Mulher MAIOR VÍTIMA da Plutocracia SEM Meritocracia

Aturdido, Perplexo, Inconformado, Indignado, me proponho, a, empiricamente,
tentar efetuar avaliações, sobre, o, concreto, existente, na notícia “Ex-médico Roger
Abdelmassih vai para prisão domiciliar em São Paulo”,
https://noticias.uol.com.br/cotidiano/ultimas-noticias/2017/06/24/ex-medico-roger-abdelmassih-vai-
para-prisao-domiciliar-em-sao-paulo.htm , algo que de maneira irrefutável, inquestionável,
REFLETE a concreta, AMORALIDADE, consistente, e persistente, nos quatros
Poderes Institucionais da “República de Bananas”, presidida por um “Golpista Zé
NINGUÉM”, alicerçada por um “Congresso Golpista Ilegítimo”, abençoada por um
“Judiciário que Persegue, e Protege, Politicamente”, fiscalizada por um “Ministério
Público Cego de um Olho, e Surdo de um Ouvido” (por atuar em uma única direção),
razão pela qual, o Brasil, se transformou, apenas e tão somente, em um, “NADA”, que aí
esta, o que explica que a Sociedade Brasileira é PREJUDICADA, e ENVERGONHADA,
diariamente, de tal forma, ser possível, mesmo que injustamente, alcunhá-la como uma
Sociedade de Ignorantes, e uma Sociedade de Alienados, uma Sociedade de
Bárbaros, quiçá uma Sociedade de Cruéis.

Enquanto, no Brasil, hoje, vivemos uma campanha sobre a “Lei Maria da Penha”,
em função da vitimização impune da MULHER Brasileira, com o objetivo de mudar o
“status QUO” de pura submissão, que leva, em muitos casos, à própria MORTE, somos
“brindados” com a inominável aceitação de que um criminoso inescrupuloso, roger
abdelmassih, que ESTUPROU inúmeras Mulheres, com o requinte de ser regiamente
pago, não para isso, nos deparamos com uma “mulher brasileira”, investida da
Autoridade Institucional de Juíza da 1ª. Vara de Execuções Criminais de Taubaté, sueli
zeraik de oliveira armani, concedendo Prisão Domiciliar, por questão
“HUMANITÁRIA”, a um Criminoso condenado à 181 anos de PRISÃO, por cometer, em
meu empírico entendimento, após o aborto forçado, o maior dos crimes contra a
Mulher, que é o ESTUPRO.
Esta situação de tão surreal, nos apresenta a certeza de que que vivemos uma
“justiça” Plutocrata, onde CASTA Econômica, CASTA Social, CASTA Política, CASTA
Religiosa, CASTA Cultural, CASTA Militar, CASTA Institucional, e principalmente, CASTA
Financeira, determinam uma “meritocracia” DIFERENCIADA, que simplesmente é
NEGADA à população em geral, uma vez que, não deve ser pequeno o contingente
de Presos em situação de saúde muito mais CRÍTICA, sem se quer, ter acesso à
Hospital do porte, e da qualidade, de onde o CRIMINOSO foi transferido, para a prisão
domiciliar de 300 m², usufruindo do luxo, da riqueza, que seus crimes lhes permitiram
adquirir, uma vez que, TODOS foram perpetrados durante o exercício da Profissão.

Talvez, ainda, em funçao desta situação tão surreal,
posssamos afirmar que o STF - Supremo Tribunal Federal
faz jus ao ditado “FAÇA O QUE MANDO, NÃO FAÇA O
QUE FAÇO”, uma vez que, desautoriza o STJ – Superior
Tribunal de Justiça a solicitar autorização prévia da
Camara de Deputados Estaduais para PROCESSAR
qualquer Governador de Estado, muito embora
reconheça que deva solicitar autorização prévia da
Camara de Deputados Federais para PROCESSAR o
Presidente da República, permitindo, que negociações
espúrias venham a IMPEDIR que o Presidente da
República possa RESPONDER CRIMINALMENTE por
seus atos, como qualquer Cidadão Brasileiro, bem como,
possa “posar de inocente” atribuindo ao Procurador-
Geral da República posturas que nada condizem com a
REALIDADE DOS FATOS.

Algo que me permite reapresentar o documento “Brasil e seus Cúmulos do
Absurdo”, https://pt.scribd.com/document/350354598/Brasil-e-seus-Cumulos-do-
Absurdo , onde estamos, empiricamente, tentando efetuar avaliações, sobre o,
concreto, existente, na notícia “Relator concede progressão para o regime semiaberto
a Henrique Pizzolato”, http://www.stf.jus.br/portal/cms/verNoticiaDetalhe.asp?
idConteudo=345178 . Logo o cúmulo do cúmulo do absurdo esta no fato de que o
Cidadão Ítalo-Brasileiro, Cidadão Brasileiro COMUM sem Direito à Foro Privilegiado,
foi processado, julgado, e condenado, por Corte INCOMPETENTE (Duplo Sentido),
impedindo o usufruto de 2ª Jurisdição, bem como, teve o Inquérito 2474 da Polícia
Federal, que provou que não ocorreu qualquer desvio de dinheiro do Banco do
Brasil S.A., razão primeira da acusação do Funcionário do Banco do Brasil Sr.
Henrique Pizzolato, portanto, impedindo seu contraditória, e sua ampla defesa. Logo
outro cúmulo do cúmulo do absurdo esta no fato de que CORRUPTOS são DÍGNOS
de INDULTO, porque, para a República Federativa do Brasil, apesar de participar de
vários acordos internacionais contra a corrupção, são Criminosos que NÃO MATAM,
bem como, NÃO UTILIZAM DE VIOLÊNCIA, muito menos, PRODUZEM VIOLÊNCIA.

Chamo a atenção para os seguintes trechos da notícia “Ex-médico Roger
Abdelmassih vai para prisão domiciliar em São Paulo”,
https://noticias.uol.com.br/cotidiano/ultimas-noticias/2017/06/24/ex-medico-roger-abdelmassih-vai-
para-prisao-domiciliar-em-sao-paulo.htm , acima mencionada:

...
No entanto, o cardiologista Lamartine Cunha Ferraz, autor do laudo que
embasou a concessão de prisão domiciliar, afirma que não indicou que o
paciente necessitava de tratamento médico fora da prisão. "O que fiz foi
uma análise da cardiopatia dele, que é uma doença grave, mas que pode
ser tratada com medicação. Apenas falei que ele deve ser tratado em
qualquer lugar onde possa receber o medicamento adequado, na dose e no
horário certos", alegou.
...
Um laudo de um médico de São Paulo e outro de um médico que também
cumpre pena em Taubaté foram juntados ao processo, ambos destacando
os "graves problemas de saúde" de Abdelmassih, mas apenas o laudo de
Ferraz é citado na decisão da juíza. A magistrada e o promotor que
acompanha o caso, Luiz Marcelo Negrini Mattos, não retornaram os
contatos para comentar o caso.
...
Esta situação nos remete a notícia “Caso Eike Batista: o ensino superior
garante regalias nas cadeias?”, https://www.cartacapital.com.br/sociedade/caso-eike-batista-
o-ensino-superior-garante-regalias-nas-cadeias , uma vez que, a Plutocracia com “meritocracia
diferenciada” garantiu a um preso comum tratamento diferenciado, uma vez que, na
notícia consta:
...
O empresário ainda não comprovou ter concluído ensino superior e não se
enquadra em nenhuma outra categoria dos que têm direito ao recolhimento em
separado. Portanto, obedecendo as regras do sistema prisional, Eike foi
conduzido à Cadeia Pública Bandeira Stampa, conhecida como Bangu 9, que não
tem domínio de facção criminosa.
A princípio, o empresário deveria ir para a penitenciária Ary Franco, que recebe
detentos federais e membros do Comando Vermelho. A mudança ocorreu para
tentar garantir a integridade física de Eike.
...

Esta situação também nos remete a notícia “Gilmar Mendes concede habeas
corpus para soltar Eike Batista”, http://istoe.com.br/gilmar-mendes-concede-habeas-corpus-
para-soltar-eike-batista/ , uma vez que, nela consta:
...
“O fato de o paciente ter sido denunciado por crimes graves – corrupção e
lavagem de dinheiro -, por si só, não pode servir de fundamento único e
exclusivo para manutenção de sua prisão preventiva”, escreveu Gilmar. Ele
também destacou que a conduta supostamente criminosa de Eike estaria ligada
à atuação de um grupo político “atualmente afastado da gestão pública”.
...

Esta situação também nos remete a notícia “Moro absolve Adriana Ancelmo em
processo sobre Comperj”, https://oglobo.globo.com/brasil/moro-absolve-adriana-
ancelmo-em-processo-sobre-comperj-21473742 , uma vez que, nela consta:

..
"Assim e por mais que seja reprovável o gasto, em bens, do produto do crime de
corrupção, isso não torna o cônjuge de agente público corrompido partícipe do
crime de corrupção. Assim, Adriana de Lourdes Ancelmo deve ser absolvida da
imputação de corrupção", escreveu Moro, que inocentou também a jornalista
Claudia Cruz, mulher do ex-deputado Eduardo Cunha.
...
Moro afirmou ainda que Adriana Ancelmo tinha um padrão de vida e de
consumo acima do normal, inconsistentes com os rendimentos lícitos dela e
do ex-governador. Afirmou que os gastos são reprováveis com bens, inclusive de
luxo, são reprováveis, mas não constitui lavagem de dinheiro.

Esta situação também nos remete a notícia “Os processos provam que Moro foi
carrasco de Marisa Letícia e anjo da guarda de Cláudia Cruz. Por Joaquim de
Carvalho”, http://www.diariodocentrodomundo.com.br/os-processos-provam-que-moro-foi-
carrasco-de-marisa-leticia-e-anjo-da-guarda-de-claudia-cruz-por-joaquim-de-carvalho/ ,
uma vez que, nela consta:
A leitura atenta de duas decisões do ministro Sérgio Moro mostra o desequilíbrio da
Operação Lava Jato. A absolvição de Cláudia Cruz se deu apesar da
comprovação de que mantinha, no exterior, uma conta corrente não declarada à
Receita Federal e que recebeu depósito superior a 1,1 milhão de dólares.
A lei determina a absolvição sumária no caso de falecimento do acusado, mas
Moro se recusou a decretá-la no caso de Marisa Letícia Lula da Silva nos
processos do tríplex do Guarujá e do Sítio de Atibaia. Limitou-se a declarar
extinta a punibilidade – o que é óbvio: uma pessoa falecida não pode ser punida.
A diferença de tratamento nos dois casos vai muito além.
...
A Notícia, em Quarta-feira, 31 de maio de 2017, “Relator concede progressão
para o regime semiaberto a Henrique Pizzolato”,
http://www.stf.jus.br/portal/cms/verNoticiaDetalhe.asp?idConteudo=345178, onde o
cúmulo do absurdo esta na certeza de que, o Cidadão Ìtalo-Brasileiro é INOCENTE, e
possui um HC131033 – Habeas Corpus, em “concluso(s) ao relator(a)” desde 03 de
Novembro de 2015, isto é, embora já devesse ter sido INOCENTADO, e ter sua
PRISÃO RELAXADA, continua Preso, agora em regime semiaberto (GRANDE
NEGÓCIO).

Em função do acima colocado, qual pode, e deve, ser
a expectativa do POVO Brasileiro, em especial, da
Mulher Brasileira, em relação manutenção de sua
integridade física, psíquica e moral, quando o pior dos
piores, apenas e tão somente, segundo uma outra “mulher
brasileira”, é meritocraticamente merecedor de
tratamento HUMANITÁRIO ?

RealMENTE, a “República de Bananas”, onde o “CAOS” é Moral, é Ético, e, é
Profissional, nos apresenta, em meu empírico entendimento, a “certeza” da existência
de Autoridades Institucionais, em também meu empírico entendimento, Levianas, fica-
nos, quase impossível, admitir, que, algum dia, poderemos nos firmar, e afirmar, como
uma Sociedade Livre, Justa e Fraterna, o que nos obriga a reafirmar Ruy Barbosa
de Oliveira, o Águia de Haia.

Portanto, reafirmando Ruy Barbosa de Oliveir a, o Águia de Haia, apenas
e tão somente, posso dizer: “TENHO VERGONHA DE MIM”.

https://www.youtube.com/watch?v=Lo1gPVsKp5E

Texto de Cleide Canton e Rui Barbosa por Rolando Boldrim.

Afinal, a Instituição Democrática Supremo Tribunal Federal, em seu site oficial, na
página “A Constituição e o Supremo”, nos assegura, a certeza, de que não basta o
Poder Institucional decidir, é imperioso que seja Legítimo, Justo, e Legal, uma vez
que, consta:
http://www.stf.jus.br/portal/constituicao/sumariobd.asp.
"Ninguém é obrigado a cumprir ordem ilegal, ou a ela se submeter, ainda que
emanada de autoridade judicial. Mais: é dever de cidadania opor-se à ordem ilegal;
caso contrário, nega-se o Estado de Direito." (HC 73.454, Rel. Min. Maurício Corrêa,
julgamento em 22-4-96, 2ª Turma, DJ de 7-6-96)
“Separação dos poderes. Possibilidade de análise de ato do
Poder Executivo pelo Poder Judiciário. (...) Cabe ao Poder
Judiciário a análise da legalidade e constitucionalidade dos
atos dos três Poderes constitucionais, e, em vislumbrando
mácula no ato impugnado, afastar a sua aplicação.” (AI
640.272-AgR, Rel. Min. Ricardo Lewandowski, julgamento em 2-
10-09, 1ª Turma, DJ de 31-10-07). No mesmo sentido: AI 746.260-
AgR, Rel. Min. Cármen Lúcia, julgamento em 9-6-09, 1ª Turma,
DJE de 7-8-09.
“Devem ser postos em relevo os valores que norteiam a Constituição e que devem
servir de orientação para a correta interpretação e aplicação das normas constitucionais e
apreciação da subsunção, ou não, da Lei n. 8.899/94 a elas. Vale, assim, uma palavra,
ainda que brevíssima, ao Preâmbulo da Constituição, no qual se contém a explicitação
dos valores que dominam a obra constitucional de 1988 (...). Não apenas o Estado haverá
de ser convocado para formular as políticas públicas que podem conduzir ao bem-estar, à
igualdade e à justiça, mas a sociedade haverá de se organizar segundo aqueles
valores, a fim de que se firme como uma comunidade fraterna, pluralista e sem
preconceitos (...). E, referindo-se, expressamente, ao Preâmbulo da Constituição
brasileira de 1988, escolia José Afonso da Silva que ‘O Estado Democrático de Direito
destina-se a assegurar o exercício de determinados valores supremos. ‘Assegurar’,
tem, no contexto, função de garantia dogmático-constitucional; não, porém, de
garantia dos valores abstratamente considerados, mas do seu ‘exercício’. Este signo
desempenha, aí, função pragmática, porque, com o objetivo de ‘assegurar’, tem o efeito
imediato de prescrever ao Estado uma ação em favor da efetiva realização dos ditos
valores em direção (função diretiva) de destinatários das normas constitucionais que dão
a esses valores conteúdo específico’ (...). Na esteira destes valores supremos
explicitados no Preâmbulo da Constituição brasileira de 1988 é que se afirma, nas
normas constitucionais vigentes, o princípio jurídico da solidariedade.” (ADI 2.649,
voto da Min. Cármen Lúcia, julgamento em 8-5-08, Plenário, DJE de 17-10-08) como
também, os princípios da Segurança (inclusa a Jurídica), da Liberdade, da Justiça, da
Igualdade, que, efetivamente, permitirão, a Construção de uma Sociedade Livre, Justa
e Fraterna. (Plinio Marcos Moreira da Rocha)

“Enquanto os direitos de primeira geração (direitos civis e políticos) – que
compreendem as liberdades clássicas, negativas ou formais – realçam o princípio da
liberdade e os direitos de segunda geração (direitos econômicos, sociais e culturais) –
que se identifica com as liberdades positivas, reais ou concretas – acentuam o princípio
da igualdade, os direitos de terceira geração, que materializam poderes de titularidade
coletiva atribuídos genericamente a todas as formações sociais, consagram o princípio
da solidariedade e constituem um momento importante no processo de desenvolvimento,
expansão e reconhecimento dos direitos humanos, caracterizados, enquanto valores
fundamentais indisponíveis, nota de uma essencial inexauribilidade.” (MS 22.164, Rel.
Min. Celso de Mello, julgamento em 30-10-1995, Plenário, DJ de 17-11-1995.)
“O princípio da isonomia, que se reveste de auto-aplicabilidade, não é –
enquanto postulado fundamental de nossa ordem político-jurídica – suscetível de
regulamentação ou de complementação normativa. Esse princípio – cuja observância
vincula, incondicionalmente, todas as manifestações do Poder Público – deve ser
considerado, em sua precípua função de obstar discriminações e de extinguir
privilégios (RDA 55/114), sob duplo aspecto: (a) o da igualdade na lei; e (b) o da
igualdade perante a lei. A igualdade na lei – que opera numa fase de generalidade
puramente abstrata – constitui exigência destinada ao legislador que, no processo de
sua formação, nela não poderá incluir fatores de discriminação, responsáveis pela
ruptura da ordem isonômica. A igualdade perante a lei, contudo, pressupondo lei já
elaborada, traduz imposição destinada aos demais poderes estatais, que, na
aplicação da norma legal, não poderão subordiná-la a critérios que ensejem
tratamento seletivo ou discriminatório. A eventual inobservância desse postulado
pelo legislador imporá ao ato estatal por ele elaborado e produzido a eiva de
inconstitucionalidade.” (MI 58, Rel. p/ o ac. Min. Celso de Mello, julgamento em 14-12-
1990, Plenário, DJ de 19-4-1991.)

Atenciosamente,
Dr. Plinio Marcos Moreira da Rocha
“Colando” (copiando) Grau de Doutor, com Doutorado em Direito de
“Merda” (inexistente), em Estabelecimento de “Merda” (inexistente),
reconhecido pelo Ministério de Estado da Educação de “Merda (que TUDO
assiste, duplo sentido), de um Estado de Direito de “Merda” (que TUDO
permite), conforme o documento “Resposta a Sérgio Rodas de um
Cinquentão com Índole de Jovem”, onde estamos utilizando do direito de
resposta, face a tendenciosa, e achincalhada, “avaliação” do documento
“Petição como Amicus curiae”, feita, e publicada, pelo “repórter” Sérgio
Rodas da Revista Consultor Jurídico.
https://pt.scribd.com/doc/282176485/Resposta-a-Sergio-Rodas-de-Um-
Cinquentao-Com-Indole-de-Jovem
http://www.conjur.com.br/2015-set-16/cinquentao-indole-jovem-participar-
julgamento-stf
https://pt.scribd.com/document/142382500/Porque-Sou-Doutor-Em-Direito-
de-Merda
Rua Gustavo Sampaio nº112 apto. 603 – LEME – Rio de Janeiro – RJ
CEP – 22.010-010
Tel. (Res) 2542-7710
Tel. (Cel) 9 8618-3350
Penso, não só Existo, Me Faço PRESENTE
Um Cinquentão com índole de um Jovem revolucionário apaixonado por TUDO que
se envolve, por isso, tem a Despreocupação Responsável em MUDAR Conceitos e
Valores.
A Despreocupação Responsável em MUDAR Conceitos e Valores
La leggerezza responsabile di MODIFICARE Concetti e Valori
Die Nachlässige verantwortlich zu ändern Konzepte und Werte
Descuidos a la Responsable de CAMBIAR conceptos y valores
De onzorgvuldige Verantwoordelijke VERANDERING van concepten en Waarden
The Responsible Easiness in CHANGING Concepts and Values
Le négligent responsable de changement Concepts et valeurs
‫إن إهمال المسؤولين إلى تغيير المفاهيم والقيم‬
不注意な変更概念と値に責任
Analista de Sistemas, presumivelmente único Cidadão Brasileiro COMUM, que
mesmo não tendo nível superior completo (interrompi o Curso de Executivo, com o
primeiro semestre completo em 1977), portanto, não sendo Advogado, nem
Bacharél, nem Estudante de Direito, teve suas práticas inscritas nas 6ª, e 7ª,
edições do Prêmio INNOVARE, ambas calcadas no CAOS JURÍDICO que tem
como premissa o PURO FAZER DE CONTAS, reconhecidas, e DEFERIDAS pelo
Conselho Julgador, conforme o documento INNOVARE Um Brasileiro COMUM No
Meio Juridico II,
http://pt.scribd.com/doc/46900172/INNOVARE-Um-Brasileiro-COMUM-No-Meio-Juridico-II
Matérias Reconhecidas :: STF - Supremo Tribunal Federal http://www.stf.jus.br/portal/geral/verImpressao.asp

Brasília, 19 de maio de 2017 - 01:09 Imprimir

Notícias STF

Terça-feira, 16 de maio de 2017

Ministro afasta validade de normas sobre autorização prévia para julgar governador

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), proferiu decisão em três ações que questionavam a
necessidade de autorização do Poder Legislativo estadual para se processar penalmente o governador. As decisões se
deram nas Ações Diretas de Inconstitucionalidade (ADIs) 218, 4799 e 4806, ajuizadas, respectivamente, contra dispositivos
das Constituições estaduais da Paraíba, do Rio Grande do Norte e de Sergipe.

O ministro decidiu pelo provimento dos pedidos e pela inconstitucionalidade das normas questionadas, com base no
entendimento adotado pelo STF em julgamentos proferidos no início deste mês, quando foram julgadas ações relativas a
Minas Gerais, Piauí, Acre e Mato Grosso.

Na conclusão dos julgamentos, foi fixada tese pelo Plenário explicitando que é vedado às unidades federativas instituírem
normas que condicionam a instauração de ação penal contra o governador. O Pleno fixou ainda a possibilidade de os
ministros deliberarem monocraticamente sobre outros casos semelhantes em trâmite.

O ministro Alexandre de Moraes cita como fundamentos de seu entendimento o princípio da responsabilidade de todos
perante a lei e a separação dos Poderes. Isso porque, uma vez que as normas significam uma restrição à atuação do
Judiciário, na prática subtraem ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) a jurisdição penal sobre governadores.

O relator também aborda a mudança do entendimento do STF sobre o tema, antes majoritariamente pela
constitucionalidade de tais dispositivos. O ministro afirma que a mudança de entendimento foi uma decorrência da
degeneração do espírito da norma: “Os sólidos fundamentos da posição majoritária do Supremo Tribunal Federal pela
constitucionalidade dessa extensão não mais estão presentes em face da degeneração do espírito dessas normas-obstáculos
previstas nas constituições estaduais, corrompidas por sua utilização”, afirma.

Voto

O ministro Alexandre de Moraes divulgou a íntegra de seu voto na Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 5540, na
qual o STF definiu seu atual posicionamento sobre o tema.

FT/CR

Leia mais:

15/05/2017 - Afastadas normas estaduais do Pará e Mato Grosso do Sul sobre autorização prévia para STJ julgar
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04/05/2017 - Plenário confirma que não é necessária autorização prévia para SJJ julgar governador

03/05/2017 - STF altera jurisprudência e afasta necessidade de licença para julgamento de governador

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