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SERVI«O P⁄BLICO FEDERAL MINIST…RIO DA EDUCA« O UNIVERSIDADE FEDERAL DO PIAUÕ CONCURSO P⁄BLICO EDITAL N

SERVI«O P⁄BLICO FEDERAL MINIST…RIO DA EDUCA« O UNIVERSIDADE FEDERAL DO PIAUÕ

CONCURSO P⁄BLICO

EDITAL N 11/2017 ñ UFPI

DO PIAUÕ CONCURSO P⁄BLICO EDITAL N 11/2017 ñ UFPI UNIVERSIDADE FEDERAL DO PIAUÕ-UFPI COORDENADORIA PERMANENTE

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PIAUÕ-UFPI COORDENADORIA PERMANENTE DE SELE« O ñ COPESE CAMPUS UNIVERSIT£RIO MINISTRO PETR‘NIO PORTELLA BAIRRO ININGA - TERESINA-PIAUÕ FONES: (86)3215-5656/3215-5556 www.ufpi.br/copese/ copese@ufpi.edu.br

www.pciconcursos.com.br

SERVI«O P⁄BLICO FEDERAL MINIST…RIO DA EDUCA« O UNIVERSIDADE FEDERAL DO PIAUÕ

CONCURSO P⁄BLICO EDITAL N 11/2017 ñ UFPI

O Reitor da Universidade Federal do PiauÌ, no uso de suas atribuiÁıes legais, e considerando o que determina o Decreto n 6.944, de 21/08/2009, e suas alteraÁıes, o Decreto n 7.232, de 19/07/2010, e suas alteraÁıes, torna p˙blica a abertura de inscriÁıes para o Concurso P˙blico de Provas e Provas e TÌtulos, destinado a selecionar candidatos para provimento de 26 (vinte e seis) vagas para os cargos nas categorias funcionais de TÈcnico-Administrativos em EducaÁ„o - Lei n 11.091/2005- PCCTAE, de 12/01/2005, publicada no Di·rio Oficial da Uni„o, de 13/01/2005, levando-se em conta a ResoluÁ„o CNRMS n 2/2012 (para o cargo de MÈdico-Veterin·rio/Cirurgia de c„es e gatos), e de acordo com a Lei n 8.112, de 11 de dezembro de 1990, publicada no Di·rio Oficial da Uni„o, de 12/12/1990, observadas as disposiÁıes legais aplic·veis ‡ espÈcie e as normas contidas neste Edital.

1 DAS DISPOSI«’ES PRELIMINARES

1.1 O concurso p˙blico ser· executado pela Coordenadoria Permanente de SeleÁ„o ñ COPESE, vinculada ‡ Reitoria da Universidade Federal do PiauÌ ñ UFPI.

1.2 NÌvel de classificaÁ„o/CapacitaÁ„o/Padr„o de vencimento, Vencimento B·sico, CÛdigo, Cargo, Requisito/Escolaridade, LotaÁ„o, Taxa de InscriÁ„o e Vagas est„o estabelecidos a seguir:

1.2.1 NÕVEL DE CLASSIFICA« O/CAPACITA« O/PADR O DE VENCIMENTO: E-I-1; VENCIMENTO B£SICO: R$ 8.361,32 (MÈdico-Veterin·rio/Cirurgia de C„es e Gatos, MÈdico-Veterin·rio/com Ínfase em BiotÈrio); VENCIMENTO B£SICO: R$ 4.180,66 (MÈdico Obstetra; Analista de Tecnologia da InformaÁ„o)

C”D

     
 

Analista de

Curso Superior em CiÍncia da ComputaÁ„o, Engenharia da

Campus Ministro PetrÙnio Portella ñ Teresina(PI)/N˙cleo de Tecnologia da InformaÁ„o (NTI)

Tecnologia da

01

InformaÁ„o

 

(Desenvolvimento

de Sistemas)

02

MÈdico Obstetra

Curso Superior em Medicina e Registro Regular no Conselho

Campus Ministro PetrÙnio Portella ñ Teresina (PI)

 

MÈdico-Veterin·rio

Curso Superior em Medicina Veterin·ria, com residÍncia em Medicina Veterin·ria completa (R1 e R2) na ·rea de ClÌnica Cir˙rgica de

 

03

/

Campus Professora Cinobelina Elvas ñ Bom Jesus (PI)

 

MÈdico-Veterin·rio

Curso Superior em Medicina

Campus Senador HelvÌdio Nunes de Barros ñ Picos (PI)

04

com Ínfase em BiotÈrio

/

CARGO

REQUISITO/

ESCOLARIDADE

LOTA« O

VAGAS

TAXA

(R$)

AC

CN

PCD

(3)

TOTAL

(1)

(2)

 

02

- 02

-

100,00

 

02

- 02

-

01 01 - 01 - - 01 -

01

01

- 01

-

- 01

-

200,00

200,00 Cirurgia de c„es e gatos ComputaÁ„o ou Sistemas de InformaÁ„o, ou outro Curso Superior de
200,00 Cirurgia de c„es e gatos ComputaÁ„o ou Sistemas de InformaÁ„o, ou outro Curso Superior de
200,00 Cirurgia de c„es e gatos ComputaÁ„o ou Sistemas de InformaÁ„o, ou outro Curso Superior de
200,00 Cirurgia de c„es e gatos ComputaÁ„o ou Sistemas de InformaÁ„o, ou outro Curso Superior de

Cirurgia de c„es e gatos

ComputaÁ„o ou Sistemas de

InformaÁ„o, ou outro Curso Superior de Bacharelado ou Tecnologia na £rea de Inform·tica

Competente + TÌtulo de Especialista na £rea Reconhecido pela AssociaÁ„o ou Entidade oficial

C„es e Gatos ou ResidÍncia em £rea Profissional da Sa˙de: ClÌnica Cir˙rgica de C„es e Gatos ou ClÌnica MÈdica e Cir˙rgica de C„es e Gatos e registro profissional no CRMV

Veterin·ria e registro profissional no CRMV

MÈdica e Cir˙rgica de C„es e Gatos e registro profissional no CRMV Veterin·ria e registro profissional

1.2.2 CARGOS DE NÕVEL DE CLASSIFICA« O/CAPACITA« O/PADR O DE VENCIMENTO: D-I-1; VENCIMENTO B£SICO: R$ 2.446,96

C”D
C”D

C”D

CARGO

VAGAS

REQUISITO/

ESCOLARIDADE

LOTA« O

TAXA

(R$)

AC

CN

PCD

TOTAL

(1)

(2)

(3)

(R$) AC CN PCD TOTAL (1) (2) (3) AdministraÁ„o AdministraÁ„o TÈcnico de
(R$) AC CN PCD TOTAL (1) (2) (3) AdministraÁ„o AdministraÁ„o TÈcnico de
(R$) AC CN PCD TOTAL (1) (2) (3) AdministraÁ„o AdministraÁ„o TÈcnico de
(R$) AC CN PCD TOTAL (1) (2) (3) AdministraÁ„o AdministraÁ„o TÈcnico de
(R$) AC CN PCD TOTAL (1) (2) (3) AdministraÁ„o AdministraÁ„o TÈcnico de
(R$) AC CN PCD TOTAL (1) (2) (3) AdministraÁ„o AdministraÁ„o TÈcnico de
(R$) AC CN PCD TOTAL (1) (2) (3) AdministraÁ„o AdministraÁ„o TÈcnico de
(R$) AC CN PCD TOTAL (1) (2) (3) AdministraÁ„o AdministraÁ„o TÈcnico de

AdministraÁ„o

AdministraÁ„o

TÈcnico de

An·lises ClÌnicas

Ensino mÈdio profissionalizante ou

ensino mÈdio completo

Ensino mÈdio profissionalizante ou

ensino mÈdio completo

Ensino mÈdio profissionalizante na

·rea ou ensino mÈdio completo + Curso TÈcnico na ·rea

Campus Professora Cinobelina Elvas ñ Bom Jesus (PI)

Campus Ministro PetrÙnio Portella ñ Teresina (PI)

Campus Professora Cinobelina Elvas ñ Bom Jesus (PI)

TÈcnico de

Ensino mÈdio profissionalizante na

Campus Ministro

An·lises ClÌnicas

·rea ou ensino mÈdio completo + Curso TÈcnico na ·rea

PetrÙnio Portella ñ Teresina (PI)

Eletromec‚nica

M˙sica/Violino

M˙sica/Violoncelo

M˙sica/Viola

Curso mÈdio profissionalizante ou

ensino mÈdio Completo + Curso TÈcnico na ·rea

Ensino mÈdio profissionalizante em

m˙sica e/ou ensino mÈdio completo

Ensino mÈdio profissionalizante em

m˙sica e/ou ensino mÈdio completo

Ensino mÈdio profissionalizante em

m˙sica e/ou ensino mÈdio completo

Campus Ministro PetrÙnio Portella ñ Teresina (PI)

Campus Ministro PetrÙnio Portella ñ Teresina (PI)

Campus Ministro PetrÙnio Portella ñ Teresina (PI)

Campus Ministro PetrÙnio Portella ñ Teresina (PI)

 

02

-

-

02

07

02

01

10

01

-

-

01

01

-

-

01

80,00

01

-

-

01

01

-

-

01

01

-

-

01

01

-

-

01

05 Assistente em

06 Assistente em

07 LaboratÛrio /

08 LaboratÛrio /

09 TÈcnico em

10 TÈcnico em

11 TÈcnico em

12 TÈcnico em

www.pciconcursos.com.br

C”D

     

13

TÈcnico em

Ensino mÈdio profissionalizante em

Campus Ministro PetrÙnio Portella ñ Teresina (PI)

M˙sica/Contrabaixo

m˙sica e/ou ensino mÈdio completo

   

Ensino mÈdio + ProficiÍncia em

 

Tradutor e

14

IntÈrprete da LÌngua

Brasileira de Sinais (LIBRAS)

Libras por meio do exame PROLIBRAS ou cursos de formaÁ„o

para Tradutor e IntÈrprete de Libras previstos no art. 18, cap. V, do Decreto n 5.626/05, e/ou art. 4 da Lei n 12.319/10

Campus AmÌlcar Ferreira Sobral ñ Floriano (PI)

CARGO

REQUISITO/

ESCOLARIDADE

LOTA« O

TAXA

(R$)

VAGAS

01 - - 01 01 - - 01

01

-

- 01

01

-

- 01

AC (1) PCD CN (2) (3) TOTAL
AC (1) PCD CN (2) (3) TOTAL
AC (1) PCD CN (2) (3) TOTAL
AC (1) PCD CN (2) (3) TOTAL
AC (1) PCD CN (2) (3) TOTAL

AC

(1)

PCD

CN

(2)

(3)

TOTAL

AC (1) PCD CN (2) (3) TOTAL
AC (1) PCD CN (2) (3) TOTAL
AC (1) PCD CN (2) (3) TOTAL

(1)

AC - Vagas para candidatos da Ampla ConcorrÍncia.

(2)

CN - Vagas especÌficas para candidatos autodeclarados negros (Lei n 12.990/2014, de 09 de junho de 2014).

(3)

PCD - Vagas reservadas para Pessoas com DeficiÍncia (Decreto n 3.298, de 20/12/1999).

1.3 A Jornada de trabalho È de 40 (quarenta) horas semanais para todos os cargos, exceto para o cargo de MÈdico Obstetra, cuja carga hor·ria È de 20 horas semanais.

1.4 O valor do vencimento b·sico informado para todos os cargos È referente ao mÍs de maio/2017.

1.5 O servidor far· jus ao AuxÌlio AlimentaÁ„o e demais vantagens previstas na legislaÁ„o.

1.6 Os cursos indicados no requisito/escolaridade devem ser reconhecidos pelo MEC.

1.7 Os documentos comprobatÛrios referentes ao requisito/escolaridade ser„o exigidos somente para investidura no cargo, exceto para a prova pr·tica para o cargo MÈdico-Veterin·rio/Cirurgia de c„es e gatos e para a an·lise de tÌtulos de candidatos aos cargos de MÈdico-Veterin·rio/Cirurgia de c„es e gatos, MÈdico-Veterin·rio/com Ínfase em BiotÈrio, MÈdico Obstetra e Analista de Tecnologia da InformaÁ„o.

1.7.1 Os candidatos ‡ vaga do cargo de MÈdico-Veterin·rio/Cirurgia de c„es e gatos aprovados na prova objetiva e classificados para a prova pr·tica dever„o apresentar a carteira de registro profissional no Conselho Regional de Medicina Veterin·ria (CRMV) antes do inÌcio da prova pr·tica, sem prejuÌzo da exigÍncia de comprovar esse requisito por ocasi„o da posse.

1.7.2 Para os candidatos habilitados ‡ entrega dos tÌtulos (MÈdico-Veterin·rio/Cirurgia de c„es e gatos, MÈdico- Veterin·rio/com Ínfase em BiotÈrio, MÈdico Obstetra e Analista de Tecnologia da InformaÁ„o), os documentos comprobatÛrios da formaÁ„o acadÍmica e outros documentos exigidos dever„o ser apresentados na data prevista para entrega de tÌtulos, mantendo-se a exigÍncia da comprovaÁ„o dos documentos por ocasi„o da posse.

2 DAS INSCRI«’ES

2.1 A solicitaÁ„o de inscriÁ„o ser· efetuada exclusivamente via internet, no endereÁo eletrÙnico www.ufpi.br/copese, a partir das 09 horas do dia 24/05/2017 atÈ ‡s 23h59min do dia 22/06/2017, observado o hor·rio local.

2.2 O candidato dever· preencher todos os campos do formul·rio eletrÙnico, imprimir seu pedido de inscriÁ„o e o boleto para pagamento da taxa de inscriÁ„o, que dever· ser feito atravÈs de GRU (Guia de Recolhimento da Uni„o). O pagamento dever· ser efetivado atÈ o dia 23/06/2017, em qualquer agÍncia banc·ria ou em seus correspondentes.

2.2.1 O boleto da GRU para o pagamento da taxa de inscriÁ„o neste concurso p˙blico deve ser gerado exclusivamente no endereÁo eletrÙnico www.ufpi.br/copese.

2.2.2 N„o ter· validade para fins de inscriÁ„o neste concurso p˙blico, o boleto da GRU que, embora quitado dentro do prazo, estiver com o cÛdigo alterado e cujo pagamento n„o for confirmado pelo agente financeiro para o banco de dados da COPESE.

2.2.3 O comprovante de agendamento ou programaÁ„o de pagamento n„o tem validade para comprovar o

pagamento da taxa de inscriÁ„o neste concurso p˙blico.

2.3 Os pedidos de inscriÁ„o somente ser„o acatados e ter„o validade apÛs a comprovaÁ„o do pagamento da taxa de inscriÁ„o, dentro do prazo estabelecido no item 2.2 deste Edital.

2.4 A COPESE/UFPI n„o se responsabilizar· por pedido de inscriÁ„o n„o recebido por motivo de ordem tÈcnica dos computadores, falhas de comunicaÁ„o, congestionamento das linhas de comunicaÁ„o, bem como outros fatores que impossibilitem a transferÍncia de dados.

2.5 O valor referente ao pagamento da taxa de inscriÁ„o n„o ser· devolvido em hipÛtese alguma, salvo em caso de cancelamento do certame por conveniÍncia da AdministraÁ„o Superior da UFPI.

2.6 … vedada a transferÍncia do valor pago a tÌtulo de taxa para terceiros ou para outros certames.

2.7 N„o ser· aceita inscriÁ„o por via postal, fax, condicional e/ou extempor‚nea, ou por qualquer outra via n„o especificada neste Edital.

2.8 Efetivada a inscriÁ„o, n„o ser· permitida, em nenhuma hipÛtese, a alteraÁ„o de dados pelo candidato.

2.9 As informaÁıes registradas no pedido de inscriÁ„o ser„o de inteira responsabilidade do candidato, dispondo a COPESE/UFPI do direito de excluir deste concurso p˙blico aquele que n„o preencher o formul·rio de forma completa e correta ou se constatar, posteriormente, que as informaÁıes s„o inverÌdicas.

2.10 Ser· desconsiderado o pedido de inscriÁ„o que estiver em desacordo com o estabelecido neste Edital.

2.11 O candidato dever· acessar o sÌtio www.ufpi.br/copese e imprimir o seu cart„o de inscriÁ„o a partir do dia 18/07/2017, conforme consta no Cronograma de ExecuÁ„o ñ Anexo VI deste Edital.

2.12 O comprovante de inscriÁ„o, no qual consta o n˙mero de inscriÁ„o, dever· ser mantido em poder do candidato e apresentado no dia de realizaÁ„o da prova.

3 DA ISEN« O DA TAXA DE INSCRI« O

3.1 Os candidatos que atendam ‡s exigÍncias legais estabelecidas no Decreto n 6.135, de 26 de junho de 2007, poder„o solicitar isenÁ„o do pagamento da taxa de inscriÁ„o no perÌodo de 24/05 a 02/06/2017, devendo para tanto, fazer a solicitaÁ„o no formul·rio de pedido de inscriÁ„o, disponÌvel no sÌtio www.ufpi.br/copese, informando o N˙mero de IdentificaÁ„o Social ñ NIS, atribuÌdo pelo Cad⁄nico do Governo Federal, desde que, cumulativamente, se enquadrem nas condiÁıes a seguir especificadas:

www.pciconcursos.com.br

a) candidato inscrito no Cadastro ⁄nico para programas Sociais do Governo Federal ñ Cad⁄nico, de que trata o Decreto n 6.135, de 26 de junho de 2007; e

b) for membro de famÌlia de baixa renda, nos termos do Decreto n 6.135, de 26 de junho de 2007, ou seja, aquela com renda per capita(por pessoa) de atÈ meio sal·rio mÌnimo ou que possua renda familiar mensal de atÈ trÍs sal·rios mÌnimos.

3.2 A COPESE/UFPI consultar· o Ûrg„o gestor do Cad⁄nico para verificar a veracidade das informaÁıes prestadas pelo candidato.

3.2.1 A declaraÁ„o falsa sujeitar· o candidato ‡s sanÁıes previstas em lei, aplicando-se, ainda, o disposto no

par·grafo ˙nico, do art. 10, do Decreto n 83.936, de 06 de setembro de 1979.

3.3 A relaÁ„o dos candidatos com pedidos de isenÁ„o da taxa de inscriÁ„o deferidos ser· disponibilizada na internet, no endereÁo eletrÙnico www.ufpi.br/copese, atÈ o dia 06/06/2017.

3.3.1 A concess„o da isenÁ„o do pagamento da inscriÁ„o n„o significa inscriÁ„o autom·tica neste concurso p˙blico,

devendo o candidato isento requerer a sua inscriÁ„o na forma do item 2.1 deste Edital.

3.4 Os candidatos com pedidos de isenÁ„o da taxa de inscriÁ„o indeferidos poder„o interpor recurso mediante o preenchimento de formul·rio disponÌvel na p·gina eletrÙnica www.ufpi.br/copese atÈ o dia 07/06/2017, conforme consta no Cronograma de ExecuÁ„o do Concurso ñ Anexo VI deste Edital.

3.5 Os candidatos que tiverem o seu pedido de isenÁ„o do pagamento da taxa de inscriÁ„o indeferido dever„o efetivar sua inscriÁ„o neste concurso p˙blico de acordo com o item 2.2 e seus subitens deste Edital.

4 DA RESERVA DE VAGAS AOS CANDIDATOS NEGROS

4.1 Conforme previsto na Lei n 12.990/2014, ser„o reservados 20% (vinte por cento) das vagas para o cargo Assistente em AdministraÁ„o ñ CÛd.06 (Campus Ministro PetrÙnio Portella ñ Teresina-PI) informado no subitem 1.2.2 deste Edital, durante a validade deste concurso p˙blico, aos candidatos que se autodeclararem pretos ou pardos.

4.1.1 A reserva de vagas aos negros ser· aplicada quando o n˙mero de vagas oferecidas para o cargo ou emprego deste concurso p˙blico for igual ou superior a 3 (trÍs).

4.1.2 Nos casos em que a aplicaÁ„o do percentual resultar em n˙mero fracionado, este ser· aumentado para o primeiro n˙mero inteiro subsequente, em caso de fraÁ„o igual ou maior que 0,5 (cinco dÈcimos); ou diminuÌdo

para n˙mero inteiro imediatamente inferior, em caso de fraÁ„o menor que 0,5 (cinco dÈcimos).

4.2 Para concorrer ‡s vagas reservadas a candidatos negros, o candidato dever·, no momento do preenchimento do Formul·rio de SolicitaÁ„o de InscriÁ„o neste concurso p˙blico, se autodeclarar preto ou pardo, conforme quesito cor ou raÁa utilizado pela FundaÁ„o Instituto Brasileiro de Geografia e EstatÌstica ñ IBGE.

4.2.1 … de exclusiva responsabilidade do candidato a opÁ„o e o preenchimento do Formul·rio de SolicitaÁ„o de InscriÁ„o para concorrer ‡s vagas reservadas aos negros.

4.2.2 A autodeclaraÁ„o È facultativa, ficando o candidato submetido ‡s regras gerais estabelecidas caso n„o opte pela reserva de vagas aos negros.

4.3 A relaÁ„o dos candidatos ‡s vagas reservadas aos candidatos negros ser· divulgada no endereÁo eletrÙnico:

www.ufpi.br/copese no dia 30/06/2017.

4.4 Os candidatos negros que tiverem a sua solicitaÁ„o de inscriÁ„o ‡ reserva de vaga deferida concorrer„o concomitantemente ‡s vagas reservadas e ‡s vagas destinadas ‡ ampla concorrÍncia, de acordo com a sua classificaÁ„o neste concurso p˙blico.

4.4.1 Os candidatos negros aprovados dentro do n˙mero de vagas oferecido para a ampla concorrÍncia n„o ser„o computados para efeito de preenchimento das vagas reservadas.

4.4.2 Em caso de desistÍncia de candidato negro aprovado em vaga reservada, a vaga ser· preenchida pelo candidato negro posteriormente classificado.

4.4.3 N„o havendo candidatos aprovados para as vagas reservadas aos negros, estas ser„o preenchidas pelos

candidatos da ampla concorrÍncia, com estrita observ‚ncia da ordem de classificaÁ„o.

4.5 Os candidatos negros participar„o deste concurso p˙blico em igualdade de condiÁıes com os demais candidatos no que se refere ao conte˙do das provas, ‡ avaliaÁ„o e aos critÈrios de aprovaÁ„o, ao hor·rio e ao local de realizaÁ„o da prova.

4.6 O candidato aprovado neste concurso p˙blico pela sistem·tica de reserva de vagas aos negros assinar·, por ocasi„o de sua posse junto ‡ Universidade Federal do PiauÌ, AutodeclaraÁ„o de CondiÁ„o de Negro ou Pardo conforme modelo

apresentado no Anexo V deste Edital, ratificando a condiÁ„o de pessoa negra ou parda autodeclarada no ato da inscriÁ„o e dando ciÍncia do par·grafo ˙nico, do art. 2 , da lei n 12.990, de 9 de junho de 2014.

4.7 Na hipÛtese de declaraÁ„o falsa sobre a sua condiÁ„o de pessoa negra ou parda, o candidato ser· eliminado deste concurso p˙blico e se houver sido nomeado, ficar· sujeito ‡ anulaÁ„o da sua admiss„o ao serviÁo ou emprego p˙blico, apÛs procedimento administrativo em que sejam assegurados o contraditÛrio e a ampla defesa, sem prejuÌzo de outras sanÁıes cabÌveis.

5 DOS CANDIDATOS COM DEFICI NCIA

5.1 Em cumprimento ao Decreto n 3.298, de 20/12/1999, ser„o reservadas ‡s pessoas com deficiÍncia (PCD), em caso de aprovaÁ„o, 5% (cinco por cento) do total de vagas para o cargo Assistente em AdministraÁ„o ñ CÛd.06 (Campus

Ministro PetrÙnio Portella ñ Teresina-PI) de que trata este Edital e das que vierem a surgir durante o prazo de validade do concurso p˙blico, desde que a deficiÍncia de que s„o portadoras seja compatÌvel com as atribuiÁıes do cargo.

5.1.1 Para os demais cargos constantes neste Edital n„o h· reserva de vagas para pessoas com deficiÍncia (PCD) em raz„o do quantitativo de vagas oferecidas ser inferior a 05 (cinco) vagas para cada cargo.

5.1.2 Na falta de candidato aprovado na condiÁ„o de pessoa com deficiÍncia, a vaga ser· preenchida pelos demais

selecionados, com estrita observ‚ncia da ordem classificatÛria.

5.2 Consideram-se pessoas com deficiÍncia aquelas que se enquadram nas categorias discriminadas no art. 4 , do Decreto n 3.298, de 20/12/1999, com alteraÁ„o do Decreto n . 5.296, de 02/12/2004, no ß 1 do artigo 1 da Lei n 12.764, de 27 de dezembro de 2012, e as contempladas pelo enunciado da S˙mula n 377 do Superior Tribunal de JustiÁa (STJ).

5.3 As pessoas com deficiÍncia, resguardadas as condiÁıes especiais previstas no Decreto n 3.298, de 20/12/1999,

particularmente em seu artigo n 40, participar„o deste concurso p˙blico em igualdade de condiÁıes com os demais candidatos, no que se refere ao conte˙do das provas, ‡ avaliaÁ„o e aos critÈrios de aprovaÁ„o, hor·rio, local de aplicaÁ„o das provas e ‡ nota mÌnima exigida para todos os candidatos.

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5.4

Ao inscrever-se neste concurso p˙blico, na condiÁ„o de pessoa com deficiÍncia, o candidato dever· indicar a sua necessidade especial no Formul·rio do Pedido de InscriÁ„o, escolhendo a opÁ„o ìdeficiÍnciaî e indicando o tipo de deficiÍncia em que se enquadra, bem como, entregar, no perÌodo de 24/05 a 22/06/2017, em dias ˙teis, das 08h30min ‡s 11h30min e das 14h30min ‡s 17h30min, pessoalmente, ou por terceiro, ou ainda via SEDEX, ‡ Coordenadoria Permanente de SeleÁ„o ñ COPESE, Campus Universit·rio Ministro PetrÙnio Portella, Bairro Ininga, CEP:

64049-550, TeresinañPI, a seguinte documentaÁ„o:

a) laudo mÈdico (original ou fotocÛpia autenticada em cartÛrio), emitido h·, no m·ximo, 180 (cento e oitenta) dias, considerando-se como limite a data de inscriÁ„o neste concurso p˙blico, atestando a espÈcie e o grau ou nÌvel de deficiÍncia, com expressa referÍncia ao cÛdigo correspondente da ClassificaÁ„o Internacional de DoenÁa ñ CID, bem como a prov·vel causa da deficiÍncia;

b) requerimento, em formul·rio prÛprio, disponibilizado no endereÁo eletrÙnico www.ufpi.br/copese, indicando o tipo de deficiÍncia, e solicitando atendimento ou prova especial, se for o caso, com a devida solicitaÁ„o do acompanhamento para realizar a prova com IntÈrprete de Libras (para candidatos surdos), ledor ou a confecÁ„o da prova ampliada (para cegos ou amblÌopes), e de tempo adicional de 01 (uma) hora para a realizaÁ„o da prova, com justificativa acompanhada de parecer emitido por especialista na ·rea de deficiÍncia, para o candidato cuja deficiÍncia comprovadamente assim o exigir.

5.4.1 O candidato com deficiÍncia que n„o necessitar de atendimento especial dever·, tambÈm, informar essa situaÁ„o no requerimento de que trata o item 5.4, alÌnea ìbî, deste Edital.

5.4.2 O atendimento ‡s condiÁıes solicitadas ficar· sujeito ‡ an·lise de viabilidade e razoabilidade do pedido, bem como ‡s possibilidades de atendimento compatÌvel, dentro das condiÁıes da UFPI/COPESE.

5.4.3 O n„o cumprimento do item 5.4, alÌneas ìaî e ìbî deste Edital, desobrigar· a organizaÁ„o deste concurso p˙blico da confecÁ„o de prova ampliada para cegos ou amblÌopes, da disponibilizaÁ„o de IntÈrprete de Libras, de ledor e da concess„o de tempo adicional.

5.4.4 As solicitaÁıes apÛs o prazo estabelecido no item 5.4 deste Edital ser„o indeferidas.

5.4.5 O laudo mÈdico apresentado ter· validade somente para este concurso p˙blico e n„o ser· devolvido ao

candidato.

5.5 O candidato com deficiÍncia que, no Formul·rio do Pedido de InscriÁ„o, n„o declarar esta condiÁ„o e n„o entregar a

documentaÁ„o do item 5.4 deste Edital, n„o poder· impetrar recurso administrativo em favor de sua situaÁ„o.

5.6 A deficiÍncia do candidato, admitida a correÁ„o por equipamentos, adaptaÁıes, meios ou recursos especiais, deve permitir o desempenho das atribuiÁıes do cargo.

5.6.1 O candidato com deficiÍncia dever· se submeter a todas as etapas do presente concurso p˙blico e possuir todas as condiÁıes fÌsicas necess·rias ao exercÌcio do cargo, visto que, as atribuiÁıes do cargo n„o ser„o modificadas para se adaptar ao candidato com deficiÍncia.

5.7 O candidato que se inscrever como pessoa com deficiÍncia, caso classificado, dever· submeter-se a exame para emiss„o de laudo conclusivo sobre sua aptid„o ou n„o para o exercÌcio do cargo.

5.7.1 O candidato que for julgado pela junta mÈdica oficial como INAPTO para o exercÌcio do cargo, em raz„o da

incompatibilidade da deficiÍncia com o exercÌcio das atividades do cargo, ser· desclassificado deste concurso p˙blico.

5.8 A UFPI designar· Comiss„o Multiprofissional de que trata o art. 43, do Decreto n 3.298, de 20/12/1999, para fins de avaliar a compatibilidade entre as atribuiÁıes do cargo e a deficiÍncia do candidato durante o est·gio probatÛrio.

5.9 ApÛs a investidura do candidato no cargo, a deficiÍncia n„o poder· ser arguida para justificar a concess„o de aposentadoria.

6 DO ATENDIMENTO ESPECÕFICO A OBESO, GESTANTE OU LACTANTE E PELO NOME SOCIAL

6.1 O candidato obeso ou a candidata gestante poder· solicitar ‡ COPESE/UFPI atÈ 5 (cinco) dias ˙teis antes da realizaÁ„o da prova deste concurso p˙blico, por meio da p·gina eletrÙnica www.ufpi.br/copese, cadeira com mais espaÁo ou mesa e cadeira separadas.

6.2 A candidata lactante que tiver necessidade de amamentar durante a realizaÁ„o da prova poder· fazÍ-lo, devendo, para tanto, encaminhar ‡ COPESE/UFPI solicitaÁ„o disponÌvel na p·gina eletrÙnica www.ufpi.br/copese atÈ 5 (cinco) dias ˙teis antes da realizaÁ„o da prova deste concurso p˙blico, com qualificaÁ„o completa da candidata, nome e data de nascimento da(s) crianÁa(s) e os dados do(a) acompanhante adulto(a) (nome, data de nascimento, n˙mero e Ûrg„o expedidor da cÈdula de identidade, n˙mero do CPF), que dever· comparecer ao local de realizaÁ„o da prova, ficar em sala reservada para essa finalidade e responsabilizar-se pelos cuidados e guarda da(s) crianÁa(s).

6.2.1 Em caso de atendimento da solicitaÁ„o, a COPESE/UFPI providenciar· sala especÌfica para a(s) crianÁa(s) e o(a) acompanhante localizada o mais prÛximo possÌvel da sala de realizaÁ„o da prova.

6.2.2 A COPESE/UFPI n„o se responsabilizar· pelos cuidados e guarda da(s) crianÁa(s) durante a realizaÁ„o da

prova.

6.3 No momento da amamentaÁ„o, a candidata dever· ser acompanhada por uma fiscal cadastrada pela COPESE/UFPI.

6.4 N„o haver· compensaÁ„o do tempo utilizado para amamentaÁ„o e outros cuidados maternais no tempo de duraÁ„o da prova.

6.5 N„o ser· permitida a presenÁa da(s) crianÁa(s) e nem do(a) acompanhante na sala de realizaÁ„o da prova.

6.6 A candidata lactante que estiver com a(s) crianÁa(s) no momento de realizaÁ„o da prova e n„o levar acompanhante para cuidar da(s) crianÁa(s) n„o far· a prova.

6.7 Com base no Decreto n 8.727, de 28 de abril de 2016, o candidato travesti ou transexual que apÛs realizar a sua

inscriÁ„o neste processo seletivo desejar atendimento pelo NOME SOCIAL (designaÁ„o pela qual a pessoa travesti ou transexual se identifica e È socialmente reconhecida, em conson‚ncia com a sua identidade de gÍnero) poder· solicit·-lo na p·gina eletrÙnica www.ufpi.br/copese, por meio de formul·rio disponÌvel, que dever· ser impresso, preenchido com a justificativa da condiÁ„o que motiva a solicitaÁ„o, devidamente assinado e enviado pelo e-mail copese@ufpi.edu.br, atÈ o dia 17/07/2017.

6.7.1 N„o ser„o aceitas outras formas de solicitaÁ„o para atendimento especÌfico pelo NOME SOCIAL, tais como:

via postal, telefone, fax e redes sociais.

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7

DAS FASES DO CONCURSO

7.1 Este concurso p˙blico compreender· as seguintes fases:

a) Prova Escrita Objetiva para todos os cargos;

b) Prova Pr·tica para os cargos de MÈdico-Veterin·rio/Cirurgia de c„es e gatos, TÈcnico em M˙sica/Violino, TÈcnico

em M˙sica/Violoncelo, TÈcnico em M˙sica/Viola, TÈcnico em M˙sica/Contrabaixo e de Tradutor e IntÈrprete da LÌngua Brasileira de Sinais (LIBRAS);

c) An·lise de TÌtulos para os cargos de NÌvel Superior (Analista de Tecnologia da InformaÁ„o; MÈdico Obstetra,

MÈdico-Veterin·rio/Cirurgia de c„es e gatos e MÈdico-Veterin·rio/com Ínfase em BiotÈrio).

7.2 A prova escrita objetiva ser· de car·ter eliminatÛrio e classificatÛrio e constar· de 50 (cinquenta) questıes teÛricas, compreendendo 20 (vinte) questıes de Conhecimentos Gerais, sendo 10 (dez) questıes de LÌngua Portuguesa e 10 (dez) questıes de LegislaÁ„o do Regime JurÌdico ⁄nico (RJU), para todos os cargos, e 30 (trinta) questıes de Conhecimentos EspecÌficos de cada cargo.

7.2.1

Cada quest„o valer· 2,0 (dois) pontos, totalizando 100 (cem) pontos no valor da prova.

7.2.2

As

questıes da prova escrita objetiva de conhecimentos gerais e especÌficos ter„o 05 (cinco) alternativas de

respostas, do tipo m˙ltipla escolha, com uma ˙nica resposta correta. As provas ter„o duraÁ„o de 04 (quatro) horas, j· incluÌdo o tempo destinado ao preenchimento do cart„o-resposta.

7.2.3

Os

conte˙dos program·ticos da prova escrita objetiva constam no Anexo II deste Edital.

7.3 A prova pr·tica para o cargo de MÈdico-Veterin·rio/Cirurgia de c„es e gatos ser· de car·ter eliminatÛrio e classificatÛrio, valer· no m·ximo 100 (cem) pontos, sendo este valor multiplicado pelo peso 2, conforme procedimentos e critÈrios especificados na seÁ„o 10 deste Edital.

7.4 A prova pr·tica para os cargos de TÈcnico em M˙sica/Violino, TÈcnico em M˙sica/Violoncelo, TÈcnico em M˙sica/Viola e TÈcnico em M˙sica/Contrabaixo ser· de car·ter eliminatÛrio e classificatÛrio, valer· no m·ximo 100 (cem) pontos, resultante da mÈdia ponderada obtida pela nota da Etapa 1 multiplicada pelo peso 1 e nota da

Etapa 2 multiplicada pelo peso 2, conforme procedimentos e critÈrios especificados na seÁ„o 11 deste Edital.

7.5 A prova pr·tica para o cargo de Tradutor e IntÈrprete da LÌngua Brasileira de Sinais (LIBRAS) ser· de car·ter eliminatÛrio e classificatÛrio, valer· no m·ximo 100 (cem) pontos, conforme procedimentos e critÈrios especificados na seÁ„o 12 deste Edital.

7.6 A An·lise de TÌtulos para os cargos de NÌvel Superior (Analista de Tecnologia da InformaÁ„o; MÈdico Obstetra, MÈdico-Veterin·rio/Cirurgia de c„es e gatos e MÈdico-Veterin·rio/com Ínfase em BiotÈrio) ser· de car·ter apenas classificatÛrio e consistir· da entrega, pelo candidato ou seu procurador, dos componentes curriculares especificados na Tabela para PontuaÁ„o de TÌtulos - Anexo III deste Edital e na an·lise e pontuaÁ„o dos documentos comprobatÛrios pela Banca Examinadora.

7.6.1 A an·lise de tÌtulos valer·, no m·ximo, 20 (vinte) pontos, conforme Tabela para PontuaÁ„o de TÌtulos - Anexo

III

deste Edital.

7.6.2 procedimentos para an·lise dos tÌtulos apresentados pelo candidato est„o explicitados na seÁ„o 13 deste

Os

Edital.

7.7 A denominaÁ„o do cargo, a ·rea de conhecimento, o total de questıes por ·rea e o valor da prova escrita objetiva de conhecimentos gerais e especÌficos, da prova pr·tica e da an·lise dos tÌtulos est„o discriminados no quadro a seguir:

PROVA ESCRITA OBJETIVA

TOTAL DE

PONTOS

£REA DE CONHECIMENTO

Conhecimentos Gerais:

LÌngua Portuguesa

N DE QUEST’ES

10

LegislaÁ„o do Regime JurÌdico ⁄nico (RJU)

Conhecimentos EspecÌficos do Cargo

10

30

100

CARGOS

TODOS OS CARGOS
TODOS OS CARGOS

PROVA PR£TICA

Somente para candidatos aprovados na prova escrita objetiva e que atendam aos limites estabelecidos no item 9.1 deste Edital

MÈdico-Veterin·rio/Cirurgia de c„es e gatos

Tradutor e IntÈrprete da LÌngua Brasileira de Sinais (LIBRAS)

TÈcnico em M˙sica/Violino, TÈcnico em M˙sica/Violoncelo, TÈcnico em M˙sica/Viola, TÈcnico em M˙sica/Contrabaixo

Todos os candidatos aprovados na prova escrita objetiva. A Etapa 2 da prova pr·tica ser· realizada apenas pelos candidatos aprovados na Etapa 1, conforme item 9.2 deste Edital

100

-

100

-

100

AN£LISE DE TÕTULOS

Analista de Tecnologia da InformaÁ„o, MÈdico Obstetra e MÈdico-Veterin·rio com Ínfase em BiotÈrio

MÈdico-Veterin·rio/Cirurgia de c„es e gatos

Somente para os candidatos aprovados na prova escrita objetiva atÈ os limites estabelecidos no item 8.28 deste Edital

Somente para os candidatos aprovados e classificados na prova pr·tica

- 20

- 20

8 DA REALIZA« O DA PROVA ESCRITA OBJETIVA

8.1 A Prova Escrita Objetiva ser· aplicada no dia 23/07/2017, conforme data prevista no Cronograma de ExecuÁ„o do Concurso ñ Anexo VI deste Edital, na cidade de Teresina-PI para os cargos de: Analista de Tecnologia da InformaÁ„o (Desenvolvimento de Sistemas), MÈdico Obstetra, MÈdico-Veterin·rio/com Ínfase em BiotÈrio, Assistente em AdministraÁ„o ñ CÛd.06 (Campus Ministro PetrÙnio Portella ñ Teresina-PI), TÈcnico em Eletromec‚nica, TÈcnico de LaboratÛrio/An·lises ClÌnicas ñ CÛd. 08 (Campus Ministro PetrÙnio Portella ñ TeresinañPI), TÈcnico em M˙sica/Violino, TÈcnico em M˙sica/Violoncelo, TÈcnico em M˙sica/Viola, TÈcnico em M˙sica/Contrabaixo e de Tradutor e IntÈrprete da LÌngua Brasileira de Sinais (LIBRAS); e na cidade de Bom Jesus-PI, no mesmo dia e hor·rio, para os cargos de:

MÈdico-Veterin·rio/Cirurgia de c„es e gatos, TÈcnico de LaboratÛrio/An·lises ClÌnicas ñ CÛd. 07 (Campus Professora

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Cinobelina Elvas ñ Bom Jesus-PI) e Assistente em AdministraÁ„o ñ CÛd.05 (Campus Professora Cinobelina Elvas ñ Bom Jesus-PI).

8.1.1 A prova escrita objetiva ter· 04 (quatro) horas de duraÁ„o, j· incluÌdo o tempo para preenchimento do cart„o- resposta, iniciando-se ‡s 08h00min (oito horas) e encerrando-se ‡s 12h00min (doze horas), observado o hor·rio local.

8.1.2 O cart„o de inscriÁ„o informando o local de aplicaÁ„o da prova objetiva ser· divulgado na internet, na p·gina eletrÙnica www.ufpi.br/copese, a partir do dia 18/07/2017, conforme item 2.11 deste Edital.

8.1.3 S„o de responsabilidade exclusiva do candidato a identificaÁ„o correta de seu local de realizaÁ„o da prova e o

comparecimento no hor·rio determinado.

8.2 O candidato dever· comparecer ao local determinado para a realizaÁ„o da prova com antecedÍncia mÌnima de 01 (uma) hora do hor·rio fixado para o seu inÌcio, munido de:

a) caneta esferogr·fica (tinta preta ou azul-escuro);

b) comprovante de inscriÁ„o;

c) cart„o de inscriÁ„o;

d) documento original de identificaÁ„o informado no pedido de inscriÁ„o.

8.3 Caso o candidato esteja impossibilitado de apresentar, no dia de realizaÁ„o da prova, o documento de identidade original informado por ocasi„o da inscriÁ„o neste concurso p˙blico, por motivo de perda, roubo ou furto, dever· ser apresentado outro documento original com foto e assinatura, que tenha fÈ p˙blica: identidade civil (expedida pelas Secretarias de SeguranÁa P˙blica ou PolÌcia Civil); ou identidade militar (expedida pela PolÌcia Militar, PolÌcia Federal

ou ForÁas Armadas); ou identidade profissional (expedida por Ordens ou Conselhos Profissionais); ou carteira de trabalho e previdÍncia social (CTPS); ou Carteira Nacional de HabilitaÁ„o (com foto e dentro do prazo de validade).

8.3.1 A Carteira Nacional de HabilitaÁ„o ou qualquer outro documento de identificaÁ„o que tenha data de validade n„o ser· aceito se estiver com a data de validade vencida.

8.3.2 Na ocasi„o, o candidato que apresentar documento e identidade diferente do informado na inscriÁ„o ser· submetido ‡ identificaÁ„o especial, compreendendo coleta de dados, de assinaturas e de impress„o digital em formul·rio prÛprio.

8.3.3 A identificaÁ„o especial ser· exigida, tambÈm, do candidato cujo documento de identificaÁ„o apresente d˙vidas relativas ‡ fisionomia e/ou ‡ assinatura do portador.

8.3.4 N„o ser„o aceitos como documentos de identidade: certidıes de nascimento, CPF, tÌtulos eleitorais, carteira de motorista (modelo antigo, sem foto), carteira de estudante, carteiras funcionais sem valor de identidade, nem documentos ilegÌveis, n„o identific·veis e/ou danificados.

8.3.5 N„o ser· aceita cÛpia do documento de identidade, ainda que autenticada, nem protocolo de documento.

8.3.6 N„o ser· aceito boletim de ocorrÍncia sobre perda, roubo ou extravio de documento de identificaÁ„o.

8.4 Para candidato estrangeiro, ser„o considerados documentos de identidade o passaporte e a cÈdula de identidade emitida pelo paÌs de origem.

8.5 Sem o documento original de identidade o candidato n„o far· prova.

8.6 O(s) port„o(ıes) do(s) Centro(s) de AplicaÁ„o de Prova-CAP ser·(„o) aberto(s) com antecedÍncia de 01 (uma) hora do inÌcio previsto para realizaÁ„o da prova. Se estiver chovendo, o hor·rio de entrada dos candidatos poder· ser antecipado, a critÈrio da CoordenaÁ„o do CAP, mediante orientaÁ„o da COPESE/UFPI.

8.7 A entrada dos candidatos na sala de prova sÛ ser· permitida a partir das 7h00min horas, apÛs identificaÁ„o e verificaÁ„o dos dados pelos fiscais credenciados, salvo em caso de motivo de forÁa maior.

8.8 ApÛs ser identificado, nenhum candidato poder· retirar-se da sala de aplicaÁ„o da prova sem autorizaÁ„o e/ou sem acompanhamento da fiscalizaÁ„o.

8.9 N„o ser· admitido ‡ sala de prova o candidato que se apresentar apÛs o hor·rio estabelecido para o inÌcio da prova.

8.10 Se antes do comeÁo da prova escrita objetiva ocorrer falta eventual de energia elÈtrica ou outro evento relevante

no(s) centro(s) de aplicaÁ„o de prova (CAP), o hor·rio do inÌcio da prova poder· ser prorrogado, mediante an·lise da situaÁ„o e decis„o da COPESE. Neste caso, haver· compensaÁ„o do tempo no hor·rio de duraÁ„o da prova.

8.10.1 Se ocorrer eventual falta de energia elÈtrica ou outro evento relevante durante a realizaÁ„o da prova escrita

objetiva, poder· haver compensaÁ„o do tempo no hor·rio de duraÁ„o da prova, se esta for a decis„o tomada pela COPESE de acordo com a avaliaÁ„o do problema.

8.11 O candidato que se retirar do local de prova n„o poder· retornar em hipÛtese alguma.

8.12 … expressamente proibido ao candidato portar no local de aplicaÁ„o da prova telefone celular, ponto eletrÙnico ou quaisquer aparelhos de comunicaÁ„o, de c·lculo e/ou registro ou transmiss„o de dados ou informaÁıes. Durante a

realizaÁ„o da prova objetiva, n„o ser· permitida qualquer espÈcie de consulta ou comunicaÁ„o entre os candidatos, bem como portar armas, usar Ûculos escuros, bonÈ, boina, chapÈu ou similares (ressalvados os casos de expressa recomendaÁ„o mÈdica).

8.12.1 Se o candidato for flagrado pelos fiscais ou organizaÁ„o deste concurso p˙blico portando ou usando qualquer aparelho eletrÙnico ou de comunicaÁ„o n„o permitido, ter· a prova escrita apreendida, mediante lavratura do Termo de Apreens„o de Prova.

8.12.2 Em caso de suspeita de fraude, os aparelhos eletrÙnicos ou de comunicaÁ„o ser„o recolhidos para perÌcia e o

candidato ser· encaminhado para fins de investigaÁ„o policial.

8.12.3 A COPESE n„o se responsabilizar· por perdas ou extravios de objetos ou de equipamentos eletrÙnicos ocorridos durante a realizaÁ„o das provas, nem por danos neles causados.

8.13 Ter· sua prova anulada e ser· automaticamente eliminado deste concurso p˙blico, o candidato que durante a realizaÁ„o da prova:

a) for surpreendido dando e/ou recebendo auxÌlio para a execuÁ„o da prova;

b) utilizar-se de livros, m·quinas de calcular e/ou equipamento similar, dicion·rio, notas e/ou impressos que n„o forem expressamente permitidos e/ou que se comunicar com outro candidato;

c) for surpreendido portando qualquer dos equipamentos ou similar, discriminados no item 8.12 deste Edital;

d) faltar com o devido respeito com qualquer membro da equipe de aplicaÁ„o da prova, com as autoridades presentes e/ou com os candidatos;

e) recusar-se a entregar o caderno de questıes (prova) e o cart„o-resposta ao tÈrmino do tempo destinado para a sua realizaÁ„o;

f) afastar-se da sala, a qualquer tempo, sem o acompanhamento de fiscal e/ou portando cart„o-resposta;

g) perturbar, de qualquer modo, a ordem dos trabalhos, incorrendo em comportamento indevido;

h) utilizar ou tentar utilizar meios fraudulentos ou ilegais para obter aprovaÁ„o prÛpria ou de terceiros, em qualquer fase deste concurso p˙blico;

8.14 N„o haver·, por qualquer motivo, prorrogaÁ„o do tempo previsto para aplicaÁ„o da prova em raz„o de afastamento de candidatos da sala de prova.

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8.15

No dia de realizaÁ„o da prova, n„o ser„o fornecidas por qualquer membro da equipe de aplicaÁ„o da prova e/ou pelas autoridades presentes, informaÁıes referentes ao conte˙do da prova e/ou a critÈrios de avaliaÁ„o/classificaÁ„o.

8.16 O cart„o-resposta ser· entregue ao candidato decorridos 30 (trinta) minutos do inÌcio da realizaÁ„o da prova, mediante assinatura obrigatÛria do candidato no cart„o-resposta e na folha de frequÍncia do candidato.

8.17 Somente ser· permitido ao candidato entregar o seu caderno de questıes (prova) e o cart„o-resposta apÛs 01(uma) hora do inÌcio da realizaÁ„o da prova.

8.17.1 O candidato que, por qualquer motivo, entregar o caderno de questıes (prova) e o cart„o-resposta antes de completar 01 (uma) hora do inÌcio de realizaÁ„o da prova, ser· automaticamente eliminado deste concurso

p˙blico.

8.18 As respostas da prova objetiva devem ser transcritas obrigatoriamente pelo candidato para o cart„o-resposta com caneta esferogr·fica com tinta preta ou azul-escuro, que È o ˙nico documento v·lido para a correÁ„o eletrÙnica atravÈs de leitura digital.

8.19 O preenchimento do cart„o-resposta, conferÍncias de seus dados e assinatura ser„o de responsabilidade exclusiva do candidato, que proceder· de acordo com as instruÁıes nele contidas.

8.19.1 As marcaÁıes que estiverem em desacordo com as instruÁıes contidas no cart„o-resposta ser„o consideradas incorretas. Os prejuÌzos advindos de marcaÁıes feitas incorretamente no cart„o-resposta s„o de inteira responsabilidade do candidato.

8.19.2 N„o ser„o computadas questıes com respostas n„o assinaladas ou que contenham mais de uma marcaÁ„o,

emenda ou rasura.

8.20 N„o ser· permitido que as marcaÁıes no cart„o-resposta sejam feitas por outras pessoas, salvo em caso que o candidato tenha solicitado atendimento especial, conforme item 5.4 deste Edital. Neste caso, se necess·rio, o candidato ser· acompanhado por ledor devidamente treinado, designado pela COPESE.

8.21 Ao encerrar a prova, o candidato entregar·, obrigatoriamente, ao fiscal da sala, o caderno de questıes e o cart„o- resposta, devidamente assinado.

8.22 Em nenhuma hipÛtese, haver· substituiÁ„o do cart„o-resposta por erro do candidato, seja qual for o motivo alegado.

8.23 O n„o comparecimento ao local, na data e hor·rio determinados para realizaÁ„o da prova, por causa de doenÁa, atraso ou qualquer outro motivo, implicar· na eliminaÁ„o autom·tica do candidato deste concurso p˙blico.

8.24 O gabarito preliminar, da prova escrita objetiva, ser· divulgado na data constante no Cronograma de ExecuÁ„o do ConcursoñAnexo VI deste Edital.

8.25 N„o ser· aplicada prova em local, data ou hor·rio diferentes dos predeterminados no Cronograma de ExecuÁ„o do ConcursoñAnexo VI, deste Edital.

8.26 As provas ser„o disponibilizadas no endereÁo eletrÙnico www.ufpi.br/copese na data prevista no Cronograma de ExecuÁ„oñAnexo VI deste edital.

8.27 Qualquer alteraÁ„o no Cronograma de ExecuÁ„o do Concurso ñ Anexo VI deste Edital ser· divulgada na internet, no endereÁo eletrÙnico www.ufpi.br/copese.

8.28 Ser· aprovado na prova escrita objetiva o candidato que obtiver, no mÌnimo, 40% (quarenta por cento) de acerto nas questıes de cada ·rea de conhecimentos gerais: LÌngua Portuguesa e LegislaÁ„o do Regime JurÌdico ⁄nico e, no mÌnimo, 50% (cinquenta por cento) de acerto das questıes de conhecimentos especÌficos de cada cargo, atÈ o limite de: 09 (nove) candidatos para o cargo de Analista de Tecnologia da InformaÁ„o (Desenvolvimento de Sistemas); 09 (nove) candidatos para o cargo de MÈdico Obstetra; 05 (cinco) candidatos para o cargo de MÈdico ñ Veterin·rio/Cirurgia de c„es e gatos; 05 (cinco) candidatos para o cargo de MÈdico ñ Veterin·rio/com Ínfase em BiotÈrio; 09 (nove) candidatos para o cargo de Assistente em AdministraÁ„o ñ CÛd. 05 (Campus Professora Cinobelina Elvas ñ Bom Jesus ñ PI); 38 (trinta e oito) candidatos para o cargo de Assistente em AdministraÁ„o ñ CÛd. 06 (Campus Ministro PetrÙnio Portella - Teresina ñ PI); 05 (cinco) candidatos para o cargo de TÈcnico de LaboratÛrio/An·lises ClÌnicas ñ CÛd. 07 (Campus Professora Cinobelina Elvas - Bom Jesus ñ PI); 05 (cinco) candidatos

para o cargo de TÈcnico de LaboratÛrio/An·lises ClÌnicas ñ CÛd. 08 (Campus Ministro PetrÙnio Portella ñ TeresinañPI); 05 (cinco) candidatos para o cargo de TÈcnico em Eletromec‚nica; e 05 (cinco) candidatos para o cargo de Tradutor e IntÈrprete da LÌngua Brasileira de Sinais (LIBRAS).

8.28.1 Em se considerando a natureza dos cargos e a metodologia a ser adotada na realizaÁ„o da prova pr·tica, todos os candidatos aos cargos de TÈcnico em M˙sica/Violino, TÈcnico em M˙sica/Violoncelo, TÈcnico em M˙sica/Viola

e TÈcnico em M˙sica/Contrabaixo que obtiverem, no mÌnimo, 40% (quarenta por cento) de acerto nas questıes

de cada ·rea de conhecimentos gerais: LÌngua Portuguesa e LegislaÁ„o do Regime JurÌdico ⁄nico e, no mÌnimo, 50% (cinquenta por cento) de acerto das questıes de conhecimentos especÌficos ser„o aprovados na prova

escrita objetiva.

8.28.2 Os candidatos empatados na ˙ltima posiÁ„o no resultado da prova escrita objetiva de cada cargo, conforme os

limites estabelecidos no item 8.28 deste Edital, ser„o tambÈm aprovados e classificados nesta fase do certame.

8.29 O candidato poder· interpor recurso no perÌodo de 25 e 26/07/2017, conforme perÌodo previsto no Cronograma de ExecuÁ„o do Concurso - Anexo VI deste Edital, referente ‡s questıes da prova objetiva, na forma especificada na seÁ„o 14 deste Edital.

8.30 O resultado da prova escrita objetiva ser· divulgado na p·gina eletrÙnica www.ufpi.br/copese no dia 07/08/2017, conforme previsto no Cronograma de ExecuÁ„o do Concurso - Anexo VI deste Edital.

8.31 Os candidatos que n„o atingirem classificaÁ„o suficiente atÈ os limites estabelecidos no item 8.28 deste Edital, ainda que tenham obtido aprovaÁ„o na prova escrita objetiva de conhecimentos gerais e especÌficos, ser„o automaticamente eliminados deste Concurso P˙blico.

9 DA REALIZA« O DA PROVA PR£TICA

9.1 A prova pr·tica para os cargos de MÈdico-Veterin·rio/Cirurgia de c„es e gatos e de Tradutor e IntÈrprete da LÌngua Brasileira de Sinais (LIBRAS), ser· realizada apenas para os 05 (cinco) primeiros candidatos aprovados e classificados na prova escrita objetiva em cada cargo, incluindo os candidatos empatados na 5™ (quinta) posiÁ„o de cada cargo (se houver).

A relaÁ„o dos candidatos que participar„o da Prova Pr·tica ser· divulgada na data prevista no Cronograma de

9.1.1

ExecuÁ„o do Concurso - Anexo VI deste Edital.

9.2 A realizaÁ„o da Etapa 2 da prova pr·tica para os cargos de TÈcnico em M˙sica/Violino, TÈcnico em M˙sica/Violoncelo,

TÈcnico em M˙sica/Viola e TÈcnico em M˙sica/Contrabaixo ser· realizada apenas para os candidatos aprovados na prova escrita objetiva e aprovados na Etapa 1 da prova pr·tica, conforme estabelecido nos itens 11.2 e 11.3 e seus subitens deste Edital.

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9.2.1

Os candidatos que n„o cumprirem a Etapa 1 da prova pr·tica, deixando de gravar a execuÁ„o de uma peÁa de confronto, com o som e a imagem do candidato, tendo a duraÁ„o de 10 (dez) a 20 (minutos) minutos e de encaminhar em mÌdia DVD, pessoalmente ou via SEDEX, para a COPESE, no perÌodo constante no Cronograma de ExecuÁ„o - Anexo VI deste Edital. conforme estabelecido no item 11.2 e seus subitens deste Edital, ser„o eliminados deste concurso p˙blico, mesmo que tenham sido aprovados na prova escrita objetiva.

9.2.2 A relaÁ„o dos candidatos habilitados ‡ realizaÁ„o da Etapa 2 da prova pr·tica para os cargos de TÈcnico em M˙sica/Violino, TÈcnico em M˙sica/Violoncelo, TÈcnico em M˙sica/Viola e TÈcnico em M˙sica/Contrabaixo ser· divulgada na data prevista no Cronograma de ExecuÁ„o do Concurso - Anexo VI deste Edital.

9.3 As Bancas Examinadoras da Prova Pr·tica ser„o designadas pela COPESE e compostas por trÍs membros titulares e um suplente, entre docentes da UFPI e/ou convidados de outras instituiÁıes p˙blicas de ensino.

9.4 N„o poder· compor as Bancas Examinadoras da prova pr·tica:

I. cÙnjuge ou companheiro(a) de candidato(a), mesmo que divorciado(a) ou separado(a) judicialmente;

II. ascendente ou descendente de candidato ou colateral atÈ o terceiro grau, seja o parentesco por

consanguinidade, afinidade ou adoÁ„o; III. sÛcio de candidato em atividade profissional ou coautor de trabalho cientÌfico ou profissional; IV. orientador ou coorientador acadÍmico do candidato em nÌvel de pÛs-graduaÁ„o; membro que se enquadrar em outras situaÁıes de impedimento ou suspeiÁ„o previstas na legislaÁ„o vigente.

V.

9.4.1 Cada membro das Bancas Examinadoras dever· firmar declaraÁ„o escrita de que n„o se enquadra em

nenhuma das condiÁıes de impedimento descritas no item 9.3 deste Edital.

9.5 A prova pr·tica, de car·ter individual, para os cargos de TÈcnico em M˙sica/Violino, TÈcnico em M˙sica/Violoncelo, TÈcnico em M˙sica/Viola, TÈcnico em M˙sica/Contrabaixo e de Tradutor e IntÈrprete da LÌngua Brasileira de Sinais (LIBRAS) ser· realizada na cidade de Teresina-PI, exceto a prova pr·tica/oral para o cargo de MÈdico- Veterin·rio/Cirurgia de c„es e gatos, que ser· realizada no Hospital Veterin·rio Universit·rio do Campus Professora Cinobelina Elvas, na cidade de Bom Jesus-PI.

9.5.1 A COPESE divulgar· a convocaÁ„o/escalonamento para a prova pr·tica em cada cargo, levando-se em conta a ordem crescente do respectivo n˙mero de inscriÁ„o neste concurso p˙blico, informando a data, local e os respectivos hor·rios, na p·gina eletrÙnica www.ufpi.br/copese atÈ o dia 17/08/2017, conforme o Cronograma de ExecuÁ„o do Concurso - Anexo VI deste Edital. 9.5.1.1 A prova pr·tica ser· aplicada ao longo do dia. No entanto, se houver necessidade o perÌodo de realizaÁ„o da prova poder· se estender ao hor·rio noturno.

9.5.2 O candidato que n„o comparecer ‡ prova pr·tica para o respectivo cargo, no dia, hor·rio e local estabelecidos,

ser· eliminado deste concurso p˙blico.

9.6 Os candidatos convocados para a prova pr·tica dever„o comparecer ao local da prova, com no mÌnimo 01(uma) hora

de antecedÍncia, portando os documentos/materiais a seguir especificados, sob pena de ser impedidos de submeter- se ‡ prova pr·tica e, consequentemente, eliminados do concurso p˙blico:

a) documento de identidade original com fotografia;

b) cart„o de inscriÁ„o neste concurso p˙blico;

c) caneta esferogr·fica de tinta azul-escuro ou preta.

9.7 N„o ser· permitido que os candidatos portem celulares ou quaisquer aparelhos eletrÙnicos durante a realizaÁ„o da prova pr·tica.

9.8 Candidatos com deficiÍncia auditiva que faÁam uso de aparelho auricular devem entregar ‡ Banca Examinadora, no dia de realizaÁ„o de sua prova pr·tica, declaraÁ„o mÈdica da deficiÍncia auditiva e da necessidade do uso do aparelho,

devidamente assinadas pelo mÈdico respons·vel.

9.9 No local de realizaÁ„o da prova pr·tica, ser· permitida apenas a presenÁa da Banca Examinadora, do candidato, da pessoa respons·vel e autorizada para fazer a gravaÁ„o em vÌdeo e ·udio.

9.9.1 A COPESE poder· supervisionar os trabalhos no local de realizaÁ„o da prova pr·tica.

9.10 Nenhum candidato inscrito neste concurso p˙blico poder· assistir ‡ prova pr·tica dos demais concorrentes, inclusive os candidatos eliminados na prova objetiva.

10 DA PROVA PR£TICA/ORAL PARA O CARGO DE M…DICO-VETERIN£RIO/CIRURGIA DE C ES E GATOS

10.1 A prova pr·tica/oral para o cargo de MÈdico-Veterin·rio/Cirurgia de c„es e gatos ser· de car·ter eliminatÛrio e

classificatÛrio, valer· 100 (cem) pontos, receber· peso 2 para fins de classificaÁ„o final e consistir· da realizaÁ„o de procedimento cir˙rgico e de outros procedimento(s) pr·tico(s), de acordo com o tema sorteado e a orientaÁ„o da Banca Examinadora, para solucionar uma situaÁ„o-problema, caso clÌnico ou suspeita clÌnica, com a finalidade de se avaliar o desempenho pr·tico e as habilidades do candidato na especialidade.

10.2 Os pontos para sorteio da prova pr·tica/oral e a indicaÁ„o bibliogr·fica constam no Anexo II deste Edital.

10.3 Os candidatos classificados dever„o comparecer ao local da prova pr·tica/oral, com no mÌnimo 01(uma) hora de antecedÍncia, portando, alÈm dos documentos/materiais j· especificados no subitem 9.6:

a) carteira de registro profissional no CRMV (Conselho Regional de Medicina Veterin·ria);

b) jaleco branco de mangas compridas em bom estado de conservaÁ„o;

c) roupa cir˙rgica (calÁa, blusa e jaquet„o).

10.3.1 Os candidatos dever„o comparecer ‡ prova pr·tica com as unhas curtas e cabelo amarrado (se necess·rio).

10.4 A prova pr·tica/oral de cada candidato dever· ser gravada em ·udio e vÌdeo, por profissional designado pela COPESE, para fins de registro e avaliaÁ„o, sendo a utilizaÁ„o, o teor e a propriedade do material gravado de exclusividade da COPESE/UFPI.

10.5 No local de realizaÁ„o da prova pr·tica/oral, ser· permitida apenas a presenÁa da Banca Examinadora, do candidato,

da pessoa respons·vel e autorizada para fazer a gravaÁ„o em ·udio e vÌdeo e de um servidor tÈcnico-administrativo da UFPI, definido pela Banca Examinadora, para auxiliar apenas a contenÁ„o fÌsica do paciente (quando for necess·ria).

10.6 Nenhum candidato inscrito neste concurso p˙blico poder· assistir ‡ prova pr·tica/oral dos demais concorrentes, inclusive os candidatos eliminados na prova objetiva.

10.7 A prova pr·tica/oral ser· realizada nos turnos manh„ e tarde, nas datas divulgadas pela COPESE, de acordo com o escalonamento de candidatos feito pela COPESE levando-se em conta a ordem crescente do respectivo n˙mero de inscriÁ„o neste concurso p˙blico, nos seguintes hor·rios:

I- No turno da manh„ - iniciar· ‡s 08h00min e encerrar· ‡s 11h30min, conforme especificado a seguir:

a) sorteio do tema da prova pr·tica: ‡s 08h00min;

b) preparo do ambiente, materiais e equipamentos: das 08h00min ‡s 9h00min;

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c) realizaÁ„o da prova pr·tica: das 9h00min ‡s 11h00min;

d) elaboraÁ„o do relatÛrio final pelo candidato: das 11h00min ‡s 11h30min.

II- No turno da tarde - iniciar· ‡s 14h00min e encerrar· ‡s 17h30min, conforme especificado a seguir:

a) sorteio do tema da prova pr·tica: ‡s 14h00min;

b) preparo do ambiente, materiais e equipamentos: das 14h00min ‡s 15h00min;

c) realizaÁ„o da prova pr·tica: das 15h00min ‡s 17h00min;

d) elaboraÁ„o do relatÛrio final pelo candidato: das 17h00min ‡s 17h30min.

10.8 O hor·rio de aplicaÁ„o da prova pr·tica/oral poder· ser prorrogado sem aviso prÈvio aos candidatos por motivos

internos, a critÈrio da Banca Examinadora.

10.9 A prova pr·tica/oral ser· aplicada ao longo do dia. No entanto, se houver necessidade o perÌodo de realizaÁ„o da prova pr·tica poder· se estender ao hor·rio noturno.

10.10 Ser„o adotados os seguintes procedimentos, dentre outros, para realizaÁ„o da prova pr·tica/oral:

a) a Banca Examinadora sortear· um ponto para o candidato com antecedÍncia de 1(uma) hora do inÌcio da prova pr·tica/oral;

b) os equipamentos e materiais necess·rios estar„o disponÌveis para utilizaÁ„o pelo candidato no local da prova, assim como o animal (cad·ver);

c) ser· apresentada uma situaÁ„o em que o candidato deve realizar tÈcnica cir˙rgica pertinente ao caso;

d) a duraÁ„o m·xima da prova pr·tica ser· de 02(duas) horas;

e) concluÌda a prova, o candidato ter· 30 (trinta) minutos para apresentar relatÛrio, contendo a descriÁ„o dos

trabalhos realizados, bem como a fundamentaÁ„o e a interpretaÁ„o dos resultados obtidos.

10.11 Os procedimentos para a realizaÁ„o da prova pr·tica/oral apresentados na seÁ„o 10 deste Edital servem para orientaÁ„o geral. Outros procedimentos podem ser solicitados ou acrescentados, conforme a situaÁ„o, a critÈrio da Banca Examinadora.

10.12 A prova pr·tica/oral ser· avaliada pela Banca Examinadora, obedecendo ‡ escala de 0 (zero) a 100 (cem) pontos,

distribuÌdos e pontuados conforme os seguintes critÈrios:

N

CRIT…RIOS

PONTUA« O M£XIMA

Conhecimentos tÈcnicos e interpretaÁ„o de exames relacionados ‡ especialidade  

Conhecimentos tÈcnicos e interpretaÁ„o de exames relacionados ‡ especialidade

 

1

Conhecimentos tÈcnicos demonstrados na especialidade (0 a 10 pontos) DescriÁ„o de situaÁıes (0 a 10 pontos) InterpretaÁ„o de situaÁıes (0 a 10 pontos)

30

pontos

Habilidades na execuÁ„o dos procedimentos pr·ticos  

Habilidades na execuÁ„o dos procedimentos pr·ticos

 
Habilidades na execuÁ„o dos procedimentos pr·ticos  

Uso correto de utensÌlios, materiais, subst‚ncias e equipamentos nas diferentes tÈcnicas

 

2

solicitadas (0 a 10 pontos) RealizaÁ„o das tÈcnicas requisitadas corretamente (0 a 10 pontos) DescriÁ„o correta dos resultados obtidos nas fichas (0 a 10 pontos)

30

pontos

UtilizaÁ„o de terminologia adequada  

UtilizaÁ„o de terminologia adequada

 
UtilizaÁ„o de terminologia adequada  

3

Uso adequado dos termos tÈcnicos pertinentes ‡ especialidade (0 a 10 pontos) Uso adequado da lÌngua portuguesa, grafia legÌvel e organizaÁ„o das informaÁıes na ficha de avaliaÁ„o (0 a 10 pontos)

20

pontos

4

AvaliaÁ„o do conte˙do escrito da solicitaÁ„o de recurso material e relatÛrio final

10

pontos

5

UtilizaÁ„o adequada do tempo disponibilizado

10

pontos

 

TOTAL

100 pontos

10.13 A nota da prova pr·tica/oral corresponder· ‡ mÈdia aritmÈtica dos pontos atribuÌdos ao candidato por cada membro da Banca Examinadora, calculada atÈ a segunda decimal, sem arredondamento.

10.14 Os candidatos que n„o cumprirem a sequÍncia dos critÈrios estabelecidos para avaliaÁ„o da prova pr·tica/oral ou que executarem de forma errÙnea as etapas de avaliaÁ„o previstas ser„o apenados pela subtraÁ„o da pontuaÁ„o referente ao tÛpico avaliado.

10.15 N„o haver·, em qualquer hipÛtese, segunda chamada para a prova pr·tica/oral e nem a realizaÁ„o de prova fora do hor·rio e do local marcados para todos os candidatos.

10.16 Ao final da etapa da prova pr·tica/oral, a Banca Examinadora apresentar· ‡ COPESE relatÛrio sintÈtico, constando as notas individuais atribuÌdas por cada examinador, a mÈdia aritmÈtica, o resultado final obtido pelos candidatos e as observaÁıes pertinentes.

10.17 Ser· aprovado na prova pr·tica/oral e classificado para a an·lise de tÌtulos o candidato que obtiver nota igual ou superior a 50% (cinquenta por cento) do total da prova pr·tica.

10.18 Se houver candidatos empatados na 5™ (quinta) posiÁ„o da prova pr·tica/oral, estes ser„o tambÈm aprovados e classificados para a an·lise de tÌtulos deste concurso p˙blico.

10.19 N„o ser· aprovado na prova pr·tica/oral e consequentemente ser· eliminado deste concurso p˙blico o candidato que obtiver nota inferior a 50% (cinquenta por cento) do total de pontos da prova pr·tica/oral.

10.20 O resultado preliminar da prova pr·tica/oral ser· divulgado no endereÁo eletrÙnico www.ufpi.br/copese, na data de 31/08/2017, conforme previsto no Cronograma de ExecuÁ„o do Concurso ñ Anexo VI deste Edital.

10.21 O candidato poder· interpor recurso no dia 01/09/2017, conforme previsto no Cronograma de ExecuÁ„o do Concurso ñ Anexo VI deste Edital, referente ao resultado da prova pr·tica, na forma especificada na seÁ„o 14 deste Edital.

11 DA PROVA PR£TICA PARA OS CARGOS DE T…CNICO EM M⁄SICA ñ CORDAS FRICCIONADAS

11.1 A prova pr·tica para os cargos de TÈcnico em M˙sica/Violino, TÈcnico em M˙sica/Violoncelo, TÈcnico em M˙sica/Viola, TÈcnico em M˙sica/Contrabaixo consistir· de 2 (duas) Etapas, ambas eliminatÛrias, com a finalidade de verificar os conhecimentos e a capacidade tÈcnica e musical do candidato.

11.2 Etapa 1 (peso 1): O candidato dever· gravar a execuÁ„o de uma peÁa de confronto que servir· para a Banca Examinadora avaliar a performance do candidato nesta Etapa 1 da prova pr·tica, conforme cargo/instrumento escolhido pelo candidato no ato da inscriÁ„o:

Violino: Johann Sebastian Bach - Partita N 2 for Solo Violin in D Minor, BWV 1004, com movimentos contrastantes; Viola: Johann Sebastian Bach - Suite N 2 BWV 1007, I- (Prelude e Allemanda);

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Violoncelo: Johann Sebastian Bach - Suite N 3 BWV 1007, I- (Prelude e Allemanda); Contrabaixo: Dittersdorf, K.D. - Concerto em Mi maior para contrabaixo e Orquestra, 1 movimento com cadÍncia de Heinz Karl Gruber.

11.2.1 A execuÁ„o dever· ser gravada com o som e a imagem do candidato, ter no mÌnimo 10 (dez) minutos, e no m·ximo 20 (vinte) minutos, de duraÁ„o devendo ser entregue pessoalmente na COPESE ou encaminhada em mÌdia DVD, via SEDEX, para o endereÁo da COPESE: Campus Universit·rio Ministro PetrÙnio Portela, Bloco 9, Bairro Ininga, CEP 64049-550, no perÌodo de inscriÁ„o, que ser· de 11/05 a 05/06/2017, conforme estabelecido no Cronograma de ExecuÁ„o do Concurso ñ Anexo VI deste Edital.

11.2.2 O candidato tambÈm dever· enviar a(s) partitura(s) impressas da(s) peÁa(s) gravada(s).

11.2.3 A avaliaÁ„o desta Etapa obedecer· ‡ escala de 0 (zero) a 100 (cem) pontos, distribuÌdos e pontuados conforme os seguintes critÈrios:

N

CRIT…RIOS

1 AfinaÁ„o

N CRIT…RIOS 1 AfinaÁ„o PONTUA« O M£XIMA 25 pontos
N CRIT…RIOS 1 AfinaÁ„o PONTUA« O M£XIMA 25 pontos
N CRIT…RIOS 1 AfinaÁ„o PONTUA« O M£XIMA 25 pontos
N CRIT…RIOS 1 AfinaÁ„o PONTUA« O M£XIMA 25 pontos

PONTUA« O M£XIMA

25 pontos

N CRIT…RIOS 1 AfinaÁ„o PONTUA« O M£XIMA 25 pontos
N CRIT…RIOS 1 AfinaÁ„o PONTUA« O M£XIMA 25 pontos
N CRIT…RIOS 1 AfinaÁ„o PONTUA« O M£XIMA 25 pontos

2 Ritmo

3 Sonoridade

4 InterpretaÁ„o

TOTAL

25

25

25

pontos

pontos

pontos

100 pontos

11.2.4 A nota da Etapa 1 da prova pr·tica de cada candidato ser· a mÈdia aritmÈtica das notas atribuÌdas por cada membro da Banca Examinadora.

11.2.5 Ser· considerado aprovado nesta Etapa os candidatos que obtiverem, no mÌnimo, 50% (cinquenta por cento) do total de pontos estabelecidos.

11.2.6 O resultado preliminar da Etapa 1 da prova pr·tica ser· divulgado no dia 04/08/2017, conforme Cronograma de ExecuÁ„o do Concurso ñ Anexo VI deste Edital

11.2.7 O candidato poder· interpor recurso sobre o resultado desta Etapa atÈ 08/08/2017, conforme previsto no Cronograma de ExecuÁ„o do Concurso ñ Anexo VI deste Edital.

11.2.8 A divulgaÁ„o da relaÁ„o dos candidatos habilitados ‡ realizaÁ„o da Etapa 2 da prova pr·tica ser· divulgada no dia 14/08/2017.

11.3 Etapa 2 (peso 2): Ser· realizada apenas para os candidatos que obtiverem aprovaÁ„o na Etapa 1 e consistir· dos seguintes itens, conforme instrumento escolhido pelo candidato no ato da inscriÁ„o:

I) ExecuÁ„o de uma peÁa de confronto, com duraÁ„o m·xima de 10 (dez) minutos ñ PeÁas obrigatÛrias:

Violino: W. A. Mozart ñ Concerto para violino e orquestra N 3, ñ I Movimento com cadÍncia. Viola: Carl Stamitz ñ Concerto in D-major, Op.1 ñ I Movimento com cadÍncia. Violoncelo: Joseph Haydn ñ Concerto N 1, in C major ñ I movimento com cadÍncia. Contrabaixo: Serge Koussevitzky Concerto N 1 for Double Bass and Orchestra Op. 3 ñ I movimento com cadÍncia.

II) ExecuÁ„o de uma peÁa instrumental, com duraÁ„o m·xima de 10 (dez) minutos ñ Livre escolha:

Violino - Obra brasileira ou estrangeira para violino solo ou violino e piano. O candidato dever· prover ‡ Banca Examinadora 3 cÛpias da partitura completa escolhida, antes de sua apresentaÁ„o. Viola - Obra brasileira ou estrangeira para viola solo ou viola e piano. O candidato dever· prover ‡ Banca Examinadora 3 cÛpias da partitura completa escolhida, antes de sua apresentaÁ„o. Violoncelo - Obra brasileira ou estrangeira para violoncelo solo ou violoncelo e piano. O candidato dever· prover ‡ Banca Examinadora 3 cÛpias da partitura completa escolhida, antes de sua apresentaÁ„o. Contrabaixo - Obra brasileira ou estrangeira para contrabaixo solo ou contrabaixo e piano. O candidato dever· prover ‡ Banca Examinadora 3 cÛpias da partitura completa escolhida, antes de sua apresentaÁ„o.

III)ExecuÁ„o Instrumental, com duraÁ„o m·xima de 05 (cinco) minutos ñ Excertos Orquestrais:

Violino:

a) Bartok, B. - Concerto para Orquestra, Finale: do compasso 21 atÈ o compasso 86, no divisi superior.

b) Brahms, J. - Sinfonia n 2, 1 movimento: de ìAî atÈ ìBî e Sinfonia n 2, 1 movimento: do compasso 101 atÈ ìFî.

c) Gomes, C. - Abertura ìO Guaraniî: de ì3î atÈ 11 compassos depois de ì3î.

d) Mozart, W.A. - Sinfonia n 35, 1 movimento: do inÌcio atÈ 3 compassos depois de ìAî.

e) Mozart, W.A. - Sinfonia n 39, Andante con moto: do inÌcio atÈ 8 compassos antes de ìDî e Sinfonia n 39, Finale: do inÌcio atÈ 1 compasso antes de ìAî.

Viola:

a) Beethoven, L. - Sinfonia n 5, 2 movimento, Andante con moto: Trecho selecionado em pdf, a ser disponibilizado;

b) Villa-Lobos, H. - Fantasia para Saxofone e Orquestra, 2 movimento, Lent: do inÌcio atÈ o compasso 9,

inclusive.

c) Tchaikovsky, P. - Serenata para Cordas, 1 movimento, Andante non tropo: de ìDî atÈ ìEî.

d) Guarnieri, M. C. - DanÁa Negra: do compasso 31 atÈ o compasso 54, inclusive, e DanÁa Negra: do compasso 87 atÈ o compasso 106, inclusive.

e) Grieg, E. - Suite Holberg, 5 movimento, Allegro con brio, Rigaudon: da primeira barra dupla atÈ ìUî, inclusive.

Violoncelo:

a) BÈla BartÛk: Concerto para orquestra ñ Finale - compassos 533 a 600.

b) Franz Liszt: Les PrÈludes ñ compassos 109 a 182.

c) Piotr Ilyich Tchaikovsky: Sinfonia n 4 ñ 4 Movimento ñ desde 9 compassos depois de B atÈ C e desde 7

compassos depois de G atÈ o fim da sinfonia.

d) Richard Strauss: D. Juan ñ de 1 compasso antes de letra E atÈ letra H.

e) Bach-Stokowsky: Tocata e Fuga em RÈ menor: do Presto (1 compasso antes de n˙mero 39) ao fim.

Contrabaixo:

a) Mozart, W. A. - Sinfonia n 40, 1 movimento: do compasso 114 atÈ o compasso 138

b) Mozart, W. A. - Abertura ìAs Bodas de Figaroî: de 33 compassos antes de ìDî atÈ 1 compasso antes de ìDî.

c) Beethoven, L. - Sinfonia n 7, 1 movimento, Vivace: do compasso 277 atÈ o compasso 299.

d) Villa-Lobos, H. - Bachianas Brasileiras n 9, Fuga: do compasso 97 atÈ o compasso 108.

e) Guerra-Peixe, C. - Suite SinfÙnica n 2 ìPernambucanaî, 4 movimento - Frevo: do inÌcio atÈ o compasso 17.

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IV) ExecuÁ„o de duas peÁas populares, com duraÁ„o m·xima de 05 (cinco) minutos, acompanhado por um pianista, onde o candidato dever· mostrar habilidade de improvisaÁ„o em cima da melodia dada e uma leitura a primeira vista com duraÁ„o de no m·ximo 4 (quatro) minutos para a execuÁ„o de um trecho. As peÁas ser„o divulgadas na p·gina eletrÙnica da Copese www.ufpi.br/copese antes da Etapa 2 da Prova Pr·tica, no dia 14/08/2017, previsto no Cronograma de ExecuÁ„o do Concurso ñ Anexo VI deste Edital.

11.3.1 O local previsto para a realizaÁ„o da Etapa 2 da prova pr·tica para os cargos de TÈcnico em M˙sica/Violino, TÈcnico em M˙sica/Violoncelo, TÈcnico em M˙sica/Viola e TÈcnico em M˙sica/Contrabaixo È o AuditÛrio do DMA (atual CoordenaÁ„o de M˙sica) do CCE (Centro de CiÍncias da EducaÁ„o) da UFPI, e ser· confirmado posteriormente na convocaÁ„o/escalonamento para a prova pr·tica, conforme especificado no subitem 9.5.1 deste Edital.

11.3.2 O tempo m·ximo para realizaÁ„o da Etapa 2 da prova pr·tica de cada candidato aos cargos de TÈcnico em M˙sica/Violino, TÈcnico em M˙sica/Violoncelo, TÈcnico em M˙sica/Viola, TÈcnico em M˙sica/Contrabaixo ser· de 30 (trinta) minutos para execuÁ„o dos itens previstos. A Banca Examinadora conceder· o tempo de 10 (dez) minutos para o deslocamento de cada candidato (entrada e saÌda do recinto de realizaÁ„o da prova pr·tica).

11.3.3 O tempo de realizaÁ„o da Etapa 2 da prova pr·tica para os cargos de TÈcnico em M˙sica/Violino, TÈcnico em M˙sica/Violoncelo, TÈcnico em M˙sica/Viola, TÈcnico em M˙sica/Contrabaixo n„o ser· prorrogado, salvo se houver necessidade de compensaÁ„o do tempo, a critÈrio da Banca Examinadora.

11.3.4 A COPESE/UFPI n„o disponibilizar· instrumentos para a realizaÁ„o da prova pr·tica, cada candidato dever· trazer o seu instrumento.

11.3.5 A Banca Examinadora poder· solicitar ao candidato, a qualquer momento, a interrupÁ„o da execuÁ„o de qualquer item previsto nesta Etapa, quando assim julgar conveniente.

11.3.6 A avaliaÁ„o da Etapa 2 obedecer· ‡ escala de 0 (zero) a 100 (cem) pontos, distribuÌdos e pontuados conforme os seguintes critÈrios:

N

CRIT…RIOS

1 AfinaÁ„o

N CRIT…RIOS 1 AfinaÁ„o PONTUA« O M£XIMA 25 pontos

PONTUA« O M£XIMA

25 pontos

N CRIT…RIOS 1 AfinaÁ„o PONTUA« O M£XIMA 25 pontos
N CRIT…RIOS 1 AfinaÁ„o PONTUA« O M£XIMA 25 pontos

2 Ritmo

3 Sonoridade

4 InterpretaÁ„o

TOTAL

25

25

25

pontos

pontos

pontos

100 pontos

11.3.7 A Etapa 2 da prova pr·tica de cada candidato ser· gravada em ·udio e vÌdeo, por profissional designado pela COPESE, para fins de registro e avaliaÁ„o, sendo a utilizaÁ„o, o teor e a propriedade do material gravado de exclusividade da COPESE/UFPI.

11.3.8 A nota da Etapa 2 da prova pr·tica de cada candidato ser· a mÈdia aritmÈtica das notas atribuÌdas por cada membro da Banca Examinadora.

11.3.9 Ser· considerado aprovado nesta Etapa os candidatos que obtiverem, no mÌnimo, 50% (cinquenta por

cento) do total de pontos estabelecidos. 11.3.10 O resultado preliminar da Etapa 2 da prova pr·tica ser· divulgado no dia 31/08/2017, conforme Cronograma de ExecuÁ„o do Concurso - Anexo VI deste Edital 11.3.11 O candidato poder· interpor recurso do resultado desta Etapa, no dia 01/09/2017, conforme previsto no Cronograma de ExecuÁ„o do Concurso ñ Anexo VI deste Edital, em conformidade com seÁ„o 14 deste Edital.

11.4 A PontuaÁ„o final da Prova Pr·tica ser· a mÈdia ponderada entre as pontuaÁıes obtidas na Etapa 1 e Etapa 2, calculada pela fÛrmula a seguir:

PontuaÁ„o Final da Prova Pr·tica =1x(Nota obtida na Etapa 1) + 2x(Nota obtida na Etapa 2)

3

11.5 N„o haver·, em qualquer hipÛtese, segunda chamada para a prova pr·tica e nem a realizaÁ„o de prova fora do hor·rio e do local marcados para todos os candidatos.

11.6 O resultado final da prova pr·tica ser· divulgado no dia 11/09/2017, conforme Cronograma de ExecuÁ„o do Concurso ñ Anexo VI deste Edital.

12 DA PROVA PR£TICA PARA O CARGO DE TRADUTOR E INT…RPRETE DE LÕNGUA BRASILEIRA DE SINAIS (LIBRAS)

12.1 A prova pr·tica para o cargo de Tradutor e IntÈrprete de LÌngua Brasileira de Sinais (LIBRAS) consistir· de uma avaliaÁ„o perante a Banca Examinadora, com a finalidade de verificar os conhecimentos e a capacidade do candidato em traduÁ„o e interpretaÁ„o de Libras/LÌngua Portuguesa e em LÌngua Portuguesa/Libras.

12.2 A prova pr·tica ser· de car·ter eliminatÛrio e classificatÛrio e constar· de traduÁ„o de Libras/LÌngua Portuguesa (modalidade escrita) e de interpretaÁ„o de LÌngua Portuguesa/ Libras e de Libras /LÌngua Portuguesa (modalidade oral).

12.3 A avaliaÁ„o da prova pr·tica obedecer· ‡ escala de 0 (zero) a 100 (cem) pontos, conforme as seguintes Etapas:

12.3.1 Etapa 1 ñ TraduÁ„o: Libras/LÌngua Portuguesa ñ na modalidade escrita (Valor Total: 40 pontos) -

A Etapa 1 acontecer· com a apresentaÁ„o, pela Banca Examinadora, de vÌdeo gravado em Libras. O

candidato assistir·, juntamente com os demais candidatos, a um vÌdeo e ter· um tempo determinado pela

Banca Examinadora para escrever o texto em LÌngua Portuguesa, que ser· pontuado conforme os seguintes

critÈrios:

CRIT…RIOS

PONTUA« O M£XIMA

CRIT…RIOS PONTUA« O M£XIMA DomÌnio de conte˙do: equivalÍncia linguÌstica entre o Texto Fonte e o Texto
CRIT…RIOS PONTUA« O M£XIMA DomÌnio de conte˙do: equivalÍncia linguÌstica entre o Texto Fonte e o Texto

DomÌnio de conte˙do: equivalÍncia linguÌstica entre o Texto Fonte e o Texto Alvo

20

pontos

Aspectos lÛgicos e formais: clareza de express„o, precis„o de linguagem, correÁ„o gramatical, organizaÁ„o textual, coerÍncia e coes„o

TOTAL

20

pontos

40 pontos

12.3.2 Etapa 2 ñ InterpretaÁ„o: (Valor Total: 60 pontos) - A Etapa 2 da prova pr·tica ser· feita

individualmente e gravada na Ìntegra em vÌdeo, por profissional designado pela COPESE, para fins de registro

e avaliaÁ„o, abrangendo a InterpretaÁ„o: LÌngua Portuguesa/Libras e a InterpretaÁ„o: Libras/LÌngua Portuguesa, ambas na modalidade oral conforme a seguir especificado:

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12.3.2.1 InterpretaÁ„o:

LÌngua

Portuguesa/Libras

conforme os seguintes critÈrios:

ñ

na

modalidade

oral

(30 pontos), pontuada

CRIT…RIOS

PONTUA« O M£XIMA

DomÌnio de conte˙do: sustentaÁ„o do tema, organizaÁ„o das informaÁıes

Aspectos lÛgicos e formais: estrutura gramatical e clareza de express„o

TOTAL

15

15

pontos

pontos

30 pontos

12.3.2.2 InterpretaÁ„o: Libras/LÌngua conforme os seguintes critÈrios:

Portuguesa

ñ

na

modalidade

oral

(30

pontos),

pontuada

CRIT…RIOS

PONTUA« O M£XIMA

DomÌnio de conte˙do: sustentaÁ„o do tema, organizaÁ„o das informaÁıes

Aspectos lÛgicos e formais: adequaÁ„o e correÁ„o gramatical, clareza de express„o

TOTAL

15

15

pontos

pontos

30 pontos

12.4 A utilizaÁ„o, o teor e a propriedade do vÌdeo gravado na Etapa 2 da prova pr·tica ser· de exclusividade da COPESE.

12.5 A nota da prova pr·tica corresponder· ‡ mÈdia aritmÈtica dos pontos atribuÌdos ao candidato por cada membro da Banca Examinadora em cada Etapa.

12.5.1 Ser· considerado aprovado na Prova Pr·tica os candidatos que obtiverem, no mÌnimo, 50% (cinquenta por

cento) do total de pontos estabelecidos.

12.6 N„o haver·, em qualquer hipÛtese, segunda chamada para prova pr·tica de Tradutor e IntÈrprete de LÌngua Brasileira de Sinais (LIBRAS) nem a realizaÁ„o de prova fora do hor·rio e do local marcados para todos os candidatos.

12.7 O resultado preliminar da prova pr·tica ser· divulgado no dia 31/08/2017, conforme Cronograma de ExecuÁ„o do

Concurso - Anexo VI deste Edital.

12.8 O candidato poder· interpor recurso sobre o resultado da prova pr·tica, no dia 01/09/2017, conforme previsto no Cronograma de ExecuÁ„o do Concurso ñ Anexo VI, na forma especificada na seÁ„o 14 deste Edital.

13 DA AN£LISE DE TÕTULOS PARA OS CARGOS DE NÕVEL SUPERIOR

13.1 A an·lise de tÌtulos ser· realizada somente para os cargos de nÌvel superior: Analista de Tecnologia da InformaÁ„o, MÈdico Obstetra, MÈdico-Veterin·rio/Cirurgia de c„es e gatos e MÈdico-Veterin·rio/com Ínfase em BiotÈrio, conforme especificados no subitem 1.2.1 deste Edital.

13.1.1 Para os cargos de Analista de Tecnologia da InformaÁ„o, MÈdico Obstetra e MÈdico-Veterin·rio/com Ínfase em BiotÈrio, a an·lise de tÌtulos ser· realizada apenas para os candidatos aprovados na prova escrita objetiva, em conformidade com os subitens 15.2.1 e 15.2.3 deste Edital.

13.1.2 Para o cargo de MÈdico-Veterin·rio/Cirurgia de c„es e gatos, a an·lise de tÌtulos ser· realizada apenas

para os candidatos aprovados e classificados na prova pr·tica, em conformidade com o subitem 15.2.4 deste Edital.

13.2 Os tÌtulos a serem considerados s„o os constantes no Anexo III deste Edital, n„o se admitindo pontuaÁ„o a qualquer outro documento.

13.3 A pontuaÁ„o dos tÌtulos È limitada ao valor m·ximo de 20 (vinte) pontos, resultante do somatÛrio dos pontos

especificados na Tabela para PontuaÁ„o de TÌtulos - Anexo III deste Edital.

13.4 Os documentos comprobatÛrios a serem examinados ser„o relacionados em formul·rio prÛprio, apresentado sob a

forma de Planilha para An·lise de TÌtulos ñ Anexo IV deste Edital e disponibilizado no sÌtio da COPESE (www.ufpi.br/copese), anexadas fotocÛpias legÌveis e autenticadas em cartÛrio, entregues conforme previsto no Cronograma de ExecuÁ„o do Concurso - Anexo VI deste Edital, em local a ser divulgado.

13.5 N„o ser„o aceitos tÌtulos apÛs a data aprazada, constante no Cronograma de ExecuÁ„o do Concurso - Anexo VI deste Edital.

13.6 Ser· desconsiderado o tÌtulo que n„o preencher devidamente o requisito da comprovaÁ„o.

13.7 Ser„o considerados como tÌtulos os expedidos por instituiÁıes devidamente reconhecidas, conforme especificado no Anexo III deste Edital.

13.7.1 A entrega de tÌtulos n„o assegura ao candidato a aceitaÁ„o pela Comiss„o que ir· analis·-los.

13.7.2 Os diplomas e certificados obtidos no exterior sÛ ser„o aceitos quando revalidados e registrados no Brasil, na forma da Lei.

13.7.3 Cada documento ser· considerado e avaliado uma ˙nica vez.

13.8 Na impossibilidade de comparecimento do candidato, ser„o aceitos os tÌtulos entregues por procurador, mediante apresentaÁ„o de fotocÛpia legÌvel do documento de identidade do procurador e de procuraÁ„o p˙blica ou particular do

interessado, acompanhada de cÛpia legÌvel de documento de identidade do candidato.

13.9 Para comprovar a experiÍncia profissional no cargo pleiteado, o candidato dever· atender pelo menos, a uma das condiÁıes especificadas nos subitens a seguir:

13.9.1 Se realizada em instituiÁ„o p˙blica:

a) CÛpia autenticada em cartÛrio da Carteira de Trabalho e PrevidÍncia Social (CTPS), constando obrigatoriamente a folha de identificaÁ„o com n˙mero e sÈrie, a folha com fotografia do portador, a folha com a qualificaÁ„o civil, a folha de contrato de trabalho e as folhas de alteraÁıes de sal·rios que constem mudanÁa de funÁ„o; ou

b) CÛpia autenticada em cartÛrio do ato, portaria, termo de posse ou outro documento de nomeaÁ„o, acrescida de cÛpia autenticada em cartÛrio de certid„o de tempo de serviÁo ou de cÛpia autenticada em

cartÛrio de declaraÁ„o emitida pelo empregador que informe o perÌodo (com inÌcio e fim, se for o caso) e a discriminaÁ„o do cargo exercido ou serviÁo realizado.

13.9.2 Se realizada em instituiÁ„o privada: cÛpia autenticada em cartÛrio da Carteira de Trabalho e PrevidÍncia Social (CTPS), constando obrigatoriamente a folha de identificaÁ„o com n˙mero e sÈrie, a folha com fotografia do portador, a folha com a qualificaÁ„o civil, a folha de contrato de trabalho e as folhas de alteraÁıes de sal·rios que constem mudanÁa de funÁ„o.

13.9.3 Se realizada como autÙnomo:

a) CÛpia autenticada em cartÛrio de contrato de prestaÁ„o de serviÁos na ·rea do cargo a que concorre, com citaÁ„o textual ou em carimbo do n˙mero do registro na Ordem ou Conselho Profissional ou acompanhada de cÛpia autenticada em cartÛrio da carteira de registro na Ordem ou Conselho Profissional (quando existir); ou

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b) CÛpia autenticada em cartÛrio de recibo de pagamento autÙnomo (RPA), acrescida de declaraÁ„o original,

com firma reconhecida, que informe o perÌodo (com inÌcio e fim, se for o caso), o cargo e a discriminaÁ„o do(s) serviÁo(s) realizado(s), com citaÁ„o textual ou em carimbo do n˙mero do registro na Ordem ou Conselho Profissional, ou acompanhada de cÛpia autenticada em cartÛrio da carteira de registro na Ordem ou Conselho Profissional (quando existir). 13.9.4 Se realizada por meio de cooperativa de profissionais: cÛpia autenticada em cartÛrio do Estatuto Social da Cooperativa, acrescida de declaraÁ„o original emitida pela cooperativa, com firma(s) reconhecida(s), informando a condiÁ„o de cooperado do profissional, o perÌodo (com inÌcio e fim, se for o caso), o cargo e a

discriminaÁ„o do(s) serviÁo(s) realizado(s), com citaÁ„o textual ou em carimbo do n˙mero do registro na Ordem ou Conselho Profissional, ou acompanhada de cÛpia autenticada em cartÛrio da carteira de registro na Ordem ou Conselho Profissional (quando existir). 13.9.5 Se realizada no exterior: cÛpia autenticada em cartÛrio de declaraÁ„o do Ûrg„o ou empresa ou de certid„o do tempo de serviÁo efetivamente exercido no exterior, traduzida para a lÌngua portuguesa por tradutor juramentado, que informe o perÌodo (com inÌcio e fim, se for o caso), o cargo e a discriminaÁ„o do(s) serviÁo(s) realizado(s).

13.10

Apenas os cursos j· concluÌdos atÈ a data de apresentaÁ„o dos tÌtulos ser„o passÌveis de pontuaÁ„o na avaliaÁ„o.

13.11

Os pontos que excederem o valor m·ximo na Tabela para PontuaÁ„o de TÌtulos ñ Anexo III deste Edital, bem como os que excederem o limite total de 20 (vinte) pontos, ser„o desconsiderados.

13.12

N„o ser· considerada a experiÍncia profissional do candidato realizada sob a forma de est·gios, monitorias ou tutorias, ainda que remunerados.

13.13

A

experiÍncia profissional realizada antes da obtenÁ„o do tÌtulo de graduaÁ„o na ·rea que habilita o candidato para

o

exercÌcio do cargo pleiteado(a) neste concurso, n„o ser· considerada.

13.14

Em se considerando que este concurso p˙blico destina-se ao provimento do cargo na categoria de servidor tÈcnico-

administrativo em educaÁ„o, n„o ser· computada a experiÍncia profissional do candidato no magistÈrio.

13.15

Comprovada em qualquer tempo, irregularidade ou ilegalidade na obtenÁ„o dos documentos apresentados relativos aos tÌtulos e ‡ experiÍncia profissional, a respectiva pontuaÁ„o do candidato ser· anulada.

13.16

O resultado da an·lise de tÌtulos ser· divulgado pela COPESE/UFPI na p·gina eletrÙnica www.ufpi.br/copese, conforme previsto no Cronograma de ExecuÁ„o do Concurso ñ Anexo VI deste Edital.

13.17

O

candidato poder· interpor recurso conforme previsto no Cronograma de ExecuÁ„o do Concurso ñ Anexo VI deste

Edital, referente ao resultado da an·lise de tÌtulos, em conformidade com a seÁ„o 14 deste Edital.

14 DOS RECURSOS

14.1

O candidato poder· interpor recursos relativos ao gabarito das questıes da Prova Escrita Objetiva de conhecimentos gerais e especÌficos e aos resultados da Prova Pr·tica e da An·lise de TÌtulos, quando for o caso. Os recursos dever„o ser devidamente fundamentados, dirigidos ‡ COPESE, e encaminhados atravÈs de formul·rio eletrÙnico disponibilizado no sÌtio da COPESE (www.ufpi.br/copese) em data prevista no Cronograma de ExecuÁ„o do Concurso ñ Anexo VI deste edital.

14.2

Na formulaÁ„o do recurso relativo ao gabarito das questıes da Prova Escrita Objetiva, cada quest„o dever· ser indicada, individualmente, por ·rea de conhecimento, e fundamentada com o arrazoado do pleiteante. 14.2.1 Recursos inconsistentes ser„o indeferidos.

14.3

Os recursos ser„o analisados pelas Comissıes de elaboraÁ„o das Provas Objetivas, pelas Bancas Examinadoras das Provas Pr·ticas e pela Banca Examinadora de TÌtulos, que decidir„o sobre o acolhimento dos recursos, constituindo-se em ˙nica e ˙ltima inst‚ncia. A decis„o final da Comiss„o ser· soberana e definitiva, n„o cabendo desta forma recurso contra o resultado da decis„o, em ‚mbito administrativo.

14.4

Os recursos somente ser„o admitidos se interpostos nos prazos determinados no Cronograma de ExecuÁ„o do Concurso ñ Anexo VI deste Edital.

14.5

Na prova Escrita Objetiva, o(s) ponto(s) relativo(s) ‡(s) quest„o(ıes) eventualmente anulada(s) ser·(„o) atribuÌdo(s)

a

todos os candidatos.

14.6

N„o ser„o aceitos recursos interpostos via fax, telex, correios, telegrama ou outro meio que n„o seja o especificado no item 14.1 deste Edital.

14.7

A

COPESE n„o se responsabiliza por recursos n„o recebidos por motivo de ordem tÈcnica dos computadores, de falhas

de comunicaÁ„o, de congestionamento das linhas de comunicaÁ„o, da falta de energia elÈtrica, bem como outros fatores de ordem tÈcnica que impossibilitem a transferÍncia de dados.

14.8

N„o caber· recurso de car·ter administrativo contra o resultado final do Concurso.

15 DOS CRIT…RIOS DE APROVA« O E CLASSIFICA« O

15.1 Os candidatos aprovados ser„o classificados conforme o que determina o art.16, do Decreto n . 6.944, de 21 de agosto de 2009.

15.2 Ser· considerado aprovado e classificado neste concurso p˙blico, o candidato que, cumulativamente, atender ‡s seguintes exigÍncias:

15.2.1 Para os cargos de Analista de Tecnologia da InformaÁ„o, MÈdico Obstetra, Assistente em AdministraÁ„o - CÛd. 05 (Campus Professora Cinobelina Elvas-Bom Jesus-PI):

a) ter obtido, no mÌnimo, 40% (quarenta por cento) de acerto nas questıes de cada ·rea de conhecimentos gerais: LÌngua Portuguesa e LegislaÁ„o do Regime JurÌdico ⁄nico(RJU) e, no mÌnimo, 50%(cinquenta por cento) de acerto nas questıes de conhecimentos especÌficos do cargo.

b) ter sido classificado atÈ a 9™ (nona) posiÁ„o, conforme quantitativo m·ximo previsto no Anexo II, do

Decreto n . 6.944, de 21 de agosto de 2009. 15.2.2 Para o cargo de Assistente em AdministraÁ„o-CÛd. 06 (Campus Ministro PetrÙnio Portella-Teresina- PI):

a) ter obtido, no mÌnimo, 40% (quarenta por cento) de acerto nas questıes de cada ·rea de conhecimentos gerais: LÌngua Portuguesa e LegislaÁ„o do Regime JurÌdico ⁄nico(RJU) e, no mÌnimo, 50%(cinquenta por cento) de acerto nas questıes de conhecimentos especÌficos do cargo.

b) ter sido classificado atÈ a 38™ (trigÈsima oitava) posiÁ„o, conforme quantitativo m·ximo previsto no Anexo II, do Decreto n . 6.944, de 21 de agosto de 2009.

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15.2.3 Para os cargos de TÈcnico em LaboratÛrio/An·lises ClÌnicas ñ CÛd. 07 (Campus Professora Cinobelina Elvas-Bom Jesus-PI), TÈcnico em LaboratÛrio/An·lises ClÌnicas ñ CÛd.08 (Campus Ministro PetrÙnio Portella ñ Teresina-PI), TÈcnico em Eletromec‚nica e MÈdico-Veterin·rio/com Ínfase em BiotÈrio:

a) ter obtido, no mÌnimo, 40% (quarenta por cento) de acerto nas questıes de cada ·rea de conhecimentos gerais: LÌngua Portuguesa e LegislaÁ„o do Regime JurÌdico ⁄nico(RJU) e, no mÌnimo, 50%(cinquenta por cento) de acerto nas questıes de conhecimentos especÌficos do cargo.

b) ter sido classificado atÈ a 5™ (quinta) posiÁ„o, conforme quantitativo m·ximo previsto no Anexo II, do Decreto n . 6.944, de 21 de agosto de 2009.

15.2.4 Para os cargos de MÈdico-Veterin·rio/Cirurgia de c„es e gatos, TÈcnico em M˙sica/Violino, TÈcnico em M˙sica/Violoncelo, TÈcnico em M˙sica/Viola, TÈcnico em M˙sica/Contrabaixo e de Tradutor e IntÈrprete da LÌngua Brasileira de Sinais:

a) ter obtido, no mÌnimo, 40% (quarenta por cento) de acerto nas questıes de cada ·rea de conhecimentos gerais: LÌngua Portuguesa e LegislaÁ„o do Regime JurÌdico ⁄nico(RJU); no mÌnimo, 50%(cinquenta por cento) de acerto nas questıes de conhecimentos especÌficos do cargo e, no mÌnimo, 50% (cinquenta por cento) do total de pontos da prova pr·tica.

b) ter sido classificado atÈ a 5™ (quinta) posiÁ„o, conforme quantitativo m·ximo previsto no Anexo II, do

Decreto n . 6.944, de 21 de agosto de 2009.

15.3 Os candidatos n„o classificados no n˙mero m·ximo de aprovados de que trata o Anexo II, do Decreto n . 6.944, de 21

de agosto de 2009, ainda que tenham atingido nota mÌnima, estar„o automaticamente eliminados neste concurso p˙blico.

16 DA CLASSIFICA« O FINAL

16.1 A ClassificaÁ„o Final dos candidatos para os cargos de NÌvel Superior (Analista de Tecnologia da InformaÁ„o, MÈdico Obstetra e MÈdico-Veterin·rio/com Ínfase em BiotÈrio) dar-se-· em ordem decrescente de pontuaÁ„o, resultante do somatÛrio do total de pontos obtidos na Prova Escrita Objetiva de conhecimentos gerais e especÌficos e da An·lise de TÌtulos, em lista de classificaÁ„o, obedecendo ao que determina os subitens 15.2.1 e 15.2.3 deste Edital.

16.2 A ClassificaÁ„o Final dos candidatos para o cargo de NÌvel Superior (MÈdico-Veterin·rio/Cirurgia de c„es e gatos) dar-se-· em ordem decrescente de pontuaÁ„o, resultante da mÈdia ponderada dos pontos obtidos na Prova Escrita Objetiva de conhecimentos gerais e especÌficos (peso 1) e da Prova Pr·tica (peso 2), acrescida da pontuaÁ„o obtida na An·lise de TÌtulos, em lista de classificaÁ„o, obedecendo ao que determina o subitem 15.2.4 deste Edital, calculado com a seguinte fÛrmula:

ClassificaÁ„o Final = 1x(Prova objetiva) + 2x(Prova pr·tica) + (An·lise de TÌtulos)

3

16.3 A ClassificaÁ„o Final dos candidatos para os cargos de NÌvel MÈdio: TÈcnico em M˙sica/Violino, TÈcnico em M˙sica/Violoncelo, TÈcnico em M˙sica/Viola, TÈcnico em M˙sica/Contrabaixo; e de Tradutor e IntÈrprete de LÌngua Brasileira de Sinais (LIBRAS) dar-se-· em ordem decrescente de pontuaÁ„o, resultante do somatÛrio do total de pontos obtidos na Prova Escrita Objetiva de conhecimentos gerais e especÌficos e da Prova Pr·tica, em lista de classificaÁ„o, obedecendo ao que determina o subitem 15.2.4 deste Edital.

16.4 A ClassificaÁ„o Final dos candidatos para os cargos de NÌvel MÈdio: Assistente em AdministraÁ„o - CÛd. 05 (Campus Professora Cinobelina Elvas)), Assistente em AdministraÁ„o - CÛd. 06 (Campus Ministro PetrÙnio Portella), TÈcnico em LaboratÛrio/An·lises ClÌnicas ñ CÛd. 07 (Campus Professora Cinobelina Elvas-Bom Jesus-PI), TÈcnico em LaboratÛrio/An·lises ClÌnicas ñ CÛd.08 (Campus Ministro PetrÙnio Portella ñ Teresina-PI) e TÈcnico em Eletromec‚nica dar-se-· em ordem decrescente de pontuaÁ„o do total de pontos obtidos na Prova Escrita Objetiva de conhecimentos gerais e especÌficos, em lista de classificaÁ„o, obedecendo ao que determinam os subitens 15.2.1, 15.2.2 e 15.2.3 deste Edital.

16.5 Ocorrendo igualdade de pontos no Resultado Final, o desempate, para fins de classificaÁ„o, ser· em prol do candidato que, sucessivamente:

a) Para os cargos de NÌvel Superior: Analista de Tecnologia da InformaÁ„o, MÈdico Obstetra e MÈdico- Veterin·rio/com Ínfase em BiotÈrio:

tiver idade igual ou superior a sessenta anos, conforme o disposto no par·grafo ˙nico, do art. 27, da Lei n . 10.741, de 01 de outubro de 2003 (Estatuto do Idoso), atÈ a data do Resultado Final deste concurso p˙blico. obtiver maior n˙mero de pontos na ·rea de Conhecimentos EspecÌficos; obtiver maior n˙mero de pontos na ·rea de LÌngua Portuguesa; obtiver maior n˙mero de pontos na ·rea de LegislaÁ„o do Regime JurÌdico ⁄nico (RJU); obtiver maior n˙mero de pontos na An·lise de TÌtulos; tenha mais idade (na hipÛtese de haver candidatos com dia, mÍs e ano de nascimento iguais, o critÈrio de desempate ser· a hora do nascimento).

b) Para o cargo de NÌvel Superior: MÈdico-Veterin·rio/Cirurgia de c„es e gatos:

tiver idade igual ou superior a sessenta anos, conforme o disposto no par·grafo ˙nico, do art. 27, da Lei n . 10.741, de 01 de outubro de 2003 (Estatuto do Idoso), atÈ a data do Resultado Final deste concurso p˙blico. obtiver maior n˙mero de pontos na Prova Pr·tica; obtiver maior n˙mero de pontos na ·rea de Conhecimentos EspecÌficos; obtiver maior n˙mero de pontos na ·rea de LÌngua Portuguesa; obtiver maior n˙mero de pontos na ·rea de LegislaÁ„o do Regime JurÌdico ⁄nico (RJU); obtiver maior n˙mero de pontos na An·lise de TÌtulos; tenha mais idade (na hipÛtese de haver candidatos com dia, mÍs e ano de nascimento iguais, o critÈrio de desempate ser· a hora do nascimento).

c) Para os cargos de NÌvel MÈdio: TÈcnico em M˙sica/Violino, TÈcnico em M˙sica/Violoncelo, TÈcnico em M˙sica/Viola, TÈcnico em M˙sica/Contrabaixo; e Tradutor e IntÈrprete de LÌngua Brasileira de Sinais (LIBRAS):

tiver idade igual ou superior a sessenta anos, conforme o disposto no par·grafo ˙nico, do art. 27, da Lei n . 10.741, de 01 de outubro de 2003 (Estatuto do Idoso), atÈ a data do Resultado Final deste concurso p˙blico. obtiver maior n˙mero de pontos na Prova Pr·tica; obtiver maior n˙mero de pontos na ·rea de Conhecimentos EspecÌficos; obtiver maior n˙mero de pontos na ·rea de LÌngua Portuguesa; obtiver maior n˙mero de pontos na ·rea de LegislaÁ„o do Regime JurÌdico ⁄nico (RJU);

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tenha mais idade (na hipÛtese de haver candidatos com dia, mÍs e ano de nascimento iguais, o critÈrio de desempate ser· a hora do nascimento).

d) Para os cargos de NÌvel MÈdio: Assistente em AdministraÁ„o - CÛd. 05 (Campus Professora Cinobelina Elvas)), Assistente em AdministraÁ„o - CÛd. 06 (Campus Ministro PetrÙnio Portella), TÈcnico em LaboratÛrio/An·lises ClÌnicas ñ CÛd. 07 (Campus Professora Cinobelina Elvas-Bom Jesus-PI), TÈcnico em LaboratÛrio/An·lises ClÌnicas ñ CÛd.08 (Campus Ministro PetrÙnio Portella ñ Teresina- PI) e TÈcnico em Eletromec‚nica:

tiver idade igual ou superior a sessenta anos, conforme o disposto no par·grafo ˙nico, do art. 27, da Lei n . 10.741, de 01 de outubro de 2003 (Estatuto do Idoso), atÈ a data do Resultado Final deste concurso p˙blico. obtiver maior n˙mero de pontos na ·rea de Conhecimentos EspecÌficos; obtiver maior n˙mero de pontos na ·rea de LÌngua Portuguesa; obtiver maior n˙mero de pontos na ·rea de LegislaÁ„o do Regime JurÌdico ⁄nico (RJU); tenha mais idade (na hipÛtese de haver candidatos com dia, mÍs e ano de nascimento iguais, o critÈrio de desempate ser· a hora do nascimento).

17 DO RESULTADO FINAL E DA HOMOLOGA« O

17.1 O Resultado Final do Concurso, apÛs homologaÁ„o do MagnÌfico Reitor, ser· publicado no Di·rio Oficial da Uni„o.

18 DOS REQUISITOS PARA INVESTIDURA NO CARGO

18.1 A investidura no cargo est· condicionada ao atendimento das seguintes condiÁıes:

a) ter sido aprovado e classificado neste concurso p˙blico, dentro do limite de vaga oferecido neste Edital;

b) ter nacionalidade brasileira e, no caso de nacionalidade portuguesa, estar amparado pelo estatuto de igualdade entre brasileiros e portugueses, com reconhecimento de gozo dos direitos polÌticos, nos termos do ß 1 , do art. 12, da ConstituiÁ„o Federal;

c) estar em gozo dos direitos polÌticos;

d) estar quite com as obrigaÁıes eleitorais;

e) estar quite com as obrigaÁıes militares, para os candidatos do sexo masculino, com idade entre 18 e 45 anos;

f) ter idade mÌnima de 18 anos na data de posse;

g) comprovar os requisitos exigidos no subitem 1.2 deste Edital para exercÌcio do cargo;

h) apresentar atestado de sanidade fÌsica e mental;

i) apresentar declaraÁ„o de acumulaÁ„o lÌcita de cargo p˙blico;

j) apresentar declaraÁ„o de bens e valores patrimoniais;

k) apresentar os documentos que se fizerem necess·rios por ocasi„o da posse.

18.2 Antes de efetuar a inscriÁ„o, o candidato dever· certificar-se de que preenche todos os requisitos exigidos para a participaÁ„o no concurso e investidura no cargo. A falta de comprovaÁ„o de qualquer um dos requisitos especificados no subitem 18.1 deste Edital, bem como o n„o atendimento ao que determina o subitem 20.2 deste Edital, impedir· a posse do candidato.

19 DO PRAZO DE VALIDADE

19.1 O prazo de validade do Concurso P˙blico ser· de 01 (um) ano, contado da data de publicaÁ„o do Edital de HomologaÁ„o do Resultado Final no Di·rio Oficial da Uni„o, podendo ser prorrogado, por igual perÌodo, uma ˙nica vez.

20 DA NOMEA« O

20.1 A convocaÁ„o dos candidatos aprovados e classificados dentro do limite de vagas estabelecido no item 1.2 deste Edital ser· feita pela Universidade Federal do PiauÌ (UFPI), por meio de jornal de grande circulaÁ„o no estado ou, alternativamente, via correios, por carta registrada com aviso de recebimento (AR), ou por outros meios considerados adequados, em que estabelecer· o hor·rio, dia e local para o candidato apresentar-se.

20.2 A nomeaÁ„o dos candidatos obedecer· ‡ estrita ordem de classificaÁ„o, estando condicionada ‡ comprovaÁ„o dos requisitos para investidura no cargo especificados no subitem 18.1, e ocorrer· dentro do limite do n˙mero de vagas estabelecido neste Edital, ressalvada a hipÛtese de ampliaÁ„o do n˙mero de vagas e autorizaÁ„o para provimento pelos Ûrg„os competentes.

21 DA POSSE E EXERCÕCIO

21.1 A posse no cargo e o exercÌcio do cargo pelos candidatos nomeados ser„o de acordo com o que determina a Lei n . 8.112, de 11 de dezembro de 1990.

21.2 AlÈm dos requisitos j· estabelecidos no item 18 deste Edital, o candidato aprovado e classificado dever· atender ao que se segue para ser empossado no cargo:

a) estar quite com os cofres p˙blicos;

b) n„o ter sofrido, no exercÌcio da funÁ„o p˙blica, penalidade incompatÌvel com a investidura em cargo p˙blico federal, prevista no art. 137, da Lei n . 8.112, de 11 de dezembro de 1990.

21.3 Ao entrar em exercÌcio, o servidor ficar· sujeito ao Est·gio ProbatÛrio.

22 DAS DISPOSI«’ES GERAIS E FINAIS

22.1 A falta de comprovaÁ„o de qualquer requisito para investidura no cargo, a pr·tica de falsidade ideolÛgica e o procedimento indisciplinar ou descortÍs do candidato para com os membros da COPESE, coordenadores, auxiliares e autoridades presentes, durante a realizaÁ„o da prova e do processo do Concurso, acarretar„o em sua eliminaÁ„o do concurso p˙blico e anulaÁ„o de todos os atos com respeito a ele praticados, ainda que j· tenha sido publicado o

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Edital de HomologaÁ„o do Resultado Final do Concurso, sem prejuÌzo das sanÁıes penais aplic·veis ‡ falsidade da declaraÁ„o.

22.2 N„o ser· fornecido ao candidato qualquer documento ou certid„o comprobatÛria de classificaÁ„o no Concurso, valendo para este fim, o Edital de HomologaÁ„o do Resultado Final publicado no Di·rio Oficial da Uni„o.

22.3 A inscriÁ„o do candidato implicar· o compromisso t·cito de aceitaÁ„o das condiÁıes do Concurso P˙blico, tais como se acham estabelecidas no presente Edital e em seus Anexos, em relaÁ„o ‡s quais n„o poder· alegar desconhecimento.

22.4 A concretizaÁ„o do ato de nomeaÁ„o dos candidatos fica condicionada ao n˙mero de vaga determinado no subitem 1.2, ‡ observ‚ncia das disposiÁıes legais pertinentes, ao exclusivo interesse e conveniÍncia da AdministraÁ„o Superior da UFPI, ‡ disponibilidade orÁament·ria, ‡ rigorosa ordem de classificaÁ„o, ao prazo de validade do Concurso e ‡ apresentaÁ„o da documentaÁ„o exigida em lei para investidura no cargo.

22.5 … de inteira responsabilidade do candidato acompanhar rigorosamente a publicaÁ„o de todos os atos, editais e etapas estabelecidas no Cronograma de ExecuÁ„o ñ Anexo VI, deste Edital, referentes a este Concurso P˙blico, no Di·rio Oficial da Uni„o, os quais tambÈm ser„o divulgados na internet, no endereÁo eletrÙnico www.ufpi.br/copese.

22.6 Qualquer alteraÁ„o no Cronograma de ExecuÁ„o do Concurso ñ Anexo VI, deste Edital, ser· divulgado na internet no endereÁo eletrÙnico www.ufpi.br/copese.

22.7 Ser„o publicados no Di·rio Oficial da Uni„o somente os resultados dos candidatos que lograram classificaÁ„o no Concurso, atÈ o limite determinado no subitem 15.2 deste Edital.

22.8 O perÌodo de inscriÁ„o para este Concurso poder· ser reaberto se n„o houver candidatos para concorrer ‡ vaga, ou ainda, quando n„o houver nenhum candidato aprovado no final do certame, n„o havendo limitaÁ„o quanto ao n˙mero de vezes.

22.9 O presente Edital permite o aproveitamento por outros Ûrg„os do Poder Executivo de candidatos aprovados e classificados neste concurso p˙blico realizado pela UFPI, para provimento de cargo igual ou idÍntico para o qual o certame foi realizado, que tenha denominaÁ„o e descriÁ„o iguais ou semelhantes, envolva as mesmas atribuiÁıes, competÍncias, direitos e deveres, de modo que se exijam idÍnticos requisitos de habilitaÁ„o acadÍmica e profissional, e que sejam observadas a ordem de classificaÁ„o e a finalidade ou destinaÁ„o prevista nas normas editalÌcias. 22.9.1 Os candidatos aprovados e classificados neste concurso p˙blico que n„o aceitarem o aproveitamento por outro Ûrg„o p˙blico do Poder Executivo n„o sofrer„o qualquer prejuÌzo, permanecendo na mesma posiÁ„o na listagem de aprovaÁ„o e classificaÁ„o deste concurso p˙blico.

22.10 Fica eleito o foro da JustiÁa Federal da SeÁ„o Judici·ria do Estado do PiauÌ, com exclus„o de qualquer outro, por mais privilegiado que seja, para interposiÁ„o de recursos judiciais, relativos a este Edital.

22.11 Decorridos 120 (cento e vinte) dias apÛs a publicaÁ„o do Resultado Final do Concurso, os cartıes-respostas ser„o incinerados.

22.12 Os casos omissos ser„o resolvidos pelo Reitor da UFPI, juntamente com a COPESE.

Teresina, 22 de maio de 2017.

JosÈ ArimatÈia Dantas Lopes Reitor

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ANEXO I EDITAL N 11/2017 ñ UFPI

ATRIBUI«’ES DOS CARGOS

CARGO ANALISTA DE TECNOLOGIA DA INFORMA« O (DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS) M…DICO OBSTETRA M…DICO-VETERIN£RIO

CARGO

ANALISTA DE TECNOLOGIA DA INFORMA« O (DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS)

M…DICO OBSTETRA

M…DICO-VETERIN£RIO / CIRURGIA DE C ES E GATOS

M…DICO-

VETERIN£RIO/COM NFASE EM BIOT…RIO

ASSISTENTE EM ADMINISTRA« O

T…CNICO DE LABORAT”RIO / AN£LISES CLÕNICAS

T…CNICO EM

ELETROMEC¬NICA

T…CNICO EM M⁄SICA/VIOLINO, T…CNICO EM M⁄SICA/VIOLONCELO, T…CNICO EM M⁄SICA/VIOLA E T…CNICO EM M⁄SICA/CONTRABAIXO

TRADUTOR E INT…RPRETE DA LÕNGUA BRASILEIRA DE SINAIS

ATRIBUI«’ES

Desenvolver e implantar sistemas informatizados, dimensionando requisitos e funcionalidades do sistema, especificando sua arquitetura, escolhendo ferramentas de desenvolvimento, especificando programas, codificando aplicativos; administrar ambientes informatizados; prestar treinamento e suporte tÈcnico ao usu·rio; elaborar documentaÁ„o tÈcnica; estabelecer padrıes; coordenar projetos e oferecer soluÁıes para ambientes informatizados; pesquisar tecnologias em inform·tica. Assessorar nas atividades de ensino, pesquisa e extens„o.

Realizar consultas e atendimentos mÈdico; tratar pacientes; implementar aÁıes para a promoÁ„o da sa˙de; coordenar programas e serviÁos em sa˙de, efetuar perÌcias, auditorias e sindic‚ncias mÈdicas; elaborar documentos e difundir conhecimentos da ·rea mÈdica. Assessorar nas atividades de ensino, pesquisa e extens„o.

Praticar clÌnica cir˙rgica de c„es e gatos em todas as suas modalidades; zelar pelo bem-estar animal; promover sa˙de p˙blica respeitando estritamente as disposiÁıes legais do MinistÈrio da Sa˙de e do MinistÈrio da Agricultura, Pecu·ria e Abastecimento; elaborar laudos, pareceres e atestados; assessorar na elaboraÁ„o de legislaÁ„o pertinente; zelar pelo uso correto e manutenÁ„o dos equipamentos; orientar acondicionamento e destino correto dos resÌduos gerados no centro cir˙rgico; utilizar recursos de inform·tica; assessorar nas atividades de ensino, pesquisa e extens„o desenvolvidas por docentes dos setores vinculados direta ou indiretamente ao Hospital Veterin·rio Universit·rio, desde que n„o interfira nas atividades de rotina do Hospital Veterin·rio Universit·rio; atuar como preceptor na supervis„o direta das atividades pr·ticas realizadas pelos residentes nos serviÁos de sa˙de.

Praticar a clÌnica veterin·ria e assistÍncia tÈcnica e sanit·ria, voltadas para o bioterismo e manuseio de animais de laboratÛrios de pequeno e mÈdio porte; realizar diagnÛsticos, tratamentos e controle de epizootias e enzootias de animais de laboratÛrio de pequeno e mÈdio porte; praticar clÌnica mÈdica veterin·ria de animais de laboratÛrio de pequeno e mÈdio porte; conhecer e aplicar as normas Èticas de experimentaÁ„o de animais, manuseio, bem-estar animal

e descarte de animais de experimentaÁ„o conforme legislaÁ„o vigente (CONCEA); exercer defesa

sanit·ria animal; fomentar produÁ„o animal; promover aÁıes que visem ‡ prevenÁ„o e controle de doenÁas em animais de laboratÛrio; elaborar laudos, pareceres e atestados em situaÁıes pertinentes a animais de laboratÛrio de pequeno e mÈdio porte; criar condiÁıes de manutenÁ„o

de animais infectados com microrganismos patogÍnicos ou n„o patogÍnicos utilizados em projetos de pesquisa; realizar procedimentos anestÈsicos cir˙rgicos em animais de laboratÛrio de pequeno

e mÈdio porte; coordenar e executar a limpeza, conservaÁ„o, desinfecÁ„o ou esterilizaÁ„o das

instalaÁıes de criaÁ„o ou manutenÁ„o de animais de laboratÛrio; aplicar as normas de biosseguranÁa e higiene, de modo a evitar acidentes e transmiss„o de doenÁas infecciosas; ser respons·vel pela criaÁ„o, sa˙de e bem-estar dos animais de pequeno e mÈdio porte utilizados em atividades de ensino, pesquisa e extens„o; planejar e executar acasalamento, desmame e sexagem de animais de laboratÛrio de pequeno porte e mÈdio porte; administrar o estoque de materiais de consumo necess·rios ao desenvolvimento das atividades do BiotÈrio, bem como orientar e controlar a aquisiÁ„o e compra de insumos de biotÈrios da universidade; prestar assessoria em pesquisas que envolvem animais de laboratÛrio; conhecer as leis especificas e regulamentos relacionados ao uso de animais em experimentaÁ„o; ser respons·vel tÈcnico pelo BiotÈrio da UFPI/Campus Senador Helvidio Nunes - Picos; ministrar cursos de atualizaÁ„o sobre legislaÁ„o vigente relacionada ao uso de animais de experimentaÁ„o e funcionamento de biotÈrios, conforme demanda da universidade; utilizar recursos de inform·tica; executar outras tarefas de mesma natureza e nÌvel de complexidade associadas ao ambiente organizacional; assessorar nas atividades administrativas e de ensino, pesquisa, extens„o, inclusive preceptoria.

Dar suporte administrativo e tÈcnico nas ·reas de recursos humanos, administraÁ„o, finanÁas e logÌstica; atender usu·rios, fornecendo e recebendo informaÁıes; tratar de documentos variados, cumprindo todo o procedimento necess·rio referente aos mesmos; preparar relatÛrios e planilhas; executar serviÁos ·reas de escritÛrio. Assessorar nas atividades de ensino, pesquisa e extens„o.

Executar trabalhos tÈcnicos de laboratÛrio relacionados com a ·rea de atuaÁ„o, realizando ou orientando coleta, an·lise e registros de material e subst‚ncias atravÈs de mÈtodos especÌficos, inclusive de animais domÈsticos e silvestres. Assessorar nas atividades de ensino, pesquisa e extens„o.

Planejar, executar e participar da elaboraÁ„o de projetos eletromec‚nicos de m·quinas, equipamentos e instalaÁıes. Usinar peÁas e interpretar esquemas de montagem e desenhos tÈcnicos. Montar m·quinas e realizar manutenÁ„o eletromec‚nica de m·quinas, equipamentos e instalaÁıes. Assessorar nas atividades de ensino, pesquisa e extens„o.

Realizar atividades de planejamento, organizaÁ„o, controle e assessoria nas atividades musicais de ensino, pesquisa e extens„o universit·ria, inclusive na Escola de M˙sica da UFPI. Tocar na orquestra laboratÛrio como instrumentista no auxÌlio de professores, alunos e visitante, conjuntos instrumentais (orquestras e outras formaÁıes instrumentais); acompanhar grupos vocais dos cursos de extens„o, graduaÁ„o e pÛs-graduaÁ„o durante as aulas, ensaios, provas p˙blicas, recitais e conclus„o de curso e outras atividades acadÍmicas.

Traduzir e interpretar artigos, livros, textos diversos de um idioma para outro, bem como traduzir

e interpretar palavras, conversaÁıes, narrativas, palestras, atividades did·tico-pedagÛgicas em um outro idioma, reproduzindo em Libras ou na modalidade oral da lÌngua portuguesa o pensamento e intenÁ„o do emissor. Assessorar nas atividades de ensino, pesquisa e extens„o.

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ANEXO II EDITAL N 11/2017 ñ UFPI

CONTE⁄DOS PROGRAM£TICOS

I - CONHECIMENTOS GERAIS ñ CARGOS DE NÕVEL SUPERIOR

LÕNGUA PORTUGUESA

Conte˙dos Program·ticos: 1. Texto: InterpretaÁ„o e compreens„o de textos de diferentes gÍneros. Texto e contexto. Tipos textuais. GÍneros textuais/discursivos. Mecanismos de coes„o e coerÍncia textuais. Intertextualidade. Interdiscursividade. 2. VariaÁ„o linguÌstica e norma culta. 3. FonÈtica e Fonologia: Fonema. Encontros voc·licos e consonantais. DÌgrafos. Tonicidade. 4. Ortografia (de acordo com as normas do acordo ortogr·fico vigente): notaÁıes lÈxicas, emprego do sinal indicativo de crase, acentuaÁ„o, emprego do hÌfen. Regras de acentuaÁ„o 5. Morfologia: Estrutura das palavras. FormaÁ„o de palavras. Palavra e morfema. DerivaÁ„o e composiÁ„o. Substantivo: classificaÁ„o, flex„o e emprego. Artigo: classificaÁ„o valores e emprego. Adjetivo: flexıes e empregos. Pronomes: classificaÁ„o e emprego. Numerais: flex„o, valores e empregos. Verbo: classificaÁ„o; flex„o em n˙mero, pessoa, modo, tempo, aspecto, vozes. AdvÈrbio: classificaÁ„o, colocaÁ„o e gradaÁ„o. PreposiÁ„o: funÁ„o, significaÁ„o e valores. ConjunÁ„o: coordenativa e subordinativa. InterjeiÁ„o: classificaÁ„o e locuÁ„o interjetiva. 6. Sintaxe:

Frase, oraÁ„o e perÌodo. Termos essenciais da oraÁ„o: sujeito e predicado. Termos integrantes: complementos nominais e verbais. Termos acessÛrios: adjuntos adnominais e adverbiais. Aposto. PerÌodos simples e compostos. OraÁıes complexas e grupos oracionais: subordinaÁ„o e coordenaÁ„o. Concord‚ncia nominal e verbal. RegÍncia nominal e verbal. Sintaxe de colocaÁ„o ou de ordem. ColocaÁ„o pronominal. Figuras de sintaxe. Discurso direto, indireto e indireto livre. 7. PontuaÁ„o:

Emprego dos sinais de PontuaÁ„o; 8. Sem‚ntica: polissemia, homonÌmia, sinonÌmia, antonÌmia, paronÌmia. 9. EstilÌstica:

Figuras de linguagem.

IndicaÁıes Bibliogr·ficas:

BECHARA, Evanildo. Moderna gram·tica portuguesa. 37. ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2009.

CUNHA, Celso; CINTRA, Lindley. Nova gram·tica do portuguÍs contempor‚neo. 4. ed. Rio de Janeiro: Lexikon Editora Digital,

2007.

MARCUSCHI, Luiz AntÙnio. ProduÁ„o textual, an·lise de gÍneros e compreens„o. S„o Paulo: Par·bola, 2008.

LEGISLA« O DO REGIME JURÕDICO ⁄NICO:

Conte˙dos Program·ticos: Lei n 8.112, de 11 de dezembro de 1990. Regime JurÌdico dos servidores p˙blicos civis da Uni„o, das autarquias e das fundaÁıes p˙blicas federais: 1. Cargo p˙blico; do provimento; da investidura; da nomeaÁ„o; do concurso p˙bico; da posse; do exercÌcio; da estabilidade; da readaptaÁ„o; da revers„o; da reintegraÁ„o; da reconduÁ„o; da disponibilidade e do aproveitamento; da vac‚ncia; da remoÁ„o; da redistribuiÁ„o; da substituiÁ„o. 2. Do est·gio probatÛrio e da estabilidade. 3. Dos direitos e vantagens: vencimento, indenizaÁıes, gratificaÁıes e adicionais. 4. Das fÈrias e das licenÁas; dos afastamentos e das concessıes. 5. Do tempo de serviÁo. 6. Do Regime disciplinar ñ dos deveres; das proibiÁıes; da acumulaÁ„o de cargos p˙blicos; das responsabilidades e das penalidades. 7. O Processo Administrativo Disciplinar. 8. Da seguridade social do servidor; dos benefÌcios e da aposentadoria. 9. Da assistÍncia ‡ sa˙de do servidor.

IndicaÁıes Bibliogr·ficas:

BRASIL. Lei n 8.112, de 11 de dezembro de 1990. Dispıe sobre o Regime JurÌdico dos servidores p˙blicos civis da Uni„o, das autarquias e das fundaÁıes p˙blicas federais. PresidÍncia da Rep˙blica. Casa Civil. Subchefia para Assuntos JurÌdicos. DisponÌvel em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L8112cons.htm.

II - CONHECIMENTOS ESPECÕFICOS ñ CARGOS DE NÕVEL SUPERIOR

ANALISTA DE TECNOLOGIA DA INFORMA« O (DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS)

Conte˙dos Program·ticos: 1. Banco de Dados: Conceitos b·sicos; IndependÍncia de dados; Abordagem relacional; Modelagem entidade-relacionamento; NormalizaÁ„o; TransformaÁ„o do modelo conceitual; Linguagem SQL. 2. Arquitetura de Sistemas: Sistemas de trÍs camadas; Padrıes de projeto; AplicaÁıes distribuÌdas; Portais; Servidores de AplicaÁ„o; Interoperabilidade; Web Services; Arquitetura Orientada a ServiÁos (SOA); Barramento de ServiÁos Corporativos (ESB); Sistemas Integrados de Gest„o (ERP). 3. Engenharia de Software: Ciclo de vida; Metodologias de desenvolvimento; Processo Unificado: Requisitos, An·lise, Projeto, Testes; UML; MÈtricas. 4. Estrutura de dados e algoritmos: Tipos b·sicos de dados; Algoritmos para pesquisa e ordenaÁ„o; Listas lineares e suas generalizaÁıes: Listas ordenadas, listas encadeadas, pilhas e filas; £rvores e suas generalizaÁıes: £rvores bin·rias, ·rvores de busca, ·rvores balanceadas (AVL), ·rvores B e B+; Complexidade de algoritmos. 5. Linguagens de ProgramaÁ„o (uso da linguagem JAVA para os exemplos): Conceitos b·sicos e caracterÌsticas estruturais das linguagens de programaÁ„o; Conceitos de orientaÁ„o a objetos; ColeÁıes; Entradas/SaÌdas; Threads; Garbage Collector. 6. Conceitos e tecnologias relacionadas ‡ Internet: Protocolos relevantes para aplicaÁıes Internet; PrincÌpios e arquitetura da Internet; Linguagens de marcaÁ„o, transformaÁ„o e apresentaÁ„o. 7. Qualidade de Software:

NoÁıes de CMM e CMMI e Norma ISO 9001:2008. 14. NoÁıes de GovernanÁa de TI e COBIT 4.1.

IndicaÁıes Bibliogr·ficas:

HEUSER, Carlos Alberto. Projeto de banco de dados. 4. ed. Porto Alegre: Bookman, 2008. KORTH, Henry. Sistema de banco de dados. 3. ed. S„o Paulo: Makron Books, 1998. SILBERSCHATZ, Abraham. Sistema de banco de dados. 6. ed. S„o Paulo: Elsevier. BOOCH, Grady; RUMBAUGH, James. The unified modeling language user guide; Addison Wesley. LARMAN, Craig. Utilizando UML e padrıes. 3. ed. Porto Alegre: Porto Alegre: Bookman, 2000. PRESSMAN, Roger. Engenharia de software. 7. ed. S„o Paulo: Bookman, 2011. PAULA FILHO, Wilson de P·dua. Engenharia de software-Fundamentos, mÈtodos e padrıes.3. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2009. LORENZI, Fabiana; MATTOS, Patricia Noll; CARVALHO, Tanisi Pereira de. Estrutura de dados. S„o Paulo: Thomson, 2007. SEBESTA, Robert. Conceitos de linguagens de programaÁ„o. 5. ed. Porto Alegre: Bookman, 2003. ROSS, Kurose. Redes de computadores e a internet. 6. ed. S„o Paulo: Pearson, 2013.

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TANENBAUM, Andre. Redes de computadores. 5. ed. S„o Paulo: Pearson, 2011. KOSCIANSKI, Andre; SOARES, Michel. Qualidade de software. 2. ed. S„o Paulo: Novatec, 2007. BARTI…, Alexandre. Garantia de qualidade de software. Rio de Janeiro: S„o Paulo: Campus 2002.

M…DICO OBSTETRA:

Conte˙dos Program·ticos: 1. Repercussıes da gravidez no organismo materno. 2. Consulta preconcepcional. 3. AssistÍncia prÈ-natal. 4. Patologias do sistema amniÛtico. 5. AssistÍncia ‡s fases clÌnicas do trabalho de parto. 6. Sofrimento fetal. 7. Diabetes gestacional. 8. Hipertens„o e gravidez. 9. Prematuridade. 10. Rotura prematura das membranas ovulares. 11. Sangramento de primeira metade da gestaÁ„o. 12. Sangramento de segunda metade da gestaÁ„o. 13. PÛs-datismo e gravidez prolongada. 14. ”bito fetal. 15. Morbimortalidade materna.

IndicaÁıes Bibliogr·ficas:

ZUGAIB, Marcelo. Zugaib ObstetrÌcia. 2. ed. S„o Paulo: Manole, 2012. REZENDE FILHO, Jorge; MONTENEGRO, Carlos Antonio Barbosa. ObstetrÌcia fundamental Rezende. 9. ed. Guanabara Koogan,

2002.

BECKMANN, Charles. Ginecologia & ObstetrÌcia. The American College of Obstetricans and Gynecologists. 6. ed. Rio de Janeiro:

Revinter, 2012.

M…DICO-VETERIN£RIO/CIRURGIA DE C ES E GATOS:

Conte˙dos Program·ticos: 1. AfecÁıes cir˙rgicas da pele e anexos: princÌpios da cirurgia pl·stica e reconstrutiva; enxertos. 2. AfecÁıes cir˙rgicas das cavidades corporais: parede tor·cica (pleura e espaÁo pleural); parede abdominal (peritÙneo e cavidade peritoneal); hÈrnias (abdominais, perineal, diafragm·tica, peric·rdica e hiatal). 3. AfecÁıes cir˙rgicas do sistema gastrintestinal: cavidade oral (lÌngua, l·bios, bochechas, faringe, gl‚ndulas salivares, maxilectomia e mandibulectomia); esÙfago; estÙmago; intestino delgado; intestino grosso; ‚nus e reto; fÌgado e sistema biliar; p‚ncreas exÛcrino. 4. AfecÁıes cir˙rgicas do sistema respiratÛrio: respiratÛrio superior; respiratÛrio inferior. 5. Sistema cardiovascular: princÌpios da cirurgia vascular; procedimentos cir˙rgicos cardÌacos b·sicos; circulaÁ„o extracorpÛrea; dist˙rbios vasculares perifÈricos. 6. AfecÁıes cir˙rgicas do sistema hematolinf·tico: baÁo; linfonodos; tonsilas e timo. 7. AfecÁıes cir˙rgicas do sistema nervoso: sistema nervoso central; disco intervertebral; fraturas e luxaÁıes vertebrais; cirurgia intracraniana; sistema nervoso perifÈrico. 8. AfecÁıes cir˙rgicas dos olhos e anexos: p·lpebras; conjuntiva; sistema lacrimal; terceira p·lpebra; cÛrnea e esclerÛtica; Ìris e corpo ciliar; cristalino; humor vÌtreo e retina; Ûrbita; glaucoma; traumatismos oculares. 9. AfecÁıes cir˙rgicas do sistema reprodutivo: ov·rios e ˙tero; vagina, vetÌbulo e vulva; parto eutÛcico e distÛcico; testÌculos e epidÌdimos; pÍnis, prep˙cio e escroto; prÛstata. 10. AfecÁıes cir˙rgicas do sistema urin·rio: rins; ureteres; bexiga; uretra. 11. AfecÁıes cir˙rgicas do sistema endÛcrino: hipÛfise; adrenal; tireoide; paratireoide; p‚ncreas endÛcrino. 12. AfecÁıes cir˙rgicas do ouvido: pina; conduto auditivo externo; ouvido mÈdio. 13. AfecÁıes cir˙rgicas do sistema musculoesquelÈtico: luxaÁıes; fraturas; amputaÁıes; afecÁıes articulares; m˙sculos e tendıes. 14. Oncologia: terapia cir˙rgica. 15. Neurocirurgia: coluna cervical, toracolombar e lombossacra.

IndicaÁıes Bibliogr·ficas:

DENNY, H. R. Cirurgia ortopÈdica em c„es e gatos. S„o Paulo: Roca, 2006. FOSSUM, T. W. Cirurgia de pequenos animais. Rio de Janeiro: Elsevier, 2008. OLIVEIRA, A. L. A. TÈcnicas cir˙rgicas em pequenos animais. S„o Paulo: Elsevier, 2012. PIERMATTEI, Donald L.; FLO, Gretchen; DECAMP, Charles E. Ortopedia e tratamento de fraturas de pequenos animais. S„o Paulo: Manole, 2009. SLATTER, D. Manual de cirurgia de pequenos animais. Vol. 2. S„o Paulo: Manole, 2007. SCHOSSLER, J.E.W. Conceitos b·sicos de clÌnica cir˙rgica veterin·ria. Santa Maria, RS: Editora da UFSM, 2013. TOBIAS, K. M. Manual de cirurgia de tecidos moles em pequenos animais. S„o Paulo: Roca, 2012.

Pontos para o sorteio da Prova Pr·tica: 1. HÈrnias; 2. AfecÁıes cir˙rgicas do sistema musculoesquelÈtico; 3. AfecÁıes cir˙rgicas do sistema gastrintestinal; 4. AfecÁıes cir˙rgicas do sistema reprodutivo; 5. AfecÁıes cir˙rgicas do sistema urin·rio.

IndicaÁıes Bibliogr·ficas para a Prova Pr·tica

DENNY, H. R. Cirurgia ortopÈdica em c„es e gatos. S„o Paulo: Roca, 2006. FOSSUM, T. W. Cirurgia de pequenos animais. Rio de Janeiro: Elsevier, 2008. OLIVEIRA, A. L. A. TÈcnicas cir˙rgicas em pequenos animais. S„o Paulo: Elsevier, 2012. PIERMATTEI, Donald L.; FLO, Gretchen; DECAMP, Charles E. Ortopedia e tratamento de fraturas de pequenos animais. S„o Paulo: Manole, 2009. SLATTER, D. Manual de cirurgia de pequenos animais. Vol. 2. S„o Paulo: Manole, 2007. SCHOSSLER, J.E.W. Conceitos b·sicos de clÌnica cir˙rgica veterin·ria. Santa Maria, RS: Editora da UFSM, 2013. TOBIAS, K. M. Manual de cirurgia de tecidos moles em pequenos animais. S„o Paulo: Roca, 2012.

M…DICO-VETERIN£RIO/COM

NFASE EM BIOT…RIO:

Conte˙dos Program·ticos: 1. …tica, bem-estar e legislaÁ„o em experimentaÁ„o animal. 2. BiosseguranÁa em biotÈrios (procedimentos, instalaÁıes fÌsicas, barreiras sanit·rias e equipamento). 3. Gest„o, manutenÁ„o e desenvolvimento em biotÈrios. 4. Controle de qualidade ambiental, nutricional e animal no manejo de roedores. 5. DiagnÛstico e tratamento de doenÁas e zoonoses de animais de laboratÛrio. 6. Modelos animais, tÈcnicas experimentais, cir˙rgicas e coleta de material biolÛgico. 7. Biologia do desenvolvimento e fisiologia de animais de laboratÛrio. 8. TÈcnicas de transgenia (produÁ„o de animais transgÍnicos, caracterizaÁ„o genotÌpica e fenotÌpica de mutantes). 9. Anestesia, analgesia e eutan·sia em animais de laboratÛrio. 10. Modelos experimentais de pesquisa e mÈtodos alternativos ao uso de animais de laboratÛrio. 11. Lei n 11.794, de 8 de outubro de 2008.

IndicaÁıes Bibliogr·ficas:

BRASIL. MINIST…RIO DA CI NCIA, TECNOLOGIA, INOVA«’ES E COMUNICA«’ES (MCTIC). Normativas do CONCEA para produÁ„o manutenÁ„o ou utilizaÁ„o de animais em atividade de ensino ou pesquisa cientÌfica (lei, decreto, resoluÁıes normativas e orientaÁıes tÈcnicas). 3 ed. BrasÌlia, 2016. 386 p.

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CONSELHO NACIONAL DE CONTROLE DE EXPERIMENTA« O ANIMAL (CONCEA) - Diretriz brasileira para o cuidado e a utilizaÁ„o de animais em atividades de ensino ou de pesquisa cientÌfica ñ DBCA. BrasÌlia, 2016. 50 p. CONSELHO NACIONAL DE CONTROLE DE EXPERIMENTA« O ANIMAL (CONCEA). Diretrizes da pr·tica de eutan·sia do CONCEA. BrasÌla, 2013. 54 p. ANDRADE, A.; PINTO, S. C.; OLIVEIRA, R. S. Animais de laboratÛrio ñ criaÁ„o e experimentaÁ„o, Rio de Janeiro: FIOCRUZ,

2002. 388 p.

SIROIS, M. Medicina de animais de laboratÛrio ñ princÌpios e procedimentos, S„o Paulo: Roca, 2007. 332 p. ANDRADE, Antenor; CORREIA, Sergio Pinto; OLIVEIRA, Rosilene Santos de. Animais de laboratÛrio: criaÁ„o e experimentaÁ„o.

Rio de Janeiro: FIOCRUZ, 2002. 388 p. MOLINARO, Etelcia Moraes; MAJEROWICZ, Joel; VALLE, Silvio. BiosseguranÁa em biotÈrios. Rio de Janeiro: InterciÍncia, 2008. 226 p. MAJEROWICZ, Joel. Boas pr·ticas em biotÈrios ñ BiosseguranÁa. Rio de Janeiro: InterciÍncia, 2008. 175 p. NEVES, Silv‚nia M. P.; MANCINI FILHO, Jorge; MENEZES, Elizabete Wenzel. Manual de cuidados e procedimentos com animais de laboratÛrio do biotÈrio de produÁ„o e experimentaÁ„o da FCF-IQ/USP. S„o Paulo: Editora FCF-IQ/USP, 2013. 2016 p. RHODEN, Claudia Ramos; RHODEN, Ernani Luis. PrincÌpios e tÈcnicas em experimentaÁ„o animal. Porto Alegre: Editora UFRGS,

2006. 567 p.

III - CONHECIMENTOS GERAIS ñ CARGOS DE NÕVEL M…DIO

LÕNGUA PORTUGUESA

Conte˙dos Program·ticos: 1. Texto: InterpretaÁ„o e compreens„o de textos de diferentes gÍneros. Texto e contexto. Tipos textuais. GÍneros textuais/discursivos. Mecanismos de coes„o e coerÍncia textuais. Intertextualidade. Interdiscursividade. Intergenericidade. 2. VariaÁ„o linguÌstica e norma culta. 3. FonÈtica e Fonologia: Fonema. Encontros voc·licos e consonantais. DÌgrafos. Tonicidade. 4. Ortografia (de acordo com as normas do acordo ortogr·fico vigente): notaÁıes lÈxicas, emprego do sinal indicativo de crase, acentuaÁ„o, emprego do hÌfen. Regras de acentuaÁ„o 5. Morfologia: Estrutura das palavras. FormaÁ„o de palavras. Palavra e morfema. DerivaÁ„o e composiÁ„o. Classes de palavras e categorias gramaticais:

reconhecimento, valores e emprego. 6. Sintaxe: Frase, oraÁ„o e perÌodo. Termos da oraÁ„o. PerÌodos simples e compostos. OraÁıes complexas e grupos oracionais: subordinaÁ„o e coordenaÁ„o. Concord‚ncia nominal e verbal. RegÍncia nominal e verbal. Sintaxe de colocaÁ„o ou de ordem. ColocaÁ„o pronominal. 7. PontuaÁ„o: Emprego dos sinais de PontuaÁ„o. 8. Sem‚ntica: polissemia, homonÌmia, sinonÌmia, antonÌmia, paronÌmia. 9. EstilÌstica: Figuras de linguagem.

IndicaÁıes Bibliogr·ficas:

BECHARA, Evanildo. Moderna gram·tica portuguesa. 37. ed

CUNHA, Celso; CINTRA, Lindley. Nova gram·tica do portuguÍs contempor‚neo. 4. ed. Rio de Janeiro: Lexikon Editora Digital,

2007.

MARCUSCHI, Luiz AntÙnio. ProduÁ„o textual, an·lise de gÍneros e compreens„o. S„o Paulo: Par·bola, 2008.

Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2009.

LEGISLA« O DO REGIME JURÕDICO ⁄NICO

Conte˙dos Program·ticos: Lei n 8.112, de 11 de dezembro de 1990. Regime JurÌdico dos servidores p˙blicos civis da Uni„o, das autarquias e das fundaÁıes p˙blicas federais: 1. Cargo p˙blico; do provimento; da investidura; da nomeaÁ„o; do concurso p˙bico; da posse; do exercÌcio; da estabilidade; da readaptaÁ„o; da revers„o; da reintegraÁ„o; da reconduÁ„o; da disponibilidade e do aproveitamento; da vac‚ncia; da remoÁ„o; da redistribuiÁ„o; da substituiÁ„o. 2. Do est·gio probatÛrio e da estabilidade. 3. Dos direitos e vantagens: vencimento, indenizaÁıes, gratificaÁıes e adicionais. 4. Das fÈrias e das licenÁas; dos afastamentos e da concessıes. 5. Do tempo de serviÁo. 6. Do Regime disciplinar ñ dos deveres; das proibiÁıes; da acumulaÁ„o de cargos p˙blicos; das responsabilidades e das penalidades. 7. O Processo Administrativo Disciplinar. 8. Da seguridade social do servidor; dos benefÌcios e da aposentadoria. 9. Da assistÍncia ‡ sa˙de do servidor.

IndicaÁıes Bibliogr·ficas:

BRASIL. Lei n 8.112, de 11 de dezembro de 1990. Dispıe sobre o Regime JurÌdico dos servidores p˙blicos civis da Uni„o, das autarquias e das fundaÁıes p˙blicas federais. PresidÍncia da Rep˙blica. Casa Civil. Subchefia para Assuntos JurÌdicos. DisponÌvel em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L8112cons.htm.

IV - CONHECIMENTOS ESPECÕFICOS ñ CARGOS DE NÕVEL M…DIO

ASSISTENTE EM ADMINISTRA« O:

Conte˙dos Program·ticos: 1. NoÁıes gerais sobre administraÁ„o: conceitos e objetivos da administraÁ„o; teoria da burocracia: origens, caracterÌsticas, vantagens, dilemas e disfunÁıes; rotinas administrativas; fundamentos de organizaÁ„o, sistemas e mÈtodos: nÌveis hier·rquicos, organograma, fluxograma e departamentalizaÁ„o, processo de tomada de decis„o, autoridade, responsabilidade e competÍncia gerencial; processo organizacional: planejamento, organizaÁ„o, direÁ„o e controle; lideranÁa e processos de comunicaÁ„o; mudanÁa e cultural organizacional. 2. NoÁıes gerais sobre administraÁ„o e da administraÁ„o p˙blica: conceitos e objetivos da administraÁ„o; elementos e funcionamento do setor p˙blico; rotinas administrativas; princÌpios da administraÁ„o b·sicos e gerenciais da administraÁ„o p˙blica; mecanismos de controle interno e externo; administraÁ„o direta e indireta; agentes p˙blicos; poderes e atos administrativos: conceitos e classificaÁ„o. 3. NoÁıes de documentaÁ„o e arquivos: conceitos, objetivos e import‚ncia do fluxo de documentos na organizaÁ„o; etapas do processo de documentaÁ„o; classificaÁ„o, encaminhamento e arquivo de documentos em instituiÁıes p˙blicas; tipos de arquivos; organizaÁ„o, proteÁ„o, conservaÁ„o e recuperaÁ„o de informaÁıes e arquivos de documentos. 4. NoÁıes de comunicaÁ„o, redaÁ„o e expediÁ„o de documentos em Ûrg„os p˙blicos: cartas comerciais; relatÛrios; manuais; memorandos; requerimentos; circulares; ofÌcios; editais; telegramas; mensagens eletrÙnicas. 5. NoÁıes gerais sobre o serviÁo p˙blico: conhecimento do cÛdigo de Ètica profissional no serviÁo p˙blico (Decreto n 1.711/94 e suas alteraÁıes); processo administrativo no ‚mbito da AdministraÁ„o P˙blica Federal (Lei n 9.784/99 e suas alteraÁıes). 6. NoÁıes gerais sobre orÁamento, receita e despesa p˙blicos: conceitos de receitas, despesas p˙blicas e de orÁamento p˙blico; classificaÁ„o de receitas e despesas p˙blicas; diferenÁa entre investimentos e dispÍndios; Plano Plurianual; Lei de Diretrizes OrÁament·rias; Lei OrÁament·ria Anual; processos de empenho, liquidaÁ„o e pagamento; contratos; convÍnios. 7. NoÁıes sobre compras no setor p˙blico: conceitos e sistemas de compras; licitaÁ„o no serviÁo p˙blico: conceito; finalidade; princÌpios; modalidades; cadastro de fornecedores;

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procedimentos administrativos; sanÁıes (Lei n 8.666/93, Lei n 8.429/92, Lei n 10.520/02, Lei n 12.462/11). 8. NoÁıes gerais sobre gest„o de materiais, patrimÙnio e logÌstica: conhecimentos sobre normas a respeito de recursos materiais e patrimoniais e de sua logÌstica no serviÁo p˙blico; sistemas de controle de estoques e patrimÙnio; modalidades de transportes; sistemas e mÈtodos de armazenamento; invent·rios; solicitaÁıes de compra; relatÛrios de consumo; processos de devoluÁ„o; pesquisa de preÁos; invent·rios de materiais e patrimÙnio em Ûrg„os p˙blicos. 9. Habilidades e comportamentos necess·rios para o bom desempenho no trabalho: equipes e grupos de trabalho; atitudes necess·rias ao bom relacionamento interpessoal; empatia; proatividade; compreens„o e receptividade nas relaÁıes de trabalho. 10. NoÁıes de Gest„o de Pessoas: conceitos e objetivos; recrutamento; seleÁ„o; treinamento; desenvolvimento e relaÁıes interpessoais; competÍncias, habilidades e atitudes para qualidade no atendimento ao p˙blico; apresentaÁ„o pessoal; presteza; eficiÍncia; empatia; proatividade; toler‚ncia; discriÁ„o; cortesia; interesse; atenÁ„o; objetividade; comunicaÁ„o interpessoal.

IndicaÁıes Bibliogr·ficas:

BALLOU, Ronald H. LogÌstica empresarial: transporte, administraÁ„o de materiais e distribuiÁ„o fÌsica. TraduÁ„o Hugo T Y Yoshizaki. S„o Paulo: Atlas, 1993. BRASIL. Lei n 9.874/99. DisponÌvel em: <http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L9784.htm>

Decreto n 1.711/94. DisponÌvel em: <http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto/d1171.htm>

Lei n 8.666/93. DisponÌvel em: <http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L8666cons.htm>

Lei n 8.429/92. DisponÌvel em: <http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L8429.htm>

Lei n™ 10.520/92. DisponÌvel em: <http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/2002/L10520.htm>

Lei n 12.462/1. DisponÌvel em: <http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2011-2014/2011/Lei/L12462.htm>

Manual de RedaÁ„o Oficial ñ PresidÍncia. DisponÌvel em: <http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/manual/manual.htm>

Decreto

n

8.593/15.

DisponÌvel

em:

<http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-

2018/2015/Decreto/D8539.htm>.

<http://www.conarq.arquivonacional.gov.br/legislacao/portarias-

federais/463-portaria-normativa-n-4,-de-10-de-marco-de-2016.html>

CARAVANTES, Geraldo Ronchetti. AdministraÁ„o: teorias e processos. S„o Paulo: Pearson Prentice Hall, 2005. CHIAVENATO, Idalberto. AdministraÁ„o nos novos tempos. Rio de Janeiro: Campus, 1999.

IntroduÁ„o ‡ teoria geral da administraÁ„o. 6. ed. rev. e atual. Rio de Janeiro: Campus, 2000.

Teoria geral da administraÁ„o: uma vis„o abrangente da moderna administraÁ„o das organizaÁıes. EdiÁ„o compacta.

3. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2007. Gest„o de pessoas: o novo papel dos recursos humanos nas organizaÁıes. 21.reimp. Rio de Janeiro: Elsevier, 1999.

DIAS, Marco AurÈlio P. AdministraÁ„o de materiais. EdiÁ„o compacta. 4. ed. S„o Paulo: Atlas 1995. DUTRA, Joel Souza. Gest„o de pessoas: modelo, processos, tendÍncias e perspectivas. S„o Paulo: Atlas, 2002. ESCRIV O FILHO, Edmundo; PERUSSI S.F. Teorias de administraÁ„o: introduÁ„o ao estudo do trabalho do administrador. S„o Paulo: Saraiva, 2010. LIMA, Carlos Alberto Nogueira. AdministraÁ„o p˙blica: teoria e mais de 400 questıes. 2. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2005. MARTINS, PetrÙnio Garcia; ALT, Paulo Renato Campos. AdministraÁ„o de materiais e recursos patrimoniais. S„o Paulo:

Saraiva, 2003. MAXIMIANO, AntÙnio Cesar Amaru. IntroduÁ„o ‡ administraÁ„o. S„o Paulo: Atlas, 2006.

Teoria geral da administraÁ„o. 3. ed. S„o Paulo: Atlas, 2002.

MISOCZKY, Maria Ceci Ara˙jo. Planejamento e programaÁ„o na administraÁ„o p˙blica. Departamento de CiÍncias da AdministraÁ„o. FlorianÛpolis: CAPES : UAB, 2011. OLIVEIRA, Djalma de Pinho RebouÁas de. AdministraÁ„o de processos. S„o Paulo: Atlas, 2006. Estrutura organizacional: uma abordagem para resultados e competitividade. S„o Paulo: Atlas, 2006.

Teoria geral da administraÁ„o: uma abordagem pr·tica. S„o Paulo: Atlas, 2008.

POZO, Hamilton. AdministraÁ„o de recursos materiais e patrimoniais: uma abordagem logÌstica. S„o Paulo: Atlas, 2007. SANTOS, Rita de C·ssia. Plano plurianual e orÁamento p˙blico. Departamento de CiÍncias da AdministraÁ„o. FlorianÛpolis:

CAPES : UAB. 2010. SLACK. Nigel; CHAMBERS, Stuart; JOHNSTON, Robert. AdministraÁ„o da produÁ„o. S„o Paulo: Atlas, 2002. VIANA, Jo„o, J. AdministraÁ„o de materiais: um enfoque pr·tico. S„o Paulo: Atlas, 2008.

Portaria

Normativa n

04/16.

DisponÌvel

em:

T…CNICO EM LABORAT”RIO/AN£LISES CLÕNICAS:

Conte˙dos Program·ticos: 1. Boas pr·ticas de laboratÛrio e biosseguranÁa. 2. EsterilizaÁ„o e desinfecÁ„o em laboratÛrios. 3. Coleta, manipulaÁ„o, transporte e conservaÁ„o de amostras biolÛgicas para os laboratÛrios. 4. Preparo de corantes e tÈcnicas de coloraÁ„o para amostras microbiolÛgicas, bacteriolÛgicas, parasitolÛgicas e hematolÛgicas e de sÍmen (animais e humanos) 5. Meios de cultura na rotina de laboratÛrio: preparo, conservaÁ„o e estocagem. 6. Preparo de reagentes e soluÁıes: pesagem e diluiÁ„o. 7. Anticoagulantes usados nos laboratÛrios. 8. Exames laboratoriais ! automatizados ou tÈcnicas cl·ssicas. Procedimentos tÈcnicos necess·rios para a realizaÁ„o de exames em laboratÛrio de an·lises clÌnicas nas de ·reas de hematologia clÌnica, bioquÌmica clÌnica, parasitologia clÌnica, imunologia clÌnica, microbiologia clÌnica, citologia clÌnica (animais e humanos). Fatores que podem interferir na coleta das amostras. Gerenciamento de resÌduos em serviÁos de sa˙de (RDC 306/2004).

IndicaÁıes Bibliogr·ficas:

DE CARLI, G. A. Parasitologia clÌnica: seleÁ„o de mÈtodos e tÈcnicas de laboratÛrio para o diagnÛstico das parasitoses humanas. 2. ed. S„o Paulo: Atheneu, 2007. DENICOLA, D. B.; COWELL, R. L.; MEINKOTH, J. H.; TYLER, R. D. DiagnÛstico citolÛgico e hematologia de c„es e gatos. 3. ed. S„o Paulo: Medvet, 2009. HENRY, J. B. DiagnÛsticos clÌnicos e tratamentos por mÈtodos laboratoriais. 20 ed. S„o Paulo: Manole, 2008. KERR, Morag G. Exames laboratoriais em medicina veterin·ria: bioquÌmica clÌnica e hematologia. 2. ed. S„o Paulo: Roca, 2003. LIMA, A.O.; SOARES, J.B.; GRECO,J.B.; GALIZI, J.; CAN«ADO, J.R. MÈtodos de laboratÛrio aplicados ‡ clÌnica: tÈcnica e interpretaÁ„o. 8. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008. NOGUEIRA, D.M.; STRUFALDI, B.; HIRATA, M.H.; ABDALLA, D.S.P.; HIRATA, R.D.C. MÈtodos de bioquÌmica clÌnica: tÈcnica e interpretaÁ„o. S„o Paulo: Pancast, 1990. OLIVEIRA, R.A.G. Hemograma: como fazer e interpretar. S„o Paulo: Livraria MÈdica Paulista, 2007. SBPC/ML. Sociedade Brasileira de Patologia ClÌnica/Medicina Laboratorial. RecomendaÁıes da Sociedade Brasileira de Patologia ClÌnica Medicina Laboratorial para a coleta de sangue venoso. 2. ed. S„o Paulo: Manole, 2010.

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Coleta e preparo da amostra biolÛgica. 1. ed. S„o Paulo: Manole, 2017.

RecomendaÁıes da Sociedade Brasileira de Patologia ClÌnica Medicina Laboratorial: realizaÁ„o de exames em urina. 2.

ed. S„o Paulo: Manole, 2010. REAGAN, W. J.; IRIZARRY, A. R.; DENICOLA, D. B. Atlas de hematologia veterin·ria. EspÈcies domÈsticas e n„o domÈsticas comuns. 2. ed. Rio de Janeiro: Revinter, 2011. STOCKHAM, Steven L.; SCOTT, Michael A. Fundamentos de patologia clÌnica veterin·ria. 2. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2011. THRALL, M. A. Hematologia e bioquÌmica clÌnica veterin·ria. 2. ed. S„o Paulo: Roca, 2004.

T…CNICO EM ELETROMEC¬NICA:

Conte˙dos Program·ticos: 1 ñ Metrologia. Sistemas de unidades: sistema mÈtrico, sistema inglÍs e convers„o de unidades. Instrumentos de mediÁ„o ñ paquÌmetro, micrÙmetro, relÛgio comparador, goniÙmetro e rugosÌmetro: composiÁ„o, princÌpio de funcionamento e leitura, tipos de erros, resoluÁ„o, exatid„o e precis„o. Toler‚ncias geomÈtricas e dimensionais. 2 - ResistÍncia dos materiais: traÁ„o, compress„o e cisalhamento simples - tensıes admissÌveis e coeficiente de seguranÁa; forÁa cortante e momento fletor: cargas concentradas e distribuÌdas em vigas apoiadas. 3 - Processos de fabricaÁ„o: fresamento, torneamento, furaÁ„o, aplainamento e retificaÁ„o; ferramentas de usinagem. 4. Processos de soldagem: soldagem por eletrodo revestido, TIG, MIG-MAG e oxi-acetilÍnica. PreparaÁ„o de peÁas para soldagem. PosiÁıes de soldagem. 5 - Processos de conformaÁ„o mec‚nica: forjamento, estampagem, cunhagem e extrus„o. 5 - Desenho tÈcnico: Leitura e interpretaÁ„o de desenho tÈcnico mec‚nico. 6 - Sistemas hidr·ulicos e pneum·ticos - Pneum·tica: produÁ„o e distribuiÁ„o do ar comprimido, atuadores e v·lvulas de comando, circuitos pneum·ticos; eletropneum·tica: v·lvulas eletromec‚nicas, circuitos eletropneum·ticos. AutomaÁ„o hidr·ulica industrial: bombas, atuadores e v·lvulas, circuitos hidr·ulicos. Controladores lÛgico-program·veis. 7 - Elementos de m·quinas - Elementos de fixaÁ„o: parafusos, rebites e soldas. Elementos de transmiss„o: engrenagens, correntes, correias e polias. Mancais de deslizamento e de rolamento. Acoplamentos. Cabos de aÁo. 8 - LubrificaÁ„o:

fundamentos da lubrificaÁ„o. CaracterÌsticas fÌsicas e quÌmicas dos lubrificantes. 9 - ManutenÁ„o: confiabilidade, mantenabilidade e disponibilidade. ManutenÁ„o corretiva, preventiva e preditiva. 10 - Materiais de construÁ„o mec‚nica:

propriedades, estrutura cristalina, tratamentos tÈrmicos, ensaios destrutivos e n„o destrutivos. 11 - M·quinas tÈrmicas ñ Compressores alternativos: princÌpio de funcionamento e componentes. 12 - RefrigeraÁ„o e ar-condicionado: tipos, aplicaÁıes, princÌpio de funcionamento e componentes. 13 - Circuitos elÈtricos: conceitos b·sicos de tens„o, resistÍncia e corrente elÈtrica; Lei de Ohm; Lei de Kirchhoff; componentes passivos: resistores, indutores e capacitores; fontes de tens„o; an·lise de circuitos em corrente contÌnua e corrente alternada, monof·sicos e trif·sicos. 14 - PotÍncia ativa, reativa e aparente. Fator de potÍncia. CorreÁ„o do fator de potÍncia. 15 - InstalaÁıes elÈtricas: condutores elÈtricos - tipos, aplicaÁıes e dimensionamento; simbologia e diagramas unifilar, multifilar e funcional. Aterramento: tipos, aplicaÁıes e componentes. Norma de seguranÁa em instalaÁıes e serviÁos em eletricidade NR 10. Norma brasileira de instalaÁıes elÈtricas de baixa tens„o NBR 5410. 16 - Motores de corrente contÌnua: princÌpios de funcionamento, tipos de motores, caracterÌsticas construtivas, torque e mÈtodos de controle de velocidade; 17 - Motores de induÁ„o: princÌpio de funcionamento, n˙cleos do estator e rotor, enrolamentos do estator, enrolamentos do motor em gaiola, enrolamentos do rotor bobinado e rendimento. 17 - Acionamentos elÈtricos:

componentes de chave de partida: contator, relÈ de sobrecarga, fusÌvel, disjuntor-motor, relÈs eletrÙnicos de proteÁ„o, proteÁ„o tÈrmica. Chaves de partida: direta, estrela-tri‚ngulo e compensadora. Circuitos lÛgicos de comando e forÁa: revers„o da rotaÁ„o de motores de induÁ„o trif·sicos e circuitos de comando com relÈs temporizadores. Acionamentos de motores de induÁ„o trif·sicos com chaves eletrÙnicas (soft-starter): princÌpios de funcionamento, curvas caracterÌsticas, instalaÁ„o e programaÁ„o.

IndicaÁıes Bibliogr·ficas:

ALBERTAZZI, A.; SOUSA, A. R. Fundamentos de metrologia cientÌfica e industrial. S„o Paulo: Manole, 2008 ASSOCIA« O BRASILEIRA DE NORMAS T…CNICAS. Normas da ABNT aplicadas ao desenho tÈcnico. ASSOCIA« O BRASILEIRA DE NORMAS T…CNICAS. Norma Brasileira ABNT NBR 5410. BEER, F. Mec‚nica dos materiais. 5. ed. Porto Alegre: AMGH, 2011. BUDYNAS, R. G.; NISBETT, J. K. Elementos de m·quinas de Shigley. 10. ed. Porto Alegre: AMGH, 2016. CALLISTER JR. William D. CiÍncia e engenharia dos materiais: uma introduÁ„o. Rio de Janeiro: LTC, 2002. CARRETEIRO, R. P.; BELMIRO, P. N. A. Lubrificantes & LubrificaÁ„o Industrial - IBP Instituto Brasileiro de PetrÛleo e G·s. Rio de Janeiro: InterciÍncia, 2006. CHIAVERINI, Vicente. Tecnologia mec‚nica. Vol. 2. S„o Paulo: McGraw-Hill, 2002. CREDER, H. InstalaÁıes elÈtricas. 15. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2007.

InstalaÁıes de ar condicionado. 6. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2004.

FERRARESI, Dino. Fundamentos da usinagem dos metais. S„o Paulo: Edgard Bl¸cher, 2006. FIALHO, A. B. AutomaÁ„o pneum·tica: projetos. Dimensionamento e an·lise de circuitos. 2. ed. S„o Paulo: …rica, 2013.

AutomaÁ„o hidr·ulica: projetos. Dimensionamento e an·lise de circuitos. 2. ed. S„o Paulo: …rica, 2013.

FRANCHI, C. M. Acionamentos elÈtricos. 4. ed. S„o Paulo: …rica, 2009. GUSSOW, M. Eletricidade b·sica. 2. ed. S„o Paulo: Pearson Makron Books, 1997. HELMAN, H.; CETLIN, P. R. Fundamentos da conformaÁ„o mec‚nica dos metais. 2. ed. S„o Paulo: Artliber, 2010. NEPOMUCENO, L. X. TÈcnicas de manutenÁ„o preditiva. Vol. 1. S„o Paulo: Edgard Bl¸cher, 2014. BRASIL. MinistÈrio do Trabalho e Emprego. Portaria MTE n 598, de 7 de dezembro de 2004: Altera NR 10 ñ SeguranÁa em instalaÁıes e serviÁos em eletricidade. BrasÌlia-DF, 2004. DisponÌvel em http://www.anest.org.br/pdf/leg_portaria_009.pdf. PETRUZELLA, F. D. Motores elÈtricos e acionamentos. Porto Alegre: AMGH, 2013. PRUDENTE, F. AutomaÁ„o industrial pneum·tica: teoria e aplicaÁıes. Rio de Janeiro: LTC, 2013. RIBEIRO, A. C.; PERES, M. P.; IZIDORO, N. Curso de desenho tÈcnico e autocad. S„o Paulo: Pearson, 2013. STEWART, John, P. Manual do soldador e ajustador. Rio de janeiro: Hemus, 2008. SILVA, N. F. Compressores alternativos industriais: teoria e pr·tica. Rio de janeiro: InterciÍncia, 2009. TELECURSO 2000. Profissionalizante em mec‚nica ñ Metrologia. S„o Paulo: Globo, 2000. WAINER, E.; BRANDI, S. D.; MELLO, F. D. H. Soldagem ñ Processos e metalurgia. S„o Paulo: Edgard Bl¸cher, 2004.

T…CNICOS EM M⁄SICA ñ CORDAS FRICCIONADAS (VIOLINO, VIOLONCELO, VIOLA E CONTRABAIXO)

Conte˙dos Program·ticos: 1. Teoria, escrita e leitura musical; 2. HistÛria de m˙sica (Barroco, Classicismo, Romantismo, sÈculo XX e sÈculo XXI); 3. HistÛria da M˙sica Brasileira; 4. Harmonia (vocal e funcional); 5. EstruturaÁ„o, an·lise e contraponto (gÍneros: Barroco e Neobarroco; Cl·ssico e Neocl·ssico; Rom‚ntico e Neorrom‚ntico); 6. Linguagens da m˙sica do sÈculo XX e da m˙sica contempor‚nea; 7. RepertÛrio e literatura camerÌstica para cordas.

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IndicaÁıes Bibliogr·ficas:

BENNETT, Roy. Elementos b·sicos da m˙sica. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1993. Uma breve histÛria da m˙sica. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1986.

FLESCH, Carl. The art of violin playing. Vol. 2. New York: Carl Fischer, 1930.

Problems of Tone Productions in Violin Playing. New York: Carl Fischer, 1970.

MARIZ, Vasco. HistÛria da m˙sica no Brasil. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2000. MED, Bohumil. Teoria da m˙sica. BrasÌlia: MusiMed, 1986. PRIOLLI, Maria Luiza. PrincÌpios b·sicos da m˙sica para a juventude. Vol. 1. Rio de Janeiro: Casa Oliveira, 1975. PrincÌpios b·sicos da m˙sica para a juventude. Vol. 2. Rio de Janeiro: Casa Oliveira, 1983.

TINHOR O, JosÈ Ramos. Pequena histÛria da m˙sica popular ñ da modinha ao tropicalismo. S„o Paulo: Arte Editora, 1986. STORTI, C. A. IntroduÁ„o ‡ regÍncia. Uberl‚ndia, MG: EDUFU, 1987. ROLLAND, Paul. The teaching of action in string playing. Urbana IL: Illinois String Research Associates, 1974. SCHWARZ, B. Great masters of the violin: from Corelli and Vivaldi to Stern, Zukerman and Perlman. New York: Simon & Schuster, 1983. SUZUKI, Shinichi. Translated by Waltraud Suzuki (Copyright 1969 by Shinichi Suzuki, 19th printing April 1981). Nurtured by Love: A New Approach to Education. Smithtown, New York: Exposition Press. Suzuki, Shinichi. Suzuki Violin School: Book 1- 10. Suzuki Method International. ZANDER, Oscar. RegÍncia coral. 5. ed. Porto Alegre: Movimento, 2003.

TRADUTOR E INT…RPRETE DA LÕNGUA BRASILEIRA DE SINAIS (LIBRAS)

Conte˙dos Program·ticos: 1. FormaÁ„o do tradutor-intÈrprete de lÌngua de sinais. 2. CÛdigo de Ètica na traduÁ„o e interpretaÁ„o. 3. Tipos de traduÁ„o. 4. Conceitos de traduÁ„o e interpretaÁ„o em suas diferentes modalidades: simult‚nea, consecutiva e sussurrada. 5. HistÛria da educaÁ„o dos surdos. 6. Identidade e cultura curda. 7. LegislaÁ„o sobre LÌngua Brasileira de Sinais (Lei n 10.436/02, Decreto n 5.626/05 e Lei n 12.319/10). 8. Aspectos linguÌsticos da Libras: lÈxico, fonologia, morfologia e sintaxe.

IndicaÁıes Bibliogr·ficas:

ALBRES, Neiva de Aquino. IntÈrprete educacional: polÌticas e pr·ticas em sala de aula inclusiva. S„o Paulo: Harmonia, 2015.

BRASIL. O tradutor e intÈrprete de lÌngua de sinais e lÌngua portuguesa. 2. ed. Secretaria de EducaÁ„o Especial. BrasÌlia, 2007. FELIPE. Tanya. Sistema de flex„o verbal na LIBRAS: Os classificadores enquanto marcadores de flex„o de gÍnero. Artigo publicado nos Anais do Congresso Surdez e PÛs-Modernidade: Novos rumos para a educaÁ„o brasileira. 1 . Congresso Internacional do INES. 7 . Semin·rio Nacional do INES. Rio de Janeiro: INES, Divis„o de Estudos e Pesquisas, 2002. p. 37-58. GOLDFELD, Marcia. A crianÁa surda: linguagem e cogniÁ„o numa perspectiva sociointeracionista. 2. ed. ñ S„o Paulo: Plexus,

2002.

JAKOBSON, Roman. LinguÌstica e comunicaÁ„o. 22. ed. S„o Paulo: Cultrix, 2010. LACERDA, Cristina B.F. de. IntÈrprete de Libras: em atuaÁ„o na educaÁ„o infantil e no ensino fundamental. 5. ed. ñ Porto Alegre: MediaÁ„o, 2013. LOPES, Maura Corcini. Surdez & EducaÁ„o. 2. ed. rev. ampl. Belo Horizonte: AutÍntica, 2011. OUSTINOFF, MichaÎl. HistÛria, teorias e mÈtodos. TraduÁ„o: Marcos Marcionilo. S„o Paulo: Par·bola, 2011. QUADROS, R. M. de; Weininger, M J. (Orgs.). Estudos da lÌngua brasileira de sinais III. FlorianÛpolis: Insular, 2014. QUADROS, R. M. de; KARNOPP, Lodenir Becker. LÌngua de sinais brasileira: estudos linguÌsticos. Porto Alegre: Artmed, 2004. RODRIGUES, Cristiane Seimetz; VALENTE, Flavia. IntÈrprete de Libras. Curitiba: IESDE, 2011. SKLIAR, Carlos (Org). A surdez: um olhar sobre as diferenÁas. Porto Alegre: MediaÁ„o, 2010. SUPALLA, Ted. The Classifier System in American Sign Language. Offprint from Colette Grai (ed.) Noun classes and categorization. Typology Studies in Language 7. Philadelphia: John Benjamins Publishing Co, 1986 XAVIER, A. N.; BARBOSA, P. Com quantas m„os se faz um sinal? Um estudo do par‚metro n˙mero de m„os na produÁ„o de sinais da lÌngua brasileira de sinais (libras). Vol. 15. S„o Paulo: Todas as Letras, 2013.

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ANEXO III EDITAL N 11/2017 ñ UFPI

TABELA PARA PONTUA« O DE TÕTULOS (somente para os cargos de NÌvel Superior)

DISCRIMINA« O

PONTUA« O MÕNIMA

PONTUA« O M£XIMA

IñFormaÁ„o AcadÍmica:

Doutorado na ·rea especÌfica do cargo

6,0

6,0

 

Mestrado na ·rea especÌfica do cargo

ResidÍncia ou EspecializaÁ„o na ·rea especÌfica do cargo (com carga hor·ria mÌnima de 360h), conforme o caso:

-

Desenvolvimento de Sistemas (para o cargo de Analista de Tecnologia da

EspecializaÁ„o em Tecnologia da InformaÁ„o/An·lise ou

-

AssociaÁ„o da ·rea ou Entidade Oficial (para o cargo de MÈdico Obstetra)

InformaÁ„o (Desenvolvimento de Sistemas))

ResidÍncia ou EspecializaÁ„o em ObstetrÌcia reconhecida pela

ResidÍncia em Medicina Veterin·ria na ·rea de ClÌnica Cir˙rgica de C„es e Gatos ou ResidÍncia em £rea Profissional da Sa˙de: ClÌnica Cir˙rgica de C„es e Gatos ou ClÌnica MÈdica e Cir˙rgica de C„es e Gatos (para o cargo de MÈdico-Veterin·rio/Cirurgia de c„es e gatos) -EspecializaÁ„o em Animais de LaboratÛrio ou Bioterismo (para o cargo de MÈdico-Veterin·rio/com Ínfase em BiotÈrio)

-

4,0

4,0

3,0

3,0

GraduaÁ„o na ·rea exigida como requisito para o cargo

2,0

2,0

IIñ ParticipaÁ„o em curso, com carga hor·ria mÌnima de 40(quarenta) horas, na ·rea especÌfica do cargo, incluindo o curso de Responsabilidade TÈcnica em BiotÈrio (somente para o cargo de MÈdico-Veterin·rio/com Ínfase em BiotÈrio)

0,5

IIIñ Trabalhos na ·rea especÌfica do cargo apresentados em eventos cientÌficos, nos ˙ltimos 05 (cinco) anos

0,5

Trabalhos na ·rea especÌfica do cargo apresentados em eventos cientÌficos, nos ˙ltimos 05 (cinco) anos 0,5

1,0

1,0

IVñ Artigos na ·rea especÌfica do cargo, publicados em periÛdicos especializados, com ISSN e Qualis CAPES, nos ˙ltimos 05 (cinco) anos

0,5

1,0

Vñ PublicaÁ„o de capÌtulo de livro (autoria ou coautoria) na ·rea especÌfica do cargo, com ISBN, nos ˙ltimos 05 (cinco) anos

0,5