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Conseqüências econômicas de alterações geométricas nas edificações
Conseqüências
econômicas de alterações
geométricas nas
edificações
Juan Luis Mascaró
Juan Luis Mascaró
Conseqüências econômicas de alterações geométricas nas edificações Juan Luis Mascaró mascarojl@terra.com.br
Conseqüências econômicas de alterações geométricas nas edificações Juan Luis Mascaró mascarojl@terra.com.br
Conseqüências econômicas de alterações geométricas nas edificações Juan Luis Mascaró mascarojl@terra.com.br
Conseqüências econômicas de alterações geométricas nas edificações Juan Luis Mascaró mascarojl@terra.com.br
Conseqüências econômicas de alterações geométricas nas edificações Juan Luis Mascaró mascarojl@terra.com.br

mascarojl@terra.com.br

 Na maioria os casos, do ponto de vista geométrico, os edifícios são conjuntos de
 Na maioria os casos, do
ponto de vista
geométrico, os edifícios
são conjuntos de planos
horizontais em
intersecção com um
conjunto de planos
verticais.
 A intersecção dos
conjuntos formam os
espaços que arquitetos e
projetistas criam; a esses
espaços agregados as
instalações temos os
edifícios completos.
 Eventuais alterações na quantidade de planos e no seu distanciamento criam alterações nos custos
 Eventuais alterações na quantidade de
planos e no seu distanciamento criam
alterações nos custos dos edifícios;
 é o que podemos chamar de:
A CADA UM TRAÇO UM CUSTO
A CADA UM TRAÇO UM CUSTO
Que poucas vezes levamos em consideração. 
Que poucas vezes levamos em consideração.
 A geometria do projeto e uma das mais importantes orígenes dos custos das edificações
A geometria do projeto e uma das mais
importantes orígenes dos custos das edificações

Um exemplo emblemático da arquitetura moderna é o pavilhão de Barcelona de Mies Van der Rohe

moderna é o pavilhão de Barcelona de Mies Van der Rohe sua magnífica limpeza, estão contidos
sua magnífica limpeza, estão contidos os mais puros princípios de economia, geometria do projeto arquitetônico
sua
magnífica limpeza,
estão contidos os
mais puros princípios
de economia,
geometria
do projeto
arquitetônico

Nele, com

justamente na

contidos os mais puros princípios de economia, geometria do projeto arquitetônico  Nele, com  justamente
divisão dos orçamentos
divisão dos orçamentos
divisão dos orçamentos  Uma típica divisão de orçamento, como é a tabela do lado ,serve
 Uma típica divisão de orçamento, como é a tabela do lado ,serve para entender
Uma típica divisão de
orçamento, como é a
tabela do lado
,serve para
entender onde estão as
maiores fontes de
economia no projeto
Aprender a dividir os
edifícios em suas partes
constituintes, desde o
ponto de vista
econômico,
é
da maior importância
para obter economia nas
edificações sim prejudicar
a
qualidade de vida dos
usuários
È
fácil de fazer
 Somando tudo o que é vertical de um lado, tudo o que é vertical
 Somando tudo o que é vertical de um
lado, tudo o que é vertical de outro e as
instalações por separado chegamos a
outra tabela:

Nela vemos varias Em primeiro lugar

planos verticais custam quase a metade de todo o edifício.

Em segundo lugar

planos horizontais custam, apenas, quase a

coisas

que os

que os

horizontais custam, apenas, quase a coisas que os que os metade dos planos verticais. Em terceiro

metade dos planos verticais. Em terceiro lugar as instalações o mesmo que os planos horizontais

 Surpreende que: - Planos Horizontais: apenas mais que 25% - Planos Verticais: quase 50%
 Surpreende que:
- Planos Horizontais: apenas mais que 25%
- Planos Verticais: quase 50%
- Instalações:
quase 25%
 Todos estamos acostumados a estimar tudo em CUB; e ligado diretamente a ele só
Todos estamos acostumados a estimar tudo em
CUB; e ligado diretamente a ele só está ¼ do
custo, o resto está dependendo indiretamente
dele:
75% do custo Geometria do projeto
75% do custo
Geometria do projeto
REDUÇAO DO PLANO VERTICAL; PE DIREITO
REDUÇAO DO PLANO
VERTICAL; PE DIREITO
 A ECONOMIA POSSIVEL DE OBTER REDUZINDO A ALTURA DO PE DIREITO É MUITO PEQUENA
 A ECONOMIA POSSIVEL DE OBTER REDUZINDO A
ALTURA DO PE DIREITO É MUITO PEQUENA
 O plano horizontal fica como está
 As instalações ficam como estão
 O custo do plano vertical tem uma redução relativamente
pequena ,pois se reduzem só alvenarias, rebocos e pinturas ,o
resto que é mais de 50% do seu custo fica como está

Pesquisas realizadas por Jarle na Finlândia e Bowley e Corlet

na

Inglaterra apontaram uma economia de apenas 0,7 a 0,9

% por cada 10 cm de redução do pé direito Estudos realizados

por nós dão um valor algo maior ,entre 0,8 e 1%. Eles concluíram que a redução de custos era demasiado pequena para justificá-la.Eu concordo com eles,existem caminhos melhores,mais lucrativos e menos traumáticos, como veremos a continuação.

Aplicando princípios da arquitetura

moderna

podem se obter importantes economias

 A aplicação de alguns princípios podem trazer importantes economias nas edificações populares sim
 A aplicação de
alguns princípios
podem trazer
importantes
economias nas
edificações
populares sim
comprometer sua
habitabilidade
populares sim comprometer sua habitabilidade O conjunto habitacional da fotografia em anexo construído

O conjunto habitacional da fotografia em anexo construído em Buenos Aires ganhou em preço e prazo de todos os principais sistemas pré-fabricados ,famosos no mundo, que tinham se apresentado à concorrência

Na economia pela geometria do projeto aparecem claramente três leis:

pela geometria do projeto aparecem claramente três leis: – LEI DO TAMANHO – – LEI DA
– LEI DO TAMANHO – – LEI DA FORMA – -LEI DA ALTURA-
– LEI DO TAMANHO –
– LEI DA FORMA –
-LEI DA ALTURA-
Todos os traços (e os custos) dos projetos estarão regidos pelas três leis
Todos os traços (e os custos) dos projetos estarão
regidos pelas três leis
os custos) dos projetos estarão regidos pelas três leis LEI DA ALTURA LEI DO TAMANHO ECONOMIA
os custos) dos projetos estarão regidos pelas três leis LEI DA ALTURA LEI DO TAMANHO ECONOMIA
os custos) dos projetos estarão regidos pelas três leis LEI DA ALTURA LEI DO TAMANHO ECONOMIA

LEI DA ALTURA

dos projetos estarão regidos pelas três leis LEI DA ALTURA LEI DO TAMANHO ECONOMIA DO PROJETO
dos projetos estarão regidos pelas três leis LEI DA ALTURA LEI DO TAMANHO ECONOMIA DO PROJETO
dos projetos estarão regidos pelas três leis LEI DA ALTURA LEI DO TAMANHO ECONOMIA DO PROJETO
dos projetos estarão regidos pelas três leis LEI DA ALTURA LEI DO TAMANHO ECONOMIA DO PROJETO
dos projetos estarão regidos pelas três leis LEI DA ALTURA LEI DO TAMANHO ECONOMIA DO PROJETO
dos projetos estarão regidos pelas três leis LEI DA ALTURA LEI DO TAMANHO ECONOMIA DO PROJETO
dos projetos estarão regidos pelas três leis LEI DA ALTURA LEI DO TAMANHO ECONOMIA DO PROJETO
dos projetos estarão regidos pelas três leis LEI DA ALTURA LEI DO TAMANHO ECONOMIA DO PROJETO
dos projetos estarão regidos pelas três leis LEI DA ALTURA LEI DO TAMANHO ECONOMIA DO PROJETO
dos projetos estarão regidos pelas três leis LEI DA ALTURA LEI DO TAMANHO ECONOMIA DO PROJETO

LEI DO TAMANHO

ECONOMIA DO PROJETO

–
–

LEI DA FORMA

 LEI DO TAMANHO  Faremos um pequeno exercício:  Projetamos um banheiro de rua
 LEI DO TAMANHO
 Faremos um pequeno exercício:
 Projetamos
um banheiro de rua
2
Área: 1m
Perímetro: 4m
Orçamento: X
O cliente nos diz muito caro
Reduzimos a área 10% ou seja a reduzimos para
0,9 m², o orçamento em quanto se reduz???

L

=

0,9

=

0,95 m

reduzimos para 0,9 m², o orçamento em quanto se reduz??? L = 0,9 = 0,95 m

Área= 0,9

Perímetro = 3,80m

Orçamento = ?

 Planos Horizontais
 Planos Horizontais

10% de 25 = 2,5%

4 3,80

4

Planos Verticais

X 100 = 5 de 50% = 2,5%

 

0%

TOTAL

5%

Instalações

= 5 de 50% = 2,5%   0% TOTAL 5% Instalações A redução de tamanho de
= 5 de 50% = 2,5%   0% TOTAL 5% Instalações A redução de tamanho de

A redução de tamanho de 10% levou a uma redução de custos de apenas 5%

LEI DO TAMANHO

Redução (ou) aumento da área METADE Redução (ou aumento) de custo
Redução (ou) aumento
da área
METADE
Redução (ou aumento)
de custo

A

para locais dentro

Sobras nas plantas, que para serem resolvidas se fecham com uma parede e uma porta, se destinam para depósito. Essa área será pelo tamanho a mais cara.

lei do tamanho se aplica também

dos prédios.

a mais cara. lei do tamanho se aplica também dos prédios. O Viena mostra o caso

O

Viena mostra o caso

projeto de GUSTAV PIECHL de

Estou seguro que se analisarem seus

projetos com este caso.

critério acharão o

Também se aplica a apartamentos completos:
Também se aplica a
apartamentos completos:
Também se aplica a apartamentos completos: Estudos referentes a diferentes tipos de habitações.desde unidades uni

Estudos referentes a diferentes tipos de habitações.desde unidades uni familiares até edifícios com quatro andares com vários apartamentos por andar

UMA DAS IDEIAS IMPORTANTES QUE NOS SUGIERE A LEI DO TAMANHO É A GEMINIAÇAO DE FUNÇOES POSSIVEIS

Por exemplo  - fazer da sala e da cocinha um espaço único  -fazer
Por exemplo
 - fazer da sala e da cocinha um
espaço único
 -fazer da sala e de um dos
dormitórios um espaço só
 -fazer da sala e de um dos dormitórios um espaço só CAMINHO PARA REDUÇAO DE
CAMINHO PARA REDUÇAO DE OS FAVELADOS USAM ESTA ECONOMIA
CAMINHO PARA REDUÇAO DE OS FAVELADOS USAM ESTA ECONOMIA
CAMINHO PARA REDUÇAO DE OS FAVELADOS USAM ESTA ECONOMIA

CAMINHO PARA REDUÇAO DE

OS FAVELADOS USAM ESTA ECONOMIA

CAMINHO PARA REDUÇAO DE OS FAVELADOS USAM ESTA ECONOMIA

A

ELIMINAÇAO DE DIVISSORIAS INTERNAS,

UM EXELENTE

CUSTOS SEM PERDA DE ESPAÇO HABITAVEL

A relação R=

Perímetro

Área Está dando a quantidade de paredes para a mesma área, ou seja

 DENSIDADE DE PAREDES Aumento na densidade de Aumento nos custos paredes LEI DA FORMA
DENSIDADE DE PAREDES
Aumento na
densidade de
Aumento
nos custos
paredes
LEI DA FORMA
 Os gráficos 3.1 e 3.2 mostram a influência nos custos
 Os gráficos 3.1 e 3.2 mostram a influência
nos custos
 Os gráficos 3.1 e 3.2 mostram a influência nos custos Fig 3.1 quantidade de paredes

Fig 3.1 quantidade de paredes para envolver uma superfície de 100m

quantidade de paredes para envolver uma superfície de 100m Figura 3.2 – Variação do custo de

Figura 3.2 – Variação do custo de construção em função da forma do edifício.

 Edifícios com formas como a do Arquiteto Hans Sharoum em Stutgart que vemos a
 Edifícios com formas como a do Arquiteto
Hans Sharoum em Stutgart que vemos a
continuação
Hans Sharoum em Stutgart que vemos a continuação São formas que têm Alta densidade de paredes

São formas que têm

Alta densidade de paredes externas

Alta densidade de paredes externas

Alta densidade de paredes externas
Alta densidade de paredes externas
Alta densidade de paredes externas
Alta densidade de paredes externas

Alto custo de construção

Os aumentos seguem curvas
Os aumentos seguem curvas
Os aumentos seguem curvas 10 20 10 5 2 50 Incrementos de custos PEQUENOS Incrementos de

10

Os aumentos seguem curvas 10 20 10 5 2 50 Incrementos de custos PEQUENOS Incrementos de

20

10

5

2

Os aumentos seguem curvas 10 20 10 5 2 50 Incrementos de custos PEQUENOS Incrementos de

50

Incrementos de custos PEQUENOS

Incrementos de custos GRANDES

Normalmente não há edifícios com formas tão alongadas

Edifícios não
Edifícios não
de custos GRANDES Normalmente não há edifícios com formas tão alongadas Edifícios não Espaços interiores sim
Espaços interiores sim
Espaços interiores sim
 Por exemplo o edifício projetado por George Heizichs em Berlin é um claro exemplo
 Por exemplo o edifício projetado por
George Heizichs em Berlin é um claro
exemplo disso:
 Por exemplo o edifício projetado por George Heizichs em Berlin é um claro exemplo disso:
 Por exemplo o edifício projetado por George Heizichs em Berlin é um claro exemplo disso:
 É freqüente supor que a área de circulação é grande. Imaginamos que o arquiteto
 É freqüente supor que a área de
circulação é grande. Imaginamos que o
arquiteto
George Heirichs as calcula
Circulação como
% do total
25%
Bem
é grande. Imaginamos que o arquiteto George Heirichs as calcula Circulação como % do total 25%

freqüente

O arquiteto George fica bastante preocupado. Mais preocupado ainda quando é informado que o alto custo unitário pela forma é:

30% mais que a média

25% x 1,3 = 33%

1/3 do orçamento total só para circulações é inaceitável

Numa ato heróico as circulações que tinham aceitáveis 1,7m de largura, são reduzidas em 30% e passam a inaceitáveis 1,2m

QUANTO

SE REDUZ O CUSTO????

O remédio ficou ruim, a área de circulação passou de 30% para 21%. Mais o custo unitário que subiu de 1,3 para 1,4 (a forma piorou).

21% x 1,4 = 29,4% Uma pequena redução de custo
21% x 1,4 = 29,4% Uma pequena redução de custo
21% x 1,4 = 29,4% Uma pequena redução de custo
21% x 1,4 = 29,4% Uma pequena redução de custo
21% x 1,4 = 29,4% Uma pequena redução de custo

21% x 1,4 = 29,4%

21% x 1,4 = 29,4% Uma pequena redução de custo

Uma pequena redução de custo

21% x 1,4 = 29,4% Uma pequena redução de custo

Uma grande redução de qualidade

A solução não é diminuir as larguras das

circulações

Se necessário, deve-se reformular o projeto.

mas encurtá-las.

LEI DA COMPACIDADE

custo com as formas da envolvente do importantes estudar são: Índice de Compacidade Que é:
custo com as formas da envolvente do
importantes estudar são:
Índice de Compacidade
Que é:
Pc
2
V
Ap. II
Ic =
x 100
=
Pp
Pp

As variações de edifício que são

=

Pc = perímetro de um círculo que tenha a

mesma

área que a do projeto

Pp = perímetro do projeto

x 100

Os planos verticais são quase 50% do custo

Fachada

Fachada

Fachada
Fachada
Fachada
Fachada

O plano externo (fachadas) é quase a metade dos planos verticais

20 a 25% do custo

é quase a metade dos planos verticais 20 a 25% do custo A geometria da fachada

A geometria da fachada

tem forte custos

influência nos

Variação do custo do edifício em função do Índice de Compacidade Ic

Prédios como o Lake Shore Drive de Mies Van der Rohe tem uma altíssima compacidade (85,99% neste caso) pelo que têm o custo minimizado

compacidade (85,99% neste caso) pelo que têm o custo minimizado Planta do edifício Lake Shore Drive

Planta do edifício Lake Shore Drive de Mies Van der Rohe

O arquiteto John Shaw de Londres procurou minimizar, no seu projeto, o custo dos elevadores, mas perdeu

compacidade (caiu para 25%) A procurada Economia Resultou em deseconomia O custo dos elevadores não
compacidade
(caiu para 25%)
A procurada
Economia
Resultou em
deseconomia
O custo dos
elevadores não
compensou a perda de
compacidade
 O arquiteto Emile Allaud de Paris tentou atingir um alto índice de compacidade
 O arquiteto Emile Allaud de Paris tentou
atingir um alto índice de compacidade
de Paris tentou atingir um alto índice de compacidade Mas formar curvas é anti-econômico ~ Plano
de Paris tentou atingir um alto índice de compacidade Mas formar curvas é anti-econômico ~ Plano
de Paris tentou atingir um alto índice de compacidade Mas formar curvas é anti-econômico ~ Plano
de Paris tentou atingir um alto índice de compacidade Mas formar curvas é anti-econômico ~ Plano
de Paris tentou atingir um alto índice de compacidade Mas formar curvas é anti-econômico ~ Plano
de Paris tentou atingir um alto índice de compacidade Mas formar curvas é anti-econômico ~ Plano
de Paris tentou atingir um alto índice de compacidade Mas formar curvas é anti-econômico ~ Plano
de Paris tentou atingir um alto índice de compacidade Mas formar curvas é anti-econômico ~ Plano
de Paris tentou atingir um alto índice de compacidade Mas formar curvas é anti-econômico ~ Plano
Mas formar curvas é anti-econômico ~ Plano curvo = 1.3 a 1,5 Plano reto
Mas formar curvas é anti-econômico
~
Plano curvo = 1.3 a 1,5 Plano
reto
 A pretendida economia novamente tornou-se deseconomia. custos
 A pretendida economia novamente
tornou-se deseconomia.
custos
 A pretendida economia novamente tornou-se deseconomia. custos
 Não só com a forma é que devemos nos preocupar, mas com as arestas
 Não só com a forma é que devemos nos
preocupar, mas com as arestas também.
 Cada aresta tem que ser paga ao pedreiro, ao
azulejista,
ao colocador de mármores e granitos
 Em principio cada aresta implica em algo
equivalente a médio metro a mais de perímetro

Perímetro do projeto em metros

Quantidade de arestas

+

=

2

Perímetro econômico do projeto

Quantidade de arestas + = 2 Perímetro econômico do projeto O QUE INTERESA NESTE CASO É

O QUE INTERESA NESTE CASO É MINIMIZAR

O PERIMETRO ECONOMICO SEM

COMPROMETER AS FUNÇOES

Assim o edifício Julieta do conjunto do

arquiteto Hans Scharoum terá, por conta das

arestas, um baixo.

índice de compacidade muito

Julieta do conjunto do arquiteto Hans Scharoum terá, por conta das arestas, um baixo. índice de
Julieta do conjunto do arquiteto Hans Scharoum terá, por conta das arestas, um baixo. índice de
LEI DA ALTURA Os custos de construção dos edifícios variam com a altura,medida em quantidade

LEI DA ALTURA

LEI DA ALTURA Os custos de construção dos edifícios variam com a altura,medida em quantidade andares.

Os custos de construção dos edifícios variam com a altura,medida em

quantidade

andares. A figura ao lado mostra a variação:

de

Prédios muito baixos em alturas

Prédios muito baixos

em alturas

Prédios muito baixos em alturas
Prédios muito baixos em alturas

Prédios muito altos

Custos altos

O gráfico mostra que os custos MENORES estão

intermediárias:

Sem elevador: 4 pavimentos,( ou 5 como agora estão fazendo)

Com elevador: 9 a 11 pavimentos

Com as reduções possíveis a obter nos custos dos elevadores é provável que estes últimos sejam os mais econômicos

A esses custos temos que agregar: CUSTOS FINANCEIROS + CUSTOS DA TERRA + CUSTOS DE
A esses custos temos
que agregar:
CUSTOS FINANCEIROS
+
CUSTOS DA TERRA
+
CUSTOS DE CONSTRUÇÃO
CUSTO
TOTAL
A esses custos temos que agregar: CUSTOS FINANCEIROS + CUSTOS DA TERRA + CUSTOS DE CONSTRUÇÃO
Se os juros são muito altos a curva se inclina para esquerda. Se a terra
Se os juros são muito altos a curva se inclina
para esquerda.
Se a terra é muito cara a curva se inclina para
direita.
Mas o preço de venda também varia com a
altura:
esquerda. Se a terra é muito cara a curva se inclina para direita. Mas o preço
 Construção é um processo aditivo
 Construção é um processo aditivo
Alturas maiores LUCRATIVIDADE =

Alturas maiores

LUCRATIVIDADE =

Alturas maiores LUCRATIVIDADE =
Alturas maiores LUCRATIVIDADE =
Alturas maiores LUCRATIVIDADE =

Tempos maiores de obra

O mais importante para um incorporador:

LUCRO

TEMPO

MAX

Alturas maiores LUCRATIVIDADE = Tempos maiores de obra O mais importante para um incorporador: L U
 A figura abaixo indica como evolui a lucratividade
 A figura abaixo indica como evolui a
lucratividade
 A figura abaixo indica como evolui a lucratividade

Medição da eficiência econômica do projeto :Iep

C

o

m a  Com auxilio de u uma tabela de x i áreas l i
m
a
 Com auxilio de
u
uma tabela de
x
i
áreas
l
i
o
equivalentes,
pode se fazer
uma avaliação
d
aproximada da
e
u
eficiência
econômica de
m
a
um projeto
t
a
INDICE DE EFICIENCIA DO PROJETO  Iep:(índice de eficiência do projeto) igual ao quociente entre:área
INDICE DE EFICIENCIA DO
PROJETO
 Iep:(índice de eficiência do projeto) igual
ao quociente entre:área privativa total e a
área equivalente total
 Quanto mais se aproximar de 1 ,melhor,
economicamente ,será o projeto
 Inicialmente se faz a relação de áreas
,logo se afina a avaliação com índices
como os que vimos ,particularmente os
que surgiram da lei da forma, do
tamanho
, e da altura
COM CERTEZA, PODEREMOS OBTER ECONOMIAS BEM MAIORES
QUE AS QUE SERIAM ATINGIDAS COM A SIMPLE REDUÇAO DO
PE DIREITO