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SÊ Nº 167/ Ano XIV Agrupamento 1096 do CNE — Paróquia de Resende Agosto de
SÊ Nº 167/ Ano XIV Agrupamento 1096 do CNE — Paróquia de Resende Agosto de
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Nº 167/ Ano XIV
Agrupamento 1096 do CNE — Paróquia de Resende
Agosto de 2010
SÊ Nº 167/ Ano XIV Agrupamento 1096 do CNE — Paróquia de Resende Agosto de 2010
SÊ Nº 167/ Ano XIV Agrupamento 1096 do CNE — Paróquia de Resende Agosto de 2010
SÊ Nº 167/ Ano XIV Agrupamento 1096 do CNE — Paróquia de Resende Agosto de 2010
SÊ Nº 167/ Ano XIV Agrupamento 1096 do CNE — Paróquia de Resende Agosto de 2010
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SÊ Nº 167/ Ano XIV Agrupamento 1096 do CNE — Paróquia de Resende Agosto de 2010

EDITORIAL

 

NESTE NÚMERO PODE LER:

» Impressão digital - A pedagogia do sacrifício

(pág. 2)

Julho já lá vai e, com ele, uma parte significativa das férias. Entrámos no mês de Agosto e sente-se já a aproximação rápida do começo de mais um ano. Para nós, Escuteiros, o calendário atribui-nos mais

» Aconteceu - A comunidade em notícia!

(pág. 2)

» Aos Emigrantes

(pág. 3)

» De faca e garfo (Ovos moles com canela)

(pág. 3)

um ano de vida. É uma responsabilidade e um convite ao crescimento. Iniciamos a vivência do 15º ano do nos- so Agrupamento e queremos que ele seja um marco importante nesta família do 1096. Mãos à obra, porque

» Liturgia Ajudem-me a morrer

(pág. 4)

» Movimento paroquial

(pág. 4)

» Kim Nós

(pág. 5)

vale a pena comemorar etapas quando elas são sinal

de crescimento. Para muitos dos nosso jovens, Julho foi também um mês intenso de exames e expectativas pelos resul- tados. É o futuro que se joga em poucas horas, mas é também o resultado de muitas lutas e esforços. Que os resultados obtidos vos permitam alicerçar um futuro

» O Uivo do Lobito O Início do Verão

(pág. 5)

» Agosto em destaque…

(pág. 5)

» A Chama Percurso velocípede - 2010

(pág. 6)

» Rota Azul Percurso de bicicleta a Pinheiro

(pág. 6)

» O Agrupamento em notícia

(pág. 6)

 

» Momentos de Descontracção

(pág. 7)

» Um dia de retiro no convento de Avessadas

(pág. 8)

risonho. Iniciámos o mês de Agosto com a celebração do nosso Padroeiro. Na simplicidade da nossa fé e na vivência da nossa gratidão, procurámos honrar a memó- ria dos nossos antepassados que escolheram para timoneiro desta comunidade o Santíssimo Salvador. É n’Ele que depositamos a nossa confiança é a Ele que entregamos os nossos destinos, é a Ele que agradece- mos pelo que somos e temos. Agosto é também sinónimo de férias e de lazer para muitas famílias. Também para a família escutista do 1096 assim é, na continuidade dos demais anos. Vamos regressar à Apúlia, onde já nos habituámos a passar a segunda semana de Agosto. Sentimo-nos bem acolhidos no parque de campismo escutísta da Região

de Braga e podemos proporcionar às nossas crianças e jovens alguns dias de lazer e praia, sem deixar de parte

o espírito e a formação escutísta que nos move. É

assim uma boa oportunidade para, de modo diferente, vivermos os mesmos ideais e assinalarmos mais uma etapa de crescimento em família. Para todos quantos podem usufruir de uns dias de descanso, espero que os aproveitem para retemperar as forças tão necessárias nesta azáfama intensa em que vivemos os nossos dias. Aproveitemos para pensar um pouco naqueles que, mais afectados pela crise, não têm essa oportunidade e sintamos o apelo da solidarie- dade tão urgente nos nossos dias. Boas férias para todos!

Pe. José Augusto (Chefe de Agrupamento)

férias para todos! Pe. José Augusto (Chefe de Agrupamento) Agrupamento 1096 C.N.E. – Largo da Igreja
Impressão digital A pedagogia do sacrifício “Os jovens de agora parece que têm dificuldade em
Impressão digital A pedagogia do sacrifício “Os jovens de agora parece que têm dificuldade em

Impressão digital

A pedagogia do sacrifício

“Os jovens de agora parece que têm dificuldade em crescer. Não sei porquê. Se calhar as pessoas só crescem ao ritmo a que são obrigadas…”.

Cormac McCarthy

Aprendi tarde de mais e da pior maneira… hoje lamento o sucedido, mas de nada me serve para mudar o rumo dos acontecimentos… o tempo não volta atrás e não há retorno para as oportunidades perdidas… sinto que falhei e percebo-o da pior maneira, porque tinha obrigação de ter feito melhor… só Deus sabe o quanto eu lamento isso e a vontade que sinto de voltar atrás e recomeçar… mas não, resta-me olhar para a frente e tentar fazer melhor se a vida me der nova oportunidade… foram precisos 18 anos para perceber o quanto estava errado… quanta dificuldade em baixar do meu pedestal e ver aquilo que toda a gente via e só eu não queria ver… Tive uma educação severa ao longo da minha infância e juventude… em casa dos meus pais vivia-se de forma moderada e com muito espírito de luta e sacrifício… todos contribuíam com o seu trabalho para o sustento do agregado familiar… e todos se sentiam na obrigação de lutar por um futuro melhor, sempre com base no esforço e no trabalho… apesar de tudo os tempos eram difíceis e nunca havia margem para grandes devaneios… vivia-se com o essencial… Meu pai lutou muito por pôr os filhos a estudar e sempre nos disse: ―deixo-vos estudar enquanto não ficardes mal. Sacrifico-me enquanto aproveitardes bem. Quando reprovardes, vindes para casa trabalhar comigo…‖ Parece que ainda estou a ouvi-lo ―religiosamente‖ a dizer com severidade aquelas palavras. E nas férias todos trabalháva- mos no campo ao seu lado. Ele dizia sabiamente: ―é para saberdes o que custa a vida, assim agarrais-vos a estudar‖. E assim era. Lembro-me bem quando um dos meus irmãos reprovou. A sentença estava dita- da - ―ficas em casa, bem preciso cá de ti!‖ Foi com muita insistência que os irmãos mais velhos e a mãe conseguimos convencê-lo a dar-lhe uma nova oportunidade. Não me arre- pendo, valeu a pena… aprendeu a lição. Cresci e nem sempre compreendi este modo de ser exigente… algumas vezes revoltei-me e dizia para comigo: ―um dia quero dar aos meus filhos o que eu não pude ter‖. Nem sempre compreendi as circunstâncias e nem sempre aceitei pacificamente esta necessidade de educar pela exigência e pela imposição de regras… às vezes apetecia-me enveredar por outros caminhos, mas faltava-me a coragem… o respeito pelo lar e pelo sentido da família obrigava-me a ceder mais uma vez e a serenar os impulsos mais revolu- cionários… E sinto que valeu a pena… formei em mim uma vontade forte e construí uma personalidade lutadora… Terminado o curso de Direito em Coimbra, logo consegui colocação num gabine- te de advogados da cidade… três anos depois, já era sócio… a vida corria bem e já tinha esquecido a pedagogia em que meu pai, iletrado, sabiamente me formou… estava na hora de construir família e de percorrer o meu caminho independente… e assim aconteceu. Agora era uma pessoa conhecida na cidade e tinha um nome a defender… a estabilidade familiar exigia tempo que eu não tinha por causa do prestígio e do êxito profissional… Vieram os filhos e, à falta de tempo para eles, juntou-se o devaneio da inexpe- riência jovem que veio ao de cima - dar aos filhos o que não tive! Apaziguava-os e à minha consciência, substituindo tempo e dedicação por coisas… custava-me menos a ganhar dinheiro do que a arranjar tempo para eles… mal dei conta de os ver crescer, muito menos de me inteirar conscientemente da forma como cresciam… lá iam passando de ano com umas ―notinhas‖ que não envergonhavam… mas nada mais sabiam fazer senão sair com os amigos, divertir-se, e deixar passar o tempo… e eu, calmo e sereno, desde que não perturbasse a ―vida do Sr. Doutor‖, até nem me incomodava nada… Comecei a cair do pedestal da minha vida robot há um ano atrás quando o mais velho concluiu o 12º ano e não entrou para a universidade, porque não tinha notas para concorrer. Acabou o ensino secundário, mas não podia ir para a universidade… então não podes ser doutor… é uma vergonha… que vão dizer os meus amigos?! Voltava a preocu- pação pelo estatuto, mais que o futuro do rapaz… Três meses em casa e tornou-se insu- portável… era preciso encontrar um rumo para ele

A Comunidade em notícia
A Comunidade em notícia

A Comunidade em notícia

No dia 04 de Julho a comunidade do Enxertado celebrou a Festa do seu Padroeiro, S. Pedro . Mais uma vez a comunidade Enxertado celebrou a Festa do seu Padroeiro, S. Pedro. Mais uma vez a comunidade quis mostrar a sua grati- dão para com aquele que um dia nos vai abrir as portas do céu. Para lá da dimensão lúdica e recreativa, as cele- brações religiosas centraram-se na eucaristia solene, ao fim da manhã, e na procissão, ao fim da tarde. Que S. Pedro tenha apreciado o nosso louvor e continue a proteger-nos.

No dia 11 de Julho celebrámos a Fes- ta de Nossa Senhora do Carmo na Santa Casa da Misericórdia. Mais uma vez Fes- ta de Nossa Senhora do Carmo na Santa Casa da Misericórdia. Mais uma vez se reuniu toda a comunidade dos utentes da Santa Casa bem como dos amigos e devotos da Senhora do Carmo para celebrar os louvores da padroeira e confraternizar em espírito de família e são convívio. O ponto alto das celebrações teve lugar ao fim da tarde com a eucaristia e a procissão em que todos participámos com ver- dadeiro espírito de fé e devoção.

Nos dias 30 e 31 de Julho os Cursis- tas da comunidade viveram o seu encontro anual em Avessadas . Em clima de Cursis- tas da comunidade viveram o seu encontro anual em Avessadas. Em clima de oração, agradeceram mais um ano de vivência pastoral activa e pediram graças e bênçãos para mais um ano que se aproxima. Que Deus continue a abençoar esse espírito.

 

Funerais:

na

na

Faleceram

nossa

Comunidade:

 
Dia

Dia

04

-

Albino Pinto,

residente na vila;

Dia 09 - Manuel Ferreira, residente em Vinhós;

Dia 09 - Manuel Ferreira, residente em Vinhós;

Dia 11 - Albino Vieira, residente em S. Martinho de Mouros;

Dia 11 - Albino Vieira, residente em S. Martinho de Mouros;

Dia 12 - Maria Augusta, residente no lugar do Valado;

Dia 12 - Maria Augusta, residente no lugar do Valado;

Dia 19 - Maria Alice, residente em Cimo de Resende;

Dia 19 - Maria Alice, residente em Cimo de Resende;

Dia 30 - Palmira de Jesus Pinto de Brito , residente no Eirado, Enxertado.

Dia 30 - Palmira de Jesus Pinto de Brito, residente no Eirado, Enxertado.

Continua na pag. 3

Aos seus familiares apresentamos as nossas sentidas condolências.

Aos Emigrantes
Aos Emigrantes

Quero prestar uma sentida homenagem

A

todos aqueles que deixaram a sua terra

E

foram por toda a Europa, África ou América

À

procura de uma vida mais humana e mais digna.

Reconheço o sacrifício que fizeram Talvez lágrimas que derramaram. Mas a esperança e o desejo de triunfar Levaram-nos a tudo vencer.

Não esqueceram porém a sua família,

A

casa humilde em que viveram,

A

escola em que aprenderam

E

a igreja que os fez cristãos.

Vieram gozar suas férias, Após um ano de trabalho intenso. Conviver com os amigos de outrora, Verificando como tudo mudou.

Saibamos recebê-los bem, Pois são nossos conterrâneos.

A alegria e a amizade

Vencem distâncias e fronteiras.

A alegria e a amizade Vencem distâncias e fronteiras. Pe. Martins A pedagogia do sacrifício… (Cont.

Pe. Martins

A pedagogia do sacrifício… (Cont. da pag. 2)

Depois de muito se discutir em casa, arranjou-se um trabalho num escritório… durou 15 dias… não conseguia estar um dia fechado no mesmo lugar… a este sucedeu um trabalho de comercial… em menos de dois meses estampou dois carros da empresa e foi despedido… arranjou um trabalho numa discoteca… e a noite envolveu-o no vício - primeiro tabaco, depois álcool, droga… agora começou a roubar-nos para manter o vício e tornou a nossa vida num inferno… Um ano depois e aqui estou eu destroçado e impotente… destroçado por reconhe- cer que falhei como pai e como educador… apesar de ter tido um mestre precioso, não sou- be aproveitar essa mais valia de experiência e quis fazer desmoronar a pedagogia paterna com a mania do proteccionismo materialista e afinal sou eu que me sinto desmoronar no meu fracasso com pedagogo… olho para trás e sinto a frustração de 20 anos perdidos… construí um palácio luxuoso, mas o meu filho já nem cá vem dormir… amealhei uma peque- na fortuna que ele malbaratou em poucos meses… construí um nome de destaque na socie- dade que se tornou capa de jornais e revistas em nome do escândalo familiar… Olho para o futuro e sinto-me impotente para mudar o rumo dos acontecimentos… não sei se alguma vez vou conseguir reaprender a ser o que meu pai me ensinou… sei ape- nas que aprendi demasiado tarde a reconhecer que errei… e dificilmente encontrarei o retor- no para poder rectificar o caminho… A pedagogia do sacrifício fez de mim o ―Homem‖ que eu destruí com a pedagogia do facilitismo… não soube ser o ―Pai‖ que tive… Pai, perdoa-me, se puderes

Pe. José Augusto

De faca e garfo (A nossa rubrica de culinária)

De faca e garfo

(A nossa rubrica de culinária)

Ovos moles com canela

Ingredientes:

2,5 dl de água; 500 gr de açúcar; 1 pitada de baunilha em pó; 15 gemas; 1 c. (sopa) de farinha.

Decoração:

Canela em pó para polvi- lhar; Groselhas.

Preparação:

Coloque um tacho ao lume com açúcar, a baunilha em pó e deixe ferver por dois minutos. Numa tigela à parte, misture as gemas com a farinha e verta na cal- da em fio, mexendo sempre com uma vara de arames. Leve ao lume, não parando de mexer, até ferver e engrossar. Retire do calor e coloque em taças. Deixe arrefecer e polvilhe com canela. Decore com grose- lhas e sirva.

in “Cozinhar é fácil”

Ao Ritmo da Liturgia Ajudem-me a morrer! Movimento Paroquial Julho/2010 Um idoso, quase centenário, que

Ao Ritmo da Liturgia

Ajudem-me a morrer!

Movimento Paroquial

Julho/2010

Um idoso, quase centenário, que viveu toda

a sua vida num ambiente de religiosidade pro-

funda, testemunhando a sua fé, sem qualquer respeito humano quer junto dos amigos com quem se encontrava frequentemente quer na recepção dos sacramentos, principalmente na participação da Eucaristia Dominical ou mesmo diária, quanto possível, sentiu-se gravemente doente. Chama as pessoas de família mais próximas

e pede-lhes que fossem procurar um sacerdote pois queria fazer a última confissão, receber Jesus Sacramentado, como fez toda a vida, receber o sacramento dos doentes e em segui- da, queria também ser observado por um médi- co.

O sacerdote demorou algum tempo a che- gar e neste espaço o doente foi conversando com os familiares e fez-lhes mais pedidos. Entre eles, pediu que não o abandonassem quando estivesse a terminar a sua viagem cá no mundo porque seria nesse momento que iria precisar mais deles. Ajudei-vos sempre durante a vida e peço-vos encarecidamente que não me abando- neis na hora da morte. É esse o momento mais importante da minha vida. A minha eternidade dependerá desse instante. Se for possível, per- miti que o meu último suspiro seja nesta cama onde dormi milhares e milhares de vezes. Não tenhais medo. Acompanhai-me. Entretanto chega o sacerdote que lhe admi- nistra os sacramentos, como o doente tinha pedido. Sente logo um grande alívio. Há mesmo um sorriso a manifestar melhoras. Momentos depois, aparece o médico. Consulta-o, receita- lhe alguns medicamentos e diz à família: Espero que ele, apesar da idade, vença esta crise. Todavia, seria muito mais fácil melhorar, se fosse internado num hospital. Ao perceber a conversa do médico, disse imediatamente:

“Senhor doutor, eu sei que estou numa idade muito avançada e não vou viver muito tempo cá no mundo. Por isso, quero ficar aqui, ser tratado pelos meus familiares e desejo que sejam eles a fechar os meus olhos para sempre”. O médico ouviu. Ficou silencioso e em seguida, despediu- se, sem qualquer comentário. Pode parecer à primeira vista que o texto é uma simples invenção. Posso, todavia afirmar que se trata de um facto real. Isto aconteceu e eu fui o sacerdote que preparou este doente para a morte. Este nosso irmão que já partiu para a eternidade, há bastantes anos, deixou- nos a todos um testemunho extraordinário que vamos tentar aprender. Quando uma pessoa da nossa família, prin- cipalmente de idade avançada, começar a ficar debilitada, acompanhem-na à igreja ou a outro lugar onde viva um sacerdote, para fazer uma revisão ao seu modo de proceder durante a

vida, reconhecendo qualquer passo mal dado de que tem de pedir perdão a Deus ou a qual- quer irmão que ofendeu e recebendo com fé os sacramentos que Jesus Cristo instituiu para esta fase da vida. Não julgue o doente que vai morrer, por receber estes sacramentos. Pelo contrário, podem servir-lhe de cura. Não é isso que nos diz a Bíblia? Não deixe de consultar os médicos, uma vez que são eles as pessoas preparadas para descobrir as doenças e indicar a respectiva cura. É possível que tenha de deslocar-se a um hospital ou clínica e ter de ficar lá internado e, quem sabe, dar lá o último suspiro, sem nin- guém que ouça o arquejar do seu coração. Mas se isto acontecer, a família verdadeiramente cristã como alívio para essa dor incalculável de ver partir aquele ente querido, terá sempre pre- sente aquele gesto de lhe ter proporcionado a preparação para a morte. Era assim que faziam os nossos antepassados. E hoje como procedemos? Iludimos os doentes. Chamar um sacerdote a casa para curar um doente com o remédio que Jesus Cristo nos deixou, é, dizem, convencer o doente que vai morrer. É tempo de pôr em actividade aquilo que aprendemos. O padre é médico e não agente funerário e muito menos coveiro. Se todos fizés- semos como aquele idoso de que fala o texto, convencer-nos-íamos de que o padre leva a vida (em nome de Jesus Cristo) e não a morte ao doente. Estou a lembrar-me, a este propósito do que aconteceu há 42 anos. Era meia noite. Chovia torrencialmente. Um senhor todo molhado bate à porta da residência paroquial. Atendi-o da varanda. Senhor abade, diz o homem, tem de vir sacramentar o meu pai que está muito mal. Preparei-me rapidamente vou à igreja buscar o Santíssimo e os Santos óleos e lá vamos no meu Mini até Rendufe, onde parei o carro e seguimos a pé até perto do Douro. Foi o sufi- ciente para também me molhar. Depois de administrar os Sacramentos, voltei para casa, não revoltado mas satisfeito por ter ido ajudar alguém que precisava de um sacerdote. O senhor não morreu e quando, mais tarde o visi- tei agradeceu-me imenso. Vivem ainda entre nós os netos desse senhor. Porque é que hoje, com tantas estradas, com meios de transporte até ao local, deixamos morrer os doentes sem assistência religiosa? Onde está a nossa fé? Um dos trabalhos do pároco é este. Não nos deixemos adormecer nesta insensi- bilidade. Trata-se da maior ingratidão para com os que morrem.

Pe. Martins

Pensamento do Mês

“Com a morte diante dos olhos a questão do significado da vida torna-se inevitável”.

Bento XVI, Spes Salvi

Baptismos: T o r n a r a m - s e novos membros da

Baptismos:

T o r n a r a m - s e novos membros da nossa Comunida- de:

Dia 10 - Rafaela Lourenço Azevedo, filha de Nelson Manuel Monteiro Azevedo e de Maria Laurinda Azevedo Lourenço, resi- dentes em Aveiro;

Dia 11 - Pedro Fontão Ferreira, filho de Carlos Eurico Martins Ferreira e de Andreia Marisa Sequeira Pinto Pedro Fontão Ferreira, filho de Carlos Eurico Martins Ferreira e de Andreia Marisa Sequeira Pinto Fontão Ferreira, residentes em Vinhós;

Dia 17 - Ana Francisca Pereira Pin- to, filha de André da Fonseca Pereira Ana Francisca Pereira Pin- to, filha de André da Fonseca Pereira

e de Maria Teresa Pereira Pinto, resi- dentes no lugar do Arco;

Dia 24 - Kateline Raimundo Leitão, filha de António Alves Soares Leitão e de Maria Alexandra Pereira Raimundo Kateline Raimundo Leitão, filha de António Alves Soares Leitão e de Maria Alexandra Pereira Raimundo Leitão, residentes em Genebra;

Dia 25 - Xavy Pinto Pereira, filho de Francisco José Pinto Capitão Pereira Xavy Pinto Pereira, filho de Francisco José Pinto Capitão Pereira

e de Deolinda de Jesus Pinto Pereira,

Pinto Capitão Pereira e de Deolinda de Jesus Pinto Pereira, residentes em Andorra; Dia 31 -

residentes em Andorra;

Dia 31 - Leonardo Costa de Almei- da, filho de José Carlos Monteiro de Leonardo Costa de Almei- da, filho de José Carlos Monteiro de

Almeida e de Tânia Patrícia Rodrigues da Costa Almeida, residentes em

Genebra;

Dia 31 - Lara Filipa Alves Fernan- des , filha de André Filipe Fonseca Fernandes e de Daniela Lara Filipa Alves Fernan- des, filha de André Filipe Fonseca Fernandes e de Daniela Carina Brito Correia Alves Fernandes, residentes em Anreade.

Para eles e seus pais, desejamos as maiores felicidades.

Casamentos:

Celebraram o seu matrimónio durante o mês os seguintes noivos: Dia 17 - David de
Celebraram o
seu matrimónio
durante o mês os
seguintes noivos:
Dia 17 - David
de Jesus Alfaia
Liberato e Anabela Rebelo de Sousa.
Para
eles
desejamos
as
maiores

felicidades no novo estado de vida.

Nós Agosto em destaque Na nossa penúltima reunião do mês de Julho, estivemos a praticar
Nós Agosto em destaque Na nossa penúltima reunião do mês de Julho, estivemos a praticar
Nós Agosto em destaque Na nossa penúltima reunião do mês de Julho, estivemos a praticar
Nós Agosto em destaque Na nossa penúltima reunião do mês de Julho, estivemos a praticar

Nós

Agosto em destaque

Agosto

em

destaque

Na nossa penúltima reunião do mês de Julho, estivemos a praticar a execução dos nós mais básicos como o nó simples, o nó direito (que é um dos mais importan- tes na simbologia do escutismo), o nó de aselha, o nó de correr, entre outros. Os nós são muito importantes nos acampa- mentos, pois permitem-nos unir objectos nossos a objectos da Natureza, como árvores e pedras. Também têm uma grande importância na mística do escu- tismo, representando a união dos seus membros (como o nó direito). Por isto, os nós desempenham um papel muito importante na vida escutista.

Dia 01:

Percurso Velocipédico até Pinheiro - Castro Daire (Pioneiros e Caminheiros); Dia 04:

Percurso Velocipédico até Pinheiro - Castro Daire (Pioneiros e Caminheiros); Dia 04:

Memória de S. João Maria Vian - ney; Dia 06:

Memória de S. João Maria Vian- ney; Dia 06:

1ª Sexta Feira - confissões;

1ª Sexta Feira - confissões;

 

Festa

da

Transfiguração

do

Senhor; Festa do Santíssimo Salvador:

Senhor; Festa do Santíssimo Salvador: Eucaristia Solene - 19h

Eucaristia Solene - 19h

 

Leão Teimoso (Guia da Patrulha Leão)

Procissão do Santíssimo à vol-

ta da igreja Missa dos escuteiros - 19h; Dia 08:  
ta da igreja Missa dos escuteiros - 19h; Dia 08:  
ta da igreja Missa dos escuteiros - 19h; Dia 08:  

ta da igreja Missa dos escuteiros - 19h; Dia 08:

ta da igreja Missa dos escuteiros - 19h; Dia 08:
 
Início do

Início

do

Acampamento

de

Verão dos Escuteiros (Apúlia); Dia 09:

 

O início do Verão

  O início do Verão Festa de Santa Teresa Benedita da Cruz; Dia 10: Festa de
Festa de Santa Teresa Benedita da Cruz; Dia 10: Festa de S. Lourenço; Dia 11:

Festa de Santa Teresa Benedita da Cruz; Dia 10:

Festa de Santa Teresa Benedita da Cruz; Dia 10: Festa de S. Lourenço; Dia 11: Memória

Festa de S. Lourenço; Dia 11:

Benedita da Cruz; Dia 10: Festa de S. Lourenço; Dia 11: Memória de Santa Clara; Dia

Memória de Santa Clara; Dia 14 Memória de S. Maximiliano Kol- be; Fim do Acampamento de Verão dos Escuteiros (Apúlia); Dia 15:

Fim do Acampamento de Verão dos Escuteiros (Apúlia); Dia 15: Solenidade da Assunção de Nos -
Fim do Acampamento de Verão dos Escuteiros (Apúlia); Dia 15: Solenidade da Assunção de Nos -
Fim do Acampamento de Verão dos Escuteiros (Apúlia); Dia 15: Solenidade da Assunção de Nos -

Solenidade da Assunção de Nos- sa Senhora; Dia 20:

escola já acabou há algum

tempo e agora estou de férias.

bom estar de férias, não

temos que ir para a escola, posso dormir até tarde… Mas o que gosto

A

É

mais é de brincar com os meus primos e os meus amigos.

Tem estado muito calor e muito fumo no ar. Esse fumo é dos incêndios que tem havido de norte a sul do país.

Nós ao lobitos do agrupamento 1096 gostávamos que nos ajudasse a manter as matas limpas para prevenir essas catástrofes. Lembre-se que uma pequena ajuda já faz a diferença.

Memória de S. Bernardo; Dia 21:

Memória de S. Bernardo; Dia 21:

 
 

O

resto de uma boa leitura e boas férias.

Memória de S. Pio X; Dia 24:

Memória de S. Pio X; Dia 24:

 
 

Hugo Miguel Piedade (Bando Castanho)

Festa do Apóstolo S. Bartolomeu; Dia 27:

Festa do Apóstolo S. Bartolomeu; Dia 27:

 

Memória de Santa Mónica;

 
 

São aniversariantes no mês de Agosto:

Início do

Início

do

ExPio

(Acampamento

 

de

Exploradores

e

Pioneiros)

-

Exploradores Emanuel (03) e Miguel (30); Dirigentes Quim (04) e Olavo

Murça; Dia 28:

 

(28).

 

P A R A B É N S!!!

Memória de Santo Agostinho.

Memória de Santo Agostinho.

 
Percurso velocípede - 2010 No passado dia 1 de Agosto realizou-se mais um percurso de
Percurso velocípede - 2010 No passado dia 1 de Agosto realizou-se mais um percurso de
Percurso velocípede - 2010 No passado dia 1 de Agosto realizou-se mais um percurso de

Percurso velocípede - 2010

No passado dia 1 de Agosto realizou-se mais um percurso de bicicleta, desta vez, realizado pelas III e IV secções do nosso agrupamento. De des- tacar, que foi o maior percurso feito em bici- cleta realizado pelo nosso agrupamento. Com a saída agendada para as 8:30 do monte de S. Cristóvão, o objectivo era chegar a Castro Daire, mais propriamente à localidade de Pinheiro (Terra do nosso Chefe de Agrupamento). Desde o inicio desta actividade que a ami- zade e o espírito de grupo reinaram entre nós. Apesar dos pequenos acidentes ocorridos durante o trajecto, ninguém se magoou, o que nos leva a dizer que todo o percurso foi um sucesso. Durante a activi- dade pudemos sempre contar com o auxílio da ambulância dos Bombeiros Voluntá- rios de Resende que nos acompanhou durante toda a nossa actividade. Desde já agradecemos aos bombeiros voluntários Sr. Álvaro e Rui. Chegados a Pinheiro, a primeira coisa a fazer, foi dar um mergulho no rio Paiva, já bem conhecido pelo nosso agrupamento, onde realizámos várias brincadeiras, e até tivemos o prazer de conhe- cer um amigo canino chamado ―Tobias‖. No fim da tarde fizemos a viagem de regresso mas desta vez, não em cima das bicicletas, mas só até certo ponto. Chegados ao monte de S. Cristóvão, fizemos questão de pegar novamente nas bicicletas para regressar à nossa sede. Foi um dia muito bem passado por todos os elementos que marcaram presença na actividade. Não podíamos deixar de agradecer o facto de a D. Prazeres nos ter feito o nosso almoço, que estava muito bom! Para a Dona Prazeres um muito obrigado. E, é claro, a todos aqueles que contribuíram para o sucesso desta bela actividade.

Pedro Manuel (Caminheiro)

o sucesso desta bela actividade. Pedro Manuel (Caminheiro) Percurso de bicicleta a Pinheiro Foi no princípio
o sucesso desta bela actividade. Pedro Manuel (Caminheiro) Percurso de bicicleta a Pinheiro Foi no princípio
o sucesso desta bela actividade. Pedro Manuel (Caminheiro) Percurso de bicicleta a Pinheiro Foi no princípio

Percurso de bicicleta a Pinheiro

Foi no princípio deste mes, 1 de Agosto, que os pioneiros e caminheiros do nosso agrupamento realizaram um passeio de bicicleta rumo a Pinheiro, Castro Dai- re. A hora da saída ficou marcada para as 7:30 na nossa Sede, de onde nos levaram para a capela de S. Cristóvão para começarmos a actividade. Rezámos a oração e, por volta das 8:30, iniciou-se o passeio. Saímos da capela e pedalámos até Bigorne. Este percurso parecia mais difícil do que tínhamos imaginado devido ao calor e às grandes subidas. Chegámos a Bigorne e continuámos o nosso percurso pela estrada nacional ao lado da A24. O cansaço já se fazia sentir, mas não desistimos e conseguimos chegar finalmente ao nosso destino: Pinheiro, Castro Daire que é a terra do nosso chefe de agrupamento Pe. José Augusto.

O 1096 em Notícia

O 1096

em

Notícia

No passado dia 07 de Julho o nosso Agru- pamento comemorou o 14º Aniversário . Embora sem qualquer evento especial para assinalar a data, não deixámos de 14º Aniversário. Embora sem qualquer evento especial para assinalar a data, não deixámos de recordar o seu significado e de trazer à memória tantas recordações que estes 14 anos nos proporcionaram. Pessoas e acontecimentos preenchem o álbum de uma memória que se vai construindo pas- so a passo, alicerçada no projecto que BP nos legou e que nós acreditamos poder ser um ideário de conduta para uma juven- tude mais feliz. Em mente temos já as celebrações do nosso 15º aniversário no próximo ano. Achamos que esta será uma data a assinalar e, nesse sentido, começa- mos já a preparar algumas actividades mais marcantes que assinalarão a vivência deste 15º ano e culminarão com a celebra- ção do aniversário. Oportunamente iremos dando nota das actividades que temos em mente. Gostaríamos de envolver nestes eventos não apenas os elementos do agrupamento, mas também os pais, as famílias, a comunidade em geral, as enti- dades e muito particularmente todos aque- les que fizeram parte deste agrupamento ao longo destes anos e que nós considera- mos importantes no reavivar da chama escutista e no contributo que todos podem dar para o futuro do agrupamento. Quería- mos que este ano pudesse ser uma opor- tunidade de perspectivar o futuro com base neste olhar sobre o passado para um enriquecimento maior.

No dia 1 de Agosto, Pioneiros e Caminhei- ros irmanaram-se num percurso veloci- pédico até Pinheiro, Castro Daire. Esta actividade só foi possível graças à precio- percurso veloci- pédico até Pinheiro, Castro Daire. Esta actividade só foi possível graças à precio- sa ajuda dos Bombeiros Voluntários e particularmente do Sr. Álvaro Botelho e filho que nos acompanharam de perto, na ambulância, para prevenção que qualquer incidente que, graças a Deus não houve. Um agradecimento muito especial pela disponibilidade e colaboração. Agradece- mos igualmente à Dna. Prazeres (esposa do Sr. Álvaro) que nos deliciou com um almoço fantástico. Muito obrigado!

Próximas actividades:

 
06 08 de Agosto – Festa do Padroeiro; a 14 de Agosto – Acampamento

06

08

de Agosto Festa do Padroeiro;

a 14 de Agosto Acampamento

de verão (Apúlia);

(Continua na pag. 8)

27 a 29 Agosto – Acampamento ExPio em Murça (Exploradores e Pio- neiros).

27 a 29 Agosto Acampamento ExPio em Murça (Exploradores e Pio- neiros).

A cultura é a única bagagem que não ocupa espaço… Alivie o stress… … sorria!
A cultura é a única bagagem
que não ocupa espaço…
Alivie o stress…
… sorria!
Curiosos do Saber!

C. E. E.

Esta sigla "C. E. E." significa: Comunidade Económica Europeia. Tudo começou com a ideia de construção de uma Europa Una, que teve por seu principal mentor Jean Monnet, Ministro dos Negócios Estrangeiros francês que em 1951 conseguiu que a Bélgica, Alemanha, Itália, Luxemburgo e Holanda, con- juntamente com a França, assinassem o Tratado do Carvão e do Aço - a primeira pedra da C. E. E Em 1957 o tratado é alargado, tendo já a criação de uma comunidade mais vasta. Este acto ficou a ser conhecido como Tratado de Roma. Deixa de haver fron- teiras aduaneiras entre os seis, que em 1973 passam a nove membros, com a entrada da Dinamarca, Inglaterra e Irlanda. Em 1981 dá-se a entrada da Grécia e em 1986 a de Portugal e Espanha.

A PÁSCOA

A Páscoa tem um significado profundo para os Católicos, na medida em que

significa o renascer, a esperança, a negação da morte. Significa o momento em que se dá a ressurreição de Jesus Cristo, isto é, do

seu regresso à vida.

A visita pascal, anunciada por campainha pressurosa, passando por ruas

juncadas de rosmaninho, é quase uma visão do passado. Mais perenidade tiveram os folares, que continuam a aparecer nas mesas portuguesas aquando do período pascal. O mesmo acontece com o costume da oferenda dos padrinhos aos afilha-

dos, espécie de penhor moral no apoio jurado aquando do baptizado.

O dia de Páscoa celebra-se no primeiro domingo depois da primeira lua cheia

que se segue ao Equinócio da Primavera, razão por que é festa móvel, podendo

variar até trinta e seis dias.

(In “Livro das curiosidades”)

até trinta e seis dias. (In “Livro das curiosidades”) Adivinha Qual é coisa, qual é ela,
até trinta e seis dias. (In “Livro das curiosidades”) Adivinha Qual é coisa, qual é ela,

Adivinha

Qual é coisa, qual é ela, que quando seca fica molhada?e seis dias. (In “Livro das curiosidades”) Adivinha O que será, que será que são sete

O que será, que seráQual é coisa, qual é ela, que quando seca fica molhada? que são sete e são

que são sete e são irmãos. Cinco vão à feira e só dois é que

não?

e são irmãos. Cinco vão à feira e só dois é que não? Qual é coisa,

Qual é coisa, qual é ela, que cai dee são irmãos. Cinco vão à feira e só dois é que não? pé e corre

pé e corre deitada?

Qual é coisa, qual é ela, que sobe e desce escadas, sem nunca seQual é coisa, qual é ela, que cai de pé e corre deitada? mexer? que será,

mexer?

que será, que será, que quantoqual é ela, que sobe e desce escadas, sem nunca se mexer? mais cresce, menos se

mais cresce, menos se vê?

Qual é coisa, qual é ela, que quanto mais se tira, maior fica?que será, que será, que quanto mais cresce, menos se vê? Qual é coisa, qual é

Qual é coisa, qual é ela, que temé coisa, qual é ela, que quanto mais se tira, maior fica? cabeça mas não é

cabeça mas não é gente, e tem den-

te, mas não é pente?

cabeça mas não é gente, e tem den- te, mas não é pente? que será, que

que

será, que será, que

fala e

ouve, mas não é gente?

Num manicómio, um malu- co cai na piscina e come- ça a afogar-se. Imediatamente, outro

Num manicómio, um malu- co cai na piscina e come- ça a afogar-se. Imediatamente, outro maluco atira-se para a pis- cina e salva-o da morte. No dia seguinte, o director do manicómio vai ao quar- to do maluco salva-vidas e

diz:

- Aceite os meus parabéns!! Vim pessoalmen-

te para lhe dar duas notícias. A primeira notí-

cia é óptima: Você vai ter alta. Depois do seu

gesto heróico de salvar um interno, a nossa equipa concluiu que você está curado. Já a segunda notícia, infelizmente, não é boa:

Aquele interno que você salvou, foi encontra-

do morto hoje de manhã cado com um cinto. Diz então o maluco herói:

Suicidou-se, enfor-

- Não, senhor director, ele não se enforcou. Eu pendurei-o para ele secar! ————————————————————

O mecânico para a cliente:

- Não consegui afinar os travões, por isso

aumentei o som da buzina!

———————————————————— - Ia tão bêbado, tão bêbado que quando fez

análises ao sangue

————————————————————-

Uma loira está deitada na praia, com um bron-

zeado espectacular, a ponto de chamar a

atenção. Uma mulher interessada chega perto

e pergunta:

- Por favor, qual o seu protector?

- São Francisco de Assis.

————————————————————-

Uma loira pergunta para a outra:

- O que está mais distante Londres ou a Lua?

A outra responde:

- Oh, Oh!!! Que pergunta estúpida? Tu conse- gues ver Londres daqui???

- Não!!!

deu JB Positivo!

- amigaaaaaaaaaaa

————————————————————-

A loira pede uma pizza pelo telefone. Então, a

empregada da pizzaria pergunta:

- A senhora quer que eu corte em quatro ou em oito pedaços?

E a loira:

- Em quatro, por favor! Eu nunca consegui-

ria comer oito pedaços. ———————————————————— -

- Sabem o que significa S.C.P.?

- Sócios Com Paciência.

Então

Soluções do número anterior

- O garfo;

- O pombo;

- Os palitos de uma caixa de fósforos;

- A careca;

- A cama.

Um dia de retiro no convento de Avessadas

Um dia de retiro no convento de Avessadas Ao fim da tarde do dia 30 de

Ao fim da tarde do dia 30 de Julho, 27 cursilhis- tas do grupo de Resende e alguns amigos, partiram rumo ao Marco de Canavezes, dando início a um dia de retiro, no Convento das Avessadas, da Ordem dos Carmelitas Descalços, onde também se situa o Santuá- rio do Menino Jesus de Praga. O local foi escolhido, não só pela proximidade que apresenta relativamente a Resende, mas também por dispor das condições necessárias a todos os que desejam fazer uns dias de paragem, de encontro consigo próprios e com Deus, através da experiência da oração. Partindo do princípio de que o cristianismo não se vive, se não se convive, organizou-se este ano mais um dia de retiro, tendo como orientador na fé e nos trabalhos, o nosso estimado Padre Martins, que logo no primeiro dia nos propôs uma reflexão sobre o Stress e as respectivas implicações no desgaste da nossa vida pessoal, familiar e religiosa. Quantas vezes invocamos a falta de tempo, para justificar o nosso afastamento de Cristo? Não é verdade que, para aquilo que nos interessa, sabemos arranjar, inventar tempo? Temos então que procurar distinguir o essencial do acessório e procurar o Cami- nho que nos é anunciado. Mais tarde, já noite, entrámos nos jardins do Convento e na escuridão, rodeados de silên- cio, rezámos o Terço, experimentando a simplicidade da mensagem e o encontro com a nossa Fé. Tivemos depois ao longo do dia seguinte, momentos importantes de reflexão, onde assumimos que a conver- são é um percurso sem paragens, por ser uma obra constante, que exige disponibilidade para a mudança e que se vive em grupo. Conta com o reforço da partilha e da fortaleza que os outros nos imprimem e o Senhor nos garante:

―Tudo posso naquele que me conforta‖. Dar um sentido à vida, foi o tema de outra reflexão. Não há caminhos sem dificuldades, a capacidade que temos em ultrapassá-las encontra-se na possibilidade que cada um de nós possui para construir o seu plano de vida e descobrir assim o sentido do seu caminho, com generosidade, com amor e com fé. Deixar de andar à deriva, pres- supõe adesão à Mensagem, seguindo o modelo da vivência cristã, sem vaidade, arrogância ou superioridade. Culti- var a humildade, acreditar na força do Espírito Santo, invo- car Cristo e agradecer-Lhe a Sua protecção. Procurar ser generoso, perseverante e acreditar que é no morrer que ressuscitamos. Convictos, iniciámos então a Via Sacra da Ressurreição, onde procurámos reforçar a coragem de que necessitamos para abordar os obstáculos que a vida nos apresenta, porque Ele é a nossa esperança. Terminámos o dia participando na eucaristia cele- brada pelo nosso Padre Martins e animada com a ajuda de alguns amigos de Cinfães que connosco partiram e partilharam momentos inesquecíveis.

que connosco partiram e partilharam momentos inesquecíveis. Resende, 1 de Agosto de 2010 Maria Teresa Pais

Resende, 1 de Agosto de 2010

Maria Teresa Pais (Cursista)

Continuação da pag.6

Antes de almoçarmos ainda deu para nos refrescarmos no ribeiro e observar aquele sítio maravilhoso. Por volta das 13:30 fomos almoçar para recuperarmos as forças, juntamente com os nossos chefes e acompanhantes. É importante realçar que ao longo da viagem tivemos apoio da carrinha do nosso agrupa- mento na distribuição da água, e também tivemos apoio de uma ambulância. Ao fim do almoço desfrutámos mais um pouco da água do ribeiro e regressámos a Resende, mais propriamente ao S. Cristó- vão onde nos deixaram para percorrermos o resto de bicicleta. Esta foi uma das poucas actividades que costumamos fazer de bicicleta, mas que toda a gente gostou. Queria agradecer em nome do agrupamento ao Sr. Álvaro e ao Rui por nos terem acompanhado de ambulância durante a via- gem, e agradecer também à Sra. Prazeres por nos ter feito e levado o delicioso almoço.

Gabriel Correia (Pioneiro)

via- gem, e agradecer também à Sra. Prazeres por nos ter feito e levado o delicioso