Você está na página 1de 6

Arthur Lucato de Oliveira Monte 9805612

Eduardo Lovato 9805845

´

Gabriel Mota de Avila Ferreira 8070744

Estudo de Caso 2: Euro in Crisis

USP - S˜ao Carlos

2016

Sum´ario

 

˜

1

INTRODUC¸ AO

 

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

2

´

ˆ

2

AN ALISE ECON OMICA DA CRISE DE 2008

 

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

3

2.1

Qual foi a resposta do Banco Central Europeu frente a crise 2008 -

2010 e qual foi a an´alise sobre o problema que estava enfrentando.

 

.

3

2.2

A compara¸c˜ao entre a rea¸c˜ao do BCE e do Fed

 

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

3

2.3

A divida da gr´ecia deveria ser comprada pelo BCE em 2010?

 

.

.

.

.

.

4

˜

3

CONCLUS AO

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

5

1 Introdu¸c˜ao

O presente relat´orio visa a an´alise das respostas do Banco Central Europeu (BCE) a crise

econˆomica mundial que teve in´ıcio em 2008 e fim em 2011. Com esse estudo espera-se analizar

as situa¸c˜oes a qual o BCE enfrentou e se sua resposta aos problemas foram eficazes. Nessa

an´alise compararemos, tamb´em, as respostas do Fed (Federal Reserve) com o BCE frente a crise.

2

An´alise Econˆomica da crise de 2008

2.1 Qual foi a resposta do Banco Central Europeu frente a crise 2008 - 2010 e qual foi a an´alise sobre o problema que estava enfrentando.

A princ´ıpio o banco central se deparou com um grande problema, se ajudasse a Gr´ecia, pu-

xando uma d´ıvida de 60 bilh˜oes de euros, outros pa´ıses, como Portugal e Espanha, poderiam ser influenciados a n˜ao ter uma resposta politica robusta ao que estava acontecendo. Intervir poderia, tamb´em, colocar o BCE em risco, visto que a fun¸c˜ao principal de um banco central ´e a estabilidade de pre¸cos e, caso o BCE ajudasse a Gr´ecia, poderia acabar sendo a primeira resposta a toda crise fiscal subsequente, o que poderia ter consequencias infla- cion´arias. Com isso posto, a primeira medida, no come¸co da crise, foi injetar no mercado de moedas noventa e cinco bilh˜oes de euros, como esfor¸co para os bancos voltarem a emprestar dinheiro uns aos outros. No come¸co de 2008 o BCE injetou ainda mais dinheiro no mercado de moe- das, ap´os a quebra de um importante banco americano, que causou a queda de confian¸ca no mercado, para que a liquidez do mercado de moedas crescesse.

2.2 A compara¸c˜ao entre a rea¸c˜ao do BCE e do Fed

A principal ferramenta do BCE frente a crise foi, ao se aproximarem os efeitos vindos dos

EUA, trabalhar com o controle das taxas de juros. Por n˜ao ter trabalhado de forma seme- lhante, a Federal Reserve ficou refem dos juros e avalia¸c˜oes de risco, o que a for¸cou a agir

mais agressivamente. Este controle foi feito pelo BCE com o intuito de promover liquidez para o mercado atrav´es de um sistema de taxas de juros semanalmente vari´aveis, que deram origem a` chamada MRO (Main Refinancing Operation). Essa forma de agir fez com que os emprestimos interbancarios fossem facilitados, acarretou a posterior redu¸c˜ao da infla¸c˜ao do Euro no per´ıodo e, consequentemente, fez com que as quantias emergenciais destinadas aos pa´ıses afetados na zona do Euro se mantivessem est´aveis enquanto tudo n˜ao voltasse ao normal.

2.3

A divida da gr´ecia deveria ser comprada pelo BCE em 2010?

Como j´a explicitado anteriormente a fun¸c˜ao principal de um banco central, neste caso o BCE, ´e manter a estabilidade de pre¸cos. Caso o BCE comprasse a divida da Gr´ecia, segundo a Teoria Quantitativa da Moeda, ele estaria injetando no mercado uma quantia grande de moedas o que causaria varia¸c˜ao de pre¸cos e, portanto, infla¸c˜ao. Al´em disso, ´e v´alido salientar que a Gr´ecia n˜ao tem uma base industrial forte e, com isso, caso fosse salva pelo BCE acabaria, em pouco tempo, com mais d´ıvidas, visto que a sua recupera¸c˜ao econˆomica ´e bem mais lenta.

3 Conclus˜ao

Foi analisado a forma como o BCE encarou a crise de 2008 a 2010, comparou-se com as respostas do Fed e a agressividade de suas decis˜oes em momentos cruciais. Foi dada maior aten¸c˜ao a Gr´ecia, um dos pa´ıses mais atingidos pela crise mundial.