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FACULDADE PARA O

DESENVOLVIMENTO DE
PERNAMBUCO

PÓS-GRADUAÇÃO EM
AUDITORIA FISCAL E
TRIBUTÁRIA

[CONTABILIDADE
AVANÇADA]

PROFO. ORLEANS SILVA MARTINS

MATERIAL PARA O ACOMPANHAMENTO DAS AULAS

AULA 01
FACULDADE PARA O DESENVOLVIMENTO DE PERNAMBUCO

Curso:
ESPECIALIZAÇÃO EM AUDITORIA FISCAL E TRIBUTÁRIA
Disciplina: Semestre:
CONTABILIDADE AVANÇADA 2008.2
Professor: Carga Horária:
ORLEANS SILVA MARTINS 22 horas

Conteúdo Programático:
1. Aspectos avançados da contabilidade e a análise das demonstrações financeiras;
2. Análise avançada das demonstrações financeiras;
3. Análise do capital de giro;
4. Elaboração da Demonstração do Fluxo de Caixa
5. Gestão baseada em valor;
6. EVA;
7. Custo de capital.

ASPECTOS AVANÇADOS DA empréstimo declarações escritas e assinadas


CONTABILIDADE E A ANÁLISE DAS de seus ativos e passivos. Acredita que nessa
DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS época é pouco provável que existissem
técnicas analíticas que possibilitassem a
O objeto de estudo da Contabilidade é o medição quantitativa nos dados dos balanços,
Patrimônio das Entidades. Seus as idéias eram vagas em relação ao que
conhecimentos são obtidos a partir de uma comparar. Com o passar dos anos foi se
metodologia racional, com as condições de desenvolvendo a noção de comparação de
generalidade, certeza e busca das causas, em diversos itens sendo o mais comum o ativo
nível qualitativo semelhante às demais circulante com o passivo circulante.
ciências sociais. Por conseqüência, todas as
suas classificações – método, conjunto de Em 1915, determinava o Federal Reserve
procedimentos, técnica, sistema, arte, para Board (o Banco Central dos Estados Unidos)
citarmos as mais correntes – referem-se às que só poderiam ser renegociados os títulos
simples facetas usualmente concernentes à de empresas que tivessem apresentado seu
sua aplicação prática, na solução de questões balanço ao banco, medida instituiu o uso das
concretas. demonstrações financeiras como base para a
concepção de crédito.
A contabilidade, na qualidade de ciência
aplicada, com metodologia especialmente No Brasil, até 1968, a análise de balanço era
criada para captar, registrar, acumular, pouco utilizada na prática. Nesse ano foi
resumir e interpretar os fenômenos que criada a SERASA empresa que surgiu para
afetam as situações patrimoniais e operar como central de análise de balanços
econômicas de qualquer ente possui este dos bancos comerciais, onde este mesmo
aspecto de prevenção dos riscos e a autor organizou sua parte técnica. Alguns dos
continuidade dos empreendimentos. índices que surgiram inicialmente
permanecem em uso até hoje, porém, as
A análise de balanço surgiu dentro do sistema técnicas foram aprimoradas.
bancário que foi seu principal usuário, em
1895 o Conselho Executivo da Associação dos ANÁLISE AVANÇADAS DAS
Bancos no estado de New York orienta a seus DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS
membros a pedir aos tomadores de

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As demonstrações financeiras fornecem uma crescimento/decrescimento de cada
série de dados sobre a empresa, de acordo elemento patrimonial da empresa, ao
com regras contábeis. A análise das longo dos períodos. A análise horizontal
demonstrações financeiras transforma esses pode ser caracterizada de duas formas:
dados em informações e, assim, facilita e
torna mais eficiente a análise e interpretação a) Análise Horizontal
desses dados. Esta análise, por sua vez, Encadeada (AHe) : É realizada tomando-
servirá como base informacional tanto para os se como base um único exercício social
agentes internos como para os externos. (ano). Exemplo: podemos realizá-la na
empresa Beta, utilizando 3 exercícios
Análises Vertical e Horizontal sociais (2005, 2006 e 2007). Assim,
tomaremos como base comparativa o ano
Através dessas análises pode-se inferir, por de 2005. Então, 2006 e 2007 serão
exemplo, qual foi a variação da participação comparados a 2005.
de cada credor na empresa, se a empresa teve 20X2 (ano a ser
AHe
reduzida ou aumentada sua margem de lucro analisado) -1
=
etc. 20X1 (ano base)

b) Análise Horizontal Anual


(AHa) : É realizada através da
comparação do exercício social que se
Análise Horizontal deseja analisar, com o ano
Objetivo: mostrar a evolução de cada conta imediatamente anterior. Exemplo: ou
das demonstrações contábeis e, pela seja, ao analisarmos a empresa Beta,
comparação entre si, permitir tirar conclusões compararemos 2006 tendo como base
sobre a evolução da empresa. 2005, e analisaremos 2007 tendo como
base 2006.
“A evolução de cada conta mostra os 20X2 (ano a ser analisado)
AHa
caminhos trilhados pela empresa e as 20X1 (ano imediatamente -1
=
possíveis tendências”. anterior)

• Baseia-se na evolução de cada conta de Análise Vertical


uma série de demonstrações contábeis em Objetivo: mostrar a importância de cada conta
relação à demonstração anterior e/ou em em relação à demonstração contábil a que
relação a uma demonstração contábil pertence e, através da comparação com
básica, geralmente a mais antiga da série. padrões do ramo ou com percentuais da
• Essa análise pode ser expressa através de própria empresa em anos anteriores, permitir
percentuais ou de “números-índice”, onde inferir se há itens fora das proporções
todos os valores da demonstração base normais.
são representados por 100.
• Análise Horizontal Encadeada: é efetuada “O percentual de cada conta mostra sua real
através do cálculo das variações em importância no conjunto”.
relação a um ano base. Ex:
X1 X2 X3 X4 • Baseia-se em valores percentuais das
Estoqu 1.500 1.000 1.200 1.500 demonstrações contábeis;
es • Toma como base para o cálculo do
AHe 100% 67% 80% 100% percentual de representatividade de cada
conta, o valor total do ativo ou das receitas
da empresa;
• Análise Horizontal Anual *: é efetuada
através do cálculo das variações em
Relação entre análise vertical e horizontal
relação ao ano anterior. Ex:
• É recomendável que estes tipos de
X1 X2 X3 X4
análises sejam usados conjuntamente,
Estoqu 1.500 1.000 1.200 1.500
pois, uma análise horizontal pode
es
apresentar grande variação em uma conta,
AHa - 33% + 20% + 25% no entanto, essa conta não represente um
* Esta análise não é aconselhável de valor significativo em relação ao balanço
ser feita de forma isolada. da empresa.
Ex: a conta investimentos da empresa pode
ANÁLISE HORIZONTAL (AH) : Sua apresentar uma variação de 2.300%
principal utilidade é acompanhar o
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horizontalmente, no entanto, essa evolução foi naquele momento (caixa, bancos e
de 0,2% para 0,7% do ativo total da empresa. aplicações financeiras).

ANÁLISE VERTICAL (AV) : Sua finalidade Disponibilidades


principal é apontar o crescimento da LI = Passivo Circulante
representatividade dos elementos (PC)
patrimoniais do balanço patrimonial e da
demonstração de resultado do exercício d) Índice de Liquidez Geral (LG) : Tem
da empresa, tendo como base de como objetivo avaliar a capacidade de a
comparação o ativo total ou a receita empresa saldar todas as suas obrigações,
bruta da empresa, a fim de caracterizar a curto e longo prazos, utilizando todos
tendências. os seus recursos, a curto e longo prazos.
Conta (item Ativo Circulante (AC) +
patrimonial) Realizável a Longo Prazo
AV = LG
Ativo total ou Receita (RELP)
=
Bruta Passivo Circulante (PC) +
Exigível a Longo Prazo (PELP)

ANÁLISE DOS ÍNDICES ECONÔMICO- 2) ÍNDICE DE ATIVIDADE: revela os


FINANCEIROS indicadores de movimentação de
estoque, compras e vendas da empresa.
1) ÍNDICE DE LIQUIDEZ : é utilizado para
avaliar a capacidade de pagamento da a) Prazo Médio de Estocagem: Indica o
empresa, isto é, constitui uma apreciação tempo médio necessário para a completa
sobre a capacidade de saldar seus renovação dos estoques da empresa.
compromissos. Estoque
Prazo Médio de 36
Médio X
Estocagem = 0
a) Índice de Liquidez Corrente (LC) : CPV
Tem como objetivo avaliar a capacidade
de a empresa saldar todas as suas b) Prazo Médio de Pagamentos a
obrigações a curto prazo (passivo Fornecedores: relata o tempo médio
circulante), utilizando todos os seus que a empresa tarda em pagar suas
recursos a curto prazo (ativos dívidas.
circulantes). Contas a
Ativo Circulante Pagar a
(AC) Fornecedo
LC = Prazo Médio de
Passivo Circulante res 36
Pagamento a X
(PC) (média) 0
Fornecedores =
Compras
b) Índice de Liquidez Seca (LS) : Tem Anuais a
como objetivo avaliar a capacidade de a Prazo
empresa saldar todas as suas obrigações
a curto prazo (passivo circulante), c) Prazo Médio de Cobrança: revela o
utilizando seus recursos de maior liquidez tempo médio que a empresa depende em
(caixa, bancos e aplicações) mais seus receber suas vendas realizadas a prazo.
direitos a curto prazo (duplicatas a Vendas a
receber). Ou seja, seu ativo circulante Rec.
menos os estoques, por terem menos Provenient
liquidez. es de
Ativo Circulante – Prazo Médio de Vendas a 36
Estoques – Despesas X
Cobrança = Prazo 0
LS =
Antecipadas (media)
Passivo Circulante (PC) Vendas
Anuais a
c) Índice de Liquidez Imediata (LI) : Prazo
Tem como objetivo avaliar a capacidade
de a empresa saldar todas as suas
obrigações a curto prazo (passivo 3) ÍNDICE DE ENDIVIDAMENTO E
circulante) imediatamente, utilizando ESTRUTURA: revela a composição do
todos os seus recursos disponíveis capital e do endividamento da empresa.

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Lucro
a) Relação Capital de Operacional
ROI =
Terceiros/Capital Próprio: revela o Patrimônio
nível de dependência da empresa em Líquido
relação a seu financiamento por meio de
recursos próprios. c) Retorno Sobre o Patrimônio : calcula
Exigível Total o retorno sobre o investimento realizado
CT/CP = Patrimônio pelo empresário:
Líquido Retorno Sobre Lucro Líquido
o Patrimônio Patrimônio
b) Relação do Capital de = Líquido
Terceiros/Passivo Total: mede a
percentagem dos recursos totais da d) Margem de Lucro Sobre as
empresa que se encontra financiada por Vendas : compara o lucro da empresa
capital de terceiros. com suas vendas líquidas.
Exigível Total Lucro
CT/PT =
Passivo Total Margem Operacional
Operacional = Vendas
c) Imobilização dos Recursos Líquidas
Permanentes: revela a percentagem
dos recursos ativos a longo prazo que se Lucro Líquido
Margem
encontra imobilizada em vários itens do Vendas
Líquida =
ativo permanente. Líquidas

Ativo Outros indicadores que também possuem


Imobilização
Permanente grande utilização são os indicadores de análise
dos Recursos
Exigível a Longo das ações. Como exemplo temos o Lucro por
Permanentes =
Prazo Ação e o Preço de Mercado da Ação pelo
Lucro da Ação.
4) ÍNDICE DE RENTABILIDADE :
Expressar a rentabilidade da empresa em CAPITAL DE GIRO
termos absolutos não tem muita utilidade
informativa. Por exemplo, dizer que a Os recursos são aplicados na empresa de
General Motors teve um lucro de $ 5 duas maneiras diferentes: em ativos fixos
bilhões no exercício de 2006 e que, no e em ativos circulantes. A administração
mesmo exercício, a empresa Quitanda do capital de giro caracteriza-se pela
LTDA. teve um lucro de $ 10 mil, pode gestão dos ativos e passivos circulantes.
impressionar em termos quantitativos, Os ativos circulantes seriam Caixa e
mas pode ser que a rentabilidade da GM Bancos, Estoques, Contas a Receber e
tenha sido menor do que a da empresa Outros Ativos Circulantes. A gestão dos
Quitanda. passivos circulantes caracteriza-se pela
gestão das contas a pagar em especial.
Sendo assim, devemos relacionar o lucro
de um empreendimento com algum valor O ativo circulante nada mais é do que o
que expresse a dimensão relativa do conjunto de recursos de capital que se
mesmo. transformam em recursos monetários no
decorrer de um ciclo operacional.
a) Retorno sobre o Ativo: revela o As necessidades ou aplicação de capital
retorno produzido pelo total das de giro seriam os valores necessários
aplicações realizadas por uma empresa para a empresa girar seus negócios que
em seus ativos. seriam compostos pelas contas: Caixa,
Lucro Bancos, Estoques, Duplicatas a Receber,
ROA = Operacional Outros Valores realizáveis a curto-prazo .
Ativo Total
As necessidades são satisfeitas por
b) Retorno sobre o Investimento recursos próprios da empresa e recursos
Total: mostra o retorno produzido pelos de terceiros, chamados comumente de
recursos deliberadamente levantados “cobertura do capital de giro”, isto é, de
pela empresa e aplicados em suas onde se originam os recursos que a
operações. empresa aplica no seu capital de giro.

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FORMAS DE APRESENTAÇÃO
DEMONSTRAÇÃO DO FLUXO DE Existem duas formas básicas de apresentação
CAIXA do Fluxo de Caixa, o Método Indireto e o
Direto. A seguir analisaremos com mais
A estrutura da Demonstração do Fluxo de detalhes cada um dos tipos.
Caixa é composta por três partes:
Método Direto
• Atividades Operacionais.
• Atividades de Investimentos.
Este modelo de apresentação parte das
• Atividades de Financiamentos. entradas e saídas de caixa que ocorrem pelos
Existem duas modalidades para recebimentos de clientes e pagamentos a
elaboração da DFC. O método direto e o fornecedores ou despesas operacionais. Esta
método indireto. A principal diferença é vem a ser a diferença entre as duas formas de
quanto à apresentação das atividades apresentação do Fluxo de caixa. Este método
operacionais. A metodologia direta é o proposto no anteprojeto de alteração da
divulga informações mais complexas e de Lei6404/76. Assim, os fatos que geraram
melhor qualidade, enquanto a movimentações no caixa são divididos em três
metodologia indireta é mais simples, e, grupos, de acordo com o FAS 95: Operações,
conseqüentemente, requer menos Financiamentos e Investimentos.
trabalho sua elaboração.
Nas Operações são classificados os itens de
Uma das principais finalidades da DFC é recebimentos e pagamentos, relacionados à
“detectar possíveis escassezes ou excedentes operação da empresa. Em Financiamentos,
de caixa para que, baseados nestas classificam-se os fatos que geraram entradas
identificações, sejam tomadas, em tempo ou saídas de recursos próprios ou de terceiros,
hábil, as providências necessárias tanto no como: aumento de capital em espécie,
que concerne à aplicação dos saldos, como na pagamento de dividendos, aumento das
captação de recursos financeiros para cobrir exigibilidades de curto prazo ou amortização
possíveis necessidades de caixa.” delas. Vale ressaltar que, no grupo de
Financiamentos, devem classificar-se apenas
Ainda convém ressaltar que, por essa as amortizações de empréstimos e
demonstração, fica evidenciada a política de financiamentos; os juros são registrados como
pagamentos da empresa, fato que será uma sendo da operação. Em Investimentos, são
“bela vitrine” para investidores, caso a apresentadas as aquisições de ativos
empresa tenha pontualidade no pagamento de permanentes ou baixas deles. Ainda de acordo
seus compromissos. É evidente que, numa com esse modelo, que é encorajado pelo
situação inversa, a empresa má pagadora FASB, após os agrupamentos se faz necessária
sofrerá duramente com a publicação da a reconciliação do lucro, como é feito no início
referida demonstração, porque as informações do método indireto.
serão apresentadas de forma bastante Conclui-se, assim, que este modelo vem trazer
transparente (nesse sentido, deve-se ressaltar melhores informações para análise da posição
que as leis não são propostas para encobrir os financeira da empresa, pois efetivamente
maus pagadores). mostra os fatos que ocorreram e a influência
que tiveram nas disponibilidades da empresa.
De forma mais objetiva, faz-se oportuno
colocar como funciona o sistema de Método Indireto
normatização contábil norte-americano. Existe Por meio dessa técnica de apresentação do
um órgão normatizador (FASB – Financial Fluxo de Caixa, utiliza-se basicamente o
Accounting Standards Board), que é modelo da Demonstração de Origens e
responsável pela elaboração das normas e Aplicações de Recursos. Dessa forma, a
rotinas contábeis utilizadas; essa demonstração é iniciada pelas origens das
normatização se faz por meio de documentos operações da empresa, com o Lucro Líquido e
chamados FAS (Financial Accounting seus ajustes (os quais já foram comentados na
Standards). Assim, cada “FAS” possui um composição da DOAR), acrescentado das
número e trata de assuntos diferentes: variações ocorridas nas contas do Circulante
impostos, conversões de moeda etc. − exceto o Disponível. O total das origens das
Atualmente, existem 140 FAS’s, e o que trata operações é o Caixa gerado pelas operações.
da apresentação da Demonstração dos Fluxos Após esse subtotal, são demonstradas outras
de Caixa é o FAS 95. entradas de caixa por recursos aplicados pelos
próprios acionistas (recursos próprios), como

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aumentos do capital social realizado em
espécie, ou ainda, pela captação de recursos
de terceiros.
É importante ressaltar o seguinte ponto: como
na DOAR, as origens das operações devem
apresentar somente os fatos que foram
gerados pelas efetivas atividades da empresa.
Assim sendo, não consideramos as operações
entradas de recursos com aumento de
empréstimos ou financiamentos de terceiros
(neste caso, apenas os juros são classificados
como sendo da operação da empresa) ou
próprios; esses fatos deverão ser
apresentados logo após o Caixa Gerado pelas
Operações.

Referências:
ASSAF NETO, Alexandre. Estrutura e análise
de balanços. 7. ed. São Paulo: Atlas, 2002.
FIPECAFI. Manual de Contabilidade das
sociedades por ações. 4. ed. São Paulo: Atlas,
1998.
MATARAZZO, Dante C. Análise financeira de
balanços: abordagem básica e gerencial. 6. ed.
São Paulo: Atlas, 2003.
IUDÍCIBUS, Sérgio de. Análise de balanços. 7.
ed. São Paulo: Atlas, 1998.

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