4309% 1.306.472 19,5696%

AFLUENTE % MERCADO LIVRE IN TERC ÂMBIO % RURAL %


37.128 0,4426% 497.001 119 0,0014% 467.860 6,5879%
37.128 0,4451% 137.799 99 0,0013% 341.501 5,1153%

TERMOAÇU % SOBRAS OUTROS %


554.736 6,6135% (45.156) 1.072.568 15,1027%
563.472 6,7547% (493.803) 1.022.696 15,3189%

LEILÃO FONTE ALTERNATIVA % DÉFICITS


8.567 0,1021% 67.527
- 0,0000% -

PROINFA % INTERCÂMBIO
171.920 2,0496% 119
144.324 1,7301% 99

NC ENERGIA %
0,0000%
0,0000%

LEILÃO ENERGIA NOVA %


1.116.414 13,3098%
599.978 7,1924%

MCSD %
(94.382) -1,1252%
(37.254) -0,4466%

CCEARs % Legenda
851.476 10,1512% 2o Trimestre 2010
1.007.704 12,0801% 2o Trimestre 2009

d) Investimentos:

2º Trimestre 2010 Acumulado até 30/06/10


Investimento Subvenções Investimento Subvenções
Total Recebidas Total Recebidas
Geração 41 - - -
Distribuição 320.648 109.549 655.103 291.396
Comercialização 291 - 596 -
Administração 30.805 - 57.647 -
Total 351.785 109.549 713.346 291.396

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12.01 - COMENTÁRIO DO DESEMPENHO CONSOLIDADO NO TRIMESTRE


Os investimentos no segundo trimestre de 2010 atingiram o montante de R$ 351.785 mil
e, acumulado em junho de 2010, R$ 713.346 mil. Esses recursos foram destinados,
principalmente, à ampliação da rede de distribuição de energia.

Programa Luz Para Todos:

O Programa luz para Todos foi instituído pelo Governo em 11 de novembro de 2003,
destinado a propiciar o atendimento em energia elétrica à parcela da população do meio
rural e residencial baixa renda brasileira que ainda não tem acesso a esse serviço público.

30/06/10 COELBA COSERN CELPE


Ligações executadas até 2009 514.754 347.388 52.525 114.841
Ligações executadas em 2010 39.325 39.325 - -
Total 554.079 386.713 52.525 114.841
Em execução 63.201 63.201 - -
Total de Ligações previstas 617.564 449.914 52.809 114.841

1.2. Geradoras:

A ITAPEBI possui energia assegurada, através de contrato de compra e venda de energia


elétrica para o fornecimento de volumes anuais de 1.877.212 MWh até o exercício de
2017 para a COELBA.

A TERMOPERNAMBUCO iniciou suas operações em 15 de maio de 2004, e possui


contratos de compra e venda de energia elétrica com a CELPE e COELBA.

2. ANÁLISE DOS RESULTADOS CONSOLIDADOS:

Como se trata de uma holding, a NEOENERGIA depende diretamente dos resultados


apurados em suas controladas.

O resultado líquido consolidado do segundo trimestre de 2010 foi de R$ 429.000 mil (R$
360.116 mil no segundo trimestre de 2009), apresentando um aumento de R$ 68.884 mil
e de 19,13%.

Segue abaixo a composição do resultado consolidado:

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12.01 - COMENTÁRIO DO DESEMPENHO CONSOLIDADO NO TRIMESTRE


Composição do resultado consolidado 2º TRIM/2010 2º TRIM/2009 Var. (R$) Mil
NEOENERGIA (sem equivalência) 6.255 5.281 974
Distribuidoras:
COELBA 199.937 154.796 45.141
CELPE 103.571 112.359 (8.788)
COSERN 60.398 30.791 29.607
Subtotal 363.906 297.946 65.960
Geradoras:
ITAPEBI 17.851 16.773 1.078
TERMOPE 12.983 29.922 (16.939)
TERMOAÇU 431 689 (258)
AFLUENTE 7.305 5.741 1.564
RIO PCH I 1.063 291 772
GERAÇÃO CIII 3.120 (152) 3.272
GOIÁS SUL (1.091) (324) (767)
BAGUARI I 3.775 (198) 3.973
ÁGUAS DA PEDRA (432) - (432)
BAHIA PCH I 3.416 (202) 3.618
GERAÇÃO CÉU AZUL (192) - (192)
Subtotal 48.229 52.540 (4.311)
Comercializadora:
NC ENERGIA 10.605 4.347 6.258
Outras participações 5 2 3
Lucro do Período 429.000 360.116 68.884

As principais variações ocorridas no período foram em decorrência de:

• Reajuste tarifário médio para os consumidores de 5,54%, conforme Resolução


Homologatória ANEEL nº 971, de 19 de abril de 2010 na Coelba, 5,74%, conforme
Resolução Homologatória ANEEL nº 973 de 27 de abril de 2010 na Celpe e
9,95%, conforme Resolução Homologatória ANEEL nº 972 de 19 de abril de 2010
na Cosern.
• Crescimento do consumo de energia elétrica em MWh em quase todas as classes
em relação ao mesmo período de 2009; ocasionado principalmente pelo aumento
do consumo da classe residencial devido ao crescimento populacional e às altas
temperaturas verificadas no segundo trimestre de 2010, e também da classe rural
devido principalmente a ausência de chuvas e maior necessidade de irrigação
artificial.
• Redução na compra de energia em função das reduções dos contratos de energia
existente, através de Mecanismo de Compensação de sobra e Déficit – MCSD,
devido a migração de grandes consumidores para o mercado livre.

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12.01 - COMENTÁRIO DO DESEMPENHO CONSOLIDADO NO TRIMESTRE


• Distribuição de Juros sobre Capital Próprio no semestre de 2009 ter se realizado
totalmente em junho, enquanto neste ano foi distribuído no 1º e no 2º trimestre.

3. DESEMPENHO ECONÔMICO E FINANCEIRO CONSOLIDADO:

Variação
Acumulado Acumulado
Junho
Jun/09 Jun/10
Dados Econômico-Financeiros 2010/2009

Receita Operacional Bruta (R$ mil) 4.991.746 5.608.560 12,4%


Receita Operacional Líquida (R$ mil) 3.339.178 3.687.650 10,4%
EBITDA (R$ mil) 1.193.390 1.421.517 19,1%
Resultado do Serviço - EBIT (R$ mil) 988.650 1.191.708 20,5%
Resultado Financeiro (R$ mil) - Exceto JSCP 12.103 (64.353) -631,7%
Lucro Líquido (R$ mil) 688.092 790.336 14,9%

Ativo Total (R$ mil) 17.855.044 18.444.487 3,3%


Investimentos (R$ mil) 914 855 -6,4%
Dívida Bruta (R$ mil) 5.042.327 5.668.319 12,4%
Dívida Líquida (R$ mil) * 2.739.759 2.509.641 -8,4%
Patrimônio Líquido (R$ mil) 8.579.567 9.730.923 13,4%
Indicadores Econômico-Financeiros

Margem EBITDA 35,7% 38,5% 2,81 p.p


Margem EBIT 29,6% 32,3% 2,71 p.p
Margem Líquida 20,6% 21,4% 0,83 p.p

Cobertura de Juros (EBITDA/Resultado Financeiro) - Em vezes (98,6) 22,1 -122,4%

Dívida Bruta/EBITDA** 2,1 2,0 -5,6%


Índice de Endividam ento Líquido 24,2% 20,5% -3,7 p.p
Ações
Valor Patrimonial da Ação (R$) 1,47 1,66 13,4%
Lucro (Prejuízo) Líquido por Ação (R$) 0,12 0,14 14,9%
Distribuição de Dividendos e JSCP (R$ mil) 139.057 194.134 39,6%
* Dívida líquida de disponibilidades, aplicações financeiras, títulos e valores mobiliários e fundos vinculados
** EBITDA 6 meses
p.p - Pontos Percentuais

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EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS

01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

01553-9 NEOENERGIA S.A. 01.083.200/0001-18

09.01 - PARTICIPAÇÕES EM SOCIEDADES CONTROLADAS E/OU COLIGADAS

1- ITEM 2 - RAZÃO SOCIAL DA CONTROLADA/COLIGADA 3 - CNPJ 4 - CLASSIFICAÇÃO 5 - % PARTICIPAÇÃO 6 - % PATRIMÔNIO


NO CAPITAL DA LÍQUIDO DA
INVESTIDA INVESTIDORA
7 - TIPO DE EMPRESA 8 - NÚMERO DE AÇÕES DETIDAS NO TRIMESTRE ATUAL 9 - NÚMERO DE AÇÕES DETIDAS NO TRIMESTRE ANTERIOR
(Mil) (Mil)

01 CIA ELETRICIDADE DA BAHIA 15.139.629/0001-94 ABERTA CONTROLADA 87,84 24,17


EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS 165.301 165.301

02 CIA ENERGÉTICA DO RIO GRANDE DO NORTE 08.324.196/0001-81 ABERTA CONTROLADA 84,45 8,08
EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS 66.887 66.887

03 CIA ENERGÉTICA DE PERNAMBUCO 10.835.932/0001-08 ABERTA CONTROLADA 89,65 19,88


EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS 141.935 141.935

04 TEMOPERNAMBUCO S.A. 03.795.050/0001-09 ABERTA CONTROLADA 100,00 4,73


EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS 214.570 214.570

05 TERMOAÇU S.A. 03.783.964/0001-41 FECHADA CONTROLADA 23,13 2,47


EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS 290.047 290.047

06 NEOENERGIA SERVIÇOS LTDA. 04.780.652/0001-47 FECHADA CONTROLADA 100,00 0,01


EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS 1 1

07 NC ENERGIA S.A. 04.023.261/0001-88 FECHADA CONTROLADA 100,00 0,38


EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS 13.600 13.600

08 ITAPEBI GERAÇÃO DE ENERGIA S.A. 02.397.080/0001-96 ABERTA CONTROLADA 42,00 1,64


EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS 44.100 44.100

09 AFLUENTE G & T DE ENERGIA ELETRICA S.A. 07.620.094/0001-40 ABERTA CONTROLADA 87,84 1,05
EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS 16.530 16.530

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EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS

01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

01553-9 NEOENERGIA S.A. 01.083.200/0001-18

09.01 - PARTICIPAÇÕES EM SOCIEDADES CONTROLADAS E/OU COLIGADAS

1- ITEM 2 - RAZÃO SOCIAL DA CONTROLADA/COLIGADA 3 - CNPJ 4 - CLASSIFICAÇÃO 5 - % PARTICIPAÇÃO 6 - % PATRIMÔNIO


NO CAPITAL DA LÍQUIDO DA
INVESTIDA INVESTIDORA
7 - TIPO DE EMPRESA 8 - NÚMERO DE AÇÕES DETIDAS NO TRIMESTRE ATUAL 9 - NÚMERO DE AÇÕES DETIDAS NO TRIMESTRE ANTERIOR
(Mil) (Mil)

10 BAGUARI I GERAÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA SA 07.799.995/0001-41 FECHADA CONTROLADA 100,00 0,93


EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS 87.133 87.133

11 GOIAS SUL GERAÇÃO DE ENERGIA S.A. 07.836.421/0001-04 FECHADA CONTROLADA 100,00 1,10
EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS 109.643 109.643

12 GERAÇÃO CIII S.A. 08.274.591/0001-05 FECHADA CONTROLADA 100,00 1,38


EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS 133.622 133.622

13 RIO PCH I S.A. 08.656.307/0001-57 FECHADA CONTROLADA 75,00 0,91


EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS 74.166 74.166

14 ENERGÉTICA AGUAS DA PEDRA S.A. 08.768.414/0001-77 FECHADA CONTROLADA 51,00 1,31


EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS 145.557 145.557

15 BAHIA PCH I S.A. 08.747.075/0001-42 FECHADA CONTROLADA 100,00 0,58


EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS 49.174 49.174

16 NEOENERGIA INVESTIMENTOS S.A. 08.773.138/0001-35 FECHADA CONTROLADA 100,00 0,22


EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS 21.600 20.100

17 GERAÇÃO CÉU AZUL S.A. 09.136.819/0001-55 FECHADA CONTROLADA 100,00 0,01


EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS 365 365

18 SE NARANDIBA S.A. 10.337.920/0001-53 FECHADA CONTROLADA 100,00 0,16


EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS 16.000 16.000

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EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS Data-Base - 30/06/2010

01553-9 NEOENERGIA S.A. 01.083.200/0001-18

20.01 - OUTRAS INFORMAÇÕES QUE A COMPANHIA ENTENDA RELEVANTES

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ITR - Informações Trimestrais Legislação Societária
EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS Data-Base - 30/06/2010

01553-9 NEOENERGIA S.A. 01.083.200/0001-18

21.01 - RELATÓRIO DA REVISÃO ESPECIAL - SEM RESSALVA

RELATÓRIO DE REVISÃO DOS AUDITORES INDEPENDENTES

Aos Acionistas, Conselheiros e Diretores da


Neoenergia S.A.
Rio de Janeiro - RJ

1. Revisamos as informações contábeis contidas nas Informações Trimestrais – ITR,


individuais e consolidadas da Neoenergia S.A. e suas controladas, referentes ao
trimestre findo em 30 de junho de 2010, compreendendo o balanço patrimonial e as
demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa,
o relatório de desempenho e as notas explicativas, elaborados sob a responsabilidade
de sua Administração.

2. Nossa revisão foi efetuada de acordo com as normas específicas estabelecidas pelo
IBRACON – Instituto dos Auditores Independentes do Brasil, em conjunto com o
Conselho Federal de Contabilidade – CFC, e consistiu, principalmente em: (a)
indagação e discussão com os administradores responsáveis pelas áreas contábil,
financeira e operacional da Companhia e suas controladas quanto aos principais
critérios adotados na elaboração das Informações Trimestrais; e (b) revisão das
informações e dos eventos subseqüentes que tenham, ou possam vir a ter, efeitos
relevantes sobre a posição financeira e as operações da Companhia e suas
controladas.

3. Com base em nossa revisão, não temos conhecimento de qualquer modificação


relevante que deva ser feita nas informações contábeis contidas nas Informações
Trimestrais acima referidas, para que estas estejam de acordo com as normas
contábeis adotadas no Brasil e com as normas expedidas pela Comissão de Valores
Mobiliários (CVM), aplicáveis à elaboração das Informações Trimestrais.

4. Conforme mencionado na nota explicativa 4, durante o ano de 2009 foram aprovados


pela CVM diversos Pronunciamentos, Interpretações e Orientações Técnicas emitidos
pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC) com vigência para 2010, que
alteraram as práticas contábeis adotadas no Brasil. Conforme facultado pela
Deliberação CVM nº 603/09, a Administração da Companhia optou por apresentar suas
Informações Trimestrais utilizando as normas contábeis adotadas no Brasil até 31 de
dezembro de 2009, ou seja, não aplicou esses normativos com vigência para 2010.
Conforme requerido pela citada Deliberação CVM nº 603/09, a Companhia divulgou
esse fato na nota explicativa nº 4 às Informações Trimestrais, e a descrição das
principais alterações que poderão ter impacto sobre as suas demonstrações financeiras
do encerramento do exercício e os esclarecimentos das razões que impedem a
apresentação da estimativa dos seus possíveis efeitos no patrimônio líquido e no
resultado, como requerido pela Deliberação.

30/07/2010 16:31:15 Pág: 132


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CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS
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EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS Data-Base - 30/06/2010

01553-9 NEOENERGIA S.A. 01.083.200/0001-18

21.01 - RELATÓRIO DA REVISÃO ESPECIAL - SEM RESSALVA

Rio de Janeiro, 20 de julho de 2010.

ERNST & YOUNG


Auditores Independentes S.S.
CRC - 2SP 015.199/O-6-F-RJ

Paulo José Machado


Contador CRC - 1RJ 061.469/O-4

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ITR - INFORMAÇÕES TRIMESTRAIS Data-Base - 30/06/2010 Legislação Societária
EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS

01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

01553-9 NEOENERGIA S.A. 01.083.200/0001-18

ÍNDICE
GRUPO QUADRO DESCRIÇÃO PÁGINA

01 01 IDENTIFICAÇÃO 1
01 02 SEDE 1
01 03 DIRETOR DE RELAÇÕES COM INVESTIDORES (Endereço para Correspondência com a Companhia) 1
01 04 REFERÊNCIA DO ITR 1
01 05 COMPOSIÇÃO DO CAPITAL SOCIAL 2
01 06 CARACTERÍSTICAS DA EMPRESA 2
01 07 SOCIEDADES NÃO INCLUÍDAS NAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS CONSOLIDADAS 2
01 08 PROVENTOS EM DINHEIRO 2
01 09 CAPITAL SOCIAL SUBSCRITO E ALTERAÇÕES NO EXERCÍCIO SOCIAL EM CURSO 3
01 10 DIRETOR DE RELAÇÕES COM INVESTIDORES 3
02 01 BALANÇO PATRIMONIAL ATIVO 4
02 02 BALANÇO PATRIMONIAL PASSIVO 5
03 01 DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO 7
04 01 04 - DEMONSTRAÇÃO DO FLUXO DE CAIXA 10
05 01 05 - DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO DE 01/04/2010 a 30/06/2010 12
05 02 05 - DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO DE 01/01/2010 a 30/06/2010 13
08 01 BALANÇO PATRIMONIAL ATIVO CONSOLIDADO 14
08 02 BALANÇO PATRIMONIAL PASSIVO CONSOLIDADO 16
09 01 DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO CONSOLIDADO 18
10 01 10.01 - DEMONSTRAÇÃO DO FLUXO DE CAIXA CONSOLIDADO 21
11 01 11 - DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO CONSOLIDADO DE 01/04/2010 a 30/06/2010 24
11 02 11 - DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO CONSOLIDADO DE 01/01/2010 a 30/06/2010 25
06 01 NOTAS EXPLICATIVAS 26
07 01 COMENTÁRIO DO DESEMPENHO DA COMPANHIA NO TRIMESTRE 119
12 01 COMENTÁRIO DO DESEMPENHO CONSOLIDADO NO TRIMESTRE 122
13 01 PARTICIPAÇÃO EM SOCIEDADES CONTROLADAS E/OU COLIGADAS 129
20 01 OUTRAS INFORMAÇÕES QUE A COMPANHIA ENTENDA RELEVANTES 131
21 01 RELATÓRIO DA REVISÃO ESPECIAL 132
CIA ELETRICIDADE DA BAHIA
CIA ENERGÉTICA DO RIO GRANDE DO NORTE
CIA ENERGÉTICA DE PERNAMBUCO
TEMOPERNAMBUCO S.A.
TERMOAÇU S.A.
NEOENERGIA SERVIÇOS LTDA.
NC ENERGIA S.A.
ITAPEBI GERAÇÃO DE ENERGIA S.A.
AFLUENTE G & T DE ENERGIA ELETRICA S.A.
BAGUARI I GERAÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA SA
GOIAS SUL GERAÇÃO DE ENERGIA S.A.
GERAÇÃO CIII S.A.
RIO PCH I S.A.

30/07/2010 16:31:17 Pág: 134


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ITR - INFORMAÇÕES TRIMESTRAIS Data-Base - 30/06/2010 Legislação Societária
EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS

01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

01553-9 NEOENERGIA S.A. 01.083.200/0001-18

ÍNDICE
GRUPO QUADRO DESCRIÇÃO PÁGINA
ENERGÉTICA AGUAS DA PEDRA S.A.
BAHIA PCH I S.A.
NEOENERGIA INVESTIMENTOS S.A.
GERAÇÃO CÉU AZUL S.A.
SE NARANDIBA S.A. /133

30/07/2010 16:31:17 Pág: 135


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EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS

O REGISTRO NA CVM NÃO IMPLICA QUALQUER APRECIAÇÃO SOBRE A COMPANHIA , SENDO OS SEUS
ADMINISTRADORES RESPONSÁVEIS PELA VERACIDADE DAS INFORMAÇÕES PRESTADAS.

01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

01452-4 CIA ELETRICIDADE DA BAHIA 15.139.629/0001-94


4 - NIRE

29300003816

01.02 - SEDE

1 - ENDEREÇO COMPLETO 2 - BAIRRO OU DISTRITO

AVENIDA EDGARD SANTOS, 300 NARANDIBA


3 - CEP 4 - MUNICÍPIO 5 - UF

41186-900 SALVADOR BA
6 - DDD 7 - TELEFONE 8 - TELEFONE 9 - TELEFONE 10 - TELEX

071 3370-5010 3370-5524 -


11 - DDD 12 - FAX 13 - FAX 14 - FAX

071 3370-5135 3370-5535 -


15 - E-MAIL

rdourado@coelba.com.br

01.03 - DIRETOR DE RELAÇÕES COM INVESTIDORES (Endereço para Correspondência com a Companhia)

1 - NOME

ERIK DA COSTA BREYER


2 - ENDEREÇO COMPLETO 3 - BAIRRO OU DISTRITO

AVENIDA EDGARD SANTOS, 300 NARANDIBA


4 - CEP 5 - MUNICÍPIO 6 - UF

41186-900 SALVADOR BA
7 - DDD 8 - TELEFONE 9 - TELEFONE 10 - TELEFONE 11 - TELEX

071 3370-5501 - -
12 - DDD 13 - FAX 14 - FAX 15 - FAX

071 3370-5501 - -
16 - E-MAIL

ebreyer@neoenergia.com

01.04 - REFERÊNCIA / AUDITOR

EXERCÍCIO SOCIAL EM CURSO TRIMESTRE ATUAL TRIMESTRE ANTERIOR

1 - INÍCIO 2 - TÉRMINO 3 - NÚMERO 4 - INÍCIO 5 - TÉRMINO 6 - NÚMERO 7 - INÍCIO 8 - TÉRMINO

01/01/2010 31/12/2010 2 01/04/2010 30/06/2010 1 01/01/2010 31/03/2010


9 - NOME/RAZÃO SOCIAL DO AUDITOR 10 - CÓDIGO CVM

ERNST & YOUNG AUDITORES INDEPENDENTES 00471-5


11 - NOME DO RESPONSÁVEL TÉCNICO 12 - CPF DO RESP. TÉCNICO

PAULO JOSÉ MACHADO 014.319.648-08

26/07/2010 15:54:49 Pág: 1


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ITR - INFORMAÇÕES TRIMESTRAIS Data-Base - 30/06/2010 Legislação Societária
EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS

01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

01452-4 CIA ELETRICIDADE DA BAHIA 15.139.629/0001-94

01.05 - COMPOSIÇÃO DO CAPITAL SOCIAL

Número de Ações 1 - TRIMESTRE ATUAL 2 - TRIMESTRE ANTERIOR 3 - IGUAL TRIMESTRE EX. ANTERIOR

(Mil) 30/06/2010 31/03/2010 30/06/2009


Do Capital Integralizado
1 - Ordinárias 109.304 109.304 109.304
2 - Preferenciais 78.873 78.873 78.873
3 - Total 188.177 188.177 188.177
Em Tesouraria
4 - Ordinárias 0 0 0
5 - Preferenciais 0 0 0
6 - Total 0 0 0

01.06 - CARACTERÍSTICAS DA EMPRESA

1 - TIPO DE EMPRESA

Empresa Comercial, Industrial e Outras


2 - TIPO DE SITUAÇÃO

Operacional
3 - NATUREZA DO CONTROLE ACIONÁRIO

Privada Nacional
4 - CÓDIGO ATIVIDADE

1120 - Energia Elétrica


5 - ATIVIDADE PRINCIPAL
Serviço Público de Energia Elétrica

6 - TIPO DE CONSOLIDADO

Não Apresentado
7 - TIPO DO RELATÓRIO DOS AUDITORES

Sem Ressalva

01.07 - SOCIEDADES NÃO INCLUÍDAS NAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS CONSOLIDADAS

1 - ITEM 2 - CNPJ 3 - DENOMINAÇÃO SOCIAL

01.08 - PROVENTOS EM DINHEIRO DELIBERADOS E/OU PAGOS DURANTE E APÓS O TRIMESTRE

1 - ITEM 2 - EVENTO 3 - APROVAÇÃO 4 - PROVENTO 5 - INÍCIO PGTO. 6 - ESPÉCIE E 7 - VALOR DO PROVENTO P/ AÇÃO
CLASSE DE
AÇÃO

01 RCA 30/06/2010 Juros Sobre Capital Próprio 15/09/2010 ON 0,1376495610


02 RCA 30/06/2010 Juros Sobre Capital Próprio 15/09/2010 PNA 0,1376495610
03 RCA 30/06/2010 Juros Sobre Capital Próprio 15/09/2010 PNB 0,1514145171

26/07/2010 16:05:56 Pág: 2


SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL
CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS
ITR - INFORMAÇÕES TRIMESTRAIS Data-Base - 30/06/2010 Legislação Societária
EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS

01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

- . . / -

01.09 - CAPITAL SOCIAL SUBSCRITO E ALTERAÇÕES NO EXERCÍCIO SOCIAL EM CURSO

1- ITEM 2 - DATA DA 3 - VALOR DO CAPITAL SOCIAL 4 - VALOR DA ALTERAÇÃO 5 - ORIGEM DA ALTERAÇÃO 7 - QUANTIDADE DE AÇÕES EMITIDAS 8 - PREÇO DA AÇÃO NA
ALTERAÇÃO EMISSÃO
(Reais Mil) (Reais Mil) (Mil)
(Reais)

01.10 - DIRETOR DE RELAÇÕES COM INVESTIDORES

1 - DATA 2 - ASSINATURA

26/07/2010 16:06:05 Pág: 3


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CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS
ITR - INFORMAÇÕES TRIMESTRAIS Data-Base - 30/06/2010 Legislação Societária
EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS

01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

01452-4 CIA ELETRICIDADE DA BAHIA 15.139.629/0001-94

02.01 - BALANÇO PATRIMONIAL ATIVO (Reais Mil)

1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 3 - 30/06/2010 4 - 31/03/2010

1 Ativo Total 5.217.494 4.955.675


1.01 Ativo Circulante 1.651.956 1.521.699
1.01.01 Disponibilidades 174.782 262.605
1.01.01.01 Caixa e equivalentes de caixa 174.782 262.605
1.01.02 Créditos 1.470.665 1.251.165
1.01.02.01 Clientes 853.787 805.623
1.01.02.01.01 Consumidores,concess e permissionárias 887.137 829.168
1.01.02.01.02 Títulos a receber 8.211 11.683
1.01.02.01.03 (-) Provisão p/crédito de liq. duvidosa (41.561) (35.228)
1.01.02.02 Créditos Diversos 616.878 445.542
1.01.02.02.01 Ativos regulatórios 77.949 71.862
1.01.02.02.02 Serviço em curso 83.060 70.500
1.01.02.02.03 Títulos e valores mobiliários 181.465 89.782
1.01.02.02.04 Tributos e contribuições sociais 115.871 79.611
1.01.02.02.05 Tributos contribuições sociais diferidos 19.378 17.043
1.01.02.02.06 Benefício-fiscal-ágio incor controladora 18.889 18.892
1.01.02.02.07 Despesas pagas antecipadamente 11.809 12.212
1.01.02.02.08 Outros créditos 108.457 85.640
1.01.03 Estoques 6.509 7.929
1.01.04 Outros 0 0
1.02 Ativo Não Circulante 3.565.538 3.433.976
1.02.01 Ativo Realizável a Longo Prazo 693.704 673.223
1.02.01.01 Créditos Diversos 693.558 673.041
1.02.01.01.01 Consumidores,concess e permissionárias 255.013 239.747
1.02.01.01.02 Títulos a receber 17.869 15.878
1.02.01.01.03 (-) Provisão p/crédito de liq. duvidosa (919) (735)
1.02.01.01.04 Ativos regulatórios 10.926 9.589
1.02.01.01.05 Fundos vinculados 0 157
1.02.01.01.06 Depósitos judiciais 89.126 84.526
1.02.01.01.07 Tributos e contribuições sociais 55.208 52.187
1.02.01.01.08 Tributos contribuições sociais diferidos 33.705 34.225
1.02.01.01.09 Benefício-fiscal-ágio incor controladora 218.028 222.749
1.02.01.01.10 Bens e direitos destinados a alienação 2.742 2.855
1.02.01.01.11 Outros créditos 11.860 11.863
1.02.01.02 Créditos com Pessoas Ligadas 146 182
1.02.01.02.01 Com Coligadas e Equiparadas 0 0
1.02.01.02.02 Com Controladas 146 182
1.02.01.02.03 Com Outras Pessoas Ligadas 0 0
1.02.01.03 Outros 0 0
1.02.02 Ativo Permanente 2.871.834 2.760.753
1.02.02.01 Investimentos 12.955 13.297

26/07/2010 16:06:20 Pág: 4


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CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS
ITR - INFORMAÇÕES TRIMESTRAIS Data-Base - 30/06/2010 Legislação Societária
EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS

01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

01452-4 CIA ELETRICIDADE DA BAHIA 15.139.629/0001-94

02.01 - BALANÇO PATRIMONIAL ATIVO (Reais Mil)

1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 3 -30/06/2010 4 -31/03/2010

1.02.02.01.01 Participações Coligadas/Equiparadas 0 0


1.02.02.01.02 Participações Coligadas/Equiparadas-Ágio 0 0
1.02.02.01.03 Participações em Controladas 0 0
1.02.02.01.04 Participações em Controladas - Ágio 0 0
1.02.02.01.05 Outros Investimentos 12.955 13.297
1.02.02.02 Imobilizado 2.664.981 2.560.261
1.02.02.02.01 Imobilizado líquido 2.664.981 2.560.261
1.02.02.03 Intangível 193.898 187.195
1.02.02.03.01 Intangível líquido 193.898 187.195
1.02.02.04 Diferido 0 0

26/07/2010 16:06:20 Pág: 5


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ITR - INFORMAÇÕES TRIMESTRAIS Data-Base - 30/06/2010 Legislação Societária
EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS

01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

01452-4 CIA ELETRICIDADE DA BAHIA 15.139.629/0001-94

02.02 - BALANÇO PATRIMONIAL PASSIVO (Reais Mil)

1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 3 - 30/06/2010 4 - 31/03/2010

2 Passivo Total 5.217.494 4.955.675


2.01 Passivo Circulante 1.487.490 1.706.269
2.01.01 Empréstimos e Financiamentos 191.582 243.202
2.01.01.01 Empréstimos financ e encargos da dívida 191.582 243.202
2.01.02 Debêntures 202.108 94.972
2.01.02.01 Debêntures e encargos 202.108 94.972
2.01.03 Fornecedores 299.096 313.232
2.01.04 Impostos, Taxas e Contribuições 222.994 218.759
2.01.04.01 Tributos e contribuições sociais 93.191 105.754
2.01.04.02 Tributos contribuições sociais diferidos 1.135 1.120
2.01.04.03 Taxas regulamentares 128.668 111.885
2.01.05 Dividendos a Pagar 275.149 580.985
2.01.05.01 Dividendos 248.247 529.958
2.01.05.02 Juros sobre capital próprio 26.902 51.027
2.01.06 Provisões 15.577 14.905
2.01.06.01 Provisões para contingências 15.577 14.905
2.01.07 Dívidas com Pessoas Ligadas 0 0
2.01.08 Outros 280.984 240.214
2.01.08.01 Passivos regulatórios 81.373 98.959
2.01.08.02 Folha de pagamento 1.882 7.253
2.01.08.03 Obrigações estimadas 89.405 48.169
2.01.08.04 Adiantamentos recebidos 20.763 18.673
2.01.08.05 Consumidores devolução baixa renda 0 0
2.01.08.06 Outras contas a pagar 87.561 67.160
2.02 Passivo Não Circulante 1.594.606 1.314.783
2.02.01 Passivo Exigível a Longo Prazo 1.594.606 1.314.783
2.02.01.01 Empréstimos e Financiamentos 1.119.853 706.418
2.02.01.01.01 Empréstimos e financiamentos 1.119.853 706.418
2.02.01.02 Debêntures 318.812 456.674
2.02.01.02.01 Debêntures 318.812 456.674
2.02.01.03 Provisões 38.155 34.007
2.02.01.03.01 Provisões para contingências 38.155 34.007
2.02.01.04 Dívidas com Pessoas Ligadas 0 0
2.02.01.05 Adiantamento para Futuro Aumento Capital 0 0
2.02.01.06 Outros 117.786 117.684
2.02.01.06.01 Fornecedores 5.141 5.444
2.02.01.06.02 Passivos regulatórios 47.730 32.612
2.02.01.06.03 Tributos e contribuições sociais 19.542 19.356
2.02.01.06.04 Tributos contribuições sociais diferidos 7.475 4.913
2.02.01.06.05 Taxas regulamentares 28.478 30.789
2.02.01.06.06 Recursos destinados aumento capital 1.694 1.694

26/07/2010 16:06:35 Pág: 6


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ITR - INFORMAÇÕES TRIMESTRAIS Data-Base - 30/06/2010 Legislação Societária
EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS

01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

01452-4 CIA ELETRICIDADE DA BAHIA 15.139.629/0001-94

02.02 - BALANÇO PATRIMONIAL PASSIVO (Reais Mil)

1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 3 -30/06/2010 4 -31/03/2010

2.02.01.06.07 Outras contas a pagar 7.726 22.876


2.03 Resultados de Exercícios Futuros 0 0
2.05 Patrimônio Líquido 2.135.398 1.934.623
2.05.01 Capital Social Realizado 542.163 542.163
2.05.02 Reservas de Capital 698.050 698.050
2.05.02.01 Ágio incorporado (líquido) 339.052 339.052
2.05.02.02 Incentivo fiscal SUDENE 340.429 340.429
2.05.02.03 Outras 18.569 18.569
2.05.03 Reservas de Reavaliação 0 0
2.05.03.01 Ativos Próprios 0 0
2.05.03.02 Controladas/Coligadas e Equiparadas 0 0
2.05.04 Reservas de Lucro 539.492 539.492
2.05.04.01 Legal 108.433 108.433
2.05.04.02 Estatutária 0 0
2.05.04.03 Para Contingências 0 0
2.05.04.04 De Lucros a Realizar 0 0
2.05.04.05 Retenção de Lucros 123.796 123.796
2.05.04.06 Especial p/ Dividendos Não Distribuídos 0 0
2.05.04.07 Outras Reservas de Lucro 307.263 307.263
2.05.05 Ajustes de Avaliação Patrimonial 0 0
2.05.05.01 Ajustes de Títulos e Valores Mobiliários 0 0
2.05.05.02 Ajustes Acumulados de Conversão 0 0
2.05.05.03 Ajustes de Combinação de Negócios 0 0
2.05.06 Lucros/Prejuízos Acumulados 355.693 154.918
2.05.07 Adiantamento para Futuro Aumento Capital 0 0

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01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

01452-4 CIA ELETRICIDADE DA BAHIA 15.139.629/0001-94

03.01 - DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO (Reais Mil)

1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 3 - 01/04/2010 a 30/06/2010 4 - 01/01/2010 a 30/06/2010 5 - 01/04/2009 a 30/06/2009 6 - 01/01/2009 a 30/06/2009

3.01 Receita Bruta de Vendas e/ou Serviços 1.375.900 2.704.550 1.162.902 2.310.666
3.01.01 Fornecimento de energia elétrica 535.778 1.091.640 404.048 837.489
3.01.02 Energia elétrica curto prazo - CCEE 3.267 4.441 1.057 10.285
3.01.03 Disponibilização sistema transm/distrib 818.142 1.577.770 744.214 1.436.189
3.01.04 Outras receitas operacionais 18.713 30.699 13.583 26.703
3.02 Deduções da Receita Bruta (467.932) (919.786) (373.278) (752.249)
3.02.01 ICMS (258.347) (509.283) (218.176) (437.496)
3.02.02 PIS (22.613) (45.072) (18.291) (37.053)
3.02.03 COFINS (104.081) (207.531) (84.436) (170.853)
3.02.04 ISS (1.070) (1.375) (565) (1.091)
3.02.05 Quota p/Reserva Global de Reversão-RGR (13.544) (26.628) (9.112) (20.273)
3.02.06 Programa de Eficiência Energética-PEE (4.537) (20.596) (4.013) (7.883)
3.02.07 Conta de Desenvolvimento Energético-CDE (8.249) (15.329) (6.824) (12.816)
3.02.08 Conta de Consumo de Combustível-CCC (47.776) (74.616) (27.351) (55.524)
3.02.09 fundo Nac Desen Cient Tecnológico-FNDCT (1.807) (3.588) (1.595) (3.131)
3.02.10 empresa de Pesquisa Energética-EPE (903) (1.794) (797) (2.033)
3.02.11 Pesquisa e Desenvolvimento-P&D (1.807) (10.600) (1.595) (3.131)
3.02.12 Encargos do Consumidor-PROINFA (178) (355) (526) (974)
3.02.13 Encargos CBEE 0 1 3 9
3.02.14 Encargos do consumidor-Tesouro Nacional (3.020) (3.020) 0 0
3.03 Receita Líquida de Vendas e/ou Serviços 907.968 1.784.764 789.624 1.558.417
3.04 Custo de Bens e/ou Serviços Vendidos (515.580) (1.079.452) (500.461) (973.051)
3.04.01 Pessoal (8.189) (29.172) (11.762) (34.491)
3.04.02 Entidade de previdência privada (845) (1.650) (843) (1.631)
3.04.03 Material (1.559) (3.042) (1.512) (3.235)
3.04.04 Combustível p/produção energia elétrica 0 0 (1) (1)
3.04.05 Serviços de terceiros (16.185) (31.616) (11.712) (24.047)

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01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

01452-4 CIA ELETRICIDADE DA BAHIA 15.139.629/0001-94

03.01 - DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO (Reais Mil)

1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 3 - 01/04/2010 a 30/06/2010 4 - 01/01/2010 a 30/06/2010 5 - 01/04/2009 a 30/06/2009 6 - 01/01/2009 a 30/06/2009

3.04.06 Taxa fiscaliz serviço eenrg elet-TFSEE (1.316) (2.493) (1.268) (2.688)
3.04.07 Energia elétrica comprada para revenda (374.140) (787.611) (371.421) (712.593)
3.04.08 Encargo uso sistema de transmissão (61.553) (122.134) (55.946) (101.647)
3.04.09 Depreciação e amortização (42.348) (84.428) (40.000) (80.028)
3.04.10 Arrendamentos e aluguéis (182) (442) (268) (573)
3.04.11 Tributos (7) (41) (5) (40)
3.04.12 Provisões líquidas - PCLD (6.906) (11.804) (2.411) (6.680)
3.04.13 Outros 17 (798) (985) (1.623)
3.04.14 Custo do serviço prestado a terceiros (2.367) (4.221) (2.327) (3.774)
3.05 Resultado Bruto 392.388 705.312 289.163 585.366
3.06 Despesas/Receitas Operacionais (152.809) (280.534) (140.497) (226.274)
3.06.01 Com Vendas (47.206) (99.409) (41.095) (96.766)
3.06.02 Gerais e Administrativas (48.932) (80.537) (30.703) (55.298)
3.06.03 Financeiras (54.601) (97.768) (67.785) (68.577)
3.06.03.01 Receitas Financeiras 66.432 149.646 106.974 189.206
3.06.03.01.01 Renda de aplicações financeiras 9.451 18.521 7.435 17.778
3.06.03.01.02 Juros comiss e acresc moratório energia 8.054 16.910 8.737 16.713
3.06.03.01.03 Remuneração financ ativos regulatórios (25) 1.901 2.409 4.907
3.06.03.01.04 Variação monetária 8.182 12.462 4.334 19.257
3.06.03.01.05 Variação cambial 10.807 26.215 61.636 76.249
3.06.03.01.06 Operações Swap 16.890 44.495 8.980 29.392
3.06.03.01.07 Outras 13.073 29.142 13.443 24.910
3.06.03.02 Despesas Financeiras (121.033) (247.414) (174.759) (257.783)
3.06.03.02.01 Encargos de dívida (31.054) (53.376) (28.039) (59.641)
3.06.03.02.02 Juros sobre capital próprio (26.719) (53.437) (51.024) (51.024)
3.06.03.02.03 Remuneração financ passivos regulatórios (2.519) (5.535) (3.456) (3.683)
3.06.03.02.04 Variação monetária (8.988) (20.622) (14.706) (22.706)

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01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

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03.01 - DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO (Reais Mil)

1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 3 - 01/04/2010 a 30/06/2010 4 - 01/01/2010 a 30/06/2010 5 - 01/04/2009 a 30/06/2009 6 - 01/01/2009 a 30/06/2009

3.06.03.02.05 Variação cambial (14.161) (36.443) 0 (10.776)


3.06.03.02.06 Operações Swap (24.502) (51.975) (73.229) (99.114)
3.06.03.02.07 Outras (13.090) (26.026) (4.305) (10.839)
3.06.04 Outras Receitas Operacionais 76 216 172 268
3.06.04.01 Receita alienação/desativação bens e dir 76 216 140 140
3.06.04.02 Outras 0 0 32 128
3.06.05 Outras Despesas Operacionais (2.146) (3.036) (1.086) (5.901)
3.06.05.01 Despesa alienação/desativação bens e dir (2.146) (3.036) (991) (5.533)
3.06.05.02 Outras 0 0 (95) (368)
3.06.06 Resultado da Equivalência Patrimonial 0 0 0 0
3.07 Resultado Operacional 239.579 424.778 148.666 359.092
3.08 Resultado Não Operacional 0 0 0 0
3.08.01 Receitas 0 0 0 0
3.08.02 Despesas 0 0 0 0
3.09 Resultado Antes Tributação/Participações 239.579 424.778 148.666 359.092
3.10 Provisão para IR e Contribuição Social (33.318) (56.242) (21.235) (45.895)
3.10.01 Imposto de renda corrente (54.675) (95.074) (35.168) (78.689)
3.10.02 Contribuição social corrente (20.327) (35.208) (12.996) (28.658)
3.10.03 Imposto de renda incentivo SUDENE 41.684 74.040 26.929 61.452
3.11 IR Diferido (5.486) (12.843) (2.234) (14.826)
3.11.01 IR Diferido (560) (2.497) 2.055 (3.506)
3.11.02 CSLL Diferido (202) (899) 739 (1.263)
3.11.03 Amortização ágio e reversão-PMIPL (4.724) (9.447) (5.028) (10.057)
3.12 Participações/Contribuições Estatutárias 0 0 0 0
3.12.01 Participações 0 0 0 0
3.12.02 Contribuições 0 0 0 0
3.13 Reversão dos Juros sobre Capital Próprio 26.719 53.437 51.024 51.024

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01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

01452-4 CIA ELETRICIDADE DA BAHIA 15.139.629/0001-94

03.01 - DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO (Reais Mil)

1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 3 - 01/04/2010 a 30/06/2010 4 - 01/01/2010 a 30/06/2010 5 - 01/04/2009 a 30/06/2009 6 - 01/01/2009 a 30/06/2009

3.15 Lucro/Prejuízo do Período 227.494 409.130 176.221 349.395


NÚMERO AÇÕES, EX-TESOURARIA (Mil) 188.177 188.177 188.177 188.177
LUCRO POR AÇÃO (Reais) 1,20894 2,17418 0,93646 1,85674
PREJUÍZO POR AÇÃO (Reais)

26/07/2010 16:06:49 Pág: 11


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01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

01452-4 CIA ELETRICIDADE DA BAHIA 15.139.629/0001-94

04.01 - DEMONSTRAÇÃO DO FLUXO DE CAIXA - METODO INDIRETO (Reais Mil)

1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 3 - 01/04/2010 a 30/06/2010 4 - 01/01/2010 a 30/06/2010 5 - 01/04/2009 a 30/06/2009 6 - 01/01/2009 a 30/06/2009

4.01 Caixa Líquido Atividades Operacionais 45.496 344.564 89.556 497.793

4.01.01 Caixa Gerado nas Operações 95.574 589.958 90.816 537.091

4.01.01.01 Lucro Líquido do exercício 58.096 409.130 64.732 349.395

4.01.01.02 Depreciação e amortização 18.567 97.311 15.090 89.511

4.01.01.03 Ativo regulatório 7.940 14.188 7.335 (35.528)

4.01.01.04 Passivo regulatório (3.306) (11.867) (7.291) 80.440

4.01.01.05 Amortização de ágio, líquida 1.574 9.445 1.676 10.057

4.01.01.06 Var monet/cam e juros de LP, líquidas (1.662) 8.080 688 (27.937)

4.01.01.07 Var monet/cam e juros de CP, líquidas 11.980 48.153 8.039 62.772

4.01.01.08 Valor residual ativo permanente baixado 121 1.534 571 4.432

4.01.01.09 Imposto renda/contrib social diferidos 348 3.394 (1.398) 4.536

4.01.01.10 Prov conting cíveis/fiscais/trabalhistas 1.042 3.723 172 (1.697)

4.01.01.11 Provisão para devedores duvidosos 874 6.867 1.202 1.110

4.01.02 Variações nos Ativos e Passivos (50.078) (245.394) (1.260) (39.298)

4.01.02.01 Consumidores (26.764) (111.961) 10.710 (52.343)

4.01.02.02 Títulos a receber 670 (8.725) 240 (3.269)

4.01.02.03 Depósitos judiciais 1.358 (7.013) 3.597 (6.620)

4.01.02.04 Tributos e contribuições sociais (17.808) (69.716) (9.797) (41.616)

4.01.02.05 Títulos e valores mobiliários 12.913 (92.235) 3.300 2.277

4.01.02.06 Serviço em curso (7.954) (60.172) (1.388) (4.680)

4.01.02.07 Despesas pagas antecipadamente (111) (3.982) 158 (3.974)

4.01.02.08 Estoques (989) (1.178) 361 (441)

4.01.02.09 Outros ativos 1.177 (18.400) (1.609) 1.858

4.01.02.10 Fornecedores (24.800) (5.091) (196) 31.412

4.01.02.11 Folha de pagamento (119) (540) (135) (896)

4.01.02.12 Encargos da dívida e swap 6.311 31.748 4.209 28.996

4.01.02.13 Taxas regulamentares 3.873 81.772 372 (14.071)

26/07/2010 16:07:02 Pág: 12


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01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

01452-4 CIA ELETRICIDADE DA BAHIA 15.139.629/0001-94

04.01 - DEMONSTRAÇÃO DO FLUXO DE CAIXA - METODO INDIRETO (Reais Mil)

1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 3 -01/04/2010 a 30/06/2010 4 -01/01/2010 a 30/06/2010 5 - 01/04/2009 a 30/06/200901/04/20096a-30/06/2009


01/01/2009 a 30/06/200901/01/2009 a 30/06/2009

4.01.02.14 Tributos e contribuições sociais (6.404) (24.036) (8.102) (3.466)

4.01.02.15 Obrigações estimadas 5.729 53.622 2.848 43.022

4.01.02.16 Consumidores devolução baixa renda 0 (767) (1) (7)

4.01.02.17 Adiantamentos recebidos 1.393 4.820 810 7.013

4.01.02.18 Outras contas a pagar 1.447 (13.540) (6.637) (22.493)

4.01.03 Outros 0 0 0 0

4.02 Caixa Líquido Atividades de Investimento (63.357) (544.683) (68.789) (410.911)

4.02.01 Em investimento 250 250 0 (236)

4.02.02 No imobilizado (59.661) (512.056) (68.789) (410.675)

4.02.03 No Intangível (3.946) (33.036) 0 0

4.02.04 Bens e direitos destinados a alienação 0 159 0 0

4.03 Caixa Líquido Atividades Financiamento (72.860) 157.569 (283.752) (327.300)

4.03.01 Empréstimos e financiamentos obtidos 4.619 468.484 0 49.234

4.03.02 Pagamentos empréstimos, financiam e swap (37.861) (112.753) (43.960) (167.184)

4.03.03 Pagamentos de debêntures (49.462) (66.668) (56.703) (74.073)

4.03.04 Obrigações vinculadas 88.119 291.395 11.892 82.187

4.03.05 Pagamento de dividendos (77.929) (305.250) (194.242) (194.328)

4.03.06 Pagamento de juros sobre capital próprio (366) (117.711) (708) (23.842)

4.03.07 Coligadas e controladas 20 72 (31) 706

4.04 Variação Cambial s/ Caixa e Equivalentes 0 0 0 0

4.05 Aumento(Redução) de Caixa e Equivalentes (90.721) (42.550) (262.985) (240.418)

4.05.01 Saldo Inicial de Caixa e Equivalentes 265.503 217.332 357.376 334.809

4.05.02 Saldo Final de Caixa e Equivalentes 174.782 174.782 94.391 94.391

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01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

01452-4 CIA ELETRICIDADE DA BAHIA 15.139.629/0001-94

05.01 - DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO DE 01/04/2010 a 30/06/2010 (Reais Mil)
1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 3 - CAPITAL SOCIAL 4 - RESERVAS DE 5 - RESERVAS DE 6 - RESERVAS DE 7 - LUCROS/ PREJUÍZOS 8 - AJUSTES DE 9 - TOTAL PATRIMÔNIO
CAPITAL REAVALIAÇÃO LUCRO ACUMULADOS AVALIAÇÃO LÍQUIDO
PATRIMONIAL

5.01 Saldo Inicial 542.163 698.050 0 539.492 154.918 0 1.934.623

5.02 Ajustes de Exercícios Anteriores 0 0 0 0 0 0 0

5.03 Saldo Ajustado 542.163 698.050 0 539.492 154.918 0 1.934.623

5.04 Lucro / Prejuízo do Período 0 0 0 0 227.494 0 227.494

5.05 Destinações 0 0 0 0 (26.719) 0 (26.719)

5.05.01 Dividendos 0 0 0 0 0 0 0

5.05.02 Juros sobre Capital Próprio 0 0 0 0 (26.719) 0 (26.719)

5.05.03 Outras Destinações 0 0 0 0 0 0 0

5.06 Realização de Reservas de Lucros 0 0 0 0 0 0 0

5.07 Ajustes de Avaliação Patrimonial 0 0 0 0 0 0 0

5.07.01 Ajustes de Títulos e Valores Mobiliários 0 0 0 0 0 0 0

5.07.02 Ajustes Acumulados de Conversão 0 0 0 0 0 0 0

5.07.03 Ajustes de Combinação de Negócios 0 0 0 0 0 0 0

5.08 Aumento/Redução do Capital Social 0 0 0 0 0 0 0

5.09 Constituição/Realização Reservas Capital 0 0 0 0 0 0 0

5.10 Ações em Tesouraria 0 0 0 0 0 0 0

5.11 Outras Transações de Capital 0 0 0 0 0 0 0

5.12 Outros 0 0 0 0 0 0 0

5.13 Saldo Final 542.163 698.050 0 539.492 355.693 0 2.135.398

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01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

01452-4 CIA ELETRICIDADE DA BAHIA 15.139.629/0001-94

05.02 - DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO DE 01/01/2010 a 30/06/2010 (Reais Mil)
1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 3 - CAPITAL SOCIAL 4 - RESERVAS DE 5 - RESERVAS DE 6 - RESERVAS DE 7 - LUCROS/ PREJUÍZOS 8 - AJUSTES DE 9 - TOTAL PATRIMÔNIO
CAPITAL REAVALIAÇÃO LUCRO ACUMULADOS AVALIAÇÃO LÍQUIDO
PATRIMONIAL

5.01 Saldo Inicial 542.163 698.050 0 539.330 0 0 1.779.543

5.02 Ajustes de Exercícios Anteriores 0 0 0 0 0 0 0

5.03 Saldo Ajustado 542.163 698.050 0 539.330 0 0 1.779.543

5.04 Lucro / Prejuízo do Período 0 0 0 0 409.130 0 409.130

5.05 Destinações 0 0 0 0 (53.437) 0 (53.437)

5.05.01 Dividendos 0 0 0 0 0 0 0

5.05.02 Juros sobre Capital Próprio 0 0 0 0 (53.437) 0 (53.437)

5.05.03 Outras Destinações 0 0 0 0 0 0 0

5.06 Realização de Reservas de Lucros 0 0 0 162 0 0 162

5.07 Ajustes de Avaliação Patrimonial 0 0 0 0 0 0 0

5.07.01 Ajustes de Títulos e Valores Mobiliários 0 0 0 0 0 0 0

5.07.02 Ajustes Acumulados de Conversão 0 0 0 0 0 0 0

5.07.03 Ajustes de Combinação de Negócios 0 0 0 0 0 0 0

5.08 Aumento/Redução do Capital Social 0 0 0 0 0 0 0

5.09 Constituição/Realização Reservas Capital 0 0 0 0 0 0 0

5.10 Ações em Tesouraria 0 0 0 0 0 0 0

5.11 Outras Transações de Capital 0 0 0 0 0 0 0

5.12 Outros 0 0 0 0 0 0 0

5.13 Saldo Final 542.163 698.050 0 539.492 355.693 0 2.135.398

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

(Em milhares de reais, exceto quando especificado).

1 CONTEXTO OPERACIONAL

A Companhia de Eletricidade do Estado da Bahia – COELBA, sociedade por ações de capital


aberto, com sede em Salvador – Bahia, controlada pela NEOENERGIA S/A
(“NEOENERGIA”), é concessionária de serviço público de energia elétrica, destinada a
projetar, construir e explorar os sistemas de sub-transmissão, transformação, distribuição e
comercialização de energia elétrica e serviços correlatos que lhe venham a ser concedidos ou
autorizados, e atividades associadas ao serviço de energia elétrica, podendo prestar serviços
técnicos de sua especialidade, realizar operações de exportação e importação e praticar os
demais atos necessários à consecução de seu objetivo, sendo tais atividades regulamentadas e
fiscalizadas pela Agência Nacional de Energia Elétrica - ANEEL, órgão vinculado ao Ministério
das Minas e Energia.

2 APRESENTAÇÃO DAS INFORMAÇÕES TRIMESTRAIS

O Comitê de Pronunciamentos Contábeis emitiu e a CVM aprovou ao longo do exercício de


2009 diversos pronunciamentos contábeis alinhados com as Normas Internacionais de
Contabilidade (IFRS) emitidas pelo IASB – International Accounting Standards Board, com
vigência para os exercícios sociais iniciados a partir de 1º de janeiro de 2010 com aplicação
retroativa a 2009 para fins de comparabilidade.

Entretanto, conforme facultado pela Deliberação CVM n◦ 603, de 10 de novembro de 2009, a


Companhia optou por apresentar as Informações Trimestrais – ITR de 2010 de acordo com as
normas contábeis vigentes até 31 de dezembro de 2009. Sendo assim, as informações trimestrais
estão sendo apresentadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil (BRGAAP), as
quais incluem as disposições da Lei das Sociedades por Ações, conjugada com a legislação
específica aplicada às concessionárias do serviço público de energia elétrica, editada pela
Agência Nacional de Energia Elétrica – ANEEL, normas e procedimentos contábeis emitidos
pela Comissão de Valores Mobiliários – CVM e as normas e procedimentos contábeis emitidos
pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis – CPC vigentes até 31 de dezembro de 2009.

A Administração da Companhia, no seu melhor julgamento, apresenta abaixo um breve


descritivo das possíveis alterações nas práticas contábeis anteriormente adotadas, para as
informações trimestrais de 30 de junho de 2010:

• Interpretação Técnica ICPC 01, aprovada pela Deliberação CVM n◦ 611 em 22 de dezembro
de 2009 estabelece os princípios gerais sobre o reconhecimento e a mensuração das
obrigações e os respectivos direitos dos contratos de concessão, onde a remuneração
recebida ou a receber pela concessionária deve ser registrada pelo seu valor justo,
correspondendo a direitos sobre um ativo financeiro e/ou um ativo intangível.

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

9 Nos termos do contrato de concessão, a Companhia atua como prestador de serviço e


constrói e melhora a infra-estrutura (serviços de construção ou melhoria) usada para
prestar um serviço público e opera e mantém essa infra-estrutura (serviços de
operação) durante determinado prazo. Dessa forma, no alcance desta Interpretação, a
Companhia deve registrar e mensurar a receita dos serviços que presta de acordo com
os Pronunciamentos Técnicos CPC 17 – Contratos de Construção e CPC 30 - Receitas.

O impacto mais provável nas demonstrações contábeis será a transferência dos saldos
do Ativo Imobilizado e de Obrigações Especiais para (a) o Ativo Intangível referente
ao direito da cobrança de tarifa dos consumidores (direito de exploração da concessão),
e/ou (b) eventual registro de um Ativo Financeiro, representando o direito
incondicional da Companhia de recebimento de caixa.

A Companhia tem participado de discussões e debates com outros agentes do setor


elétrico, órgãos reguladores e associações da classe contábil sobre aspectos para
aplicação prática da referida instrução técnica.

Considerando a extensão da complexidade das alterações requeridas por esta


interpretação técnica, a Companhia entende que não é possível, no cenário atual,
quantificar com segurança os impactos da adoção da Interpretação ICPC 01.

• Pronunciamento CPC 17 – Contratos de Construção, aprovado pela deliberação CVM n˚ 576


em 05 de junho de 2009, que estabelece o tratamento contábil das receitas e despesas
associadas a contratos de construção.

9 A aplicabilidade desse pronunciamento contábil está diretamente relacionada à


dissolução de dúvidas oriundas da Interpretação Técnica ICPC 01, visto que o
reconhecimento dessa receita não está previsto no ambiente tarifário regulatório. Dessa
forma, a Companhia entende que não é possível, no cenário atual, quantificar com
segurança os impactos da adoção do referido pronunciamento.

• Pronunciamento CPC 20 – Custos de Empréstimos, aprovado pela deliberação CVM n˚ 577


em 05 de junho de 2009, que discute a capitalização de custos de empréstimos que são
diretamente atribuíveis à aquisição, construção ou produção de um ativo qualificável.

9 A Companhia já adota a prática de capitalizar custos de empréstimos diretamente


atribuíveis a ativos qualificáveis, porém está avaliando a possibilidade de adotar o
critério de capitalização de encargos financeiros captados genericamente, porém
utilizados na obtenção de ativos qualificáveis, considerando que o montante de custos
de empréstimos elegíveis à capitalização deve estar vinculado à sua realização via
tarifa de energia elétrica. Dessa forma, o referido Pronunciamento Técnico poderá
produzir impactos sobre suas demonstrações financeiras, dependendo da opção a ser
avaliada pela Administração da Companhia ao longo de 2010.

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

• Pronunciamento CPC 21 – Demonstração Intermediária, aprovado pela deliberação CVM n˚


581 em 31 de julho de 2009, que orienta sobre o conteúdo mínimo de uma demonstração
contábil intermediária e os diversos aspectos de reconhecimento e mensuração das transações
e eventos contábeis.

9 A Administração da Companhia espera que essa norma produza alterações sobre o


volume de informações a serem divulgados em suas Informações Trimestrais – ITRs,
dado que tais ITRs passarão a ser preparadas em bases sintetizadas.

• Pronunciamento CPC 24 – Evento Subsequente, aprovado pela deliberação CVM n˚ 593 em


15 de setembro de 2009, que estabelece quando a entidade deve ajustar suas demonstrações
contábeis com respeito aos eventos subsequentes ao período contábil de referência e quais as
informações que a entidade deve divulgar sobre os eventos subsequentes que tenham gerado
ou não ajustes nas demonstrações.

9 O principal impacto na aplicação dessa norma refere-se à contabilização de dividendos.


De acordo com a mesma, ao final do exercício a Companhia deverá reconhecer como
passivo somente o dividendo mínimo obrigatório estabelecido em seu Estatuto ou,
quando esse for omisso, aquele determinado na Lei 6.404. Dividendos adicionais ao
mínimo serão registrados como passivo na medida em que forem aprovados pelos
órgãos competentes da Companhia, conforme disposto no “ICPC 08 Contabilização da
Proposta de Pagamento de Dividendos”.

Em 30 de junho de 2009, a Companhia registrou de acordo com as práticas contábeis


vigentes, a proposta da Administração para distribuição de dividendos no valor de R$
661.147. Essa proposta está superior ao mínimo obrigatório, portanto, de acordo com o
referido Pronunciamento Técnico, o valor excedente ao mínimo obrigatório deverá ser
revertido do passivo para a conta de lucros acumulados no patrimônio líquido em 2009
para fins de divulgação de números comparativos ao exercício de 2010.

• Pronunciamento CPC 25 – Provisão e Passivo e Ativo Contingentes, aprovado pela


Deliberação CVM n˚ 594 em 15 de setembro de 2009, cujo objetivo é assegurar que sejam
aplicados os critérios de reconhecimento e as bases de mensuração apropriadas a provisões e
passivos e ativos contingentes, além de determinar aspectos de divulgação dessas
informações;

9 A Companhia, conforme requerido pela Deliberação CVM n˚ 489, de 03 de outubro de


2005, já efetuava as contabilizações e divulgações aplicando os conceitos de provisão,
passivos e ativos contingentes inseridos no referido pronunciamento, e por esse motivo
não espera mudanças significativas nas práticas contábeis já adotadas.

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

• Pronunciamento CPC 26 - Apresentação das Demonstrações Contábeis, aprovado pela


deliberação CVM n˚ 595 em 15 de setembro de 2009, o qual define a base para a
apresentação de demonstrações contábeis em consonância com a nova estrutura conceitual,
no sentido de assegurar a comparabilidade, tanto com as demonstrações contábeis de
períodos anteriores da entidade, quanto com as demonstrações contábeis de outras entidades.

9 A Companhia entende que o referido Pronunciamento Técnico produzirá impactos


sobre a apresentação de suas demonstrações financeiras, uma vez que define
extensivos requerimentos de divulgação sobre políticas contábeis e a introdução
“Outros Resultados Abrangentes” nas Demonstrações do Resultado e da Mutação do
Patrimônio Líquido e a segregação da parcela de acionistas controladores e não
controladores nestas peças, prática essa que deverá ser aplicada pela Companhia nas
demonstrações contábeis a serem preparadas em 2010 (incluindo as demonstrações
contábeis do período comparativo).

• Pronunciamento CPC 27 – Ativo Imobilizado aprovado pela Deliberação CVM n˚ 583 em 31


de julho de 2009, cujo objetivo é estabelecer o reconhecimento inicial e os principais pontos
a serem considerados na contabilização de um ativo imobilizado, incluindo a composição dos
custos e métodos permitidos para o cálculo da depreciação. Este pronunciamento deve ser
analisado em conjunto com a Interpretação ICPC 10 “Entendimento sobre os
Pronunciamentos Técnicos CPC 27 e CPC 28”.

9 A Companhia entende que este pronunciamento contábil terá impacto apenas sobre os
bens que não serão reversíveis ao final do contrato de concessão, ou seja, aqueles que
geralmente são utilizados na consecução de atividades suporte e/ou administrativas e
estão sob pleno domínio da concessionária, conforme preceituam as normas
regulatórias que tratam da matéria. Nesse contexto se enquadram: softwares,
hardwares, terrenos administrativos, edificações, obras civis e benfeitorias
administrativas, máquinas e equipamentos administrativos, veículos, e móveis e
utensílios.

A principal mudança em relação à prática atual é o requerimento de dedução do valor


residual estimado dos ativos imobilizados para cômputo da depreciação. Atualmente a
Companhia efetua a depreciação dos ativos pelo seu custo de formação integral sem
deduzir o valor residual estimado, com isso, a despesa de depreciação advinda dos
bens existentes em 01/01/2010 será reduzida nas próximas demonstrações contábeis.

• Pronunciamento CPC 28 – Propriedade para Investimento, aprovado pela deliberação CVM


n˚ 584 em 31 de julho de 2009, que prescreve o tratamento contábil e respectivas divulgações
às propriedades destinadas à obtenção de renda ou à valorização comercial, ou a ambos.

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

9 A Companhia possui bens imóveis classificados nas demonstrações contábeis de


30/06/2010 como propriedades para investimento, no montante de R$ 4.786,
mensurados ao custo de aquisição e líquido da depreciação acumulada, e não espera
que esse pronunciamento contábil produza impactos relevantes sobre suas
demonstrações contábeis.

• Pronunciamento CPC 30 – Receitas, aprovado pela deliberação CVM n˚ 597 em 15 de


setembro de 2009, que determina como a entidade deve mensurar reconhecer e divulgar
informações sobre receitas provenientes de certos tipos de transações e eventos.

9 Esse Pronunciamento Técnico define que, para fins de divulgação na demonstração do


resultado, a receita inclui somente os ingressos brutos de benefícios econômicos,
portanto as quantias cobradas por conta de terceiros, tais como tributos sobre vendas,
não são benefícios econômicos, assim, são excluídos da receita. Este Pronunciamento
Técnico requer uma divulgação em Nota Explicativa da “receita bruta tributável”
reconciliada com a receita apresentada na demonstração do resultado. O principal
reflexo de divulgação nas demonstrações financeiras se refere à apresentação da receita
na demonstração do resultado líquida de quantias cobradas por conta de terceiros
decorrente dos impactos sobre as vendas.

A Companhia não espera que o referido Pronunciamento Técnico produza impactos


relevantes sobre suas demonstrações contábeis, uma vez que sua prática contábil de
reconhecimento de receita converge com a prática contábil requerida por este CPC.

• Pronunciamento CPC 31 - Ativo Não-Circulante Mantido Para Venda e Operação


Descontinuada, aprovado pela deliberação CVM n˚ 598 em 15 de setembro de 2009, cujo
objetivo é especificar a contabilização de ativos não-circulantes colocados à venda e a
apresentação e divulgação de operações descontinuadas.

9 A Companhia possui bens imóveis destinados à venda no montante de R$ 2.742, em


30/06/2010, consequentemente não espera que esse pronunciamento contábil produza
impactos relevantes sobre suas demonstrações contábeis.

• Pronunciamento CPC 32 - Tributos sobre o Lucro, aprovado pela Deliberação CVM n˚ 599
em 15 de setembro de 2009, o qual estabelece o tratamento contábil referente aos tributos
incidentes sobre o lucro.

9 A Administração da Companhia não espera que essa norma produza impactos


relevantes sobre suas demonstrações contábeis, uma vez que sua prática contábil em
relação aos tributos sobre o lucro, na forma do Imposto de Renda da Contribuição
Social sobre o Lucro Líquido, corrente e diferido, está alinhada com a prática contábil
requerida por este CPC.

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

• Pronunciamento CPC 33 – Benefícios a Empregados, aprovado pela Deliberação CVM n˚


600 em 07 de outubro de 2009, o qual dá orientações sobre o reconhecimento, a mensuração
e a evidenciação dos benefícios concedidos aos empregados.

9 A Companhia possui diversos planos de benefícios a empregados incluindo planos de


pensão e aposentadoria, assistência médica, participação nos lucros e resultados, dentre
outros e sua prática contábil converge com a prática contábil requerida por este CPC.

Os compromissos atuariais com os planos de benefícios de pensão e aposentadoria são


calculados anualmente por atuário independente, de acordo com o método da unidade
de crédito projetada, líquido dos ativos garantidores do plano, quando aplicável, sendo
os custos correspondentes reconhecidos durante o período aquisitivo dos empregados.
Eventuais superávits com planos de benefícios a empregados poderão ser
contabilizados, reconhecidos até o montante provável de recuperação, como ativos da
patrocinadora.

• Pronunciamento CPC 37 – Adoção Inicial das Normas Internacionais de Contabilidade,


aprovado pela Deliberação CVM n˚ 609 em 22 de dezembro de 2009, cujo objetivo é o de
garantir que as primeiras demonstrações contábeis consolidadas de uma entidade, elaboradas
conforme as normas internacionais de contabilidade emitidas pelo IASB – International
Accounting Standards Board, contenham informações de alta qualidade; e que sejam
transparentes para os usuários e comparáveis em relação a todos os períodos apresentados;
proporcionem um ponto de partida adequado para as contabilizações de acordo com as
IFRSs; e possam ser geradas a um custo que não supere os seus benefícios. Adicionalmente,
que dispõe sobre as circunstâncias em que é necessária ou é vedada aplicação retroativa dos
IFRS.

9 A Companhia prevê um maior volume de informações a serem divulgadas no balanço


de abertura na data de transição para o IFRS, de forma que as conciliações incluam
detalhes suficientes para o pleno entendimento dos ajustes efetuados em decorrência da
mudança de política contábil (adoção do IFRS) e de que forma eles afetaram a posição
patrimonial (balanço patrimonial), o desempenho econômico (demonstração do
resultado) e o desempenho financeiro (demonstração dos fluxos de caixa), em relação
às práticas que vinha adotando.

• Pronunciamentos CPC´s 38, 39 e 40 – Instrumentos Financeiros: Reconhecimento e


Mensuração, Apresentação, Evidenciação, aprovados pela Deliberação CVM n˚ 604 em 19
de novembro de 2009, os quais disciplinam, respectivamente, o reconhecimento e a
mensuração de operações realizadas com instrumentos financeiros, incluindo derivativos, e o
procedimento aplicável ao reconhecimento contábil das operações de hedge; os princípios
para a apresentação de instrumentos financeiros como passivo ou patrimônio líquido e para
compensação de ativos financeiros e passivos financeiros; e a necessidade de divulgações
detalhadas sobre os instrumentos financeiros para a situação financeira e patrimonial da
Companhia e seu desempenho.

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

O CPC 38 introduz uma série de novos conceitos que não constam do CPC 14, substituído
pela OCPC 03 Instrumentos Financeiros: Reconhecimento, Mensuração e Evidenciação,
aprovado pelo Ofício-Circular CVM/SNC/SEP nº. 03/2009, de 19 de novembro de 2009. Os
principais itens não cobertos no CPC 14 são os derivativos embutidos, o desreconhecimento
de ativos e passivos financeiros e provisão para perdas ao valor recuperável (impairment).

9 A Companhia já efetuava as contabilizações e divulgações conforme requerido pelo


Pronunciamento CPC 14 e os novos conceitos englobados por esses novos
pronunciamentos não impactam de forma significativa suas demonstrações contábeis.

• Pronunciamento CPC 43 – Adoção Inicial dos Pronunciamentos Técnicos CPC 15 a 40,


aprovado pela Deliberação CVM n˚ 610 em 22 de dezembro de 2009, cujo objetivo é
fornecer as diretrizes necessárias para que as demonstrações contábeis individuais de uma
entidade, elaboradas de acordo com os Pronunciamentos Técnicos, Interpretações e
Orientações do CPC, possam estar em conformidade com as normas internacionais de
contabilidade emitidas pelo IASB – International Accounting Standards Board.

9 A Companhia entende que o referido pronunciamento está diretamente relacionado


com o Pronunciamento CPC 37 - Adoção Inicial das Normas Internacionais de
Contabilidade, de forma que as opções adotadas para fins do Pronunciamento CPC 37
serão também adotadas para fins do Pronunciamento CPC 43, como forma de
minimizar eventuais diferenças entre as demonstrações contábeis individuais da
Companhia e consolidada dos acionistas controladores.

Adicionalmente, a informação contábil para o trimestre findo em 31 de março de 2010 e 30 de


junho de 2009 foram reclassificadas, quando aplicável, para fins de melhor apresentação e
manutenção da uniformidade na comparabilidade. A comparação entre os saldos apresentados e
os saldos reclassificados para fins de comparabilidade, está demonstrada a seguir:

31/03/10

Balanço Patrimonial Publicado Reclassificado


Ativo Circulante 1.453.283 1.521.699
Ativo Regulatório 3.446 71.862
Ativo Não Circulante 3.501.990 3.433.976
Ativo Regulatório 77.603 9.589
Passivo Circulante 1.627.124 1.706.269
Passivo Regulatório 19.814 98.959
Passivo Não Circulante 1.393.526 1.314.783
Passivo Regulatório 111.355 32.612

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


01/04/09 a 30/06/09 01/01/09 a 30/06/09
Demonstração de Resultado Publicado Reclassificado Publicado Reclassificado
Receita Bruta de Vendas e/ou Serviços 1.162.902 1.162.902 2.310.666 2.310.666
Fornecimento de energia elétrica 357.140 404.048 734.867 837.489
Energia Elétrica Curto Prazo – CCEE 1.057 1.057 10.285 10.285
Disponibilização do sistema de distribuição 744.214 744.214 1.436.189 1.436.189
Subvenção à tarifa social baixa renda 71.460 - 139.033 -
Reversão da energia livre racionamento 3.303 - 3.303 -
Receita (reversão) revisão tarifária (29.730) - (41.862) -
Parcela de ajuste Transmissão 1.875 - 2.148 -
Encargos - CBEE (3) - (9) -
Outras 13.586 13.583 26.712 26.703

3 CAIXA E EQUIVALENTES DE CAIXA

Saldos em
30/06/10 31/03/10

Caixa e Depósitos bancários à vista 31.121 27.413


Aplicações Financeiras:
Certificado de Depósito Bancário (CDB) 69.360 82.690
Fundos de Investimento 74.301 152.502
174.782 262.605

Caixa e equivalentes de caixa incluem caixa, depósitos bancários à vista e aplicações financeiras
de curto prazo, os quais são registrados pelos valores de custo acrescidos dos rendimentos
auferidos até as datas dos balanços, que não excedem o seu valor de mercado ou de realização.

As aplicações financeiras correspondem a operações realizadas com instituições que operam no


mercado financeiro nacional e contratadas em condições e taxas normais de mercado, tendo
como característica alta liquidez, baixo risco de crédito e remuneração pela variação do
Certificado de Depósito Interbancário (CDI) a percentuais que variam de 96% a 106%.

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


4 CONSUMIDORES, CONCESSIONÁRIAS E PERMISSIONÁRIAS
Saldos vencidos Total PCLD
Saldos Até 90 Mais de 90
vincendos dias dias 30/06/10 31/03/10 30/06/10 31/03/10

Setor Privado
Residencial 324.373 129.442 40.437 494.252 455.091 (21.613) (17.481)
Industrial 105.521 9.220 7.055 121.796 114.170 (5.613) (3.968)
Comercial, serviços e outras 126.148 34.828 14.299 175.275 182.550 (7.666) (5.858)
Rural 38.050 9.200 6.202 53.452 46.938 (1.161) (1.679)
594.092 182.690 67.993 844.775 798.749 (36.053) (28.986)
Setor Público
Poder Público
Federal 5.243 678 1.059 6.980 5.425 - (9)
Estadual 7.573 4.933 642 13.148 13.543 - -
Municipal 9.657 9.640 1.170 20.467 15.962 - -
22.473 15.251 2.871 40.595 34.930 - (9)
Iluminação pública 12.226 11.962 1.636 25.824 20.740 (13) -
Serviço público 22.093 2.577 3.227 27.897 28.611 (249) (203)
Fornecimento não faturado 100.163 - - 100.163 95.524 - -

Subtotal - Consumidores 751.047 212.480 75.727 1.039.254 978.554 (36.315) (29.198)


Comercialização de energia na CCEE (a) 232 0 16.529 16.761 16.421
Acréscimos moratórios 8.988 12.013 35.114 56.115 49.880 (808) (2.194)
Serviços prestados a terceiros 215 1.935 3.978 6.128 6.204 -
Disponibilização do sistema de distribuição 12.274 - 1 12.275 10.534 -
Outros créditos 5.913 1.824 3.880 11.617 7.322 (2.118) (1.674)
Total 778.669 228.252 135.229 1.142.150 1.068.915 (39.241) (33.066)
Ativo Circulante 887.137 829.168 (39.241) (33.066)
Ativo Não Circulante 255.013 239.747 - -

As contas a receber de longo prazo representam os valores resultantes da consolidação de


parcelamentos de débitos de contas de fornecimento de energia vencidos de consumidores
inadimplentes e com vencimento futuro, cobrados em contas de energia. Incluem juros e multa
calculados pró-rata temporis.

(a) Comercialização de energia na CCEE

Referem-se a créditos oriundos da comercialização de energia no mercado de curto prazo no


âmbito da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica - CCEE (antigo Mercado Atacadista
de Energia – MAE) informados pela CCEE a partir da medição e registro da energia fornecida
no sistema elétrico interligado.

Os valores de longo prazo compreendem as operações realizadas no período de setembro de


2000 a dezembro de 2002 vinculados a processos judiciais em andamento movido por agentes
do setor que contestam a contabilização da CCEE para o período. A Companhia não constituiu
provisão para créditos de liquidação duvidosa por entender que os valores serão integralmente
recebidos seja dos devedores que questionaram os créditos judicialmente ou de outras empresas
que vierem a ser indicadas pela CCEE.

5 TÍTULOS A RECEBER

Referem-se aos parcelamentos de débitos financeiros, oriundos de contas de fornecimento de


energia em atraso de órgãos públicos e débitos diversos (agentes arrecadadores, aluguéis, custas
processuais, etc.).

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


Saldos Vencidos Total PCLD
Vincendos Até 90 dias Mais 90 dias 30/06/10 31/03/10 30/06/10 31/03/10

Setor Público 21.968 360 27 22.355 23.422 - -


Setor Privado 2.512 199 1.014 3.725 4.139 (1.007) (1.062)
Total 24.480 559 1.041 26.080 27.561 (1.007) (1.062)
Ativo Circulante 7.321 559 331 8.211 11.683 (298) (536)
Ativo Não Circulante 17.159 - 710 17.869 15.878 (709) (526)

Os parcelamentos de débitos incluem juros e atualização monetária a taxas, prazos e indexadores


comuns de mercado, e os valores, líquidos da PCLD, são considerados recuperáveis pela
Administração da Companhia.

6 PROVISÃO PARA CRÉDITO DE LIQUIDAÇÃO DUVIDOSA – PCLD

A provisão para créditos de liquidação duvidosa foi constituída de acordo com as normas do
Manual de Contabilidade do Serviço Público de Energia Elétrica da ANEEL e após criteriosa
análise das contas a receber vencidas, sendo considerada pela Administração da Companhia
suficiente para cobrir eventuais perdas na realização dos valores a receber, inclusive títulos a
receber.

Para fins fiscais, o excesso de provisão calculado em relação aos termos dos artigos 9 e 10 da
Lei nº 9.430/96, está adicionado ao lucro real e à base de cálculo da contribuição social sobre o
lucro líquido – CSLL.

30/06/10 31/03/10
Consumidores, concessionárias e
permissionárias (39.241) (33.066)
Títulos a receber (1.007) (1.062)
Outros créditos (2.232) (1.835)
Total (42.480) (35.963)
Ativo Circulante (41.561) (35.228)
Ativo Não Circulante (919) (735)

Saldo Saldo
Adições Reversões Baixas
31/03/10 30/06/10
Consumidores, concessionárias e
permissionárias (33.066) (112.334) 105.398 761 (39.241)
Títulos a receber (1.062) (3.521) 3.576 (1.007)
Outros créditos (1.835) (6.922) 6.525 (2.232)
Total (35.963) (122.777) 115.499 761 (42.480)
Ativo Circulante (35.228) (41.561)
Ativo Não Circulante (735) (919)

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

7 ATIVOS E PASSIVOS REGULATÓRIOS

A ANEEL, através da Resolução Homologatória nº 971 de 19 de abril de 2010, publicada no


Diário Oficial da União do dia 20 de abril de 2010, homologou o resultado do Reajuste Tarifário
anual da Companhia, conforme demonstrado abaixo:

Ref.

Receita Anual (RA0) (1) 3.748.056

Encargos Setoriais 398.287


Compra de Energia Elétrica 1.681.553
Transporte de Energia 252.784
Parcela A 2.332.624
Remuneração Bruta de Capital - Parcela B 1.575.901
Receita Requerida (Parcela A +B) (2) 3.908.525

CVA (36.338)
Componentes Financeiros 93.039
Subsídios Tarifários 71.533
Total Comp. Financeiros e Subsídios (3) 128.234

Reajuste Econômico [ (2) / (1) ] (4) 4,28%


Componentes Financeiros e Subsídios [ (3) / (2) ] (5) 3,28%
Reajuste Tarifário Total [ (4) + (5) ] 7,56%

Reajuste Percebido pelo Consumidor (*) 5,02%

(*) Representa o efeito médio percebido pelo consumidor em decorrência da retirada da base
tarifária de componentes financeiros que haviam sido adicionados no reajuste tarifário anterior.

Os saldos dos ativos e passivos regulatórios em 30 de junho de 2010 e 31 de março de 2010


estão assim demonstrados:

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

Ativo
30/06/10 31/03/10
Não Não
Ref. Circulante Circulante Total Circulante Circulante Total

Conta de Compensação de Itens da Parcela A – CVA (b) 37.394 5.083 42.477 45.142 6.433 51.575

Componentes Financeiros: (c)


Programa Social Luz Para Todos (c.1) 16.005 - 16.005 662 - 662
Repasse de Sobrecontratação de Energia (c.2) 12.508 3.722 16.230 14.816 2.616 17.432
Exposição CCEAR entre Submercados 445 - 445 524 - 524
Garantias de Leilão 188 86 274 216 31 247
Parcela de Ajuste Conexão 6 - 6 102 - 102
Parcela de Ajuste Rede Básica Fronteira 559 - 559 86 - 86
Ajuste Concatenação dos CUSDs 639 - 639 - - -
Ajuste P&D, Efic. Energ., e Ressarc. ICMS Sist. Isolado 2.388 - 2.388 - - -
Ajuste IRT 2009 2.512 - 2.512 - - -
Outros 3 10 13 - - -

Subsídios Tarifários:
Subsídio Baixa Renda 1.773 615 2.388 4.004 - 4.004
Subsídio Irrigação/Aquicultura 969 969 3.494 - 3.494
Subsídio Fontes Incentivadas 2.410 960 3.370 2.816 319 3.135
Subsídio Autoprodutores 150 450 600 - 190 190
Total 77.949 10.926 88.875 71.862 9.589 81.451

Passivo
30/06/10 31/03/10
Não Não
Ref. Circulante Circulante Total Circulante Circulante Total

Acordo Geral do Setor Elétrico: (a)


Energia Livre (a.1) - 16.660 16.660 - 16.297 16.297
Valores Tarifários Não Gerenciáveis a Compensar da "Parcela A" - - - 46 - 46

Conta de Compensação de Itens da Parcela A – CVA (b) 70.949 25.949 96.898 96.302 16.090 112.392

Componentes Financeiros: (c)


Neutralidade Parcela A - Encargos Setoriais (c.3) 3.846 4.577 8.423 - - -
Repasse de Sobrecontratação de Energia (c.2) - - - 73 - 73
Exposição CCEAR entre Submercados 48 143 191 165 - 165
Ajuste Conexão Exclusiva A1 1.585 1.585 56 - 56
Ajuste IRT 2009 - - - 1.652 - 1.652
Outros - - - 147 - 147

Subsídios Tarifários:
Subsídio Baixa Renda - - - 32 - 32
Subsídio Irrigação/Aquicultura 134 401 535 181 225 406
Subsídio Autoprodutores 4.811 - 4.811 305 - 305

Total 81.373 47.730 129.103 98.959 32.612 131.571

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(a) Acordo Geral do Setor Elétrico

O Governo Federal, por meio da Câmara de Gestão da Crise de Energia Elétrica – GCE, e as
concessionárias distribuidoras e geradoras de energia elétrica celebraram em 2001, o “Acordo
Geral do Setor Elétrico”, definindo os critérios para recomposição das receitas e perdas
extraordinárias relativas ao período de vigência do Programa Emergencial de Redução do
Consumo de Energia Elétrica, que ocorreu através de adicional tarifário nas contas de
fornecimento de energia elétrica.

(a.1) Energia Livre

A Resolução ANEEL n˚ 001, de 12 de janeiro de 2004, estabeleceu o prazo máximo de


permanência da RTE (Perda de Receita e Energia Livre) nas tarifas de fornecimento de energia
elétrica em 74 meses, encerrado em fevereiro de 2008 para a Coelba, o qual foi insuficiente para
a recuperação integral do ativo.

A Companhia mantém registrado no passivo os valores a serem repassados às geradoras, que


foram faturados, mas não arrecadados até a extinção do prazo, cujos saldos em 30 de junho de
2010 e 31 de março de 2010 estão demonstrados a seguir:

Passivo Não Circulante


Saldos em 31 de março de 2010 16.297
Remuneração financeira 363
Saldos em 30 de junho de 2010 16.660

Segue demonstrativo analítico do passivo de Energia Livre a pagar, por Geradora:

30/06/10 31/03/10
AES Tiete S/A 836 818
Centrais Elétricas Cahoeira Dourada S/A - CDSA 283 276
Companhia Estadual de Energia Elétrica - CEEE 455 445
Companhia Energética de São Paulo - CESP 2.529 2.474
Companhia Energética de Minas Gerais - CEMIG 3.320 3.247
Companhia Hidrelétrica do São Francisco - CHESF 3.530 3.453
Duke Energy Internacional -Geração Paranapanema S/A - DUKE 654 640
Centrais Elétricas do Norte do Brasil S/A - ELETRONORTE 1.032 1.009
Furnas Centrais Elétricas S/A - FURNAS 2.704 2.645
Outros 1.317 1.290
Total 16.660 16.297

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

(b) Conta de Compensação de Itens da Parcela A – CVA

A Portaria Interministerial dos Ministros de Estado da Fazenda e de Minas e Energia nº 25, de


24 de janeiro de 2002, estabeleceu a Conta de Compensação de Variação de Valores de Itens da
“Parcela A” – CVA, com o propósito de registrar as variações de custos, negativas ou positivas,
ocorridas no período entre reajustes tarifários anuais, relativos aos itens previstos nos contratos
de concessão de distribuição de energia elétrica.

Os saldos de ativos e passivos de CVA, segregados por competência, estão assim demonstrados:

Ativo Passivo
Circulante Não circulante Total Circulante Não circulante Total
CVA 23 de março de 2009 a 22 de março de 2010 35.700 - 35.700 62.299 - 62.299
CVA 23 de março de 2010 a 22 de março de 2011 1.694 5.083 6.777 8.650 25.949 34.599
Saldos em 30 de junho de 2010 37.394 5.083 42.477 70.949 25.949 96.898

Saldos em 31 de março de 2010 45.142 6.433 51.575 96.302 16.090 112.392

A movimentação dos saldos de ativos e passivos de CVA, segregados por natureza, está assim
demonstrada:
ATIVO
Saldos em Saldos em
CVA 31/03/10 Remuneração Constituição Amortização 30/06/10
Encargos Setoriais
CCC 27.012 643 - (5.080) 22.575
CDE 1.251 32 139 (225) 1.197
ESS 1.460 - - (1.460) -
PROINFA 2.358 77 509 (475) 2.469
Transmissão
Transporte de Energia 19.494 469 219 (3.946) 16.236

Total 51.575 1.221 867 (11.186) 42.477

PASSIVO
Saldos em Saldos em
CVA 31/03/10 Remuneração Constituição Amortização 30/06/10
Encargos Setoriais
ESS 33.214 319 - (7.688) 25.845
-
Energia Elétrica Comprada 79.178 1.399 8.461 (17.985) 71.053

Total 112.392 1.718 8.461 (25.673) 96.898

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(c) Componentes Financeiros

(c.1) Programa Social Luz para Todos

A Resolução Normativa ANEEL n◦ 294, de 11 de dezembro de 2007 estabeleceu a metodologia


aplicável e os procedimentos de repasse tarifário dos déficits incorridos pelas concessionárias de
energia elétrica em função da execução do Programa Luz Para Todos.

A movimentação dos saldos no trimestre está assim demonstrada:

Ativo Circulante
Saldos em 31 de março de 2010 662
Constituição 30.634
Remuneração 526
(-) Amortização (15.817)
Saldos em 30 de junho de 2010 16.005

(c.2) Repasse de Sobrecontratação de Energia

O Decreto n° 5.163, de 30 de julho de 2004, em seu art. 38, determina que no repasse dos custos
de aquisição de energia elétrica às tarifas dos consumidores finais, a ANEEL deverá considerar
até 103% do montante total de energia elétrica contratada em relação à carga anual de
fornecimento do agente de distribuição. Este repasse foi regulamentado pela Resolução ANEEL
n° 255, de 6 de março de 2007.

A movimentação dos saldos no trimestre está assim demonstrada:

Ativo Passivo
Saldos em 31 de março de 2010 17.432 73
Constituição 2.567 -
Remuneração (247) -
Amortização (3.522) (73)
Saldos em 30 de junho de 2010 16.230 -
Circulante 12.508 -
Não Circulante 3.722 -

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(c.3) Neutralidade da Parcela A – Encargos Setoriais

Em abril de 2010, a Companhia e a ANEEL celebraram o 4º. Termo Aditivo ao Contrato de


Concessão de Serviço Público de Distribuição de Energia Elétrica alterando os procedimentos
de cálculo do reajuste anual das tarifas, com efeitos a partir de fevereiro de 2010, no sentido de
eliminar o efeito tarifário causado pela metodologia de reajuste originalmente prevista no
contrato e assegurar a neutralidade dos custos da Parcela “A”, relativos aos encargos setoriais
especificados em subcláusula própria do referido aditivo.

A movimentação dos saldos no trimestre está assim demonstrada:

PASSIVO
Saldos em Saldos em
CVA 31/03/10 Remuneração Constituição Amortização 30/06/10
Encargos Setoriais
CCC - 62 3.783 (196) 3.649
CDE - 12 742 (63) 691
ESS - 19 1.016 (141) 894
RGR - 28 1.592 (179) 1.441
TFSEE - 6 312 (33) 285
PROINFA - 26 1.553 (123) 1.456
ONS - 9 (2) 7

Total - 153 9.007 (737) 8.423

8 TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS

Agente Tipo de
Financeiro Ref. aplicação Vencimento Indexador 30/06/10 31/03/10
Banco Nordeste do Brasil (1) CDB (*) CDI 16.494 16.150
Banco Nordeste do Brasil (1) CDB ago/10 CDI 14.002 17.903
Bradesco (2) CDB (*) CDI 1.944 1.253
Bradesco (2) Fundo Recife (*) CDI 150 1.902
Santander (1) CDB/CDI (*) CDI 11.337 11.096
Banco do Brasil (1) Fundo de Investimento jul/10 CDI 19.791 25.603
Votorantim (2) CDB dez/10 CDI 117.747 15.875
Total Ativo Circulante 181.465 89.782

(1) Constituem reservas reais para garantia de empréstimos junto às instituições financeiras, no
montante de R$ 61.624 (vide nota explicativa n° 17).

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


(2) Constitui garantia suplementar para pagamento de contrato de energia.

(*) Aplicações com liquidez imediata sem vencimento pré-determinado.

9 TRIBUTOS E CONTRIBUIÇÕES SOCIAIS


Ativo Passivo
Ref. 30/06/10 31/03/10 30/06/10 31/03/10
Imposto de Renda - IR (1) 27.671 13.432 18.297 18.413
Contribuição Social - CSLL (1) 36.340 18.535 - -
ICMS (2) 100.576 96.244 49.397 63.169
PIS (3) 544 12 7.011 6.659
COFINS (3) 2.510 53 27.188 25.617
INSS 946 1.032 4.351 4.693
FGTS - - 907 799
ISS 34 32 2.005 2.090
REFIS (4) 2.413 2.413 - -
Outros 45 45 3.577 3.670
Total 171.079 131.798 112.733 125.110
Circulante 115.871 79.611 93.191 105.754
Não Circulante 55.208 52.187 19.542 19.356

(1) O ativo de Imposto de Renda (IR) e Contribuição Social Sobre Lucro Líquido (CSLL)
antecipados corresponde aos montantes recolhidos quando das apurações tributárias mensais,
nos termos do artigo 2º da Lei 9.430, de 27 de dezembro de 1996, além das antecipações de
aplicações financeiras, retenção de órgãos públicos e retenção na fonte referente a serviços
prestados. O passivo corresponde ao Imposto de Renda Retido na Fonte (IRRF) incidente sobre
faturas a pagar a fornecedores e sobre os Juros sobre Capital Próprio, em favor da Neoenergia,
depositado em juízo, conforme nota explicativa nº. 12.

(2) O Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) registrado no ativo está
composto da seguinte forma:

(a) ICMS a recuperar sobre Ativo Permanente (CIAP) decorrente das aquisições de bens
destinados ao ativo imobilizado, registrado com base na Lei Complementar nº. 102, de 11 de
julho de 2000, e ajustado a valor presente conforme Deliberação CVM nº. 564, de 17 de
dezembro de 2008, que aprova o Pronunciamento Técnico CPC 12, no montante de
R$ 96.237 (R$ 92.903 em 31 de março de 2010).

(b) Diversos créditos de ICMS a recuperar, no montante de R$ 4.339 (R$ 3.341 em 31 de


março de 2010).

(3) PIS e COFINS a compensar decorrente do regime de apuração não-cumulativo estabelecido


pelas Leis 10.637/02 e 10.833/03, respectivamente, das retenções de órgãos públicos e ajuste
dos créditos provenientes de encargos de depreciação de máquinas e equipamentos e gastos com

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


materiais aplicados na atividade de prestação de serviços, conforme disposto no Parecer SRFB
COSIT nº 27/2008.

(4) Crédito decorrente do pagamento de parcelas adicionais a título de Recuperação Fiscal


(REFIS), em virtude da Receita Federal alegar que existe uma diferença entre o valor do débito
parcelado consolidado e o declarado pela Companhia, derivado de multas moratórias calculadas
sobre o IRPJ, CSSL e FINSOCIAL. Inconformada com a cobrança, a Companhia impetrou
Agravo de Instrumento e obteve a suspensão da exigibilidade do crédito tributário. Caso a
decisão do mérito da demanda judicial seja favorável, a Companhia procederá à compensação
do valor pago a maior. Vide nota explicativa nº 22.1 – Contingências Passivas Fiscais, item 3.

10 TRIBUTOS E CONTRIBUIÇÕES SOCIAIS DIFERIDOS

A Companhia registrou os tributos e contribuições sociais diferidos sobre as diferenças


temporárias.

Os efeitos financeiros desses tributos e contribuições ocorrerão no momento da realização. O IR


é calculado à alíquota de 15%, considerando o adicional de 10%, e a CSLL está constituída à
alíquota de 9%.
Ativo Passivo
30/06/10 31/03/10 30/06/10 31/03/10
Base de Tributo Base de Tributo Base de Tributo Base de Tributo
cálculo diferido cálculo diferido cálculo diferido cálculo diferido
Imposto de Renda
Diferenças Temporárias 156.231 39.022 150.877 37.689 25.429 6.321 17.832 4.428
156.231 39.022 150.877 37.689 25.429 6.321 17.832 4.428
Contribuição Social
Diferenças Temporárias 156.231 14.061 150.877 13.579 25.429 2.289 17.832 1.605
156.231 14.061 150.877 13.579 25.429 2.289 17.832 1.605
Total 53.083 51.268 8.610 6.033
Circulante 19.378 17.043 1.135 1.120
Não Circulante 33.705 34.225 7.475 4.913

A base de cálculo das diferenças temporárias é composta como segue:

Estudos técnicos de viabilidade aprovados pelo Conselho de Administração e apreciados pelo


Conselho Fiscal da Companhia indicam a plena recuperação dos valores de impostos diferidos
reconhecidos como definido pela Instrução CVM 371, de 27 de junho de 2002 e correspondem
às melhores estimativas da Administração sobre a evolução futura da Companhia e do mercado
em que a mesma opera, cuja expectativa de realização de créditos fiscais está apresentada a
seguir:

Expectativa de Realização 2010 2011 2012 2013 2014 2015-2017 Total


Imposto de Renda 14.241 4.500 4.500 4.328 4.019 7.434 39.022
Contribuição Social 5.137 1.620 1.620 1.557 1.445 2.682 14.061
19.378 6.120 6.120 5.885 5.464 10.116 53.083

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

30/06/10 31/03/10
IR CSLL IR CSLL
Ativo
Provisão para créditos de liquidação duvidosa 25.855 25.855 23.732 23.732
Provisão Desvalorização de ativos financeiros 5.000 5.000 5.000 5.000
Provisão para contingências 107.027 107.027 102.748 102.748
Provisão PLR 7.294 7.294 3.278 3.278
Ajuste a valor presente ICMS a recuperar (CIAP) 3.760 3.760 5.181 5.181
Aplicação do "Hedge Accounting" - - 1.314 1.314
Outros 7.295 7.295 9.624 9.624
Total Ativo 156.231 156.231 150.877 150.877

Passivo
Precatório Finsocial 13.422 13.422 13.249 13.249
Outros 12.007 12.007 4.583 4.583
Total Passivo 25.429 25.429 17.832 17.832

Como a base tributável do IR e da CSLL decorre não apenas do lucro que pode ser gerado, mas
também da existência de receitas não tributáveis, despesas não dedutíveis, incentivos fiscais e
outras variáveis, não existe uma correlação imediata entre o lucro líquido da Companhia e o
resultado de IR e CSLL. Portanto, a expectativa da utilização dos créditos fiscais não deve ser
tomada como único indicativo de resultados futuros da Companhia.

A seguir é apresentada reconciliação da (receita) despesa dos tributos sobre a renda divulgados e
os montantes calculados pela aplicação das alíquotas oficiais em 30 de junho de 2010 e 2009.
30/06/10 30/06/09
IR CSLL IR CSLL
Lucro contábil antes do imposto de renda e contribuição social 424.778 424.778 359.092 359.092
Amortização do ágio e reversão da PMIPL (9.447) (9.447) (10.057) (10.057)
Lucro antes do imposto de renda e contribuição social 415.331 415.331 349.035 349.035
Alíquota do imposto de renda e contribuição social 25% 9% 25% 9%
Imposto de renda e contribuição social às alíquotas da legislação 103.833 37.380 87.259 31.413
Ajustes ao lucro líquido que afetam o resultado fiscal do período:
(+) Adições
Juros sobre Obras em Andamento - JOA - 8 - 29
Contribuições e Doações 170 61 120 43
Multas Indedutíveis 554 200 127 46
Depreciação Veículos Executivos 97 35 84 30
Outras Adições 294 73 267 117
Subtotal Adições 1.115 377 598 265

(-) Exclusões
Reversão da PMIPL (4.585) (1.651) (4.881) (1.757)
Incentivo Fiscal SUDENE (74.040) - (61.452) -
Incentivos Audiovisual/Rouanet e PAT (1.436) - (781) -
Outras Exclusões (1.357) - - -
Subtotal Exclusões (81.418) (1.651) (67.114) (1.757)

Imposto de renda e contribuição social no período 23.530 36.106 20.743 29.921

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


(a) Regime Tributário de Transição

A Medida Provisória 449/2008, de 3 de dezembro de 2008 convertida na Lei 11.941/09,


instituiu o RTT - Regime Tributário de Transição, que tem como objetivo neutralizar os
impactos dos novos métodos e critérios contábeis introduzidos pela Lei n 11.638/07, na
apuração das bases de cálculos de tributos federais.

A aplicação do RTT foi opcional para o ano de 2008 e 2009 e obrigatória a partir de 2010 para
às pessoas jurídicas sujeitas ao Imposto de Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ) de acordo com a
sistemática de lucro real ou de lucro presumido.

A Companhia efetuou sua opção pela adoção do RTT na Declaração de Informações


Econômico-Fiscais da Pessoa Jurídica de 2009 (DIPJ) ano-calendário 2008 e adicionalmente em
30 de novembro de 2009 efetuou a elaboração do Controle Fiscal Contábil de Transição
(FCONT) criado pela Instrução Normativa 949/2009 da Receita Federal do Brasil.

11 BENEFÍCIO FISCAL – ÁGIO INCORPORADO DA CONTROLADORA

O benefício fiscal do ágio incorporado refere-se ao crédito fiscal calculado sobre o ágio de
aquisição incorporado e está registrado de acordo com os conceitos das Instruções CVM n˚s
319/99 e 349/01.

Os registros contábeis mantidos para fins societários e fiscais da Companhia apresentam contas
específicas relacionadas com ágio incorporado, provisão para manutenção da integridade do
patrimônio líquido e amortização, reversão e crédito fiscal correspondentes, cujos saldos em 30
de junho de 2010 e 31 de março de 2010 são como segue:

Ágio - incorporado 1.126.868


Provisão Constituída (743.733)
Benefício fiscal 383.135
Amortização acumulada (416.160)
Reversão acumulada 274.666
Saldos em 31 de março de 2010 241.641
Amortização (13.895)
Reversão 9.171
Saldos em 30 de junho de 2010 236.917
Ativo Circulante 18.889
Ativo Não Circulante 218.028

Objetivando uma melhor apresentação da situação financeira e patrimonial da Companhia nas


demonstrações contábeis, o valor líquido total de R$ 236.917 (R$ 241.641 em 31 de março de
2010), foi classificado no balanço no ativo circulante e no ativo não circulante – realizável a
longo prazo como benefício fiscal ágio incorporado, com base na expectativa de sua realização.

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


12 DEPÓSITOS JUDICIAIS

Estão classificados neste grupo os depósitos judiciais recursais à disposição do juízo para
permitir a interposição de recurso, nos termos da lei, sem contingência passiva provisionada.

Ref. 30/06/10 31/03/10

Trabalhistas 25.593 24.519


Cíveis 12.109 10.697
Fiscais:
IRRF sobre Juros sobre capital próprio (1) 15.970 15.922
Outros 35.454 33.388
Total 89.126 84.526
Ativo Não Circulante 89.126 84.526

(1) A Companhia acolheu determinação judicial, emanada de Mandado de Segurança individual


impetrado pela Neoenergia S/A (Guaraniana à época), processo nº. 2002.5101000216/4, na qual
foi oficiada a depositar o valor do imposto de renda retido na fonte – IRRF, incidente sobre os
Juros sobre Capital Próprio – JSCP, lançado em dezembro de 2001, em favor da Neoenergia
S/A, que deveria ser recolhido à Receita Federal. O referido depósito está atualizado com base
na taxa SELIC, cujo montante em 30 de junho de 2010 é R$ 15.970 (R$ 15.922 em 31 de março
de 2010).

Os demais depósitos judiciais estão apresentados de forma dedutiva, retificando o saldo das
provisões para contingências passivas a que se referem (vide nota explicativa n° 22.1).

13 OUTROS CRÉDITOS
Ref. 30/06/10 31/03/10
Subvenção à baixa renda - tarifa social (1) 76.479 50.489
Adiantamentos a Empregados 1.433 1.875
Adiantamentos a Fornecedores 2.716 3.679
Serviços Prestados a Terceiros 2.757 5.815
RGR a compensar - 448
Precatório - Finsocial (2) 13.422 13.249
Desativações em Curso 2.954 3.856
Dispêndios a Reembolsar em Curso (3) 13.980 12.414
Outros créditos a receber 6.577 5.678
Total 120.317 97.503
Ativo Circulante 108.457 85.640
Ativo Não Circulante 11.860 11.863

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


(1) O Governo Federal, por meio da Lei nº 10.438 de 26 de abril de 2002, determinou a
aplicação da tarifa social de baixa renda, com impacto significativo na receita operacional da
Companhia.

Por meio do Decreto Presidencial nº 4.538, de 23 de dezembro de 2002, foram definidas as


fontes para concessão de subvenção econômica com a finalidade de contribuir para a
modicidade da tarifa de fornecimento de energia elétrica aos consumidores finais integrantes da
subclasse residencial baixa renda, decorrente dos novos critérios estabelecidos no art.1º da Lei
nº 10.438, de 26 de abril de 2002, e no art.5º da Lei nº 10.604, de 17 de dezembro de 2002.

(2) Precatórios Federais expedidos em julho de 2003, em favor da Companhia, no valor de


R$ 18.776, com expectativa de realização do saldo, que depende de aprovação em Lei de
Orçamento Anual – LOA, em 10 (dez) prestações anuais, iguais e sucessivas, com acréscimo de
juros legais, já tendo sido liberadas as seis primeiras parcelas anuais.

(3) Referem-se a gastos efetuados em obras de construção/instalação do padrão de entrada e do


kit de baixa renda do Programa Luz para Todos, a serem reembolsados pelos beneficiários.

14 IMOBILIZADO

Por atividade, o imobilizado está constituído da seguinte forma:

30/06/10 31/03/10
Taxas anuais
médias (-) Obrigações
ponderadas Depreciação Vinculadas a
de depreciação amortização Concessão Valor Valor
(%) Custo acumulada Subtotal Líquida Líquido Líquido
Em serviço
Distribuição 4,7 6.027.560 (2.142.262) 3.885.298 (1.632.614) 2.252.684 2.228.393
Comercialização 9,73 14.719 (12.868) 1.851 - 1.851 1.487
Administração 11,28 123.788 (88.634) 35.154 - 35.154 36.902
Subtotal 6.166.067 (2.243.764) 3.922.303 (1.632.614) 2.289.689 2.266.782

Em curso
Distribuição 688.917 - 688.917 (319.302) 369.615 292.172
Comercialização 3 - 3 - 3 3
Administração 5.674 - 5.674 - 5.674 1.304
Subtotal 694.594 - 694.594 (319.302) 375.292 293.479

Total 6.860.661 (2.243.764) 4.616.897 (1.951.916) 2.664.981 2.560.261

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


De acordo com os artigos nº s 63 e 64 do Decreto n° 41.019, de 26 de fevereiro de 1957, os bens
e instalações utilizados na sub-transmissão, distribuição e comercialização de energia elétrica
são vinculados a estes serviços, não podendo ser retirados, alienados, cedidos ou dados em
garantia hipotecária, sem a prévia e expressa autorização do Órgão Regulador.

A mutação do ativo imobilizado está demonstrada abaixo:

Saldos em Transferências Saldos em


31/03/10 Adições Baixas Capitalização Outros 30/06/10
Em serviço
Custo
Distribuição 5.890.809 - (4.171) 140.922 - 6.027.560
Comercialização 14.075 - - 644 - 14.719
Administração 124.886 - (1.161) 63 - 123.788
Subtotal 6.029.770 - (5.332) 141.629 - 6.166.067
(-) Depreciação
Distribuição (2.080.450) (65.127) 3.315 - - (2.142.262)
Comercialização (12.588) (280) - - - (12.868)
Administração (87.984) (1.806) 1.156 - - (88.634)
Subtotal (2.181.022) (67.213) 4.471 - - (2.243.764)

Total em serviço 3.848.748 (67.213) (861) 141.629 - 3.922.303

Em curso
Distribuição 583.242 246.859 (1) (140.922) (261) 688.917
Comercialização 3 - - 3
Administração 1.304 5.445 - (1.073) (2) 5.674
Subtotal 584.549 252.304 (1) (141.995) (263) 694.594

Total Imobilizado 4.433.297 185.091 (862) (366) (263) 4.616.897

(a) Obrigações Vinculadas à Concessão do Serviço Público de Energia Elétrica

As obrigações especiais (não remuneradas) representam as contribuições da União, dos Estados,


dos Municípios e dos Consumidores, bem como as doações não condicionadas a qualquer
retorno em favor do doador e as subvenções destinadas a investimentos na concessão do serviço
público de energia elétrica na atividade de distribuição e foram corrigidas monetariamente até
31 de dezembro de 1995.

Conforme Resolução Normativa ANEEL nº. 234, de 31/10/2006, as obrigações especiais devem
ser amortizadas às mesmas taxas de depreciação do imobilizado, usando-se uma taxa média, a
partir do segundo ciclo de revisão tarifária periódica (na Companhia, a partir de abril de 2008).
A taxa média anual de amortização das obrigações especiais é de 4,91%.

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


A mutação das obrigações especiais é a seguinte:

Saldos em Saldos em
31/03/10 Adições Baixas Transferências 30/06/10
Em serviço
Custo
Distribuição (1.721.555) (6.198) 44 (66.188) (1.793.897)
Subtotal (1.721.555) (6.198) 44 (66.188) (1.793.897)

(-) Amortização
Distribuição 139.589 21.694 - - 161.283
Subtotal 139.589 21.694 - - 161.283
Total em Serviço (1.581.966) 15.496 44 (66.188) (1.632.614)

Em curso
Distribuição (291.070) (103.351) 8.931 66.188 (319.302)
Subtotal (291.070) (103.351) 8.931 66.188 (319.302)

Total (1.873.036) (87.855) 8.975 - (1.951.916)

(b) Plano Nacional de Universalização do Acesso e Uso da Energia Elétrica

A ANEEL, por meio da Resolução nº 223, de 29 de abril de 2003 e alterações posteriores,


estabeleceu as condições gerais para elaboração dos Planos de Universalização de Energia
Elétrica visando o atendimento de novas unidades consumidoras. A Lei nº 10.762 de 11 de
novembro de 2003 alterou a prioridade de atendimento aos municípios dando ênfase aos
municípios com menor índice de eletrificação e limitou esses atendimentos a apenas novas
unidades, ligadas em baixa tensão (inferior a 2,3 KV), com carga instalada de até 50 KW.

No segundo trimestre de 2010 a Companhia investiu R$ 56.121 na realização de novas ligações


Urbanas e Rurais, (R$ 30.366 no 1º. Trimestre de 2010), não abrangidas pelo Programa Luz para
Todos, interligando 94.017 novos consumidores (48.499 no 1º. Trimestre de 2010) ao seu
sistema de distribuição.

(c) Programa Luz para Todos

O Decreto Presidencial nº 4.873, de 11 de novembro de 2003, alterado pelo Decreto nº 6.442, de


25 de abril de 2008, institui o Programa Nacional de Universalização do Acesso e Uso da
Energia Elétrica - "LUZ PARA TODOS", destinado a propiciar, até o ano de 2010, o
atendimento em energia elétrica à parcela da população do meio rural brasileiro que ainda não
possui acesso a esse serviço público.

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


A Companhia é signatária dos contratos abaixo relacionados, com as seguintes
especificações:
ELETROBRÁS ESTADO
1ª Tranche 2ª Tranche 3ª Tranche 4ª Tranche 5ª Tranche 6ª Tranche
ECFS
013/2004 ECFS ECFS ECFS ECFS ECFS 10/SEINFRA/04
CONTRATOS PIONEIROS
11/SEINFRA/ 095/2005 153/2006 185/2007 239/2008 277/2009 12/SEINFRA/06
04 15/SEINFRA/08
30/6/04 e
DATA DE ASSINATURA 03/10/05 03/08/06 06/08/07 03/09/08 23/11/09
04/10/04
PARTICIPAÇÕES Total
Parcela subvencionada (Eletrobras CDE) 115.437 234.892 237.005 347.372 315.671 406.972 186 - 1.657.535
Parcela financiada (Eletrobras RGR) 11.544 19.574 19.750 86.843 78.918 40.697 - - 257.326
Parcela subvencionada (Estado) 59.745 - - - - - - 184.371 244.116
Parcela financiada (Município) 9.666 - - - - - - - 9.666
Parcela Agente Executor (C) 34.705 44.906 45.310 76.626 69.633 298.446 33 32.536 602.195
Total do Programa (A) 231.097 299.372 302.065 510.841 464.222 746.115 219 216.907 2.770.838

INGRESSOS DE RECURSOS Total


Eletrobrás (CDE) 113.302 203.131 183.079 312.635 265.479 122.092 155 - 1.199.873
Eletrobrás (RGR) 11.330 16.932 15.261 78.159 66.370 12.209 - - 200.261
Estado 50.577 - - - - - - 117.422 167.999
Municípios 9.666 - - - - - - - 9.666
Ingresso realizado (B) 184.875 220.063 198.340 390.794 331.849 134.301 155 117.422 1.577.799

DIFERENÇA ENTRE OREALIZADOE O


Total
CONTRATADO/GLOSA
Eletrobrás (2.350) (34.403) (58.415) - - - (31) - (95.199)
Estado (9.167) - - - - - - (36.401) (45.568)
Total (D) (11.517) (34.403) (58.415) - - - (31) (36.401) (140.767)

GASTOS INCORRIDOS Total


Gastos Incorridos (CDE, RGR e Estado) 247.207 261.367 275.307 492.193 557.382 72.058 184 160.773 2.066.471
Pagamentos a Eletrobrás 6.957 8.143 5.517 14.844 4.179 232 - - 39.872
Total dos gastos 254.164 269.510 280.824 507.037 561.561 72.290 184 160.773 2.106.343

BALANÇO Total
Total a receber do programa (A-C+D) 184.875 220.063 198.340 434.215 394.589 447.669 155 147.970 2.027.876
Ingressos realizado (B) 184.875 220.063 198.340 390.794 331.849 134.301 155 117.422 1.577.799
Ingressos à realizar - - - 43.421 62.740 313.368 - 30.548 450.077

NÚMERODE LIGAÇÕES Total


Ligações executadas (E) 63.215 51.042 46.020 83.981 68.393 20.213 18 30.424 363.306
Percentual de avanço físico 99,7% 89,0% 100,2% 100,0% 97,4% 22,0% 100,0% 81,7%
Ligações emexecução (F) - - - - 1.796 71.495 - 4.952 78.243
Ligações a executar (G) 187 6.335 (71) 42 - - - 1.872 8.365
Ligações totais do programa (E+F) 63.402 57.377 45.949 84.023 70.189 91.708 18 37.248 449.914

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


15 INTANGÍVEL

Por atividade, o intangível está constituído da seguinte forma:

30/06/10 31/03/10
Taxas anuais
médias
ponderadas
de amortização Amortização Valor Valor
(%) Custo acumulada Líquido Líquido
Em serviço
Distribuição 9,37 68.118 (46.313) 21.805 22.750
Comercialização 3,08 183.322 (24.244) 159.078 96
Administração 5,84 54.051 (47.620) 6.431 7.093
Subtotal 305.491 (118.177) 187.314 29.939
Em curso
Distribuição 4.129 - 4.129 3.704
Comercialização 701 - 701 692
Administração 1.754 - 1.754 152.860
Subtotal 6.584 - 6.584 157.256
Ágio por expectativa -
Total 312.075 (118.177) 193.898 187.195

Estão classificados nesse grupo os direitos de uso de software no montante de R$ 176.558


(R$ 170.279, em 31 de março de 2010) e direitos de passagem/faixas de servidão no montante
de R$ 17.340 (R$ 16.916, em 31 de março de 2010).

Direitos de uso de software são licenças de direito de propriedade intelectual, constituídos por
gastos realizados com a aquisição das licenças e demais gastos com serviços complementares à
utilização produtiva de softwares, desvinculados de equipamentos tangíveis (hardware), e são
amortizados linearmente, de acordo com a vida útil estimada do software.

Faixas de servidão são direitos de passagem para linhas de transmissão associadas à distribuição
na área de concessão da Companhia, e em áreas urbanas e rurais particulares, constituídos por
indenização em favor do proprietário do imóvel. Como direitos de passagens são permanentes
não há amortização.

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

A mutação do ativo intangível está demonstrada abaixo:

Saldos em Transferências Saldos em


31/03/10 Adições Capitalização Outros 30/06/10
EM SERVIÇO
Custo
Distribuição 68.118 - - - 68.118
Comercialização 18.840 - 164.482 - 183.322
Administração 54.051 - - - 54.051
Subtotal 141.009 - 164.482 - 305.491

(-) Amortização
Distribuição (45.369) (944) - (46.313)
Comercialização (18.744) (5.500) - (24.244)
Administração (46.957) (663) - (47.620)
Subtotal (111.070) (7.107) - - (118.177)

Total em serviço 29.939 (7.107) 164.482 - 187.314

EM CURSO
Distribuição 3.704 425 - 4.129
Comercialização 692 9 - - 701
Administração 152.860 12.735 (164.117) 276 1.754
Subtotal 157.256 13.169 (164.117) 276 6.584

TOTAL INTANGÍVEL 187.195 6.062 365 276 193.898

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

16 FORNECEDORES

A composição do saldo em 30 de junho de 2010 e 31 de março de 2010 é como segue:

30/06/10 31/03/10
Fornecedores de Energia Elétrica
CHESF 21.517 19.652
CCEE 1.066 3.407
CEEE 6.377 5.919
CESP 12.742 12.605
CEMIG GERAÇÃO 6.050 6.703
COPEL GERAÇÃO 8.036 8.139
DUKE 2.553 2.620
ELETRONORTE 5.997 6.462
FURNAS 35.342 32.546
LIGHT 2.451 2.473
PETROBRAS 22.208 23.605
TRACTEBEL 5.161 5.408
Empresas Coligadas
TERMOPERNAMBUCO 10.156 11.106
ITAPEBI 23.423 23.742
AFLUENTE 1.705 1.781
NC ENERGIA - 407
BAGUARI I 327 334
RIO PCH I 112 113
GOIÁS SUL 108 42
Outros 9.028 8.774
Subtotal 174.359 175.838
Encargos de Uso da Rede 30.391 28.347
Materiais e Serviços 99.487 114.491
Total 304.237 318.676
Passivo Circulante 299.096 313.232
Passivo Não Circulante 5.141 5.444

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

17 EMPRÉSTIMOS, FINANCIAMENTOS E ENCARGOS

As obrigações por empréstimos e financiamentos são representadas como segue:

Taxa Encargos Principal Total


Composição da dívida Efetiva Circulante Não Circulante Circulante Não Circulante 30/06/10 31/03/10
Moeda Nacional
BNB 10,00% a.a. a
512 - 20.000 122.544 143.056 148.125
10,44% a.a.
(-) Custos de transação - - (277) (700) (977) (1.046)
Subtotal 512 - 19.723 121.844 142.079 147.079
BNDES FINEM TJLP+ 4,30% a.a. 637 - 78.183 104.237 183.057 198.279
(-) Custos de transação /TJLP+ 3,20% a.a. - - (59) (106) (165) (181)
Subtotal /8,06% a.a. 637 - 78.124 104.131 182.892 198.098
Eletrobrás 5,00% a.a. a 9 - 38.199 198.882 237.090 237.246
(-) Custos de transação 5,45% a.a. - - (91) (467) (558) (423)
Subtotal 9 - 38.108 198.415 236.532 236.823
FINEP TJLP+ 5,00% a.a. 83 - 2.091 36.627 38.801 39.509
(-) Custos de transação /5,27 a.a. - - (77) (255) (332) (351)
Subtotal 83 - 2.014 36.372 38.469 39.158

Banco do Brasil 13,76% a.a. 7.285 1.743 - 400.000 409.028 -


(-) Custos de transação /15,09% a.a - - (1.728) (6.669) (8.397) -
Subtotal 7.285 1.743 (1.728) 393.331 400.631 -

Operações com Swap - - - (353) (353) -

Total Moeda Nacional 8.526 1.743 136.241 853.740 1.000.250 621.158


Moeda Estrangeira
BID vc + 3,00% a.a. 21 - 2.660 - 2.681 2.689
(-) Custos de transação - - - - - -
Subtotal 21 - 2.660 - 2.681 2.689
Títulos Externos Libor + 1,875% a.a - - 7.697 252.336 260.033 262.950
(-) Custos de transação - - - - - (594)
Subtotal - - 7.697 252.336 260.033 262.356
Operações com Swap - - 36.437 12.034 48.471 63.417

Total Moeda Estrangeira 21 - 46.794 264.370 311.185 328.462

Total 8.547 1.743 183.035 1.118.110 1.311.435 949.620

(a) Captações de Recursos

Em abril de 2010 a Companhia recebeu R$ 2.260 do Banco Nacional de Desenvolvimento


Econômico e Social – BNDES, referente ao financiamento dos investimentos realizados em
2009, provenientes do Contrato de Financiamento Mediante Abertura de Limite de Crédito
Rotativo, assinado em Março de 2009 e aditado em Novembro de 2009.

Em abril de 2010 a Companhia recebeu R$ 300.000 mil do Banco do Brasil, referente a


financiamento do capital de giro da empresa, proveniente de Nota de Crédito Comercial (NCC)
com prazo de 5 anos, a ser amortizado em prestação única na data do vencimento, com custo de
CDI + 1% a.a e juros pagos semestralmente.

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

Em maio de 2010 a Companhia recebeu R$ 100.000 mil do Banco do Brasil, referente a


financiamento do capital de giro da empresa, proveniente de Nota de Crédito Comercial (NCC)
com prazo de 4 anos, a ser amortizado em prestação única na data do vencimento, com custo de
12,149% a.a e juros pagos juntamente com a prestação do principal. Em contexto com essa
operação foi contratado swap de proteção de taxa de juros para este financiamento, trocando a
taxa pré-fixada por 99,50% da taxa DI.

Em junho de 2010 foram renegociados os Títulos Externos no montante de US$ 150.000, junto a
um Sindicato de Bancos liderado pelo Citibank e o Banco do Brasil, alongando o seu prazo para
junho de 2015, a serem amortizados em 3 parcelas semestrais a partir de Junho de 2014, com
custo de libor + 1,875% a.a e juros pagos semestralmente. Em conexão com esta operação foi
contratado swap de proteção cambial no valor de US$ 21.429 junto ao Citibank para
complementar os swaps existentes.

(b) Condições Restritivas Financeiras (covenants)

Os contratos mantidos com o BNDES/FINEM e os Títulos Externos contêm claúsulas restritivas


que requerem a manutenção de determinados índices financeiros com parâmetros pré
estabelecidos, como segue:

BNDES FINEM 2006 - Endividamento Financeiro/EBITDA menor ou igual a 2,5 até 2010 e
Endividamento Financeiro Líquido / (Endividamento Líquido + PL) menor ou igual a 0,55.

FINEM 2007 - Endividamento Financeiro/EBITDA menor ou igual a 1,60 até 2012 e


Endividamento Financeiro Líquido /(Endividamento Líquido + PL) menor ou igual a 0,60 até
2012.

Títulos Externos - Dívida Líquida/EBITDA menor ou igual a 3 e EBITDA/Resultado Financeiro


maior ou igual a 2.

Nas informações trimestrais encerradas em 30 de junho de 2010 e 31 de março de 2010, a


Companhia atingiu todos os índices requeridos contratual.

Condições contratuais dos empréstimos da Companhia em 30 de junho de 2010:

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Data de
Fonte Assinatura Moeda Objetivo Juros Swap Vencimento Garantias
BID 23/03/86 Programa de Expansão e Melhoramento do Sistema de 3,0% a.a.+ vc CDI - 6% a.a. 2011
Aval Governo do Estado/Federal e Fiança
US$ Transmissão e Distribuição de Energia Elétrica do
Bancária
Estado da Bahia - 2ª Etapa
Centralização recebíveis, Hipoteca, Fundo
BNB 29/11/04 R$ Programa de Investimentos em Distribuição 10% a.a. Não aplicável 2012
de Liquidez e Aval Neoenergia
BNB IV 27/06/08 R$ Investimentos nos sistemas de linhas e redes 10% a.a. 2016 Centralização recebíveis, Fundo de
Não aplicável
Liquidez e Aval Neoenergia
BNB V 22/08/08 R$ Melhoramento em Redes de Transmissão e Distribuição 10% a.a. 2016 Centralização recebíveis, Fundo de
Não aplicável
Liquidez e Aval Neoenergia
BNDES/FINEM 04/10/06 R$ Sub-Transmissão e Distribuição de Energia Elétrica TJLP + 4,30% a.a. Não aplicável 2011 Aval Neoenergia e Conta Reserva
BNDES/FINEM 12/12/07 R$ Sub-Transmissão e Distribuição de Energia Elétrica TJLP + 3,30% a.a. Não aplicável 2012 Aval Neoenergia e Conta Reserva
TJLP + 2,12 aa / Aval Neoenergia
TJLP + 3,12% a.a./ Não aplicável
BNDES/FINEM 16/03/09 R$ Distribuição de Energia Elétrica 4,50% aa 2015
ELETROBRÁS 1999 a 2009 R$ Expansão das Linhas e Redes de Distribuição e Luz 5% a.a 2022 Nota Promissória e Receita Própria
Não aplicável
Para Todos
FINEP 23/12/04 R$ Investimento em Distribuição e Eficiência Energética TJLP + 5% a. a. Não aplicável 2011 Aval Neoenergia
FINEP 14/10/09 R$ Projeto de Inovação TJLP + 5% a.a. Não aplicável 2018 Aval Neoenergia
TÍTULOS 106,75% / 2015 Sem garantia
28/12/05 US$ Investimentos em Distribuição Libor + 1,875% a.a. + vc 107,25% /
EXTERNOS 101,61% /
BANCO DO BRAS 23/03/10 R$ Capital de Giro CDI + 1,00% a.a. Não aplicável 2015 Sem garantia
BANCO DO BRAS 06/05/10 R$ Capital de Giro 12,149% a.a 99,5% do CDI 2014 Sem garantia

O total devido em moeda nacional e em moeda estrangeira da Companhia desdobra-se, da


seguinte forma:

30/06/10 31/03/10
Moeda Nacional R$ % R$ %
Juros pré-fixados 293.513 29,3% 162.084 26,1%
UFIR 236.531 23,6% 236.824 38,1%
TJLP 169.495 16,9% 222.250 35,8%
CDI 300.711 30,1% 0,0%
Total 1.000.250 100,0% 621.158 100,0%
Principal 989.981 619.742
Encargos 10.269 1.416

30/06/10 31/03/10
Moeda de Moeda de
Moeda Estrangeira Origem R$ % Origem R$ %
Dólar norte americano 172.737 311.185 100,0% 184.425 328.462 100,0%
Total 311.185 328.462
Principal 311.164 327.494
Encargos 21 968

As principais moedas e indexadores utilizados para atualização dos empréstimos e


financiamentos tiveram as seguintes variações nos trimestres findos em 30 de junho de 2010 e
2009.
Variação %
Moeda / Indexador 30/06/10 30/06/09
EURO - -
Dólar norte-americano 1,15 (15,70)
IGP-M 2,83 (0,32)
TJLP 1,47 1,53
CDI 2,22 2,38
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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

Os vencimentos das parcelas a longo prazo são os seguintes:

30/06/10 31/03/10
Dívida Custos Transação Dívida Custos Transação
2011 76.384 (1.185) 189.405 (503,59)
2012 119.667 (2.316) 195.676 (509,27)
2013 59.308 (2.262) 108.993 (324,85)
2014 346.205 (1.797) 63.734 (214,70)
2015 424.651 (456) 53.546 (130,00)
Após 2015 101.835 (180) 96.884 (137,23)
Total 1.128.050 (8.196) 708.238 (1.820)

A mutação de empréstimos e financiamentos é a seguinte:

Moeda nacional Moeda estrangeira


Passivo Não Passivo Não
Circulante Circulante Circulante Circulante Total
Saldos em 31 de março de 2010 141.019 480.139 102.183 226.279 949.620
Ingressos - 410.399 - - 410.399
Encargos 18.332 1.743 986 - 21.061
Variação monetária e cambial - - 902 2.197 3.099
Swap - (353) 6.141 (2.698) 3.090
Efeito cumulativo marcação a mercado - - (5) (3.698) (3.703)
Transferências 27.582 (27.582) (45.657) 45.656 (1)
Amortizações e pagamentos de juros (42.601) - (21.696) - (64.297)
(-) Custos de Transação 435 (8.863) 3.961 (3.366) (7.833)
Saldos em 30 de junho de 2010 144.767 855.483 46.815 264.370 1.311.435

18 DEBÊNTURES E ENCARGOS
30/06/10 31/03/10
Encargos Principal
Quantidade
de Títulos Taxa Não
Debêntures Série Emitidos Remuneração Efetiva Swap Circulante Circulante Circulante Total Total
3ª Emissão Única 3.000 V.C. + 10,8% a.a. 956 6.297 15.040 22.293 21.581
Operações com Swap - 12.703 29.675 42.378 39.235
(-) Custos de transação - (161) (213) (374) (419)
Subtotal 11,62% IGPM + 13,95%a.a. 956 18.839 44.502 64.297 60.397
5ª Emissão 1ª 8.608 CDI +1,4% a.a. - - - - 17.765
(-) Custos de transação - - - - (12)
Subtotal 10,79% - - - - 17.753
5ª Emissão 2ª 10.000 IGPM + 10,8% a.a. 1.633 100.000 - 101.633 111.200
(-) Custos de transação - (163) - (163) (208)
Subtotal 10,90% 1.633 99.837 - 101.470 110.992
6ª Emissão Única 35.392 CDI + 0,6% a.a. 2.832 78.649 275.271 356.752 364.277
(-) Custos de transação - (638) (961) (1.599) (1.773)
Subtotal 11,52% 2.832 78.011 274.310 355.153 362.504
Subtotal 5.421 196.687 318.812 520.920 551.646

Total 5.421 196.687 318.812 520.920 551.646

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


(a) Condições Restritivas Financeiras (covenants):

As escrituras de emissões das debêntures prevêem a manutenção de índices de endividamento e


cobertura de juros com parâmetros pré estabelecidos, como segue: Dívida Líquida/EBITDA
menor ou igual a 3 e EBITDA/Resultado Financeiro maior ou igual a 2.

Nas informações trimestrais encerradas em 30 de junho de 2010 e 31 de março de 2010, a


Companhia atingiu todos os índices requeridos contratualmente.

(b) Garantias

Para a 3ª. Emissão de debêntures foi dada garantia de receita própria e aval do acionista
controlador.

Os vencimentos das parcelas a longo prazo são os seguintes:


30/06/10 31/03/10
Debêntures Custos Transação Debêntures Custos Transação
2011 40.655 (324) 179.879 (530)
2012 94.408 (473) 93.562 (473)
2013 92.944 (281) 92.214 (281)
2014 91.979 (96) 92.399 (96)
Total 319.986 (1.174) 458.054 (1.380)

A mutação das debêntures é a seguinte:

Moeda nacional
Passivo
Circulante Não Circulante Total
Saldos em 31 de março de 2010 94.972 456.674 551.646
Encargos 12.122 - 12.122
Variação monetária e cambial 265 3.039 3.304
Swap 954 2.130 3.084
Efeito cumulativo marcação a mercado - (49) (49)
Transferências 142.982 (142.982) -
Amortizações e pagamentos de juros (49.462) - (49.462)
(-) Custos de transacao 275 - 275
Saldos em 30 de junho de 2010 202.108 318.812 520.920

19 TAXAS REGULAMENTARES

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


Ref. 30/06/10 31/03/10
Reserva Global de Reversão – RGR 8.702 4.617
Conta de Consumo de Combustível – CCC 14.897 11.300
Conta de Desenvolvimento Energético - CDE 2.495 2.495
Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - FNDCT 578 603
Empresa de Pesquisa Energética - EPE 289 301
Pesquisa e Desenvolvimento - P&D 33.155 37.636
Programa de Eficientização Energética - PEE (1) 90.709 85.074
Taxa de Fiscalização Serviço Público de Energia Elétrica – TFSEE (1) 939 648
Encargo do Consumidor - Tesouro Nacional (2) 5.382 -
Total 157.146 142.674
Passivo Circulante 128.668 111.885
Passivo Não Circulante 28.478 30.789

(1) A Companhia reconheceu passivos relacionados a valores já faturados em tarifas (1% da


Receita Operacional Líquida), mas ainda não aplicados nos Programas de Eficientização
Energética – PEE e Pesquisa e Desenvolvimento – P&D, atualizados mensalmente, a partir do 2º
mês subseqüente ao seu reconhecimento até o momento de sua efetiva realização, com base na
Taxa SELIC, conforme as Resoluções ANEEL n˚s 300/2008 e 316/2008.

(2) A Lei n ˚ 9.991 de 24 de julho de 2000 que dispõe sobre a realização de investimentos em
pesquisa e desenvolvimento e em eficiência energética por parte das empresas concessionárias,
permissionárias e autorizadas do setor de energia elétrica foi alterada pela Lei n˚ 12.111, de 9 de
dezembro de 2009, visando a criação de um novo encargo setorial para ressarcimento de Estados
e Municípios que tiveram perda de receita decorrente da arrecadação do ICMS incidente sobre
os combustíveis fósseis utilizados na geração de energia, em decorrência da interligação dos
respectivos sistemas isolados ao Sistema Interligado Nacional. O novo encargo equivale a
0,30% (trinta centésimos por cento) da receita operacional líquida da Companhia e vigerá até 31
de dezembro de 2012.

20 DIVIDENDOS E JUROS SOBRE CAPITAL PRÓPRIO

Em reunião do Conselho de Administração, realizada em 30 de junho de 2010, foi aprovada a


declaração de juros sobre capital próprio, referente ao segundo trimestre de 2010, da seguinte
forma:
Valor por ação (R$)
Valor deliberado
Deliberação Provento ON PNA PNB
(R$ mil)
2010
RCA de 31 de março de 2010 JSCP 26.718 0,1376444090 0,1376444090 0,1514088499
RCA de 30 de junho de 2010 JSCP 26.719 0,1376495610 0,1376495610 0,1514145171

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


A formação dos saldos é como segue:

Saldos em 31 de março de 2010 580.985


Dividendos e Juros sobre o Capital Próprio:
Declarados 26.719
Imposto de renda retido na fonte - IRRF (366)
Pagos no período (332.189)
Saldos em 30 de junho de 2010 275.149

21 OBRIGAÇÕES ESTIMADAS

30/06/10 31/03/10
Imposto de Renda 22.338 7.992
Contribuição Social 35.194 14.861
Provisões Férias e 13° salário 18.079 16.608
Encargos Sobre Provisões de Férias e 13° salário 6.500 5.430
Provisão PLR 7.294 3.278
Total 89.405 48.169

22 CONTINGÊNCIAS

22.1 CONTINGÊNCIAS PASSIVAS

As provisões constituídas para contingências passivas, líquidas dos depósitos judiciais


correspondentes, estão compostas como segue:

30/06/10
(-) Depósitos Provisão
Contingências Judiciais Líquida
Trabalhistas 56.669 (41.184) 15.485
Cíveis 43.828 (11.561) 32.267
Fiscais 6.530 (550) 5.980
Total 107.027 (53.295) 53.732
Passivo circulante 15.577 - 15.577
Passivo Não Circulante 91.450 (53.295) 38.155

Contingências
Trabalhistas Cíveis Fiscais Total
Saldos em 31 de março de 2010 52.593 43.541 6.614 102.748
Constituição 9.359 1.366 - 10.725
Baixas/reversão (6.329) (2.541) (239) (9.109)
Remuneração 1.046 1.462 155 2.663
Saldos em 30 de junho de 2010 56.669 43.828 6.530 107.027

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

A administração da Companhia, consubstanciada na opinião de seus consultores jurídicos


quanto à possibilidade de êxito nas diversas demandas judiciais, entende que as provisões
constituídas registradas no balanço são suficientes para cobrir prováveis perdas com tais causas.

Trabalhistas

Referem-se às ações movidas por ex-empregados contra a Companhia, envolvendo cobrança de


horas-extras, adicional de periculosidade, equiparação/reenquadramento salarial, discussão sobre
plano de cargos e salários e outras e também, ações movidas por ex-empregados de seus
empreiteiros (responsabilidade subsidiária e/ou solidária) envolvendo cobrança de parcelas
indenizatórias e outras.

Valor Expectativa Valor Provisionado


Contingência Trabalhista
Atualizado Instância de Perda 30/06/10 31/03/10
Ex-empregados da Companhia 27.339 1ª, 2ª e 3ª Provável 27.339 27.174
112.981 1ª, 2ª e 3ª Possível
21.396 1ª, 2ª e 3ª Remota

Ex-empregados de Empreiteiras 24.372 1ª, 2ª e 3ª Provável 24.372 21.502


65.319 1ª, 2ª e 3ª Possível
73.275 1ª, 2ª e 3ª Remota

Empregados 4.959 1ª, 2ª e 3ª Provável 4.959 3.917


40.632 1ª, 2ª e 3ª Possível
1.134 1ª, 2ª e 3ª Remota
Total 371.407 56.669 52.593

Os valores foram atualizados monetariamente pela variação da Taxa Referencial (TR) índice de
atualização de processos trabalhistas divulgado pelo Conselho Superior da Justiça do Trabalho,
acrescidos de juros de 1% a.m.

Cíveis

Referem-se às ações de natureza comercial e indenizatória, movidas por pessoas físicas e


jurídicas, envolvendo repetição de indébito, danos materiais e/ou danos morais.

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

Valor Expectativa Valor Provisionado


Contingência Cível
Atualizado Instância de Perda 30/06/10 31/03/10
Clientes – Tarifas Plano Cruzado 11.244 1ª, 2ª e 3ª Provável 11.244 11.429
1ª, 2ª e 3ª Possível -
1ª, 2ª e 3ª Remota -

Indenização por perdas 29.030 1ª, 2ª e 3ª Provável 29.031 27.814


210.028 1ª, 2ª e 3ª Possível -
6.162 1ª, 2ª e 3ª Remota -

Acidente terceiros/trabalho 1.146 1ª, 2ª e 3ª Provável 1.146 1.144


525 1ª, 2ª e 3ª Possível -
1ª, 2ª e 3ª Remota -

Irregularidade de consumo 361 1ª, 2ª e 3ª Provável 361 347


28.485 1ª, 2ª e 3ª Possível -
1.645 1ª, 2ª e 3ª Remota -

Societário Ações 1.704 1ª, 2ª e 3ª Provável 1.704 1.632


1ª, 2ª e 3ª Possível
1ª, 2ª e 3ª Remota

Outras 342 1ª, 2ª e 3ª Provável 342 1.175


23.954 1ª, 2ª e 3ª Possível -
77 1ª, 2ª e 3ª Remota -
Total 314.703 43.828 43.541

Os valores foram atualizados monetariamente pela variação do INPC, acrescidos de juros de 1%


a.m.

Clientes – Plano Cruzado – Ações movidas por alguns consumidores industriais e comerciais
questionando a legalidade da majoração da tarifa de energia elétrica ocorrida na vigência do
Plano Cruzado, conforme portarias nº. 38 e 45 do DNAEE, de 27 de janeiro e de 4 de março,
ambas de 1986, e pleiteando a restituição de valores envolvidos.

Indenização por Perdas – Ações movidas por pessoas físicas e jurídicas, nas quais a Companhia
figura como ré, e que tem por objeto indenizações por morte, por danos materiais, danos morais
e danos elétricos.

Outras – Diversas ações movidas por pessoas físicas e jurídicas envolvendo repetição de
indébito, revisão de débito de consumo medido e não medido (irregularidade de consumo),
cancelamento de débito, restabelecimento do fornecimento de energia elétrica, anulação de
dívida, litígios com agentes arrecadadores de contas de energia elétrica, demanda relativa à
multa contratual com fornecedores de energia elétrica e serviços e outros.

Fiscais

Referem-se às ações tributárias e impugnações de cobranças, intimações e autos de infração


fiscal.

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Contingência Fiscal Valor Expectativa Valor Provisionado
Ref. Atualizado Instância de Perda 30/06/10 31/03/10
ICMS (1) 121 1ª, 2ª e 3ª Provável 121 118
3.885 1ª, 2ª e 3ª Possível - -

ISS (2) 1.814 1ª, 2ª e 3ª Provável 1.814 1.780


7.366 1ª, 2ª e 3ª Possível - -
626 1ª, 2ª e 3ª Remota - -

CPMF (3) 3.915 1ª, 2ª e 3ª Remota - -

CSLL (4) 8.903 1ª, 2ª e 3ª Possível - -

TLF/IPTU (5) 106 1ª, 2ª e 3ª Possível - -

REFIS (6) 14.716 1ª, 2ª e 3ª Possível - -

PIS/COFINS (7) 52.491 1ª, 2ª e 3ª Possível - -

COFINS (8) 14.276 1ª, 2ª e 3ª Remota - -

IRPJ (9) 13.573 1ª, 2ª e 3ª Possível - -

INSS (10) 4.214 1ª, 2ª e 3ª Provável 4.214 4.349

ITD S/DOAÇÕES RECEBIDAS (11) 3 1ª, 2ª e 3ª Provável 3 3


1.805 1ª, 2ª e 3ª Possível - -
1.962 1ª, 2ª e 3ª Remota - -

CIDE (12) 4.139 1ª, 2ª e 3ª Possível - -


371 1ª, 2ª e 3ª Remota - -

Taxas Diversas (13) 1.642 Administrativa Possível - -

Incentivo Fiscal SUDENE (14) 26.702 Judicial Possível - -

Outras (15) 378 1ª, 2ª e 3ª Provável 378 363


322 1ª, 2ª e 3ª Possível
Total 163.330 6.530 6.614

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


Os valores foram atualizados monetariamente pela variação da taxa SELIC.

(1) ICMS

(1.1) Autos de Infração lavrados contra a Companhia em 12/2007 e 08/2008, no montante de R$


121, decorrente da utilização indevida de crédito de ICMS sobre produtos adquiridos para
integrar o ativo imobilizado no período de 2002 a 2006. A Companhia reconheceu parcialmente
a procedência do auto e recolheu o valor que entendeu devido. A diferença remanescente foi
objeto de impugnação administrativa, todavia, por inexistirem precedentes jurisprudenciais
sobre a tese articulada na defesa, decidiu-se proceder à contabilização da referida contingência.
Esgotada a discussão na via administrativa, a Companhia propôs ação ordinária com pedido de
tutela antecipada, no entanto, para manter a suspensão da exigibilidade do crédito tributário foi
necessário a realização do depósito judicial. equivalente a R$ 4.549.

(1.2) Auto de Infração que realizou a glosa do crédito do ICMS, no montante de R$ 2.805,
aproveitado decorrente da aquisição de bens de informática e móveis destinados ao ativo
permanente. A Companhia entende que o crédito é legítimo, portanto, está realizando
impugnação na esfera administrativa.

(1.3) Auto de infração lavrado em 23/12/2009, no montante de R$ 1.079, em virtude da


fiscalização não aceitar os motivos dos cancelamentos de notas fiscais de contas de energia
elétrica, apesar de terem ocorrido dentro do prazo de cinco anos. A Companhia entende que as
anulações de faturas, retificações ou cancelamentos seguiram a legislação tributária aplicável e
sempre decorreram de procedimentos internos ou de decisões judiciais e, desta forma está
realizando impugnação na esfera administrativa.

(2) ISS - Autos de infração lavrados questionando o não recolhimento do ISS próprio e
substituição tributária envolvendo diversos municípios. A Companhia apresentou impugnação
aos autos de infração, e constituiu a provisão contábil dos processos em que não existem
jurisprudências favoráveis a tese. Os processos que existem jurisprudências favoráveis estão
classificados como possíveis e não houve constituição de provisão. Aproveitando a anistia
concedida pelo Município de Salvador através da Lei 7.727/09, a Companhia quitou, em
dezembro de 2009, autos de infração classificados como perda provável, equivalente a R$ 413,
eliminando a contingência relativa ao ISS.

(3) CPMF - Auto de Infração cobrando a CPMF sobre os pagamentos de tributos com
vencimentos no período de 09/1998 a 08/2002, realizados através do SIAFI (Sistema Integrado
de Administração Financeira do Governo Federal). A Companhia procedeu à impugnação do
auto de infração, juntando os extratos bancários que comprovam a incidência da CPMF sobre os
pagamentos realizados. Entretanto o processo administrativo foi julgado procedente em primeira
instância. A Companhia impetrou recurso para o Conselho de Contribuintes em junho de 2007,
pendente de julgamento.

(4) CSLL - Auto de infração do ano-calendário 2003, em virtude da exclusão depreciação


IPC/BTNF adicionada indevidamente em anos anteriores na base de cálculo da CSLL. A

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


Companhia entende ser indevida a sanção realizada pelo Fisco Federal, por isso, apresentou
impugnação administrativa.

(5) IPTU - Demandas em esfera administrativa envolvendo cobrança de IPTU nos municípios de
Salvador e Itabuna.

(6) O parcelamento alternativo REFIS, com vigência de cinco anos teve a última parcela paga
em 03/2005. Entretanto, a Receita Federal alega que existe uma diferença entre o valor do débito
consolidado e o declarado pela Companhia, correspondente às multas moratórias calculadas
sobre o IRPJ, CSSL e FINSOCIAL que estavam com a exigibilidade suspensa. A Companhia
impetrou Ação Anulatória com pedido de Antecipação de Tutela, com objetivo de extinguir o
saldo devedor exigido e a suspensão da exigibilidade do crédito tributário Porém, o pleito foi
indeferido pelo juízo de primeiro grau ensejando recurso à instância superior, na qual a
Companhia obteve a suspensão da exigibilidade do crédito tributário até que haja o julgamento
do mérito da ação. Em dezembro/09, o juízo de primeiro grau proferiu sentença, acolhendo
parcialmente o pedido da Companhia. Em decorrência foi interposto o recurso de Apelação para
o Tribunal Regional Federal. Concomitantemente, foi proposta e deferida pelo TRF, medida
cautelar visando a manutenção da suspensão da exigibilidade do crédito tributário.

(7) PIS/COFINS

(7.1) Auto de infração lavrado em março de 2005, no montante de R$ 32.905 (valor atualizado),
cobrando o recolhimento das contribuições do PIS e COFINS sobre as receitas decorrentes dos
contratos de “hedge – swap”, referente aos exercícios de 2000 a 2002, segundo o regime de
competência contábil. A Companhia apresentou impugnação a essa cobrança por entender que
esses contratos são acessórios aos contratos de empréstimos e, portanto, somente seriam devidas
as citadas contribuições quando da liquidação dos contratos segundo o regime de caixa. Para
promoção do recurso administrativo foi requerido que a Companhia efetuasse depósito recursal
equivalente a 30% do valor questionado.

(7.2) Indeferimento pela Receita Federal de pedido de compensação de débitos fiscais com
créditos de PIS e COFINS no ano-calendário 2002, no montante de R$ 19.410 (valor
atualizado), sob o argumento que a Companhia foi autuada em decorrência da não tributação das
receitas de “hedge – swap”, nas bases de cálculo do PIS e COFINS. A Companhia impetrou
recurso à Câmara Superior de Recursos do Conselho de Contribuintes, restabelecendo a
suspensão da exigibilidade do crédito tributário. Enquanto o auto de infração mencionado no
item anterior não transitar em julgado, não pode a Receita Federal indeferir o pedido de
compensação sob o argumento de inexistência de crédito tributário.

(7.3) Notificação fiscal decorrente da glosa de retenções fonte efetuada por órgãos públicos ano-
calendário 2002, no montante de R$ 175 (valor atualizado). A Companhia apresentou
impugnação referente à glosa efetuada e aguarda decisão administrativa.

(8) COFINS - Auto de Infração lavrado em agosto de 2003 questionando o pagamento dos
débitos de COFINS, referente aos meses de novembro e dezembro de 1998 e janeiro a fevereiro

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


de 1999. Esses valores foram compensados com crédito de IRRF, pleiteado através do processo
10580.007.291/98-41, porém não foi observado o rito formal de compensação que é a utilização
da Declaração de Compensação. Não obstante, a Companhia protocolou defesa judicial sob o
argumento de que a forma não deve prevalecer sobre a essência, ou seja, o mero
descumprimento de formalidades acessórias não deve prejudicar créditos fiscais legítimos
(princípio da essência sobre a forma). Processo aguardando julgamento do mérito.

(9) IRPJ

(9.1) Auto de infração do ano-calendário 2003, motivado pela falta de retenção do IRRF
incidente sobre os juros sobre capital distribuído para a Guaraniana, no montante de R$ 12.503
(valor atualizado). A Companhia entende ser indevida a sanção lavrada pelo Fisco Federal, por
entender que seu procedimento está lastreado nas disposições contidas no Parecer Normativo n.
01/2002. Em decorrência, apresentou impugnação e aguarda decisão administrativa.

(9.2) Notificação fiscal recepcionada em 09/2008, no montante de R$ 1.070 (valor atualizado),


decorrente de processos de compensação de créditos tributários referente a saldo negativo de
IRPJ ano-calendário 2004, com débitos diversos. Desse montante, a Receita Federal não
homologou apenas a compensação de R$ 689 referente ao débito de IRPJ, competência 01/2004,
com saldo negativo apurado em dezembro desse mesmo período. A companhia impetrou recurso
administrativo e aguarda decisão.

(10) INSS- Notificações Fiscais de Lançamento de Débito – NFLD lavradas pelo INSS,
referentes aos exercícios de 1998 e 1999, sob a alegação de que a Companhia não apresentou os
comprovantes de recolhimento das contribuições previdenciárias devidas pelas empresas que
lhes prestou serviços. A Companhia apresentou impugnação argumentando que a imputação do
débito só pode ocorrer após a constatação de descumprimento da obrigação pelo devedor
principal, mas, como em alguns processos não possui em arquivo a documentação
comprobatória exigida pelo INSS, conservadoramente, realizou a provisão dos respectivos
valores. Em relação aos processos que a Companhia possui a documentação suporte exigida pelo
FISCO, não houve constituição de provisão.

Com o advento da Lei no 11.941/09 que instituiu o novo REFIS Federal, a Companhia pagou
em dezembro de 2009, o montante de R$ 402 relativo a diversos autos de infração classificados
como perda provável.

(11) ITD – Imposto sobre Transmissão “Causa Mortis” e Doação de Quaisquer Bens ou Direitos
– Autos de infração lavrados em 2005, 2006 e 2007 e 2008 pela SEFAZ-BA, referentes às
competências de 2000, 2001, 2002 e 2003 cobrando o pagamento do imposto sobre a doação de
rede elétrica e participação financeira do consumidor. A Companhia protocolou impugnação
administrativa junto a SEFAZ-BA em relação a todos os autos de infração. Em junho de 2009, a
Companhia foi notificada do julgamento administrativo em relação ao ano base 2000, onde o
auto de infração improcedente pelo CONSEF. Em relação aos demais períodos, os recursos
ainda estão pendentes de julgamento.

(12) CIDE

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(12.1) Auto de infração da Contribuição de Intervenção do Domínio Econômico - CIDE lavrado


em 05/2003 sob a alegação de falta de recolhimento da CIDE no período de 01/2001 a 09/2002.
A Companhia apresentou impugnação administrativa sob o argumento de que no período
autuado, não ocorreu o fato gerador da CIDE sobre as operações efetuadas, mas, apesar dos
argumentos, o lançamento tributário foi considerado procedente. Em 01/2007 a Companhia
ingressou com recurso no Conselho de Contribuintes, o qual está pendente de julgamento.

(12.2) - Despacho Decisório que indeferiu o pedido de compensação de débito de CIDE, do ano-
calendário 2003, com crédito da mesma contribuição apurado em dezembro de 2001. A SRF
alegou que não conseguiu visualizar a existência do crédito fiscal informado nas obrigações
acessórias (DCTF) e indeferiu o processo. A Companhia impetrou recurso administrativo em
19/09/2008.

(13) Corresponde a notificações fiscais envolvendo taxa de licença para ocupação de áreas em
vias e logradouros públicos, além de processos judiciais impetrados contra a cobrança da taxa de
iluminação pública.

(14) Mandado de segurança impetrado pela Companhia contra solução de consulta emitida pela
Receita Federal, que contraria o procedimento adotado quanto à exclusão da provisão para
manutenção da integridade do patrimônio líquido no cálculo do lucro da exploração, que é o
meio para apurar o incentivo fiscal SUDENE. Corresponde aos fatos geradores de 2003 a maio
de 2010. Visando manter a exigibilidade do crédito tributário, a Companhia efetua depósito
judicial no montante integral da divergência.

(15) Diversos processos fiscais tais como, questionamento de consumidor contra a cobrança de
tributos em conta de energia, honorários advocatícios de processos fiscais, etc.

22.2 CONTINGÊNCIA ATIVA

PIS/COFINS (Alargamento da Base de Cálculo) – A Companhia impetrou Mandado de


Segurança com pedido de Liminar, em 21 de julho de 2004, em curso no Tribunal Regional
Federal – 1ª. Região, argüindo a inconstitucionalidade da Lei nº. 9.718/98, que incluiu na base
de cálculo do PIS e da COFINS as receitas derivadas de operações financeiras. Os consultores
jurídicos da Companhia atribuem uma probabilidade de ganho provável para a ação judicial. O
montante estimado do crédito pleiteado, a valor nominal, corresponde a R$ 34.789, no entanto, a
Companhia aguarda manifestação final do Judiciário para proceder ao registro contábil.

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23 OUTRAS CONTAS A PAGAR

Ref 30/06/10 31/03/10


Consumidores (1) 25.178 21.264
Plano de Saúde (Fundo de Reserva) (2) 15.744 15.227
Contribuição para custeio do serviço 8.693 11.351
Empréstimos compulsórios - 98 125
Convênios 5 136
Adiantamento Estado 951
Caução em Garantia (3) 36.673 31.669
FGTS Conta Empresa 207 207
Encargos CBEE 377 449
Outras 8.312 8.657
Total 95.287 90.036
Passivo circulante 87.561 67.160
Passivo Não Circulante 7.726 22.876

(1) Obrigações perante consumidores de energia elétrica decorrentes de antecipação de recursos


para construção de obras em municípios ainda não universalizados, contas pagas em
duplicidade, ajustes de faturamento e outros.

(2) Fundo de Reserva constituído por contribuições sob a forma de pré-pagamento para o antigo
Plano de Saúde Coelba, por parte da Companhia e participantes (empregados ativos,
empregados da FAELBA e assistidos – empregados inativos, aposentados e pensionistas), para
atender as despesas futuras com a assistência médica (ambulatorial e hospitalar) e odontológica,
de seus participantes (titulares e dependentes). O saldo é atualizado mensalmente pela variação
de 100% do CDI.

(3) Garantia constituída em espécie para assegurar o cumprimento dos contratos, tanto no que
diz respeito a suas clausulas operacionais, como na obrigatoriedade do pagamento dos encargos
dos empregados das empresas fornecedoras de serviços.

24 PATRIMÔNIO LÍQUIDO

(a) Capital social

O Capital social autorizado da Companhia em 30 de junho de 2010 e de 31 de março de 2010 é


de R$ 1.300.000 e o integralizado até a data do balanço é de R$ 542.163.

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


A composição do capital social realizado por classe de ações e principais acionistas é a seguinte:

Nº de Ações (em Mil)


Ações Ordinárias Ações Preferenciais
Acionistas Única % A % B % Total %
Neoenergia S.A . 98.122 89,8 7.864 40,2 59.315 100,0 165.301 87,8
Iberdrola Energia S.A . 5.598 5,1 10.394 53,1 - 0,0 15.992 8,5
Previ 3.318 3,0 994 5,1 - 0,0 4.312 2,3
Outros 2.267 2,1 305 1,6 - 0,0 2.572 1,4
Total 109.305 100,0 19.557 100,0 59.315 100,0 188.177 100,0

R$ (em Mil)
Ações Ordinárias Ações Preferenciais
Acionistas Única % A % B % Total %
Neoenergia S.A . 282.702 89,8 22.656 40,2 170.895 100,0 476.253 87,8
Iberdrola Energia S.A . 16.128 5,1 29.947 53,1 - 0,0 46.075 8,5
Previ 9.559 3,0 2.865 5,1 - 0,0 12.424 2,3
Outros 6.531 2,1 880 1,6 - 0,0 7.411 1,4
Total 314.920 100,0 56.348 100,0 170.895 100,0 542.163 100,0

Cada ação ordinária dá direito a um voto nas deliberações da Assembléia Geral. As ações
preferenciais, de ambas as classes, não possuem direito de voto, ficando assegurado ainda: (i) as
ações preferenciais “Classe A” têm prioridade na distribuição de dividendos, que serão no
mínimo 10% (dez por cento) sobre o capital social representado por ações preferenciais “Classe
A”; (ii) as ações preferenciais “Classe B”, têm prioridade na distribuição de dividendos, somente
após a distribuição de dividendos às preferenciais “Classe A”, sendo tais dividendos no mínimo
10% (dez por cento) maiores do que os atribuídos às ações ordinárias.

(b) Reservas de Capital

• Reserva Especial de Ágio

Essa reserva representa a formação da reserva especial do ágio como resultado da


reestruturação societária da Companhia, que gerou o reconhecimento do crédito fiscal
diretamente no patrimônio. (Vide nota explicativa nº 11).

(c) Reservas de Lucro

• Reserva de Incentivo Fiscal

A legislação do imposto de renda possibilita que as empresas situadas na Região Nordeste, e


que atuam no setor de infra-estrutura, reduzam o valor do imposto de renda devido para fins
de investimentos em projetos de ampliação da sua capacidade instalada, conforme determina
o artigo 551, § 3º, do Decreto nº 3.000, de 26 de março de 1999.

A Companhia apurou no trimestre findo em 30 de junho de 2010 o valor de R$ 74.040 (R$


61.452 em 30 de junho 2009) de incentivo fiscal SUDENE, calculado com base no Lucro da
Exploração, aplicando a redução de 75% do imposto de renda apurado pelo Lucro Real.

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Em atendimento à Lei nº 11.638/07 e CPC 07, o valor correspondente ao incentivo SUDENE


apurado a partir da vigência da Lei foi contabilizado no resultado do trimestre, e
posteriormente será transferido para a reserva de lucro devendo somente ser utilizado para
aumento de capital social ou para eventual absorção de prejuízos contábeis conforme previsto
no artigo 545 do Regulamento de Imposto de Renda.

• Reserva Legal

A reserva legal é calculada com base em 5% de seu lucro líquido conforme previsto na
legislação em vigor, limitada a 20% do capital social.

• Reserva de Retenção de Lucros

A Lei das S.A permite às sociedades reterem parcela do lucro líquido do exercício, prevista
em orçamento de capital, previamente aprovado pela Assembléia Geral.

Em 30 de junho de 2010, a Companhia mantém em seu patrimônio líquido Reserva de


Retenção de Lucros, no montante de R$ 161.867 (R$ 123.543 em 30 de junho de 2009) a
qual foi constituída de acordo com o artigo 196 da Lei das S.A.

25 FORNECIMENTO E SUPRIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA

Nº de consumidores
faturados (*) MWh R$
30/06/10 30/06/09 30/06/10 30/06/09 30/06/10 30/06/09
(Reclassificado)
Consumidores:
Residencial 4.167.398 3.941.058 2.610.663 2.384.066 1.027.192 869.379
Industrial 21.393 20.465 1.662.660 1.697.102 440.331 421.912
Comercial 302.581 291.252 1.404.124 1.309.284 612.297 536.182
Rural 193.491 192.795 492.924 399.999 99.859 79.513
Poder Público 44.089 42.394 301.961 276.530 115.222 94.314
Iluminação Pública 15.922 15.954 346.173 342.721 63.444 58.754
Serviço Público 7.633 6.974 378.579 369.463 81.230 78.047
Consumo Próprio 349 369 7.454 7.548 - -
Suprimento 1 1 - - - -
Fornecimento não faturado - - - - 9.033 3.817
Transferência para atividade de distribuição - - - - (1.528.284) (1.407.051)
Subtotal 4.752.857 4.511.262 7.204.538 6.786.713 920.324 734.867

Acordo Geral do Setor Elétrico (372) 3.303


Conta de Compensação de Variação de
Valores de Itens da Parcela A – CVA 12.872 -
Componentes Financeiros 7.931 (39.714)
Subsídios Tarifários (675) -
Subvenção à tarifa social baixa renda - - 151.560 139.033
Total 4.752.857 4.511.262 7.204.538 6.786.713 1.091.640 837.489

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26 DISPONIBILIZAÇÃO DO SISTEMA DE DISTRIBUIÇÃO

A receita com Tarifa de Uso do Sistema de Distribuição – TUSD refere-se basicamente a venda
de energia para consumidores livres com a cobrança de tarifa pelo uso da rede de distribuição.

Saldos em
Ref. 30/06/10 30/06/09

Receita de Uso da Rede Básica / Sistema de Conexão 50.432 29.138


Componentes Financeiros (946) -
Transfer. Atividade de Comercialização (Consumidores Cativos) (a) 1.528.284 1.407.051
1.577.770 1.436.189

(a) Em atendimento ao Despacho ANEEL n˚ 1.618 de 23/04/2008, a Companhia efetuou a


segregação da receita de comercialização e distribuição utilizando uma “tusd média” calculada a
partir da tusd homologada para consumidores cativos.

27 COMPRA E VENDA DE ENERGIA DE CURTO PRAZO NO ÂMBITO DA CCEE

Nos trimestres findos em 30 de junho de 2010 e 2009 a Companhia efetuou a comercialização


de energia de curto prazo no âmbito da CCEE conforme demonstrado a seguir:

30/06/10 30/06/09
Compra MWh R$ MWh (1) R$
CCEE (*) 2 65 - -
Ajustes - 4.790 - (3.267)
Total 2 4.855 - (3.267)

30/06/10 30/06/09
Venda MWh R$ MWh (1) R$
CCEE (*) 157 4.441 345.247 6.815
Ajustes - - - 3.470
Total 157 4.441 345.247 10.285

(*) compra estimada referente ao mês de maio e venda estimada referente ao mês de junho.

Os montantes de receitas/despesas faturados e/ou pagos pelas concessionárias que tiveram


excedente/falta de energia, comercializados no âmbito da CCEE, foram informados pela mesma
e referendados pela Companhia.

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28 RESULTADO OPERACIONAL

Os custos e as despesas operacionais têm a seguinte composição por natureza de gasto:

30/06/10 30/06/09
(Reclassificado)

Custos de Bens Despesas Gerais


e Serviços Despesas e
Vendidos com vendas Administrativas Total Total
Receita Operacional Líquida 1.784.762 1.558.417
Custos / Despesas Operacionais -
Pessoal (30.005) (34.872) (28.514) (93.391) (91.605)
Administradores - - (2.053) (2.053) (1.864)
Entidade de previdência privada (1.650) (1.115) (1.157) (3.922) (3.945)
Material (3.790) (606) (418) (4.814) (4.592)
Combustível para produção de energia - - - - (1)
Serviços de terceiros (33.861) (47.622) (28.458) (109.941) (91.893)
Taxa de fiscalização serviço energia elétrica–TFSEE (2.493) (1.548) - (4.041) (4.222)
Energia elétrica comprada para revenda (787.611) - - (787.611) (712.593)
Encargos de uso do sistema transmissão (122.134) - - (122.134) (101.647)
Depreciação e amortização (84.428) (6.149) (4.613) (95.190) (85.588)
Arrendamentos e alugueis (442) (90) (837) (1.369) (1.600)
Tributos (41) (1.352) (442) (1.835) (1.818)
Provisões Líquidas - PCLD (11.804) (4.103) - (15.907) (12.336)
Provisões Líquidas - Contingências - - (3.652) (3.652) 1.702
Outros (1.194) (1.951) (10.393) (13.538) (13.113)
Total custos / despesas operacionais (1.079.453) (99.408) (80.537) (1.259.398) (1.125.115)
Resultado do Serviço (1.079.453) (99.408) (80.537) 525.364 433.302
Resultado Financeiro (44.331) (17.553)
Juros sobre capital próprio (53.437) (51.024)
Resultado na Alienação/Desativação de Bens e Direitos (2.820) (5.633)
Lucro antes do imposto de renda e contribuição social (1.079.453) (99.408) (80.537) 424.777 359.092

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

29 SALDOS E TRANSAÇÕES COM PARTES RELACIONADAS

A Companhia mantém operações comerciais com partes relacionadas pertencentes ao mesmo grupo
econômico, cujos saldos e natureza das transações estão demonstrados a seguir:
30/06/10 31/03/10 30/06/09
Empresas R ef Natureza de Oper ação Ativo Passivo Resultado Ativo Passivo Res ultado
FAELBA
Constituição Patr onal à Fundação (811) (580)
- - ( 811) - - (580)
Itapebi
(a) Ener gia compr ada 23.423 (139.695) 23.742 (133.635)
(a) Ener gia fornecida 24 93 22 82
Reembolso de despesa 10 19 6 7
34 23.423 (139.583) 28 23.742 (133.546)
Amara Brasil
(f) Pr estação de serviço (almoxarifado) 95 (13) 243
- 95 (13) - 243 60
NC Energia
(a) Ener gia compr ada - ( 2.787) 407 (2.807)
Reembolso de despesa 2 2
2 - ( 2.787) 2 407 (2.807)
Termoper nambuco
(a) Ener gia compr ada 10.156 (38.822) 11.106 (36.658)
- 10.156 (38.822) - 11.106 (36.658)
Celpe
(b) Uso da Rede 249 ( 1.849) 269 (1.701)
- 249 ( 1.849) - 269 (1.701)
Neoenergia Adiantamento - AF AC 1.694 1.694
Dividendos 246.005 489.765
Juros sobre capital próprio 23.570 45.176
Reembolso de despesa 52
- 271.269 - 52 536.635 -
Iberdrola Ener gia
Dividendos 26.711
Juros sobre capital próprio 1.871 3.586
- 1.871 - - 30.297 -

Termoaçu
(a) Ener gia compr ada - (14.616)
- - - - - (14.616)

Cosern
Reembolso de despesa 3
- - - 3 - -
Baguar i I
(a) Ener gia compr ada 327 ( 1.481) 334
- 327 ( 1.481) - 334 -
Rio PCH I
(a) Ener gia compr ada 112 ( 503) 113
- 112 ( 503) - 113 -
Goias Sul
(a) Ener gia compr ada 108 (265) 42
- 108 (265) - 42 -
Previ
Dividendos 7.203
Juros sobre capital próprio 594 1.138
- 594 - - 8.341 -
Afluente Geração
(a) Ener gia compr ada 1.705 (10.359) 1.781 (9.680)
(b) Uso da Rede 109 616 98 530
109 1.705 ( 9.743) 98 1.781 (9.150)
Afluente Tr ansmissão
(e) Aluguel/Comodato 2 (12) 2 (12)
(c) e (d) Uso da Rede 974 ( 4.212) 984 (4.434)
- 976 ( 4.224) - 986 (4.446)

Neoenergia Invest
Reembolso de despesa 77
- - - 77 - -

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


As principais condições relacionadas aos negócios entre partes relacionadas estão descritas a
seguir:

(a) Contratos de Suprimento de Energia Elétrica nos mercados de:

a.1) Contratação Bilateral (Iniciais), aprovadas pela ANEEL.

Itapebi – Contratos nºs 4600010159 e 4600007239, com vigência até 01 novembro de 2016 e 15
de abril de 2017, respectivamente, corrigido anualmente pela variação do IGPM.

NC Energia – Contrato nº 4600007278, com vigência até 30 de abril de 2017, corrigido


anualmente pela variação do IGPM.

Termopernambuco – Contrato nº 4600007277, com vigência até 31 de dezembro de 2023,


corrigido anualmente com base na variação do IGPM.

Afluente – Contrato nº 4600009536, com vigência até 01 de agosto de 2027, corrigido


anualmente pela variação do IGPM.

a.2) Contratação no Ambiente Regulado (CCEAR), através dos Leilões de Energia


promovidos e regulamentados pela ANEEL.

Rio PCHI - Contratos nº 4600015317 e 4600015318, com vigência até 31 de janeiro de 2039,
corrigidos anualmente pela variação do IPCA.

Goiás Sul – Contrato nº 4600017695 com vigência até 31 de dezembro de 2039, corrigidos
anualmente pela variação do IPCA.

Baguari - Contrato nº 4600017675 com vigência até 31 de dezembro de 2039, corrigidos


anualmente pela variação do IPCA.

(b) Contratos de Uso do Sistema de Distribuição (CUSD)

Afluente - Contrato nº 0220928845, com vigência até agosto de 2027, corrigido anualmente
através do reajuste tarifário ANEEL.

Celpe - Contrato de nº 4600013697, com vigência até 31 de janeiro de 2010, corrigido


anualmente pela variação do IGPM.

(c) Contratos de Uso do Sistema de Transmissão (CUST)

Afluente - Contrato nº 4600007292, entre Afluente, Coelba e o ONS – Operador Nacional do


Sistema Elétrico, com vigência até agosto de 2027, corrigido anualmente pela variação do
IGPM.

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


(d) Contratos de Conexão do Sistema de Transmissão (CCT)

Afluente - Contrato nº 4600016674 referente ao uso/conexão do sistema de transmissão da


Afluente, com vigência até agosto de 2027, corrigido anualmente pela variação do IGPM.

(e) Contratos de Locação de Imóveis

Afluente - Contratos nºs 4600016054 e 4600016280 referente à locação de imóveis na SE


Tomba e SE Brumado, respectivamente, ambos com vigência até 31 de dezembro de 2011,
corrigidos anualmente pela variação do IGPM.

(f) Contratos de Prestação de Serviços

Amara Brasil - Contrato nº. 4600014414, referente à administração e logística de almoxarifado,


vigente até 16 de maio de 2011, corrigido anualmente pela variação do IPCA.

Adicionalmente a Companhia realiza vendas de energia a partes relacionadas, presentes em sua


área de concessão (consumidores cativos), com valores definidos através de tarifas reguladas
pela ANEEL.

A Administração da Companhia entende que as operações comerciais realizadas com partes


relacionadas estão em condições usuais de mercado.

A remuneração total dos administradores para o trimestre findo em 30 de junho de 2010 é de R$


1.907 (R$ 1.012 em 30 de junho de 2009), a qual é considerada benefício de curto prazo. A
Companhia mantém ainda benefícios usuais de mercado para rescisões de contratos de trabalho

30 INSTRUMENTOS FINANCEIROS

Em atendimento à Deliberação CVM nº 566, de 17 de dezembro de 2008, que aprovou o


Pronunciamento Técnico CPC 14, e à Instrução CVM nº 475, de 17 de dezembro de 2008, a
Companhia efetuou uma avaliação de seus instrumentos financeiros, inclusive os derivativos.

Considerações gerais:

Em 30 de junho de 2010, os principais instrumentos financeiros estão descritos a seguir:

• Caixa e Equivalentes de caixa – são classificados como mantido para negociação. O


valor de mercado está refletido nos valores registrados nos balanços patrimoniais.

• Títulos e valores mobiliários – são classificados como mantidos até o vencimento, e


registrados contabilmente pelo custo amortizado. Os valores registrados equivalem, na
data do balanço, aos seus valores de mercado.

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


• Consumidores, Concessionárias e Permissionárias e Títulos a Receber – decorrem
diretamente das operações da Companhia, são classificados como empréstimos e
recebíveis, e estão registrados pelos seus valores originais, sujeitos a provisão para
perdas e ajuste a valor presente, quando aplicável.

• Fornecedores – decorrem diretamente das operações da Companhia e são classificados


como passivos financeiros não mensurados ao valor justo.

• Empréstimos, financiamentos e debêntures:

O principal propósito desse instrumento financeiro é gerar recursos para financiar os


programas de expansão da Companhia e eventualmente gerenciar as necessidades de seus
fluxos de caixa no curto prazo.

9 Empréstimo em moeda nacional Banco do Brasil (NCC) R$ 100.000 mil – é


considerado como item objeto de hedge, de acordo com a metodologia de
contabilidade de operação hedge (hedge accounting), e está contabilizado pelo seu
valor de mercado. O valor justo é calculado projetando os fluxos futuros da operação
(ativo e passivo) utilizando o custo da ponta passiva do seu swap.

9 Demais Empréstimos, financiamentos em moeda nacional – são classificados como


passivos financeiros não mensurados ao valor justo, e estão contabilizados pelos
seus valores contratuais, e atualizados pela taxa efetiva de juros da operação. Os
valores de mercado destes empréstimos são equivalentes aos seus valores contábeis.
Trata-se de instrumentos financeiros com características oriundas de fontes de
financiamento específicas para financiamento de investimentos em distribuição de
energia, com custos subsidiados, atrelados à TJLP – Taxa de Juros do Longo Prazo
ou com taxas pré-fixadas, e do capital de giro da Companhia, com custos atrelados à
CDI – Certificado de Depósito Interbancário.

9 Debêntures em moeda nacional – são classificados como passivos financeiros não


mensurados ao valor justo, e estão contabilizados pelos seus valores contratuais, e
atualizados pela taxa efetiva de juros da operação. Para fins de divulgação, as
debêntures tiveram seus valores de mercado calculados com base em taxas de
mercado secundário da própria dívida ou dívida equivalente, divulgadas pela
ANDIMA, sendo utilizado como projeção dos seus indicadores as curvas da BM&F
em vigor na data do balanço.

9 Empréstimos e financiamentos em moeda estrangeira e debêntures em moeda


nacional indexadas a variação cambial – coerente com a política financeira do Grupo
Neoenergia e da Companhia, são considerados como itens objeto de hedge, de
acordo com a metodologia de contabilidade de operação hedge (hedge accounting), e
estão contabilizados pelos seus valores de mercado. Os valores justos são calculados
projetando os fluxos futuros das operações (ativo e passivo) utilizando o custo da
ponta passiva dos seus swaps.

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


• Instrumentos Financeiros Derivativos

9 Operações com derivativos para proteção contra variações cambiais – têm por objetivo a
proteção contra variações cambiais nas captações realizadas em moeda estrangeira e
moeda nacional indexadas a variação cambial, sem nenhum caráter especulativo.

9 Operação com derivativo para troca de taxa de juros – consiste na troca do resultado
financeiro apurado pela aplicação de taxa pré-fixada, equivalente aos juros de um
empréstimo, pelo resultado financeiro apurado pela aplicação, sobre o mesmo valor, de
percentual da taxa DI, sem nenhum caráter especulativo.

Dessa forma, são considerados como instrumentos de hedge, de acordo com a metodologia
de contabilidade de operação hedge (hedge accounting), e estão contabilizados pelos seus
valores de mercado. Os valores justos são calculados projetando os fluxos futuros das
operações (ativo e passivo) utilizando as curvas da BM&F e trazendo esses fluxos a valor
presente utilizando o custo da ponta passiva dos seus swaps.

Os valores contábeis e de mercado dos instrumentos financeiros da Companhia em 30 de


junho de 2010 e 31 de março de 2010 são como segue:

Ativos (Passivos)
30/06/10 31/03/10
Categoria Contábil Mercado Contábil Mercado
Ativo
Caixa e equivalentes de caixa Mantido para negociação 174.782 174.782 262.605 262.605
Títulos e valores mobiliários Mantidos até o vencimento 181.465 181.465 89.782 89.782
Consumidores, Conc. e Perm. (a) Empréstimos e recebíveis 1.102.909 1.102.909 1.035.849 1.035.849
Títulos a receber (a) Empréstimos e recebíveis 25.073 25.073 26.499 26.499
Fundos Vinculados Empréstimos e recebíveis 158 158 157 157

Passivo
Empréstimo em moeda nacional Banco do Brasil (NCC) R$ 100.000 Objeto de hedge (99.920) (99.920)
Demais Empréstimos e financiamentos em moeda nacional Não mensurado ao valor justo (900.683) (900.683) (621.158) (621.158)
Debêntures em moeda nacional Não mensurado ao valor justo (456.623) (454.477) (491.249) (490.107)
Empréstimos, financ. e debêntures em moeda estrangeira Objeto de hedge (284.633) (284.633) (286.207) (286.207)
Instrumentos financeiros derivativos Instrumentos de hedge (hedge accounting) (90.496) (90.496) (102.652) (102.652)

A Companhia possui instrumentos derivativos com objetivo de proteção econômica e financeira


contra a variação cambial utilizando swap dólar para CDI e IGP-M e troca de taxa de juros
utilizando swap de taxa pré-fixada para CDI, conforme descrito a seguir:

9 Foram contratadas operações de “hedge” para a totalidade do endividamento com


exposição cambial, de forma que os ganhos e perdas dessas operações decorrentes da
variação cambial sejam compensados pelos ganhos e perdas equivalentes das dívidas
em moeda estrangeira.

9 Foi contratada operação de “hedge” para o empréstimo em moeda nacional Banco do


Brasil (NCC), de forma que o resultado financeiro apurado pela aplicação de taxa pré-

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fixada seja trocado pelo resultado financeiro apurado pela aplicação, sobre o mesmo
valor, de 99,5% da taxa DI.

A política da Companhia não permite a contratação de derivativos exóticos, bem como a


utilização de instrumentos financeiros derivativos com propósitos especulativos.

Os contratos de derivativos, considerados instrumentos de hedge, vigentes em 30 de junho de


2010 e de 31 de março de 2010 são como segue:

Valores de Referência
Efeito acumulado
Moeda Estrangeira Moeda Local Valor Justo
30/06/10
Valor a
Data dos Data de
Descrição Contraparte Posição 30/06/10 31/03/10 30/06/10 31/03/10 30/06/10 31/03/10 receber/recebido -
Contratos Vencimento
a pagar/pago
Contratos de swaps:

Swap
Ativa Banco USD + 3,446% a.a. 2.681 2.689
12/01/01 22/03/11 USD 1.084 USD 1.084 R$ 2.110 R$ 2.110
Passiva Votorantim CDI - 6% a.a. 4.738 4.706
(2.057) (2.017) (40)
Swap
Ativa USD + LIBOR + 1%a.a. / USD +
Bancos ABN 11/07/06 / LIBOR + 1,875%a.a 263.962 263.042
26/06/2013 /
Passiva AMRO e 26/06/09 / 106,75% / 107,25% / 101,61% / USD 150.000 USD 150.000
26/06/2015 R$ 310.086 R$ 317.315
Citibank 28/06/10
101,72% / 103,27% do CDI 310.337 324.442
(46.375) (61.400) (4.744)
Swap
Ativa Banco USD + 13,4853% a.a. 22.300 21.587
30/07/04 27/01/14 USD 7.356 USD 7.356 R$ 22.231 R$ 22.231
Passiva Votorantim IGPM + 13,95% a.a 64.678 60.822