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Diário da República, 2.ª série — N.

º 128 — 5 de julho de 2017 13881

EDUCAÇÃO estratégias para promover melhores aprendizagens em contextos espe-
cíficos e perante as necessidades de diferentes alunos.
Para cumprir este desiderato de promoção de melhores aprendizagens
Gabinete do Secretário de Estado da Educação indutoras do desenvolvimento de competências de nível mais elevado,
o Governo inscreveu no seu Programa orientações para a concretização
Despacho n.º 5907/2017 de uma política educativa que, assumindo a centralidade das escolas,
dos seus alunos e professores, permita a gestão do currículo de forma
Considerando que, por Despacho n.º 6531/2016, de 6 de maio de 2016, flexível e contextualizada, reconhecendo que o exercício efetivo de
publicado no Diário da República, 2.ª série, n.º 96, de 18 de maio de autonomia em educação só é plenamente garantido se o objeto dessa
2016, foi designado o Júri Nacional de Exames (JNE).
autonomia for o currículo.
Considerando que, em conformidade com a proposta da Direção-Geral
Tradicionalmente, os instrumentos de autonomia das escolas não
de Educação é necessário proceder à alteração da constituição do JNE,
em particular no que respeita ao secretariado da comissão permanente, incluem a área central de atuação das escolas, isto é, a autonomia no
e aos responsáveis dos Agrupamentos do JNE da Delegação Regional desenvolvimento curricular.
de Lisboa e Vale do Tejo (Lisboa, Linda-a-Velha) e do Algarve (Faro). Conferir às escolas a possibilidade de participar no desenvolvimento
No caso dos Açores passa a incluir um Agrupamento do JNE em Ponta curricular, estabelecendo prioridades na apropriação contextualizada do
Delgada. currículo e assumindo a diversidade ao encontrar as opções que melhor
Assim, nos termos e para efeitos do n.º 7 do artigo 2.º do Regula- se adequem aos desafios do seu projeto educativo, é sustentar a política
mento do Júri Nacional de Exames, aprovado pelo Despacho norma- educativa na conjugação de três elementos fundamentais: autonomia,
tivo n.º 1-D/2016, de 4 de março, e no uso dos poderes que me foram confiança e responsabilidade — autonomia alicerçada na confiança
delegados pelo Despacho n.º 1009-B/2016, de 13 de janeiro, publicado depositada em cada escola, enquanto conhecedora da realidade em que
no Diário da República, 2.ª série, n.º 13, de 20 de janeiro de 2016, se insere, com a assunção da responsabilidade inerente à prestação de
determino: um serviço público de educação de qualidade.
1 — É alterada a composição do JNE designado pelo Despacho Neste enquadramento, e em resultado de um longo processo de aus-
n.º 6531/2016, de 6 de maio de 2016, publicado no Diário da República, cultação de diversos intervenientes a nível nacional e internacional, com
2.ª série, n.º 96, de 18 de maio de 2016, em particular no que respeita especial enfoque para a participação no projeto Future of Education 2030,
ao secretariado da comissão permanente, bem como aos responsáveis da OCDE, bem como para a iniciativa «A Voz dos Alunos», a construção
dos agrupamentos de exames da Delegação Regional de Lisboa e Vale de um currículo do século XXI, a liberdade de atuação para garantir
do Tejo (Lisboa — Linda-a-Velha) e do Algarve (Faro), nos termos melhores aprendizagens a todos e o respeito pela autonomia das insti-
seguintes: tuições e dos seus profissionais, passam, necessariamente, por criar as
condições que permitam às escolas portuguesas responder com qualidade
Secretariado: a estes novos desafios. A mudança não é, assim, consubstanciada numa
Assistente técnica Vera Cristina Pinto Salvador vontade de inovar, é, antes, motivada pela valorização das escolas e dos
professores enquanto agentes de desenvolvimento curricular, procurando
Delegação Regional do JNE de Lisboa e Vale do Tejo: garantir que com autonomia e flexibilidade se alcançam aprendizagens
relevantes e significativas para todos os alunos.
Lisboa Linda-a-Velha — Licenciada Ana Maria dos Santos Simões
Por conseguinte, o presente despacho consagra a possibilidade de as
Borba
escolas voluntariamente aderirem ao projeto de autonomia e flexibilidade
Delegação Regional do JNE Algarve: curricular, que define os princípios e regras orientadores da conceção,
operacionalização e avaliação do currículo dos ensinos básico e secundá-
Faro — Licenciada Carla Alexandra da Costa Rêgo. rio. Este projeto é aplicado em regime de experiência pedagógica, o que
permite um acompanhamento, monitorização e avaliação essenciais à sua
2 — A Delegação Regional do JNE Açores passa a integrar o agru- reformulação. Deste modo, o conhecimento real da sua implementação
pamento do JNE: sustentará o processo de revisão do quadro legal, tendo em vista a sua
Ponta Delgada — Licenciado Jorge Fernando da Costa Torres. generalização, salvaguardando a sua aplicação gradual.
Assim, atento o previsto nos artigos 3.º, 4.º e 8.º do Decreto-
3 — O presente despacho produz efeitos reportados a 4 de janeiro -Lei n.º 75/2008, de 22 de abril, na redação dada pelo Decreto-Lei
de 2017, sendo ratificados todos os atos praticados na preparação das n.º 137/2012, de 2 de julho, e ao abrigo do disposto no Decreto-Lei
provas e dos exames de 2017. n.º 47587, de 10 de março de 1967, e no uso dos poderes que me foram
delegados pelo Despacho n.º 1009-B/2016, de 13 de janeiro, publicado
16 de junho de 2017. — O Secretário de Estado da Educação, João no Diário da República, 2.ª série, n.º 13, de 20 de janeiro de 2016,
Miguel Marques da Costa. determina-se o seguinte:
310573013 1 — No âmbito das prioridades definidas no Programa do XXI Go-
verno Constitucional para a área da educação, é autorizada, em regime
Despacho n.º 5908/2017 de experiência pedagógica, a implementação do projeto de autonomia e
O XXI Governo Constitucional assume a educação como um meio flexibilidade curricular dos ensinos básico e secundário, no ano escolar
privilegiado de promover a justiça social e a igualdade de oportunidades, de 2017-2018.
constituindo um dos princípios que enformam a sua política a promoção 2 — Para os efeitos previstos no número anterior são definidos os prin-
de um ensino de qualidade e sucesso para todos os alunos ao longo dos cípios e regras orientadores da conceção, operacionalização e avaliação
12 anos de escolaridade obrigatória. do currículo dos ensinos básico e secundário, nos termos constantes do
A promoção de um ensino de qualidade implica garantir que o sucesso Anexo ao presente despacho e que deste faz parte integrante.
se traduz em aprendizagens efetivas e significativas, com conheci- 3 — O projeto abrange os estabelecimentos de ensino da rede
mentos consolidados, que são mobilizados em situações concretas que pública e privada cujos órgãos de direção, administração e gestão
potenciam o desenvolvimento de competências de nível elevado, que, manifestem interesse na implementação do mesmo no ano escolar
por sua vez, contribuem para uma cidadania de sucesso no contexto de 2017-2018.
dos desafios colocados pela sociedade contemporânea. O conjunto de 4 — Os destinatários do projeto são as turmas de anos iniciais de
competências inscritas nas propostas de perfil de aluno no final da esco- ciclo (1.º, 5.º, 7.º anos de escolaridade), de nível de ensino (10.º ano
laridade obrigatória que têm vindo a ser apresentadas em Portugal e nos de escolaridade) e de 1.º ano de formação de cursos organizados em
mais variados fóruns internacionais abarca competências transversais, ciclos de formação.
transdisciplinares numa teia que inter-relaciona e mobiliza um conjunto 5 — Os estabelecimentos de ensino que se proponham iniciar o projeto
sólido de conhecimentos, capacidades, atitudes e valores. O cidadão de indicam as turmas e, com base nesta identificação, é constituída uma
sucesso é conhecedor, mas é também capaz de integrar conhecimento, amostra que integra as ofertas educativas e formativas cujas matrizes
resolver problemas, dominar diferentes linguagens científicas e técnicas, curriculares-base constituem os Quadros I a X, do Anexo ao presente
coopera, é autónomo, tem sensibilidade estética e artística e cuida do despacho.
seu bem-estar. 6 — Salvaguardada a especificidade dos cursos com planos próprios,
A operacionalização do perfil de competências que acaba de se referir podem ainda integrar a amostra turmas do 10.º ano de escolaridade
implica intencionalidade e ação educativa conducente ao desenvolvi- desta oferta.
mento das áreas previstas. De igual modo, sabendo-se que a diferenciação 7 — A lista dos estabelecimentos de ensino da rede pública e privada
pedagógica é um dos principais instrumentos para garantir melhores que aderem ao projeto é divulgada na internet, no sítio da Direção-Geral
aprendizagens é fundamental que as escolas tenham à sua disposição da Educação (DGE), na área dedicada ao projeto de autonomia e fle-
instrumentos que lhes permitam gerir o currículo de forma a integrar xibilidade curricular.

. 10 — À equipa de coordenação nacional compete: b) Aos professores consideram-se extensíveis aos formadores. c) «Documentos curriculares». às cinco unidades orgânicas desconcentradas de âmbito regional da designadamente nas «Aprendizagens essenciais». cional. bem como de aconselhamento des a desenvolver pelos alunos. ANEXO e) Assegurar a elaboração de um relatório semestral sobre a evolução (a que se refere o n. o conjunto de áreas disciplinares c) Professor Doutor Joaquim Azevedo. bem como as «Aprendizagens essenciais» de cada de reconhecido mérito no domínio da educação e formação: área disciplinar e disciplina. 14 — Participam no projeto como consultores com funções de asses. na produção de instrumentos de estão expressos os conhecimentos a adquirir. e da aprendizagem. sempre a) Definir procedimentos facilitadores do trabalho a desenvolver que aplicável. a escolaridade obrigatória.º 128 — 5 de julho de 2017 8 — O acompanhamento do projeto de cada estabelecimento de en. a realizar no ano de 2017-2018. curriculares de base na planificação. João solidação e a revisão do projeto. bem como a produção de recursos pedagógicos e de Artigo 2.) e da Inspeção- -Geral da Educação e Ciência (IGEC). tendo. de formação. constituindo estas últimas as orientações a) Professora Doutora Ariana Cosme. P. constituída por elementos da DGE. define os princípios e regras orientadores da conceção. bem como por um conselho consultivo constituído do ensino público consideram-se feitas para os órgãos com competência por personalidades de reconhecido mérito na área da educação. redes de partilha. 30 de junho de 2017. P.º dos Estabelecimentos Escolares (DGEstE). o conjunto comum de conhecimentos c) Equipa da Região de Lisboa e Vale do Tejo. d) Equipa da Região do Alentejo. O projeto de autonomia e flexibilidade curricular. Disposições gerais 11 — A equipa de coordenação nacional é constituída por dirigentes da Direção-Geral da Educação (DGE). coordenada pela a adquirir.º 11. Definições 13 — As equipas regionais desenvolvem um trabalho de proximidade junto das escolas. em regime de 12 — A equipa técnica. capacidades e atitudes que contribuam para alcançar as compe- pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico tências previstas no «Perfil dos alunos à saída da escolaridade (OCDE). e desde que o não contrarie. da Agência Nacional para a Objeto Qualificação e o Ensino Profissional. curricular-base de uma oferta educativa e formativa. obrigatória». — O Secretário de Estado da Educação. 18 — Às turmas dos anos de escolaridade ou de formação abrangidas sino é assegurado a nível central e regional por equipas que congregam pelo projeto são aplicáveis as disposições do presente despacho bem competências adstritas aos diversos serviços e organismos do Ministério como do seu Anexo no ano letivo de 2017-2018. com CAPÍTULO I vista à aplicação generalizada. nas escolas. que coordena. perfis profissionais e referenciais do Catálogo Nacional que respeita a intervenção junto das escolas. I. entre elas. escolaridade obrigatória». c) Emitir propostas que contribuam para o aperfeiçoamento. realização e avaliação do ensino b) Professora Doutora Isabel Valente Pires. áreas de confluência de tra- projeto. a realização de encontros nacionais presente despacho e seu Anexo. integradas na matriz propostas de revisão. articulados concetualmente. P. todos os alunos em cada área disciplinar ou disciplina. sibilidade de enriquecimento do currículo com os conhecimentos. em resultado do cação generalizada do projeto de autonomia e flexibilidade curricular à exercício de gestão local de flexibilidade inscrito por cada escola nos rede de estabelecimentos de ensino. pelos serviços do Ministério da Educação e. em regra. (ANQEP. ao nível das áreas nacional. relevantes e significativos. e disciplinas a lecionar por ciclo e ano de escolaridade ou por ciclo d) Professor Doutor José Matias Alves. aplica-se e regionais. no orientações. visitas às escolas e a regulamentação em vigor no âmbito do currículo e da avaliação dos formação. Para efeitos do presente projeto entende-se por: e são constituídas por elementos dos serviços e organismos referidos a) «Currículo dos ensinos básico e secundário».. a con. promovendo a partilha de práticas e o trabalho em rede. as capacidades e atitu- monitorização dos processos e resultados. da Direção-Geral Artigo 1. os conteúdos de conhecimento disciplinar estruturado. e) «Autonomia e flexibilidade curricular». nos instrumentos de planeamento curricular.º documentos orientadores. adotando um modelo de proximidade. coordenada pela ANQEP. promovendo a harmonização de procedimentos. ao nível da escola e g) Professor Doutor Ricardo Rodrigues. coordenada pela DGEstE. I. em que se recorre 19 — Em tudo o que não se encontrar especialmente regulado no a diferentes dinâmicas. à tomada de decisão e de apoio à equipa de coordenação nacional. instrumentos de planeamento curricular.ª série — N. I. de forma a avaliar a sua implementação. são identificadas as eventuais balho interdisciplinar e ou de articulação curricular. d) «Matrizes curriculares-base».º 2) do projeto dando conhecimento do mesmo ao membro do Governo responsável pela área da educação. a partir dos quais as DGEstE. a faculdade conferida 15 — Os serviços e organismos do Ministério da Educação indicam à escola para gerir o currículo dos ensinos básico e secundário e os seus representantes nas equipas regionais ao coordenador da equipa a organização das matrizes curriculares base. e) Professor Doutor José Verdasca. d) Desenvolver mecanismos de articulação entre as escolas envolvidas no projeto. Miguel Marques da Costa. a nível internacional. que serve de suporte ao desenvolvimento do currículo concretizado f) Professor Doutor Rui Trindade. apoio a distância. b) Organizar e disponibilizar formação de recursos humanos. a sistematização da informação e a coordena- ção da formação. por referência o ano de escolaridade ou de formação. bem como de capacidades e atitudes a desenvolver obrigatoriamente por e) Equipa da Região do Algarve. designadamente os programas. administração e gestão dos estabelecimentos por equipas regionais. f) Garantir a monitorização do projeto tendo por base indicadores de qualidade e de impacto. ensinos básico e secundário. coadjuvada por uma equipa técnica e a) Aos órgãos de direção. monitorização e avaliação do f) «Domínios de autonomia curricular». o conjunto de conhe- no n. distribuídas pelas cinco áreas geográficas correspondentes cimentos. b) «Aprendizagens essenciais». com vista ao apoio e acompanhamento dos projetos. de modo a alcançar o Perfil dos alunos à saída da equipas regionais. bem como a carga horária prevista para cada um deles. isto é. gestão da comunicação. 17 — Decorrente do acompanhamento. da turma. nos termos seguintes: escolas definem as suas opções curriculares com vista à aquisição do conjunto de competências definidas no «Perfil dos alunos à saída da a) Equipa da Região Norte. metas. DGE. 9 — Para cumprimento do disposto no número anterior é criada uma 20 — As referências constantes no despacho ou no Anexo: equipa de coordenação nacional. funciona experiência pedagógica. equivalente em cada estabelecimento de ensino da rede privada. capacidades e atitudes constantes nos documentos curriculares. o conjunto de documentos em que soria na definição de linhas de atuação. coordenada pela DGE. com vista à promoção de práticas colaborativas entre pro- 21 — O presente despacho entra em vigor no dia seguinte ao da sua fessores. assente na pos- 16 — A avaliação intercalar e final do projeto é realizada a nível na. da Educação. operacionalização e avaliação do currículo dos ensinos bá- junto da coordenação nacional e compete-lhe apoiar a mesma e as sico e secundário. as seguintes personalidades de Qualificações. b) Equipa da Região Centro. tendo em vista a reformulação prévia a uma apli. 2. disciplinares e disciplinas e da sua carga horária. coordenada pela DGEstE. publicação.. indispensáveis.13882 Diário da República.

flexibilidade. por ano de escolaridade. horária total do ciclo de formação. enquanto veículos Matriz curricular-base de identidade nacional. subordinam-se aos seguintes princípios orientadores: SECÇÃO I a) Promoção da melhoria da qualidade do ensino e da aprendizagem. assumindo uma gestão integrada e sequencial b) Coerência e sequencialidade das aprendizagens. formativa e cultural. p) Afirmação da avaliação das aprendizagens como parte integrante 4 — Em cada ano letivo deve ser garantido o tempo total por ano da gestão do currículo enquanto instrumento ao serviço do ensino e de escolaridade. tidade global e multicultural e de facilitação do acesso à informação e níveis de ensino e ciclos de formação. independentemente e do plano de ação estratégica ou.º colaborativo. na sua 3 — As novas disciplinas. t) Envolvimento dos alunos e encarregados de educação na identifi. da ciência e tecnologia. sustentada formação.º CAPÍTULO II Princípios orientadores Currículo dos ensinos básico e secundário A conceção. curriculares-base.º ciclo do ensino básico. da carga do ensino básico e do ensino secundário. são as que apresentam identidade e documentos escolar. r) Valorização da complementaridade entre os processos de avaliação Autonomia curricular interna e externa das aprendizagens. valorizando uma intervenção atempada e rigorosa. i) Conceção de um currículo integrador. realização e avaliação das aprendizagens. de múltiplas competências. as abordagens e os procedimentos que se revelem mais sino básico. área disciplinar e disciplina. e o ensino secundário. podem ser criados cação das opções curriculares da escola. cada componente do currículo. que agregue todas as ativi. a inserção no mundo do trabalho e o prosseguimento alunos cuja língua materna não é o Português. artísticos especializados do ensino secundário. operacionalização e avaliação das aprendizagens do currículo dos ensinos básico e secundário. 1 — O currículo dos ensinos básico e secundário reflete-se em planos l) Valorização das línguas estrangeiras. domínios de autonomia curricular ou novas disciplinas. alcançam as competên- rios Educativos de Intervenção Prioritária. m) Assunção das artes. 2 — Tendo em conta o contexto de cada escola. melhoria. construindo um percurso formativo próprio. à conceção do currículo c) Garantia de uma escola inclusiva. no sentido de superar Artigo 6. j) Desenvolvimento de aprendizagens de programação no âmbito da dades e projetos da escola. k) Oferta de Atividades de Enriquecimento Curricular (AEC) no ensino gens.Diário da República. . no caso dos cursos de nas. do currículo. aos seus interesses vocacionais e permitem a consecução da escolari- i) Acesso à oferta da disciplina de Português Língua Não Materna por dade obrigatória. a) Acesso ao currículo por todos os alunos num quadro de igualdade de quando estas ao perfil dos alunos. c) Possibilidade de reorientação do percurso escolar dos alunos nos e) Mobilização dos agentes educativos para a promoção do sucesso ciclos e níveis de ensino em que existam diversas ofertas educativas educativo de todos os alunos. básico. cuja diversidade. da mobilização de literacias diversas. k) Valorização da língua e da cultura portuguesas. 2 — Com vista a atingir aquela finalidade.º dificuldades nos diferentes domínios curriculares. sem prejuízo da e de desenvolvimento de competências pelos alunos. subjazem os seguintes princípios: inovação e personalização respondem à heterogeneidade dos alunos. com um papel fundamental curriculares-base. com recurso à utilização do conjunto de horas de crédito adequados para que todos os alunos alcancem o Perfil dos alunos à saída definidas no despacho que estabelece as regras a que deve obedecer a da escolaridade obrigatória. com natureza eminentemente lúdica. f) Enriquecimento do currículo com a dinamização da componente g) Flexibilidade contextualizada na gestão do currículo utilizando Oferta Complementar através da criação de novas disciplinas no en- os métodos. oportunidades. 5 — Nos cursos profissionais e nos cursos de educação e formação q) Promoção da capacidade reguladora dos instrumentos de avaliação de jovens deve ser garantida a carga horária prevista para o ciclo de externa. ciclos. ade. do plano plurianual de cias definidas no Perfil dos alunos à saída da escolaridade obrigatória. na reflexão sobre as opções a tomar. eliminando obstáculos de acesso ao currículo e às aprendizagens. 2. o espírito crítico e interventivo. j) Assunção da importância da natureza transdisciplinar das aprendiza. n) Promoção da educação para a cidadania e para o desenvolvimento 3 — Excluem-se do disposto no número anterior a componente de ao longo de toda a escolaridade obrigatória. formação artística especializada nos cursos artísticos especializados do o) Valorização do trabalho colaborativo e interdisciplinar no planea. -base constantes nos Quadros I a X. a curiosidade intelectual. curriculares próprios. no âmbito do presente projeto. realizados e avaliados cundário. ensino básico e as componentes científica e técnica artística dos cursos mento. b) Concretização de um exercício efetivo de autonomia curricular. h) Oferta a todos os alunos da componente do currículo Cidadania ensino que oferece aos alunos diferentes vias que procuram responder e Desenvolvimento.º possibilitando às escolas a identificação de opções curriculares efi. organização do ano letivo. criadas pela escola no tempo destinado à exequibilidade e adequação aos contextos de cada comunidade Oferta Complementar. através da possibilidade de escolha de disciplinas alinhadas de pelo conjunto dos professores de cada conselho de turma ou de cada acordo com o seu interesse. no caso das escolas dos Territó- da oferta educativa e formativa que frequentam. ano de escolaridade. das aprendizagens. a criatividade e o trabalho Artigo 5.ª série — N. assumindo-os como fonte de aprendizagem disciplina de Tecnologias de Informação e Comunicação. d) Assunção dos projetos e atividades desenvolvidos na comunidade f) Valorização da gestão e lecionação interdisciplinar e articulada do escolar como parte integrante do currículo. Língua Segunda para alunos surdos. Finalidade cazes e em consonância com a especificidade do projeto educativo 1 — O currículo visa garantir que todos os alunos. e de responsabilidade partilhada. a partir de matrizes curriculares- à tecnologia. para efeitos de certificação e prosseguimento de estudos no final educação e formação de jovens e dos cursos profissionais. de modo a que todos os alunos consigam alcançar o Perfil dos alunos à Conceção saída da escolaridade obrigatória. currículo através do desenvolvimento de projetos que aglutinem apren. e) Maior flexibilidade no plano de estudos dos alunos do ensino se- dizagens das diferentes disciplinas. esta constitui uma referência para diversas ofertas educativas e formativas. Artigo 4. possibilidade da iniciação à programação no 1. teóricas e práticas. ou. bem como de Português de estudos para todos. promovendo o conhecimento científico. enquanto veículos de iden. h) Valorização da identidade do ensino secundário enquanto nível de g) Dinamização de momentos de apoio à aprendizagem dos alunos. assente no reconhecimento de que todos têm capacidade d) Promoção de maior articulação entre os três ciclos do ensino básico de aprendizagem e de desenvolvimento educativo. 1 — No âmbito da autonomia e flexibilidade curricular. de estudos e desenvolve-se em cada um dos anos de escolaridade. não prejudicando u) Reconhecimento dos professores enquanto agentes principais a existência das áreas disciplinares e disciplinas previstas nas matrizes do desenvolvimento do currículo. pela informação decorrente do processo de aferição.º 128 — 5 de julho de 2017 13883 Artigo 3. na sua avaliação. assente numa lógica de coautoria curricular e formativas. as escolas s) Reconhecimento da importância da avaliação externa e de outras podem gerir até 25 % da carga horária semanal inscrita nas matrizes modalidades específicas de avaliação que convoquem entidades exter. do desporto e das 2 — Nas matrizes curriculares-base das ofertas em que a carga horária humanidades como componentes estruturantes da matriz curricular das apresenta uma organização semanal. planeados.

básico constantes dos Quadros I a V integram: ii) Disciplina da formação específica dos cursos científico- -humanísticos. para 3 — As matrizes curriculares-base integram ainda as seguintes com. com vista à construção da identidade componentes de formação constantes nas matrizes curriculares-base. ainda. científica. Artigo 12. tecnológica e prática. aos alunos do ensino secundário é garantida a possibilidade opções que visam: de adoção de um percurso formativo próprio nos termos seguintes: a) A valorização das artes. substituição de uma das dis.º 2 — Nos 2. o aprofundamento e ou o enriquecimento das número anterior podem integrar disciplinas de oferta dependente do Aprendizagens essenciais. 3 — A lista de permutas e substituições de disciplinas adotadas na b) No 2. as matrizes de todos os anos de escolaridade do ensino básico. ção. b) Nos 2. as opções da escola relativas à autonomia e flexibilidade curricular visam: 4 — Nos cursos científico-humanísticos e nos cursos artísticos es- pecializados.º ciclo. efeitos de planificação. das humanidades. regional e local. estabelece prioridades. pessoal. realização e avaliação do ensino e da aprendi- ponentes de formação: zagem. social e cultural dos alunos. tecnológica nos cursos profissionais e prática nos cursos de educação e formação de jovens integram ainda formas específicas 3 — As opções da escola são inscritas nos instrumentos de planea- de concretização da aprendizagem em contexto de trabalho.º Desenvolvimento do planeamento curricular Artigo 9. 2 — No cumprimento do disposto no número anterior. a) No 1. nos cursos artísticos especializados. volvimento é desenvolvida com o contributo de todas as disciplinas e vas do ensino secundário. b) A aquisição e desenvolvimento de competências de pesquisa. a componente do currículo Cidadania e Desen- 1 — As matrizes curriculares-base das ofertas educativas e formati. e contextualização do currículo ao projeto educativo da escola e às d) Prática nos cursos de educação e formação de jovens. .º. tomando tigo 4.º e 3.º 128 — 5 de julho de 2017 Artigo 7. e formação de jovens. destinada à criação de novas disciplinas. -humanísticos. bem como do desenvolvimento de projetos inovadores de coadjuvação. 4 — A matriz curricular-base dos cursos de educação e formação de 2 — As componentes referidas no número anterior constituem: jovens dos 2. aquisição e o desenvolvimento de competências técnicas. reflexão. a forma de estágio em contexto de trabalho. nos cursos científico-humanísticos e nos cursos artísticos senvolver pelos alunos nas diversas áreas disciplinares.º 2 do ar. Catálogo Nacional de Qualificações. relacionais e organizacionais relevantes para a qualificação profissional a adquirir. projeto educativo. mobilização crítica e autónoma de informação. de Informação e Comunicação plementar. a) No 1. da ciência.º curriculares-base integram um conjunto de disciplinas comuns nas Documentos curriculares seguintes componentes de formação: 1 — Os documentos curriculares inscrevem as aprendizagens a de- a) Geral. duas últimas estruturantes da qualificação profissional do curso.º ciclo. cializados. as componentes de formação identificadas nas alíneas do a) A consolidação. que visa proporcio- nar formação científica consistente no domínio do respetivo curso.º Estrutura das matrizes curriculares-base do ensino secundário 3 — Nos cursos de educação e formação de jovens de nível básico e no ensino secundário. nos cursos profissionais e nos cursos de educação unidades de formação de curta duração (UFCD). nos cursos pro- fissionais e nos cursos de educação e formação de jovens. a) Nos cursos científico-humanísticos. avalia- b) Nos cursos artísticos especializados. as matrizes Artigo 11. visando a mento curricular. que assume características das turmas e dos alunos.º ciclos. permuta de uma das disciplinas das tecnologias de informação e comunicação e do trabalho prático e bienais e ou de uma das anuais da componente de formação específica experimental. projeto educativo da escola. Artigo 10. nas matrizes curriculares-base está. a) Específica. 1 — O planeamento curricular tem como finalidade a adequação gens. regra. c) A promoção de experiências de comunicação e expressão em lín- ii) Disciplina da formação específica dos cursos científico. 2 — Para cada ano de escolaridade. no desenvol- 1 — No desenvolvimento do disposto na alínea e) do n. que visam a aquisição e desenvolvimento de um conjunto de aprendiza. vimento do planeamento curricular. lidade curricular. a escola. potenciada pela tes de formação sociocultural. 1 — As componentes do currículo Cidadania e Desenvolvimento 3 — As matrizes curriculares-base dos cursos artísticos especializados (CD) e Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) integram. que visa a Operacionalização aquisição e desenvolvimento de um conjunto de aprendizagens alinhadas com a especificidade de cada curso.º e 3.º c) Técnica artística nos cursos artísticos especializados e tecnológica Planeamento curricular nos cursos profissionais e nos cursos de educação e formação de jovens. privilegiando abordagens interdisciplinares. tado pelo aluno. disciplinas ou especializados. área de natureza transdisciplinar.13884 Diário da República. nos cursos científico-humanísticos. garantem a universalização de aprendizagens.º ciclos. com vista ciplinas da componente de formação científica por: à resolução de problemas e ao reforço da autoestima dos alunos. integra as componen. sem prejuízo da lecionação da se constituem como oferta disciplinar da escola dependente do seu disciplina de Inglês por um professor com formação específica para tal. na área dedicada ao projeto de autonomia e flexibi- c) No 3. diferentes disciplinas agregadas em áreas disciplinares. 2 — Para cumprimento do previsto no artigo 6. bidisciplinar dos grupos de recrutamento desse ciclo. em incluem uma componente de formação artística especializada inerente à especificidade curricular destes cursos. disciplinas que podem funcionar numa orga- nização semestral. no sítio da DGE.º ciclos. conhecimentos e aptidões de base do respetivo curso. i) Disciplina correspondente dos cursos profissionais. gua portuguesa e em línguas estrangeiras nas modalidades oral.º e 3.º. Artigo 8. Cidadania e Desenvolvimento e Tecnologias prevista a possibilidade da oferta de uma componente de Oferta Com. diferentes áreas disciplinares que permitem a articulação curricular numa abordagem globalizante do ensino e da aprendizagem 2 — Integram ainda o leque de disciplinas objeto de permuta as que assente na prática da monodocência. constante do Quadro VI.º ciclo. diferentes disciplinas agregadas em áreas disciplinares. anual ou outra. SECÇÃO II b) Científica. substituição de uma das disciplinas da Estrutura das matrizes curriculares-base do ensino básico componente de formação científica por: 1 — As matrizes curriculares-base das ofertas educativas do ensino i) Disciplina correspondente dos cursos artísticos especializados. constantes dos Quadros VII a X. privilegiando abordagens interdisciplinares potenciadas pela organização construção de um percurso formativo próprio é publicitada na internet. do desporto.º ciclo. visual e multimodal. sendo as dimensão globalizante do ensino neste ciclo. nos casos aplicáveis. Artigo 13. b) O desenvolvimento das competências inscritas nos referenciais do 5 — As componentes técnica artística nos cursos artísticos espe. 2.ª série — N. bem como a integração das componentes de natureza por disciplina(s) correspondente(s) de um curso diferente do frequen. b) Sociocultural.º 1 — Considerando as áreas de competências consignadas no Perfil Adoção de percurso formativo próprio no ensino secundário dos alunos à saída da escolaridade obrigatória.º c) Nos cursos profissionais. escrita. área disciplinar e disciplina cons- tituem orientação curricular de base as Aprendizagens essenciais.

nos termos previstos no n. em regra. de espaços ou de tempos de trabalho para o plinar. expe- 1 — As opções de natureza curricular. avaliando. entre outras. ajustamentos adequados. desenvolvimento de componentes de currículo local. designadamente. que permita antecipar e prevenir o insu- contributo interdisciplinar. vimento de curiosidade intelectual. de organização e de gestão pedagógica. entre outros elementos considerados pertinentes.ª série — N. através definição. que consagra as opções de natureza ao desenvolvimento de capacidades e atitudes pelos alunos. privi- escolaridade. disciplinar com períodos de funcionamento multidisciplinar. síntese. e do sucesso escolar. promovendo tempos de trabalho de projeto interdis. c) A adequação. privilegiando. de Medidas de promoção do sucesso forma sumária.os 1 a 4 do presente artigo. parcial ou total de disciplinas tem por base os documentos curriculares e) A regularidade da monitorização do referido plano. b) A definição do contributo das várias áreas disciplinares. . professor. enquanto referenciais que constituem o perfil de aprendizagens específicas dos alunos. Artigo 18. legiando a livre iniciativa. 2. bem como 2 — Além do projeto educativo. professor titular. d) A organização do ensino prevendo atividades de observação. nuais de melhoria. a realização e a avaliação do ensino 1 — No quadro dos planos de ação estratégica e dos planos pluria- e das aprendizagens. através de programas que c) A seleção das metodologias de trabalho a utilizar e os mecanismos permitam uma intervenção sobre as condicionantes e os fatores preditores de monitorização da evolução das aprendizagens dos alunos. Artigo 17.º 1 — O plano curricular da turma é um documento dinâmico que. a) Um trabalho de natureza interdisciplinar e de articulação disci- g) Criação de disciplinas. realização e avaliação do en. a) Combinação parcial ou total de disciplinas. propor ao conselho pedagógico opções curriculares com- atualidade. Artigo 15. diversidade e complementaridade das estratégias de 3 — Na concretização do previsto na alínea a) do número anterior ensino e aprendizagem. em trabalho 7 — Os planos curriculares são submetidos à apreciação do conselho colaborativo. c) Desenvolvimento de trabalho prático ou experimental com recurso a desdobramento de turmas ou outra organização. nos 2. monitorização e avaliação das medidas de da definição dos domínios de autonomia curricular e de outras formas promoção do sucesso educativo. garantir: tral ou semestral.º c) A mobilização do conhecimento de situações e problemas do quo- Opções curriculares de escola tidiano ou do meio envolvente. adequada à consecução das aprendizagens e ao desenvolvimento integral dos alunos. com as devidas b) Alternância. em cada ano de esco. designadamente: curricular da turma. as práticas curricular. das tecnologias de informação e comunicação. análise. pelo diretor de turma e ou de curso ou por outro curricular. acordo com a sua intencionalidade. de das disciplinas que lhe dão origem. conselho de docentes.º cretiza os pressupostos do projeto educativo e constitui-se como uma Práticas pedagógicas apropriação contextualizada do currículo. nomeadamente. entre outras: consideradas as especificidades curriculares e o perfil da turma. do sucesso educativo.º f) A produção de informação descritiva sobre os desempenhos dos alunos. i) O desenvolvimento de competências de nível elevado. Instrumentos de planeamento curricular 1 — O planeamento curricular ao nível da escola e da turma con. são inscritas no projeto edu. no âmbito do plano cur- curriculares-base. pelas aprendizagens a desenvolver pelos alunos. com partilha de horário entre diferentes disciplinas. c) A capacitação dos recursos das escolas. dos desempenhos esperados e laridade. o plano curricular da turma compreende: a) A promoção de práticas que permitam antecipar e prevenir o in- sucesso e o abandono escolar. estratégias remediativas. traduz o planeamento. pedagógico.º e 3. incidindo em atividades de pesquisa. a) A gestão da articulação horizontal do currículo operacionalizada 3 — As escolas podem adotar outros instrumentos de planeamento pelo professor titular. o previsto nos n. e o conselho de turma.º 128 — 5 de julho de 2017 13885 d) O exercício da cidadania ativa. pelo 2 — As opções curriculares da escola concretizam-se. bem como dos instrumentos de avaliação e dos não fica prejudicada a existência das disciplinas inscritas nas matrizes recursos educativos a adotar na turma. curriculares-base. assente numa visão interdisciplinar do currículo.Diário da República. entre outras. dos instrumentos de avaliação. a autonomia e a responsabilidade. o impacto das estratégias e medidas adotadas. implementação. devem. de turma e ou de curso. de períodos de funcionamento adaptações. ouvido o conselho de docentes e. pelo conselho de turma. com b) Uma atuação preventiva. 3 — No planeamento curricular a desenvolver pela escola.º d) Integração de projetos desenvolvidos na escola em blocos que se Gestão do plano curricular da turma inscrevem no horário semanal. d) O envolvimento dos alunos no planeamento. através de uma aposta na diferenciação a) A identificação das áreas de competência a priorizar no trabalho pedagógica e na intervenção precoce. os procedimentos de monitorização e avaliação. em detrimento de um enfoque em com a turma. sino e da aprendizagem.º ciclos e nas seguintes possibilidades: ensino secundário. 5 — Os planos curriculares de turma são elaborados. Artigo 14. Artigo 16. e) Redistribuição da carga horária das disciplinas das matrizes Nas dinâmicas de trabalho a implementar. ou outra organização. designadamente os critérios rimentação e questionamento da realidade de forma integrada. em articulação com o ciplinar. desenvolvimento e 4 — O domínio de autonomia curricular resultante da combinação monitorização do plano curricular da turma. a concretizar ao nível da turma ou do ano de g) A promoção de atividades de intervenção cívica dos alunos. em contextos 3 — O conselho de turma pode. e) O desenvolvimento de atividades cooperativas de aprendi- cativo. b) A explicitação das aprendizagens. é também instrumento de planeamento curricular o plano pedagógicas devem valorizar. as escolas adotam medidas que visam a promoção 2 — Na prossecução das opções inscritas no projeto educativo. de organização do trabalho a desenvolver com a turma. no 1. Com vista a uma efetiva apropriação dos conhecimentos. de forma rotativa ou outra adequada. coordenado pelo diretor f) Organização do funcionamento das disciplinas de um modo trimes.º 3 do artigo 14. a gerir por equipa educativa docente responsável.º Plano curricular da turma Artigo 19. e) A implementação do trabalho de projeto como dinâmica centrada 4 — Nos anos não iniciais de ciclo. ricular da turma. zagem. plementares às inscritas no projeto educativo da escola. 6 — Aos instrumentos de planeamento curricular a adotar pela escola.º ciclo. fundamentado em razões de natureza de partilha e de colaboração e de confronto de ideias sobre matérias da pedagógica. cesso e o abandono escolar. proporcionando situações de as opções do plano curricular da turma já desenvolvido e procede aos aprendizagens significativas. o professor titular de turma. disciplinas b) O envolvimento dos alunos e dos encarregados de educação na e UFCD para o trabalho de integração disciplinar. promovendo aprendizagens de qualidade e a sua autorregulação. ao longo do ano letivo. o conselho de turma reavalia no papel dos alunos enquanto autores. planos curriculares de ano de escolaridade. 2 —As opções a que se refere o número anterior constituem-se como f) A utilização crítica de fontes de informação e o uso preferencial referência no trabalho de planeamento. o projeto h) A criação de ambientes estimulantes e potenciadores do desenvol- educativo integra ainda. de participação social. é aplicável. avaliação e comunicação.º.

g) A implementação de tutorias. de modo a potenciar a melhoria da qualidade do ensino e a) Disciplina de Português. 2 — A avaliação externa das aprendizagens: pecíficas. 5 — Sem prejuízo das especificidades que distinguem os processos 5 — A avaliação dos alunos dos cursos científico-humanísticos in- de avaliação interna e externa das aprendizagens. nomeadamente à autorregulação dos percursos dos alunos. de Artigo 22.º 4 — A avaliação formativa.º ciclo. com especial enfoque nas áreas às finalidades. com vista à promoção da articulação entre áreas disciplinares. b) Aferir a prossecução dos objetivos definidos no currículo. instrumentos e procedimentos diversificados e adequados. dos órgãos de gestão pedagógica da escola ou de outras entidades legalmente autorizadas. enquanto parte integrante do currículo. a) Informar e sustentar intervenções pedagógicas. nos termos seguintes: análise dos dados recolhidos deve valorizar leituras de complemen- taridade. e seleção de informação. em regra. 3 — A avaliação sumativa traduz-se na formulação de um juízo global Avaliação das aprendizagens sobre as aprendizagens realizadas pelos alunos.º 128 — 5 de julho de 2017 d) A avaliação periódica dos seus planos de ação. as técnicas. quer no âmbito da avaliação interna. com base numa metodologia de integra. com mediação de professores. com culdades identificadas para cada aluno. nomeadamente através da autorregulação das aprendi. aos recrutamento destas áreas. nomeadamente os conhecimentos adquiridos. de modo a que os alunos Avaliação interna das aprendizagens optem por cursos. articulação com dispositivos de informação dirigidos aos encarregados gem. áreas e disciplinas que correspondam aos seus inte- 1 — A avaliação diagnóstica realiza-se sempre que seja considerado resses vocacionais. 2 — As provas e exames realizados no âmbito da avaliação externa 3 — Na avaliação. iii) Sumativos. oportuno. no final do 9.ª série — N. vista à promoção do sucesso escolar. ao objeto em avaliação. mo. iii) Desenvolvimento de trabalho autónomo. devendo fundamentar o apoio às apren- 1 — A avaliação. de aplicação universal e obrigatória. que orienta o percurso escolar dos alunos e certifica as aprendi.º bem como as capacidades e atitudes desenvolvidas no âmbito das áreas das competências inscritas no Perfil dos alunos à saída da escolaridade Avaliação externa das aprendizagens obrigatória.13886 Diário da República. quer no âmbito da avaliação a) Acompanhar o desenvolvimento do currículo. privilegiando a pesquisa. aos destinatários e ao tipo de das competências inscritas no Perfil dos alunos à saída da escolaridade informação a recolher. h) A promoção. reajustando estra- c) Potenciar uma intervenção pedagógica atempada. da aprendizagem. 2 — Na medida prevista na subalínea i) da alínea e) do número an. 2. Artigo 23. de vários ciclos e níveis de ensino ii) Formativa. aos destinatários bilizando professores de outros ciclos que pertençam aos grupos de e às circunstâncias em que ocorrem.º ano de escolaridade. terior. nas suas múltiplas Artigo 21. com enfoque na avaliação de impacto das estratégias local- Avaliação das aprendizagens mente definidas e identificadas como relevantes para a promoção do sucesso educativo. educativo.º dimensões. ii) Permuta temporária entre professores da mesma área ou domínio disciplinar. dizagens. iii) Exames finais nacionais.º ações de orientação escolar e profissional. a) Gera informação a utilizar para fins: a funcionar.º 2. Artigo 20. b) Mobiliza técnicas.º anos de escolaridade e permitem: dos professores. a disciplina. 3 — As provas de aferição. i) De diagnóstico. i) Coadjuvação entre professores. definida no n. os b) Fornecer informações detalhadas acerca do desempenho dos alunos seguintes objetivos: à escola. dagógica. zagens desenvolvidas. a realizar no ano terminal da respetiva ao desempenho dos alunos e ao desenvolvimento do currículo. sendo essencial para fundamentar a definição de estratégias i) O desenvolvimento de ações de apoio ao crescimento e ao desen- de diferenciação pedagógica. mação adequados à diversidade das aprendizagens. rio da Educação. de facilitação da sua integração escolar e de apoio à orientação da saúde e a prevenção de comportamentos de risco. alunos. enquanto denominador da aprendizagem baseada num processo contínuo de intervenção pe. b) Disciplina trienal da componente de formação específica. e no que respeita ao 1. obrigatória. ção de várias áreas disciplinares. aos encarregados de educação e a outras pessoas ou entidades legalmente autorizadas obter informação sobre o desenvolvimento do ensino e da aprendizagem. através de práticas de: i) Diagnóstica.º. tísticos especializados do ensino básico integra a realização de provas finais de ciclo. curricular comum. constitui um processo regulador do ensino e da aprendiza. da componente de formação geral. valorizando-se o intercâmbio de saberes a) Compreende as seguintes modalidades de avaliação: e de experiências.º 2 do artigo 11. . visando igualmente a promoção alunos. visando a orientação do processo ii) Provas finais do ensino básico. 2 — A avaliação formativa assume carácter contínuo e sistemático. desenvolvimento e consolidação de aprendizagens es. 1 — A avaliação interna das aprendizagens: e) O trabalho colaborativo. as práticas de coadjuvação devem devendo recorrer a uma variedade de instrumentos de recolha de infor- privilegiar as áreas da Educação Artística e da Educação Física. devem ainda contemplar a avaliação da capacidade de mobilização e instrumentos e procedimentos devem ser diversificados e adequados de integração dos saberes disciplinares. 4 — As diferentes formas de recolha de informação sobre as apren. de superação de eventuais dificuldades dos volvimento pessoal e social dos alunos. providenciando informação regular ao sistema educativo. e de diversas áreas disciplinares. interpares. aos professores. b) Compreende: i) Provas de aferição. é a principal modalidade Finalidades de avaliação e permite obter informação privilegiada e sistemática nos diversos domínios curriculares. tratamento ii) Formativos. da responsabilidade realizam-se no final dos 2. externa. tendo como objetivos a classificação e certificação. zagens e da adaptação às expectativas académicas e sociais dos alunos. previstas no n. nas diferentes áreas. com vista ao ajustamento de processos SECÇÃO III e estratégias. dirigida às difi- tégias que conduzam à melhoria da qualidade das aprendizagens. 1 — A avaliação externa tem como referencial base as Aprendizagens 2 — A avaliação tem por objetivo central a melhoria do ensino e essenciais. sendo um elemento-chave de desenvolvimento do dizagens. 4 — A avaliação dos alunos do ensino básico geral e dos cursos ar- c) Certificar aprendizagens. escolar e vocacional. permitindo aos professores. prosseguem. f) A organização de alunos em grupos de trabalho para: i) Aquisição. em currículo. no que respeita tegra exames finais nacionais. ii) Apoio às aprendizagens. aos encarregados de educação e aos próprios alunos.º e 8. de acordo com as suas finalidades. de forma temporária. de educação.º. 5. através dos serviços de psicologia e orientação. da responsabilidade dos serviços ou organismos do Ministé. iii) Sumativa.

6 — A disciplina de Educação Moral e Religiosa não é considerada o envolvimento e a responsabilização dos vários intervenientes.º Efeitos da avaliação Aprovação e conclusão 1 — A avaliação diagnóstica facilita a integração escolar dos alunos. (g) Disciplina de frequência facultativa.º ano de es- Intervenientes no processo de avaliação colaridade. UFCD e FCT. dizagens. o professor titular de turma. a avaliação sumativa processa-se Inglês -. .º 2 do artigo 10. progredindo para o ciclo imediato Acesso a provas finais e exames finais nacionais o aluno que tenha desenvolvido as aprendizagens definidas para cada É garantido o acesso às provas finais do ensino básico e aos exames ciclo de ensino.º anos jovens e nos cursos profissionais. subsequente obedece ao previsto no número anterior. e a Estudo do Meio 3 horas 3 horas conclusão do nível de educação correspondente. Ensino básico geral a progressão nas disciplinas não terminais. ouvidos 6 — As provas finais e os exames finais nacionais visam avaliar o os restantes professores. domínios. a) No ensino básico geral e nos cursos artísticos especializados do d) Nos cursos de educação e formação de jovens. respetivamente. sobre a transição e a aprovação.º ciclo. no caso do ensino secundário. no 1. da aprovação na prova de aptidão pro- a uma tomada de decisão: fissional e na FCT.º ano de escolaridade. módulo ou UFCD. o conselho de turma. desempenho dos alunos e certificar a conclusão dos ensinos básico e Artigo 28.º 3 do artigo 6. (a que se referem os artigos 5. sobre a aprovação em cada disciplina. (f) Inclui o tempo dedicado ao intervalo entre as atividades letivas. numa escala numérica de 1 a 5 em todas as (e) Nos termos da alínea a) do n. forma. no 1. 3 — O previsto no número anterior não se aplica ao 1.º Escala de avaliação (a) Este ciclo de ensino integra. o plano curricular 2 — A escola deve assegurar a participação informada dos alunos e relativo à turma em que o aluno venha a ser integrado no ano escolar dos pais e encarregados de educação no processo de avaliação das apren. para prova de avaliação final e na FCT. promovendo. cos especializados não reúna condições de transição.º (b) A carga horária semanal indicada constitui uma referência para cada componente do a) No 1. QUADRO I nos. a oferta obrigatória de Atividades de Enriquecimento Curricular (AEC). para efeitos de progressão dos alunos. ouvido equivalência à frequência dos ensinos básico e secundário.º e 7. sob proposta do diretor de turma.º) b) Nos cursos científico-humanísticos e nos cursos artísticos espe- cializados do ensino secundário.º 1. da aprovação na prova de 3 — Sem prejuízo do disposto no n. com carácter e vocacional. aptidão artística e. nacionais às disciplinas sujeitas a avaliação externa.º 2 do artigo 4. penhos. a transição para o ano de escolaridade subsequente ou a reorientação do percurso educativo dos 1.º 1 do artigo 19. a avaliação sumativa realiza. bem como sobre a progressão nas disciplinas da componente de formação artística. Apoio ao Estudo (c)/Oferta Complementar (d) 3 horas 1 hora mento de disciplinas diversa da anual.os 4 e 5. 2 horas nos termos previstos na regulamentação em vigor no âmbito da avaliação Cidadania e Desenvolvimento (e) (e) dos ensinos básico e secundário. sobre a conclusão do nível básico de educação ou a reorientação do percurso educativo dos alu.º ciclos do ensino básico e no ensino 5 — Sempre que o aluno dos cursos científico-humanísticos e artísti- secundário.º e 3. litativa acompanhada de uma apreciação descritiva em todas as áreas (c) Nos termos da subalínea ii) da alínea f) do n. domínio.º anos 3. consoante a área artística. 2. de frequência facultativa.º 128 — 5 de julho de 2017 13887 c) Duas disciplinas bienais da componente de formação específica. determinar a retenção do aluno no mesmo Artigo 25. UFCD e FCT. ( ) Carga horária semanal (b) 4 — A avaliação sumativa. de acordo com as disposi. as disciplinas. e a conclusão do nível secundário de educação. b) Nos cursos artísticos especializados. em que o aluno venha a ser integrado no ano escolar subsequente deve dores e membros de júris. ou o conselho de turma. na FCT. dania e Desenvolvimento. nos cursos de educação e formação de Componentes do currículo 1. c) Nos cursos profissionais. da aprovação na ensino básico. na atribuição de uma menção qua. de provas finais às disciplinas sujeitas a avaliação externa. obrigatório. ou uma disciplina disciplinas estão sujeitas ao previsto no número anterior. (d) Nos termos do n.º 1 — A evolução do processo educativo dos alunos no ensino básico geral assume uma lógica de ciclo. é realizada. de forma sistemática. a título excecional. dá origem a uma tomada de decisão Português 7 horas 7 horas sobre a aprovação em cada disciplina. comprometam estudos em diferentes percursos escolares.Diário da República.º 5. no final do ano letivo.º e 3. currículo.º e 2.º disciplinas.º ciclo (a) alunos. com uma carga 1 — A informação resultante da avaliação sumativa materializa-se: horária semanal de cinco horas. o plano curricular relativo à turma com competência no processo. a desenvolver nos termos da alínea k) do n. a Matemática 7 horas 7 horas progressão ou a reorientação do percurso educativo dos alunos. designadamente. professores. e os professores que integram adequados ao desenvolvimento pleno das aprendizagens. nos 2. nos termos da alínea c) do n.º disciplinares. 2 — A avaliação formativa gera medidas pedagógicas adequadas 2 — A conclusão do ensino secundário está ainda dependente: às características dos alunos e às aprendizagens a desenvolver e a) Nos cursos científico-humanísticos da realização de exames finais recorre a dispositivos de informação detalhada sobre os desem. de 2 — As opções de cada escola que resultem na criação de novas acordo com o percurso formativo próprio do aluno. módulos.º secundário nas ofertas previstas nos n. nos 2. o desenvolvimento das aprendizagens definidas para o ano de escola- ções do Regulamento das provas de avaliação externa e das provas de ridade subsequente.º e 4.º ciclo. -se no final de cada período letivo e dá origem. assumindo particular responsabilidade o prever as estratégias de ensino e aprendizagem e os recursos educativos professor titular de turma. Educação Artística e Educação Física 5 horas 5 horas 5 — Sempre que as escolas adotem uma organização do funciona. domínios.º e 3. com exceção do c) No ensino secundário. numa escala numérica de 0 a 20 em todas período de almoço.º b) Nos 2. fundamentadamente. Transição e retenção Artigo 24. 1 — Na avaliação das aprendizagens intervêm todos os elementos 4 — Verificando-se a retenção. a partilha de informações.º ciclo do ensino básico. nos termos da regula- mentação específica. o ano e ciclo de escolaridade subsequente. Artigo 26. 1 — A conclusão do ensino básico geral e dos cursos artísticos espe- sustenta a definição de estratégias de ensino e apoia a orientação escolar cializados do ensino básico está dependente da realização. Total (f) 25 horas 25 horas Educação Moral e Religiosa (g) 1 hora 1 hora Artigo 27.º ciclos.º ciclos. finais nacionais do ensino secundário aos alunos a frequentar ofertas 2 — Caso o aluno não desenvolva as aprendizagens definidas para que não prevejam avaliação externa. para efeitos de prosseguimento de um ano não terminal de ciclo que.ª série — N. nos quatro anos de escolaridade.º Artigo 29. pode. o conselho de docentes. bienal da componente de formação específica do curso frequentado e 3 — A materialização da avaliação sumativa da componente de Cida- a disciplina de Filosofia.

º ciclo na unidade que considerem mais conveniente e de acordo com as suas opções relativas à autonomia e flexibilidade curricular.º ciclo Ensino básico — Cursos artísticos especializados No âmbito da sua autonomia. as escolas organizam os tempos letivos 2.º e 7.º (c) Não existe na formação em dança. currículo. mas de frequência obrigatória quando exista. inferior ao Total constante na matriz.º. com exceção da componente da formação artística especializada. a ser utilizada. as escolas organizam os tempos letivos na unidade que considerem mais conveniente e de acordo com as suas na unidade que considerem mais conveniente e de acordo com as suas opções relativas à autonomia e flexibilidade curricular. 350 350 700 Matemática Ciências Naturais Educação Artística e Tecnológica ……………… 325 325 650 Educação Visual Educação Tecnológica Educação Musical TIC (b) Educação Física ………………………………… 150 150 300 Educação Moral e Religiosa (c) ………………… (45) (45) (90) 1350 1350 2700 Total (1395) (1395) (2790) Oferta Complementar………………………………. (b) Nos termos da alínea b) do n.º e do n.º) 3. .ª série — N. na com. currículo.º 2 do artigo 10. No âmbito da sua autonomia. as escolas organizam os tempos letivos na unidade que considerem mais conveniente e de acordo com as suas opções relativas à autonomia e flexibilidade curricular.º 3 do artigo 6.º ciclo) regulado pelo presente diploma. (a) A carga horária semanal indicada constitui uma referência para cada componente do currículo. (f) Carga horária de oferta facultativa.º Componente de oferta obrigatória e de frequência facultativa.º ciclo 3. mediante decisão do encarregado de educa- disciplinas coletivas. Disciplina de oferta facultativa. artística especializada.º Disciplina de oferta facultativa. (b) Nos termos da alínea b) do n. com exceção da componente da formação artística especializada. ção — e de acordo com as possibilidades da escola — a tomar no momento de ingresso no (f) Do somatório das cargas horárias alocadas a cada disciplina resulta um tempo total curso básico (3. QUADRO V (a que se referem os artigos 5. do n. com exceção da componente de formação (e) Disciplina de frequência facultativa. (e) Carga horária de oferta facultativa. (c) Disciplina de frequência facultativa.º ponente de formação artística especializada em atividades de conjunto ou no reforço de Disciplina de oferta facultativa.º 3 do artigo 6.º 2 do artigo 4. (b) Nos termos da alínea b) do n.º e do n. ficando ao critério da escola a gestão do tempo sobrante. pç Carga horária semanal (a) Componentes do currículo 5.º 2 do artigo 7. (d) (d) Apoio ao Estudo (e)………………………………. mas de frequência obrigatória quando exista.º (b) Nos termos da alínea b) do n.º 2 do artigo 10.º ano Total de ciclo Áreas disciplinares: Línguas e Estudos Sociais ……………………… 525 525 1050 Português Inglês História e Geografia de Portugal Cidadania e Desenvolvimento (b) Matemática e Ciências ………………………….º 2 do artigo 7.º (d) Nos termos da alínea f) do n. (e) Nos termos da subalínea ii) da alínea f) do n.º e 7. as escolas organizam os tempos letivos No âmbito da sua autonomia.º e 7.º 1 do artigo 19.º) QUADRO III Ensino básico — Cursos artísticos especializados (a que se referem os artigos 5. a utilizar no reforço das componentes do currículo.º 3 do artigo 6.º 2 do artigo 4.º (c) Disciplina de frequência facultativa.13888 Diário da República. na com- (g) Nos termos da alínea f) do n. (a) A carga horária semanal indicada constitui uma referência para cada componente do (d) Disciplina de frequência facultativa. (d) Nos termos da alínea f) do n. mas de frequência obrigatória quando exista.º) Ensino básico geral Ensino básico geral 2. do n.º.º ciclo No âmbito da sua autonomia.º 128 — 5 de julho de 2017 QUADRO II QUADRO IV (a que se referem os artigos 5.º 2 do artigo 7. opções relativas à autonomia e flexibilidade curricular.º ano 6. disciplinas coletivas.º) (a que se referem os artigos 5. do n.º 2 do artigo 4. 2. integral ou parcialmente. 200 200 400 (a) A carga horária semanal indicada constitui uma referência para cada componente do (a) A carga horária semanal indicada constitui uma referência para cada componente do currículo.º ponente de formação artística especializada em atividades de conjunto ou no reforço de (c) Disciplina de frequência facultativa.º 2 do artigo 10. integral ou parcialmente.º e 7.º 2 do artigo 10.º e do n. (d) Não existe na formação em dança. a ser utilizada.º.

(d) Carga horária a distribuir entre a disciplina/domínios de Matemática Aplicada e (d) Integra uma disciplina bienal. (f) Disciplina de frequência facultativa.º e 11.º 3 do artigo 10.º) opções relativas à autonomia e flexibilidade curricular.º conjunto de opções da alínea d). formação em contexto de trabalho. a frequentar ou nos 10.ª série — N.º disciplina/domínio específica(o).º 2 do artigo 7.º e 8. consoante a área artística. acautelando o equilíbrio da carga anual de no ensino básico. (j) Nos termos do n. a adquirir. a formação em contexto de escola ou centro e a formação em contexto de trabalho. (d) e (e) O aluno escolhe duas disciplinas anuais.º ciclo. artística especializada. anos.º e 12. aceitação expressa do acréscimo de carga horária. Disciplina de oferta facultativa. Se tiver estudado apenas uma língua estrangeira escola.º e 8. (a que se referem os artigos 5. formação geral do currículo. consoante a sua natureza. mas de frequência obrigatória quando exista.º) Ensino secundário — Cursos científico-humanísticos QUADRO IX No âmbito da sua autonomia.º. com exceção da componente de formação (c) O aluno escolhe duas disciplinas bienais. No forma a otimizar a gestão modular.º (g) Do somatório das cargas horárias alocadas a cada disciplina resulta um tempo total inferior ao Total constante na matriz. poderá de flexibilidade. a gerir pela escola no quadro das poderá cumulativamente dar continuidade à Língua Estrangeira I como disciplina facultativa. a (b) O aluno escolhe uma língua estrangeira. formação científica ou técnica artística.º e 7. QUADRO VIII pos letivos na unidade que considerem mais conveniente e de acordo com as suas opções relativas à autonomia e flexibilidade curricular.º e do n. técnica e prática da componente de do projeto educativo da escola. (h) Pode integrar.º 128 — 5 de julho de 2017 13889 (g) Do somatório das cargas horárias alocadas a cada disciplina resulta um tempo total cumulativamente dar continuidade à Língua Estrangeira I como disciplina facultativa.º) (i) Do somatório das cargas horárias alocadas a cada disciplina resulta um tempo total infe- rior ao Total constante na matriz. tomando em conta as disponibilidades da escola. (e) Intervalo no qual se situam os valores da carga horária consoante o plano de estudos petências técnicas. iniciará obrigatoriamente uma segunda língua no ensino secundário. Ensino secundário — Cursos profissionais (a) A carga horária semanal indicada constitui uma referência para cada componente do currículo. (a que se referem os artigos 5. QUADRO VII a utilizar no reforço da componente de formação geral.º 3 do artigo 6. a componente de formação tecnológica dos referenciais de formação do Catálogo Nacional de Qualificações. escolhida de entre um leque de opções a definir de acordo com a natureza do curso e (e) Unidades de formação de natureza tecnológica. (a) Tipologia que se subdivide em dois percursos: ciclo de formação (i) com a duração de dois anos (1872 horas) para alunos com a frequência do 1. suas competências específicas. acautelando o no ensino básico.º ciclo (ii) com a duração de um (a) A carga horária semanal indicada constitui uma referência para a componente de ano (1125 horas) para alunos com a conclusão do 1.º 2 do artigo 4. QUADRO VI (g) Disciplina de frequência facultativa. (c) Não existe na formação em Dança e Teatro. as escolas organizam os tem.º 3 do artigo 10. no âmbito da sua autonomia pedagógica. do n. 2. a utilizar no reforço das componentes do currículo. ou nos 11. acautelando o equilíbrio da carga horária por forma a otimizar com a aceitação expressa do acréscimo da carga horária. a formação em contexto de trabalho e os seus projetos caso de o aluno iniciar uma língua. (a) Carga horária não compartimentada pelos três anos do ciclo de formação a gerir pela (b) O aluno escolhe uma língua estrangeira. com inferior ao Total constante na matriz. Se tiver estudado apenas uma língua estrangeira gerir pela entidade formadora no quadro das suas competências específicas. relacionais e organizacionais relevantes para a qualificação profissional de cada curso.º e 8.º (a que se referem os artigos 5. iniciará obrigatoriamente uma segunda língua no ensino secundário. ficando ao critério da escola a gestão do tempo sobrante. (c) Carga horária global prevista para um ano de formação. (b) Carga horária global não compartimentada pelos dois anos do ciclo de formação. No equilíbrio da carga horária anual por forma a otimizar a formação em contexto de escola ou caso de o aluno iniciar uma segunda língua.º) Ensino secundário — Cursos artísticos especializados No âmbito da sua autonomia. as escolas organizam os tempos letivos na unidade que considerem mais conveniente e de acordo com as suas opções relativas à autonomia e flexibilidade curricular. tomando em conta as disponibilidades da escola. ficando ao critério da escola a gestão do tempo sobrante. (f) Oferta dependente do projeto educativo da escola — conjunto de disciplinas comum a todos os cursos. (h) Em função das opções dos diversos cursos científico-humanísticos. . com carga fixa de 2 x 45 minutos. podendo integrar. com carga fixa de 90 minutos.º Ensino básico — Curso de educação e formação de jovens No âmbito da sua autonomia.Diário da República.º anos. (i) Nos termos do n. sendo uma delas obrigatoriamente do (h) Nos termos da alínea f) do n.º 3 do artigo 10. as escolas organizam os tempos letivos na unidade que considerem mais conveniente e de acordo com as suas (a que se referem os artigos 5. (f) A formação em contexto de trabalho visa a aquisição e o desenvolvimento de com. centro e a formação em contexto de trabalho. (g) Nos termos do n. ficando ao critério da escola a gestão do tempo sobrante.

º 75/2008.º e 26. cujo resultado foi homologado tacitamente pelo diretor- (g) Nos termos do n. alterado pelo Dec.º da referência a 31 de agosto de 2016. no caso do Curso de Formação Complementar. de 22 de abril. os docentes em Funções Públicas. António José Pinto Alves da Silva.º 137/2012. De modo a não ultrapassar a carga horária máxima do total da formação. 2. (b) Disciplinas/domínios de suporte científico à qualificação profissional visada. e da elei- a adquirir ou. que relevo. 310591611 Agrupamento de Escolas de Ermesinde. acautelando o equilíbrio da carga horária por 310573727 forma a otimizar a formação em contexto de escola ou centro e a formação em contexto de trabalho. que aprova a Lei Geral do Trabalho Nos termos do n. perante o Conselho Geral.º do Decreto-Lei n. com início a 14 de junho de 2017. de 2 de julho. demonstrou possuir qualidades ímpares.º 100/99.º 7549/2017 (e) Unidades de formação/domínios de natureza tecnológica.º inigualáveis.º a 23. extrema dedicação. para a reclamação ao dirigente máximo do serviço. 16 de junho de 2017.º -geral da Administração Escolar.º 1 do artigo 4. Aviso (extrato) n. pos letivos na unidade que considerem mais conveniente e de acordo com as suas opções relativas à autonomia e flexibilidade 26 de junho de 2017.º 7547/2017 estrangeira no ensino básico. Moita (d) Unidades de formação de natureza tecnológica.º do Decreto-Lei n. José Manuel do Carmo Hen. deliberou. — O Diretor do Agrupamento de Escolas curricular.º 7546/2017 310574083 Lista de antiguidade de pessoal docente Nos termos do disposto no n. Virgílio Figueiredo Gonçalves.º 75/2008. Se tiver estudado apenas uma língua Aviso n.º 7548/2017 Recondução do professor Álvaro Pereira no cargo de Diretor do Agrupamento de Escolas de Ermesinde para o quadriénio 2017/2021 Em cumprimento do disposto no artigo 25. o grande espírito de missão e de (g) Nos termos do n. por um período de quatro anos. de 31 de março conjugado com n. Ensino secundário — Curso de educação As qualidades pessoais e profissionais no exercício das funções de gestão e formação de jovens escolar constituíram uma referência para toda a comunidade escolar. I.º do ECD.º 75/2008. em reunião realizada no dia 27 de abril de 2017. no placard existente na sala de professores da escola sede deste Aviso (extrato) n.º 3 do artigo 10. conforme previsto nos n. 2. 310590056 310574975 . de 28 de março de 2017.-Lei n.º 35/2014. P. — O Presidente do Conselho Geral. em função das qualificações profissionais a adquirir.º do Decreto-Lei Agrupamento de Escolas Leal da Câmara.º 1 do artigo 95. ser de inteira justiça este reconhecimento.º mesmo Decreto-Lei. Vila do Conde. relacionais e organizacionais relevantes para a qualificação profissional Aviso n. de 22 de abril. (c) Disciplinas científicas de base a fixar nos referenciais de formação do Catálogo Nacional Louvor à Professora Margarida Vidal Magalhães de Qualificações. iniciará obrigatoriamente uma segunda língua no ensino secundário.º 1 dos artigos 25. — O Presidente do Conselho Geral. Aviso n.º 1 do artigo 96. louvo publicamente a orientações da Agência Nacional para a Qualificação e o Ensino Profissional. de Jesus Manique Silva. técnica e prática comple- mentares.º 137/2012.º 4 do artigo 132. (f) A carga horária total da formação varia entre um mínimo de 3100 horas e um máximo A sua dedicação à causa do serviço público de educação. formação tecnológica complementares. 19 de junho de 2017. Professora Margarida Vidal Magalhães pelo desempenho profissional de damente nos cursos enquadrados em regime transitório. (c) A distribuir entre as disciplinas/domínios de formação científica.º 128 — 5 de julho de 2017 (b) O aluno escolhe uma língua estrangeira. Vila do Conde 14 de junho de 2017. Sintra n.ª série. 25 de janeiro de 2017. proceder à recondução do professor Álvaro Pereira no cargo de Diretor para o quadriénio 2017/2021. de 20 de junho.º 62.º do Dec. técnica e prática da componente de formação tecnológica dos referenciais de formação do Catálogo Nacional de Qualificações. Agrupamento de Escolas José Afonso. empenho e zelo com que sempre desempenhou as funções que lhe foram confiadas. José Manuel do Carmo Hen- riques. Carlos Pinto Ferreira. (d) Unidades de formação de curta duração desenvolvidas de acordo com os respetivos Na data em que cessa as suas funções como Subdiretora do Agrupamento referenciais de formação constantes do Catálogo Nacional de Qualificações. Vila do Conde. de ajustar-se a carga horária da formação em contexto de trabalho em função da carga horária das disciplinas da componente tecnológica. Vila do Conde. Carlos Pinto Ferreira. adquiridas nas unidades de ção a que se referem os artigos 21.º 3205/2017. Dr. (a que se referem os artigos 5. (a) Carga horária global prevista para um ano de formação. Valongo Aviso n.º elevada qualidade demonstrado no exercício daquelas funções.º 3 do artigo 10. — O Presidente do Conselho Geral. torna-se público que se encontra afixada a partir da presente data. por unanimidade. (e) Nos termos do n. Valongo. João Carlos riques. de 22 de abril. Pela elevada competência técnica. Considero pois. deve penho das suas funções. a capacidade de gestão. de que se No âmbito da sua autonomia. tomou posse no dia 14 de junho de 2017. dá público Louvor.. no quadro das suas competências específicas. ao abrigo do ponto 4 do artigo 23. a gerir pela escola. — O Diretor.º) em muito contribuindo para a boa resolução dos assuntos da responsa- bilidade da direção. o professor Jorge Gabriel Moniz Lemos. designa. Lei n. junho de 2017.º 7550/2017 Agrupamento de Escolas a lista de antiguidade do pessoal docente com Em cumprimento do disposto na alínea c) do n. lealdade. observando as de Escolas Dr.º 75/2008. as escolas organizam os tem.º 310606775 do Decreto-Lei n. Agrupamento de Escolas Dr. Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares como Diretor do Agrupamento de Escolas José Afonso. que alterou o Decreto-Lei n. a que se refere o (f) A formação em contexto de trabalho visa a aquisição e o desenvolvimento de com- petências técnicas. no dia 12 de República. torna-se público que foi reconduzido no cargo dispõem de 30 dias a contar da publicação deste Aviso no Diário da de Diretor do Agrupamento de Escolas Leal da Câmara. de 22 de abril. Carlos Pinto Ferreira. Carlos Pinto Ferreira.-Lei n. no desem- de 3440 horas. de 2 de julho.13890 Diário da República. n. o professor Marco António Ramos dos Santos. Alhos Vedros.º e 8.ª série — N.º 5 do artigo 8. Na sequência do procedimento concursal prévio. o Conselho Geral do Agrupamento de Escolas de Ermesinde. responsabilidade e rigor profissional que muito contribuiu para o desenvolvimento do Projeto Educativo do Agrupa- QUADRO X mento de Escolas Dr.