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A INSTRUMENTALIZAÇÃO CARTOGRÁFICA NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES DE GEOGRAFIA

Darlan da Conceição Neves Ítalo D'Artagnan Almeida Luiza Carla da Silva Soares Universidade Estadual de Santa Cruz

Palavras-chave: Formação de professores, alfabetização cartográfica, ensino de geografia.

INTRODUÇÃO

Pensar e agir sobre o espaço. Esse deve ser o ponto chave do ensino de geografia, no que concerne à formação de professores de Geografia. Neste sentido, a alfabetização cartográfica deveria estar inserida como componente curricular, nos cursos de licenciatura em Geografia de qualquer universidade, como uma preocupação maior com formação significativa de seus acadêmicos. Assim, na geografia escolar, ao inserir o aluno nesse contexto, o professor contribui para a construção do olhar geográfico sobre o mundo, bem como da própria cidadania, por meio dessa linguagem cartográfica que traduz do abstrato para uma linguagem concreta e, tornar os conteúdos da geografia que ao aluno podem parecer abstratos, em algo palpável e significativo (CASTELLAR, 2011). Nessa perspectiva, este trabalho tem por objetivo contribuir para a discussão sobre a importância da instrumentalização didática do licenciando em Geografia, a fim de que esse egresso possa romper com os paradigmas do ensino tradicional e avançando para um ensino significativo. Ao perceber que os cursos de licenciaturas em muitas universidades estão aquém, no que tange a transposição didática dos conhecimentos geográficos, pensamos em contribuir para o desenvolvimento de uma olhar especial para tal problemática. No primeiro momento, trazemos à discussão, depois de uma busca pela literatura sobre o assunto, a importância de uma alfabetização cartográfica sólida dos egressos nos cursos de licenciatura em Geografia; no segundo momento, através de uma pesquisa-ação relatamos uma experiência em sala de aula que aconteceu no Colégio Estadual Dona Amélia Amado, na cidade de Itabuna - Bahia. Ao final, deixamos espaço para o prosseguimento da discussão que é de fundamental importância, pois sabemos que é daí que a Geografia Escolar é formada.

A IMPORTÂNCIA DA FORMAÇÃO DIDÁTICA DO PROFESSOR DE GEOGRAFIA PARA O ENSINO DA CARTOGRAFIA

Atualmente, vários estudos apontam os diversos entraves na formação do professor de Geografia (VESENTINI, 1992; MARCELO 1998; CALLAI, 2003; CATANI, 1997; CASTROGIOVANNI, 2003, PONTUSCHKA, 2007). Estes autores chegaram à conclusão de que o processo de formação de professor em geografia pode ser definido como uma bifurcação de diferentes fases. Formar um professor equivale a ter um sujeito capaz de entender a importância que sua área de conhecimento tem para a sociedade, sendo que, além disso, ainda há a necessidade de que o geógrafo licenciado seja um investigador e conhecedor das propostas práticas e teóricas existentes. Ainda, a formação do professor é conceituada como o momento em que adquire ou melhora seu nível de conhecimento, competências e

disposições, permitindo intervir profissionalmente “desenvolvimento do ensino, currículo, da escola, com o objetivo de melhorar a qualidade da educação que os alunos recebem”

(GARCIA, 1999, p.26). Outra questão a ser abordada na formação de professores de geografia, pode-se destacar que o processo ocorre a partir de três lógicas distintas. Em primeiro lugar, a lógica do investimento é caracterizada pelo conhecimento que o formando tem das necessidades que serão cobradas no desempenho da função, destacando ainda as expectativas e os desejos do mesmo no processo de formação. Em segundo lugar, a lógica da formação-ação está na vida do professor a partir dos contextos políticos e sociais que o mesmo encarará ao exercer sua função em sala de aula. Por fim, o terceiro ponto do processo de formação do professor é a lógica do projeto, configurada em última instância como o projeto de vida do formando, o projeto de vida do formador e o projeto que a instituição desenvolve (RODRIGUES, 2006). Callai (1999, p.36), ao abordar a necessidade de renovar o ensino, enfatiza que:

A renovação no ensino na sala de aula tem que acontecer e, para isso, é necessário pensarmos junto com os professores (para sairmos da tentação do receituário pronto), pois na maioria das vezes gastamos em discussões teóricas e, no dia-a-dia da sala de aula, a prática é a mais tradicional e conservadora possível, tanto nossa, na universidade, quanto nas escolas. Esse fenômeno acontece nos três graus de ensino, mas se desnuda de forma mais consistente no primeiro e segundo grau. No terceiro grau, ele é mais velado e só assume contornos de problema quando o profissional passa a exercer a sua profissão.

Além disso, o surgimento das novas tecnologias nos últimos anos, dentre estas o Geoprocessamento, ganhou importância singular na necessidade de que o professor tenha

domínio sobre as mesmas. Estas ferramentas, quando utilizadas corretamente, são mediadoras da interpretação do espaço geográfico, a partir da nova visualização do espaço proporcionada pelas mesmas. Com isso, facilita a existência de projeto político pedagógico inovador, facilitando o processo de aprendizagem do aluno de Geografia. Ainda, se trabalhado em escala local, proporciona ao aluno um vasto conhecimento da sua área de vivência, ao servir como auxílio nos estudos socioambientais. Cavalcanti (2002, p.117) corrobora o pensamento acima, pois considera que:

Não se trata de organizar cursos de formação profissional atrelados ao mercado de trabalho. Mas não se pode trabalhar nos cursos sem ter em mente as necessidades, as demandas da prática profissional. A formação acadêmica não pode estar desarticulada da realidade prática. No caso do profissional do magistério, é comum a pouca integração entre os sistemas que formam os docentes, as universidades, e os que os absorvem: as redes de ensino fundamental e médio. Recomenda-se que a formação profissional, seguindo esse princípio, seja pensada e executada com base numa concepção de objetivos educacionais que visam à preparação para o exercício do trabalho, para a prática da cidadania e para a vida cultural.

A Cartografia advém para ser utilizada como uma ferramenta para auxiliar na construção de um indivíduo reflexivo e crítico, tanto através dos recursos didáticos como humanos, fazendo com que a participação do aluno seja ativa em sala de aula. O professor, no entanto para engajar o aluno em sala de aula deve adotar novas metodologias que atraia a atenção dos alunos, principalmente trabalhando a temática cartográfica no cotidiano do mesmo. As aulas de Cartografia ou, muitas vezes, no ensino de geografia pela cartografia, percebe-se que os alunos não entendem o seu objetivo e muitas vezes, este conteúdos não atendem os objetivos do processo de ensino e aprendizagem da geografia. Estudos demonstram que este fato se deve, na maioria das vezes, a prática pedagógica dos professores; em alguns casos de forma tradicional, onde os alunos são apenas agentes passivos Almeida (2011), Almeida e Passini (1998), Castellar (2011), Martinelli (2004, 2011) e Passini (2012). Quando somos levados para uma reflexão sobre a educação, é impossível não pensarmos nas práticas pedagógicas e na formação reflexiva docente como aliados na construção da identidade profissional do educador. A prática docente é um ponto chave para apreciação da formação docente. O professor não é um receptáculo de informações, mas deve manter o costume de entrar em sala com um planejamento pré-estabelecido, suas aulas devidamente preparadas, facilitando o ensino-aprendizagem.

Segundo Veiga (2006, p.51), o termo “ensino tradicional” pode ser caracterizado

como: tradição, autoridade, controle, avaliação, disciplina extrema, recompensa, memorização

e repreensão, o que transcreve-se em aulas maçantes, alunos desinteressados e desmotivados. De acordo com (ALMEIDA, p. 32), “os PCN’S – Parâmetros Curriculares Nacionais - sugerem uma participação harmoniosa e ativa do professor como facilitador de conhecimento

aos alunos, utilizando seus eixos temáticos para a construção do eu-cidadão

...

”.

E no ensino e aprendizagem de leitura de mapas através da Cartografia e seus fundamentos faz-se necessário um professor participativo, que utilize um diálogo multiparticipativo com os alunos, fomentando a realidade do aluno e principalmente a troca de saberes. Um parâmetro que dificulta o exercício do professor em sala de aula é sua formação incipiente, que muitas das vezes não possui o conhecimento necessário para desenvolver atividades geográficas/cartográficas em sala de aula. Pode-se também ser observados professores com outra formação que assumem as aulas de geografia, por achar que é fácil, mas não dominam o conteúdo, não possuem as noções básicas para o ensino da Cartografia. Se no curso de graduação em Licenciatura em Geografia, muitos alunos que serão futuros professores apresentam dificuldades na aprendizagem da Cartografia, o que dizer dessas pessoas que assumem as aulas de Geografia sem formação adequada? Segundo Rios e Campos (2009, p. 4):

É necessário que o conhecimento cartográfico seja entendido no sentido de utilização, prática, leitura, interpretação e construção de mapas, aprendizados indispensáveis para conhecer o espaço geográfico. No entanto, para que tais aprendizados sejam alcançados de forma concreta é imprescindível que o professor sinta-se realmente preparado colocando-os verdadeiramente em prática.

É necessário que o professor, Licenciado em Geografia, desenvolva atividades que favoreçam a aprendizagem e apreensão por parte dos alunos dos conteúdos trabalhados e que o mesmo tenha conhecimento do seu importante papel como formador de valores, opiniões e na aprendizagem do espaço geográfico e da Cartografia. Rios e Campos (2009, p.2), ainda afirmam que:

A cartografia representa uma ferramenta fundamental para o ensino de Geografia, já que se fundamenta na leitura, interpretação, análise e representação dos diversos recortes do espaço. Essas duas ciências estão interligadas que a Geografia chega até a ser confundida pela maioria dos alunos e também por alguns professores como uma disciplina que estuda os mapas.

Os conhecimentos cartográficos devem ser utilizados pelo professor no contexto geográfico, sendo de extrema importância para o aluno se orientar, saber interpretar e ler mapas, ter noção de lateralidade, adquirindo desta forma autonomia para apreender o espaço em que vive. A educação cartográfica segundo Passini (2012), “é uma metodologia que estuda os processos de construção de conhecimentos conceituais e procedimentais que desenvolvam habilidades para que o aluno possa fazer as leituras de mundo por meio das suas representações” (p. 13). É de extrema importância que o professor seja qualificado, e isso será refletido em sua atuação profissional, favorecendo assim o processo de ensino-aprendizagem da Cartografia, de forma efetiva.

De acordo com Almeida e Passini (2001, p.23), a criança perceberá o espaço vivido e para representá-lo, utilizará símbolos para a codificação dos elementos já familiares para ela. Sendo assim, o aprendizado de Cartografia não deve ser apenas feito através de cópias seguras dos mapas contidos nos livros didáticos e sim, construções e representações inicialmente atreladas ao cognitivo do aluno e de sua vivência. No livro “Prática de ensino de Geografia e estágio supervisionado” escrito por Passini, fomenta a postura do professor como orientador e motivador do aluno, fazendo-o buscar e responder as suas indagações, transformando o aluno passivo em aluno ativo para

uma maior absorção do conhecimento cartográfico, pois [

...

]

“os conceitos (espontâneos)” [

...

]

começam a se formar em termos de experiências e atitudes dos indivíduos diante do mundo vivido” (SANTOS, 2004, p. 205). Alguns professores que utilizam o ramo da Geografia como a Cartografia, por se especializarem somente na parte técnica e outros profissionais da área somente na parte teórica, esquecem-se da prática educacional e de suas metodologias para o ensino de Cartografia em sala de aula. Além disso, há a falta de interesse dos professores licenciados pela Cartografia, pois alguns destes veem nos mapas e nas cartas apenas ilustrações imagens presentes no livro didático, não abrangendo-as como uma ferramenta de estudo do espaço, região ou lugar. A utilização de ferramentas cartográficas como mapas, globos, maquetes, cartas, imagens, plantas entre outras podem e devem ser utilizadas diariamente por diversas disciplinas na escola, visto que trabalha o cognitivo da criança através da espacialidade e da construção por meio do sistema de projeções e de pontos de vistas, assim familiarizando-se com a cartografia e suas múltiplas linguagens. Com a construção dos mapas, cabe o professor auxiliar no entendimento dos diversos signos que o compõe, dando objetividade e referência

ao aluno, selecionando quais informações o aluno quer passar, sendo assim valendo no crescimento do raciocínio lógico. O ato de idealizar, criar e construir os mapas e não apenas copiá-los dos livros didáticos é o primeiro passo para o entendimento do saber cartográfico. O ensino e aprendizado em Cartografia é encantador, contudo necessita de um educador preparado, empenhado e acima de tudo atualizado com as diversas mudanças que ocorrem no mundo, para poder contextualizar com os acontecimentos reais. Além disso, o educador precisa estabelecer metodologias significativas para transpor aos alunos, o conteúdo cartográfico para que seja absorvido qualitativamente à totalidade prática e reflexiva do contexto socioambiental.

RELATO DE EXPERIÊNCIA

A prática docente na formação de professores de Geografia é fundamental, à medida que se alia a teoria e a prática, na perspectiva de assim, desenvolver uma formação plena. Nesse contexto abrimos aqui um espaço para mostrar uma prática pedagógica que aconteceu na Escola Estadual Dona Amélia Amado, no município de Itabuna Bahia, alunos do 8° ano do Ensino Fundamental II (04 turmas), no mês de Agosto de 2013. Foram trabalhados os conceitos de mapas hipsométricos, curvas de nível, perfis topográficos, ocupação desordenada em áreas de encostas, dentre outros. Inicialmente, os conteúdos supracitados foram explanados em aulas expositivas, com utilização de data show, mapas hipsométricos e imagens. Optamos pela construção de um perfil topográfico, à medida que é representativo para os alunos, pois o conteúdo estava relacionado com o cotidiano deles: a ocupação desordenada em áreas de encostas; a grande maioria dos mesmos reside em áreas periféricas com tais características. Relacionamos essas ocupações com as condições de vida da população local, e quando de sua origem, que está correlacionada à crise do cacau no final do século XX. Para tal, os materiais utilizados foram papel milimetrado, régua, lápis de cor, lápis, borracha. Destacamos também, a importância de se entender um mapa hipsométrico, através das cores convencionadas e trabalhamos os conceitos de altura, altitude e hipsometria. Apresentamos o relevo, a vegetação, o clima, tipos de solos, o homem, dentro de um sistema de variáveis que se inter-relacionam, na construção e na alteração da paisagem.

Utilizamos modelo euclidiano de representação, em um plano bidimensional, ao mostrar a forma de relevo associada à região cacaueira: a de mares de morros. As fotos abaixam mostram o trabalho realizado em uma das turmas.

Utilizamos modelo euclidiano de representação, em um plano bidimensional, ao mostrar a forma de relevo associada
Utilizamos modelo euclidiano de representação, em um plano bidimensional, ao mostrar a forma de relevo associada

Figuras 1 e 2. Alunos do 8° ano. Fonte: Darlan Neves.

Utilizamos modelo euclidiano de representação, em um plano bidimensional, ao mostrar a forma de relevo associada

Figuras 3 e 4. Fonte: Darlan Neves.

Utilizamos modelo euclidiano de representação, em um plano bidimensional, ao mostrar a forma de relevo associada

A construção do perfil topográfico pelos alunos orientados pelo professor incide no caráter social da escola, pois “o ensino escolar não é meramente uma formalidade institucional que se cumpre, mas, uma atividade complexa, preocupada em ajudar no projeto de desenvolvimento dos alunos e de sua prática social” (CAVALCANTI, 2013). Foi pertinente a realização da atividade, pois o espaço vivido dos alunos foi explorado, através da prática da alfabetização cartográfica em conhecer o entorno na cidade pela representação especializada na atividade proposta. Como o sítio urbano ao qual a cidade de Itabuna está é o domínio de mares de morros, muitas são as encostas ocupadas pela maioria da população itabunense. Ao mostrar a função da declividade do terreno no perfil e relacionar com seus locais de vivências, os alunos perceberam o risco de se habitar tais áreas, devido ao tipo de solo que se desenvolve em tais locais, locais estes onde acontece frequentemente a movimentação de massas. Ao final, os alunos compreenderam a importância do planejamento urbano, para melhor distribuição da população em locais mais seguros; a necessidade de um melhor trato sanitário dessas habitações e dos córregos que passam em alguns dos locais da cidade.

Desenvolveram a capacidade de correlacionar as cores hipsométricas com as diferentes altitudes no mapa. Entretanto como são alunos do 8° ano, apresentaram dificuldade localizar as curvas de nível no papel, visto que ainda não conhecem o método euclidiano de representação.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

Não encerramos aqui a proposta de intervenções pedagógicas instrumentalistas ao licenciando em Geografia. Apesar de haver uma extensa literatura no que tange ao ensino de Geografia e sobre a formação de professores, a relação entre este e a instrumentalização cartográfica na graduação merece espaço para mais discussões, na perspectiva de que um professor bem formado obterá mais êxito em suas aulas, cumprindo assim sua função social.

REFERÊNCIAS

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