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os prescindir) da doenga, até para © rtude, ese. a nossa avidez de conhe- oconhecimento nao necessitaria tanto da alma dasadia; em suma, se a exclusiva yontade de sau- uma covardia e talvez um qué de «> de saber se poder de nossa ¥1 “i doente quanto de nao seria um preconcelto, | refinado barbarismo € retrocesso. 121. A vida nao € argumento. — Ajustamos para nés um mundo em que podemos viver — supondo corpos, linhas, su- perficies, causas € efeitos, movimento e€ repouso, forma e con- teado: sem esses artigos de fé, ninguém suportaria hoje viver! Mas isto nao significa que eles estejam provados. A vida nao 5 argumento; entre as condigGes para a vida poderia estar © erro. a 122. O ceticismo moral no cristianismo. — Também 0 cris- _ tianismo deu uma grande contribuigao ao Iluminismo: ele en- ae de forma penetrante e eficaz o ceticismo moral: acusan- - nee mas com infatigavel paciéncia e sutileza; ele ea i ou em cada ser humano a crenga em suas “virtudes”: fez Pe ne ete para sempre 0s grandes modelos de virtude, que - sie oa a hea — aqueles homens ; ea = ea dade de um heréi ae —— Ouand ee ea : nessa escola crista do ceticismo, as obras morais dos antigo: as de Séneca e Epi : piteto, exemplo, experimentamos | wie superioridade oaernChiensiae weal mn MO se Ouvissemos uma Crianga | ‘ 5: 10, OU uMa jovem €& i fs \ foucauld: vemos mais