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2 - ANÁLISE E INTERPRETAÇÃO DO CERTIFICADO DE CALIBRAÇÃO

Início (/) / Incerteza de Medição (/incerteza-de-medicao) / 2 - Análise e interpretação do Certificado de Calibração

A Comprovação Metrológica geralmente inclui calibração ou veri cação, qualquer ajuste ou reparo necessário, recalibração, comparação com os requisitos metrológicos para o uso pretendido do equipamento, assim como qualquer etiqueta ou lacre necessários. Para alcançarmos ela, necessitamos que a adequação do equipamento de medição para seu uso tenha sido demonstrada e documentada. Em resumo, de nimos a comprovação metrológica como sendo o conjunto de operações necessária para assegurar que um equipamento de medição atenda aos requisitos do seu uso pretendido. Esta seção foi elaborada com base na norma ABNT NBR ISO 10012:2004 (/1004-referências-bibliográ cas).

Os requisitos para o uso pretendido incluem:

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Amplitude; Resolução; Erro Máximo Permissível.

Apresentamos um diagrama dos processo envolvidos na comprovação metrológica na Figura 2.1

envolvidos na comprovação metrológica na Figura 2.1 Figura 2.1: Processo de Comprovação Metrológica para

Figura 2.1: Processo de Comprovação Metrológica para equipamentos de medição.

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Requisitos metrológicos são derivados de requisitos para o produto. Estes requisitos são necessários tanto para o equipamento de medição, quanto para os processos de medição. Estes também podem ser expressos como erros máximos permissíveis, incerteza permissível, faixa, estabilidade, resolução, condições ambientais ou habilidades

do operador.

A orientação é que temos que especi car os processos de medição e o equipamento de medição que estão

sujeitos às provisões da Norma ABNT NBR ISO 10012:2004 (/1004-referências-bibliográ cas). Com a decisão sobre o escopo e a extensão do sistema de gestão da medição, devemos levar em consideração os riscos e as consequências de falhas do cumprimento dos requisitos metrológicos.

Nota: o sistema de gestão de medição consiste em:

no controle de processos de medições indicados; comprovação metrológica de equipamento de medição e dos processos de suporte necessários (conforme Figura 2.1).

A recalibração de um equipamento de medição não é necessária se o equipamento já estiver em uma situação de

calibração válida. O procedimento de comprovação metrológica pode incluir métodos para veri carmos que a incerteza de medição e/ou erros de equipamento de medição estão dentro dos limites permissíveis especi cados nos requisitos metrológicos. As informações pertinentes à ela deve estar prontamente disponível para o operador, incluindo quaisquer limitações ou requisitos especiais.

Função Metrológica

A função metrológica deve ser de nida pela organização. A Alta Direção da organização deve assegurar a

disponibilidade dos recursos necessários para estabelecer e manter a função metrológica. A função metrológica

pode ser um departamento único ou estar distribuída em toda a organização.

A gestão da função metrológica deve estabelecer, documentar e manter o sistema de gestão de medição e

continuamente melhorar a sua e ciência.

Intervalos de Comprovação Metrológica

A orientação para os métodos usados para a determinação ou mudança dos intervalos entre comprovações

metrológicas é de que devemos descrever em procedimentos documentados. Devemos analisar criticamente e ajustarmos quando necessário para assegurar a contínua conformidade dos requisitos metrológicos especi cados. Para determinação dos intervalos de comprovação metrológicas podemos usar dados obtidos de histórias de calibração, comprovação metrológica e avanços de tecnologia e conhecimento. Ao usarmos registros utilizando técnicas como Controle Estatístico de Processo (CEP), elas podem ser úteis para a determinação da necessidade ou não de alterar os intervalos de comprovação metrológica.

Segundo (OIML D10), o intervalo de calibração pode ser igual ao intervalo de comprovação metrológica.

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Outro ponto importante é que cada vez que reparamos, ajustamos ou modi camos um equipamento de medição não conforme o intervalo de comprovação metrológica deve ser analisado criticamente.

Controle de ajustes de equipamento

Para o controle de ajustes de equipamento devemos ter alguns cuidados como:

Acessos aos meios de ajustes e dispositivos sobre equipamentos de medição comprovados, cuja posição afeta o desempenho, devemos selá-los ou de alguma forma protegê-los afim de prevenir mudanças não autorizadas; Devemos projetar ou implementar selos ou proteções de tal forma que mudanças não autorizadas sejam detectadas; Devemos incluir ações a serem tomadas quando selos ou proteções são violados, danificados, contornados ou faltando.

Um ponto importante é que não aplicamos o requisito para a selagem para meios ou dispositivos de ajustes que são intencionalmente posicionadas pelo usuário sem a necessidade de referências externas, por exemplo os ajustes de zero. É importante também previnirmos de alterações não autorizadas em programas de computadores e nos procedimentos da organização.

As decisões sobre o selamento, os controles ou ajustes dos materiais de selagem e dos selos, tais como etiquetas,

soldas, os, tinta, normalmente são deixadas para a função metrológica e que a implementação de um programa

de selagem sejam documentadas pela mesma. Mas vale lembrar que, nem todos os equipamentos de medição têm

a possibilidade de serem selados.

Registros do processo de comprovação metrológica

Um processo importante dentro da comprovação metrológica são os registros do processo de comprovação metrológica, eles devem ser datados e aprovados por uma pessoa autorizada para atestar a correção dos resultados, como apropriado e os mesmos devem ser mantidos e estar disponíveis.

O tempo mínimo de registros depende de muitos fatores, incluindo os requisitos do cliente, requisitos

estatutários ou regulamentares e responsabilidade do fabricante. Os registros relacionados com padrões de medição podem precisar ser mantidos inde nidamente. Devemos demonstrar nos registros de comprovação metrológica se cada item do equipamento satisfaz os requisitos metrológicos especi cados e neles devemos

incluir, quando necessário a:

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Descrição e identificação única do fabricante do equipamento, tipo, número de série etc; Data na qual a comprovação metrológica foi completada; Resultado da comprovação metrológica; Intervalo fixado para a comprovação metrológica;

Identificação do procedimento de comprovação metrológica; Erros máximos permissíveis definidos; Condições ambientais pertinentes e declaração sobre quaisquer correções necessárias; Incertezas envolvidas na calibração do equipamento; Detalhes de qualquer manutenção, tais como ajustes, reparos ou modificações realizadas; Quaisquer limitações de uso; Identificação das pessoas que realizam a comprovação metrológica; Identificação das pessoas responsáveis pela correção da informação registrada; Identificação única (como número da série) de qualquer relatório ou certificado de calibração e outros documentos pertinentes; Evidência da rastreabilidade dos resultados de calibração; Requisitos metrológicos para o uso pretendido; Resultado da calibração após e onde requerido antes de qualquer ajuste, modificação ou reparo.

A orientação segundo ABNT NBR 10012:2004 (/1004-referências-bibliográ cas) é que os resultados de

calibração sejam registrados de forma que a rastreabilidade de todas medições possa ser demonstrada e de forma

que os resultados das calibrações possam ser reproduzidos sob condições próximas das condições originais.

Algumas vezes, o resultado da veri cação é incluído no relatório ou certi cado de calibração onde é declarado se

o equipamento está em conformidade (ou falha de conformidade) com os requisitos especi cados. Os requisitos

podem ser manuscritos, ou datilografados, ou micro lmados, ou meio eletrônico, ou meio magnético, ou em outro

meio de informação.

O erro máximo permissível pode ser determinado pela função metrológica ou por referência às especi cações

publicadas do fabricante do equipamento de medição. É importante saber que a função metrológica deve assegurar que somente pessoas autorizadas sejam permitidos para gerar, emendar, emitir ou apagar registros.

Análise do Certificado de Calibração

Como dissemos, a função metrológica deve de nir uma estratégia para avaliar cada equipamento de medição, que

é um requisito obrigatório, segundo item 5.5.2 da norma ISO/IEC 17025 [9] (/1004-referências-bibliográ cas).

Uma das formas mais utilizadas consiste em de nir o erro máximo permissível (EMP), através da tolerância de

produto ou especi cações do fabricante, e compará-la com o resultado da calibração do equipamento. Para isto,

tomamos

resultado da calibração do equipamento. Para isto, tomamos O mais utilizado é . Assim

O mais utilizado é

do equipamento. Para isto, tomamos O mais utilizado é . Assim

. Assim

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  Critério: para todo ponto de calibração (
 

Critério:

  Critério: para todo ponto de calibração ( representa o ponto de

para todo ponto de calibração (

representa o ponto de calibração e

ponto de calibração ( representa o ponto de calibração e o número de pontos de calibração).

o número de pontos de calibração).

A comprovação metrológica no caso em que o EMP é função das leituras é discutido abaixo.

em que o EMP é função das leituras é discutido abaixo.
em que o EMP é função das leituras é discutido abaixo.

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 

Critério:

  Critério: , para todo ponto de calibração ( representa o ponto de

, para todo ponto de calibração (

representa o ponto de calibração).

Exemplo 2.1.1

Suponha que temos uma tolerância de 1 g para as massas padrão. Após a calibração das massas, obtivemos as seguintes informações do certi cado de calibração. Essas informações estão apresentadas na Tabela 2.1.1

Ponto

Tendência

(g)

(g)

U (g)

k

1000

0,009

0,015

2

1000

0,01

0,015

2

1000

0,016

0,015

2

1000

0,01

0,015

2

5000

-0,014

0,075

2

5000

-0,069

0,075

2

5000

-0,043

0,075

2

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5000

0,025

0,075

2

Tabela 2.1.1: Certi cado de Calibração.

Considerando J=10, temos que

cado de Calibração. Considerando J=10 , temos que   A Tabela 2.1.2 apresenta o critério
cado de Calibração. Considerando J=10 , temos que   A Tabela 2.1.2 apresenta o critério

A Tabela 2.1.2 apresenta o critério de aprovação para as oito massas padrão. Como podemos ver, duas massas de 5 kg foram reprovadas. Com isso, o certi cado de calibração cujo os valores foram apresentados na Tabela 2.1.1, não está aprovado.

Ponto

(g)

|T|+U

Critério

1000

0,024

Aprovado

1000

0,025

Aprovado

1000

0,031

Aprovado

1000

0,025

Aprovado

5000

0,089

Aprovado

5000

0,144

Reprovado

5000

0,118

Reprovado

5000

0,1

Aprovado

Tabela 2.1.2: Critério de Aprovação.

Exemplo 2.1.2

Vamos aplicar a comprovação metrológica em uma bureta graduada. Suponha que a bureta controla um processo de tolerância de 2 mL para as medidas de volume. Na Figura 2.1.3 apresentamos o certi cado de calibração da bureta graduada.

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Valor

Média

Correção

Incerteza

Fator de abrangência

Graus de liberdade efetivo

nominal

|C|

Expandida

(k)

(veff)

5

4,9077

0,0923

0,002

2,37

10

15

14,8280

0,1720

0,003

2,20

15

25

24,9328

0,0678

0,003

2,06

44

Tabela 2.1.3: Tabela resumida do certi cado de calibração.

Considerando J=10, temos que

cado de calibração. Considerando J=10 , temos que A Tabela 2.1.3 apresenta o critério de aprovação

A Tabela 2.1.3 apresenta o critério de aprovação

Como podemos ver, todas as faixas de volume estão aprovadas.

podemos ver, todas as faixas de volume estão aprovadas. para as três medições padrões de volume.

para as três medições padrões de volume.

Ponto (mL)

|C|+U

Critério

5

0,0943

Aprovado

15

0,175

Aprovado

25

0,0708

Aprovado

Tabela 2.1.3: Critério de Aprovação.

TUR (Test Uncertainty Ratio)

O processo de calibração envolve uma comparação entre o Equipamento de Medição e um padrão, tendo

melhores requisitos metrológicos. A comparação entre a exatidão da unidade sob teste e a exatidão do padrão é conhecia como razão entre as exatidões de teste (TAR). No entanto, esta razão não considera outras fontes

potenciais de erro do processo de calibração. A comparação entre a exatidão da unidade sob teste e a incerteza

de calibração estimada é conhecida como uma relação entre as incertezas de teste (TUR). Esta relação é mais

con ável, porque considera as fontes de erro envolvidas no processo de calibração que o TAR não considera.

A relação entre as incertezas de teste (TUR) é uma medida da capacidade de um determinado instrumento e/ou

processo de medição atender uma especi cação de produto (ou processo). Desta forma, TUR é a razão entre a tolerância e/ou especi cação do produto e a incerteza presente no teste desta especi cação ou tolerância. Historicamente, uma regra muito utilizada é a de que o TUR deve ser de pelo menos 10:1. Quanto maior a razão,

melhor o desempenho do teste. Atualmente, uma proporção de 4:1 ou mesmo 3:1 são considerados aceitáveis em

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alguns casos. Isto é devido principalmente ao melhor desempenho dos equipamentos de fabricação. Em muitos

casos, não temos um equipamento com uma incerteza pequena para a aplicação.

su ciente para um TUR 10:1, ou é muito caro

Há duas principais aplicações para o TUR:

O

primeiro é na calibração de instrumentos de medição e equipamentos;

O

segundo é na inspeção de componentes fabricados.

De forma geral, temos a seguinte equação para o TUR:

De forma geral, temos a seguinte equação para o TUR: À partir disto, notamos que a

À partir disto, notamos que a razão TUR compara a variação admissível para o mensurando (o numerador) com a

variabilidade associada com a medição do mensurando (o denominador).

associada com a medição do mensurando (o denominador). Figura 2.1.3: Relação entre a zona de especi

Figura 2.1.3: Relação entre a zona de especi cação e a zona de conformidade.

A gura (2.1.3), nos mostra a relação entre a zona de especi cação e a zona de conformidade. Se o "verdadeiro

valor" do mensurando está dentro da zona de especi cação, temos que a especi cação é satisfeita, caso contrário,

o mensurando está fora de especi cação. No entanto, nunca podemos conhecer o "verdadeiro valor" do

mensurando conforme citamos no módulo 2. A m de indicar se o mensurando está ou não fora da especi cação,

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temos que conhecer a incerteza no processo de medição. Isso é mostrado na parte inferior da linha horizontal da gura. Se o mensurando está na zona de conformidade, temos con ança de que o verdadeiro valor está dentro da especi cação. Da mesma forma, se o mensurando está na zona de não conformidade, temos con ança de que o

verdadeiro valor está fora de especi cação. Para a região de incerteza mostrado entre conformidade e não

conformidade, não temos con ança su ciente para determinar se a peça ou produto está conforme ou não.

se a peça ou produto está conforme ou não.   Figura 2.1.4: In uência do

Figura 2.1.4: In uência do TUR no resultado nal de uma calibração.

Como visto anteriormente, devido ao melhor desempenho dos equipamentos, consideramos TUR 5 como uma relação aceitável na escolha de um equipamento, e um TUR 3 na escolha do padrão de calibração, o que assegura e permite que a incerteza do padrão não inter ra signi cativamente na comprovação metrológica. A Figura (2.1.4) ilustra o comprometimento da incerteza do padrão em relação ao erro máximo permissível, em função de diferentes TUR adotados.

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Nome

Júnior19diasatrás Júnior •

Montamosumlaboratóriointernonaempresaparaarealizaçãodascalibraçõesdepressão (manômetro,pressostato ),estousomenteeuexecutandoestesserviços,gostariadesaberse eusendoquemvalidaoscertificados,poisfoieuquemdeterminouoscritériosdeaceitaçãoe estudeiasaplicaçõesdafábrica,possoexecutaracalibração,seroresponsávelpelo certificadoefazeravalidaçãodomesmo?Casosejaquestionado,existealgumanormaque possaestarembasadocomrelaçãoaisso?desdejáagradeço

△ ▽

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Mod > Júnior

• Compartilhar› EquipePortal Mod > Júnior • 5diasatrás

OláJúnior!casosejaquestionadoanormaéaABNTISO10012:2004.Nadaimpedede

vocêfazeracomprovaçãometrológica,poisacalibraçãoéinterna.Seacalibração

fosseexterna,oórgãocalibradornãopoderiarealizaracomprovaçãometrológica,pois

nestecasoháconflitodeinteresse.

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FelipeMachado22diasatrás FelipeMachado •

Boanoite,

Naminhaempresaamaioriadosinstrumentossãoanalisadoscombasenocritériodo

fabricante,porémtenhoreprovadomuitosinstrumentospoisgeralmenteocritériodeaceitação

defabricaémuitorigido,portantotenhoalgumasperguntas:

1)Quandoutilizoatolerânciadofabricantecomocritérioeudevodividirpor"J"?

2)Quandoeuanalisocombasenofabricanteeudevoconsideraraincertezademediçãoou

apenasoerro?

3)Semeuprocessotemumatolerânciade6%paratorque,seriacorretoeucompraruma

ferramentacom6%deprecisãodefabrica?oujaestarianolimiteequalquervariaçãoestaria

foradaespecificação?

gratodesdejá.

△ ▽

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EquipePortal Mod > FelipeMachado • 7diasatrás

OláFelipe!recomendoutilizarocritériodaempresaeoJédefinidopelaempresa.

Quantoapergunta3,atolerânciadasuaempresadeveserusadoparaatomadade

decisãoemrelaçãoacompradoinstrumento.

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obrigada

Boatarde!vocêtemalgumafontedeondevocêtirouocalculodoEMPeadefiniçãode|T|+|U|?

△ ▽

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Mod > Sia

• Compartilhar› EquipePortal Mod > Sia • 23diasatrás OláSia!estánotextoacima ouseja

OláSia!estánotextoacima ouseja ABNT10012:2004

2017­6­26

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,

,

Responder Compartilhar›

.

Oliveirosummêsatrás Oliveiros •

Boatarde!

Quaisasreferênciasutilizadasparaoartigo,nasquaisexemplificaastécnicaspara

determinaçãodoEMP?

Obrigado

△ ▽

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• Compartilhar› EquipePortal Mod > Oliveiros • 5diasatrás

OláOliveiros!nãotemosnormasparaocálculodoEMP,poisoriscoéde

responsabilidadedaempresa.

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Bomdia,ficouumadúvida sobreoTUR.Segundomeuentendimentosobreotexto,quanto

maiorarazãomelhor,certo?Ouseja,umTUR=10émelhorqueumTUR=5poiscompromete

umafaixamenordoErroMáximoPermissível.Então,seoidealseriaterumTUR=10,que

comprometesomente10%doEMP,porquenoúltimoparágrafo,citaqueumTUR>=5é

aceitávelnaescolhadeumequipamentoeumTUR>=3naescohadeumpadrãode

calibração.???Seassimfor,opadrãoterápiordesempenhoqueuminstrumentodeuso

comum?

△ ▽

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▽ • Responder • Compartilhar› EquipePortal Mod > ThamiresFernandaSilva • 2mesesatrás

Mod

OláThamires!realmenteTURde10seriafantástico,porémporquestõesdecustocomo

ditonotexto,TURde5ou3sãoaceitáveis.QuantomaioroTURmelhor,mastemosque

levaremcontaapartecomercial.

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DurvalMartinsMoreno2mesesatrás DurvalMartinsMoreno •

BoaTarde.Recebiumcertificadodecalibraçãodeumabalança,Comofaçoparacomprovaros

resultadosdocertificadodeacordocomminhatabeladecálculodeerro?Comoseiseos

resultadosestãodentrodeminhatabeladeerros?

△ ▽

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EquipePortal Mod > DurvalMartinsMoreno • 2mesesatrás

BoatareDurval!temosquecomprovardeacordocomoexemplo2.1.2,ouseja,"erro"+

incertezaexpandidamenorouigualseucritério.

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Boatarde,Tudobem?Gostariadesaberseotécnicoquefazacalibraçãopodevalidaro

certificadoaposacalibração.Equalosrequisitoprecisarterparapoderfazeascalibraçõese

validaçãodocertificados.desdejáagradeço.

△ ▽

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Mod > Junior

• Compartilhar› EquipePortal Mod > Junior • 2mesesatrás

2017­6­26

2­AnáliseeinterpretaçãodoCertificadodeCalibração­IncertezadeMedição|PortalAction

OláJúnior!nãoquefazacomprovaçãometrológicaéosetorqueutilizaoequipamento.

Nocasodecalibraçãointernadevemostertécnicoscapacitadosemrealizarestetipode

trabalho.EmumórgãodaredebrasileiradecalibraçãooINMETROfaráumaauditoria

paraveracomprovaçãotécnica.

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Prezados,umdecibelimetropelasnormaldaNBR10.151precisasrcalibradonomínimodedois

emdoisanos.Existealgumaoutrarecomendaçãoafetaaonumerodevezesqueoequipamento

eusado?Poisimaginoeuqueseusadocomfrequencia,acalibraçãodeveriaserfeitaem

intervalomenordetempo.Grato

△ ▽

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▽ • Responder • Compartilhar› EquipePortal Mod > ZaqueuAstoni • 3mesesatrás

Mod

OláZaqueu!tudobem?essaéarecomendaçãodanorma,porémvocêpodedefinirum

intervalodecomprovaçãometrológicamenor,porexemplo1ano.

△ ▽

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Ola!Obrigadopeloretorno!Anormadefineumacalibraçãonovapelonúmerode

vezesqueodecibelimetroéusado?Tenhoestadúvida,poisinúmerosorgão

públicoscostumamusaremdemasiaoaparelho,contandoapenascomesta

calibraçãofeitadedoisemdoisanos.Obrigado

△ ▽ • Responder • Compartilhar› EquipePortal Mod > ZaqueuAstoni•3mesesatrás
▽ • Responder • Compartilhar›
EquipePortal Mod > ZaqueuAstoni•3mesesatrás
OláZaqueu!nenhumanormadefineisso.Oriscoéassumidopela

empresaeinfelizmenteasempresasassumemesteriscopelocusto.

Responder Compartilhar›

Boatarde. Utilizotermômetrosderadiaçãoinfravermelhaparamonitoraratemperaturaderecebimentode

amostrasemmeulaboratório.Segundoofabricante,aprecisãodotermômetroéde+­2,5°C,

nafaixadetemperaturaqueusoparamonitorarminhasamostras(1°Ca7°C).Possodefinira

tolerâncianomeuprocessocomosendo3°C(4+­3°C),eestabeleceroerromáximo

permissívelcomo1°C(J=3)?

Mesmoestandocorretaestaabordagem,atendência+incertezadacalibraçãodotermômetro

querecebonoscertificadossempresãosuperioresa1°C,entãopenseiemestabelecerum

erromáximopermissívelmaior(2°C,porexemplo),edescontarestesdoisgrausdafaixaque

aceitominhasamostras,sóquenestecasoafaixaficariamuitoextreita(3°Ca5°C).Existiria

outraabordagemparaestecaso?Talvezusarumtermômetrocomerromenor?

Obrigado

△ ▽

Responder Compartilhar›

EquipePortal Mod > DanielScapin • 4mesesatrás

OláDaniel!casoseja4+/­3,suatolerânciaé6graus.ParaJ=3seuEMPéde2graus.

Nestecasoatenderiasuanecessidade.

2017­6­26

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△ ▽

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Obrigadopelaexplicação.Sepossível,gostariadeesclarecermaisduas

dúvidas:1)comosmesmosdadosdoexemploacima,seriacorretosolicitara

calibraçãodotermômetroparaospontos1,4e7°C?

2)Parautilizaroreferidotermômetronorecebimentodeamostras,possoaceitar

umatemperaturamáximade7°Cporexemplo(considerandoafaixa1a7°C)ou

devodescontaroEMP,queseriade2°C,dafaixadeaceitaçãodatemperatura

(quenesteexemploficaria3a5°C)?

Obrigado

△ ▽ • Responder • Compartilhar› EquipePortal Mod > DanielScapin•4mesesatrás
▽ • Responder • Compartilhar›
EquipePortal Mod > DanielScapin•4mesesatrás
OláDaniel,poderiadescontarovalordaincerteza.DescontaroEMP

seriamaisconservador.

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marisagregoldoalvesbarroso5mesesatrás marisagregoldoalvesbarroso •

Boatarde

Equipamentosquandosaoreprovadosnacalibarcaoprocedemeenviaremorelatoriode

calibracaocomoaprovado.

eaindaidentificaramoaparelhocomoaprovado.

obrigada

at

△ ▽

Responder Compartilhar›

▽ • Responder • Compartilhar› EquipePortal Mod > marisagregoldoalvesbarroso • 4mesesatrás

Mod

OláMarisa!Oórgãocalibradoremiteocertificadodecalibração,aaprovaçãodepende

daanálisecríticafeitaemsuaempresa.Casoacalibraçãonãoatendaoerromáximo

permissível,oequipamentoestaráreprovado.

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0,009mm.Eparamiméumdesafiodefinirumcritériodeaceitação,poisamaioriados△ ▽ • Responder • Compartilhar› Francisco • 5mesesatrás

Francisco5mesesatrás

Bomdia,Eutrabalhocomusinagemdeitensquepossuemcamposdetolerâncianaordemde

equipamentosdemediçãodisponívelnomercadopossuemumerromáximopermissívelde

0,004mmdefinidopelofabricante.Oquefazernestescaso,procurarumequipamentocomuma

exatidãomelhoroualteraromeucritériodeaceitação?

△ ▽

Responder Compartilhar›

EquipePortal Mod > Francisco • 5mesesatrás

OláFrancisco!bastautilizarestesequipamentoscomEMPde0,004mm,querepresenta

cercade44%dasuatolerância.

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misael5mesesatrás misael •

Boatarde!Gostariadesaberseessametodologiapossoaplicaremmonômetroscalibrados,

2017­6­26

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parasaberseestãoaceitosounão?

△ ▽

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EquipePortal Mod > misael • 5mesesatrás  

OláMisael!podeseraplicadoaqualquerequipamentodemedição,padrãooumaterialde

referência.

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Boatarde!Gostariadesaberquantomaiorpodeseracapacidadedemediçãodeumpadrão comrelaçãoaoequipamentoqueestásendocalibrado,eseexisteumanormaquedefinaisto.

Porexemplo,sevoucalibrarummanômetrode560psi,qualdeveseracapacidademáximade

mediçãodopadrão?

△ ▽

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▽ • Responder • Compartilhar› EquipePortal Mod > AnaCarlaFernandes • 7mesesatrás

Mod

OláAna!bastaseguiraNIT­DICLA­21item8eneladeixaclaroquenãotemumaregra

específica,poisquantomaioracapacidadedemedição,maiscustosofinanceiramente

seráopadrão.

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Olá,boatarde.PassamosporumprocessodeacreditaçãoDICQnomomentoerecebemosnão

conformidadeemumitemdemetrologia.Possuímostacômetroecronômetrocalibradose

utilizandodebenchmarking,comoutroslaboratóriosdeanálisesclínicasrealizávamos

verificaçõesdarotaçãoetempodascentrífugasemperíodosanuais.Logo,aauditoriaalegou

queasverificaçõesnecessitamserrealizadas,emequipamentosqueinfluenciamnoresultado

dopaciente,porprofissionaistreinadosemmetrologiaoupelaempresaqueforneceua

centrífugaparanós.Anãoconformidadeprocede?

△ ▽

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Mod > AndersonAlmeidaRibeiro • 9mesesatrás

OláAnderson!seuprocessodeacreditaçãoéparalaboratóriodecalibraçãoouensaio

emcentrífugas?

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△ ▽ • Responder • Compartilhar› AndersonAlmeidaRibeiro > EquipePortal •

AndersonAlmeidaRibeiro > EquipePortal9mesesatrás

Somosumlaboratóriodeanálisesclínicaseestávamosfazendoverificações

intermediáriasdascentrífugascomtacômetrocalibrado.Sóquedurantea

auditoriaesseprocedimentofoicondenado.

△ ▽ • Responder • Compartilhar› EquipePortal Mod > AndersonAlmeidaRibeiro•9mesesatrás
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EquipePortal Mod > AndersonAlmeidaRibeiro•9mesesatrás
OláAnderson!nestecasoprocedesimaNC,poisoprocedimentocorreto

écalibraremumórgãocompetente,comolaboratóriosRBC,ouna

ausênciadelabRBCcalibrarcomfornecedordoequipamento.Umaoutra

alternativaévocêacreditarseulaboratório(INMETRO)paracalibração

destetipodecalibração.

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2017­6­26

2­AnáliseeinterpretaçãodoCertificadodeCalibração­IncertezadeMedição|PortalAction

vendedortécniconosinformouquenãonecessitadecalibração.Mas,setrantandodeumGustavoD • 2anosatrás 

OlaboratórioqueeutrabalhotemumapipetarepetitivadamarcaBrand.Quandofoicomprada,o

equipamentodemediçãodevolumeemanteropadrãodequalidade,entendoqueénecessário

acalibração.OlaboratórioquetrabalhopossuiISO/IEC17025.Porfavor,poderiatiraressa

dúvida?

Todososequipamentosutilizadosnolaboratórioéobrigatórioacalibração?Oequipamentoé

utilizadoparafazerasoluçãodeverificaçãodocromatógrafo.

△ ▽

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• Compartilhar› EquipePortal Mod > GustavoD • 2anosatrás

OláGustavo!!seseulaboratórioéAcreditadodentrodoescopodaISO/IEC17025,sem

dúvidaoINMETROemumaauditoriairátecobraracalibraçãoecasonãotenhaira

anotarumanãoconformidade.

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oEMP,estecertificadonãodeveserconsideradoaprovado?Mesmoqueosvaloreslidos△ ▽ • Responder • Compartilhar› HainnerAzevedo • 2anosatrás

Écorretoafirmarentãoquequandoosomatóriodaincertezaedatendenciaforemmaioresque

estejamdentrodazonadeespecificaçãoouconformidade?Obrigado.

△ ▽

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EquipePortal Mod > HainnerAzevedo • 2anosatrás

OláHainner!!se|Tendência|+IncertezaExpandida>EMPnãoestáadequado,depende

muitodoseuEMP.CasovocêutilizeatolerânciatotalcomoEMP,nestecasoseu

equipamentoestaráadequadoaouso.Porémtemososriscosdescritosnesteconteúdo.

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Sóumadúvida:OvalordoJéaempresa(usuário)quemdetermina?Sesim,estáescritoem△ ▽ • Responder • Compartilhar› RegulatoriosMaquira • 2anosatrás Bomdia,

Bomdia,

algumanormaquepodemosfazerisso?

△ ▽

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EquipePortal Mod > RegulatoriosMaquira • 2anosatrás

Olá!!OJdependedacriticidadedoseuprocessodemedição.Por

exemplo,paraumJ=10emumacomprovaçãometrológicadeumequipamento

demedição.Nestecaso,temosquesóoequipamentodemediçãocompromete

10%datolerânciadoseuprocessodemedição(verfigura2.1.3).Anormaqueregeeste

capítuloéaABNTNBRISO10012:2004,porémelanãodiscriminaovalor

deJ.

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semcalibralosomentetrocandoaetiqueta,,respostaparabeneptma@hotmail.comdeJ. △ ▽ • Responder • Compartilhar› bene • 2anosatrás

bene2anosatrás

Bomdiaemquecasossepodeampliaroprazodecalibraçãodeumdeterminadoequipamento,

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2017­6­26

2­AnáliseeinterpretaçãodoCertificadodeCalibração­IncertezadeMedição|PortalAction

p p EquipePortal Mod > bene • 2anosatrás
p p EquipePortal Mod > bene • 2anosatrás

p

p

p p EquipePortal Mod > bene • 2anosatrás

Mod

OláBene!tudobem?emumaauditoriadoINMETRO,porexemplo,elesnãoaceitariam.

Vocêteriaquecomprovaresteaumentodoprazodecalibração.

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Elcimaralmeida2anosatrás

PoderiaapresentarumexemplodeaplicaçãodoTURcomresultadosdeumcertificadode

calibração.

△ ▽ • Responder • Compartilhar› EquipePortal Mod > Elcimaralmeida•2anosatrás
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EquipePortal Mod > Elcimaralmeida•2anosatrás
OláElcimar!!tudobom?Bastaaplicarosdadosdoexemplo2.1.2dividindoEMPou

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(/incerteza-de-medicao/referencias-bibliograficas) 1 2 3 4 5 (http://www.portalaction.com.br/sobre-o- action) SOBRE O

SOBRE O PORTAL ACTION

O Portal Action é mantido por Estatcamp - Consultoria Estatística e Qualidade e por DIGUP - Desenvolvimento de Sistemas e Consultoria Estatística, com o objetivo de disponibilizar uma ferramenta estatística em conjunto com uma fonte de informação útil aos pro ssionais interessados.