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ANALÓGICA

ANALÓGICA Bobinas ou Indutores Movendo-se através de um condutor, a corrente origina um campo magnético que

Bobinas ou Indutores

Movendo-se através de um condutor, a corrente origina um campo magnético que pode ser aumentado quando o fio é enrolado sobre si mesmo

Foi o Físico Hans Chr i s t ian Orsted quem descobriu

e m

corrente cont í nua , move a agulha de uma bússol a

como se fosse um imã peque n o .

1820 que um f i o , quando é pe r co r r i do por uma

Dito de outra f orma , uma corrente de elét r ons produz um campo magnético tão forte como intensa for a corrente .

Este fenômeno , denominado eletromagnetismo , foi estudado em p r ofund i dade para o desenvolvim e nto da ele t ro t écn i ca , p r imeiro , e depois da e l e t rônica .

&lmFD

No caso de que um fio realize um percurso circular, ou seja, uma espiral , os campos magnéticos no seu inte r ior são somados aumentando de intensidade.

Sobrepondo vá r ias e spirais , cada uma de l as r eforç a a intensidade do campo. Um dispositivo des t e t i p o denomina-se bobina ou indutor .

Este efeito é ampli f icado poste r io r men t e se no c e n-

tro da bobina for coloc a do um núc l eo

" ferromagn é t i co " como , por exemplo , o f erro.

de mater i al

NORTE E SUL

Como os imãs normais , também os eletroim ã s (ou

" solenóides " ) têm uma polaridade: o c ampo magné-

tico tem um " polo

no r te " e um " polo sul " .

Dois pólos diferen t es ( por exemplo no r te e sul ) são

atraídos

mesmo sinal (como norte e norte ) se repelem .

ent r e si enquanto qu e do i s pólos com o

V i s t a l ate r a l es qu e r d a

21

No interior de uma espiral que está sendo percorrida por uma co r rente , o campo magné t ico é mais i nt enso .

o

campo

/

iC o rr e nt e

magnético deste dispositivo, chamado também eletroimã , pode ser muito intenso . Algumas gruas utilizam-no para levantar toneladas de mate r iais metálicos .

Os relés s ã o feitos com uma bobina potenciada por um núcleo metálico.

Como a polaridade depende da direção da corrente, é poss í vel control á -Ia : este fato permite , como vere- mos mais à f rente , a re a liza ç ão de motores e m á qui- nas el ét ric a s .

Um indu t or que é percorrido por uma corrente , transforma - se num eletroimã ; nos seus e x tremos formam-se dois pólos magnéticos : polo norte e polo sul.

----------------

UCÃO

6

ANALÓGICA

Indu~ão

ANALÓGICA Indu~ão Um indutor tem tendência a opor-se às varia~ões da corrente que o percorre A

Um indutor tem tendência a opor-se às varia~ões da corrente que o percorre

A relação entre corrente e campo magnético

apenas num ún i co sent i do: uma variação do campo magnético produz uma tensão e l étrica num fio.

não é

o dínamo e os alternadores , por exemp l o, aprove i tam este princíp i o para produzir energia elétr i ca parti ndo de um movimento mecân i co.

n um efe i to

colateral: o campo magnético originado po r um indu-

tor influi na sua corrente .

Neste momento t emos maior interess e

UNIDADES DE MEDIDA

A auto - indução provoca um efeito similar à da inércia mecânica: um veículo pesado é difícil de acelerar e difícil de travar.

A indução é medida em henry (símbolo H) , que adota o seu nome do f í sico Americano Joseph Henry , que descobriu a auto-indução .

Os indutores normais uti l i zados em eletrônica , têm induções medidas com os sub-múltiplos milihenris (mH) ou microhenris (~H) .

Deve - se ter e m conta que qualquer fio se comporta

c omo u m in d utor microscópico:

tem i m portânc i a nas

o símbolo do indutor nos esquemas elétricos , com e sem o possível núcleo ferromagnético.

INÉRCIA ELÉTRICA

S

e m núc l eo

C om n úc leo

Quando se aumenta a corren te que passa por um

indu t or , aumenta de i n t ens i dade

o campo

magnético que produz a mesma .

No entanto , este aumento é uma v a ri a ç ão do campo que , por sua vez , o r igina u m a

do pró pr io indu t o r

tensão nos ex t remos

Desta forma , um i ndutor atua como um vola n te, opondo- se às variações bruscas da corrente . A corrente vari a

e m qua l quer dos casos, po r ém mais devaga r .

altas f reqüências (como por e x em pl o r ádio ) , ond e é n e- cessário pouco para produzir uns efeitos signi f icat i vos .

As bobinas utilizadas na eletrônica são geralmente de pequenas dimensões , como valores entre 11lH e 100 mH.

f

I

1 -------------·---

·

1 -------------·--- · .· .1.0= --. (arga d. um indutor Da mesma forma que com os

.1.0= --.

(arga d. um indutor

Da mesma forma que com os capacitores, também os indutores podem ser carregados, mas de outra maneira

não

c i rcul a n en huma co r rent e: a auto - indução p r o du z uma

t ens ão i gu al e co ntrá ria .

Ap l i ca n do u m a tensã o a um i ndutor , inicialmente

No en tant o , pouc o a p o u co es ta

a cor r e nt e p ode se r au menta da de uma forma

g r essiva ,

ten sã o é r e d u z i d a e

pro-

em t eori a a t é a o m f l n i to .

o qu e signif i c a q ue o in d utor se carrega, ac umul a n do

e n e rg i a na f or ma

te r íst ic a é aprov e i t ad a em diferente s ap l i cações .

d e u m c a m p o ma gn éti co : est a c ara c-

Fechando o interrupto r , o indutor L começa- s e a carregar. A corr e nte que o p e rcorre va i aum en tando .

Cor r e n te n o L

Li mit e : V I R

----- ~ ---------------

T e mpo

I

nt err uptor

C

R e s i s to r

Indu t o r

CURVA DE CARGA

C

consid er a m o s como uma s i tua ç ão mais r ea l a q ue se mos t r o u a n t e r iormen t e : um i n du tor ca rrega - se at ravés de um a r esist ênc i a .

om o

u m circ ui t o

d e resistência

O nã o ex i s t e ,

A c or r e nt e t e m ten dê ncia a a umen t ar d e forma li near,

ma s es t á limitada

c o mo

gr ad ual me nte pe l a res i stênc i a ,

se m o s t r a na f i g u ra.

C

o m o é óbv i o , n ã o po der á

ul t r a p a ssa r

o máximo

pe

rmi t i do

p e l a lei de Ohm, V /

R , onde o

R po d e tam-

 

b

ém ser a r e sis tê nc i a do me s m o fio co m o q ue está

A co rr ente num circuito RL em função do temp o : deve - se considera r que não interessa a tensão do indut o r, mas sim a corrente que o atrave s sa.

e

n ro lado o i nduto r .

FILTROS LR E OUTRAS UTILIZAÇÕES

C omo um i ndutor s e opõe à s v ar i ações

apli c ada e , po r t anto , da corre n te q ue o pe rc o r re , o seu com p ortament o é alterad o pela freqüência .

da ten sã o

A bai xas freqüê n c i as ,

as var i açõe s s ão l en tas , po i s o

i

ndut o r a s d eixa passa r c om f a c il id ade , e n qu a n t o q ue

p a r a as altas f r e qü ênci as com p o r t a - s e u ma interr upção do ci r cuito.

q uase c om o

T r a t a - s e po r tanto d e u m com p o r tamento

o p os t o ao d o

cap acit ar . As bobinas são ut il i z ada s co m f req üê ncia p ara bloquear a co mpon ente alte r na d a de um s i na l , espec i a l m e nte no campo d o rádio.

-------- ---------

Entr a d a

L

R

Sa í d a

Nes t e filtro LR, a bobina t orna-se num obstáculo para as c orr e nt e s que variam com r a p i de z , ou seja , alte r nadas a altas freqüências. Este fiftro t e nd e a nivelar a corrente qu e o atrav e ssa.

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ANALÓGICA

ANALÓGICA - ---, Bobinas, capaciteres {stes dois dispositivos, embora bastante diferentes entre si, têm um

- ---,

Bobinas, capaciteres

{stes dois dispositivos, embora bastante diferentes entre si, têm um (omportamento (uriosamente pare(ido

Por muito diferentes que sejam os princípios nos quais se baseiam , inclusive na sua estrutu r a f í sica , existe uma relação es t reita entre o indutor e o capac i tor. Os dois dispositivos são simétr i cos . Trocando-se a cor- rente e a tensão, o seu comportamento é o mesmo co - mo se pode ver na tabe l a .

--11-- Conde n sador

~

Esta tabela está referida aos componentes ideais ; os pr i nc í pios básicos valem da mesma forma para os componentes reais utilizados na eletrônica.

Simetria entre bobina e capacitor , trocando-se tensão e

correme.

Bobina

A c u m ul a e n e r gi a c o mo ca mp o elétrico

Co m u ma corre n te co n s t an t e , a t en s ão sobe l i nea r men t e Opõe - se às va r i ações d e corren t e Compo r ta - se como i so l ado r pa r a a compo n en t e co n t í nua Comporta-se como con d u tor a al t as freq ü ênc i as Cor r ente e x cessiva " de fec h o " se fi ca r em curto-c i rcuito

Acumu l a e n e r g i a como ca mp o m ag n ét i co Com u m a te n são co n stante , a c orre n te so b e l i n ea r me n te Opõe - se às var i a ç ões d e co rr en t e Com p orta - se como condu t or p a r a a component e cont í n u a Comport a - s e c omo isolador a altas fr eqüências Corrente e x cessiva " de abe r tura" se f i c ar em c u r t o - c i r c u i t o

TENSÃO EXCESSIVA NA ABERTURA

A

ú lt i ma linha da tabela desc r eve um fen ô meno in t e-

re

ssant e que , no caso do capacito r , é a fo r te corrente

qu e s e obtém quando se desca r rega de repente .

As faíscas que se vêm quando se interrompe um fio são devidas aos indutores presentes no circuito , ou à indução dos fios .

No c a so de que um indutor seja perco r r i do por uma corrente ( que esteja carregado) o circu i to abre-se, o campo magnético tem tendência a manter esta cor- rente aumentando a tens ã o nos extremos do com- ponente.

Esta tensão sobe de forma brusca para va l ores muito elevados , causando freqüentemente uma faísca que impede a interrupção durante um breve espaço de

t empo .

CIRCUITOS LC

Quando utilizar i ndutores e c apac i tores juntos ob- têm-se efeitos in t eressantes , como os c i rcu it os que são capa z es de " ressoa r' em altas freqüências .

Podem-se também r ealizar filtros mais eficazes que os que vimos anterio r mente , combinando as caracte- rísticas dos dois dispos it ivos .

Por exemplo , a figura mostra um filtro LC localizado à saída de uma fonte de alimentação para nivelar a tensão da saída: é mais eficaz do que um simples filtro RC e tem uma queda de tensão menor.

E

ntrada

L

r

Saída

Filtro Le: as irregularidades (componente alternada) são bloqueadas pelo indutor e provocam curtos - circuitos ao terra através do capacitor_

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DIGITAL ~amílias de inteCJrados Um guia para a orirnta~ão rntrr os prindpais tipos r variantn

DIGITAL

~amílias de inteCJrados

Um guia para a orirnta~ão rntrr os prindpais tipos r variantn dos drcuitos lógicos

di

vi didas por

f~

'\bfo.

::" '

Os circuitos integrados dig i tais d i v i dem-se em duas

grandes categorias: M05 e b i pola r es sua vez em vários g r upos.

A diferença existente entre o MOS e o b i pola r r adica na sua estrutura inte r na (os pr i meiros u t i lizam transistores M OS FE T ; o s segundos, transistores de ju n ta ou BJT), mas n e st e manua l some n te nos i nte r essa m as suas imp li cações prá ti cas . Ent r e os M OS preva l ecem agora os CM05 (MO S complementa r es) , enquanto que e n tre os bipolares estão os TIL (t r ansistor - transisto r log i c:

l ógica transistor - transisto r ) e os ECL (emitte r - coupled logic : lógica acoplada ao em i ssor) .

CMOS:

TTL:

74HCOO

7400

74HCTOO

74LSOO

etc .

74FOO

. etc .

CMOS e T I L a s duas f a míli a s mais

no âmbito industr i al com o n o p a rti cu l a r, t êm em comum

mui t as vezes a forma d e coloca ção d o s terminais .

d i f undi das, tanto

A sér i e

I n s t ru m en t s p a r a o s se u s TIL , confi rmado .

7 4 ,

i n t r od u z id a

ini ci a l m en t e

p e l a T e xas

c on s tit u i um padrão

D e s t a f o rma , podemos

t er u m 7 4 00 ( T I L )

e um

74HCOO ( CMOS ) di f erentes ele tric ame nt e m a s c om a coloca çã o d os t e r m in ais i dêntic a e co m a m e sma funç ão lóg i ca ( N A N D qu a d r u p l o) .

As v e rsõ e s CMOS e TTL deste NAND quádruplo , e muitas das suas va r iantes ,

t ê m as mesmas li g aç ões.

ESCALA DE INTEGRAÇÃO

O s primeiros integrados eram os 55 1: single - sca le integration (integ r ação a pequena esca l a ), o u seja , que reuniam p oucos componentes (trans i s t ores ) nos

s e us chips de s i lício.

Dep oi s c h eg a r am os M51 ( me d i um scale i n tegra t i on :

i n te gração

g r an de escala) , o u VL51 (very large scale : a mu i t o

gran de es cala) e o número de componentes

ta agora mais rapidamente

existe ainda nenhum limite físico prev i s í ve l para a miniaturização , podendo esta crescer ainda a l guns ano s ao ritmo atual , pelo menos . Uma cur i osidade :

até este momento sempre fo i c u mpr i da a empír ica l ei

a m é d i a escala) , os L51 (Iarge sca l e : a

aumen -

do que os sinais . Não

Num chip já é possível incluir dezen as de milhões de componentes .

2 1

de M oore: o n úm e r o d e c o m p on e nt es que pod e m ser in t eg rad os n um c hi p ( de u m determ i nad o tamanho )

duplic a- se m a i s ou menos de

18 em 1 8 m eses .

DIGITAL

MOS f (MOS

DIGITAL MOS f (MOS Um baixo (onsumo e uma boa imunidade às interferindas estão entre as

Um baixo (onsumo e uma boa imunidade às interferindas estão entre as vantagens da te(nologia MOS

Os c irc u i t os MOS req u erem mu it o po uc a corrente

para f u nc i onarem :

transições de u m estado pa r a o u tr o .

apenas têm c o ns u m o du ra n t e a s

As suas en t radas

c ompo r tando - se como u ma resistênc i a d e va lor mui t o

elevado (dezenas ou centena s d e meg a ohms ) , sem

i

estão

a u m a a lta

im ped â ncia

n t e rf e r ir em no cir c u i to ao qua l est ão li g a d os .

Fi nalmente , têm uma boa margem de imunidad e ao

ruído : u ma i nte rf erência

te n são numa e nt r ada não ocasi o na a lei t ura de um

nível l ógico er r ado .

que a lter e aci ma de 1 V a

A sé r ie 74HC r esi s te b e m às i nterferê nci a s se m in t e r pretar erradamente os sina is l ógico s.

&mâilEB

Alé m dos mode r nos C M OS da sér i e 74H C e simil ar e s,

a i n d a se utili zam (em b ora estej a m e m vi a s d e e x t i n ç ão ) os i n t egrados MOS da série 40 00 , m a i s a n t igos . S ã o

ba st an te mais lentos, sensív ei s

táticas ( é f áci l de se queimare m q u a ndo fo r em m a ni -

às cargas eletros -

p

u l ados) e est ã o expostos a um pro ble m a de bloq u eio

d

es tr u ti vo d e nom i nado "I atch-up ".

N o en t an t o , podem funcionar

aliment a ç ã o

ra n t e en t re outras coisas u ma imu n i d a d e mais el ev ada

à s i nterfe r ên c ias .

co m uma te ns ã o de

mais el e vada ( i n c lu sive 1 5 V) o que g a -

74LS

74HCT

74HC

(TIL)

(

CMOS )

(

CMO S)

 

A

d ap t ad o r

A s a í da d e um T TL não pode ser ligada dir e tament e a um HC, pois é n e c essário utilizar um HCT que t e nha os lim i t es co rr etos .

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Si

e nt r ada

n a l de

I nt e r fe r ê ncia

Tempo

T o d os os ci r cuitos

inte gr ados est ã o pro t egidos das ca r gas ele t ros tát icas , mas os CMOS são especialmente sensíveis.

LIMITES: HC E HCT

Uma variante da família 74HC é a 74HCT

" T " a d i cional significa TTL ; são CMOS , mas desenha -

na qual o

do

s pa r a a sua ligação direta aos TTL .

A

diferença est á nos lim i tes l ógicos

das entradas

qu

e, como mostraremos na página seguinte , no caso

dos TT L são diferentes e piores.

Nos projetos novos é m e lhor u t i li zar apenas os HC . Freqüentemente é necessário a ligação a outros dis- positivos que proporcionam sinais ao nível TTL, motivo pelo qual pode ser útil recorrer aos HCT .

-- - ---

---

-- -

TTL

----

----

-- - --- --- -- - TTL ---- ---- Durantf muito tfmpo foram os sfnhorfs absolutos

Durantf muito tfmpo foram os sfnhorfs absolutos da sirif 14. Os TTLsão rápidos mas têm vários inconvfnifntfs

o p r imeiro inconveniente dos TTL , a fam í lia ma i s difundida dos integrados bipolares , consiste nos seus limites lógicos assimétricos.

(L , zero) est á mui-

to próximo do terra . Uma pequena interferência pode

ser o suficiente para causar um erro .

Em especia l , o limite do nível baixo

Além disso, funcionam apenas a 5 V de alimentação enquanto que os 74 HC são mais flexíveis ( normal- mente de 2 a 6 V) .

Os limites das entradas representam os TT L, como o 7400 , sensíveis ao ruído elétrico. A interferência no nível L poderia ser interpretada como H.

Sinal da

entrada

2

0

5V

, 4 V

, 8 V

ov

I

nte r ferênc i a

que s u pe r a o l i m i a r

T

e m po

+ Vc c

- vc c

74

L S0 4

Ao contrár io dos MOS , as entradas dos TTL reque r em corrente . Quando é necess ári o indicar o nível L , deve - s e deslocar cor r ente para a massa .

A figura mostra um c i rcuito equivalente , uma p r imeira aproxim a -

ç ã o a uma ent r ada TTL : uma resist ê ncia l i gada à alimentação.

No caso d e qu e a entrada esteja em um nível alto (H) não passa corrente , enquanto que se estiver em um nível baixo (L) passa corrente (na ordem de 1 mi l iampere) .

74

L S0 4

Mu l t iplicando esta pequena corrente pe l o número de entradas , é fác il alcan ç ar consumos bastante elevados. Limita também o

número de entradas que podem ser ligadas a uma saída (fan-out ) .

A entrada de um TTL tem um funcionamento similar a uma resistência. Se o

nível for baixo (L , zero) tem-se a absorção da corrente .

~

Em algumas versões dos TTL f o i r eduzida a co rr ente de

ent r ada , como

no caso da sér i e 74LS. Um 7 4 LSOO con -

some mais ou menos u m a qu ar t a pa r te de um 7 400 .

Outras variantes oferecem maio r velocidade , como os 74S (Scho t tky) , os 74F (fast) e outras versões utilizadas onde os CMOS não chegam .

Para velocid a des supe ri ores (com o cu s to de consumos elevados ) é necessário recorrer a famílias bipolares especializadas como a ECL .

23

DIGITAL

DIGITAL Problemas de IiCJa~ão Para um bom funcionamento i necessário respeitar algumas regras básicas Na sa

Problemas de IiCJa~ão

Para um bom funcionamento i necessário respeitar algumas regras básicas

Na sa í da de um TTL o nível H é muito

2 , 4 V , i nsuf ic i ente serie H C.

baixo . Apenas

pa r a a ent ra da de um CMOS da

+Vcc

A l ém da solu ç ã o j á m encionada , nem s e mpre prá t i c a ,

pa ra

in te rm e d iá ri o , f re q üentemente basta uma r es i stên c i a

(p ull-up , ati r ar pa r a cima) , como se mos t ra na figura .

como

a utiliza ç ão

d e um HCT

adequado

De fa to , as sa í das TIL

quan d o estão em L ; se estão em H são q uase l iv r es e po d em ser " pux a das " pa r a cima com a resistência para a u men t ar a t ensão .

" têm " corrente até abaixo

TIL

C MO S

Uma simples resistência é freqüentemente suficiente para adaptar uma saída TTL a uma entrada CMOS, subindo o nível lógico H.

LIMITES À SAíDA

Um CMOS d a sér i e 74HC pode con-

t ro l ar tud o ; à su a s a í d a podem-se ligar ta n to o TTL com o o CMOS.

No entan t o ,

r e q uerem cor r ent e pa r a esta r a nív e l L

(b a ix o) , é n e c e ssá r io v eri fica r se a s a í-

d a a p ode prop o rcionar .

co m o as en t radas TIL

U m s e gun d o prob le m a m a i s s u sc e p- tív e l de erro, produz-se es p ecialmente com os CMOS , q uando uma mesm a s a í da est á ligad a a vár i as e nt r ada s.

C omo c a d a en t r a da t e m um a c a p a- c i dade p equena em relação à massa , es t es p equenos capacitares (em pa r a-

l elo entre si) som a m-se , formando um

f i l t r o qu e a l t er a u m pouc o os sinais l ó - g icos.

C MO S

Se uma saída controla várias entradas, para os TTL o principal problema é a corrente (fan-out) enquanto que para os CMOS é a capacidade das entradas.

~

A s e n t r a d as MOS e CMOS nunc a se de vem dei x ar

p odem

, -------------- -- -------------- ,

a b e r ta s , po rqu e o seu estado é ind e fin i do :

+Vcc

 

N

ão!

=D- H ( 1 )

E

n tr

adas

abe r t as

L (O)

TTL

+

H ( 1)

L ( O )

vc c

inclusive rec e b e r um a inte r fe r ê ncia de 60 Hz da rede de alimentação (por " acoplamento c a p a c i tivo " ) . Uma entrada T T L aberta é teori camente

H (Alto ), mas c o nvém l i g á- I a de qualque r dos modos à alimenta çã o com uma resistência , para el i minar possíveis sinais não dese j ados .

As entradas nunca devem ficar abertas. Desta forma é como podem-se ligar corretamente para ter O (L) ou 1 ( H ).

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COMPONENTES

COMPONENTES Indutores na práti(a Um indutor podf ser adquirido já pronto para ser utilizado ou fabricado

Indutores na práti(a

Um indutor podf ser adquirido já pronto para ser utilizado ou fabricado df forma artfsanal

o u

bobina . O f i o pode ser rí g i do ou estar segu r o por u m suporte cil í ndri co isolante .

Um simples fio enrolado

const i tu i

um induto r ,

Se utiliza com freqüência um f i o esma lt ado. É feito d e cobre revestido por um a capa de esmalte fin a isolante , que ocupa muito pouco espa ç o .

Para algumas espirais qu e não se to ca m entre si , como acontece nos circuitos de alta f reqüência , p od e s e r utilizado também um fio não isolado .

tmImD

As espir a i s podem es t a r en r ol a das sob re u m nú c l eo

para au mentar a i ndu ção . O ma ter i al do núc leo d eve ser adequado à freqüência do s ina l q ue pass a pela bobin a .

Indutores para altas correntes de núcleo toroidal, adequado para ser usado como fiftro anti-interferências ligado em série com a alimentação (de rede ou interna).

INDUTORES FABRICADOS

Come r cialmente podem se r encontrados t a nto o s suportes (com ou sem núcleo) para cri a rmos o nosso próprio induto r , como indutores j á prepara do s em caix a s sim i la r es à s d as resis t ênci a s .

O nú c leo pode ser regulado

determi nados indut i vo ) .

para vari a r de ntro de

(tr i mme r

l i m i tes o valo r da indu ç ão

Algumas bobinas fo r am c r iadas e spe cialm e nte pa r a serem ut i lizadas como u m bloco pa r a i nte r f e r ê ncia s de a lt a freqüência como , po r exemplo , a o l o ngo d os fios de alimentação .

Nas b obin a s de valor r egulado , enroscando mais ou menos o núcleo va r ia-se a indu ç ão.

--

Bobinas enroladas com fio es maltado: oferecem um ótimo isolamento e permitem uma elevada densidade nas espirais.

O núcleo é freqüentemente

r e ali z ado com m i núsculos grânulos fe r roma gn é t icos fechados dentro de um material isolan t e .

de ferri t e ,

um ma t e ri a l

O nú c leo

aumentar ainda mais a indução e red u z i r a s i nter- ferênc i as (o campo magnét i co f i ca reduz i do ao p r ó - prio nú cl eo).

p ara

pode estar aberto

ou f e ch a do ,

P or exemplo , s ã o bastante uti li zados os núc l eos to roi-

d ais , co n s ti tu í dos por uma a r go l a de f erri te n a q u al s e

e n rola o fi o.

lI(ÃO

~"""""""~~Em~~~~~~ ~. 6

21

COMPONENTES

COMPONENTES Probl,mas das bobinas (omo i freqüente, os componentes que são utilizados estão longe das

Probl,mas das bobinas

(omo i freqüente, os componentes que são utilizados estão longe das características ideais

A

resistência

do f i o ut i l i zado para e n rol a r o i nd u t or

o é z er o . Este f ato reduz o seu " fa t or d e qu a li d ade "

(Q) o qu e or i gina que s e j a menos adeq u ad o dete r minada s a p l i c a ç ões.

para

Nos cir c u itos d e rádio u t ili zam-se t ambém fios de uma

liga de cobre

passam p e l a su p erfíc i e do fi o , encon t r am m e no s re s i s - tênc i a (a p r ata conduz mais do q ue o c o b r e).

e prata :

como as a l tas fre q üênc ia s

A s es p ira is m a i s p róx i mas formam um peque n o capa-

citar e n t r e o s ext r emos d o induto r; nas a l tas f r eqüê n -

c i a s es te f ato també m pode s i gn i f i car um p ro blema .

.

Ex i ste u m l i m i t e n o cam p o magnético qu e os n úcleo s

d os i n d utores podem suportar . Alc ançado es t e l imite

" fi ca sat u ra d o " .

Qua nd o a c orr ente supera na bob i na u m dete rm ina d o va -

l or, o nú cleo est á s atur a do e n ão p r o d uz u m efe i t o p o s-

te rior : é como se a ind u ção d i m i nuísse de f orm a b r usc a .

Em a l g umas aplica ç ões (como por exe m pl o as f ontes

ch avea da s) , po d em caus a r um poste r ior aumento da

cor rente , com possíve i s danos pa r a os co m po ne n te s .

o indu t or enrolado no ar , se m supo r te , é m u ito sensível às vibr a ç ões m ec â nicas.

22

I

ndu t o r

i d ea l

I n dutor re a l

Cp

Todas a s bobina s t é m uma r esis t ê n c i a em sé r ie

(a resistênc i a do f io ) e u m c a paci t or em p ar a lelo

(a capacitân c ia entr e a s es pirais ) .

A utilização d e par e d es

isolant e s reduz n o tav el m en t e as i nt e rferên c i as e os

ac o plament os nã o d ese ja dos.

D esej a - s e t ant o evitar as i n terferên c ias

com o i mpe dir que o campo electromagnéti co do indutor poss a danific a r os outros circuitos .

externas

Co l o ca - se e nt ão à s ua vo l ta uma d efesa metá l ica que de t é m os c a m p o s ele tromagné t icos como as ondas do

r ádio .

Ou t r o g ên e ro de inter f e rê nci a

da s on das son o ra s : as vibra ç ões

p r ovoca r peque n os movimentos das espira i s.

é a da ampli f icação

metálicas podem

com

efe it os cu r iosos. Pode sucede r que s e o u ç am no sinal

de u m tra nsmissor

c i rc u i t o.

A

s v ib r açõ e s

a l t e r am

os valores

d a i ndu ç ão

de rá dio os go l pes

dados ao

I

I

1-··_····_-_·_·

I

I

(ntradas e limites IÓCJi(os

I 1-··_····_-_·_· I I (ntradas e limites IÓCJi(os Continuamos lendo a folha de dados de um

Continuamos lendo a folha de dados de um integrado CMOSnormal que contém quatro portas lógicas

N o s dados técnicos de um i ntegrado dig i ta l indicam- se

os limit es lóg i co s d as entrada s , em g e r al idên t icas para t oda a famí li a ( por exemp l o 74HC).

N a f i gur a , o VI H (High Leve i Input Vo l tag e : alto nív e l de

voltag e m de entr a da) indica o valor da t e n sã o sobre a

q u al um sina l se considera com s eguran ç a em H (a l to , 1).

Ao contrário ,

Leve i Inpu t Vo l tage: b a ixo

n í vel da vo l tagem de en-

trada) é o v a lor por ba i xo da q ua l um sin a l se con -

s i dera com segur a nça em L (baixo , O).

(Low

V I L

E s t es dad os r e t e r e m - se a o 74HCOB.

   

C o n d i çõe s d e t es t e

 

V

a lo r

   
   

TA = 25 ° C

- 40 a 85 ° C

· 5 5 a : 12 5 ° C 5 4H C

 
 

v

cc

 

5 4 HC e 74HC

74HC

S i mbol o

Par â m et r o

 

(

V )

   

U

n i d a de

   

Min.

T ip.

M áx .

M i n.

M á x .

M in .

Máx .

 

V

'H

A l t o n íve l

 

2 . 0

 

1 . 5

1 . 5

1. 5 3 .1 5 4 . 2

 
 

-

 

d

e vo l t age m

 

4 .5 6 . 0

 

3 . 1 5

3.15

 

V

d

e en tr a da

 

-

   
   

4.2

4 . 2

V, L

B a i x o n ível

 

2 .0

 

0 . 5 1. 35 1 . 8

 

0 . 5 1 . 35 1 . 8 ± 1

 

0 . 5 1 . 35 1. 8

 
 

-

 

d

e vo l tagem

 

4 .5

   

V

Ní v eis d o s limit es

d

e en tr ada

 

- 6 . 0

 

g a r ant i dos , e a

I

,

C

p erda à

o r r e n

te d e

 

6 . 0

V, = V cc o G N D

±O.1

±1

f i A

co rr e nt e absor v i da

pela s en trad as

 

e

n tra d a

 

d o 74HCOB.

 

ALIMENTAÇÃO E TEMPERATURA

Os valores de V IH e VIL es t ão i ndicados

pa r a diferentes

T

e n sã o d a

e n t r a d a

tensõe s de a limentaç ão e d iferentes tempe ratu ra s campo m a i s amp l o para a vers ã o espe c i al 54HC ) .

( num

V CC =6 V i - --

 

•••

------

,=----.

Ver i fica-se que os l imites garantidos não d e pendem

d a s

4

. 2 V + - --- --- ' --- '

• -- ---. •. ''' - - '

1,8 V

Não defi n ido , i m previsíve l

.

- ~

G;;'1 -- ; )~)Ild c )

L

~

GND=O V - - ---- - ----------- - - -

In t erp re taçã o lógic a da s e n tr a d a s de um 74HCOB al i men t a d o a 6 V .

e mperaturas . Se a a l i mentaç ã o

t

V

é d e 6 V , V I H , va l e 4 , 2 V e

I L v a l e 1 , 8 V . O que s i gnifi c a que :

- Uma tens ã o da entrad a s up e rior nível H (alto).

a 4 ,2 V cons i dera - se

-

U ma t ens ã o da entrada i nf e r i or

a 1 , 8 V c o nsidera-se n í v e l

L

( b aixo).

-

O efeito

de uma t e n s ão m a ior d e 1 , 8 V m a s menor d o que

4

, 2 V é i n de f i n i d o :

ev i ta-s e .

Quanto m a is longe este j am as e nt ra da s

se r á a imunid a d e

m a is para superar o l i mit e e ca usa r u m erro .

do s l im i tes , maior q ue s e desloquem

a o ru í do : é ne ce ssár i o

CORRENTE DE ENTRADA

A co rr ente absorvida pelas entradas (11) é muito pequ e-

na: apenas uma décima de m i c ro a mpere

uma t emperatura ambie n te de 25 ° C , como m á ximo

(0 , 1 f - lA) a

1 f - l A em qua l quer t emperatu r a que se j a v á lida .

es t ã o l ig a -

dos ao te r ra (GND) ou à a li menta çã o ( V cc ); c omo a c o n - tece no s cont ra to s d e se g uros , a s c ondiç ões s ã o sempr e i mportante s .

Estes v a l ore s sã o v á l idos se es t es v a lores

23

COMPONENTES

COMPONENTES F=~~~-------------------------------------'-------------------- Tensões de saída Os intfgrados (MOSsão

F=~~~-------------------------------------'--------------------

Tensões de saída

Os intfgrados (MOSsão quasf idfais, mas f nfcfssário fvitar qUf absorvam muita corrfntf das saídas

a

tensão da saída no nível alto (H) e no nível baixo (L).

Por exemplo , com 6 V de alimentação (terceira linha) os valores são de 5 , 9 Vede 0 , 1 V, ou seja, muito próximos da alimenta ç ão e do ter r a .

Os valores V O H e V OL indicam , respectivamente,

Na coluna Tip (típica) vê-se que é normal guem à alimentação 6 V e à massa O V.

que che-

U m bom p r ojetista deve basear-se nas piores circuns-

tâncias para evitar as su r presas: neste caso o valor

mínimo

valor máximo de V O L '

de V OH

 

Condiçõ e s de teste

 

Valor

   
   

T

A = 25 0 ' (:

· 40 a 85 ° C

· 55 a 125 ° C

 

V

cc

 

54HC e 74HC

 

74HC

 

54HC

 

Símbolo

 

Parâm e t r o

V

   

Unidade

 

Min .

T

ip,

Máx.

Min .

Má x .

Mín .

Máx.

 

V

OH

A

d

l t o n í ve l

e v o l ta

gem

2

. 0

r --- V,=

 

1

. 9

2. 0

 

1

. 9

 

1 .9

 
 

de e nt r a d a

r

4

. 5

---

V

'H

1 0 =- 20

pA

4

. 4

4 . 5

4

. 4

4 . 4

6.0

ou

 

5.9

6 .0

5

. 9

5 . 9

 

V

r

--- V,L

     

r

4. 5

---

 

1 0 ::: -4.0 mA

4

. 18

4 . 3 1

 

4

.1 3

 

4.

1 0

         

6. 0

1 0 : : : -5 . 2 mA

5

. 68

5. 8

 

5

. 63

 

5 .60

 

vO L

Ba i x o nível

de v o lta ge de e n t rada

m

2

. 0

r --- V,=

4

. 5

1 0 ::: - 20 ~IA

 

0 . 0

0 . 0

0 . 1

0. 1

 

0 .1

0. 1

0 . 1

0 . 1

f ---

V

'H

 
 

6

. 0

ou

 

0 . 0

0. 1

0 .1

0 . 1

V

r

--- V,L

   

4. 5

1 0 = · 4 , 0 mA

0 .1 7

0 . 26

0 . 33

0 . 4 0

r

---

   

6.0

1 0 : ::- 5 . 2

mA

0. 1 8

0. 2 6

0 . 33

0 . 4 0

 

'cc

Co r r e n t e

d e ali me n tação

6

. 0

V I::: vcc ou GND

1

1 0

20

~ A

 

e

m re p o u so

   

MAIS CORRENTE MENOS TENSÃO

 

Tudo vai bem até que as saídas de um 74HC são ligadas às entradas de outro 74HC , que absorvem correntes supérfluas (como máximo de 1 ~A).

recorrer aos amplifi- cadores de corrente (buffers) que vere- mos a segu i r, ou ligar juntamente a várias saídas .

 

H

 

L

Mas no entanto se for carregada com outros circuitos , como por exemp l o uma resistência, as saídas devem proporcionar corrente . Neste caso a tensão será pior. Por exemp l o , a folha de dado s mostra que (sempre a limentando a 6 V) se a s aída deve proporcionar 5 , 2 mA o valor de H diminui a 5 , 68 V , enquanto que L sobe a 0 , 26 V . Para não inter f erir nas saídas , deve - se

e o

Tensões de saída e

corrente de alimentação do 74HCOB.

-

v cc

R

+ Co r r ente

/

'---'

Neste caso a saída deve absorver corrente quando se encontra no estado L (em relação à massa) .

H ----- -- 1

H ----- -- 1

Co rr e nt e d e

li me n tação

a

+VC C

I

.

,

Corre n te

d e saída

cmmmD

Dos dados técnicos observa-se que a corrente de alimen-

Supply Current) é supérflua .

t ação em repouso (Quiescent Como máximo 1O ~A .

Deve no entanto prestar atenção que durante as alterações de

H) tem-se um breve pico de cor-

estado

(por exemp l o de L a

R rente. Se for a freqüência de alteração nota - se no consumo.

Além d i sso a alimentação também deve proporcionar corrente a todas as saídas no estado H , se estão ligadas a algum circu i to .

A corrente proporcionada nas saídas do estado H provém da alimentaç ã o.

24

------

~-'

- ----

-

-~~ . ;.:;

--

.--

o

~'ili~~~

~

-

-

,.

-

- " '~"-

APLICAÇÕES r------·--------··-·-_ · -- - ---··----· -- -- o 'Wotores elétri(os ------ - ---- --

APLICAÇÕES

r------·--------··-·-_ · -- - ---··----· --

--

o

'Wotores elétri(os

------ - ---- -- "'-~- ,

Para poder (ontrolar eletroni(amente estes dispositivos, (onvém ter uma idéia de (omo i o seu fundonamento

Um motor e l étrico é f u ndam ent alm ent e um conver -

sor en t re mecânica.

duas formas d e e n er g ia :

a el ét ri ca e a

Ao con tr ário

de o ut ros conver sor es

(c o m o o mo t or

de explosão

dos automóve is ) o s eu rendimento

é

basta nt e e l evado : apenas uma pe q u ena perc e n t a - gem da e n e r gia se perde em f orma de cal or .

MOTORES DE IMÃS PERMANENTES

A f i gura mostra a , est r ut u ra simpli fi cada de u m mo t o r de corrente contínua: um eletro i mã gi r a t ó r i o ( o roto r)

está envolvido por imãs perman e nt e me n te

( e s tator ).

f

i xos

At r accão e n tre os p ó l os

N - S

o

p ostos

F

A S E 1

A p ol ar i d a d e

i n ve rt e u - s e

F A S E 2

Ap l i c and o magné t ico;

d

d e t er m i n ado sent i d o .

c o r rente

à bob i na

c r ia - s e

um campo

c om o os p ó l os o p os t os

s i nal se r e p e l e m,

se a traem e os

o mesmo

o moto r g i ra num

os

pólos con t rá ri os e a ro t ação con-

t in u a p o r iné rc i a, a c o rren t e na bobina inverte-se , a l te ra ndo

a s si m a pola ri da de m ag n é tic a.

Quando est ão enfre n t a do s

Des t a fo r m a, o e l et ro i m ã g i rat ó-

r i o é re p eli d o p elo p ól o m ag né-

tico f i xo qu e a cab a de p a ss a r e é

a traído pelo seguinte

ro t ação co n tin u a.

p ó l o ; a

As dua s fases d e fun cio nam e nto

d e um m o tor d e corr e nte contín u a;

a polaridade magnética do r o t o r inv er t e - s e

e ntre a primeira e a s eg unda fas e .

Para inv e rt e r a t ensão no momento opor tu no u ti li za -

Real m e n te ,

o roto r t e m m a i s

se um sistema rudimen t ário mas eficaz : so b re o roto r

u

m bob i nado , m a s o pri n-

colocam-se uma sér i e d e lâmi n as de cobre (o c ol e t o r)

c

í pio

não

s o f re

a l te -

que t r anspo r tam co r rente à bobina .

ração

 

Duas esco v as f i xas ( r ealmente blocos de gra fi te) o pr i- midas por mo l as , en t ram em conta t o co m e s t as l âm i- nas e a l imen t am assim o r otor. Os con t at o s e s tã o ligados d e for m a a ltern a d a tanto num sen t i do como no out r o . Dest a f o r m a, o ro t o r recebe tensão co m pola r idade al t e rn ada em f un çã o da sua posição.

21

Colet a r de um motor elétrico: as lâminas levam a c o rr e nte aos bobinado s do rotor .

LI!ÃO

6

APLICAÇÕES

APLICAÇÕES Motores e drcultes Os motores apresentam vários problemas para os dispositivos de controle o princípio

Motores e drcultes

Os motores apresentam vários problemas para os

dispositivos de controle

o princípio do motor de escovas funciona também em corrente alternada, substituindo os imãs permanentes do estator por eletroimãs.

o certo é que a tensão da alimentação inverte-se periodicamente,

dando-se tal fato tanto no rotor como no estator: os pólos de sinal

idêntico

mantêm-se

iguais e os que são opostos

mantêm-se

opostos .

Existem outros tipos de motores de corrente alternada que não utilizam escovas , mas que utilizam a mesma corrente alternada para criar um campo magnético giratório. Estes dividem-se em motores síncronos e assíncronos : os pr i meiros g i ram a uma velocidade que depende inteiramente da freqüência da tensão alte r nada que os alimenta .

Os progressos na tecnoiagie dos motores , especialmente a redução dos pesos , são importantes para o desenvolvimento da tração elétrica.

-

Um motor de passo não g i ra de uma forma con tínua , mas move-se aos saltos: realmente está fo r m ado por um i m ã giratório envolvido po r elet r oimãs fixos .

Aplicando uma tensão a estes eletroimãs na seqüência

·~;-"l"

r -

N

r -

~]

S

S r -

+ +

I m ã

g ir at ó rio

~ ] N

POSiÇÃO

I N IC I A L

~]N

M EI O P ASSO

e polaridade corretas o rotor avança depois pára.

um passo e

A figura mostra um exemplo simplificado do avanço de

um passo de um motor : o circuito eletrônico de controle proporciona corrente

às bobinas na se-

N

r -

+

]

]

U M P AS SO

C O MP L ETO

qüência requerida.

Avanço de um passo , de uma posição para a seguinte , numa das formas

de funcionamento de um motor de passo.

Um motor não é tão simples de controlar como uma lâmpada , por diferente s motivos . Por exemplo:

- A corrente inicial no arranque

elevada . Além disso , a abso rç ão varia em função da

carga mecânica . - O motor tem um comportamento semelhante a um

pode ser mu i to

indutor , criando tensões que não são desejadas durante a s varia ç ões da corrente .

- Par a regular a velocidade nos motores de corrente

continua é bastante simples , caso que não acontece com os de corrente alternada em que é bastante complexo . - Os motores de passo requerem um circuito lógico de controle .

 

. -

 

~

-

-

-

-

-

-

-

- -

-

-

-

-

 

--

-

-

-

- -

-

-

-

.

-

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~~_'''-'-'

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L ~_ ~

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~

~~

••

csseeze

;

22

FERRAMENTAS

FERRAMENTAS Wfdidas da (Orrfntf Para medir uma corrente deve-se quase sempre interromper o circuito É mais

Wfdidas da (Orrfntf

Para medir uma corrente deve-se quase sempre interromper o circuito

É mais fácil med ir a altura da casca t a do que a q u an - tidade de á gua que cai d a mesma. Da mesma fo r ma , é mais fácil medir uma tensão do que uma corrente .

Para medir a tensão deve apenas tocar em duas partes do circuito, enquanto que para a corrente é necessário faze-Ia passar através do multiteste.

que se utiliza como

amperímetro (medidor de corrente) deve estar ligado em série com o circuito que se vai medir .

De outra forma, o multiteste

Para medir a corrente de um fio , é necessário interrompe-Io e ligar o amperímetro em série ao próprio fio.

20 m A =

20 0 m A =

2

V =

2 0 V =

200 V =

Neste caso o seletor indica que se trata de medir o fluxo da corrente.

Muitos mult í metros têm um conector especial para a medida das corren t es elevadas. Isto é devido ao fato de que o multiteste não se comporta como um verdadeiro curto - circuito , mas que oferece uma pequena resis - tência. A passagem de correntes muito altas, podem originar tanto uma interferência excessiva no circu i to , como um possíve l aquecimento no próprio multímetro . O conector especial oferece uma resistência menor .

Ao contrário das tensões , nem todos os multitestes são capazes de medir correntes alternadas . É ne - cessário ter cuidado quando se compram .

Para correntes elevadas deve-se ligar o borne vermelho ao conector adequado do multiteste .

+

Inter rup çã o d o f i o

NUNCA EM PARALELO!

Normalmente é con v en i ente configurar uma capaci - dade de carga adequada à corrente que se vai medir , como por exemplo 200 mA do fundo da esca l a (máx i mo que se pode medir) se está previsto que esta corrente não vai ser superada.

Para não i n t e rfe r ir o ci r cuito , o multiteste comporta- se como um curto-circuito . Este fato significa que é necessá r io evitar ligá-Io , por exemplo em paral e lo à alimentação . O erro mais freqüente consiste em que nos esquecemos do mu l titeste no modo "medida da corrente " e depois tentamos medir uma tensão : é fácil danificá-Io desta forma.

23

FERRAMENTAS

f!!!!!!!!=::!!=:!!L . -------.--.---.--.-- - .- . --

--------.--.-

-

----.-

. -------.--.---.--.-- - .- . -- --------.--.- - ----.- - - - . .--.--.--, Problfmas (om

-

- -

.

.--.--.--,

Problfmas (om as cerrentes

Quando se medem as cerrentes é fátil danifkar o multiteste

No caso de que a corrente q u e at r avessa o multi teste

s u pe r e u m de t erminado va l or, po r exemplo

ginar um cu r to-circuit o acide n ta l , o apa r e lh o po d e ser

para ori-

da n i f ica do . Normalmente, inte r vém antes o ci r cu i to de

pr o teção e depo i s queima - se um f usível : um d i spos i ti-

vo feito pa r a s e r in terromp i do no caso de u ma co r re n te

exce s si v a .

Basta d e s li gar para substituir

o ci r cuito e o multiteste , e ab r ir o fusíve l que i mado po r ou t r o

a seguir idê n tico

(é i mportant e não alte r ar o va l or nem o ti po). O con ec to r para a s out r as corre nt es não cos t uma e s tar protegido po r u m f us í vel . S e n do ass i m, devemos

presta r m ai o r a t enção.

1

A

1"--------~_T

Um breve mas intenso pico de corrente atravessa o amperímetro A durante a carga do capacitor.

;:' _ "

! 7 '

Nos multitestes é comum have r um fusível de proteção contra as correntes excessivas.

CORRENTES IMPREVISTAS

Algumas v ezes um circuito pode necessitar de m ais

corren t e do que se pensa. Po r exemplo , um capac i t o r

ligado a uma p il ha , não absorve cor r ente; é um i so l an-

t e da corrente cont i nua.

No e nt anto , n o momento e m que se l iga , existe um

f or t e pico de co r rente pa r a a sua carga , i nc l us i ve de vários ampares se o capaci t o r é de um va l or a l to (po r exem p l o 5 . 000 IJ F ).

O u, quando se ace n de um PC o u uma t el ev i são, tem -

se durante a l guns m o mento s uma corrente muit o superior à que é absorvida du r ant e o f u nc i onamento

normal do aparelho .

No caso e sp ec i a l d as correntes alternadas

de u ma

ce

rt a i n te n s i dade,

podem ser medidas

se m r i sco e

s

e m i nt e r r om per o ci r c u it o.

B ast a

uti li z a r u m a pinça amperimétrica

(o u mu l t i tes t e

d e ali c ate), q u e d e tec t a o campo m a gn ét i co pr o d uz i do

pe l a co r r ent e q u e a at r a v essa e que o tr ansforma numa

t en são pa r a o mul t i t e s t e .

A p i n ça f e cha-se

os dois f ios d e um ca b o de alimentação ,

m a g néticos anu l am- s e u m ao outro e lê-se ze r o.

e m v olta de um só f io: se são med i d o s

os campos

A pinça

_~ e,a~~~

amp e rimétrica é muito cômoda para as medidas de absorção dos dispositivos alimentados pela rede .

~~~~~~~~~~~~aa r--- · J

24

I

I

I

PROJETOS

PROJETOS Avisador d, (hamada t,I,fôni( ~ Um prático acessório que pode ser colocado ao lado do

Avisador d, (hamada t,I,fôni(

~

Um prático acessório que pode ser colocado ao lado do telefone em casa ou no escritório

E m a l g u mas s i tuações, o timbre do t elefone n ã o se pode o u v i r como , por exemplo , pe l a e x istênc i a de ruídos fortes ou p r óx im os que os abafam; por vezes é o próprio te l efone que não est á perto .

Em outros casos, não se deixa sequer ouvir

exemp l o para n ã o i n c omodar a a l guém que este j a desca n sando (o apare lh o perm i te normalmente desat iv a r o timbre) .

o ruído , por

P o r este fato é útil t er um dispositi v o q u e permita sinalizar

de que ex i ste uma ch a m ad a te l efôn i ca e m curso , sem que

p a r a ta l se j a n ecessár i o ut i lizar um som fo r te que , como d i ssemos anterior m ente , pode não ser ouvido ou que não

se

queira a tende r .

~

T odos os apare lh os que estão ligados n a linha t e l e- fônica de v em passar por testes rigorosos de h omo-

logação que garanta m a sua compat i bi li da d e el é t r i ca ,

i mpossí v e i s de superar para um dispos i tivo artesana l.

No entanto, pode ser ev i tado es t e inconveniente . O nosso c i rcui t o não necessita n en h um conta t o elétrico com a l inha, mas apercebe - se das vibrações produ - z i das por um t i mbre complementar (homologado).

A campainha não tem c o ntato elétrico, sendo assim não necessita de nenhuma homo l ogação como o telefone da figura.

DO SOM À LUZ

O s i na l de c h amada

sensor (transd u tor " piezoeléctr i co " )

pa i nha metá l ica do timbre adicio n a l.

é det e ctado

a t r a v és

de um

unido à cam-

Quando o telefo n e toca , as vibrações produ z idas pe l o martelo apagam-se ac u sticamente , mas são convertidas n u m s i nal e l ét r ico c apaz de ac i onar um relê que fechará um co n tato .

U ma aplicação t ípica cons i s t e em substituir

comp l etar) a indica ç ão acús t ica com um a indicação luminosa u t i l izando uma l âmpada qu e é coloc a d a num l ocal d i feren t e do próprio telefone .

(ou

21

r-

I

o circu i to d e tecta a vibração do timbre e aumenta - o para f e char o contato d o relê.

A

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LI(ÃO

6

PROJETOS

PROJETOS WontaCJem de um circuito Todos os componentes, exceto o sensor p i ezoe l éctrico

WontaCJem de um circuito

Todos os componentes, exceto o sensor p i ezoe l éctrico e a p i lha , encontram o se u l ugar na m i núscu l a base que se pode ver na f i gur a em anexo . As l iga ç ões das t ril has de cobre apresentam - s e na fig u ra que está representa - da abaixo .

Os r esistores (R 1 - R15) tem uma forma c i líndrica e o seu

va l or é mostrado através do código já e x pli cado n as

b andas de cor . Não têm po l a r idade , sendo ass i m podem

ser i nser i das sem re speitar uma or i ent a ç ã o determi n ada .

r-----------------------.-------------.~

Os capac i tores e l et r o lí t i cos (C3, C 5 ) apresentam u ma

forma ci l índri ca e d i sting u em - se cidade e t ensão do t rabalho .

e m f u n ção d a capa-

São po l a ri zado s ; portanto, devem ser inseridos res p e i-

O

forma retangu l ar e o seu va l or é ind i cado com númer os e le t ras . Ta m bém n ão têm p o l arid a d e .

s capacitores de po l iéster

(C1 , C 2 , C 4) têm u ma

"

+9 V

Montagem dos componentes na base da campainha telefônica.

O s diodos (D1 , D 2) são c il ind r os d e pl á stico preto com

um a b a n da e m um dos l ados . Monta-se cu i dando- se

para q ue a marca q u e representa o term in al do c átodo

f i q u e na pos i ção co r reta. O s transisto r es (T1 - T3) e o

c i rcu i to i nteg r ado (IC1) têm formas e textos faci l men te

ta

ndo os s i na i s + e - do c i rcuito .

 

r

eco n hecíveis e são inse r idos cu i dando-se o t exto e as

 

i

l ustrações .

 

RELÉ E PILHA

O

re l ê u t i l izado

fu nc i ona

com 6 V c c e d i spõe

de

contato s para comutar cargas de até 2 A al im e n tadas

po r 24 V cc (não se podem utilizar

com u m a t ensã o

da

rede de 127/ 2 2 0 V) .

 

A

p il h a

é uma

t í pica

p ilh a

alca l i n a

de forma

re

t angu l ar , com u ma tensão nomina l de 9 V, co n vé m

ut

il izar um f i o de li gação espec i a l ,

que é fáci l de

comprar ; como u m a a l te r na t i v a ,

p o dem-se

u t ili zar 6

pi l h a s de 1 , 5 V para conseg ui r u ma maior du ração.

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'

r/,~

Em casos de func i o n ame n to freqüente , p o r exem pl o em u m e sc r itór i o onde o te l e f one t oca co n sta n te-

m e nte , é preferível

alim e ntação .

uti l iza r u ma peq u ena

fo n te de

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22

O circuito do avisador de chamada telefônica já terminado.

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o SENSOR

o sensor que se pode definir com o termo técnico de

tr a n sdutor p i ezoe l é ct rico ,

é um disco metálico mais

ou menos do tamanho de uma moeda de 1 real.

Como já comen t amos an t eriormente, o avisado r telefônico detecta o sinal de chamada através de um tim b re c omp l emen t ar padrão , do tipo da tomada que se p ode adquirir nas lojas de acessórios pa r a rádio e telefonia.

É necessá r io escolher u m modelo mecaruco re- conhecível pelo peso e pela campainha metálica que soa com cada um dos seus movimentos. É acon- selhável testar com um multiteste se a campainha est á isolada da linha telefônica .

reti r a-se a tampa para ter

de

adesivo de cianocrilato. O sensor não deve impedir o movimento do mar t elo nem a posterio r colocação da

tampa .

acesso à campainha e deposita-se uma gota

Para instalar o sensor

As ligações elétr i cas para o circuito devem ser muito c urt as, não ultrapassando os 10 cm .

TESTE E UTILIZAÇÃO PRÁTICA

Uma vez que

para testar o c i rcuito bastará ligar a pilha (com a

polaridade correta) e produzir um sinal de chamada com a ajuda de um telefone portátil ou de um amigo p r eviamente informado do t este.

o t r abalho na base esteja terminado ,

Se tudo estiver colocado corretamente , quando se pro- duz i r o t i mb r e deve-se ve r a rápida ativação do relê .

Para a sua utilização concreta deverá ter o cuidado

de ba ix a r (ou pôr a zero) o volume do timbre do tele- fone, e também se deverá ligar o relê para obter o cont r ole de uma lâmpada de 12 ou 24 V alimentada

através de uma fon t e de alimentação

p i lha. Se a montagem

aconselhamos que se feche o circuito em uma caixa de plástico dotada de um alojamento para a pilha .

ou de uma

tem um caracter definitivo,

23

para a pilha . ou de uma tem um caracter definitivo, 23 Do ponto de vista

Do ponto de vista

microfone; quando é ativado por alguma vibração proporciona um sinal elétrico de amplitude propor- cional ao movimento mecânico.

de funcionamento

é como um

No caso de que a distância seja ma i or, aconselha-se util i zar um fio bli n dado pa r a evitar que alguma inter- ferência elétrica possa acionar o relê mesmo que o telefone não toque.

--.-- .

-

~

AO CIRCUITO

Instalação do sensor piezoeléctrico dentro do timbre complementar.

S e n s o r

+ 9V

Cl rcu íte

Fi o s

l o n g o s

L

â mp ada

s itu ad a

l o n ge

Pode-se também utilizar uma lâmpada de 9 V alimentada pela mesma fonte de alimentação ou pilha.

PROJETOS

PROJETOS (omo funciona O circuite a fi gu ra) atua sobre a base do transis t

(omo funciona O circuite

a fi gu ra)

atua sobre a base do transis t or T 1 , q ue é m a n t i do is o la do pela resistênc i a R1 que e st á liga da à mas s a .

o s i nal q u e é captado pe l o sen s or M IC 1 (ver

Qu an d o es t á em repouso, o u seja, c om o t i mb r e n ã o

a t i v ad o , as entradas 1 e 2 do i nt eg r ad o d ig i t a l I C 1 A

MIC1

R2

C 2

(qu e f unciona com o i n v er sor ) e n cont r am-se no n í ve l

l óg i c o a l t o , de f o rma que C1 pode s e r carrega d o

m ed i ante o R2 . Est a con d i çã o ap r ese nta-se invertida

terminais 10 e 1 1 das se ç ões

C e D l igadas em p ara lelo p a ra ter m a is co r rente n a

sa íd a , e a t ravés do R3 e T 3 mantendo o relê RL em

( d e poi s de 3 N OT ) , nos

 

r

epouso.

Esquema elétrico do avisad o r de

R

3

chamada

 

elefônica: utiliza

t

+

.

Saída de

tensão

T2

componentes an a lóg i cos e digitais .

SALTA QUANDO TOCA

N a presença de um timbre fort e o T 1 en t ra em

ati v i dade descar r egando

m

ní vel baixo nas entrad as I C 1 A .

o C 1 e a p r e s ent ando

u

C o m a a juda do C 2 , q u e im p õ e u ma l iga ç ão rápida q ue l eva outra vez à e n t r ada o s in a l d o t e rmin a l 4

d

term inais 10 e 11 aparece um n í vel l ó gi c o a l t o , e o

T 3 controla o r elê.

o IC 1 B (reaçã o

p os i t iv a

t rigge r S c hm itt )

n o s

o c i r cuito formado pe l o T2 R 4 e C3 f azem co m q u e

o r elê r eceba um forte impulso da cor r e n te i n i c i a l, p a ra obt e r um contato q u e lhe seja su fi c ie nte com

os c on -

tat

v

al o r es r e du z id os

os.

para mant e r fec hado s

r·-·------------------

I

I S e n s or

T r i gge r

Schmitt

Co nt r o l a do r

Ao

relé

E sq u e ma s e m bloco do circuito: o princípio básico é bastante

s

imple s.

LISTA DE COMPONENTES

Re sis t ên c ias R1 = resist or

d e 1 M Q (m a r ro m,

pr e t o ,

ve r de )

 

S e micondu t ores D1, D2 = d i o d os

de si l íc i o

R

2 = r e s i stor

d e 1 80 K Q ( m a rrom,

cin za, ama r elo)

TR1, T R2, T R 3 = tr ansistores

1 N 4007 B C148 L

3 = res i sto r

R4 = r es i sto r R5 = r e s i s to r

R

d e

de

d e 22 Q ( v e r m el ho,

5 , 6

2,2

K Q ( verde, KQ ( verm e lho,

a z ul, ve r me l ho) ver m el h o , ve r mel h o )

verme l ho,

preto)

IC1 = i n teg r ado

Vár i os M IC1 = tra n s d u t or

40 11 (não do t i po

p i e zo e l éc tric o

8 f i xaç õ es p a r a c ir c ui to

i m p r ess o

H C )

d e d i sco

Capacitare s Cr, C 2 , C4 = ca pacitar

d e 100 n F de po li és t e r

R L = re l ê de 6 V -

1 i n t ercâ m b i o

C3 = c a pac ito r de 1 0 ~F de 50 V e l etro l íti co

C5 = ca p a citar

de

470 ~F de 1 6 V e l etro l í tico

1 c i rc u i t o

i m p r ess o

j

I

I

~~==~~~~~~~~~~~================~

2 4