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TITULO FICHA Providências p/ Contratação: Titularidade, Licenças, Outorgas e FT-03-03 REVISÃO PÁGINAS Declarações de Concessionárias 1 de 11 REPASSE OGU – PAC 01 DATA 22 SET 2016 Áreas relacionadas Secretarias e Unidades responsáveis pela elaboração de projetos e gerência de contratos e convênios. Últimas alterações Item OUTORGAS DE USO DAS ÁGUAS E AUTORIZAÇÃO DE EXPLORAÇÃO FLORESTAL: alteração de redação; Item DECLARAÇÃO DE VIABILIDADE DE FORNECIMENTO DE ÁGUA POTÁVEL: alteração de redação; Item DECLARAÇÃO DE VIABILIDADE DE FORNECIMENTO DE ESGOTAMENTO SANITÁRIO: alteração de redação. Fluxo simplificado da operação de REPASSE OGU – PAC CONTRATAÇÃO REPROGRAMAÇÃO CADASTRAMENTO/ PRESTAÇÃO DE CONTAS FINAL ATENDIMENTO DE CLÁUSULA SELEÇÃO DA SUSPENSIVA PROPOSTA DO OBJETO EXECUÇÃO LICITAÇÃO INTRODUÇÃO Essa ficha tem o objetivo de esclarecer sobre a documentação complementar necessária para contratação de empreendimentos PAC. TERMINOLOGIA APP: Área de Preservação Permanente. CHECK-LIST: Planilha em formato Excel que relaciona todos os documentos necessários para a assinatura do TC CLÁUSULA SUSPENSIVA: é condição incluída no TC que faz com que a eficácia do mesmo fique suspensa até que se realize ou atenda a condição impeditiva. COMPROMISSÁRIO: órgão ou entidade da administração pública direta e indireta, de qualquer esfera de governo, bem como entidade privada sem fins lucrativos, com a qual a administração federal pactua a execução de TC (municípios, estados, entidades vinculadas a esses e entidades privadas sem fins lucrativos). COMPROMITENTE: órgão ou entidade da administração pública direta ou indireta da União que pactua a execução de programa, projeto, atividade ou evento, por intermédio de instituição financeira pública federal, mediante a celebração de TC. DER: Departamento de Estradas de Rodagem. 1) Esta ficha foi elaborada pela CAIXA. Para sugestões, críticas e alterações encaminhar mensagem para a GIGOV de vinculação. 2) As informações constantes nesta ficha poderão ser alteradas a qualquer momento em razão da publicação de Leis, Portarias, Instruções Normativas, revisão de procedimentos operacionais ou por outras determinações. TITULO FICHA Providências p/ Contratação: Titularidade, Licenças, Outorgas e FT-03-03 REVISÃO PÁGINAS Declarações de Concessionárias 2 de 11 REPASSE OGU – PAC 01 DATA 22 SET 2016 DNIT: Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes. FUNAI: Fundação Nacional do Índio. GESTOR: Órgão responsável pelos Programas e pelo Repasse de Recursos. IBAMA: Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis. INCRA: Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária. IPHAN: Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional. PAC: Programa de Aceleração do Crescimento. PCF: Prestação de Contas Final. PROPONENTE: Órgão ou entidade pública ou privada sem fins lucrativos, credenciada, que manifeste, por meio de proposta de trabalho, interesse em firmar TC. RGI: Registro Geral de Imóveis. SISNAMA: Sistema Nacional do Meio Ambiente. SPU: Superintendente do Patrimônio da União (no Estado). TC: Termo de Compromisso, instrumento de repasse de recursos entre a União e os entes federados ou os Consórcios Públicos, no âmbito do PAC, a título de transferência obrigatória. ZEIS: Zonas Especiais de Interesse Social. FATO GERADOR A partir da comunicação de seleção da proposta pelo Ministério GESTOR, o PROPONENTE encaminha a documentação de acordo com as condições específicas de cada programa/Ministério Gestor. 1. A Titularidade, Licenças e Declarações são apresentadas pelo PROPONENTE e analisadas pela CAIXA antes da celebração do TC; 2. Se a documentação entregue pelo PROPONENTE apresentar pendências ou não for aprovada pela CAIXA, o TC pode ser celebrado desde que contemple cláusulas suspensivas que condicionam a continuidade do objeto ao atendimento destas exigências. PRAZO O prazo para o atendimento da condição suspensiva é fornecido pelo ministério GESTOR do TC e depende do programa em que o mesmo está enquadrado. 1) Esta ficha foi elaborada pela CAIXA. Para sugestões, críticas e alterações encaminhar mensagem para a GIGOV de vinculação. 2) As informações constantes nesta ficha poderão ser alteradas a qualquer momento em razão da publicação de Leis, Portarias, Instruções Normativas, revisão de procedimentos operacionais ou por outras determinações. TITULO FICHA Providências p/ Contratação: Titularidade, Licenças, Outorgas e FT-03-03 REVISÃO PÁGINAS Declarações de Concessionárias 3 de 11 REPASSE OGU – PAC 01 DATA 22 SET 2016 1. O Prazo de atendimento da cláusula suspensiva dos TC assinados com o MCIDADES é estabelecido por portaria específica, e informado ao COMPROMISSÁRIO pela CAIXA; ! 2. O COMPROMISSÁRIO deve levar em conta o prazo de 30 (trinta) dias que a CAIXA, tem para análise da documentação; 3. O atendimento da cláusula suspensiva pelo COMPROMISSÁRIO é determinante para efetivação ou rescisão do TC, observadas as demais exigências. DOCUMENTOS NECESSÁRIOS Os documentos necessários para a celebração do TC estão relacionados no CHECK-LIST disponibilizado pela CAIXA, veja ficha FT-03-02. A presente ficha trata dos seguintes documentos complementares: Titularidade da área de intervenção; Licenças e outorgas (documentos ambientais); Declarações de concessionárias e do PROPONENTE. I – Titularidade da Área de Intervenção Podem ser apresentados os seguintes documentos para comprovação de titularidade da área de intervenção em nome do PROPONENTE ou situações especiais, observado o disposto para cada Programa/Modalidade, sem prejuízo de outros documentos equivalentes, desde que aprovados pelo Jurídico da CAIXA: RGI • Certidão emitida pelo Cartório de Registro de Imóveis competente, com validade de 30 (trinta) dias da data de sua emissão; • Alternativamente, quando se tratar de área pública, pode ser apresentado declaração do Chefe do Poder Executivo, sob as penas do artigo 299 do Código Penal, de que o ente federado é detentor da posse da área objeto de intervenção, devendo a regularização formal da propriedade ser comprovada até o final da execução do TC. POSSE DE IMÓVEL EM ÁREA DESAPROPRIADA • Comprovação por meio de “termo de imissão provisória de posse”, obrigatoriamente concedida por juiz; • Excepcionalmente, pode ser apresentado o decreto de desapropriação e RGI do imóvel, ficando, neste caso, a PCF condicionada à apresentação do termo de “imissão provisória de posse”, concedida por juiz. 1) Esta ficha foi elaborada pela CAIXA. Para sugestões, críticas e alterações encaminhar mensagem para a GIGOV de vinculação. 2) As informações constantes nesta ficha poderão ser alteradas a qualquer momento em razão da publicação de Leis, Portarias, Instruções Normativas, revisão de procedimentos operacionais ou por outras determinações. TITULO FICHA Providências p/ Contratação: Titularidade, Licenças, Outorgas e FT-03-03 REVISÃO PÁGINAS Declarações de Concessionárias 4 de 11 REPASSE OGU – PAC 01 DATA 22 SET 2016 ÁREA DEVOLUTA • Comprovação por meio da matrícula imobiliária ou certidão expedida pelo órgão responsável. IMÓVEL RECEBIDO EM DOAÇÃO POR ENTE PÚBLICO • Caso o processo de doação não esteja concluído, pode ser apresentada a Lei de Doação publicada. IMÓVEL RECEBIDO EM DOAÇÃO POR PARTICULAR • Caso o processo de doação não esteja concluído, pode ser aceita a apresentação do termo de doação e RGI (nesse caso, a PCF fica condicionada à apresentação do registro da doação no cartório de imóveis). CESSÃO DE USO • Contrato de cessão gratuita de uso, irretratável e irrevogável, por período mínimo de 20 (vinte) anos, contados a partir da data da assinatura do TC, comprovado por meio de certidão atualizada de registro de imóveis; • Excepcionalmente, caso ainda não se tenha concluído o registro da cessão de uso, pode ser apresentado o contrato de cessão gratuita de uso e RGI, juntamente com a anuência do proprietário do imóvel no TC a título de Interveniente garantidor do uso do imóvel, nesse caso, a PCF fica condicionada à apresentação da certidão atualizada do registro de imóvel demonstrando a cessão de uso; • A cessão de uso não se aplica a operações que objetivem a construção de unidades habitacionais, lotes urbanizados, urbanização de áreas e demais ações de cunho habitacional. BENS DE USO COMUM DO POVO • Declaração do Chefe do Poder Executivo de que a área é de uso comum do povo e está no nome do Município Beneficiado, a exemplo de ruas, estradas e praças. BENS DE OUTRO ENTE PÚBLICO • Autorização do chefe do poder executivo ou titular detentor de delegação para tanto, para o caso de imóvel de outro ente público que não o proponente. IMÓVEIS DE EX-TERRITÓRIOS • Declaração (Modelo Caixa), de que o imóvel não se enquadra na relação de bens que permaneceram em propriedade da União, do Chefe do Poder Executivo do Estado ou Município, ou por empregado que tenha legitimidade para tanto, para imóvel que pertença por força de dispositivo legal a Estados - ex-Territórios, que ainda não haja sido devidamente registrado em nome do Estado ou de seus Municípios. DECLARAÇÃO DE QUE OS BENEFICIÁRIOS SÃO OS PROPRIETÁRIOS • Declaração do Chefe do Poder Executivo de que os beneficiários/moradores são os proprietários dos terrenos, no caso de construção de unidades habitacionais isoladas ou não, ou são os proprietários das unidades beneficiárias, no caso de intervenção intradomiciliar em áreas urbanas já regularizadas. 1) Esta ficha foi elaborada pela CAIXA. Para sugestões, críticas e alterações encaminhar mensagem para a GIGOV de vinculação. 2) As informações constantes nesta ficha poderão ser alteradas a qualquer momento em razão da publicação de Leis, Portarias, Instruções Normativas, revisão de procedimentos operacionais ou por outras determinações. TITULO FICHA Providências p/ Contratação: Titularidade, Licenças, Outorgas e FT-03-03 REVISÃO PÁGINAS Declarações de Concessionárias 5 de 11 REPASSE OGU – PAC 01 DATA 22 SET 2016 • No caso de intervenção em área rural, quando da geração do benefício individual ao pequeno proprietário, pode também ser aceita declaração do Chefe do Poder Executivo de que os beneficiários/moradores são os proprietários dos terrenos. DECLARAÇÃO DE QUE OS BENEFICIÁRIOS SÃO DETENTORES DA POSSE • Declaração do Chefe do Poder Executivo de que os beneficiários/moradores são detentores da posse das unidades beneficiárias, no caso de intervenção intradomiciliar em áreas urbanas. USUCAPIÃO INDIVIDUAL E COLETIVO URBANO • A posse pelos beneficiários há mais de 5 anos pode ser comprovada mediante prova de ajuizamento de ação de usucapião individual ou coletivo. SERVIDÃO ADMINISTRATIVA • Comprovada por meio da apresentação de decreto que declarou a área privada de utilidade pública para fins de servidão, bem como certidão atualizada do registro de imóveis constando a inscrição da servidão; • Caso a servidão não esteja ainda registrada, podem ser apresentados o decreto acompanhado da sentença judicial ou do acordo administrativo que tenha instituído a servidão, ficando a aprovação da prestação de contas final condicionada à apresentação da certidão do registro de imóveis constando a inscrição da servidão. AUTORIZAÇÃO DA MARINHA DO BRASIL • Autorização da Marinha do Brasil emitida pelas Capitanias, Delegacias ou Agências, conforme a área de jurisdição, nos casos de intervenções em orlas. AUTORIZAÇÃO DER OU DNIT • Autorização do DER ou DNIT, conforme o caso, relativamente a construções em beira de rodovias. DEPÓSITO VOLUNTÁRIO • Nos casos em que a aquisição ou desapropriação de áreas demonstrar-se complexa, intempestiva e desproporcionalmente onerosa ou estar impossibilitada seu fracionamento por ser inferior ao módulo rural local, pode ser apresentado, caso que a intervenção recaia em área não pública, Termo de Autorização para Intervenção Extraordinária (autorizada por meio de Contrato de Depósito Voluntário, devendo conter cláusulas especifica, conforme estabelecido em manual da CAIXA). AUTORIZAÇÃO DE PASSAGEM • Contrato particular assinado entre o proprietário da área e o Proponente, assinado por duas testemunhas, e registrado em cartório de registro de títulos e documentos, em que o proprietário autoriza a passagem de eletrificação em suas terras nas condições estipuladas, podendo, alternativamente, ser aceitos outros documentos adotados regionalmente, desde que respaldado em norma da concessionária local; • Em caso de obras lineares de saneamento básico – adutoras, coletores, interceptores e similares, apresenta-se que a comprovação da titularidade seja efetuada por Termo de Permissão ou Documento de Autorização do Proprietário. 1) Esta ficha foi elaborada pela CAIXA. Para sugestões, críticas e alterações encaminhar mensagem para a GIGOV de vinculação. 2) As informações constantes nesta ficha poderão ser alteradas a qualquer momento em razão da publicação de Leis, Portarias, Instruções Normativas, revisão de procedimentos operacionais ou por outras determinações. TITULO FICHA Providências p/ Contratação: Titularidade, Licenças, Outorgas e FT-03-03 REVISÃO PÁGINAS Declarações de Concessionárias 6 de 11 REPASSE OGU – PAC 01 DATA 22 SET 2016 Para intervenções em faixa de domínio de rodovias, ferrovias, oleodutos, gasodutos e linhas de transmissão, ou quando identificada interferência em estruturas e/ou sistemas ! de transporte existentes é obrigatória a apresentação de manifestação favorável à intervenção emitida pelo órgão responsável pelo sistema afetado. ÁREA DE PROPRIEDADE DA UNIÃO • Quando se tratar de imóvel de propriedade da União sob administração da SPU, é necessário apresentar cumulativamente os seguintes documentos: • Contratação: Carta de Anuência emitida pela Superintendência do patrimônio da União no estado. • Atendimento da condição suspensiva e autorização de inicio de obras: Portaria de Autorização de Obras emitida pelo Superintendente do Patrimônio da União no estado, Secretaria Nacional do Patrimônio da União ou Ministério do Planejamento, conforme distribuição de competências. • Operações de habitação em que é exigida a regularização fundiária em nome dos beneficiários finais (famílias beneficiadas) até o final das obras: Portaria de cessão sob o regime de CDRU – Concessão de Direito Real de Uso ou Doação, emitida pelo Superintendente do Patrimônio da União no estado, Secretaria Nacional do Patrimônio da União ou Ministério do Planejamento, conforme distribuição de competências. • Quando se tratar de bens imóveis não-operacionais oriundos da extinta Rede Ferroviária Federal S/A, pode ser apresentado Contrato de Cessão de Uso Provisório, oneroso ou não, firmado entre o município e a SPU por meio de suas Superintendências Estaduais. ÁREA DE PROPRIEDADE DO INCRA • Apresentação de certidão atualizada do RGI acompanhada da Portaria de autorização de obras emitida pela Superintendência do Patrimônio da União no estado. • No caso de intervenção em áreas de assentamentos, apresentação da Portaria de Criação do Projeto de Assentamento. ! Para intervenções em áreas indígenas é obrigatória manifestação favorável da FUNAI. ÁREA DE PROPRIEDADE DE ENTIDADES FEDERAIS • Para intervenções em área de entidade federal, autorização para intervenção, devendo nesses casos a entidade ser interveniente no TC, como responsável pela disponibilização da área de intervenção. POSSE DE IMÓVEL LOCALIZADO EM ÁREA DE ZEIS • A comprovação da regularidade de imóvel localizado em ZEIS dá-se mediante a apresentação de: • Cópia da publicação, em imprensa oficial, da lei estadual, municipal ou distrital instituidora da ZEIS; • Demonstração de que o imóvel beneficiário do investimento encontra-se na ZEIS instituída pela lei referida no marcador anterior; e 1) Esta ficha foi elaborada pela CAIXA. Para sugestões, críticas e alterações encaminhar mensagem para a GIGOV de vinculação. 2) As informações constantes nesta ficha poderão ser alteradas a qualquer momento em razão da publicação de Leis, Portarias, Instruções Normativas, revisão de procedimentos operacionais ou por outras determinações. TITULO FICHA Providências p/ Contratação: Titularidade, Licenças, Outorgas e FT-03-03 REVISÃO PÁGINAS Declarações de Concessionárias 7 de 11 REPASSE OGU – PAC 01 DATA 22 SET 2016 • Declaração firmada pelo chefe do Poder Executivo de que os habitantes da ZEIS serão beneficiários de ações públicas visando à regularização jurídico-fundiário-urbanística da área habitada para salvaguardar o direito à moradia. IMÓVEIS TOMBADOS PELO IPHAN • Para os projetos que objetivem a intervenção em áreas ou imóveis tombados pelos órgãos responsáveis pelo patrimônio histórico, o Proponente apresenta à CAIXA a autorização dos órgãos regionais de preservação do patrimônio histórico e/ou do IPHAN. • Apresentação do RGI do imóvel e de documento emitido pela Unidade Regional do IPHAN comprovando o tombamento do imóvel caso ainda não apresentada a autorização do IPHAN constante do item anterior. Para intervenções em locais tombados ou de reconhecido valor histórico, artístico, paisagístico e cultural, e nos casos em que estiver identificado sítio arqueológico é ! obrigatória a manifestação favorável à intervenção emitida pelo órgão responsável pela preservação do patrimônio. ÁREA OCUPADA POR COMUNIDADE REMANESCENTE DE QUILOMBOS • Quando se tratar de área ocupada por comunidade remanescente de quilombos, devem ser apresentados os seguintes documentos: • Ato administrativo que reconheça os limites da área ocupada pela comunidade remanescente ou quilombo, expedido pelo órgão do ente federativo responsável pela sua titulação; ou • Declaração de órgão, de quaisquer dos entes federativos, responsável pelo ordenamento territorial ou regularização fundiária, de que a área objeto do convênio é ocupada por comunidade remanescente de quilombo, caso não tenha sido expedido o ato administrativo. ÁREA OCUPADA POR COMUNIDADE INDÍGENA • Quando se tratar de área ocupada por comunidade indígena, deve ser apresentado documento expedido pela FUNAI. ÁREA DE PROTEÇÃO PERMANENTE (APP) • Quando a intervenção estiver localizada em Área de Proteção Permanente, notadamente em calhas de cursos de água, perenes ou temporários, pode ser apresentada, alternativamente à comprovação de titularidade da área, declaração do órgão ambiental responsável de que a área faz parte de APP. II – Licença Ambiental e Outorgas Licença ambiental compreende o ato administrativo, pelo qual o órgão ambiental competente estabelece as condições, restrições e medidas de controle ambiental a serem obedecidas pelo empreendedor, pessoa física ou jurídica, para localizar, instalar, ampliar e operar empreendimentos ou atividades consumidoras de recursos ambientais consideradas efetiva ou potencialmente poluidoras ou aquelas que, sob qualquer forma, possam causar degradação ambiental. 1) Esta ficha foi elaborada pela CAIXA. Para sugestões, críticas e alterações encaminhar mensagem para a GIGOV de vinculação. 2) As informações constantes nesta ficha poderão ser alteradas a qualquer momento em razão da publicação de Leis, Portarias, Instruções Normativas, revisão de procedimentos operacionais ou por outras determinações. TITULO FICHA Providências p/ Contratação: Titularidade, Licenças, Outorgas e FT-03-03 REVISÃO PÁGINAS Declarações de Concessionárias 8 de 11 REPASSE OGU – PAC 01 DATA 22 SET 2016 LICENÇA AMBIENTAL • Licença Prévia: concedida na fase preliminar do planejamento do empreendimento e deve ser apresentada até a conclusão da análise de engenharia. • Licença de Instalação: autoriza a instalação do empreendimento e, quando necessária, deve ser apresentada para autorização de início de objeto. • Licença de Operação: autoriza a operação da atividade ou empreendimento. É posterior à implantação do empreendimento e deve ser apresentada quando exigida pelo Programa. 1. A expedição da Licença, Autorização ou Dispensa deve ser verificada junto ao órgão Ambiental Estadual ou do DF, no exercício de sua competência de controle e de acordo com a fase de desenvolvimento do empreendimento. 2. O Licenciamento Ambiental compete ao IBAMA nos casos de Empreendimentos localizados ou desenvolvidos conjuntamente no Brasil e em País Limítrofe; conjuntamente em dois ou mais Estados; no Mar Territorial; na Plataforma Continental; em Zona Econômica exclusiva; em Terras Indígenas; e em Unidades ! de Conservação de Domínio da União. 3. As condicionantes estabelecidas no documento ambiental, caso interfiram diretamente no objeto para viabilidade do empreendimento, devem ser inseridas no custo do investimento. Em caso contrario pode ser executado para atendimento exclusivo ao órgão ambiental. 4. A Licença de Instalação ou outra manifestação do órgão ambiental deve estar vigente (válida) até a conclusão do empreendimento. Pode-se apresentar manifestação expedida por órgão Municipal desde que lhe seja reconhecida essa atribuição como órgão participante do SISNAMA ou lhe seja DELEGADA essa atribuição pelo órgão Estadual por meio de convênio. • É obrigatória a apresentação de manifestação ambiental favorável. • Outras manifestações, tais como Autorização e Dispensa devem ser apresentadas até a conclusão da análise de engenharia. OUTORGAS DE USO DAS ÁGUAS E AUTORIZAÇÃO DE EXPLORAÇÃO FLORESTAL • No caso da intervenção implicar no uso ou em interferência em recursos hídricos (superficiais ou subterrâneos), é apresentado o documento de outorga, emitido pelo órgão competente, resguardadas as particularidades da legislação local, sendo sua apresentação solicitada até o primeiro desbloqueio de recursos e obrigatoriamente exigida até o penúltimo desbloqueio. • Autorização de Exploração Florestal deve ser apresentada, quando necessária, para autorização de início de objeto. • É obrigatória a apresentação de manifestação favorável. • No caso de etapa composta exclusivamente por “Elaboração de Projeto”, não cabe exigência de Licenciamento Ambiental, porém devem ser apresentados os documentos previstos no “Termo de Referência”, em cumprimento ao contrato. 1) Esta ficha foi elaborada pela CAIXA. Para sugestões, críticas e alterações encaminhar mensagem para a GIGOV de vinculação. 2) As informações constantes nesta ficha poderão ser alteradas a qualquer momento em razão da publicação de Leis, Portarias, Instruções Normativas, revisão de procedimentos operacionais ou por outras determinações. TITULO FICHA Providências p/ Contratação: Titularidade, Licenças, Outorgas e FT-03-03 REVISÃO PÁGINAS Declarações de Concessionárias 9 de 11 REPASSE OGU – PAC 01 DATA 22 SET 2016 III – Declarações de Concessionárias e do PROPONENTE As declarações são necessárias para viabilização e seus cumprimentos garantem a funcionalidade do empreendimento. DECLARAÇÃO DE VIABILIDADE DE FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA • Declaração de Viabilidade de Fornecimento: Emitida pela concessionária correspondente, caso a área de intervenção não seja dotada de rede de distribuição de energia elétrica. • Declaração de capacidade de atendimento: Emitida pela concessionária correspondente, caso a área de intervenção seja dotada de rede de distribuição de energia. DECLARAÇÃO DE VIABILIDADE DE FORNECIMENTO DE ÁGUA POTÁVEL • Declaração de viabilidade de fornecimento: Emitida pela concessionária correspondente, caso a área de intervenção não seja dotada de rede de distribuição de água potável. • Declaração de capacidade de atendimento: Emitida pela concessionária correspondente, caso a área de intervenção seja dotada de rede de distribuição de água potável. 1. Sendo necessário reforço/ampliação na rede para atendimento à demanda futura e os custos relativos à sua implantação não compuserem o valor do investimento, é obrigatória apresentação pelo PROPONENTE de compromisso de sua execução até a conclusão da análise, acompanhada de cronograma de implantação com prazo compatível de forma a não prejudicar a funcionalidade do ! empreendimento, quando exigido pelo Programa. 2. Nos casos em que a implantação da rede de abastecimento de água e/ou reforço desta seja realizada com recursos da operação de repasse, é necessária apresentação de declaração de guarda, manutenção e operação pelas concessionárias que vierem a operar o sistema. DECLARAÇÃO DE VIABILIDADE DE FORNECIMENTO DE ESGOTAMENTO SANITÁRIO • Declaração de Viabilidade de Fornecimento: Emitida pela concessionária correspondente, caso a área de intervenção não seja dotada de rede de esgotamento sanitário. • Declaração de capacidade de atendimento: Emitida pela concessionária correspondente, caso a área de intervenção seja dotada de rede de esgotamento sanitário. 1. Sendo necessário reforço/ampliação na rede para atendimento à demanda futura e os custos relativos à sua implantação não compuserem o valor do investimento, é obrigatória apresentação pelo PROPONENTE de compromisso de sua execução até a conclusão da análise, acompanhada de cronograma de implantação com prazo compatível de forma a não prejudicar a funcionalidade do ! empreendimento, quando exigido pelo Programa. 2. Nos casos em que a implantação da rede de esgotamento sanitário, estações elevatórias e/ou estações de tratamento de esgoto seja realizada com recursos da operação de repasse, é necessária apresentação de declaração de guarda, manutenção e operação pelas concessionárias que vierem a operar o sistema. 1) Esta ficha foi elaborada pela CAIXA. Para sugestões, críticas e alterações encaminhar mensagem para a GIGOV de vinculação. 2) As informações constantes nesta ficha poderão ser alteradas a qualquer momento em razão da publicação de Leis, Portarias, Instruções Normativas, revisão de procedimentos operacionais ou por outras determinações. TITULO FICHA Providências p/ Contratação: Titularidade, Licenças, Outorgas e FT-03-03 REVISÃO PÁGINAS Declarações de Concessionárias 10 de 11 REPASSE OGU – PAC 01 DATA 22 SET 2016 DECLARAÇÃO DE VIABILIDADE DE COLETA DE RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS • Declaração de viabilidade de coleta de resíduos sólidos urbanos: Emitida pela concessionária para casos de implantação de empreendimentos habitacionais afastados da malha urbana, estabelecimentos penais ou unidades de saúde que necessitem de coleta especial. DECLARAÇÃO DE CONTRAPARTIDA • O detalhamento sobre a comprovação de contrapartida consta na FT-01-02 – Contratação. OUTRAS DECLARAÇÕES • Demais declarações podem ser necessárias de acordo com as orientações específicas de cada programa. PROCEDIMENTOS A CONTRATADA/TOMADOR envia à CAIXA a relação de documentos listados acima em relação a Titularidade da área de intervenção, Licenças e Declarações de Concessionárias. VERIFICAÇÃO DA CAIXA A análise da documentação de titularidade da área feita pela CAIXA, visa comprovar a possibilidade do imóvel objeto da intervenção receber investimentos públicos. FONTES Portaria 507 Orientações dos Ministérios 1) Esta ficha foi elaborada pela CAIXA. Para sugestões, críticas e alterações encaminhar mensagem para a GIGOV de vinculação. 2) As informações constantes nesta ficha poderão ser alteradas a qualquer momento em razão da publicação de Leis, Portarias, Instruções Normativas, revisão de procedimentos operacionais ou por outras determinações. TITULO FICHA Providências p/ Contratação: Titularidade, Licenças, Outorgas e FT-03-03 REVISÃO PÁGINAS Declarações de Concessionárias 11 de 11 REPASSE OGU – PAC 01 DATA 22 SET 2016 FLUXOGRAMA DA ETAPA 1) Esta ficha foi elaborada pela CAIXA. Para sugestões, críticas e alterações encaminhar mensagem para a GIGOV de vinculação. 2) As informações constantes nesta ficha poderão ser alteradas a qualquer momento em razão da publicação de Leis, Portarias, Instruções Normativas, revisão de procedimentos operacionais ou por outras determinações.