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Jason Gallas, IF–UFRGS 29 de Dezembro de 2004, às 13:20

Exercı́cios Resolvidos de Dinâmica Clássica
Jason Alfredo Carlson Gallas, professor titular de fı́sica teórica,
Doutor em Fı́sica pela Universidade Ludwig Maximilian de Munique, Alemanha

Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Instituto de Fı́sica

Matéria para a PRIMEIRA prova. Numeração conforme a quarta edição do livro
“Fundamentos de Fı́sica”, Halliday, Resnick e Walker.

Esta e outras listas encontram-se em: http://www.if.ufrgs.br/ jgallas

Conteúdo 4.1.1 Soma de vetores . . . . . . . . 2

4 Vetores 2 4.1.2 Somando vetores através das
4.1 Problemas e Exercı́cios . . . . . . . . . 2 suas componentes . . . . . . . . 2

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4 Vetores cujo módulo é
L  : L < L < A@ . 9(*  0 < .   0 < M  4N 5 M 

O ângulo que a diferença G faz com a horizontal é
4.1 Problemas e Exercı́cios
L 
E1O  4   
4.1.1 Soma de vetores arctan L   arctan 1D  
9(* 

P 3-6 (3-??/6 edição) Dito de modo equivalente, o vetor G está direcionado

 de um ângulo de 1D  a Norte do Oeste. Ou ainda, a
Um vetor  tem módulo unidades e está dirigido para   214    C  7(  a Oeste do Norte.

leste. Um outro vetor,  , está dirigido para  a oeste
do norte e tem módulo de  unidades. Construa diagra-
mas vetoriais para calcular 
 e 

 . Estime o 4.1.2 Somando vetores através das suas componen-
módulo e a orientação dos vetores   e   a partir tes
desses diagramas. 

Para resolver este problema como o livro deseja, P 3-29 (3-??/6 edição)
necessita-se de papel milimetrado, régua e um transferi-
dor, para medir ângulos. Uma estação de radar detecta um avião que vem do Les-
te. No momento em que é observado pela primeira vez,
Irei resolver o problema usando sua representação 
algébrica. As componentes dos vetores  e  são o avião está a   m de distância,   acima do hori-

zonte, O avião é acompanhado por mais N 3 no plano
    M 
vertical Leste-Oeste e está a C m de distância quando
é observado pela última vez. Calcule o deslocamento da
e aeronave durante o perı́odo de observação.
       !    
 sen    #"%$& ')(* Chamemos de P a origem do sistema de coordenadas,
de Q a posição inicial do avião, e de R a sua posição fi-

O sinal de  é negativo pois para fazer a soma algebri- nal. Portanto, o deslocamento procurado é
camente, precisamos primeiro transladar o vetor  para S DS )S
a origem do sistema de coordenadas. É claro que tal QR  PRA PQT
DS E    
Para PR temos, definindo UN 3   V   (1 ,
translação não é necessária no processo gráfico utiliza-
do para a soma. Entenda bem o que está sendo feito, as
que
diferenças entre os dois métodos de obter a soma.
Portanto, para a soma + ,
 -
  temos DS  W PR WX. sen E9Y "%$& E[Z 0
PR
./        10  ./M C  0 . sen (1  Y "%$)&\(1  Z 0
+  Y Z
 
 .  2'3   4 ( 065 . 7(    0  M )   N  

cujo módulo é
S
Analogamente, para PQ temos
89;: 8=< >8?< A@ . '( 0 <B ,. 4  0 < 4'3C 5 D  )S
PQ  W PQ WX. "%$&   Y sen    Z 0
O ângulo que a soma + faz com a horizontal é  .   0 . "]$)&*   Y sen    Z 0
 Y  Z
E3F  8= ')(     5      C   (* NN
arctan 8   arctan  
'(
Dito de modo equivalente, o vetor + está direcionado de Portanto
   
um ângulo de      a Oeste do Norte. S DS )S
QR  PRA PQ
Para o vetor diferença G  H  temos  . M  *^ _     
C    N  ^ 2 (* NN 0
 
 . 9(   4  0  . N)N  M  M     C( 0 
G I. '3J   (  0K5
4 

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cuja magnitude é eixo ` é

S WI@
W Q R N N  M  M  0 < ,.   C*( 0 <
. )  NN 
 M M  arctan a
 C( ,    rad d   M  

N N M
  cbM
5 N N   m
o que significa que o avião voa quase que horizontal-
S
O ângulo que o vetor Q9R faz com a parte negativa do mente.

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LISTA 0 - Prof. Jason Gallas, IF–UFRGS 20 de Novembro de 2004, às 11:51

Exercı́cios Resolvidos de Dinâmica Clássica
Jason Alfredo Carlson Gallas, professor titular de fı́sica teórica,
Doutor em Fı́sica pela Universidade Ludwig Maximilian de Munique, Alemanha

Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Instituto de Fı́sica

Matéria para a PRIMEIRA prova. Numeração conforme a quarta edição do livro
“Fundamentos de Fı́sica”, Halliday, Resnick e Walker.

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Conteúdo 4.1 Problemas e Exercı́cios . . . . . . . . . 2
4.1.1 Análise do Movimento de
4 Movimento em duas e três dimensões 2 Projéteis . . . . . . . . . . . . 2

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2 $65   5 /

. Substituin-
4 Movimento em duas e três di- cujas raı́zes são 1 / 
34
e 1
do a raiz positiva na expressão
mensões
!#"  

7. 2 
 - 

1 Análise do Movimento de Projéteis 5=%  5  2   m  (b) Como a componente horizontal da velocidade é sem- P 4-37 (4-29/6 edição) pre a mesma.  ."   .  .82:9. Portanto a bola irá atingir uma altura máxima de 4.1 Problemas e Exercı́cios  .1. encontramos que  "  m/s. . (8<  8  4. temos 5! " .

5 8 Uma bola é jogada do solo para o ar. A uma altura de   .

 .

 > 585  2D9 5E m  m a velocidade é   em metros por se. no instante em que bate no solo? F  ?  (a) Chame de  o tempo necessário para a bola atingir .   ?A@ %CB     2  gundo (i horizontal. j vertical). (a) Qual a altura máxima alcançada pela bola? (b) Qual será a distância horizon." (módulo e direção).(c) O módulo da velocidade é tal alcançada pela bola? (c) Qual a velocidade da bola   .   .

.    . . H.

Neste caso teremos  G      3 m/s   . 9I  a velocidade dada.

* %  .  "  +  tan K * @  ? B  . .  !#"$&% ' O ângulo que  faz com a horizontal é J 8L" ()    $ .

 .

4.

L 90.

E L Eliminando  " entre estas duas equações obtemos  tan K * @ .

B  5 ' . .  . .

 $  .

br/ jgallas Página 2 de 2 . está orientada abaixo da horizontal.if. http://www. E L   0/' ou seja.ufrgs.

ufrgs.1 Segunda Lei de Newton .1 Questões . . . . Numeração conforme a quarta edição do livro. .br (listam1.br/ jgallas Página 1 de 9 . . .2 Algumas Forças Especı́ficas . IF–UFRGS 5 de Setembro de 2005. . . . .LISTA 1 . .br/ jgallas Contents 5. Resnick e Walker. . . 2 5. . 2 5 Forças e Movimento – I 2 5. Halliday.2. Esta e outras listas encontram-se em: http://www.if. . Alemanha Universidade Federal do Rio Grande do Sul Instituto de Fı́sica Matéria para a PRIMEIRA prova.if. . . . . .ufrgs.2. 3 Comentários/Sugestões e Erros: favor enviar para jgallas @ if.tex) http://www. 2 5. . Em vermelho.Prof.2 Problemas e Exercı́cios . em parêntesis: numeração da (sexta) ediç ão. . . Jason Gallas. Doutor em Fı́sica pela Universidade Ludwig Maximilian de Munique. . .3 Aplicação das Leis de Newton . . . “Fundamentos de Fı́sica”.ufrgs.2. às 7:41 Exercı́cios Resolvidos de Dinâmica Clássica Jason Alfredo Carlson Gallas professor titular de fı́sica teórica. 2 5. .

2. IF–UFRGS 5 de Setembro de 2005.Prof.1 Questões (b) de uma bomba térmica de 3#.LISTA 1 . às 7:41 5 Forças e Movimento – I 5. enquanto que o peso é Q 5-?? . kg? T (a) A massa é igual a -9! kg. Jason Gallas.2 Algumas Forças Especı́ficas E 5-11 (5-???/6  ) Quais são a massa e o peso de (a) um trenó de -!9 kg e 5.

WVX.

Y6Z-!998=6Z[.1 M98&.

enquanto que o peso é Cite bla-bla-bla. U (b) A massa é igual a 3#.]\ 3 N. kg.L-. T ...

UWVX.

Y6^3#..8=6Z[.1 M98&.

E 5-14 (5-11/6  ) Uma determinada partı́cula tem peso de  N num ponto onde V_.32 Q*1 M N.

(a) Quais são o peso e a massa Va.`[21 M m/s  .

se ela for deslocada para um ponto do espaço 5.1 Segunda Lei de Newton onde a aceleração de queda livre seja nula? (a) A massa é T E 5-7 (5-7/6  edição) c.2. se ela for para um ponto do espaço onde 5.2 Problemas e Exercı́cios partı́cula.b321 [ m/s ? (b) Quais são o peso e a massa da da partı́cula.

V .

91  M . [.

1  kg 1 Na caixa de  kg da Fig. mas somente uma é mostrada. 5-36. são aplicadas duas  forças.. A aceleração da Num local onde V.

1  kg.d321 [ m/s a massa continuará a ser . Determine a se- gunda força (a) em notação de vetores unitários e (b) T . mas o peso passará a ser a metade: caixa também é mostrada na figura.

eWVX.

d6<*1f8=6^321 [98.

d N 1 (b) Num local onde Vg.

mas o peso será ZERO. (a) Chamemos as duas forças de  e  . m/s  a massa continuará a ser em módulo e sentido.1  kg. De acordo .   . com a segunda lei de Newton.

de modo que . .

  . Na notação de vetores unitários E 5-18 (5-9/6  ) temos .

 e (a) Um salame de  kg está preso por uma corda a uma .

+.  sen !#"  $ &%('#)*!#".

o salame está suspenso por uma corda que passa por uma roldana e se prende a uma balança de mola 5. que está presa ao teto por outra corda (Fig.-. Qual a leitura da balança? (b) Na Fig. 5- Portanto 43b./021 34+1 balança de mola. 5-43a).

. 6<8=6:021 3>8(+?@. está presa à parede por outra corda. por sua vez. que. 6798(6:-#8*.

9+=D N 1 Qual a leitura na balança? (c) Na Fig. 5-43c. à esquerda. Qual a leitura na balança agora? E . a parede foi substituı́da por outro salame de  kg. e (b) O módulo de  é dado por o conjunto ficou equilibrado. AB!#&/C.

GF E  E  .

8  .GK 6:!998  L6: ..

Em cada E II HJ . A balança mostra a magnitude de E qualquer uma das duas forças a ela ligadas.L!M N 1 I H I J Em todos os três casos a balança não está acelerando. o que significa que as duas cordas exercem força de igual O ângulo que  faz com o eixo N positivo é dado por magnitude sobre ela.

  !#. .

1 tan OP.21 -#Q@-.

uma das situações a tensão na corda ligada ao salame tem que ter a mesma magnitude que o peso do salame pois o salame não está acelerando. Portanto a leitura da O ângulo é ou ! ! " ou !! " R0M9 " .

L. Como ambas balança é V .0! " . Seu valor é E E componentes SH e IJ são negativas. onde  é a massa do salame. o valor correto é T .

G6:9.8=6ZM.1 [98&.

br/ jgallas Página 2 de 9 .! " .if. http://www.ufrgs.Y09M N 1 *.

3 Aplicação das Leis de Newton (a) O diagrama de corpo isolado é mostrado na Fig.LISTA 1 .Prof. a segunda lei de Newton fornece-nos P 5-21 (5-19/6  )   V sen O . às 7:41 5. Jason Gallas. Como a aceleração do bloco é zero. IF–UFRGS 5 de Setembro de 2005.2. 5- 27 do livro texto.

O .  Um foguete experimental pode partir do repouso e   V %('9).

com A primeira destas equações nos permite encontrar a aceleração constante. Qual a intensidade da força média necessária. se a massa do foguete é Q@9 kg? tensão na corda: E . .- km/h em 1 M s.1 alcançar a velocidade de .

onde E é a magnitude da  .c .

V sen O .

Y6ZM21 Q98(6Z[21 M#8 sen !#".

3# N 1 Basta usarmos força. . (b) A segunda das equações acima fornece-nos a força   normal: A aceleração é obtida usando-se uma relação simples da cinemática. e  a massa do foguete. a saber. a aceleração.

 . Para .

- km/h . .

 .

eWV %='9)*OP.

Y6ZM.1fQ8=6Z[21 M#8*%('#)*!9".

_\@ N 1  0-9  ]!.1 .

temos que .3393 m/s.

3933 >1 M .

]3*\  (c) Quando a corda é cortada ela deixa de fazer força sobre o bloco. Com isto a força média é dada por E . que passa a acelerar. A componente N da m/s .

eX.

Y6<Q@#8(6<]3>\8 .

Y1f ..

N 1 segunda lei de Newton fica sendo agora V sen OC.

  . de modo que g.

d sen O .

Y 6Z[.1 M98 sen !9#" .

ele pode ser parado no interior do núcleo por uma força forte. que mantém o núcleo coeso. Suponha que um nêutron livre com veloci. é nula fora Um elétron é lançado horizontalmente com velocidade do núcleo. Se um nêutron livre é capturado por um núcleo. E 5-33 (5-???/6  ) Esta força forte. .Y321 [ m/s 1 E 5-23 (5-??/6  ) O sinal negativo indica que a aceleração é plano abaixo.

  kg. Admitindo !  " 3/1 Q ?. m/s acaba de ser capturado    m. A massa do elétron é [. que exerce sobre ele uma força vertical constante de por um núcleo com diâmetro . de 91  d.  dade inicial de 1 3 .1  ?. m/s no interior de um campo elétrico.  N.

determine sua Determine a distância vertical de deflexão do elétron. que a força sobre o nêutron é constante. .  # %$ . A massa do nêutron é 1 -#\    intervalo de tempo em que ele percorre ! mm.  kg. horizon- A magnitude da força é E . no intensidade.

onde é a talmente. a única força que nele atua é a força elétrica. para todos faz o nêutron parar ao percorrer uma distância  .   . usamos efeitos. aceleração do nêutron.   . Para determinar a aceleração que A aceleração do elétron é vertical e.

A origem Desta equação obtemos sem problemas é escolhida como sendo a posição inicial do elétron. Escolha o eixo N no sentido da velocidade & inicial e o eixo no sentido da força elétrica.    g.  $/1 a força gravitacional é totalmente desprezı́vel frente à força elétrica.

    .

  .  6:. 6 1 30  .

8 =8 .

as equações m/s  1 cinemáticas são E  N.[21 M 0   Como a aceleração e força são constantes.

'   e   &X.

 .

  (   A magnitude da força é E .

 E .

Ug.

   8.1 M .G6:1 -#\ 0    8(67[.

Y0-.1 3 N 1 onde usamos para eliminar a aceleração. O  tempo que o elétron com velocidade leva para viajar uma distância horizontal de N$.

!9 mm é .

N e  )*  sua deflexão na direção da força é E + N  E 5-28 (5-15/6  ) & .

Veja a Fig. Vamos considerar a massa do bloco igual a M.    . 5-27.1fQ kg e o ângulo OL.

Determine (a) a + 3/1 Q 0- ." + ! 0-%$  tensão na corda e (b) a força normal aplicada sobre o . !9 " .

 [21 9/ 0 %$  . bloco.  . (c) Determine o módulo da aceleração do bloco se a corda for cortada. 1f . .

1fQ! . %$ m .

1 . Q mm1 http://www.br/ jgallas Página 3 de 9 .if.L.ufrgs.

Jason Gallas. às 7:41 É jogando elétrons contra um tubo de imagens que sua A aceleração do trenó é E .Prof. IF–UFRGS 5 de Setembro de 2005.LISTA 1 .

M2.Q 11 3 .

 . Isto será estudado nos capı́tulos 23 e 24 do livro.1 -9 TV funciona..L..

portanto. corda. A aceleração da moça kg está suspensa por uma é.  m/s 1  P 5-38 (5-29/6  ) (b) De acordo com a terceira lei de Newton. a força do Uma esfera de massa ! 0  trenó na moça também é de Q*1f N. Uma brisa horizontal constante empurra a esfera de maneira que ela faça um ângulo de !#\ " com a verti- E Q*1f .

21 . Determine (a) a intensidade  .! m/s 1 cal de repouso da mesma.

  .

O diagrama de corpo isolado na direção positiva do eixo N . (c) A aceleração do trenó e da moça tem sentidos opos- (a) Suponhamos a brisa soprando horizontalmente da tos. apon- tando para cima e para a direita e fazendo um ângulo N  . Suponhamos que a moça parta da origem e mova-se  direita para a esquerda. Sua coordenada é para a esfera tem três forças: a tensão na corda. 3# da força aplicada e (b) a tensão na corda.

   1   O !>\ " com a vertical. e a força da brisa. o pesoE WV apontando verti- calmente para baixo. apontando O trenó parte de N .

YN .

 Q m e move-se no sentido horizontalmente para a esquerda. Sua coordenada é dada por Como a esfera não está acelerada. a força resultante deve N  . negativo de N .

eN     1   ser nula. A segunda lei de Newton nos diz que as com- Eles se encontram quando N .

ou seja quando ponentes horizontais e verticais das forças satisfazem as  e .N  .

 sen O E . N       ( relações. respectivamente.

(    %('#)*O  V .

 1 donde tiramos facilmente o instante do encontro: Eliminando  entre estas duas equações obtemos  . .

]N  ( E .

UWV tan O .

6Z! 0   8(6Z[21 M#8 tan !>\@"   .

/ 0 %$ N 1 quando então a moça terá andado uma distância N . .1 .

   .

N  (b) A tensão pedida é    .

V .

  8(6Z[21 M#8 . 6Z! .

1 0!98 .Q98(67.e!21 -9M 0 %$ N 1 6:.

L.1 - (% '9).O %('9)2!#\ " .

5-45. Uma força horizontal é aplicada a um dos blo- Uma moça de 39 kg e um trenó de M. (a) Se   . a seguir. P 5-40 (5-31/6  ) P 5-39 (5-??/6  ) Dois blocos estão em contato sobre uma mesa sem atrito. .1 -9 m1 Perceba que  talvez fosse mais E simples ter-se primeiro determinado e. como mostrado na Fig.1 0! . . na ordem contrária do que pede o problema.1 3 kg estão sobre cos.

.Q m.1 ! kg e a superfı́cie de um lago gelado. separados por . A  .

91  kg e E .

corpo isolado para a massa   contém três forças: na http://www.br/ jgallas Página 4 de 9 . a força da gravidade e a força normal de contato  que   exerce sobre   .!21  N. (a) O diagrama de corpo isolado para a massa   tem eles se juntam. para  (a) Como o atrito é desprezı́vel.ufrgs. a força da moça no trenó é a única força horizontal que existe no trenó. em relação à posição inicial da moça. (a) Qual a aceleração do trenó? (b) Qual a aceleração da moça? (c) entre os dois blocos é . Explique a diferença. As E a direita a força aplicada e.  IV e  . supondo nulas as forças de atrito? quatro forças: na vertical. se a mesma força N. que não é o mesmo valor A que distância. puxando-o por uma corda.1  E for aplicada a   .if. (b) Mostre que. a força de contato entre os dois blocos. ao invés de   . na horizontal. para a esquerda. em sua direção. a força forças verticais. determine a força de contato moça aplica sobre o trenó uma força horizontal de Q. obtido em (a).1  N. O diagrama de do gelo. anulam-se.

  V e  e. na horizontal. apontando para a  onde a velocidade final é . IF–UFRGS 5 de Setembro de 2005.Prof.LISTA 1 . Jason Gallas. às 7:41  vertical.

Note que o par de forças  e é um  & . a velocidade inicial é direita.  . a força .

  e _.

a coordenada do ponto final. 3# . encontramos A segunda lei de Newton aplicada para   fornece   E   ( X. par ação-reação. Com isto. conforme a terceira lei de Newton.

   & .

3>98 8 . 6 6:.  .

 \  .

d91f\* m/s 1 .

A segunda lei de Newton apli- cada para  fornece  .e  Este resultado permite-nos determinar a tensão: onde é a aceleração.

eC6 V *8.

Y6 0-998  [21 M 1 \>.

  N 1 .Y1 M! .

podemos usar o mesmo sı́mbolo em ambas equações.  uma aceleração. de . para baixo. O pára-quedas  Da segunda equação obtemos .e 41 Observe que como os blocos movem-se juntos com a P 5-52 (5-35/6  ) Uma pessoa de M9 kg salta de pára-quedas e experimenta mesma aceleração.1 Q m/s .

pela pessoa sobre o pára-quedas? . ida na primeira equação dos fornece : pelo ar sobre o pára-quedas? (b) Qual a força exercida. para cima. (a) Qual a força exercida.   que substitu. E   6Z!21 98(6 1f8 para baixo. tem Q kg de massa.

  R  .

* 1 ! e91  .

a força de força  do ar.d91  N 1 (a) O diagrama de corpo isolado para a pessoa+pára- E quedas contém duas forças: verticalmente para cima a (b) Se  for aplicada em   em vez de   . e para baixo a força gravitacional de um contato é objeto de massa  .

Y67M& Q8&.

LM9Q kg. correspondente E   6Z!21 98(6<*1 !98 .

1  N 1 às massas da pessoa e do pára-quedas.L. .

.

A se-   R  * 1 ! e91  gunda lei de Newton diz-nos que A aceleração dos blocos é a mesma nos dois casos. . Considerando o sentido para baixo como positivo.

a mesma aceleração que ao bloco ao qual  é aplicada. E U No segundo caso a força de contato acelera um bloco  . Portanto.  ( WV  E  U Como a força de contato é a única força aplicada a um dos blocos. parece correto atribuir-se aquele bloco onde é a aceleração de queda.

C6 Vg *8.

1 MC.1 Q98 .G6ZM#Q8(67[.

e para baixo temos a força gravitacional sobre o pára-quedas  P 5-44 (5-33/6  ) E  de massa   . de modo que deve (b) Consideremos agora o diagrama de corpo isolado E ser maior.L-9 N 1 com maior massa do que no primeiro. têm massa de . então que   V E   E . para baixo atua também a Um elevador e sua carga. juntos.- kg. apenas para o pára-quedas. Para cima temos . Além dela.

da pessoa. E  . A segunda lei de Newton diz-nos  Determine a tensão no cabo de sustentação quando o el. donde tiramos força  .e  .

8 E .e  6 P V.

. é parado numa  distância de 3> m com aceleração constante. m/s. 6<Q8=67*1fQ [21 M#8 R-#@ evador. inicialmente descendo a .

a força WV da P 5-55 (5-???/6  ) gravidade. a tensão no cabo e. QM N 1  O diagrama de corpo isolado tem duas forças: para cima. para baixo. a segunda lei de Newton diz-nos que WVg. Se escolhermos o sentido para cima como positivo.

a tensão é superfı́cie de Callisto. uma das luas de Júpiter. Se o motor fornece uma força para cima (empuxo) de !9-  . Portanto.  Imagine um módulo de aterrisagem se aproximando da   . onde é a aceleração.

(a) Qual o peso do módulo de usamos a relação aterrisagem nas proximidades da superfı́cie de Callisto?  & (   .eC6 V *8 1 N. o módulo desce com uma Para determinar a aceleração que aparece nesta equação aceleração de 21 !9[ m/s  . se o mo- tor fornece apenas @9 N. o módulo desce com velocidade constante.

próxima à superfı́cie de Callisto? http://www.ufrgs.br/ jgallas Página 5 de 9 .if.   $ (b) Qual a massa do módulo? (c) Qual a aceleração em queda livre.

IF–UFRGS 5 de Setembro de 2005.LISTA 1 . às 7:41 Chamemos de V a aceleração da gravidade perto da Newton para o segundo elo é E  E :RWV . Jason Gallas.Prof.

E 5. Consideremos risagem. de a aceleração do módulo de aterrisagem.  superfı́cie de Callisto. E o empuxo (a força para cima).de modo que $ . de  a massa do módulo de ater.

 6^V *8 E : e de $ .

6Z.8=6Z[21 M $*1fQ8 1f@! .1 .

L. Então .N 1  WV E  E o sentido para baixo como o sentido positivo.1 3#.

` . Se o empuxo for  .

`!#@-9 N, a Para o elo 3 temos E  E   $ $E WVg

e , ou seja,
aceleração é zero, donde vemos que
E 

 ^6 V *8  $
 V  E 

e21
 $

6Z;1 ,8=6Z[21 M $*1fQ8 $*1 39-

!21 -9[ N (
E
Se o empuxo for 

9@ N, a aceleração é *  21 !9[ E E .
onde usamos 

 Para o elo 4 temos  
$ E $ E   WVg

e temos E E $E WV   . ou seja.e . m/s .

  1  .

.

6^1 .  6Z.1 -[ .V8= 6Z[2*81 M $ *1fQ$  8 !.

e3/1 [# N ( (a) A primeira equação fornece o peso do módulo de onde usamos $ .

E E  . aterrisagem: (b) Para o elo do topo temos  $ E E  CVW.

_ . ou T .

Vg.

E .

!#@- N 1 seja. E .

 6^V >8 E  .

6Z21  8(6Z[21 M $*1fQ 8 R321 [9.

e-21  Q N ( (b) A segunda equação fornece a massa: T  E  !#@-?@9 c.

\ . $ kg 1 .

*1  E E  .

.1 ![ onde usamos  .

E . (c) Cada elo tem a mesma massa e a mesma aceleração. . ou seja. (c) O peso dividido pela massa fornece a aceleração da de modo que a força resultante em cada um deles é gravidade no local.

X.

d6Z21  8(6<*1fQ8.

e21 9Q N 1 T !#@- res V .

 .

*1 \ 0 $ .

Y1f m/s 1 X P 5-58 (5-43/6  ) Um bloco de massa   .

1 0 kg cada um. !. como mostrado na   . sem atrito. é levantada verticalmente com uma e tem na outra extremidade um segundo bloco de massa aceleração constante de *1fQ@ m/s  . com massa de que passa por uma polia. preso por uma corda Uma corrente formada por cinco elos.1 \ kg está sobre um plano P 5-57 (5-41/6  ) com ! " de inclinação. . de massa e atrito desprezı́veis.

pendurado verticalmente (Fig. E    WVgao. . (b) a força  exercida sobre o elo superior e (b) o sentido da aceleração de   ? (c) Qual a tensão pela pessoa que levanta a corrente e (c) a força resul. na corda? tante que acelera cada elo. Suponha a direção “para cima” como sendo !  positiva. para baixo. atuando no elo bem de baixo são a força da gravidade    para cima. 1 (a) Enumere os elos de baixo para cima. e a força E   do elo 2 sobre o elo 1. 5-51. 5-52). Determine (a) as forças que atuam entre elos Quais são (a) os módulos das acelerações de cada bloco adjacentes. As forças WV .1 ! kg. Fig.

eelo Aplicada  1. Portanto E  . a segunda Lei de Newton fornece  .

UC6 V *8.

1 M .G6Z21 .98(67[.1 Q98 .

br/ jgallas Página 6 de 9 . E para baixo. A segunda Lei de $ para cima.if. e a força  do elo 3. para cima. tensão na corda. fazemos o diagrama de corpo isolado para cada um dos blocos. apontando para cima temos a magnitude da  As forças atuando no elo 2 são: a força V da gravidade. temos três forças: (i) a tensão apontando  E 2). e apontando para baixo o peso  (V . a força   para baixo (do elo 1 sobre o elo Para   . (ii) a normal http://www.Y1f@! N 1 (a) Primeiro. ao longo do plano inclinado.ufrgs. Para  .

Prof. na direção da aceleração. baixo.LISTA 1 . às 7:41  perpendicular ao plano inclinado e apontando para Escolha o eixo N paralelo ao plano e apontando para cima e para a esquerda. apon. e o eixo na direção da & tando para baixo. IF–UFRGS 5 de Setembro de 2005. e (iii) a força peso  IV . Jason Gallas. fazendo um ângulo O$.

! " com o força normal. ton nos diz que Para   . escolhemos o eixo N paralelo ao plano incli- nado e apontando para cima. e o eixo na direção da & WV sen OP. A componente N da segunda lei de New- prolongamento da normal.

escolhemos o eixo apon. Para   .e( normal ao plano. & de modo que a aceleração é P.

no ponto de partida. & As componentes N e da segunda lei de Newton para    e . a aceleração dos (a) Escolha a origem embaixo. As dois blocos pode ser representada pela mesma letra . Com estas escolhas. tando para baixo.eV sen O .

   equações cinemáticas para o movimento ao longo do eixo N são Ne.

  para quando C. respectivamente. . O bloco     são.

A segunda equação nos diz que a    V sen O .  .

  ( parada ocorre para .

G    . A coordenada em que o    IV %='9)*O .

.1 corpo para é +    A segunda lei de Newton para   fornece-nos N .

  V   .     .     .

e  41    .

   .

d  V sen  .

    V sen O (obtida O Substituindo-se da .

!.1fQ8  .

nesta última equação.[ 1 6 M sen m1 primeira equação acima).M   . obte- mos a aceleração: !# " (b) O tempo decorrido até parar é 6Z    sen O98 V .d91 .

  R  .

Y   Y   .

Y !21 Q

e21 ->\ 3

 V sen s1
O [;1 M sen !# "
A *1 ! !21f\ sen !9 " D 6Z[21 M#8

21f\@!9Q 1    

(c) Primeiro coloque N

 na equação NW

 
!;1 \ ;1 ! m/s

e resolva-a para . O resultado é



Y * 

Y   .

 26:!.1fQ8 .

Y1 !9Q (b) O valor de acima é positivo. indicando que a aceleração de   aponta para cima do plano inclinado. s1 enquanto que a aceleração de   aponta para baixo. V sen O [.1 M sen !# "  (c) A tensão na corda pode ser obtida ou de  .

   R  V sen O Neste instante a velocidade é  .

6Z!21f\8(A .1 M sen ! " D .1 \]!9Q [.

@.1 M@3 N ( X.

   .

    .

  ?* 

Y   (
ou, ainda, da outra equação: como era de esperar-se pois não existe dissipação no


  V R  problema.
NOTA: no capı́tulo 8 iremos aprender a resolver

6<*1 !98(A [;1 MC;1 \]!9Q]D/

@21 M3 N 1 este problema de um modo bem mais fácil, usando
conservação da energia. Chamando de  a altura que
o bloco sobe, temos
P 5-60 (5-45/6  )   

eWV 1
Portanto o módulo da distância N

Um bloco é lançado para cima sobre um plano incli-
ao longo do plano
nado sem atrito, com velocidade inicial . O ângulo de
inclinação é O . (a) Que distância ao longo do plano ele
pode ser facilmente extraida da relação trigonométrica
alcança? (b) Quanto tempo leva para chegar até lá? (c)
N sen OP

 , ou seja,
Qual sua velocidade, quando retorna e chega embaixo?   (
Calcule numericamente as respostas para OG

!# " e 
N

 V sen O  .

para baixo.1fQ m/s.br/ jgallas Página 7 de 9 . que coincide com o módulo do valor anteriormente cal- O diagrama de corpo isolado contém duas forças: a força N normal à superfı́cie.ufrgs. e o peso WV .L!. culado.if. http://www.

Prof. Jason Gallas. às 7:41 P 5-63 (5-47/6  ) nos fornece Um macaco de .LISTA 1 . E . IF–UFRGS 5 de Setembro de 2005. kg sobe por uma corda de massa de.

U.6 V @ 8.

que está no solo (Fig. e tem presa na outra extremidade uma caixa de  Q que quando substituida na segunda equação acima nos kg. 5-54). (a) Qual o módulo da permite obter  : aceleração mı́nima que o macaco deve ter para levantar a caixa do solo? Se. que passa sobre o galho de uma árvore. o macaco  . sem atrito. após levantar a caixa.*6^VP 8 ( sprezı́vel.

6Z   8 V parar de subir e ficar agarrado à corda. quais são (b) sua      aceleração e (c) a tensão na corda? .

6 .98 V .Q$.

L m/s  1 (a) Consideremos “para cima” como sendo os senti- dos positivos tanto para o macaco quanto para a caixa. a corda puxa o macaco com uma força de E . .Q 0 E Suponhamos que o macaco puxe a corda para baixo com uma força de magnitude . De acordo com a terceira lei (c) Da segunda lei ne Newton para a caixa podemos obter que de Newton.

U26 V  8.

1 #8.1 MC.G6: Q8=6Z[.

de modo que a segunda lei de New- ton aplicada ao macaco fornece-nos E    VX. @ N 1 mesma magnitude.

E . Como a corda tem massa de- sprezı́vel. respectivamente. a tensão na corda é o próprio .e   ( P 5-67 (5-49/6  ) onde   e  representam a massa e a aceleração do Um bloco de Q kg é puxado sobre uma superfı́cie hori- E macaco.

 N. . fazendo um ângulo O.

(a) Qual a aceleração do bloco? (b) A força é lentamente aumentada. conforme a Fig. Q " com a hori- zontal. 5-57. de modo que a segunda lei de Newton aplicada E zontal.V . por uma corda que exerce uma força E A corda puxa a caixa para cima com uma força de mag- nitude . sem atrito. Qual é à caixa é esta força no instante anterior ao levantamento do bloco E   .

U  ( da superfı́cie? (c) Qual a acelelra¸cão nesse mesmo in- stante? onde  e  representam a massa e a aceleração da caixa. E a aceleração do bloco de massa c. Portanto. pelo solo sobre a caixa. e  é a força normal exercida (a) A única força capaz de acelerar o bloco é fornecida pela componente horizontal da força aplicada. respectivamente.

Q kg é dada por Suponhamos agora que .

Então . (% '#)2Q " força mı́nima para levantar a caixa. E  . onde E  é a  E %('#)2Q " .

 e g.

.

.

*1 0M 1 .

E . Substituindo-se estes val- (b) Enquanto não existir movimento vertical do bloco. pois a caixa apenas ‘descola’ do chão.  . sem ter  Q m/s ainda começado a acelerar.

na segunda ores lei de Newton para a caixa obtemos que  V que. quando substituida na segunda lei de a força total resultante exercida verticalmente no bloco será dada por "   WVX.

e ( Newton para o macaco (primeira equação acima). nos permite obter a aceleração sem problemas: E sen 9Q E    V 6Z     8V   .

  .

No instante em que o bloco é levantado teremos .   onde representa a força normal exercida pelo solo no  bloco.

Substituindo este valor na equação acima e .  .

Q098=6Z[21 M#8 . 6 .

 resolvendo-a obtemos (b) Para a caixa e para o macaco.e321 [ m/s  1 . a segunda lei de New. E .

V .

67sen Q8=6Z[21 M#8 .

V . sen 9Q "Q " E E    .d90.N 1 ton são. respectivamente.

 .

  ( E .

onde E   V . A força (c) horizontal neste instante é %='9)29Q " .

a aceleração horizontal será E %='9)29Q " 90. Portanto.Newtons.%('9)/Q " .  /  1 90.

de modo que  .L* m/s 1 Agora a aceleração do pacote é para baixo e a do macaco para cima.

A primeira equação g.d  .

 .

ufrgs. Q http://www.if.br/ jgallas Página 8 de 9 .

Prof. IF–UFRGS 5 de Setembro de 2005.LISTA 1 . às 7:41 A aceleração vertical continuará a ser ZERO pois a força aceleração é para baixo e a segunda lei de Newton vertical lı́quida é zero. fornece-nos E  VX. Jason Gallas.

d ( P 5-70 (5-53/6  )  E .

é para cima. 6 V  *8 . com a segunda lei de Newton dando-nos 59). com ar quente. está descendo. ou seja  do balão passa a ser   e a aceleração  . 5. a massa verticalmente com uma aceleração para baixo (Fig. para que ele suba com uma aceleração E U6  8 VX. Que quantidade de massa deve ser atirada para agora a seguinte expressão fora do balão. Após jogar-se fora uma massa Um balão de massa .

não varie em função da E massa (carga de estabilização) que ele perdeu. devida ao ar. Eliminando  entre as duas equações acima encon- As forças que atuam no balão são a força   da tramos sem problemas que gravidade. a c. e a força   do ar. Antes da massa de estabilização ser jogada fora. para cima. para baixo.d6   8 41  (mesmo módulo e sentido oposto)? Suponha que a  força de subida.

  CV .

if.br/ jgallas Página 9 de 9 .  ?  V 1 - http://www.ufrgs.

Numeração conforme a quarta edição do livro. . . .1 Propriedades do Atrito .ufrgs. 2 6. . . . . . . em parêntesis: numeração da (sexta) ediç ão. IF–UFRGS 5 de Setembro de 2005. . .br (listam1. .2. Em vermelho. . . . . . . . Halliday. 2 6. .ufrgs. às 7:45 Exercı́cios Resolvidos de Dinâmica Clássica Jason Alfredo Carlson Gallas professor titular de fı́sica teórica. Jason Gallas. .Prof. .ufrgs. . 8 Comentários/Sugestões e Erros: favor enviar para jgallas @ if.2. . Alemanha Universidade Federal do Rio Grande do Sul Instituto de Fı́sica Matéria para a PRIMEIRA prova. . Doutor em Fı́sica pela Universidade Ludwig Maximilian de Munique. “Fundamentos de Fı́sica”.2 Problemas e Exercı́cios .br/ jgallas Página 1 de 8 . . 5 6. .3 Movimento Circular Uniforme . 6 6. .tex) http://www.br/ jgallas Contents 6.2 Força de Viscosidade e a Ve- 6 Forças e Movimento – II 2 locidade Limite . Esta e outras listas encontram-se em: http://www.2. 2 6.2. .if. . . .4 Problemas Adicionais . . . Resnick e Walker. .LISTA 1 . . . .if.1 Questões . . .

1 Questões    4 N.Prof. o diagrama de corpo livre tem ape- Cite bla-bla-bla. às 7:45 6 Forças e Movimento – II P 6-2 (6-3 na 6  )  - Um jogador de massa  kg escorrega no campo e seu movimento é retardado por uma força de atrito 6. Jason Gallas.LISTA 1 . IF–UFRGS 5 de Setembro de 2005.. nas três forças:.. Qual é o coeficiente de atrito cinético "65 entre o jogador e o campo? Q 6-10 Neste problema.

para movê-la sobre o chão. qual a menor força horizontal que uma pessoa   deverá aplicar sobre o armário para colocá-lo em movi. Na horizontal: apontando para a direita Uma pessoa empurra horizontalmente uma caixa de * 0*0 está a força aplicada . incluindo   gavetas e roupas. está em repouso sobre o assoalho. Na vertical. mento? (b) Se as gavetas e as roupas. com uma força de  . que têm  kg 2 )  /. apontando para a es- querda.1 Propriedades do Atrito considerando-se a segunda lei de Newton. que nos E 6-1 (6-1 na 6  edição) diz que   Um armário de quarto com massa de  kg. (a) 8 Se o coeficiente de atrito estático entre o móvel e o chão ou seja.) de massa. a força de atrito. para a esquerda a força de atrito kg. também o é a componente vertical da segunda lei de Newton. A força de atrito está relacionada com a força normal 6. que  . forem removidas antes do armário ser em- purrado. Como a com- ponete vertical da acelerac cão é zero. Na horizontal. qual a nova força mı́nima? E 6-8 (6-5 na 6  ) (a) O diagrama de corpo livre deste problema tem quatro forças. Portanto for   . apontando para cima temos a força normal do solo sobre o jogador. A força normal é obtida 6. " 5      4 ' .2 Problemas e Exercı́cios 7 "65   através da relação . e para baixo a força 7 da gravidade.'9-   :.2.

a se. para baixo a força  da gravidade. Na vertical. O coeficiente de atrito cinético é  <. N. . (a) O diagrama de corpo livre tem quatro forças. Na gunda lei de Newton fornece-nos como componentes  horizontal. caixa? Como o armário está em equilı́brio (não se move). apontando para a direita temos a força que e  as seguintes equações a pessoa faz sobre . módulo da força de atrito? (b) Qual a acelelração da Escolhando o eixo  na horizontal e o eixo  na vertical. (a) Qual o mal do piso. apontando para cima temos a força nor. .

 0    =/  2  +.ufrgs. Neste instante o armário começa a mover-se.*)  /. que 2   .  -     *) +. onde " 5 é o coeficiente de atrito cinético. Portanto  ? 0. a caixa. temos agora +  / kg.) =/ N   (b) A aceleração é obtida da componente horizontal da (b) A equação para continua a mesma. para cima a força normal    do piso. Na vertical.if. igualmente.0  - % "$# (' '30 '. 8   A magnitude da força da gravidade é dada por   ! " 5  . Como > . mas a massa é 17  10 segunda lei de Newton. ou começar a mover-se é seja.. Portanto % " # &   " # (' ' '. e para baixo a força  da gravidade. Como a Donde vemos que   e    . a soma das compo- (  A força mı́nima que deve ser aplicada para o armário nentes verticais & da força deve ser zero:   .*) .) /.br/ jgallas Página 2 de 8 .   Quando aumenta.)  /+) * N  2  <.. e apontando para a esquerda   a força de atrito . de Newton diz-nos que. a segunda lei "$#  .)  /+)   N > @4: m/sA*  * http://www. até que componente vertical da aceleração é zero. aumenta também. 10 7 "$5 & "$5 %' ' '9.

6-18).    Ne   0  N. Ao ir-se depositando areia a inclinação da superfı́cie lateral aumenta. apontando verticalmente para ângulo que a superfı́cie lateral faz com a base.e. e o coeficiente de atrito cinético é   . por Para determinar  se o bloco cai.LISTA 1 . às 7:45 valor possı́vel. (a) O   bloco se moverá? (b) Qual a força exercida pela parede a força  2 da gravidade. A componente 7 2   isto é tan   " . Com baixo temos  o peso 2 . precisamos encontrar a 2  sen     magnitude da força de fricção nevessária para mante-   2!#"    "  lo sem acelerar bem como encontrar a força da parede   sobre o bloco. de modo que N.   temos a força e apontando para a esquerda a força na mesma direção da normal . Newton são dadas. Sobre tal grão atuam três forças: inicialmente o bloco não esteja em movimento.  0 Desejamos determinar a maior altura (i. portanto. simultaneamente. pesando  N contra uma parede vertical (Fig. em notação de vetores unitários? do atrito que impede o grão de deslizar. como eixo  um eixo apontando  tro vetores. a força nornal e a força sobre o bloco. a maior Uma força horizontal de  N comprime um bloco inclinação) para a qual a areia não deslize. Escolhemos como eixo  um eixo paralelo à superfı́cie e apontando para baixo. A superfı́cie do cone terá a maior N. sua aceleração é zero. a maior altura) quando Como (b) Como o bloco não se move. até tornar-se tão grande E 6-11 (6-9 na 6  )  que toda areia que for adicionada começa deslizar. Isto significa ter-se  !$"  A componente   horizontal da segunda lei  de  Newton 0 re- quer que e. vemos que o bloco não desliza. Suponha que um grão de areia na situação imediatamente de que a su-  perfı́cie possa deslizar. respectivamente.   " #  .  Se  " # parede mas se  "$# o bloco irá deslizar. Como o grão não desliza. " #   '   . (a) O diagrama de corpo isolado consiste aqui de qua. de modo que ' 0  0   N  sen  " 2 vertical diz que       . as componente  e  da segunda lei de de atrito . o bloco não desliza pela Para que o grão não deslize devemos ter  . apontando para a direita. O coeficiente de atrito estático entre a parede e o bloco é Para tanto consideramos o diagrama de corpo isolado de  : . inclinação (e. e apontando para cima a força estas escolhas. e chamamos de o normal . :  )  )    . IF–UFRGS 5 de Setembro de 2005. Na horizontal. Na vertical.Prof. Jason Gallas.   "%  tan A força da parede no bloco é  .

da figura vemos que    tan    " . finalmente. dentro de uma área circular. (O volume  de um cone é   4< . em Uma caixa de :*/ kg é puxada pelo chão por uma corda  #) forma de cone. Se " é o coeficiente de atrito estático en- que faz um ângulo de = acima da horizontal.) . 4< . (a) Se o coeficiente de atrito estático é   . * do cone. onde é a área da base e a altura  ) Apontando para a direita e fazendo um ângulo de   com a horizontal temos a tensão na corda. O raio do  cı́rculo é e nenhuma areia vaza para fora do cı́rculo (Fig. temos. 6-22).  (  ('   0 Como a área da base é  & A . qual a tensão mı́nima tre a camada de areia da suprfı́cie inclinada e a camada necessária para iniciar o movimento da caixa? (b) Se imediatamente abaixo (sobre a qual a camada superior " 5   <+ . qual a sua aceleração inicial?    pode deslizar).   ) N  Entretanto. Hor. que NOTE: os resultados são radicalmente diferentes se por engano usassemos " 5 em vez de "$# ! '  (   "%   ( < < P 6-17 (6-11 na 6  ) P 6-22 (6-13 na 6  ) Um trabalhador deseja empilhar um monte de areia. mostre que o maior volume de areia que pode ser empilhado desta forma é "  (a) O diagrama de corpo isolado tem quatro forças.

br/ jgallas Página 3 de 8 . sobre a caixa. para cima aponta a força normal do chão   A secção reta do cone é um triângulo isósceles (tem 0 dois lados iguais) cuja base mede e cuja altura é .if. consequentemente. també o são as respectivas http://www. izontalmente para a esquerda aponta a força de atrito . Na vertical. e para baixo a força 7 da gravidade. o problema consiste em Quando a caixa ainda não se move as acelerações são ir-se depositando areia de modo a fazer ter o maior zero e.ufrgs.  Como a área da base é fixa.

obtendo que   nos diz que   sen $"     >      .)   izontal. e para baixo o peso .4 N  Para o bloco B tomamos o sentido para baixo como (b) Quando a caixa se move. respectivamente.  o corpo composto por A+C tem quatro forças.-  $"  $" )    @*) *: /+)  /+)  ?  "$# sen      @ sen =  )        <. a magnitude da tensão na corda. As componentes  e  da donde tiramos facilmente que segunda lei de Newton são. sabendo que o coeficiente " entre A e a 0  tal e vertical as equações. apontando para a direita temos a tensão na corda. "$# 2 ' ' '. a segunda lei de Newton sendo positivo. e para baixo Para a caixa permanecer em repouso tem que ser a magnitude  do peso do bloco B. IF–UFRGS 5 de Setembro de 2005. sabendo que " 5 !#"    sen   entre A e a mesa é  = ? 2     !#"    (a) Aqui temos DOIS diagramas de corpo isolado.força de atrito.   equação acima compemsem-se: !#"  Vamos supor que os blocos estão parados (não aceler-  "$# '   sen . e escolher o eixo  apontando para a direita e o eixo  apontando para cima.  cima. Jason Gallas. ou seja. Na vertical.LISTA 1 . Portanto.Prof. qual será a aceleração do bloco A. (b) Se o bloco C for repentinamente reti- rado. a segunda lei de Newton nos fornece para as componente horizon- C) que deve ser colocado sobre o bloco A para impedi- lo de deslizar. Na hor- !#" "$# '   sen . respectivamente. para cima temos a normal se quando a tensão for tal que os dois lados da exercida pela mesa sobre os blocos A+C. às 7:45 componentes da força resultante. mesa é  .)  ados). peso total de A+C. e apontando para a esquerda a magnitude da   Desta expressão vemos que a caixa começará a mover. O diagrama para menor do que " # . O  Esta equações nos dizem que e que  diagrama para o corpo B tem apenas duas forças: para 2  sen .

é necessário que "   %      sen . que 7  ! .      Portanto temos que e. isto é que . Temos também que .   Agora. O menor  valor que pode ter com os blocos ainda parados é . porém temos 7 "$5 & "$5 '   "  % Para que não ocorra deslizamento.)    seja menor que . consequentemente.

  .

)   >   Como o peso do bloco A é * N. 0*0     tuindo este na primeira das equações acima temos 0 *= N   $"  " 5 '   2  sen . vemos que o menor  $"  " 5 sen . "%  onde tiramos da segunda equação acima.)  " 5  de onde tiramos facilmente que peso do bloco C é ' >  . Substi.

0 Na Fig.-  <. 6-24.: N   ' '  <**+) !#" =$)  <+ sen =$) )  ' '. a segunda lei de New- :*/ ton aplicada aos dois diagramas de corpo isolado nos  * < m/s A4 fornece as equações Perceba bem onde se usa " # e onde entra " 5 . (a) Determine o menor peso (bloco  http://www.)  /+) (b) Quando existe movimento. respectivamente.ufrgs.br/ jgallas Página 4 de 8 .  ..     >   P 6-24 (6-15 na 6  ) 8       0.if. A e B são blocos com pesos de * N e  >  N.   *  :.

Jason Gallas. Substituindo as duas últimas ex- pressões na primeira equação acima obtemos 7 tan          >  " 5 . temos " 5 . Da terceira acima tiramos conjunto de equações obtemos   ' =) > .LISTA 1 . onde    (da Substituindo-a na primeira das equações do segundo      segunda equação acima). às 7:45 Além destas.Prof. IF–UFRGS 5 de Setembro de 2005.

 N. (b)  qual o sistema ainda permanece equilibrado. no corpo  temos quatro forças apli-     cadas: . escolhendo o eixo  horizontal e o eixo  verti- cal. )  ) =* N  6. O coeficiente de são "  N. . O maior valor possı́vel para será aquele para o qual Isolando > encontramos.Calcule a força da viscosidade sobre um mı́ssil de *< mente.2. e a força de atrito. onde a densidade do ar é *      sen      kg/m .  para a direita. 6-30 pesa . estiver se movendo para cima no plano inclinado e (c)   estiver se movendo para baixo.) *   *) * ) 0*0 tan    0 donde obtemos  < m/s A4 Perceba bem onde entra "  e onde se usa " 5 . apontando horizontalmente para a esquerda. finalmente. na direção do corpo  . para baixo. (ii) uma força . tais forças devem equilibrar-se.=) tan <. respectiva. Os coeficientes de atrito entre  e o plano inclinado   *: e " 5  0    . Use a Eq. Para que não haja movimento.     >  "     O bloco  permanecerá parado quando .P 6-43 (6-33 na 6  ) tanto. Esta forças    estão dispostas de modo que as componentes  e  nos 0 . encontramos para as componentes  e  . Determine qual o peso máximo do bloco para o sistema se (a)  estiver inicialmente em repouso. fazendo um ângulo  <* com a hor- izontal.2 Força de Viscosidade e a Velocidade Limite P 6-31 (6-21 na 6  ) P 6-30 (6-19 na 6  ) O corpo  na Fig.   "%   tan  ' 0 ' '  * ) . 0.  No nó onde o peso está aplicado temos três forças  ) aplicadas: (i) o peso . a baixa altitude. viajando na velocidade de cruzeiro de 0 0   4 m/s. Por.  $"  cm de diâmetro. '    " 5  '9.0  ' '   " %   >       )   /. 6-31 pesa   N e o corpo pesa < 0  0 O bloco  da Fig. Determine a aceleração do atrito estático entre o bloco e a superfı́cie horizontal é 0   . (iii) uma força . 6-18 do livro texto:  Por outro lado. Suponha  4 .

   ' ' 0 ' ' 0 '90 0 @ **) * ) $)  :+*) A *.  %    Eliminando-se as duas tensões e obtemos ex-    pressões que fornecem e em termos de 7 " e . Devemos então escolher de modo que Do primeiro conjunto de equações obtemos . e é o coeficiente    A . onde  &  # de viscosidade.) A  : 0   N     . é a velocidade do mı́ssil. A área éa dada por   0  0  *<  :. m é o raio do mı́ssil. é a área da secção reta do       mı́ssil. Portanto.  A  forneçam as seguintes equações adicionais:  ?  onde é a densidade do ar.

br/ jgallas Página 5 de 8 .ufrgs.  tan  http://www.if.

3 Movimento Circular Uniforme da órbita. às 7:45 6.LISTA 1 .    A .Prof. Jason Gallas.2. Portanto. IF–UFRGS 5 de Setembro de 2005.

donde tiramos sem problemas que E 6-47 (6-37 na 6  )     Se o coeficiente de atrito estático dos pneus numa  0 rodovia é   . . com que velocidade máxima um carro pode fazer uma curva plana de    m de raio. sem der- rapar? P 6-62 (6-43 na 6  ) A aceleração do carro quando faz a curva é A .

.

  Um estudante de :. numa roda-gigante com ve- . se a velocidade .4 N no Como a estrada é plana (horizontal). a única força que ponto mais alto. locidade constante./ kg. onde é a velocidade do carro e é o raio da curva. (a) Qual o seu peso aparente no ponto evita com que ele derrape é a força de atrito da estrada mais baixo? (b) E no ponto mais alto. tem um peso aparente de .

/. igual a ** N. e ..' -  .. ou aparente de *: kg”. peso e massa.“tem um peso aparente de   libras”. incidir com o valor á direita na desigualdade acima. (b) (a) No topo o acento empurra  o estudante para cima a aceleração do elétron (módulo e sentido) e (c) a força com uma força de magnitude .. A origem do problema está na tradução do livro. Sendo a força normal da estrada sobre o carro e  a massa do carro. portanto. as   libras referem-se a  descreve uma   órbita circular em torno do núcleo. quanto de peso. seja.)  . quando 0 max  "  . Isto significa que A "  . m/s  bras” . (Esta força é resultante puxa-o para baixo com uma força de magnitude .: N. Assim.     da atração entre o núcleo. negativamente carregado. )  @*)  /. raio é  < = m e o elétron circula : :   vezes  por segundo.  . que " .) A massa do elétron . como se pode facilemente ver no Apêndice F. A componente horizontal da segunda lei    da roda-gigante dobrar? de Newton é  A .     ' 0 ' . 8 a compo-    Atenção: observe que o enunciado deste prob- nente vertical da segunda lei nos diz que     "   . com os pneus. enquanto que as =* libras referem-se a  0 No modelo de Bohr do átomo de hidrogênio. ou O livro original diz que “um estudante de =* li- seja. quando a velocidade co.)  /.) :*:. positivamente carregado. "    lema na quarta edição do livro fala em “peso 2   2     Portanto. “libra” é tanto uma unidade de massa. determine (a) a velocidade do elétron. E é pre- E 6-55 ( na 6  ) ciso prestar atenção para não confundir as coisas. A velocidade máxima com a qual o carro pode fazer a curva sem deslizar é. que não se deve fazer: confundir entre si. fazendo exatamente aquilo derrapa. A Terra centrı́peta que atua sobre ele. O tradutor não percebeu que. . igual  ' '9. e o a :*/4 :.  Se o   um peso de ** N. A força  lı́quida  apontando    elétron./ kg. o elétron uma massa de :. Se o carro não  " 2 .

Chamemos de 39). Portanto ?  E 6-56 (6-41 na 6  ) A massa  está sobre uma mesa. sem atrito. de modo que a força lı́quida que       aponta para o centro do cı́rculo é    . deve ser igual a  A  . onde é a velocidade do estudante e é o raio da órbita. pendurado por uma corda que   a magnitude da força do acento sobre passa através de um furo no centro da mesa (veja Fig. para o centro da órbita circular é e. Tal mover para permanecer em repouso. Determine a velocidade escalar com que  deve se o estudante quando ele estiver no ponto mais baixo. com a segunda lei de Newton. força aponta para cima. = kg. presa a    A  :*:*:  **  *=: N  um peso de massa . de acordo é  . 6.

br/ jgallas Página 6 de 8 .if. Assim sendo. . A tensão é fornecida pela força centrı́peta que mantém      em sua órbita circular:   A .:*:  4/ 0 N http://www. onde é o raio   +A   *=: :. Para permanecer em repouso a tensão na corda temos  A .ufrgs. donde tiramos tem que igualar a força gravitacional  sobre .

Jason Gallas. (b) No topo temos   A . a soma das componentes horizontais neste  /    problema não pode ser nula. IF–UFRGS 5 de Setembro de 2005. pois sem      4/ - 0  -  kg  ela o avião não teria como fazer a curva! Em out- ras palavras. às 7:45  que correspondem a uma massa aparente de NOTE: existe força horizontal não-equilibrada.LISTA 1 .Prof.

 4 .onde é a velocidade da bola e é o raio da sua órbita.de sustentação   é perpendicular  . re. 6-41.< m/s. Se as asas do avião estão incli. temos a  ) * porém fazendo um ângulo Um avião está voando num cı́rculo horizontal com uma força  .  : kg   / e de baixo respectivamente. Portanto  Esta última equação fornece a tensão na corda de baixo:       ' * <4) '.   A aumenta por um fator de As cordas estão esticadas e formam os lados de um  . encontramos '    . es-   colhemos o eixo  para a direita e o eixo  para cima. )  - <  N  Para . nas o peso da bola mas também a componente vertical (para baixo) de  . Então o diagrama de corpo isolado para a bola contém três forças: para baixo atua o peso  da bola./. A componente  e  da segunda lei de Newton são. e  é 5 . para baixo. 6-42 mostra uma bola de * <4 kg presa a um eixo   girante vertical por duas cordas de massa desprezı́vel. a metade deste valor. fazendo um ângulo  <* para cima.  #) * P 6-65 (6-45 na 6  ) <. 5 sen       !#"   +A    sen        5   sen . Também para a esquerda. o avião faz? Veja a Fig. portanto. Eliminando entre as duas <+ /  N  equações e rearranjando o resultado.ângulo entre  e  tem que ser de :* sendo . como * * )  #) nadas . devida á corda de baixo. O diagrama de corpo isolado do avião contém duas (b) Escolhendo o eixo horizontal  apontando para a es- forças: a força 7 da gravidade. /@ +)  $" <. para a componente  da segunda lei com a horizontal. (a) Desenhe o diagrama de corpo isolado para a bola. km/h  <. no instante mostrado na    correspondendo a uma massa efetiva de figura? (d) Qual a velocidade da bola? 0 0 (a) Chame de 5 e    0 as tensões nas cordas de cima  .:*:  +:4  0 0  N <+ N. A tensão na corda superior é de    :. qual o raio do cı́rculo que mostra a figura. apontando para a direita e fazendo um ângulo de  para cima temos. de Newton  #) #) #) !#"  ! #" com a horizontal. e a força  querda.-  /+)  ) onde é o raio da órbita. * * que é perpendicular à superfı́cie das asas. Se a velocidade dobra. Então triângulo equilátero. para baixo. passando a ser *=:  +:4 N. obtemos sen <*    A (c) A força lı́quida é radial para a esquerda com magni- tan    ) !$"  tude     (' 5 (' <. perceba que o velocidade de +/* km/h. 5  +A  as asas e. Suponha que a força Observe ainda que a relação entre as magnitudes de    * * necessária seja obtida da “sustentação aerodinâmica”. temos  . pois  deve contrabalançar não ape. de modo que    P 6-70 (6-47 na 6  )    +A   A Fig. a força  . Como o triâgulo é equilátero. . e o eixo  ) . Para a esquerda. no sentido do centro da órbita circular. (b) Qual a tensão na corda inferior? (c) Qual a força resultante sobre a bola. Como o centro da órbita esta para a direita do avião. sobre a horizontal.  A componente  é    sen  spectivamente. Como as asas estão inclinadas .

) A - / tan 4  0 0    m )  (d) A velocidade é obtida da equação observando-se que o raio  +A da órbita é (tan   http://www.br/ jgallas Página 7 de 8 .if.<.  .ufrgs.    <.

Jason Gallas. IF–UFRGS 5 de Setembro de 2005.LISTA 1 . às 7:45 ' .Prof.@ $ 0 ) .

br/ jgallas Página 8 de 8 . Se o : + m/s  bloco inicialmente está em repouso. 6. (c) = N. como  Portanto      ' ' - *  *) <+  )  mostra a Fig. 6-43. determine o módulo  .if. (b) / N.ufrgs.2. veja a figura do livro): 6-72 (6-20 na 6  )   *  0  ) tan <* ) . . paralela a uma superfı́cie inclinada   acima da horizontal. age sobre um bloco de + N.  m  Uma força . para as seguinte intensidades de P: (a)  N.4 Problemas Adicionais http://www. <* e o sentido da força de atrito que atua nele. Os coeficientes de atrito entre o bloco e a superfı́cie são "    e " 5   <* .

.br (listam1. . 5 7. Halliday. .2 Trabalho executado por força variável . às 7:47 Exercı́cios Resolvidos de Dinâmica Clássica Jason Alfredo Carlson Gallas professor titular de fı́sica teórica.ufrgs. .2. 2 7. .LISTA 1 . . . . Em vermelho. . “Fundamentos de Fı́sica”. . 3 7 Trabalho e Energia Cinética 2 7.4 Energia Cinética . . 6  7. . . . . . Esta e outras listas encontram-se em: http://www. . . .br/ jgallas Contents 7. . . .if.2. .1 Questões . . . . . . . .tex) http://www. . . . . . Alemanha Universidade Federal do Rio Grande do Sul Instituto de Fı́sica Matéria para a PRIMEIRA prova.1 Trabalho: movimento com 7.2. . .if. . IF–UFRGS 5 de Setembro de 2005. . . .ufrgs. . . . . . 8 Comentários/Sugestões e Erros: favor enviar para jgallas @ if.Prof. .ufrgs.br/ jgallas Página 1 de 8 .2. .5 Potência . Resnick e Walker.3 Trabalho realizado por uma mola 4 7. . . . . . . . .2. .6 Energia Cinética a Velocidades força constante . . . .2. . . . 2 7. . . . . . . Jason Gallas.2 Problemas e Exercı́cios . em parêntesis: numeração da (sexta) ediç ão. . . . Numeração conforme a quarta edição do livro. . . Doutor em Fı́sica pela Universidade Ludwig Maximilian de Munique. 2 Elevadas .

isto é  . Jason Gallas. .e. às 7:47  7 Trabalho e Energia Cinética (a) A força aplicada é constante e o trabalho feito por ela é 65"7489. '>$ / '  . . trabalho feito pela força gravitacional é ZERO. J A As molas A e B são idênticas. exceto pelo fato de que A (b) A força da gravidade aponta para baixo. perpendic- é mais rı́gida do que B.1 Questões onde 1 é a força. -B . Qual das duas ular ao deslocamento do caixote. 3 é o deslocamento do caixote. IF–UFRGS 5 de Setembro de 2005. . como @.LISTA 1 . e é o ângulo entre a força 1 e o deslocamento 3 . das por forças iguais. +@. Portanto. o o mesmo deslocamento e (b) quando elas são distendi.Prof.:  0 1#243 : 7.  7>8?9 Q 7-13 0 <$= . O ângulo entre esta molas realiza um trabalho maior (a) quando elas sofrem 7489 força e o deslocamento é @. (c) A força normal exercida pelo piso também atua per-  (a) Temos   .

 e  .

 . onde .

ou seja. Por. de modo que o tra- representa o deslocamento comum a ambas molas. tanto. balho por ela realizado também é ZERO. (d) As três forças acima mencionadas são as únicas que atuam no caixote. (b) Agora temos   .   . ou seja. Portanto o trabalho total é dado pela    soma dos trabalhos individuais realizados por cada uma    das três forças. pendicularmente ao deslocamento. J. o trabalho total é +@.

  e  .

  . P 7-9 ( C na 6 * ) onde .

 e .

N. representam os delocamentos provocados pela força idêntica que atua sobre ambas as molas e que A Fig. Uma carga  . pesem juntas  . às  quais está presa a carga. em magnitude. Suponha que o atrito seja desprezı́vel e que as duas polias de baixo. 7-27 mostra um conjunto de polias usado para implica ter-se. facilitar o levantamento de um peso D .

! ".

N deve ser levantada  m. (a) Qual a força donte tiramos .  de EF.

!#  .

"  . Portanto mı́nima 1 necessária para levantar a carga? (b) Qual o  trabalho executado para levantar a carga de  m? (c)   .

   Qual o deslocamento da extremidade livre da corda? (d)  %$ &.

 ( (a) Supondo que o peso da corda é desprezı́vel (isto é.. a tensão nela é a mesma ao longo de todo seu comprimento. Considerando as duas polias móveis (as duas que estão ligadas ao peso 7. stante Se for a força mı́nima para levantar a carga (com ve- locidade constante.força total para cima aplicada nas polias móveis é F . então a segunda lei de Newton nos diz que devemos ter E 7-2 (7-7/6 * edição) HGJIHK  Para empurrar um caixote de +. Se o caixote se desloca de / m.   . dirigida  .br/ jgallas Página 2 de 8 . ' N.6M  . kg num piso sem atrito.1 Trabalho: movimento com força con. sem acelera-la).e. N. que a massa da corda seja nula). móveis. tramos que cida pelo piso sobre o caixote? (d) Qual o trabalho total EN. Assim. qual onde representa o peso total da carga mais polias IHK o trabalho executado sobre o caixote (a) pelo operário.2. de modo que a 7. L$ EF.2 Problemas e Exercı́cios D ) vemos que tais polias puxam o peso para cima com   uma força aplicada em quatro pontos.  um operário aplica uma força de  .  executado sobre o caixote?  + N A F http://www. i.ufrgs. ou seja. encon- (b) pelo peso do caixote e (c) pela força normal exer.if.. F . '  )( Qual o trabalho executado pela força 1 para realizar esta tarefa? ou seja. IHK acima da horizontal.

Jason Gallas.LISTA 1 .. Portanto.A 5 onde é a distância de levantamento da carga. IF–UFRGS 5 de Setembro de 2005. o trabalho feito pela corda é A magnitude da força de atrito é dada por    .Prof. às 7:47 (b) O trabalho feito pela corda é F . 65 IHK 5 M sen : G  K .

J A F 7. 7-28.A  A distância que a extremidade livre se move. Portanto. F?E  $ EN. Portanto. 7>8?9./  .A + kg é puxado com velocidade con. Ou seja.) Substituindo o valor de  da onde o valor de foi obtido segunda equação acima. onde é a  $ /. o que não ocorre com as respostas fornecidas no livro./  .:  dade livre da corda move-se $ F '4$ ' F?E m para baixo.A E ' G   $ A NE ' sen + - . J A (A resposta na tradução do livro está incorreta.A + '4$ @. na primeira das equações acima e resolvendo-a para  encontramos sem prob- (c) A cada metro que a carga sobe.  stante por uma distância de FA .2 Trabalho executado por força variável Observe que os valores encontrados nos itens (b) e (d) devem coincidir. no total a extremi.. a extremidade livre da lemas que corda abaixo de F metros.    $  K GJ sen : '  $ EN. Qual o trabalho executado pela força quando o bloco zontal por uma corda que exerce uma força de A NE N se desloca da origem até o ponto . ' .2.N m em um piso hori. cada segmento da corda entre o conjunto superior e inferior de polias diminui de um metro. E 7-13 (7-24 na 6 * ) Um bloco de + kg se move em linha reta numa superfı́cie P 7-12 ( C na 6 * )  horizontal sem atrito sob a influência de uma força que Um bloco de /.  K G : (d) O trabalho feito pela pessoa que puxa a corda pela 65 IHK5 5  sen $ A NE ' 7489  + - extremidade livre é  F . varia com a posição da forma indicada na Fig. '4$ ' .

 +  + JA a força exercida pela corda. kg está se movendo ao longo do eixo dos . ' M  $ F G  '>$ . e é o ângulo entre a força e o deslocamento. M .. + ' L1 23 . /. Calcule Basta calcular-se a área debaixo da curva da cada um (a) o trabalho executado pela corda sobre o bloco e (b) dos quatro segmentos de reta. G  G   $ '4$ .A J A   Uma massa de .  M . ' (a) A força na corda é constante. M   $G E N '4$ . de modo que o tra- balho é dado por 65"7489. o coeficiente de atrito dinâmico entre o bloco e o piso.: M . onde 1 é  . G . 3 é a distância do desloca- : mento. E m?   fazendo um ângulo de +?. Portanto P 7-14 (7-25 na 6 * ) $  A NE '4$ FA .N ' 7489  + .acima da horizontal.

. 7-29. Sua aceleração varia com a posição da forma (b) A resposta pode ser obtida facilmente fazendo-se um indicada na Fig. Qual o trabalho total executado diagrama de corpo livre onde constem todas as (quatro) sobre a massa quando ela se move de .

m até . .

com . Apontando horizontal. Em . Desenhe um ponto representando o bloco. de-  m? senhe a força normal apontando para cima. E forças aplicadas. a força   Do gráfico vemos que a aceleração varia linearmente peso apontando para baixo.

que   . . ou seja.

onde   .   mente para a esquerda desenhe a força de atrito. .  E H A + s  . como   . De.  Portanto.

temos  senhe a força 1 que puxa o bloco apontando para a dire- :   5   5 ita e para cima.  . . fazendo um ângulo com a horizontal.

   .

.

 Com isto tudo. a segundo lei de Newton nos diz que para que o bloco se mova sem acelerar devemos ter equilı́brio  .

 http://www.   $ .br/ jgallas Página 3 de 8 . o que nos fornece   as equações. J A 7>89: G  . E. respectivamente. '>$= A + '>$ E '  tanto na horizontal quanto na vertical.if..ufrgs.

Jason Gallas. às 7:47 P 7-16 (7-27 na 6 * ) G A força exercida num objeto é $ . IF–UFRGS 5 de Setembro de 2005.LISTA 1 .Prof.

' $ .

.

'.    G  / $  ' G G G  Calcule o trabalho realizado para deslocar o objeto de .

até . .

 .

(a) fazendo um gráfico de $ .

!' e  / $ / ' $ / ' E JA determinando a área sob a curva e (b) calculando a inte.O trabalho total do percurso todo é gral analiticamente.   G  G (a) A expressão de $ .

' diz-nos que a força varia linearmente com .

Supondo . .

escolhemos dois   M   E N JA pontos convenientes para. através deles. G Para .  . desenhar uma PERGUNTA DEVERAS PERTINENTE: o valor do tra- balho depende do caminho escolhido para fazer-se as   linha reta. .

temos enquanto que para . .



integrações? Repita a integração escolhendo outro cam-

 inho!...
  
temos , ou seja devemos desenhar uma linha
 G 
reta que passe pelos pontos $ , ' e $=

' . Faça
a figura!
Olhando para a figura vemos que o trabalho total é dado 7.2.3 Trabalho realizado por uma mola


pela soma da área de dois triângulos: um que vai de

B
, até



, o outro indo de



até

B .

(a) Qual o tra-     . a integral nos diz que    presa a uma gaiola.  Uma mola com uma constante de mola de + N/cm está (b) Analiticamente. como na Fig. sendo uma positiva. . vemos que o trabalho total é E 7-18 (7-21/6 * ) ZERO.   Como os dois triângulos tem a mesma área. 7-31. a outra negativa.

G  5 balho executado pela mola sobre a gaiola se a mola é .

distendida de A N mm em relação ao seu estado relax- .

-   .

 G    ado? (b) Qual o trabalho adicional executado pela mola  .

.

.A se ela é distendida por mais A N mm?  (a) Quando a gaiola move-se de .    .

B .

o trabalho feito pela mola é dado por  para .

B .

.  E 7-17 (7-29/6 * )   G 5 G  Qual o trabalho realizado por uma força dada em New.

' .

 .

    $     tons por 1 .

 M / . onde .

está em metros. que G G é exercida sobra uma partı́cula enquanto ela se move da  $.

  .

em metros. .  '    posição.

Substituindo    . ) M#/ para a posição (em metros) G G F  /  onde é a constante de força da mola.

m e . .

ao longo da quota G constante  / m.  '  .  m encontramos   Suponha que a partı́cula mova-se primeiramente.  A N .A ..F/ J A  . indo desde  $ +.. dig- G   G    amos. '>$ A N! .

 m até .

 F m. Neste percurso o trabalho  realizado é:   (b) Agora basta substituir-se .

  A N" .  m e        .

 m na expressão para o trabalho:    5 5   . + A   .

 .

.

 .

 G .

A / J A $ F ' $ '   JA A seguir..A '   G $ A N ' &%  $ . '$# $ +.    '    G   G G  .. suponhamos que a Perceba que durante o segundo intervalo o trabalho re- G partı́cula mova-se ao longo da linha . para completar o percurso.  G   $ +.

indo de alizado é mais do que o dobro do trabalho feito no   / m até  / m.    /      http://www. a força é maior durante o 5 5 segundo intervalo.br/ jgallas Página 4 de 8 . Embora o deslocamento tenha sido idêntico em ambos intervalos. O trabalho para tanto é    primeiro intervalo.ufrgs.if. G F m.

LISTA 1 . teremos que ainda remover E.A @ .Prof. às 7:47 7. . IF–UFRGS 5 de Setembro de 2005.4 Energia Cinética F  A E km/h A (b) Como ao parar a energia cinética final do carro será E 7-21 ( C na 6 * )  ZERO. J para faze. Jason Gallas.2.

Portanto  de modo que   K   . para cima.      camento 3 estão na mesma direção.A  .   G K K   locidade do elétron?  A energia cinética é dada por   .A     . qual a sua energia cinética P 7-35 (7-17/6 * ) neste instante?  Um helicóptero levanta verticalmente um astronauta de   kg até + m de altura acima do oceano com  Usando a definição de energia cinética temos que K  o  auxı́lio de um cabo. . A força do cabo aponta para cima e K Um elétron de condução (massa @.  '  Qual o trabalho realizado sobre o astronauta (a) pelo   A + .A  . numa temperatura próxima do zero absoluto.com a segunda lei de Newton. '   A   . De acordo  do cobre. lo parar. Como a força 1 e o deslo. '>$ A   . a aceleração tem uma energia cinética de N.A E '4$ + '   .  kg) o peso do astronauta aponta para baixo. Qual a ve. onde é  .           $= A @ .  J. . A aceleração do astronauta é  . o trabalho feito pela    .$ N. Se um foguete Saturno V com uma espaçonave Apolo  acoplada tem uma massa total de  A @  . .   K  0 65     5   $ '4$ @. Além disto. .A  . kg e atinge    uma velociade de A  km/s. K      do astronauta é  .  J A  helicóptero e (b) pelo seu próprio peso? Quais são (c) a energia cinética e (d) a velocidade do astronauta no  momento em que chega ao helicóptero?  (a) Chame de a magnitude da força exercida pelo E 7-22 (7-1/6 * ) cabo no astronauta. m/s A força 1 é        @.      a massa do elétron e a sua velocidade. E 7-29 ( C na 6 * )    A N  .

.. (a) Qual a velocidade final do carro? (b) Qual  G  K 5 G  $ '4$ @.A E '>$ + '  G  A .. kg está viajando a N. Os freios são aplicados por um tempo (b) O peso tem magnitude e aponta na direção  suficiente para reduzir a energia cinética do carro de oposta do deslocamento. JA Um carro de . . km/h numa K estrada plana. kJ. Ele executa um trabalho +.N   .

JA a redução adicional de energia cinética necessária para fazê-lo parar?    .

(c) O trabalho total feito é G  (a) A energia cinética inicial do carro é onde  é a massa do carro e .  .

.    N.. . J A  .N..  ..

o teorema do m/s Trabalho-Energia diz-nos que sua energia cinética final deverá ser igual a   é a sua velocidade inicial.A   Como o astronauta partiu do repouso./N. Isto nos fornece (d) Como    ..   N. a velocidade final do astronauta        será . . N. km/h N.

'>$ N. kJ a energia cinética teremos    G    A /@   ..$ ..  E. $ ..  + A   m/s  E.A '  6 A /@  ..A @ km/h A Após reduzir em +. JA      .A @  .  . +. ' .

A @ . ' . a velocidade final do carro será P 7-36 (7-19/6 * )        .$ E. . JA Com isto.

inicialmente em repouso. de massa com uma http://www. bloco.A / m/s Uma corda é usada para fazer descer verticalmente um I   .ufrgs...br/ jgallas Página 5 de 8 .  /.if.

às 7:47 K aceleração constante  F . Depois que o bloco desceu Tomemos o eixo .Prof.LISTA 1 . Jason Gallas. IF–UFRGS 5 de Setembro de 2005.

calcule (a) o trabalho realizado pela tando para cima e o eixo  apontando no mesmo sentido corda sobre o bloco. as componentes . (b) o trabalho realizado sobre o da normal . na direção do plano inclinado. (c) a energia cinética do bloco e (d) Como a aceleração é zero. apon- 5 uma distância .  bloco pelo seu peso.

. deK magnitude . A se- IHK G IHK modo que  Da segunda equação obtemos que  K7>8?9     . e  da se- a velocidade do bloco. Substiutindo este gunda lei de NewtonIHdiz-nos K que  F . aponta para baixo.A a força da gravidade.  (a) Chame de a magnitude da força da corda so. respectivamente. enquanto que IHK G  K sen 7489  . gunda lei de Newton são. de modo que /  F . HG  G  K   bre o bloco. para baixo. de . Considere o  K7489  sentido para baixo como sendo o sentido positivo.. A força está direcionada no resultado na primeira equação e resolvendo-a para sentido oposto ao deslocamento de modo que o trabalho obtemos K  7>89   que ela faz é G 65 G IHK5  sen M  A 0  A . A força aponta para cima. A aceleração é  F .

(b) A força da gravidade aponta no mesmo sentido A força do guindaste aponta no mesmo sentido que a ve- que o deslocamento de modo que ela faz um trabalho locidade do bloco. de modo que a potência do guindaste IHK5  . é (c) O trabalho total feito sobre o bloco é G IHK 5 IHK5    .

 M .

 atuando apenas para vencer o atrito entre as superfı́cies..  / ... Res. daste a vapor ao longo de uma rampa com velocidade Como a velocidade é constante. IHK5 A   K sen M   7489   Como o bloco parte do repouso. podemos usar a fórmula 7489.A F / -  distância . kg é puxado com uma velocidade con- stante de + m/s sobre um piso horizontal por uma força  de  N orientada / . segundo e terceiro segundos e  tan  /.br/ jgallas Página 6 de 8 . '4$ @. 5  (d) A velocidade após haver baixado uma distância é kW A    K5   I  A P 7-44 (7-31/6 * )  7. 7-38). http://www. no sentido oposto ao  de . kg é puxado por um guin.  Chamemos de a força de atrito. W A o guindaste puxa o granito usaremos um diagrama de corpo livre. Qual a  P 7-43 ( C na 6 * .. A normal aponta perpendicularmente K à rampa.M. 7-5) potência aplicada pela força?  Um bloco de granito de F. constante de A /F m/s (Fig.ufrgs. F@.  Uma força de + N age sobre um corpo de A + kg inicial- Da figura dada vemos que ângulo do plano inclinado mente em repouso.5 Potência Um bloco de .: do guindaste?   7>8?9  1#2   Para determinar a magnitude da força com que $ '4$ + ' / .A E '>$ A /F ' sen / .. ver Probl. Qual a potência Sendo a força constante. a força também o é.if. O coeficiente de atrito dinâmico entre o bloco e a rampa é . P 7-47 (7-32/6 * ) enquanto que a magnitude da força da gravidade   aponta verticalmente para baixo.A  (b)  a potência instantânea aplicada pela força no final F.acima da horizontal. Determine (a) o trabalho executado vale pela força no primeiro. o valor acima coincide com sua energia cinética após haver baixado uma      7489   5 $ F?. do terceiro segundo.A F .2.

A /+  ..br/ jgallas Página 7 de 8 . .A /+ G  + A . Cal. portanto. s e.ufrgs. ' $ / '  $ . de acordo com o teorema do Trabalho- Energia.  $ . Se são necessários  .. A potência necessária é P 7-48 (7-35/6 * )       A Um elevador de carga totalmente cheio tem uma massa  Esta fórmula nos diz que a potência associada a uma total de  ./   . kg. JA por    . hp A F dade no contrapeso. hp e  / . hp para manter uma veloci- Ao final do terceiro segundo temos dade de F km/h. Isto significa que determinamos implicitamente. '   . o trabalho feito pela gravi. vemos sem problemas que         O trabalho total é a soma dos trabalhos feitos pela  gravidade sobre o elevador.           A  A/    . '>$ @. e o trabalho feito pelo motor sobre o sistema: M "M . a magnitude da aceleração é e a velocidade em função do tempo é dada    K 5 $ @+. Porém. O con- trapeso do elevador tem uma massa de @+. WA  G    +    +  $='  $ '    A + J A Este valor corresponde a  W  FN /+ W/hp .      A isto é. dade.   /+ Para    s temos se  E. Ignore o trabalho necessário  nos livrar da constante desconhecida. se  s temos Este trabalho é feito num intervalo de tempo   +    G / min E.LISTA 1 . JA     A O contrapeso move-se para baixo pela mesma distância.A E/ J A  motor para levantar o elevador é  +     A/   .  de modo que o trabalho feito pela gravidade sobre ele é Como 1   é a força total.if.. Como o elevador     Observe que é possı́vel determinar-se explicitamente o  valor de a partir dos dados do problema.  Para    ./ '  . '4$ @.  JA  Para  . ' @. velocidade é    e a uma velocidade  é      . a potência fornecida pelo    $ '  $ .Prof. suponha que se mova o tempo todo com veloci. sua energia cinética solução é menos elegante que a acima apresentada. onde é a velocidade e é uma constante de    proporcionalidade. Portanto  Como  . final mais rapidamente.. de modo que o tra- por 1 entre o instante e é   balho feito pela gravidade sobre ele é    5   5  G   K5 G  $  . obtendo que  para colocar o elevador em movimento e para freá-lo. podemos escrever que a força é dada por . o trabalho total feito é zero. chegando ao resultado     M M . tal move-se com velocidade constante. Jason Gallas. IF–UFRGS 5 de Setembro de 2005. quantos cavalos-vapor são necessários  para manter uma velocidade de  km/h? $+ ' $/ '  + + WA   Como o problema afirma que a força é proporcional à velocidade. às 7:47  (a) A potência é dada por   e o trabalho feito O elevador move-se +F m para cima. Portanto.A @@ hp A Para   s e  / s temos  +   G    + $/ '  $='    F A  JA  P 7-49 (7-37/6 * )     A força (mas não a potência) necessária para rebocar um (b) Substitua em  obtendo então barco com velocidade constante é proporcional à veloci-     para a potência num instante qualquer. kg e deve subir +F m em / min. http://www. . dividindo-se  por podemos   cule a potência (em cavalos-vapor) que o motor do el- evador deve desenvolver. o trabalho feito pelo motor é     5    G  H G  G $ N.A E '4$ +F ' + A .A E '4$ +F ' G N.    dade constante. onde não muda e.

6 Energia Cinética a Velocidades Elevadas $ @. Jason Gallas.LISTA 1 ..A  + ns.Prof..2.  '4$= A @@E   . IF–UFRGS 5 de Setembro de 2005.A cm em .A . às 7:47 7.  . (a) Qual é a relação entre a velocidade do elétron e a velocidade da /.A      . '    G   E 7-50 ( C na 6 * )   G  $ .  .A NE '  Um elétron se desloca de +.

JA luz? (b) Qual é a energia do elétron em elétrons-volt? Este valor é equivalente a (c) Qual o erro percentual que você cometeria se usasse a fórmula clássica para calcular a energia cinética do  /.  .A .   .

 A @.   (a) A velocidade do elétron é (c) Classicamente a energia cinética é dada por  5  +.F   .A    .    '4$= A . 4'   .  . m/s.  . keV A elétron?    A N.   .A  .   @. temos  A @.F  ..  .     Como a velocidade da luz é  H A @@E   .A  +! .    H A . m/s A      $ @.

  .. JA  A . simplificando já a potência comum . o erro percentual é.F   A @@E  .A NEA Portanto.

A /   energia cinética: /.devemos usar expressão relativı́stica para a erro percentual /.if.. Perceba que não usar a fórmula rela-     tivı́stica produz um grande erro!! http://www.A . A@ .br/ jgallas Página 8 de 8 .ufrgs.A . / .    G        G  ou seja. que aparece no numerador e denomi- nador. (b) Como a velocidade do elétron é próxima da veloci- G  dade da luz.

. Esta e outras listas encontram-se em: http://www.tex) http://www. . . .1.1 Determinação da Energia Po. . . de Atrito . . . . .3 Conservação da Energia . .LISTA 2 . . às 10:52 Exercı́cios Resolvidos de Dinâmica Clássica Jason Alfredo Carlson Gallas. .ufrgs. Doutor em Fı́sica pela Universidade Ludwig Maximilian de Munique. Universidade Federal do Rio Grande do Sul 91501-970 Porto Alegre. BRASIL Matéria para a QUARTA prova. . . Resnick e Walker. . .br (listam2. . Jason Gallas. . IF–UFRGS 24 de Setembro de 2005. . 9 8 Conservação da Energia 2 8. .if. .if. . 9 tencial . .br/ jgallas Sumário 8.4 Trabalho Executado por Forças 8.1. . .2 Usando a Curva de Energia Po- tencial .Prof. 2 8. . . . . . . 9 8. . . . .ufrgs. . . . Halliday. . . .1. professor titular de fı́sica teórica.1. 12 Comentários/Sugestões e Erros: favor enviar para jgallas @ if. .5 Massa e Energia . . . . . . Numeração conforme a quarta edição do livro “Fundamentos de Fı́sica”. . .ufrgs.1. . . Alemanha Instituto de Fı́sica.br/ jgallas Página 1 de 12 . .1 Problemas e Exercı́cios . 2 8. . .

energia cinética do caminhão no inı́cio da rampa de es- zenada numa mola é . Qual o menor comprimento da rampa para que a velocidade do caminhão chegue a zero an- 8. uma força conservativa. Por quê? Nota: uso o valor (KI!" km/h da sexta edição do livro. Neste caso a única força a realizar trabalho é a força da gravidade. Jason Gallas. tencial quando sofre uma compressão de   cm.1. Uma determinada mola armazena  J de energia po. Qual Despreze o trabalho feito por qualquer força de a constante da mola? fricção. Seja . já que na quarta edição não é fornecida nenhuma resposta. às 10:52 8 Conservação da Energia (J (Fig.a Como sabemos que a energia potencial elástica arma. em  E 8-1 ( na 6 edição) vez dos (*" km/h da quarta.1 Problemas e Exercı́cios tes do final da rampa? As rampas de escape são quase sempre cobertas com uma grossa camada de areia ou 8.LISTA 2 ..1 Determinação da Energia Potencial cascalho. 8-24). IF–UFRGS 24 de Setembro de 2005..Prof.

Então  .e / os respectivos valores da energia potencial no inı́cio e no topo da rampa. . cape e . obtemos facilmen.0/ sua energia cinética no topo da rampa. Seja te que 2.

  .

!    $# %'&)(*"+ N/m   .

3 1-L Se tomarmos a energia potencial como sendo zero no inı́cio da rampa.caminhão. e ....0/ 3 2/6$.R7@> .-P$7@> . 8. onde O é a altura E 8-6 (8-3/6 ) final do caminhão em relação à sua posição inicial. Te- Um pedacinho de gelo se desprende da borda de uma mos que . Portanto 22).0/0Q" já que o caminhão para. donde tiramos que chegar ao fundo da taça? > . Com que velocidade o gelo está se movendo ao 7:9O. então 2/MN709O . onde > é a velocidade inicial do taça hemisférica sem atrito com ! cm de raio (Fig. " "  .

S(*I" &T(K" + CI!U""S A única força que faz trabalho sobre o pedacinho de O:  =U!U I m C9 5.

%5 # gelo é a força da gravidade. donde tiramos finalmente lo na borda da taça.. com uma velocidade de (" m/s e numa direção que faz um >'BA C9. aju- mo sendo zero.sua energia potencial da borda e de 2/ sua energia potencial no fundo da taça. de . -53 . Neste caso a energia potencial no topo dando a diminuir mais a distância necessária para parar vale 1-687:9. Areia ou cascalho. que se comportam neste caso como Consideremos a energia potencial no fundo da taça co. Se chamarmos de V o comprimento da rampa.um “fluido”.0/ a sua energia cinética no que fundo da taça. /43 / $.remos que V sen (J)WO . de 1. Cha. que é uma força conservati- va.D A . Sabemos que . temos então. tem mais atrito que uma pista sólida. representa a massa do pedacinho de gelo.?=7@> . o que nos fornece ra cima do alto de uma colina de ( m de altura.-<=" pois o pedacinho de gelo parte do repouso.. temos então O U!U I VX   "U m sen (* J sen (* J .a energia cinética do pedacinho de ge. representa o raio da taça e 7 o veı́culo.E 8-10 (  na 6 ) mando de > a velocidade do pedacinho de gelo ao atin- gir o fundo. da equação da conservação da Um projétil com uma massa de G Y kg é disparado pa- energia acima que 709.. então te- Chamando de . onde . .

% #!E.

Supondo que estrada em declive a (*I" km/h. com uma inclinação de dependem da massa do projétil? http://www. Felizmente a estrada a resistência do ar possa ser ignorada. (a) Qual a energia cinética do projétil no momento em que é disparado? (b) Qual a energia potencial do projétil no mesmo mo- mento? Suponha que a energia potencial é nula na ba- E 8-8 (8-13/6 ) se da colina (Z$[" ).if.br/ jgallas Página 2 de 12 . (c) Determine a velocidade do Um caminhão que perdeu os freios está descendo uma projétil no momento em que atinge o solo. as respostas acima dispõe de uma rampa de escape. " !F$GH( m/s ângulo de Y(*J com a horizontal.ufrgs.

onde  é a constante da mola. então sua energia cinética imediata. Jason Gallas. a energia após o lançamento. Ou seja. ( ( ..da mola comprimida deve ser a mesma que a ener- mente após o lançamento é gia potencial gravitacional no topo do voo.-\ 7@>   .Prof. IF–UFRGS 24 de Setembro de 2005.LISTA 2 . G*lm709O[ Fi . às 10:52 (a) Se 7 for a massa do projétil e > sua velocidade (b) Como a energia mecânica é conservada.

 Y"!].

S(*"!  $!G "'&T(K" + J Portanto.   (b) Se a energia potencial é tomada como zero quando  i .

" %Y#!    RI"  N/m o projétil atinge o solo e sua altura inicial acima do solo   .

R7:9O.^. então sua energia potencial inicial é Observe que . " "#  for chamada de O .

_G YE.

% #!].

A energia mecânica é conservada durante o voo E 8-13 (8-5/6 ) do projétil de modo que . onde > / é a velocidade do projétil.donde tiramos facilmente que Uma bola de massa 7 está presa à extremidade de uma b barra de comprimento V e massa desprezı́vel. A outra . mo sendo . -a3 . / R7@>/ D=.que é a resposta oferecida pelo livro-texto.S(*!F$ %Y &)(*" + J I!"  N/m n=IH(D&)(*"  N/m =I5o( N/cmg (c) Imediatamente antes de atingir o solo a energia po- tencial é zero e a energia cinética pode ser escrita co. / `7@>/   .

A barra é mantida na posição horizontal..0. de modo que a bo- >/  7 la pode descrever um cı́rculo plano vertical. 8-26. extremidade da barra é articulada.3 2. como na Fig. até b cH.

-Lgh. a energia potencial inicial é 1-p^7:9GV . da! Talvez seja por isto que este exercı́cio já não mais sendo a energia potencial final dada por 2/qR7:9. Como a bola está desprezı́vel. (a) G Y!" Qual a variação da energia potencial da bola? (b) Qual Os valores de . inicialmente a uma distância vertical V acima do pon- Observe que o tal ângulo de Y(*J não foi usado para na.to mais baixo. porém a velocidade final >/ não depende (a) Tome o zero da energia potencial como sendo o da massa se a resistência do ar puder ser considerada ponto mais baixo atingido pela bola. !G " 3 G %Y&T(K" +ed receber um impulso para baixo suficiente para chegar  f(*% m/s ao ponto mais alto do cı́rculo com velocidade zero.e / dependem todos da mas.0/5ga 2..a velocidade inicial da bola? sa do projétil.

. A que distância 1i?B. A mola deve ser .xyt ou. é com- primida " cm sendo depois liberada. de variação da energia potencial gravitacional da bola de modo que ar energia mecânica é conservada. (b) A energia cinética final é zero. que tz7@>*Dftz709GV de modo que temos (a) Neste problema a energia potencial possui dois termos: energia potencial elástica da mola e energia po- >  A C9Vv tencial gravitacional. Tal altura é O0" 3 " "#6"5 "!# m.. r E 8-12 (8-17/6 ) s 2/?tu 1-P=C7:9GV)tT7:9Vu=709GVv Uma bola de gude de  g é disparada verticalmente pa. Chamemos de ra cima por uma espingarda de mola. velocidade inicial procurada. A barra não faz traba- cance um alvo situado a " m de distância.0-lw7@> a energia cinética inicial. Então. Considere o zero da energia potencial gravitacional co- mo sendo a posição da bola de gude quando a mola está comprimida. A variação da energia potencial é. em outras palavras. Isto sig- r gude durante a subida? (b) Qual a constante da mola? nifica que . cuja constante vale (*% U N/cm. no ponto mais alto) é Fij=7:9GO .e. portanto. onde O é a altura do pon. a energia potencial gravitacional da P 8-16 (8-19/6 ) bola de gude quando ela está no topo da órbita (i. A Portanto mola em questão. Um bloco de  kg é encostado numa mola num plano in- to mais elevado. clinado sem atrito e com uma inclinação de I"J graus._Vp . onde > é a comprimida de # cm para que a bola de gude apenas al. apareça nas edições subsequentes do livro. (a) Qual a lho algum e a força da gravidade é conservativa.

'&T(K"Gk + E.

% #!].

if.ufrgs.br/ jgallas Página 3 de 12 . "5 "!#!1R"5 %Y!# J ao longo do plano inclinado é arremessado o bloco? http://www.

Prof. Jason Gallas. donde tiramos que po verticalmente de uma altura O . que é usada para levantar o cor.LISTA 2 .que 7: 9 O0= . às 10:52 Quando o bloco é liberado. IF–UFRGS 24 de Setembro de 2005. toda energia potencial (pois é perpendicular à direção do movimento). A conservação de energia nos diz que {   . de mo- elástica armazenada na mola transforma-se em energia do que a energia mecânica é conservada. Isto significa potencial gravitacional.

L( I!'&T(K" ‚ E.

" "!!  O0  $"H(Y m C7:9 .

L(*!E.

de modo que O " o(CY 5    . então } sen I"JƒO .%5 # G  R709O|  Se o bloco viajasse uma distância } pelo plano inclinado Portanto. abaixo.

S(K%5 U &T(K"!]E.

" L }4  =" I! m O:  sen I" J sen I" J 709 .

].

!E.

%5 # (b) Imediatamente antes de tocar a mola o bloco dis- ta "5 " m do ponto onde irá estar em repouso. e as- .

S(K"!K].

Y].

S(*" k *  $ m sim está a uma distância vertical de .

tencial é então 7:9GO„j…. " "!! sen I!"!J6  "5 "! m acima da sua posição final. A energia po- Chamando de } a distância percorrida ao longo do pla.

L(*].

%5 #E.

temos que O~s} sen I"J . donde tiramos a resposta Por outro lado. no.NI I J."5 "!. sua energia potencial inicial é 7:9GOR procurada: .

L(*!E.

%5 #E.

Sua velocidade final é. }v  Y m sen I!" J (C b b . A diferença entre este dois valores fornece sua energia cinética final: . portanto.:/‡=" zt O  I5 I?^(G  J.0/ 5. "H(Yv†"5  J.

(a) Qual a distância total mais alto da trajetória. O plano inclinado não tem atrito e a força nor. está a (KY!" m acima do ponto de percorrida pelo bloco até parar? (b) Qual a velocidade lançamento.. tX9Z max antes de parar momentaneamente. 8-30). sua energia cinética cidade. (Fig. onde 7 é a massa do bloco. O bloco comprime com uma energia cinética inicial de (" J e.S(G ! >'  f(!  m/s 7 ( P 8-17 (8-21/6 )  Uma mola pode ser comprimida  cm por uma força de P 8-18 ( na 6 ) !" N. No topo da trajetória a velocidade do ele parte do repouso a uma altura O acima do ponto projétil apenas possui a componente horizontal da velo- onde ele para momentaneamente.  7@> ˆ 3 7:9Z max g da energia potencial gravitacional como sendo o ponto   onde o bloco para. Su- ponha que o bloco comprima a mola uma distância  > ˆ  ‰ > . Neste caso a ener. . no ponto a mola G  cm antes de parar. Tomamos também a energia poten. um certo instante. e a energia potencial final da mola é 7 b  . a que altura ele se encontra acima ou abaixo do ponto de lançamento? !C" €  f( I!q&T(K"‚ N/m  "5 " (a) A energia cinética inicial do projétil é .  . b gia cinética final é zero. e a energia potencial gravitacional é tomada co- (a) Considere agora o bloco deslizando para baixo. .0-M 7@>.donde tiramos que cial inicial armazenada na mola como sendo zero. Portanto é zero e sua energia potencial gravitacional inicial é 7:9GO . Tomamos o zero 7@> . que chamamos { de{ >ˆ . a energia potencial gravitacio. (a) Qual a componente horizontal da velo- do bloco no momento em que se choca com a mola? cidade do projétil? (b) Qual a componente vertical da velocidade do projétil no momento do disparo? (c) Em A informação dada na primeira frase nos permite cal. a componente vertical da velocidade cular a constante da mola: do projétil é U! m/s. Neste momento. Se mo sendo zero.-  tX9Z max nal final é zero. Um bloco de ( kg de massa é liberado a par- tir do repouso do alto de um plano inclinado sem atrito Um projétil de "  é lançado da borda de um penhasco cuja inclinação é I"!J .

_].

S(*!" mal que ele exerce sobre o bloco não efetua trabalho  tX.

% #!].

S(]Y"!1=Y m/s "5 ! http://www.br/ jgallas Página 4 de 12 .ufrgs.if.

sua energia poten- >Š‹ ‰ > - tT> ˆ cial é menor que o seu valor inicial.LISTA 2 . Conservação b .. a diferença sendo { { da energia então fornece igual a tz7:9GO .-  tT> ˆ 7:> š   7@>  tT7:9GO\g 7   b . Jason Gallas.Prof. IF–UFRGS 24 de Setembro de 2005. às 10:52 (b) A componente vertical é dada por (b) Quando a bola se move com uma velocidade > a uma distância OT^I m abaixo da janela.

].

 A #  3 .S(" donde obtemos  tŒYq= m/s "  >'B‰ > š  3 9O.

!E.

% #!E.

fica bem claro que .  . I!1^(( m/s { (c) No tal instante { cinética . 7@>   { 7Nc > ˆ t)> Š  d > não depende nem da massa da bola nem do ângulo   inicial. a energia do projétil é (c) e (d) Da expressão para > acima.

" !Ž.

Y  3 .

Quando a espingarda faz um ângulo de inicial até o instante { em questão. I!" J para cima em relação h̀orizontal.tŒ. (a) Qual a velocidade da bala ao deixar -< 7@> . a bala tem apenas velocidade horizontal. Então.–• cial da bala de massa 7 .U e   P 8-20 ( na 6 )  (K%!UY J A mola de uma espingarda de mola tem uma constan- Chamemos de ‘ o deslocamento vertical desde o ponto te de ( N/cm. uma bala de " g é disparada e atinge uma altura de  m acima do cano ’ da espingarda. No topo da ( trajetória. Por-  ("˜t(K%!UY™ . 3 709G‘5g  o cano? (b) De quanto a mola estava comprimida no o que nos fornece momento do disparo? { (a) Chamando-se de >Cš o módulo da velocidade ini- ( ‘   7:> . 3 “R. =. temos que a componente ho- 7:96”  rizontal da velocidade é > ˆ 8>Cš<›Eœ!5I" J .

"5 !].

 — o que nos fornece  b P 8-19 ( na 6 ) 9Z max > š  Uma bola de " g é arremessada de uma janela com uma (ztŒ›Eœ!  I" J velocidade inicial de # m/s e um ângulo de I"J para ci- ma em relação à horizontal.% #!|— { tanto. Determine (a) a energia A . a conservação da { energia mecânica nos diz que  t˜CU5 # m 7:>   { 7@> ˆ 3 709Z max  J  Portanto o ponto ‘ em questão encontra-se ABAIXO da  7 > š ›Eœ!5I" J   3 709Z max posição inicial de lançamento.

!E.

% #!E.

_  =Y¡ % #6f(G  m/s cinética da bola no ponto mais alto da trajetória e (b) a sen I!" J sua velocidade quando se encontra a I m abaixo da ja- (b) A mola estava comprimida de  tal que. pela nela. da 7 "5 "" @> š f. tenhamos bola ou (d) do ângulo de arremesso? G   7@> š  g (a) No topo da trajetória. a componente vertical da   velocidade da bola é zero enquanto que sua componente donde obtemos horizontal continua sendo > ˆ s>Cš\›EœI" J . A energia cinética . onde >Cš é o b b módulo da velocidade da bola. A resposta do item (b) depende (c) da massa da { { conservação da energia.

 7ž> ˆ  .  (K"!" .L(*G  R"5 # m bola de{ massa 7 { é. portanto.

_" &T(K" k +]'Ÿ.

#E.

›Eœ!I" J    f(  J    P 8-21 ( na 6 ) http://www.if.br/ jgallas Página 5 de 12 .ufrgs.

Escolha um sistemas de coordenada com (a) Seja 7 a massa da bala e > š sua velocidade inicial.-\ 7:> š   .. IF–UFRGS 24 de Setembro de 2005. o eixo Z originando-se no ponto ¥ e apontando para ci- A energia cinética inicial é então ma. às 10:52 Uma bala de morteiro de  kg é disparada para cima com Qual é a velocidade da bola (a) quando está passando uma velocidade inicial de (*"" m/s e um ângulo de IYJ pelo ponto mais baixo da trajetória e (b) quando chega em relação à horizontal. Jason Gallas. (a) Qual a energia cinética da ao ponto mais alto da trajetória depois que a corda toca bala no momento do disparo? (b) Qual é a variação na o pino? energia potencial da bala até o momento em que atinge Chame de ¥ o ponto mais baixo que a bola atinge o ponto mais alto da trajetória? (c) Qual a altura atingida e de ¦ o ponto mais alto da trajetória após a bola to- pela bala? car no pino.Prof.LISTA 2 . ( ( . A energia inicial da bola de massa 7 ’ no campo gravitacional da Terra antes de ser solta vale 7:9GV .

!E.

/ coincide então com a variação =709GVu 7:>  3 7:9Z  { da energia potencial deste o instante do tiro até o instan- te em que o topo da trajetória é alcançada. A energia cinética no topo é > §  A 9GVŒ A . Neste ponto (a) Com Z§ls" em 709GVM 7:>§  3 7:9Z§ . obtemos a velocidade da bala é horizontal e tem o mesmo valor facilmente que  que tinha no inı́cio: > ˆ s>Cš\›]œ!G¢š . onde ¢š é o ângulo de tiro.S(*""  $ q&Œ(K"‚ J Conservação da energia fornece-nos então uma equação   para a velocidade > da bola em qualquer lugar especifi- (b) Tome o zero da energia potencial gravitacional como cado pela coordenada Z : sendo o ponto de tiro e chame de / a energia potencial ’ ( no topo da trajetória.

].

%5 #E.

S(! !1RY # m/s ( ( (b) Importante aqui é perceber que o tal ponto mais alto .0/‡ 7:> ˆ  7@> š  ›Eœ  ¢ š    da trajetória depois que a corda toca o pino não é o pon- to V t'‘ (como a figura parece querer indicar) mas sim o Como a energia mecânica é conservada ponto Z¨l$.

:-) Substituindo Z¨ em 7:9Vl 7:>¨  3 7:9Z!¨ .V@t@‘ .. pois a bola tem energia { suficiente ( ( para chegar até ele! É neste detalhezito que mora o pe- 7@> š   / 3 7:> š  ›]œ!  ¢ š    rigo. obtemos então facilmente que  Portanto ( > ¨  A 9©..

‘DtTVpª A .

% #!Ec .

"«!|tM(  d 2/  7@> š  .

S(ztŒ›Eœ!  ¢ š   (   Y m/s  7@> š  sen ¢ š  Qual a razão deste último valor ser a metade do ante- (  .

!E.

L(K""  sen IY J rior?.. Resolvendo para O .    # &)(*" + J P 8-25 (8-25/6 ) (c) A energia potencial no topo da trajetória é também Deixa-se cair um bloco de  kg de uma altura de Y!" cm dada por /£7:9GO . Determine a compressão máxima da mola. encontramos: Seja 7 a massa do bloco.. 8- topo em relação ao ponto de tiro. O bloco cai uma 7:9 . Tome o zero da energia potencial O0  ^(KU!" m como sendo a posição inicial do bloco. onde O é a altura (desnı́vel) do sobre uma mola cuja constante é f(*%U" N/m (Fig. O a altura da queda e  a / G # &T(K" + compressão da mola. 32).

_].

% #! distância O 3  e sua energia potencial gravitacional final é tz709©.

O 3  . Valores positivos de  indicam ter ha- vido compressão da mola. ( gura. 8-31 tem VMQ(*" cm de comprimento é zero tanto no inı́cio quanto no fim. temos a bola é liberada em repouso na posição indicada na fi. "6^tz709©. A energia potencial da mola P 8-23 (8-23/6 ) é inicialmente zero e C no final. Como a energia é e a distância ‘ até o pino fixo ¤ é de  cm. descreve a trajetória indicada pela linha tracejada. Quando conservada. A energia cinética A corda da Fig.

¬ 3  3     http://www.ufrgs.br/ jgallas Página 6 de 12 .if.

Jason Gallas. às 10:52 { { { { As soluções desta equação quadrática são então > š °.LISTA 2 .Prof. IF–UFRGS 24 de Setembro de 2005.

±} *} S> š . Combinando isto com o resul- {  { tado anterior encontramos } [.

Tomando   7:9?­ A .  } .

} [(H(K" cm. encontramos a compressão }  desejada:  " m (*% Uz­ A .709  3 C7:9GO agora  ² " tM"5 )[( %I m. e      $  m.

S(K%5 U  3 .

L(K% U!].

_#Y }   • .

o valor desejado é P 8-31 (8-26/6 ) "H(K" m. João comprime a mola locidade no ponto mais baixo temos que (H( cm e a bola cai ! cm antes do alvo. P 8-27 (8-27/6 ) Do ponto de partida até o ponto mais baixo da trajetória. 8-34). De quando deve ( Maria comprimir a mola para acertar na caixa? 7@>  7:9GO\g  A distância que a bola de gude viaja é determina- da pela sua velocidade inicial. máxima de %!" N. tiramos que Seja O a altura da mesa e  a distância horizontal até o ponto onde a bola de gude aterrisa.9©. O cipó é capaz de resitir a uma força gue acertar numa pequena caixa com uma bola de gu. 8-36). Então “m> š*® e >  =C9GO. que é determinada pela onde O é a altura que Tarzan desce. que pesa U!## N. A distância horizontal entre a borda da mesa Chamando de 7 a massa do Tarzan e de > a sua ve- e a caixa é de   m (Fig. decide usar um cipó de (K# m de comprimento para atravessar um abismo (Fig. Tarzan. Tarzan consegue chegar ao outro la- le disparada por uma espigarda de mola colocada sobre do? uma mesa. Duas crianças estão competindo para ver quem conse. Como procuramos uma compressão. desce I5  m.S(!o(*" cmf(  cm  ” (! %!I m (K%!U" que fornece dois valores para  : "5o(*" m ou tv" "#!" m. Desta expressão compressão da mola.

quê?) http://www. seja >Cš a velo.ufrgs. Seja onde é o raio da trajetória. onde } é a compressão. Se ponto mais alto da trajetória. porém estirando o cipó muito perto do limite perde contato da mola a energia potencial é zero e sua máximo que ele agüenta! energia cinética é 7@>š   .I5 !F$U Y9 Om9 ® K . temos P 8-32 (8-29/6 ) ( ( 7@> š   }  g Na Fig. Quando a bola de gude vessar.A bola ainda deve estar se movendo quando chegar ao { tamente proporcional à compressão original da mola.if. então ‘$¶mI!Vp . no ponto mais baixo temos. da segunda gude e ® é o tempo que ela permanece no ar. ³ > U5 Y!709   709 3 7 ´ R  7:9 3 ´ cidade inicial do segundo tiro e   a distância horizontal até seu ponto de aterrisagem.br/ jgallas Página 7 de 12 . Você saberia explicar por } for a compressão do primeiro tiro e }  a do segundo. 8-31 mostre que se a bola fizer uma volta com-   pleta em torno do pino. temos que >Cš a velocidade inicial do primeiro tiro e  a distância horizontal até seu ponto de aterrisagem. vemos que Tarzan consegue atra- }]C¯ . A segunda lei de Newton. Então U5 Y {  U#!# ( 3 •   { ” (K# > š   > š    %IG U N ³`µ Quando a mola é comprimida a energia potencial é Como %" N. (Sugestão: de modo que a velocidade inicial da bola de gude é dire. Como a energia mecânica é conservada. que a força centrı́peta está relacionada equação fornece com a tensão no cipó através da equação ®  A !O9 de modo que @š A O*9 ³ >  tT7:9 7 ´g A distância até o ponto de aterrisagem é diretamente { { ´ proporcional à velocidade inicial pois Q[>Cš ® . onde >Cš é a velocidade inicial da bola de Por outro lado. Portanto.

LISTA 2 .Prof. este problema é uma continuação t6. Jason Gallas. IF–UFRGS 24 de Setembro de 2005. às 10:52 Antes de mais nada.

8-39). de modo que temos da mesa é. Releia-o antes de continuar. (  t 709GVv locidade (energia cinética) no topo. Use conservação da energia.7»Vº¼9Z6‘!Z . em direção ao centro do cı́rculo. A energia potencial total é do problema 8-23. Note que o raio O trabalho necessário para puxar a corrente para cima do cı́rculo é .D$VTtT‘ . A segunda lei de Newton fornece a ve. 7:9M xo. A energia mecânica deve 7 ‚ ( 7 V  sft 9v½u¾5¿ ZG‘!Z  t 9 • ser a mesma no topo da oscilação quanto o era no inı́cio V š  V ” Y do movimento. portanto. Ele recebe um do a bola passa pelo ponto mais alto (com a menor pequenı́ssimo empurrão e começa a escorregar para bai- velocidade possı́vel) a tensão é zero. No topo a tensão ³ I! na corda e a força da gravidade apontam ambas para baixo. misférico de gelo (iglu!) (Fig. t˜ =7:9VƒCI! . ³ >  3 7:9 R7 g P 8-37¸ (8-35¸ /6 ) VŒtT‘ Um menino está sentado no alto de um monte he- onde > é a velocidade e 7 é a massa da bola. Portanto. se o atrito com o gelo puder ser des- 7@>  G. Mostre que. Quan.

V)tŒ‘ e temos que >' A 9©.

Então a ener. A energia potencial final. no topo da oscilação. (Sugestão: A força normal desaparece sendo no ponto mais baixo da oscilação. ele Tome o zero da energia potencial gravitacional como ´ perde o contato com o gelo num ponto cuja altura é  I . prezado.) é " pois a bola parte do repouso. é 7:9G5. A energia cinética inicial gelo. no momento em que o menino perde o contato como o gia potencial inicial é 7:9V .VŒtŒ‘ .

Vt‘ e a energia Chame de À a força normal exercida pelo gelo no cinética final é 7@>*6=7:9.

Chamando de ¢ o ângulo entre a vertical e o raio que passa pela posição do menino temos que a força ( que aponta radialmente para dentro é 7:9p›]œ!G¢2tÀ que. 709GVuR7:9G5. VŒtŒ‘h . O princı́pio da menino e desenhe o diagrama de forças que atuam no conservação da energia fornece-nos menino.

VTtŒ‘ 3 7:9.

Precisamos agora determinar a velocidade > . de modo que Se ‘ for maior do que I!Vp . Portanto o a energia potencial como zero quando o menino está no valor IVƒ é um limite mais baixo. deve ser igual Desta expressão obtemos sem problemas que a força centrı́peta 7@>* . No ponto em que o menino se desprende do gelo ‘q +· Vv temos ÀmR" . onde > é a velocidade do me- nino. VŒtT‘e  de acordo com a segunda ´ lei de Newton. então a velocidade da bola é maior ao alcançar tal ponto e pode ultrapassa-lo. topo do iglu. de modo que o ponto mais > 9ƒ›EœG¢‡ ´= alto da trajetória fica mais abaixo. teremos para . Tomando Se ‘ for menor a bola não pode dar a volta.

¢! a expressão ´ P 8-35¸ (8-33¸ /6 ) .

¢ftz7:9 .

Se a corrente tem um com. a conservação da energia nos fornece " 7:>Cjt ´ primento V e uma massa 7 . qual o trabalho necessário 7:9 . 8-37. Portan- mesa.L(ƒtT›]œ!G¢!E Uma corrente é mantida sobre uma mesa sem atrito com O menino inicia seu movimeno do repouso e sua energia um quarto de seu comprimento pendurado para fora da cinética na hora que se desprende vale 7:>* . como na Fig. to.

L(ƒtT›]œ!G¢! . ou seja. para puxá-la totalmente para cima da mesa? ´ >  9 .

temos cial como sendo zero quando toda a corrente estiver sobre a mesa. da força centrı́peta. Substituindo este resultado na expressão acima.S(ƒtT›]œ!G¢e O trabalho necessário é igual à variação da energia potencial gravitacional a medida que a corrente é pu. obtida xada para cima da mesa. Considere a energia poten. Divida a parte pendurada da corrente 9º›EœG¢‡$C9.

ca- da um com comprimento ‘Z . ou.L(ƒtT›]œ!G¢!Eg num número grande de segmentos infinitesimais. que mento é . A massa de um tal seg. em outras palavras.

br/ jgallas Página 8 de 12 .if.  to a uma distância Z abaixo do topo da mesa é ‘G [ ›EœG¢‡  I http://www._¹=CVºL‘Z e a energia potencial do segmen.ufrgs.

Verifique se a força é repulsiva (os átomos .1. é a distância entre os átomos que formam a lo preço industrial de ( centavo de dólar por quilowatt- molécula e ¥ e ¦ são constantes positivas.3 Conservação da Energia se desprende é 8. às 10:52 A altura do menino acima do plano horizontal quando 8.4 Trabalho Executado por Forças de Atrito ´  ´ ›]œ!G¢‡  I E 8-45 (8-48/6 ) 8.LISTA 2 .Prof. a distância por segundo é entre os átomos para a qual a força a que estão subme- tidos é zero. qual seria a sua receita anual? potencial se deve à força que mantém os átomos unidos.  .1. (a) Qual a energia potencial perdida por segun- A energia potencial de uma molécula diatômica (H ou do pela água que cai? (b) Qual seria a potência gerada  O . por exemplo) é dada por  { por uma usina hidrelétrica se toda a energia potencial ¥ ¦ da água fosse convertida em energia elétrica? (c) Se a “ t . IF–UFRGS 24 de Setembro de 2005.CÁ companhia de energia elétrica vendesse essa energia pe- onde . Esta energia hora. Jason Gallas.2 Usando a Curva de Energia Potencial Aproximadamente  :&M(K" Á kg de água caem por se- P 8-39 (8-37/6 ) gundo nas cataratas de Niágara a partir de uma altura de " m.1. (a) O decréscimo na energia potencial gravitacional (a) Calcule a distância de equilı́brio. isto é.

G '&T(K" Á E.

%5 #E.

_"!2$G«q&)(*"Å J tendem a se separar) ou atrativa (os átomos tendem a se aproximar) se a distância entre eles é (b) menor e (c) maior do que a distância de equilı́brio. (b) A potência seria (a) A força é radial (ao longo a line que une os ¤f^.

_G«q&)(*" Å JE.

+ . ’ { A separação . : { ‘G (*¥ U!¦ (c) Como a energia total gerada em um ano é ft  t  € ‘.L( s= q&T(K" Å W átomos) e é dada pela derivada de em relação a . š de equilı́brio é a separação para a qual $¤ ®  . .

 q&T(K" Á kWE.

L( ano].

#CU" h/ano š temos .

š Á $" o custo anual seria { Portanto a separação de { equilı́brio é dada{ por š . ou seja. para a qual  G Y&)(*" kWà hg € (¥MtTU!¦6.. š =" .

_G Y&)(*" E.

" "(*2$G Y&)(*" Ä dólaresg ¥ Á ¥ Á . š ‚ . .Cš Ä { Um menino de ( kg sobe. Y!" milhões de dólares. computada na separação de equilı́brio vale {  ‘ (˜Ã(KI!¥ Y¦ E 8-50 ( na 6 ) €  t 3 ‘!. . (b) A derivada da força em relação a . š  • ¿ f(!o( • ¿  ” ¦ ” ¦ ou seja. . com velocidade constante.

L(*U¥Mt)Y¦‡. (a) Qual o aumento da { . š ‚ energia potencial gravitacional do menino? (b) Qual a ¥ potência desenvolvida pelo menino durante a subida?  t g . de modo que a “R7:9O. do item anterior. A derivada é negativa.^. š Á …¥?C¦ . Á   t J por uma corda de U m em (*" s. š ‚ (a) onde usamos o fato que. sabemos que r .

_G(*].

%5 #E.

indi- cando uma força de repulsão.if. for um pouco menor que . r indicando que a força é de atração.ufrgs.br/ jgallas Página 9 de 12 . for um pouco maior que .U1=I5 " &T(K"!+ J força é positiva se . I"!"" ¤s  RI!"" W ® (*" http://www. š . š a força é negativa. (b) (c) Se .

Jason Gallas. Depois que a mola se encontra total- mente relaxada.LISTA 2 .Um bloco de I  kg é empurrado a partir do repouso vida pela mulher? por uma mola comprimida cuja constante de mola é UY" N/m (Fig.Prof. às 10:52  E 8-51 ( na 6 ) P 8-66 (8-51/6 ) Uma mulher de  kg sobe correndo um lance de escada de Y5  m de altura em I5  s. Qual a potência desenvol. o bloco viaja por uma superfı́cie hori- . 8-45). IF–UFRGS 24 de Setembro de 2005.

!E.

% #!].

Y5  zontal com um coeficiente de atrito dinâmico de "5 ! . para cima. As únicas forças verti- Para nada com velocidade constante o nadador tem cais atuantes no bloco são a força normal. onde 7 é a massa do blo- é co. (a) Qual a energia mecânica dissipada pela força de atrito?  (b) Qual a energia cinética máxima possuı́da pelo blo- E 8-55 ( na 6 ) co? (c) De quanto foi comprimida a mola antes que o Um nadador se desloca na água com uma velocidade bloco fosse liberado? média de "  m/s. Sua potência Newton nos diz que ÀmR709 . Portantor É~Ê Ë 7:9 . e que nadar contra a água com uma força de (!(K" N. a segunda lei de seus pés. Em a força da gravidade. Qual a potência média de- Ê\Ë é o coeficiente de atrito dinâmico e À é a força nor- senvolvida pelo nadador? mal da superfı́cie sobre o bloco. onde a esse movimento é de ((K" N. no mesmo sentido que sua força. Como a componente relação a ele. A força média de arrasto que se opõe (a) A magnitude da força de fricção é É@RÊ\ËCÀ . para baixo. onde } é a distância ¤fRÆMÃEÇ) ^. A energia mecânica dissipada ’ é dada por ÌÉ}ÍÎÊ Ë 709} . ¤s $U%!I W I  percorrendo uma distância de  # m antes de parar. a água passa a "5 ! m/s no sentido dos vertical da aceleração do bloco é zero.

L((K"E.

" FCY W €6È que o bloco anda antes de parar. Seu valor é r ’ B.

"5 !E.

I ].

% #!].

perde contato com a mola e entra na parte da superfı́cie tura e a velocidade do urso ao chegar ao chão é de G U onde a fricção atua. (a) Qual a variação da energia potencial do urso? à energia mecânica dissipada pela fricção: UU5 #!# J. Então a energia potencial gravita. onde V é o comprimento da  5. (b) Qual a energia cinética do urso no momento em que (c) A energia que aparece como energia cinética esta- chega ao chão? (c) Qual a força média de atrito que agiu va ariginalmente armazenada como energia r ’ potencial sobre o urso durante a descida? elástica. A energia cinética máxima é igual m/s. Logo. da mola comprimida. Portanto †* . onde  é a constante da mola e  é a compressão. b r ’ b cional final é / ftz7:9GV ._G #P$UU5 #!# J E 8-64 (8-43/6 ) Um urso de  kg escorrega para baixo num troco de (b) O bloco tem sua energia cinética máxima quando árvore a partir do repouso. (a) Considere a energia potencial gravitacional inicial como sendo 1-^" . O tronco tem ( m de al.

A variação é.U!U ##! @  $" Y! m n=Y!U cm árvore.  UY!" 2/?tu 1-\^tz709GV  t6. portanto.

_].

%5 #E.

S(  t4 %Y'&T(K" + J P 8-69 (8-55/6 ) (b) A energia cinética é Dois montes nevados têm altitudes de #" m e " m em relação ao vale que os separa (Fig. 7:>   . 8-47). Uma pis- ( ( .

!E.

3 I%˜tŒ%Y!" É@ft “t G(K" N Qual deve ser aproximadamente o coeficiente de atrito V (* http://www. a variação da energia tal da pista é I  km e a inclinação média é I"!J .if. O comprimento to- (c) De acordo com a Eq. (a) mecânica é igual a t4ÉV . Portanto Com que velovidade chegará ao alto do monte menor r r sem se impulsionar com os bastões? Ignore o atrito. passando pelo vale. 8-26. (b) . onde É é a força de atrito Um esquiador parte do repouso no alto do monte maior.ufrgs.br/ jgallas Página 10 de 12 ._G U!  =I% J ta de esqui vai do alto do monte maior até o alto do   monte menor. média.

Calcule sua velocidade no instante em que a distensão da mola diminuiu para w"5  m. A força normal da superfı́cie dos montes sobre o O trabalho que ela {erealiza Ð é esquiador não faz trabalho (pois é perpendicular ao mo- vimento) e o atrito é desprezı́vel. / 7@>   .7:9O .LISTA 2 . que ser BG # 3 I# Y . Inicialmente o esquiador tem energia cinética . às 10:52 dinâmico entre a neve e os esquis para que o esquiador l²( " .é a altura do pico mais alto. Então a energia conservativa? Explique sua resposta. .. no sentido positivo de  . de modo que a energia Ï Ð š  ½ . onde 7 é a massa do esquiador e O . A energia potencial (a) Para distender a mola aplica-se uma força. a partı́cula é liberada sem velo- pare exatamente no alto do pico menor? cidade inicial. Jason Gallas. IF–UFRGS 24 de Setembro de 2005. igual final é / ^7:9O / . uma força no sentido negativo de  .†" . Em seguida. a força aplicada tem onde > é a velocidade do esquiador no topo do pico me. em magnitude à força da mola porém no sentido oposto. onde O / é a altura do pico menor. € nor. Como a uma distensão no sentido positivo de  exerce Escrevamos a energia cinética final como . (a) Tome o zero da energia potencial gravitacional co- (c) A força exercida pela mola é conservativa ou não- mo estando no vale entre os dois picos. potencial é .Prof.

ou seja. š · 7:9GO-\R7:9O/ 3 7@> .3 .0-1° 2/ 3 . donde tiramos !G # I5 # Y К  Ž   3 +  · =  I5( " J m  I š >' ‰ C9.0/ . !G # 3 I#5 Y! e{  Ð L‘ mecânica é conservada: 2.

_O5-tXO/! A 5.

%5 #E.

Sua velocidade em planos inclinados.#"jtu"1YY  s (b) A mola faz I( J de trabalho e este deve ser o au- (b) Como sabemos do estudo de objetos que deslizam mento da energia cinética da partı́cula. é então clinada dos montes no esquiador é dada por À  b b . 5. a força normal da superfı́cie in.

{ quando a partı́cula vai de um ponto  para outro pon- da pela força de atrito é É}jsÊ\Ë7:9!}~›]œ!G¢ . não dos detalhes do comprimento total do trajeto. o topo do monte mais baixo sem energia cinética. Como o esquiador atinge   movimento entre  e  . A magnitude da força de atrito é dada por { (c) A força é conservativa pois o trabalho que ela faz É~Ê\ËCÀNÊ\Ë*7:9M›]œ!G¢ .I5( "! 7:9l›Eœ!¢ . Uma pedra de peso Ñ é jogada verticalmente para cima Ê\Ë*7:9}:›EœG¢q7:9. a ener. A energia mecânica dissipa. P 8-79 (8-61/6 ) jetória. onde } é o { to  depende apenas de  e  .  gia mecânica dissipada pelo atrito é igual à diferença de energia potencial entre os pontos inicial e final da tra. I"J para cada uma das superfı́cies 7 GH( em questão. onde ¢ é o ângulo da superfı́cie inclinada em >'  = I m/s relação à horizontal. Ou seja.

tŒO / Eg com velocidade inicial >Cš ._O . Se uma força constante É de- vido à resistência do ar age sobre a pedra durante todo o donde tiramos Ê Ë : percurso. (a) mostre que a altura máxima atingida pela pedra é dada por O-©tŒO/ Ê Ë  }@›]œ!G¢ >š  O0  #!"˜tu" C9.

L( 3 | É Cј  $" "IU5 .

A ” Ñ 3 É força (em newtons) que ela exerce quando distendida de uma distância  (em metros) é de G # 3 I!# Y  . (a) Seja O a altura máxima alcançada. ^t4É©O . 8-26. r ’ tra extremidade e a mola é distendida de uma distância B. Sabemos ^`(! " m. (b) Com uma das extremidades da mola que mantida fixa. de acordo com a Eq. (a) Calcule o traba.I5 '&T(K" + '›Eœ'I!" J (b) Mostre que a velocidade da pedra ao chegar ao solo é dada por {  P 8-74 ( na 6 ) Ñ=tXÉ  > R>Cš • ¿  Uma determinada mola não obedece à lei de Hooke. uma partı́cula de GH( kg é presa à ou.mecânica dissipada no ar quando a pedra sobe até a altu- r ’ lho necessário para distender a mola de u†"5  m até ra O é. A energia no sentido oposto ao da distensão.

.0/ 3 2/Pt.

br/ jgallas Página 11 de 12 .3 1-eg http://www...if..ufrgs.

A energia cinética inicial é .“" . e 8. / 8" e a energia potencial final é / ÎјO . donde tiramos de (*"! g? (b) Durante quantos anos esta energia aten- J 7@>š  Ñv>š  >š  deria às necessidades de uma famı́lia que consome em O0   g média ( kW? .. a energia cinética fi- nal é . às 10:52 onde . IF–UFRGS 24 de Setembro de 2005. Esco- lha a energia como sendo zero no ponto de lançamento da pedra.5 Massa e Energia 1.LISTA 2 .e 2/ são as energias poetenciais inicial e final.Prof..0/ são as energias cinéticas inicial e final. Jason Gallas. a  E 8-92 ( na 6 ) energia potencial inicial é .e .t)7@>   ..-˜Ò7@>š   .1. (a) Qual a energia em Joules equivalente a uma massa Portanto t4É©O:јO.

Ñ 3 É© 9©.

Ñ 3 É© C9.

’ · (b) Note que a força do ar é para baixo quando a pe. f.L( 3 É|Ñj ’ onde substituimos 7 por Ñ?*9 e dividimos numerador e (a) Usamos a fórmula R7ÍÔE : { denominador por Ñ .

"H(K"!!E.

A ener.=7@>5tv7:>š   .{ gia cinética final é . onde ¤ é a taxa de consumo r ’ durante o trajeto no ar todo é Ót4!É©O . ’ · %H(‡&T(K" de da pedra no instante que antecede sua colisão com ®   { o solo. Portanto._G %%#q&T(K" Ä   =%H(‡&)(*" J dra sobe e para cima quando ela desce. Ela é sempre ’ oposta ao sentido da velocidade. / B7@>C . A energia dissipada (b) Usamos agora R¤ ® . onde > é a velocida. Portanto ¤ (D&)(*" + t4É©O. Substituindo nesta expressão  %H(‡&T(K"  segundos a expressão encontrada acima para O temos · É>š  ( (  G %(?&T(K" anos! t  7:>  t 7@> š   C9.de energia e ® é o tempo. A energia potencial final é / ²" .

L( 3 É|Cј   Deste resultado obtemos  P 8-96 ( na 6 ) { É> š  É> š  >  => š  t  > š t 7:9.

L( 3 | É Cј Ñ .

usamos a relação  7ÍÔE .S( 3 É|Cј ‡ Os Estados Unidos produziram cerca de G I(@&(*"  kWà h de energia elétrica em 1983. Qual a massa equi- !É valente a esta energia?  > š (zt • ” Ñ 3 É ’ Para determinar tal massa. onde ԇB %!%#&l(K" Ä m/s é a velocidade da luz. ÑRtXÉ  > š •Fg { Primeiro precisamos converter kWà h{ para Joules: ” Ñ 3 É { { de onde obtemos o resultado final procurado:  I5(˜&T(K"  kWà h  G I(?&T(K"  .

S(K" + WE.

como não podeia deixar de ser. IU"!" s  # I!q&T(K" Ä J ÑRtXÉ  >'=> š • ¿  ” Ñ 3 É Portanto { Perceba que para ÉRÎ" ambos resultados reduzem-se ’ #5 I‡&T(K" Ä ao que já conheciamos. 78  $%!  kg Ô  .

if.ufrgs.br/ jgallas Página 12 de 12 ._G %%#q&T(K" Ä   http://www.

. . . . Numeração conforme a quarta edição do livro “Fundamentos de Fı́sica”. . .LISTA 2 .tex) http://www. 6 9 Sistemas de Partı́culas 2 9. .2 A segunda lei de Newton para 9.2. .2. . . . . . .3 O Momento Linear .br/ jgallas Página 1 de 9 . Universidade Federal do Rio Grande do Sul 91501-970 Porto Alegre. às 10:48 Exercı́cios Resolvidos de Dinâmica Clássica Jason Alfredo Carlson Gallas. . . . professor titular de fı́sica teórica.ufrgs.1 O Centro de Massa . .2. Halliday. 8 9. .if. . . .5 Sistemas de Massa Variável: 9. . .2 Problemas e Exercı́cios . . . .ufrgs. Doutor em Fı́sica pela Universidade Ludwig Maximilian de Munique. 2 9. . . . . 9 Comentários/Sugestões e Erros: favor enviar para jgallas @ if. BRASIL Matéria para a QUARTA prova.2. . 2 Um Foguete . .6 Sistemas de Partı́culas: Varia- um sistema de partı́culas . . .br/ jgallas Sumário 9.if. . . . 3 ções na Energia Cinética . IF–UFRGS 24 de Setembro de 2005. . . . Resnick e Walker. .Prof. . . .ufrgs.2. . .1 Questões .2.4 Conservação do Momento Linear 7 9. . . Esta e outras listas encontram-se em: http://www. . . Jason Gallas. .br (listam2. 2 9. Alemanha Instituto de Fı́sica.

9-22? (b) O que acon- tece com o centro de massa quando a massa da partı́cula 9. IF–UFRGS 24 de Setembro de 2005. 3C  e Q 9-2 as coordenadas (em metros) das três =C  A Qual a localização do centro de massa da atmosfera da partı́culas cujas respectivas massas designamos por .Prof. Jason Gallas.LISTA 2 . às 10:48 9 Sistemas de Partı́culas E 9-3 (9-3/6  ) (a) Quais são as coordenadas do centro de massa das três partı́culas que aparecem na Fig.1 Questões de cima aumenta gradualmente?  @?BA AD% '" "1% @? % = )% (a)ESejam # # '?FE % G) % 3C  .

. .

# e .

E . Então a coordenada ? do centro de massa é Terra?  .

A ? A  .

?  .

E ? E ? # #   .

A  .

#  .

2 Problemas e Exercı́cios enquanto que a coordenada C é A A  . E "  '0: "7%DH1 "7%    "1%&I)> "1% 4 J  ( "  0: "  " m 4 9.

E E 9.2.1 O Centro de Massa .

# #  .

C C C C  .

A  .

#  .

quando a partı́cula de cima for mui-  to mais massiva que as outras.) (b) Expresse mentada o centro de massa desloca-se em direção àquela a resposta do item (a) como uma fração do raio da Terra. 4 Lua se encontra do centro da Terra? (Use os valores das massas da Terra e da Lua e da distância entre os (b) A medida que a massa da partı́cula de cima é au- dois astros que aparecem no Apêndice C. No limite. partı́cula. distância  do centro de massa do sistema Terra-Lua é dada por . Então a cidirá com a posição dela. o centro de massa coin- (a) Escolha a origem no centro da Terra. E E 9-1 (9-1/6  edição) "  I0( "1%DG)> "1%    "7%DH1 "7% 4 1   : "  0( "  " m (a) A que distância o centro de massa do sistema Terra.

   E 9-12 K (9-9/6  )   .

   .

al- onde .  Uma lata em forma de cilindro reto de massa L .

é a massa da Lua. .

 é a massa da Terra. a tura M e densidade uniforme está cheia de refrigerante   é a separação média entre Terra e Lua. 9-30). Tais valores (Fig. A massa total do refrigerante é .

pequenos furos na base e na tampa da lata para drenar  !"#$#&%&'(*)!"+% o conteúdo e medimos o valor de N . /10. de modo que que resta ? em um determinado instante. Fazemos encontram-se no Apêndice C." #$# . M e . Em números temos."5  4 4 m (b) a lata vazia? (c) O que acontece? com N enquanto a ( 789" 5 lata está sendo esvaziada? (d) Se é a altura do lı́quido (b) O raio da Terra é 6  m. Qual é o valor de N para (a) a lata cheia e   ." #32 cal entre o centro de massa e a base da lata. a distância verti-    .. determine o va- temos lor de (em função de L . para várias situações. .

(  : 8!" 5 da base da lata. ) no momento em que   !" 5 o centro de massa se encontra o mais próximo possı́vel    4 4 ":*. 6  (a) Como a lata é uniforme seu centro de massa está Observe que a fração entre as massas é localizado no seu centro geométrico. a uma distância ) .

O centro de massa do refri- . /10<!"1#=2 0(1 ) . MO acima da sua base.  .

a uma distância ? ) O acima da base da lata.) Quando a lata está cheia tal posição coincide com MPO . Portanto o centro de massa http://www.if. > 1<!" #3# gerante está no seu centro geométrico.ufrgs.br/ jgallas Página 2 de 9 .

LISTA 2 .kg de massa e o outro com . Jason Gallas. um com . IF–UFRGS 24 de Setembro de 2005.Prof. às 10:48 da lata e com o refrigerante que ela contém está a uma E 9-13 (9-10/6  ) distância   )%   )% Dois " patinadores.

L MO MPO M 4 kg. estão de pé em um rinque de patinação "no gelo NQ  .

sobre o qual não atuam forças exter- até MPO novamente. O centro de Qual a distância percorrida pelo patinador de 4 kg? massa está em MPO acima da base. ) L segurando uma vara de massa desprezı́vel com m de comprimento. i. depois cresce mente isolado. . sobre o eixo do ci-  lindro. a posição do centro de massa não pode (d) Quando a superfı́cie ? superior do refrigerante está a alterar-se quando ou um. nas. Portanto. tinadores se puxam ao longo da vara até se encontrarem. ou o outro ou ambos patinado- uma distância acima da base da lata a massa restante res puxarem a vara.e. os pa- acima da base. os patinadores e a vara formem um sistema mecanica- frigerante ) na lata primeiramente diminui. sobre o eixo do cilindro. ? A falta de atrito com o gelo implica que efetivamente (c) A medida que decresce o centro de massa do re. " (b) Consideramos ) agora a lata sozinha. Partindo das extremidades da vara.

R do refrigerante na lata é .

R @? OSM % .

. onde .

e que seja ? da base da lata.e. O centro? de) da e que o centro de massa seja escolhido ? como " a origem massa do refrigerante está apenas a uma distância O do sistema de coordenadas (i. é  ? Suponha que o patinador de .kg encontre-se à esquer- a massa quando a lata está cheia ( TM ). Logo " a distância desde o centro de massa até o patinador de  )%  .  ).

R @? O 1 ) % 4 kg. Então temos L MO N  .

? L ? W W 4 "(  )%  @? % ' ? )%  X  -c " L MO OSM .R  .=" ? %  Y ".

O 4  .

H" ?U% "? #  . ? L OSM  .

? # Portanto. temos W d4 . donde tiramos LTM  )( ?U% (1)  ."  .

? (*)  LTM " . A derivada implica que basta um deles puxar a vara para que AM- é dada por BOS se movam em relação ao gelo. Se ambos puxarem V ) . m Encontramos a posição mais baixa do centro de massa da lata com refrigerante igualando a zero a ? derivada de N Note que o fato dos patinadores terminarem em contato ? em relação a e resolvendo em relação a .

?  #  .

?U#% .

Mas basta um deles puxar V ? )( . eles apenas chegam mais rápido à posição fi- N LTM nal. sobre o centro de massa. a vara.

?Y% W ):  .

?Y% # LTMXW LTM a vara. que o outro será necessariamente arrastado em .

#?F#  ) L .

M ? WZL .

quer queira. quer não. Voce )(  . M #  direção ao centro de massa.

?Y% # percebe isto? LTM #D?F#  ) ? # " A solução de .

L .

M WZL .

M é E 9-14 (9-11/6  ) ? [ .

 ) "" LTM ]\  .

Um velho Galaxy com uma massa W 0" de 4 kg está via- L_^ jando por uma estrada reta a km/h. Ele é seguido por ? "1" 1" Usamos a solução positiva pois é? positivo. Qual a velocidade do centro de massa dos dois simplificando. (1) acima e km/h. encontramos finalmente que carros?  . um Escort com uma massa de kg viajando a Substituindo-se agora o valor de na Eq.

Sejam .

e e f e a massa e a velocidade do Galaxy e M`L b    .

g NP .

Então. con- L forme a Eq. a velocidade do centro de massa é dada por . (9-19). a \  W e f g a massa e velocidade do Escort.

e f e  .

2 A segunda lei de Newton para um sistema de f   .2.g f g 9.

e  .

g partı́culas G) "1"1%&'0"7%  H "1"1%DI"7% 4 .)  ) "1"  1"" km/h 4 http://www.if.br/ jgallas Página 3 de 9 .ufrgs.

Quando a canoa está em repouso na água  calma. Ricardo percebe que a canoa se move " C da velocidade é dada por fl m fSn$oWqp7r e é zero no 4 cm em relação a um tronco de árvore submerso e cal. leve. As unidades usadas não são do Sistema Interna.a resistência do ar possa ser desprezada? cional. Tais dados são as condições iniciais para 01" um problema de movimento de projéteis. para determi- Ricardo.  H% # cardo) esteja a uma distância do meio da canoa de f n sen utn Dz |7} utn comprimento i e massa . verticalmente.instante de tempo rc TfSnsoOp  fSnSOtp % sen utn . Tomemos como ori- eles trocam de lugares. A componente C Durante a troca. com o eixo ? tomado horizontal cionados simetricamente em relação ao centro da canoa. que é mais nar onde o segundo fragmento aterrisa. até o instante da explosão. de massa igual a kg. supondo que o terreno seja plano e sinal. onde fSn cula a massa de Carmelita. que estão distantes m e posi. positivo para cima. A que distância do canhão o outro frag- de modo que ambos termos no numerador tem o mesmo mento atinge o solo. e o eixo vertical. IF–UFRGS 24 de Setembro de 2005. original. e Carmelita. às 10:48 Note que as duas velocidades estão no mesmo sentido.gem o ponto de disparo. Jason Gallas. " estão passeando no Lago Titicaca em uma canoa de Consideremos primeiramente o movimento do projétil kg.LISTA 2 . Suponhamos que o centro de massa do sistema ? df nwv rx yf { n zD|7} u n&~ r formado pelas duas pessoas (suposto ? mais perto de Ri.  Precisamos determinar as coordenadas do ponto de explosão e a velocidade do fragmento que não cai reto E 9-19 (9-18/6  ) para baixo.coordenadas do ponto mais alto são melita.Prof. As  Chamemos de LZh e L  as massas de Ricardo e Car. Qual a massa de Carmelita? é a velocidade inicial e utn é o ângulo de disparo.

. Neste caso p I)"1%=# ? b ? b  " k " k t>* i .

que andou uma distância Já que nenhuma força horizontal atua no sistema. A diferença é que o centro de massa do # sen utn sistema formado pelas duas pessoas mudou de lado no p ). ?  i  /( 0 sen Dz |1} m LZh a ) W L  a ) e A Como não existe força externa. usando na equação acima obtemos a ao momento do projétil originalmente disparado. Uma vez d4 cm 4 m que um dos fragmentos tem velocidade zero após a ex- ? ": ) plosão. massa de Carmelita: A componente horizontal da velocidade do projétil ori-  ) ?Y% ? LZh ijO W W . sofreu uma variação de . a com- )S? " "(  ponente horizontal do momento é conservada. # " k . Para deter. # ce igualmente válida após a troca de lugares.  ? # /( 0 sen m minar o valor de . ou seja.? A I)"1%H# barco. basta usar a observação relacionada ao tronco de árvore submerso. esta equação permane. o momento do outro fragmento tem que ser igual Portanto. uma vez C f n t o  r W # p7r que as posições de ambos são simétricas em relação ao A # f n # meio do barco.

 1% ja velocidade imediatamente após a explosão é zero. Assim sendo. Um dos fragmentos. cai ponto com coordenadas n 3C n  m.br/ jgallas Página 4 de 9 . temos O W  )  "(*) W . O ângulo do disparo é em ):I).0  kg L O Lf n{zD|7} u n ) € n  ) uma vez que a massa do fragmento em questão é LdO .ufrgs." por um canhão com uma "7velo- k cidade inicial de m/s. Sua http://www.if. Chamemos de L a massa do projétil LZ )  ? inicial e de €(n a velocidade do fragmento que se move ijO 0":I ) "(*)% '1"1%DI"(*)% horizontalmente após a explosão. 9-33). o projétil explode em dois fragmentos Agora considere " um projétil lançado horizontalmente )" no de massas iguais (Fig. ginal é fSn zD|7} utn . Isto significa que E 9-20 (9-15/6  ) ) € n f n{zD|7} u n Um projétil é disparado ).instante 9 r com velocidade @? % de m/s Ht>* a partir do ."7% " k )."  zD|7} m/s relação à horizontal. Quando chega ao ponto mais al- to da trajetória. cu.

que pas- ele aterrisa ) temos C .LISTA 2 . suas acelerações tem a mesma magni- rj „ƒ C S n  O p e a coordenada do ponto de aterrisagem tude mas sentidos opostos. Jason Gallas. SeA Š é a aceleração de . IF–UFRGS 24 de Setembro de 2005. O ?tempo até a aterrisagem é sa pela roldana. às 10:48 # ) coordenada C é dada por " C C nW‚pr O . e quando (d) Como os sacos estão conectados pela corda.Prof.

é então WcŠ é a aceleração de . # .

. A aceleração do centro ) de massa é ? ?  ?  \ C n .

A  %  .

# Š .

# W .

A n €:n&r… n €(n WcŠ  p Š X .

A  .

# ]Š .

A  .

# ):H .  Aplicando a segunda lei de Newton para cada saco te- /( 0 m mos . 7% t†  )" \ .

A A A que distância o projétil cairia se não tivesse havido saco leve ‹ pW!Œ‚ W .

Š  .

# pW!Œ‚ .

# Š explosão? saco pesado ‹ Subtraindo a primeira da segunda e rearranjando temos .

# W .

A E 9-21 (9-17/6  )  Š .

A  .

mm de diâmetro. substituindo na equação para Š  . com . . # p Dois sacos idênticos de açúcar são ligados por uma cor- da de massa desprezı́vel que passa por " uma roldana sem Portanto. de massa desprezı́vel. vemos que atrito.

A %=# # W .

Os dois sacos estão no mesmo "nı́vel e cada um possui  " Š    .

A  .

. em direção à margem. onde ‡ é a distância vertical desde o centro da caminhada? (Sugestão: Veja a Fig.)"  ? está em ‰ W mm. 9- mo sendo o centro da roldana.) O saco da esquerda tem massa 4 g e Será que ele se move?) .)" 0"1%=# posição horizontal do centro de massa do sistema. Ele anda 4 m no barco. com o eixo horizontal 34a). Seja . ? Escolha o eixo como sendo horizontal. 9- ? de massa é então 34a. e e para a direita e com o eixo C para baixo. O cachorro roldana até qualquer um dos sacos."  01" .4 '/( 01% "( "( #. A coordenada do centro gem na margem. Determine a nova posição horizontal do cen. (c) Os dois sacos são liberados. 9-34b. se move para a esquerda. # % #p originalmente uma massa de .A aceleração é para baixo. o bote se desloca para a di- )" (b) Suponha g transferidas do saco da esquerda0" para reita. O centro ? " de depois pára. em e A que distância da margem está o cachorro depois da C ˆ ‡ . . e apontanto para a direita na Fig. e o centro de massa do sistema cachorro+barco? o saco da?YAdireita.kg está em um bote de kg que se  (a) Escolha o centro do sistema de coordenadas ? co. com a ori- g e está em # mm. (a) Determine a  . g. ).). O saco à direita tem massa ?  ) . (b) W. Em que direção se move o centro de massa? (d) Qual é a sua E 9-22 (9-19/6  ) aceleração? )" Um cachorro  de . massa está a meio caminho entre os sacos. mas os sacos são mantidos nas posições originais. encontra a m da )> margem (que fica à esquerda na Fig. O atrito entre o bote e a água é desprezı́vel. tro de massa."1% # m/s Suponha que g de açúcar são transferidos de um saco 4 para o outro.

Ž a massa do bote e ŽG sua coordenada ini. ? Aw?YA  .

? ? .

# # cial. Seja .

‘ a massa do cachorro e ‘ sua coordenada   .

A  .

A coordenada inicial do centro de massa é então  0"1%& ) . # inicial.% ?{’ ”“ .%   .)"1%D  ) .

Ž ? ŽG  .

) " mm   .." .‘ ? ‘   4 W  "  )..

Ž  .

final V do bote ? Ž• ?e ‘–a• coordenada V final do cachorro ‘–• é (c) Quando soltos.‘ 4 ) V A coordenada C ainda é ‡ . de modo que de massa pode também ser escrita como o centro de massa. o saco mais pesado move-se para bai. a coordenada final do centro xo e o saco mais leve move-se para cima. ou seja W . ? Ž• Como a diferença entre a coordenada ? corpos. ao longo da linha que une os dois querda do bote. . que deve permanecer mais perto do ? ’ •“ . O centro de massa está a Agora o cachorro caminha uma distância para a es- mm do saco mais leve.

Ž ? Ž •  .

move-se para baixo.  .‘ ? ‘–• saco mais pesado.

Ž  .

‘ http://www.if.ufrgs.br/ jgallas Página 5 de 9 .

Jason Gallas. às 10:48 . IF–UFRGS 24 de Setembro de 2005.LISTA 2 .Prof.

Ž ? ‘–•  .

Ž V  .

‘ ? ‘–•  Poderı́amos também deixar a resposta em km/h: .

‘ f ‘ H""7%D=*)% .

Ž  .

‘ )  f .

portanto. as duas expressões acima para  devem 0( ser iguais. claro. 0" 4 km/h Como nenhuma força horizontal externa atua no siste- ma bote-cachorro. O centro de massa permance na mesma ? posição E 9-25 (9-20/6  ) e. Como o bote e o cachorro estavam inicial. Este último valor não está no SI.kg viajando a km/h e (b) para ter a . Isto significa que Com que velocidade deve viajar um Volkswagen de kg (a) para ). a velocidade do centro de massa não Perceba a importância de fornecer as unidades ao dar pode mudar. a velocidade do centro de massa é zero. mente em repouso.sua resposta. ter " o mesmo momento linear que um Ca- ? ’ J“ ? ’ •“       dillac de .

Ž ? ŽG  .

‘ ? ‘ .

Ž ? ‘–•  .

Ž V  .

‘ ? ‘–•  mesma energia cinética?  ? Isolando-se –‘ • obtemos (a) O momento será o mesmo se .

9™ f ™ .

 f  . donde tiramos que ? ‘–• .

Ž ? ŽG  .

‘ ? ‘  W .

" . .Ž V ).

 H1% .

Ž  .

‘ . /  f ™ .

%&'7% G). ‚4 m ) (b) Desconsiderando o fator # O ."7%DI1%   . igualdade # de energia ? ? cinática implica termos . ™ f  0( km/h I)." q."7%DI)( % W 4  "10  ).

9™ f ™ .

É estritamente ne- .  f  . Observe que usamos ŽI ‘ . ou seja.

.0: 01  se faze-lo?." cessário fazer-se isto? Se não for.  ). f ™ \ .. . qual a vantagem de \ =7% ).

9-24: N e está viajando a km/h? . E 9-26 ( — na 6  ) Qual o momento"( //1linear š )>de um  /7< !"elétron 1+ viajando a uma 9.3 O Momento Linear velocidade de ( m/s)?  Como a velocidade do elétron não é de š modo algum E 9-23 ( — na 6  ) pequena comparada com a velocidade da luz. conforme dada pela Eq. perceba que um? passo ? crucialV neste exercı́cio foi estabelecer o fato que Ž• W ‘–• .2.Z 0( km/h Além de uma escolha conveniente dos pontos de re- ferência. faz-se necessário aqui usar a equação relativistica para o mo- Qual : "1"" o momento linear de 00 um automóvel que pesa mento linear. ™  f.

" sE A ˜ .  ˜ f A “moral” deste problema é cuidar com as unidades › empregadas: Wœw‘  E  1""" 010.

"+&% /( 0 1"" kg m/s  '": /1/1% # ƒ W na direção do movimento. EwA dade teria que correr para ter o mesmo momento linear ˜U¡ I/(J¢!" Ÿ %DG)> /7.">Ÿ &% I)( /<. A 1 /:t8. Com que veloci. f 11)0( I/(Jž." ŸU#  kg   m/s E 9-24 (9-21/6  ) 0" Sem o fator relativı́stico terı́amos achado Suponha que sua massa é de kg.!" ŸY#3# Chamando de ." + % "1" 1 ) que um automóvel de kg viajando a km/h?  )(*." .

‘ e f ‘ a massa e a velocidade do car. kg   m/s  .

graças ou seja. e de e f a “sua” massa e velocidade temos. 8 '"( //7% # % ro. um valor O ƒ W vezes menor: à conservação do momento linear. E ˜  ˜F¡  .

‘ f ‘ H"1"1%D=*)8!" % ( 7  f .

ufrgs. I0"7%D'1"1"1% m/s http://www.if.br/ jgallas Página 6 de 9 .

às 10:48 9. IF–UFRGS 24 de Setembro de 2005.4 Conservação do Momento Linear de onde tiramos a velocidade final do carrinho: .Prof.LISTA 2 . Jason Gallas.2.

¤¦ .

‘ % f f ‘ .

:* )>   A velocidade da carrinho aumenta por W 4 4 Qual a velocidade do homem depois do chute? m/s. de pé em uma superfı́cie "(†S" de atrito 1/ m/s desprezı́vel. de modo que o carrinho seja Como nenhuma força com componente horizontal atua impulsionada para a frente. o momento total é zero antes bem como E 9-38 (9-33/6  ) depois do chute. " fa- zendo com que ela adquira uma velocidade de m/s. Como tanto o homem como a pedra estão em repou- so no inı́cio. aumentando sua velocidade. Para reduzir sua velocidade o homem faz com que  o carrinho puxe-o para trás.‘ E 9-33 (9-27/6  ) "" G)> 1%D -c /7% (†  Um homem de kg. ou seja O último estágio de um foguete está viajando com uma . dá um chute em uma pedra de : /1kg. o momento total é conserva- do. no sistema homem-pedra.

Q£ f £  .

kg. Desta expressão vemos que . Este último estágio é feito de ˜ duas partes presas por uma trava: )/" um tanque de com- onde o subı́ndice refere-se à pedra e o subı́ndice N bustı́vel com uma massa de kg" e uma cápsula de instrumentos com uma massa de . Quando a tra- refere-se ao homem.¤ f ¤ " S1""  velocidade de m/s.

Q£ f £ '":*."1%&'( /"7% ¤ va é acionada. uma mola comprimida faz com que as f ‰W .

Note que o sentido da pedra total das duas partes antes e depois de se separarem e foi implicitamente tomado como positivo. que a razão das massas coincide com a razão dos pesos. (a) Qual a velocidade das duas partes depois W m/s  que elas se separam? Suponha que todas as velocida- onde o sinal negativo indica que o homem move-se no des têm a mesma direção. Seja . ¤ W "1" duas /:" partes se separem com uma velocidade relativa de "( "1)7 m/s. Note ainda explique a diferença (se houver). (b) Calcule a energia cinética sentido oposto ao da pedra.  (a) Suponha que nenhuma força externa atue no site- ma composto pelas duas partes no último estágio. O mo- E 9-36 (9-29/6  ) mento total do sistema é conservado.

§ a massa  - Um homem do tanque e .

Após a trava .‘ a massa da cápsula. cuja massa é kg. a m/s. Inicialmente ambas / de )(kg   está viajando em um carrinho. Ele salta para fora do carrinho estão viajando com a mesma velocidade f .

Qual a ser acionada. .P§ tem uma velocidade f § enquanto que de modo a ficar com velocidade horizontal zero.

Conservação do momento variação resultante na velocidade do carrinho? NOTA: na 4  edição do livro (bem como em algumas fornece-nos edições anteriores) esqueceram-se de fornecer a massa  .‘ tem uma velocidade f ‘ .

§  .

‘ %  .

‘ ‘  f¨ .

no enunciado deste exercı́cio. Além dis- to. Substituindo esta ex- é conservado pois não atuam forças externas com com. Dificilmente uma  f ‘ ©f § f Rsª«  carroça poderia ter METADE da massa do passageiro. traduziram chart como sendo “carroça”. não é mesmo?  O momento linear total do sistema homem-carrinho onde f Rsª« é a velocidade relativa.§ f § f do carrinho. Chamemos de . termo que Após a trava ser solta. pressão na equação da conservação do momento obte- ponentes horizontais no sistema. a cápsula (que tem menos massa) também aparece nas edições mais antigas do livro. O viaja com maior velocidade e podemos escrever enunciado na 6  edição está correto.

e f ‘ sua . f a sua velocidade inicial. ‘ a mos massa do carrinho.

§  .

‘ % ¨ .

§f §  .

‘ f ‘  .

š f Rsª« velocidade final (após o homem haver pulado fora). Seja f  .

Portanto a de modo que conservação do momento nos fornece  . Sua velocidade inicial é a mes- ma do carrinho e sua velocidade final é zero. ¤ a massa do homem.

§  .

‘ %  f W .

‘ f Rsª«  .

¤¥ .

‘ % f .

‘ f ‘ f ‘ .

§  .

‘  http://www.ufrgs.if.br/ jgallas Página 7 de 9 .

Prof. IF–UFRGS 24 de Setembro de 2005. Jason Gallas.LISTA 2 . às 10:48 Como a componente vertical do momento deve conser- .

temos com as convenções acima. § var-se. que fW Rsª« .

P§   .

‘ f .

f sen u A W .

/"  /(" 01)""  f ‘ df § f Rsª«  . como  k A k u u # . Portan- )./1"  A W ." I/("7% ). temos que u ? ‚u # ©4 ." m/s toA devemos/1"1necessariamente ter que u ¯ u # e../"  onde f é a velocidade dos pedaços menores. f sen u # "  S"1" . A velocidade final da cápsula é Conservação da componente do momento produz  ).

) .

AS m/s € f zD|7} u (b) A energia cinética total antes da soltura da trava é Consequentemente. a velocidade € do pedaço maior é A ¬   % # # .

§  .

"7D% G. O ângulo entre o vetor velocidade do pedaço maior e qualquer um dos pedaços A energia cinética total após a soltura da trava é menores é A A ¬ • # P . ‘ f #E A E# '1"1% ."1"1% # 1 )7ž!" n  ? J no sentido negativo do eixo .k €T f zD|7} u z&|1} 4 4 m/s  A A # I)/"  .

§ f § #  # .

Uma sonda espacial de "/1" kg."1"1% # # # A 1 )7 . Portanto tor velocidade dos três pedaços estão todos num mesmo "1/" " -³ ) . O terceiro pedaço tem uma massa 47) do livro texto. Supondo que os gases são ejetados no sentido oposto ao do movimento inicial Uma caldeira explode. f é velocidade final."7%D'07). de massas iguais.m/s em relação à sonda. Se f é a velocidade inicial. A partir da origem deste diagrama. Como o momentum antes da explosão era zero. massa inicial. Isto significa que o ve. com o eixo ver- tical sendo o eixo C . Isto deve- se à conversão da energia potencial elástica armazenada E 9-48 (9-41/6  ) na trava (mola comprimida) em energia cinética das par. de modo L • que o momento linear do sistema de três peças seja con. direção e sentido de sua velocidade logo após a ex. da sonda. f • ±”² a ":" m/s Escolha um sistema de coordenadas XY. L é a massa final. são arremessados em  trajetórias perpendiculares entre si. Qual o módulo. b "10  plano.2.‘ f ‘# 0" k .k  . com a mesma velo.5 Sistemas de Massa Variável: Um Foguete J A energia cinética total aumentou levemente. partindo-se em três pedaços. Ignore a força gravitacional de Júpiter e use a Eq..  desenhe na direção negativa do E 9-49 (9-43/6  ) eixo X o vetor . viajando para Júpiter tes do foguete.  ejetando kg de gases com uma velocidade E 9-39 (9-39/6  ) de . Neste 01" problema temos L  ":" kg e L • W ele também o é após a explosão. " - com uma velocidade 0de" m/s em relação ao Sol. positivo para cima./"7% #  H ." n  9.k  W!4 A A I)/"1%&G).e ° é a velocidade do gás de exaustão. L • • três vezes a de um dos outros pedaços. qual a sua velocidade final? Dois pedaços. kg. então plosão?   L   f • df  °¦±”² Suponha que não haja força externa atuando. (9- "   é a cidade de m/s. "1/" "1/" servado. acio- na o) motor.

correspondente ao momento da partı́cula mais pesada. em uma região em presentados por vetores .P­ . Os dois outros momentos são re-A Um foguete em repouso no espaço.

O consumo de combustı́vel do motor é de 4 kg/s e a http://www.ufrgs. 01" do que u # u (condição do problema). da qual kg são combustı́vel. kg. "´ 8"´ tem uma massa no primeiro A  quadrante /"7k e u # no quarto quadrante.® apontando num ângulo u que)(a força gravitacional 1é 0:desprezı́vel.if. de mo.br/ jgallas Página 8 de 9 . de -1.

E " presente problema temos 6¶ 4 exaustado. a velocidade final na vertical." ´ L W   . Quando estão passando uma pela outra.kg se agacha e depois salta para cima (c) Como a velocidade inicial é zero." ´ E de máxima atingida pela mulher? )( "10.s. onde ·<r é o intervalo de tempo da quei.br/ jgallas Página 9 de 9 . Jason Gallas.embarcações e a água não depende do seu peso. ma de combustı́vel."7% *). às 10:48 (*)1 velocidade de escapamento) dos " gases é de km/s."7%j.."´ I(*)1!" % b enquanto há contato entre ambos? (b) Qual a velocida- ±”² a 1  .Prof. o uma)" velocidade de km/h.LISTA 2 . O motor é acionado durante .2. no • L  t).. está cm acima do piso. de modo que a força adicional que deve ser fornecida pelos motores E das duas barcaças para que continuem a viajar com as  0"7%D': )7."!" ´  L 4 kg 9. *). IF–UFRGS 24 de Setembro de 2005. de consumo de combustı́vel e ° é a velocidade0do " gas operários jogam ""1" carvão da mais lenta para a mais rápida. (a) Determine o em- puxo do foguete. 9-38. quando /1" seus pés deixam o chão. (b) Qual é a massa do foguete depois E 9-56 (9-47/6  ) que o motor é desligado? (c) Qual é a velocidade final Duas longas barcaças estão viajando na mesma direção do foguete? e no mesmo sentido" em águas tranqüilas." f °¦±”² ponto mais alto do salto.if. Portanto  ‘k  Ž  0 "7%DI) .6 Sistemas de Partı́culas: Variações na Energia A massa do foguete após a queima é Cinética • dL  W¸L ‘k  Ž I)> -." %  . a outro com velocidade empuxo do foguete é dado por µ‰ d6¥° .!" 5  µ‰ ]6¥°P 4 N mesmas velocidades? Suponha que a transferência de carvão se dá perpendicularmente à direção de movimen- (b) A massa do combustı́vel ejetado é dada por to da barcaça mais lenta e que a força de atrito entre as L ‘ k  Ž ‚6¢·<r . Qual (*)1!No kg e ° m/s."   m/s http://www.. à razão de kg por minuto. o centro de massa está cm acima do piso. onde 6 é a taxa de km/h. veja a Fig. (a) L • Qual a força média exercida sobre a mulher pelo piso. 9-46.ufrgs. seu centro de massa " é dada por está 4 cm acima do piso. uma com  (a) Como se ve no texto logo abaixo da Eq." ´  E 9-60 (9-55/6  ) kg Uma mulher de -1. E )( -1. Na posição agachada.

tex) http://www. . . . Halliday. professor titular de fı́sica teórica.2. 4 10 Colisões 2 10. 2 10. 7 Comentários/Sugestões e Erros: favor enviar para jgallas @ if. .if. .2 Problemas e Exercı́cios .2. . . Universidade Federal do Rio Grande do Sul 91501-970 Porto Alegre. . . .1 Questões . Esta e outras listas encontram-se em: http://www. . Doutor em Fı́sica pela Universidade Ludwig Maximilian de Munique. . .4 Colisões em Duas Dimensões . 2 10. . .br (listam2. .br/ jgallas Página 1 de 7 . Numeração conforme a quarta edição do livro “Fundamentos de Fı́sica”. às 10:49 Exercı́cios Resolvidos de Dinâmica Clássica Jason Alfredo Carlson Gallas. . . 2 Dimensão . Resnick e Walker. . .1 Impulso e Momento Linear . . . . .br/ jgallas Sumário 10. . . BRASIL Matéria para a QUARTA prova.2. . . . .2. . Alemanha Instituto de Fı́sica. . .ufrgs. 5 10.2 Colisões Elásticas em Uma Di- mensão . . . . . . .LISTA 2 . . . . .2.Prof. . . . Jason Gallas. . IF–UFRGS 24 de Setembro de 2005. 6 10.5 Problemas Adicionais .ufrgs.3 Colisões Inelásticas em Uma 10. . . . . .ufrgs. .if.

  + -    & * * )2  !3#& 10. Se a  (a) O momento inicial do carro é bola tivesse massa de   .  -54 ) m/s   ' Q 10-1 A velocidade final da bola é 4 ) m/s. P 10-12 (10-9/6 )  Um carro de ' kg. deslocando-se a   6 m/s. IF–UFRGS 24 de Setembro de 2005. Jason Gallas.1 Impulso e Momento Linear impulso sobre o carro (a) durante a curva e (b) durante a colisão? Qual a intensidade da força média que age so- bre o carro (c) durante a curva e (d) durante a colisão? E 10-3 (10-1/6 edição) (e) Qual é o ângulo entre a força média em (c) e o senti- do positivo do eixo : ? Um taco de sinuca atinge uma bola. no sentido positivo do eixo 7 .1 Questões  (' . Explique como a conservação de energia se aplica a uma bola quicando numa parede. às 10:49 10 Colisões Resolvendo para  . está ini- cialmente viajando para o norte. obtemos 1  .Prof. que pára o carro 10.2 Problemas e Exercı́cios em 6 ms. exercendo uma força média de  N em um intervalo de  ms. qual é o 10. Após completar uma curva à direita de 89 para o sentido positivo do eixo : em '.LISTA 2 . 4 s. o distraido moto- rista investe para cima de uma árvore. Em notação de vetores unitários.2.

que velocidade ela teria < =>?  '  " 6A@B  )C'*  kgD m/sA@ após o impacto? +   Se for a magnitude da força média então a magni- e o momento final é )E'* . kg.

onde  é o intervalo de atua é igual à variação de momento: tempo durante o qual a força é exercida (veja Eq. . kgD m/sGF .< +  )E'* . O impulso que nele tude do impulso é   . H    < . 10-8).

iguala a magnitude  do momento final. K . kgD m/s F . uma vez que ele para. Resolvendo  (b) O momento inicial do carro é < +  )C'*  kgD m/sJF a euqação  para  encontramos e o momento final é < .@CI Este impulso iguala a magnitude da troca de momen- tum da bola e como a bola está inicialmente em repouso. O      "!$# impulso atuando sobre o carro é   % "  m/s    .

 4     &6 N F . )C'*  kgD m/s F . Se a força estivesse no senti. .)C'*  kgD m/sJF E 10-9 (10-5/6 ) (c) A força média que atua no carro é H Uma força com valor médio de &  N é aplicada a uma L  <   bola de aço de   ' kg.  a e sua magnitude é  4    NQP RS  4 UT duração da força.@C Considere a direção inicial do movimento como po- sitiva e chame de a magnitude da força média. H   < . que se desloca a (' m/s.  a massa da bola. em uma IM     colisão que dura *) ms. .@E  do oposto ao da velocidade inicial da bola. encontre a 'N 4 velocidade final da bola.< +  .

O M inicial da bola. Então a (d) A força média é força atua na direção negativa e o teorema do impulso- H - momento fornece L E) '* . a velocidade final da bola.+ a velocidade 6  N. .

 kgD m/sGF   . . +  O  M     6  ?& !3# http://www./0 .ufrgs.if. .br/ jgallas Página 2 de 7 .

às 10:49 .F (a) Se  for a massa dum chumbinho e  for sua ve- locidade quando ele atinge a parede. IF–UFRGS 24 de Setembro de 2005. então o momento .   "('*6 N. Jason Gallas.LISTA 2 .Prof. é i  "V2 .

A componente : é positiva e a componente 7 k g   g é negativa. (e) A força média é dada acima em notação vetorial na direção da parede. Suas componentes : e 7 tem magnitudes (b) A energia cinética dum chumbinho é iguais.W NXF   L /0   !3#  ] kgD m/sj OM % "VY?& W e sua magnitude é N. de modo que a força está a '* 9 abaixo do  gf 0  gf ?& !3#  * = . unitária.

(c) A força na parede é dada pela taxa na qual o momen- to é transferido i dos chumbinhos para a parede. então a taxa média mente de zero a .lidem num tempo BK segundo. Se lmn& chumbinhos co- A força sobre um objeto de  kg aumenta uniforme. J eixo : . cada chumbinho transfere U  kgD m/s. Como P 10-13 (10-??/6 ) os chumbinhos não voltam para trás.

on.   (d) Se 1 é o intervalo de tempo para um chumbinho [\ . A condição que ]\ N quando /' s conduz a A força na parede tem a direção da velocidade inicial dos chumbinhos. N em ' s.   ]& N OM 1  de [ é uma constante de proporcionalidade. Qual é a velocidade final com que o momento i é transferido é do objeto se ele partiu do repouso?    l   & Tome a magnitude da força como sendo Z\[5 .

como o objeto par- Na maior parte do tempo nenhum chumbinho está em tiu do repouso. N_^ ' s`ZC "  N/s ser freado pela parede. Portanto parte (c) é muito menor que a média em (d). enquanto na parte (c) ela foi mediada durante o intervalo A magnitude deste impulso é igual à magnitude da de tempo no qual muitos chumbinhos atingem a parede.    !3# c c   g A força tem a direção da velocidade inicial do chumbi-  gf C "  *'  nho. As P 10-14 (10-13/6 ) massas das partes são & . variação do momento do objeto ou.  & . . é igual m̀agnitude do momento final: contato com a parede. (e) Na parte (d) a força foi mediada durante o interva-  & ND s lo em que um chumbinho está em contato com a parede. então a força média exercida na A magnitude do impulso exercido no objeto é parede por chumbinho i é b b   W W gNh   n 444  44 N a ed. [5XdS gf [5 hh Wc OM  4 .1  Z& m/s   P 10-26 (10-15/6 ) Uma espaçonave é separada em duas partes detonando- se as ligações explosivas que as mantinham juntas. de modo que a força média na a=.

o módulo do im- pulso sobre cada parte é de 6 ND s. e &o kg. Com que velocida- Uma arma de ar comprimido atira dez chumbinhos de de relativa as duas partes se separam? g por segundo com uma velocidade de .

leve após as ligações explodirem. Então. m/s.  a massa e a velocidade da parte mais cinética de cada um? (c) Qual é a força média exercida f f pelo fluxo de chumbinhos sobre a parede? (d) Se ca. qual será a força média exercida sobre a parede /  . Suponha que ambas as partes estão em repouso antes da explosão. Consideremos primeiro a parte mais leve. Suponha mento linear de cada chumbinho? (b) Qual é a energia que o impulso tenha magnitude  e esteja no sentido po- sitivo. Seja  . de modo que f f por cada um deles enquanto estiver em contato? (e) Por  6    \   m/s que esta força é tão diferente da força em (c)? f  C . (a) Qual é o mo. da chumbinho permanecer em contato com a parede por p   4 ms. que  são detidos por uma parede rı́gida.

if.ufrgs. f http://www.br/ jgallas Página 3 de 7 .

LISTA 2 . de  &o modo que A velocidade relativa das partes após a explosão é    +Nxz g  g +{/  .a velocidade > do bloco de  4 kg pode estar no sentido de mas no sentido oposto. a massa e a velocidade inicial f f f e final do bloco à esquerda. Jason Gallas. às 10:49 O impulso na parte mais pesada tem a mesma magnitu.  . as corres- pesada.%q g  g .  g + e  g . V 4 ) m/s sistema composto pelos dois blocos é conservado. ilustrado? onde  g . e  g .  g são a massa e a velocidade da parte mais  (a) Seja  . V 4 ). IF–UFRGS 24 de Setembro de 2005.|xz g  g .Prof. Portanto  6 pondentes grandezas do bloco à direita.Nj    . g  .. O momento do  g  .  + e  . de modo que .

'.  gf   . (Para informações adicionais. Qual é a sua velocidade. Quando eventuais perdas de energia forem . ela se afastará de Júpiter com  ' -  . 8   . após este encontro com efeito estilingue? Conside- A energia cinética total ANTES da colisão é ra stC km/s e rut6 km/s (a velocidade orbital de Júpiter). Passando para o sistema original de re.  . 'NC) m/s f f f f donde tiramos que   + x} g  g + . locidade inicial da espaçonave é (c) Neste caso temos  g +  . tal velocidade é dada por Como o sinal indica. Hord." 4 m/s  4 ~ ferência no qual o Sol está em repouso. *. vemos que a colisão é elástica. novembro de 1985.)  A energia cinética total DEPOIS da colisão é Considere o encontro num sistema de referência fixo k g g em Júpiter. . Fig. Como a ve.  "   5  x   . Como +  .y / . a velocidade deve opor-se ao sen- tido mostrado.  gf    8 x gf  '€ 'N 8* \6  ) J lisão” com uma velocidade de mesma magnitude que a k k velocidade que possuia antes do encontro. g  g .N '  8*BZ 8 m/s relativa p ao Sol) aproxima-se do planeta Júpiter (de mas. em relação ao lores da energia cinética total antes e depois da colisão. The Physics        x}  '€ "   =6  ) J Teacher.  f f f  f A espaçonave Voyager 2 (de massa  e velocidade  " '    5x "  . o encontro pode ser pensado como uma f f  4  g   g colisão elástica na qual a espaçonave emerge da “co.   km/s. f f veja “The slingshot effect: explanation and analogies”. Bartlett e Charles W. xRgf  g  g .  f f f  f medida a partir de Júpiter.  . A massa de Júpiter é muito maior do que a k g  g pwv +  gf  x   g   + } g+ da espaçonave.  45~ sa e velocidade r relativa ao Sol) como mostra a O bloco continua andando para a direita após a colisão. comparamos os va- sentido oposto. 10-33. xrn\ 5x=6\6o km/s E 10-33 (10-37/6 ) Um carro de 6.X=. g  g . desprezı́veis.   4  g    g de Albert A. Sol. "  m/s e  + /2xrn]& 5x=6=  km/s   +$xz g  g + . A espaçonave rodeia o planeta e parte no (b) Para ver se a colisão é inelástica. P 10-28 (10-38/6 )  .

(a) Qual é a massa do se- a velocidade > do bloco de  4 kg após a colisão? (b) A gundo carro? (b) Qual é a sua velocidade após o impac- colisão é elástica? (c) Suponha que a velocidade inicial to? (c) Qual a velocidade do centro de massa do sistema do bloco de " ' kg seja oposta à exibida. atinge um segundo carro de massa desconhe- cida.  m/s. 10-34 deslizam sem atrito. formado pelos dois carrinhos? http://www. deslocando-se em um tri- 10. Após a colisão.' g de massa. a uma velocidade inicial de   m/s.if.br/ jgallas Página 4 de 7 . (a) Qual é seu sentido original a . o primeiro carro continua em Os blocos da Fig.2. Após a mesma.ufrgs. A colisão entre eles é E 10-29 (10-35/6 ) elástica. inicialmente em repouso.2 Colisões Elásticas em Uma Dimensão lho de ar linear sem atrito.

LISTA 2 .     f f    +  * 'N *  . a massa e as velocidades inicial f f f e final do carro que originalmente se move. 10-18.  .  temos (b) A velocidade do centro de massa do sistem formado  . às 10:49  (a) Seja  .1 f  +_ f  x} g f „  f   x} g ‰ …{†   +Nx} g  g +_ g f f f Desta expressão obtemos para  : g Resolvendo para  …Š† com  +{\ encontramos g  + .  + .  44  f  6. Então. IF–UFRGS 24 de Setembro de 2005. Seja  g e  g .‚x} + f  …Š†  f f  =   m/s f f  x} g " Bx/  . a massa e a velocidade final do carro originalmente 6   " Z kg g parado ( +  . g pelos dois corpos satisfaz a equação  . .Prof. Jason Gallas. de acordo com a Eq.

'* g`=88 g  5x  44 (b) A velocidade do segundo carro é dada por E 10-37 (10-43/6 )  g .  E . 6'  Duas esferas de titânio se aproximam frontalmente com f g  +     x} f   6.

f Após a colisão.  g + . a „  massa e as velocidades antes e depois da colisão. uma das esferas. a massa e as velocidades antes e f f f pelos dois carrinhos satisfaz a equação depois da colisão de uma das partı́culas e  g .  g . Qual é a massa da outra esfera? (c) A velocidade do centro de massa do sistema formado  Seja  . da ou-   xz g G.  + .'*ƒx  88 velocidades de mesmo módulo e colidem elasticamente. cuja massa é de 6 g.  .   8 m/s permanece em repouso.

temos  . temos Lembrando que  g + / .…{†‡  + x} g  g +  f f f tra partı́cula. 10-28.  f  + x  g +   + 6. de acordo com a Eq. Então. g E g    .

'*   f  xz g f  x} g .

…{†‡ f f  =  86 m/s f f  xz g 6.

tenha sido formada pelo impacto de um me- originalmente em repouso.  g +Œ . A esfera Observe que usamos gramas em vez de kilogramas. g ) . a massa e a volcidade final do corpo (Fig. está viajando originalmente no sentido negativo.  m/s?  (a) Sejam  .  + . 10. f Um corpo de "  kg de massa colide elasticamente com  6 g outro em repouso e continua a deslocar-se no sentido  g  f  Z g 6 6 original com um quarto de sua velocidade original. a massa e as velocidades antes E 10-41 (10-23/6 ) f f f e depois da colisão do corpo que se move originalmen.Acredita-se que a Cratera do Meteoro. na expressão f .  .2. Sejam  g e  g . Subs- tituindo  +‹ .3 Colisões Inelásticas em Uma Dimensão corpos se a velocidade inicial do corpo de "  kg era de '. De acordo com a Eq.6 g . (a) Qual é a massa do corpo atingido? (b) Qual a veloci- dade do centro de massa do sistema formado pelos dois 10. Ou f E 10-34 (10-41/6 ) acima.'5x88 Suponha que a esfera  esteja viajando originalmente no f sentido positivo e fique parada após a colisão. Estima-se a temos c massa do meteoro em ‹Ž f kg e sua velocidade em  . no Arizona te.1).000 anos. 10-18 teoro com a Terra há cerca de 20. obtemos / seja. e  .

para  . Seja  a massa do meteoro e  a massa da Terra.1 f  +_ f  x} g f ria à Terra numa colisão frontal? f  Resolvendo para  g obtemos. m/s.1= +ˆ^E' . Que velocidade um meteoro assim transmiti-  . f f Seja .

x} + f C^C'Bx= f após a colisão.br/ jgallas Página 5 de 7 .ufrgs.E^C'  da colisão e  a velocidade da Terra (com o meteoro)  g  f f      . O momento do sistema Terra-meteoro é f f http://www.  .if. a velocidade do meteoro imediatamente antes  + . .

Portanto.LISTA 2 . no sistema de momento total do sistema  formado pelos dois carros referência Terra antes da colisão temos fornece-nos     } x ‘›œ‰ donde tiramos M M M   M  M ‚. Jason Gallas. IF–UFRGS 24 de Setembro de 2005. às 10:49 conservado durante a colisão.Prof.

% ‘’xz‘X‰3j ‹   x} › M de modo que encontramos para  k g   c A energia cinética inicial do sistema é +2  ^ M M .

|‘ ).

M xza›Q  cidade note que.&.  gf  xz › ‰  4 ?& ! fQf m/s M  g      g f   M M g Para ficar mais fácil de imaginar o que seja esta velo.    f  enquanto que a energia cinética final é   g c ‘’xz‘ " 8o?& W x  f k  g . como 6 4 Œ“ E'”6 4 •R6.

g g M xza›œ   temos  gf M M    x} › 4 ?& ! fQf m/s  4 ?& ! fQf 6 &6 4 * m/ano M Como )š da energia cinética original é perdida. =. temos k k     &o8 m/ano .6 4  . ).

g g   g   o8 mm/ano gf M M \ ž)E6Xg f   j  M xza› M M É uma velocidade MUITO difı́cil de se medir. não?.  que.6 + . fornece-nos  ^  x › Ÿe. ou seja. simplificada.. )..

M M Resolvendo para  › encontramos E 10-42 (10-21/6 )   )   Um trenó em forma de caixa de 4 kg está deslocando-se ‘›`  ž)E6  M =.6 . 6€)C M    6*).

Seja ˜— . depois de grudarem-se. 6€) M    6*) 6?& #  8. som. locidade da segunda bola é de m/s.ufrgs. etc.br/ jgallas Página 6 de 7 . vibrações. 6* sobre o gelo a uma velocidade de 8 m/s. Seja 0– . e o módulo da ve- cinética inicial é dissipada em calor.‚  # N conserva-se de modo que  Observe que o resultado final não depende das velocida-  –  –   – x}˜—‰3j des em jogo. velocidade original da branca. temos que o tal do momento do trenó e do pacote. (c) A energia cinética se nal dos dois. Conservação do conserva? http://www. Após a colisão. a mesma razão dos „ Precisamos considerar apenas a componente horizon- pesos„ e. quando um pa.2. de onde tiramos    – – 8* 4  10.if. Qual  C " 8?& # kg é a nova velocidade do trenó?  A razão das massas é. o* A componente horizontal do momento deste conjunto  & 4  8. a direção de movimento original da bola branca e (b) a a› a massa do carrinho auxiliar e  a velocidade fi. ângulo entre a direção de movimento da segunda bola e  Seja  M  M e a massa e a velocidade inicial do vagão. „ „    =.4 Colisões em Duas Dimensões   4 x/C \6 m/s  –™xz — 0 E 10-63 (10-49/6 ) P 10-53 (10-29/6 ) Em um jogo de sinuca. Encontre (a) o Encontre o peso do carrinho auxiliar. a branca desloca- Um vagão de carga de 6* t colide com um carrinho auxi- se a 6   m/s ao longo de uma reta em ângulo de  9 com liar que está em repouso. a massa do pacote e  velocidade final do conjunto trenó x pacote.  C " 8 toneladas cote de & kg é largado de cima para dentro dele. E– a mas- peso do carrinho auxiliar é sa e a velocidade inicial do trenó. obviamente. a bola branca atinge outra ini- cialmente em repouso. Eles se unem e *)š da energia a sua direção original de movimento. chamando de M o peso do vagão.

 gf 0 . .Prof. .   I¡*¢  9 x "   (¡¢ N '  9 'N ) m/s f sendo a massa  g .` I¡¢ £ xz g . f   Portanto o ângulo é £ g /'N&9 . sen£ x}0 g .5 Problemas Adicionais f f f http://www.if. 6    gf \¤ 6   x  * =o V(  sen £ g  f sen £  sen  9 \    4  4   g . (¡¢"£ g 10.ufrgs. respectivamente: k g  g  +   .   la branca como sendo a massa  e a outra bola como  6. IF–UFRGS 24 de Setembro de 2005. Usando a segunda equação obtemos que f  g  gI¥  . Jason Gallas. Portanto a energia cinética não é conservada. às 10:49  (a) Use a Fig.` I¡*¢"£ g +  gf  +  gf  'N ) n  6? f f f   .2. 10-20 do livro texto e considere a bo. sen£ g  A energia cinética final é f f Observe que as massa podem ser simplificadas em am.br/ jgallas Página 7 de 7 . bas equações. k g g . (b) Resolvendo a primeria das equações de conservação acima para  + encontramos f  +   .` I¡*¢"£ xz g . x gf  g . Conservação das componentes : e 7 do momento total do sistema formado pelas duas bolas (c) A energia cinética inicial é nos fornece duas equações.LISTA 2 .

. . .3 Problemas Adicionais . Esta e outras listas encontram-se em: http://www. professor titular de fı́sica teórica. Numeração conforme a quarta edição do livro “Fundamentos de Fı́sica”. . Resnick e Walker. .br/ jgallas Página 1 de 9 . .if.ufrgs.br/ jgallas Conteúdo 11. .if. . . .ufrgs. 2 11. . . 2 11 ROTAÇÃO 2 11. . . Jason Gallas. Doutor em Fı́sica pela Universidade Ludwig Maximilian de Munique. .LISTA 2 . . . . 9 Comentários/Sugestões e Erros: favor enviar para jgallas @ if. . . . . . .br (listam2. às 13:07 Exercı́cios Resolvidos de Dinâmica Clássica Jason Alfredo Carlson Gallas. . Alemanha Universidade Federal do Rio Grande do Sul Instituto de Fı́sica Matéria para a QUARTA prova. Halliday. .ufrgs. .Prof.tex) http://www.1 Questionário . . . . IF–UFRGS 2 de Dezembro de 2004.2 Exercı́cios e Problemas . .

de raios diferentes? também é um vetor dirigido ao longo da direção em      /    torno da qual o eixo do pião precessiona.Qual a relação entre as velocidades angulares de um par mento de um pião. Assim. o vetor está dirigido ao longo desse eixo. a aceleração radial é .constante. e aceleração tangencial . o ponto tem aceleração radial? Tem aceleração tangencial? Os módulos dessas acelerações variam com o tempo? $#%&   11.Prof. o ponto da borda tem aceleração ra- O vetor que representa a velocidade angular de rotação dial de uma roda em torno de um eixo fixo tem de estar ne.LISTA 2 . Q11-8. Mesmo quando o eixo não é fixo. A aceleração tangencial é nula nesse caso. o vetor velocidade angular define o eixo de Q11-15.1 Questionário  Sim. tem a maior velocidade angular. IF–UFRGS 2 de Dezembro de 2004.-') +*   angular constante. . às 13:07 11 ROTAÇÃO aceleração angular constante. Pontos da borda das engrenagens tem a mesma velo- cidade linear: . Jason Gallas. a engrenagem que tem o menor raio. Girando com aceleração Q11-3.    . $#(') +*. A velocidade angular de precessão de engrenagens acopladas. como no caso do movi. rotação.& cessariamente sobre este eixo?  Sim.

0(021 3245 mostra uma barra de m.   Por que é conveniente expressar em revoluções por segundo ao quadrado na expressão e Q11-21. não na expressão ? A Fig. sendo metade 0  Porque na equação   .

o momento de inércia eixo fixo. sendo . Uma força F é são quantidades mensuráveis em revoluções e revo.if.aplicada ao ponto a da extremidade de metal. respectivamente.ufrgs. O equivalente linear dessa situação pode ser a de um corpo jogado verticalmente para cima. Se o corpo rı́gido for submetido a uma desaceleração. O ponto tem aceleração radial. te? Tem aceleração tangencial? Quando ela gira com http://www.2 Exercı́cios e Problemas será nula. luções por segundo. instantaneamente)? Qual <@?BADC$E?FADC/G<H?BIJC$E?FIKC . tal que na situação (b). As acelerações angulares não o equivalente linear desta situação? Ilustre ambas as são iguais nos dois casos. em que caso ela é maior? Q11-9. fixada por um eixo no também ponto O da extremidade de madeira. equações para (a) a velocidade angular e (b) o desloca- quando a roda gira com velocidade angular constan. e depois começrá a crscer no sentido con- trário. e a e b são cons- Imagine uma roda girando sobre o seu eixo e considere tantes.br/ jgallas Página 2 de 9 . Assim.  R S27D  Uma roda gira com uma aceleração angular dada por Q11-13.mento angular em função do tempo. Mas na equação  !"   020(163(427 . vem que dade angular seja nula (talvez. e de madeira e metade de metal.=<> . 11-6P. 8 9  . É possı́vel que a aceleração angular deste da barra em relação ao ponto 8 9 é maior do que no corpo seja diferente de zero.      .  A densidade dos metais é maior do que das ma- Um corpo rı́gido pode girar livremente em torno de um deiras. deve ser expressa em radianos/s . E?BALC>M/E?FIKC situações com exemplos. sua velocidade angular eventualmente 11. a barra é fixada por um eixo em na extremi. deduza as um ponto em sua borda. onde t é o tempo. caso (a). sua velocida.  Sim. mesmo que a sua veloci.Seção 11-2 As Variáveis de Rotação de zera no ponto mais alto da trajetória e ele torna a cair. para se obter a aceleração linear em m/s . pela relação :. dade de metal e a mesma força é aplicada ao ponto da 9 extremidade de madeira. Se  é a velocidade inicial da roda. ON2 QP T . A aceleração angular é a mes- ma para os dois casos? Se não. Na Fig.

(b) o ângulo percorrido  aceleração angular dada: (em rad) até parar e (c) o número de revoluções comple- UWV U  tadas pelo volante até parar. IF–UFRGS 2 de Dezembro de 2004.t3(4 rad/s. tem-se ^R_  ` bacR^7 P We  R^ Eo k    3(53 o4 021 324 1 d' +*Ee  . Jason Gallas. às 13:07  (a) Para obter a velocidade angular. basta integrar a angular do volante (em rad/s ). V$XZY >  \ [  ]  Y Q[  (a) Sendo  .LISTA 2 .Prof.

jRk5c/i l.(b) O ângulo percorrido é  e  Rk 3 cidade angular: Ufh U  h XZY ([i ]  Y Q[ t3245o rad.f> bacRg7 P rad/s (b) O deslocamento angular é obtido integrando a velo.

temos wx 3y r t  S(zn1 {2o 1 n') +*>  .f Q 4 m ^ R 7 Na (c) Para o número de revoluções w .

revoluções. entre o eixo e a rev/s.f Q4 m ^ R 7 Na revoluções 11-23P (11-16P/6 ) A 11-10P (11-6P/6 ) A Um disco gira em torno de um eixo fixo. Está montada sobre do do repouso com aceleração angular constante até um eixo fixo e gira a 3p1 4 rev/s. Depois de completar q2o uma flecha de 35o cm de comprimento através da ro. tem importância? Em caso afirmativo. paralelamente ao seu eixo. Você pretende atirar alcançar a rotação de 0|o rev/s. (c) o tempo necessário para 0}o com qualquer raio. (a) Qual a velocidade mı́nima que a flecha deve ter? (b) de revoluções desde o repouso até a velocidade de A localização do ponto que você mira. Suponha que tanto a flecha quan- 0(021 3(q alcançar a velocidade angular de rev/s e (d) o número 0|o to os raios sejam muito finos. sem que a flecha colida completar as revoluções. .  (a) A velocidade angular do disco aumenta de  ~ 0|o  0|4 / qual a melhor localização? rad/s para rad/s no intervalo necessário para  rsHN completar as "eq2o revoluções. partin- Uma roda tem oito raios de S2o cm. Da relação   (a) O ângulo entre dois raios consecutivos é eo tempo necessário para percorrê-lo é  /  f . (b) o tempo necessário para q2o da. sua velocidade angular é rev/s. borda da roda. veja a Fig. Calcule0|4 (a) a aceleração angular.

0(R€ 0}o (b) Não. se a velocidade angular permanece constante. 3Ej     r54 sHr N top1 o24 s.ufrgs. Calcule (a) a aceleração http://www. obtemos que a aceleração angular é    R   |0 4  R€0}o  0|324 1 A velocidade mı́nima da flecha deve ser então   3   J' 3(*')q(o*  |0 3(o 021 o(N rev/s  v  noon11 o3(o4 eN u O m/s. 3(4 O volante de um motor está girando a rad/s. 1 o5N Nn1 { s.br/ jgallas Página 3 de 9 . Quando (c) O tempo até alcançar 0}o rad/s é [      0(0}1 o5o N zn1 q3 s. 11-15E. o motor é desligado. o volante desacelera a uma taxa constante até parar em 35o s.if. (b) O tempo necessário para as q(o voltas é  kR    0|4.

Uma certa moeda de massa M é colocada a uma ƒ1 {4 rad/s e  /  jS(on1 {n0 m/s .LISTA 2 . o atrito nos mancais e a resistência do ar rad/s? (b) Qual a velocidade linear de um ponto na sua borda? (c) Que aceleração angular constante (rev/min ) param a turbina em 3ƒ163 h. Portanto. durante a parada? (b) Quantas revoluções realiza antes de parar? (c) Qual a (d) Quantas revoluções completará durante esse interva- q(o lo de s? componente tangencial da aceleração linear da partı́cula situada a 45o cm do eixo de rotação. (b) A moeda é projetada tangencilamente.  u €E'K3(op1 z5N$*L')on1 q2o2* 0H3ƒ1645q m/s.  r do. quan. em rev/min . qual o módulo da aceleração linear resultante? g K' 35o2o2(q *o 'K3@r‚* t35on1 z(N rad/s. Quando o vapor rev/min. A aceleração angular é (b) Qualquer ponto da borda da turbina move-se à velo- cidade k    0(1B0}S2q o rev/min . (b) O número de voltas até parar é   3( e (c) A aceleração angular necessária é   z2z(o(S  kR    }0 o(o2o 20 R^ 3(o(o {2o(o o rev. (a) Qual a aceleração angular  aumentará a sua velocidade para 0}o2o(o rev/min em s? q2o constante da turbina. Seção 11-5 As Variáveis Lineares e Angulares 11-36P. obtemos rad/s e  t‚tzp1 zp0~Ž0|o  a m/s . Jason Gallas. Fazendo a conversão. seguindo uma trajetória retilı́nea. quando a turbina  (a) A velocidade angular em rad/s é (4 está girando a rev/min? (d) Em relação à partı́cula do ı́tem (c).  rad/s . (a) Qual a velocidade angular da turbina em  é desligado. Uma turbina com 0(1635o m de diâmetro está girando a 35o2o A turbina de um motor a vapor gira com uma velocida- de angular constante de 0|4(o rev/min. IF–UFRGS 2 de Dezembro de 2004. às 13:07 (d) E o número de voltas dadas no intervalo é   Œ‹ „ ‰ Š o o   " 3(   N2{ revoluções.  (a) O intervalo dado corresponde a 0|S23 min. neste instante. O „‚… coeficiente de atrito estático é . o módulo da aceleração linear resultante é   „‚…  Z‘   W .Prof. 021 o (c) Para obter a aceleração linear tangencial em uni- (d) O número do voltas no intervalo de    minuto é  dades SI. distância R do centro do prato de um toca-discos. A velocidade angular do toca-discos vai aumentando lentamente até . t (d) A velocidade angular Wˆ54 rev/min corresponde a 11-34E. 11-29E. a moeda escorrega para fora do prato. 1o rev/min . a aceleração angular deve estar expressa em Œ0(1 z({~Ž0}op P  R " 35    q2o(o rev.

quando é projetada para fora do toca-discos. A ( cm 0 “ [ 4 L‰ de raio) é concêntrica à B e está rigidamente ligada a ‡ˆ o „ ‡ˆŠ ela. (b) Faça um esboço mostrando a trajetória aproximada t r m/s .de raio) é a polia motriz e gira a rad/s. A polia A ( cm 020R’S(o 0|4  Quando o prato atinge a velocidade .if. R.ufrgs. A polia C ( cm de raio) está conectada à pela 324 “ [ http://www. a força cen. g e . A B ( cm 0|o 0|o trı́peta é igual à máxima força de atrito estático: de raio) está conectada à A pela correia . † t‡ˆ  ‰ 1 Quatro polias estão conectadas por duas correias con- forme mostrado na Fig.   tS(op1 {p0 (a) Determine em função das grandezas M.  (a) A moeda está sob a ação da força centrı́peta 11-42P. .br/ jgallas Página 4 de 9 . da moeda.

cuja velocidade angular é então Este teorema é válido para distribuições de massa con- u tidas num plano. distribuição car as massas por œ e coordenadas Ÿ e ¡ na ordem em B B i i i (c) As polias “ e “ [ giram em torno do mesmo eixo. g. IF–UFRGS 2 de Dezembro de 2004. às 13:07 3 correia .Scm. então qual a resposta para (c) em função de A e B? u / A A     Œ0(164 m/s. ¡ˆN cm. ¡%ŒR.LISTA 2 . (c) a As massas e as coordenadas de quatro partı́culas são as “ [ velocidade angular da polia . B <  £ œ ¡ (d) A velocidade linear de qualquer ponto da correia 3 é x i i      œ ¡ . Aqui temos uma discreta da massa no plano Ÿ\¡ . cm.S S(o  Ÿ ŒRd3 polia C. (b) a velocidade angular da polia B. respectivamente. . Vamos indi-     Œ0|4 rad/s. Jason Gallas. (a) Momento de inércia em relação ao eixo Ÿ : a distância das partı́culas ao eixo é medida no eixo ¡ modo que B’  / Œ0|4 rad/s.  Este exercı́cio é uma aplicação do teorema dos ei- (b) A velocidade u é a velocidade dos pontos da borda xos perpendiculares. cm. (b) ao eixo y e (c) ao eixo z? (d) (a) A velocidade linear de qualquer ponto da correia Se as respostas para (a) e (b) forem. g. de que aparecem no enunciado. 0 é A e B. 0 na correia . g. de um ponto na correia e (e) a velocidade angular da ¡ZeN 324  cm. Ÿ R. não apresentado dentro do texto. cm. (d) a velocidade linear seguintes: 45o Ÿˆ 3 ¡/¢3 324 Ÿˆ¢o 3 g. Calcule (a) a velocidade linear de um ponto 11-49E. cm. Qual o momento de inércia do conjunto  em relação (a) ao eixo x. como placas finas.Prof.  da polia “ .

œ ¡ .

œ P¡P .

Portanto. u (b) Para o cálculo do momento de inércia em relação ao eixo ¡ . a distância da partı́cula ao eixo é medida ao C    S rad/s. œ a¡a i u  /  top1”54 m/s.  021 S2o24"Žk0}o  a kg ˜ m 1 B’ B’ (e) Os pontos da borda da polia • tem velocidade linear u  . longo do eixo Ÿ : <  £ œ Ÿ C y i i œ  Ÿ  .

œ  Ÿ  .

œ P Ÿ P .

0}op a kg ˜ m . œ a Ÿ a Seção 11-6 Energia Cinética de Rotação i    4ƒ1 N4"Žk0}o  kg ˜ m 1 11-46P. tem massa total de– 4ƒ1 SŽ. temos <  £ œ   ¥ com   eŸ  . 0}op kg e um momento de inércia de 0(1 z5N Ž.(c) Para o eixo ¤ . A molécula —  – de oxigênio. em relação ao eixo que atravessa perpendicular. 8  .

Determine sua veloci. Suponha que essa molécula tenha em um gás a velocidade de 45o2o m/s z i i i i i energia cinética de transla c cão.W¡  1 mente a linha de junção dos dois átomos.  Com a relação dada entre as energias cinéticas.Os cálculos fornecem < 021 zZŽk0}op kg ˜ m  . e que sua energia cinética de rotação seja dois terços da i a (d) Somando os valores obtidos para < e < . confirma- z dade angular. temos mos a relação x y ™   ™ < < .

 œ u } que podemos identificar como o teorema dos eixos per- pendiculares. Duas partı́culas.ufrgs. estão ligadas Seção 11-7 Cálculo do Momento de Inércia entre si e a um eixo de rotação em O por dois bastões http://www. Introduzindo  os valores de œ . < e u . 11-51E. trans. de massa m cada uma.if.  <š   Pe› .br/ jgallas Página 5 de 9 .f< ¥ P z x y rot. obtemos ž qp1”54"Žk0}o  rad/s.

IF–UFRGS 2 de Dezembro de 2004. te- me mostrado na Fig. confor.(b) Igualando os momentos de inércia mencionados. O conjunto gira em torno mos © do eixo de rotação com velocidade angular .   ne. Determi. Jason Gallas. às 13:07 delgados de comprimento l e massa M cada um. 020ER¦S23 . algebricamente. as expressões (a) para o momento A <"t< ‡ 1 de inércia do conjunto em relação a O e (b) para a ener- gia cinética de rotação em relação a O. Do que obtemos diretamente ©  8 (a) O momento de inércia para o eixo passando por é  ‹ ‡< 1  ‡  <    œ v .Prof.LISTA 2 .

œ J' 3 v * .

S v .

H0 3 v .

f‡' S 3 v *  ‡  O  2 { ‡ Seção 11-8 Torque  4œ v .

o corpo está fixado a um eixo no ponto  †« ¬0|o O. (b) A energia cinética de rotação é 0(0RªS(q ™  5<   Na Fig. . Três forças são aplicadas nas direções mostradas na  › 4 œ v  Œ . S v 11-64P.

a m de O. a m de O. §P ‡ v }   figura: no ponto A. no ponto C. †­ { ®0|q N. N. a m de S m› cœ . no pon-  †¯ N }0 z to B.

anti-horário  0}zp1645o ˜ 1 quer de massa M em relação a qualquer eixo é igual ao momento de inércia de um aro equivalente em relação a Tomando o sentido positivo para fora do plano da esse eixo. horário :  q5N ˜ ¥ s(¨ 3 B B B   † °|±|² 3(o  Œ massa M e raio em relação a seu eixo central. anti-horário ¥   † °|±|² z2o  t sólido. em relação a seu eixo cen- ‰ tral é igual ao momento de inércia de um aro fino de N m. C C C : N m. de massa M e raio R. Qual o torque resultante em relação a O?   Calculamos o torque produzido por cada uma das forças dadas:   † |° ±|² $N 4  t4(qp1642 ˜ 11-58P. aP ‡  v    O. (b) Mostre que o momento de inércia I de um corpo qual. (a) Mostre que o momento de inércia de um cilindro A A A : N m. N. se o aro tiver a mesma massa M e raio k dado página. somamos os valores obtidos acima para ter o por © torque resultante:  ¨‡ < 1 : R  :  A R : .

Uma força é aplicada tangencialmente à borda de uma ‰ 0}o 0 Ž0}op P ˜  Para que estes momentos de inércia sejam iguais. do aro e do cilindro são ‰  ‰ < ‡ A e <   ‡  1 A 11-70P. anti-horário giração do corpo.  (a) Os momentos de inércia. A força <  < † eon1 4(o . o aro polia que tem [ cm de raio e momento de inércia deve ter um certo raio : de  kg m em relação ao seu eixo. em relação aos eixos Seção 11-9 A Segunda Lei de Newton para a Rotação mencionados.g: B C O raio k do aro equivalente é chamado de raio de  0|3p1 o$ N ˜ m.

com F em Newtons e t em segun- ‡ [  dos. >’S ‰ ‰ quais são (a) a sua aceleração angular e (b) sua veloci- [  dade angular? ¨ 3 http://www. segundo a relação ‰  A C  ‡ ‰  . A polia está inicialmente em repouso.ufrgs.br/ jgallas Página 6 de 9 . Em s.if.Wop1 S(o  tem módulo variável com o tempo.

Aplicando a segunda Lei rotacional para a polia ( esco- derado é lhendo o sentido horário como positivo). vem 1 ‰ y' >eSn1 o*E :<   N3 rad/s ´ ‡ˆŠR (3 ‡’  R ‰53 <2  1 (b) Obtemos a velocidade angular integrando a função y' +* : U V U   11-77P. IF–UFRGS 2 de Dezembro de 2004. às 13:07  (a) O torque atuando sobre a polia no instante consi.Prof. ] Y  [  ] 'K45o( [ .LISTA 2 . Jason Gallas. temos :³' >eSn1 o*E/ † ' >tSp1 o2*Eeon1 N$3 N ˜ m 1 ‰ R ´  * <`1 '´  k A aceleração angular neste instante é Tirando ´  .

fS(o5 [ * Y [ Uma chaminé alta. de forma cilı́ndrica. cai se houver d') +*G 3(45  .

Tratando a chaminé como um bastão fino. princı́pio da conservação da energia. temos ¸ ¸ œ Š 3  œ Š º3 ¹L» ° . desconhece.e0|o5 P uma ruptura na sua base. A corda não desliza sobre a polia.  qualquer. (a) A componente radial da aceleração do topo da dos por uma corda de massa desprezı́vel. Podemos obter usando o  uma polia de raio R e de momento de inércia I (veja Fig. e (b) a compo- nente tangencial dessa mesma aceleração. . (c) Em que 11-75P.  ângulo a aceleração é igual a g?   · |¸ Dois blocos idênticos. em função  do ângulo que ela faz com a vertical. dial da aceleração linear do topo da chaminé. que passa por chaminé é r . de altura h. de massa M cada um. Para um ângulo 0(0 RNo ). expresse (a) a componente ra- d' EeSn1 o*G 2N z4 rad/s. estão liga.

. usamos agora a segunda Lei na forma rotacional: (b) Desconsiderando qualquer atrito. num tempo t. e a aceleração dos blocos é constante.¼ <5  1 se existir ou não atrito entre o bloco e a mesa. então e r  @3  1 (b) Para obter a componente tangencial da aceleração do topo. I. a tensão ´ é   ez@Š  '+0cR ¹» ° 2*  & . não há atrito no eixo da polia. g e t. Tomando o sentido para baixo como positivo.  R. escreve- t mos ‡ˆŠRk´    ‡ 1 (c) A aceleração total do topo é Com a aceleração obtida acima. obtemos polia? (b) Qual a aceleração dos dois blocos? (c) Quais    S5Ši+' 0cR ¸ ¹» ° 2 * ¥ as tensões na parte superior e inferior da corda? Todas essas respostas devem ser expressas em função de M. (a) Qual a aceleração angular da Com . Quando esse sistema é liberado.  <" œ ¸\ s5S a polia gira de um ângulo .  e aceleração radial do topo então é t  s(3  eS5Ši'+0cR ¹» ° 2*L1 (a) Se o sistema parte do repouso e a aceleração é constante. chegamos à aceleração pedida ´  t ¸  P Š °|±}² p1 (c) Chamemos a tensão na parte vertical da corda. a aceleração das :  < massas é a aceleração dos pontos da borda da polia: ‰ ¸ ‰ %  35   1 œ Š 3 °|±|²   P œ ¸   ¸ Com tS@Š °}±|² s53 .

obtemos uma  ‡ µ$ŠR @3  e ´ t  ¶ 1 equação do segundo grau para a variável °  .if. cuja ¹» http://www. e alguma álgebra.br/ jgallas Página 7 de 9 . a½ Š  °|±}²  p1 ‰ Fazendo G Š .ufrgs.

 œ u  . apoiada no chão verticalmente por uma das repouso? Use o teorema do trabalho-energia. temos ™  . œ mo um bastão fino e use o princı́pio de conservação de Como o sistema parte do repouso. partindo do Uma régua.lizado pela gravidade sobre a massa é . a variação da energia energia. O atrito da polia em relação ao eixo é nulo e a corda não desliza na polia. cai. extremidades. (Sugestão: considere a régua co.LISTA 2 . de massa desprezı́vel. supondo que o extremo Seguindo a sugestão do enunciado. depois de cair de uma altura h. Potência e Teorema do corda prende o corpo através de uma polia de momento Trabalho-Energia Cinética de inércia I e raio r. Qual a velocidade 11-82P. Jason Gallas. do corpo. Determine a velocidade da outra ex-  ¾  œ Š¸ tremidade quando bate no chão. que pode cair livremente sob a ação da gravidade.) cinética é ¿  Seguindo a sugestão dada. IF–UFRGS 2 de Dezembro de 2004. o trabalho rea- apoiado não deslize. A Seção 11-10 Trabalho. Uma corda. às 13:07 raiz fornece "eS(Nn164  .Prof. passa em volta do equador da esfera e prende um pequeno corpo de massa m.

 <(  .

o momento de inércia e a velocidade angular da casca tremidade da régua.  <   ¥ œ Šd3 v   › P œ v }   ¥ p C C  onde p é a velocidade angular da polia e C e C são <  que fornece e   ‘ S5Šps v . 020RN\0 ). a velocidade da ex. Então podemos expressar as ve- locidades angulares em termos da velocidade linear da massa : œ 11-83P. quando bate no chão. o corpo cai. Portanto. de igual comprimento l. soldadas em forma de H (veja Fig. A velocidade de é também a velocidade li- near dos pontos da borda da polia e dos pontos do equa- u €   v &‘ 5S Š v 1 dor da casca esférica. temos. u u Um corpo rı́gido é composto por três hastes finas. é œ esférica. O corpo gira livremente em volta ¿ de um eixo horizontal que passa ao longo de uma das Após essas considerações. a partir do repouso. finalmente pernas do H. Quando o plano de H é horizontal. Qual a velocidade angular do ¾  ™ corpo quando o plano do H passa pela posição vertical? u u  O momento de inércia do corpo rı́gido para o eixo œ Š¸   œ u  . p e C      ‰ 1 idênticas.

 <   .

 › P ‡ ‰   ‰  mencionado é   µ œ .

< .

 ‡ ¶ u  <"OP œ v  .

œ v   aP œ v  1  P Usando o princı́pio da conservação da energia. obtemos u S œ Š 3 v   › aP œ v    ¥ u  3œŠ ¸ œ . temos Tirando a velocidade .

W<ƒsH .

à qual chegamos se resolvemos o problema usando a segunda Lei.br/ jgallas Página 8 de 9 . Uma casca esférica uniforme. resulta  Lembrando a equação de movimento u 3( ¸ W P ‹ Š 1 . tirando a velocidade angular. pode- v mos facilmente destacar a aceleração do resultado obti- do.if. http://www. sem atrito (veja Fig. de massa M e raio R.T3(‡s5S 1 e. 11-86P. 0(0 RfN$3 ).ufrgs. gira sobre um eixo vertical.

IF–UFRGS 2 de Dezembro de 2004. œ   . usamos o teorema: <  . Para obter o momento do outro disco em relação a esse eixo. às 13:07 11.3 Problemas Adicionais <   œ   (s 3 < onde é o momento de inércia do disco pelo qual passa o eixo.Prof. Jason Gallas.LISTA 2 .

de massa desprezı́vel. op1635o ½ œ   Uma polia de m de raio está montada sobre um eixo horizontal sem atrito. está enrolada em volta da polia e presa a um corpo de 3  35o  kg. que desliza sem atrito sobre uma superfı́cie inclina.Para o corpo rı́gido todo temos então   <"t<  . Uma corda. œ K' 35@*  11-91.

Um cilindro uniforme de cm de raio e kg de mas- lacional e rotacional. temos o momento de inércia:  <" œ   ' Š |° ±|² 3(o  R^$*Etop1 o245N ˜ 1 <  < . Vamos usar aqui a segunda Lei. 11-43.f<  4 œ  t ˜ 1 da de com a horizontal. conforme mostrado na Fig. Tomando o sentido positivo para sa está montado de forma a girar livrmente em torno de 0}o 3(o baixo do plano inclinado temos um eixo horizontal paralelo ao seu eixo longitudinal e œ Š °}±|² 35o  Rk´ œ  1 4 distando cm deste.  < (a) Usamos o teorema dos eixos paralelos para obter plicitando . qual a sua velocidade angular ao ´d <t<  1 passar pelo ponto mais baixo da trajetória? (Sugestão: use o princı́pio de conservação da energia. O corpo desce com uma aceleração de m/s . e ex.) ´ Trazendo da primeira para a segunda equação. nas formas trans. 3 kg m  Sp163 Qual o momento de inércia da polia em torno do eixo de rotação?  11-96. com seu eixo alinhado na mesma al- Para o movimento da polia. escrevemos tura do eixo de rotação. (a) Qual o momento de inércia do cilindro em torno do eixo de rotação? (b) Se o cilindro partir do repouso.

œ ¸  CM kg m   œ   .

obtemos <%e<  . œ Š 3   <5  ralelos. são ligados conforme mostrado na Fig. œ À 3lÁ 11-93. ortogonal ™  ao plano dos discos e passando pelo centro de um deles?    Temos aqui uma aplicação do teorema dos eixos pa. cada um de kg de massa e (b) Colocando o referencial de energia potencial nula no raio de on1 No m. Qual o momen. temos  to de inércia desse corpo em volta do eixo A. ponto mais baixo pelo qual passa o centro de massa do 11-44 para formar um corpo rı́gido.  op1B0|4 kg ˜ m N Dois discos delgados. O momento de inércia do conjunto escrevemos como Resolvendo para a velocidade angular.cilindro.

if.ufrgs.br/ jgallas Página 9 de 9 .W<  ¥ f020(1 N(N rad/s 1 http://www.

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